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Camada de Bases e Sub-Bases

Continuação
ESTABILIZAÇÃO DOS SOLOS PARA FINS DE
PAVIMENTAÇÃO

1 - Conceito de estabilização para rodovias e


Aeroportos:

Estabilizar um solo significa conferir-lhe a capacidade


de resistir e suportar as cargas e
os esforços induzidos pelo tráfego normalmente
aplicados sobre o pavimento e também às ações
erosivas de agentes naturais sob as condições mais
adversas de solicitação consideradas no projeto.
2 - Objetivo

Compreende todos os processos naturais e artificiais


aplicados aos solos, objetivando melhorar suas
características de resistência mecânica, bem como
garantir a constância destas melhorias no tempo de
vida útil das obras de engenharia.
3 - Importância

O domínio das técnicas de estabilização pode


conduzir a sensíveis reduções nos tempos de
execução das obras, viabilizando a industrialização
do processo construtivo, propiciando uma economia
substancial para o empreendimento.
4 - Estudos e análises

Essencialmente, a estabilização de um solo consiste


de um estudo da resistência do solo e da
suplementação necessária desta resistência. Baseado
neste estudo é escolhido um método qualquer para
a suplementação da resistência, e isto é feito
segundo análises econômicas e técnicas do problema
em questão.
5 - Métodos de estabilização

Devido às disparidades e semelhanças nos processos


e mecanismos utilizados para a estabilização de
solos, adota -se a natureza da energia transmitida ao
solo como um critério para a classificação dos
métodos de estabilização. Desta forma podem ser
citados os seguintes tipos de estabilização: -
mecânica,
- granulométrica,
- química,
- elétrica e térmica.
Além destes, tem surgido nos últimos tempos, uma
grande variedade de outros métodos e processos
construtivos que visam oferecer ao solo,
características de resistência e melhoria de suas
qualidades naturais e que podem ser classificados
como Métodos especiais de estabilização:

Solos Reforçados com Geossintéticos; Solo pregado;


Colunas Solo-Cal; Colunas Solo- Brita; Compactação
Dinâmica; Jet Grounting; Compaction Grounting;
Drenos Verticais de Areia; Micro Estacas;
Estabilização Via Fenômenos de Condução em Solos.
A Estabilização Mecânica visa dar ao solo (ou mistura
de solos) a ser usado como camada do pavimento
uma condição de densificação máxima relacionada a
uma energia de compactação e a uma umidade
ótima. Também conhecida como
estabilização por compactação. É um método que
sempre é utilizado na execução das camadas do
pavimento, sendo complementar a outros métodos
de estabilização.
A Estabilização Granulométrica consiste da alteração
das propriedades dos solos através da adição ou
retirada de partículas de solo. Este método consiste,
basicamente, no emprego de um material ou na
mistura de dois ou mais materiais, de modo a se
enquadrarem dentro de uma determinada
especificação. Também é chamada de
Estabilização Granulométrica.
A Estabilização Química quando utilizada para solos
granulares visa principalmente melhorar sua
resistência ao cisalhamento (causado pelo atrito
produzido pelos contatos das superfícies das
partículas) por meio de adição de pequenas
quantidades de ligantes nos pontos de contato dos
grãos. Os ligantes mais utilizados são o Cimento
Portland, Cal, Pozolanas, materiais betuminosos,
resinas, etc.
Nos solos argilosos (coesivos) encontramos
estruturas floculadas e dispersas que são mais
sensíveis a presença de água, influenciando a
resistência ao cisalhamento. É comum a adição de
agentes químicos que provoquem a dispersão ou
floculação das partículas ou uma substituição prévia
de cátions inorgânicos por cátions orgânicos
hidrorrepelentes seguida de uma
adição de cimentos.
A Estabilização Elétrica consiste na passagem de uma
corrente elétrica pelo solo a estabilizar. As descargas
sucessivas de alta tensão são usadas no
adensamento de solos arenosos saturados e as de
baixa tensão contínua são usadas em solos argilosos
empregando os fenômenos de eletrosmose,
eletroforese e consolidação eletroquímica.
Não tem sido utilizada em pavimentos.
A Estabilização Térmica é feita através do emprego
da energia térmica por meio de congelamento,
aquecimento ou termosmose. A solução do
congelamento normalmente é temporária,
alterando-se a textura do solo. O aquecimento busca
rearranjos na rede cristalina dos minerais
constituintes do solo. A termosmose é uma técnica
de drenagem onde se promove a difusão de um
fluido em um meio poroso pela ação de gradientes
de temperatura. Também não é utilizada
em pavimentos.
6 - Estabilização solo-cimento

“Solo-cimento é o produto endurecido resultante da


mistura íntima compactada de solo, cimento e água,
em proporções estabelecidas através de dosagem
racional, executada de acordo com as normas
aplicáveis ao solo em estudo”.
No Brasil, o solo cimento passou a ser utilizado a
partir de 1940 na área de pavimentação e em 1948 já
havia aplicação na construção de paredes de solo
cimento.
Mais de meio século de experiência brasileira com a
tecnologia do solo-cimento possibilitaram o
aparecimento de variadas aplicações dentro das
obras de engenharia como: Pavimentação de ruas e
estradas; passeios para pedestres; quadras
esportivas; revestimento de barragens; silo -
trincheira; terreiros de café; obras de contenção;
canalização e proteção de pontes; habitação (tijolos,
blocos, lajotas, paredes monolíticas,
fundações e pisos).
6.1 - Tipos de misturas de solos tratados com
cimento

Toda mistura envolvendo solo e qualquer teor de


cimento tem sido erroneamente chamado de
mistura solo-cimento. Existem três diferentes tipos
de misturas de solo estabilizado com cimento, sendo
o solo -cimento, apenas uma delas:
a) Mistura de solo-cimento

Produto obtido pela compactação e cura de uma


mistura íntima de solo, cimento e água, de modo a
satisfazer a critérios de estabilidade e durabilidade
exigidos.
b) Solo melhorado com cimento (modificado com
cimento)

Quando um solo mostrar-se economicamente


inviável de ser estabilizado com cimento, ainda
poderá ser utilizado para fins de pavimentação
através da adição de pequenas quantidades de
cimento (1 a 5%), que visam modificar algumas de
suas propriedades físicas, por exemplo, baixar o
índice de plasticidade através do aumento do LP e da
diminuição do LL ou diminuir as mudanças de
volume e inchamento do solo.
c) Solo-cimento plástico

Material endurecido formado pela cura de uma


mistura íntima de solo, cimento e quantidade
suficiente de água para produzir uma consistência de
argamassa. A quantidade de água no solo-cimento é
apenas para permitir uma boa compactação e
completa hidratação do cimento. No solo-cimento
plástico a quantidade de cimento é
aproximadamente 4% a mais para satisfazer os
critérios de durabilidade e estabilidade exigidos e
também devido a maior quantidade de água
necessária para deixar a mistura na consistência de
argamassa.
6.2 - Mecanismos de reação da mistura solo-cimento

O processo de estabilização do solo com o cimento


ocorre a partir do desenvolvimento das reações
químicas que são geradas na hidratação do cimento
(mistura do cimento com água). A partir daí,
desenvolvem-se vínculos químicos entre as
superfícies dos grãos do cimento e as partículas de
solo que estão em contato com o mesmo.
Sendo assim, durante o processo de estabilização do
solo com cimento, ocorrem dois tipos de reações: as
reações de hidratação do cimento Portland e as
reações entre os argilominerais e a cal liberada na
hidratação do cimento ( C3S, b-C2S, C3A, C4AF +
H2O). Estas reações podem ser exemplificadas da
seguinte forma:
As últimas reações são chamadas pozolânicas e
ocorrem em velocidade mais lenta. O CSH é um
composto cimentante semelhante ao C3S2Hx.
Nos solos granulares desenvolvem-se vínculos de
coesão nos pontos de contato entre os grãos
(semelhante ao concreto, porém o ligante não
preenche todos os espaços).

Nos solos argilosos a ação da cal gerada sobre a sílica


e alumina do solo resulta o aparecimento de fortes
pontos entre as partículas de solo.
Surge então a seguinte questão: Por que os solos
granulares respondem melhor à estabilização com
cimento? Porque nos solos argilosos a reação da cal
gerada na hidratação e os argilominerais ocasionam
uma queda no PH da mistura, afetando a hidratação
e o endurecimento do cimento. Se o PH abaixar, o
composto C3S2Hx reage novamente
formando CSH e cal.
Como o C3S2Hx é responsável pela maior parte da
resistência da mistura solo-cimento, o aparecimento
do CSH é indesejável quando provém deste
composto, sendo benéfico apenas quando origina -se
das reações da cal com os argilominerais. Portanto as
reações de hidratação do cimento são as mais
importantes e respondem pela maior parte da
resistência final alcançada para a mistura. Nos solos
argilosos a resistência devido às reações pozolânicas
se dão às custas de um decréscimo de contribuição
da matriz cimentante.
6.3 - Fatores que influenciam na estabilização solo-
cimento

Por envolver aspectos físico-químicos tanto do


cimento quanto do solo, este tipo de
estabilização é influenciada por inúmeros fatores:

a) Tipo de solo
Todo solo pode ser estabilizado com cimento,
porém os solos arenosos (granulares) são mais
eficientes que os argilosos por exigirem baixos teores
de cimento.
b) Presença no solo de materiais nocivos ao cimento
A presença de matéria orgânica no solo afeta a
hidratação do cimento devido à absorção dos ions de
cálcio gerado, resultando uma queda no PH da
mistura.
Os sulfatos geralmente encontrados nas águas do
solo combinam com o aluminato tricálcico do
cimento hidratado formando o sulfo-aluminato de
cálcio (sal de Candlot) que ocupa grande volume,
provocando quebra de ligações cimentícias.
c) Teor de cimento
A resistência da mistura solo-cimento aumenta
linearmente com o teor de cimento, para um mesmo
tipo de solo. O teor de cimento depende do tipo de
solo, quanto maior a porcentagem de silte e argila,
maior será o teor de cimento exigido. Para alcançar o
valor ideal do teor de cimento para um tipo de solo,
deve-se recorrer aos procedimentos de dosagem.
d) Teor de umidade da mistura
Assim como nos solos naturais, as misturas solo-
cimento exigirão um teor de umidade que conduza a
uma massa específica seca máxima, para uma dada
energia de compactação. O acréscimo de cimento ao
solo tende a produzir um acréscimo no teor de
umidade e um decréscimo na massa específica seca
máxima, devido a ação floculante do cimento. O teor
de umidade ótimo que conduz à máxima massa
específica seca não é necessariamente o mesmo para
a máxima resistência. Este último está localizado no
ramo seco para os solos arenosos e no ramo úmido
para os solos argilosos.
e) Operações de mistura e compactação
A demora de mais de duas horas entre a mistura e a
compactação pode trazer significantes decréscimos
tanto na massa específica seca máxima quanto na
resistência do produto final.
O decréscimo na massa específica seca máxima é
causado pelo aumento do PH da água quando esta
entra em contato com o cimento, causando
floculação das partículas de argila.
Se o tempo mistura-compactação for grande, são
produzidos grandes quantidades de argila floculada,
que irá absorver da compactação. Recomenda-se
que a compactação deva iniciar-se logo após a
mistura e complementada dentro de duas horas.
f) Tempo e condições de cura
Como no concreto, a mistura solo-cimento ganha
resistência por processo de cimentação das
partículas durante vários meses ou anos, sendo
maior até os 28 dias iniciais. Neste período deve ser
garantido um teor de umidade adequado à mistura
compactada.
Diferente do concreto, a temperatura de cura deve
ser elevada para propiciar elevadas resistências.
Durante as reações pozolânicas, a temperatura tende
a elevar-se. Nos países de clima quente pode-se
empregar um teor de cimento menor para atingir a
mesma resistência à compressão que seria alcançada
em um pais de clima frio.
6.4 – A dosagem do solo-cimento

Solo-cimento é o produto endurecido resultante da


mistura íntima compactada de solo, cimento e água,
em proporções estabelecidas através de dosagem
racional, executada de acordo com as normas
aplicáveis ao solo em estudo. (ABCP, 1986)
Dosagem de solo-cimento é a seqüência de ensaios
realizados com uma mistura de solo, cimento e água,
seguida de interpretação dos resultados por meio de
critérios preestabelecidos, sendo o resultado final, a
fixação das três varáveis citadas (ABCP, 1986).
Em 1935, a Portland Cement Association (PCA) fez as
primeiras tentativas para criação de normas para a
mistura solo-cimento. Em 1944 e 1945 a ASTM e
AASHO, respectivamente, adotaram o método de
dosagem idealizado pela PCA.
Aqui no Brasil, já em 1941, a ABCP publicou métodos
análogos que constavam procedimentos análogos ao
da PCA. Em 1962, foram feitas algumas modificações
(simplificações) na Norma Geral de Dosagem do
Solo-Cimento, dando origem à chamada Norma
Simplificada de Dosagem Solo-Cimento.
Em 1990, após ter sido estudada e aprovada pela
comissão de estudos da ABCP (Associação Brasileira
de Normas Técnicas), surgiu a nova norma de
dosagem de mistura solo-cimento que recebeu o
número de registro NB 01336, designada
“Solocimento - dosagem para emprego como
camada de pavimento (NBR 12253).
As normas brasileiras baseiam-se nos métodos de
dosagem da Portland Cement Association (PCA) e na
comprovação dos resultados de um grande número
de obras executadas e em uso, com uma enorme
variedade de solos, desde 1939.
Serão mostrados aqui, os procedimentos para
dosagens de mistura solo-cimento pela nova norma
(NBR 12253) assim como breve resumo das antigas
“Norma geral” e “Norma Simplificada”.
Breve resumo da norma geral de dosagem solo-
cimento

A dosagem de uma mistura solo-cimento pode ser


considerada como experimental, onde diferentes
teores de cimento são empregados nos ensaios e a
análise dos resultados indica o menor deles capaz de
estabilizar o solo sob a forma de solo cimento.
Como resumo das principais operações pode-se citar:

a) Identificação e classificação do solo

b) Escolha do teor de cimento para ensaio de


compactação
c) Execução do ensaio de compactação do solo-
cimento
d) Escolha dos teores de cimento para o ensaio de
durabilidade
e) Moldagem do corpo de prova para o ensaio de
durabilidade
f) Execução do ensaio de durabilidade por molhagem
e secagem
g) Escolha do teor de cimento adequado em função
dos resultados do ensaio.
Breve resumo da norma simplificada de dosagem do
solo-cimento

A duração do ensaio de durabilidade por molhagem


e secagem pode ser apontada como a maior
desvantagem da aplicação da norma geral para uma
dosagem de solo cimento. Procurou-se então uma
correlação entre o ensaio de durabilidade e outro
ensaio mais simples.
A PCA (Portland Cement Association), baseada em
análises estatísticas dos resultados de ensaios de
durabilidade e ensaios de compressão simples aos 7
dias criou a norma simplificada de dosagem solo-
cimento. Esta análise foi baseada em amostras de
2438 solos arenosos. (ABCP, 1986)
O fundamento do método foi extraído dos
resultados desta série de resultados, onde foi
constatado que um solo arenoso, com determinada
granulometria e massa específica aparente máxima
seca, requererá o mesmo teor de cimento indicado
pelo ensaio de durabilidade se alcançar uma
resistência à compressão aos 7 dias superior a um
determinado valor especificado.
Aplicação da Norma Simplificada

Esta norma simplificada só é aplicável a solos que


satisfaçam ao mesmo tempo às seguintes condições

- Possuir no máx. 50% de material com diâmetro


médio menor que 0,05mm (Silte + Argila).
- Possuir no máx. 20% de material com diâmetro
médio menor que 0,005mm (Argila).
Métodos Empregados

- Método A: Usado quando toda amostra original


passar na peneira de 4,8mm.

- Método B: Usado quando parte da amostra original


de solo ficar retida na peneira 4,8mm (material
passante na peneira 19mm).
Sequência de Dosagem

a) Ensaios preliminares de solo


b) Ensaio de compactação do solo-cimento
c) Determinação da resistência à compressão
simples aos 7 dias
d) Comparação entre a resistência à compressão
simples média obtida e a resistência à
compressão simples admissível para o
solo em estudo.
6.5 - A nova norma de dosagem solo-cimento (NBR
12253)

Baseado na experiência brasileira adquirida ao longo


dos anos, o uso dos solos a serem utilizados nas
bases e sub -bases de solo-cimento restringiu-se aos
tipos A1, A2, A3 e A4. Desta forma os solos siltosos e
argilosos foram descartados devido a dificuldades do
processo de execução.
Todo tipo de solo pode, a princípio, ser estabilizado
com cimento, porém os solos finos requerem teores
elevados de cimento, tornando-se assim
inadequados para fins de estabilização devido ao
fator econômico.
Procedimentos de dosagem

a) Ensaios preliminares do solo:

Visando sua identificação e classificação, utiliza-se a


classificação HRB e somente os solos tipo A1, A2, A3
e A4 são estudados para a mistura solo-cimento,
descartando-se assim os solos argilosos e siltosos.
b) Escolha do teor de cimento para ensaio de
compactação

É baseado no quadro a seguir. Este quadro foi


retirado da Norma Geral de dosagem e pode ser
usado quando não se tenham experiências
anteriores com o solo em questão.
c) Execução do ensaio de compactação

Feito para obtenção de para o teor de


cimento indicado.
d) Determinação do teor de cimento para ensaio de
compressão simples.

Para solos que apresentam 100% de material


passante na peneira de 4.8 mm utilizar a Figura 21 a
seguir. Para solos que apresentam até 45% de
material retido na peneira de 4.8 mm utilizar a Figura
22 a seguir.
e) Moldagem de 3 corpos de prova (no mínimo) para
o teor de cimento selecionado

Para execução do ensaio de compressão simples.


Podem ser moldados corpos-de-prova com um ou
mais teores de cimento. Após a moldagem os corpos
de prova devem ser submetidos ao período de cura.

f) Execução do ensaio de compressão simples (MB


03361 - NBR 12025)
g) Resultado da dosagem.

Após a execução dos ensaios de compressão simples,


calcula -se a média aritmética das resistências à
compressão simples correspondentes a um mesmo
teor de cimento. Não considerar os corpos de prova
cuja resistência à compressão se afaste mais de 10%
da média calculada. O número de corpos de prova
mínimo para cálculo
da média é dois.
O teor de cimento a ser adotado, capaz de estabilizar
uma camada de pavimento através de uma mistura
solo-cimento, será o menor dos teores que forneça
resistência média à compressão simples aos 7 dias
igual ou superior a 2.1 Mpa ( 2100 Kpa ).

O valor de 2.1 Mpa foi fixado por ser um número já


consagrado no meio rodoviário devido ao bom
desempenho dos pavimentos conseguido com solos
estudados com este valor de resistência.
Para a determinação do teor de cimento a ser
adotado é permitida a interpolação dos dados de
modo a indicar o valor mínimo de resistência à
compressão média especificado de 2.1 Mpa. A
extrapolação de dados não é permitida.

O teor mínimo recomendado pela norma é de 5%.


Para se transformar o traço obtido em peso (%
massa) em volume (% volume) utilizar
o ábaco da figura 23.
Ábaco de Transformação do T
Cimento em Volume (%)
h) Exemplos numéricos

1) Considerar um solo com os seguintes resultados


prévios de laboratório:

- Granulometria:
Pedregulho grosso: 10%
Pedregulho fino: 5%
Areias grossa: 23%
Areia fina: 33%
Silte: 6%
Argila: 23%
% pass. # nº 200: 32%
- Índices de consistência:
LL = 25% LP = 19% IP = 6%

- Massa específica (agregado grosso): 2630 Kg/cm3

- Absorção (agregado graúdo): 1,2%

- Umidade do solo miúdo: 3%


2) Determinar o teor de cimento indicado para a
realização do ensaio de compressão simples para o
solo com as seguintes características:

- Pedregulho fino: 3% - Areia fina: 60% - Argila: 18%


- Areia grossa: 12% - Silte: 7%
- Classificação segunda a HBR: A2
- Após execução do ensaio de compactação: =
1930 g/cm3 hot = 11,2 %
3) Para o exemplo acima, supondo que tenha sido
executado o ensaio de compressão simples com os
teores de 5%, 6% e 7%, qual o teor que você adotaria
como definitivo com base nos seguintes resultados:

CP 01 (5%) - RCS = 2080 Kpa


CP 02 (6%) - RCS = 2355 Kpa
CP 03 (7%) - RCS = 2400 KPa
4) Determinar o teor de cimento indicado para a
realização do ensaio de compressão simples para o
solo com a seguintes características:

- Pedregulho grosso: 20% - Areia grossa: 19% - Silte:


12%
- Pedregulho fino: 3% - Areia fina: 31% - Argila: 15%
- Classificação segunda a HBR: A1a
- Após execução do ensaio de compactação: =
2000 g/cm3 hot = 8,7 %
5) No exemplo anterior, supondo terem sido
moldados 3 corpos de prova com os teores de
cimento de 4%, 5% e 6% e estes submetidos a
ensaios de compressão simples, cujos resultados
encontram-se abaixo, determine qual o teor adotado
para o caso em análise.

CP 01 (4%) - RCS = 1860 Kpa


CP 02 (5%) - RCS = 2080 Kpa
CP 03 (6%) - RCS = 2150 KPa
6.6 - Execução na pista (Senço, 1972)

A mistura solo-cimento pode ser executada de duas


formas:

Mistura no local: com material da própria estrada


com material vindo de fora

Mistura em Central: usinas fixas: Betoneira, grandes


centrais usinas móveis: Pulvi-mix
As misturas feitas em usinas fixas (centrais de
usinagem) constituem um processo mais eficiente,
uma vez que o produto final é praticamente perfeito
e muito mais rápido que o processo de mistura na
pista.

A utilização de usinas de solo-cimento é justificada


em função da quantidade do serviço a ser executado,
não sendo utilizada para pequenas quantidades. As
instalações de uma usina de solo-cimento são
praticamente as mesmas de uma usina de solos
convencional, podendo-se destacar os seguintes
componentes principais:
a) Silos de solos

Depósitos destinados a receber o solo (ou solos) que


serão utilizados na mistura, construídos de madeira
ou chapa metálica, normalmente em forma de
tronco de pirâmide.
A calibração é feita pelo processo usual onde a
comporta de saída é aberta com diversas alturas,
anotando-se a quantidade que se escoa em um
determinado tempo. Com os pares de valores
Abertura da comporta x Produção horária
pretendida, traçados em um gráfico, obtém-se a
abertura necessária do silo. Esta calibração
também pode ser feita em função da quantidade de
material que cai em um espaço linear de um metro
da esteira transportadora. Neste caso varia-se a
abertura da comporta ou a velocidade de transporte
das correias.
b) Silo de cimento

Geralmente em formato cilíndrico, tem a função de


armazenar o cimento a ser usado na mistura. Para
grandes volumes de mistura, o carregamento do
cimento é feito diretamente dos caminhões
transportadores por meio de sucção. Nestes casos é
recomendado a utilização de cimento a granel. O
processo de calibração deste silo é similar
ao de solo.
c) Correias transportadoras

São as responsáveis pelo transporte dos solos e do


cimento dos silos até o misturador.
Devem ter uma inclinação suficiente para levar os
materiais desde as comportas dos silos até
a boca do misturador.
d) Depósito de água:

Reservatório destinado a fornecer água para que a


mistura solo-cimento já saia da usina com o teor
ótimo de umidade. Dependendo da distância até o
local da obra este teor pode ser majorado, para
haver uma compensação devido as perdas por
evaporação.
e) Misturador

É o compartimento destinado a execução da mistura


propriamente dita do solo com o cimento e água.
Normalmente é constituído por eixos dotados de pás
(paletas) que giram em sentidos contrários, jogando
os materiais contra as paredes do compartimento. A
mistura da água pode ser feita continuamente (junto
com o solo e o cimento) ou logo após a mistura
“seca” (solo e cimento).
Esquema de uma usina de Solo-Cimento (Senço, 1972)
6.7 – Operações básicas para solo-cimento in-situ
Nas misturas de solo-cimento feitas no local (mistura
in situ) destacam-se as seguintes operações básicas:
1)Pulverização e determinação da umidade natural
2)Distribuição e espalhamento do cimento
3)Mistura do cimento com o solo pulverizado
4)Adição de água à mistura do solo-cimento
5)Mistura do solo-cimento umedecido
6)Compactação e acabamento
7)Cura
8)Preparo para execução do novo trecho
a) Pulverização e homogeneização do solo

O material vindo da jazida (ou já escarificado ) deve


ser pulverizado e homogeneizado
até que 80% do material miúdo esteja reduzido a
partículas de diâmetro inferior a 4,8
mm .Usa-se Patrol, grade de disco, Pulvi-mix,etc.
b) Distribuição e espalhamento do cimento

Após a regularização do solo pulverizado em toda a


seção transversal espalha-se o cimento (em sacos)
nas quantidades projetadas, distribuindo-os
uniformemente por toda a superfície de modo a
assegurar posterior espalhamento por processo
mecânico. Um esquema da distribuição manual dos
sacos se cimento pela seção transversal é
mostrado na figura 25. Este esquema será utilizado
no exemplo numérico ao final deste
assunto.
c) Mistura do cimento com o solo pulverizado

Executada através de escarificadores e pela lâmina


da Patrol. A mistura do solo com o cimento deverá
ocorrer em toda a espessura da camada, repetidas
vezes até se conseguir uma tonalidade uniforme em
toda a espessura. Em seguida a mistura deve ser
nivelada obedecendo ao greide e a seção transversal.
d) Adição de água a mistura

Deverá ser feita progressivamente. É aconselhável


que a umidade não aumente mais de 2% em cada
passada do Carro-tanque. O caminhão Pipa deve ser
equipado, quando possível, com dispositivo de
controle de água por pressão. Desta forma pode-se
calcular a quantidade de água a ser distribuída
(função também do teor de umidade do solo) em
cada passada. Pode-se ajuntar a água ao solo
pulverizado na véspera, antes da adição do cimento,
até atingir uma umidade próxima da hot.
e) Mistura do solo-cimento umedecida

Feita por Pulvi-mix ou grade de disco. Na fase final a


umidade deve ser controlada de 40 em 40 m.
Qualquer deficiência deve ser corrigida.
f) Compactação e acabamento

Para solos arenosos deve-se empregar rolos


pneumáticos ou lisos e para solos argilosos o rolo pé-
de-carneiro deve ser usado no início e os
pneumáticos ou lisos usados ao final. A espessura de
compactação não deve ser menor que 5cm. A
camada superficial deve ser mantida na umidade
ótima ou ligeiramente acima e feita a conformação
do trecho ao greide e abaulamento desejados.
Após a conclusão da compactação deve ser feito um
acerto final na superfície para eliminação de
saliências, não podendo fazer correções de
depressão através de adição de material. Pode-se
usar grades de dentes ou escova metálica.
g) Cura

Após a compactação o trecho deverá ser protegido


por um período de 7 dias. Usa-se cobrir o trecho com
uma camada de solo de mais ou menos 5 cm ou
capim (10 cm) que deverão ser mantidos unidos para
conservação da umidade. Também pode ser usado
material betuminoso para proteção.
h) Controles de Execução

Sendo feitas as misturas na pista ou em usinas, são


realizados os seguintes controles tecnológicos:
Granulometria; ensaio de finura do cimento; grau de
pulverização; teor de cimento; teor de umidade;
massa específica aparente “In situ”; ensaio de
compactação; ensaio de resistência à compressão.

Também são feitos os controles Geométricos


necessários em relação à largura da plataforma,
flecha de abaulamento e espessura média.
i) Exemplo numérico

Deseja-se construir uma camada de base de um


pavimento rodoviário em solo-cimento. A execução
deverá ser feita na própria pista, uma vez que não se
dispõe de usina misturadora nas proximidades da
obra. A seguir são dados todas as características
técnicas dos materiais, do projeto e dos
equipamentos a serem utilizados.
Determine: a quantidade de solo a ser importado
para a pista (n° de viagens, espessura solta,
espaçamento p/ descarga), a quantidade de cimento
(massa de cimento, n° de sacos, espaçamento dos
sacos) e a quantidade de água (volume de água,
número de viagens do carro-pipa) a ser utilizado no
processo construtivo.
7 - Estabilização solo-cal:

A Cal é um aglomerante resultante da calcinação de


rochas calcárias (calcários ou dolomitos), a uma
temperatura inferior à do início de fusão do material.

Dentre as várias opções de aplicação da cal pode-se


citar: dar plasticidade às argamassas, construção de
sub-bases e bases, fabricação de tijolos, blocos e
painéis.
7.1 - A mistura solo-cal

É uma técnica de estabilização utilizada em vários


países. Suas principais funções são:
- Melhoria permanente das características do solo;
- Aumenta a resistência à ação da água;
- Melhoria do poder de suporte;
- Melhoria da trabalhabilidade de solos argilosos.
Ao misturar a cal ao solo em condições ótimas de
umidade, ocorrem reações químicas
que provocam alterações físicas nos mesmos, tais
como:
- O índice de plasticidade (IP) cai;

- O limite de plasticidade (LP) aumenta e o limite de


liquidez (LL) cai;

- A fração do solo passante na peneira n°80


(0,42mm) decresce;

- A contração linear e expansão decrescem;

- A água e a cal aceleram a desintegração dos torrões


de argila durante a pulverização, tornando os solos
mais trabalháveis;
- A resistência à compressão aumenta;

- Aumento da capacidade de carga;

- Facilita a secagem do solo em áreas alagadiças;

-Nas bases e sub-bases estabilizadas com cal, produz


uma barreira resistente à penetração da água por
gravidade e promove rápida evaporação da umidade
existente.
7.2 - Mecanismos de reação da mistura solo-cal

a) Troca catiônica: A adição de cal ao solo provoca


substituição de cátions monovalentes por cátions
bivalentes.

b) Floculação e aglomeração: As reações provocam


diminuição da dupla camada resultando na
floculação das partículas argilosas.
c) Reações pozolânicas: Reação da sílica e alumina do
solo com a cal, formando os agentes cimentantes,
que são os responsáveis pelo aumento de resistência
na mistura solo-cal.

d) Carbonatação: A cal reage com dióxido de carbono


da atmosfera formando carbonatos de cálcio e/ou
magnésio, que são compostos cimentantes fracos.
7.3 - Fatores que influenciam no processo de
estabilização dos solos com cal

a) Tipo de cal empregado:

Pode-se empregar tanto cal virgem quanto cal


hidratada. Cales calcíticas hidratadas produzem
menores resistências que cales dolomíticas
hidratadas.
b) Tipo de solo:

Solos finos correspondem melhor à estabilização


com cal que solos granulares porque uma maior
superfície específica refletirá em reações mais
intensas entre a cal e as partículas de solo. A
mineralogia do solo também influencia nas reações.
c) Tempo de cura:

Ganhos muito pequenos de resistência nas idades


iniciais e maiores desenvolvimentos para maiores
períodos de tempo.

d) Influência da temperatura:

Quando a cura for a baixas temperaturas, o aumento


de resistência é lento, a temperaturas normais a
velocidade é maior, e a altas temperaturas (60°C) as
resistências evoluem rapidamente.
7.4 - Tipos de estabilização com cal
a) Solo modificado com cal: visa reduzir a
plasticidade do solo e aumentar a trabalhabilidade.

b) Solo cimentado com cal: visa obter um material


com maior resistência e durabilidade.
Não existe no Brasil metodologia para dosagem e
dimensionamento de misturas solo-cal. Para
misturas que apresentam ganhos de resistência, o
ensaio de compressão simples é utilizado para
dosagem. A avaliação da capacidade de suporte das
misturas solo-cal é feita mediante o ensaio de ISC
(CBR). Normalmente são utilizados procedimentos
de dosagem experimentais.
8 - Estabilização solo-betume

É uma mistura de materiais betuminosos (emulsão,


asfaltos líquidos, alcatrões) e solos argilo-siltosos ou
argilo-arenosos para trabalharem como material
estabilizado para base ou sub-base,
impermeabilizando o solo e aumentando o seu
suporte.
8.1 - Tipos de misturas

- Areia-asfalto ou areia-betume: é a mais difundida,


com facilidade de controle da qualidade e
economicamente mais competitiva.

- Solo-betume: seu controle é mais rigoroso, maior


teor de betume e com funções de
impermeabilização.
8.2 - Principais funções do betume

a) Quando usado em solos granulares (areia-


betume):

A função do ligante é gerar forças de natureza


coesiva ao solo, aumentando de certa forma o seu
valor de suporte.
b) Quando usada em solos argilosos (solo -betume):

A função do ligante é garantir a constância, na


mistura, do teor de umidade de compactação,
promovendo uma ação impermeabilizante. Esta ação
é realizada tanto pelo obturamento dos canalículos
do solo, por onde poderia ocorrer uma ação capilar
da água, como pela criação de películas
hidrorrepelentes envolvendo agregação de
partículas finas que impedem que a água penetre na
mistura.
8.3 - Teor de betume

Varia em torno de 4 a 6% em peso de solo seco,


sendo função da quantidade de argila, silte, areia,
vazios e densidade do solo.

Quanto mais fino o solo, maior será a quantidade de


betume requerida. Quando usado em excesso,
diminui a estabilidade e passa a agir como
lubrificante.
8.4 - Métodos de dosagem

Existem alguns métodos que podem ser utilizados,


sendo todos extraídos da literatura americana:
Método Califórnia modificado; Método Hubbard
Field; Ensaio do penetrômetro de cone; Ensaio do
valor do suporte Flórida; Ensaio do índice de
Suporte Texas.
9 – Estabilização granulométrica

Neste item serão abordados os processos pelos quais


se misturam dois ou mais agregados de
granulometrias diferentes de modo a enquadrá-los
em uma especificação qualquer. É comum a
apresentação da especificação em “faixas de
trabalho” onde são mostrados os limites inferior e
superior da granulometria. Desta forma, a
granulometria ideal a ser alcançada ou exigida é
aquela que representar o ponto médio dos
limites extremos.
Os projetos de mistura de agregados são muito
utilizados na execução de bases e subbases
estabilizadas granulometricamente, em misturas
betuminosas ou quaisquer outras misturas que
envolvam dois ou mais materiais de granulometrias
diferentes (misturas solo-cimento, solo -cal,
macadames, etc.).
Os solos arenosos são, de um modo geral, facilmente
destruídos por ações abrasivas,
quando analisados separadamente, devido a falta do
“ligante”. Já os solos argilosos, também analisados
separadamente, são muito deformáveis, com baixa
resistência ao cisalhamento, quando absorvem água.
Na prática, é comum e necessário misturarmos
estes dois tipos de solos, ou seja, solos com
características granulares e solos com
características coesivas, para obtermos uma mistura
com propriedades ideais de resistência e
trabalhabilidade.
Surgiram então duas idéias básicas para as técnicas
de correção de algumas propriedades dos solos
através da manipulação de suas granulometrias:

a) Hipótese de graduação ideal: Em geral, a uma


maior compacidade corresponde uma maior
resistência. As diferentes formas das partículas têm
grande influência neste conceito.

b) Hipótese de “Binder”: Nesta, além de levar em


cinta a hipótese anterior, considera-se o solo
constituído de duas frações (agregado e ligante)
onde busca-se o máximo de compacidade para cada
fração.
9.1 - Métodos de misturas
Para se atender uma determinada granulometria,
exigida por uma especificação qualquer, e dispondo-
se de dois ou mais materiais, podemos construir um
material ideal que seja uma mistura conveniente dos
outros materiais. Para a perfeita execução desta
mistura em causa, depõe-se de alguns processos de
cálculo, quais sejam:
- MÉTODO ANALÍTICO
- MÉTODO DAS TENTATIVAS
- MÉTODOS GRÁFICOS:
- MÉTODO DO TRIÂNGULO EQUILÁTERO
- MÉTODO DE RUTHFUCHS
- MÉTODO DAS COMPOSIÇÕES SUCESSIVAS
9.2 - Método analítico

Sendo dados os agregados A, B, C, ..., com,


respectivamente x%, y%, z%, ..., passante numa série
de peneiras e desejando-se projetar uma mistura
“M” com m1%, m2%, m3%, ..., passante na mesma
série de peneiras, pode-se sempre estabelecer um
sistema de N equações em que uma delas é:
Solução
Armam-se tantas equações quantas forem
o número de peneiras:
9.3 - Método das tentativas

Neste processo são feitas tentativas sucessivas para


se determinar as porcentagens com que cada
material deve entrar na mistura. Após cada tentativa
são feitas algumas comparações com a especificação
a atender. As operações são repetidas até
conseguir o atendimento satisfatório da
especificação.
A metodologia consiste dos seguintes passos, de
acordo com o quadro abaixo:

1- Arbitrar a primeira tentativa. Para o exemplo


dado: X= 65%; Y= 30%; Z= 5%
2- Preencher as colunas 2, 5 e 8 com a granulometria
de cada material a ser misturado
3- Preencher as colunas 3, 6 e 9, somando os
resultados na coluna 11
4- Comparar os valores da coluna 11 com os da
coluna 14 (faixa granulométrica especificada)
5- Comparar os valores da coluna 11 com os da
Coluna 13 (ponto médio da especificação)
6- Caso a primeira tentativa não tenha atendido a
especificação fazer nova tentativa baseada nos
resultados encontrados até o momento. Analisar
quais os materiais a serem diminuídos na mistura e
quais a serem aumentados. Para o exemplo
dado: X= 80%; Y= 15%; Z= 5%
7- Preencher as colunas 4, 7 e 10, somando os
resultados na coluna 12
8- Comparar os valores da coluna 12 com os das
colunas 14 e 13
FIM