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ESTÉTICA TRANSCENDENTAL (1) LÓGICA TRANSCENDENTAL (2)

[Sensibilidade] [Entendimento]

Se na Estética Transcendental isolávamos a sensibilidade, agora na Lógica Transcendental o


entendimento é que será isolado.

De forma a destacar no conhecimento a parte do pensamento que tem origem no


entendimento.

A condição para isso é que nos sejam dados objetos {eu achava que objeto era a coisa já constituída} na
intuição e que aquele conhecimento possa ser aplicado. Kelas.

A parte da lógica transcendental que apresenta os elementos do conhecimento puro do


entendimento e os princípios sem os quais nenhum objeto pode, definitivamente, ser pensado
é a Analítica Transcendental (2.1) e, simultaneamente, uma lógica de verdade.

“Constitui atrevimento julgar, afirmar e decidir sinteticamente sobre objetos em geral,


utilizando somente o entendimento puro.”

“A segunda parte da lógica transcendental deve ser, por conseguinte, uma crítica da aparência
dialética.”

Denomina-se Dialética Transcendental (2.2) a crítica do entendimento e da razão que


desmascara a falsa aparência de tais presunções (e não a arte de suscitar dogmaticamente tal
aparência).

Analítica Transcendental (2.1)


“É a decomposição de todo o nosso conhecimento a priori nos elementos do conhecimento
puro do entendimento.”

Requisitos a atender:

1. Que os conceitos sejam puros e não empíricos;


2. Que não pertençam à intuição nem à sensibilidade, mas ao pensamento e ao
entendimento;
3. Que sejam conceitos elementares e sejam bem distintos dos derivados ou dos
compostos de conceitos elementares;
4. Que a sua tábua seja completa e abranja totalmente o campo do entendimento puro
{aqui reside uma alfinetada em Aristóteles?}

O entendimento puro distingue-se totalmente não só de todo o elemento empírico, mas


também de toda a sensibilidade. É, pois, uma unidade subsistente por si mesma e em si
mesma suficiente {queria explorar isso porque o entendimento se coaduna com a sensibilidade em vista do
conhecimento; entretanto, o que ele quer dizer é aqui é que a sensibilidade e nenhuma outra “unidade” pode lhe
acrescentar algo de constitutivo or something(?)}, que nenhum acréscimo do exterior pode aumentar.

Toda essa parte da lógica será constituída na CRP por dois livros:

1. Livro Primeiro – Conceitos (2.1.1)


2. Livro Segundo – Princípios (2.1.2)

{é possível entender cada um respectivamente por categorias e regras? Ou não é bem assim?}

Analítica dos Conceitos (2.1.1)


Por analítica dos conceitos Kant entende a decomposição da própria faculdade do
entendimento.

Em virtude de examinar a possibilidade dos conceitos a priori, procurando-os somente no


entendimento, como seu lugar de origem, e analisando em geral o uso puro do
entendimento. {Essa é a tarefa de uma filosofia transcendental, como explicita Kant. Queria transformar
isso em linguagem de barraca}

Analítica dos Princípios (2.1.2)