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Os Quadrinhos no Contexto Digital: e Webcomics, HQtrônicas HQs Transmídias Paulo Amoreira Pa Curso quadrinhos
Os Quadrinhos no Contexto Digital: e Webcomics, HQtrônicas HQs Transmídias Paulo Amoreira Pa Curso quadrinhos
Os Quadrinhos no Contexto Digital: e Webcomics, HQtrônicas HQs Transmídias Paulo Amoreira Pa Curso quadrinhos
Os
Quadrinhos
no
Contexto
Digital:
e Webcomics,
HQtrônicas
HQs Transmídias
Paulo Amoreira
Pa
Curso
quadrinhos
em
sala
de
aula
Contexto Digital: e Webcomics, HQtrônicas HQs Transmídias Paulo Amoreira Pa Curso quadrinhos em sala de aula
Contexto Digital: e Webcomics, HQtrônicas HQs Transmídias Paulo Amoreira Pa Curso quadrinhos em sala de aula

1. Apresentação

a escapar das cascas das

mídias tradicionais abrigam continuarão

de cada uma tenha

essência irredutível

As ideias que as

até que a

que lhes deram existência,

novas formas cresçam em seu novo ambiente.

tecnologias

(Scott McCloud, Reinventando os Quadrinhos, 2006, p.233).

ela o código para que

emergido e com

ava.fdr.org.br

g o p a r a q u e emergido e com ava.fdr.org.br As tecnologias digitais
g o p a r a q u e emergido e com ava.fdr.org.br As tecnologias digitais
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g o p a r a q u e emergido e com ava.fdr.org.br As tecnologias digitais

As tecnologias digitais estão transformando a forma como as pessoas se expressam, acessam in- formações e se relacionam. Basta ter um celular co- nectado à internet para produzir conteúdo e com- partilhá-lo instantaneamente com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. Essas tecnologias abriram caminho para as webcomics: as histórias em quadrinhos publicadas na Internet, que inovam a produção, distribuição e consumo das HQs.

Mas qual a história por trás desse processo? Quais são os conceitos conectados a essa evolu- ção? Por que e como usar as webcomics como estratégica de construção de conhecimentos? Essas e outras perguntas serão respondidas aqui, para você que está a bordo da nave em curso com rumo ignorado ao universo de infini- tas possibilidades oferecidas pelo uso dos qua- drinhos em sala de aula. Aperte o cinto e CONECTE-SE:

6666
6666

2. Arte Sequencial

6767

As histórias em quadrinhos sempre foram hí- bridas, ou seja, o resultado da combinação de

coisas de naturezas diferentes: artes visuais, litera- tura, dramaturgia e design. Nas webcomics, a este hibridismo característico das HQs são acrescidas características próprias dos ambientes on-line (internet):

a) Hyperlinks: uma ligação entre texto e/ou imagem com conteúdos em outros lugares dentro da rede;

b) Narrativa Multilinear: possibilidade de

múltiplos caminhos de leitura, su-

perando as HQs impressas ocidentais (sentido de leitura: esquerda para a direita) ou HQs impressas japonesas ou chinesas (sentido de leitura: direita para a esquerda), a narrativa se desdobra em uma janela que conduz a um espaço tridimensional, uma Tela Infinita (McCLOUD, 2006);

c) Multimídia: possibilidade de adição de

áudio (trilha sonora, efeitos sonoros, narra-

ção etc), animações e vídeos;

d) Autonomia Editorial: publicação de

conteúdo independente (autoral ou

comercial) sem a mediação de grandes grupos de comunicação, favorecendo a experimentação e a diversidade de propostas estéticas, com gêneros híbridos e temáticas focadas em nichos;

e) Interatividade: possibilidade da audiên-

cia (público, leitor/interator) se relacionar

com o conteúdo, comentando ou alterando este conteúdo;

f) Propagabilidade: a audiência (público,

leitor/interator) replica o conteúdo criado

para suas Redes.

A popularização dessas tecnologias permitiram que uma grande quantidade de autores publicas- sem suas obras com vantagens antes inexistentes. Entre elas:

Eliminação ou redução da mediação da Indústria Cultural tradicional;

Ampliação do universo potencial de leito- res para escala mundial;

Uso de ferramentas de desenho e pintura di- gitais e da publicação em ambientes virtuais

(blogs, sites, landpages etc);

Comunicação e monitoramento em tempo real na relação com leitor;

Instituição de múltiplas formas de monetização;

Possibilidade de o público participar da elabo- ração ou modificar a obra: autoria coletiva, pro- pagação, remixagem ou expansão/derivação;

Conexão com expansões da narrativa da obra em quadrinhos para outras plataformas (mídias sociais/canais de vídeo/eventos no mundo real);

Replicar: reproduzir, duplicar, multiplicar.

Monetização: retorno financeiro.

de vídeo/eventos no mundo real); Replicar: reproduzir, duplicar, multiplicar. Monetização: retorno financeiro.
de vídeo/eventos no mundo real); Replicar: reproduzir, duplicar, multiplicar. Monetização: retorno financeiro.
de vídeo/eventos no mundo real); Replicar: reproduzir, duplicar, multiplicar. Monetização: retorno financeiro.
de vídeo/eventos no mundo real); Replicar: reproduzir, duplicar, multiplicar. Monetização: retorno financeiro.
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de vídeo/eventos no mundo real); Replicar: reproduzir, duplicar, multiplicar. Monetização: retorno financeiro.

2.2. Webcomics

histórico:

1.1. Contexto - produto

quem?

para

As webcomics atraem pessoas de distintas fai-

webcomics

as chamadas intermí-

pós-industrial

no entanto,

xas etárias,

apreciadas particularmente por pessoas

da

após 1980)

dias são

HQs impressas lidam com características

pertencentes às Gerações Y (nascidos

As

Z (nascidos entre 1995 e 2010).

Era/Sociedade Industrial (1750 a 1950):

e a Geração

dos meios de produção e

Centralização

grácas, livrarias);

a)

termo originado por volta dos

distribuição (editoras,

Intermídia:

é um

para caracterizar as obras intermídias,

para nichos de mer-

anos de 1960

Produção voltada

de arte que se construíam

cado pré-estabelecidos pelas práticas

b)

seja, aquelas obras

na intersecção de dois ou mais meios/mídias.

ou

por nichos

Atualmente, o termo é mais amplamente utilizado

comerciais tradicionais (desprezo

e ausência de

conexões entre ambientes

pouca diversidade

para designar a dinâmica de

específicos,

midiáticos existentes na internet, compondo espaços

customização);

de

associado a escassez (quan-

novos formatos

transmidiáticos que geram comunicação.

Valor agregado

maior o valor);

c)

to mais raro ou inacessível,

Concentração do lucro obtido no inter-

webcomics

as

vêem

anteriores

mediário (repasse reduzido para o autor);

gerações

d)

das

“mutação”

As

fascinante

curiosa

e HQs cruciais

uma

que

gerações

como

as

para

a que

passo

entre outros.

ao

cultura

impressas,

da

HQs

interativas,

culturais

mídias

artefatos

lidando

com

são

webcomics

são

do

cresceram

ex-

elas

Sociedade

As

colaborativos,

Pós-industrial

ambientes

ou

rede

sincronizadas

e viver com

e abrindo

de

aproximadamente,

Era

tempo,

1939,

de

seu

Conhecimento (de

legítima

Daí

culturais.

pressão

dias atuais), mas com outras características:

produtos

acesso

de

modos

es- e

Descentralização dos meios de produção

recursos

seus

até os

são

on-line

as

que

entendermos

entre

distâncias

digital, autopubli-

a)

as

reduzem

e distribuição (produção

que

tratégicos

professores

através de redes e

de

simbólicos

cação, autodistribuição e/ou

universos

ex-

discussão

os

a

caminhos

para

comunidades de autores);

de

alunos,

modos

dos

(temas

Produção pautada pela diversidade

aspectos

de

pressão

vezes voltados

b)

algumas

gêneros híbridos,

bem especícos), inclusive

e

sociais

compartilhada

para grupos

com possibilidade de autoria

autoria coletiva;

ou

associado a abundância

Valor agregado

mais compartilhado, maior o valor);

c)

(quanto

o lucro

sobre negocia

e transparência

Maior controle

autor

d)

casos, é o próprio

alguns

Em

obtido.

intermediários)

quem

de

(ausência

outros.

entre

trabalho;

seu

6868

( a u s ê n c i a outros. entre trabalho; seu 68 68 s
( a u s ê n c i a outros. entre trabalho; seu 68 68 s
( a u s ê n c i a outros. entre trabalho; seu 68 68 s
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s contemporâneos. contemporâneos. a r); cro or ocia
s
contemporâneos.
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cro
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( a u s ê n c i a outros. entre trabalho; seu 68 68 s
( a u s ê n c i a outros. entre trabalho; seu 68 68 s

SAIBA MAIS

Magra Magra de de Ruim - www.sirlanney.com/

Selo Selo (SAMBA) (SAM - revistasamba.blogspot.com.br

Ryot - - ryotiras.com/

Cátia Ana - www.odiariodevirginia.com/

6969

Drew Weing

- www.drewweing.com/

Daniel

Merlin Goodbrey -

e-merl.com/pocom.htm

2.3. Webcomics para expressão da singularidade, afirmação das identidades, valorização da diversidade e construção da cidadania

McCloud (2006), previu que as Novas Tecnologias Emergentes ampliariam a di- versidade temática e estética e a experimenta- ção nas webcomics, e essa pluralidade poderia colaborar para a instituição de uma sociedade mais igualitária.

para a instituição de uma sociedade mais igualitária. A liberdade editorial das webcomics (similar a dos
para a instituição de uma sociedade mais igualitária. A liberdade editorial das webcomics (similar a dos
para a instituição de uma sociedade mais igualitária. A liberdade editorial das webcomics (similar a dos
para a instituição de uma sociedade mais igualitária. A liberdade editorial das webcomics (similar a dos

A liberdade editorial das webcomics (similar a dos fanzines e dos blogs) as tornaram espaço de destaque para a expressão das singularidades e para as narrativas pessoais ou surreais,

universos com menor apelo comercial. É para essa direção que caminham as webcomics de vários dos

SA Ryot ryo
SA
Ryot
ryo

artistas artista de destaque na cena contemporânea.

direção que caminham as webcomics de vários dos SA Ryot ryo artistas artista de destaque na
direção que caminham as webcomics de vários dos SA Ryot ryo artistas artista de destaque na
direção que caminham as webcomics de vários dos SA Ryot ryo artistas artista de destaque na
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direção que caminham as webcomics de vários dos SA Ryot ryo artistas artista de destaque na
direção que caminham as webcomics de vários dos SA Ryot ryo artistas artista de destaque na

SUA MENTE!

ABRA A

de cartuns opinião em de relação famosos a essa autores tendência. de HQs e

jornais impressos são considerados uma

e acreditam que o desapare-

Alguns lamentam

populari-

impactos

mídia com risco de extinção, pela

cimento dos jornais periódicos terá

Tradicional-

produção de quadrinhos,

on-line.

suas versões

negativos sobre a

o meio que veicula

outros estão entusiasmados pelas novas pos-

mente, a mídia impressa é

(http://

Stripped

quadrinhos. O documentário

sibilidades que surgem.

trata da divergência

www.strippedfilm.com/)

7070

Os zação de
Os
zação de
g e m . t r a t a d a d i v e r
g e m . t r a t a d a d i v e r
g e m . t r a t a d a d i v e r
g e m . t r a t a d a d i v e r
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g e m . t r a t a d a d i v e r
r pp .
r pp
.

3. Conceitos de

como canal de distribuição.

internet

sobre isso?

apresen-

HQs hipermídias que

sua opinião

HQtrônicas:

Qual

b)

de múltiplas mídias

trans-

O cenário ainda é de franca e cotidiana

tam a convergência

exclui a digitalização de

há dis-

não

motivo, ainda

(FRANCO, 2014). Isso obras impressas e que

Por esse

formação.

de nenhum

estabelecer

não se utilizam

para

suficiente

crítico

tanciamento

usos e

dos

a maioria

recurso hipermídia.

que satisfaçam

conceitos

entanto,

as webcomics. No

a transmídia designa um

compreensões sobre

HQs Transmídias:

c)

mais recorrentes são:

em que a história

novo tipo de narrativa,

alguns dos termos

a maioria dos autores e artistas

se desenrola por meio de múltiplas plataformas

Webcomics:

a)

a HQs

esse termo se aplica

de mídia, com cada novo texto contribuindo de

considera que

disponíveis na internet e

e valiosa para o todo” (JENKINS,

que só estejam

maneira distinta

Também usado por

se ergue sobre uma tríade:

não tenham versão impressa.

2009). A transmídia

apenas digitalizaram suas HQs sem

a convergência dos meios de comunicação, a

pessoas que

além daqueles que tem, usufruindo da

inteligência co-

recurso

mais nenhum

cultura participativa e a

incluir

apresenta-

material também

letiva. Desse modo, HQs Transmídias

uma revista

7171

riam as características das HQtrônicas somadas ao processo de produção de outros conteúdos por parte
riam as características das
HQtrônicas somadas ao
processo de produção de
outros conteúdos por
parte do público
e a expansão da narrativa
para
outras plataformas para
além da internet.
HQtrônica - O diário de Virgínia, de Cátia Ana
Edgar,
em busca da
energia
dos ventos, de Gustavo Borges
e Giovane
Mello (Troféu HQMIX 2014)
de Cátia Ana Edgar, em busca da energia dos ventos, de Gustavo Borges e Giovane Mello
de Cátia Ana Edgar, em busca da energia dos ventos, de Gustavo Borges e Giovane Mello
de Cátia Ana Edgar, em busca da energia dos ventos, de Gustavo Borges e Giovane Mello
de Cátia Ana Edgar, em busca da energia dos ventos, de Gustavo Borges e Giovane Mello
de Cátia Ana Edgar, em busca da energia dos ventos, de Gustavo Borges e Giovane Mello

4. Características Específicas das

7272

c t e r í s t i c a s Específicas das 72 72 Segundo
c t e r í s t i c a s Específicas das 72 72 Segundo
c t e r í s t i c a s Específicas das 72 72 Segundo
c t e r í s t i c a s Específicas das 72 72 Segundo
c t e r í s t i c a s Específicas das 72 72 Segundo

Segundo Santos (2010), são 7 as características específicas das webcomics:

a) Arquivamento e Arquivos: o leitor pode

acessar todos os arquivos de determinado

autor, obra ou tira, a qualquer tempo;

b) Leitor (suporte): leitura em tela de aparelhos, como desktops, notebooks, smartphones,

entre outros, de conteúdo disponível na internet. Vantagens: cores e texturas ilimitadas, recursos multimídia. Desvantagens: custo do aparelho, dependência de conectividade, autonomia ainda limitada para interferência sobre o conteúdo e problemas de portabilidade (conforme tamanho e peso dos arquivos). Essas limitações estão relacio- nadas às tecnologias disponíveis no momento da elaboração deste material (acréscimo nosso).

c) Distribuição: websites pessoais, blogs, mi- croblogs e Redes Sociais. Também por apli-

cativos de mensagens instantâneas, fóruns, agre- gadores e portfólios on-line (acréscimo nosso).

d) Negócios: formas de obter lucro:

(1) Inclusão de Adsense;

(2) Micropagamentos: valor irrisório por con- teúdo que acessar; (3) Assinatura: valor fixo mensal, semestral ou anual para acessar o con- teúdo existente no website; (4) Acesso privile- giado: pagante usufrui de privilégios de acesso; (5) Merchandising: comercialização de objetos, como: action figures (bonecos colecionáveis), ca- misetas, broches etc.; (6) Originais de desenhos

Adsense: propaganda instantânea, escolhida pela Google.

Adsense: propaganda instantânea, escolhida pela Google. para colecionadores; (7) Livros autografados; (8) Doações

para colecionadores; (7) Livros autografados; (8) Doações para o autor via website.

e) Temáticas e Identificações: Quadrinhos

de humor, de aventura e do cotidiano.

Temáticas nativas da internet e do mundo on-line,

como humor relativo aos videogames (Nerdcore), , e e

ti-

subtemática dos quadrinhos on-line também relati-

vos aos videogames. Existem também os quadri-

nhos-desafio, como o 24-hour comic, cujo ob- - jetivo é desenvolver individualmente uma história a a partir do nada em apenas vinte e quatro horas.

a a partir do nada em apenas vinte e quatro horas. i- f) Adaptações: (1) Reprodução

i-

a a partir do nada em apenas vinte e quatro horas. i- f) Adaptações: (1) Reprodução

f) Adaptações: (1) Reprodução da página de quadrinhos impressa, sem adaptações

para internet do formato ou dos elementos de desenho, texto ou forma dos requadros; (2) ) Reprodução da HQ impressa adaptada ao formato to

da tela de computador, de maneira a explorar o

espaço virtual representado pela rolagem da tela; a;

o espaço virtual representado pela rolagem da tela; a; o- (3) História em quadrinhos com adição
o-
o-

(3) História em quadrinhos com adição de funcio-

nalidades próprias da navegação na internet; (4) ) HQs com utilização moderada de recursos multi- -

mídia e interatividade (apresentam uma interação ão muito maior com o leitor); (5) Histórias em qua- drinhos com uso avançado de animação, som e interatividade (transmídia – acréscimo nosso).

g) Navegação: A interface de navegação o

xo
xo

de webcomics básicas é: quatro setas abaixo

da tira, que levam o leitor a primeira tira publica- -

da tira, que levam o leitor a primeira tira publica- - da, à anterior, à próxima

da, à anterior, à próxima e à última. Esta interface ce

Requadro: moldura ou contorno das HQs, não obrigatórias, mas comuns em qualquer formato, onde acontecem a cena. Interface: meio pelo qual o usuário interage com um programa ou sistema.

5. Categorias de

7373

é uma adaptação dos controles encontrados em aparelhos toca-fitas, CD e DVD players.

O senso comum considera que as webcomics geralmente se enquadram em algumas das cate- gorias abaixo:

b) Sprite Comics: essas webcomics são feitas a partir de colagens de personagens de vi-

deogames retrôs (antigos, de 8-16 bits), com uma história criada pelo quadrinista.

c) Pixel Art: similar ao Sprite Comic, mas com personagens originais, criados pelo artista.

a) Webtoons: é assim que são chamadas as

d)

Fotografia ou Colagem: usualmente,

são histórias criadas com fotos de Action

Manhwas, histórias em quadrinhos corea- Manhwas, histórias em quadrinhos corea- d) são hhistórias criadas c
Manhwas, histórias em quadrinhos corea-
Manhwas, histórias em quadrinhos corea-
d) são hhistórias criadas c
nas, nas, que que são são publicadas publicadas na na internet. internet. Nesses Nesses qua- qua-
drinhos, drinhos, o o sentido sentido da da leitura leitura é é da da esquerda esquerda para para a a
próprio própririo artista. artista.
direita, direita, assim assim como como se se lê lê no no Ocidente. Ocidente.
Desenho Tradicional
e)e)
ilustrações produzidas a
ne ou off-line), em algum ap
ne
conectar conectar à à web. web.
em algum ap ne conectar conectar à à web. web. Figures Figures (bonecos ((bonecos de de

Figures Figures (bonecos ((bonecos de de ação) ação) colecionáveis c ou do

e) Desenho Tradicional ou Digital: com

ilustrações produzidas a partir de técnicas

tradicionais tradicionais (pintura, (pintura, grafite grafite e aquarela), poste-

riormente riormente digitalizadas, digitalizadas, ou ou àquelas à desenhadas e

colorizadas colorizadas de de forma forma digital, digital, por softwares (on-li-

ou off-line), em algum aparelho que possa se

de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho
de de forma forma digital, digital, por softwares ( on-li- ou off-line ), em algum aparelho

6. Webcomics em

de condições especí- as webcomics tra-

Mesmo necessitando

para produção e acesso,

e desafios de sua utiliza-

cas

muitas vantagens

zem

aula. Vamos conhecer algumas

de

sala

ção em

6.2. Desafios a vencer

de suas aplicações:

excelência

6.1. Vantagens

o conceito de

Combater

e situações

com diálogos

webcomics

técnica:

são interessantes e

com múl-

Parceria interdisciplinar: lidar

personagens

vividas pelos

daquelas

com

contrário

forma criativa, em relações

o leitor,

ao

mobilizam

de

entretanto,

tiplas linguagens

e estética exuberante,

educadores, prossionais

técnica realista

de parceria com outros

narrativa pobre. inadequada: existem solu-

com Infraestrutura

técnicos.

inteli-

e

múltiplas

Desenvolvimento de

os conceitos quan-

que representam o estado

para experienciar

ções criativas

gências: as narrativas

Por exemplo, é

as fabulações do do roteiro propor-

recursos digitais.

de ânimo, as inquietações e/ou

não existem

do

e aplicar a

forma artesanal

possível fazer tudo de

bem como a construção

da história im-

ideia de hiperlink, xando trechos

de um conjunto amplo

grupo,

cionam o desenvolvimento

da escola, informando

em que

pressa em ambientes

de habilidades e competências.

seguinte, em um mix de arte

extremamente

lugar estará o trecho

e engajamento:

lambe-lambe ou Intervenção/Instalação

urbana (cartaz/pôster

Adesão

envolvente, favorece e até promove a socialização/

sticker/adesivagem),

com

ressocialização de excluídos.

de narrativa em quadrinhos. Imagine como

Adequação às novas gerações: ambiente

dessa forma.

natural para quem é mais

uma história contada

seria

criativo hipermidiático,

e que na-

novas tecnologias

conectado e afim das vega na internet e usa

O artís-

peça

Pôster/cartaz lambe-lambe:

é que ou

uma

aplicativos de celular.

colada

em

é

variados

formato

de tamanho

e

tica

individualmen-

pintados

Podem

ser

é públicos. outra

espaços

de

meio

guache,

por

! ou

spray

látex,

tinta

aquarelas

com

te

hidrográficas,

técnica,

como

qualquer

gráfica.

que

computação

de

cor ou

lápis

mesmo

ou

COMUNICAR

importa

7474

te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa
te hidrográficas, técnica, como qualquer gráfica. que computação de cor ou lápis mesmo ou COMUNICAR importa

o Uso em

Mais sobre

7.

o Uso em M a i s s o b r e 7. r- c- a-
o Uso em M a i s s o b r e 7. r- c- a-
o Uso em M a i s s o b r e 7. r- c- a-
r- c- a- de r- as nn- ia s, o, s, os m m ar
r-
c-
a-
de
r-
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ia
s,
o,
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s, o, s, os m m ar o- e- ia de o- os to 7575 As
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s, o, s, os m m ar o- e- ia de o- os to 7575 As
s, o, s, os m m ar o- e- ia de o- os to 7575 As

As webcomics são melhor exploradas em par-

ceria com outros educadores, técnicos e e

profissionais da escola, pois uma das carac-

terísticas das intermídias é a interdisciplina-

ridade. Assim, a colaboração entre as áreas de

redação, filosofia, sociologia, história, artes e infor-

mática é essencial.

As sugestões a seguir podem ser adaptadas

para todos os níveis. O que mudará, principalmen-

te, é que nas séries iniciais o nível de assistência

deve ser maior, com rigor na seleção dos exemplos,

mais orientação e mais práticas coletivas, e, é claro,

trabalho simplificado. Nesses casos, às vezes,

é

assuntos ou usar ferramentas on-line que facilitem

a

ferramentas de criação.

A partir do ensino médio é possível utilizar

melhor começar com a sensibilização sobre os

construção das HQs digitais, como os sites com

ferramentas que exijam mais autonomia e do-

mínio técnico. Também é possível incluir de-

bates sobre temas transversais, como a ideia

de público x privado (no contexto da exposição de

narrativas muito pessoais) ou tradição x contempo-

raneidade. Também é possível produzir quadrinhos

sobre questão de gênero, diversidade, sofrimento

psíquico, entre outros temas.

Também é possível produzir quadrinhos sobre questão de gênero, diversidade, sofrimento psíquico, entre outros temas.
Também é possível produzir quadrinhos sobre questão de gênero, diversidade, sofrimento psíquico, entre outros temas.
Também é possível produzir quadrinhos sobre questão de gênero, diversidade, sofrimento psíquico, entre outros temas.

webcomic diretamente em um

Criar a

c)

essas ferra-

dos sites que disponibilizam

o meugibi.com ou

os professores po-

produzir webcomics,

mentas on-line, como

Para

essas platafor-

o pixton.com. Naturalmente,

passos a seguir:

dem realizar os

e possibili-

da escrita dos roteiros !

mas dispõem de poucos recursos

Explorar o potencial

dade de personalização reduzida. Mas é um

1)

mais popular, é impor-

Embora o humor seja

em gêneros variados. Mas,

tante criar narrativas

começo

se for trabalhar com humor, é interessante apre-

Combinar algumas das formas

d)

dos diversos tipos de humor

sentar o potencial

anteriores.

(crítica de costumes, farsa, nonsense).

podem ser publica-

Atualmente, webcomics

As ilustrações da webcomics podem ser ela- boradas de 4 formas:

3)

formas:

das das seguintes

2)

portal da esco-

Blog ou site: como o

a)

desenho à lápis

Sociais (muito atrativo e

De forma artesanal:

la, em Redes

a)

(quando for

portfólio

+ arte final + colorização

simpático para a escola), microblog,

pelo processo de

on-line, distribuídas por e-mail ou por meio

o caso) e depois passar digitalização;

de aplicativos de mensagem instantânea;

utilizando

pro-

um

Via agregador de webcomics;
b)

webcomics

Produzir

b)

versões

para de limitações animação, de de com

serão nas

(existem

grama

digital,

desenho

teste)

de

gratuitas

o a de quantidade Mangá ou

labo-

Pré-requisito:

ferramenta on-line para cons-

Studio.

de webcomics.

Em site de

c)

como

Quanto

internet.

informática

trução

ratório

utilizados,

recursos

maior

necessários,

aplicativos/programas

mais

tratamento

softwares

como

som;

edição

ou

imagem

de

para curiosos

Segundo o documentário

Cola de

Farinha (2011), de Maick Thiago Lenin

(MaicknucleaR) os cartazes de

Lambe-Lambe, manifestação de

intervenção urbana, começaram a serem difundidos em 1454 (Época do

arte de rua/

Renascimento), por

Saint Fleur,

sendo seguido por Toulouse-Lautrec,

retratava o submundo de Paris e sua boêmia.

que

Assista ao documentário:

curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/

7676

o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
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o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
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o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76
o submundo de Paris e sua boêmia. que Assista ao documentário: curtadoc.tv/curta/artes/cola-de-farinha-doc/ 76 76

SAIBA MAIS

Questões de Gênero / Diversidade / Feminismo:

Magra de Ruim - www.sirlanney.com/

Gatamarela (coletivo)

- www.instagram.com/gatamarelatirinhas/

Sofrimento

Psíquico

(depressão)

Terapia

petisco.org/terapia/arquivo/

- Nygård

Kristian

- www.optipess.com/

OptipessparaNygardKristian

7777

- www.optipess.com/ Optipess paraNygardKristian 77 77 Gatamarela, de Jac, Kau, XL Rosa e Mary Terapia, de
- www.optipess.com/ Optipess paraNygardKristian 77 77 Gatamarela, de Jac, Kau, XL Rosa e Mary Terapia, de
Gatamarela, de Jac, Kau, XL Rosa e Mary Terapia, de Rob Gordon, Marina Kurcis e
Gatamarela, de Jac, Kau, XL Rosa e Mary
Terapia, de Rob Gordon, Marina Kurcis e Mario Webquadrinho
Cau (Troféu HQMIX
2011 melhor
e 2013
Kau, XL Rosa e Mary Terapia, de Rob Gordon, Marina Kurcis e Mario Webquadrinho Cau (Troféu

8. Conclusão

Transmídias

HQs

as experiências

HQtrônicas

de e ou conexão serão das

webcomics,

as vez

o futuro das we-

nar- e

difícil estabelecer qual

mais parte

cada

Ainda é

irão fazer

a vocação das

poderoso

entanto, considerando

um

gerações

bcomics. No

e das

novas

rativas

universos pessoais

educa-

entre

HQs digitais para expressarem os

instrumento

pertinente

avanços tecnológicos

partir dos

educandos.

seus autores a

de

dores

conquistados pelas mídias, podemos supor que as

7878

dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
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dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores
dos educandos. s e u s a u t o r e s a de dores

Referências

7979

CACZAN, Luciana. Professor de Gana ensina os alunos a usarem o Word com desenhos na lousa. Awebic. Coluna Humanidades. Publicado em 26 de fevereiro de 2018. Disponível em: https://awebic.com/humanidade/word-lousa/ Acesso em 03 de março de 2018.

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1993-2005. Canadá: 2006.

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FRANCO, Edgar Silveira. Histórias em quadrinhos: As HQtrônicas chegam à sua terceira geração. In: LUIZ, Lucio (org.). Os quadrinhos na era digital: HQtrônicas, we- bcomics e cultura participativa. Nova Iguaçu, RJ: Marsupial Editora, 2014.

JENKINS, Henry. Cultura da convergência. 2. ed. São Paulo: Aleph, 2009.

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KRENING, Tiago da Silva; et al. Histórias em quadrinhos digitais: a narrativa em “CIA: Operation Ajax”. UNILASALLE. ISSN: 2238-9024. Centro Canoas/RS. 2017. Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/ Dialogo/article/view/3287 Acesso em 03 de março de 2018.

MCCLOUD, Scott. Reinventando os Quadrinhos:

Como a imaginação e a tecnologia vêm revolucio- nando essa forma de arte. São Paulo: M. Books do Brasil Editora Ltda, 2006.

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PRADO, Ana. A volta da cultura do “faça você mesmo”. Superinteressante. Coluna Cultura. 19 maio 2017, 17h39 - Publicado em 12 out 2011. Disponível em https://

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PRADO, Jordana Inácio de Almeida. HQtrônicas e realida- de aumentada (RA): novas potencialidades narra- tivas [manuscrito] / Jordana Inácio de Almeida Prado - 2012. 236 f. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Artes Visuais, Goiânia, 2012.

SANTOS, Rodrigo Otávio. Webcomics malvados: tec- nologia e interação nos quadrinhos de André Dahmer. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.

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. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
. 2010. 259 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e
Paulo Amoreira (Autor) atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e

Paulo Amoreira (Autor)

atua profissionalmente há mais de 30 anos produzindo narrativas criativas comerciais e autorais para múltiplas platafor- mas, com ênfase nas artes visuais (quadrinhos e ilustração, fotografia, audiovisual, instalações), arte digital (ambientes interativos e multimídia) e escrita criativa (romance, poesia, conto, crônica e dramaturgia). Estudou Cinema e Dramaturgia e é pesquisador de produção multimídia e gamificação. Atuou como publicitário e gestor cultural. Criou os editais de Mídias Digitais e o Prêmio Ricardo Rosas de Arte e Cultura Digital da Prefeitura de Fortaleza. Criou o projeto da Gibiteca de Fortaleza e do Laboratório de Mídias Interativas da Vila das Artes e foi um dos produtores responsáveis pelas mostras contemporâneas de fotografia e artes visuais “deVERcidade” (2003, 2004 e 2005). Foi conselheiro de arte digital do Conselho Nacional de Política Cultural e conselheiro de arte e cultura digital do Conselho Estadual de Política Cultural do Ceará. É diretor executivo da Associação Cearense de Desenvolvedores de Jogos (Ascende Jogos) e sócio-designer de experiência e diretor de transmídia da Malemolências Narrativas Criativas.

CRISTIANO LOPEZ (Ilustrador)

é

desenhista, Ilustrador e quadrinista. É desenhista-projetista do Núcleo de Ensino a Distância da Universidade de Fortaleza

e

ilustrador e chargista freelancer para o jornal Agrovalor, revista Ponto Empresarial (Sescap-CE) e Editora do Brasil.

revista Ponto Empresarial (Sescap-CE) e Editora do Brasil. Este fascículo é parte integrante do projeto HQ
revista Ponto Empresarial (Sescap-CE) e Editora do Brasil. Este fascículo é parte integrante do projeto HQ
revista Ponto Empresarial (Sescap-CE) e Editora do Brasil. Este fascículo é parte integrante do projeto HQ
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revista Ponto Empresarial (Sescap-CE) e Editora do Brasil. Este fascículo é parte integrante do projeto HQ

Este fascículo é parte integrante do projeto HQ Ceará 2, em decorrência do Termo de Fomento celebrado entre a Fundação Demócrito Rocha (FDR) e a Prefeitura Municipal de Fortaleza, sob o nº 001/2017.

Expediente FUNDAÇÃO DEMÓCRITO ROCHA João Dummar Neto Presidência | Marcos Tardin Direção Geral | UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE Viviane Pereira Gerência Pedagógica | Ana Paula Costa Salmin Coordenação Geral | CURSO QUADRINHOS EM SALA DE AULA:

Estratégias, Instrumentos e Aplicações Raymundo Netto Coordenação Geral, Editorial e Preparação de Originais | Waldomiro Vergueiro Coordenação de Conteúdo | Amaurício Cortez Edição de Design | Amaurício Cortez, Karlson Gracie e Welton Travassos Projeto Gráfico | Dhara Sena Editoração Eletrônica | Cristiano Lopez Ilustração | Emanuela Fernandes Gestão de Projetos ISBN 978-85-7529-853-4 (coleção) 978-85-7529-858-9 (volume 5)

Todos os direitos desta edição reservados à:

Av. Aguanambi, 282/A - Joaquim Távora CEP 60055-402 - Fortaleza- Ceará Tel.: (85) 3255.6037 - 3255.6148 - Fax: 3255.6271 fdr.org.br | fundacao@fdr.com.br

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