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Pós graduando: Clayton Carlos de Oliveira Santos

Trabalho substitutivo das aulas de Práticas de liderança e Gestão de equipe.

Atualmente o mundo tem sofrido grandes mudanças, e para acompanhar o


líder de hoje deve ser bem mais sábio do que técnico, acompanhando todas as
mudanças, sabendo compartilhar conhecimentos e saber investir nas pessoas, para
que as mesmas deem de si sempre o melhor.

Liderar não é uma maneira de agir, uma maneira de ser, deve ser do interior e
não apenas uma imagem exterior, afim de status. Liderar é desenvolver a visão do que
é possível e ser capaz de inspirar outros a ajudá-lo à realizar estas possibilidades,
desenvolvendo competências e talentos internos completamente, pois se não souber
liderar o seu sistema interno, ou seja, se não se autoconhecer, como poderá querer
dirigir outras pessoas?

Para ser um bom líder, deve agir de forma que toda a equipe saia ganhando,
não tendo intenção de passar por cima de outras pessoas. O mundo esta se
transformando a Competitividade pela Cooperação e o Líder deve ser o primeiro a
atuar desta forma.

Neste sentido temos vários tipos de lideres, sendo eles, o visionário, este
conduz as pessoas em direção a sonhos compartilhados, com o clima mais
intensamente positivo, requerendo uma nova visão quando as mudanças necessitam
de uma direção clara.

O conselheiro que liga as pessoas com as metas da gestão, com um clima


extremamente positivo, é apropriado para ajudar um funcionário a melhorar seu
desempenho, desenvolvendo recursos a longo prazo. O líder agregador, conecta as
pessoas entre si com um clima positivo, buscando remediar fissuras numa equipe,
motivando momentos de tensão, fortalecendo vínculos.

O líder democrático valoriza as contribuições de cada um, obtendo um


comprometimento por meio da participação com clima positivo, é o tipo de líder
apropriado para obter adesão ou consenso, conquistando a valiosa colaboração dos
funcionários.

Por fim, temos os líderes agressivo e despótico, sendo o que o primeiro tem
fomo em atingir metas desafiadoras enquanto que o segundo intervém de forma a
remediar ou reduzir impactos ou consequências, o primeiro é extremamente negativo
por se utilizado com pouca frequência, sendo apropriado para obter resultados de alta
qualidade de uma equipe motivada e competente.
O segundo, o despótico, por ser mal aplicado tem o clima extremamente
negativo, sendo apropriado numa crise, para deflagrar rapidamente uma virada, ou
com funcionários problemáticos.

Me identifico mais com o líder democrático, com foco a valorizar as


contribuições de cada membro da equipe, objetivando preservar a forte colaboração
dos funcionários, que é de grande importância para o sucesso de toda a repartição,
pública ou privada.