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LOCALIZADOR DA GUIA DE GRUPOS

IN Introdução 8N Sistemas Aquecidos Eletricamente

INa Introdução 8Na Sistemas Aquecidos Eletricamente

0 Lubrificação e Manutenção 8O Sistemas de Distribuição de Energia

2 Suspensão 8P Sistemas de Travamento Elétrico

3 Diferencial e Transmissão 8Pa Sistemas de Travamento Elétrico

5 Freios 8Q Sistemas Antifurto do Veı́culo

6 Embreagem 8R Sistemas de Bancos Com Ajuste

7 Sistema de Arrefecimento 8S Sistema de Vidros Elétricos

8A Bateria 8T Sistemas Dos Espelhos Retrovisores

8B Partida 8U Sistema de Aviso Sonoro/Vibrador

8C Sistema de Carga 8Ua Sistema de Aviso Sonoro/Vibrador

8Ca Sistema de Carga 8W Diagramas de Fiação

8D Sistema de Ignição 9 Motor

8Da Sistema de Ignição 11 Sistema de Escapamento

8E Sistemas do Painel de Instrumentos 11a Sistema de Escapamento

8Ea Sistemas do Painel de Instrumentos 13 Chassi e Pára-Choques

8F Sistemas de Áudio 14 Sistema de Combustı́vel

8G Sistemas de Buzina 14a Sistema de Combustı́vel

8H Sistema de Controle de Velocidade 19 Direção

8J Sistemas do Pisca-Alerta e da Luz de Direção 21 Transmissão

8Ja Sistemas do Pisca-Alerta e da Luz de Direção 22 Pneus e Rodas

8K Sistemas do Limpador e do Lavador 23 Carroceria

8Ka Sistemas do Limpador e do Lavador 24 Aquecimento e Ar Condicionado

8L Luzes 25 Sistema de Controle das Emissões

8La Luzes 25a Sistema de Controle das Emissões

8M Sistemas de Proteção Passiva


JA LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 0-1

LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO
ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

página página

LUBRIFICANTES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 PARTIDA COM CABOS AUXILIARES,


PROGRAMAS DE MANUTENÇÃO . . . . . . . . . . . . . . 3 IÇAMENTO E REBOQUE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

LUBRIFICANTES

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE


RECOMENDAÇÕES DE LUBRIFICANTES E LUBRIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
PEÇAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .......1 ESPECIFICAÇÕES
CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES . .......1 CAPACIDADES DE FLUIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
SÍMBOLOS INTERNACIONAIS . . . . . . . . . .......2
VERIFICAÇÃO DO FLUIDO/PONTOS DE
ABASTECIMENTO E LOCAIS DE
LUBRIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . .......2

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO TAXA DE VISCOSIDADE DA SAE


Um grau de viscosidade do SAE é utilizado para
RECOMENDAÇÕES DE LUBRIFICANTES E especificar a viscosidade do óleo do motor. O SAE 30
PEÇAS especifica um óleo do motor com uma única viscosi-
dade. Existem também óleos de motor com viscosida-
RECOMENDAÇÕES des múltiplas. Elas são especificadas com um grau de
Quando for necessária a manutenção do veículo, a viscosidade SAE duplo, que indica a faixa de tempe-
ratura do frio ao quente.
DaimlerChrysler Corporation recomenda que
• SAE 30 = óleo do motor de grau único.
somente sejam usados produtos químicos, lubrifican-
• SAE 10W-30 = óleo do motor de grau múltiplo.
tes e peças da marca Mopart, pois ela fornece os
A DaimlerChrysler Corporation recomenda
melhores produtos para a manutenção de veículos
somente o uso de óleos de motor de grau múltiplo.
fabricados pela Daimler Chrysler Corporation.

CLASSIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES CLASSIFICAÇÃO DE QUALIDADE DO API


Este símbolo (Fig. 1) na frente do tanque de óleo
Nos veículos da DaimlerChrysler Corporation,
significa que o óleo foi certificado pelo American
devem ser usados somente lubrificantes que conte-
Petroleum Institute (API) e que está dentro das exi-
nham as designações definidas pelas seguintes orga-
gências de lubrificação especificadas pela Daimler-
nizações:
Chrysler Corporation.
• Society of Automotive Engineers (SAE)
Consulte o Grupo 9, “Motor”, para obter a especifi-
• American Petroleum Institute (API) (Fig. 1)
cação do óleo do motor a gasolina.
• National Lubrication Grease Institute (NLGI)
(Fig. 2)
0-2 LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

ÓLEO DO FLUIDO DO FREIO


MOTOR

FLUIDO DA TRANSMISSÃO FLUIDO DA DIREÇÃO


AUTOMÁTICA HIDRÁULICA

Fig. 1 Símbolo API


LÍQUIDO DE ARREFECI- FLUIDO DO LAVADOR DO
LUBRIFICANTES DO CÂMBIO MENTO DO MOTOR PÁRA-BRISA

As taxas SAE também se aplicam aos graus de


lubrificantes do câmbio. Além disso, a classificação
API define o uso de lubrificantes, tais como API GL-5
Fig. 3 Símbolos Internacionais
e SAE 80W-90.
VERIFICAÇÃO DO FLUIDO/PONTOS DE
LUBRIFICANTES E GRAXAS ABASTECIMENTO E LOCAIS DE LUBRIFICAÇÃO
As graxas lubrificantes classificam-se pela quali- A verificação do fluido, dos pontos de abasteci-
dade e pelo uso, conforme o NLGI (National Lubrica- mento e dos locais de lubrificação encontram-se em
tion Grease Institute). Todos os produtos aprovados cada seção aplicável.
têm o símbolo NLGI (Fig. 2) na etiqueta. Na base do
símbolo NLGI estão as letras de identificação de uso LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE
e qualidade. O lubrificante de rolamentos das rodas
está identificado pela letra “G” e o lubrificante de LUBRIFICAÇÃO
chassi, pela letra “L”. A letra que segue a de uso Os pontos de lubrificação estão localizados em cada
indica a qualidade do lubrificante. Os símbolos a grupo aplicável.
seguir indicam a qualidade mais alta.
ESPECIFICAÇÕES
CAPACIDADES DE FLUIDO
Reservatório de Combustível . . . . 60,5 L (16,0 gal.)
Óleo do Motor com Filtro - 2.0 L, 2.5 L V6 . . . 4,3 L
(4,5 qts.)
Óleo do Motor com Filtro - 2.4 L . . . 4,7 L (5,0 qts.)
Óleo do Motor sem Filtro - 2.0 L, 2.5 L V6 . . . 3,8 L
(4,0 qts.)
Fig. 2 Símbolo NLGI
Óleo do Motor sem Filtro - 2.4 L . . . 4,3 L (4,5 qts.)
1 – ROLAMENTOS DAS RODAS
2 – LUBRIFICAÇÃO DO CHASSI Sistema de Arrefecimento - 2.0 L . . . 8,1 L (8,5 qts.)
3 – ROLAMENTOS DO CHASSI E DAS RODAS Sistema de Arrefecimento - 2.4 L . . . 8,5 L (9,0 qts.)
Sistema de Arrefecimento - 2.5 L . . 9,9 L (10,5 qts.)
Transmissão Automática - Abastecimento Estimado
SÍMBOLOS INTERNACIONAIS para Manutenção . . . . . . . . . . . . . 3,8 L (4,0 qts.)
A DaimlerChrysler Corporation utiliza símbolos Transmissão Automática - Capacidade de
internacionais para identificar o lubrificante do com- Abastecimento para Recondicionamento com o
partimento do motor, as localizações para abasteci- Conversor de Torque Vazio . . . . . . 8,6 L (9,1 qts.)
mento e verificação do fluido (Fig. 3). Transmissão Manual Padrão . . . . . . . 2,1 L (2,2 qt.)
Transmissão Manual Reforçada . . . . . 2,5 L (2,6qts)
JA LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 0-3

PROGRAMAS DE MANUTENÇÃO

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO PROGRAMA A . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3


PROGRAMAS DE MANUTENÇÃO . . . . . . . . . . . . . 3 PROGRAMA B . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
ESPECIFICAÇÕES
INSPEÇÃO NÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . . . 3

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO Se a quilometragem do veículo estiver abaixo de


12,000 km (7,500 milhas) anualmente, substitua o fil-
PROGRAMAS DE MANUTENÇÃO tro de óleo do motor em cada troca de óleo.

DESCRIÇÃO MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE DAS


Há dois programas de manutenção que relacionam EMISSÕES
a manutenção adequada para o veículo. A manutenção programada das emissões, relacio-
O programa A. Relaciona toda a manutenção pro- nada em negrito nos Programas de Manutenção,
gramada, a ser executada sob condições “normais” de deve ser feita na quilometragem especificada para
funcionamento. assegurar a continuação do funcionamento correto do
Programa B. Trata-se de um programa para os veí- sistema de controle das emissões. Estes, e todos os
culos que são operados sob as condições relacionadas outros serviços de manutenção incluídos neste
no início da tabela denominada “Programa B”. manual, devem ser feitos para fornecer o melhor
desempenho e confiabilidade ao veículo. Manutenções
com maior freqüência podem vir a ser necessárias aos
ESPECIFICAÇÕES veículos em condições severas de funcionamento, tais
como lugares empoeirados e percursos muito curtos.
INSPEÇÃO NÃO PROGRAMADA
PONTOS DE ABASTECIMENTO DO FLUIDO E
A Cada Parada de Reabastecimento LOCAIS DE LUBRIFICAÇÃO
• Verifique o nível de óleo do motor e adicione, Os pontos de abastecimento de fluido, de verifica-
conforme necessário. ção e de lubrificação estão localizados em cada grupo
• Verifique o solvente do lavador de pára-brisas e aplicável.
adicione, conforme necessário.
PROGRAMA A
Mensalmente
• Verifique a pressão dos pneus e veja se há algum 12.000 km (7.500 milhas) ou aos 6 meses
dano ou desgaste anormal. • Troque o óleo do motor.
• Verifique o nível dos fluidos do reservatório do • Troque o filtro de óleo do motor.
líquido de arrefecimento, do cilindro mestre do freio,
da direção hidráulica e da transmissão automática. 24.000 km (15.000 milhas) ou aos 12 meses
Adicione fluido, conforme necessário. • Troque o óleo do motor.
• Verifique todas as luzes e todos os outros itens • Substitua o filtro de óleo do motor.
elétricos quanto ao funcionamento correto. • Regule a tensão da correia de acionamento.
A Cada Troca de Óleo 36.000 km (22.500 milhas) ou aos 18 meses
• Inspecione o sistema de escapamento. • Troque o óleo do motor.
• Verifique as mangueiras do freio. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Inspecione as juntas homocinéticas e as prote- • Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
ções contra poeira e vedações dos componentes da lonas do freio traseiro.
suspensão dianteira.
• Rodízio dos pneus.
• Verifique o nível do líquido de arrefecimento do
motor, as mangueiras e as abraçadeiras.
0-4 LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO JA
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)
48.000 km (30.000 milhas) ou aos 24 meses 132.000 km (82.500 milhas) ou aos 66 meses
• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Lubrifique as juntas esféricas superiores da sus-
pensão traseira e dianteira. 144.000 km (90.000 milhas) ou aos 72 meses
• Regule a tensão da correia de acionamento. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o elemento do purificador de ar • Substitua o filtro de óleo do motor.
(filtro) do motor. • Verifique e substitua, se necessário, a válvula
• Substitua as velas nos motores de 2.0 e 2.4 de PCV. Veja observações N° 1 e N° 2 após o Pro-
litros. grama “B”.
• Lubrifique as juntas esféricas superiores da sus-
60.000 km (37.500 milhas) ou aos 30 meses pensão traseira e dianteira.
• Troque o óleo do motor. • Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
• Substitua o filtro de óleo do motor. lonas e rotores do freio traseiro.
• Regule a tensão da correia de acionamento.
72.000 km (45.000 milhas) ou aos 36 meses • Substitua o elemento do purificador de ar
• Troque o óleo do motor. (filtro) do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua as velas nos motores de 2.0 e 2.4
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as litros.
lonas do freio traseiro.
• Regule a tensão da correia de acionamento. 156. 000 km (97.500 milhas) ou aos 78 meses
• Escoe e substitua o líquido de arrefecimento do • Troque o óleo do motor.
motor aos 36 meses, independente da quilometragem. • Substitua o filtro de óleo do motor.

84.000 km (52.500 milhas) ou aos 42 meses 160. 000 km (100.000 milhas) ou aos 80 meses
• Troque o óleo do motor. • Substitua as velas e os cabos da ignição nos
• Substitua o filtro de óleo do motor. motores de 2.5 litros.
• Substitua a correia de regulagem nos veículos
96.000 km (60.000 milhas) ou aos 48 meses com motores de 2.0 e 2.4 litros e no conjunto das
• Troque o óleo do motor. emissões dos E.U.A.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Troque o fluido e o filtro da transmissão automá-
• Verifique e substitua, se necessário, a válvula tica.
de PCV . Veja observação N° 1 após o Programa “B”.
• Lubrifique as juntas esféricas superiores da sus- 168. 000 km (105.000 milhas) ou aos 84 meses
pensão traseira e dianteira. • Troque o óleo do motor.
• Substitua as correias de acionamento. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Substitua o elemento do purificador de ar • Escoe e substitua o liquído de arrefecimento do
(filtro) do motor. motor.
• Substitua os cabos da ignição nos motores de • Substitua a correia de regulagem do motor.
2.0 e 2.4 litros. nos motores de 2.0 e 2.4 litros e no conjunto das
• Substitua as velas nos motores de 2.0 e 2.4 emissões da Califórnia.
litros.
PROGRAMA B
108.000 km (67.500 milhas) ou aos 54 meses Siga este programa se o seu veículo funciona, nor-
• Troque o óleo do motor. malmente, sob uma ou mais das seguintes condições.
• Substitua o filtro de óleo do motor. Troque o filtro e o fluido da transmissão automática a
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as cada 48. 000 km (77.000 milhas) se o veículo funciona
lonas e rotores do freio traseiro. normalmente sob uma das condições marcadas com
um *.
120.000 km (75.000 milhas) ou aos 60 meses • As temperaturas diurnas e noturnas são abaixo
• Troque o óleo do motor. do ponto de congelamento.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Condução e paradas freqüentes.*
• Escoe e substitua o líquido de arrefecimento do • Períodos longos freqüentes do motor em marcha
motor. lenta.*
• Regule a tensão da correia de acionamento. • Condução freqüente em condições empoeiradas.
JA LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 0-5
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)
• Percursos pequenos freqüentes, menores do que 48.000 km (30.000 milhas)
5 milhas. • Troque o óleo do motor.
• Funcionamento freqüente em altas velocidades • Substitua o filtro de óleo do motor.
durante tempo muito quente, com temperaturas • Verifique e substitua, se necessário, a válvula
acima de 90 °F (32° C).* de PCV. Veja observação N° 1 após o Programa “B”.
• Reboque constante do veículo.* • Lubrifique as juntas esféricas superiores da sus-
• Táxi, polícia ou serviços de entrega.* pensão traseira e dianteira.
Se a quilometragem do veículo for menor que • Regule a tensão da correia de acionamento.
12.000 km (7.500 milhas) por ano, substitua o filtro • Substitua o elemento do purificador de ar
de óleo a cada troca de óleo. (filtro) do motor.
• Substitua as velas nos motores de 2.0 litros e
5.000 km (3.000 milhas) 2.4 litros.
• Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. 53.000 km (33.000 milhas)
• Troque o óleo do motor.
10.000 km (6.000 milhas) • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. 58.000 km (36.000 milhas)
• Troque o óleo do motor.
14.000 km (9.000 milhas) • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Troque o óleo do motor. • Escoe e substitua o líquido de arrefecimento do
• Substitua o filtro de óleo do motor. motor.
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
19.000 km (12.000 milhas) lonas e rotores do freio traseiro.
• Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. 62.000 km (39.000 milhas)
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as • Troque o óleo do motor.
lonas e rotores do freio traseiro. • Substitua o filtro de óleo do motor.

24.000 km (15.000 milhas) 67.000 km (42.000 milhas)


• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Regule a tensão da correia de acionamento.
• Substitua o elemento do purificador de ar 72.000 km (45.000 milhas)
(filtro) do motor. Veja a observação N° 1 após o • Troque o óleo do motor.
Programa “B”. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Regule a tensão da correia de acionamento.
29.000 km (18.000 milhas) • Inspecione e substitua, se necessário o ele-
• Troque o óleo do motor. mento do purificador de ar (filtro) do motor
• Substitua o filtro de óleo do motor. Consulte a observação N° 1 depois do Programa “B”.

34.000 km (21.000 milhas) 77.000 km (48.000 milhas)


• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
38.000 km (24.000 milhas) lonas e rotores de freio traseiro.
• Troque o óleo do motor. • Troque o fluido e o filtro * da transmissão auto-
• Substitua o filtro de óleo do motor. mática.
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
lonas e rotores do freio traseiro. 82.000 km (51.000 milhas)
• Troque o óleo do motor.
43.000 km (27.000 milhas) • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor.
0-6 LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO JA
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)
86.000 km (54.000 milhas) 125.000 km (78.000 milhas)
• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.

91.000 km (57.000 milhas) 130.000 km (81.000 milhas)


• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Escoe e substitua o líquido de arrefecimento do
96.000 km (60.000 milhas) motor.
• Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. 134.000 km (84.000 milhas)
• Verifique e substitua, se necessário, a válvula • Troque o óleo do motor.
de PCV. Veja as observações N° 1 e N° 2 depois do • Substitua o filtro de óleo do motor.
Programa “B”. • Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
• Lubrifique as juntas esféricas superiores da sus- lonas e rotores do freio traseiro.
pensão traseira e dianteira.
• Substitua as correias de acionamento. 139.000 km (87.000 milhas)
• Substitua o elemento do purificador de ar • Troque o óleo do motor.
(filtro) do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Substitua os cabos da ignição nos motores de
2.0 e 2.4 litros. 144.000 km (90.000 milhas)
• Substitua as velas nos motores de 2.0 e 2.4 • Troque o óleo do motor.
litros. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as • Verifique e substitua, se necessário, a válvula
lonas e rotores do freio traseiro. de PCV. Veja as observações N° 1 e N° 2 depois do
Programa “B”.
101.000 km (63.000 milhas) • Lubrifique as juntas esféricas superiores da sus-
• Troque o óleo do motor. pensão traseira e dianteira.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Regule a tensão da correia de acionamento.
• Substitua o elemento do purificador de ar
106.000 km (66.000 milhas) (filtro) do motor.
• Troque o óleo do motor. • Substitua as velas nos motores de 2.0 litros e
• Substitua o filtro de óleo do motor. 2.4 litros.

110.000 km (69.000 milhas) 149.000 km (93.000 milhas)


• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.

115.000 km (72.000 milhas) 154.000 km (96.000 milhas)


• Troque o óleo do motor. • Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. • Substitua o filtro de óleo do motor.
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as • Troque o fluido e o filtro* da transmissão auto-
lonas e rotores do freio traseiro. mática.
• Inspecione as pastilhas do freio dianteiro e as
120.000 km (75.000 milhas) lonas e rotores do freio traseiro.
• Troque o óleo do motor.
• Substitua o filtro de óleo do motor. 158.000 km (99.000 milhas)
• Regule a tensão da correia de acionamento. • Troque o óleo do motor.
• Inspecione e substitua, se necessário, o ele- • Substitua o filtro de óleo do motor.
mento do purificador de ar (filtro) do motor. • Substitua a correia de regulagem nos motores de
Veja a observação N° 1 depois do Programa “B”. 2.0 e 2.4 litros (conjunto de emissões dos E.U.A.)
• Substitua as velas e os cabos da ignição nos
motores de 2.5 litros.
JA LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 0-7
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)
163.000 km (102.000 milhas) AVISO: N° 1 Esta manutenção é recomendada ao
• Troque o óleo do motor. proprietário pela DaimlerChrysler Corporation, mas
• Substitua o filtro de óleo do motor. não é necessária para manter a garantia das emis-
sões.
168.000 km (105.000 milhas)
• Troque o óleo do motor.
AVISO: N° 2 Esta manutenção não é necessária se
• Substitua o filtro de óleo do motor.
• Regule a tensão da correia de acionamento. já houver sido substituída anteriormente.
• Inspecione e substitua, se necessário, o ele-
mento do purificador de ar (filtro) do motor .
• Substitua a correia de regulagem nos motores
de 2.0 e 2.4 litros (conjunto de emissões da Califór-
nia).
0-8 LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO JA

PARTIDA COM CABOS AUXILIARES, IÇAMENTO E


REBOQUE

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO RECOMENDAÇÕES DE REBOQUE . . . . . . . . . . . . 9


PROCEDIMENTOS PARA PARTIDA COM RECOMENDAÇÕES DE IÇAMENTO . . . . . . . . . . 10
CABOS AUXILIARES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

PROCEDIMENTOS DE • Condições do grampo do cabo da bateria. Limpe,


se necessário.
MANUTENÇÃO
• Bateria congelada.
• Indicador de teste amarelo ou em cor viva, se
PROCEDIMENTOS PARA PARTIDA COM CABOS assim equipado.
AUXILIARES • Nível baixo do fluido de bateria.
• Tensão e condições da correia de acionamento do
ADVERTÊNCIA: REVEJA TODAS AS PRECAUÇÕES gerador.
DE SEGURANÇA E ADVERTÊNCIAS NO GRUPO 8A, • Vapor ou vazamento de combustível, corrija se
“DIAGNÓSTICOS DE SISTEMAS DE CARGA DA necessário.
BATERIA/PARTIDA/BATERIA”. NÃO DÊ PARTIDA
COM CABOS AUXILIARES EM UMA BATERIA CON- ATENÇÃO: Se a causa do problema da partida no
GELADA, POIS PODERÁ RESULTAR EM FERIMEN- veículo avariado for severa, poderão ocorrer danos
TOS. NÃO DÊ PARTIDA COM CABOS AUXILIARES no sistema de carga da bateria auxiliar do veículo.
QUANDO O PONTO INDICADOR DA BATERIA
ISENTA DE MANUTENÇÃO ESTIVER AMARELO OU (2) Ao utilizar um outro veículo como uma fonte
EM COR VIVA. NÃO DÊ PARTIDA COM CABOS auxiliar, estacione o veículo auxiliar dentro do
AUXILIARES EM UM VEÍCULO QUANDO O FLUIDO alcance do cabo. Desligue todos os acessórios, posici-
DA BATERIA ESTIVER ABAIXO DA PARTE SUPE- one o freio de estacionamento, coloque a transmissão
RIOR DAS PLACAS DE CHUMBO. NÃO PERMITA automática na posição P (Estacionamento) ou a
QUE OS GRAMPOS DOS CABOS AUXILIARES SE transmissão manual em N (Ponto Morto) e gire a
TOQUEM QUANDO CONECTADOS A UMA FONTE ignição para OFF (Desligado).
AUXILIAR. NÃO UTILIZE CHAMA DESCOBERTA (3) No veículo avariado, coloque o seletor de mar-
PERTO DA BATERIA. RETIRE ANÉIS, PULSEIRAS E cha em P (Estacionamento) ou N (Neutro) e acione o
SIMILARES METÁLICOS PARA EVITAR FERIMEN- freio de estacionamento. Desligue todos os acessórios.
TOS POR FAÍSCAS ACIDENTAIS DA CORRENTE DA (4) Conecte os cabos auxiliares à bateria auxiliar.
BATERIA. AO UTILIZAR UM DISPOSITIVO AUXILIAR O grampo VERMELHO no terminal positivo (+). O
DE ALTA POTÊNCIA, NÃO PERMITA QUE A BATE- grampo PRETO no terminal negativo (-). NÃO per-
RIA EXCEDA 16 VOLTS. CONSULTE AS INSTRU- mita que os grampos se toquem na extremidade
ÇÕES FORNECIDAS COM O DISPOSITIVO QUE oposta dos cabos, resultará em faíscas elétricas.
ESTÁ SENDO UTILIZADO. Reveja todas as advertências neste procedimento.
(5) No veículo avariado, conecte o grampo VERME-
LHO do cabo auxiliar no terminal positivo (+).
ATENÇÃO: Ao utilizar um outro veículo como um Conecte o grampo PRETO do cabo auxiliar no terra
auxiliar, não permita que os veículos se toquem. Os do motor, o mais próximo possível do ponto de fixação
sistemas elétricos de ambos os veículos podem do cabo terra (Fig. 1).
ficar danificados. (6) Dê a partida no motor do veículo que tem a
bateria auxiliar, deixe que o motor fique em marcha
lenta por alguns minutos, em seguida, dê partida no
PARA DAR A PARTIDA COM CABOS AUXILIARES
motor do veículo com a bateria descarregada.
EM UM VEÍCULO AVARIADO:
(1) Levante o capô do veículo avariado e faça uma ATENÇÃO: Não acione o motor de arranque do veí-
inspeção visual no compartimento do motor quanto a: culo avariado por mais de 15 segundos, pois ficará
superaquecido, podendo falhar.
JA LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 0-9
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)

Fig. 2 Equipamento de Reboque Recomendado


1 – SUSPENSÃO DE RODAS
2 – BASE PLANA

Fig. 1 Conexões de Grampos do Cabo Auxiliar DISTÂNCIA MÍNIMA DO CHÃO


1 – CABO POSITIVO DA BATERIA
2 – CABO AUXILIAR POSITIVO ATENÇÃO: Se o veículo for rebocado com as rodas
3 – INDICADOR DE TESTE
removidas, instale porcas de roda para segurar os
4 – CABO NEGATIVO DA BATERIA
tambores de freio e rotores.
5 – BATERIA
6 – CABO AUXILIAR NEGATIVO
Um veículo rebocado deverá ser erguido até que as
7 – TERRA DO MOTOR
rodas suspensas fiquem a uma distância de 100mm
(4 pol.) do chão. Certifique-se de que há pelo menos
(7) Deixe que a bateria do veículo avariado carre- 100mm (4 pol.) de distância entre o cano de escapa-
gue pelo menos 12,4 volts (carga de 75%) antes de mento e o chão. Se necessário, remova as rodas da
tentar dar partida no motor. Se o motor não funcio- extremidade suspensa do veículo e abaixe o veículo
nar dentro de 15 segundos, pare de dar a partida e para mais perto do chão, para aumentar a distância
deixe-o esfriar (15 minutos) antes de tentar nova- do chão na parte traseira do veículo. Instale as por-
mente. cas da roda fixando os prisioneiros para segurar os
tambores de freio ou rotores.
DESCONECTE OS GRAMPOS DO CABO COMO SEGUE:
• Desconecte o grampo PRETO do cabo da terra do REBOQUE DE VEÍCULO TRAVADO
motor no veículo avariado. Quando um veículo travado tiver que ser rebocado
• Ao utilizar um veículo auxiliar, desconecte o com as rodas dianteiras no chão, utilize uma plata-
grampo PRETO do cabo do terminal negativo da forma de reboque ou rebocador com base plana.
bateria. Desconecte o grampo VERMELHO do cabo
do terminal positivo da bateria. REBOCADOR PLANO COM BARRA DE REBOQUE
• Desconecte o grampo VERMELHO do cabo do • Os veículos com transmissão automática de 3
terminal positivo da bateria no veículo avariado. marchas podem ser rebocados, com rebocador plano a
velocidades que não excedam 40 km/h (25 mph) não
RECOMENDAÇÕES DE REBOQUE mais do que 25 km (15 milhas). A coluna de direção
deverá estar destravada e o seletor de marchas na
EQUIPAMENTOS DE REBOQUE RECOMENDADOS posição N (Neutro).
Para evitar danos à fáscia do pára-choque e barra- • Os veículos com transmissão manual de 5 mar-
gens de ar, recomenda-se a utilização de um disposi- chas podem ser rebocados com rebocador plano, em
tivo de reboque com base plana ou com suspensão de qualquer velocidade legalmente permitida nas estra-
rodas (Fig. 2). Ao utilizar um dispositivo de reboque das em distâncias longas. O seletor de marchas
com suspensão de rodas, certifique-se de que a extre- deverá estar na posição N (Neutro).
midade não suspensa do veículo avariado está a pelo
menos 100mm (4 pol.) de distância do chão. Se a dis-
tância mínima do chão não puder ser alcançada, uti-
lize uma plataforma de reboque. Se for utilizado um
dispositivo com base plana, o ângulo de aproximação
não deverá exceder 15 graus.
0 - 10 LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO JA
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES Veículos JA podem ser amarrados a um dispositivo
com base plana utilizando presilhas reforçadas
ADVERTÊNCIA: NÃO PERMITA QUE OS DISPOSITI- debaixo dos pára-choques dianteiros e traseiros do
VOS DE FIXAÇÃO DE REBOQUE TOQUEM NO lado do motorista do veículo. Há também quatro ori-
RESERVATÓRIO OU LINHAS DE COMBUSTÍVEL. fícios alongados para ganchos T ou R, localizados na
PODERÁ RESULTAR EM VAZAMENTO DE COMBUS- parte inferior das caixas de torque da longarina fron-
TÍVEL. NÃO ERGA OU REBOQUE VEÍCULOS PELO tal do chassi, atrás das rodas dianteiras e para a
PÁRA-CHOQUE DIANTEIRO OU TRASEIRO, OU frente das rodas traseiras, por dentro da junta de
PELAS UNIDADES DE ABSORÇÃO DE ENERGIA DO solda do painel do balancim.
PÁRA-CHOQUE. NÃO SE ARRISQUE A FICAR
DEBAIXO DE UM VEÍCULO SUSPENSO, CASO REBOQUE - SUSPENSÃO DA RODA DIANTEIRA
ESTE NÃO ESTEJA APOIADO CORRETAMENTE EM A DaimlerChrysler Corporation recomenda que um
SUPORTES DE SEGURANÇA. NÃO PERMITA QUE veículo seja rebocado com a extremidade dianteira
OS PASSAGEIROS SEJAM TRANSPORTADOS DEN- suspensa, sempre que possível. Uma viga de madeira
TRO DE UM VEÍCULO REBOCADO. UTILIZE UMA grossa e larga, com 90cm (36 pol.) de comprimento de
CORRENTE DE SEGURANÇA QUE SEJA INDEPEN- 4x4, pode ser colocada entre o dispositivo de suspen-
DENTE DO DISPOSITIVO DE FIXAÇÃO DO REBO- são da roda e a parte inferior da platibanda, para
QUE. evitar danos ao veículo durante a operação de eleva-
ção. A viga pode ser removida após a suspensão da
parte frontal do veículo.
ATENÇÃO: Não danifique as linhas de freio, sis-
tema de escapamento, amortecedores, barras de REBOQUE - SUSPENSÃO DA RODA TRASEIRA
oscilação, ou quaisquer outros componentes da Se um veículo não puder ser rebocado com as rodas
parte inferior do veículo, quando fixar o dispositivo dianteiras suspensas, as rodas traseiras podem ser
de reboque no veículo. Não fixe o dispositivo de suspensas contanto que as seguintes orientações
reboque nos componentes da suspensão dianteira sejam observadas.
ou traseira. Não fixe o veículo no dispositivo de
reboque através dos componentes da direção ou ATENÇÃO: Não utilize a trava da coluna de direção
suspensão dianteira ou traseira. Remova ou prenda para prender o volante durante a operação de rebo-
objetos soltos ou salientes no veículo avariado, que.
antes de rebocá-lo. Consulte as normas locais e
federais antes de rebocar um veículo. Não permita • Destrave a coluna de direção e prenda o volante
que o peso do veículo rebocado recaia sobre a lon- em posição reta com um dispositivo para prender o
garina inferior, barragens de ar ou redutores de volante de direção projetado para reboque.
velocidade. • Posicione as rodas dianteiras sobre a plataforma
de reboque.

AMARRAÇÕES DO REBOQUE COM BASE PLANA RECOMENDAÇÕES DE IÇAMENTO


Consulte o Manual do Proprietário fornecido com o
ATENÇÃO: Não prenda o veículo amarrando cor-
veículo para procedimentos emergenciais apropriados
rentes ou cabos nos componentes da suspensão
de uso de macacos.
ou berço do motor, o que poderá danificar o veí-
culo.
JA LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 0 - 11
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
ADVERTÊNCIA: OS PONTOS DE LEVANTAMENTO
DO MACACO E DE IÇAMENTO FORNECIDOS SÃO
PARA UM VEÍCULO COMPLETO. QUANDO O
MOTOR OU A SUSPENSÃO TRASEIRA É REMO-
VIDA DO VEÍCULO, O CENTRO DE GRAVIDADE É
ALTERADO, TORNANDO INSTÁVEIS ALGUMAS
CONDIÇÕES DE IÇAMENTO. APÓIE OU FIXE APRO-
PRIADAMENTE O VEÍCULO NO DISPOSITIVO DE
IÇAMENTO QUANDO ESSAS CONDIÇÕES EXISTI-
REM.

ATENÇÃO: Não posicione o dispositivo de iça-


mento sobre os componentes da suspensão, pois
poderá causar danos ao veículo.

CONDUZIDO POR ELEVAÇÃO

ELEVAÇÃO DE TIPO CONTATO DE ESTRUTURA (COLUNA ÚNICA)

ELEVAÇÃO DO CHASSI (COLUNA DUAL)

ELEVAÇÃO EXTERNA (COLUNA DUAL)

MACACO DE PISO

Fig. 3 Pontos de uso do macaco e de içamento


JA SISTEMA DE ESCAPAMENTO 11 - 1

SISTEMA DE ESCAPAMENTO

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO REMOÇÃO E INSTALAÇÃO


SISTEMA DE ESCAPAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . 1 SISTEMA DE ESCAPAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . 4
CONVERSOR CATALÍTICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 LIMPEZA E INSPEÇÃO
BLINDAGENS CONTRA CALOR . . . . . . . . . . . . . . 2 SISTEMA DE ESCAPAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . 7
ACOPLAMENTO DA JUNTA FLEXÍVEL DO AJUSTE
ESCAPAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 ALINHAMENTO DO SISTEMA DE
DIAGNOSE E TESTE ESCAPAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
SISTEMA DE ESCAPAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . 4 ESPECIFICAÇÕES
TORQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO período de tempo, o teor de oxigênio em um catalisa-


dor pode atingir um máximo. Quando uma proporção
SISTEMA DE ESCAPAMENTO rica de ar/combustível estiver presente por um longo
período de tempo,o teor de oxigênio no catalisador
DESCRIÇÃO pode esgotar-se totalmente. Quando isso ocorre, o
O sistema de escapamento é produzido em uma catalisador falha ao converter os gases. Isto é conhe-
configuração (Fig. 1). O sistema tem um conversor cido como “rompimento por furo” do catalisador.
catalítico montadona parte dianteira, um silencioso e O funcionamento do catalisador depende de sua
um ressonador. As ponteiras, silencioso se ressonado- habilidade de armazenar e liberar o oxigênio necessá-
res são ajustados para cada combinação de trem de rio para completar as reações químicas de redução
força. O modelo com o motor de 2.5L tem uma pon- das emissões. Conforme um catalisador se deteriora,
teira do escapamento oval. sua capacidade de armazenar oxigênio é reduzida.
Uma vez que a capacidade do catalisador de armaze-
CONVERSOR CATALÍTICO nar oxigênio está relacionada ao funcionamento cor-
reto, esse armazenamento pode ser usado como um
DESCRIÇÃO indicador de desempenho do catalisador. Consulte o
Procedimentode Diagnósticos do Trem de Força cor-
A entrada do conversor catalítico de três vias, sob o
reto para o diagnósticodo Código de Problemas Diag-
assoalho está conectada ao coletor de escapamento
nosticados (DTC) relacionado a um catalisador.
pelo uso de uma junta flexível e uma gaxeta. A saída
A reação de combustão causada pelo catalisador
conecta-se ao sistema de escapamento.
libera aquecimento adicional no sistema de escapa-
FUNCIONAMENTO mento, causando aumento de temperatura na região
do reator sob condições severas de funcionamento.
O conversor catalítico de três vias converte simul-
Tais condições podem existir quando o motor falha na
taneamentetrês emissões do escapamento em gases
ignição ou, por outro lado, não funciona com eficiên-
não nocivos. Especificamente, as emissões de HC e
cia máxima. Não remova os fios das velas ou, por
CO são convertidas em água (H2O) e dióxido de car-
quaisquer outros meios, interrompa os cilindros, se o
bono (CO2). Os Óxidos de Nitrogênio (NOx) são con-
sistema de escapamento for equipado com um conver-
vertidos em Nitrogênio elementar (N) e água. O
sor catalítico. O conversor catalítico pode falhar
catalisador de três vias é mais eficaz em converter
devido ao aumento de temperatura causado por com-
HC, CO eNOx na proporção de 14,7:1 de ar-combus-
bustível não-queimado que passa pelo conversor. Esta
tível estequiométrico.
deterioração do núcleo do catalisador pode resultar
O teor de oxigênio em um catalisador é importante
em níveis de emissões excessivamente altos, reclama-
para a conversão eficaz dos gases do escapamento.
ções de ruídos e restrições do escapamento.
Quando uma proporção alta de ar/combustível (pobre)
do teor de oxigênio estiver presente por um longo
11 - 2 SISTEMA DE ESCAPAMENTO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

Fig. 1 Sistema de Escapamento


1 – JUNTA FLEXÍVEL 5 – SUPORTES DO SILENCIOSO TRASEIRO
2 – SENSOR DE OXIGÊNIO DESCENDENTE 6 – BRAÇADEIRA DE TIRA
3 – SUPORTE DO RESSONADOR 7 – BRAÇADEIRA DE TIRA
4 – SUPORTE DO SILENCIOSO DIANTEIRO 8 – BLINDAGEM CONTRA CALOR

O uso do catalisador também envolve alguns pro- temperaturas desenvolvidas próximo ao conversor
blemas não-automotivos. A gasolina sem chumbo catalítico. Todos os motores sãoequipados com uma
deve ser usada para evitar o envenenamento do blindagem contra calor presa na parte superior do
núcleodo catalisador. Não deixe que o motor funcione conversor.
acima de 1200 RPM emn (neutro) por períodos supe- Evite a aplicação de produtos antiferrugem
riores a 5 minutos. Esta condição pode resultar em ou de materiais de revestimento nas blindagens
temperaturas excessivas do sistema de escapamento/ contra calor do painel do assoalho do sistema
painel do assoalho devido à falta de circulação de ar do escapamento em veículos assim equipados.
sob o veículo. Um leve borrifo próximo às extremidades é per-
mitido. A aplicação de camadas de revestimento
ATENÇÃO: Devido às semelhanças físicas externas reduzirá muito a eficiência das blindagens con-
de alguns conversores catalíticos com os conjun- tra calor, resultando em temperaturas excessi-
tos de cano, deve-se tomar muito cuidado ao subs- vas do painel do assoalho e fumaças incômodas.
tituir as peças. Há diferenças internas do conversor
necessárias em algumas partes do país (particular- ACOPLAMENTO DA JUNTA FLEXÍVEL DO
mente em veículos montados para os estados com
ESCAPAMENTO
exigências rigorosas das emissões).
DESCRIÇÃO
BLINDAGENS CONTRA CALOR Um acoplamento da junta flexível do escapamento
(Fig. 3) é utilizado para fixar o conversor catalítico ao
DESCRIÇÃO coletor do motor.
A junta flexível do escapamento é soldada ao con-
As blindagens contra calor do sistema de escapa-
versorcatalítico.
mento estão presas à parte inferior da carroceria do
veículo (Fig. 2). Todos os motores estão equipados
com uma blindagem contra calor presa na parte
FUNCIONAMENTO
Essa junta move-se, de fato, para frente e para trás
superior do conversor catalítico.
à medida que o motor se move, evitando o rompi-
FUNCIONAMENTO mento que poderia ocorrer decorrente deste movi-
mento em motores com montagem transversal.
As blindagens contra calor são necessárias para
proteger tanto o veículo como o ambiente das altas
JA SISTEMA DE ESCAPAMENTO 11 - 3
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

DIANTEIRA

DIANTEIRA

Fig. 2 Blindagens Contra Calor


1 – FAIXA DE TOMADA DE TERRA 3 – BLINDAGEM CONTRA CALOR
2 – SILENCIOSO 4 – BLINDAGEM CONTRA CALOR DO RESSONADOR

Fig. 3 Acoplamento da Junta Flexível - 2.0/2.4 L


1 – SANFONAS
2 – TAMPA Fig. 4 Acoplamento da Junta Flexível - 2.5 L
3 – FLANGE 1 – SANFONAS
2 – PROTEÇÕES DAS EXTREMIDADES
3 – FLANGE
ATENÇÃO: Durante a manutenção deve-se tomar
cuidado para não esmagar ou torcer as sanfonas,
ou a tampa das sanfonas da junta flexível. Se isso
ocorrer, a junta flexível poderá falhar, exigindo sub-
seqüentemente a substituição do conversor catalí-
tico.
11 - 4 SISTEMA DE ESCAPAMENTO JA

DIAGNOSE E TESTE

SISTEMA DE ESCAPAMENTO

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

RUÍDO EXCESSIVO DO 1. Coletor de escapamento rachado 1. Substitua o coletor.


ESCAPAMENTO ou quebrado.
(COMPARTIMENTO DO MOTOR)
2. Vazamento entre o coletor e o 2. Aperte o coletor e/ou substitua a
cabeçote. gaxeta.
3. Vazamento na gaxeta entre a 3. Aperte os prendedores ou troque
válvula EGR e o coletor. a gaxeta.
4. Vazamento na gaxeta entre a 4. Aperte os prendedores ou troque
Válvula EGR e o Tubo EGR. a gaxeta.
5. Vazamento entre o tubo EGR e 5. Aperte as porcas do tubo.
o coletor.
6. Vazamento entre a junta flexível 6. Aperte os prendedores da junta
e o coletor. flexível e/ou troque a gaxeta.
7. Junta flexível do escapamento. 7. Substitua o conjunto do
conversor catalítico.
8. Ruído no cano e na capa do 8. Característica de tubo com
cano do escapamento dianteiro. parede simples.

RUÍDO EXCESSIVO DO 1. Vazamento nas juntas do cano 1. Aperte os grampos nas juntas
ESCAPAMENTO de escapamento. com vazamento.
2. Conjunto do silencioso ou cano 2. Substitua o conjunto de ponteira,
de escapamento queimado ou ressonador e silencioso ou o cano
enferrujado. de escapamento com o conjunto
conversor catalítico.
3. Ressonador queimado ou 3. Substitua o conjunto de ponteira,
enferrujado. ressonador e silencioso.
4. Obstrução no sistema de 4. Remova a obstrução, se
escapamento. possível, ou substitua o
componente conforme necessário.
5. Material do conversor no 5. Troque os conjuntos do
silencioso. silencioso e do conversor. Verifique
o funcionamento do sistema de
injeção de combustível e de ignição.

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO ESTE ESTEJA FRIO. DEVE-SE TOMAR CUIDADO


ESPECIAL AO SE TRABALHAR PERTO DO CON-
SISTEMA DE ESCAPAMENTO VERSOR CATALÍTICO. A TEMPERATURA DO CON-
VERSOR ELEVA-SE A UM NÍVEL ALTO APÓS UM
REMOÇÃO CURTO PERÍODO DE TEMPO DE FUNCIONAMENTO
DO MOTOR.
ADVERTÊNCIA: A TEMPERATURA NORMAL DE
FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE ESCAPAMENTO (1) Suspenda o veículo em um elevador e aplique
É MUITO ALTA. PORTANTO, NUNCA TRABALHE um óleo penetrante nas porcas dos grampos do com-
PRÓXIMO OU FAÇA MANUTENÇÃO EM QUALQUER ponente a ser removido (Fig. 5).
PARTE DO SISTEMA DE ESCAPAMENTO ATÉ QUE (2) Solte o grampo que prende o silencioso ao con-
junto do ressonador/cano (Fig. 5).
JA SISTEMA DE ESCAPAMENTO 11 - 5
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: Não use nenhuma ferramenta para Descarte os isoladores gastos ou quebrados, grampos,
remover os isolantes de borracha, remova-os ape- suportes e peças de ligação enferrujadas.
nas manualmente. Água com sabão ou spray lubri-
ficante à base de silicone podem ser usados para AVISO: As braçadeiras são soldadas a ponto no
auxiliar na instalação ou remoção de isolantes. Não sistema de escapamento. Se uma delas precisar ser
use um lubrificante à base de petróleo nos isolado- substituída, a solda a ponto deverá ser esmerilhada
res, pois o material de borracha poderá ser danifi- para que ela seja retirada do escapamento.
cado.

(3) Remova os isoladores dos suportes do silenci- AVISO: Quando for necessário trocar qualquer
oso. componente do sistema de escapamento, é muito
(4) Remova a faixa de tomada de terra do silenci- importante que sejam usadas peças originais(ou
oso (Fig. 9). suas equivalentes) pelas seguintes razões:
(5) Remova o conjunto do silencioso do tubo do res-
• Para garantir o alinhamento adequado com as
sonador.
outras peças do sistema.
(6) Remova o grampo e os suportes da junta corre-
• Para conseguir níveis de ruído aceitáveis no
diça que liga o tubo do ressonador ao conversor cata-
escapamento e não mudar a contra-pressão do sis-
lítico (Fig. 5). Separe a junta corrediça e remova o
tema de escapamento, o que poderia afetar as emis-
conjunto do ressonador.
sões e o desempenho.
(7) Desconecte o sensor aquecido descendente de
oxigênio do cano do conversor catalítico (Fig. 7).
INSTALAÇÃO
(8) Desconecte o sensor aquecido ascendente de
Quando montar o sistema de escapamento não
oxigênio (motor 2.5L) (Fig. 8).
aperte os grampos até que os componentes estejam
(9) Remova os prendedores que prendem o coletor
alinhados e os suportes tenham a mesma carga sobre
de escapamento ao conversorcatalítico (Fig. 6).
eles (Fig. 9).
Remova o conversor catalítico do veículo.
(1) Monte o conversor catalítico na conexão do cole-
(10) Limpe as extremidades dos tubos e/ou silenci-
tor de escapamento (Fig. 6).
oso para garantir o acoplamento de todas as peças.

DIANTEIRA

Fig. 5 Componentes do Sistema de Escapamento


1 – CONJUNTO DO TUBO E DO RESSONADOR 4 – GRAMPO
2 – GRAMPO 5 – CONJUNTO DO TUBO E CONVERSOR CATALÍTICO
3 – CONJUNTO DO TUBO E SILENCIOSO
11 - 6 SISTEMA DE ESCAPAMENTO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

MOTORES 2.0/2.4L

Fig. 7 Sensor Aquecido Descendente de Oxigênio


1 – SENSOR AQUECIDO DESCENDENTE DE OXIGÊNIO
2 – ANEL ISOLANTE DE BORRACHA
3 – CONVERSOR CATALÍTICO

MOTOR 2.5L

Fig. 6 Conexões da Junta Flexível


1 – SENSOR DE OXIGÊNIO Fig. 8 Sensor Aquecido Ascendente de Oxigênio —
2 – PORCA
Motor 2.5L
3 – GAXETA
1 – CONVERSOR CATALÍTICO
4 – SENSORES DE OXIGÊNIO
2 – SENSOR AQUECIDO ASCENDENTE DE OXIGÊNIO
5 – PORCA
6 – GAXETA
(4) Alinhe e aperte o conversor catalítico aos pren-
(2) Monte o tubo do ressonador no conversor cata- dedores do coletor de escapamento (Fig. 6). Aperte os
lítico. Prenda os isoladores aos suportes sob a carro- prendedores com um torque de 28 N·m (250 pol.-lb.).
ceria (Fig. 9). (5) Alinhe cada componente para manter a posição
(3) Instale o silencioso no tubo do ressonador. e a folga adequadas com as partes inferiores da car-
Prenda os isoladores nos suportes sob a carroceria roceria. Todos os suportes devem ter a mesma carga
(Fig. 9). sobre eles. Aperte os grampos com um torque de 54
N·m(40 pés-lb.) (Fig. 10).
AVISO: Sempre trabalhe a partir da dianteira para a (6) Conecte a faixa de tomada de terra.
traseira do sistema de escapamento ao alinhar e (7) Conecte o sensor aquecido descendente de oxi-
apertar seus componentes. gênio (Fig. 7).
(8) Conecte o sensor aquecido ascendente de oxigê-
nio (motor 2.5L) (Fig. 8).
JA SISTEMA DE ESCAPAMENTO 11 - 7
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

DIANTEIRA

DIANTEIRA

Fig. 9 Isoladores do Suporte do Sistema de Escapamento — Típico


1 – FAIXA DE TOMADA DE TERRA 3 – ISOLADOR DO SUPORTE DO TUBO DIANTEIRO/
2 – ISOLADORES DO SUPORTE DO RESSONADOR SILENCIOSO
4 – ISOLADOR DO SUPORTE DO SILENCIOSO TRASEIRO

dos suportes e os isoladores quanto a rachaduras e


danos de corrosão.

AVISO: As braçadeiras de tira da junta corrediça


são soldadas a ponto no sistema de escapamento.
Se uma braçadeira de tira precisar ser substituída,
a solda a ponto deve ser esmerilhada.

AJUSTE
ALINHAMENTO DO SISTEMA DE
Fig. 10 Grampo de Tira ESCAPAMENTO
1 – TAMANHO DO GRAMPO
Um sistema de escapamento mau alinhado é,
2 – ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE
geralmente, indicado por uma vibração, um ruído de
trepidaçãoou emperramento dos componentes do sis-
LIMPEZA E INSPEÇÃO tema de escapamento. Estes ruídos são, às vezes,
difíceis de serem distinguidos de outros ruídos do
SISTEMA DE ESCAPAMENTO chassi. Inspecione o sistema de escapamento e verifi-
que se há braçadeiras, blindagens contra calor, iso-
INSPEÇÃO lantes e suportes quebrados ou frouxos. Substitua ou
Inspecione os canos de escapamento, os conversores aperte-os conforme necessário. É importante que as
catalíticos, o silencioso e os ressonadores quanto a folgas do sistema de escapamento e o alinhamento
juntas rachadas, soldas quebradas e danos de corro- sejam mantidos.
são que resultariam em um vazamento do sistema de Execute os seguintes procedimentos para alinhar o
escapamento. Inspecione as braçadeiras, os apoios sistema de escapamento:
11 - 8 SISTEMA DE ESCAPAMENTO JA
AJUSTE (Continuação)
(1) Afrouxe as braçadeiras e os apoios do suporte. ESPECIFICAÇÕES
(2) Alinhe o sistema de escapamento começando da
frente paratrás. TORQUE
(3) Aperte todas as braçadeiras e suportes uma vez
que o alinhamentoe as folgas tenhan sido obtidas. DESCRIÇÃO N·m Pés- Pol.-
lb. lb.
Braçadeiras de Tira —
54 40 —
Prendedor
Blindagem Térmica da
5 — 40
Carroceria — Prendedores
Conversor Catalítico ao Flange
do Coletor de Escapamento 28 — 250
—Prendedores
Tubo de Conexão Inferior de
31 — 275
2.5L — Prendedores
JA SISTEMA DO ESCAPAMENTO E COLETOR DE ADMISSÃO 11 - 1

SISTEMA DO ESCAPAMENTO E COLETOR DE ADMISSÃO

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
SISTEMA DE ESCAPAMENTO. . . . . . . . . . . . . . . . 1

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
SISTEMA DE ESCAPAMENTO
DESCRIÇÃO
O sistema de escapamento é fabricado em duas
configurações (Fig. 1) (Fig. 2). Os sistemas de escapa-
mento de veículos usando combustível sem chumbo
possuem um conversor catalítico dianteiro, silencioso
e ressonador. Os sistemas de escapamento de veículos
usando combustível com chumbo não utilizam um
conversor catalítico. Os canos de escapamento, silen-
ciosos e ressonadores são regulados para cada tipo de
trem de força. Somente o modelo com motor 2.5L pos-
sui um cano de escapamento oval.
11 - 2 SISTEMA DO ESCAPAMENTO E COLETOR DE ADMISSÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

Fig. 1 Sistema de Escapamento — Combustível sem Chumbo


1 – JUNTA FLEXÍVEL 5 – SUPORTES DO SILENCIOSO TRASEIRO
2 – LOCALIZAÇÃO DO SENSOR AQUECIDO INFERIOR DE 6 – BRAÇADEIRA TIPO FAIXA
OXIGÊNIO 7 – BRAÇADEIRA TIPO FAIXA
3 – SUPORTE DO RESSONADOR 8 – BRAÇADEIRA NA PROTEÇÃO CONTRA AQUECIMENTO
4 – SUPORTE DO SILENCIOSO DIANTEIRO

Fig. 2 Sistema de Escapamento — Combustível com Chumbo


1 – JUNTA FLEXÍVEL 5 – SUPORTES DO SILENCIOSO TRASEIRO
2 – RESSONADOR DIANTEIRO 6 – BRAÇADEIRA TIPO FAIXA
3 – SUPORTE DO RESSONADOR 7 – BRAÇADEIRA TIPO FAIXA
4 – SUPORTE DO SILENCIOSO DIANTEIRO
JA CHASSI E PÁRA-CHOQUES 13 - 1

CHASSI E PÁRA-CHOQUES
ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

página página

PÁRA-CHOQUES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 CHASSI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

PÁRA-CHOQUES

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO PLATIBANDA DO PÁRA-CHOQUE TRASEIRO . . . . 1


PLATIBANDA DO PÁRA-CHOQUE DIANTEIRO . . . 1 REFORÇO PARA PÁRA-CHOQUE TRASEIRO . . . . 2

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO PLATIBANDA DO PÁRA-CHOQUE TRASEIRO


PLATIBANDA DO PÁRA-CHOQUE DIANTEIRO REMOÇÃO
(1) Destrave o fecho e abra a tampa do comparti-
REMOÇÃO mento traseiro.
(1) Libere o trinco do capô e abra-o. (2) Remova a lâmpada da lanterna esquerda tra-
(2) Remova as proteções contra borrifos da caixa seira e desligue o conector de fio da placa de identi-
da roda dianteira, conforme necessário, para obter ficação da luz da lanterna. Consulte o Grupo 8L,
acesso aos prendedores da platibanda. “Luzes”, para procedimentos apropriados.
(3) Remova os prendedores que prendem a parte (3) Em modelos CP, remova a lâmpada da lanterna
inferior da platibanda ao painel de fechamento do direita traseira. Consulte o Grupo 8L, “Luzes”, para
radiador. procedimentos apropriados.
(4) Desengate do chicote da carroceria o conector (4) Em modelos CP, remova os prendedores de
de fios do farol de neblina, se assim equipado. pressão que fixam a platibanda no painel lateral tra-
(5) Remova os prendedores que fixam a platibanda seiro, nas cavidades da lanterna traseira (Fig. 2).
aos pára-lamas dianteiros (Fig. 1). (5) Remova os prendedores de pressão que fixam
(6) Remova a platibanda do veículo. os amortecedores da tampa do compartimento tra-
seiro na parte superior da platibanda.
INSTALAÇÃO (6) Remova o prendedor de pressão que fixa o cen-
(1) Posicione a platibanda em posição no veículo. tro da platibanda no painel de fechamento traseiro.
(2) Instale os prendedores que prendem a plati- (7) Remova os parafusos que fixam a platibanda
banda aos pára-lamas dianteiros. nas proteções contra borrifos da caixa da roda tra-
(3) Engate o conector de fios do farol de neblina no seira.
chicote de fiação da carroceria, se assim equipado. (8) Remova o prendedor de pressão que fixa a pla-
(4) Instale os prendedores para segurar a parte tibanda no painel lateral traseiro, na abertura da
inferior da platibanda ao painel de fechamento do caixa das rodas.
radiador. (9) Deslize a platibanda para trás, para desencai-
(5) Instale as proteções contra borrifos da caixa da xá-la dos ganchos que a fixam na parte inferior do
roda dianteira. painel lateral traseiro.
(10) Remova a platibanda do veículo.

INSTALAÇÃO
(1) Posicione a platibanda no veículo.
13 - 2 CHASSI E PÁRA-CHOQUES JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 1 Platibanda do Pára-Choque Dianteiro


1 – DODGE 3 – PLYMOUTH
2 – CHRYSLER 4 – REFORÇO

(3) Instale o prendedor de pressão que fixa o cen-


MODELO
DH/DP/PH tro da platibanda no painel de fechamento traseiro.
(4) Instale os prendedores de pressão que fixam os
amortecedores da tampa do compartimento traseiro
na parte superior da platibanda.
(5) Instale os prendedores de pressão que fixam a
platibanda no painel lateral traseiro, na abertura da
caixa de rodas.
(6) Instale parafusos que fixam a platibanda nas
proteções contra borrifos da caixa da roda traseira.
(7) Em modelos CP, instale prendedores de pressão
que fixam a platibanda no painel lateral traseiro, nas
MODELO cavidades da lanterna traseira.
CP
(8) Ligue o conector de fio da placa de identificação
na lanterna esquerda traseira.
(9) Instale as lanternas traseiras. Consulte o
Fig. 2 Platibanda do Pára-choque Traseiro
Grupo 8L, “Luzes”, para procedimentos apropriados.
1 – CHICOTE DA LUZ DA PLACA DE IDENTIFICAÇÃO
2 – PRENDEDORES DE PRESSÃO
3 – REFORÇO DO PÁRA-CHOQUE REFORÇO PARA PÁRA-CHOQUE TRASEIRO
4 – GANCHOS
5 – PRENDEDOR DE PRESSÃO REMOÇÃO
6 – PLATIBANDA TRASEIRA (1) Remova a platibanda traseira.
7 – PRENDEDOR DE PRESSÃO (2) Apóie o reforço de pára-choque em um disposi-
8 – GANCHOS tivo adequado de elevação.
(3) Marque a posição das porcas no reforço para
(2) Deslize a platibanda para frente, para encaixar orientar a instalação.
os ganchos que fixam a platibanda na parte inferior (4) Remova as porcas que fixam o reforço do pára-
do painel lateral traseiro. choque traseiro na longarina do chassi (Fig. 3).
(5) Remova o reforço de pára-choque do veículo.
JA CHASSI E PÁRA-CHOQUES 13 - 3
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
INSTALAÇÃO
(1) Posicione o reforço do pára-choque traseiro no
veículo.
(2) Instale as porcas que fixam o reforço de pára-
choque na longarina do chassi. Utilize as marcas fei-
tas anteriormente para posicionar corretamente o
reforço de pára-choque.
(3) Aperte as porcas com um torque de 28 N·m
(250 pol.-lb.).
(4) Instale a platibanda traseira.

Fig. 3 Reforço do Pára-Choque Traseiro


1 – VIGA DO REFORÇO TRASEIRO
2 – PLATIBANDAS TRASEIRAS COM ABSORVEDOR DE
IMPACTO MONTADO NA PARTE INTERNA
13 - 4 CHASSI E PÁRA-CHOQUES JA

CHASSI

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO


BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
TRASEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 ESPECIFICAÇÕES
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DIMENSÕES DO CHASSI . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE . . . . . . . . . . . . . 12
DIANTEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (8) Remova os parafusos que fixam a caixa de dire-


ção na parte superior da barra transversal da sus-
BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO pensão (Fig. 1).
TRASEIRA ATENÇÃO: Não permita que as mangueiras de
retorno ou de pressão se agarrem na engrenagem
DESCRIÇÃO de direção, pois as mangueiras poderão sofrer
Este veículo está equipado com uma barra trans- danos.
versal da suspensão traseira do tipo de aparafusa-
mento. A barra transversal deste veículo é a mesma (9) Utilizando um cabo de aço mecânico, amarre a
para todas as suspensões opcionais que estão dispo- engrenagem de direção na estrutura acima.
níveis no veículo. (10) Levante a barra transversal de volta à posi-
ção.
(11) Remova os parafusos que fixam a parte tra-
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO seira da barra transversal nas caixas de torque da
longarina do chassi.
BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO (12) Abaixe a barra transversal da suspensão dian-
DIANTEIRA teira removendo-a da parte inferior do veículo.

REMOÇÃO INSTALAÇÃO
(1) Erga e apóie o veículo em suportes de segu- (1) Levante a barra transversal da suspensão dian-
rança. Consulte o Grupo 0, “Lubrificação e Manuten- teira posicionando-a no veículo.
ção”, para obter os procedimentos apropriados. (2) Instale frouxamente os parafusos que fixam a
(2) Coloque um dispositivo adequado de elevação parte traseira da barra transversal nas caixas de tor-
debaixo da barra transversal da suspensão dianteira. que da longarina do chassi.
(3) Remova os parafusos que fixam a escora da (3) Abaixe a barra transversal e instale os parafu-
suspensão no braço de controle inferior. Consulte o sos que fixam a engrenagem de direção na parte
Grupo 2, “Suspensão”, para obter os procedimentos superior da barra transversal da suspensão.
apropriados. (4) Levante a barra transversal colocando-a na
(4) Desencaixe as juntas esféricas inferiores dos posição.
braços de controle inferiores. Consulte o Grupo 2, (5) Aperte os parafusos que fixam a parte traseira
“Suspensão”, para obter os procedimentos apropria- da barra transversal da suspensão nas caixas de tor-
dos. que da longarina do chassi.
(5) Remova os parafusos que fixam a parte frontal (6) Instale os parafusos que fixam a parte dian-
da barra transversal da suspensão na longarina do teira da barra transversal da suspensão nas longari-
chassi, abaixo dos braços de controle superiores. nas do chassi, abaixo do braço de controle superior.
(6) Afrouxe os parafusos que fixam a parte traseira (7) Encaixe a junta esférica inferior nos braços de
da barra transversal da suspensão nas caixas de tor- controle inferiores. Consulte o Grupo 2, “Suspensão”,
que da longarina do chassi. para obter os procedimentos apropriados.
(7) Deixe que a parte frontal da barra transversal (8) Instale os parafusos que fixam a escora da sus-
da suspensão se desloque das longarinas do chassi. pensão no braço de controle inferior. Consulte o
JA CHASSI E PÁRA-CHOQUES 13 - 5
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

DIANTEIRA

Fig. 2 Amortecedor à Fixação da Junção


1 – PARAFUSO DE FIXAÇÃO
2 – JUNÇÃO TRASEIRA
3 – SUPORTE DA FORQUILHA DO AMORTECEDOR
4 – LIGAÇÃO LATERAL

Fig. 1 Barra Transversal da Suspensão Dianteira


1 – ENGRENAGEM DE DIREÇÃO
2 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA
3 – GRAMPO
4 – ISOLADOR

Grupo 2, “Suspensão”, para obter os procedimentos


apropriados.

BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO


TRASEIRA
REMOÇÃO
(1) Levante o veículo sobre cavaletes de segurança
ou centralize-o em um içador do tipo contato de
chassi. Consulte “Içamento” na seção “Lubrificação e
Manutenção” deste manual, para obter os procedi-
Fig. 3 Suporte do Silencioso
mentos de levantamento necessários neste veículo.
1 – PLATIBANDA TRASEIRA
(2) Remova a roda traseira e os conjuntos de pneus
2 – SUPORTE DO SILENCIOSO
do veículo. 3 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
(3) Remova o suporte da forquilha do amortecedor 4 – SILENCIOSO
para as porcas e os parafusos de fixação da junção
traseira dos dois lados do veículo (Fig. 2).
(4) Remova o suporte do silencioso da longarina do sensor de rotação da roda dos suportes sobre o braço
chassi traseiro (Fig. 3). de controle superior (Fig. 6).
(5) Remova a alça traseira do cano de escapamento (8) Remova as porcas e os parafusos de cada lado
da barra transversal da suspensão traseira (Fig. 4). do veículo, fixando as 4 ligações laterais às junções.
Deixe o sistema de escapamento abaixar o máximo (9) Remova os 4 parafusos, fixando a barra trans-
possível. versal da suspensão traseira nas longarinas do chassi
(6) Posicione o macaco de transmissão e o bloco de traseiro (Fig. 7).
madeira sob o centro da barra transversal da suspen- (10) Abaixe a barra transversal da suspensão tra-
são traseira para apoiar e abaixar a barra transver- seira o suficiente para acessar a barra de articulação
sal durante a remoção (Fig. 5). do braço de controle superior aos parafusos de fixação
(7) Se o veículo estiver equipado com freios anti- da barra transversal (Fig. 8). Remova os 4 parafusos,
bloqueio, remova as presilhas de curso para o cabo do fixando os braços de controle superiores à barra
13 - 6 CHASSI E PÁRA-CHOQUES JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 4 Alça do Cano de Escapamento à Barra Fig. 6 Fixação do Cabo do Sensor de Velocidade ao
Transversal da Suspensão Traseira Braço de Controle
1 – PARAFUSO 1 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
2 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA 2 – AMORTECEDOR
3 – SUPORTE DA ALÇA 3 – PRESILHAS DE CURSO DO CABO DO SENSOR DE
VELOCIDADE
4 – CANO DE ESCAPAMENTO
4 – PARAFUSO
5 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE
6 – SUPORTE DA MANGUEIRA FLEXÍVEL DO FREIO
7 – PARAFUSO
8 – TAMBOR DO FREIO

Fig. 5 Abaixando e Apoiando a Barra Transversal da


Suspensão Traseira
1 – BLOCO DE MADEIRA
2 – MACACO DE TRANSMISSÃO
3 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA
Fig. 7 Fixação da Barra Transversal da Suspensão
às Longarinas do Chassi
1 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
transversal da suspensão. Remova os braços de con- 2 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
trole da barra transversal. 3 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA
(11) Abaixe a barra transversal da suspensão tra-
seira, os braços laterais e a barra estabilizadora o
máximo possível, usando o macaco de transmissão.
Então, com a ajuda de um auxiliar, remova a barra
transversal da suspensão traseira do veículo.
JA CHASSI E PÁRA-CHOQUES 13 - 7
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
transversal da suspensão traseira. Instale e aperte as
4 barras de articulação nos parafusos de fixação da
barra transversal (Fig. 8) com um torque de 107 N·m
(80 pés-lb.).
(4) Usando um macaco de transmissão, levante a
barra transversal da suspensão traseira acima das
longarinas traseiras do chassi e instale os 4 parafu-
sos de fixação com uma folga.
(5) Posicione um mandril de tamanho apropriado
no orifício de posicionamento em cada lado da barra
transversal da suspensão traseira e nos orifícios de
localização na longarina do chassi da carroceria (Fig.
9). Este procedimento é necessário para posicionar
adequadamente a barra transversal da suspensão
traseira de lado a lado e da parte da frente à parte
de trás na carroceria do veículo. Então, aperte as 4
Fig. 8 Fixação do Braço de Controle Superior à barras transversais aos parafusos de fixação da lon-
Barra Transversal garina do chassi com um torque de 95 N·m (70 pés-
1 – AMORTECEDOR lb.). Remova os mandris da barra transversal da
2 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO suspensão traseira.
3 – BARRA DE ARTICULAÇÃO DO BRAÇO DE CONTROLE
SUPERIOR
4 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA
5 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR

AVISO: Ao instalar as articulações laterais à barra


transversal, os parafusos de fixação das ligações
devem ser instalados conforme descritos abaixo.
Instale a articulação lateral dianteira aos parafusos
da barra transversal, de forma que a cabeça do
parafuso fique na direção da parte da frente do veí-
culo quando a barra transversal for instalada. Ins-
tale a articulação lateral traseira nos parafusos da
barra transversal, de forma que a ponta rosqueada
do parafuso fique na direção da parte da frente do
veículo quando a barra transversal for instalada.

(12) Transfira as articulações laterais, os suportes Fig. 9 Localizando a Barra Transversal da


de montagem da barra estabilizadora, as buchas e a Suspensão Traseira no Veículo
barra estabilizadora para a barra transversal de 1 – ORIFÍCIO DE POSICIONAMENTO
reposição antes de instalá-la no veículo. Aperte o 2 – LONGARINA DO CHASSI
suporte de montagem da barra estabilizadora aos 3 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA
parafusos de montagem da barra transversal traseira 4 – MANDRIL
5 – AMORTECEDOR
com um torque de 27 N·m (20 pés-lb.). Aperte as 4
6 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
articulações laterais aos parafusos de fixação da
barra transversal com um torque de 95 N·m (80 pés-
lb.). (6) Alinhe as articulações laterais com as junções e
instale o braço lateral aos parafusos de fixação da
INSTALAÇÃO junção. Aperte os 4 braços laterais aos parafusos de
(1) Instale a barra transversal da suspensão tra- fixação do eixo com um torque de 95 N·m (70 pés-lb.).
seira, os braços laterais e a barra estabilizadora (7) Remova o macaco de transmissão, apoiando a
novamente no veículo como um conjunto. barra transversal da suspensão traseira.
(2) Com a ajuda de um auxiliar, posicione a barra (8) Instale o suporte do silencioso na longarina tra-
transversal da suspensão traseira novamente no veí- seira do chassi (Fig. 3). Instale a alça traseira do
culo e a apóie usando o macaco de transmissão. cano de escapamento na barra transversal da suspen-
(3) Alinhe as barras de articulação do braço de são traseira (Fig. 4).
controle superior aos orifícios de montagem na barra
13 - 8 CHASSI E PÁRA-CHOQUES JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(9) Se o veículo for equipado com freios antiblo- ESPECIFICAÇÕES
queio, instale a presilha de curso do cabo do sensor
de velocidade das rodas no suporte de montagem do DIMENSÕES DO CHASSI
braço de controle superior (Fig. 6). Instale e aperte o As dimensões do chassi estão listadas em uma
parafuso de fixação bem apertado. escala métrica. Todas as dimensões estão do centro
(10) Instale o conjunto dos pneus e das rodas no ao centro do Ponto Principal de Localização (PLP), ou
veículo. Aperte as porcas do pino de fixação da roda do centro ao centro do PLP e do local do prendedor.
na seqüência correta até que todas elas estejam aper-
tadas de acordo com a metade da especificação. Em PREPARAÇÃO DO VEÍCULO
seguida, repita a seqüência de aperto com um torque Posicione o veículo no nível da superfície de traba-
completamente especificado de 129 N·m (95 pés-lb.). lho. Usando o parafuso ou os macacos de garrafa,
(11) Abaixe o veículo ao nível do chão. regule as alturas do PLP do veículo às dimensões
(12) Verifique e reajuste o alinhamento da roda especificadas sobre uma superfície plana. As dimen-
traseira, se for necessário, para atender às especifica- sões verticais podem ser feitas a partir da superfície
ções preferíveis. de trabalho aos locais indicados onde eram aplicáveis
(Fig. 10), (Fig. 11), (Fig. 12), (Fig. 13), e (Fig. 14).
JA CHASSI E PÁRA-CHOQUES 13 - 9
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)

A =
ISOLADOR DO RADIADOR
B =
PARAFUSO DIANTEIRO DO PÁRA-LAMA
C =
BATENTE DO CAPÔ
D =
INTERIOR DA PORCA ESCORADO PARA
FRENTE
E = EXTERIOR DA PORCA ESCORADO PARA
TRÁS

Fig. 10 Visão Superior do Compartimento do Motor


13 - 10 CHASSI E PÁRA-CHOQUES JA
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)

A = PARTE INFERIOR DA EXTENSÃO


B = PARTE INFERIOR DO FECHAMENTO DO RADIA-
DOR
C = PLP TRASEIRO DO COMPARTIMENTO DO
MOTOR
D = PLP

Fig. 11 Visão Lateral do Compartimento do Motor

AO PLP MÉDIO TRASEIRO

A = PLP DIANTEIRO
B = PLP TRASEIRO DO COMPARTIMENTO DO
MOTOR
C = PLP CENTRAL DIANTEIRO

Fig. 12 Visão Inferior da Seção do Chassi Dianteiro


JA CHASSI E PÁRA-CHOQUES 13 - 11
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)

PLANO ZERO

A = PLP CENTRAL TRASEIRO


B = CENTRO DO ENGASTE DA BARRA
ESTABILIZADORA
C = CENTRO DA BARRA TRANSVERSAL
TRASEIRA
D = PLP TRASEIRO

Fig. 13 Visão Lateral da Seção do Chassi Traseiro

AO PLP CENTRAL
DIANTEIRO

A = PLP CENTRAL TRASEIRO


B = LONGARINA TRASEIRA AO LOCALIZA-
DOR DO ASSOALHO
C = CENTRO DO ENGASTE DA BARRA
D = CENTRO DA BARRA TRANSVERSAL
TRASEIRA
E = PLP TRASEIRO

Fig. 14 Visão Inferior da Seção do Chassi Traseiro


13 - 12 CHASSI E PÁRA-CHOQUES JA
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE

DESCRIÇÃO TORQUE
Reforço do Pára-Choque Traseiro
Porca de Fixação . . . . . . . . . . 28 N·m (21 pés-lb.)
Barra Transversal da Suspensão Dianteira
Parafuso de Fixação - Dianteiro . . . . 109 N·m (80
pés-lb.)
Parafuso de Fixação - Traseiro . . . . . 102 N·m (75
pés-lb.)
Barra Transversal de Suporte do Radiador
Parafusos de Fixação . . . . . . . 51 N·m (45 pés-lb.)
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 1

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

página página

SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INJEÇÃO DE COMBUSTÍVEL. . . . . . 26


COMBUSTÍVEL. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DO COMBUSTÍVEL

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO MANGUEIRAS E PRESILHAS . . . . . . . . . . . . . . . . 8


GASOLINA/MISTURAS OXIGENADAS . . . . . . . . ..1 CONEXÕES RÁPIDAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DO REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 RELÉ DE FECHAMENTO AUTOMÁTICO . . . . . . . 11
MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL . . . . . . .2 RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . 11
SENSOR DO NÍVEL DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . .3 MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL . . . . . . 11
TANQUE DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . .3 FILTRO DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
INJETORES DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . .4 REGULADOR DE PRESSÃO DO
REGULADOR DA PRESSÃO DO COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..4 FILTRO DE ENTRADA DA BOMBA DE
TAMPÃO DE REABASTECIMENTO PARA COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
PRESSÃO/VÁCUO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..4 SENSOR DE NÍVEL DE COMBUSTÍVEL. . . . . . . . 15
RECUPERAÇÃO INTERNA DOS VAPORES DE TRILHO DE COMBUSTÍVEL - 2.0/2.4L . . . . . . . . . 16
REABASTECIMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 TRILHO DE COMBUSTÍVEL - 2.5L . . . . . . . . . . . . 17
VÁLVULA DE CONTROLE . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 INJETORES DE COMBUSTÍVEL. . . . . . . . . . . . . . 18
CONEXÕES RÁPIDAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . 19
VALVULAS DE CAPOTAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . .7 GARGALO DE ENCHIMENTO DE
TUBOS DE COMBUSTÍVEL/LINHAS/ COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
MANGUEIRAS E ABRAÇADEIRAS . . . . . . . . . ..7 PEDAL DO ACELERADOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
VEÍCULO NÃO REABASTECE . . . . . . . . . . . . . . ..7 CABO DA BORBOLETA - 2.0/2.4L. . . . . . . . . . . . . 21
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO CABO DA BORBOLETA - 2.5L . . . . . . . . . . . . . . . 22
PROCEDIMENTO DE ALÍVIO DA PRESSÃO ESPECIFICAÇÕES
DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . ..7 TORQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
DRENAGEM DO RESERVATÓRIO CAPACIDADE TOTAL DO TANQUE . . . . . . . . . . . 24
DE COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..7 EXIGÊNCIAS QUANTO AO COMBUSTÍVEL . . . . . 24

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO oxigenados são exigidos em algumas partes dos Esta-


dos Unidos durante os meses de inverno, para redu-
GASOLINA/MISTURAS OXIGENADAS zir as emissões de monóxido de carbono. O tipo e as
quantidades de tais compostos oxigenados usados nas
DESCRIÇÃO misturas são importantes.
Alguns distribuidores de combustíveis misturam Nas misturas de gasolinas são usados geralmente
gasolina sem chumbo com produtos oxigenados, tais os seguintes componentes:
como álcool, MTBE (éter butílico terciário metílico) e Etanol - (Álcool Etílico), em proporção adequada, é
ETBE (éter butílico terciário etílico). Tais compostos usado numa mistura de 10% de etanol e 90% de
gasolina. Essa mistura pode ser usada no seu veículo.
14 - 2 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
MTBE/ETBE - Misturas entre gasolina sem • um módulo da bomba de combustível contendo:
chumbo e MTBE (éter butílico terciário metílico) são uma bomba de combustível elétrica; um regulador de
misturas de gasolina sem chumbo e até 15% de pressão do combustível/filtro do combustível e uma
MTBE. Misturas de gasolina e ETBE (éter butílico unidade de envio da indicação de combustível (sensor
terciário etílico) são misturas de gasolina de até 17% de nível do combustível). Separado do módulo da
de ETBE. Misturas de gasolina com MTBE ou ETBE bomba de combustível, e na parte de baixo do módulo
podem ser usadas no seu veículo. da bomba, existe um filtro de combustível.
Metanol - Metanol (Álcool Metílico) é usado em • Mangueiras/Linhas/Tubos do Combustível
uma variedade de concentrações, misturado à gaso- • Conexões rápidas
lina sem chumbo. Combustíveis com 3% de metanol • Trilho do injetor de combustível
ou mais, juntamente com outros alcóois chamados de • Injetores de combustível
cosolventes, podem ser encontrados. • Reservatório de combustível
NÃO USE GASOLINA CONTENDO METANOL. • Conjunto de tubo de respiro e gargalo do reser-
O uso de misturas de gasolinas/metanol poderá vatório de combustível
resultar em problemas de partida, de dirigibilidade e • Tampa do tubo do gargalo do reservatório de
em danos a componentes críticos do sistema de com- combustível
bustível. O sistema de alimentação do combustível contém
Problemas resultantes do uso de misturas de gaso- um filtro em linha, substituível, montado na estru-
lina/metanol não são de responsabilidade da Chrysler tura acima e atrás do reservatório de combustível.
International e podem não ser cobertos pela garantia
do veículo. FUNCIONAMENTO
Gasolina Reformulada O sistema de combustível é do tipo sem retorno em
Diversas regiões do Estados Unidos estão exigindo todos os veículos. O combustível retorna ao reserva-
o uso de combustível de queima limpa, conhecido tório através do módulo da bomba. Não é mais usada
como Gasolina Reformulada. A Gasolina Reformu- uma linha de retorno separada, do reservatório ao
lada é preparada especialmente para reduzir as emis- motor.
sões do veículo e melhorar a qualidade do ar. Alivie a pressão do sistema de combustível antes
A DaimlerChrysler recomenda enfaticamente o uso de fazer a manutenção dos componentes do sistema.
de gasolina reformulada, sempre que esta for dispo- Consulte o “PROCEDIMENTO DE ALÍVIO DO SIS-
nível. Embora seu veículo tenha sido projetado para TEMA DE COMBUSTÍVEL” e siga os Avisos e Adver-
oferecer ótimo desempenho e baixas emissões ope- tências. Muitos componentes do sistema de
rando com gasolina de alta qualidade sem chumbo, o combustível são presos às linhas de combustível por
uso de gasolina reformulada manterá o mesmo conexões rápidas. Consulte “CONEXÕES RÁPIDAS”
desempenho e reduzirá ainda mais as emissões. nesta seção.
Materiais Adicionados ao Combustível
Deve ser evitado o uso indiscriminado de agentes MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
limpadores do sistema de combustível. Muitos desses
materiais, idealizados para serem usados como remo- DESCRIÇÃO
vedores de gomas de mascar ou de vernizes, podem O módulo da bomba de combustível está instalado
conter solventes ativos de tais ingredientes e podem na parte superior do reservatório de combustível (Fig.
ser nocivos às gaxetas do sistema de combustível e ao 1).
material dos diafragmas. O módulo da bomba contém:
• Bomba elétrica de combustível
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DO COMBUSTÍVEL • Reservatório da bomba de combustível
• Filtro de entrada
DESCRIÇÃO • Regulador de pressão do combustível
Veículos com tração dianteira usam um reservató- • Unidade de envio ao marcador de combustível
rio de combustível plástico localizado ao centro da • Conexão da linha de fornecimento de combustí-
parte traseira. vel
O módulo de bomba de combustível, interno ao O filtro de entrada, o regulador de pressão e
reservatório, contém a bomba e o regulador de pres- o sensor de nível de combustível são os únicos
são. A bomba recebe manutenção como parte do itens que recebem manutenção. Se a bomba ou
módulo da bomba de combustível. Consulte “MÓDU- o chicote da fiação elétrica apresentarem
LO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL”.
O sistema de alimentação do combustível consiste
de:
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 3
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

SENSOR DO NÍVEL DE COMBUSTÍVEL


DESCRIÇÃO
O sensor do nível é fixado na lateral do módulo da
bomba de combustível. O sensor do nível consiste em
uma bóia, um braço e um resistor variável.

FUNCIONAMENTO
À medida que o nível de combustível aumenta, a
bóia e o braço sobem. Isso reduz a resistência da uni-
dade de detecção, fazendo com que o indicador do
Fig. 1 Módulo da Bomba de Combustível nível de combustível, no painel de instrumentos, mos-
1 – FILTRO DE ENTRADA tre a leitura de cheio. O sensor do nível de combus-
2 – RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL tível (unidade de detecção do indicador do nível de
3 – REGULADOR DE PRESSÃO DO COMBUSTÍVEL combustível) envia um sinal ao PCM para indicar o
4 – SENSOR DE NÍVEL DO COMBUSTÍVEL nível de combustível. A finalidade desse recurso é evi-
tar a anotação imprópria de uma falha da ignição e
defeito, troque o módulo da bomba de combus- de códigos de problemas do monitor do sistema de
tível. combustível, se o nível de combustível estiver abaixo
A bomba elétrica de combustível está localizada no de aproximadamente 15 por cento de sua capacidade
módulo da bomba de combustível e dele faz parte. É nominal. Ele também é usado para enviar um sinal
uma bomba imersível do tipo gerotora, de desloca- ao funcionamento do indicador de combustível atra-
mento positivo, com um motor elétrico de ímã perma- vés dos circuitos do bus da PCI.
nente.
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
FUNCIONAMENTO
A bomba aspira combustível através de um filtro e DESCRIÇÃO
o impele, através de seu motor, até a saída. A bomba O tanque de combustível é feito de material plás-
contém uma válvula de retenção. A válvula de reten- tico. O armazenamento de combustível e a colocação
ção, localizada na saída da bomba, mantém a pressão do módulo da bomba de combustível são suas princi-
da bomba durante as condições de motor desligado. O pais funções. O tanque é feito de polietileno de alta
relé da bomba de combustível fornece tensão à bomba densidade (HDPE).
de combustível.
A bomba de combustível tem uma saída de pressão FUNCIONAMENTO
passiva máxima de 635 kPa (95 psi). O regulador Todos os modelos passam por um teste de capota-
ajusta a pressão do sistema de combustível para gem de 360 graus sem apresentar vazamento do com-
aproximadamente 338 kPa (49 psi). bustível. Para isso, são necessários controles de fluxo
e vapor de combustível, em todas conexões do reser-
CONTROLE ELÉTRICO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL vatório.
A tensão para operar a bomba elétrica é fornecida Todo os modelos são equipados com uma ou duas
através do relé da bomba de combustível. Para obter válvulas de capotagem, montada(s) na parte superior
uma descrição do funcionamento elétrico da bomba do reservatório de combustível (ou do módulo da
de combustível consulte “RELÉ DA BOMBA DE bomba).
COMBUSTÍVEL-SAÍDA DO PCM”. Um sistema de controle de evaporação é conectado
à(s) válvula(s) de capotagem, para reduzir as emis-
SUBSTITUIÇÃO DA BOMBA ELÉTRICA sões de vapor de combustível na atmosfera. Quando o
A bomba elétrica de combustível não recebe manu- combustível evapora do reservatório, os vapores pas-
tenção. Se a bomba ou o chicote de fiação elétrica sam pelas mangueiras ou tubos de respiro para um
apresentarem defeito, todo o módulo da bomba de recipiente de carvão vegetal, no qual ficam tempora-
combustível deverá ser substituído. Realize o procedi- riamente retidos. Com o motor em funcionamento, os
mento de alívio de pressão do sistema de combustí- vapores são aspirados para dentro do coletor de
vel, antes de fazer a manutenção na bomba. admissão. Determinados modelos também são equi-
pados com um sistema de auto-diagnóstico, utilizando
a bomba de detecção de vazamentos. Consulte “Siste-
ma de Controle de Emissões” para obter informações
adicionais.
14 - 4 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

INJETORES DE COMBUSTÍVEL
DESCRIÇÃO
Os injetores se localizam no coletor de admissão,
com as extremidades em forma bico diretamente
acima dos orifícios das válvulas de admissão (Fig. 2).

Fig. 3 Injetor de Combustível


1 – INJETOR DE COMBUSTÍVEL
2 – BICO
3 – PARTE SUPERIOR (ENTRADA DE COMBUSTÍVEL)

TAMPÃO DE REABASTECIMENTO PARA


PRESSÃO/VÁCUO
Fig. 2 Localização do Injetor de Combustível-Típico
1 – TRILHO DE COMBUSTÍVEL FUNCIONAMENTO
2 – COLETOR DE ADMISSÃO A perda de vapor ou combustível pelo gargalo do
3 – INJETORES DE COMBUSTÍVEL
reservatório é evitada pelo uso de um tampão de
segurança de reabastecimento. O tampão só irá libe-
FUNCIONAMENTO rar pressão quando esta atingir o significativo valor
Os injetores de combustível são solenóides elétricos de 17 kPa (2,5 psi). O vazamento de vácuo por todos
(Fig. 3). Os injetores contém um espigão que fecha os tampões de reabastecimento está em torno de 2,0
um orifício, na extremidade em bico. Quando uma kPa e 3,0 kPa (0,29 e 0,43 psi). O tampão deve ser
corrente elétrica é alimentada no injetor, a armadura substituido por outro igual, para que o sistema con-
e a agulha se movem uma pequena distância contra a tinue funcionando adequadamente.
mola, permitindo ao combustível fluir pelo orifício.
Como o combustível está sob alta pressão, forma-se ADVERTÊNCIA: REMOVA O TAMPÃO DE REABAS-
um fino borrifo em forma de guarda-chuva. Esta ação TECIMENTO PARA ALIVIAR A PRESSÃO DO
de borrifo atomiza o combustível, misturando-o ao ar RESERVATÓRIO, ANTES DE REMOVER OU CON-
que está sendo admitido na câmara de combustão. Os SERTAR QUALQUER COMPONENTE DO SISTEMA
injetores não são intercambiáveis entre motores. DE COMBUSTÍVEL.

REGULADOR DA PRESSÃO DO COMBUSTÍVEL AVISO: A LUZ INDICADORA DE FUNCIONAMENTO


INCORRETO PODE VIR A LIGAR CASO A TAMPA
FUNCIONAMENTO DO GARGALO DE ENCHIMENTO DE COMBUSTÍVEL
O sistema de combustível utiliza um regulador de ESTEJA FROUXA OU FALTANDO.
pressão, não ajustável, que mantém a pressão do sis-
tema de combustível a aproximadamente 338 kPa (49
psi). O regulador de pressão do combustível contém um RECUPERAÇÃO INTERNA DOS VAPORES DE
diafragma, uma mola calibrada e uma válvula de REABASTECIMENTO
retorno de combustível. A mola empurra o diafragma
para baixo e fecha o orifício de retorno de combustível. A DESCRIÇÃO
pressão do sistema de combustível reflete a quantidade Componentes e esquema do sistema de recuperação
de pressão necessária para abrir o orifício de retorno. interna dos vapores de reabastecimento.
O regulador de pressão é um dispositivo mecânico que
NÃO é controlado pelo PCM ou pelo vácuo do motor.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 5
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

Fig. 4 Esquema do Sistema de Recuperação Interna dos Vapores de Reabastecimento


1 – TAMPA DO COMBUSTÍVEL 7 – SEM BOMBA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS
2 – TUBO DE RECIRCULAÇÃO 8 – CANISTER
3 – SEPARADOR DE LÍQUIDO 9 – VÁLVULA DE CAPOTAGEM
4 – DEPURAÇÃO 10 – TANQUE DE COMBUSTÍVEL
5 – COM BOMBA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS 11 – VÁLVULA DE RETENÇÃO
6 – ELEMENTO DE RESPIRO 12 – VÁLVULA DE CONTROLE

FUNCIONAMENTO sível - ou nenhum - impacto em relação à


O princípio do controle de emissão, usado no sis- dirigibilidade ou às emissões pelo escapamento.
tema de ORVR (Recuperação Interna dos Vapores de À medida que começa a fluir pelo tubo de abaste-
Reabastecimento), consiste em que o combustível, flu- cimento, o combustível abre a válvula de retenção,
indo através do tubo de reabastecimento (de 1 pol. de normalmente fechada, e entra no reservatório. O
diâmetro interno, aproximadamente), cria um efeito vapor de combustível ou ar será expelido do reserva-
de aspiração que puxa o ar para dentro do tubo de tório, através da válvula de controle, para o canister
reabastecimento (Fig. 4). Durante o reabastecimento, de vapor. O vapor irá sendo absorvido no canister, até
o reservatório de combustível se comunica com o que o fluxo de vapor das linhas se interrompa, seja
canister de vapor, para que aí os vapores sejam apri- pela interrupção do reabastecimento, seja pelo nível
sionados. Com o ar fluindo de fora para dentro, no de combustível no reservatório ter-se tornado alto o
tubo de abastecimento, não há vapores de combustí- suficiente para fechar a válvula de controle. A vál-
vel escapando para a atmosfera. Uma vez que os vula de controle contém uma bóia que se levanta
vapores de reabastecimento estejam aprisionados no para fechar a passagem mais larga para o canister.
canister, o sistema de depuração do veículo, contro- Neste ponto do reabastecimento, a pressão no reser-
lado por computador, irá aspirar esse vapor do canis- vatório aumenta e a válvula de retenção se fecha,
ter, impelindo-o ao motor, para ser incorporado à evitando que o combustível do reservatório espirre no
combustão. O fluxo de vapores é medido pelo sole- operador. O combustível, então, sobe pelo tubo de
nóide de depuração, de forma que haja o menor pos-
14 - 6 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
abastecimento e fecha o bocal da mangueira de rea-
bastecimento.
Se o motor for desligado quando o teste de diagnós-
tico de bordo estiver em funcionamento, uma
pequena quantidade de pressão do reservatório de
combustível pode ficar presa e talvez seja impossível
adicionar mais combustível no tanque até que a pres-
são seja aliviada. Isso se deve à bomba de detecção
de vazamentos fechar a saída de vapor da parte
superior do reservatório e à válvula de retenção não
permitir que o reservatório ventile, através do tubo
de abastecimento, com a atmosfera. Dessa forma,
quando se adiciona combustível, ele irá retornar no
tubo de abastecimento e acionar o fechamento do
bocal da mangueira de reabastecimento. Essa pressão
pode ser eliminada de duas formas: 1. Pela ativação
da depuração do veículo por um período suficiente
para eliminar a pressão. 2. Pela remoção da tampa
de combustível, dando tempo suficiente para que o
sistema ventile através do tubo de recirculação. Fig. 5 Sistema de Recuperação Interna dos Vapores
de Reabastecimento (ORVR)
VÁLVULA DE CONTROLE As conexões contém vedações O ring que não recebem
manutenção (Fig. 6).
DESCRIÇÃO
Trata-se de uma válvula que fica na parte superior
do tanque de combustível que controla a taxa e o
nível de enchimento de combustível e direciona os
vapores para uma área de armazenamento.

FUNCIONAMENTO
A válvula controla a taxa de enchimento de com-
bustível e determina seu nível de enchimento no tan-
que de combustível. Ela também permite o
funcionamento adequado do monitor de detecção de
vazamento do OBDII. Isso evita que o combustível
líquido seja levado ao sistema de EVAP (Fig. 5).

CONEXÕES RÁPIDAS
DESCRIÇÃO
Diversos tipos de conexão rápida são usados para
interligar vários componentes do sistema de combus-
tível: de uma aleta, de duas aletas e de anel de reten-
ção plástico. Algumas conexões são equipadas com
trava de segurança. Consulte a seção “Procedimentos
de Manutenção” para obter maiores informações.

ATENÇÃO: Os componentes internos (espaçado- Fig. 6 Conexões Rápidas, de Plástico-Típico


res, O rings) das conexões rápidas não recebem 1 – ALOJAMENTO
manutenção em separado. Não tente consertar 2 – JANELA
conexões, linhas ou tubos de combustível danifica- 3 – ALETA DE RETENÇÃO
dos. Se necessitarem conserto, troque todo o con- 4 – NIPLE
junto de tubos de combustível. 5 – O RINGS
6 – JANELA
Os tubos de combustível se ligam aos componentes 7 – “ORELHA” DE RETENÇÃO
do sistema por meio de conexões rápidas, de plástico.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 7
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: As conexões rápidas não recebem podem cortar as mangueiras e causar vazamentos de
manutenção. Não tente consertar conexões ou alta pressão de combustível.
tubos de combustível danificados. Substitua o con- Use abraçadeiras de mangueira novas e originais
junto completo de tubo maisa conexão rápida. de fábrica.

VEÍCULO NÃO REABASTECE


FUNCIONAMENTO
A conexão rápida consiste de O rings, retentor e
alojamento (Fig. 6). Quando o tubo de combustível PROCEDIMENTOS DE
entra na conexão, o retentor trava o ombro do niple MANUTENÇÃO
no lugar e o O ring veda o tubo.
PROCEDIMENTO DE ALÍVIO DA PRESSÃO DO
VALVULAS DE CAPOTAGEM SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
(1) Remova o relé da bomba de combustível do
DESCRIÇÃO
Centro de Distribuição de Energia (PDC). Para obter
Todos os veículos têm válvula(s) de capotagem, no
a localização do relé, consulte a etiqueta na face
topo do reservatório de combustível.
interna da tampa do PDC.
(2) Dê a partida e deixe o motor funcionar até ele
FUNCIONAMENTO
afogar.
As válvulas impedem o fluxo do combustível atra-
(3) Tente dar a partida novamente até que ele não
vés das mangueiras da válvula de respiro do reserva-
consiga mais funcionar.
tório, em caso de capotagem do veículo.
(4) Desligue a chave de ignição, colocando-a na
As válvulas de capotagem do reservatório de com-
posição OFF (Desligado).
bustível não recebem manutenção.
ATENÇÃO: As etapas 1, 2, 3 e 4 devem ser realiza-
TUBOS DE COMBUSTÍVEL/LINHAS/ das para liberar combustível de alta pressão de
MANGUEIRAS E ABRAÇADEIRAS dentro do trilho de combustível. Não tente utilizar
as etapas seguintes para liberar combustível de alta
DESCRIÇÃO pressão, pois o excesso de combustível será for-
Consulte também “Conexões Rápidas”. çado para dentro das câmaras dos cilindros.

ADVERTÊNCIA: O SISTEMA DE COMBUSTÍVEL (5) Coloque uma estopa ou pano embaixo da cone-
ESTÁ SOB UMA PRESSÃO CONSTANTE (MESMO xão rápida da linha de combustível, no trilho de com-
COM O MOTOR DESLIGADO). ANTES DE CONSER- bustível.
TAR ALGUMA MANGUEIRA, CONEXÃO OU LINHA (6) Recoloque o relé da bomba de combustível no
DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL, A PRESSÃO DO PDC.
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DEVE SER LIBERADA. (7) Um ou mais DTCs (Códigos de Problemas Diag-
CONSULTE OS “PROCEDIMENTOS DE ALÍVIO DA nosticados) pode ter sido armazenado na memória do
PRESSÃO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL” NESTE PCM, devido a remoção do relé da bomba de combus-
GRUPO. tível. A unidade de diagnósticos DRB IIIt deve ser
usada para apagar um DTC.
As linhas/tubos/mangueiras usados em veículos
com injeção de combustível são de construção espe- DRENAGEM DO RESERVATÓRIO DE
cial. Isso acontece devido às altas pressões de com-
COMBUSTÍVEL
bustível e à possibilidade de combustível
(1) Lentamente, remova o tampão de combustível
contaminado, neste sistema. Se for necessário substi-
para liberar a pressão do reservatório.
tuir linhas, tubos ou mangueiras, use somente os
(2) Com o veículo suspenso, drene o combustível do
marcados com “EFM/EFI”.
reservatório.
Se assim equipado: As abraçadeiras usadas para
(3) Posicione um recipiente adequado para combus-
segurar as mangueiras de borracha em veículos com
tível, com capacidade mínima de 16 galões (aproxi-
injeção de combustível são de construção especial,
madamente 60 litros) em baixo do bujão de drenagem
com borda cilindrada. Essa construção é usada para
situado na extremidade esquerda inferior do reserva-
evitar que a borda da abraçadeira corte a mangueira.
tório.
Apenas esse tipo de abraçadeira com borda cilindrada
deve ser usado neste sistema. Todos os outros tipos ATENÇÃO: Utilizando uma chave, remova o bujão
de drenagem, no reservatório.
14 - 8 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)

Desativação prematura Componentes defeituosos no Tubo de enchimento instalado impropriamente


do bocal da mangueira. conjunto do reservatório de (cárter).
combustível. Mangueira do tubo de enchimento estrangulada.
Válvula de retenção emperrada na posição
fechada.
Válvula de controle emperrada na posição
fechada.
Componentes de vapor/respiro Linha de respiro entupida entre a válvula de
defeituosos. controle e o canister.
Linha de respiro entupida entre o canister e o
filtro de respiro.
Falha na válvula de respiro do canister (exige
dupla falha: obstrução para a bomba de detecção
de vazamentos e para a atmosfera).
Bomba de detecção de vazamentos falhou
quando fechada.
Filtro da bomba de detecção obstruido.
Diagnóstico de bordo do teste Respiro do canister da válvula de respiro
de vazamentos do sistema de obstruido para a atmosfera.
evaporação recém executado. Motor ainda em funcionamento enquanto se tenta
reabastecer (o sistema não foi projetado para
reabastecer nessa condição).
Bocal da mangueira de
reabastecimento defeituoso.
Combustível Sai pelo Durante o reabastecimento. Consulte a “DESATIVAÇÃO PREMATURA”.
Tubo de Enchimento. Na conclusão do Componente de manuseio de combustível com
reabastecimento. defeito (válvula de retenção emperrada na
posição aberta).
Componente de manuseio de vapor/respiro com
defeito.
Bocal de reabastecimento com defeito.

(4) Remova o bujão de drenagem e permita que o Os veículos com injeção de combustível usam man-
combustível escoe (Fig. 7). gueiras especiais. Ao trocar essas mangueiras, use
apenas as que tiverem as marcas EFM/EFI.
ADVERTÊNCIA: O BUJÃO DE DRENAGEM DEVE Ao instalar as mangueiras, certifique-se de que não
ESTAR INSTALADO NESTE MOMENTO, JÁ QUE estejam em contato com os outros componentes do
HAVERÁ 1 OU 2 GALÕES DE COMBUSTÍVEL NO veículo, podendo criar atrito contra eles e causar
RESERVATÓRIO. falhas. Evite o contato com grampos ou outros com-
ponentes que possam causar abrasão ou arranhões.
(5) Quando o combustível deixar de escoar do Certifique-se de que as mangueiras de borracha
reservatório, instale o bujão de drenagem. Aperte-o sejam colocadas corretamente para evitar fontes de
com um torque de 32 pol.-lb. calor.
Os grampos de borracha têm extremidades cilin-
MANGUEIRAS E PRESILHAS dradas para evitar que o grampo corte a borracha. Só
Inspecione as conexões das mangueiras (grampos e use grampos originais ou equivalentes. Outros tipos
conexões rápidas) para certificar-se de que não haja de grampos podem cortar as mangueiras e causar
vazamentos ou falta de elementos. Substitua as man- vazamentos do combustível sob pressão alta. Aperte
gueiras rachadas, gastas, dilatadas, que possam criar os grampos das mangueiras com um torque de 1 N·m
atrito com outros componentes do veículo ou que (10 pol.-lb.).
mostrem sinais de desgaste.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 9
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
INSTALAÇÃO
ATENÇÃO: Nunca instale uma conexão rápida se o
retentor não estiver no tubo de combustível ou na
própria conexão. Em qualquer um dos casos, certi-
fique-se de que o retentor trave seguramente na
conexão rápida. Para isso, puxe firmemente o tubo
de combustível e a conexão, assegurando a rigidez
do conjunto.

(1) Usando um pano limpo e sem fiapos, limpe o


niple do tubo de combustível e o retentor.
(2) Antes de ligar a conexão ao tubo de combustí-
vel, passe uma camada de óleo 30 de motor, limpo, no
niple do tubo.
(3) Empurre a conexão rápida sobre o tubo de com-
Fig. 7 Bujão de Drenagem do Reservatório de bustível até que o retentor se assente e emita um
Combustível “clique”.
1 – BUJÃO DE DRENAGEM DO RESERVATÓRIO DE (4) A conexão plástica rápida tem janelas em suas
COMBUSTÍVEL laterais. Quando a conexão fixar-se completamente
ao tubo de combustível, as alças da trava do retentor
Verifique se não há vazamentos nas conexões da e o apoio do tubo de combustível estarão visíveis nas
mangueira como, por exemplo, nas abraçadeiras, nos janelas. Se não estiverem visíveis, o retentor não foi
acoplamentos e nas conexões e certifique-se de que instalado corretamente (Fig. 8). Não confie unica-
estejam seguras. O componente deve ser imediata- mente no “clique” audível para confirmar a
mente substituído se houver qualquer evidência de segurança de uma conexão.
degradação que possa resultar em falhas.
Nunca tente consertar um tubo/linha plástica de
combustível. Substitua conforme necessário.
Evite o contato de quaisquer mangueiras/tubos de
combustível com outros componentes do veículo que
possam causar corrosão ou deformação. Certifique-se
de que os tubos e linhas plásticos de combustível
estejam corretamente direcionados, para prevenir
estrangulamentos e evitar fontes de calor.

CONEXÕES RÁPIDAS
REMOÇÃO
Fig. 8 Conexão Rápida, de Plástico /Conexão do
Ao desligar uma conexão rápida, o retentor perma-
Tubo de Combustível
necerá sobre o niple do tubo de combustível.
1 – JANELA
2 – ORELHA (2)
ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA
3 – ALÇA
DE COMBUSTÍVEL ANTES DE DESFAZER UMA
4 – OMBRO (NO TUBO)
CONEXÃO RÁPIDA. CONSULTE OS PROCEDIMEN-
TOS DE ALÍVIO DA PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL.
(5) Conecte o cabo negativo à bateria ou ao termi-
(1) Execute os procedimentos de alívio da pressão nal auxiliar de ligação.
de combustível. Consulte “Procedimentos de Alívio da
Pressão de Combustível” nesta seção. ATENÇÃO: Ao executar o teste do sistema de com-
(2) Desconecte o cabo negativo da bateria ou do bustível de fechamento automático, o relé de fecha-
terminal auxiliar de ligação. mento automático continuará energizado por vários
(3) Comprima as lingüetas do retentor e puxe o minutos, até o teste parar ou até o interruptor da
conjunto do tubo de combustível/conexões rápidas ignição ser colocado na posição OFF (Desligado).
para fora do niple do tubo de combustível. O retentor
permanecerá no tubo de combustível. (6) Execute o teste do sistema de combustível de
fechamento automático da unidade de diagnósticos
14 - 10 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
DRB para pressurizar o sistema de combustível. Veri- (4) Para desligar a conexão rápida, comprima, com
fique se há vazamentos. os dedos, as lingüetas do retentor plástico (Fig. 9)
contra as laterais da conexão rápida. Não é necessá-
TIPO DE CONEXÃO COM DUAS LINGÜETAS rio o uso de ferramentas para a remoção. Elas pode-
Esse tipo de conexão é equipado com lingüetas rão danificar o retentor plástico. Puxe a conexão do
localizadas nos dois lados da conexão (Fig. 9). Essas componente do sistema de combustível a ser conser-
lingüetas são usadas para desligar a conexão rápida tado. O retentor plástico permanecerá no componente
do componente a ser consertado. após a conexão ter sido desligada. Os O rings e o
espaçador permanecerão na carcaça do conector da
conexão rápida.
(5) Verifique se há danos na carcaça da conexão
rápida e nos componentes. Substitua conforme neces-
sário.

ATENÇÃO: Quando a conexão rápida for desligada,


o retentor plástico permanecerá no componente a
ser consertado. Se esse retentor tiver que ser
removido, libere-o cuidadosamente do componente,
com duas pequenas chaves-de-fenda. Depois da
remoção, verifique se há rachaduras ou qualquer
dano no retentor.

(6) Antes de ligar a conexão rápida ao componente


a ser consertado, verifique as condições da conexão e
do componente. Limpe as peças com um pano sem
Fig. 9 Tipo de Conexão Rápida com Duas Lingüetas
fiapos. Lubrifique com óleo de motor limpo.
- Típica
(7) Coloque a conexão rápida no retentor plástico e
1 – LINGÜETA(S)
no componente a ser consertado. Quando a conexão é
2 – CONEXÃO RÁPIDA
feita, um “clique” é ouvido.
(8) Verifique se a condição está travada, puxando
ATENÇÃO: Os componentes internos (O rings, firmemente o tubo de combustível e a conexão (15-30
espaçadores) desse tipo de conexão rápida não lb.).
recebem manutenção em separado, mas retentores (9) Conecte o cabo negativo à bateria ou ao termi-
plásticos novos são disponíveis. Não tente conser- nal auxiliar de ligação.
tar as conexões ou tubos/linhas de combustível (10) Execute o teste da função de fechamento auto-
danificados. Se o conserto for necessário, substitua mático do sistema de combustível da unidade de
todo o conjunto de tubos de combustível. diagnósticos DRB para pressurizar o sistema de com-
bustível. Verifique se há vazamentos.
ADVERTÊNCIA: O SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
CONEXÃO PLÁSTICA DO TIPO COLAR RETENTOR
ESTÁ SOB UMA PRESSÃO CONSTANTE (MESMO
Este tipo de conexão pode ser identificado pela uti-
COM O MOTOR DESLIGADO). ANTES DE CONSER-
lização de um retentor plástico totalmente redondo,
TAR ALGUMA MANGUEIRA, CONEXÃO OU LINHA
em forma de colar (Fig. 10) e geralmente de cor
DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL, A PRESSÃO DO
preta.
SISTEMA DEVE SER LIBERADA. CONSULTE OS
“PROCEDIMENTOS DE ALÍVIO DA PRESSÃO DE ATENÇÃO: Os componentes internos (O rings,
COMBUSTÍVEL” NESTE GRUPO. espaçadores, retentores) desse tipo de conexão
rápida não recebem manutenção em separado. Não
DESCONEXÃO/CONEXÃO tente consertar as conexões ou os tubos/linhas de
combustível danificados. Se o conserto for neces-
(1) Execute os procedimentos de alívio da pressão
sário, substitua todo o conjunto do tubo de com-
de combustível. Consulte os “Procedimentos de Alívio
bustível.
da Pressão de Combustível” neste grupo.
(2) Desconecte o cabo negativo da bateria ou do
terminal auxiliar de ligação.
(3) Remova todo o material estranho da conexão,
antes de desligá-la.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 11
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
plástico do retentor deve ser pressionado em
REMOÇÃO esquadro para dentro da carcaça da conexão.
Se esse retentor for mal encaixado durante a
remoção, será difícil desligar a conexão. Use
uma chave de boca no apoio do colar do reten-
tor plástico, para ajudar a desconectar.
(5) Depois de desligar a conexão, o colar do reten-
tor plástico permanecerá com a carcaça do conector
da conexão rápida.
(6) Verifique se há danos na carcaça do conector da
conexão, no colar plástico do retentor e no compo-
nente do sistema de combustível. Substitua conforme
necessário.
INSTALAÇÃO
(7) Antes de ligar a conexão rápida ao componente
a ser consertado, verifique as condições da conexão e
do componente. Limpe as peças com um pano sem
fiapos. Lubrifique com óleo de motor limpo.
(8) Coloque a conexão rápida no componente a ser
consertado, até sentir um “clique”.
(9) Verifique se está travado, puxando firmemente
o tubo de combustível e a conexão (15-30 lb.).
(10) Conecte o cabo negativo da bateria ou do ter-
Fig. 10 Conexão Plástica do Tipo Colar Retentor minal auxiliar da ligação em ponte.
1 – TUBO DE COMBUSTÍVEL (11) Utilize o teste da função de fechamento auto-
2 – CONEXÃO RÁPIDA mático do sistema de combustível da unidade de
3 – EMPURRAR diagnósticos DRB para pressurizar o sistema de com-
4 – RETENTOR PLÁSTICO bustível. Verifique se há vazamentos.
5 – EMPURRAR
6 – EMPURRAR
7 – EMPURRAR REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
8 – EMPURRAR
RELÉ DE FECHAMENTO AUTOMÁTICO
ADVERTÊNCIA: O SISTEMA DE COMBUSTÍVEL O relé situa-se no Centro de Distribuição de Força
ESTÁ SOB UMA PRESSÃO CONSTANTE (MESMO (PDC) (Fig. 11). Para obter a localização do relé den-
COM O MOTOR DESLIGADO). ANTES DE CONSER- tro do PDC, consulte a tampa do PDC. Verifique os
TAR ALGUMA MANGUEIRA, CONEXÃO OU LINHA terminais elétricos para saber se há corrosão e con-
DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL, A PRESSÃO DO serte se necessário.
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL DEVE SER LIBERADA.
CONSULTE OS “PROCEDIMENTOS DE ALÍVIO DA RELÉ DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
PRESSÃO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL” NESTE O relé da bomba de combustível encontra-se no
GRUPO. PDC. A parte superior interna da tampa do PDC tem
uma etiqueta que mostra a localização do fusível e do
relé.
DESCONEXÃO/CONEXÃO
(1) Execute os procedimentos de alívio da pressão MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
de combustível. Consulte os “Procedimentos de Alívio
da Pressão de Combustível ” nesta seção. ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA
(2) Desconecte o cabo negativo da bateria ou do DE COMBUSTÍVEL ANTES DE FAZER MANUTEN-
terminal auxiliar de ligação. ÇÃO NOS COMPONENTES DO SISTEMA. FAÇA
(3) Limpe todo o material estranho da conexão, MANUTENÇÃO EM UMA ÁREA BEM VENTILADA E
antes de desmontar. EVITE FONTES DE IGNIÇÃO. NUNCA FUME
(4) Para liberar o componente do sistema de com- DURANTE A MANUTENÇÃO NO VEÍCULO.
bustível da conexão rápida, empurre firmemente e ao
mesmo tempo a conexão em direção ao componente a
ser consertado e o colar do retentor plástico em dire-
ção à conexão (Fig. 10). Com o colar plástico pressio-
nado, puxe a conexão do componente. O colar
14 - 12 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 11 Centro de Distribuição de Energia (PDC)


1 – CABO POSITIVO DA BATERIA
2 – ATERRAMENTO DA BATERIA Fig. 12 Porca de Aperto do Módulo da Bomba
3 – PURIFICADOR DE AR
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6856
4 – PCM
2 – ANEL DE APERTO DO MÓDULO DA BOMBA DE
5 – PDC COMBUSTÍVEL
6 – TCM

REMOÇÃO
(1) Remova o tampão de reabastecimento de com-
bustível e execute os “Procedimentos de Alívio de
Pressão do Sistema de Combustível”.
(2) Desconecte o cabo negativo da bateria.
(3) Remova o tanque de combustível, consulte a
seção de remoção do “Tanque de Combustível”.
(4) Desconecte as linhas do filtro de combustível do
módulo da bomba de combustível.
(5) Limpe a parte superior do reservatório para
remover sujeira e detritos.
(6) Usando a Ferramenta Especial N° 6856 -
Chave de Porcas do Anel do Módulo da Bomba de
Combustível, remova a porca de aperto do módulo da
bomba (Fig. 12).
Fig. 13 Remoção do Módulo da Bomba de
ADVERTÊNCIA: O RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍ-
Combustível
VEL DO MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
1 – MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
NÃO SE ESVAZIA QUANDO O RESERVATÓRIO É
2 – O RING
DRENADO. O COMBUSTÍVEL DO RESERVATÓRIO
PODE ESPIRRAR QUANDO O MÓDULO FOR REMO-
VIDO. INSTALAÇÃO
(1) Limpe a área da vedação do reservatório. Colo-
(7) Remova o módulo da bomba de combustível e o que um novo O ring no friso entre as roscas do reser-
O ring do reservatório (Fig. 13). Descarte o O ring. vatório e a abertura do módulo da bomba.
(2) Posicione o módulo da bomba no reservatório.
Certifique-se de que a aleta de alinhamento abaixo
do flange do módulo da bomba esteja no encaixe cor-
respondente do reservatório de combustível.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 13
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: O excesso de torque no aperto do anel
de travamento da bomba pode resultar em vaza-
mento.

(3) Enquanto segura o módulo da bomba na posi-


ção, instale a porca de aperto. Aperte a porca de
aperto com um torque de 74,5 N·m (55 pés-lb.)
usando a ferramenta especial N° 6856.
(4) Instale o tanque de combustível e o filtro de
combustível. Consulte a seção de instalação do “Tan-
que de Combustível”.
(5) Instale o cabo negativo no terminal auxiliar de
ligação.
(6) Encha o reservatório com combustível limpo.
Utilize a unidade de diagnósticos DRB para pressu-
rizar o sistema e verifique se há vazamentos.
Fig. 14 Linhas de Combustível no Módulo da
FILTRO DE COMBUSTÍVEL Bomba de Combustível
O filtro de combustível é montado na estrutura,
1 – LINHAS DE COMBUSTÍVEL
acima da parte traseira do reservatório de combustí- 2 – ANEL DE TRAVAMENTO DO MÓDULO DA BOMBA DE
vel. Os tubos de admissão e saída ficam permanente- COMBUSTÍVEL
mente conectados ao filtro. 3 – FILTRO DE COMBUSTÍVEL

REMOÇÃO (8) Remova o filtro de combustível (Fig. 15).


ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA
INSTALAÇÃO
DE COMBUSTÍVEL ANTES DE DESCONECTAR AS
O tubo de alimentação de combustível (para o fil-
CONEXÕES RÁPIDAS DO FILTRO DE COMBUSTÍ-
tro) e o tubo de retorno (para o módulo da bomba)
VEL E DO MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL.
estão permanentemente conectados ao filtro de com-
CONSULTE O “PROCEDIMENTO DE ALÍVIO DA
bustível. As extremidades dos tubos de alimentação e
PRESSÃO DO COMBUSTÍVEL”.
retorno têm conexões rápidas de tamanhos diferen-
(1) Remova o assento traseiro. tes. A conexão rápida maior se liga ao niple maior
(2) Desligue o conector elétrico da bomba de com- (lado de alimentação) do módulo da bomba de com-
bustível. Tire, pelo vão na carroceria, o anel isolante bustível. A conexão rápida menor se liga ao niple
e toda a linha auxiliar de ligação. menor (lado de retorno) do módulo da bomba de com-
(3) Remova o tampão de combustível lentamente, bustível.
para liberar a pressão do reservatório. (1) Aplique uma camada final de óleo 30 para
(4) Com o veículo suspenso, drene o combustível do motor, limpo, nos niples do filtro de combustível. Ins-
reservatório. Consulte “Drenagem do Reservatório de tale os tubos de combustível. Consulte “Tubos de
Combustível”, nesta seção. Combustível e Conexões Rápidas” nesta seção.
(5) Remova a tira do reservatório de combustível (2) Instale o reservatório de combustível, o filtro e
que fica do lado do motorista. Afrouxe, mas não as tiras. Instale primeiramente os parafusos da
remova, a tira do reservatório que fica do lado do frente, depois os de trás. Aperte os parafusos das
passageiro, permitindo que o bocal de enchimento do tiras do reservatório com um torque de 23 N·m (250
reservatório de combustível toque a barra transversal pol.-lb.). Certifique-se de que o anel isolante do
da suspensão traseira. chicote de fiação do módulo da bomba esteja
instalado na carroceria, quando o reservatório
ADVERTÊNCIA: ENROLE PANOS NAS MANGUEI- for erguido para sua posição.
RAS PARA RECOLHER OS ESPIRROS DE GASO- (3) Desça o veículo e ligue o conector do módulo da
LINA. bomba.
(4) Instale o assento traseiro.
(6) Desligue, no módulo da bomba, as conexões (5) Coloque combustível no reservatório.
rápidas das linhas de combustível (Fig. 14). Consulte (6) Conecte o cabo negativo do terminal auxiliar de
“Conexões Rápidas” nesta seção. ligação.
(7) Desconecte a linha de alimentação do módulo (7) Execute o teste da função de fechamento auto-
de corte de combustível. mático do sistema de combustível da unidade de
14 - 14 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
O PROCEDIMENTO DE ALÍVIO DA PRESSÃO DO
SISTEMA.

REMOÇÃO
(1) Abra as lingüetas do retentor do regulador de
pressão (Fig. 16).
(2) Alavanque o regulador de pressão do combustí-
vel para fora da carcaça.
(3) Certifique-se de que os O rings superior e infe-
rior tenham sido removidos com o regulador.

INSTALAÇÃO
(1) Lubrifique levemente os O rings com óleo limpo
de motor e coloque-os no vão do módulo da bomba
(Fig. 17).
(2) Empurre o regulador para dentro do vão do
Fig. 15 Filtro de Combustível módulo da bomba.
1 – BARRA TRANVERSAL TRASEIRA (3) Dobre as lingüetas do regulador por sobre as
2 – FILTRO DE COMBUSTÍVEL aletas da carcaça.
3 – BOCAL DE ENCHIMENTO DE COMBUSTÍVEL

diagnósticos DRB para pressurizar o sistema de com-


bustível. Verifique se há vazamentos.

REGULADOR DE PRESSÃO DO COMBUSTÍVEL


O regulador de pressão do combustível faz parte do
módulo da bomba de combustível (Fig. 16). Remova o
módulo da bomba de combustível do reservatório,
para ter acesso ao regulador de pressão do combustí-
vel. Consulte “REMOÇÃO DO MÓDULO DA BOMBA
DE COMBUSTÍVEL” nesta seção.

Fig. 17 O Rings do Regulador de Pressão do


Combustível
1 – O RING SUPERIOR
2 – O RING INFERIOR

FILTRO DE ENTRADA DA BOMBA DE


COMBUSTÍVEL
REMOÇÃO
(1) Remova o módulo da bomba de combustível.
Consulte a “Remoção do Módulo da Bomba de Com-
bustível”, nesta seção.
Fig. 16 Regulador de Pressão do Combustível
(2) Utilizando-se de uma chave de fenda afiada,
1 – FAÇA ALAVANCA ENTRE O REGULADOR E O ALOJAMENTO
2 – REGULADOR DE PRESSÃO DO COMBUSTÍVEL
desloque para trás, cuidadosamente, as aletas de
3 – ALETAS (4) retenção do reservatório da bomba de combustível e
remova o filtro (Fig. 18).
(3) Remova o O ring do filtro da carcaça do reser-
ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA vatório da bomba de combustível.
DE COMBUSTÍVEL ANTES DE FAZER MANUTEN- (4) Remova qualquer resíduo lavando o interior do
ÇÃO NOS COMPONENTES DO SISTEMA. EXECUTE tanque de combustível.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 15
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 19 Conector Elétrico do Sensor de Nível/Bomba


Fig. 18 Remoção do Filtro de Entrada de Combustível
1 – ALETAS 1 – CONECTOR ELÉTRICO
2 – FILTRO DE ENTRADA 2 – ALETAS DE RETENÇÃO

INSTALAÇÃO
(1) Lubrifique o O ring do filtro com óleo limpo
para motor.
(2) Insira o O ring do filtro em sua saída, de forma
que fique uniformemente colocado na dobra interna
da saída.
(3) Coloque o filtro na entrada da carcaça do reser-
vatório da bomba de combustível. Certifique-se de
que as aletas de retenção da carcaça do reservatório
fiquem travadas sobre a espigas do filtro.
(4) Instale o módulo da bomba de combustível.
Consulte “Instalação do Módulo da Bomba de Com-
bustível”, nesta seção.

SENSOR DE NÍVEL DE COMBUSTÍVEL


REMOÇÃO Fig. 20 Ferramenta de Remoção do Terminal
Remova o módulo da bomba de combustível. Con- 1 – FERRAMENTA DE REMOÇÃO DO TERMINAL
sulte “Módulo da Bomba de Combustível”, nesta 2 – CONECTOR DO SENSOR DE NÍVEL DO COMBUSTÍVEL
seção.
(1) Aperte as aletas de retenção e remova o conec- (5) Deslize o sensor de nível pelo canal de instala-
tor do sensor de nível/bomba de combustível da parte ção no módulo.
INFERIOR do conector elétrico do módulo da bomba
(Fig. 19). INSTALAÇÃO
(1) Insira os fios do sensor de nível pela parte infe-
AVISO: O chicote do módulo da bomba no TOPO
rior da abertura no módulo.
do flange não é removível e nem sofre manutenção.
(2) Assente os fios dentro do sulco na traseira do
(2) Usando o removedor de terminal da Ferra-
sensor de nível (Fig. 23).
menta Especial C-4334 ou equivalente, remova os
(3) Enquanto coloca os fios nos sulcos de guia, des-
terminais do conector do sensor de nível (Fig. 20).
lize o sensor de nível até que encaixe no lugar (Fig.
(3) Insira uma chave de fenda entre o módulo da
24). Certifique-se de que a aleta da parte inferior do
bomba e o topo do alojamento do sensor de nível (Fig.
sensor esteja travada no lugar certo.
21). Empurre suavemente o sensor de nível para
(4) Instale os fios do sensor de nível no conector.
baixo.
Empurre os fios pelo conector e depois puxe-os até
(4) Deslize os fios do sensor pela abertura do
que travem no lugar. Certifique-se de que os fios de
módulo da bomba (Fig. 22).
14 - 16 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 21 Afrouxando o Sensor de Nível Fig. 23 Sulco no Lado Posterior do Sensor de Nível
1 – INCLINAÇÃO CONTRA O SENSOR DE NÍVEL 1 – ASSENTE OS FIOS NO SULCO
2 – SENSOR DE NÍVEL 2 – VISTA POSTERIOR DO SENSOR DE NÍVEL

Fig. 22 Remoção/Instalação do Sensor de Nível Fig. 24 Canal de Instalação


1 – ABERTURA NO MÓDULO 1 – CANAL PARA O SENSOR DE NÍVEL
2 – SENSOR DO NÍVEL DO COMBUSTÍVEL 2 – MÓDULO DA BOMBA

sinal e de terra estejam instalados na posição correta MANUTENÇÃO EM UMA ÁREA BEM VENTILADA E
(Fig. 25). EVITE FONTES DE IGNIÇÃO. NUNCA FUME
(5) Instale o calço de travamento no conector. DURANTE A MANUTENÇÃO NO VEÍCULO.
(6) Empurre o conector para a parte inferior do
(2) Alivie a pressão do sistema de combustível.
conector elétrico do módulo da bomba de combustível.
Consulte o procedimento em “Procedimentos de Alívio
(7) Instale o módulo da bomba. Consulte “Módulo
da Pressão de Combustível”, nesta seção.
da Bomba de Combustível”, nesta seção.
ADVERTÊNCIA: ENROLE PANOS EM TORNO DAS
TRILHO DE COMBUSTÍVEL - 2.0/2.4L MANGUEIRAS PARA APANHAR QUALQUER VAZA-
MENTO DE GASOLINA.
REMOÇÃO
(1) Desconecte o cabo negativo do terminal auxiliar (3) Desconecte o tubo de alimentação de combustí-
de ligação. vel do trilho. Consulte “Conexões Rápidas” nesta
seção.
ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA (4) Desconecte os conectores elétricos dos injetores
DE COMBUSTÍVEL ANTES DE FAZER MANUTEN- de combustível (Fig. 26).
ÇÃO NOS COMPONENTES DO SISTEMA. FAÇA
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 17
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(2) Aplique uma leve camada de óleo limpo para
motor no O ring na extremidade do bico de cada inje-
tor.
(3) Insira os bicos dos injetores de combustível nas
aberturas do coletor de admissão. Coloque os injeto-
res no lugar. Aperte os parafusos de montagem do
trilho de combustível com um torque de 22,5 N·m 6
3 N·m (200630 pol.-lb.).
(4) Ligue os conectores elétricos nos injetores de
combustível.
(5) Conecte o tubo de fornecimento de combustível
no trilho. Consulte “Conexões Rápidas” na seção
“Fornecimento de Combustível” deste Grupo.
(6) Conecte o cabo negativo da bateria ao terminal
auxiliar de ligação.
Fig. 25 Conector Elétrico do Sensor de (7) Execute o teste da função de fechamento auto-
Combustível/Bomba/Nível mático do sistema de combustível da unidade de
1 – ATERRAMENTO DA BOMBA
diagnósticos DRB para pressurizar o sistema de com-
2 – ATERRAMENTO DO SENSOR DE NÍVEL bustível. Verifique se há vazamentos.
3 – ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL
4 – SINAL DO SENSOR DE NÍVEL TRILHO DE COMBUSTÍVEL-2.5L
REMOÇÃO
ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA
DE COMBUSTÍVEL ANTES DE FAZER MANUTEN-
ÇÃO NOS COMPONENTES DO SISTEMA. FAÇA
MANUTENÇÃO EM UMA ÁREA BEM VENTILADA E
EVITE FONTES DE IGNIÇÃO. NUNCA FUME
DURANTE A MANUTENÇÃO NO VEÍCULO

(1) Alivie a pressão do sistema de combustível.


Consulte o procedimento em “Alívio da Pressão do
Sistema de Combustível”, nesta seção.
(2) Desconecte o cabo negativo da bateria do termi-
nal auxiliar de ligação.

ADVERTÊNCIA: ENROLE PANOS EM TORNO DAS


MANGUEIRAS PARA RETER QUALQUER VAZA-
Fig. 26 Trilho de Combustível e Injetores MENTO DE GASOLINA.
1 – LINHA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL
2 – CONEXÕES RÁPIDAS NA LINHA DE COMBUSTÍVEL (3) Desconecte o tubo de fornecimento de combus-
3 – BOBINA DE IGNIÇÃO tível do trilho. Consulte “Conexões Rápidas” nesta
4 – TRILHO DE COMBUSTÍVEL seção.
5 – INJETOR DE COMBUSTÍVEL (4) Remova o coletor de admissão, consulte a seção
“Motor”.
(5) Remova os parafusos de montagem do trilho de (5) Desligue os conectores elétricos dos injetores de
combustível. combustível.
(6) Suspenda o trilho do coletor de admissão. (6) Remova os 4 parafusos que prendem o trilho de
Cubra as aberturas do injetor de combustível no cole- combustível (Fig. 27).
tor de admissão. (7) Retire o trilho de combustível do motor. Há
(7) Remova os injetores. espaçadores debaixo de cada parafuso do trilho
de combustível (Fig. 28).
INSTALAÇÃO
(1) Instale os injetores.
14 - 18 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

INJETORES DE COMBUSTÍVEL
REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Remova o trilho de combustível. Consulte “Tri-
lho de Combustível” nesta seção para obter os proce-
dimentos de remoção.
(3) Remova o injetor de combustível (Fig. 29).

Fig. 27 Conexão do Trilho de Combustível


1 – PARAFUSOS DO TRILHO DE COMBUSTÍVEL

Fig. 28 Espaçadores do Trilho de Combustível


1 – ESPAÇADORES DO TRILHO DE COMBUSTÍVEL

INSTALAÇÃO
(1) Aplique uma camada fina de óleo limpo para Fig. 29 Presilha do Injetor de Combustível - Motor
motor no O ring na extremidade do bico de cada inje- 2.5L
tor. 1 – TRILHO DE COMBUSTÍVEL
2 – INJETOR DE COMBUSTÍVEL
ATENÇÃO: Certifique-se de que os espaçadores 3 – PRESILHA DO INJETOR
estejam localizados diretamente abaixo de cada
posição de montagem do trilho de combustível. (4) Retire o injetor do trilho de combustível. Subs-
titua os O rings do injetor de combustível.
(2) Introduza os bicos dos injetores de combustível
nas aberturas do coletor de admissão. Assente os
INSTALAÇÃO
injetores em suas devidas posições. Aperte os parafu-
(1) Instale o injetor no trilho de combustível.
sos do trilho de combustível com um torque de 12
(2) Instale a presilha do injetor de combustível.
N·m (8 pés-lb.).
(3) Para instalar o trilho de combustível, consulte
(3) Ligue os conectores elétricos nos injetores de
“Instalação do Trilho de Combustível” nesta seção.
combustível.
(4) Instale o cabo negativo da bateria.
(4) Conecte o tubo de fornecimento de combustível
(5) Execute o teste do sistema de Combustível de
no trilho de combustível. Consulte “Conexões Rápi-
ASD da unidade de diagnósticos DRB para pressuri-
das”, na seção “Fornecimento de Combustível”.
zar o sistema de combustível. Verifique se há vaza-
(5) Instale o coletor de admissão, consulte a seção
mentos.
“Motor”.
(6) Instale os cabos da borboleta.
(7) Ligue os conectores elétricos aos sensores.
(8) Aperte os grampos do tubo de entrada de ar
com um torque de 3 N·m 61 (25 pol.-lb. 65).
(9) Conecte o terminal negativo ao terminal auxi-
liar de ligação.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 19
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL
ADVERTÊNCIA: ALIVIE A PRESSÃO DO SISTEMA
DE COMBUSTÍVEL ANTES DE FAZER MANUTEN-
ÇÃO NOS COMPONENTES DO SISTEMA. FAÇA
MANUTENÇÃO EM UMA ÁREA BEM VENTILADA E
EVITE FONTES DE IGNIÇÃO. NUNCA FUME
DURANTE A MANUTENÇÃO NO VEÍCULO.

REMOÇÃO
(1) Alivie a pressão do sistema de combustível.
Consulte o “Procedimento de Alívio da Pressão de
Combustível”, nesta seção.
(2) Desconecte o cabo negativo da bateria.
(3) Remova a almofada inferior do assento tra-
seiro, desconecte a ponte auxiliar de fiação do módulo Fig. 30 Bujão de Drenagem do Reservatório de
da bomba de combustível do chicote de fiação da car- Combustível
caça principal. Localize o anel isolante para a ponte 1 – BUJÃO DE DRENAGEM DO RESERVATÓRIO DE
auxiliar, próximo à base do assento traseiro. Tire o COMBUSTÍVEL
anel isolante e passe toda a ponte auxiliar de alimen-
tação através do vão da carroceria.
(4) Lentamente, remova o tampão de combustível,
para aliviar a pressão do reservatório.
(5) Com o veículo suspenso, drene o combustível do
reservatório. Segure o reservatório de combustível
num suporte, tal como um macaco para transmissão.
(6) Posicione um recipiente adequado para combus-
tível, que tenha a capacidade mínima de 16 galões
(aproximadamente 60 litros) embaixo do bujão de
drenagem, situado na extremidade esquerda inferior
do reservatório.

ATENÇÃO: Utilize uma chave para remover o bujão


de drenagem do reservatório.

(7) Remova o bujão de drenagem e escoe o combus-


tível (Fig. 30).
Fig. 31 Presilha da Mangueira de Enchimento
1 – MANGUEIRA DE ENCHIMENTO DE COMBUSTÍVEL
ADVERTÊNCIA: O BUJÃO DE DRENAGEM DEVE
2 – PRESILHA DA MANGUEIRA
ESTAR INSTALADO NESTE MOMENTO, POIS
3 – ENTRADA DO RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL
HAVERÁ 1 OU 2 GALÕES DE COMBUSTÍVEL NO 4 – BARRA TRANSVERSAL TRASEIRA
RESERVATÓRIO.

(8) Quando o combustível parar de escoar do reser- (10) Remova os parafusos e tiras do reservatório
vatório, instale o bujão de drenagem. Aperte-o com de combustível. Comece pelo lado do passageiro.
um torque de 32 pol.-lb. (11) Abaixe o tanque de combustível e remova a
linha do sistema de controle da evaporação e a linha
ADVERTÊNCIA: Talvez ainda haja combustível no de recirculação (Fig. 32).
tubo de enchimento. Remova a mangueira com cui- (12) Remova a linha de vácuo da bomba de detec-
dado, para reduzir os espirros de combustível. ção de vazamentos.
(13) Desconecte as linhas de combustível do
(9) Desconecte a mangueira (de borracha) de módulo da bomba de combustível. São conexões rápi-
enchimento do reservatório de combustível (Fig. 31). das (Fig. 33).
(14) Remova as mangueiras do canister EVAP.
ADVERTÊNCIA: ENROLE PANOS EM TORNO DAS
(15) Remova o reservatório do veículo. Deslize o
MANGUEIRAS PARA APANHAR QUALQUER ESPIR-
reservatório para frente à medida que o remove, a
ROS DE GASOLINA.
14 - 20 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
INSTALAÇÃO
(1) Posicione o reservatório de combustível no
macaco para transmissão.
(2) Levante o reservatório para sua posição.
(3) Conecte a linha de vapor ao conector em T para
a válvula de capotagem.
(4) Instale as mangueiras e linhas EVAP.
(5) Ligue o conector elétrico da bomba de combus-
tível.
(6) Instale o anel isolante do chicote do módulo da
bomba na carroceria.
(7) Conecte o tubo de combustível do chassi no fil-
tro de combustível. Consulte “Conexões Rápidas”
nesta seção.
(8) Conecte o tubo de enchimento na entrada do
reservatório. Aperte a presilha da mangueira com um
torque de 3,5 N·m (31 pol.-lb.).
(9) Posicione o filtro de combustível e as tiras do
reservatório. Instale primeiro os parafusos anteriores
Fig. 32 Componentes do Evaporador e depois os posteriores. Aperte os parafusos da tira do
1 – FILTRO DA BOMBA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS reservatório de combustível com um torque de 23
N·m (250 pol.-lb.). Remova o macaco de transmissão.
Certifique-se de que as tiras não estejam torcidas ou
tortas.
(10) Abaixe o veículo.
(11) Ligue o conector do módulo da bomba de com-
bustível, dentro do veículo. Instale a almofada do
assento traseiro.
(12) Encha o reservatório, instale o tampão do
bocal e conecte o cabo da bateria.

ATENÇÃO: Ao usar o teste do sistema de combus-


tível de fechamento automático, o relé de fecha-
mento automático permanecerá energizado vários
minutos, até que o teste seja interrompido ou até
que a ignição seja desligada.

(13) Execute o teste do sistema de combustível de


fechamento automático da unidade de diagnósticos
DRB para pressurizar o sistema de combustível. Veri-
fique a existência de vazamentos.

GARGALO DE ENCHIMENTO DE COMBUSTÍVEL


REMOÇÃO
Fig. 33 Remoção do Reservatório de Combustível (1) Afrouxe a tampa do tubo de enchimento de
1 – FILTRO DE COMBUSTÍVEL combustível.
2 – RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL (2) Remova os parafusos do gargalo de enchimento
3 – MÓDULO DA BOMBA DE COMBUSTÍVEL de combustível (Fig. 34).
4 – LINHA DE VAPOR DO RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL
(3) Desconecte a faixa de tomada de terra da car-
roceria.
fim de permitir que o gargalo de enchimento passe (4) Desconecte a mangueira do tubo de enchimento
pela barra transversal da suspensão. de combustível do gargalo do tanque de combustível.
Remova o conjunto do tubo de enchimento de com-
bustível.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 21
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 34 Remoção/Instalação do Gargalo de


Enchimento de Combustível
1 – TAMPA DO GARGALO DE ENCHIMENTO
2 – GARGALO DE ENCHIMENTO

INSTALAÇÃO
(1) Instale o tubo de enchimento de combustível. Fig. 35 Pedal do Acelerador e Cabo da Borboleta
Conecte a mangueira do tubo de enchimento de com- 1 – CABO
2 – EIXO DO PEDAL
bustível ao gargalo do tanque de combustível.
3 – PAINEL DASH
(2) Instale os parafusos do gargalo de enchimento
de combustível (Fig. 34).
(3) Instale a tampa do tubo de enchimento de com- (4) Segure a alavanca da carcaça da borboleta na
bustível. posição aberta e instale o cabo da borboleta.

PEDAL DO ACELERADOR CABO DA BORBOLETA - 2.0/2.4L


REMOÇÃO REMOÇÃO
(1) Remova o cabo da borboleta do came da carcaça (1) Trabalhando no compartimento do motor,
da borboleta, conforme descrito em “Cabo da Borbo- remova o cabo da borboleta da alavanca da carcaça
leta” desta seção. da borboleta (Fig. 36) e (Fig. 37).
(2) Obtenha acesso à parte de trás do eixo do pedal (2) Pressione as aletas de retenção no cabo e des-
e empurre o retentor em direção à traseira do veículo lize o cabo para fora do suporte (Fig. 37).
(Fig. 35). Talvez seja necessário puxar as apertar ore- (3) De dentro do veículo, alcance a parte de trás
lhas do retentor na lateral do painel do eixo do pedal. superior do eixo do pedal e empurre o retentor em
(3) Levante o cabo através da fenda do eixo do direção à parte traseira do veículo. Talvez seja neces-
pedal. sário apertar as orelhas no lado do painel dash do
(4) Remova as porcas dos prisioneiros do conjunto eixo do pedal.
do acelerador. Remova o conjunto do veículo. (4) Levante o cabo através da fenda da parte supe-
rior do eixo do pedal.
INSTALAÇÃO (5) Remova a presilha do cabo da borboleta fixada
(1) Posicione o conjunto do pedal do acelerador no ao anel isolante na dianteira do painel de instrumen-
painel dash. Instale as porcas de retenção. Aperte as tos.
porcas de retenção com um torque de 12 N·m (105 (6) No compartimento do motor, puxe o cabo da
pés-lb.). borboleta e o anel isolante para fora do painel dash.
(2) Coloque o cabo através da fenda no topo do eixo
do pedal. INSTALAÇÃO
(3) Enquanto segura a alavanca do pedal, empurre (1) No compartimento do motor, empurre a cone-
a presilha de retenção para frente, no veículo, encai- xão da extremidade do cabo e o anel isolante para
xando-a na alavanca do pedal. dentro do painel dash.
(2) Instale o clipe do cabo da borboleta.
14 - 22 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 36 Conexão do Cabo da Borboleta na Carcaça


da Borboleta
1 – CABO DO PILOTO AUTOMÁTICO Fig. 38 Direcionamento do Cabo 2.0L
2 – CABO DA BORBOLETA 1 – CABO DA BORBOLETA
3 – ALAVANCA DA BORBOLETA 2 – MANGUEIRAS DO AQUECEDOR

Fig. 37 Desligamento do Cabo da Borboleta


1 – ALETAS
Fig. 39 Direcionamento do Cabo 2.4L
2 – PRESILHA DO CABO
1 – CABO DA BORBOLETA

(3) Instale o alojamento do cabo (extremidade da


carcaça da borboleta) no suporte de montagem do CABO DA BORBOLETA - 2.5L
cabo no motor.
(4) Coloque o cabo através da fenda da parte supe- REMOÇÃO
rior do eixo do pedal. (1) Trabalhando no compartimento do motor,
(5) Enquanto segura a alavanca do pedal, empurre remova o cabo da borboleta da alavanca da carcaça
a presilha de retenção para frente, encaixando-a na da borboleta (Fig. 40).
alavanca do pedal. (2) Empurre a espiga de liberação no cabo da bor-
(6) No compartimento do motor, vire a alavanca da boleta em direção ao painel dash e deslize o cabo
borboleta para a frente, para a posição aberta, e ins- para fora do suporte (Fig. 41).
tale a abraçadeira do cabo (Fig. 37). (3) De dentro do veículo, alcance a parte de trás
superior do eixo do pedal e empurre o retentor em
direção à traseira do veículo. Talvez seja necessário
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 23
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(2) Instale a presilha do cabo da borboleta.
(3) Instale o alojamento do cabo (extremidade da
carcaça da borboleta) no suporte de montagem do
cabo no motor.
(4) Coloque o cabo através da fenda da parte supe-
rior do eixo do pedal.
(5) Enquanto segura a alavanca do pedal, empurre
a presilha de retenção para frente, no veículo, encai-
xando-a na alavanca do pedal.

Fig. 40 Conexão do Cabo da Borboleta na Carcaça


da Borboleta
1 – ALAVANCA DA BORBOLETA
2 – CABO DA BORBOLETA

Fig. 42 Direcionamento do Cabo 2.5L


1 – CABO DA BORBOLETA

(6) No compartimento do motor, vire a alavanca da


borboleta para a frente, para a posição aberta, e ins-
tale a braçadeira do cabo.

ESPECIFICAÇÕES
Fig. 41 Conexão do Cabo da Borboleta
1 – CABO DO PILOTO AUTOMÁTICO
TORQUE
2 – CABO DA BORBOLETA
3 – LINGÜETA DE LIBERAÇÃO DESCRIÇÃO TORQUE
Porcas entre o Pedal do Acelerador
e o Painel Dash . . . . . . . . . 12 N·m (106 pol.-lb.)
apertar as orelhas no lado do painel dash do eixo do
Parafuso de Montagem do Filtro de Combustível . .
pedal.
12 N·m (106 pol.-lb.)
(4) Levante o cabo através da fenda da parte supe-
Porca de Retenção do Módulo da Bomba de
rior do eixo do pedal.
Combustível . . . . . . . . . . . . 74,5 N·m (55 pés-lb.)
(5) Remova a presilha do cabo da borboleta, fixada
Parafusos da Tira do Reservatório
ao anel isolante na dianteira do painel de instrumen-
de Combustível . . . . . . . . 28,2 N·m (250 pol.-lb.)
tos.
(6) No compartimento do motor, puxe o cabo da Parafusos do Trilho de Combustível-2.0/2.4L . . 22.5
borboleta e o anel isolante para fora do painel dash. N·m (200 pol.-lb.)
Parafusos do Trilho de Combustível-2.5L . . 12 N·m
INSTALAÇÃO (106 pol.-lb.)
(1) No compartimento do motor, empurre a cone- Parafusos de Montagem da Bobina de Ignição . . 12
xão da extremidade do cabo e o anel isolante para N·m (106 pol.-lb.)
dentro do painel dash.
14 - 24 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)

CAPACIDADE TOTAL DO TANQUE oxigenados são necessários, em algumas regiões dos


Estados Unidos, durante os meses de inverno, para
Veículo Litros Galões E. U. A. reduzir as emissões de monóxido de carbono. Os com-
JA 60 16 bustíveis misturados com esses compostos podem ser
usados em seu veículo.
As capacidades nominais de reabastecimento serão
mostradas. Uma variação poderá ser observada entre ATENÇÃO: NÃO USE gasolina que contenha META-
os veículos devido à tolerância de fabricação e o NOL, pois ela pode danificar os principais compo-
procedimento de reabastecimento. nentes do sistema de combustível.

EXIGÊNCIAS QUANTO AO COMBUSTÍVEL MMT NA GASOLINA


Seu motor foi projetado para satisfazer todas as
MMT é um aditivo metálico que contém manganês,
regulamentações de emissões e oferecer excelente
misturado a um pouco de gasolina, para aumentar a
desempenho e economia de combustível com a utili-
octanagem. A gasolina misturada com MMT não pro-
zação de gasolina sem chumbo de alta qualidade, com
porciona vantagens adicionais de desempenho em
taxa de octanagem de 87. Não é recomendado o uso
relação à gasolina com a mesma taxa de octanagem,
de gasolina premium. O uso dessa gasolina não pro-
sem MMT. Essa gasolina misturada reduz a vida útil
porcionará benefícios em relação à gasolina comum
da vela e o desempenho do sistema de emissões em
de alta qualidade e, em algumas circunstâncias,
alguns veículos. Recomendamos o uso de gasolinas
poderá resultar em menor desempenho.
isentas de MMT em seu veículo. O conteúdo de MMT
Uma leve detonação de velas, em baixas rotações,
na gasolina pode não estar indicado na bomba, por-
não é prejudicial ao motor. Entretanto, fortes e cons-
tanto você deve perguntar a seu vendedor se ela con-
tantes detonações, em altas rotações, podem causar
tém MMT.
danos, tornando-se necessária imediata manutenção.
É mais importante procurar gasolina sem MMT no
Danos ao motor causados pela utilização do veículo
Canadá, porque ela pode ser usado em níveis mais
com fortes detonações de velas podem não ser cober-
altos do que o permitido nos Estados Unidos. O MMT
tos pela garantia.
é proibido na gasolina reformulada, conforme os
Gasolina de baixa qualidade pode causar proble-
padrões da Califórnia e os federais dos EEUU.
mas tais como partida difícil, afogamento e falhas. Se
notar esses sintomas, tente uma outra marca de ENXOFRE NA GASOLINA
gasolina, antes de enviar o veículo para manutenção.
Se você vive no nordeste dos Estados Unidos, seu
Mais de 40 fabricantes de automóveis do mundo
carro deve ter sido projetado de acordo com os
inteiro têm emitido e endossado especificações consis-
padrões de emissões baixos da Califórnia, com gaso-
tentes sobre gasolinas (o Worldwide Fuel Charter,
lina reformulada menos poluente e com um nível
WWFC), para definir as propriedades necessárias
baixo de enxofre. Se tais combustíveis não estiverem
para melhorar o desempenho e a durabilidade do seu
disponíveis nos estados que adotam o padrão de
veículo. Recomendamos a utilização de gasolinas que
emissões de acordo com as leis da Califórnia, seus
estejam em conformidade com as especificações da
veículos irão funcionar satisfatoriamente com as
WWFC, se estas forem disponíveis.
gasolinas que estão de acordo com as leis dos E. U.
A., porém, o desempenho do sistema de controle de
GASOLINA REFORMULADA emissões poderá ser afetado seriamente. A gasolina
Muitas regiões dos Estados Unidos exigem o uso de
vendida fora da Califórnia pode ter níveis mais altos
uma gasolina de combustão mais limpa, conhecida
de enxofre, afetando o desempenho do conversor cata-
como gasolina “reformulada”. Esse tipo de gasolina
lítico do veículo. Isso poderá acionar a luz indicadora
contém compostos oxigenados e é especificamente
de funcionamento incorreto (MIL), a luz de verifica-
misturada para reduzir as emissões do veículo e
ção (Check Engine), ou a de advertência para manu-
melhorar a qualidade do ar.
tenção do motor em breve (Service Engine Soon).
Apoiamos firmemente o uso de gasolina reformu-
Recomendamos que você experimente uma marca
lada. Essa gasolina, misturada adequadamente, pro-
diferente de gasolina sem chumbo, contendo pouco
porcionará excelentes desempenho e durabilidade aos
enxofre, para determinar se o problema está relacio-
componentes do sistema de combustível e ao motor.
nado ao combustível, antes de enviar seu veículo a
um revendedor autorizado, para manutenção.
GASOLINA/MISTURAS OXIGENADAS
Alguns distribuidores de combustível misturam
gasolina sem chumbo com compostos oxigenados, tais
como 10% de etanol, MTBE ou ETBE. Os compostos
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 25
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)
ATENÇÃO: Se a luz indicadora de funcionamento mento do conversor catalítico. Se você perceber um
incorreto (MIL) ou a luz de Verificação ou a de cheiro de combustão muito acentuado ou uma leve
Advertência para Manutenção do Motor em Breve fumaça, seu motor pode estar desregulado ou funcio-
(Service Engine Soon) estiver piscando, a manuten- nando incorretamente e imediata manutenção pode
ção imediata será necessária. Consulte o “Sistema ser necessária. Entre em contato com seu revendedor
de Diagnóstico de Bordo” nesta seção. para obter assistência técnica.
• Use combustível premium, sem chumbo, quando
fizer o veículo carregar ou puxar uma carga pesada
MATERIAIS ADICIONADOS AO COMBUSTÍVEL em condições de baixa umidade e alta temperatura.
Toda gasolina vendida nos Estados Unidos e Isso ajuda a prevenir a denotação de velas. Se as
Canadá deve conter aditivos detergentes eficazes. O batidas persistirem, elimine a carga, ou danos ao pis-
uso de detergentes adicionais ou outros aditivos não é tão poderão ocorrer.
necessário sob condições normais. • Não é recomendado o uso de aditivos de combus-
tível do tipo intensificadores de octanagem, como
CUIDADOS COM O SISTEMA DE COMBUSTÍVEL alguns encontrados atualmente. Muitos desses produ-
tos contêm altas concentrações de metanol. Danos ao
ATENÇÃO: Siga essas orientações para manter o sistema de combustível ou problemas de desempenho
desempenho de seu veículo. do veículo, resultantes do uso desses combustíveis ou
aditivos, não são responsabilidade da DaimlerChrys-
• O uso de gasolina com chumbo é proibido nos
ler Corporation e podem não estar cobertos pela
Estados Unidos, por lei. O uso desse tipo de gasolina
garantia do veículo novo.
pode prejudicar o desempenho do motor, danificar o
sistema de controle de emissões e resultar na perda AVISO: Adulteração intencional dos sistemas de
da cobertura da garantia. controle de emissões pode resultar em penalidades
• Motores desregulados, falhas da ignição ou o uso civis contra você.
de certos combustíveis podem causar superaqueci-
14 - 26 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA

SISTEMA DE INJEÇÃO DE COMBUSTÍVEL

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO FORNECIMENTO DE 5 VOLTS- SAÍDA DO


SISTEMA DE INJEÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 PCM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
SUBSTITUIÇÃO DO PCM. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 FORNECIMENTO DE 8 VOLTS -SAÍDA DO
MODOS DE FUNCIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . 27 PCM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
DIAGNÓSTICO DO SISTEMA. . . . . . . . . . . . . . . . 30 CARCAÇA DO ESTRANGULADOR. . . . . . . . . . . . 41
BUS DO CCD. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
MÓDULO DE CONTROLE DO TREM DE CARCAÇA DA BORBOLETA -MOTORES
FORÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 2.0/2.4L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
DETECTOR DO FECHAMENTO AUTOMÁTICO CARCAÇA DA BORBOLETA - MOTOR 2.5L . . . . . 43
- ENTRADA DO PCM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA -
VOLTAGEM DA BATERIA - ENTRADA DO PCM . . 32 2.0/2.4L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA
ARREFECIMENTO DO MOTOR- ENTRADA (TPS)-2.5L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
DO PCM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 MOTOR DE CONTROLE DE AR DA MARCHA
SENSORES DE OXIGÊNIO AQUECIDO- LENTA - 2.0/2.4/2.5L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
ENTRADA DO PCM. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE
SENSOR DE IGNIÇÃO- ENTRADA DO PCM . . . . 34 ADMISSÃO - MOTOR 2.4L . . . . . . . . . . . . . . . . 46
SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE
ADMISSÃO- ENTRADA DO PCM. . . . . . . . . . . . 34 ADMISSÃO - 2.5L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA DO SENSOR MAP/IAT - SOHC. . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
ESCAPAMENTO (MAP) - ENTRADA DO PCM . . 35 SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA DO
INTERRUPTOR DE PRESSÃO DA DIREÇÃO COLETOR (MAP) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
HIDRÁULICA- ENTRADA DO PCM . . . . . . . . . . 36 MÓDULO DE CONTROLE DO TREM DE
RETORNO DO SENSOR- ENTRADA DO PCM . . . 36 FORÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
RECEBIMENTO SCI- ENTRADA DO PCM . . . . . . 37 SENSOR ASCENDENTE 1/1 DE OXIGÊNIO -
SENSOR DE POSIÇÃO DO MOTORES 2.0/2.4L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
ESTRANGULADOR- ENTRADA DO PCM . . . . . 37 SENSOR ASCENDENTE 1/1 DE OXIGÊNIO
SINAL DE VELOCIDADE DO VEÍCULO- -MOTOR 2.5L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
ENTRADA DO PCM. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 SENSOR DESCENDENTE 1/2 DE OXIGÊNIO. . . . 49
RELÉ DE FECHAMENTO AUTOMÁTICO- RESSONADOR DE ENTRADA DE AR . . . . . . . . . 50
SAÍDA DO PCM. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 PURIFICADOR DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
SOLENÓIDE DE DEPURAÇÃO SUBSTITUIÇÃO DO ELEMENTO DO FILTRO . . . . 50
PROPORCIONAL - SAÍDA DO PCM . . . . . . . . . 39 SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA ARREFECIMENTO DO MOTOR. . . . . . . . . . . . . 51
LENTA - SAÍDA DO PCM . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 SENSOR DE VELOCIDADE DO VEÍCULO . . . . . . 52
CONECTOR DE COMUNICAÇÃO DE DADOS . . . 40 ESPECIFICAÇÕES
LUZ DE FUNCIONAMENTO INCORRETO/ ETIQUETA DE INFORMAÇÃO SOBRE O
VERIFICAÇÃO DO MOTOR (CHECK CONTROLE DE EMISSÕES DO VEÍCULO . . . . 52
ENGINE) - SAÍDA DO PCM . . . . . . . . . . . . . . . . 40 TORQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
RELÉ DA VENTOINHA DO RADIADOR- SAÍDA FERRAMENTAS ESPECIAIS
DO PCM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 COMBUSTÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
TACÔMETRO- SAÍDA DO PCM . . . . . . . . . . . . . . 41
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 27

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO MODOS DE FUNCIONAMENTO


SISTEMA DE INJEÇÃO FUNCIONAMENTO
Quando mudam os sinais de entrada no PCM, ele
FUNCIONAMENTO ajusta suas respostas para os dispositivos de saída.
Todos os motores usados nesta seção têm um sis- Por exemplo, o PCM pode calcular uma largura de
tema seqüencial de Injeção Eletrônica Multiponto pulso e uma sincronia de ignição diferentes para a
(MPI). O sistema MPI é regulado por computador e marcha lenta e para a borboleta totalmente aberta.
proporciona relações de ar/combustível precisas para Diferentes modos de funcionamento determinam
todas as condições de marcha. O Módulo de Controle como o PCM irá responder aos vários sinais de
do Trem de Força (PCM) opera o sistema de injeção entrada.
eletrônica de combustível. Há duas áreas diferentes de operação: LAÇO
O PCM regula: ABERTO e LAÇO FECHADO.
• Sincronia de ignição Durante o modo de LAÇO ABERTO, o PCM recebe
• Relação ar/combustível sinais de entrada e responde de acordo com a progra-
• Equipamentos de controle de emissão mação prévia. A entrada vinda dos sensores aquecido
• Ventoinha de arrefecimento de oxigênio ascendente e descendente não é monito-
• Sistema de carga rada durante o modo de LAÇO ABERTO, exceto para
• Marcha lenta diagnósticos dos sensores aquecidos de oxigênio, con-
• Piloto Automático do veículo tinuamente verificados quanto a condições de curto.
Diversos sensores fornecem as entradas necessá- Durante o modo de LAÇO FECHADO, o PCM
rias para que o PCM opere corretamente este sis- monitora a entrada vinda dos sensores ascendentes e
tema. Além dos sensores, diversos interruptores descendentes de oxigênio aquecido. O ascendente
também fornecem entradas para o PCM. indica ao PCM se a largura calculada para o pulso do
O PCM pode adaptar sua programação para aten- injetor resultou na mistura ideal de 14,7 partes de ar
der a mudanças de condições operacionais. para 1 parte de combustível. Monitorando a quanti-
O combustível é injetado na porta de admissão, dade de oxigênio nos gases de escape, através do sen-
acima da válvula de admissão, em quantidades pre- sor ascendente, o PCM pode fazer o ajuste fino na
cisas, por injetores operados eletricamente. O PCM largura do pulso. Este ajuste fino do pulso do injetor
dispara os injetores em uma seqüência específica. Na permite ao PCM obter uma ótima economia, aliada a
maioria das condições operacionais, o PCM mantém baixas emissões.
uma relação ar/combustível de 14,7 partes de ar para Para que o PCM entre na operação de LAÇO
1 de combustível, ajustando constantemente a lar- FECHADO, deve acontecer o seguinte:
gura do pulso do injetor. A largura do pulso do injetor (1) A temperatura do líquido de arrefecimento deve
é a quantidade de tempo em que o injetor permanece estar acima de 35° F.
aberto. • Se a temperatura do líquido de arrefecimento
O PCM ajusta a largura do pulso do injetor estiver acima de 35° o PCM esperará 44 segundos.
abrindo e fechando a ligação do injetor à terra. A • Se a temperatura do líquido de arrefecimento
rotação do motor (rpm) e a pressão absoluta no cole- estiver acima de 50° F, o PCM esperará 38 segundos.
tor de admissão (densidade do ar) são as entradas • Se a temperatura do líquido de arrefecimento
primárias que determinam a largura do pulso do estiver acima de 167° F, o PCM esperará 11 segun-
injetor. dos.
(2) Para as outras temperaturas, o PCM fará a
SUBSTITUIÇÃO DO PCM interpolação do tempo de espera correto.
(3) O sensor de oxigênio deverá apresentar a lei-
DESCRIÇÃO tura maiores que 0,745 ou menores que 0,1 volt.
USE A UNIDADE DE DIAGNÓSITCOS DRB (4) Os sistemas de injeção de combustível multi-
PARA REPROGRAMAR O NOVO PCM COM O ponto têm os seguintes modos de funcionamento:
NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO ORIGINAL • Ignição em ON (Ligado) (zero rpm)
(NIV) DO VEÍCULO E A QUILOMETRAGEM • Partida do Motor
ORIGINAL DO VEÍCULO. SE ESTA ETAPA NÃO • Aquecimento do Motor
FOR EXECUTADA, UM CÓDIGO DE PROBLE- • Velocidade de Cruzeiro
MAS DIAGNOSTICADOS (DTC) PODERÁ SER • Marcha Lenta
DEFINIDO. • Aceleração
• Desaceleração
• Borboleta Totalmente Aberta
14 - 28 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
• Interruptor da Ignição em OFF (Desligado) • Após determinar a posição do eixo de manivela,
(5) A partida do motor, o aquecimento do motor, a o PCM começa a energizar os injetores, em seqüên-
desaceleração com corte de combustível e a borboleta cia. Ele ajusta a largura do pulso e controla a sincro-
totalmente aberta são modos de LAÇO ABERTO. Na nia dos injetores, ligando e desligando cada um dos
maioria das condições operacionais, a aceleração, a injetores à terra.
desaceleração (com o A/C ligado), a marcha lenta e a • Quando o motor gira em marcha lenta, dentro de
velocidade de cruzeiro, com o motor na tempera- uma tolerância de 664 rpm em relação à rotação-
tura de trabalho, são modos de LAÇO FECHADO. alvo, o PCM compara o valor do sensor MAP naquele
instante com o valor da pressão atmosférica recebido
MODO DO INTERRUPTOR DA IGNIÇÃO EM ON (LIGADO) durante o modo de ignição ligada (zero rpm).
(ZERO RPM) Uma vez que os reles ASD e da bomba de combus-
Quando o sistema de injeção de combustível multi- tível tenham sido energizados, o PCM determina a
ponto é ativado pelo interruptor da ignição, ocorrem largura do pulso do injetor, com base no seguinte:
as seguintes ações: • Voltagem da bateria
• O PCM monitoriza o sensor de temperatura do • Temperatura do líquido de arrefecimento do
líquido de arrefecimento do motor e a entrada do sen- motor
sor de posição da borboleta. A partir dessa entrada, o • RPM do Motor
PCM determina a largura padrão do pulso injetor de • Temperatura do ar de admissão/entrada (IAT)
combustível. • Pressão Absoluta do Escapamento (MAP)
• Para modificar a largura do pulso do injetor, o • Posição da borboleta
PCM determina a pressão atmosférica pelo sinal do • Número de giros do motor, desde que deu a par-
sensor MAP. tida
Quando o interruptor da ignição estiver na posição Durante a partida, o PCM mantém a sincronia da
ON (Ligado) e o motor não estiver funcionando (zero ignição em 9° antes do ponto morto superior.
rpm), o relé de fechamento automático e o relé da
bomba de combustível se desenergizarão após aproxi- MODO DE AQUECIMENTO DO MOTOR
madamente 1 segundo. Desse modo, será cortada a Este é o modo de LAÇO ABERTO. As seguintes
tensão da bateria para a bomba de combustível, a entradas são recebidas pelo PCM:
bobina de ignição, os injetores de combustível e os • Temperatura do líquido de arrefecimento do
sensores aquecidos de oxigênio. motor
• Pressão absoluta do coletor (MAP)
MODO DE PARTIDA DO MOTOR • Temperatura do ar de admissão/entrada (IAT)
Este é um modo de LAÇO ABERTO. Se o veículo • Posição do eixo de manivela (velocidade do
estiver em Park ou Neutro (transmissão automática) motor)
ou se o pedal da embreagem estiver pressionado • Posição do eixo de comando de válvulas
(transmissão manual), o interruptor da ignição ener- • Sensor de batidas
gizará o relé de partida. As seguintes ações ocorrem • Posição da borboleta
quando o motor de arranque engata. • Interruptor do A/C
• Se o PCM receber os sinais dos sensores de posi- • Voltagem da bateria
ção dos eixos de comando de válvulas e de manivela, • Interruptor de pressão da direção hidráulica
ele irá energizar o relé ASD e o relé da bomba de • Velocidade do veículo
combustível. Se o PCM não receber os sinais dos sen- • Piloto Automático
sores de posição dos eixos de comando de válvulas e • Sensores de oxigênio
de manivela dentro de aproximadamente um O PCM ajusta a largura do pulso do injetor e con-
segundo, ele não irá energizar os relés ASD e da trola a sincronia do injetor ligando e desligando cada
bomba de combustível. Os relés do ASD e da bomba um dos injetores à terra.
de combustível fornecem tensão à bateria para a O PCM ajusta a sincronia da ignição e a velocidade
bomba de combustível, para os injetores de combustí- da marcha lenta do motor. A velocidade da marcha
vel, para a bobina de ignição e para os sensores aque- lenta do motor é ajustada através do motor de con-
cidos de oxigênio. trole de ar da marcha lenta.
• O PCM energiza os injetores (no pico de queda
de 69°) com uma largura calculada de pulso até que MODO DE VELOCIDADE CRUZEIRO OU MARCHA LENTA
ele determine a posição do eixo de manivela a partir Quando o motor está na temperatura de trabalho,
dos sinais dos sensores de posição dos eixos de isto é um modo de LAÇO FECHADO. Em velocidade
comando de válvulas e de manivela. O PCM deter- cruzeiro ou em marcha lenta, as seguintes entradas
mina a posição do eixo de manivela dentro de 1 giro são recebidas pelo PCM:
do motor.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 29
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
• Temperatura do ar de admissão/entrada (IAT) • Temperatura do líquido de arrefecimento do
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor
motor • Tempo de funcionamento do motor
• Pressão absoluta do coletor • Temperatura do ar de entrada/admissão (IAT)
• Posição do eixo de manivela (velocidade do • Interruptor de pressão da direção hidráulica
motor) • Quilometragem do veículo
• Posição do eixo de comando de válvulas
• Sensor de batidas MODO DE ACELERAÇÃO
• Posição da borboleta Este é um dos modos de LAÇO FECHADO. O PCM
• Conteúdo de oxigênio no gás de escapamento reconhece um aumento abrupto nas voltagens de
• Posições de controle do A/C saída dos sensores de posição da borboleta ou MAP
• Interruptor de pressão da direção hidráulica como uma demanda por maior potência do motor e
• Voltagem da bateria pela aceleração do veículo. O PCM aumenta a lar-
• Velocidade do veículo gura de pulso do injetor em resposta à maior
O PCM ajusta a largura do pulso do injetor e con- demanda de combustível.
trola a sincronia do injetor, ligando e desligando cada
um dos injetores ao terra. MODO DE DESACELERAÇÃO
O PCM ajusta a velocidade da marcha lenta do Este é um modo de LAÇO FECHADO. Durante a
motor e a sincronia da ignição. Ele ajusta a relação desaceleração, as seguintes entradas são recebidas
ar/combustível, de acordo com o conteúdo de oxigênio pelo PCM:
no gás do escapamento (medido pelos sensores ascen- • Sensor do A/C
dente e descendente de oxigênio aquecido). • Voltagem da bateria
O PCM monitora a falha da ignição do motor. • Temperatura do ar de admissão/entrada
Durante falha ativa da ignição, e dependendo de sua • Temperatura do líquido de arrefecimento do
gravidade, o PCM fica continuamente iluminando ou motor
piscando a luz de funcionamento incorreto [Luz de • Posição do eixo de manivela (velocidade do
verificação do motor (Check Engine), no painel de motor)
instrumentos]. Além disso, o PCM armazena na • Conteúdo de oxigênio do gás do escapamento
memória o DTC de falha na ignição do motor. (sensor aquecido de oxigênio ascendente)
O PCM executa diversas rotinas de diagnóstico, • Sensor de batidas
entre elas: • Pressão absoluta do coletor
• Monitoramento do sensor de oxigênio • Interruptor de pressão da direção hidráulica
• Diagnóstico do sensor descendente de oxigênio • Posição da borboleta
aquecido, durante a operação do laço aberto (exceto • O controle do motor IAC se altera em resposta
para o diagnóstico de curto) ao retorno do sensor MAP
• Monitoramento do sistema de combustível O PCM pode receber uma entrada da borboleta do
• Monitoramento EGR sensor de posição da borboleta dando-a como “fecha-
• Monitoramento do sistema de depuração da”, quando ele percebe uma diminuição abrupta da
• Todas as entradas monitoradas em relação à pressão do coletor. Isso indica uma desaceleração vio-
apropriada faixa de voltagem lenta. Em resposta, o PCM pode momentaneamente
• Todos os componentes monitorizados (consulte a desativar os injetores. Isso ajuda a melhorar a econo-
seção “Emissões” para obter os “Diagnósticos de mia de combustível, as emissões e o travamento do
Bordo”) motor.
O PCM compara as entradas do sensor aquecido de
oxigênio ascendente para medir a eficiência do con- MODO DE BORBOLETA TOTALMENTE ABERTA
versor catalítico. Se a eficiência do catalisador cair Este é um modo LAÇO ABERTO. Durante o funci-
abaixo do mínimo aceitável, o PCM armazena na onamento da borboleta totalmente aberta, as seguin-
memória um código de problema diagnosticado. tes entradas são utilizadas pelo PCM:
Durante determinadas condições, o PCM pode • Temperatura do ar de admissão/entrada (IAT)
entrar com uma estratégia de velocidade variável da • Temperatura do líquido de arrefecimento do
marcha lenta. Durante esta estratégia, o PCM ajusta motor
a velocidade do motor nas seguintes entradas. • Velocidade do motor
• Sensor do A/C • Sensor de batidas
• Voltagem da bateria • Pressão absoluta do coletor
• Temperatura da bateria • Posição da borboleta
Quando o PCM sente a condição de borboleta total-
mente aberta através do sensor de posição da borbo-
14 - 30 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
leta, ele desenergiza o relé do acoplador do recebe o sinal de temperatura do evaporador do ar
compressor do A/C. Isso desativa o sistema de ar con- condicionado através do bus do CCD.
dicionado. Os componentes a seguir acessam ou enviam infor-
O PCM não monitoriza as entradas do sensor aque- mações no bus do CCD.
cido de oxigênio, durante o funcionamento da borbo- • Painel de Instrumentos
leta toda aberta, exceto para o sensor de oxigênio • Módulo de Controle da Carroceria
descendente e para ambos os diagnósticos de curto- • Módulo de Diagnóstico do Sistema de Air Bag
circuito. O PCM ajusta a largura do pulso do injetor • Comando Completo do Visor do Controle Auto-
para fornecer uma pré-determinada quantidade adi- mático de Temperatura
cional de combustível. • Módulo ABS
• Módulo de Controle da Transmissão
MODO DE IGNIÇÃO DESLIGADA • Módulo de Controle do Trem de Força
Quando o operador coloca o interruptor da ignição • Módulo de Acompanhamento de Percurso (se
na posição OFF (Desligado), ocorre o seguinte: assim equipado)
• Todas as saídas são desligadas, a menos que o
teste de monitoramento do aquecedor de oxigênio MÓDULO DE CONTROLE DO TREM DE FORÇA
esteja sendo processado. Consulte a seção “Emissões”
para obter os “Diagnósticos de Bordo”. FUNCIONAMENTO
• Nenhuma entrada é monitorada, exceto os sen- O PCM é um computador digital que contém um
sores aquecidos de oxigênio. O PCM monitora os ele- microprocessador. O PCM recebe sinais de entrada de
mentos de aquecimento nos sensores de oxigênio e diversos interruptores e sensores, as chamadas
depois se desliga. “Entradas do PCM”. Baseado nessas entradas, o
PCM ajusta diversas operações do motor e do veículo,
DIAGNÓSTICO DO SISTEMA através de dispositivos chamados “Saídas do PCM”.

FUNCIONAMENTO AVISO: Entradas do PCM:


O PCM pode testar diversos de seus próprios cir-
cuitos de entrada e saída. Se ele perceber uma falha • Controles do Ar Condicionado
em um sistema importante, ele armazena na memó- • Voltagem da Bateria
ria um Código de Problema Diagnosticado (DTC). • Sensor de Temperatura da Bateria
Para obter as informações sobre o DTC, consulte o • Interruptor do Freio
“DIAGNÓSTICOS DE BORDO”. • Sensor de Posição do Eixo de Comando de Vál-
vulas
BUS DO CCD • Sensor de Posição do Eixo de Manivela
• Bus do CCD
DESCRIÇÃO • Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefeci-
Diversos controladores e módulos trocam informa- mento do Motor
ções através de uma porta lógica de comunicação de • Sensor de Nível do Combustível
dois fios chamado Bus do CCD. O PCM transmite • Interruptor da Ignição
várias informações de entrada monitorada e pedidos • Sensor de Temperatura do Ar de Admissão
de controle à outros módulos, no bus do CCD. O PCM • Sensor de batidas (2.0/2.4L apenas)
também recebe informações e pedidos que executam o • Bomba de Detecção de Vazamentos
controle de suas saídas de outros controladores no • Sensor de Pressão Absoluta do Coletor (MAP)
bus do CCD. O bus do CCD tem uma tensão de apro- • Sensores de Oxigênio
ximadamente 2,5 volts. • Interruptor de Pressão da Direção Hidráulica
• Recebimento SCI
FUNCIONAMENTO • Interruptores de Controle de Velocidade
Vários módulos trocam informações através da • Sensor de Posição do Estrangulador
porta lógica de comunicações chamada Bus do CCD. • Interruptor Park/Neutral da Transmissão (trans-
O Módulo de Controle do Trem de Força (PCM) missão automática)
transmite o sinal On/Off (Ligado/Desligado) da Luz • Sensor de Velocidade do Veículo
Check Engine (Verificação do Motor) e a RPM do
AVISO: Saídas do PCM:
motor no bus do CCD. O PCM recebe a entrada de
seleção do Ar Condicionado, a entrada da posição da • Relé do Acoplador do Ar Condicionado
engrenagem de transmissão e as entradas de atuação • Relé do Fechamento Automático (ASD)
do piloto automático no bus do CCD. O PCM também • Luz Indicadora de Carga
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 31
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
• Bus do CCD • Interruptor de pressão da direção hidráulica
• Transmissão SCI • Posição do estrangulador
• Solenóide de Depuração Proporcional • Seleção da marcha de transmissão (interruptor
• Solenóide EGR park/neutral)
• Injetores de Combustível • Distância percorrida pelo veículo (velocidade)
• Relé da Bomba de Combustível Os relés de Fechamento Automático (ASD) e da
• Campo Elétrico do Alternador Bomba de Combustível estão localizados no Centro de
• Motor de Controle do Ar da Marcha Lenta Distribuição de Força (PDC).
• Bobinas de Ignição O sensor de posição do eixo de comando de válvu-
• Luz de Funcionamento Incorreto / Verificação do las (coletor de sinal do distribuidor no 2.5L) e o sen-
Motor (Check Engine) sor de posição do eixo de manivela mandam seus
• Relés da Ventoinha do Radiador sinais ao PCM. Se o PCM não receber ambos sinais
• Solenóides de Controle de Velocidade dentro de aproximadamente 1 segundo após a par-
Baseado nas entradas recebidas, o PCM ajusta a tida, ele desativará os relés de fechamento automá-
largura do pulso dos injetores de combustível, a mar- tico e o da bomba de combustível. Quando estes relés
cha lenta, o avanço da ignição, o intervalo da bobina são desativados, a força é desligada dos injetores, da
de ignição e o funcionamento de depuração do canis- bobina de ignição, dos elementos de aquecimento dos
ter EVAP. O PCM regula a ventoinha de arrefeci- sensores de oxigênio e da bomba de combustível.
mento, o ar condicionado e os sistemas de controle de O PCM contém um conversor de voltagem que
velocidade. O PCM muda a carga do alternador, ajus- transforma a voltagem da bateria em uma corrente
tando seu campo elétrico. Ele também executa diag- contínua de 9 volts para energizar os sensores de
nósticos. posição do eixo de comando de válvulas, do eixo de
O PCM altera a largura do pulso dos injetores (pro- manivela e de velocidade do veículo. O PCM fornece
porção ar/combustível), baseado nas seguintes entra- também uma corrente contínua de 5 volts para os
das. sensores de pressão absoluta do coletor (MAP), de
• Voltagem da Bateria posição do estrangulador e para o interruptor de
• Temperatura do líquido de arrefecimento pressão do A/C.
• Conteúdo dos gases de escape (sensor de oxigê-
nio) DETECTOR DO FECHAMENTO AUTOMÁTICO -
• Velocidade do motor (sensor de posição do eixo ENTRADA DO PCM
de manivela)
• Temperatura do ar de admissão DESCRIÇÃO
• Pressão absoluta do coletor (MAP) Trata-se de uma entrada para o Módulo de Con-
• Posição do estrangulador trole do Trem de Força do relé ao Centro de Distri-
O PCM ajusta a sincronia da ignição baseado nas buição de Energia. Veja na tampa a localização do
seguintes entradas: relé.
• Temperatura do líquido de arrefecimento
• Velocidade do motor (sensor de posição do eixo FUNCIONAMENTO
de manivela) O circuito de detecção do sistema de fechamento
• Sensor de batidas automático informa ao PCM quando o relé de fecha-
• Pressão absoluta do coletor (MAP) mento automático se energiza. Um sinal de 12 volts
• Posição do estrangulador nessa entrada indica ao PCM que o sistema de fecha-
• Seleção de marchas (interruptor park/neutral) mento automático foi ativado. Essa entrada é usada
• Temperatura do ar de admissão somente para detectar se o relé de fechamento auto-
O PCM ajusta também a marcha lenta do motor, mático está energizado.
através do motor de controle de ar da marcha lenta, Quando energizado, o relé de fechamento automá-
baseado nas seguintes entradas: tico fornece tensão da bateria aos injetores de com-
• Sensor do ar condicionado bustível, às bobinas da ignição e ao elemento de
• Voltagem da Bateria aquecimento em cada sensor de oxigênio. Se o PCM
• Temperatura da Bateria não receber os 12 volts dessa entrada após o aterra-
• Interruptor do freio mento do relé de fechamento automático, ele define
• Temperatura do líquido de arrefecimento um Código de Problemas Diagnosticados (DTC).
• Velocidade do motor (sensor de posição do eixo Quando energizado, o relé de fechamento automá-
de manivela) tico fornece energia para ativar os injetores, a bobina
• Tempo em funcionamento do motor da ignição, o campo do gerador, os aquecedores dos
• Pressão absoluta do coletor (MAP) sensores de oxigênio ascendente e descendente e tam-
14 - 32 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
bém fornece um circuito de detecção ao PCM para as Carga
finalidades dos diagnósticos. O PCM energiza o sis- O PCM usa a voltagem detectada da bateria para
tema de fechamento automático a qualquer momento verificar se a voltagem de carga alvo (determinada
que haja um sinal do sensor de posição do eixo de pelo sensor de temperatura da bateria) está sendo
manivela que exceda um valor determinado. O relé atingida. Para manter a voltagem de carga alvo, o
de fechamento automático também pode ser energi- PCM induzirá por completo o gerador para 0,5 volt
zado após o motor ser desligado, para executar um acima do alvo, em seguida, DESLIGARÁ para 0,5
teste do aquecedor do sensor de oxigênio, se o veículo volt abaixo do alvo. Isso continuará ocorrendo a uma
for equipado com os diagnósticos de OBD II. freqüência de até 100 Hz, 100 vezes por segundo.
Com o SBEC III, o eletromagneto do relé de fecha-
mento automático é alimentado pela tensão da bate- SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ria e não pela tensão da ignição. O PCM ainda ARREFECIMENTO DO MOTOR- ENTRADA DO
fornece o aterramento. Como mencionado anterior-
mente, o PCM energiza o relé de fechamento automá- PCM
tico durante um teste do aquecedor do sensor de
oxigênio. Esse teste é executado somente após o DESCRIÇÃO
motor ter sido desligado. O PCM ainda funciona O sensor do líquido de arrefecimento está rosque-
internamente para executar várias verificações, ado na parte traseira do cabeçote do cilindro, no
inclusive monitorar os aquecedores dos sensores de motor 2.0L (Fig. 1), na parte dianteira do cabeçote do
oxigênio. Este e outros testes de DTC são explicados cilindro, no motor 2.4L (Fig. 2), e próximo ao gargalo
com mais detalhes no Manual Simplificado de Refe- de enchimento do líquido de arrefecimento, no motor
rência dos Diagnósticos de Bordo. 2.5L (Fig. 3). Em sensores novos se aplica composto
vedador nas roscas.
VOLTAGEM DA BATERIA - ENTRADA DO PCM
DESCRIÇÃO
A alimentação direta da bateria ao PCM é usada
como ponto de referência para detectar a voltagem da
bateria.

FUNCIONAMENTO
Para funcionar, o PCM deve ser alimentado pela
voltagem da bateria e pela terra. O PCM monitora a
entrada da alimentação direta da bateria para deter-
minar o regime de carga da bateria e controlar o
ponto de abertura inicial do injetor. Ele possui tam-
bém uma memória RAM de reserva, usada para
armazenar os códigos de problemas diagnosticados
(DTCs do funcionamento da alimentação). A alimen-
tação direta da bateria também é usada para execu- Fig. 1 Sensor de Temperatura do Líquido de
tar os diagnósticos de chave na posição OFF Arrefecimento do Motor -2.0L
(Desligado) e fornecer a tensão de funcionamento ao 1 – SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR
controlador do OBD II.
2 – SENSOR DE POSIÇÃO DO EIXO DE COMANDO DE
Se a voltagem da bateria estiver baixa, o PCM VÁLVULAS
aumentará a duração de pulso do injetor (período de
tempo que o injetor é energizado).
FUNCIONAMENTO
Efeito sobre os Injetores de Combustível O PCM determina a temperatura do líquido de
Os injetores de combustível são regulados para arrefecimento a partir do sensor de temperatura do
funcionarem a uma voltagem específica. Se a volta- líquido de arrefecimento.
gem aumentar, o êmbolo induzido abrirá mais rápido O sensor de temperatura do líquido de arrefeci-
e de modo oposto. Se a voltagem for baixa, o injetor mento tem um elemento. O elemento fornece um
ficará lento para abrir. Portanto, se a voltagem da sinal da temperatura do líquido de arrefecimento ao
bateria detectada cair, o PCM aumenta a duração de PCM. O PCM fornece as informações sobre a tempe-
pulso do injetor para manter o mesmo volume de ratura do líquido de arrefecimento, através do Bus do
combustível que passa pelo injetor.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 33
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

SENSORES DE OXIGÊNIO AQUECIDO-


ENTRADA DO PCM
DESCRIÇÃO
O sensor ascendente de oxigênio está rosqueado no
flange de saída do coletor de escapamento (Fig. 4) ou
(Fig. 5).

Fig. 2 Sensor de Temperatura do Líquido de


Arrefecimento do Motor-2.4L
1 – TAMPA DO ENCHEDOR DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO
2 – UNIDADE MEDIDORA DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR

Fig. 4 Sensor Ascendente 1/1 de Oxigênio-Motores


2.0/2.4L
1 – SENSORES DE OXIGÊNIO
2 – COLETOR DE ESCAPAMENTO

Fig. 3 Sensor de Temperatura do Líquido de


Arrefecimento do Motor-2.5L
1 – GARGALO DE ENCHIMENTO DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO
2 – SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR
3 – TUBO DE ADMISSÃO DE AR

CCD, para o Módulo de Controle da Carroceria, para Fig. 5 Sensor Ascendente 1/1 de Oxigênio-Motor-
ser indicado no conjunto do painel de instrumentos. 2.5L
1 – CONVERSOR CATALÍTICO
Como a temperatura do líquido de arrefecimento
2 – SENSOR AQUECIDO ASCENDENTE DE OXIGÊNIO
varia, a resistência do sensor se altera, variando o
consumo de corrente do PCM.
Quando o motor está frio, o PCM proporciona uma O sensor aquecido descendente de oxigênio está
mistura ar/combustível ligeiramente mais rica e uma rosqueado dentro do tubo de descarga, na parte tra-
marcha lenta mais acelerada, até que a temperatura seira do conversor catalítico (Fig. 6).
normal de funcionamento seja atingida.
14 - 34 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
do pela mistura pobre ar/combustível), o sensor pro-
duz uma voltagem baixa, de até 0,1 volt. Quando há
menos oxigênio (mistura rica ar/combustível), o sen-
sor produz uma voltagem de até 1,0 volt. Através da
monitorização do conteúdo de oxigênio e da sua con-
versão em voltagem elétrica, o sensor age como um
interruptor de mistura rica-pobre.
O elemento de aquecimento no sensor fornece calor
a seu elemento cerâmico. O aquecimento do sensor
permite que o sistema entre em operação de “laço
fechado” mais cedo. Além disso, permite que o sis-
tema mantenha a operação de “laço fechado” durante
períodos longos do motor em marcha lenta.
Em “laço fechado”, o PCM ajusta a largura do
pulso do injetor com base no sensor de oxigênio
ascendente, juntamente com outras entradas. Em
Fig. 6 Sensor Descendente 1/2 de Oxigênio “laço aberto”, o PCM ajusta a largura do pulso do
1 – SENSOR AQUECIDO DESCENDENTE DE OXIGÊNIO injetor com base em valore pré-programados (fixos) e
2 – CONVERSOR CATALÍTICO entradas de outros sensores.

SENSOR DESCENDENTE 1/2 DE OXIGÊNIO


FUNCIONAMENTO A entrada do sensor aquecido descendente de oxi-
À medida que o veículo acumula quilometragem, o
gênio é usada para detectar a deterioração do conver-
conversor catalítico se deteriora. A deterioração
sor catalítico. À medida que o conversor se deteriora,
resulta em um catalisador menos eficiente. Para
a entrada do sensor descendente começa a coincidir
monitorizar a deterioração do conversor catalítico, o
com a entrada do sensor ascendente, exceto por cur-
sistema de injeção de combustível usa dois sensores
tos períodos de tempo. Comparando a entrada do sen-
de oxigênio aquecido. Um sensor, entre o conversor e
sor de oxigênio aquecido descendente com a entrada
o motor, chamado “ascendente” e outro, do lado
do sensor ascendente, o PCM calcula a eficiência do
oposto, chamado “descendente”. O PCM compara a
conversor catalítico.
leitura dos sensores para calcular a capacidade de
armazenamento de oxigênio no conversor e sua efici-
SENSOR DE IGNIÇÃO- ENTRADA DO PCM
ência. Além disso, o PCM usa a entrada do sensor de
oxigênio aquecido, ascendente, para ajustar a largura
FUNCIONAMENTO
do pulso do injetor.
A entrada do sensor de ignição informa ao Módulo
Quando a eficiência do conversor cai abaixo dos
de Controle do Trem de Força (PCM) que a chave da
padrões de emissão, o PCM armazena um código de
ignição está em posição de arranque ou RUN.
problemas diagnosticados e acende a luz de funciona-
mento incorreto (MIL).
O relé de fechamento automático fornece a volta-
SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE
gem à bateria para ambos os sensores de oxigênio ADMISSÃO- ENTRADA DO PCM
aquecido, ascendente e descendente. Os sensores de
oxigênio aquecido são equipados com um elemento de DESCRIÇÃO
aquecimento. Os elementos de aquecimento reduzem O sensor IAT e o sensor de Pressão Absoluta do
o tempo necessário para os sensores atingirem a tem- Coletor (MAP) são, na verdade, um só sensor combi-
peratura de trabalho. nado, que se conecta ao coletor de admissão (Fig. 7)
dos motores 2.0L.
SENSOR ASCENDENTE 1/1 DE OXIGÊNIO O sensor IAT está rosqueado no coletor de admis-
A entrada do sensor de oxigênio aquecido ascen- são (Fig. 8) ou (Fig. 9) para os motores 2.4/2.5L.
dente informa ao PCM o conteúdo do gás de escapa-
mento. Com base nesta entrada, o PCM faz um FUNCIONAMENTO
ajuste fino da relação ar/combustível, através do O sensor de Temperatura do Ar de Entrada (IAT)
ajuste da largura do pulso do injetor. mede a temperatura do ar admitido ao motor. O sen-
A entrada do sensor varia entre 0 e 1 volt, depen- sor fornece uma das entradas que o PCM usa para
dendo do conteúdo de oxigênio do gás do escapa- determinar a duração de pulso do injetor e o avanço
mento, no coletor de escapamento. Quando uma da faísca.
grande quantidade de oxigênio está presente (causa-
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 35
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

Fig. 7 Sensor de Temperatura do Ar de Admissão e Fig. 9 Sensor de Temperatura do Ar de Admissão e


Sensor MAP- 2.0L Sensor MAP-2.5L
1 – SENSOR MAP/ TEMPERATURA DO AR 1 – SENSOR MAP
2 – NIPLE DE VÁCUO PCV 2 – SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE ADMISSÃO
3 – COLETOR DE ADMISSÃO

tura ar/combustível da câmara de explosão. O PCM


exige essa informação para determinar a duração do
pulso do injetor e o avanço da faísca. Quando o MAP
equaliza a pressão barométrica, a amplitude de pulso
estará no máximo.
A exemplo dos sensores dos eixos de comando de
válvulas e de manivela, uma referência de 5 volts é
alimentada do PCM, retornando a ele um sinal de
tesão que reflete a pressão do coletor. A leitura da
pressão zero é 0,5V e de pressão no final da escala é
4,5V. Para uma oscilação de pressão de 0-15 psi, a
tensão muda para 4,0V. O sensor é alimentado com
uma tensão regulada de 4,8 a 5,1 volts para acionar o
sensor. Como a terra dos sensores de came, a do eixo
de manivela é fornecida através do circuito de
retorno do sensor.
A entrada do sensor MAP é a determinante princi-
Fig. 8 Sensor de Temperatura do Ar de Admissão e pal da amplitude de pulso. A função mais importante
Sensor MAP-2.4L do sensor MAP é determinar a pressão barométrica.
1 – SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE ADMISSÃO O PCM precisa saber se o veículo está no nível do
2 – CARCAÇA DO ESTRANGULADOR
mar ou a 1.500 metros acima do nível do mar, pois a
3 – SENSOR MAP
densidade do ar muda conforme a altitude. Isso aju-
4 – COLETOR DE ADMISSÃO
dará a corrigir as condições de variação do tempo. Se
um furacão estiver passando, a pressão seria muito
SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA DO baixa ou haveria um verdadeiro tempo bom em uma
ESCAPAMENTO (MAP) - ENTRADA DO PCM área de pressão alta. Isso é importante porque con-
forme a pressão muda, a pressão barométrica tam-
DESCRIÇÃO bém muda. A pressão barométrica e a altitude têm
O sensor MAP está montado no coletor de admis- uma correlação inversa: quando a altitude sobe, a
são (Fig. 7), (Fig. 8) e (Fig. 9). barométrica desce. A primeira coisa que acontece
quando a chave é girada, antes de atingir a posição
FUNCIONAMENTO de acionamento do eixo de manivela, é a alimentação
O MAP serve como uma entrada do PCM, usando do PCM, que muda de direção e observa a tensão do
uma unidade de detecção com base de silício, para MAP. Baseado na tensão, o PCM identifica a pressão
fornecer dados ao coletor de vácuo que extrai a mis- barométrica m relação à altitude. Assim que é dada a
14 - 36 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
partida no motor, o PCM monitora novamente a ten- pol. Hg. Se estiver passando uma tempestade, ela
são, continuamente a cada 12 milissegundos, compa- pode ou aumentar a pressão alta ou diminuir a pres-
rando a tensão da corrente em relação a corrente lida são baixa que seria a esperada para aquela altitude.
com a chave na posição. A diferença entre a corrente Deveria se tonar um hábito conhecer qual é a pressão
atual e a com a chave na posição é o vácuo do coletor. média e a pressão barométrica correspondente à sua
Com a chave na posição ligada (sem o motor funci- região. Use sempre use o manual de procedimentos
onar) o sensor lê (atualiza) a pressão barométrica. do teste de diagnósticos para testar o sensor MAP.
Uma faixa normal pode ser obtida através do moni-
toramento de um sensor comprovadamente bom, em INTERRUPTOR DE PRESSÃO DA DIREÇÃO
sua região. HIDRÁULICA- ENTRADA DO PCM
À medida que a altitude aumenta, o ar torna-se
rarefeito (menos oxigênio). Se foi dada a partida no DESCRIÇÃO
motor e este for operado em altitudes muito diferen- Um interruptor de detecção de pressão está locali-
tes daquela quando a chave estava na posição, a zado na engrenagem da direção hidráulica.
pressão barométrica precisa ser atualizada. A qual-
quer momento, o PCM monitorar a borboleta como
totalmente aberta, e baseado no ângulo do TPS e na
rpm, o PCM atualizará a célula de memória do MAP.
Com atualizações periódicas, o PCM pode fazer seus
cálculos com mais eficácia.
O PCM usa o sensor MAP para auxiliar nos cálcu-
los a seguir:
• Pressão barométrica
• Carga do motor
• Pressão do coletor
• Duração de pulso do injetor
• Programas de avanço da faísca
• Estratégias de mudança de marcha (somente
transmissões F4AC1, através do bus do CCD)
• Velocidade da marcha lenta
• Fechamento do combustível na desaceleração Fig. 10 Interruptor de Pressão da Direção Hidráulica
O sinal do sensor MAP é fornecido pelo elemento 1 – INTERRUPTOR DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
piezoresistivo único, localizado no centro de um dia-
fragma. Tanto o elemento quanto o diafragma são fei- FUNCIONAMENTO
tos de silicone. Conforme a pressão muda, o O interruptor (Fig. 10) fornece uma entrada ao
diafragma movimenta-se, fazendo com que o ele- PCM durante os períodos de elevada carga da bomba
mento seja desviado e sujeitando o silicone a um e baixa rotação do motor, tais como durante mano-
esforço. Quando o silicone é sujeito a um esforço, sua bras de estacionamento.
resistência muda. Conforme o vácuo do coletor Quando a pressão da bomba da direção hidráulica
aumenta, a tensão da entrada do sensor MAP dimi- excede 4137 kPa (600 psi), o interruptor se abre. O
nui proporcionalmente. O sensor também contem cir- PCM aumenta o fluxo de ar da marcha lenta, através
cuitos lógicos que determinam o sinal e fornecem a do motor IAC, para impedir o afogamento do motor.
compensação da temperatura. Quando a pressão da bomba abaixar, o interruptor se
O PCM reconhece um decréscimo na pressão do fecha.
coletor, monitorando uma diminuição na tensão da
leitura armazenada na célula de memória da pressão RETORNO DO SENSOR- ENTRADA DO PCM
barométrica. O sensor MAP é um sensor linear. À
medida que a pressão muda, a tensão também muda FUNCIONAMENTO
proporcionalmente. A faixa de saída da tensão do sen-
O circuito de retorno do sensor fornece uma refe-
sor fica, geralmente, entre 4,6 volts (ao nível do mar)
rência de aterramento, de baixa estática, para todos
e abaixo de 0,3 volts (a 26 pol. de Hg) - Tabela 1. A
os sensores do sistema. O circuito de retorno do sis-
pressão barométrica é a pressão exercida pela atmos-
tema se conecta aos circuitos de aterramento internos
fera sobre um objeto. Ao nível do mar, em um dia
dentro do Módulo de Controle do Trem de Força
normal, sem tempestade, a pressão barométrica é
(PCM).
29,92 pol. Hg. Para cada 100 pés (aprox. 31 metros)
de aumento de altitude, a pressão barométrica cai 10
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 37
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

RECEBIMENTO SCI- ENTRADA DO PCM


FUNCIONAMENTO
O recebimento SCI é o circuito de recebimento de
dados, de maneira serial, provenientes da unidade de
diagnósitcos DRB. O PCM recebe os dados da DRB
através do circuito de Recebimento SCI.

SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR-


ENTRADA DO PCM
DESCRIÇÃO
O sensor de posição do estrangulador é montado ao
lado da carcaça do estrangulador (Fig. 11) ou (Fig.
12).
Fig. 12 Sensor de Posição do Estrangulador-Motor
2.5L
1 – CARCAÇA DO ESTRANGULADOR
2 – SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR

Juntamente com entradas dos outros sensores, o


PCM usa a entrada do TPS para determinar as con-
dições atuais de funcionamento do motor e ajustar a
largura do pulso dos injetores e a sincronia da igni-
ção.

SINAL DE VELOCIDADE DO VEÍCULO-


ENTRADA DO PCM
DESCRIÇÃO
O sensor de velocidade do veículo está localizado no
alojamento da extensão da transmissão (Fig. 13).

Fig. 11 Sensor de Posição do Estrangulador-


Motores 2.0/2.4L
1 – SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR (TPS)
2 – CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA (IAC)
3 – PROTEÇÃO DO CONTROLE DO ESTRANGULADOR

FUNCIONAMENTO
O sensor de posição do estrangulador (TPS) está
conectado ao eixo da borboleta. O TPS é um resistor
variável que fornece ao PCM um sinal de entrada
(voltagem) que representa a posição da borboleta do
estrangulador. Ao mudar a posição da borboleta, a
resistência do TPS muda.
O PCM fornece uma corrente contínua de aproxi-
madamente 5 volts para o TPS. A voltagem de saída
do TPS (sinal de entrada do PCM) representa a posi- Fig. 13 Sensor de Velocidade do Veículo-
ção da borboleta. A voltagem de saída do TPS varia Transmissão Manual
de aproximadamente 0,5 volts, na abertura mínima 1 – EIXO DE TRANSMISSÃO
2 – SENSOR DE VELOCIDADE
da borboleta (marcha lenta), até o máximo de 3,7
3 – PARAFUSO RETENTOR DO SENSOR DE VELOCIDADE
volts, na abertura máxima do estrangulador.
14 - 38 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
FUNCIONAMENTO
AUTOMÁTICA
O Módulo de Controle da Transmissão (TCM) for-
nece o sinal da velocidade do veículo ao PCM com
base na velocidade do eixo de saída. O PCM envia
uma sinal de 5 volts ao TCM. O TCM comuta este
sinal para um aterramento e depois abre o circuito, a
uma taxa de 8.000 pulsos por milha. Quando o PCM
conta 8.000 pulsos, ele subentende que o veículo per-
correu uma milha. O sensor de saída está localizado
ao lado da transmissão (Fig. 14).
Os sinais de velocidade e distância, juntamente
com um sinal da borboleta fechado do TPS, determi-
nam se existe uma condição de desaceleração ou de
marcha lenta normal (veículo parado). Sob condições
de desaceleração, o PCM ajusta o motor de controle Fig. 14 Sensor de Velocidade de Saída -
do ar da marcha lenta para manter o valor desejado Transmissão Automática
de MAP. Em condições de marcha lenta, o PCM 1 – SENSOR DE VELOCIDADE DE SAÍDA
ajusta o motor de controle do ar da marcha lenta 2 – INTERRUPTOR P/N (ESTACIONAMENTO/NEUTRO) (PRETO)
para manter a velocidade desejada do motor. 3 – INTERRUPTOR DA FAIXA DE TRANSMISSÃO

MANUAL
A entrada do sensor é usada pelo PCM para deter-
minar a velocidade e a distância percorrida pelo veí-
culo.
O sensor de velocidade do veículo gera 8 pulsos por
giro do sensor. Este sinais, juntamente com um sinal
borboleta fechada do sensor de posição da borboleta,
indicam uma desaceleração com a borboleta fechada
para o PCM. Em condições de desaceleração, o PCM
ajusta o motor de controle do ar da marcha lenta
(IAC) para manter um valor MAP desejado.
Quando o veículo está parado em marcha lenta, um
sinal de borboleta fechada é recebido pelo PCM (mas
não é recebido um sinal do sensor de velocidade). Em
condições de marcha lenta, o PCM ajusta o motor
IAC para manter a velocidade desejada do motor.
O sinal do sensor de velocidade do veículo também
é usado para operar as seguintes funções ou siste-
mas:
• Velocímetro
• Piloto Automático Fig. 15 Centro de Distribuição de Energia (PDC)
• Luzes de Funcionamento Diurno (apenas em veí- 1 – PÓLO POSITIVO DA BATERIA
culos canadenses) 2 – TERRA DA BATERIA
3 – FILTRO DE AR
4 – MÓDULO DE CONTROLE DO TREM DE FORÇA
RELÉ DE FECHAMENTO AUTOMÁTICO- SAÍDA 5 – CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
DO PCM 6 – MÓDULO DE CONTROLE DA TRANSMISSÃO

DESCRIÇÃO FUNCIONAMENTO
Os relés de fechamento automático e da bomba de O PCM opera os relés de fechamento automático e
combustível estão localizados no centro de distribui- da bomba de combustível através de um caminho à
ção de energia (PDC), próximos ao filtro de ar (Fig. terra. O PCM os opera ligando e desligando o cami-
15). Na parte interna superior da tampa do PDC, há nho à terra dos relés.
uma etiqueta mostrando a localização dos fusíveis e
dos relés. Eles são relés ISO.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 39
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
O relé de fechamento automático comuta a tensão Durante o período de aquecimento (em partida fria)
da bateria aos injetores de combustível e à bobina de e durante o intervalo de espera (em partida quente),
ignição. O relé da bomba de combustível comuta a o PCM não energiza o solenóide. Quando desenergi-
tensão da bateria à bomba de combustível. zado, os vapores não são depurados.
O PCM desliga o caminho à terra quando o inter- O solenóide de depuração proporcional funciona a
ruptor de ignição está na posição Off (Desligado). Os uma freqüência de 200 Hz e é controlado por um cir-
dois relés estão desligados. Quando o interruptor de cuito de controle do motor que detecta a corrente
ignição está na posição On (Ligado) ou na de aciona- sendo aplicada ao solenóide de depuração proporcio-
mento da manivela, o PCM monitora os sinais dos nal e então ajusta essa corrente para chegar-se ao
sensores de posição dos eixos de manivela e de fluxo de depuração desejado. O solenóide de depura-
comando de válvulas para determinar a velocidade do ção proporcional controla a taxa de depuração dos
motor. Se o PCM não receber um sinal do sensor de vapores de combustível vindos do canister e do reser-
posição do eixo de manivela e do sensor de posição do vatório de combustível em direção ao coletor de
eixo de comando de válvulas quando o interruptor de admissão do motor.
ignição estiver na posição Run (Funcionamento), ele
desenergizará os dois relés. Quando os relés são dese- MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA
nergizados, tensão da bateria não é fornecida aos LENTA - SAÍDA DO PCM
injetores de combustível, à bobina de ignição e à
bomba de combustível. DESCRIÇÃO
O Motor de Controle de Ar de Marcha Lenta está
SOLENÓIDE DE DEPURAÇÃO PROPORCIONAL montado na carcaça da borboleta. O PCM opera o
- SAÍDA DO PCM motor de controle de ar da marcha lenta (Fig. 17) ou
(Fig. 18).
DESCRIÇÃO
O solenóide está fixado a um suporte próximo à
montagem dianteira do motor (Fig. 16). Para funcio-
nar corretamente, o solenóide deve ser instalado com
o conector elétrico voltado para cima.

Fig. 17 Passagem de Desvio de Ar do Motor de


Controle de Ar de Marcha Lenta-Motores 2.0/2.4L
1 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA
2 – ABERTURA DE AR FRESCO

FUNCIONAMENTO
O PCM ajusta a marcha lenta através do motor de
controle do ar, compensando a carga do motor, a tem-
Fig. 16 Solenóide de Depuração Proporcional peratura do lı́quido de arrefecimento ou as alterações
1 – PORTA DE TESTE de pressão barométrica.
2 – SOLENÓIDE DE DEPURAÇÃO PROPORCIONAL
A carcaça da borboleta tem uma passagem de deri-
vação de ar que fornece ar para o motor durante a
FUNCIONAMENTO marcha lenta com a borboleta fechada. O espigão do
O solenóide de depuração regula a taxa de fluxo de motor de controle de ar da marcha lenta se projeta
vapor a partir do canister EVAP para a carcaça da para dentro da passagem de derivação de ar, regu-
borboleta. O PCM opera o solenóide. lando o fluxo de ar que a atravessa.
14 - 40 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

CONECTOR DE COMUNICAÇÃO DE DADOS


DESCRIÇÃO
O conector de comunicação de dados está localizado
dentro do veículo, abaixo do painel de instrumentos,
no kick panel do motorista (Fig. 19).

Fig. 18 Passagem de Desvio de Ar do Motor de


Controle de Ar de Marcha Lenta -Motor 2.5L
1 – CARCAÇA DA BORBOLETA
2 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA
3 – SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA

O PCM ajusta a marcha lenta movendo o espigão


do motor de controle para dentro e para fora da pas- Fig. 19 Conector de Comunicação de Dados
sagem de derivação. Esse ajuste se baseia nas entra- (Diagnóstico)
1 – LIBERAÇÃO DO CAPÔ
das que o PCM recebe. As entradas vem dos sensores
2 – CONECTOR DE DIAGNÓSTICO
de posição da borboleta e do eixo de manivela, bem
3 – KICK PANEL DO LADO DO MOTORISTA
como dos sensores de temperatura do líquido de arre-
fecimento, de velocidade do motor e do sensor MAP,
além de diversas operações de acionamento e FUNCIONAMENTO
comando (freio, Park/Neutro, ar-condicionado). O conector de comunicação de dados (conector de
Quando as rpm do motor estiverem acima da mar- diagnóstico) liga a Unidade de Diagnósticos DRB com
cha lenta, o controle de ar de marcha lenta (IAC) é o Módulo de Controle do Trem de Força (PCM). Con-
utilizado para as seguintes funções: sulte “DIAGNÓSTICOS DE BORDO”, na seção
• Manter o amortecedor do tipo dash-pot fora da 9CONTROLE DAS EMISSÕES”.
marcha lenta
• Controlar o fluxo de ar na desaceleração LUZ DE FUNCIONAMENTO INCORRETO/
• Controlar a carga do compressor do A/C (tam- VERIFICAÇÃO DO MOTOR (CHECK ENGINE) -
bém abre ligeiramente a passagem antes do compres-
sor ser engatado, para que as rpm do motor não
SAÍDA DO PCM
diminuam quando o compressor engatar)
DESCRIÇÃO
Marcha Lenta Alvo Consulte “Sistemas do Painel de Instrumentos”
A marcha lenta alvo é determinada pelas seguintes para obter mais informações.
entradas:
• Posição da Engrenagem
FUNCIONAMENTO
• Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefeci- O PCM fornece um sinal liga/desliga para a luz de
mento do Motor (ECT) funcionamento incorreto (verificação do motor) do
• Tensão da Bateria painel de instrumentos, através do bus do CCD. O
• Sensor de Temperatura Ambiente/Bateria bus do CCD é uma porta lógica de comunicação.
• Sensor de Velocidade do Veículo (VSS) Vários módulos usam o bus do CCD para a troca de
• Sensor de Posição da Borboleta (TPS) informações.
• Sensor de Pressão Absoluta do Escapamento A luz de verificação do motor se acende cada vez
(MAP) que o interruptor da ignição é ligado. Ela permanece
acesa por 3 segundos, para teste da lâmpada.
A luz de funcionamento incorreto (MIL) fica acesa
permanentemente quando o PCM tiver entrado em
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 41
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
modo Limp-in ou tiver identificado um componente posição necessária. Este sinal é enviado, através do
de emissão com defeito. Durante o modo Limp-in, o bus do CCD, para o painel de instrumentos.
PCM tenta manter o sistema em funcionamento. A
MIL aponta a necessidade de manutenção imediata. FORNECIMENTO DE 5 VOLTS- SAÍDA DO PCM
No modo Limp-in, o PCM compensa as falhas de cer-
tos componentes que mandam sinais incorretos. O FUNCIONAMENTO
PCM substitui tais sinais incorretos por entradas de O PCM fornece 5 volts aos seguintes sensores:
outros sensores. • Transdutor de Pressão do A/C
Se o PCM detectar uma má combustão ativa no • Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefeci-
motor, suficientemente grave para danificar o catali- mento do Motor
sador, fará piscar a MIL. Ao mesmo tempo, definirá • Sensor de Pessão Absoluta do Coletor (MAP)
um código de problema diagnosticado (DTC). • Sensor de Posição do Estrangulador
Para obter os sinais que podem fazer dispa- • Solenóide Linear EGR
rar a MIL (Verificação do Motor), consulte a
“Tabela de Diagnósticos de Bordo”. FORNECIMENTO DE 8 VOLTS -SAÍDA DO PCM
RELÉ DA VENTOINHA DO RADIADOR- SAÍDA FUNCIONAMENTO
DO PCM O PCM fornece 8 volts aos sensores de posição do
eixo de manivela e do eixo de comando de válvulas.
DESCRIÇÃO
Os relés da ventoinha do radiador estão localizados CARCAÇA DO ESTRANGULADOR
no PDC (Centro de Distribuição de Energia). Na
parte interna da tampa do PDC há uma etiqueta DESCRIÇÃO
mostrando a localização dos fusíveis e dos relés. A carcaça do estrangulador está montada no coletor
de admissão. O sensor de posição do estrangulador e
FUNCIONAMENTO o motor de controle do ar da marcha lenta se conec-
O PCM energiza as ventoinhas do radiador através tam à carcaça do estrangulador (Fig. 20), (Fig. 21),
dos relés de alta ou de baixa velocidade da ventoinha ou (Fig. 22).
do radiador. O PCM controla o circuito entre o terra e
o lado da bobina do relé. A energia para as duas bobi-
nas do relé é fornecida através de um fusível de 10
ampéres, no PDC. A energia para ambos os contatos
do relé é fornecida através de um fusível de 40 ampé-
res, no PDC. Consulte o Grupo 8W, “DIAGRAMAS
DE FIAÇÃO” para obter informações sobre o circuito.
O PCM monitoriza a pressão de descarga (parte de
alta) do compressor do A/C, através do transdutor de
pressão do ar condicionado. Dependendo da tempera-
tura do líquido de arrefecimento do motor e da pres-
são na parte de alta do sistema do A/C, ambas as
ventoinhas trabalharão em alta ou baixa velocidade.

TACÔMETRO- SAÍDA DO PCM


DESCRIÇÃO Fig. 20 Carcaça do Estrangulador -Motor 2.0L
Consulte “Sistemas do Painel de Instrumentos” 1 – SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR
para obter mais informações. 2 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA
3 – CARCAÇA DO ESTRANGULADOR
FUNCIONAMENTO
O tacômetro recebe suas informações, através do
bus do CCD, a partir do módulo de controle da car- FUNCIONAMENTO
roceria (BCM). As informações sobre as rpm do motor Nas condições de marcha lenta descritas acima, o
são transmitidas pelo módulo de controle do trem de fluxo de ar através da carcaça do estrangulador é
força (PCM), através do bus do CCD, para o BCM. O controlado por uma placa do estrangulador, contro-
BCM calcula a posição do ponteiro do tacômetro com lada por um cabo. Nas condições de marcha lenta do
base na entrada do PCM e ajusta o ponteiro para a estrangulador fechado, o motor de controle do ar da
14 - 42 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
CARCAÇA DA BORBOLETA -MOTORES 2.0/2.4L
REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Remova o ressonador de admissão de ar, con-
forme descrito nesta seção.
(3) Remova a proteção do controle da borboleta.
(4) Remova o cabo da borboleta da alavanca da
carcaça da borboleta (Fig. 23) e (Fig. 24).

Fig. 21 Carcaça do Estrangulador -Motor 2.4L


1 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA
2 – SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR

Fig. 23 Conexão do Cabo da Borboleta com a


Carcaça da Borboleta
1 – CABO DO PILOTO AUTOMÁTICO
2 – CABO DA BORBOLETA
3 – ALAVANCA DA BORBOLETA

Fig. 22 Carcaça do Estrangulador -Motor 2.5L


1 – CARCAÇA DO ESTRANGULADOR
2 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA
3 – SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR

marcha lenta controla o fluxo de ar. Consulte Fig. 24 Desconecção do Cabo da Borboleta
“MOTOR DE CONTROLE DE AR DA MARCHA 1 – ALETAS
LENTA” nesta seção. 2 – PRENDEDOR DO CABO

(5) Comprima as aletas de retenção do cabo e des-


lize-o para fora do suporte.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 43
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(6) Se estiver equipado com piloto automático, (8) Instale as aletas de retenção do(s) alojamen-
remova o cabo do piloto automático da alavanca da to(s) do cabo no suporte.
borboleta, deslizando o prendedor para fora através (9) Instale os cabos da carcaça da borboleta,
do orifício usado pelo cabo da borboleta. virando a alavanca da borboleta para a frente, para a
(7) Remova a mangueira de depuração EVAP do posição totalmente aberta.
niple da carcaça da borboleta. (10) Instale o ressonador da admissão de ar, con-
(8) Remova os dois parafusos que prendem o forme descrito nesta seção.
suporte de montagem do cabo e o suporte. (11) Instale a proteção do controle da borboleta.
(9) Remova os parafusos de montagem da carcaça Aperte o parafuso com um torque de 5,6 N·m (50
da borboleta. pol.-lb.).
(10) Levante a carcaça da borboleta até uma (12) Instale o cabo negativo da bateria.
altura suficiente para remover os conectores do sen-
sor de posição da borboleta e do motor de controle de CARCAÇA DA BORBOLETA - MOTOR 2.5L
ar da marcha lenta. Remova a carcaça da borboleta.
(11) 2.0L A gaxeta O ring de borracha do coletor REMOÇÃO
de admissão pode ser reutilizada. Limpe o O ring (1) Remova o cabo negativo da bateria.
antes de instalar a carcaça da borboleta (Fig. 25) (2) Remova o tubo de ar da carcaça da borboleta.
2.4L Necessita uma gaxeta de papel nova. (3) Remova o cabo da borboleta da alavanca da
carcaça da borboleta (Fig. 26).

Fig. 25 Gaxeta Reutilizável da Carcaça da Borboleta


1 – GAXETA REUTILIZÁVEL Fig. 26 Conexão do Cabo da Borboleta com a
2 – COLETOR DE ADMISSÃO
Carcaça da Borboleta
1 – ALAVANCA DA BORBOLETA
INSTALAÇÃO 2 – CABO DA BORBOLETA
(1) Ligue os conectores elétricos no motor de con-
trole de ar da marcha lenta e no sensor de posição da (4) Empurre a espiga de liberação em direção ao
borboleta. painel dash no cabo da borboleta e deslize o cabo
(2) 2.4L Instale uma nova gaxeta de papel. para fora do suporte (Fig. 27).
(3) Posicione a carcaça da borboleta na admissão e (5) Deslize o cabo do piloto automático para fora do
instale os parafusos de montagem. Não aperte os suporte, se equipado (Fig. 27).
parafusos por enquanto. (6) Remova a mangueira de depuração EVAP do
(4) Instale o suporte do cabo da borboleta. Não niple da carcaça da borboleta.
aperte os parafusos por enquanto. (7) Remova os conectores do sensor de posição da
(5) Aperte os parafusos da carcaça da borboleta borboleta e do motor de controle do ar da marcha
com um torque de 28,5 63 N·m (250 635 pol.-lb.). lenta.
(6) Aperte os parafusos do suporte do cabo da bor- (8) Remova os parafusos que prendem a carcaça da
boleta com um torque de 11,75 62,25 N·m (105 620 borboleta no coletor de admissão. Remova a carcaça
pol.-lb.). da borboleta.
(7) Instale a mangueira de depuração EVAP no
niple da carcaça da borboleta.
14 - 44 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 27 Conexão do Cabo da Borboleta Fig. 28 Sensor de Posição da Borboleta e Motor de


1 – CABO DO CONTROLE DE VELOCIDADE Controle do Ar da Marcha Lenta
2 – CABO DA BORBOLETA 1 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DA MARCHA LENTA
3 – ESPIGA DE LIBERAÇÃO 2 – SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA

INSTALAÇÃO mente, o TPS pode virar no sentido horário por


(1) Conecte os conectores elétricos no motor de con- alguns graus, para alinhar os orifícios dos parafusos
trole do ar da marcha lenta e no sensor de posição. de montagem com os orifícios na carcaça da borbo-
(2) Instale a nova gaxeta. leta. O TPS fica ligeiramente tensionado, ao ser
(3) Posicione a carcaça da borboleta na entrada e virado para a posição. Se for difícil girar o TPS até a
instale os parafusos de montagem. Aperte-os com um posição, reinstale o sensor com o eixo da borboleta do
torque de 28,25 N·m (250 pol.-lb.). outro lado das aletas do soquete do TPS. Aperte os
(4) Instale o cabo do piloto automático (se equi- parafusos de montagem com um torque de: 2.0L = 5,3
pado) e o cabo da borboleta na alavanca da borboleta. N·m (45 pol.-lb.) 2.4L = 6,2 N·m (55 pol.-lb.).
(5) Instale os cabos no suporte.
(6) Instale o tubo de entrada de ar. Aperte as pre-
silhas com um torque de 360,5 N·m (2565 pol.-lb.).
(7) Instale o cabo negativo da bateria.

SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA -


2.0/2.4L
O sensor de posição da borboleta se conecta à late-
ral da carcaça da borboleta (Fig. 28).

REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Remova a carcaça da borboleta. Consulte “Car-
caça da Borboleta” nesta seção.
(3) Desligue os conectores elétricos do motor de
controle do ar da marcha lenta e do sensor de posição
da borboleta. Fig. 29 Instalação do Sensor de Posição da
(4) Remova os parafusos de montagem do sensor Borboleta
de posição da borboleta. 1 – EIXO DA BORBOLETA
(5) Remova o sensor de posição da borboleta. 2 – ALETAS

INSTALAÇÃO
(1) A extremidade do eixo da carcaça da borboleta (2) Depois de instalar o TPS, a placa da borboleta
desliza para dentro de um soquete no TPS (Fig. 29). deve ficar fechada. Se ficar aberta, instale o sensor
O soquete tem duas aletas. O eixo da borboleta do outro lado das aletas do soquete.
apoia-se contra as aletas. Quando alinhado correta-
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 45
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(3) Ligue os conectores elétricos ao motor de con- (3) Ligue os conectores elétricos no motor de con-
trole do ar da marcha lenta e ao sensor de posição da trole do ar da marcha lenta e no sensor de posição da
borboleta. borboleta.
(4) Instale a carcaça da borboleta. Consulte “Car- (4) Instale a carcaça da borboleta no coletor de
caça da Borboleta” nesta seção. admissão. Consulte “Carcaça da Borboleta” nesta
(5) Instale o cabo negativo da bateria. seção.
(5) Instale o cabo negativo da bateria.
SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA
(TPS)-2.5L
O TPS se conecta à lateral da carcaça da borboleta
(Fig. 30).

REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Remova a carcaça da borboleta. Consulte “Car-
caça da Borboleta” nesta seção.
(3) Remova os parafusos de montagem do TPS.
(4) Remova o sensor de posição da borboleta.

Fig. 31 Alinhamento do Sensor de Posição da


Borboleta -Motor 2.5L
1 – EIXO DA BORBOLETA
2 – ALETAS

MOTOR DE CONTROLE DE AR DA MARCHA


LENTA - 2.0/2.4/2.5L
O motor de controle do ar da marcha lenta se
prende à lateral da carcaça da borboleta (Fig. 32) ou
(Fig. 33) ou (Fig. 34).
Fig. 30 Sensor de Posição da Borboleta -Motor 2.5L
1 – SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA
2 – PARAFUSOS DE RETENÇÃO

INSTALAÇÃO
(1) A extremidade do eixo da carcaça da borboleta
desliza para dentro de um soquete no TPS (Fig. 31).
O soquete tem duas aletas. O eixo da borboleta
apoia-se contra as aletas. Quando alinhado correta-
mente, o TPS pode virar por alguns graus, para ali-
nhar os orifícios dos parafusos de montagem com os
orifícios dos parafusos na carcaça da borboleta. O
TPS fica ligeiramente tensionado, ao ser virado para
a posição. Se for difícil girar o TPS até a posição,
reinstale o sensor com o eixo da borboleta do outro
lado das aletas do soquete do TPS. Aperte os parafu-
sos de montagem com um torque de 6,2 N·m (55 pol.- Fig. 32 Sensor de Posição da Borboleta e Motor de
lb.). Controle do Ar da Marcha Lenta -2.0L
1 – MOTOR DE CONTROLE DO AR DA MARCHA LENTA
(2) Depois de instalar o TPS, a placa da borboleta
2 – SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA
deve ficar fechada. Se ficar aberta, instale o sensor
do outro lado das aletas do soquete.
14 - 46 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
INSTALAÇÃO
(1) O novo motor de controle do ar da marcha
lenta tem um novo O ring nele instalado. Se o espi-
gão medir mais de uma polegada (25 mm), ele deve
ser retraído. Execute o “Teste de Abertura/Fecha-
mento do Motor AIS” da DRB para retrair o espigão
(a bateria deverá estar conectada).
(2) Coloque, cuidadosamente, o motor de controle
do ar da marcha lenta na carcaça da borboleta.
(3) Instale os parafusos de montagem. Aperte os
parafusos com um torque de: 2.0L = 5,3 N·m (45 pol.-
lb.) 2.4L/2.5L = 6,2 N·m (55 pol.-lb.).
(4) Ligue os conectores elétricos ao motor de con-
trole do ar da marcha lenta e ao sensor de posição da
borboleta.
(5) Instale a carcaça da borboleta. Consulte “Car-
caça da Borboleta” nesta seção.

SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE
Fig. 33 Sensor de Posição da Borboleta e Motor de ADMISSÃO - MOTOR 2.4L
Controle do Ar da Marcha Lenta -2.4L O sensor de temperatura do ar de admissão é ros-
1 – MOTOR DE CONTROLE DO AR DA MARCHA LENTA queado no plenum do coletor de admissão (Fig. 35).
2 – SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA
REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Remova o ressonador de entrada de ar.
(3) Desligue o conector do sensor, para alcançar o
coletor de admissão na extremidade da carcaça da
borboleta.
(4) Remova o sensor.

INSTALAÇÃO
(1) Instale o sensor. Aperte-o com um torque de 6,2
N·m (55 pol.-lb.).
(2) Fixe o conector elétrico no sensor.
(3) Instale o ressonador de entrada de ar.
(4) Instale o cabo negativo da bateria.

SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE
Fig. 34 Sensor de Posição da Borboleta e Motor de ADMISSÃO - 2.5L
Controle de Ar de Marcha Lenta -2.5L O sensor de temperatura do ar de admissão fica
1 – MOTOR DE CONTROLE DE AR DE MARCHA LENTA rosqueado no plenum do coletor de admissão (Fig.
2 – PARAFUSOS DE RETENÇÃO 37).

REMOÇÃO
REMOÇÃO (1) Remova o cabo negativo da bateria.
(1) Remova a carcaça da borboleta. Consulte “Car- (2) Desligue o conector elétrico do sensor.
caça da Borboleta” nesta seção. (3) Remova o sensor.
(2) Desligue o conector elétrico do motor de con-
trole do ar da marcha lenta e do sensor de posição da INSTALAÇÃO
borboleta. (1) Instale o sensor. Aperte-o com um torque de 12
(3) Remova os parafusos de montagem do motor de 61 N·m (9 61 pés-lb.).
controle do ar da marcha lenta. (2) Fixe o conector elétrico no sensor.
(4) Remova o motor de controle do ar da marcha (3) Instale o cabo negativo da bateria.
lenta. Certifique-se de que o O ring tenha sido remo-
vido com o motor.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 47
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 35 Sensor de Temperatura do Ar de Admissão Fig. 36 Sensor MAP/IAT - SOHC


1 – SENSOR DE TEMPERATURA DO AR/MAP
e Sensor MAP - Motor 2.4L
2 – NIPLE DO VÁCUO DA PCV
1 – SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE ADMISSÃO
3 – COLETOR DE ADMISSÃO
2 – CARCAÇA DA BORBOLETA
3 – SENSOR MAP
4 – COLETOR DE ADMISSÃO

SENSOR MAP/IAT - SOHC


O sensor MAP/IAT fica preso ao plenum do coletor
de admissão (Fig. 36).

REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Desligue o conector elétrico do sensor MAP/IAT.
(3) Remova os parafusos de montagem do sensor.
(4) Remova o sensor.

INSTALAÇÃO
(1) Introduza o sensor no coletor de admissão à
medida que se certifica de que não haja danos na
vedação do O ring.
Fig. 37 Sensor de Temperatura do Ar de Admissão
(2) Aperte os parafusos de montagem com um tor-
e Sensor MAP - 2.5L
que de 2 N·m (20 pol.-lb.) para o coletor de plástico e
1 – SENSOR MAP
3 N·m (30 pol.-lb.) para o coletor de alumínio. 2 – SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DE ADMISSÃO
(3) Ligue o conector elétrico no sensor.
(4) Instale o cabo negativo da bateria.
INSTALAÇÃO
SENSOR DE PRESSÃO ABSOLUTA DO (1) Introduza o sensor no coletor de admissão à
COLETOR (MAP) medida que se certifica de que não haja danos na
O sensor MAP fica preso ao plenum do coletor de vedação do O ring.
admissão (Fig. 37). (2) Aperte os parafusos de montagem com um tor-
que de 3,4 N·m (30 pol.-lb.).
REMOÇÃO (3) Ligue o conector elétrico no sensor.
(1) Remova o cabo negativo da bateria. (4) Instale o cabo negativo da bateria.
(2) Desligue o conector elétrico do sensor MAP.
(3) Remova os parafusos de montagem do sensor. MÓDULO DE CONTROLE DO TREM DE FORÇA
(4) Remova o sensor. A estratégia de controle do motor definida pelo
PCM evita que a marcha lenta do motor seja baixa
nos primeiros 320 Km (200 Milhas). Se o PCM for
substituido depois dos primeiros 320 Km (200
14 - 48 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
Milhas) de uso, atualize a quilometragem e o número
de identificação do veículo (NIV) no novo PCM. Use a
unidade de diagnósticos DRB para alterar a quilome-
tragem e o NIV no PCM. Se isso não for feito, um
Código de Problemas Diagnosticados (DTC) poderá
ser definido. Consulte o manual de ‘‘Diagnósticos do
Trem de Força’’ apropriado e a unidade de diagnósti-
cos DRB.
O PCM está fixado a um suporte entre o aloja-
mento do filtro de ar e o Centro de Distribuição de
Energia (PDC).

REMOÇÃO
(1) Desconecte o cabo negativo do terminal auxiliar
do cabo auxiliar (Fig. 38).

Fig. 39 Parafusos do Suporte do PCM


1 – PARAFUSOS DO SUPORTE DO MÓDULO DE CONTROLE
DO TREM DE FORÇA

(3) Desligue o conector elétrico do sensor.


(4) Remova o sensor, usando um pé de cabra apro-
priado para o sensor de oxigênio especial, tal como a
ferramenta Snap-On YA8875 ou equivalente (Fig. 40).

Fig. 38 Terminal Auxiliar da Ligação em Ponte INSTALAÇÃO


1 – TERMINAL AUXILIAR DA LIGAÇÃO EM PONTE
(1) Depois de remover o sensor, as roscas do coletor
2 – TORRE DE APOIO ESQUERDA de escapamento deverão ser limpas com um macho
3 – ALOJAMENTO DO FILTRO DE AR de 18 mm X 1,5 + 6E. Se estiver reutilizando o sen-
sor original, passe nas roscas uma camada do com-
posto anti-emperramento tal como o Loctitet 771-64
(2) Desconecte ambos os conectores de 40 vias do ou equivalente. Sensores novos já vem com um com-
PCM. posto nas roscas, não requerendo camadas adicionais.
(3) Remova os parafusos que prendem o PCM ao Aperte o sensor com um torque de 28 N·m (20 pés-
suporte (Fig. 39). lb.).
(4) Levante o PCM, para removê-lo do veículo. (2) Ligue o conector elétrico no sensor.
(3) Abaixe o veículo.
INSTALAÇÃO (4) Instale o cabo negativo da bateria.
(1) Instale o PCM. Aperte os parafusos de monta-
gem.
SENSOR ASCENDENTE 1/1 DE OXIGÊNIO
(2) Fixe ambos os conectores de 40 vias ao PCM.
(3) Conecte o cabo negativo ao terminal auxiliar da -Motor 2.5L
ligação em ponte.
REMOÇÃO
SENSOR ASCENDENTE 1/1 DE OXIGÊNIO - (1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Suspenda e suporte o veículo.
MOTORES 2.0/2.4L (3) Desligue o conector elétrico do sensor.
(4) Remova o sensor, usando um de pé de cabra
REMOÇÃO apropriado para o sensor de oxigênio, tal como a fer-
(1) Remova o cabo negativo da bateria. ramenta Snap-On YA8875 ou equivalente (Fig. 41).
(2) Suspenda e suporte o veículo.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 49
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

SENSOR DESCENDENTE 1/2 DE OXIGÊNIO


O sensor descendente de oxigênio aquecido é ros-
queado no tubo do escapamento, atrás do conversor
catalítico.

REMOÇÃO
(1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Suspenda o veículo.
(3) Desligue o conector elétrico do sensor.
(4) Solte o chicote de fiação elétrica do sensor dos
clipes ao longo da carroceria.
(5) Remova o sensor usando um pé de cabra apro-
priado para o sensor de oxigênio, tal como a ferra-
menta Snap-On YA8875 ou equivalente (Fig. 42).

INSTALAÇÃO
Fig. 40 Sensor Ascendente 1/1 de Oxigênio (1) Depois de remover o sensor, as roscas do coletor
1 – FLANGE DO TUBO DO ESCAPAMENTO de escape deverão ser limpas com um macho de 18
2 – PÉ-DE-CABRA
mm X 1,5 + 6E. Se estiver reutilizando o sensor ori-
3 – SENSOR ASCENDENTE DE OXIGÊNIO
ginal, passe nas roscas uma camada do composto
anti-emperramento como o Loctitet 771-64 ou equi-
INSTALAÇÃO valente. Sensores novos já vêm com um composto nas
(1) Depois de remover o sensor, as roscas do coletor roscas, não requerendo camadas adicionais. Aperte o
de escape deverão ser limpas com um macho de 18 sensor com um torque de 28 N·m (20 pés-lb.).
mm X 1,5 + 6E. Se estiver reutilizando o sensor ori- (2) Fixe o chicote de fiação elétrica do sensor aos
ginal, passe nas roscas uma camada do composto clipes ao longo da carroceria.
anti-emperramento como o Loctitet 771-64 ou equi- (3) Ligue o conector elétrico no sensor.
valente. Sensores novos já vem com um composto nas (4) Abaixe o veículo.
roscas, não requerendo camadas adicionais. Aperte o (5) Instale o cabo negativo da bateria.
sensor com um torque de 28 N·m (20 pés-lb.).
(2) Ligue o conector elétrico no sensor.
(3) Abaixe o veículo.
(4) Instale o cabo negativo da bateria.

Fig. 42 Sensor Descendente 1/2 de Oxigênio


1 – SENSOR DESCENDENTE DE OXIGÊNIO AQUECIDO
2 – CONVERSOR CATALÍTICO

Fig. 41 Sensor Ascendente 1/1 de Oxigênio


1 – CONVERSOR CATALÍTICO
2 – SENSOR DE OXIGÊNIO AQUECIDO O2S
14 - 50 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

RESSONADOR DE ENTRADA DE AR 2.5L

2.0L REMOÇÃO
(1) Remova o parafuso que prende o ressonador no
REMOÇÃO coletor de admissão (Fig. 44).
(1) Solte o parafuso que prende o ressonador na
carcaça do estrangulador (Fig. 43).

Fig. 44 Ressonador de Entrada de Ar


1 – RESSONADOR DE ENTRADA DE AR
2 – PARAFUSO DO RESSONADOR
Fig. 43 Conexão do Ressonador de Entrada de Ar
na Carcaça do Estrangulador
1 – RESSONADOR DE ENTRADA DE AR (2) Solte a presilha que prende o ressonador no
2 – PARAFUSO DA PRESILHA DO RESSONADOR tubo de entrada de ar. Remova o ressonador.

INSTALAÇÃO
(2) Solte a presilha que prende o ressonador no
(1) Instale o tubo de entrada no ressonador.
tubo de entrada de ar. Remova o ressonador.
(2) Aperte a presilha com um torque de 360,5 N·m
INSTALAÇÃO (2565 pol.-lb.).
(1) Instale o ressonador de entrada de ar na car- (3) Instale o parafuso que prende o ressonador no
caça do estrangulador. coletor de admissão. Aperte com um torque de 560,5
(2) Instale o tubo de entrada de ar no ressonador. N·m (4565 pol.-lb.).
(3) Aperte as presilhas com um torque de 360,5
N·m (2565 pol.-lb.). PURIFICADOR DE AR
O alojamento do purificador de ar se encaixa na
2.4L parte interna do pára-lama, na frente da torre de
apoio do lado do motorista (Fig. 45). Um duto de ar
REMOÇÃO ambiente fornece ar do compartimento do capô para o
(1) Remova o parafuso que prende o ressonador de motor.
entrada de ar no coletor de admissão.
(2) Solte o parafuso que prende o ressonador na SUBSTITUIÇÃO DO ELEMENTO DO FILTRO
carcaça do estrangulador (Fig. 43).
(3) Solte a presilha que prende o ressonador no REMOÇÃO
tubo de entrada de ar. Remova o ressonador. (1) Solte as braçadeiras da parte posterior da
cobertura do alojamento do purificador de ar. Levante
INSTALAÇÃO a cobertura do alojamento do purificador de ar (Fig.
(1) Instale o ressonador de entrada de ar na car- 46).
caça do estrangulador. (2) Remova o elemento do filtro (Fig. 47).
(2) Instale o tubo de entrada de ar no ressonador. (3) Se necessário, limpe o interior do alojamento do
(3) Aperte as presilhas com um torque de 360,5 purificador de ar.
N·m (2565 pol.-lb.).
(4) Instale o parafuso e aperte. INSTALAÇÃO
(1) Instale um novo elemento do filtro.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 51
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 45 Sistema de Entrada de Ar


1 – RESSONADOR DE ENTRADA DE AR
2 – ALOJAMENTO DO PURIFICADOR DE AR

Fig. 47 Elemento e Alojamento do Purificador de Ar


1 – COBERTURA DO ALOJAMENTO
2 – ELEMENTO PURIFICADOR DE AR
3 – ALOJAMENTO

Fig. 46 Braçadeiras da Cobertura do Purificador de


Ar
1 – COBERTURA DO ALOJAMENTO DO PURIFICADOR DE AR Fig. 48 Sensor de Temperatura do Líquido de
2 – BRAÇADEIRAS Arrefecimento do Motor -Motor 2.0L
1 – SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR
(2) Coloque a cobertura no alojamento do purifica- 2 – SENSOR DE POSIÇÃO DO EIXO DE COMANDO DE
VÁLVULAS
dor de ar. Coloque a braçadeira no lugar.

SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE 2.4L


ARREFECIMENTO DO MOTOR O sensor de temperatura do líquido de arrefeci-
2.0L mento do motor está rosqueado na parte frontal do
O sensor de temperatura do líquido de arrefeci- cabeçote dos cilindros (Fig. 49).
mento do motor está rosqueado na parte posterior do
cabeçote dos cilindros (Fig. 48).
14 - 52 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(3) Desligue o conector elétrico do sensor de tem-
peratura do líquido de arrefecimento.
(4) Remova o sensor de temperatura do líquido de
arrefecimento.

INSTALAÇÃO
(1) Instale o sensor de temperatura do líquido de
arrefecimento. Aperte-o com um torque de 2.0/2.4/
2.5L 196 2 N·m (146 2 pol.-lb.).
(2) Ligue o conector elétrico no sensor.
(3) Abasteça o sistema de arrefecimento. Consulte
a seção “Sistema de Arrefecimento”.
(4) Instale o cabo negativo da bateria.

SENSOR DE VELOCIDADE DO VEÍCULO


O sensor de velocidade do veículo encontra-se no
Fig. 49 Sensor de Temperatura do Líquido de alojamento de extensão da transmissão (Fig. 51) ou
Arrefecimento do Motor -Motor 2.4L (Fig. 52).
1 – TAMPA DO BOCAL DE ABASTECIMENTO DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO REMOÇÃO
2 – UNIDADE MEDIDORA DA TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR (1) Remova o cabo negativo da bateria.
(2) Suspenda e apoie o veículo.
(3) Desligue o conector elétrico do sensor.
2.5L (4) Remova o parafuso de montagem do sensor.
O sensor de temperatura do líquido de arrefeci- (5) Levante o sensor para fora o alojamento de
mento do motor encontra-se próximo ao gargalo de extensão do eixo de transmissão. Certifique-se de que
enchimento (Fig. 50). o O ring tenha sido removido com o sensor.

INSTALAÇÃO
A engrenagem do sensor de velocidade se desen-
gata com a engrenagem do eixo de saída.
(1) Com o O ring no lugar, instale o sensor.
(2) Instale o parafuso de montagem e aperte-o com
um torque de 7 N·m (60 pol.-lb.).
(3) Ligue o conector elétrico no sensor.
(4) Abaixe o veículo.
(5) Instale o cabo negativo da bateria.

ESPECIFICAÇÕES
ETIQUETA DE INFORMAÇÃO SOBRE O
CONTROLE DE EMISSÕES DO VEÍCULO
Fig. 50 Sensor de Temperatura do Líquido de
Arrefecimento do Motor -Motor 2.5L DESCRIÇÃO
1 – GARGALO DE ENCHIMENTO DO LÍQUIDO DE Todos os modelos possuem uma etiqueta de infor-
ARREFECIMENTO
mações sobre o controle de emissões do veículo
2 – SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO MOTOR (VECI). A Chrysler sempre fixa a etiqueta no compar-
3 – TUBO DE ADMISSÃO DE AR timento do motor. Ela não pode ser as informações
que sejam apagadas ou destruı́das.
A etiqueta contem as especificações de emissão do
REMOÇÃO veículo e o direcionamento da mangueira de vácuo.
(1) Remova o cabo negativo da bateria. Todas as mangueiras devem ser conectadas e direci-
(2) Com o motor frio, drene o líquido de arrefeci- onadas de acordo com a etiqueta.
mento até abaixo do nível do sensor. Consulte a seção
“Sistema de Arrefecimento”.
JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 53
ESPECIFICAÇÕES (Continuação)
DESCRIÇÃO TORQUE
Oxygen Sensor . . . . . . . . . . . . . 28 N·m (20 pés-lb.)
Parafusos de Montagem do Módulo de Controle do
Trem de Força (PCM) . . . . . . . 4 N·m (35 pol.-lb.)
Parafusos de Montagem da Carcaça do
Estrangulador . . . . . . . . . . . . 26 N·m (19 pés-lb.)
Sensor de posição do estrangulador . . . . . . . 3 N·m
(25 pol.-lb.)
Parafuso da Cobertura do Estrangulador . . 4,5 N·m
(40 pol.-lb.)

FERRAMENTAS ESPECIAIS
COMBUSTÍVEL
Fig. 51 Sensor de Velocidade do Veículo -
Transmissão Manual
1 – TRANSMISSÃO
2 – SENSOR DE VELOCIDADE
3 – PARAFUSO DE RETENÇÃO DO SENSOR DE VELOCIDADE

Conjunto de Manômetros de Pressão C-4799-B

Fig. 52 Sensor de Velocidade do Veículo -


Transmissão Automática
1 – EXTENSÃO DA CARCAÇA DA TRANSMISSÃO
2 – SENSOR DE VELOCIDADE DO VEÍCULO
Adaptador de Teste da Pressão do Combustível
6539
TORQUE
DESCRIÇÃO TORQUE
Sensor de Posição do Eixo de Comando de
Válvulas . . . . . . . . . . . . . . . 12 N·m (105 pol.-lb.)
Sensor de Posição do Eixo de Manivela . . . . 12 N·m
(105 pol.-lb.)
Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento
do Motor . . . . . . . . . . . . . . . . 28 N·m (20 pés-lb.)
Parafusos de Montagem do Motor IAC no
Estrangulador . . . . . . . . . . . . 3 N·m (25 pol.-lb.)
Chave de Boca 6856
Parafusos de Montagem do Sensor MAP . . . . 3 N·m
(25 pol.-lb.)
14 - 54 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Remoção/Instalação do Sensor de Oxigênio C-4907

Adaptador da Linha de Combustível 1/4


JA SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 14 - 1

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 SISTEMA DE INJEÇÃO DO COMBUSTÍVEL . . . . . . 2

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES DE COMBUSTÍVEL —
CONJUNTO DE COMBUSTÍVEL COM
CHUMBO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO danos e devem ser comunicados à sua concessionária


imediatamente. Danos ao motor como resultado de
ESPECIFICAÇÕES DE COMBUSTÍVEL — operação do veículo quando este apresentar batidas
fortes poderão não ser cobertos pela nova garantia do
CONJUNTO DE COMBUSTÍVEL COM CHUMBO veículo.
Além do uso de gasolina com chumbo com o correto
DESCRIÇÃO índice de octanagem, recomenda-se também o uso
Seu veículo foi projetado para atender todos os daquelas que contêm detergentes e aditivos estabili-
regulamentos relativos a emissões e oferecer uma
zantes e anticorrosivos. A utilização de gasolinas con-
economia excelente de combustível ao se utilizar tendo esses aditivos irá aumentar a economia do
gasolina com chumbo de alta qualidade.
combustível e manter o desempenho do veículo.
Utilize gasolina com chumbo que possua no Gasolinas de baixa qualidade podem causar proble-
mínimo um índice de octanagem de 91.
mas como partida difícil, afogamento do motor e
Se o veículo apresentar ocasionalmente batidas por
falhas na aceleração (motor engasgado). Se você tiver
centelhas (detonações) com o motor trabalhando em alguns desses problemas, tente uma outra marca de
baixa velocidade, estas não serão prejudiciais ao veí-
gasolina antes de pensar em fazer a manutenção do
culo. Entretanto, batidas fortes e contínuas com o
veículo.
motor trabalhando em alta velocidade podem causar
14 - 2 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL JA

SISTEMA DE INJEÇÃO DO COMBUSTÍVEL

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
MODOS DE OPERAÇÃO — CONJUNTO DE
COMBUSTÍVEL COM CHUMBO . . . . . . . . . . . . . 2

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO não possuem sensores aquecidos de oxigênio. Em vez


disso, os veículos com o PCM calibrado para combus-
MODOS DE OPERAÇÃO — CONJUNTO DE tível com chumbo utilizam parâmetros predetermina-
dos, baseados nas informações recebidas do sensor de
COMBUSTÍVEL COM CHUMBO posição da borboleta (TPS), do sensor de pressão
absoluta do coletor (MAP) e das rpm do motor para
DESCRIÇÃO determinar a amplitude da pulsação do injetor de
Veículos com o PCM calibrado para uso de combus- combustível e o ponto de ignição.
tível com chumbo não utilizam os modos de operação
LAÇO ABERTO e LAÇO FECHADO, uma vez que
JA DIREÇÃO 19 - 1

DIREÇÃO
ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

página página

DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA. . . . . . . 48


BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . 27 COLUNA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61

DIREÇÃO HIDRÁULICA

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE


SISTEMA DA DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . 1 FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTOR
MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO 2.5 L) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 MANGUEIRA DE PRESSÃO DO FLUIDO DA
RESFRIADOR DO FLUIDO DA DIREÇÃO DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 MANGUEIRA DE RETORNO DE FLUIDO DA
INTERRUPTOR DE PRESSÃO DO FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 RESFRIADOR DE FLUIDO DA DIREÇÃO
DIAGNOSE E TESTE HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
TABELAS DE DIAGNÓSTICOS DO SISTEMA LINHAS DO RESFRIADOR DE FLUIDO DA
DA DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
FLUXO DO SISTEMA DA DIREÇÃO COMUTADOR DE PRESSÃO DO FLUIDO DA
HIDRÁULICA E TESTE DE PRESSÃO . . . . . . . . 10 DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO ESPECIFICAÇÕES
VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE FLUIDO DA ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 PRENDEDOR DA DIREÇÃO HIDRÁULICA. . . . . 26
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO FERRAMENTAS ESPECIAIS
MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DO DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
(MOTORES 2.0L E 2.4L) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO sobre a direção hidráulica de assistência variável


sensível à velocidade.
SISTEMA DA DIREÇÃO HIDRÁULICA O sistema da direção hidráulica consiste nestes
principais componentes:
DESCRIÇÃO • BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
Este veículo é equipado ou com direção hidráulica • MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
padrão ou com um tipo opcional de direção hidráulica • RESERVATÓRIO DO FLUIDO DA DIREÇÃO
de assistência variável sensível à velocidade. Nos veí- HIDRÁULICA
culos equipados com a direção hidráulica opcional de • MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DO
assistência variável sensível à velocidade, o recurso FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
do auxílio variável é embutido na bomba de direção • MANGUEIRA DE PRESSÃO DO FLUIDO DA
hidráulica. Consulte “BOMBA DE DIREÇÃO DIREÇÃO HIDRÁULICA
HIDRÁULICA” para obter informações adicionais • MANGUEIRA DE RETORNO DO FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA
19 - 2 DIREÇÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
• RESFRIADOR DO FLUIDO DA DIREÇÃO ring é usada em cada extremidade para conectá-la à
HIDRÁULICA bomba ou ao mecanismo da direção hidráulica.
• TUBOS DO RESFRIADOR DE FLUIDO DA A mangueira de retorno do fluido da direção
DIREÇÃO HIDRÁULICA hidráulica é uma mangueira de borracha especial que
Para obter informações sobre os dois primeiros conecta o mecanismo da direção hidráulica e o resfri-
componentes, consulte as respectivas seções neste ador do fluido da direção hidráulica ao reservatório
grupo do manual de manutenção. As informações do fluido. Uma porca de conexão tubular padrão com
sobre o terceiro componente podem ser localizadas um O ring é utilizada para conectá-la ao mecanismo
em “BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA”. As infor- da direção hidráulica. A mangueira é presa ao resfri-
mações sobre todos os outros componentes, diagnósti- ador e ao reservatório por meio de abraçadeiras
cos e testes podem ser localizadas nesta seção deste padrões ajustáveis.
grupo do manual de manutenção.
FUNCIONAMENTO
FUNCIONAMENTO As mangueiras de fluido da direção hidráulica
O giro do volante em uma direção hidráulica é con- transferem o fluido de um componente do sistema da
vertido em um deslocamento linear através do engate direção hidráulica ao próximo.
dos dentes do pinhão com os dentes da cremalheira.
O auxílio hidráulico à direção é fornecido por uma RESFRIADOR DO FLUIDO DA DIREÇÃO
válvula de controle, do tipo de núcleo aberto girató- HIDRÁULICA
ria. É usada para direcionar o óleo da bomba de dire-
ção hidráulica para os dois lados do pistão da DESCRIÇÃO
cremalheira integrada. O objetivo do resfriador da direção hidráulica é evi-
A sensação da estrada é controlada pelo diâmetro tar que a temperatura do fluido do sistema da dire-
da barra de torção que inicialmente esterça o veículo. ção hidráulica suba para um nível que afetaria o
À medida que o esforço da direção aumenta, como em desempenho do sistema da direção hidráulica.
um esterçamento, a barra de torção gira, provocando O resfriador é colocado em série com a mangueira
um movimento giratório relativo entre o corpo da vál- de retorno do fluido da direção hidráulica, entre o ori-
vula giratória e o carretel da válvula. Esse movi- fício de saída do fluido do mecanismo da direção e o
mento direciona o óleo atrás do pistão da cremalheira reservatório do fluido da direção hidráulica. Ele é
integrada que, por sua vez, acumula a pressão montado no reforço do pára-choque, em frente ao
hidráulica e auxilia o esforço de esterçamento. radiador (Fig. 1). O resfriador é preso à mangueira
Consulte “BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA” de retorno do fluido da direção hidráulica através de
para obter informações adicionais sobre o funciona- abraçadeiras ajustáveis padrão ou abraçadeiras
mento da direção hidráulica de assistência variável encrespadas.
sensível à velocidade.

MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO


HIDRÁULICA
DESCRIÇÃO
As mangueiras de fluido da direção hidráulica
conectam os componentes do sistema da direção
hidráulica.
A mangueira de abastecimento do fluido da direção
hidráulica é uma mangueira de borracha especial que
conecta o reservatório do fluido da direção hidráulica
à bomba de direção hidráulica. A mangueira é presa
a cada extremidade, utilizando uma abraçadeira
ajustável padrão.
A mangueira de pressão do fluido da direção
hidráulica é uma mangueira de alta pressão que Fig. 1 Resfriador do Fluido da Direção Hidráulica
conecta a bomba de direção hidráulica a seu meca- 1 – MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
nismo. Nas duas extremidades da parte da man- 2 – ABRAÇADEIRAS ENCRESPADAS
gueira flexível localizam-se conexões de aço 3 – RESFRIADOR DO FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
encrespadas, ligadas sob pressão à mangueira flexí-
vel. Uma porca de conexão tubular padrão com um O
JA DIREÇÃO 19 - 3
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
FUNCIONAMENTO
O resfriador usado neste veículo é considerado
como do tipo do-fluido-para-o-ar. Isso significa que o
fluxo de ar através dos tubos do resfriador é usado
para extrair o calor do resfriador, que é absorvido do
fluido da direção hidráulica que passa através dele. A
temperatura do fluido da direção hidráulica é abai-
xada antes da entrada no reservatório do fluido da
direção hidráulica, de onde ele é reabastecido para a
bomba de direção hidráulica.

INTERRUPTOR DE PRESSÃO DO FLUIDO DA


DIREÇÃO HIDRÁULICA
DESCRIÇÃO
Nos veículos equipados com direção hidráulica, um Fig. 2 Localização do interruptor de pressão da
interruptor de pressão da direção hidráulica (Fig. 2) é direção hidráulica
utilizado para melhorar a qualidade da marcha lenta 1 – CONECTOR DO CHICOTE ELÉTRICO
do veículo quando necessário. Quando uma exigência 2 – INTERRUPTOR DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
por auxílio hidráulico é apresentada pelo sistema da 3 – MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
direção hidráulica em marcha lenta, a pressão da
bomba coloca carga adicional no motor, diminuindo a direção hidráulica está gerando carga adicional no
velocidade da marcha lenta do motor. O interruptor motor. Esse tipo de condição existe quando os pneus
de pressão melhora a qualidade da marcha lenta do dianteiros do veículo giram, com o veículo parado e o
veículo, mantendo a velocidade necessária da marcha motor em marcha lenta. Quando essa condição for
lenta do motor quando a pressão aumenta no sistema detectada pelo módulo de controle do trem de força,
da direção hidráulica. através de um sinal do interruptor de pressão da
O interruptor de pressão da direção hidráulica é direção hidráulica, a velocidade em marcha lenta do
montado diretamente no mecanismo da direção motor será mantida. Essa conservação na velocidade
hidráulica (Fig. 2). em marcha lenta do motor compensa a carga adicio-
nal, mantendo, assim, a velocidade e a qualidade da
FUNCIONAMENTO marcha lenta do motor.
O interruptor de pressão funciona sinalizando ao
módulo de controle do trem de força que o sistema da
19 - 4 DIREÇÃO JA

DIAGNOSE E TESTE

TABELAS DE DIAGNÓSTICOS DO SISTEMA DA DIREÇÃO


RUÍDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

ASSOBIO OU APITO 1. Vedação entre o eixo da coluna de 1. Reposicione ou substitua a vedação entre
INCÔMODOS* direção/painel de acoplamento o eixo da coluna de direção/painel de
danificada ou posicionada acoplamento.
incorretamente.
2. Válvula com ruído no mecanismo 2. Substitua o mecanismo da direção
da direção hidráulica. hidráulica.

TREPIDAÇÃO OU 1. Mecanismo da direção hidráulica 1. Verifique os parafusos de montagem do


RUÍDO NA frouxo na barra transversal da mecanismo da direção hidráulica. Substitua
CARROCERIA suspensão dianteira. conforme necessário. Aperte com o torque
especificado.
2. Prendedores de montagem da 2. Aperte os prendedores com o torque
barra transversal da suspensão especificado.
dianteira frouxos na estrutura.
3. Barra de direção solta (externa ou 3. Verifique se há desgaste nos pontos de
interna). articulação da barra de direção. Substitua as
peças com desgaste/soltas, conforme
necessário.
4. Parafusos de montagem do braço 4. Aperte os parafusos com os torques
de controle inferior soltos na barra especificados.
transversal da suspensão dianteira.
5. Prendedores de montagem do 5. Aperte os prendedores do conjunto do
conjunto do amortecedor soltos na amortecedor com os torques especificados.
torre do amortecedor.
6. Mangueira de pressão do fluido da 6. Ajuste a mangueira na posição adequada,
direção hidráulica encostando na soltando, reposicionando e apertando a
carroceria do veículo. conexão com o torque especificado. Não
dobre a tubulação.
7. Ruído interno no mecanismo da 7. Substitua o mecanismo da direção
direção hidráulica. hidráulica.
8. Barra transversal da suspensão 8. Substitua a barra transversal da
dianteira danificada. suspensão dianteira.

BARULHO DE ESTALO 1. Barra de direção externa gasta. 1. Substitua a barra de direção externa.

CHIADO OU RUÍDO 1. Correia de acionamento da bomba 1. Verifique e ajuste a correia de


(BOMBA DE DIREÇÃO de direção hidráulica solta. acionamento da bomba de direção hidráulica
HIDRÁULICA) de acordo com as especificações. Substitua
a correia se ela estiver gasta ou vitrificada.

UIVO OU ROSNADO 1. Nível baixo de fluido. 1. Abasteça o reservatório de fluido da


(BOMBA DE DIREÇÃO direção hidráulica até o nível correto e
HIDRÁULICA)** verifique se há vazamentos (certifique-se de
que todo ar seja sangrado do fluido do
sistema).
JA DIREÇÃO 19 - 5
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

2. Mangueira da direção hidráulica 2. Ajuste a mangueira na posição correta,


encostando na carroceria ou na soltando, reposicionando e apertando a
estrutura do veículo. conexão com o torque especificado. Não
dobre a tubulação. Substitua a mangueira se
estiver danificada.
3. Desgaste extremo dos 3. Substitua a bomba de direção hidráulica e
componentes internos da bomba de enxágüe o sistema conforme necessário.
direção hidráulica.

SOM DE AR SENDO 1. Abraçadeira da mangueira de 1. Aperte ou substitua a abraçadeira da


ASPIRADO retorno do fluido da direção hidráulica mangueira.
solta.
2. O ring ausente na conexão da 2. Verifique a conexão e substitua o O ring,
mangueira da direção hidráulica. conforme necessário.
3. Nível baixo de fluido da direção 3. Encha o reservatório de fluido da direção
hidráulica. hidráulica até o nível adequado e verifique
se há vazamentos.
4. Vazamento de ar entre o 4. Substitua a bomba de direção hidráulica
reservatório de fluido e a bomba de (com o reservatório).
direção hidráulica.

RANGIDO OU SOM DE 1. Atrito no capuz da coluna de 1. Alinhe novamente os capuzes conforme


ATRITO direção. necessário.
2. Atrito no eixo da coluna de direção. 2. Mova ou alinhe novamente o eixo do item
com atrito.
3. Ruído na mola de relógio. 3. Remova a mola de relógio. Reinstale a
roda. Se o ruído acabar, substitua a mola de
relógio.
4. Mecanismo da direção com ruído 4. Substitua o mecanismo da direção.
interno.

RUÍDO DE ATRITO OU 1. Tamanho do pneu ou da roda 1. Substitua o pneu ou a roda de tamanhos


DE BATIDA. incorreto. incorretos pelos de tamanho usados como
equipamento original.
2. Interferência entre o mecanismo da 2. Verifique se há componentes dobrados ou
direção e outros componentes do mal alinhados e corrija-os quando
veículo. necessário.
3. Desgaste excessivo nas paradas 3. Substitua o mecanismo da direção.
internas do mecanismo da direção,
permitindo que os pneus estercem
demais.

AVISO: * Há algum ruído em todos os sistemas da vula. Não há nenhuma relação entre esse ruído e o
direção hidráulica. Um dos mais comuns é o som desempenho do sistema da direção.
de assobio, evidente ao virar o volante de direção
com o veículo parado ou ao estacionar, quando o
volante de direção está no final de seu percurso. AVISO: ** O ruído de rosnado da bomba de direção
Chama-se de assobio um ruído de freqüência muito hidráulica resulta do desenvolvimento de fluxo do
alta, similar ao que se ouve quando se fecha lenta- fluido de alta pressão. Normalmente, esse nível de
mente uma torneira de água. O ruído está presente ruído não deve ser alto o suficiente para se tornar
em cada válvula e ocorre quando o fluido em alta desagradável.
velocidade passa pelas bordas do orifício da vál-
19 - 6 DIREÇÃO JA
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
SENSAÇÃO DO VOLANTE DE DIREÇÃO

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

VOLANTE/COLUNA DE 1. A pré-carga da coluna de direção 1. Solte o parafuso de aperto do


DIREÇÃO ESTALANDO, não está ajustada corretamente. acoplamento da coluna de direção para
RUÍDO NA CARROCERIA reajustar a pré-carga da coluna de direção.
OU TREPIDAÇÃO Recoloque o parafuso de aperto e aperte-o
conforme as especificações de torque.
2. Parafuso de aperto do 2. Recoloque o parafuso de aperto e
acoplamento da direção solto. aperte-o conforme as especificações de
torque.
3. Rolamentos da coluna de direção. 3. Substitua a coluna de direção.

VOLANTE DE DIREÇÃO 1. A porca de retenção do volante de 1. Aperte a porca com o torque


APRESENTA FOLGA PARA direção não está apertada com o especificado.
FRENTE E PARA TRÁS torque correto.
2. A pré-carga da coluna de direção 2. Solte o parafuso de aperto do
não está ajustada corretamente. acoplamento da coluna de direção para
reajustar a pré-carga da coluna de direção.
Recoloque o parafuso de aperto e aperte-o
conforme as especificações de torque.
3. O retentor da mola do rolamento 3. Substitua a coluna de direção.
inferior da coluna de direção
deslizou no eixo da coluna de
direção.

A COLUNA DE DIREÇÃO 1. Ar no fluido do sistema da direção 1. Retire o ar do sistema seguindo o


OU O PAINEL VIBRA hidráulica. procedimento inicial de manutenção da
DURANTE VELOCIDADES operação da bomba de direção hidráulica.*
BAIXAS OU EM
MANOBRAS DA DIREÇÃO
COM O VEÍCULO 2. Pneus inflados incorretamente. 2. Infle-os até a pressão especificada.
PARADO.
3. Vibração excessiva do motor. 3. Certifique-se de que o motor esteja
funcionando adequadamente.
4. Contraporca da extremidade da 4. Aperte a contraporca da barra de direção
barra de direção solta. interna à externa com o torque
especificado.
5. Sistema de condicionamento de 5. Verifique a pressão de entrada do
ar sobrecarregado. cabeçote da bomba de condicionamento de
ar e corrija-a conforme necessário.

O VOLANTE PRENDE, 1. Nível baixo de fluido da direção 1. Encha o reservatório de fluido da direção
EMPERRA EM CERTAS hidráulica. hidráulica até o nível especificado e
POSIÇÕES OU É DIFÍCIL verifique se há vazamentos.
DE VIRAR.
2. Os pneus não estão inflados na 2. Infle-os até a pressão especificada.
pressão especificada.
3. Falta de lubrificação nas juntas 3. Lubrifique as juntas esféricas, se não
esféricas do braço de controle da forem do tipo com lubrificação permanente.
suspensão dianteira. Se forem do tipo com lubrificação
permanente, substitua a junta esférica ou o
braço de controle.
JA DIREÇÃO 19 - 7
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

4. Junta esférica inferior ou superior 4. Substitua a junta esférica ou o braço de


do braço de controle gasta. controle.
5. Falta de lubrificação nas 5. Lubrifique as extremidades da barra de
extremidades da barra de direção direção, se não forem do tipo com
externa do mecanismo da direção. lubrificação permanente. Se a extremidade
da barra de direção for do tipo com
lubrificação permanente, substitua-a.
6. Correia de acionamento da 6. Aperte a correia de acionamento da
bomba de direção hidráulica solta. bomba de direção hidráulica de acordo com
as especificações. Se a correia de
acionamento estiver gasta ou vitrificada,
substitua-a.
7. Controle de fluxo da bomba de 7. Substitua a bomba de direção hidráulica.
direção hidráulica com defeito (siga
o procedimento “Teste de Pressão e
Fluxo do Sistema da Direção
Hidráulica”).
8. Atrito excessivo na coluna de 8. Isole e corrija o problema.
direção ou no eixo intermediário.
9. Junta esférica inferior ou superior 9. Substitua a junta esférica inferior ou
do braço de controle agarrando. superior.
10. Atrito excessivo no mecanismo 10. Substitua o mecanismo da direção
da direção hidráulica. hidráulica.

VOLANTE DURO, DIFÍCIL 1. Pneus inflados incorretamente. 1. Infle-os até a pressão especificada.
DE VIRAR, OSCILANTE
OU COM AUMENTO
MOMENTÂNEO DE
ESFORÇO AO VIRAR.
2. Nível baixo de fluido da direção 2. Adicione fluido da direção hidráulica
hidráulica. conforme o necessário, para que o
reservatório de fluido da direção atinja o
nível correto. Verifique se há vazamentos.
3. Correia de acionamento da 3. Aperte a correia de acionamento da
bomba de direção hidráulica solta. bomba de direção hidráulica de acordo com
as especificações. Se a correia de
acionamento estiver gasta ou vitrificada,
substitua-a.
4. Falta de lubrificação nas juntas 4. Lubrifique as juntas esféricas se não
esféricas do braço de controle. forem do tipo com lubrificação permanente.
Se forem do tipo com lubrificação
permanente, substitua a junta esférica ou o
braço de controle.
5. Pressão da bomba de direção 5. Substitua a bomba de direção hidráulica
hidráulica baixa (siga o conforme necessário.
procedimento “Teste de Pressão e
Fluxo do Sistema da Direção
Hidráulica”).
19 - 8 DIREÇÃO JA
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

6. Grande vazamento interno no 6. Substitua o mecanismo da direção


mecanismo da direção hidráulica hidráulica.
(siga o procedimento “Teste de
Pressão e Fluxo do Sistema da
Direção Hidráulica”).

VOLANTE DE DIREÇÃO 1. Pneus inflados incorretamente. 1. Infle-os até a pressão especificada.


NÃO RETORNA À
POSIÇÃO CENTRAL.
2. Alinhamento incorreto das rodas 2. Verifique e ajuste o alinhamento das
dianteiras. rodas conforme necessário.
3. Falta de lubrificação nas juntas 3. Lubrifique as juntas esféricas se não
esféricas do braço de controle da forem do tipo com lubrificação permanente.
suspensão dianteira. Se forem do tipo com lubrificação
permanente, substitua a junta ou o braço
de controle.
4. Juntas de acoplamento da coluna 4. Realinhe as juntas.
de direção mal alinhadas.
5. Volante de direção com atrito. ** 5. Ajuste os capuzes da coluna de direção
para eliminar o problema de atrito.
6. Acoplador da coluna de direção à 6. Substitua, reposicione ou lubrifique a
vedação do painel danificado, mal vedação do painel.
posicionado ou sem lubrificação.**
7. Junta esférica inferior ou superior 7. Substitua a junta esférica inferior ou
do braço de controle agarrando. superior do braço de controle.
8. Rolamento do eixo apertado na 8. Substitua a coluna de direção.
coluna de direção.
9. Atrito excessivo no acoplamento 9. Substitua o acoplamento da coluna de
da coluna de direção. direção.
10. Atrito excessivo no mecanismo 10. Substitua o mecanismo da direção
da direção hidráulica. hidráulica.

EXCESSIVO RETORNO 1. Ar no fluido do sistema da direção 1. Retire o ar do sistema seguindo o


OU CURSO LIVRE DO hidráulica. procedimento inicial de manutenção do
VOLANTE DE DIREÇÃO. funcionamento da bomba de direção
hidráulica.*
2. Mecanismo da direção hidráulica 2. Verifique os parafusos de montagem do
na barra transversal da suspensão mecanismo da direção hidráulica.
dianteira solto. Substitua-os quando necessário. Aperte
com o torque especificado.
3. Acoplamento da coluna de direção 3. Substitua o acoplamento da coluna de
desgastado, quebrado ou solto. direção.
4. Curso livre na coluna de direção. 4. Verifique todos os componentes do
sistema da direção e conserte ou substitua
quando necessário.
5. Juntas esféricas do braço de 5. Substitua a junta esférica ou o braço de
controle gastas. controle conforme necessário.
6. Junta de direção solta do 6. Verifique os parafusos de aperto,
parafuso de aperto do prisioneiro da substitua-os conforme necessário e
junta esférica. aperte-os com o torque especificado.
JA DIREÇÃO 19 - 9
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

7. Rolamentos da roda dianteira 7. Substitua o rolamento ou a junção das


soltos ou gastos. rodas conforme necessário.
8. Extremidades externas da barra 8. Substitua as extremidades externas que
de direção soltas. estiverem com curso livre excessivo.
9. Extremidades internas da barra de 9. Substitua o mecanismo da direção
direção soltas. hidráulica.
10. Válvula giratória do mecanismo 10. Substitua o mecanismo da direção
da direção com defeito. hidráulica.

AVISO: * Pode ocorrer trepidação do volante em seguinte. Antes de desconectar o acoplamento,


veículos novos e em veículos que passaram por coloque os pneus na posição em linha reta e cen-
manutenção recente no sistema da direção. A trepi- tralize o volante de direção. Quando desconectado,
dação deve sumir após dirigir o veículo por várias NÃO gire o volante de direção mais de uma volta
semanas. em cada direção e coloque-o no lugar original antes
de conectar novamente o acoplamento. Se perder
essa posição, a mola de relógio da coluna de dire-
AVISO: ** Para avaliar esse problema, talvez seja ção deve ser centralizada novamente seguindo-se o
necessário desconectar o acoplamento na base da procedimento localizado no procedimento de insta-
coluna de direção. Vire o volante de direção e sinta lação da coluna de direção na seção “Coluna de
ou ouça o atrito interno na coluna de direção. Para Direção”.
evitar danos à mola de relógio da coluna, observe o

FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS CORREÇÃO

NÍVEL BAIXO DE FLUIDO 1. Conexões da mangueira da 1. Aperte as conexões com o torque


COM VAZAMENTO direção hidráulica soltas. especificado.
VISÍVEL.
2. Vedação, gaxeta ou O ring de 2. Substitua-os conforme necessário.
encaixe danificados ou ausentes.
3. Bomba de direção hidráulica ou 3. Conserte ou substitua o componente
mecanismo da direção hidráulica com vazamento conforme necessário.
vazando.

FLUIDO AERADO. 1. Nível baixo de fluido.* 1. Encha o reservatório de fluido da direção


hidráulica até o nível adequado.
2. Vazamento de ar entre o 2. Verifique se a vedação está correta.
reservatório de fluido e a bomba da Substitua a bomba de direção hidráulica
direção hidráulica. (com o reservatório).
3. Compartimento da bomba de 3. Substitua a bomba de direção hidráulica.
direção hidráulica quebrado.

TRANSBORDAMENTO DO 1. Contaminação da água. 1. Drene o fluido da direção hidráulica do


FLUIDO DO sistema. Enxágüe o sistema com fluido de
RESERVATÓRIO E direção hidráulica novo e limpo, drene e,
FLUIDO COM APARÊNCIA depois, encha novamente até o nível
LEITOSA adequado.
19 - 10 DIREÇÃO JA
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
AVISO: * Temperaturas extremamente baixas ATENÇÃO: Para evitar lesões corporais, use óculos
podem causar aeração no fluido da direção hidráu- de segurança sempre que for executar qualquer
lica, se o fluido estiver baixo. procedimento de teste no sistema de direção
hidráulica.

FLUXO DO SISTEMA DA DIREÇÃO


HIDRÁULICA E TESTE DE PRESSÃO VEÍCULOS SEM DIREÇÃO HIDRÁULICA DE
O procedimento a seguir é utilizado para testar o ASSISTÊNCIA VARIÁVEL
funcionamento do sistema de direção hidráulica no (1) Instale os seguintes adaptadores do Jogo de
veículo. Este teste fornecerá o regime de vazão da Adaptadores, Ferramenta Especial 6893 (Fig. 4), nas
bomba da direção hidráulica juntamente com a pres- extremidades da mangueira do analisador:
são máxima de alívio. Este teste deve ser executado
sempre que houver algum problema no sistema de
direção hidráulica, para determinar se a bomba ou o
mecanismo da direção hidráulica não estão funcio-
nando corretamente. O seguinte teste de vazão e
pressão é feito usando o kit 6815 de Ferramenta
Especial Analisadora de Direção Hidráulica (Fig. 3),
mangueiras, Ferramentas Especiais 6905 e 6959,
adaptadores, Ferramentas Especiais 6972 e 8354 e
conexões do kit do adaptador, Ferramenta Especial
6893.

Fig. 4 Adaptadores do Analisador da Direção


Hidráulica 6893
• Instale o Encaixe do Adaptador, Ferramenta
Especial 6844, na Mangueira de Pressão, Ferramenta
Especial 6713.
• Instale o Encaixe do Adaptador, a Ferramenta
Fig. 3 Analisador da direção hidráulica com Especial 6826, na Mangueira de Pressão, Ferramenta
mangueiras instaladas Especial 6959.
1 – SAÍDA (2) Desconecte a mangueira de pressão do fluido de
2 – FERRAMENTA ESPECIAL 6815 direção hidráulica da bomba de direção hidráulica
3 – ENTRADA
(Fig. 5).
(3) Ligue a Conexão do Adaptador, Ferramenta
(1) Monte as mangueiras no Analisador da Direção Especial 6844, fixada na mangueira de pressão da
Hidráulica, Ferramenta Especial 6815, conforme entrada (extremidade do indicador) do Analisador da
mostrado. Instale a Mangueira de Pressão, Ferra- Direção Hidráulica para a conexão de pressão da
menta Especial 6905 (no kit 6893), na conexão de bomba de direção hidráulica.
entrada do Analisador da Direção Hidráulica. Instale (4) Conecte a mangueira de pressão do fluido da
a Mangueira de Pressão, Ferramenta Especial 6713 direção hidráulica à Conexão do Adaptador, Ferra-
(no kit 6815), na Mangueira de Pressão, Ferramenta menta Especial 6826, que já deve estar instalada na
Especial 6905. Instale a Mangueira de Pressão, Fer- mangueira de saída (extremidade da válvula) do Ana-
ramenta Especial 6959, na conexão de saída do Ana- lisador da Direção Hidráulica.
lisador da Direção Hidráulica. (5) Siga os procedimentos de teste listados após
VEÍCULOS COM DIREÇÃO HIDRÁULICA DE
ASSISTÊNCIA VARIÁVEL.
JA DIREÇÃO 19 - 11
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

Fig. 5 Mangueira de pressão da bomba da direção Fig. 6 Mangueira de pressão da bomba da direção
hidráulica hidráulica
1 – BOMBA DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 1 – BOMBA DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA BOMBA DA DIREÇÃO 2 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
HIDRÁULICA 3 – ENCAIXE DA VÁLVULA DE CONTROLE DO FLUXO

VEÍCULOS COM DIREÇÃO HIDRÁULICA DE (2) Válvula completamente aberta no Analisador


ASSISTÊNCIA VARIÁVEL da Direção Hidráulica.
Instale os seguintes adaptadores do Conjunto de (3) Ligue o motor e deixe-o em marcha lenta o sufi-
Adaptadores, Ferramenta Especial 6893 e Ferra- ciente para que o fluido hidráulico possa circular pelo
menta Especial 8354 na extremidades das manguei- analisador e mangueiras até que o ar seja removido
ras do analisador: para fora do fluido. Desligue o motor.
• Instale o Encaixe do Adaptador (Encaixe tipo (4) Verifique o nível de fluido da direção hidráulica
Banjo), Ferramenta Especial 6866, na Mangueira de e acrescente se necessário. Ligue novamente o motor
Pressão e no Encaixe do Adaptador, Ferramenta e deixe-o em marcha lenta.
Especial 6713. (5) O indicador do analisador deve fazer uma lei-
• Instale o Encaixe do Adaptador de Conexão tura abaixo de 862 kPa (125 psi). Se a leitura estiver
Rápida para a Ferramenta Especial 6972 na Man- acima, examine as mangueiras quanto a obstruções e
gueira de Pressão, Ferramenta Especial 6959. conserte, se necessário. A pressão inicial deverá estar
(1) Desconecte a mangueira de pressão do fluido de na faixa entre 345 e 552 kPa (50-80 psi). O medidor
direção hidráulica da bomba de direção hidráulica de fluxo deve fazer uma leitura entre 1,3 e 1,6 GPM.
(Fig. 6).
(2) Instale o Adaptador, Ferramenta Especial ATENÇÃO: O seguinte procedimento de teste diz
6972-1, na conexão de pressão na bomba da direção respeito à pressão máxima de saída da bomba e o
hidráulica. Instale o Encaixe do Adaptador tipo funcionamento da válvula de controle de fluxo. Não
banjo, Ferramenta Especial 6866, fixado ao analisa- deixe a válvula fechada por mais de cinco segun-
dor, na Ferramenta Especial 6972-1. Instale a porca dos, pois a bomba poderá ficar danificada.
fornecida e aperte-a.
(6) Feche a válvula do analisador completamente
(3) Prenda o Adaptador, Ferramenta Especial
por três vezes e anote a pressão mais alta indicada
8354, no encaixe tipo banjo na mangueira de pressão
em cada vez. Todas as leituras deverão estar
do fluido da direção hidráulica. Conecte o Encaixe do
acima das especificações e dentro de um inter-
Adaptador de Conexão Rápida para a Ferramenta
valo de 345 kPa (50 psi) entre si.
Especial 6972 (fixada ao analisador) na Ferramenta
Especial 8354. AVISO: A pressão máxima de alívio da bomba de
(4) Siga o procedimento do teste abaixo. direção hidráulica é de 8240 a 8920 kPa (1195 a
1293 psi).
PROCEDIMENTO DE TESTE
(1) Verifique a tensão da correia e ajuste conforme • Se as pressões da bomba de direção hidráulica
necessário. estiverem acima das especificações, mas fora do
19 - 12 DIREÇÃO JA
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
intervalo de 345 kPa (50 psi) entre uma e outra, tro- REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
que a bomba.
• Se as pressões da bomba de direção hidráulica MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DO FLUIDO
estiverem dentro de 345 kPa (50 psi) entre uma e
outra, mas abaixo das especificações, troque a bomba.
DA DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTORES 2.0L E
2.4L)
ATENÇÃO: Não force a bomba a funcionar contra
os batentes por mais de 2 ou 4 segundos a cada REMOÇÃO
vez, pois poderá danificar a bomba. (1) Com uma bomba sifão, remova quanto fluido da
direção hidráulica for possível do reservatório de
(7) Abra a válvula completamente no Analisador fluido da direção hidráulica remota.
da Direção Hidráulica. Gire a direção hidráulica
totalmente para a esquerda até encontrar o batente ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao remover a
na engrenagem de direção, em seguida, gire a direção mangueira de abastecimento de fluido da direção
hidráulica para a direita até que o batente direito hidráulica do reservatório de fluido da direção
seja encontrado. Anote a maior pressão indicada em hidráulica. Se for aplicada uma força excessiva
cada posição. Compare as leituras registradas com as durante a tentativa de se remover a mangueira do
especificações. Se as pressões mais altas de saída não bocal no reservatório de fluido da direção hidráu-
forem as mesmas em relação a cada batente, a engre- lica, o bocal do reservatório poderá quebrar.
nagem de direção está vazando internamente e deve
ser substituída. (2) Remova a correia de ligação (Fig. 7) segurando
a mangueira de abastecimento de fluido da direção
hidráulica com a mangueira de pressão da direção
PROCEDIMENTOS DE hidráulica.
MANUTENÇÃO (3) Remova a braçadeira da mangueira anexando a
mangueira de abastecimento de fluido da direção
VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE FLUIDO DA hidráulica ao reservatório de fluido da direção
hidráulica (Fig. 7). Em seguida, remova a mangueira
DIREÇÃO HIDRÁULICA
de abastecimento de fluido da direção hidráulica do
ADVERTÊNCIA: O NÍVEL DO FLUIDO DEVERÁ SER reservatório de fluido da direção hidráulica.
VERIFICADO COM O MOTOR DESLIGADO PARA
EVITAR FERIMENTOS CAUSADOS POR PEÇAS EM
MOVIMENTO.

ATENÇÃO: Não use fluido para transmissão auto-


mática no sistema de direção hidráulica.

Antes de remover a tampa do gargalo de enchi-


mento de fluido da direção hidráulica, limpe a sujeira
e detritos da tampa do enchedor. Remova a tampa e
verifique o nível de fluido através da vareta de medi-
ção do nível. A vareta de medição do nível deve indi-
car COLD (Frio) quando o fluido estiver à
temperatura ambiente, aproximadamente 21° C a 27°
C (70°F a 80°F). Não encha demais o sistema de dire-
ção hidráulica. Use apenas Mopar Power Steering
Fluid (Fluido da Direção Hidráulica Mopar), ou equi-
Fig. 7 Mangueira de Abastecimento de Fluido da
valente.
Direção Hidráulica de Motor 2.0 e 2.4 L
1 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA
JA DIREÇÃO 19 - 13
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(4) Remova a braçadeira da mangueira anexando a (5) Encha o reservatório de fluido da direção
mangueira de abastecimento de fluido da direção hidráulica.
hidráulica à bomba da direção hidráulica. Em (6) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
seguida, remova a mangueira de abastecimento de mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
fluido da direção hidráulica da conexão da bomba de gue o motor.
direção hidráulica. (7) Se for necessário, inclua o fluido. Repita o pro-
(5) Remova a mangueira de abastecimento de cedimento acima até que o nível do fluido permaneça
fluido da direção hidráulica do motor. constante após o funcionamento do motor.
(8) Levante as rodas dianteiras do veículo do chão.
INSTALAÇÃO (9) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
(1) Instale a mangueira de abastecimento de fluido volante de direção para direita e esquerda para que
da direção hidráulica do motor certificando-se de que entre ligeiramente em contato com os batentes da
esteja encaminhada corretamente. roda. Em seguida, desligue o motor.
(10) Adicione o fluido da direção hidráulica se
ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao instalar a man- necessário.
gueira de abastecimento de fluido da direção (11) Abaixe o veículo e vire o volante de direção
hidráulica no reservatório de fluido da direção vagarosamente de uma posição de travamento à
hidráulica. Se for aplicada uma força excessiva outra
durante a tentativa de se instalar a mangueira no (12) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e
bocal do reservatório de fluido da direção hidráu- reabasteça conforme necessário.
lica, o bocal do reservatório poderá quebrar. (13) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
veículo parado alguns minutos e repita o procedi-
(2) Instale a mangueira de abastecimento de fluido mento acima.
da direção hidráulica na conexão do reservatório de (14) Depois que a mangueira for instalada, verifi-
fluido da direção hidráulica. Instale a braçadeira da que se há vazamentos em todas as conexões da man-
mangueira na mangueira de abastecimento de fluido gueira.
da direção hidráulica do reservatório de fluido da
direção hidráulica (Fig. 7). Certifique-se de que a MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO
braçadeira da mangueira esteja instalada na
mangueira de retorno além do rebordo acha- DA DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTOR 2.5 L)
tado no reservatório de fluido da direção
hidráulica. REMOÇÃO
(3) Instale a mangueira de abastecimento de fluido (1) Com uma bomba sifão, remova quanto fluido da
da direção hidráulica na conexão da bomba de dire- direção hidráulica for possível do reservatório de
ção hidráulica. Instale a braçadeira da mangueira na fluido da direção hidráulica remota.
mangueira de abastecimento de fluido da direção
ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao remover a
hidráulica na conexão da bomba de direção hidráu-
mangueira de abastecimento de fluido da direção
lica (Fig. 7). Certifique-se de que a braçadeira da
hidráulica do reservatório de fluido da direção
mangueira esteja instalada na mangueira de
hidráulica. Se for aplicada uma força excessiva
abastecimento de fluido além do rebordo acha-
durante a tentativa de se remover a mangueira do
tado na conexão da bomba de direção hidráu-
bocal no reservatório de fluido da direção hidráu-
lica.
lica, o bocal do reservatório poderá quebrar.
ATENÇÃO: A correia de ligação deve ser instalada
(2) Remova a braçadeira da mangueira anexando a
na mangueira de pressão da direção hidráulica e na
mangueira de abastecimento de fluido da direção
mangueira de abastecimento para garantir o enca-
hidráulica ao reservatório de fluido da direção
minhamento correto das mangueiras.
hidráulica. Em seguida, remova a mangueira de
(4) Instale a correia de ligação (Fig. 7) segurando a abastecimento de fluido da direção hidráulica do
mangueira de abastecimento de fluido da direção reservatório de fluido da direção hidráulica (Fig. 8).
hidráulica com a mangueira de pressão da direção (3) Levante o veículo.
hidráulica. (4) Remova a braçadeira da mangueira anexando a
mangueira de abastecimento de fluido da direção
ATENÇÃO: Não use fluido de transmissão automá- hidráulica à bomba da direção hidráulica. Em
tica no sistema de direção hidráulica. Use apenas seguida, remova a mangueira de abastecimento de
MoparT, Fluido da Direção Hidráulica ou equiva- fluido da direção hidráulica da conexão da bomba de
lente. direção hidráulica (Fig. 9).
19 - 14 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
abastecimento além do rebordo achatado de
fluido da direção hidráulica na conexão da
bomba de direção hidráulica.
(2) Abaixe o veículo.

ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao instalar a man-


gueira de abastecimento de fluido da direção
hidráulica no reservatório de fluido da direção
hidráulica. Se for aplicada uma força excessiva
durante a tentativa de se instalar a mangueira no
bocal do reservatório de fluido da direção hidráu-
lica, o bocal do reservatório poderá quebrar.

(3) Instale a mangueira de abastecimento de fluido


da direção hidráulica na conexão do reservatório de
fluido da direção hidráulica (Fig. 8). Instale a braça-
Fig. 8 Mangueira de Abastecimento de Fluido da deira da mangueira na mangueira de abastecimento
Direção Hidráulica no Reservatório de fluido da direção hidráulica do reservatório de
1 – COLETOR DE ADMISSÃO
fluido da direção hidráulica. Certifique-se de que a
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DE FLUIDO DA DIREÇÃO braçadeira da mangueira esteja instalada no
HIDRÁULICA friso da parte reforçada da última mangueira
3 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA de retorno no reservatório de fluido da direção
4 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA hidráulica.
DIREÇÃO HIDRÁULICA (PARA BOMBA)

ATENÇÃO: Não use fluido de transmissão automá-


tica no sistema de direção hidráulica. Use apenas
MoparT, Fluido da Direção Hidráulica ou equiva-
lente.

(4) Encha o reservatório de fluido da direção


hidráulica.
(5) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
gue o motor.
(6) Se for necessário, inclua o fluido. Repita o pro-
cedimento acima até que o nível do fluido permaneça
constante após o funcionamento do motor.
(7) Levante as rodas dianteiras do veículo do chão.
(8) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
volante de direção para direita e esquerda para que
entre ligeiramente em contato com os batentes da
Fig. 9 Mangueira de Abastecimento de Fluido na
roda. Em seguida, desligue o motor.
Bomba de Direção Hidráulica
(9) Adicione o fluido da direção hidráulica se
1 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA necessário.
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (10) Abaixe o veículo e vire o volante de direção
vagarosamente de uma posição de travamento à
outra.
INSTALAÇÃO (11) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e
(1) Instale a mangueira de abastecimento de fluido reabasteça conforme necessário.
da direção hidráulica na conexão da bomba da dire- (12) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
ção hidráulica, certificando-se do encaminhamento veículo parado alguns minutos e repita o procedi-
correto ao reservatório de fluido da direção hidráu- mento acima.
lica. Instale a braçadeira da mangueira na man- (13) Depois que a mangueira for instalada, verifi-
gueira de abastecimento de fluido da direção que se há vazamentos em todas as conexões da man-
hidráulica na conexão de bomba da direção hidráu- gueira.
lica (Fig. 9). Certifique-se de que a braçadeira da
mangueira esteja instalada na mangueira de
JA DIREÇÃO 19 - 15
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

MANGUEIRA DE PRESSÃO DO FLUIDO DA de direção hidráulica e da mangueira através da


extremidade de abertura da mangueira.
DIREÇÃO HIDRÁULICA
Conserte todas as mangueiras da direção hidráu-
lica com o veículo levantado em um elevador. Tampe
todas as extremidades abertas das mangueiras, cone-
xões da bomba de direção hidráulica e terminais da
engrenagem da direção para evitar a entrada de
material estranho nos componentes.

ADVERTÊNCIA: SE O MOTOR ESTIVER EM FUNCI-


ONAMENTO, O ÓLEO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA,
AS PEÇAS DO MOTOR E O SISTEMA DO ESCAPA-
MENTO PODERÃO ESTAR EXTREMAMENTE QUEN-
TES. NÃO LIGUE O MOTOR COM QUALQUER
MANGUEIRA SOLTA OU DESCONECTADA. NÃO
DEIXE AS MANGUEIRAS ENTRAREM EM CONTATO
COM COLETOR DO ESCAPAMENTO OU COM O
CATALISADOR QUENTES.
Fig. 10 Conexões da Mangueira da Direção
Hidráulica na Engrenagem da Direção
REMOÇÃO 1 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
AVISO: Para consertar a mangueira de pressão da 3 – MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
direção hidráulica neste veículo, a barra transversal
da suspensão dianteira e a engrenagem da direção
(4) Se o veículo estiver equipado com motor
deverão ser arriadas da carroceria e da estrutura do
de 2.0 ou 2.4 L, remova o suporte de encaminha-
veículo. Isso será necessário para se acessar as
mento da mangueira de pressão da direção hidráulica
conexões da mangueira da direção hidráulica ao
do suporte da mangueira de retorno da direção
lado da engrenagem da direção. Consulte “Procedi-
hidráulica na parte traseira do motor (Fig. 11). Em
mento de Manutenção de Engrenagem da Direção”,
seguida, remova a porca de fixação do suporte de
neste grupo do “Manual de Manutenção” para obter
encaminhamento da mangueira de pressão da direção
os procedimentos obrigatórios para remoção da
hidráulica do pino ao lado do cabeçote do cilindro
barra transversal da suspensão dianteira.
(Fig. 12).
(1) Levante o veículo com um macaco ou centrali- (5) Se o veículo estiver equipado com um
zado em um guindaste. Consulte “Içamento”, na motor de 2.5 L, remova os 2 suportes de encaminha-
seção “Lubrificação e Manutenção” deste manual mento (Fig. 13) anexando a mangueira de retorno da
para obter o procedimento de suspensão necessário direção hidráulica aos suportes de encaminhamento
para ser usado neste veículo. da mangueira de pressão da direção hidráulica. Em
seguida, remova os 2 parafusos que anexam os supor-
ATENÇÃO: Ao baixar a barra transversal dianteira tes de encaminhamento da mangueira de pressão da
da suspensão, sua posição de instalação na carro- direção hidráulica ao cabeçote do cilindro (Fig. 13).
ceria do veículo deverá ser marcada na barra trans- (6) Remova a correia de ligação (Fig. 11) segurando
versal antes que a mesma seja abaixada. Use o a mangueira de abastecimento do fluido da direção
procedimento para remoção e substituição da hidráulica com a mangueira de pressão da direção
engrenagem da direção presente neste grupo do hidráulica.
“Manual de Manutenção” para obter o procedi- (7) Remova a mangueira de pressão da direção
mento necessário para localizar e baixar a barra hidráulica da conexão de pressão na bomba de dire-
transversal. ção hidráulica (Fig. 14) e (Fig. 15). Nos veículos equi-
pados com direção hidráulica com assistência
(2) Abaixe a barra de suspensão dianteira o sufici- variável sensível à velocidade, tenha cuidado para
ente para obter acesso aos orifícios de pressão supe- não perder as arruelas de vedação de cobre de cada
rior e inferior na engrenagem da direção. lado da conexão (Fig. 16).
(3) Desconecte a mangueira de pressão da direção (8) A mangueira de pressão de fluido da direção
hidráulica (Fig. 10) do mecanismo da direção hidráu- hidráulica é removida do veículo a partir da parte
lica. Drene o fluido da direção hidráulica da bomba inferior traseira do compartimento do motor.
19 - 16 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 11 Encaminhamento da Mangueira da Direção Fig. 13 Encaminhamento da Mangueira da Direção


Hidráulica de 2.0 e 2.4 L Hidráulica de 2.5 L
1 – SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO
1 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA E
SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO 2 – SUPORTES DE ENCAMINHAMENTO
3 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 3 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
4 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 4 – SUPORTES DE ENCAMINHAMENTO
5 – PARAFUSO 5 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO DO SUPORTE DE
ENCAMINHAMENTO
6 – PARAFUSO A SER REMOVIDO

Fig. 14 Conexão de Pressão da Bomba de Direção


Fig. 12 Fixação do Suporte de Encaminhamento da Hidráulica SEM Direção Hidráulica com Assistência
Mangueira da Direção Hidráulica no Cabeçote do Variável
Cilindro 1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
1 – CABEÇOTE DO CILINDRO 2 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA BOMBA DE DIREÇÃO
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA HIDRÁULICA
3 – PORCA
4 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
5 – VÁLVULA EGR INSTALAÇÃO
6 – SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO (1) Instale a mangueira de pressão da direção
hidráulica no veículo, na parte inferior do comparti-
mento do motor usando a ordem inversa da remoção.
(9) Descarte todos os O rings usados encontrados
(2) Com um pano sem fiapos, limpe todas as extre-
nas extremidades das conexões de pressão da direção
midades abertas da mangueira da direção hidráulica,
hidráulica.
a bomba de direção hidráulica e os orifícios da engre-
nagem da direção.
JA DIREÇÃO 19 - 17
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
hidráulica. Não aperte com um torque a conexão
de pressão neste momento.

ATENÇÃO: As mangueiras devem permanecer do


lado oposto do sistema do escapamento, dos com-
ponentes do veículo e das superfícies adversas
provocando possível dano nas mangueiras da dire-
ção hidráulica.

(6) Corrija o percurso da mangueira de pressão da


direção hidráulica evitando aperto nas curvaturas ou
retorceduras da mangueira. Instale os suportes de
encaminhamento da mangueira de pressão da direção
hidráulica e anexe os parafusos no motor (Fig. 11),
(Fig. 12) e (Fig. 13).
(7) Encaminhe a mangueira de pressão da direção
Fig. 15 Conexão de Pressão da Bomba de Direção hidráulica para o orifício de pressão no mecanismo da
Hidráulica COM Direção Hidráulica com Assistência direção hidráulica. Instale a mangueira de pressão da
Variável direção hidráulica na engrenagem da direção e ins-
1 – ALOJAMENTO DA BOMBA DA DIREÇÃO HIDRÁULICA tale frouxamente a porca tubular na engrenagem da
2 – CONEXÃO DA VÁLVULA DE CONTROLE DE FLUXO
direção. Em seguida, com um pé de cabra, (Fig. 17)
3 – CONEXÃO TIPO BANJO
aperte a porca tubular da mangueira de pressão da
4 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
direção hidráulica com um torque de 31 N·m (275
pol.-lb.).

Fig. 16 Conexão e Arruelas de Pressão


1 – PARAFUSO DE FLUXO
2 – CONEXÃO Fig. 17 Porca Tubular da Mangueira de Pressão da
3 – ARRUELAS DE COBRE
Direção Hidráulica
1 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
(3) Nos veículos sem direção com assistência vari- 2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
ável sensível à velocidade instale os novos O rings 3 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
nas conexões da mangueira de pressão da direção 4 – CHAVE TORQUE
hidráulica. Lubrifique os O rings usando fluido novo
e limpo da direção hidráulica. ATENÇÃO: Ao instalar a barra transversal de sus-
(4) Nos veículos equipados com direção com assis- pensão dianteira, ela deverá ser instalada, no
tência variável sensível à velocidade, instale uma mesmo local da carroceria do veículo de acordo
arruela de cobre em cada lado da conexão, e depois como foi originariamente instalada no momento em
coloque o parafuso de fluxo através da conexão (Fig. que o veículo foi construído. Use o procedimento
16). para instalação da engrenagem da direção neste
(5) Anexe a mangueira de pressão da direção grupo do “Manual de Manutenção” para obter o
hidráulica à conexão de saída na bomba de direção procedimento necessário para instalar e localizar a
barra transversal.
19 - 18 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(8) Levante a barra transversal de suspensão dian- e orifícios do mecanismo da direção para evitar a
teira e a engrenagem da direção do veículo. Consulte entrada de material estranho nos componentes.
o procedimento de manutenção de engrenagem da
direção neste grupo do “Manual de Manutenção” para ADVERTÊNCIA: SE O MOTOR ESTIVER EM FUNCI-
obter o procedimento de instalação da barra transver- ONAMENTO, O ÓLEO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA,
sal de suspensão dianteira. AS PEÇAS DO MOTOR E O SISTEMA DO ESCAPA-
(9) Instale a mangueira de pressão do fluido da MENTO PODERÃO ESTAR EXTREMAMENTE QUEN-
direção hidráulica na conexão da válvula de controle TES. NÃO LIGUE O MOTOR COM QUALQUER
de fluxo (Fig. 14) ou (Fig. 15). Aperte a porca tubular MANGUEIRA SOLTA OU DESCONECTADA. NÃO
(Fig. 14) com um torque de N·m (275 pol.-lb.). Aperte DEIXE AS MANGUEIRAS ENTRAREM EM CONTATO
o parafuso de fluxo da conexão tipo banjo (Fig. 16) COM O COLETOR DO ESCAPAMENTO OU COM O
com um torque de 47 N·m (35 pol.-lb.). CATALISADOR QUENTES.

ATENÇÃO: A correia de ligação deve ser instalada


na mangueira de pressão da direção hidráulica e na REMOÇÃO
mangueira de abastecimento para garantir o enca-
minhamento correto das mangueiras. AVISO: Para remover a mangueira de retorno da
direção hidráulica deste veículo, a barra transversal
(10) Instale a correia de ligação (Fig. 11) segu- de suspensão dianteira e a engrenagem da direção
rando a mangueira de abastecimento de fluido da precisarão ser baixadas da carroceria do veículo.
direção hidráulica com a mangueira de pressão da Isso será necessário para acessar as conexões da
direção hidráulica. mangueira de direção hidráulica na lateral a engre-
(11) Abaixe o veículo. nagem da direção. Consulte o “Procedimento de
(12) Dê partida no motor e deixe-o funcionando Manutenção da Engrenagem da Direção” neste
durante alguns segundos. Em seguida, desligue o grupo do “Manual de Manutenção” para obter o
motor. procedimento necessário para remoção da barra
(13) Se for necessário, inclua o fluido. Repita o pro- transversal de suspensão dianteira.
cedimento acima até que o fluido permaneça cons-
tante após o funcionamento do motor. (1) Com uma bomba sifão, remova todo fluido do
(14) Levante as rodas dianteiras do veículo do reservatório de fluido da direção hidráulica.
chão.
ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao remover a
(15) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
mangueira de retorno de fluido da direção hidráu-
volante de direção para direita e esquerda permitindo
lica do reservatório de fluido da direção hidráulica.
que entre em contato ligeiramente com os batentes.
Se for aplicada uma força excessiva durante a ten-
Em seguida, desligue o motor.
tativa de se remover a mangueira do bocal no
(16) Se for necessário, adicione fluido da direção
reservatório de fluido da direção hidráulica, o bocal
hidráulica.
do reservatório poderá quebrar.
(17) Abaixe o veículo e gire o volante de direção
vagarosamente de uma posição de travamento à (2) Remova a mangueira de retorno de fluido da
outra. direção hidráulica do bocal no reservatório de fluido
(18) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e da direção hidráulica (Fig. 18) e (Fig. 19).
reabasteça conforme necessário. (3) Levante o veículo em macaco ou, centralizado,
(19) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o em um guindaste. Consulte “Içamento”, na seção
veículo parado durante alguns segundos e repita o “Lubrificação e Manutenção” deste manual para
procedimento acima. obter o procedimento de suspensão necessário para
(20) Depois que a mangueira for instalada, verifi- ser usado neste veículo.
que se hà vazamentos em todas as conexões da man-
gueira. ATENÇÃO: Ao baixar a barra transversal dianteira,
sua posição de instalação na carroceria do veículo
MANGUEIRA DE RETORNO DE FLUIDO DA deverá ser marcada na barra transversal antes que
DIREÇÃO HIDRÁULICA a mesma seja abaixada. Use o procedimento para
Todas mangueiras da direção hidráulica devem remoção e substituição do mecanismo da direção
receber manutenção com o veículo levantado em um presente neste grupo do “Manual de Manutenção”
elevador. Tampe todas as extremidades abertas das para obter o procedimento necessário para localizar
mangueiras, conexões da bomba de direção hidráulica e baixar a barra transversal.
JA DIREÇÃO 19 - 19
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 18 Mangueira de retorno de fluido da direção


Fig. 20 Conexões de mangueira da direção
hidráulica no reservatório de 2.4 L
hidráulica nas linhas do refrigerador
1 – MANGUEIRA DE RETORNO DE FLUIDO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA 1 – LONGARINA DO CHASSI ESQUERDO
2 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 2 – CLIPE
3 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 3 – LINHAS DO RESFRIADOR DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
4 – ABRAÇADEIRA DA MANGUEIRA 4 – TRANSMISSÃO
5 – MANGUEIRA DE RETORNO
6 – ABRAÇADEIRA DA MANGUEIRA

tir do suporte de encaminhamento da mangueira de


retorno da direção hidráulica na parte traseira do
veículo (Fig. 21). Em seguida, remova o parafuso
(Fig. 21), anexando o suporte de encaminhamento da
mangueira de pressão da direção hidráulica ao cabe-
çote dos cilindros.

Fig. 19 Mangueira de retorno de fluido da direção


hidráulica no reservatório de 2.5 L
1 – MANGUEIRA DE RETORNO DE FLUIDO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA
2 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA

(4) Abaixe a barra de suspensão dianteira o sufici- Fig. 21 Encaminhamento de mangueira da direção
ente para obter acesso aos orifícios de pressão supe- hidráulica 2.4 L
1 – SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO
rior e inferior no mecanismo da engrenagem.
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA E
(5) Desconecte a mangueira de retorno de fluido da SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO
direção hidráulica da linha do refrigerador da direção 3 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
hidráulica (Fig. 20). Drene o fluido da direção hidráu- 4 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
lica da mangueira. 5 – PARAFUSO
(6) Se o veículo estiver equipado com um 6 – PARAFUSO A SER REMOVIDO
motor 2.4 L, remova o suporte de encaminhamento
da mangueira de pressão da direção hidráulica a par-
19 - 20 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(7) Se o veículo estiver equipado com um (6) Dirija corretamente a mangueira de retorno da
motor 2.5 L, remova os 2 suportes de encaminha- direção hidráulica até o reservatório de fluido da
mento (Fig. 22) anexando a mangueira de retorno da direção hidráulica, evitando dobras ou retorceduras
direção hidráulica aos suportes de encaminhamento da mangueira.
da mangueira de pressão da direção hidráulica. (7) Se o veículo estiver equipado com um
motor 2.4 L, instale o suporte de encaminhamento
da mangueira de retorno da direção hidráulica na
parte traseira do cabeçote dos cilindros (Fig. 21) e
aperte bem o parafuso. Em seguida, instale o suporte
de encaminhamento da mangueira de pressão da
direção hidráulica no suporte de encaminhamento da
mangueira de retorno (Fig. 21) e aperte bem o para-
fuso de fixação.
(8) Se o veículo estiver equipado com um
motor 2.5 L, instale os 2 suportes de encaminha-
mento (Fig. 22) anexando a mangueira de retorno da
direção hidráulica ao suporte de encaminhamento da
mangueira de pressão da direção hidráulica.

ATENÇÃO: Ao instalar a barra transversal de sus-


pensão dianteira, ela deverá ser instalada no
Fig. 22 Encaminhamento de mangueira da direção mesmo local da carroceria do veículo de acordo
hidráulica 2.5 L como foi originariamente instalada quando o veí-
1 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA culo foi fabricado. Use o procedimento para insta-
2 – SUPORTES DE ENCAMINHAMENTO lação da engrenagem da direção presente neste
3 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA grupo do “Manual de Manutenção” para obter o
4 – SUPORTES DE ENCAMINHAMENTO procedimento necessário para instalar e localizar a
5 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO DO SUPORTE DE barra transversal.
ENCAMINHAMENTO

(9) Levante a barra transversal de suspensão dian-


(8) Remova a mangueira de retorno da direção teira e o mecanismo da direção de volta ao veículo.
hidráulica do veículo. A mangueira de retorno da Consulte o “Procedimento de Manutenção da Engre-
direção hidráulica é removida a partir da parte infe- nagem da Direção” neste grupo do “Manual de Ser-
rior do compartimento do motor. viço” para obter o procedimento para instalação da
barra transversal de suspensão dianteira.
INSTALAÇÃO (10) Abaixe o veículo.
(1) Instale a mangueira de retorno da direção
hidráulica no veículo. A mangueira de retorno da ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao instalar a man-
direção hidráulica é instalada na parte inferior do gueira de retorno de fluido da direção hidráulica no
compartimento de motor dos veículos através das eta- reservatório de fluido da direção hidráulica. Se for
pas inversas da remoção. aplicada uma força excessiva durante a tentativa de
(2) Com um pano sem fiapos, limpe todas as extre- se instalar a mangueira no bocal do reservatório de
midades abertas da mangueira da direção hidráulica fluido da direção hidráulica, o bocal do reservatório
e o orifício do mecanismo da direção. poderá quebrar.
(3) Instale um O ring novo na mangueira de
retorno da direção hidráulica na conexão do meca- (11) Instale a mangueira de retorno da direção
nismo da direção. hidráulica na conexão do reservatório de fluido da
(4) Lubrifique o O ring usando o fluido novo da direção hidráulica. Instale a abraçadeira na man-
direção hidráulica. gueira de retorno da direção hidráulica com o reser-
(5) Instale a mangueira de retorno da direção vatório de fluido da direção hidráulica (Fig. 18) e
hidráulica nas linhas do resfriador (Fig. 20). (Fig. 19). Certifique-se de que a abraçadeira da
mangueira de retorno seja instalada além do
ATENÇÃO: As mangueiras devem permanecer afas- rebordo achatado do reservatório de fluido da
tadas do sistema do escapamento, dos componen- direção hidráulica.
tes do veículo e de superfícies adversas que (12) Dê partida no motor e deixe-o funcionando
possam provocar possível dano nas mangueiras da durante alguns segundos. Em seguida, desligue o
direção hidráulica. motor.
JA DIREÇÃO 19 - 21
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(13) Se for necessário, adicione fluido. Repita o
procedimento acima até que o fluido permaneça cons-
tante após o funcionamento do motor.
(14) Levante as rodas dianteiras do veículo do
chão.
(15) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
volante de direção para direita e esquerda permitindo
que entre em contato suave com os batentes. Em
seguida, desligue o motor.
(16) Se for necessário, adicione fluido da direção
hidráulica.
(17) Abaixe o veículo e vire o volante de direção
vagarosamente de um batente a outro.
(18) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e
reabasteça conforme necessário.
(19) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
veículo parado durante alguns segundos e repita o Fig. 23 Abraçadeiras da mangueira no resfriador de
procedimento acima. fluido da direção hidráulica
(20) Depois que a mangueira for instalada, verifi- 1 – MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
que se há vazamentos em todas as conexões da man- 2 – ABRAÇADEIRAS ENCRESPADAS
gueira. 3 – RESFRIADOR DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA

RESFRIADOR DE FLUIDO DA DIREÇÃO


HIDRÁULICA
REMOÇÃO
(1) Com uma bomba sifão, remova o máximo pos-
sível de fluido do reservatório de fluido da direção
hidráulica.
(2) Levante o veículo usando um içador de chassi
ou suportado conforme necessário através de um
macaco. Consulte “Içamento” na seção “Lubrificação e
Manutenção” deste “Manual de Manutenção” para
obter os procedimentos necessários para o içamento
ou uso de macaco a serem usados neste veículo.
(3) Remova da platibanda dianteira e a grade,
como um conjunto, do veículo. Consulte “Pára-cho-
ques” no Grupo 13 deste “Manual de Manutenção”
para obter o procedimento adequado. Fig. 24 Fixação do resfriador de fluido da direção
(4) Remova as abraçadeiras encrespadas (Fig. 23) hidráulica
das mangueiras de fluido da direção hidráulica. 1 – PARAFUSO
Drene o fluido da direção hidráulica das mangueiras 2 – REFORÇO DO PÁRA-CHOQUE
3 – RESFRIADOR DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
e do resfriador de fluido da direção hidráulica.
(5) Remova o parafuso (Fig. 24) que fixa o resfria-
dor de fluido da direção hidráulica no reforço do (3) Instale as mangueiras de fluido da direção
pára-choque (Fig. 24). hidráulica no resfriador de fluido da direção hidráu-
lica. Instale NOVAS abraçadeiras de mangueira, do
INSTALAÇÃO tipo escrespado (Fig. 23) nas mangueiras de fluido da
(1) Instale o resfriador de fluido da direção hidráu- direção hidráulica. Certifique-se de que as abra-
lica no reforço do pára-choque como ilustrado na (Fig. çadeiras das mangueiras sejam instaladas além
24). do rebordo achatado do resfriador de fluido da
(2) Instale o parafuso que (Fig. 24) fixa o resfria- direção hidráulica.
dor de fluido da direção hidráulica no reforço do (4) Instale a platibanda e a grade dianteira no veí-
amortecedor. Aperte o parafuso de fixação com um culo. Consulte “Pára-choques” no Grupo 13 deste
torque de 7 N·m (60 pol.-lb.). “Manual de Manutenção” para obter o procedimento
adequado.
19 - 22 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(5) Abaixe o veículo apenas até o ponto em que os
pneus dianteiros estejam quase tocando o solo.
(6) Adicione, conforme necessário, o fluido da dire-
ção hidráulica.
(7) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
gue o motor.
(8) Se for necessário, acrescente o fluido. Repita o
procedimento acima até que o nível do fluido perma-
neça constante após o funcionamento do motor.
(9) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
volante de direção para direita e esquerda para que
entre ligeiramente em contato com os batentes da
roda.
(10) Adicione o fluido da direção hidráulica se
necessário.
(11) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e Fig. 25 Fixação do eixo intermediário de veículos da
reabasteça conforme necessário. primeira fabricação
(12) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o 1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
2 – EIXO DA ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
veículo parado alguns minutos e repita o procedi-
3 – ACOPLADOR
mento acima.
4 – PEDAL DE FREIO
5 – PARAFUSO DE APERTO
LINHAS DO RESFRIADOR DE FLUIDO DA 6 – PORCA
DIREÇÃO HIDRÁULICA 7 – CLIPE E PINO DE RETENÇÃO

REMOÇÃO
(1) Prenda o volante usando um imobilizador de
volante de direção.
(2) Sob o painel de instrumentos, desconecte o eixo
intermediário do eixo da engrenagem da direção.
Para isso, execute um dos procedimentos abaixo, o
que for mais apropriado:
(a) Em veículos da primeira fabricação, remova o
clipe “E” do parafuso de aperto do acoplador do
eixo intermediário da coluna de direção (Fig. 25).
Em seguida, remova do acoplador do eixo interme-
diário, o parafuso de aperto; primeiro desapertando
a porca, depois separando o eixo intermediário do
eixo da engrenagem da direção.
(b) Em veículos da fabricação posterior, remova o
parafuso de aperto do acoplador do eixo intermedi-
ário (Fig. 26), em seguida deslize o eixo intermedi-
ário para cima e para fora do eixo da engrenagem Fig. 26 Fixação do eixo intermediário de veículos de
da direção. fabricação posterior
(3) Com uma bomba sifão, remova o máximo pos- 1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
sível de fluido do reservatório de fluido da direção 2 – PARAFUSO DE APERTO
hidráulica.
(4) Levante o veículo usando um içador de chassi (6) Remova a platibanda dianteira e a grade, como
ou suportado como necessário através de um macaco. um conjunto, do veículo. Consulte “Pára-Choques”, no
Consulte “Içamento” na seção “Lubrificação e Manu- Grupo “Chassi e Pára-Choques” deste manual de
tenção” deste “Manual de Manutenção” para obter os manutenção, para obter o procedimento adequado.
procedimentos necessários para o içamento ou uso de (7) Remova as abraçadeiras encrespadas (Fig. 27)
macaco a serem usados neste veículo. das mangueiras de fluido da direção hidráulica.
(5) Remova o conjunto de pneu e roda dianteiro Drene o fluido da direção hidráulica das mangueiras
esquerdo. e do resfriador de fluido da direção hidráulica.
JA DIREÇÃO 19 - 23
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
abaixar a barra transversal de suspensão dianteira e
o mecanismo da direção hidráulica.
(10) Remova o clipe que segura juntas as linhas do
resfriador de fluido da direção hidráulica (Fig. 29).

Fig. 27 Abraçadeiras da mangueira no resfriador de


fluido da direção hidráulica
1 – MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – ABRAÇADEIRAS ENCRESPADAS
3 – RESFRIADOR DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
Fig. 29 Clipe da linha do resfriador da direção
hidráulica
(8) Remova o suporte que fixa as linhas do resfri- 1 – LONGARINA ESQUERDA DO CHASSI
ador de fluido da direção hidráulica à esquerda da 2 – CLIPE
longarina do chassi esquerdo (Fig. 28). 3 – LINHAS DO RESFRIADOR DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
4 – TRANSMISSÃO
5 – MANGUEIRA DE RETORNO
6 – ABRAÇADEIRA DA MANGUEIRA

(11) Remova a abraçadeira que segura a man-


gueira de retorno de fluido da direção hidráulica (Fig.
29)às linhas do resfriador de fluido da direção
hidráulica.
(12) Remova a mangueira de retorno de fluido da
direção hidráulica do mecanismo da direção hidráu-
lica (Fig. 30).
(13) Remova as linhas do resfriador de fluido da
direção hidráulica do clipe de encaminhamento na
longarina esquerda do chassi (Fig. 28).
(14) Separe o conjunto da linha do resfriador da
direção hidráulica em 2 peças separadas.
Fig. 28 Fixação da linha do resfriador da direção (15) Remova separadamente cada linha do resfria-
hidráulica dor do veículo. As linhas do resfriador serão removi-
1 –
SUPORTE das através da parte dianteira do veículo na área
2 –
LONGARINA ESQUERDA DO CHASSI entre o radiador e o painel de fechamento.
3 –
CLIPE DE ENCAMINHAMENTO
4 –
LINHAS DO RESFRIADOR DE FLUIDO DA DIREÇÃO INSTALAÇÃO
HIDRÁULICA
(1) Instale individualmente as linhas do resfriador
5 – PARAFUSO
usando o procedimento inverso da remoção, pela
dianteira do veículo, na área entre o radiador e o pai-
(9) Abaixe a barra transversal de suspensão dian- nel de fechamento.
teira o suficiente para ter acesso às porcas do tubo da (2) Instale as linhas do resfriador no clipe de enca-
linha no mecanismo. Consulte “Mecaninsmo da Dire- minhamento na longarina do chassi (Fig. 28).
ção Hidráulica”, neste grupo do manual de manuten- (3) Instale a mangueira de retorno de fluido da
ção para obter o procedimento necessário para direção hidráulica na linha do resfriador da direção
hidráulica (Fig. 29). Instale a abraçadeira na man-
19 - 24 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
mente na posição de montagem. Consulte os “Meca-
nismo da Direção Hidráulica”, neste grupo do manual
de manutenção para obter o procedimento necessário
para instalação da barra transversal de suspensão
dianteira e do mecanismo da direção hidráulica.
(7) Instale o conjunto de roda e pneu dianteiro
esquerdo.
(8) Instale o suporte que fixa as linhas do resfria-
dor da direção hidráulica na longarina esquerda do
chassi (Fig. 28). Instale o parafuso de fixação do
suporte e aperte com um torque de 7 N·m (60 pol.-
lb.).
(9) Instale as mangueiras de fluido da direção
hidráulica no resfriador de fluido da direção hidráu-
lica (Fig. 27). Instale as abraçadeiras nas mangueiras
de fluido da direção hidráulica. Certifique-se de
Fig. 30 Conexão da mangueira da direção hidráulica que as abraçadeiras das mangueiras sejam ins-
no mecanismo da direção taladas além do rebordo achatado do resfriador
1 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA de fluido da direção hidráulica.
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA (10) Instale a platibanda e a grade dianteira no
3 – MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA veículo. Consulte “Pára-Choques”, no grupo “Chassi e
Pára-Choques” deste manual de manutenção para
gueira de fluido da direção hidráulica. Certifique-se obter o procedimento adequado.
de que a abraçadeira da mangueira seja insta- (11) Abaixe o veículo apenas até o ponto em que os
lada além do rebordo achatado da linha do res- pneus dianteiros estejam quase tocando o solo.
friador da direção hidráulica. (12) Sob o painel de instrumentos, conecte nova-
(4) Instale a mangueira de retorno de fluido da mente o eixo intermediário ao eixo da engrenagem da
direção hidráulica no mecanismo da direção. Com um direção. Para isso, execute um dos procedimentos
pé-de-cabra e chave de torque aperte a porca tubula- abaixo que for mais apropriado:
res com um torque de 31 N·m (275 pol.-lb.) (Fig. 31). (a) Em veículos da primeira fabricação, conecte
novamente o eixo intermediário da coluna de dire-
ção ao eixo da engrenagem da direção (Fig. 25).
Instale um novo parafuso de aperto do acoplador
do eixo intermediário, através do acoplador e para
dentro da porca. Em seguida, aperte a porca e o
parafuso de aperto com um torque de 27 N·m (240
pol.-lb.).
(b) Em veículos de fabricação posterior, alinhe as
partes planas e deslize o eixo intermediário no eixo
da engrenagem da direção, alinhando o orifício do
parafuso de aperto com o entalhe formado no eixo
da engrenagem da direção. Instale um novo para-
fuso de aperto no acoplador do eixo intermediário
(Fig. 26). Em seguida aperte o parafuso de aperto
com um torque de 34 N·m (300 pol.-lb.).
(13) Em veículos da primeira fabricação, instale
Fig. 31 Aperto das porcas tubulares um novo clipe E no final do parafuso de aperto (Fig.
1 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 25).
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA (14) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
3 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
4 – CHAVE TORQUE
gue o motor.
(15) Se for necessário, adicione fluido. Repita o
(5) Instale o clipe que segura todas as 2 linhas do procedimento acima até que o nível do fluido perma-
resfriador de fluido da direção hidráulica (Fig. 29). neça constante após o funcionamento do motor.
(6) Reinstale a barra transversal de suspensão (16) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
dianteira e o mecanismo da direção hidráulica nova- volante de direção para direita e esquerda para que
JA DIREÇÃO 19 - 25
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
entre suavemente em contato com os batentes da (4) Remova o conector do chicote de fiação (Fig. 32)
roda. do comutador de pressão da direção hidráulica.
(17) Adicione o fluido da direção hidráulica se (5) Com um pé de cabra e uma extensão prolon-
necessário. gada, remova o comutador de pressão da direção
(18) Desligue o motor. hidráulica do mecanismo da direção hidráulica.
(19) Verifique o nível do fluido e reabasteça con-
forme necessário. INSTALAÇÃO
(20) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
veículo parado alguns minutos e repita o procedi- ATENÇÃO: Quando estiver apertando o comutador
mento acima. de pressão da direção hidráulica após a instalação
na engrenagem da direção, não exceda a especifi-
COMUTADOR DE PRESSÃO DO FLUIDO DA cação de torque exibida na etapa 1 que segue. O
excesso de aperto pode acarretar o dilaceramento
DIREÇÃO HIDRÁULICA
das roscas do orifício do comutador de pressão na
engrenagem da direção.
REMOÇÃO
(1) Desconecte o cabo negativo da bateria. Certifi- (1) Instale manualmente o comutador de pressão
que-se de que o cabo esteja isolado do terminal nega- da direção hidráulica no mecanismo da direção
tivo da bateria. hidráulica até que esteja completamente assentado.
(2) Levante o veículo. Em seguida, use um pé de cabra e uma extensão,
(3) Localize o comutador de pressão da direção aperte o comutador de pressão da direção hidráulica
hidráulica (Fig. 32) na parte traseira do mecanismo com torque de 16 N· m (12 pés-lb.).
da direção hidráulica. (2) Instale o conector do chicote de fiação no comu-
tador de pressão da direção hidráulica. Certifique-se
de que a lingüeta no conector do chicote de fiação
esteja bem engatada com a guia da trava no comuta-
dor de pressão da direção hidráulica.

ATENÇÃO: Não use fluido de transmissão automá-


tica no sistema de direção hidráulica. Use apenas
MoparT, Fluido da Direção Hidráulica ou equiva-
lente.

(3) Encha o reservatório da direção hidráulica no


nível correto de fluido.
(4) Conecte o cabo negativo no terminal negativo
da bateria.
(5) Ligue o motor e vire o volante várias vezes de
batente a batente para extrair o ar do fluido no sis-
Fig. 32 Localização do Comutador de Pressão da tema. Desligue o motor, verifique o nível do fluido e
Direção Hidráulica na Engrenagem da Direção examine se há vazamentos no sistema. Consulte
1 – CONECTOR DO CHICOTE DE FIAÇÃO “Verificando Nível do Fluido”.
2 – COMUTADOR DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
19 - 26 DIREÇÃO JA

ESPECIFICAÇÕES FERRAMENTAS ESPECIAIS


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO DIREÇÃO HIDRÁULICA
PRENDEDOR DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
DESCRIÇÃO TORQUE
BOMBA DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
Conexão da Descarga . . . . . . . 75 N·m (55 pés-lb.)
Parafusos de Montagem do Suporte
Traseiro . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
Parafusos de Montagem do Suporte
Dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
Suporte aos Parafusos de Montagem
Analisador 6815 da Direção Hidráulica
do Motor . . . . . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA:
Parafusos tubulares da Mangueira . . . . . 31 N·m
(275 pol.-lb.)
Suporte da Mangueira de Retorno
ao Cabeçote . . . . . . . . . . . . . . 28 N·m (21 pés-lb.)
Mangueira de Pressão ao Suporte da Mangueira
de Retorno . . . . . . . . . . . . . . . 9 N·m (75 pol.-lb.)
RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA:
Reservatório ao Suporte de Montagem
ou Motor . . . . . . . . . . . . . . . . 28 N·m (21 pés-lb.)
Suporte do Reservatório ao Motor . . . . . . 28 N·m
(21 pés-lb.)
JA DIREÇÃO 19 - 27

BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO


BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . 27 HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
RESERVATÓRIO DO FLUIDO DA DIREÇÃO DESMONTAGEM E MONTAGEM
HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 POLIA DE ACIONAMENTO DA BOMBA DE
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
OPERAÇÃO INICIAL DA BOMBA DE DIREÇÃO SUPORTE DE MONTAGEM DA BOMBA DE
HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO ESPECIFICAÇÕES
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA ESPECIFICAÇÕES DO FLUXO DA BOMBA DE
(MOTORES 2.0 E 2.4L) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTOR ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE PARA OS
2.5L- PRIMEIRA FABRICAÇÃO). . . . . . . . . . . . . 35 PRENDEDORES DA BOMBA DE DIREÇÃO
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTOR HIDRÁULICA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
2.5L - FABRICAÇÃO POSTERIOR) . . . . . . . . . . 38 FERRAMENTAS ESPECIAIS
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . 47

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
DESCRIÇÃO
Em todos os veículos equipados com direção
hidráulica, a pressão hidráulica para o funciona-
mento do mecanismo da direção hidráulica é forne-
cida por uma bomba acionada por uma correia (Fig.
1). Ela é montada na parte traseira do motor, sobre a
barra transversal dianteira da suspensão.
Os veículos de primeira fabricação eram equipados
com bombas de direção hidráulica do tipo padrão ou
com bombas de direção hidráulica de auxílio variável
(opcional). Os veículos de fabricação posterior são
equipados sempre com bombas de direção hidráulica
Fig. 1 Bomba de direção hidráulica
do tipo padrão. Embora as bombas pareçam ser
1 – CONEXÃO DO ABASTECIMENTO DO FLUIDO DA BOMBA
iguais por fora, internamente elas são diferentes. DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
Os veículos equipados com direção hidráulica 2 – EIXO DE BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
padrão utilizam uma bomba de direção hidráulica de 3 – CARCAÇA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
descarga constante e do tipo de palhetas de desloca- 4 – CONEXÃO DA DESCARGA DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA
mento.
5 – VEDAÇÃO DO EIXO DE BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
Os veículos que são equipados com direção hidráu-
lica de auxílio variável utilizam uma bomba de dire-
ção hidráulica do estilo fluxo decrescente. A bomba de Enquanto as bombas padrões utilizam um conexão
direção hidráulica de fluxo decrescente é do tipo de tubular padrão, as bombas de direção hidráulica de
palheta de deslocamento constante, mas com regime auxílio variável utilizam uma conexão do estilo banjo
de descarga variável. Isso fornece, à direção hidráu- (Fig. 2).
lica, o auxílio variável sensível à velocidade. A bomba A bomba de direção hidráulica utiliza um reserva-
de direção hidráulica de auxílio variável pode ser tório montado à distância para armazenar o fluido da
facilmente identificada pelo tipo de conexão da man- direção hidráulica.
gueira de pressão do fluído da direção hidráulica.
19 - 28 DIREÇÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Conforme a área de pressão é preenchida, o óleo
flui sob as palhetas nas fendas do rotor, forçando as
palhetas a seguirem a superfície interna do anel do
came. Quando as palhetas alcançam a área obstruída
do anel do came, o óleo é forçado a sair por entre as
palhetas. Quando fluxo de óleo em excesso é gerado
durante o funcionamento em alta velocidade, uma
quantia regulada de óleo retorna para a lateral de
entrada da bomba, através de uma válvula de con-
trole de fluxo. A válvula de controle de fluxo reduz a
força necessária para acionar a bomba e controla o
aumento da temperatura.
A direção hidráulica opcional de assistência variá-
vel sensível à velocidade, embutida na bomba de
direção hidráulica, fornece auxílio da direção hidráu-
lica com o motor em marcha lenta. A medida que a
Fig. 2 Conexão da mangueira de pressão velocidade do motor aumenta, o auxílio hidráulico vai
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA sendo gradualmente reduzido pela variação do
2 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DO FLUIDO DA regime de descarga, para oferecer uma resposta
DIREÇÃO HIDRÁULICA
rápida e firme ao sistema de direção, nas velocidades
3 – CONEXÃO DA VÁLVULA DE CONTROLE DO FLUXO
mais altas do veículo.
4 – BLINDAGEM CONTRA CALOR DA UNIDADE DE CONTROLE
HIDRÁULICO DO AMORTECEDOR Quando as condições de direção excedem as exigên-
5 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA cias de pressão máxima, como quando as rodas são
viradas até encostarem contra seus batentes, a pres-
Devido aos rolamentos de eixo, níveis de controle são desenvolvida no mecanismo da direção exerce
do fluxo ou deslocamentos da bomba, todos eles dife- pressão na extremidade da mola da válvula de con-
renciados, as bombas de direção hidráulica podem ser trole de fluxo, dentro da bomba. A alta pressão
usadas somente em aplicações específicas no veículo. levanta a esfera da válvula de alívio de sua base e
Certifique-se de que as bombas de direção hidráulica permite que o óleo flua através de um orifício de aci-
sejam substituídas somente por outras adequadas a onamento localizado na conexão de saída. Isso reduz
esta aplicação específica. a pressão na extremidade referente à mola da vál-
vula de controle de fluxo. A válvula, então, se abre e
FUNCIONAMENTO permite que o óleo retorne à lateral de entrada da
A pressão hidráulica necessária para o funciona- bomba. Essa ação limita a saída de pressão máxima
mento do mecanismo da direção hidráulica é forne- da bomba de direção hidráulica.
cida pela bomba de direção hidráulica acionada por Sob condições normais de funcionamento da bomba
correia. A bomba de direção hidráulica é conectada ao de direção hidráulica, as exigências de pressão da
mecanismo de direção pela mangueira de pressão do bomba ficam abaixo do máximo, fazendo com que a
fluido da direção hidráulica, pela mangueira de válvula de alívio de pressão permaneça fechada.
retorno, pelo resfriador de fluido e pelo reservatório Caso a correia de acionamento da bomba de direção
do fluido da direção hidráulica à distância. hidráulica falhe, o controle da direção manual do veí-
As palhetas retangulares de bombeamento no rotor culo pode, ainda, ser mantido sem a assistência da
de acionamento do eixo movem o fluido da direção bomba. Sob estas condições, porém, o esforço neces-
hidráulica da entrada às cavidades de pressão do sário para virar a direção será significativamente
anel do came da bomba de direção hidráulica. maior.
Quando o rotor começa a girar, a força centrífuga
joga as palhetas contra a superfície interna do anel RESERVATÓRIO DO FLUIDO DA DIREÇÃO
do came para apanhar o óleo residual. Esse óleo é HIDRÁULICA
então forçado na área de alta pressão. À medida que
mais óleo vai sendo apanhado pelas palhetas, o óleo DESCRIÇÃO
adicional é forçado nas cavidades da placa de monta- Todos os veículos equipados com direção hidráulica
gem através de dois orifícios transversais no anel do utilizam um reservatório montado à distância, para
came e na placa de pressão. Os orifícios transversais armazenar o fluido da direção hidráulica. O reserva-
se esvaziam para dentro da área de alta pressão, tório remoto do fluido da direção hidráulica, nos
entre a placa de pressão e a tampa da extremidade motores 2.0L e 2.4L, é montado na parte traseira do
do compartimento. cabeçote dos cilindros, no lado do passageiro do veí-
JA DIREÇÃO 19 - 29
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
culo. O reservatório remoto do fluido da direção REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
hidráulica, no motor 2.5L, é montado no lado dian-
teiro do motor, entre os cabeçotes dos cilindros. BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTORES
FUNCIONAMENTO 2.0 E 2.4L)
O reservatório do fluido da direção hidráulica AVISO: Este veículo está equipado com mais de
armazena o fluido para o sistema da direção hidráu- um tipo de bomba de direção hidráulica, diferentes
lica. entre si. O tipo de bomba de direção hidráulica
usado depende do tipo de sistema de direção
PROCEDIMENTOS DE hidráulica com o qual o veículo está equipado. O
sistema de direção hidráulica padrão utiliza uma
MANUTENÇÃO bomba de direção hidráulica de taxa de fluxo cons-
tante. O sistema de direção hidráulica de apoio
OPERAÇÃO INICIAL DA BOMBA DE DIREÇÃO variável utiliza uma bomba de direção hidráulica de
HIDRÁULICA taxa de fluxo variável. A diferença externa entre as
duas bombas de direção hidráulica é o tipo de
ATENÇÃO: O nível do fluido deve ser verificado conexão usada na ligação da mangueira de pressão
com o motor desligado para se evitar danos de fluido com a bomba de direção hidráulica. A
durante a remoção dos componentes. Use apenas bomba de direção hidráulica de taxa de fluxo cons-
Fluido da Direção Hidráulica MoparT. Não use fluido tante utiliza uma conexão de porca tubular padrão
de transmissão automática. Não encha demais. na bomba de direção hidráulica. A bomba de dire-
ção hidráulica de taxa de fluxo variável utiliza uma
Limpe a tampa do bocal de enchimento. Em
conexão de tipo banjo na bomba de direção hidráu-
seguida, verifique o nível do fluido. A vareta de medi-
lica. Os procedimentos de remoção e instalação
ção deve indicar TOTALMENTE FRIO quando o
para as duas bombas de direção hidráulica são os
fluido estiver em temperatura normal de aproxima-
mesmos.
damente 21° C até 27° C (70° F até 80° F).
(1) Encha o reservatório de fluido da bomba ao
nível adequado e deixe o fluido assentar durante ao ADVERTÊNCIA: SE O MOTOR ESTIVER EM FUNCI-
menos dois (2) minutos. ONAMENTO, O FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA,
(2) Dê partida no motor e deixe-o em funciona- OS COMPONENTES DO MOTOR E O SISTEMA DO
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli- ESCAPAMENTO PODERÃO ESTAR EXTREMA-
gue o motor. MENTE QUENTES. NÃO LIGUE O MOTOR COM
(3) Se for necessário, inclua o fluido. Repita o pro- QUALQUER MANGUEIRA SOLTA OU DESCONEC-
cedimento acima até que o nível do fluido permaneça TADA NEM DEIXE AS MANGUEIRAS ENTRAREM
constante após o funcionamento do motor. EM CONTATO COM COLETOR DO ESCAPAMENTO
(4) Levante as rodas dianteiras do veículo do chão. OU COM O CATALISADOR QUENTES.
(5) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o
volante de direção para direita e esquerda para que
entre ligeiramente em contato com os batentes da REMOÇÃO
roda. (1) Remova o cabo da bateria do terminal negativo
(6) Adicione o fluido da direção hidráulica, se (-) da bateria e isole o cabo.
necessário. (2) Com uma bomba sifão, remova o máximo pos-
(7) Abaixe o veículo e vire o volante de direção sível de fluido do reservatório de fluido da direção
vagarosamente de um batente a outro. hidráulica.
(8) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e (3) Levante o veículo.
reabasteça conforme necessário. (4) Remova o pneu e a roda dianteira direita.
(9) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o veí- (5) Remova a proteção contra borrifos do aciona-
culo parado alguns minutos e repita o procedimento mento de acessórios (Fig. 3).
acima.
19 - 30 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 3 Proteção contra borrifos do acionamento de Fig. 4 Fixação da mangueira de pressão da direção
acessórios hidráulica na bomba - Veículos sem direção de
1 – PROTEÇÃO CONTRA BORRIFOS assistência variável
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
(6) Remova a mangueira de pressão de fluido da 2 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA
bomba de direção hidráulica (Fig. 4) ou (Fig. 5). 3 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DE FLUIDO DA DIREÇÃO
Deixe o fluido da direção hidráulica escoar da man- HIDRÁULICA
gueira de abastecimento de fluido, da bomba e da 4 – PROTETOR CONTRA AQUECIMENTO DA UNIDADE DE
CONTROLE HIDRÁULICO ABS
mangueira de pressão de fluido da direção hidráulica.
Depois que o fluido da direção hidráulica tiver
sido escoado da bomba e da mangueira, instale
uma tampa na mangueira de pressão da direção
hidráulica e um bujão na conexão de pressão
da bomba de direção hidráulica.
(7) Remova a abraçadeira da mangueira que fixa a
mangueira de abastecimento de fluido à conexão de
sucção da bomba de direção hidráulica (Fig. 4) ou
(Fig. 5). Em seguida, remova a mangueira de fluido
da direção hidráulica da conexão. Instale uma
tampa na conexão de sucção da bomba da dire-
ção hidráulica.
(8) Remova o protetor térmico da unidade de con-
trole hidráulico de freios antibloqueio (Fig. 4) ou (Fig.
5).
(9) Remova a porca na fenda de ajuste (Fig. 6) que
liga o suporte dianteiro de montagem da bomba da
direção hidráulica ao acionamento de acessórios, em Fig. 5 Fixação da mangueira de pressão da direção
alumínio fundido, no motor. hidráulica na bomba - Veículos com direção de
(10) Remova o parafuso (Fig. 7) fixando a parte assistência variável
traseira da bomba de direção hidráulica no suporte 1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
de montagem em alumínio fundido. 2 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA
(11) Remova o retentor para o anel isolante de bor-
3 – CONEXÃO DA VÁLVULA DE CONTROLE DE FLUXO
racha do cabo de sensor de rotação da roda (Fig. 8)
4 – PROTETOR CONTRA AQUECIMENTO DA UNIDADE DE
da parte interna direita do pára-lama. CONTROLE HIDRÁULICO ABS
(12) Remova o anel isolante de borracha de veda- 5 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
ção do cabo de sensor do pára-lama interno (Fig. 9).
Desconecte o cabo de sensor de rotação da roda do
(13) Se o veículo não estiver equipado com freios
chicote de fiação do motor (Fig. 9). Empurre o chicote
antibloqueio, apenas um bujão de vedação estará ins-
de fiação do veículo de volta para o orifício no pára-
talado no orifício de encaminhamento do sensor de
lama interno.
JA DIREÇÃO 19 - 31
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 6 Fixação do suporte dianteiro da bomba de Fig. 8 Retentor do anel isolante de borracha do
direção hidráulica (Típico) cabo de sensor de rotação da roda
1 –
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA 1 –
AMORTECEDOR
2 –
PARAFUSO 2 –
JUNÇÃO DA DIREÇÃO
3 –
SUPORTE DE MONTAGEM EM ALUMÍNIO FUNDIDO 3 –
PARAFUSO
4 –
SUPORTE DIANTEIRO DE MONTAGEM DA BOMBA DE 4 –
SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO DE SENSOR DE
DIREÇÃO HIDRÁULICA VELOCIDADE
5 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 5 – CABO DO SENSOR DE ROTAÇÃO DA RODA
6 – TUBO DE FREIO 6 – RETENTOR DO ANEL ISOLANTE DE BORRACHA E DO
SUPORTE DE ENCAMINHAMENTO DO CABO
7 – PARAFUSO

Fig. 7 Fixação da bomba de direção hidráulica no


suporte traseiro de montagem
1 – SUPORTE EM ALUMÍNIO FUNDIDO Fig. 9 Conexão do cabo do sensor de rotação da
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA roda ao chicote de fiação do veículo
3 – PARAFUSO 1 – AMORTECEDOR DIANTEIRO
2 – SUPORTE RETENTOR DO ANEL ISOLANTE DE BORRACHA
3 – CABO DE SENSOR DE ROTAÇÃO DA RODA
rotação da roda (Fig. 10). Remova o bujão de vedação 4 – ANEL ISOLANTE DE BORRACHA DE VEDAÇÃO
do orifício. 5 – CHICOTE DE FIAÇÃO DO VEÍCULO
(14) Remova o parafuso fixando a parte superior 6 – PÁRA-LAMA INTERNO
do suporte dianteiro da bomba de direção hidráulica
no suporte de montagem em alumínio fundido (Fig.
roda (Fig. 12). Para acessar o parafuso, use uma
11). Acesse o parafuso superior através do orifício de
extensão longa e um soquete flexível de 15 mm.
encaminhamento do cabo de sensor de rotação da
(15) Remova a correia de acionamento da bomba
(Fig. 11) da polia da bomba de direção hidráulica.
19 - 32 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 10 Bujão de vedação do orifício de Fig. 12 Acesso ao parafuso de montagem superior


encaminhamento do cabo da bomba de direção hidráulica
1 – TORRE AMORTECEDORA 1 – ORIFÍCIO DE ENCAMINHAMENTO DO CABO DE SENSOR
2 – AMORTECEDOR DE ROTAÇÃO DA RODA
3 – BUJÃO DE VEDAÇÃO 2 – EXTENSÃO
3 – CATRACA
4 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO

(17) Remova o suporte de montagem da bomba de


direção hidráulica (Fig. 13) a partir da parte traseira
do motor.

Fig. 11 Parafuso de montagem da bomba de direção


hidráulica
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – PARAFUSO
3 – CORREIA DE ACIONAMENTO DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA
Fig. 13 Suporte de montagem da bomba de direção
hidráulica
AVISO: A bomba de direção hidráulica não pode 1 – PROTETOR TÉRMICO
removida do veículo sem que primeiro tenha sido 2 – SUPORTE DE MONTAGEM DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA
retirado do motor, seu suporte de montagem (Fig.
13).
(18) Remova, do motor e do veículo, a bomba de
(16) Remova, em conjunto, a bomba de direção direção hidráulica e seu suporte dianteiro de monta-
hidráulica mais o suporte dianteiro da bomba, do gem, em conjunto. O conjunto de bomba e suporte
suporte de montagem da bomba de direção hidráulica pode ser removido puxando-o através da área entre o
fixado no motor. Coloque a bomba de direção hi- chassi, a traseira do motor, o eixo propulsor e a barra
dráulica na parte superior da unidade de controle transversal de suspensão dianteira (Fig. 14).
hidráulico de freios antibloqueio.
JA DIREÇÃO 19 - 33
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(7) Com um pano sem fiapos, limpe todas as extre-
midades abertas da mangueira e as conexões da
bomba de direção hidráulica.
(8) Se o veículo não estiver equipado com direção
hidráulica com assistência variável, instale um novo
O ring na extremidade da conexão da mangueira de
pressão da direção hidráulica. Lubrifique todos os O
rings usando fluido novo e limpo da direção hidráu-
lica.
(9) Se o veículo estiver equipado com direção
hidráulica com assistência variável, instale uma
arruela de cobre em cada lado da conexão tipo banjo
na mangueira de pressão da direção hidráulica. Em
seguida, instale frouxamente o parafuso de fluxo,
através do centro (Fig. 15).

Fig. 14 Remoção da bomba de direção hidráulica


1 – CHASSI
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – MOTOR
4 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
6 – EIXO PROPULSOR

(19) Transfira qualquer peça pertinente conforme


for necessário, se uma nova bomba de direção hidráu-
lica estiver sendo instalada. Consulte os procedimen-
tos necessários para “Desmontagem” e “Montagem”
neste manual de manutenção.

INSTALAÇÃO Fig. 15 Conexão e arruelas de pressão


(1) Instale a bomba de direção hidráulica e o 1 – PARAFUSO DE FLUXO
suporte de montagem, em conjunto, de volta no veí- 2 – CONEXÃO
culo, usando a ordem inversa da remoção (Fig. 14). 3 – ARRUELAS DE COBRE
(2) Coloque a bomba de direção hidráulica na parte
superior da unidade de controle hidráulico de freios (10) Instale a mangueira de pressão na conexão de
antibloqueio. pressão da direção hidráulica. Instale frouxamente a
(3) Instale o suporte de montagem da bomba de porca tubular na conexão de pressão na bomba de dire-
direção hidráulica na parte traseira do motor (Fig. ção hidráulica. A mangueira de pressão deverá ser
13). Aperte os parafusos de fixação do suporte de instalada entre o suporte dianteiro e a polia da
montagem com um torque de 54 N·m (40 pés-lb.). bomba de direção hidráulica.
(4) Instale a bomba de direção hidráulica e o (11) Instale a correia de acionamento da bomba de
suporte dianteiro no suporte em alumínio fundido do direção hidráulica na polia da bomba.
motor (Fig. 6). Instale frouxamente o parafuso na (12) Instale uma manivela anti-coice de 1/2 pol. no
fenda de ajuste (Fig. 6). vão quadrado de ajuste, no suporte frontal de monta-
(5) Instale frouxamente o parafuso que fixa a gem da bomba de direção hidráulica (Fig. 16). Em
bomba de direção hidráulica a seu suporte traseiro de seguida, usando a manivela anti-coice, gire a bomba
montagem (Fig. 7). de direção hidráulica para obter a tensão correta da
(6) Instale frouxamente o parafuso que fixa a parte correia de acionamento. Consulte “Correias de Acio-
superior do suporte dianteiro da direção hidráulica ao namento de Acessórios”, no Grupo 7, “Sistema de
suporte de acionamento de acessórios, em alumínio Arrefecimento” deste “Manual de Serviço” para obter
fundido (Fig. 11). O acesso para a instalação do para- a especificação correta de tensão da correia de acio-
fuso é através do orifício de encaminhamento do cabo namento. Quando atingir a tensão correta da correia
de sensor de rotação da roda (Fig. 12). de acionamento, primeiramente aperte os 2 parafusos
inferiores da fenda de ajuste no suporte de monta-
gem fundido da bomba de direção hidráulica com um
19 - 34 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
torque de 54 N·m (40 pés-lb.). Em seguida, aperte o fiação do veículo com o cabo do sensor de rotação da
parafuso pivô superior da montagem da bomba de roda (Fig. 9).
direção hidráulica com um torque de 54 N·m (40 pés- (17) Em um veículo equipado com freios antiblo-
lb.). O acesso para apertar o parafuso e aplicar tor- queio, instale o anel isolante de borracha de vedação
que a ele é através do orifício de encaminhamento de do cabo do sensor de rotação da roda no orifício de
cabo de sensor da rotação de velocidade (Fig. 12). encaminhamento. Instale o retentor do anel isolante
de cabo do sensor de rotação da roda (Fig. 8) no lado
direito do pára-lama interno.
(18) Em um veículo não equipado com freios anti-
bloqueio, instale o bujão de vedação atrás do orifício
de encaminhamento (Fig. 10).
(19) Instale o protetor contra borrifos do aciona-
mento de acessórios (Fig. 3).
(20) Instale a roda e o pneu. Aperte as porcas da
roda na seqüência adequada até que todas as porcas
sejam apertadas até metade da especificação. Em
seguida, repita a seqüência de aperto na especificação
integral com torque de 129 N·m (95 pés-lb.).
(21) Abaixe o veículo.

ATENÇÃO: Não use fluido de transmissão automá-


tica no sistema de direção hidráulica. Use apenas
Fluido da Direção Hidráulica MoparT, ou equiva-
Fig. 16 Orifício de ajuste do suporte dianteiro de
lente.
montagem da bomba de direção hidráulica
1 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
(22) Encha o reservatório da direção hidráulica
2 – ORIFÍCIO DE AJUSTE
com o nível correto de fluido.
3 – SUPORTE DIANTEIRO DE MONTAGEM DA BOMBA DE
DIREÇÃO HIDRÁULICA (23) Conecte o cabo negativo da bateria no termi-
4 – CORREIA DE ACIONAMENTO DA BOMBA DE DIREÇÃO nal negativo.
HIDRÁULICA (24) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
5 – PARAFUSO
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
gue o motor.
(13) Posicione a mangueira de pressão da direção (25) Se for necessário, adicione fluido. Repita o
hidráulica de modo que ela não faça contato com a procedimento acima até que o nível do fluido perma-
polia da bomba de direção hidráulica ou com a cor- neça constante após o funcionamento do motor.
reia de acionamento. (26) Levante as rodas dianteiras do veículo do
(a) Se o veículo estiver equipado com uma porca chão.
tubular padrão na mangueira de pressão de fluido (27) Dê partida no motor. Gire vagarosamente o
da direção hidráulica, aperte a porca tubular com volante de direção para direita e esquerda várias
um torque de 31 N·m (275 pol.-lb.). vezes para que entre ligeiramente em contato com os
(b) Se o veículo estiver equipado com uma cone- batentes da roda. Em seguida, desligue o motor.
xão de tipo banjo na mangueira de pressão de (28) Adicione o fluido da direção hidráulica, se
fluido da direção hidráulica, aperte o parafuso de necessário.
conexão de tipo banjo com um torque de 47 N·m (29) Abaixe o veículo. Ligue o motor novamente e
(35 pés-lb.). gire o volante de direção vagarosamente de um
(14) Instale a mangueira de abastecimento de batente a outro.
fluido da direção hidráulica na conexão de sucção da (30) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e
bomba de direção hidráulica (Fig. 4) ou (Fig. 5). Ins- reabasteça conforme necessário.
tale a abraçadeira na mangueira. Certifique-se de (31) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
que a abraçadeira da mangueira seja instalada adi- veículo parado alguns minutos e repita o procedi-
ante do friso de capotagem da ligação de sucção. mento acima.
(15) Instale o protetor térmico na unidade de con- (32) Depois que a bomba for instalada, verifique se
trole hidráulica para o sistema de freios antibloqueio há vazamentos em todas as conexões da mangueira e
(Fig. 4) ou (Fig. 5). conexões da bomba de direção hidráulica.
(16) Encaminhe o conector do chicote de fiação
para o cabo do sensor de retenção da roda através do
orifício no pára-lama interno. Conecte o chicote de
JA DIREÇÃO 19 - 35
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTOR


2.5L- PRIMEIRA FABRICAÇÃO)
ADVERTÊNCIA: SE O MOTOR ESTIVER EM FUNCI-
ONAMENTO, O FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA,
OS COMPONENTES DO MOTOR E O SISTEMA DO
ESCAPAMENTO PODERÃO ESTAR EXTREMA-
MENTE QUENTES. NÃO LIGUE O MOTOR COM
QUALQUER MANGUEIRA SOLTA OU DESCONEC-
TADA NEM DEIXE AS MANGUEIRAS ENTRAREM
EM CONTATO COM COLETOR DO ESCAPAMENTO
OU COM O CATALISADOR QUENTES.

REMOÇÃO
(1) Remova o cabo da bateria do terminal negativo
(-) da bateria e isole-o. Fig. 18 Protetor contra borrifos do acionamento de
(2) Com uma bomba sifão, remova o máximo pos- acessórios
sível de fluido do reservatório de fluido da direção 1 – PROTETOR CONTRA BORRIFOS
hidráulica.
(3) Remova a mangueira de abastecimento de
fluido do reservatório de fluido da direção hidráulica
(Fig. 17). A mangueira de abastecimento será remo-
vida com a bomba de direção hidráulica.

Fig. 19 Blindagem contra calor


1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – ENCAIXE DA VÁLVULA DE CONTROLE DO FLUXO
Fig. 17 Mangueira de abastecimento no reservatório 4 – BLINDAGEM TÉRMICA DA UNIDADE DE CONTROLE
de fluido da direção hidráulica HIDRÁULICO DO AMORTECEDOR
1 – ABRAÇADEIRA DA MANGUEIRA 5 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DE FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA que fixa a traseira da bomba de direção hidráulica no
suporte.
(9) Afrouxe o parafuso (Fig. 21) na parte superior
(4) Levante o veículo. do suporte dianteiro de montagem da bomba de dire-
(5) Remova o pneu dianteiro direito do veículo. ção hidráulica, que o fixa ao suporte de acionamento
(6) Remova o protetor contra borrifos do aciona- de acessórios.
mento de acessórios (Fig. 18). (10) Afrouxe o parafuso na fenda de ajuste, (Fig.
(7) Remova o protetor térmico da unidade de con- 21) que fixa o suporte dianteiro de montagem da
trole hidráulico de freios antibloqueio (Fig. 19). bomba de direção hidráulica ao suporte de aciona-
(8) Afrouxe a porca na fenda de ajuste do suporte mento de acessórios, feito em alumínio fundido, no
de montagem de acionamento de acessórios, (Fig. 20) motor.
19 - 36 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
banjo da mangueira, uma vez que o parafuso de fluxo
tenha sido removido. Deixe o restante do fluido da
direção hidráulica escoar da mangueira de abasteci-
mento de fluido, da bomba e da mangueira de pres-
são de fluido da direção hidráulica. Depois que o
fluido da direção hidráulica tiver sido drenado
da bomba e da mangueira, instale uma tampa
na mangueira de pressão e um bujão na cone-
xão de pressão da bomba de direção hidráulica.
(13) Remova a correia de acionamento da direção

Fig. 20 Parafuso de montagem da parte traseira da


bomba de direção hidráulica
1 – SUPORTE DE MONTAGEM DE ACIONAMENTO DE
ACESSÓRIOS
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – PARAFUSO
4 – FENDA DE AJUSTE

Fig. 22 Fixação da Mangueira de Pressão da


Direção Hidráulica à Bomba
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA

hidráulica da polia da direção hidráulica.


(14) Remova a porca na fenda de ajuste do suporte
de montagem de acionamento de acessórios, (Fig. 20)
anexando a traseira da bomba de direção hidráulica
no suporte.
(15) Remova a porca na fenda de ajuste, (Fig. 21)
que anexa o suporte dianteiro de montagem da
bomba da direção hidráulica ao suporte de aciona-
Fig. 21 Fixação do Suporte Dianteiro da Bomba de mento de acessórios, feito em alumínio fundido, no
Direção Hidráulica motor. Em seguida, remova o parafuso (Fig. 21) na
1 – SUPORTE DE ACIONAMENTO DE ACESSÓRIOS DO parte superior do suporte dianteiro de montagem da
MOTOR
direção hidráulica, anexando o mesmo ao suporte de
2 – SUPORTE DIANTEIRO DE MONTAGEM DA BOMBA DE
DIREÇÃO HIDRÁULICA acionamento de acessórios.
3 – PARAFUSO (16) Remova a bomba de direção hidráulica, a
4 – FENDA DE AJUSTE mangueira de abastecimento e o suporte dianteiro de
5 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA montagem, como um só conjunto, do suporte da
6 – PARAFUSO bomba de direção hidráulica montado no motor. Colo-
que a bomba de direção hidráulica na parte superior
(11) Mova a bomba de direção hidráulica o máximo da unidade de controle hidráulico de freios antiblo-
possível em direção ao motor. queio.
(12) Remova a mangueira de pressão de fluido da
AVISO: A bomba de direção hidráulica não pode
conexão de pressão da bomba de direção hidráulica
ser removida do veículo sem que primeiro tenha
(Fig. 22). Tome cuidado para não perder as arruelas
sido retirado, do motor, seu suporte de montagem.
de vedação de cobre dos dois lados da conexão tipo
JA DIREÇÃO 19 - 37
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(17) Remova os 4 parafusos de montagem do (2) Coloque a bomba de direção hidráulica na parte
suporte de montagem da bomba de direção hidráulica superior as unidade de controle hidráulico de freios
no motor. antibloqueio.
(18) Remova o suporte de montagem da bomba de (3) Instale o suporte de montagem da bomba de
direção hidráulica do motor. Posicione-o de modo a direção hidráulica na parte traseira do motor. Aperte
não atrapalhar a remoção da bomba de direção os parafusos de fixação do suporte de montagem com
hidráulica do veículo. um torque de 54 N· m (40 pés-lb.).
(19) Remova a bomba de direção hidráulica, a (4) Instale a bomba de direção hidráulica e o
mangueira de abastecimento de fluido e o suporte suporte dianteiro no suporte da bomba montado no
dianteiro de montagem, como um só conjunto, do motor. Instale frouxamente o parafuso na fenda de
motor e do veículo. O conjunto de bomba, mangueira ajuste e na parte superior da bomba de direção
de abastecimento de fluido e suporte de montagem hidráulica (Fig. 21), montando o suporte da bomba no
pode ser removido através da área entre a parte tra- suporte de acionamento de acessórios.
seira do motor, o eixo de acionamento do chassi e a (5) Instale frouxamente o parafuso que fixa a
barra transversal de suspensão dianteira (Fig. 23). bomba de direção hidráulica a seu suporte traseiro
(Fig. 20).
(6) Com um pano sem fiapos, limpe todas as extre-
midades abertas da mangueira da direção hidráulica
e as conexões da bomba de direção hidráulica.
(7) Instale uma arruela de cobre em cada lado da
conexão tipo banjo da mangueira de pressão da dire-
ção hidráulica. Em seguida instale o parafuso de
fluxo através do centro (Fig. 24).

Fig. 23 Remoção/Instalação da Bomba de Direção


Hidráulica
1 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO
2 – SUPORTE DE MONTAGEM
3 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
4 – MOTOR
5 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
6 – EIXO PROPULSOR Fig. 24 Conexão de Pressão e Arruelas
7 – CHASSI
1 – PARAFUSO DE FLUXO
2 – CONEXÃO
(20) Transfira peças pertinentes da bomba de dire- 3 – ARRUELAS DE COBRE
ção hidráulica removida para a bomba de substitui-
ção. (8) Instale a mangueira de pressão da direção
hidráulica na conexão de pressão. Instale, mas não
INSTALAÇÃO aperte, o parafuso de fluxo na bomba da direção
(1) Instale a bomba de direção hidráulica, o hidráulica. A mangueira de pressão deverá ser
suporte de montagem e a mangueira de abasteci- instalada entre o suporte dianteiro da bomba
mento de fluido, como um só conjunto, de volta no de direção hidráulica e o lado de trás da polia
veículo, usando o procedimento inverso de remoção. da bomba de direção hidráulica.
Certifique-se de que a mangueira de abasteci- (9) Instale a correia de acionamento na polia da
mento de fluido da direção hidráulica esteja bomba de direção hidráulica.
encaminhada corretamente até o reservatório, (10) Instale um manivela anti-coice de 1/2 pol. no
durante a instalação da bomba da direção orifício de ajuste no vão quadrado no suporte dian-
hidráulica. teiro de montagem da bomba de direção hidráulica
(Fig. 25). Em seguida, gire a bomba para obter a ten-
19 - 38 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
são correta da correia de acionamento. Consulte “Cor- gueira seja instalada além do rebordo achatado do
reias de Acionamento de Acessórios”, no Grupo 7, reservatório de fluido da direção hidráulica.
“Sistema de Arrefecimento” deste “Manual de Manu-
tenção” para obter a especificação correta de tensão ATENÇÃO: Não use fluido de transmissão automá-
da correia de acionamento. Quando atingir a tensão tica no sistema de direção hidráulica. Use apenas
correta da correia de acionamento, primeiramente Fluido da Direção Hidráulica MoparT, ou equiva-
aperte os 2 parafusos inferiores da fenda de ajuste no lente.
suporte de montagem fundido da bomba de direção
hidráulica com um torque de 54 N·m (40 pés-lb.). Em (17) Encha o reservatório da direção hidráulica
seguida, aperte o parafuso pivô superior do suporte com o nível correto de fluido.
de montagem da bomba de direção hidráulica com (18) Reconecte o cabo negativo da bateria no termi-
um torque de 54 N·m (40 pés-lb.). nal negativo.
(19) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
gue o motor.
(20) Adicione fluido se necessário. Repita os proce-
dimentos acima até que o nível do fluído permaneça
constante depois de acionar-se o motor.
(21) Levante as rodas dianteiras do veículo do
chão.
(22) Dê partida no motor. Gire vagarosamente o
volante de direção para direita e esquerda várias
vezes até que entre ligeiramente em contato com os
batentes da roda. Em seguida, desligue o motor.
(23) Adicione o fluido da direção hidráulica se
necessário.
(24) Abaixe o veículo. Ligue o motor novamente e
vire o volante de direção vagarosamente de um
batente a outro.
Fig. 25 Vão de Ajuste do Suporte Dianteiro de
(25) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e
Montagem da Bomba de Direção Hidráulica
reabasteça conforme necessário.
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
(26) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
2 – SUPORTE DE MONTAGEM DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA veículo parado alguns minutos e repita o procedi-
3 – VÃO DE AJUSTE mento acima.
(27) Depois que a bomba for instalada, verifique se
há vazamentos em todas as conexões da mangueira e
(11) Posicione a mangueira de pressão da direção
conexões da bomba de direção hidráulica.
hidráulica de modo que ela não faça contato com a
polia da bomba de direção hidráulica ou com a cor-
reia de acionamento. Aperte o parafuso de fluxo da
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (MOTOR
conexão tipo banjo com um torque de 47 N·m (35 pés- 2.5L - FABRICAÇÃO POSTERIOR)
lb.).
(12) Instale o protetor térmico na unidade de con- ADVERTÊNCIA: O FLUIDO DE DIREÇÃO HIDRÁU-
trole hidráulico (Fig. 19). LICA, OS COMPONENTES DO MOTOR E O SIS-
(13) Instale o protetor contra borrifos do aciona- TEMA DE ESCAPAMENTO PODEM FICAR
mento de acessórios (Fig. 18). EXTREMAMENTE QUENTES SE O MOTOR ESTIVER
(14) Instale a roda e o pneu. Aperte as porcas da EM FUNCIONAMENTO. NÃO DÊ PARTIDA NO
roda na seqüência adequada até que todas sejam MOTOR COM QUAISQUER MANGUEIRAS DESCO-
apertadas até metade da especificação. Em seguida, NECTADAS OU SOLTAS, OU NÃO PERMITA QUE AS
repita a seqüência de aperto na especificação integral MANGUEIRAS TOQUEM NO COLETOR DE ESCAPA-
com um torque de 129 N·m (95 pés-lb.). MENTO QUENTE OU NO CATALISADOR.
(15) Abaixe o veículo.
(16) Instale a mangueira de abastecimento de
REMOÇÃO
fluido da direção hidráulica (Fig. 17) na conexão do
(1) Remova o cabo da bateria do pólo negativo (-) e
reservatório de fluido. Instale a abraçadeira na man-
isole o cabo.
gueira. Certifique-se de que a abraçadeira da man-
JA DIREÇÃO 19 - 39
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(2) Com uma bomba sifão, remova o máximo pos- (7) Remova a blindagem térmica da unidade de
sível de fluido do reservatório de fluido da direção controle hidráulico dos freios antibloqueio (Fig. 28).
hidráulica.
(3) Remova a mangueira de abastecimento do
fluido do reservatório do fluido da direção hidráulica
(Fig. 26). A mangueira de abastecimento será remo-
vida junto com a bomba de direção hidráulica.

Fig. 28 Blindagem Térmica da Unidade de Controle


Hidráulico
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DO FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA
Fig. 26 Mangueira de Abastecimento no 3 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DO FLUIDO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA
Reservatório do Fluido da Direção Hidráulica 4 – BLINDAGEM TÉRMICA DA UNIDADE DE CONTROLE
1 – ABRAÇADEIRA DA MANGUEIRA HIDRÁULICO DO AMORTECEDOR
2 – RESERVATÓRIO DO FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO DO FLUIDO DA
DIREÇÃO HIDRÁULICA (8) Afrouxe o parafuso na fenda de ajuste no
suporte de montagem do acionamento dos acessórios
(Fig. 29) que fixa a parte traseira da bomba de dire-
(4) Levante o veículo.
ção hidráulica ao suporte.
(5) Remova o pneu dianteiro direito do veículo.
(6) Remova a proteção contra borrifos do aciona-
mento dos acessórios (Fig. 27).

Fig. 29 Parafuso de Montagem Traseira da Bomba


de Direção Hidráulica
1 – SUPORTE DE MONTAGEM DO ACIONAMENTO DOS
Fig. 27 Proteção Contra Borrifos do Acionamento ACESSÓRIOS
dos Acessórios. 2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
1 – PROTEÇÃO CONTRA BORRIFOS 3 – PARAFUSO
4 – FENDA DE AJUSTE
19 - 40 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(9) Afrouxe o parafuso (Fig. 30) na parte superior
do suporte de montagem dianteiro da bomba de dire-
ção hidráulica que o fixa ao suporte de acionamento
dos acessórios.
(10) Afrouxe o parafuso na fenda de ajuste, (Fig.
30) que fixa o suporte dianteiro de montagem da
bomba de direção hidráulica no suporte de aciona-
mento dos acessórios, em alumínio fundido, no motor.

Fig. 31 Mangueira de Pressão da Bomba na


Conexão
1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA

(15) Remova o parafuso da fenda de ajuste, (Fig.


30) que fixa o suporte dianteiro de montagem da
Fig. 30 Fixação do Suporte Dianteiro da Bomba de bomba de direção hidráulica no suporte de aciona-
Direção Hidráulica mento dos acessórios, em alumínio fundido, no motor.
1 – SUPORTE DE ACIONAMENTO DOS ACESSÓRIOS DO Em seguida, remova o parafuso (Fig. 30) na parte
MOTOR superior do suporte de montagem dianteiro da dire-
2 – SUPORTE DIANTEIRO DE MONTAGEM DA BOMBA DE ção hidráulica, fixando-o no suporte do acionamento
DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – PARAFUSO dos acessórios.
4 – FENDA DE AJUSTE (16) Remova a bomba de direção hidráulica, a
5 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA mangueira de abastecimento e o suporte dianteiro de
6 – PARAFUSO montagem, como um só conjunto, do suporte da
bomba de direção hidráulica montado no motor. Colo-
que a bomba de direção hidráulica na parte superior
(11) Mova a bomba de direção hidráulica o máximo
da unidade de controle hidráulico dos freios antiblo-
possível em direção ao motor.
queio.
(12) Remova a mangueira de pressão do fluido da
conexão de pressão na bomba de direção hidráulica AVISO: A bomba de direção hidráulica não pode
(Fig. 31). Tome cuidado para não perder as arruelas ser removida do veículo sem que primeiro tenha
de vedação de cobre em ambos os lados da conexão do sido retirado, do motor, seu suporte de montagem.
tipo banjo da mangueira, assim que o parafuso do
fluxo for removido. Deixe o fluido da direção hidráu- (17) Remova os 4 parafusos que montam o suporte
lica excedente ser drenado da mangueira de abaste- de montagem da bomba de direção hidráulica no
cimento do fluido, da bomba e da mangueira de motor.
pressão da direção hidráulica. Após o fluido da (18) Remova o suporte de montagem da bomba de
direção hidráulica ter sido drenado da bomba e direção hidráulica do motor. Posicione o suporte de
da mangueira, instale uma tampa na mangueira montagem da bomba de direção hidráulica de modo a
de pressão e um bujão na conexão da pressão não obstruir a remoção da bomba de direção hidráu-
da bomba de direção hidráulica. lica do motor.
(13) Remova a correia de acionamento da bomba (19) Remova a bomba, a mangueira de abasteci-
de direção hidráulica da polia da bomba. mento do fluido e o suporte dianteiro da direção
(14) Remova o parafuso da fenda de ajuste no hidráulica, como um só conjunto, do motor e veículo.
suporte de montagem do acionamento dos acessórios O conjunto de bomba, mangueira de abastecimento
(Fig. 29) que fixa a parte traseira da bomba de dire- do fluido e suporte de montagem pode ser removido
ção hidráulica no suporte. através da área entre a traseira do motor, o eixo de
JA DIREÇÃO 19 - 41
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
acionamento do chassi e a barra transversal da sus- (5) Instale, frouxamente, o parafuso que monta a
pensão dianteira (Fig. 32). bomba de direção hidráulica no seu suporte de mon-
tagem traseiro (Fig. 29).
(6) Utilizando uma toalha sem fiapos, limpe todas
as extremidades abertas da mangueira e as conexões
da bomba de direção hidráulica.
(7) Instale um novo O ring na extremidade da
conexão da mangueira de pressão da direção hidráu-
lica. Lubrifique todos os O rings com o fluido da dire-
ção hidráulica limpo e fresco.
(8) Instale a mangueira de pressão da direção
hidráulica na conexão de pressão na bomba de dire-
ção hidráulica. Instale, frouxamente, a porca tubular
na conexão de pressão na bomba de direção hidráu-
lica (Fig. 31). A mangueira de pressão deve ser
instalada entre o suporte dianteiro da bomba
de direção hidráulica e a polia da bomba.
(9) Instale a correia de acionamento da bomba de
Fig. 32 Remoção/Instalação da Bomba de Direção direção hidráulica na polia da bomba.
Hidráulica (10) Instale uma manivela anti-coice de 1/2 pole-
1 – MANGUEIRA DE ABASTECIMENTO
gada no orifício de ajuste quadrado no suporte de
2 – SUPORTE DE MONTAGEM montagem dianteiro da bomba de direção hidráulica
3 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA (Fig. 33). Em seguida, gire a bomba para obter a ten-
4 – MOTOR são correta da correia de acionamento. Consulte “SIS-
5 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA TEMA DE ARREFECIMENTO” (Grupo 7) deste
6 – EIXO DE ACIONAMENTO manual de manutenção para as especificações corre-
7 – CHASSI tas da tensão da correia de acionamento. Quando a
tensão correta da correia de acionamento for atin-
(20) Transfira as peças necessárias da bomba gida, primeiramente aperte os 2 parafusos da fenda
removida para a bomba de substituição da direção de ajuste inferior no suporte de montagem fundido da
hidráulica. bomba de direção hidráulica com um torque de 54 N
·m (40 pés-lb.). Em seguida, aperte o parafuso pivô
INSTALAÇÃO superior do suporte de montagem da bomba de dire-
(1) Instale a bomba, o suporte de montagem e a ção hidráulica com um torque de 54 N·m (40 pés-lb.).
mangueira de abastecimento do fluido da direção
hidráulica, como um só conjunto no veículo, utili-
zando o procedimento inverso da remoção. Certifi-
que-se de que a mangueira de abastecimento do
fluido esteja corretamente direcionada para o
reservatório do fluido da direção hidráulica ao
instalar a bomba.
(2) Coloque a bomba de direção hidráulica na parte
superior da unidade de controle hidráulico dos freios
antibloqueio.
(3) Instale o suporte de montagem da bomba de
direção hidráulica na parte traseira do motor. Aperte
os parafusos de fixação do suporte de montagem com
um torque de 54 N·m (40 pés-lb.).
(4) Instale a bomba de direção hidráulica e o
suporte dianteiro no suporte de montagem da bomba
de direção hidráulica montado no motor. Instale, Fig. 33 Orifício de Ajuste do Suporte de Montagem
frouxamente, o parafuso na fenda de ajuste e na Dianteiro da Bomba de Direção Hidráulica
parte superior do suporte dianteiro da bomba de dire- 1 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
ção hidráulica (Fig. 30) que monta o suporte de mon- 2 – SUPORTE DE MONTAGEM DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA
tagem da bomba no suporte de acionamento dos
3 – ORIFÍCIO DE AJUSTE
acessórios.
19 - 42 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(11) Posicione a mangueira de pressão da direção RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO
hidráulica de forma que ela não faça contato com a
HIDRÁULICA
polia da bomba de direção hidráulica ou com a cor-
reia de acionamento. Aperte a porca tubular com um
REMOÇÃO
torque de 31 N·m (275 pol.-lb.).
(1) Utilizando uma bomba de sifão, retire o
(12) Instale a blindagem térmica na unidade de
máximo possível do fluido do reservatório de fluido
controle hidráulico (Fig. 28).
da direção hidráulica.
(13) Instale a proteção contra borrifos do aciona-
(2) Levante o veículo.
mento dos acessórios (Fig. 27).
(3) Remova a braçadeira da mangueira que anexa
(14) Instale a roda e pneu. Aperte as porcas da
a mangueira de abastecimento de fluido da direção
roda na seqüência correta até que todas as porcas da
hidráulica à conexão na bomba de direção hidráulica.
roda estejam apertadas com metade das especifica-
Deixe o fluido da direção hidráulica escoar da man-
ções de torque. Em seguida, repita a seqüência com
gueira de abastecimento e do reservatório de fluido
um torque completo especificado de 129 N· m (95 pés-
da direção hidráulica até o reservatório ficar vazio.
lb.).
(4) Abaixe o veículo.
(15) Abaixe o veículo.
(16) Instale a mangueira de abastecimento de ATENÇÃO: Tenha muito cuidado ao remover e ins-
fluido de direção hidráulica (Fig. 26) na conexão do talar as mangueiras de fluido da direção hidráulica
reservatório do fluido da direção hidráulica. Instale a no reservatório de fluido da direção hidráulica. Se
abraçadeira na mangueira. Certifique-se de que a for aplicada uma força excessiva durante a tenta-
abraçadeira da mangueira seja instalada além do tiva de se remover ou instalar as mangueiras no
rebordo achatado do reservatório de fluido da direção bocal do reservatório de fluido da direção hidráu-
hidráulica. lica, os bocais do reservatório poderão quebrar.
ATENÇÃO: Não use fluido para transmissão auto- (5) Remova a mangueira de abastecimento e de
mática no sistema da direção hidráulica. Utilize ape- retorno de fluido da direção hidráulica do reservató-
nas Mopar Power Steering Fluid (Fluido da Direção rio de fluido da direção hidráulica.
Hidráulica Mopar), ou equivalente. (6) Remova os parafusos que fixam o reservatório
de fluido da direção hidráulica no motor (Fig. 34) ou
(17) Encha o reservatório da direção hidráulica até
(Fig. 35).
o nível adequado.
(18) Reconecte o cabo negativo no pólo negativo da
bateria.
(19) Dê a partida no motor e deixe-o funcionando
por alguns segundos. Em seguida, desligue o motor.
(20) Adicione fluido se necessário. Repita o proce-
dimento anterior até que o nível de fluido permaneça
constante após o funcionamento do motor.
(21) Levante as rodas dianteiras do veículo.
(22) Dê partida no motor, em seguida, gire lenta-
mente o volante de direção para a direita e para a
esquerda várias vezes, até que faça contato suave
com os batentes da roda. Em seguida, desligue o
motor.
(23) Adicione fluido de direção hidráulica, se neces-
sário.
(24) Abaixe o veículo. Dê novamente partida no Fig. 34 Montagem do Reservatório de Fluido da
motor e gire o volante de direção lentamente de um Direção Hidráulica do Motor 2.0 e 2.4 L
batente a outro. 1 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
(25) Desligue o motor. Verifique o nível de fluido e 2 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
reabasteça conforme necessário.
(26) Se o fluido estiver extremamente espumoso,
(7) Remova o reservatório de fluido da direção
deixe o veículo repousar por alguns minutos e repita
hidráulica do veículo.
o procedimento acima.
(27) Após a bomba de direção hidráulica ser insta-
lada, verifique vazamentos em todas conexões da
mangueira e da bomba de direção hidráulica
JA DIREÇÃO 19 - 43
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(12) Desligue o motor. Verifique o nível do fluido e
reabasteça conforme necessário.
(13) Se o fluido estiver muito espumoso, deixe o
veículo parado alguns minutos e repita o procedi-
mento acima.

DESMONTAGEM E MONTAGEM
POLIA DE ACIONAMENTO DA BOMBA DE
DIREÇÃO HIDRÁULICA
A bomba de direção hidráulica deve ser removida
do veículo para remoção da polia da bomba de dire-
ção hidráulica. Consulte “Remoção da Bomba de
Direção Hidráulica” na seção “Procedimentos de
Fig. 35 Montagem do Reservatório de Fluido da Manutenção da Bomba de Direção Hidráulica” deste
Direção Hidráulica do Motor 2.5 L grupo do “Manual de Manutenção”.
1 – PARAFUSOS DE MONTAGEM
2 – RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA DESMONTAGEM
(1) Remova a bomba de direção hidráulica do
INSTALAÇÃO motor. Consulte “Remoção da Bomba de Direção
(1) Instale o reservatório de fluido da direção Hidráulica9 na seção “Procedimentos de Manutenção
hidráulica no cabeçote do cilindro. Instale e aperte da Bomba de Direção Hidráulica” neste grupo do
bem os parafusos de fixação do reservatório de fluido “Manual de Manutenção” para obter os procedimen-
da direção hidráulica (Fig. 34) ou (Fig. 35). tos necessários.
(2) Instale a mangueira de retorno de fluido da
ATENÇÃO: Não martele a polia da bomba de dire-
direção hidráulica e a mangueira de abastecimento
ção hidráulica ou o eixo para remover a polia da
nas conexões do reservatório de fluido da direção
bomba de direção hidráulica. Isso danificará a polia
hidráulica. Certifique-se de que as braçadeiras
e a bomba de direção hidráulica.
da mangueira estejam instaladas além do
rebordo achatado nas conexões do reservatório (2) Monte o Extrator, Ferramenta Especial C-4333
da direção hidráulica. ou C-4068 na polia da bomba de direção hidráulica.
(3) Levante o veículo. Monte a bomba de direção hidráulica e o extrator em
(4) Instale a mangueira de abastecimento da dire- uma morsa (Fig. 36) para evitar que o eixo da bomba
ção hidráulica na conexão de sucção da bomba de de direção hidráulica gire durante a remoção da
direção hidráulica. Certifique-se de que a braça- polia.
deira da mangueira esteja instalada além do (3) Remova a polia de acionamento do eixo da
rebordo achatado no tubo de aço do mecanismo bomba de direção hidráulica.
da direção hidráulica. (4) Substitua a polia da bomba de direção hidráu-
(5) Encha o reservatório de fluido da bomba de lica se estiver empenada, rachada ou frouxa.
direção hidráulica até o nível adequado.
(6) Dê partida no motor e deixe-o em funciona- MONTAGEM
mento durante alguns segundos. Em seguida, desli-
gue o motor. ATENÇÃO: Não martele a polia da bomba de dire-
(7) Se for necessário, inclua o fluido. Repita o pro- ção hidráulica ou o eixo para remover a polia da
cedimento acima até que o nível do fluido permaneça bomba de direção hidráulica. Isso danificará a polia
constante após o funcionamento do motor. e a bomba de direção hidráulica.
(8) Levante as rodas dianteiras do veículo do chão.
(9) Dê partida no motor. Vire vagarosamente o (1) Monte a bomba de direção hidráulica em uma
volante de direção para direita e esquerda para que morsa usando o suporte de montagem da direção
entre ligeiramente em contato com as batentes da hidráulica.
roda. Em seguida, desligue o motor. (2) Coloque a polia da bomba de direção hidráulica
(10) Adicione o fluido da direção hidráulica se em ângulo reto na extremidade do eixo da bomba de
necessário. direção hidráulica (Fig. 37).
(11) Abaixe o veículo e vire o volante de direção
vagarosamente de posição de travamento à outra.
19 - 44 DIREÇÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 36 Removendo a Polia do Eixo da Bomba de


Direção Hidráulica Fig. 38 Ferramenta Especial 6936 Corretamente
1 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4333 OU C-4068 Instalada na Polia da Bomba de Direção Hidráulica
2 – POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA 1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6936
3 – MORSA 2 – POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA

Fig. 37 Polia Posicionada no Eixo da Bomba de


Direção Hidráulica
1 – POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA Fig. 39 Instalando a Polia no Eixo da Bomba de
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA Direção Hidráulica
3 – A POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA DEVE SER 1 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4063
LIGADA EM ÂNGULO RETO NO EIXO DA BOMBA DE 2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
DIREÇÃO HIDRÁULICA COMO EXIBIDO
3 – SUPORTE DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
4 – CHAVES
(3) Coloque o Espaçador de Instalação, Ferramenta
Especial 6936, (Fig. 38) na parte superior da polia da
hidráulica. Quando a Ferramenta Especial 6936
bomba de direção hidráulica.
estiver contra o eixo da bomba de direção
(4) Monte o Instalador, Ferramenta Especial
hidráulica, a Ferramenta Especial C-4063 não
C-4063 nas roscas internas do eixo da bomba de dire-
poderá mais ser virada.
ção hidráulica e contra a Ferramenta Especial 6936
(6) Remova o Instalador, Ferramenta Especial
na polia da bomba de direção hidráulica (Fig. 39).
C-4063 da bomba de direção hidráulica.
(5) Para certificar-se de que a ferramenta especial
(7) Instale a bomba de direção hidráulica e o
e a polia permaneçam alinhadas com o eixo da
suporte de montagem no motor. Consulte “Instalação
bomba, force a polia sobre o eixo da bomba de direção
da Bomba de Direção Hidráulica” na seção “Procedi-
hidráulica até que a Ferramenta Especial 6936 esteja
mentos de Manutenção da Bomba de Direção Hidráu-
contra a extremidade do eixo da bomba de direção
JA DIREÇÃO 19 - 45
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
lica” do “Manual de Manutenção” para obter o MONTAGEM
procedimento necessário. (1) Instale a bomba de direção hidráulica no
suporte de montagem. Instale a bomba da direção
SUPORTE DE MONTAGEM DA BOMBA DE hidráulica com os parafusos de fixação do suporte de
DIREÇÃO HIDRÁULICA montagem. Aperte os parafusos da montagem com
um torque de 54 N·m (40 pés-lb.).
DESMONTAGEM
(1) Remova a bomba de direção hidráulica do ATENÇÃO: Não martele a polia da bomba de dire-
motor. Consulte “Remoção da Bomba de Direção ção hidráulica ou o eixo para remover a polia da
Hidráulica” na seção “Procedimentos de Manutenção bomba de direção hidráulica. Isso danificará a polia
da Bomba de Direção Hidráulica” neste grupo de e a bomba de direção hidráulica.
manutenção do “Manual de Manutenção” para obter
(2) Coloque a polia da bomba de direção hidráulica
o procedimento necessário.
em ângulo reto na extremidade do eixo da bomba de
ATENÇÃO: Não martele a polia da bomba de dire- direção hidráulica (Fig. 41).
ção hidráulica ou o eixo para remover a polia da
bomba de direção hidráulica. Isso danificará a polia
e a bomba de direção hidráulica.

(2) Monte o Extrator, Ferramenta Especial C-4333


ou C-4068 na polia da bomba de direção hidráulica.
Monte a bomba de direção hidráulica e o extrator em
uma morsa (Fig. 40) para evitar que o eixo da bomba
de direção hidráulica gire durante a remoção da
polia.

Fig. 41 Polia Posicionada no Eixo da Bomba de


Direção Hidráulica
1 – POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – A POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA DEVE SER
LIGADA EM ÂNGULO RETO NO EIXO DA BOMBA DE
DIREÇÃO HIDRÁULICA COMO EXIBIDO

(3) Coloque o Espaçador de Instalação, Ferramenta


Especial 6936 na parte superior da polia da bomba
de direção hidráulica (Fig. 42).
Fig. 40 Removendo a Polia do Eixo da Bomba de (4) Monte o Instalador, Ferramenta Especial
Direção Hidráulica C-4063 nas roscas internas do eixo da bomba de dire-
1 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4333 OU C-4068 ção hidráulica e contra a Ferramenta Especial 6936
2 – POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA na polia da bomba de direção hidráulica (Fig. 43).
3 – MORSA (5) Para certificar-se de que a ferramenta especial
e a polia permaneçam alinhadas com o eixo da
(3) Remova a polia de acionamento do eixo da bomba, force a polia sobre o eixo da bomba de direção
bomba de direção hidráulica. hidráulica até que a Ferramenta Especial 6936 esteja
(4) Remova os parafusos que fixam a bomba de contra a extremidade do eixo. Quando a Ferra-
direção hidráulica no suporte de montagem. menta Especial 6936 estiver contra o eixo da
(5) Remova a bomba de direção hidráulica do bomba de direção hidráulica, a Ferramenta
suporte de montagem. Especial C-4063 não poderá mais ser virada.
(6) Remova o Instalador, Ferramenta Especial
C-4063 da bomba de direção hidráulica.
19 - 46 DIREÇÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

ESPECIFICAÇÕES
ESPECIFICAÇÕES DO FLUXO DA BOMBA DE
DIREÇÃO HIDRÁULICA
Fluxo de 1500 RPM e Pressão
Mínima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,9 a 5,3 L/Min
(1,3 a 1,4 gpm (galões por minuto)
Alívio de Pressão da Válvula
de Controle . . . . . . . . . . . . . . . 8.240 a 8.920 kPa
(1.195 a 1.293 psi)
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE PARA OS
PRENDEDORES DA BOMBA DE DIREÇÃO
HIDRÁULICA
Fig. 42 Espaçador Corretamente Instalado na Polia
da Bomba de Direção Hidráulica DESCRIÇÃO TORQUE
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6936 BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA:
2 – POLIA DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA Conexão de Descarga . . . . . . 75 N·m (55 pés-lb.)
3 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA Parafusos de Montagem do Suporte
Traseiro . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
Parafusos de Montagem do Suporte
Dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
Parafusos de Montagem do Suporte
no Motor . . . . . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
MANGUEIRAS DE FLUIDO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA:
Porcas Tubular da Mangueira . . . . . . . . . 31 N·m
(275 pol.-lb.)
Suporte de Mangueira de Retorno para
Cabeçote de 2.0L / 2.4L . . . . . 28 N·m (21 pés-lb.)
Mangueira de Pressão para Suporte da
Mangueira de Retorno . . . . . . 9 N·m (75 pol.-lb.)
Mangueira de Pressão para Cabeçote dos
Cilindros 2.5L . . . . . . . . . . . . 54 N·m (40 pés-lb.)
Mangueira de Retorno para Suporte da
Mangueira de Pressão 2.5L . . 9 N·m (75 pol.-lb.)
Fig. 43 Instalando a Polia no Eixo da Bomba de RESERVATÓRIO DE FLUIDO DA DIREÇÃO
Direção Hidráulica HIDRÁULICA:
1 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4063 Reservatório para Suporte de Montagem
2 – BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA ou para o Motor . . . . . . . . . . 28 N·m (21 pés-lb.)
3 – SUPORTE DA BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA Suporte de Reservatório para o Motor . . . 28 N·m
4 – CHAVES (21 pés-lb.)

(7) Instale a bomba de direção hidráulica e o con-


junto de suporte de montagem no motor. Consulte
“Instalação da Bomba de Direção Hidráulica” na
seção “Procedimentos de Manutenção da Bomba de
Direção Hidráulica” do “Manual de Manutenção”
para obter o procedimento necessário.
JA DIREÇÃO 19 - 47

FERRAMENTAS ESPECIAIS
BOMBA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA

Extrator C-4333

Instalador C-4063B
19 - 48 DIREÇÃO JA

MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO


MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . 48 EXTERNA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO ESPECIFICAÇÕES
MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . 50 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
DESMONTAGEM E MONTAGEM PRENDEDOR DA ENGRENAGEM DE
ISOLADOR DO PARAFUSO DE MONTAGEM DIREÇÃO
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
DO MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA. . . 58 FERRAMENTAS ESPECIAIS
MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA . . . . . . 60

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO dráulico. (Fig. 1). É montado na barra transversal da


suspensão dianteira. A coluna de direção se conecta
MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA ao eixo do mecanismo de direção, na parte superior
do mesmo As extremidades externas da barra de
DESCRIÇÃO direção do mecanismo se conectam a cada junta de
O mecanismo de direção, neste veículo, é uma uni- direção da suspensão, permitindo o esterçamento do
dade do tipo pinhão e cremalheira com auxílio hi- veículo.

Fig. 1 Mecanismo da Direção Hidráulica


1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO 7 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
2 – BARRA DE DIREÇÃO INTERNA 8 – CONTRAPORCA
3 – PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DO MECANISMO DA 9 – EIXO DO MECANISMO DE DIREÇÃO
DIREÇÃO 10 – BUCHA DE MONTAGEM
4 – LINHAS DE FLUIDO DO MECANISMO DA DIREÇÃO 11 – INTERRUPTOR DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
5 – COMPARTIMENTO DO MECANISMO DA DIREÇÃO 12 – BARRA DE DIREÇÃO INTERNA
HIDRÁULICA
13 – CONTRAPORCA
6 – PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DO MECANISMO DA
DIREÇÃO
JA DIREÇÃO 19 - 49
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Dependendo da data de fabricação do veículo, este
pode utilizar um de dois mecanismos da direção
hidráulica. Há um mecanismo de direção de primeira
fabricação e outro de fabricação posterior. Externa-
mente, os mecanismos da direção hidráulica parecem
iguais. Sem um catálogo de peças, o modo mais fácil
de saber se seu carro é equipado com um mecanismo
de direção de primeira fabricação ou de fabricação
posterior, é identificando que tipo de eixo intermedi-
ário da coluna de direção o veículo possui. Os mode-
los de primeira fabricação utilizam um eixo
intermediário com uma conexão do acoplador de
estalo no eixo pinhão do mecanismo de direção (Fig.
2). Os modelos posteriores utilizam um eixo interme-
diário do estilo corrediço (Fig. 3).

Fig. 3 Eixo Intermediário Corrediço


1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
2 – PARAFUSO DE APERTO

Fig. 2 Eixo Intermediário do Acoplador de Estalo


1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
2 – EIXO DO MECANISMO DA DIREÇÃO
3 – ACOPLADOR
4 – PEDAL DO FREIO Fig. 4 Identificação do Eixo de Pinhão
5 – PARAFUSO DE APERTO 1 – PRIMEIRA FABRICAÇÃO
6 – PORCA 2 – FABRICAÇÃO POSTERIOR
7 – PRESILHA “E”

tipo giratório com o centro aberto, que direciona


Um modo fácil de identificar um mecanismo de fluido da bomba para cada lado do pistão de crema-
direção isolado é olhando para a extremidade do eixo lheira integrada.
de pinhão. Os modelos de primeira fabricação pos- A sensação de estrada é controlada pelo diâmetro
suem 2 planos paralelos na extremidade, de onde o da barra de torção que, inicialmente, esterça o veí-
eixo intermediário da coluna de direção se conecta culo. Esse movimento direciona o fluido para trás do
(Fig. 4). Os modelos posteriores possuem 2 planos pistão de cremalheira Integrada que, por sua vez,
que estão em ângulos de 60 graus um em relação ao acumula a pressão hidráulica e auxilia no esforço de
outro, de onde o eixo intermediário da coluna de dire- esterçamento.
ção se conecta (Fig. 4). As lingüetas de acionamento do pinhão do meca-
nismo se conjugam frouxamente com um eixo curto.
FUNCIONAMENTO Isso permite que o controle manual da direção seja
O esterçamento da direção hidráulica é convertido mantido, se a correia de acionamento na bomba de
em deslocamento linear através do engate dos dentes direção hidráulica romper. No entanto, sob essas con-
do pinhão com os dentes da cremalheira. A direção dições, o esforço para virar a direção será maior.
assistida é fornecida por uma válvula de controle do
19 - 50 DIREÇÃO JA

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (2) Com uma bomba sifão, remova o máximo pos-
sível de fluido do reservatório à distância de fluido da
MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA direção hidráulica.
(3) Coloque o volante de direção e as rodas diantei-
REMOÇÃO ras na posição EM LINHA RETA. Prenda o volante
(1) Remova o cabo remoto de aterramento (Fig. 5) de direção utilizando um imobilizador de volante de
do pino na torre do amortecedor. Em seguida, isole direção.
adequadamente o cabo terra do veículo, instalando (4) Sob o painel de instrumentos, desconecte o eixo
um isolador no pino (Fig. 6). intermediário do mecanismo da direção. Para isso,
execute um dos procedimentos abaixo, o que for mais
apropriado:
(a) Em veículos da primeira fabricação, remova o
clipe “E” do parafuso de aperto do acoplador do
eixo intermediário da coluna de direção (Fig. 7).
Em seguida, remova o parafuso de aperto do aco-
plador do eixo intermediário, primeiramente ;
afrouxando a porca e, em seguida, separando o eixo
intermediário do eixo do mecanismo da direção.
(b) Em veículos da fabricação posterior, remova o
parafuso de aperto do acoplador do eixo intermedi-
ário (Fig. 8), e, em seguida, deslize o eixo interme-
diário para cima e para fora do eixo do mecanismo
da direção.

Fig. 5 Cabo Terra Remoto na Torre do Amortecedor


1 – SERVO DO PILOTO AUTOMÁTICO
2 – TORRE DA ESCORA ESQUERDA
3 – PINO TERRA
4 – FILTRO DE AR
5 – CABO REMOTO DE ATERRAMENTO
6 – CILINDRO MESTRE

Fig. 7 Fixação do Eixo Intermediário em Veículos da


Primeira Fabricação
1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
2 – EIXO DO MECANISMO DA DIREÇÃO
3 – ACOPLADOR
4 – PEDAL DO FREIO
5 – PARAFUSO DE APERTO
6 – PORCA
7 – CLIPE E

(5) Levante o veículo em cavaletes ou centralizado


Fig. 6 Cabo Terra Remoto Isolado Adequadamente em um elevador de chassi. Consulte “Içamento” na
1 – TORRE DA ESCORA ESQUERDA seção “Lubrificação e Manutenção” deste manual
2 – PINO TERRA para obter o procedimento de suspensão necessário
para ser usado neste veículo.
(6) Remova os conjuntos de rodas e pneus diantei-
ros do veículo.
JA DIREÇÃO 19 - 51
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(8) Remova os dois pinos das extremidades da
barra de direção das junções da direção utilizando
um Removedor, Ferramenta Especial MB-991113
(Fig. 10).

Fig. 8 Fixação do Eixo Intermediário em Veículos da


Fabricação Posterior
1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
2 – PARAFUSO DE APERTO
Fig. 10 Remoção da extremidade da barra de
direção da junção da direção
(7) Remova as porcas que fixam as extremidades 1 – FERRAMENTA ESPECIAL MB-991113
externas da barra de direção na junção da direção 2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
(Fig. 9). As porcas devem ser removidas das 3 – PROTETOR TÉRMICO
extremidades da barra de direção de acordo 4 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO
com o seguinte procedimento: segure o prisio- 5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
neiro da extremidade da barra de direção com
uma chave 11/32, enquanto desaperta e remove ATENÇÃO: Este veículo é projetado e montado
a porca com uma chave de porcas (Fig. 9). através de regulagens de alinhamento de suspen-
são dianteira NET BUILD. Isso significa que as
regulagens de alinhamento da suspensão dianteira
são determinadas, no projeto do veículo, pela loca-
lização dos componentes de suspensão dianteira
em relação a carroceria do veículo. Esse processo
é efetivado no momento em que se monta o veí-
culo, localizando com precisão a barra transversal
de suspensão dianteira em relação aos orifícios
indicadores principais, na subestrutura do veículo.
Com esse método de planejamento e montagem de
um veículo, não é mais necessário ou possível
ajustar as regulagens de alinhamento de suspensão
dianteira. Consequentemente, a barra transversal
de suspensão dianteira for removida do veículo, ela
DEVERÁ ser recolocada na mesma posição em que
foi removida em relação à carroceria. Regulagens
Fig. 9 Remoção da Porca da Extremidade da Barra de convergência da suspensão dianteira ainda são
de Direção ajustáveis pelas extremidades externa da barra de
1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO direção.
2 – PROTETOR TÉRMICO
3 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO
4 – PRISIONEIRO DA EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
5 – PORCA
19 - 52 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: Antes de remover a barra transversal de
suspensão dianteira do veículo, marcas de localiza-
ção em relação à barra transversal de suspensão
dianteira DEVEM ser traçadas na barra transversal
da suspensão dianteira e na carroceria do veículo.
Isso deve ser feito de modo que a barra transversal
de suspensão dianteira possa ser localizada em
relação à carroceria do veículo, para sua instalação
na mesma posição em que foi originalmente insta-
lada no veículo. Se a mesma posição relativa da
barra transversal de suspensão dianteira da car-
roceria do veículo não for mantida quando o veí-
culo for montado, as regulagens de alinhamento de
suspensão dianteira NET BUILD não serão obtidas.
Isso poderá resultar em problemas de condução e
desgaste de pneus. Fig. 11 Marca de Localização da Barra Transversal
de Suspensão Dianteira à Frente e Atrás (Lado
Dianteiro Esquerdo)
AVISO: Use o procedimento que segue para marcar
1 – LONGARINA DO CHASSI PARA SUPORTE DE FIXAÇÃO DA
de lado a lado e de frente e atrás a posição de ins- BARRA TRANSVERSAL
talação da barra transversal de suspensão dianteira 2 – EIXO PROPULSOR
em relação à carroceria do veículo. 3 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
4 – MARCA DE LOCALIZAÇÃO DA BARRA TRANSVERSAL DE
SUSPENSÃO DIANTEIRA EM RELAÇÃO À CARROCERIA - À
(9) Usando uma sovela, risque uma linha na car- FRENTE E ATRÁS
roceria (Fig. 11) e (Fig. 12) marque a posição de ins- 5 – PARAFUSO DE MONTAGEM DA BARRA TRANSVERSAL DE
talação de frente e atrás onde a barra transversal de SUSPENSÃO DIANTEIRA
suspensão dianteira foi montada em relação à car- 6 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR DIANTEIRO
roceria do veículo. A linha deve ser riscada tanto na 7 – TRANSMISSÃO
parte da frente quanto na parte de trás do local em
que a barra transversal foi montada no veículo e em
ambos os lados do veículo. Na (Fig. 11) e (Fig. 12), o
lado esquerdo do veículo é ilustrado.
(10) Com uma sovela, risque uma linha na barra
transversal de suspensão dianteira (Fig. 13) marque
a posição de instalação de ambos os lados onde a
barra transversal de suspensão dianteira foi montada
em relação à carroceria do veículo. A linha deve ser
riscada no lado do suporte da longarina do (Fig. 13)
chassi onde a barra transversal foi montada no veí-
culo. As marcas de localização devem ser feitas de
ambos os lados do veículo. Na (Fig. 13) o lado
esquerdo do veículo é ilustrado.
(11) Remova apenas os parafusos entre a abraça-
deira da bucha da barra ao estabilizador e a carroceria
(Fig. 14). Os parafusos entre a abraçadeira da bucha
Fig. 12 Marca de Localização da Barra Transversal
da barra de oscilação e a barra transversal de suspen-
de Suspensão Dianteira - Frente e Atrás (Lado
são dianteira (Fig. 14) não precisam ser removidos
Traseiro Esquerdo)
(12) Se o veículo estiver equipado com freios
1 – MARCA DE LOCALIZAÇÃO DA BARRA TRANSVERSAL DE
antibloqueio, a unidade de controle hidráulico SUSPENSÃO DIANTEIRA EM RELAÇÃO À CARROCERIA - À
não poderá ficar pendurada pelos tubos de FRENTE E ATRÁS
freio no momento em que abaixar a barra 2 – BARRA DE DIREÇÃO INTERNA
3 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
transversal de suspensão dianteira. Com um
4 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
arame, amarre a unidade de controle hi-
5 – EIXO PROPULSOR
dráulico de freios antibloqueio com a carroce- 6 – BARRA DE DIREÇÃO EXTERNA
ria e o motor, de modo que o arame a suporte, 7 – LONGARINA DO CHASSI PARA SUPORTE DE FIXAÇÃO DA
no momento em que a barra transversal for BARRA TRANSVERSAL
abaixada.
JA DIREÇÃO 19 - 53
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 13 Marca de Localização da Barra Transversal Fig. 15 Parafusos entre a Forquilha do Amortecedor
de Suspensão Dianteira - Lado a Lado e o Braço de Controle Inferior
1 – LONGARINA DO CHASSI PARA SUPORTE DA BARRA
TRANSVERSAL 1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
2 – MARCA DE LOCALIZAÇÃO DA BARRA TRANSVERSAL DE 2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
SUSPENSÃO DIANTEIRA EM RELAÇÃO À CARROCERIA - 3 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR
LADO A LADO 4 – PARAFUSO PASSADOR
3 – BARRA DE DIREÇÃO INTERNA
4 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR (15) Remova os 2 parafusos que fixam a parte infe-
rior de apoio do suporte do motor (Fig. 16) na extre-
midade dianteira da barra transversal de suspensão
dianteira.

Fig. 14 Parafusos de Fixação da Abraçadeira da


Bucha da Barra Estabilizadora
1 – ABRAÇADEIRA DA BUCHA DA BARRA ESTABILIZADORA
Fig. 16 Parafusos de Fixação do Apoio do Suporte
2 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
do Motor na Barra Transversal
3 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
1 – APOIO DO SUPORTE DO MOTOR
4 – BARRA ESTABILIZADORA
2 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
5 – CARROCERIA DO VEÍCULO
3 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA

(13) Se o veículo for equipado com freios antiblo-


(16) Remova os 2 parafusos de fixação do apoio do
queio, remova os 3 parafusos que fixam a unidade de
suporte traseiro (Fig. 17) na parte de trás da barra
controle hidráulico de freios antibloqueio na barra
transversal de suspensão dianteira.
transversal de suspensão dianteira.
(17) Remova o parafuso (Fig. 18) que fixa o apoio
(14) Remova os parafusos que fixam a forquilha do
de suporte do motor no suporte de montagem da
amortecedor nos braços de controle inferior esquerdo
transmissão.
e direito (Fig. 15).
19 - 54 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
barra transversal de suspensão dianteira na longa-
rina do chassi do veículo (Fig. 19).

Fig. 17 Fixação do Apoio do Suporte Traseiro na


Barra Transversal
1 – SUPORTE DE APOIO TRASEIRO Fig. 19 Parafusos de Fixação da Barra Transversal
2 – BARRA ESTABILIZADORA
na Carroceria
3 – BARRA TRANSVERSAL
1 – PARAFUSO DE MONTAGEM DIANTEIRA DA BARRA
4 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO TRANSVERSAL
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – BARRA ESTABILIZADORA
4 – PARAFUSO DE MONTAGEM DA TRASEIRA DA BARRA
TRANSVERSAL
5 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA

(20) Com um macaco de transmissão, abaixe a


barra transversal de suspensão dianteira o suficiente
para permitir que a engrenagem da direção seja
removido da barra transversal. Quando estiver
abaixando a barra transversal de suspensão
dianteira, não deixe a barra transversal pen-
dente dos braços de controle inferiores. O peso
da barra transversal deve ser suportado pelo
macaco de transmissão.
(21) Remova o fluido e as mangueiras de pressão e
de retorno do conjunto do mecanismo da direção
hidráulica (Fig. 20).
Fig. 18 Parafuso entre o Suporte do Motor e o
(22) Remova o conector do chicote de fiação, (Fig.
Suporte da Transmissão
20) do comutador de pressão de fluido da direção
1 – SUPORTE DE MONTAGEM DA TRANSMISSÃO
2 – PARAFUSO
hidráulica.
3 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO (23) Remova os 2 parafusos dos isoladores (Fig. 21)
4 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA e (Fig. 22) fixe o conjunto a engrenagem da direção
5 – APOIO DO SUPORTE DO MOTOR na barra transversal de suspensão dianteira. Em
seguida, remova os 2 parafusos que fixam o suporte
curvo da engrenagem da direção (Fig. 23) em frente
(18) Posicione um macaco de transmissão embaixo
da barra transversal de suspensão dianteira. Remova
do centro da barra transversal de suspensão dian-
o conjunto do mecanismo da direção da barra trans-
teira. O macaco de transmissão é usado para abaixar,
versal de suspensão dianteira.
suportar e levantar a barra transversal de suspensão
(24) Transfira as peças necessárias do conjunto de
dianteira durante a remoção do conjunto da engrena-
engrenagens da engrenagem de direção removido
gem da direção.
para o de substituição, caso um novo mecanismo de
(19) Em ambos os lados, do veículo, remova os 2
direção tenha sido instalado.
parafusos que fixam a parte da frente e de trás da
JA DIREÇÃO 19 - 55
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 20 Mangueira de pressão da direção hidráulica Fig. 22 Parafuso de montagem dianteira da


e de retorno na engrenagem da direção engrenagem da direção
1 – MANGUEIRA DE PRESSÃO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 1 – PARAFUSO DE MONTAGEM DIANTEIRA
2 – MANGUEIRA DE RETORNO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 2 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
3 – MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA 3 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA

Fig. 21 Parafuso isolador da montagem traseira da Fig. 23 Parafusos de montagem do suporte curvo
engrenagem da direção da engrenagem da direção
1 – PARAFUSO DE MONTAGEM TRASEIRA 1 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO (2)
2 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO 2 – UNIDADE DE CONTROLE HIDRÁULICO DE FREIOS
3 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA ANTIBLOQUEIO APOIADA
3 – BARRA TRANSVERSAL DE SUSPENSÃO DIANTEIRA
4 – SUPORTE CURVO
INSTALAÇÃO 5 – ISOLADOR
(1) Instale o conjunto da engrenagem da direção 6 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
na barra transversal de suspensão dianteira. Instale
2 parafusos passadores no conjunto de mecanismo da nismo da direção hidráulica (Fig. 20). Aperte as por-
direção na montagem da barra de suspensão dian- cas tubulares das linhas de retorno e de pressão de
teira (Fig. 21) e (Fig. 22) nos isoladores de monta- fluido da direção hidráulica na engrenagem da dire-
gem. Em seguida, instale 2 parafusos curtos (Fig. 23) ção (Fig. 20) com um torque de 31 N·m (275 pol.-lb.).
no suporte curvo. Aperte os 4 parafusos de montagem (3) Com um macaco de transmissão, levante a
da engrenagem da direção com um torque de 68 N·m barra transversal de suspensão dianteira e a engre-
(50 pés-lb.). nagem da direção contra a carroceria do veículo. Ini-
(2) Instale as linhas de retorno e de pressão de cie o rosqueamento dos 2 parafusos traseiros (Fig. 19)
fluido da direção hidráulica nos orifícios do meca- nos pratos de atarraxamento que fixam a barra
19 - 56 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
transversal dianteira na carroceria do veículo. Em (10) Instale frouxamente as 2 porcas e parafusos
seguida, instale os 2 parafusos dianteiros, (Fig. 19) de fixação da forquilha do amortecedor no braço de
que fixam a barra transversal de suspensão dianteira controle inferior (Fig. 15).
nas longarinas do chassi do veículo. Aperte os 4 para- (11) Instale a proteção térmica da vedação na
fusos de montagem uniformemente até que a barra extremidade da barra de direção (Fig. 10).
transversal dianteira esteja contra a carroceria do (12) Instale a extremidade da barra de direção na
veículo nos 4 pontos de montagem. Depois, aperte os junção da direção. Posicione a porca de fixação no
4 parafusos de montagem com um torque de 2 N·m prisioneiro da extremidade da barra de direção. Pren-
(20 pol.-lb.) para segurar a barra transversal de sus- dendo o prisioneiro da extremidade fixa da barra de
pensão dianteira na posição. direção, aperte a porca que fixa a extremidade da
barra de direção na junção da direção (Fig. 10). Em
ATENÇÃO: Quando a barra transversal de suspen- seguida, utilizando um pé-de-cabra e uma chave
são dianteira estiver instalada no veículo, a barra 11/32, aperte a porca de fixação da extremidade da
transversal DEVERÁ ser alinhada nas marcas de barra de direção com torque de 61 N·m (45 pés-lb.)
posicionamento riscadas anteriormente na carroce- (Fig. 24).
ria do veículo. Isso DEVE ser feito para manter as
regulagens de alinhamento da suspensão dianteira
NET BUILD.

(4) Usando um martelo macio, bata na barra


transversal de suspensão dianteira até que se alinhe
com as marcas de posicionamento riscadas anterior-
mente na carroceria do veículo (Fig. 11), (Fig. 12) e
(Fig. 13). Quando a barra transversal dianteira esti-
ver posicionada corretamente, aperte os 2 parafusos
de montagem da barra transversal traseira com um
torque de 163 N·m (120 pés-lb.). Em seguida, aperte
os parafusos de fixação da barra transversal dian-
teira na longarina do chassi com um torque de 163
N·m (120 pés-lb.).
(5) Instale o apoio de suporte do motor em frente
da barra transversal de suspensão dianteira (Fig.
16). Instale os 2 parafusos de fixação do apoio de Fig. 24 Torque da Porca de Fixação da Extremidade
suporte na barra transversal de suspensão e aperte da Barra de Direção
com um torque de 75 N·m (55 pés-lb.). 1 – PROTETOR TÉRMICO
2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
(6) Instale o parafuso (Fig. 18) fixando o apoio do
3 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO
suporte do motor no suporte de montagem de trans-
4 – CHAVE DE TORQUE
missão. Aperte o parafuso com um torque de 75 N·m 5 – CHAVE 11/32
(55 pés-lb.). 6 – PÉ-DE-CABRA
(7) Instale os 2 parafusos que fixam o apoio de
suporte traseiro na parte inferior do apoio de suporte
do motor (Fig. 17), na traseira da barra transversal (13) Instale e aperte os 2 parafusos de fixação da
de suspensão dianteira. Aperte os parafusos com um abraçadeira da bucha da barra estabilizadora na car-
torque de 75 N·m (55 pés-lb.). roceria (Fig. 14).
(8) Instale o conector do chicote de fiação do veí-
ATENÇÃO: Quando estiver suportando o braço de
culo no comutador de pressão de fluido da direção
controle inferior com um macaco, não posicione o
hidráulica no mecanismo da direção (Fig. 20). Certi-
macaco embaixo da tampa da junta esférica no
fique-se de que a presilha de travamento no
braço de controle inferior. Posicione-o na área do
conector do chicote de fiação esteja bem tra-
braço de controle inferior, como ilustrado (Fig. 25).
vado com o comutador de pressão.
(9) Instale o suporte de montagem da unidade de (14) Abaixe o veículo ao solo, com o macaco posici-
controle hidráulico dos freios antibloqueio na barra onado embaixo do braço de controle inferior (Fig. 25).
transversal de suspensão dianteira. Instale os 3 para- Continue a abaixar o veículo de modo que o peso
fusos de fixação do suporte de montagem na barra total do veículo seja suportado pelo macaco e pelo
transversal e aperte com um torque de 28 N·m (250 braço de controle inferior.
pol.-lb.).
JA DIREÇÃO 19 - 57
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
parafuso de aperto com o entalhe formado no eixo
do mecanismo da direção. Instale um novo para-
fuso de aperto no acoplador do eixo intermediário
(Fig. 8), em seguida aperte o parafuso de aperto
com um torque de 34 N·m (300 pol.-lb.).
(18) Em veículos da primeira fabricação, instale
um novo clipe E no final do parafuso de aperto (Fig.
7).
(19) Remova o suporte do volante de direção.

ATENÇÃO: Não use fluido de transmissão automá-


tica em lugar do fluido de direção hidráulica.

(20) Encha o reservatório de fluido da bomba de


direção hidráulica no nível adequado (Cheio Frio).
(21) Dê partida no motor e deixe-o em funciona-
Fig. 25 Braço de Controle Inferior Corretamente mento durante alguns segundos para que haja circu-
Suportado pelo Macaco lação do fluido.
1 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR (22) Desligue o motor.
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR (23) Se for necessário, adicione fluido.
3 – TAMPA DA JUNTA ESFÉRICA (24) Levante as rodas dianteiras do veículo do
chão.
(15) Aperte o parafuso passador da bucha do braço (25) Dê a partida no motor e gire o volante de dire-
de controle inferior da forquilha do amortecedor com ção várias vezes, de um batente a outro, para fazer a
um torque de 92 N·m (68 pés-lb.). sangria o ar do fluido no sistema. Desligue o motor,
(16) Instale os conjuntos de rodas e pneus nova- verifique o nível do fluido e observe se há vazamen-
mente no veículo. Aperte as porcas da roda na se- tos no sistema. Encha o reservatório da bomba
qüência correta com um torque de 129 N·m (95 pés- até o nível correto com Fluido da Direção
lb.) torque (Fig. 15). Hidráulica Mopart, ou equivalente. Consulte
“Verificação do Nível de Fluido”.
ATENÇÃO: Antes de conectar o acoplador do eixo (26) Abaixe as rodas dianteiras do veículo nova-
intermediário da coluna de direção no eixo do mente ao solo.
mecanismo da direção, posicione as rodas diantei-
ras EM LINHA RETA. O volante de direção deve ATENÇÃO: Durante esse procedimento, não per-
também estar na posição central. mita que a proteção da engrenagem de direção se
torça. (Consulte “Alinhamento da Roda”, na seção
(17) Sob o painel de instrumentos, conecte nova- “Suspensão”, desse “Manual de Manutenção”).
mente o eixo intermediário ao eixo da engrenagem da
direção. Para isso, execute um dos procedimentos (27) Verifique o alinhamento dianteiro e ajuste a
abaixo que for mais apropriado: regulagem de convergência dianteira no veículo. Con-
(a) Em veículos da primeira fabricação, conecte sulte “Procedimento de Regulagem de Convergência”
novamente o eixo intermediário da coluna de dire- em “Procedimentos de Manutenção de Suspensão
ção ao eixo da engrenagem da direção (Fig. 7). Ins- Dianteira” neste grupo do “Manual de Manutenção”.
tale um novo parafuso de aperto do acoplador do Consulte “Seção de Especificações” no final deste
eixo intermediário, através do acoplador e para grupo para obter a especificação de Convergência
dentro da porca. Em seguida, aperte a porca e o dianteira desejada.
parafuso de aperto com um torque de 27 N·m (240 (28) Aperte a contraporca da barra de direção com
pol.-lb.). um torque de 74 N·m (55 pés-lb.) torque.
(b) Em veículos da fabricação posterior, alinhe as (29) Ajuste o mecanismo da direção nas proteções
partes planas e deslize o eixo intermediário no eixo da barra de direção nas barras de direção.
do mecanismo da direção, alinhando o orifício do
19 - 58 DIREÇÃO JA

DESMONTAGEM E MONTAGEM
ISOLADOR DO PARAFUSO DE MONTAGEM DO
MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
A remoção e instalação do isolador de parafuso de
montagem deve ser feita com o conjunto da engrena-
gem da direção removido do veículo.
Os isoladores do parafuso de montagem da engre-
nagem da direção (Fig. 26) são componentes sujeitos
a manutenção do conjunto da engrenagem da direção.
As duas buchas do isolador são consertadas através
do mesmo procedimento citado abaixo mas apenas a
parte traseira da montagem é exibida.

DESMONTAGEM
(1) Com uma chave de fenda, remova a luva do iso-
Fig. 27 Instalando a Bucha do Isolador de Parafuso
lador de parafuso da montagem (Fig. 26).
de Montagem
1 – BUCHA DO ISOLADOR DE PARAFUSO DE MONTAGEM DA
ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
2 – SUPORTE DE MONTAGEM DA ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
3 – ENGRENAGEM DA DIREÇÃO

Fig. 26 Remoção da Bucha do Isolador de Parafuso


da Montagem
1 – CHAVE DE FENDA
2 – LUVA DA BUCHA DO ISOLADOR
3 – SUPORTE DE MONTAGEM DA ENGRENAGEM DA DIREÇÃO

Fig. 28 Instalação da Luva do Isolador de Parafuso


(2) Abra a bucha do isolador de parafuso de mon- de Montagem
tagem do suporte de montagem da engrenagem da 1 – SUPORTE DE MONTAGEM DA ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
direção. 2 – LUVA DA BUCHA DO ISOLADOR
3 – BUCHA DO ISOLADOR DE PARAFUSO DE MONTAGEM DA
ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
MONTAGEM
(1) Lubrifique a bucha do isolador de parafuso de
montagem de substituição usando Mopar, Spray EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
Lubrificante de Silicone ou um equivalente. EXTERNA
(2) Instale a bucha do isolador de parafuso de
montagem no suporte de montagem da engrenagem DESMONTAGEM
da direção a partir da parte inferior ao lado do (1) Solte a barra de direção interna da contraporca
suporte (Fig. 27). da barra de direção externa (Fig. 29).
(3) Instale a luva da bucha do isolador de parafuso (2) Remova a porca da extremidade da barra de
de montagem na bucha do isolador pressionando a direção externa de fixação (Fig. 30). A porca deve
luva na bucha manualmente (Fig. 28). ser removida da extremidade da barra de dire-
ção usando o seguinte procedimento, segure o
JA DIREÇÃO 19 - 59
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 29 Contraporca de Fixação da Barra de Direção


Interna na Externa Fig. 31 Remoção da extremidade da barra de
1 – BARRA DE DIREÇÃO EXTERNA direção da junção da direção
2 – BARRA DE DIREÇÃO INTERNA 1 – FERRAMENTA ESPECIAL MB-991113
3 – CONTRAPORCA 2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
3 – PROTETOR CONTRA O CALOR
4 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO
prisioneiro da extremidade da barra de direção 5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
com uma chave 11/32 enquanto desaperta e
remove a porca com uma chave.
MONTAGEM
(1) Instale a barra de direção externa na interna.
Certifique-se de que a contraporca esteja na
barra de direção interna.
(2) Não aperte a contraporca.
(3) Instale o protetor contra calor do protetor de
vedação externa da barra de direção (Fig. 30) na
extremidade da barra de direção.
(4) Instale a extremidade da barra de direção na
junção da direção. Posicione a porca de fixação no
prisioneiro da extremidade da barra de direção. Pren-
dendo o prisioneiro da extremidade fixa da barra de
direção, aperte a porca que fixa a extremidade da
barra de direção na junção da direção (Fig. 30). Em
seguida, utilizando um pé-de-cabra e chave 11/32,
(Fig. 32) aperte a porca de fixação da extremidade da
Fig. 30 Removendo a Porca da Extremidade da barra de direção com torque de 61 N·m (45 pés-lb.).
Barra de Direção
1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
ATENÇÃO: Durante esse procedimento não permita
2 – PROTETOR CONTRA O CALOR que a proteção da engrenagem da direção fique tor-
3 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO cida. (Consulte “Alinhamento da Roda”, na seção
4 – PRISIONEIRO DA EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO “Suspensão”, desse “Manual de Manutenção”).
5 – PORCA
(5) Ajuste a regulagem da convergência dianteira
do veículo. Consulte “Procedimento de Regulagem de
(3) Remova o pino da extremidade da barra de Convergência”, em “Procedimentos de Manutenção da
direção, da junção da direção, utilizando um Remove- Suspensão Dianteira”, nesse grupo do “Manual de
dor, Ferramenta Especial MB-991113 (Fig. 31). Manutenção”. Consulte a “Seção de Especificações”,
(4) Remova a extremidade da barra de direção no final desse grupo, para a especificação desejada da
externa da barra de direção interna desrosqueando-a convergência dianteira.
da barra de direção interna. (6) Aperte a contraporca da barra de direção (Fig.
29) com torque de 75 N·m (55 pés-lb.).
19 - 60 DIREÇÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

ESPECIFICAÇÕES
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
PRENDEDOR DA ENGRENAGEM DE DIREÇÃO
DESCRIÇÃO TORQUE
ENGRENAGEM DA DIREÇÃO:
Para Parafusos da Barra Transversal . . . . . 68 N·m
(50 pés-lb.)
Porca de Fixação da Barra de Direção na Junção da
Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 N·m (45 pés-lb.)
Contraporca de Fixação da Barra de Direção
Externa na Interna . . . . . . . . 75 N·m (55 pés-lb.)
Porcas do Tubo da Mangueira da Direção
Hidráulica . . . . . . . . . . . . . . 31 N·m (275 pol.-lb.)
Fig. 32 Torque da Porca de Fixação da Extremidade
da Barra de Direção FERRAMENTAS ESPECIAIS
1 – PROTETOR CONTRA O CALOR
2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO MECANISMO DA DIREÇÃO HIDRÁULICA
3 – JUNÇÃO DA DIREÇÃO
4 – CHAVE TORQUE
5 – CHAVE 11/32
6 – PÉ-DE-CABRA

(7) Ajuste as proteções da barra de direção interna


na engrenagem da direção caso fiquem torcidas
durante o ajuste da convergência.

Removedor da Extremidade da Barra de Direção


MB-991113
JA DIREÇÃO 19 - 61

COLUNA DE DIREÇÃO

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO COLUNA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64


COLUNA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 EIXO INTERMEDIÁRIO DA COLUNA DE
EIXO INTERMEDIÁRIO DA COLUNA DE DIREÇÃO
........................... . . . . 71
DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 ESPECIFICAÇÕES
DIAGNOSE E TESTE ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
COLUNA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 PRENDEDOR DA COLUNA DE DIREÇÃO. . . . . . 73
EIXO INTERMEDIÁRIO DA COLUNA DE FERRAMENTAS ESPECIAIS
DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 COLUNA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
ADVERTÊNCIAS E AVISOS SOBRE A
MANUTENÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO ruptor multifuncional, a mola de relógio, os interrup-


tores do piloto automático, o anel de guarnição do
COLUNA DE DIREÇÃO cilindro da trava, o módulo SKIM, os capuzes de
guarnição, o air bag do motorista e o volante de dire-
DESCRIÇÃO ção. Esses componentes substituíveis da coluna de
A coluna de direção usada neste veículo é do tipo direção podem receber manutenção sem que haja a
ajustável (Fig. 1). A mesma foi projetada para receber necessidade de remoção da coluna de direção do veí-
manutenção apenas como um conjunto completo caso culo. O eixo intermediário da coluna de direção pode
esteja com defeito. Os componentes que podem ser também ser consertado separadamente da coluna de
substituídos no conjunto da coluna de direção são: o direção.
cilindro da chave, o interruptor de ignição, o inter-
19 - 62 DIREÇÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

Fig. 1 Coluna de Direção


1 – ACOPLADOR DO EIXO INTERMEDIÁRIO 8 – ANEL DE ACABAMENTO
2 – EIXO INTERMEDIÁRIO 9 – COMPARTIMENTO DO CILINDRO DA TRAVA
3 – SUPORTE DE MONTAGEM DA COLUNA INFERIOR 10 – PINO DE REMESSA
4 – MOLA DE TORÇÃO AJUSTÁVEL 11 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR DA COLUNA DE
5 – ALAVANCA AJUSTÁVEL DIREÇÃO
6 – INTERRUPTOR DA IGNIÇÃO 12 – JUNTA FLEXÍVEL DO EIXO INTERMEDIÁRIO
7 – COMPARTIMENTO DO INTERRUPTOR

FUNCIONAMENTO primeira fabricação ou de fabricação posterior, a


O movimento giratório do volante de direção é conexão ao mecanismo da direção hidráulica será
transferido, através da coluna de direção e do eixo diferente. Os modelos de primeira fabricação utilizam
intermediário, ao eixo do pinhão do mecanismo da um eixo intermediário com uma conexão do acoplador
direção hidráulica. A engrenagem, então, move a de estalo no eixo pinhão do mecanismo da direção
junta de direção, esterçando o veículo. (Fig. 2). Os modelos de fabricação posterior utilizam
um eixo intermediário do estilo corrediço (Fig. 3). Os
EIXO INTERMEDIÁRIO DA COLUNA DE dois eixos intermediários não são intercambiáveis
devido ao formato do eixo do pinhão da engrenagem
DIREÇÃO
de direção. Ambos os eixos, de primeira fabricação e
de fabricação posterior, utilizam um parafuso de
DESCRIÇÃO
aperto para prender os eixos, um ao outro, no meca-
O eixo intermediário da coluna de direção está
nismo da direção.
localizado entre a coluna de direção e o mecanismo
da direção hidráulica. Ele possui uma junta flexível
FUNCIONAMENTO
em cada extremidade. Os modelos de fabricação pos-
O eixo intermediário da coluna de direção conecta o
terior possuem uma plataforma corrediça na porção
eixo da coluna da direção ao eixo do pinhão do meca-
central do eixo.
nismo da direção hidráulica. As juntas flexíveis per-
O eixo intermediário da coluna de direção é preso
mitem que o eixo flexione ao girar.
ao eixo ranhurado da coluna de direção através de
um pino cilíndrico. Dependendo de o veículo ser de
JA DIREÇÃO 19 - 63
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

DIAGNOSE E TESTE
COLUNA DE DIREÇÃO
Para diagnóstico das condições relacionadas à
coluna de direção, consulte as TABELAS DE DIAG-
NÓSTICO DO SISTEMA DE DIREÇÃO em DIAG-
NÓSTICOS E TESTES na seção DIREÇÃO
HIDRÁULICA do grupo deste manual de serviço.

EIXO INTERMEDIÁRIO DA COLUNA DE


DIREÇÃO
O eixo intermediário da coluna de direção e seus
acopladores de junta flexível (Fig. 1) devem ser ins-
pecionados sempre que qualquer uma das seguintes
Fig. 2 Eixo Intermediário do Acoplador de Estalo condições existir:
1 – EIXO INTERMEDIÁRIO • Após uma colisão do veículo em que ocorra des-
2 – EIXO DO MECANISMO DA DIREÇÃO dobramento do air bag, independente da extensão dos
3 – ACOPLADOR danos ocorridos no veículo.
4 – PEDAL DO FREIO • Após um impacto de chassi do veículo que
5 – PARAFUSO DE APERTO resulte em qualquer tipo de dano à barra transversal
6 – PORCA da suspensão dianteira.
7 – “PRESILHA “E“ • Em quaisquer condições que resultem em uma
força sobre o conjunto ou sobre o eixo da coluna de
direção grande o suficiente para deslocar a coluna de
direção ou o eixo para frente ou para trás do veículo.
Inspecione o eixo intermediário e seus acopladores
de junta flexível em qualquer uma das condições a
seguir:
• rolamentos agarrando ou emperrados
• estacas do rolamento frouxas
• rolamentos não assentados completamente na
forquilha do acoplador
• eixo intermediário dobrado
A existência de qualquer uma das condições de
falha acima, a substituição inteira do eixo intermedi-
ário da coluna de direção é necessária.

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO

Fig. 3 Eixo Intermediário com Plataforma Corrediça ADVERTÊNCIAS E AVISOS SOBRE A


1 – EIXO INTERMEDIÁRIO MANUTENÇÃO
2 – PARAFUSO DE APERTO
ADVERTÊNCIA: ANTES DE INICIAR QUAISQUER
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO QUE ENVOL-
VAM A REMOÇÃO DE AIR BAG. REMOVA E ISOLE
O CABO (TERRA) NEGATIVO (-) DA BATERIA DO
VEÍCULO. ESSE É O ÚNICO MEIO SEGURO DE
DESATIVAR O SISTEMA DE AIR BAG. A INOBSER-
VÂNCIA DESSA ADVERTÊNCIA, PODERÁ RESUL-
TAR EM DESDOBRAMENTO ACIDENTAL DE AIR
BAG E POSSÍVEIS FERIMENTOS.
19 - 64 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ADVERTÊNCIA: O SISTEMA DE AIR BAG É UMA seguida, isole corretamente o cabo negativo do veí-
UNIDADE ELETROMECÂNICA COMPLEXA E SENSÍ- culo, instalando um isolador no prisioneiro (Fig. 5).
VEL. ANTES DE TENTAR DIAGNOSTICAR, REMO-
VER OU INSTALAR OS COMPONENTES DO
SISTEMA DE AIR BAG, VOCÊ DEVERÁ, PRIMEIRA-
MENTE, DESCONECTAR E ISOLAR O CABO
(TERRA) NEGATIVO DA BATERIA. A INOBSERVÂN-
CIA DESSA ADVERTÊNCIA, PODERÁ RESULTAR
EM DESDOBRAMENTO ACIDENTAL DE AIR BAG E
POSSÍVEIS FERIMENTOS. OS PRENDEDORES E
PARAFUSOS, ORIGINALMENTE UTILIZADOS NOS
COMPONENTES DE AIR BAG, POSSUEM REVESTI-
MENTOS ESPECIAIS E SÃO ESPECIFICAMENTE
PROJETADOS PARA O SISTEMA DE AIR BAG.
NUNCA DEVEM SER SUBSTITUÍDOS POR QUAIS-
QUER OUTROS. SEMPRE QUE FOR NECESSÁRIO
UM NOVO PRENDEDOR, SUBSTITUA-O PELOS
PRENDEDORES CORRETOS FORNECIDOS NO
CONJUNTO DE MANUTENÇÃO, OU PELOS LISTA- Fig. 4 Cabo Remoto de Aterramento na Torre do
DOS NOS MANUAIS DE PEÇAS. ANTES DE REALI- Amortecedor
ZAR A MANUTENÇÃO NA COLUNA DE DIREÇÃO 1 – SERVO DO PILOTO AUTOMÁTICO
EQUIPADA COM SISTEMA DE AIR BAG, CONSULTE 2 – TORRE DE APOIO ESQUERDA
O GRUPO 8M, “ELÉTRICA”, PARA PROCEDIMEN- 3 – PRISIONEIRO DE ATERRAMENTO
TOS SEGUROS E CORRETOS DE MANUTENÇÃO. 4 – PURIFICADOR DE AR
5 – CABO REMOTO DE ATERRAMENTO
6 – CILINDRO MESTRE
ADVERTÊNCIA: USE ÓCULOS DE PROTEÇÃO
SEMPRE QUE TRABALHAR COM COLUNAS DE
DIREÇÃO

ATENÇÃO: Desconecte o cabo negativo (terra) da


bateria antes de consertar qualquer componente da
coluna.

ATENÇÃO: Não tente remover os pinos pivôs para


desmontar o mecanismo de inclinação. Ocorrerão
danos.

COLUNA DE DIREÇÃO
AVISO: Antes de prosseguir com o procedimento
de remoção e instalação, reveja “MENSAGENS DE
AVISO E ATENÇÃO SOBRE A MANUTENÇÃO” no Fig. 5 Cabo Remoto de Aterramento Isolado
início de REMOÇÃO E INSTALAÇÃO nesta seção. Corretamente
1 – TORRE DE APOIO ESQUERDA
2 – PRISIONEIRO DE ATERRAMENTO
ADVERTÊNCIA: DURANTE OS SERVIÇOS NA
COLUNA DE DIREÇÃO, DEVERÃO SER UTILIZA- (2) Espere pelo menos 2 minutos antes de ini-
DOS, A TODO MOMENTO, ÓCULOS DE SEGU- ciar a remoção do air bag do volante de dire-
RANÇA ção. Isso permitirá que o capacitor do sistema
de air bag desenergize.
(3) Antes de iniciar a remoção do conjunto da
REMOÇÃO coluna de direção do veículo, certifique-se de que as
(1) Remova o cabo remoto de aterramento (Fig. 4)
rodas dianteiras do veículo estejam em linha reta.
do prisioneiro de terra na torre do amortecedor. Em
JA DIREÇÃO 19 - 65
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(4) Remova a cobertura do painel de fusíveis da
extremidade esquerda do painel de instrumentos
(Fig. 6). Em seguida, remova o parafuso da parte tra-
seira da cobertura do painel de fusíveis que fixa a
tampa superior do painel de instrumentos (Fig. 6).

Fig. 8 Parafusos de Fixação da Tampa Superior do


Painel de Instrumentos
1 – PARAFUSOS DA TAMPA SUPERIOR

(8) Remova os parafusos que fixam a proteção dos


Fig. 6 Parafuso de Fixação da Tampa Superior do joelhos ao painel de instrumentos. (Fig. 9).
Painel de Instrumentos
1 – COBERTURA DO PAINEL DE FUSÍVEIS
2 – PARAFUSO DA TAMPA SUPERIOR

(5) Remova o engaste central ao redor do rádio e


do painel de controle de ar-condicionado/aquecedor da
tampa superior do painel de instrumentos. (Fig. 7).

Fig. 9 Localizações do Parafuso de Fixação da


Proteção dos Joelhos
1 – LOCALIZAÇÕES DO PARAFUSO DA PROTEÇÃO DOS
JOELHOS SOB A TAMPA SUPERIOR
2 – LOCALIZAÇÕES DO PARAFUSO INFERIOR

ADVERTÊNCIA: QUANDO UM CONJUNTO DO AIR


BAG NÃO DESDOBRADO PRECISAR SER REMO-
VIDO DO VOLANTE DE DIREÇÃO, DESCONECTE O
CABO TERRA DA BATERIA E ISOLE-O. DEIXE O
CAPACITOR DO SISTEMA DESCARREGAR POR
Fig. 7 Engaste Central DOIS MINUTOS E, ENTÃO, INICIE A REMOÇÃO DO
1 – ENGASTE CENTRAL
AIR BAG.

(9) Remova os 2 prendedores de cabeça Torx, um


(6) Remova os parafusos que fixam a tampa supe- de cada lado do volante de direção, que fixam o
rior do painel de instrumentos ao painel (Fig. 8). módulo do air bag ao volante de direção.
(7) Remova a tampa superior do painel de instru-
mentos para obter acesso aos parafusos de fixação da
proteção dos joelhos.
19 - 66 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ADVERTÊNCIA: AO MANIPULAR UM MÓDULO DO
AIR BAG NÃO DESDOBRADO DURANTE A MANU-
TENÇÃO DA COLUNA DE DIREÇÃO, AS SEGUIN-
TES PRECAUÇÕES DEVEM SER OBSERVADAS: EM
NENHUM MOMENTO DEVE-SE MANTER QUAL-
QUER FONTE DE ELETRICIDADE PRÓXIMO À UNI-
DADE DE ENCHIMENTO NA PARTE TRASEIRA DO
MÓDULO DO AIR BAG. AO TRANSPORTAR UM
MÓDULO ATIVO, A TAMPA DE ACABAMENTO DEVE
ESTAR APONTADA PARA LONGE DO CORPO A FIM
DE MINIMIZAR FERIMENTOS SE O MÓDULO DES-
DOBRAR ACIDENTALMENTE. SE O MÓDULO DO
AIR BAG FOR COLOCADO SOBRE UMA BANCADA
OU OUTRA SUPERFÍCIE, A TAMPA DE PLÁSTICO
DEVE FICAR VIRADA PARA CIMA A FIM DE MINIMI-
ZAR O MOVIMENTO EM CASO DE DESDOBRA-
MENTO ACIDENTAL. Fig. 11 Direcionamento dos Fios do Volante de
Direção e Porca de Retenção
(10) Remova o módulo do air bag do centro do 1 – VOLANTE DE DIREÇÃO
volante de direção. 2 – FIO TERRA DA BUZINA
(11) Remova a trava do conector do fio positivo do 3 – PORCA DE RETENÇÃO DO VOLANTE DE DIREÇÃO
air bag da mola de relógio (Fig. 10). Em seguida, des- 4 – SUPORTE DE MONTAGEM DO AIR BAG
ligue o conector do fio positivo da mola de relógio da 5 – FIO DO INTERRUPTOR DO PILOTO AUTOMÁTICO
parte traseira do módulo do air bag (Fig. 10). 6 – FIO POSITIVO DO AIR BAG
7 – FIO DO INTERRUPTOR DO PILOTO AUTOMÁTICO

ATENÇÃO: Ao instalar o Extrator, Ferramenta Espe-


cial C-3428-B no volante de direção, certifique-se de
que os parafusos do extrator estejam completa-
mente assentados nos furos rosqueados para o
extrator, no volante de direção. Se os parafusos
não estiverem completamente assentados nos
furos rosqueados, as roscas poderão espanar no
volante de direção, quando o extrator for girado
para se remover o volante de direção.

(15) Instale o Extrator de Pressão CJ2001P ou um


equivalente no volante de direção (Fig. 12).

ATENÇÃO: Não bata ou martele o volante de dire-


ção ou no eixo da coluna de direção ao remover o
Fig. 10 Fio Positivo do Módulo do Air Bag volante da coluna de direção.
1 – MÓDULO DO AIR BAG
2 – FIO ELÉTRICO DA MOLA DE RELÓGIO (16) Remova o conjunto do volante de direção do
3 – CONECTOR DO FIO ELÉTRICO eixo da coluna de direção, utilizando o Extrator de
4 – TRAVA DO CONECTOR
Pressão CJ2001P ou um equivalente.
(17) Remova os dois parafusos que fixam os capu-
(12) Remova os parafusos da parte traseira do zes inferior e superior à coluna de direção (Fig. 13).
volante de direção que fixam os interruptores do Primeiro, remova o capuz superior da coluna de dire-
piloto automático ao volante de direção. Em seguida, ção e, em seguida, a alavanca de liberação do ajuste e
remova os interruptores do piloto automático do a coluna de direção ajustável a seu ponto mais alto.
volante de direção. Em seguida, remova o capuz inferior da coluna de
(13) Desconecte a mola de relógio e o fio terra da direção.
buzina do suporte de montagem do air bag no volante (18) Remova os 2 conectores do chicote de fiação da
de direção (Fig. 11). mola de relógio (Fig. 14).
(14) Remova a porca de retenção do volante de (19) Remova os conectores do chicote de fiação da
direção (Fig. 11). parte traseira do interruptor de ignição (Fig. 15).
JA DIREÇÃO 19 - 67
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 12 Extrator Instalado no Volante de Direção Fig. 14 Conexão do Chicote de Fiação à Mola de
1 – VOLANTE DE DIREÇÃO Relógio
2 – EXTRATOR DO VOLANTE DE DIREÇÃO 1 – MOLA DE RELÓGIO
2 – CONECTORES DO CHICOTE DE FIAÇÃO

Fig. 13 Parafusos de Fixação do Capuz da Coluna


de Direção Fig. 15 Conexões do Chicote de Fiação à Ignição e
1 – MOLA DE RELÓGIO ao Interruptor Multifuncional
2 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO 1 – INTERRUPTOR MULTIFUNCIONAL
3 – CAPUZES DA COLUNA DE DIREÇÃO 2 – CONECTOR DO CHICOTE DE FIAÇÃO DO INTERRUPTOR
4 – ALAVANCA DE AJUSTE MULTIFUNCIONAL
3 – INTERRUPTOR DE IGNIÇÃO

(20) Remova os 2 conectores do chicote de fiação do


interruptor multifuncional (Fig. 15) e (Fig. 16). (a) Nos carros de primeira fabricação, remova a
(21) Se o veículo for equipado com uma transmis- presilha “E” do parafuso de aperto do acoplador do
são automática, gire o cilindro mestre para a posição eixo intermediário da coluna de direção (Fig. 18).
off (desligado). Aperte a lingüeta de travamento no Em seguida, remova o parafuso de aperto do aco-
cabo de intertravamento da ignição/câmbio (Fig. 17) e plador do eixo intermediário desapertando a porca
remova o cabo do alojamento da trava mestre. e, então, separe o eixo intermediário do eixo do
(22) Remova a presilha de direcionamento que mecanismo de direção.
prende o chicote de fiação ao invólucro da coluna de (b) Em veículos de fabricação posterior, remova o
direção. parafuso de aperto do acoplador do eixo intermedi-
(23) Embaixo do painel de instrumentos, desco- ário (Fig. 19) e, em seguida, deslize o eixo interme-
necte o eixo intermediário do eixo da engrenagem da diário e tire o eixo da engrenagem de direção.
direção. Para isso, execute uma das seguintes opções:
19 - 68 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 16 Conexão do Chicote de Fiação ao Fig. 18 Fixação do Eixo Intermediário - Primeira


Interruptor Multifuncional Fabricação
1 – CONECTOR DO CHICOTE DE FIAÇÃO DO INTERRUPTOR
MULTIFUNCIONAL 1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
2 – INTERRUPTOR MULTIFUNCIONAL 2 – EIXO DA ENGRENAGEM DA DIREÇÃO
3 – ACOPLADOR
4 – PEDAL DO FREIO
5 – PARAFUSO DE APERTO
6 – PORCA
7 – PRESILHA “E“

Fig. 17 Cabo de Ignição/Câmbio do Alojamento do


Cilindro da Trava
1 – CILINDRO MESTRE
2 – LINGÜETA DE TRAVAMENTO
3 – CABO DE INTERTRAVAMENTO DA IGNIÇÃO/CÂMBIO
4 – ALOJAMENTO DA TRAVA MESTRE

Fig. 19 Fixação do Eixo Intermediário - Fabricação


ATENÇÃO: Antes de afrouxar as porcas de fixação Posterior
do suporte de montagem superior e inferior da 1 – EIXO INTERMEDIÁRIO
coluna de direção, o seguinte procedimento deve 2 – PARAFUSO DE APERTO
ser realizado para que o suporte de montagem da
coluna de direção não se mova. Se o suporte de (24) Coloque a coluna de direção em sua posição,
montagem da coluna de direção superior não esti- no centro de sua faixa de ajuste. Coloque a alavanca
ver travado em sua posição correta antes de afrou- de ajuste do conjunto da coluna de direção em sua
xar as porcas de montagem, a coluna de direção posição totalmente travada. Então, insira uma broca
ajustável não funcionará corretamente quando for de 5/32 polegadas em cada orifício do pino de trava-
instalada novamente no carro. Isso ocorre em mento no suporte de montagem superior da coluna de
decorrência do alinhamento do conjunto do suporte direção (Fig. 20).
de montagem superior, que desliza quando os para- (25) Remova as 2 porcas superiores que prendem o
fusos de montagem são afrouxados. suporte de montagem do conjunto da coluna de dire-
JA DIREÇÃO 19 - 69
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
INSTALAÇÃO
(1) Instale a coluna de direção nos prisioneiros do
suporte da coluna de direção. Instale, frouxamente,
as 4 porcas de fixação do conjunto da coluna de dire-
ção.
(2) Aperte as 2 porcas de montagem do conjunto
da coluna de direção inferior para prender a coluna
de direção no local. Certifique-se de que ambas as
cápsulas de separação ainda estejam completamente
assentadas nas fendas do suporte de montagem supe-
rior da coluna de direção e os pinos de fixação este-
jam centralizados da frente para atrás nas cápsulas
de plástico (Fig. 22). Em seguida, aperte de uniforme-
mente todas as porcas de montagem da coluna de
direção até que o suporte de montagem superior da
coluna de direção esteja assentado no suporte. Aperte
Fig. 20 Pinos de Travamento Instalados no Suporte
as 4 porcas do suporte da coluna de direção com um
da Coluna de Direção
torque de 12 N·m (105 pol.-lb.).
1 – ORIFÍCIOS DO PINO DE TRAVAMENTO
2 – BROCAS
3 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR

ção ao suporte. Em seguida, remova as 2 porcas infe-


riores que prendem o suporte de montagem do
conjunto da coluna de direção ao suporte (Fig. 21).

Fig. 22 Pinos de Fixação Corretamente


Posicionados nas Cápsulas de Plástico
1 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR DA COLUNA DE
DIREÇÃO
2 – CONJUNTO DA COLUNA DE DIREÇÃO
3 – ESSES 2 PINOS DE FIXAÇÃO DEVEM PERMANECER NO
CENTRO DAS CÁPSULAS DE MONTAGEM, COMO
ILUSTRADO, ANTES DE SE PROCEDER AO APERTO E
TORQUE DAS PORCAS DE MONTAGEM SUPERIOR.
Fig. 21 Porcas do Suporte de Montagem Superior e
Inferior da Coluna de Direção ATENÇÃO: Certifique-se de que as brocas tenham
1 – SUPORTE DA COLUNA DE DIREÇÃO sido removidas do suporte de montagem superior
2 – BROCAS
da coluna de direção.
3 – PORCA DE MONTAGEM
4 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR
(3) Remova as 2 brocas (Fig. 20) do suporte de
5 – SUPORTE DE MONTAGEM INFERIOR
6 – PORCA DE MONTAGEM
montagem superior da coluna de direção. Se uma
7 – ALAVANCA DE AJUSTE nova coluna de direção estiver sendo instalada
8 – PORCAS DE MONTAGEM no veículo, remova o pino de remessa (tipo gra-
nada) do suporte de montagem superior da
coluna de direção.
(26) Remova o conjunto da coluna de direção do (4) Assegure-se de que as rodas dianteiras do veí-
veículo através da porta do motorista do comparti- culo estejam posicionadas em linha reta e a serrilha
mento de passageiros. Tome cuidado para não danifi- mestre do volante de direção, no eixo da coluna de
car a pintura ou a guarnição interna. direção, esteja na posição de meio-dia.
19 - 70 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(5) Embaixo do painel de instrumentos, conecte (13) Centralize a mola de relógio usando o
novamente o eixo intermediário ao eixo da engrena- seguinte procedimento:
gem da direção. Para isso, execute uma das seguintes • Aperte os pinos de travamento de plástico para
opções: desengatar o mecanismo de travamento da mola de
(a) Em veículos de primeira fabricação, conecte relógio.
novamente o eixo intermediário da coluna de dire- • Deixe o mecanismo de travamento desengatado,
ção ao eixo da engrenagem de direção (Fig. 18). gire o rotor da mola de relógio no SENTIDO HORÁ-
Instale um novo parafuso de aperto do acoplador RIO até o final do curso. Não aplique torque exces-
do eixo intermediário através do acoplador e ros- sivo.
queado em sua porca. Em seguida, aperte a porca e • No final do curso no sentido horário, gire lenta-
o parafuso de aperto com um torque de 27 N·m mente o rotor em sentido anti-horário até que o ama-
(240 pol.-lb.). relo apareça na janela de centralização da mola de
(b) Em veículos de fabricação posterior, alinhe as relógio. Quando o amarelo aparecer na janela de cen-
superfícies planas e deslize o eixo intermediário no tralização, a seta no rotor da mola de relógio estará
eixo da engrenagem da direção, alinhando o orifício apontando para a janela amarela na mola de relógio.
do parafuso de aperto com o entalhe moldado no • Engate o mecanismo de trava da mola de relógio.
eixo da engrenagem. Instale um novo parafuso de
aperto no acoplador do eixo intermediário e (Fig. ATENÇÃO: Não instale o volante de direção no eixo
19), em seguida, aperte o parafuso de aperto com do conjunto da coluna de direção, movendo-o
um torque de 34 N·m (300 pol.-lb.). sobre o eixo. Puxe o volante de direção para baixo
(6) Em veículos de primeira fabricação, instale do eixo da coluna de direção, utilizando SOMENTE
uma nova presilha “E” na extremidade do parafuso a porca de retenção do volante de direção.
de aperto (Fig. 18).
(7) Se o veículo for equipado com uma transmissão (14) Introduza os fios da mola de relógio através
automática, instale o cabo de intertravamento da do orifício no volante de direção (Fig. 11). Posicione o
ignição/câmbio (Fig. 17) no compartimento do cilindro volante de direção no eixo do conjunto da coluna de
da trava. direção, certificando-se de encaixar as superfícies pla-
(8) Direcione o chicote de fiação na coluna de dire- nas no cubo do volante de direção com as formações
ção e instale a presilha de direcionamento na parte no lado interno da mola de relógio.
inferior do invólucro da coluna de direção. (15) Conecte o fio terra da buzina da mola de reló-
(9) Instale os conectores do chicote de fiação na gio ao suporte de montagem do air bag no volante de
parte traseira do interruptor de ignição (Fig. 15). direção (Fig. 11).
(10) Instale os 2 conectores do chicote de fiação no (16) Instale a porca de retenção do eixo da coluna
interruptor multifuncional (Fig. 15) e (Fig. 16). de direção no volante de direção e aperte até que o
(11) Instale a mola de relógio no alojamento do volante esteja completamente assentado no eixo.
interruptor. Instale os 2 conectores do chicote de fia- Aperte a porca de retenção do volante de direção com
ção na mola de relógio (Fig. 14). Em seguida, instale um torque de 61 N·m (45 pés-lb.).
o conector do chicote de fiação na luz halógena de (17) Direcione corretamente os fios elétricos do
travamento da ignição (Fig. 14). interruptor do piloto automático entre a mola de reló-
(12) Instale os capuzes inferior e superior da gio e as aberturas do interruptor no volante de dire-
coluna de direção no alojamento de travamento do ção (Fig. 11).
conjunto da coluna de direção. Instale a aperte firme- (18) Conecte os fios elétricos da mola de relógio aos
mente os 2 parafusos de fixação superiores que pren- interruptores do piloto automático. Instale os inter-
dem o capuz da coluna de direção inferior ao ruptores do piloto automático no volante de direção.
alojamento de travamento (Fig. 13). Instale e aperte firmemente os parafusos que fixam
os interruptores do piloto automático ao volante de
ATENÇÃO: O procedimento de centralização da direção.
mola de relógio DEVE ser executado antes de ins- (19) Empurre os fios do piloto automático para
talar o conjunto do volante de direção. Se não esti- dentro das canaletas de retenção de fios, no volante
ver centralizada, a mola de relógio poderá se de direção (Fig. 11).
estender excessivamente, fazendo com que o con- (20) Instale o fio do air bag da mola de relógio no
junto da mola de relógio se torne inoperante. O conector na parte traseira do módulo do air bag.
indicador de centralização amarelo deve estar pre- Insira as lingüetas de travamento na parte traseira
sente na janela de centralização da mola de relógio do conector do air bag (Fig. 10). Certifique-se de
e a seta no rotor da mola de relógio deve apontar que o conector elétrico da mola de relógio
para a janela de centralização. esteja bem preso ao conector do módulo do air
bag.
JA DIREÇÃO 19 - 71
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: Os prendedores e parafusos original- • Vire a chave de ignição para a posição ON (Liga-
mente utilizados para os componentes do air bag do). Saia com o veículo com a unidade de diagnósticos
foram especialmente projetados para o sistema do DRB. Instale um cartucho com a versão mais recente
air bag. Eles nunca deverão ser substituídos por do diagnóstico na unidade de diagnóstico DRB.
quaisquer outros. Toda vez que um novo prendedor • Certifique-se de que não haja passageiros no veí-
for necessário, substitua somente por prendedores culo e conecte o cabo negativo ao pólo negativo da
corretos fornecidos no pacote de manutenção ou bateria.
por prendedores listados no catálogo de peças. • Utilizando a unidade de diagnósticos DRB, leia e
registre os códigos de falhas. Também leia e registre
(21) Instale o módulo do air bag no centro do quaisquer códigos de falhas armazenados. Consulte o
volante de direção. Alinhe os pinos de localização do “Manual de Teste de Diagnósticos da Carroceria” se
módulo do air bag com o orifício e as fendas conjuga- quaisquer falhas forem encontradas.
das no volante direção. Instale somente os dois • Apague as falhas armazenadas, se não houver
parafusos de fixação originais ou aprovados de códigos de falhas ativas. Se os problemas persistirem,
substituição do módulo do air bag. Aperte os 2 os códigos de falhas não serão apagados.
parafusos de fixação do módulo do air bag com um • No lado do passageiro do veículo, gire a chave de
torque de 10 N ·m (90 pol.-lb.). ignição para a posição OFF (DESLIGADO) e, em
(22) Instale o cilindro mestre da trava no aloja- seguida, ON (LIGADO), observando a luz do air bag
mento da trava. O cilindro mestre da trava é insta- do conjunto de instrumentos. Ela deve permanecer
lado, posicionando o cilindro mestre na posição de acesa por seis a oito segundos e, então, apagar. Isso
funcionamento. Desta forma, a lingüeta de retenção e indicará que o sistema de air bag está funcionando
o cilindro mestre de pressão podem ser pressionados normalmente.
no alojamento da trava até que as lingüetas de reten- (29) Se a luz de advertência do air bag não
ção se fixem no cilindro mestre da trava. acender, se ficar intermitente ou se acender e
(23) Instale a proteção dos joelhos do painel de ins- permanecer acesa, o sistema de air bag não
trumentos inferior no painel de instrumentos inferior. está funcionando corretamente. Consulte o
Instale e aperte firmemente a proteção dos joelhos “Manual de Teste de Diagnósticos da Carroceria”
nos parafusos de fixação do painel de instrumentos para diagnosticar quaisquer funcionamentos incor-
(Fig. 9). retos do sistema.
(24) Instale a tampa superior do painel de instru- (30) Teste o funcionamento da buzina, das luzes e
mentos. de quaisquer outras funções acionadas pela coluna de
(25) Instale o parafuso na parte traseira da cober- direção. Se aplicável, reajuste o rádio e o relógio.
tura do painel de fusíveis que prende a tampa supe- (31) Faça o teste rodoviário do veículo para garan-
rior do painel de instrumentos (Fig. 6). Instale a tir o funcionamento adequado do sistema da direção
cobertura do painel de fusíveis na extremidade e do sistema do piloto automático.
esquerda do painel de instrumentos.
(26) Instale os parafusos que prendem a tampa EIXO INTERMEDIÁRIO DA COLUNA DE
superior do painel de instrumentos no centro do pai-
DIREÇÃO
nel de instrumentos (Fig. 8).
O conjunto da coluna de direção precisará ser
(27) Instale o engaste central ao redor do rádio e
removido do interior do veículo para permitir a subs-
do painel de controle de ar-condicionado/aquecedor na
tituição do conjunto do acoplador de eixo da coluna
tampa superior do painel de instrumentos (Fig. 7).
de direção.
ATENÇÃO: Ao conectar novamente a bateria em
um veículo que teve o módulo do air bag removido, REMOÇÃO
assegure-se de que não haja nenhum ocupante (1) Remova o conjunto da coluna de direção do veí-
dentro do veículo. O procedimento a seguir deve culo. Consulte “COLUNA DE DIREÇÃO” nesta seção,
ser utilizado. para obter o procedimento necessário de remoção.
(2) Instale o Removedor/Instalador, Ferramenta
(28) Para conectar novamente o cabo negativo da Especial 6831-A, através do centro do pino de rola-
bateria, utilize as etapas dos procedimentos listados mento na junta flexível do eixo intermediário e ins-
abaixo. tale a porca serrilhada (Fig. 23).
• Remova o console dianteiro ou a tampa conforme (3) Segurando o sextavado na extremidade da
necessário. barra fixa rosqueada, aperte a porca na barra fixa
• Conecte a unidade de diagnósticos DRB ao rosqueada do Removedor/Instalador. Isso moverá o
conector do módulo de diagnóstico do sistema de air pino de rolamento para fora da junta flexível do eixo
bag, localizado no lado direito do módulo ASDM. intermediário.
19 - 72 DIREÇÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
INSTALAÇÃO
(1) Introduza o pino de rolamento na junta flexível
antes de instalar o eixo intermediário no eixo da
coluna de direção. Instale o pino de rolamento o sufi-
ciente para ajustar o pino de rolamento no orifício da
junta flexível. Se o pino de rolamento for instalado
muito longe, a junta flexível não deslizará no eixo da
coluna de direção.
(2) Instale o eixo intermediário no eixo da direção
até que esteja corretamente posicionado para permi-
tir que o pino de rolamento seja instalado no acopla-
dor.
(3) Instale o Removedor/Instalador, Ferramenta
Especial 6831-A, através do centro do pino de rola-
mento e instale a porca serrilhada conforme mos-
trado (Fig. 25).
Fig. 23 Removendo o Pino de Rolamento da Junta
Flexível
1 –
PINO DE ROLAMENTO
2 –
PORCA SERRILHADA
3 –
EIXO INTERMEDIÁRIO
4 –
JUNTA FLEXÍVEL
5 –
SUPORTE DE MONTAGEM INFERIOR DA COLUNA DE
DIREÇÃO
6 – FERRAMENTA ESPECIAL 6831–A

(4) Com uma chave de fenda inserida entre a junta


flexível do eixo e o suporte de montagem inferior da
coluna de direção (Fig. 24), remova o eixo intermedi-
ário do eixo da coluna de direção.

Fig. 25 Preparação da Ferramenta para Instalação


do Pino de Rolamento
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6831–A
2 – PINO DE ROLAMENTO
3 – PORCA SERRIILHADA
4 – EIXO INTERMEDIÁRIO
5 – JUNTA FLEXÍVEL

(4) Usando o Removedor/Instalador (Fig. 25), ins-


tale o pino de rolamento no acoplador até que o pino
de rolamento esteja completamente e corretamente
instalado nos dois lados do conjunto do acoplador.
(5) Reinstale no veículo a coluna de direção, con-
Fig. 24 Remoção do Eixo Intermediário forme necessário. Consulte “COLUNA DE DIRE-
1 – CHAVE DE FENDA ÇÃO”, nesta seção, para obter o procedimento
2 – SUPORTE DE MONTAGEM INFERIOR DA COLUNA DE necessário.
DIREÇÃO
3 – EIXO INTERMEDIÁRIO
4 – JUNTA FLEXÍVEL
5 – EIXO DA COLUNA DE DIREÇÃO
JA DIREÇÃO 19 - 73

ESPECIFICAÇÕES FERRAMENTAS ESPECIAIS


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO COLUNA DE DIREÇÃO
PRENDEDOR DA COLUNA DE DIREÇÃO
DESCRIÇÃO TORQUE
Volante de Direção:
Porca Retentora . . . . . . . . . . . . 61 N·m (45 pés-lb.)
Conjunto da Coluna de Direção:
Porcas de Fixação do Suporte
de Montagem . . . . . . . . . . . 17 N·m (150 pol.-lb.)
Porcas de Fixação do Módulo de Air Bag . . . 10 N·m
(90 pol.-lb.) Removedor/Instalador do Pino de Rolamento do
Eixo da Direção 6831A
JA SUSPENSÃO 2-1

SUSPENSÃO
ÍNDICE DOS CAPÍTULOS

página página

ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 SUSPENSÃO TRASEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50


SUSPENSÃO DIANTEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10

ALINHAMENTO DAS RODAS

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO MEDIDA DA ALTURA NORMAL DE


ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 CONDUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
DIAGNOSE E TESTE ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
DIAGNÓSTICO DE SUSPENSÃO E DIREÇÃO . . . . 3 ESPECIFICAÇÕES
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO ESPECIFICAÇÕES DE ALINHAMENTO DA
PRÉ-INSPEÇÃO DO ALINHAMENTO DAS RODA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO do pneu, enquanto que um câmber positivo excessivo


causará desgaste na parte externa do pneu.
ALINHAMENTO DAS RODAS • Caster é o número de graus de inclinação para
frente ou para trás da junta de direção (Fig. 2). A
DESCRIÇÃO inclinação dianteira ocasiona um ângulo negativo de
O alinhamento das rodas no veículo é o ajuste cor- caster, enquanto a inclinação traseira ocasiona um
reto de todos os ângulos inter-relacionados, dianteiros ângulo positivo. O caster não é ajustável neste veí-
e traseiros, da suspensão. Esses ângulos afetam o culo.
manuseio e a direção do veículo, quando em movi- • O câmber transversal é a diferença entre o câm-
mento. ber dos lados esquerdo e direito. Para atingir a lei-
O método de verificação do alinhamento das rodas tura de câmber transversal, subtraia a leitura do
dianteira e traseira de um veículo varia, dependendo câmber do lado direito da do lado esquerdo. Por
do tipo e do fabricante do equipamento sendo utili- exemplo, se o câmber da esquerda for +0,3° e o da
zado. As instruções fornecidas pelo fabricante deverão direita 0,0°, o câmber transversal será +0,3°.
ser sempre seguidas para assegurar a precisão do ali- • A convergência é medida em graus ou polegadas
nhamento, exceto quando as especificações de alinha- e é a diferença em largura entre as bordas centrali-
mento recomendadas pela DaimlerChrysler forem zadas de ataque e de fuga dos pneus no mesmo eixo
diferentes. (Fig. 3). Convergência significa que a largura da
Os ângulos e medidas típicos de alinhamento da parte dianteira é mais estreita do que a da traseira.
roda são: o câmber, o caster, a convergência e o Divergência significa que a largura da parte dian-
ângulo de empuxo. teira é mais larga do que a da traseira.
• Câmber é o número de graus de inclinação da • O ângulo de Empuxo é definido como a média
parte superior do pneu e da roda, seja para o lado dos ajustes de convergência em cada roda traseira.
interno ou externo (Fig. 1). Câmber é o ângulo de Se esta medida estiver fora da especificação, reajuste
desgaste do pneu. Um câmber negativo excessivo cau- a convergência da roda traseira de forma que cada
sará desgaste da banda de rodagem na parte interna roda tenha 1/2 da medida da convergência total. Ao
reajustar, não exceda a especificação de convergência
total.
2-2 SUSPENSÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
O alinhamento das rodas deve ser verificado e
todos os ajustes de alinhamento devem ser feitos com
o veículo na altura normal de condução especificada.
A altura normal de condução é a altura de condução
do veículo medida de um ponto determinado do veí-
culo ao chão, enquanto o veículo está parado em uma
superfície plana e nivelada. DIANTEIRA

Fig. 3 Convergência
1 – CONVERGÊNCIA
2 – DIVERGÊNCIA

Fig. 1 Câmber
1 – NEGATIVO
2 – POSITIVO

DIANTEIRA

Fig. 2 Caster
1 – POSITIVO
2 – NEGATIVO
JA SUSPENSÃO 2-3

DIAGNOSE E TESTE
DIAGNÓSTICO DE SUSPENSÃO E DIREÇÃO

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS POSSÍVEIS CORREÇÕES

Ruído na parte dianteira ao 1. Rolamento defeituoso das rodas. 1. Substitua o rolamento das rodas
fazer curvas
2. Alinhamento incorreto das rodas. 2. Verifique e reajuste o alinhamento das
rodas.
3. Pneus usados. 3. Substitua os pneus.

Rangido ou rosnado na 1. Rolamento defeituoso das rodas. 1. Substitua o rolamento das rodas.
extremidade dianteira ao
fazer curvas
2. Aterragem do suporte do motor 2. Verifique se o suporte do motor está
Contra a estrutura ou carroceria do batendo na longarina do chassi e
veículo. reposicione o motor, conforme necessário.
3. Junta homocinética quebrada ou 3. Substitua a junta homocinética.
desgastada.
4. Porcas das rodas soltas. 4. Verifique o torque das porcas das rodas.
5. Alinhamento incorreto das rodas. 5. Verifique e reajuste o alinhamento das
rodas.
6. Pneus desgastados. 6. Substitua os pneus.

Ruído de lata contra a 1. Porcas das rodas soltas. 1. Verifique o torque das porcas das rodas.
parte dianteira da
carroceria ou estalo ao
fazer curvas
2. Junta homocinética quebrada ou 2. Substitua a junta homocinética.
desgastada.
3. Barra da direção ou junta esférica 3. Aperte ou substitua a extremidade da
desgastada ou solta. barra de direção ou a junta esférica.
4. Bucha do braço de controle 4. Substitua a bucha do braço de controle.
desgastada.
5. Barra de oscilação ou a fixação 5. Aperte a barra de oscilação ou a fixação
da escora superior soltas. da escora superior com o torque
especificado.

Ruído na parte dianteira 1. Rolamento defeituoso das rodas. 1. Substitua o rolamento das rodas.
com o veículo andando em
linha reta a uma velocidade
constante
2. Alinhamento incorreto das rodas. 2. Verifique e reajuste o alinhamento das
rodas.
3. Pneus desgastados. 3. Substitua os pneus.

Rangido ou rosnado na 1. Aterragem do coxim do motor. 1. Reposicione o motor, conforme


parte dianteira do veículo necessário.
andando em linha reta a
uma velocidade constante
2-4 SUSPENSÃO JA
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS POSSÍVEIS CORREÇÕES

2. Junta homocinética quebrada ou 2. Substitua a junta homocinética.


desgastada.

Ruído na parte dianteira do 1. Rolamentos ou engrenagens da 1. Substitua os rolamentos ou as


veículo quando acelerando transmissão desgastados ou engrenagens da transmissão.
ou desacelerando. defeituosos.

Ruído de Lata contra a 1. Coxim do motor usado ou 1. Substitua o coxim do motor.


parte dianteira da quebrado.
carroceria do veículo
quando acelerando ou
desacelerando.
2. Rolamentos ou engrenagens da 2. Substitua os rolamentos ou as
transmissão desgastados ou engrenagens da transmissão.
defeituosos.
3. Porcas das rodas soltas. 3. Verifique o torque das rodas.
4. Junta homocinética quebrada ou 4. Substitua a junta homocinética.
desgastada.
5. Junta esférica desgastada ou 5. Aperte ou substitua a junta esférica.
solta.
6. Bucha do braço de controle 6. Aperte com o torque especificado ou
desgastada ou solta. substitua a bucha do braço de controle.
7. Parafusos da barra transversal 7. Aperte os parafusos da barra transversal
soltas. com o torque especificado.

Oscilações de estrada 1. Calibragem incorreta do pneu. 1. Calibre os pneus com a calibragem


recomendada.
2. Convergência incorreta das rodas 2. Verifique e reajuste a convergência das
dianteiras e traseiras. rodas dianteiras.
3. Rolamentos desgastados das 3. Substitua os rolamentos das rodas.
rodas.
4. Buchas do braço de controle 4. Substitua as buchas do braço de
desgastadas. controle.
5. Fricção excessiva na engrenagem 5. Substitua a engrenagem da direção.
da direção.
6. Fricção excessiva no acoplamento 6. Substitua o acoplador da direção.
do eixo da direção.
7. Fricção excessiva no rolamento 7. Substitua o Rolamento da Escora.
superior da escora.

Desvio Lateral 1. Calibragem desigual dos pneus. 1. Calibre todos os pneus na calibragem
recomendada.
2. Prumo do pneu radial. 2. Execute o procedimento para a correção
do prumo.
3. Câmber incorreto das rodas 3. Verifique e reajuste o câmber das rodas
dianteiras. dianteiras.
4. Desequilíbrio no mecanismo da 4. Substitua o mecanismo da direção
direção hidráulica. hidráulica.
5. Freagem das Rodas. 5. Corrija a condição de freagem causadora
do desvio lateral.
JA SUSPENSÃO 2-5
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)

PROBLEMA POSSÍVEIS CAUSAS POSSÍVEIS CORREÇÕES

Folga excessiva na direção 1. Ajuste incorreto da engrenagem 1. Ajuste ou substitua a engrenagem da


da direção. direção.
2. Extremidade da barra de direção 2. Substitua ou aperte a extremidade da
desgastada ou solta. barra de direção.
3. Parafusos de montagem da 3. Aperte os parafusos da engrenagem da
engrenagem da direção soltas. direção com o torque especificado.
4. Acoplador do eixo da direção solto 5. Substitua o acoplador do eixo da
ou desgastado. direção.

Esforço excessivo de 1. Calibragem baixa nos pneus. 1. Calibre os pneus na calibragem


direção recomendada.
2. Falta de lubrificante na 2. Substitua a engrenagem da direção.
engrenagem da direção.
3. Nível baixo de fluido da direção 3. Encha o reservatório de fluido da direção
hidráulica hidráulica até o nível correto.
4. Correia da bomba da direção 4. Verifique e substitua o tensionador
hidráulica solta. automático da correia, se necessário. Se a
correia de acionamento estiver gasta ou
vitrificada, substitua a correia.
5. Ausência de lubrificante nas 5. Lubrifique ou substitua as juntas
juntas esféricas da direção. esféricas da direção.
6. Funcionamento incorreto na 6. Substitua a engrenagem da direção.
engrenagem da direção.
7. Falta de lubrificante no acoplador 7. Substitua o acoplador da direção.
da direção.

PROCEDIMENTOS DE (5) Verifique a folga e o torque de todos os prende-


dores de componentes da suspensão.
MANUTENÇÃO
(6) Verifique a folga e se há qualquer sinal de des-
gaste ou dano nas juntas esféricas dianteiras inferio-
PRÉ-INSPEÇÃO DO ALINHAMENTO DAS res e em todas as conexões da direção.
RODAS (7) Verifique se há sinais de desgaste ou deteriora-
Antes de se tentar alterar ou corrigir o alinha- ção nas buchas de borracha em todos os componentes
mento das rodas, a seguinte inspeção e as seguintes da suspensão. Se alguma bucha mostrar sinal de des-
correções deverão ser feitas no veículo, para assegu- gaste ou deterioração, deverá ser substituída antes
rar um alinhamento correto. do alinhamento do veículo.
(1) Verifique se o tanque de combustível está cheio. (8) Verifique se a altura normal de condução do
Se não estiver, o peso reduzido afetará a altura nor- veículo está dentro das especificações. Consulte
mal de condução e as especificações de alinhamento “MEDIDA DA ALTURA NORMAL DE CONDUÇÃO”
do veículo. nesta seção. Se estiver fora das especificações, verifi-
(2) Os compartimentos do passageiro e bagageiro que se as molas estão quebradas ou deformadas.
do veículo devem estar sem carga, exceto pelos equi-
pamentos originais. MEDIDA DA ALTURA NORMAL DE CONDUÇÃO
(3) Verifique os pneus. Eles devem estar inflados O alinhamento das rodas deve ser verificado, e
com a pressão de ar recomendada. Todos os pneus todos os ajustes de alinhamento devem serfeitos com
devem ter o mesmo tamanho, estar em boas condi- o veículo na sua altura normal de condução especifi-
ções e apresentar, aproximadamente, o mesmo des- cada.
gaste da banda. A altura normal de condução deve ser verificada
(4) Verifique se há excentricidade radial excessiva com o veículo em uma superfície plana, nivelada, de
nos conjuntos de pneus e rodas dianteiros. preferência sobre um trilho de alinhamento. Os
pneus devem ser calibrados com a pressão recomen-
2-6 SUSPENSÃO JA
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
dada. Todos os pneus devem ter o mesmo tamanho mola espiral com a de uma mola espiral correta nova
dos originais de fábrica. A altura do veículo é verifi- ou reconhecidamente boa. Se a mola suspeita estiver
cada com o tanque de combustível cheio e com o com- fraca, essa medida deve ser diferente.
partimento de passageiros e o bagageiro sem carga. (1) Meça da borda interna da aba do pára-lama da
A altura do veículo não é ajustável. Se a medida abertura da roda, diretamente acima do centro da
não estiver dentro das especificações, verifique se há roda (eixo), até o chão ou superfície do trilho de ali-
componentes tortos ou fracos na suspensão do veí- nhamento.
culo. Compare as etiquetas das peças na(s) mola(s) (2) Ao medir, o diferencial máximo da esquerda
espiral(is) suspeita(s) às do manual de peças e ao para a direita não deve exceder 20 mm (0,79 pol.).
código de vendas do veículo e veja se correspondem. (3) Compare as medidas com as especificações rela-
Uma vez removida do veículo, compare a altura da cionadas na tabela a seguir.

ESPECIFICAÇÕES DA ALTURA NORMAL DE CONDUÇÃO

VEÍCULO DIANTEIRA TRASEIRA


694 mm 6 20 mm 693 mm 6 20 mm
TODAS
27,32 pol. 6 0,79 pol. 27,28 pol. 6 0,79 pol.

ALINHAMENTO DAS RODAS logo em seguida a “CÂMBER E CONVERGÊNCIA


(1) Posicione o veículo em um trilho de alinha- TRASEIROS”. Se o câmber e a convergência traseiros
mento. e o câmber e o caster dianteiros estiverem dentro das
(2) Execute a “PRÉ-INSPEÇÃO DE ALINHA- especificações, consulte “CONVERGÊNCIA DIAN-
MENTO DAS RODAS”, que pode ser encontrada em TEIRA”.
outra parte desta seção. O caster traseiro neste veículo não é ajustável e
(3) Instale todo o equipamento de alinhamento não aparece como uma especificação de alinhamento.
necessário, de acordo com as instruções do fabricante.
Neste veículo, recomenda-se o alinhamento das qua- ATENÇÃO: Não tente ajustar o alinhamento da roda
tro rodas. aquecendo, entortando ou modificando qualquer
componente da suspensão.
AVISO: Antes de ler as leituras de alinhamento, a
dianteira e a traseira do veículo devem ser sacudi-
das. Comece (traseira primeiro, dianteira depois)
CÂMBER E CONVERGÊNCIA TRASEIROS
O câmber traseiro deste veículo é ajustável. Este
segurando o centro do pára-choque e sacudindo
ajuste se dá com o uso um parafuso localizado nas
cada extremidade do veículo um número igual de
articulações laterais dianteira e traseira da suspen-
vezes. O pára-choque deve ser sempre solto
são traseira do veículo (Fig. 4).
quando o veículo estiver na parte de baixo do ciclo
de solavancos. ATENÇÃO: Ao verificar o alinhamento traseiro
neste veículo, o trilho de alinhamento deverá estar
(4) Leia as especificações de alinhamento atuais
equipado com placas de proteção traseiras.
das partes dianteira e traseira do veículo. Compa-
re-as com as especificações para o câmber, caster e (1) Para o alinhamento de qualquer roda traseira,
convergência. Consulte as especificações de alinha- afrouxe as contraporcas do parafuso de ajuste (Fig. 4)
mento das rodas, nesta seção neste grupo do manual em ambas as articulações laterais dianteira e tra-
de serviços. seira.
AVISO: Faça o alinhamento das rodas traseiras ATENÇÃO: Não tente mover os parafusos de ajuste
antes das dianteiras. sem afrouxar adequadamente as contraporcas.
Observe que cada parafuso de ajuste tem uma
(5) Se o câmber ou a convergência da parte tra-
porca do lado direito e uma porca do lado
seira não estiverem dentro das especificações, con-
esquerdo.
sulte “CÂMBER E CONVERGÊNCIA TRASEIROS”,
a seguir. Se o câmber e a convergência traseiros esti-
verem dentro das especificações, mas o câmber e cas-
ter dianteiros não estiverem, consulte “CÂMBER E
CASTER DIANTEIROS”, que pode ser encontrado
JA SUSPENSÃO 2-7
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
especificações de alinhamento das rodas, neste grupo,
para obter a especificação.
(3) Ajuste o parafuso da articulação lateral dian-
teira (Fig. 4) para ajustar a convergência traseira à
especificação preferencial. Consulte “ESPECIFICA-
ÇÕES DE ALINHAMENTO DAS RODAS” neste
grupo, para obter a especificação.

AVISO: O ajuste da convergência causará uma


pequena alteração na leitura do câmber. Se durante
o ajuste da convergência, o câmber ficar fora da
especificação preferencial, continue a ajustar o
câmber e a convergência, até que ambos atinjam as
especificações.

(4) Enquanto segurar os parafusos de ajuste para


Fig. 4 Contraporcas do Parafuso de Ajuste da impedir que girem, use um pé-de-cabra e uma chave
Articulação Lateral de torque e aperte todas as contraporcas dos parafu-
1 – BRAÇO LATERAL DIANTEIRO sos de ajuste da articulação lateral com um torque de
2 – BARRA ESTABILIZADORA 92 N·m (68 pés-lb.). Isto evitará que os parafusos de
3 – PARAFUSO DE AJUSTE ajuste girem.
4 – CONTRAPORCA (5) Se o caster e o câmber dianteiros estiverem
5 – PARAFUSO DE AJUSTE dentro das especificações, prossiga para CASTER E
6 – CONTRAPORCAS
CÂMBER DIANTEIROS ou CONVERGÊNCIA
7 – ARTICULAÇÃO LATERAL TRASEIRA
DIANTEIRA”.

ATENÇÃO: Ao ajustar o câmber e a convergência CÂMBER E CASTER DIANTEIROS


traseiros no veículo, os comprimentos máximos da Os valores de câmber e caster são determinados no
articulação lateral ajustável, nos locais mostrados momento em que o veículo é projetado, pela localiza-
(Fig. 5), não deverão ser excedidos. Se estes com- ção dos componentes da suspensão. Isso é chamado
primentos máximos forem excedidos, poderá resul- de NET BUILD (Regulagem Definitiva). O resultado
tar em uma aderência inadequada da articulação de é que nenhum ajuste do câmber e do caster serão
ajuste às articulações interna e externa. necessário após a montagem do veículo ou quando os
ARTICULAÇÃO LATERAL componentes da suspensão sofrerem manutenção.
DIANTEIRA
302mm
Portanto, ao realizar um alinhamento das rodas, o
(MÁX) caster e o câmber não serão considerados normal-
mente como ângulos ajustáveis. O câmber e o caster
ARTICULAÇÃO LATERAL
TRASEIRA deverão ser verificados para assegurar que atendam
391mm
(MÁX)
as especificações do veículo. Consulte as especifica-
ções de alinhamento das rodas, neste grupo do
90mm manual de manutenção, para obter as especificações.
(MÁX)
Se o câmber dianteiro não atender às especificações
de alinhamento, poderá ser ajustado através do pro-
cedimento relacionado a seguir. Antes de realizar o
procedimento de ajuste do câmber, verifique se há
algum sinal de dano ou envergamento nos componen-
tes da suspensão.
Fig. 5 Dimensões Máximas de Comprimento da PROCEDIMENTO DE AJUSTE DO CÂMBER
Articulação Lateral Traseira
(1) Abra a capô. Marque a posição de todos os qua-
(2) Aproxime os valores do câmber traseiro o mais tro parafusos de montagem do conjunto do amortece-
possível da especificação preferencial ajustando, prin- dor, na torre do amortecedor, (Fig. 6) do lado do
cipalmente, o parafuso de ajuste da articulação late- veículo que precisa ter o câmber dianteiro ajustado.
ral traseira (Fig. 4). Também será necessário algum (2) Levante o veículo pelo chassis, até que os
ajuste no parafuso de ajuste da articulação lateral pneus e a suspensão dianteira não estejam mais
dianteira para que se obtenha a especificação prefe- apoiando o peso do veículo.
rencial nos valores do câmber traseiro. Consulte as
2-8 SUSPENSÃO JA
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
convergência até que corresponda ao ajuste preferen-
cial. A convergência pode ser ajustada através do pro-
cedimento a seguir.

CONVERGÊNCIA DIANTEIRA
(1) Centralize o volante da direção e imobilize-o
usando um dispositivo para prendê-lo corretamente.

ATENÇÃO: Não torça as proteções contra poeira de


borracha que vão da barra de direção interna dian-
teira até a engrenagem de direção, durante o ajuste
da convergência da roda dianteira.

(2) Afrouxe as contraporcas da parte interna dian-


teira à extremidade da barra de direção externa (Fig.
7). Segure as barras de direção internas nas denti-
Fig. 6 Parafusos de Montagem do Conjunto do ções e gire as barras de direção internas da engrena-
Amortecedor gem de direção para ajustar a convergência dianteira
1 – TORRE DO AMORTECEDOR com a especificação preferencial. Consulte as especi-
2 – PARAFUSOS DE MONTAGEM ficações de alinhamento das rodas, neste grupo do
manual de manutenção, para obter a especificação
preferencial.
(3) Afrouxe os parafusos de montagem do conjunto
do amortecedor no lado marcado na etapa 1. Afrou-
xe-os o suficiente para permitir espaço adequado
para remoção dos pinos plásticos de localização que
alinham o suporte de montagem superior com a torre
do amortecedor.
(4) Remova e descarte os dois pinos plásticos do
suporte de montagem superior do conjunto do amor-
tecedor, usando uma punção ou alicates.

AVISO: Não deixe os pinos plásticos na cavidade


da torre do amortecedor ou na montagem. Pode
resulatar em barulhos indesejáveis.

(5) Posicione o conjunto do amortecedor para den-


tro ou para fora, conforme o necessário para ajustar o
câmber. Verifique se as posições para frente e para
trás são as mesmas das indicadas pelas marcas feitas Fig. 7 Ajuste da Convergência da Roda Dianteira
antes do ajuste. Verifique também se os parafusos 1 –
BARRA DE DIREÇÃO EXTERNA
dianteiros e traseiros foram deslocados a mesma dis- 2 –
CONTRAPORCA
3 –
BARRA DE DIREÇÃO INTERNA
tância para dentro ou para fora.
4 –
PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DA ENGRENAGEM DE
DIREÇÃO
AVISO: Não tente alargar nenhum orifício existente 5 – DENTIÇÕES DE AJUSTE
na tentativa de aumentar a banda de ajuste. 6 – JUNTA DA DIREÇÃO

(6) Aperte os parafusos de montagem superiores do


conjunto do amortecedor com um torque de 90 N·m (3) Aperte as contraporcas da barra de direção
(68 pés-lb.) (Fig. 7) com um torque de 61 N·m (45 pés-lb.).
(7) Abaixe o veículo. Sacuda as partes dianteira e (4) Ajuste as proteções contra poeira da engrena-
traseira do veículo um número igual de vezes. gem de direção à barra de direção na barra de dire-
(8) Verifique e ajuste o câmber dianteiro, conforme ção interna.
necessário. Consulte as especificações de alinhamento (5) Remova o dispositivo que prende o volante de
das rodas, neste grupo do manual de manutenção, direção.
para obter a especificação preferencial. (6) Remova o equipamento de alinhamento.
(9) Se as leituras tomadas da convergência não
estiverem dentro da faixa de especificação, ajuste a
JA SUSPENSÃO 2-9
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
(7) Faça um teste rodoviário no veículo para veri- AVISO: Todos os alinhamentos das rodas devem
ficar se o volante de direção está reto e se o veículo ser ajustados com o veículo em sua altura normal
não oscila ou puxa. de condução. Consulte a medida da altura normal
de condução, em “PROCEDIMENTOS DE MANU-
TENÇÃO”.
ESPECIFICAÇÕES
ESPECIFICAÇÕES DE ALINHAMENTO DA RODA
AVISO: Todas as especificações são dadas em
graus.

ALINHAMENTO DA RODA DIANTEIRA FAIXA ACEITÁVEL AJUSTE


PREFERENCIAL
CÂMBER.................................................... -0,6° a +0,6° 0,0°
Câmber transversal 0,7 graus ou menos 0,0
CONVERGÊNCIA - DIREITA/ 0,05°externa a 0,15° interna 0,05° interna
ESQUERDA.................................
CONVERGÊNCIA 0,1°externa a 0,3°interna 0,1° interna
TOTAL..............................................
Especificada em graus (Veja a Observação)
CASTER*.................................................. +2,3° a +4,3° +3,3°
*Diferença entre lados do caster não deve 1,0° ou menos 0,0°
exceder.........................................................
ALINHAMENTO DA RODA TRASEIRA FAIXA ACEITÁVEL AJUSTE
PREFERENCIAL
CÂMBER.................................................... -0,6° a +0,2° -0,2°
CONVERGÊNCIA - DIREITA/ 0,05° externa a 0,15° interna 0,05° interna
ESQUERDA..................................
CONVERGÊNCIA 0,1° externa a 0,3° interna 0,1° interna
TOTAL..............................................
Especificada em graus (Veja a Observação)
Será DIVERGÊNCIA: Quando estiver apoiado
no trilho de alinhamento. Será
CONVERGÊNCIA quando estiver dirigindo
ÂNGULO DE EMPUXO..................................... + ou - 0,15° 0,0°
OBS.: A convergência total é a soma dos valores de convergência das rodas direita e esquerda. A convergência
é positiva, e a divergência é negativa. A convergência total deve ser dividida igualmente entre cada roda
dianteira para assegurar a centralização do volante de direção após o ajuste da convergência. As convergências
direita e esquerda devem divergir no máximo 0,02 graus, para se obter um alinhamento correto.
2 - 10 SUSPENSÃO JA

SUSPENSÃO DIANTEIRA

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO JUNTA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20


SISTEMA DA SUSPENSÃO DIANTEIRA . . . . . . . . 10 CUBO E ROLAMENTO (DIANTEIROS) . . . . . . . . . 24
CONJUNTO DO AMORTECEDOR BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
(DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 (DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
JUNTA DA DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR . . . . . . . . . . . 30
ROLAMENTO E CUBO (DIANTEIRO) . . . . . . . . . . 12 BARRA ESTABILIZADORA (DIANTEIRA) . . . . . . . 34
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR PINOS DE MONTAGEM DA RODA
(DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 (DIANTEIRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR DIANTEIRA) . . . . 13 DESMONTAGEM E MONTAGEM
BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR . . . . . . . . . . . 13 CONJUNTO DO AMORTECEDOR
JUNTA ESFÉRICA (INFERIOR). . . . . . . . . . . . . . . 13 (DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
BARRA ESTABILIZADORA (DIANTEIRA) . . . . . . . 14 COIFA DE VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA
DIAGNOSE E TESTE (SUPERIOR DIANTEIRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
CONJUNTO DO AMORTECEDOR COIFA DE VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA
(DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 (INFERIOR). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
JUNTA DE DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 BUCHA ISOLANTE DO BRAÇO DE
CUBO E ROLAMENTO (DIANTEIROS) . . . . . . . . . 14 CONTROLE INFERIOR DIANTEIRO . . . . . . . . . 43
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR BUCHA ISOLANTE TRASEIRA DO BRAÇO DE
(DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 CONTROLE INFERIOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR DIANTEIRA) . . . . 15 BUCHA DA FORQUILHA DO BRAÇO DE
BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR . . . . . . . . . . . 15 CONTROLE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
JUNTA ESFÉRICA (INFERIOR). . . . . . . . . . . . . . . 15 BUCHA DA BARRA ESTABILIZADORA
BARRA ESTABILIZADORA (DIANTEIRA) . . . . . . . 15 (DIANTEIRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO ESPECIFICAÇÕES
LUBRIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO PRENDEDOR DA SUSPENSÃO DIANTEIRA . . . 48
MENSAGENS DE ADVERTÊNCIA E ATENÇÃO FERRAMENTAS ESPECIAIS
NA MANUTENÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16 SUSPENSÃO DIANTEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
CONJUNTO DO AMORTECEDOR
(DIANTEIRO). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO de duas peças. O braço de controle inferior é montado


na barra transversal da suspensão dianteira do veí-
SISTEMA DA SUSPENSÃO DIANTEIRA culo usando 2 parafusos passadores em cada braço de
controle. O braço de controle inferior também é iso-
DESCRIÇÃO lado do veículo usando 2 buchas de borracha de
A suspensão dianteira deste veículo possui um design exclusivo para as localizações de montagem
design de braço longo e curto usado com um amorte- dianteira e traseira. A parte inferior do amortecedor
cedor pressurizado a gás e um conjunto de mola em é montada no braço de controle inferior por meio de
espiral (Fig. 1). um suporte da forquilha pertencente ao conjunto do
O braço de controle superior do veículo é montado amortecedor. O suporte da forquilha é montado e iso-
usando buchas de isolamento de borracha em uma lado do braço de controle inferior usando uma bucha
fundição de alumínio presa à torre do amortecedor de isolamento de borracha e um parafuso passador. A
por 4 parafusos de montagem. Essa fundição de alu- junta de direção dianteira é montada no veículo por
mínio também é usada como o coxim superior para o meio de uma junta esférica localizada nos braços de
conjunto de mola em espiral/amortecedor dianteiro. O controle superior e inferior.
conjunto do amortecedor também é isolado do suporte Um conjunto do cubo e do rolamento dianteiro com
de alumínio usando um design de bucha de borracha vedação permanente é fixado na junta de direção
dianteira. O conjunto da junta homocinética externa
JA SUSPENSÃO 2 - 11
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

DIANTEIRA

Fig. 1 Componentes da Suspensão Dianteira


1 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR 5 – JUNTA DE DIREÇÃO
2 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA 6 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – BARRA ESTABILIZADORA 7 – CONJUNTO DA ESCORA
4 – CUBO E ROLAMENTO

é encaixado no conjunto do cubo e do rolamento dian- CONJUNTO DO AMORTECEDOR (DIANTEIRO)


teiro e preso por uma porca, um retentor da porca e
um contrapino. DESCRIÇÃO
O conjunto do amortecedor dianteiro e a suspensão
FUNCIONAMENTO do veículo são apoiados por molas em espiral posicio-
A suspensão dianteira permite que cada roda dian- nadas ao redor dos amortecedores. As molas estão
teira do veículo se adapte às diferentes superfícies e situadas entre um assento superior localizado no
condições de rodagem sem afetar o controle do veí- suporte de montagem superior e um assento para
culo. Cada lado da suspensão dianteira pode mola inferior no amortecedor.
mover-se independentemente do outro. Os dois lados A parte superior de cada amortecedor é aparafu-
da suspensão dianteira podem girar para que o veí- sada a um suporte do amortecedor/braço de controle
culo possa ser esterçado na direção escolhida. A dire- superior fundido aparafusado à torre do amortecedor
ção do veículo é realizada por uma engrenagem de do veículo usando 4 parafusos de montagem.
direção do tipo pinhão e cremalheira conectada dire- A parte inferior do amortecedor é fixada a um
tamente a cada junta de direção por meio de uma suporte da forquilha usando um parafuso de aperto.
barra de direção externa. O suporte da forquilha é fixado no braço de controle
inferior do veículo usando um parafuso passador e
uma porca de torque predominante.
2 - 12 SUSPENSÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Uma mola em espiral é alojada dentro de cada con-
junto do amortecedor. As molas em espiral são classi-
ficadas separadamente por cada canto ou lado do
veículo, dependendo do equipamento opcional e do
tipo de manutenção do veículo. Se for preciso substi-
tuir as molas em espiral, certifique-se de que as que
precisarem ser substituídas, o sejam por outras que
atendam à determinação da capacidade de carga e à
classificação de mola corretas para o veículo e suas
opções específicas.
Os componentes do conjunto do amortecedor relaci-
onados a seguir são submetidos a manutenção se
apresentarem falhas (Fig. 2):
• Suporte de montagem superior
• Isolador da mola superior
• Proteção contra poeira
• Capa
• Batente antichoques
• Mola em espiral
• Amortecedor
• Isolador da mola inferior
O suporte de montagem do amortecedor/braço de
controle superior também fornece um ponto de mon-
tagem de pivô para o braço de controle superior.

FUNCIONAMENTO Fig. 2 Componentes do Conjunto do Amortecedor


1 – BUCHA DA BIELA DO AMORTECEDOR
O conjunto do amortecedor abranda a condução do
2 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
veículo, controlando vibrações, solavancos e rechaços 3 – ARRUELA DO RETENTOR
da suspensão. 4 – MOLA EM ESPIRAL
As molas em espiral controlam a qualidade do per- 5 – AMORTECEDOR
curso e mantêm um vão livre adequado em relação ao 6 – ISOLADOR DA MOLA INFERIOR
solo. 7 – BATENTE ANTICHOQUE
Os isoladores de mola evitam o contato entre 8 – PROTEÇÃO CONTRA POEIRA
metais da mola em espiral nas partes superior e infe- 9 – CAPA
rior com o suporte de montagem superior e o amor- 10 – ISOLADOR DA MOLA SUPERIOR
tecedor. 11 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR
O batente antichoques limita o deslocamento da
suspensão e o contato entre metais em condições de retida no conjunto do cubo e do rolamento usando
muitos solavancos. uma porca, uma contraporca e um contrapino.
O amortecedor amortece movimentos de solavanco
e rechaço da mola em espiral e da suspensão. FUNCIONAMENTO
A junta de direção gira entre as juntas esféricas
JUNTA DA DIREÇÃO inferior e superior. A extremidade externa da barra
de direção da engrenagem de direção conecta-se à
DESCRIÇÃO extremidade de articulação de cada junta, possibili-
A junta de direção é uma única peça fundida com tando a direção do veículo.
os suportes usinados para fixação nas juntas esféri- O centro da junta apóia o cubo, o rolamento e o
cas dos braços de controle inferior e superior do veí- semi-eixo.
culo. A junta de direção também tem reforços
usinados na peça fundida para apoiar e alinhar o ROLAMENTO E CUBO (DIANTEIRO)
conjunto da pinça do freio dianteiro. A junta também
segura o conjunto de rolamento e cubo da junta DESCRIÇÃO
homocinética externa do eixo de acionamento dian- O rolamento usado no cubo dianteiro deste veículo
teiro. O cubo é posicionado através do rolamento e da é um conjunto do tipo cubo e rolamento combinados.
junta, com o eixo curto canelado de velocidade cons- Essa unidade combina o cubo de montagem da roda
tante através do cubo. A junta homocinética externa é dianteira (flange) e o rolamento da roda dianteira em
JA SUSPENSÃO 2 - 13
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
uma só peça. O conjunto de cubo e rolamento é mon- BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
tado na junta de direção e é preso por três parafusos
de montagem acessíveis pela parte traseira da junta DESCRIÇÃO
de direção. A unidade de cubo e rolamento não é O braço de controle inferior é uma peça fundida de
sujeita a manutenção e deve ser substituída como um ferro maleável usando duas buchas de borracha para
conjunto se o rolamento ou o cubo apresentarem isolá-lo da barra transversal da suspensão dianteira
defeito. Os pinos de montagem das rodas, usados e da carroceria do veículo. As buchas isolantes consis-
para montar o pneu e a roda no veículo, são os únicos tem de duas buchas do pivô de borracha embutidas
componentes do conjunto de cubo e rolamento passí- em metal. A parte dianteira do braço de controle infe-
veis de substituição. rior é parafusada na barra transversal dianteira
usando um parafuso através do centro da bucha do
FUNCIONAMENTO pivô de borracha. A parte traseira do braço de con-
O cubo e o rolamento possuem rolamentos internos trole inferior é montada na barra transversal da sus-
que possibilitam que o cubo gire com o eixo de acio- pensão dianteira usando um parafuso passador. Os
namento, pneu e roda. braços de controle inferiores são interligados através
de uma barra de oscilação isolada de borracha arti-
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR culada.
(DIANTEIRO)
FUNCIONAMENTO
DESCRIÇÃO O braço de controle inferior apóia a extremidade
O braço de controle superior é uma chapa de ferro inferior da junta de direção e possibilita o movimento
de longa resistência. O braço de controle superior usa para cima e para baixo da suspensão durante os cur-
duas buchas de borracha do suporte de montagem do sos de solavanco e rechaço. Ele também fornece um
braço de controle superior/amortecedor para isolá-lo ponto de montagem inferior para o conjunto do amor-
do suporte de montagem e da carroceria do veículo. O tecedor.
braço de controle superior é aparafusado à parte
superior da junta de direção através da junta esférica JUNTA ESFÉRICA (INFERIOR)
superior.
DESCRIÇÃO
FUNCIONAMENTO A junta esférica usada no braço de controle inferior
O braço de controle superior sustenta a extremi- deste veículo é uma junta esférica vedada permanen-
dade superior da junta de direção e possibilita os temente. A junta esférica não pode ser substituída
movimentos ascendentes e descendentes da suspen- como um componente separado do conjunto do braço
são durante percursos de solavancos e rechaços. de controle inferior. Se a junta esférica apresentar
defeito, será necessário substituir o conjunto com-
JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR DIANTEIRA) pleto do braço de controle inferior.
A conexão da junta esférica inferior à junta de dire-
DESCRIÇÃO ção é obtida pelo encaixe de interferência criado pelo
A junta esférica é pressionada no braço de controle prisioneiro cônico da junta esférica e por um orifício
superior e tem um pino cônico para sua fixação na cônico na junta de direção. O prisioneiro da junta
junta de direção. O prisioneiro da junta esférica é esférica é preso na junta de direção usando-se uma
fixado e travado na junta de direção usando-se uma porca ameada e um contrapino. O contrapino é usado
porca ameada e contrapino. A junta esférica não para a retenção positiva da porca ameada.
recebe manutenção separadamente do braço de con- A junta esférica inferior é lubrificada permanente-
trole superior. Se a junta apresentar defeito, será mente no momento em que é montada no braço de
necessária a substituição completa do braço de con- controle inferior.
trole superior.
AVISO: A junta esférica não precisa de qualquer
FUNCIONAMENTO tipo de lubrificação adicional durante a vida útil do
A junta esférica é uma junta articulante, o que pos- veículo. Nenhuma tentativa deve ser feita para adi-
sibilita que a junta se mova para cima e para baixo e cionar qualquer lubrificação na junta esférica infe-
vire com facilidade. rior.
2 - 14 SUSPENSÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
FUNCIONAMENTO
A junta esférica é uma junta articulante, o que pos-
sibilita que a junta se mova para cima e para baixo e
vire com facilidade.

BARRA ESTABILIZADORA (DIANTEIRA)


DESCRIÇÃO
A barra estabilizadora interliga ambos os braços de
controle inferiores do veículo e está fixada na subes-
trutura da suspensão dianteira e na parte inferior da
carroceria do veículo.
A fixação da barra estabilizadora na subestrutura
da suspensão dianteira é feita através de duas
buchas isolantes de borracha e de retentores de
bucha. A conexão entre a barra estabilizadora e o
braço de controle inferior é feita utilizando-se um elo
de ligação de barra estabilizadora do tipo junta esfé-
rica. Todas as partes da barra estabilizadora são pas-
síveis de substituição individualmente. As buchas que
ligam a barra estabilizadora à barra transversal são
bipartidas, facilitando sua remoção e instalação.
Fig. 3 Inspeção no Veículo
1 – ASSENTO DE MOLA SUPERIOR
FUNCIONAMENTO 2 – COIFA
Os movimentos de solavancos e ressaltos que afe- 3 – AMORTECEDOR
tam uma roda são parcialmente transmitidos para a 4 – MOLA EM ESPIRAL
roda oposta do veículo para estabilizar a inclinação
da carroceria.
CUBO E ROLAMENTO (DIANTEIROS)
O cubo e rolamento foram projetados para durar
DIAGNOSE E TESTE permanentemente no veículo e não exigir nenhum
tipo de manutenção periódica. O procedimento a
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (DIANTEIRO) seguir pode ser usado para diagnosticar a condição do
(1) Verifique se há molas em espiral danificadas ou cubo e rolamento da roda.
quebradas (Fig. 3). Com a roda, a pinça do freio a disco e o rotor do
(2) Verifique se as coifas do amortecedor estão ras- freio removidos, gire o cubo da roda. Aspereza ou
gadas ou danificadas (Fig. 3). resistência à rotação pode indicar intrusão de sujeira
(3) Levante a coifa e inspecione o amortecedor ou falha no rolamento do cubo. Se o rolamento apre-
para verificar se há evidência de fluido escorrendo da sentar alguma destas condições durante o diagnós-
extremidade superior do reservatório de fluido. (Num tico, o rolamento do cubo deverá ser substituído. O
vazamento de fato, o fluido escorre do lado e pinga da rolamento não recebe manutenção.
extremidade inferior do amortecedor). Uma pequena Rolamentos com vedações danificadas e a resul-
quantidade de fluido entre a haste do amortecedor e tante perda de graxa excessiva também podem exigir
a vedação não é incomum, e não afeta o desempenho a substituição do rolamento. Moderada infiltração de
do amortecedor. Inspecione também os batentes anti- graxa proveniente do rolamento do cubo é conside-
choques, para verificar se há sinais de dano ou dete- rada normal e não requer a substituição do rola-
rioração (Fig. 3). mento.
Para diagnosticar um cubo torto, consulte “ROTOR
JUNTA DE DIREÇÃO DO FREIO”, na seção “DIAGNÓSTICO E TESTE” do
A suspensão dianteira da junta de direção é um grupo “FREIOS” do manual de serviços, para obter o
componente da suspensão dianteira que não recebe procedimento de medida de desvio do cubo.
manutenção. Se estiver danificado de alguma
maneira, ele deve ser substituído. Se durante a BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
manutenção a junta de direção aparentar estar torta, (DIANTEIRO)
não se deve tentar endireitá-la. Se estiver danificado, o braço de controle superior
recebe manutenção somente como um componente
JA SUSPENSÃO 2 - 15
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
integrado. Inspecione o braço de controle superior buchas do braço de controle para verificar se há dete-
para detectar sinais de danos. Se aparentar qualquer rioração grave e faça a substituição, se necessário.
sinal de dano, todo ele deverá ser substituído. Não Inspecione a junta esférica inferior para verificar
tente consertar um braço de controle superior que- se há desgaste. Use o procedimento de inspeção de
brado ou entortado. desgaste na seção de diagnóstico e teste neste grupo
O único componente do braço de controle superior do “Manual de Manutenção” para determinar se o
que pode ser consertado é o retentor de graxa da desgaste é excessivo e se é necessário substituir a
junta esférica. Nenhum outro procedimento de con- junta esférica (braço de controle inferior).
serto ou substituição deve ser tentado em qualquer Os procedimentos de manutenção para substituir
componente do braço de controle superior. Os proce- esses componentes estão detalhados nas seções espe-
dimentos de conserto para substituir os componentes cíficas do Grupo “Remoção e Instalação de Compo-
estão detalhados nas seções específicas de componen- nentes” no “Manual de Manutenção”.
tes deste grupo.
JUNTA ESFÉRICA (INFERIOR)
JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR DIANTEIRA) (1) Levante o veículo em cavaletes ou, centrali-
Com o peso do veículo apoiado nas rodas, segure a zado, num elevador. Consulte “Içamento” na seção de
conexão de lubrificação e sem ajuda mecânica ou “Lubrificação e Manutenção” deste manual, para o
força adicional, tente mover a conexão de lubrifica- procedimento correto de içamento a ser usado para
ção. este veículo.
Se a junta esférica estiver gasta, a conexão de (2) Instale um indicador de mostrador no veículo
lubrificação se moverá com facilidade. Se for notado para que ele toque a superfície superior da junta de
movimento, o braço de controle superior deverá ser direção, próximo ao prisioneiro da porca ameada da
substituido. junta esférica inferior.
(3) Agarre o conjunto das rodas e dos pneus e
BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR empurre-o para cima e para baixo com firmeza.
Se for danificada, a parte fundida do braço de con- (4) Anote o deslocamento para cima e para baixo
trole inferior recebe manutenção somente como um da junta de direção que foi registrado pelo indicador
componente completo. Inspecione o braço de controle de mostrador.
inferior para verificar se há sinais de dano pelo con- (5) Se o movimento do braço de controle inferior
tato com o solo ou resíduos das rodovias. Se o braço exceder a 1,5 mm (0,059 pol.), substitua-o.
de controle inferior demonstrar qualquer sinal de
dano, inspecione o braço de controle inferior para BARRA ESTABILIZADORA (DIANTEIRA)
verificar se há distorção. Não tente consertar ou Verifique se as buchas da barra estabilizadora ou
endireitar o braço de controle inferior que esti- os retentores da bucha estão quebrados ou torcidos.
ver quebrado ou dobrado. Verifique também se o elo de ligação entre a barra
Os componentes substituíveis do braço de controle estabilizadora e o braço de controle está gasto ou
inferior são: o retentor de graxa da junta esférica e danificado.
as buchas do braço de controle. Inspecione ambas as
2 - 16 SUSPENSÃO JA

PROCEDIMENTOS DE equipamentos projetados para levantar veículos


pelo eixo traseiro. Se este tipo de equipamento de
MANUTENÇÃO
içamento for usado, danos aos componentes da
suspensão traseira poderão ocorrer.
LUBRIFICAÇÃO
Os únicos pontos da suspensão que podem receber
lubrificação são as juntas esféricas superiores (Fig. ATENÇÃO: Em nenhum momento durante a manu-
4). Todas as outras juntas são vedadas. Lubrifique as tenção deste veículo, um parafuso ou qualquer
juntas esféricas superiores até que uma pequena outro prendedor de metal poderá ser instalado na
dilatação seja observada nas coifas de vedação da torre do amortecedor em substituição a presilha
junta esférica. Não encha demais as coifas de veda- original de plástico. Também, NENHUM orifício
ção. Siga o programa de manutenção do veículo. poderá ser feito na torre do amortecedor dianteiro
na área mostrada na (Fig. 5), para a instalação de
quaisquer prendedores de metal. Devido à folga
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO mínima nesta área, a instalação de prendedores de
metal poderia danificar o revestimento da mola
MENSAGENS DE ADVERTÊNCIA E ATENÇÃO NA espiral e levá-la uma falha por corrosão.
MANUTENÇÃO
ADVERTÊNCIA: NÃO REMOVA UMA PORCA DA AVISO: Se um componente da suspensão entortar,
HASTE DO AMORTECEDOR ENQUANTO O CON- ficar danificado ou falhar, nenhuma tentativa deverá
JUNTO DO AMORTECEDOR ESTIVER SENDO INS- ser feita para endireitá-lo ou consertá-lo. Substi-
TALADO NO VEÍCULO OU ANTES QUE A MOLA DO tua-o por um componente novo, sempre.
CONJUNTO DO AMORTECEDOR ESTEJA COMPRI-
MIDA.
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (DIANTEIRO)
ATENÇÃO: Apenas equipamentos de suspensão do AVISO: Antes de proceder, consulte as mensagens
veículo pelo seu chassis podem ser usados. Todos de advertências e atenção na manutenção, nesta
os veículos possuem suspensão traseira totalmente seção.
independente, não podendo ser levantados por

DIANTEIRA

Fig. 4 Pontos de Lubrificação


1 – JUNTAS ESFÉRICAS SUPERIORES
JA SUSPENSÃO 2 - 17
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 5 Folga Mínima da Torre do Amortecedor à Fig. 6 Suporte de Direcionamento do Cabo do


Mola Sensor de Velocidade das Rodas
1 – TORRE DO AMORTECEDOR 1 – CABO DO SENSOR DE ROTAÇÃO DAS RODAS
2 – MOLA ESPIRAL 2 – SUPORTE DE DIRECIONAMENTO DO CABO DO SENSOR
DE VELOCIDADE
3 – NENHUM PARAFUSO OU PRENDEDOR DE METAL DEVE
SER INSTALADO NA ÁREA DA TORRE DO AMORTECEDOR, 3 – JUNTA DE DIREÇÃO
ASSIM COMO NENHUM ORIFÍCIO DEVERÁ SER FEITO 4 – PARAFUSO DE FIXAÇÃO
NESTA MESMA ÁREA. 5 – MANGUEIRA FLEXÍVEL DA PINÇA DO FREIO

REMOÇÃO
(1) Solte as porcas das rodas.
(2) Apóie o veículo em cavaletes ou levante-o, cen-
tralizado, por elevador. Consulte os procedimentos
corretos de içamento para este veículo, na seção de
“Lubrificação e Manutenção” deste manual.
(3) Remova o conjunto de rodas e pneus da sua
localização na parte dianteira do veículo necessitando
remoção da escora.
(4) Se os dois amortecedores forem removidos,
identifique-os como “direito” e “esquerdo”, de acordo
com o lado do veículo de onde foram retirados.
(5) Remova o suporte de direcionamento do cabo
do sensor de velocidade (Fig. 6) da junta de direção.
(6) Remova o contrapino e a porca ameada (Fig. 7)
do prisioneiro superior da junta esférica.
Fig. 7 Fixação da Junta Esférica à Junta de Direção
(7) Remova o prisioneiro superior da junta esférica 1 – SUPORTE DO CONJUNTO DO BRAÇO DE CONTROLE
da junta de direção usando o Extrator, Ferramenta SUPERIOR DO AMORTECEDOR
2 – JUNTA ESFÉRICA
Especial, C-3894-A (Fig. 8). Puxe a junta de direção
3 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR
para fora e posicione-a na direção da parte traseira
4 – JUNTA DE DIREÇÃO
do vão da roda dianteira. 5 – CONTRAPINO
(8) Remova o parafuso de aperto que prende a for- 6 – PORCA AMEADA
quilha do amortecedor no amortecedor (Fig. 9). 7 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
(9) Remova o parafuso passador (Fig. 10) que
prende o braço de controle inferior na forquilha do
(11) Remova os 4 parafusos que fixam o suporte do
amortecedor.
conjunto do amortecedor/braço de controle superior à
(10) Remova a forquilha do amortecedor, batendo
torre do amortecedor do veículo (Fig. 11).
levemente para soltar a forquilha do amortecedor
(12) Remova, o conjunto do amortecedor do veículo.
usando uma punção leve (bronze).
O conjunto do amortecedor é removido através da
área dianteira da cavidade da roda dianteira.
2 - 18 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 8 Remoção do Pino da Junta Esférica da Junta Fig. 10 Parafuso de Ligação entre a Forquilha e o
da Direção Braço de Controle Inferior
1 – JUNTA ESFÉRICA 1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
2 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA 2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – FERRAMENTA ESPECIAL C3894-A 3 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR
4 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR 4 – PARAFUSO PASSADOR
5 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR

Fig. 11 Fixação do Conjunto do Amortecedor à


Fig. 9 Parafuso de aperto do auporte da forquilha
Torre do Amortecedor
do amortecedor
1 – TORRE DO AMORTECEDOR
1 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR
2 – PARAFUSOS DE MONTAGEM
2 – PARAFUSO DE APERTO E PORCA
3 – CABO DO SENSOR DA ROTAÇÃO DAS RODAS
4 – MANGUEIRA FLEXÍVEL DO FREIO
5 – SUPORTE DA FORQUILHA
6 – JUNTA DE DIREÇÃO
JA SUSPENSÃO 2 - 19
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(13) Para a desmontagem e montagem do conjunto (6) Instale a junta esférica superior na junta da
do amortecedor, consulte “DESMONTAGEM E MON- direção. Instale a porca ameada no prisioneiro da
TAGEM”, nesta seção, deste grupo. junta esférica. Aperte a porca ameada com um torque
de 62 N·m (45 pés-lb). Instale o contrapino no prisio-
INSTALAÇÃO neiro da junta esférica (Fig. 7).
(1) Instale o conjunto do amortecedor com a forqui- (7) Instale o suporte de direcionamento do cabo de
lha removida, na torre do amortecedor. Alinhando os controle de velocidade (Fig. 6) na junta de direção.
2 pinos de localização e os 4 orifícios de suporte no Instale e aperte firmemente o parafuso de fixação do
braço de controle superior do conjunto do amortece- suporte de direcionamento (Fig. 6).
dor com os 4 orifícios na torre do amortecedor. Instale
os 4 parafusos de montagem do suporte do braço de ATENÇÃO: Quando apoiar o braço de controle infe-
controle superior à torre do amortecedor (Fig. 11). rior em cavalete, não posicione o cavalete por
Aperte os 4 parafusos com um torque de 90 N·m (68 baixo da tampa da junta esférica no braço de con-
pés-lb.). trole inferior. Posicione-o na área do braço de con-
(2) Instale o suporte da forquilha no amortecedor. trole inferior, conforme mostrado na (Fig. 13).
A forquilha é instalada batendo levemente no reser-
vatório de fluido do amortecedor usando uma punção (8) Abaixe o veículo ao solo com um macaco posici-
leve (bronze) até ficar completamente assentada con- onado debaixo do braço de controle inferior (Fig. 13).
tra a lingüeta de localização no amortecedor (Fig. 12). Continue a abaixar o veículo até que seu peso total
A lingüeta de orientação na lingüeta de localização do seja suportado pelo cavalete e pelo braço de controle
amortecedor deve ser posicionada na fenda da forqui- inferior.
lha.

Fig. 13 Braço de Controle Inferior Abaixado e


Fig. 12 Forquilha Instalada Corretamente no Suportado Corretamente pelo Cavalete
Amortecedor 1 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR
1 – AMORTECEDOR 2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
2 – A FORQUILHA DEVE SER INSTALADA AQUI, RASA COM A 3 – TAMPA DA JUNTA ESFÉRICA
LINGÜETA DE LOCALIZAÇÃO
3 – LINGÜETA DE ORIENTAÇÃO
4 – FENDA DA FORQUILHA (9) Aperte o parafuso passador que prende a for-
5 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR quilha do amortecedor à bucha do braço de controle
6 – LINGÜETA DE LOCALIZAÇÃO inferior com um torque de 90 N·m (68 pés-lb.).
(10) Erga o veículo, em seguida remova o cavalete
de segurança.
(3) Instale a forquilha no parafuso de aperto do
(11) Instale o conjunto de roda e pneu. Aperte as
amortecedor. Não aperte o parafuso neste momento.
porcas de roda, na seqüência correta, até que todas a
(4) Instale o parafuso passador do suporte da for-
porcas tenham sido apertadas à metade do torque
quilha ao braço de controle inferior (Fig. 10). Não
especificado. Em seguida, repetindo a seqüência de
aperte o parafuso passador neste momento.
aperto, volte a apertá-las ao torque especificado de
(5) Aperte o parafuso de aperto que liga a forqui-
135 N·m (100 pés-lb.).
lha ao amortecedor com um torque de 70 N·m (52
(12) Abaixe o veículo.
pés-lb.).
2 - 20 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

JUNTA DE DIREÇÃO
REMOÇÃO
(1) Erga o veículo em cavaletes de segurança ou
centralizados em um içador tipo contato de estrutura.
Consulte os procedimentos de içamento corretos para
este veículo, na seção, Lubrificação e Manutenção,
deste manual.
(2) Remova o pneu dianteiro e o conjunto da roda
do cubo.

ATENÇÃO: O rolamento da roda será danificado se


a porca do cubo for afrouxada e em seguida o veí-
culo for girado com irregularidade no solo ou se for
deixado que ele suporte todo o peso do veículo
através dos pneus.
Fig. 15 Remoção/ Instalação da Pinça do Freio a
(3) Afrouxe a porca do cubo com os freios aciona- Disco na Junta da Direção
dos. O cabo e o eixo de acionamento são encai- 1 – ROTOR
xados juntos através da junta e retidos pela 2 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
porca do cubo. 3 – SAPATA EXTERNA DO FREIO
4 – JUNTA DA DIREÇÃO
(4) Remova a pinça do freio a disco dianteiro dos
5 – LEVANTE PRIMEIRO ESTA EXTREMIDADE DA PINÇA
parafusos de fixação do pino guia da junta de direção LONGE DA JUNTA DA DIREÇÃO
(Fig. 14).

Fig. 14 Conjunto da Pinça do Freio a Disco Fig. 16 Calibrador do Freio a Disco Dianteiro
Dianteiro Apoiado Corretamente
1 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
1 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE ABS
2 – JUNTA DA DIREÇÃO
2 – JUNTA DA DIREÇÃO
3 – PARAFUSOS DO PINO GUIA DO CONJUNTO DA PINÇA
3 – ROTOR
4 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
(5) Remova o conjunto da pinça do freio a disco da 5 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
junta da direção. A pinça é removida primeiro levan- 6 – GANCHO DE ARAME
tando-se a parte inferior da pinça longe da junta de
direção e depois removendo-se a parte superior da (8) Se o veículo estiver equipado com rodas de 28,1
pinça debaixo da junta da direção (Fig. 15). cm (15 pol.), remova a junta esférica inferior da blin-
(6) Apóie o conjunto da pinça/adaptador do freio dagem contra calor (Fig. 17) do braço de controle
usando um gancho de arame (Fig. 16) e não uma inferior. A proteção contra calor deve ser remo-
mangueira hidráulica. vida antes de tentar separar o prisioneiro da
(7) Remova a freagem a disco do conjunto de cubo/ junta esférica da junta de direção.
rolamento dianteiro.
JA SUSPENSÃO 2 - 21
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(10) Remova a extremidade da barra de direção do
braço da junta de direção, usando a Ferramenta
Especial para Remoção MB-991113 (Fig. 19).

Fig. 17 Junta Esférica da Proteção Contra Calor


com Rodas de 28,1 cm (15 pol.)
1 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
2 – PROTEÇÃO CONTRA CALOR
3 – JUNTA ESFÉRICA Fig. 19 Remoção da Extremidade da Barra de
Direção da Junta da Direção
1 – FERRAMENTA ESPECIAL MB-991113
(9) Remova a porca fixando a extremidade externa 2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
da barra de direção à junta de direção (Fig. 18). A 3 – PROTEÇÃO CONTRA CALOR
porca deve ser removida da extremidade da 4 – JUNTA DA DIREÇÃO
barra de direção empregando-se o seguinte pro- 5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
cedimento: segure o prisioneiro da extremidade
da barra de direção com um soquete de 11/32 (11) Se estiver equipado com freios antibloqueio,
enquanto for soltando e removendo a porca remova o suporte de direcionamento do cabo do sen-
com uma chave (Fig. 18). sor de velocidade (Fig. 20) da junta de direção.

Fig. 18 Porca de Fixação da Extremidade da Barra Fig. 20 Suporte de Direcionamento do Cabo do


de Direção Sensor de Velocidade
1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO 1 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE DA RODA
2 – PROTEÇÃO CONTRA CALOR 2 – SUPORTE DE DIRECIONAMENTO DO CABO DO SENSOR
3 – JUNTA DA DIREÇÃO DE VELOCIDADE
4 – PRISIONEIRO DA EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO 3 – JUNTA DA DIREÇÃO
5 – PORCA 4 – PARAFUSO DE FIXAÇÃO
5 – MANGUEIRA FLEXÍVEL DA PINÇA DE FREIO
2 - 22 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(12) Remova o contrapino e a porca ameada (Fig.
21) do prisioneiro da junta esférica inferior na junta-
junta de direção.

Fig. 22 Separação do Prisioneiro da Junta Esférica


da Junta da Direção
1 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
Fig. 21 Fixação da Junta Esférica Inferior na Junta 2 – JUNTA DA DIREÇÃO
3 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
da Direção
4 – SALIÊNCIA DA JUNTA DA DIREÇÃO
1 – PORCA AMEADA
5 – MARTELO
2 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
3 – JUNTA DA DIREÇÃO
4 – CONTRAPINO AVISO: Deve-se tomar cuidado para não separar a
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR junta homocinética interna durante esta operação.
Não deixe que o eixo de acionamento fique pendu-
ATENÇÃO: Nenhuma ferramenta deve ser inserida rada pela junta homocinética interna, o eixo de
entre a junta da direção e a junta esférica inferior acionamento deve estar suportada.
para separar o prisioneiro da junta esférica inferior
da junta de direção. A junta de direção deve ser (15) Separe a junta de direção da junta homociné-
separada do prisioneiro da junta esférica somente tica externa, apoiando o eixo de acionamento
empregando-se o procedimento descrito na etapa enquanto puxa a junta de direção para longe da
13 abaixo. junta homocinética externa (Fig. 23).

(13) Gire a junta de direção de modo que a junta


de direção fique voltada o máximo possível para a
parte externa da caixa da roda. Usando um martelo,
dê um golpe no ressalto da junta de direção, (Fig. 22)
até que a junta de direção se separe do prisioneiro da
junta esférica inferior. Quando golpear a junta de
direção DEVE-SE tomar cuidado para não bater
no braço de controle inferior ou no retentor de
graxa da junta esférica.

ATENÇÃO: Puxando a junta de direção para fora do


veículo depois de soltá-la da junta esférica pode
separar a junta homocinética interna. Consulte
“Eixo de Acionamento”.

(14) Levante a junta de direção separando-a do


Fig. 23 Separação da Junta de Direção da Junta
prisioneiro da junta esférica inferior. Tome cuidado
Homocinética Externa
ao separar o prisioneiro da junta esférica da
1 – CUBO/ROLAMENTO
junta de direção, para que a vedação da junta 2 – PROTEÇÃO DE ROLAMENTO
esférica não seja cortada. 3 – JUNTA HOMOCINÉTICA EXTERNA
4 – JUNTA DE DIREÇÃO
JA SUSPENSÃO 2 - 23
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(16) Remova o contrapino e a porca (Fig. 24) que (18) Remova a junta de direção do veículo.
prendem o prisioneiro da junta esférica superior à (19) O parafuso no tipo de rolamento da roda
junta de direção. dianteira usado no veículo é transferível para a
substituição da junta de direção se o rolamento
estiver em condições de ser usado. Consulte os
procedimentos corretos de instalação e remoção da
roda, nesta seção do manual de manutenção.

INSTALAÇÃO
(1) Se necessário instale o conjunto de cubo/rola-
mento na junta da direção antes de instalar a junta
de direção no veículo. Consulte “Cubo e Rolamento”,
para obter os procedimentos corretos de remoção e
instalação do rolamento da roda, nesta seção do
manual de manutenção.
(2) Deslize o eixo de acionamento de volta para o
conjunto de cubo/rolamento dianteiro. Depois instale
a junta de direção no prisioneiro da junta esférica no
braço de controle inferior.
Fig. 24 Fixação da Junta Esférica Superior à Junta (3) Instale a junta de direção na porca ameada do
da Direção prisioneiro inferior da junta esférica.
1 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR DO SUPORTE DO (4) Instale a junta esférica superior na junta da
CONJUNTO DO AMORTECEDOR direção. Instale a junta de direção na porca superior
2 – JUNTA ESFÉRICA da junta esférica. Aperte a porca ameada da junta
3 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR esférica superior (Fig. 24) com um torque de 62 N·m
4 – JUNTA DA DIREÇÃO (45 pés-lb). Depois, usando um pé de cabra e uma
5 – CONTRAPINO
chave de torque, aperte a porca da junta esférica
6 – PORCA AMEADA
inferior (Fig. 21) com um torque de 75 N·m (55 pés-
7 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
lb). Instale os contrapinos nos prisioneiros superiores
e inferiores da junta esférica.
(17) Remova o prisioneiro superior da junta esfé- (5) Se estiver equipado com freios antibloqueio,
rica da junta da direção usando um Extrator, Ferra- instale o suporte de direcionamento do cabo do sensor
menta Especial, C-3894-A (Fig. 25). de velocidade na junta da direção (Fig. 20) e aperte
firmemente o parafuso de fixação.

ATENÇÃO: Quando instalar a barra de direção na


junta da direção a proteção contra aquecimento
deve ser instalada (Fig. 26). Caso a proteção contra
aquecimento não seja instalada, a proteção contra
poeira da vedação da barra de direção pode falhar
devido ao excesso de calor do rotor do freio.

(6) Instale a extremidade da barra de direção na


junta da direção. Instale a extremidade da barra de
direção da junta de direção fixando a porca no prisi-
oneiro da extremidade da barra de direção. Enquanto
segurar o prisioneiro da extremidade da barra de
direção fixo, aperte a porca de fixação da extremi-
dade da barra de direção na junta de direção (Fig.
17). Depois, usando um pé-de-cabra e um soquete
Fig. 25 Remoção do Prisioneiro da Junta Esférica
11/32, aperte a porca de fixação com um torque de 61
da Junta da Direção
N·m (45 pés-lb) (Fig. 26).
1 – JUNTA ESFÉRICA
2 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
3 – FERRAMENTA ESPECIAL C3894-A
4 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR
5 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
2 - 24 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 26 Torque da Porca de Fixação da Extremidade


da Barra de Direção Fig. 27 Apertar com um Torque a Porca do Cubo
1 – PROTEÇÃO CONTRA CALOR
Dianteiro
1 – CHAVE DE TORQUE
2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
2 – CUBO
3 – JUNTA DA DIREÇÃO
3 – DISCO DA FREAGEM
4 – CHAVE DE TORQUE
5 – SOQUETE 11/32
6 – PÉ-DE-CABRA na seqüência correta. Depois aperte com um torque
de 135 N·m (100 pés-lb).
ATENÇÃO: A blindagem contra calor da proteção (14) Abaixe o veículo.
contra poeira da vedação da junta esférica (Fig. 17) (15) Ajuste a convergência dianteira no veículo de
deve ser instalada. Se a proteção contra calor não acordo com a especificação exigida. Use o procedi-
for instalada, a proteção contra poeira da vedação mento relacionado no capitulo “Alinhamento de
da junta esférica pode falhar devido ao calor exces- Rodas” neste grupo do manual de manutenção.
sivo do rotor do freio.
CUBO E ROLAMENTO (DIANTEIROS)
(7) Instale a junta esférica inferior da proteção
contra calor (Fig. 17) na junta de direção. AVISO: A remoção e instalação do conjunto de
(8) Instale o freio a disco de volta no conjunto do cubo e rolamento da junta de direção devem ser
cubo e rolamento. feitas com a junta de direção removida do veículo.
(9) Instale o conjunto da pinça do freio a disco na Isto se deve ao espaço necessário para a ferra-
junta da direção. A pinça é instalada primeiro desli- menta do vibrador ABS remover os parafusos
zando a parte superior da pinça por debaixo do retentores. Remover os parafusos retentores com a
estribo superior na junta da direção. Depois instale a junta de direção instalada pode resultar em danos
parte inferior da pinça contra a parte inferior do aos dentes do vibrador, podendo exigir a substitui-
reforço da junta de direção (Fig. 15). ção do eixo de acionamento.
(10) Instale o conjunto da pinça do freio a disco na
junta da direção e aperte os parafusos do pino guia
(Fig. 14). Aperte os parafusos do pino guia do con- REMOÇÃO
junto da pinça com um torque de 22 N·m (16 pés-lb). (1) Erga o veículo em cavaletes de segurança ou
(11) Limpe todo o material estranho das roscas da centralizados em um içador tipo contato de estrutura.
junta homocinética externa do eixo da roda. Instale a Consulte os procedimentos corretos de içamento para
porca do cubo na extremidade do eixo da roda do eixo este veículo, na seção, Lubrificação e Manutenção,
de acionamento. deste manual.
(12) Com os freios do veículo aplicados para impe- (2) Remova o conjunto de roda e pneu dianteiro do
dir que o disco da freagem gire, aperte a porca do cubo.
cubo com um torque de 142 N·m (105 pés-lb.) (Fig.
27).
(13) Instale o conjunto das rodas e dos pneus dian-
teiros. Instale as porcas das rodas dianteiras e aperte
JA SUSPENSÃO 2 - 25
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: O rolamento da roda será danificado se
a porca do cubo for afrouxada e em seguida o veí-
culo for girado com irregularidade no solo ou se for
permitido que o peso do veículo seja suportado
através dos pneus.

(3) Solte a porca do cubo enquanto o veículo esti-


ver no solo e freado. O cubo e o eixo de aciona-
mento são encaixados conjuntamente através
da junta (rolamento) e presos pela porca do
cubo.
(4) Remova os parafusos de fixação do pino guia
que prendem a pinça do freio a disco dianteiro à
junta de direção (Fig. 28).

Fig. 29 Remoção da Pinça da Junta de Direção


1 – ROTOR
2 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
3 – SAPATA EXTERNA DO FREIO
4 – JUNTA DE DIREÇÃO
5 – LEVANTE ESTA EXTREMIDADE DA PINÇA PARA FORA DA
JUNTA DE DIREÇÃO

Fig. 28 Conjunto da Pinça do Freio a Disco


Dianteiro
1 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
2 – JUNTA DE DIREÇÃO
3 – PARAFUSOS GUIA DO CONJUNTO DA PINÇA

(5) Remova o conjunto da pinça do freio a disco da


junta de direção. A pinça é removida levantando-se
primeiramente a parte inferior da pinça para fora da
junta de direção e, em seguida, retirando-se a parte Fig. 30 Pinça do Freio a Disco Dianteiro Apoiada
superior da pinça para fora por debaixo da junta de Corretamente
direção (Fig. 29). 1 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE ABS
(6) Apóie o conjunto da pinça/adaptador do freio 2 – JUNTA DE DIREÇÃO
usando um gancho de arame (Fig. 30) e não uma 3 – ROTOR
mangueira hidráulica. 4 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
(7) Remova o disco de freio do conjunto de cubo/ro- 5 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
lamento dianteiro. 6 – GANCHO DE ARAME

(8) Se o veículo for equipado com rodas de 28,1 cm porca deve ser removida da extremidade da
(15 pol.), remova a blindagem contra calor da junta barra de direção usando o seguinte procedi-
esférica inferior (Fig. 31) do braço de controle infe- mento: segure o pino da extremidade da barra
rior. A proteção térmica deve ser removida de direção com um soquete de 11/32”, enquanto
antes de se tentar separar o prisioneiro da estiver soltando e removendo a porca com uma
junta esférica da junta de direção. chave (Fig. 32).
(9) Remova a porca de fixação da extremidade da
barra de direção à junta de direção (Fig. 32). A
2 - 26 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 31 Proteção Térmica da Junta Esférica com Fig. 33 Remoção da Extremidade da Barra de
Rodas de 28,1 cm (15 pol.) Direção da Junta de Direção
1 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR 1 – FERRAMENTA ESPECIAL MB-991113
2 – PROTEÇÃO TÉRMICA 2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
3 – JUNTA ESFÉRICA 3 – BLINDAGEM CONTRA CALOR
4 – JUNTA DE DIREÇÃO
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR

Fig. 32 Remoção da Porca de Fixação da


Extremidade da Barra de Direção
1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
Fig. 34 Suporte de Direcionamento do Cabo do
2 – BLINDAGEM CONTRA CALOR Sensor de Velocidade
3 – JUNTA DE DIREÇÃO 1 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE DA RODA
4 – PRISIONEIRO DA EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO 2 – SUPORTE DE DIRECIONAMENTO DO CABO DO SENSOR
DE VELOCIDADE
5 – PORCA
3 – JUNTA DE DIREÇÃO
4 – PARAFUSO DE FIXAÇÃO
(10) Remova a extremidade da barra de direção do 5 – MANGUEIRA FLEXÍVEL DA PINÇA DE FREIO
braço da junta de direção, usando a ferramenta espe-
cial para remoção MB-991113 (Fig. 33). para separar o prisioneiro da junta esférica inferior
(11) Se estiver equipado com freios antibloqueio, da junta de direção. A junta de direção deve ser
remova o suporte de direcionamento do cabo do sen- separada do prisioneiro da junta esférica somente
sor de velocidade (Fig. 34) da junta de direção. através do procedimento descrito na etapa 13abai-
(12) Remova o contrapino e a porca ameada (Fig. xo.
35) do prisioneiro da junta esférica inferior.

ATENÇÃO: Nenhuma ferramenta deve ser inserida


entre a junta de direção e a junta esférica inferior
JA SUSPENSÃO 2 - 27
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: Puxando-se a junta de direção para fora
do veículo, após soltá-la da junta esférica, pode
separá-la da junta homocinética interna. Consulte
“Eixo de Acionamento”.

(14) Levante a junta de direção, separando-a do


prisioneiro da junta esférica inferior. Tome cuidado
quando separar o prisioneiro da junta esférica
da junta de direção, para não cortar a vedação
da junta esférica.

AVISO: Deve-se tomar cuidado para não separar a


junta homocinética interna durante esta operação.
Não permita que o eixo de acionamento fique pen-
durado pela junta homocinética interna. O eixo de
acionamento precisa estar apoiado.
Fig. 35 Fixação da Junta Esférica Inferior na Junta
de Direção (15) Separe a junta de direção da junta homociné-
1 – PORCA AMEADA tica externa, apoiando o eixo de acionamento
2 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA enquanto puxa a junta de direção para fora da junta
3 – JUNTA DE DIREÇÃO homocinética externa (Fig. 37).
4 – CONTRAPINO
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR

(13) Gire a junta de direção de modo que sua parte


dianteira fique o mais para fora possível na caixa da
roda. Usando um martelo, bata no ressalto da junta
de direção, (Fig. 36) até que ela se separe do prisio-
neiro da junta esférica inferior. Ao bater no junta
de direção, DEVE-SE tomar cuidado para não
bater no braço de controle inferior ou no reten-
tor de graxa da junta esférica.

Fig. 37 Separação da Junta de Direção da Junta


homocinética Externa
1 – CUBO/ROLAMENTO
2 – PROTEÇÃO DO ROLAMENTO
3 – JUNTA HOMOCINÉTICA EXTERNA
4 – JUNTA DE DIREÇÃO

(16) Remova o contrapino e a porca (Fig. 38) que


prendem o prisioneiro superior da junta esférica à
junta de direção.
(17) Remova o prisioneiro superior da junta esfé-
Fig. 36 Separação do Prisioneiro da Junta Esférica rica da junta de direção usando o extrator, ferra-
da Junta de Direção menta especial, C3894-A (Fig. 39).
1 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA (18) Remova a junta de direção do veículo.
2 – JUNTA DE DIREÇÃO (19) Fixe a junta de direção firmemente a um
3 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
torno.
4 – RESSALTO DA JUNTA DE DIREÇÃO
(20) Remova os 3 parafusos (Fig. 40) fixando o con-
5 – MARTELO
junto de cubo/rolamento na junta de direção.
2 - 28 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 38 Fixação da Junta Esférica Superior na Junta Fig. 40 Parafusos de Fixação do Cubo/Rolamento
de Direção 1 – JUNTA DE DIREÇÃO
1 – SUPORTE DO CONJUNTO DO AMORTECEDOR DO BRAÇO 2 – CONJUNTO DO CUBO/ROLAMENTO
DE CONTROLE SUPERIOR 3 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO DO CUBO/ROLAMENTO
2 – JUNTA ESFÉRICA
3 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR
4 – JUNTA DE DIREÇÃO
(22) Limpe minuciosamente todas as superfícies de
5 – CONTRAPINO montagem do conjunto de cubo/rolamento da junta de
6 – PORCA AMEADA direção.
7 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR (23) Instale o conjunto de cubo/rolamento substi-
tuto na junta de direção, alinhando os orifícios do
parafuso no flange do rolamento com os orifícios na
junta de direção.
(24) Instale os 3 parafusos de montagem (Fig. 40)
e aperte-os por igual para assegurar que o rolamento
esteja em esquadro em relação à face da junta de
direção. Aperte, então, os 3 parafusos de montagem
(Fig. 40) com um torque de 110 N·m 24 m-lb (80 pés-
lb).

INSTALAÇÃO
(1) Deslize o eixo de acionamento de volta para a
parte dianteira do conjunto de cubo/rolamento. Ins-
tale, depois, a junta de direção no prisioneiro da
junta esférica no braço de controle inferior.
(2) Instale a porca ameada que prende o prisio-
neiro da junta esférica inferior à junta de direção.
Fig. 39 Remoção do Prisioneiro da Junta Esférica (3) Instale o prisioneiro da junta esférica superior
da Junta de Direção na junta de direção. Instale a porca ameada que
1 – JUNTA ESFÉRICA
prende o prisioneiro da junta esférica superior à
2 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA junta de direção. Usando um pé-de-cabra e uma
3 – FERRAMENTA ESPECIAL C3894-A chave de torque, aperte as porcas ameadas superiores
4 – CONJUNTO DO AMORTECEDOR e inferiores da junta esférica, de acordo com as
5 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR seguintes especificações de torque.
• Porca ameada inferior da junta esférica 74 N·m
(55 pés-lb.).
(21) Remova o conjunto de cubo/rolamento para
• Porca ameada superior da junta esférica 62 N·m
fora da parte dianteira da junta de direção. Se o rola-
(45 pés-lb.).
mento não sair da junta de direção, pode ser retirado
(4) Se equipado com freios antibloqueio, instale o
batendo-se levemente com um martelo de cabeça
suporte de direcionamento do cabo do sensor de velo-
macia.
JA SUSPENSÃO 2 - 29
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
cidade na junta de direção (Fig. 34) e aperte firme- (9) Limpe todo material estranho das roscas da
mente o parafuso de fixação. junta homocinética externa do eixo curto. Instale a
porca do cubo no eixo da roda do eixo de aciona-
ATENÇÃO: Quando instalar a barra de direção na mento.
junta de direção, deve-se instalar a blindagem con- (10) Com o veículo freado, evitando que o eixo da
tra calor (Fig. 41). Caso contrário, a proteção contra roda gire, aperte a porca do cubo com um torque de
poeira da vedação da barra de direção pode falhar 142 N·m (105 pés-lb.) (Fig. 42).
devido ao excesso de calor do rotor do freio.

(5) Instale a extremidade da barra de direção na


junta de direção. Inicie o aperto da porca de fixação
da extremidade da barra de direção à junta de dire-
ção, no prisioneiro da extremidade da barra de dire-
ção. Enquanto mantém o prisioneiro da extremidade
da barra de direção fixo, aperte a porca de fixação da
barra de direção à junta de direção (Fig. 32). Depois,
usando um pé-de-cabra e um soquete de 11/32”,
aperte a porca de fixação com um torque de 61 N·m
13,5 m-lb (45 pés-lb) (Fig. 41).

Fig. 42 Aperto com Torque da Porca dos Cubos


Dianteiros
1 – CHAVE DE TORQUE
2 – CUBO
3 – FREIO A DISCO

(11) Instale o conjunto das rodas e pneus diantei-


ros. Aperte as porcas de roda, na seqüência correta.
Em seguida, aperte-as com um torque de 135 N·m
(100 pés-lb.).
(12) Abaixe o veículo.
Fig. 41 Torque da Porca de Fixação da Extremidade (13) Ajuste a convergência dianteira no veículo de
da Barra de Direção acordo com a especificação exigida. Use o procedi-
1 – BLINDAGEM CONTRA CALOR mento relacionado na seção de “Alinhamento das
2 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO Rodas” neste grupo do manual de manutenção.
3 – JUNTA DE DIREÇÃO
4 – CHAVE DE TORQUE
5 – SOQUETE DE 11/32”
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
6 – PÉ-DE-CABRA (DIANTEIRO)
REMOÇÃO
(6) Instale o disco de freio no conjunto de cubo e
(1) Remova o conjunto do amortecedor dianteiro do
rolamento.
veículo. Consulte os procedimentos de remoção do
(7) Instale o conjunto da pinça do freio a disco na
conjunto do amortecedor (dianteiro), nesta seção.
junta de direção. A pinça é instalada deslizando pri-
(2) Desmonte o amortecedor até que o suporte de
meiramente a parte superior da pinça por baixo do
montagem superior (amortecedor/braço de controle
reforço superior na junta de direção. Em seguida, ins-
superior) seja removido da mola espiral. Consulte os
tale a parte inferior da pinça contra o reforço inferior
procedimentos necessários, na seção “DESMONTA-
da junta de direção (Fig. 29).
GEM E MONTAGEM” deste grupo,.
(8) Instale os parafusos do pino guia que prendem
(3) Remova os 2 parafusos que fixam o braço de
o conjunto da pinça do freio a disco e a junta de dire-
controle superior nas buchas no suporte de monta-
ção (Fig. 28). Aperte-os com um torque de 22 N·m 4,8
gem superior (Fig. 43).
m-lb (16 pés-lb).
2 - 30 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
do conjunto do amortecedor (dianteiro), na seção
“DESMONTAGEM E MONTAGEM” deste grupo.
(5) Reinstale o conjunto do amortecedor dianteiro
no veículo. Consulte os procedimentos para instala-
ção do conjunto do amortecedor (dianteiro), nesta
seção.

BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR


REMOÇÃO
(1) Levante o veículo sobre um cavalete ou centra-
lize-o num elevador. Consulte “Içamento” na seção de
“Lubrificação e Manutenção” deste manual, para o
procedimento correto de içamento a ser usado para
este veículo.
(2) Remova o conjunto das rodas e dos pneus do
Fig. 43 Fixação do Braço de Controle Superior no veículo.
Suporte de Montagem (3) Se o veículo estiver equipado com rodas
1 – PARAFUSOS DE MONTAGEM DO BRAÇO DE CONTROLE de 28,1 cm (15 pol.) a proteção contra calor (Fig.
2 – SUPORTE DE MONTAGEM DO BRAÇO DE CONTROLE 44) precisará ser removida antes de o braço de
SUPERIOR
3 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR controle inferior ser separado da junta de dire-
ção. Use o seguinte procedimento para remover
a proteção contra calor.
(4) Remova o braço de controle superior do suporte
de montagem.

INSTALAÇÃO
(1) Instale o braço de controle superior no suporte
de montagem superior (amortecedor/braço de controle
superior).
(2) Instale os 2 parafusos que fixam o braço de
controle superior às buchas do suporte de montagem
(Fig. 43). Os parafusos devem ser instalados a partir
do centro, para que as cabeças fiquem direcionadas
para a mola espiral quando for instalada. Os para-
fusos DEVEM ser instalados de forma que as
cabeças fiquem voltadas à mola espiral quando
o suporte de montagem estiver instalado no
amortecedor (Fig. 43).

ATENÇÃO: Para permitir folga, os parafusos de Fig. 44 Abaixe a Junta Esférica Inferior da Proteção
montagem do braço de controle devem ser instala- contra Calor com Rodas de 28,1 cm (15 pol.)
1 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
dos a partir do centro, de forma que as cabeças
2 – PROTEÇÃO CONTRA CALOR
fiquem voltadas à mola espiral, quando ela for ins-
3 – JUNTA ESFÉRICA
talada. Caso contrário, os parafusos poderão fricci-
onar a mola espiral, danificando-a.
(4) Remova os 2 parafusos fixando a pinça do freio
(3) Instale as porcas do parafuso de montagem do a disco na junta de direção (Fig. 45). Remova a pinça
braço de controle. Posicione o braço de controle em do freio a disco da junta de direção. Usando um fio
um ângulo de 90 graus em relação ao suporte de ou um equivalente, pendure a pinça pelo braço de
montagem e aperte os parafusos com um torque de controle superior de modo que o peso da pinça não
90 N·m (66 pés-lb.). fique suportado pela mangueira flexível do freio (Fig.
(4) Reinstale o suporte de montagem superior e o 46).
braço de controle na mola espiral. Monte novamente (5) Remova os 2 parafusos fixando a proteção con-
o conjunto do amortecedor dianteiro. Consulte os pro- tra calor (Fig. 44) na junta de direção. Remova a pro-
cedimentos necessários de montagem e desmontagem teção contra calor da junta de direção.
JA SUSPENSÃO 2 - 31
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 47 Junta Esférica Inferior da Fixação da Junta


Fig. 45 Conjunto da Pinça do Freio a Disco
de Direção
1 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
1 – PORCA AMEADA
2 – JUNTA DE DIREÇÃO
2 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
3 – PARAFUSOS DO PINO GUIA DO CONJUNTO DA PINÇA
3 – JUNTA DE DIREÇÃO
4 – CONTRAPINO
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR

(8) Gire a junta de direção de modo que ela fique


voltada o máximo possível (Fig. 48) para a parte
externa da abertura da roda. Usando um martelo
bata na parte saliente da junção da direção (Fig. 48)
até que a junção da direção se separe da junta esfé-
rica inferior. Quando bater na junta de direção
DEVE-SE ter cuidado para não bater no braço
de controle inferior ou no retentor de graxa da
junta esférica.

Fig. 46 Calibrador do Freio a Disco Armazenado


1 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE ABS
2 – JUNTA DE DIREÇÃO
3 – ROTOR
4 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
5 – CONJUNTO DA PINÇA DO FREIO A DISCO
6 – GANCHO DE ARAME

(6) Remova o rotor do freio do conjunto de cubo/ro-


lamento dianteiro.
(7) Remova o contrapino e a porca ameada (Fig.
47) do pino da junta esférica inferior. Fig. 48 Separação do Pino da Junta Esférica da
Junta de Direção
ATENÇÃO: Nenhuma ferramenta deve ser inserida 1 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
entre a junta de direção e a junta esférica inferior 2 – JUNTA DE DIREÇÃO
para separar a junta esférica inferior da junção da 3 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
direção. A junta de direção deve ser separada da 4 – SALIÊNCIA DA JUNTA DE DIREÇÃO
junta esférica empregando-se apenas os procedi- 5 – MARTELO
mentos descritos na etapa 8 abaixo.
2 - 32 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ATENÇÃO: A remoção da junta de direção para
fora do veículo após a sua liberação da junta esfé-
rica, pode ocasionar a separação da junta C/V
interna. Consulte “Eixo de Acionamento”.

(9) Remova a forquilha do amortecedor da bucha


do parafuso comprido do braço de controle inferior.
Separe a forquilha do braço de controle inferior (Fig.
49).

Fig. 50 Remoção/Instalação da Porca do Pino da


Ligação Estabilizadora
1 – CHAVE ALLEN
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – CHAVE
4 – CONJUNTO DE LIGAÇÃO DA BARRA ESTABILIZADORA

Fig. 49 Forquilha para a Fixação do Braço de


Controle Inferior
1 – EXTREMIDADE DA BARRA DE DIREÇÃO
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR
4 – PARAFUSO PASSADOR

(10) Remova a porca fixando a barra estabilizadora


no braço de controle inferior (Fig. 50). Quando remo-
ver a porca, segure o pino da ligação da barra esta-
bilizadora para impedi-lo de girar, inserindo uma
chave Allen na extremidade do pino (Fig. 50).
(11) Remova os parafusos (Fig. 51) fixando um
grampo de bucha na barra estabilizadora na barra
Fig. 51 Fixação do Grampo da Bucha da Barra
transversal da suspensão dianteira e a carroceria do
Estabilizadora no Veículo
1 – GRAMPO DA BUCHA DA BARRA ESTABILIZADORA
veículo.
2 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA
(12) Abaixe um lado da barra estabilizadora para 3 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
longe do braço de controle inferior e da carroceria do 4 – BARRA ESTABILIZADORA
veículo. 5 – CARROCERIA DO VEÍCULO
(13) Remova a porca e o parafuso (Fig. 52) fixando
o braço de controle inferior na barra transversal da
suspensão dianteira. rior contra a junta de direção, causando dano na
(14) Remova a porca e o parafuso fixando a parte vedação da junta esférica.
dianteira do braço de controle inferior na barra
(15) Primeiro remova a parte dianteira do braço de
transversal da suspensão dianteira (Fig. 53).
controle inferior da barra transversal da suspensão.
ATENÇÃO: Quando remover o braço de controle (16) Depois, remova a parte posterior do braço de
inferior da barra transversal deve-se ter cuidado controle inferior da barra transversal da suspensão
para evitar bater a vedação da junta esférica infe- dianteira. Ao remover a parte posterior do braço de
controle inferior da barra transversal, mantenha o
JA SUSPENSÃO 2 - 33
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
controle inferior na barra transversal da suspensão
dianteira. Instale os parafusos e as porcas (Fig. 52) e
(Fig. 53) fixando a parte anterior e posterior do braço
de controle inferior na barra transversal de suspen-
são dianteira. Não aperte o parafuso de fixação
dianteiro neste momento.
(2) Aperte a porca e o parafuso da parte traseira
do braço de controle inferior (Fig. 52) com um torque
de 115 N·m (85 pés-lb).
(3) Instale o prisioneiro da junta esférica do braço
de controle inferior na junta de direção. Instale a
junta de direção na porca ameada do prisioneiro da
junta esférica (Fig. 47). Aperte a junta de porca ame-
ada com um torque de 74 N·m (55 pés-lb). Instale o
contrapino (Fig. 47) na junta esférica.
(4) Posicione a ligação da barra de oscilação no seu
Fig. 52 Abaixe a Fixação do Braço de Controle até a orifício de montagem do braço de controle inferior.
Barra Transversal da Suspensão Dianteira (5) Alinhe o grampo da bucha da barra de oscila-
1 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA
ção com os orifícios de montagem na barra transver-
2 – PARAFUSO E PORCA DE FIXAÇÃO DO BRAÇO DE
CONTROLE INFERIOR sal da suspensão dianteira e na carroceria do veículo.
3 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR Instale e aperte os parafusos de montagem do
grampo da bucha (Fig. 51) com um torque de 61 N·m
(45 pés-lb).

AVISO: Quando apertar com torque a porca de fixa-


ção, segure o pino da ligação de fixação para não
girar, segurando-o com uma chave Allen (Fig. 50).

(6) Instale a ligação de fixação da barra estabiliza-


dora na porca de fixação da ligação do braço de con-
trole inferior. Aperte a porca de fixação com um
torque de 105 N·m (77 pés-lb).
(7) Instale a forquilha no braço de controle inferior.
Instale sem apertar muito a forquilha na bucha do
parafuso passador (Fig. 49).

ATENÇÃO: Quando apoiar o braço de controle infe-


rior sobre um cavalete, não posicione o cavalete
embaixo da tampa da junta esférica no braço de
Fig. 53 Fixação da Parte Dianteira do Braço de controle inferior. Posicione na área do braço de
Controle Inferior na Barra Transversal da controle inferior conforme mostrado (Fig. 54).
Suspensão
1 – PARAFUSO E PORCA DE FIXAÇÃO (8) Abaixe o veículo até o cavalete posicionado
2 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR embaixo do braço de controle inferior (Fig. 54) apoi-
3 – BARRA ESTABILIZADORA ando o veículo. Continue a abaixar o veículo até que
4 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR o peso total do veículo esteja suportado pelo porta-
5 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA macaco no lado do veículo com o pneu removido e
pelo pneu no lado oposto do veículo.
braço de controle no nível tanto quanto possível. Isto (9) Com a suspensão do veículo na altura do
evita que a bucha traseira fique ligada na barra meio-fio, aperte a forquilha na bucha do parafuso
transversal facilitando a remoção do braço de con- passador do braço de controle inferior (Fig. 49) com
trole da barra transversal. um torque de 88 N·m (65 pés-lb).
(10) Aperte a porca e o parafuso do braço de con-
INSTALAÇÃO trole dianteiro inferior (Fig. 53) com um torque de
(1) Posicione primeiro a traseira do braço de con- 182 N·m (135 pés-lb).
trole inferior na barra transversal da suspensão dian- (11) Se o veículo estiver equipado com rodas
teira. Depois instale a parte dianteira do braço de de 28,1 cm (15 pol.) a proteção contra calor (Fig.
2 - 34 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 54 Apoio do Braço de Controle Inferior no Fig. 55 Remoção da Porca de Ligação da Barra
Cavalete Estabilizadora
1 – FORQUILHA DO AMORTECEDOR 1 – CHAVE ALLEN
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR 2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – TAMPA DA JUNTA ESFÉRICA 3 – CHAVE
4 – CONJUNTO DE LIGAÇÃO DA BARRA ESTABILIZADORA
44) DEVE ser instalada na junta de direção e
nos parafusos de montagem fortemente aperta- (3) Remova os 4 parafusos que ligam os retentores
dos antes de instalar o rotor e a pinça na junta da bucha da barra estabilizadora à barra transversal
de direção. da suspensão dianteira e carroceria (Fig. 56). Em
(12) Instale o rotor no conjunto do cubo/rolamento. seguida, remova o conjunto da barra estabilizadora
(13) Instale a pinça do freio a disco na junta de do veículo.
direção. Instale e aperte os parafusos de montagem
da pinça do freio a disco (Fig. 45) com um torque de
22 N·m (16 pés-lb).
(14) Instale no veículo o conjunto de rodas e pneus.
(15) Aperte as porcas de pino da montagem das
rodas na seqüência correta até que todas as porcas
estejam com meia especificação. Depois repita a seqü-
ência de aperto até a especificação total com um tor-
que de 129 N·m (95 pés-lb).
(16) Remova o cavalete debaixo do braço de con-
trole inferior e abaixe o veículo até o solo.
(17) Verifique as especificações de alinhamento e
regule a convergência dianteira de acordo com as
especificações preferidas.

BARRA ESTABILIZADORA (DIANTEIRA)


Fig. 56 Parafusos de Fixação do Retentor da Bucha
REMOÇÃO da Barra Estabilizadora
(1) Apóie o veículo em cavaletes ou levante-o, cen- 1 – GRAMPO DA BUCHA DA BARRA ESTABILIZADORA
tralizado, por elevador. Consulte “IÇAMENTO”, na 2 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO DIANTEIRA
seção “LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO” deste 3 – PARAFUSOS DE FIXAÇÃO
manual, para o procedimento correto de içamento a 4 – BARRA ESTABILIZADORA
ser usado para este veículo. 5 – CARROCERIA DO VEÍCULO
(2) Remova as porcas e os conjuntos de ligação da
barra estabilizadora do braço de controle inferior
(Fig. 55). Quando remover a porca de ligação, segure
a extremidade do pino com uma chave allen, para ele
não girar (Fig. 55).
JA SUSPENSÃO 2 - 35
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
INSPEÇÃO DA BARRA ESTABILIZADORA
Verifique se há buchas, grampos e ligações de fixa-
ção da barra estabilizadora quebradas ou torcidas.
Caso necessário, substitua a bucha da barra trans-
versal dianteira da barra estabilizadora. A bucha
pode ser removida da seguinte maneira:
Se a inspeção determinar que a ligação do braço de
controle inferior à barra estabilizadora deva ser subs-
tituida, faça essa substituição, antes de instalar a
barra estabilizadora.

INSTALAÇÃO
(1) Posicione a barra estabilizadora e as buchas,
em um só conjunto, na barra transversal dianteira.
Instale os parafusos que ligam o retentor da bucha
da barra estabilizadora à barra transversal e carroce-
ria (Fig. 56). Aperte os parafusos de retenção que Fig. 57 Parafusos de Fixação da Pinça do Freio
atravessam a barra transversal com um torque de 1 – CONJUNTO DE PINÇAS DO FREIO A DISCO
163 N·m (120 pés-lb.). Aperte os parafusos de reten- 2 – JUNTA DE DIREÇÃO
ção que vão até a carroceria com um torque de 61 3 – CONJUNTO DOS PARAFUSOS DO PINO GUIA DA PINÇA
N·m (45 pés-lb.).
(2) Alinhe os conjuntos de ligação da barra estabi-
lizadora aos orifícios de montagem da ligação no
braço de controle inferior. Instale as ligações da barra
estabilizadora em ambos os braços de controle inferi-
ores. Instale a ligação às porcas retentoras do braço
de controle inferior. Aperte as porcas de ligação da
barra estabilizadora com um torque de 105 N·m 23,4
m-lb (78 pés-lb).

PINOS DE MONTAGEM DA RODA (DIANTEIRA)


ATENÇÃO: Se o pino de montagem da roda preci-
sar ser substituído no conjunto do cubo e rola-
mento, NÃO martele os pinos para fora da flange
do cubo. A remoção de pinos para fora da flange do
rolamento, por marteladas, pode ocasionar danos
ao conjunto do cubo e rolamento, levando a uma Fig. 58 Remoção e Instalação do Conjunto de Pinça
falha prematura do rolamento. do Freio
1 – ROTOR
2 – CONJUNTO DE PINÇAS DO FREIO A DISCO
REMOÇÃO 3 – SAPATA DO FREIO EXTERNA
(1) Apóie o veículo em cavaletes ou levante-o, cen- 4 – JUNTA DE DIREÇÃO
tralizado, por elevador. Consulte “IÇAMENTO”, na 5 – PRIMEIRO LEVANTE ESTA EXTREMIDADE DA PINÇA PARA
FORA DA JUNTA DE DIREÇÃO
seção “LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO” deste
manual, para o procedimento correto de içamento a
ser usado para este veículo. (5) Suporte o conjunto do adaptador/calibrador de
(2) Remova o conjunto das rodas e pneus diantei- freio, usando um gancho de arame. Não o supporte
ros do veículo. pela mangueira hidráulica (Fig. 59).
(3) Remova a pinça do freio a disco dianteiro dos (6) Remova o freio a disco do cubo dianteiro (Fig.
parafusos de fixação da junta de direção (Fig. 57). 60).
(4) Remova, da junta de direção, o conjunto da (7) Rosqueie uma porca no pino da roda a ser
pinça do freio a disco. A pinça é removida levantan- removido do conjunto do cubo/rolamento, (Fig. 61) até
do-a, primeiramente, a parte inferior da junta de que sua rosca esteja nivelada com a extremidade da
direção e removendo em seguida sua parte superior, porca. Gire o cubo para que o pino a ser substituído
por baixo da junta de direção (Fig. 58). esteja alinhado com o entalhe fundido na parte dian-
2 - 36 SUSPENSÃO JA
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)

Fig. 61 Remoção do Pino da Roda do Cubo e


Fig. 59 Suporte da Pinça do Freio
Rolamento
1 – CABO DO SENSOR DE VELOCIDADE ABS
1 – PINO DA RODA
2 – JUNTA DE DIREÇÃO
2 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4150A
3 – ROTOR
3 – PORCA DA RODA
4 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
4 – CUBO DIANTEIRO
5 – CONJUNTO DE PINÇAS DO FREIO A DISCO
5 – JUNTA DE DIREÇÃO
6 – GANCHO DE ARAME

no pino da roda. Instale, em seguida, a porca da roda


no pino, com o lado liso da porca contra as arruelas
(Fig. 62).

Fig. 60 Remoção/Instalação do Freio a Disco


Dianteiro
1 – FREIO A DISCO
2 – JUNTA DE DIREÇÃO
Fig. 62 Instalação do Pino da Roda no Cubo
3 – CONJUNTO DE PINÇA DO FREIO A DISCO (REMOVIDO)
1 – JUNTA DE DIREÇÃO
2 – PORCA DA RODA
teira da junta de direção. Instale o Extrator, Ferra- 3 – ARRUELAS
menta Especial C-4150, no flange do conjunto do 4 – CUBO DIANTEIRO
cubo e rolamento e no pino da roda (Fig. 61).
(8) Rosqueie a ferramenta especial. Isto empurrará (2) Aperte a porca da roda, puxando o pino das
o pino da roda para fora do flange do rolamento e do rodas para o flange do conjunto de cubo e rolamento.
cubo. Quando a cabeça do pino estiver completamente
assentada contra a flange do rolamento, remova as
INSTALAÇÃO contraporcas e as arruelas do pino da roda.
(1) Instale o pino da roda sobressalente no flange (3) Reinstale o disco da freagem no cubo dianteiro
do conjunto do cubo e rolamento. Instale as arruelas (Fig. 60).
JA SUSPENSÃO 2 - 37
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(4) Instale o conjunto da pinça do freio a disco na
junta de direção. Instale a pinça deslizando primeira-
mente sua parte superior por baixo do estribo supe-
rior na junta de direção. Em seguida, instale a parte
inferior da pinça contra o estribo inferior da junta de
direção (Fig. 58).
(5) Instale o conjunto da pinça do freio a disco nos
parafusos de fixação da junta de direção (Fig. 57) e
aperte com um torque de 31 N·m 6,9 m-lb (23 pés-lb).
(6) Instale o conjunto de rodas e pneus dianteiros.
Instale as porcas das rodas dianteiras com um torque
de 129 N·m 28,5 m-lb (95 pés-lb).
(7) Abaixe o veículo.

DESMONTAGEM E MONTAGEM
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (DIANTEIRO)
O conjunto do amortecedor deve ser removido do
veículo para que seja desmontado e montado. Con-
sulte “REMOÇÃO E INSTALAÇÃO” nesta seção,
para obter o procedimento necessário.
Para desmontar e montar o conjunto do amortece- Fig. 63 Ganchos e Abraçadeira Inferiores
dor, use o compressor de mola da escora, Pentastar 1 – COMPRESSOR
Service Equipment (PSE), ferramenta W-7200, ou 2 – ABRAÇADEIRA
equivalente, para comprimir a mola espiral. Siga à 3 – MOLA ESPIRAL
risca as instruções do fabricante. 4 – GANCHOS INFERIORES

DESMONTAGEM
(1) Se ambos os amortecedores estiverem sendo
consertados ao mesmo tempo, marque a mola espiral
e o conjunto do amortecedor de acordo com o lado do
veículo do qual o amortecedor foi removido e de qual
amortecedor a mola foi removida.
(2) Posicione o conjunto do amortecedor no com-
pressor de mola espiral da escora seguindo as instru-
ções do fabricante. Ajuste os ganchos inferiores e
instale a abraçadeira na extremidade inferior da
mola espiral, para que o amortecedor fique preso no
lugar, depois da remoção da porca do eixo do amorte-
cedor (Fig. 63). Gire o conjunto do amortecedor para
que a junta esférica do braço de controle superior se
assente diretamente abaixo do gancho superior dian-
teiro, conforme mostrado (Fig. 64). Posicione os gan-
chos superiores na parte superior do suporte de
montagem superior (Fig. 64).

ADVERTÊNCIA: NÃO REMOVA A PORCA DA


HASTE DO AMORTECEDOR ANTES DA MOLA ESPI-
RAL SER COMPRIMIDA. A MOLA ESPIRAL É MAN-
TIDA SOB PRESSÃO E DEVE SER COMPRIMIDA, Fig. 64 Ganchos Superiores Posicionados
REMOVENDO-SE A TENSÃO DA MOLA DO 1 – GANCHOS SUPERIORES
SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR, ANTES DA 2 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR
PORCA DA HASTE SER REMOVIDA. 3 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
4 – JUNTA ESFÉRICA SUPERIOR
(3) Comprima a mola espiral até que toda a tensão 5 – GANCHO DIANTEIRO
seja removida do suporte de montagem superior.
2 - 38 SUSPENSÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(4) Não deixe que a haste do amortecedor gire, espiral superior ou o braço de controle superior
usando um soquete especial de acabamento N°. A136, necessitarem manutenção, pule para a próxima
ou equivalente. Remova a porca de retenção (Fig. 65). etapa. Caso contrário, pule para a etapa 11.

AVISO: Antes de remover a mola espiral do com-


pressor de mola, anote a posição da extremidade
da mola espiral inferior. Na remontagem, a mola
espiral precisará ficar nesta posição, para a correta
orientação da mola espiral no amortecedor e no
suporte de montagem superior.

(7) Libere a tensão da mola espiral, retrocedendo a


transmissão do compressor totalmente. Empurre
para trás os ganchos superiores do compressor e
remova, da mola espiral, o suporte de montagem
superior e o braço de controle superior.
(8) Antes da remoção, anote a posição da mola
espiral no compressor de mola, conforme indicado na
nota acima. Isto é necessário para que haja um ali-
Fig. 65 Remoção/Instalação da Porca de Retenção nhamento correto dos componentes do conjunto do
1 – SOQUETE DE ACABAMENTO A136 DO AMORTECEDOR amortecedor, na hora da remontagem. Remova a
2 – PÉ-DE-CABRA mola espiral do compressor de mola.
(9) Remova a bucha do isolador superior da haste
do amortecedor, do suporte de montagem superior
(amortecedor/braço de controle superior) (Fig. 67).
(5) Remova a arruela de retenção da bucha supe-
rior (Fig. 66) da haste do amortecedor.

Fig. 67 Bucha do Isolador Superior da Haste do


Amortecedor
Fig. 66 Arruela 1 – SUPORTE DE MONTAGEM DO AMORTECEDOR/BRAÇO DE
1 – SUPORTE DE MONTAGEM DO AMORTECEDOR/BRAÇO DE CONTROLE
CONTROLE SUPERIOR 2 – BUCHA DO ISOLADOR SUPERIOR DA HASTE DO
2 – BUCHA DO ISOLADOR AMORTECEDOR
3 – ARRUELA
(10) Remova a bucha e a luva do isolador inferior
(6) Remova a abraçadeira da parte inferior da da haste do amortecedor, do suporte de montagem
mola espiral. Remova o amortecedor, o isolador da superior (amortecedor/braço de controle superior)
mola inferior, o batente antichoques, a capa, a coifa e (Fig. 68). Remova o isolador superior da mola espiral
a arruela de retenção da bucha inferior, pela parte do suporte de montagem.
inferior da mola espiral.

AVISO: Se a mola espiral, o suporte de montagem


superior, as buchas da haste, o isolador da mola
JA SUSPENSÃO 2 - 39
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 68 Bucha do Isolador Inferior da Haste do


Amortecedor
1 – SUPORTE DE MONTAGEM
2 – ISOLADOR SUPERIOR DA MOLA
3 – LUVA
4 – BUCHA INFERIOR DA HASTE

AVISO: Se a remoção do braço de controle supe-


rior for necessária, consulte “BRAÇO DE CON-
Fig. 69 Componentes do Conjunto do Amortecedor
TROLE SUPERIOR”, na seção “REMOÇÃO E
1 – BUCHA DA HASTE DO AMORTECEDOR
INSTALAÇÃO” deste grupo.
2 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
3 – ARRUELA DE RETENÇÃO
(11) Remova, da haste do amortecedor, a arruela
4 – MOLA ESPIRAL
de retenção da bucha inferior da haste do amortece- 5 – AMORTECEDOR
dor (Fig. 69). 6 – ISOLADOR INFERIOR DA MOLA
(12) Remova, como um conjunto, a coifa e a capa 7 – BATENTE ANTICHOQUES
da haste do amortecedor, puxando ambas direta- 8 – COIFA
mente para cima e para fora da haste do amortecedor 9 – CAPA
(Fig. 69). O batente antichoques pode sair ao mesmo 10 – ISOLADOR SUPERIOR DA MOLA
tempo. Remova-o assim como o colar de metal. 11 – SUPORTE DE MONTAGEM SUPERIOR
(13) Remova o isolador inferior da mola (Fig. 69)
do assento inferior da mola, no amortecedor. • Verifique se há sinais de danos na camada da
(14) Verifique os componentes do conjunto do mola espiral.
amortecedor, de acordo com os seguintes itens, e
substitua conforme necessário: MONTAGEM
• Verifique se há alguma aderência da haste do
amortecedor em todo o percurso do eixo. AVISO: Se a mola espiral, o suporte de montagem
• Verifique se há rachaduras, distorção e sinais de superior, as buchas da haste, isolador superior da
danos no suporte de montagem superior. mola espiral e o braço de controle superior tiverem
• Verifique se há deterioração na borracha do sido removidos do compressor de mola, pule para
suporte de montagem superior / buchas de controle a próxima etapa. Caso contrário, pule para a etapa
superior. 7.
• Verifique se há uma deterioração anormal na
borracha das buchas dos isoladores das hastes dos
amortecedores superior e inferior. AVISO: Se for preciso instalar o braço de controle
• Verifique se há deterioração anormal na borra- superior no suporte de montagem superior, con-
cha dos isoladores das molas superior e inferior. sulte “BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR”, na
• Verifique se há rasgos e deterioração na proteção seção “REMOÇÃO E INSTALAÇÃO” deste grupo,
contra poeira. para reinstalar o braço de controle superior no
• Verifique se há rachaduras e sinais de deteriora- suporte de montagem superior, antes de continuar.
ção no batente antichoques.
2 - 40 SUSPENSÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(1) Instale o isolador da mola espiral no suporte de
montagem superior (amortecedor/braço de controle
superior).
(2) Instale a luva na bucha no isolador inferior da
haste do amortecedor (ambas as buchas superior e
inferior da haste são idênticas) (Fig. 68). A extremi-
dade menor de cada bucha deve ficar voltada ao lado
oposto do suporte de montagem superior. Instale a
bucha e a luva do isolador inferior da haste do amor-
tecedor na parte inferior do suporte de montagem
superior (amortecedor/braço de controle superior),
conforme mostrado (Fig. 68). Trabalhando por cima,
instale a bucha do isolador superior da haste do
amortecedor no centro do suporte de montagem supe-
rior, sobre a luva que se projeta da bucha do isolador
inferior (Fig. 67). Fig. 70 Instalação do Batente Antichoques
(3) Coloque a extremidade inferior (diâmetro 1 – BATENTE ANTICHOQUES
menor) da mola espiral no compressor de mola, 2 – HASTE DO AMORTECEDOR
suportada pelos ganchos inferiores, seguindo as ins- 3 – ABSORVEDOR DE IMPACTO
truções do fabricante. Posicione a ponta da extremi-
dade inferior da mola espiral na posição em que
estava antes de ser removida do compressor, con-
forme mencionado na etapa de “DESMONTAGEM”. É
necessária uma orientação adequada da mola no com-
pressor, para que se obtenha o correto alinhamento
de todos os componentes do conjunto do amortecedor.
(4) Instale o suporte de montagem superior (amor-
tecedor/braço de controle superior) na parte superior
da mola espiral, correspondendo à mola espiral em
seu isolador no suporte de montagem superior. Posi-
cione a junta esférica do braço de controle superior
para que fique diretamente abaixo do gancho supe-
rior dianteiro, conforme mostrado na (Fig. 64).
(5) Posicione os ganchos superiores na parte supe-
rior do suporte de montagem superior, conforme mos-
trado na (Fig. 64).
(6) Comprima a mola espiral. Fig. 71 Instalação do Colar da Haste do
(7) Instale o isolador da mola inferior no assento Amortecedor
da mola inferior do amortecedor (Fig. 69). Ao instalar 1 – COLAR
o isolador da mola, verifique se o isolador se fixa no 2 – REBAIXO
entalhe feito para a extremidade inferior da mola 3 – DEGRAU DA HASTE DO AMORTECEDOR
espiral.
(8) Instale o batente antichoques na haste do (11) Instale o amortecedor através da parte infe-
amortecedor (Fig. 70). Instale o batente antichoques rior da mola espiral, até que o assento da mola infe-
com a extremidade pontuda para baixo. rior entre em contato com a extremidade inferior da
(9) Instale o colar, com o lado rebaixado voltado mola espiral. A extremidade inferior da mola espiral
para baixo, na haste do amortecedor (Fig. 71). Verifi- deve ficar ajustada no entalhe do assento inferior do
que se o colar está posicionado em esquadro em rela- amortecedor e no isolador. Instale a abraçadeira tem-
ção no estribo da haste do amortecedor. porariamente, prendendo o amortecedor na mola
(10) Instale o protetor contra poeira e a capa (Fig. espiral (Fig. 63).
69) na haste do amortecedor, até que a capa entre em (12) Instale a arruela de retenção da bucha da
contato com o colar recém-instalado. A coifa se haste superior do amortecedor. Verifique se o lado
encaixa sobre o batente antichoques. Instale a arru- côncavo está para cima.
ela de retenção da bucha da haste do amortecedor (13) Instale a porca de retenção do conjunto do
inferior. amortecedor. Não deixe a haste do amortecedor girar,
usando o soquete especial de pressão A136, ou equi-
JA SUSPENSÃO 2 - 41
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
valente, e aperte a porca de retenção com um pé-de- (3) Posicione a Capa Receptora, Ferramenta Espe-
cabra (na extremidade de um torquímetro e cial 6758, sobre a coifa de vedação, para que se ali-
extensão), com um torque de 45 N·m (33 pés-lb.) (Fig. nhe corretamente com a borda inferior da coifa (Fig.
65). 73). Aplique pressão MANUALMENTE na Ferra-
(14) Libere vagarosamente a tensão da mola espi- menta Especial 6758, até pressionar a coifa de veda-
ral, retrocedendo totalmente a transmissão do com- ção, em esquadro contra a superfície do braço de
pressor. Conforme vai sendo liberada, verifique se o controle superior.
suporte de montagem superior, o isolador e a mola
espiral ficam alinhadas corretamente. Remova a
abraçadeira da extremidade inferior da mola espiral
e do gancho. Empurre de volta os ganchos superior e
inferior do compressor de mola e, depois, remova o
conjunto do amortecedor do compressor de mola.
(15) Instale o conjunto do amortecedor no veículo.
Consulte “REMOÇÃO E INSTALAÇÃO” nesta seção,
para obter o procedimento necessário.

COIFA DE VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA


(SUPERIOR DIANTEIRA)
(1) Usando uma chave de fenda ou outra ferra-
menta adequada, separe a coifa de vedação do con-
junto da junta esférica (Fig. 72).
Fig. 73 Instalação da Coifa de Vedação na Junta
Esférica
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6758
2 – JUNTA ESFÉRICA
3 – COIFA DE VEDAÇÃO
4 – BRAÇO DE CONTROLE

(4) Lubrifique corretamente o conjunto da junta


esférica superior usando somente óleo lubrificante
Mopar Multi-Mileage Lube ou equivalente.

COIFA DE VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA


(INFERIOR)
ATENÇÃO: A substituição da coifa de vedação da
Fig. 72 Remoção da Coifa de Vedação da Junta
junta esférica inferior só pode ser feita no caso da
Esférica
proteção contra poeira de vedação ser danificada
1 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
durante um procedimento de manutenção do veí-
2 – COIFA DE VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA
3 – CHAVE DE FENDA
culo.
4 – JUNTA ESFÉRICA
5 – BRAÇO DE CONTROLE
ATENÇÃO: A coifa de vedação da junta esférica
inferior não poderá ser substituída em nenhuma cir-
(2) Instale uma NOVA coifa de vedação no con- cunstância, caso se constate que o veículo foi diri-
junto da junta esférica, tão longe quanto possível. gido com a coifa de vedação danificada. Se o
veículo foi usado com a proteção contra poeira de
ATENÇÃO: Não use uma prensa automática para vedação danificada, ocorreu contaminação da junta
instalar a coifa de vedação no conjunto da junta esférica. Quando ocorre a contaminação da junta
esférica do braço de controle superior, pois se esférica, o braço de controle inferior deve ser subs-
pressão excessiva for aplicada, danos podem ser tituído, para assegurar que não ocorra o desgaste
ocasionados à coifa de vedação, no momento de excessivo da junta esférica com a contaminação
sua instalação. presente na mesma.
2 - 42 SUSPENSÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ATENÇÃO: O desgaste excessivo da junta esférica
pode levar à separação da junta esférica do braço
de controle inferior.

ATENÇÃO: O procedimento a seguir deve ser cui-


dadosamente seguido, ao substituir a proteção con-
tra poeira de vedação da junta esférica, caso tenha
sido danificada durante uma manutenção no veí-
culo.

ATENÇÃO: A junta esférica usada no braço de con-


trole inferior deste veículo é lubrificada permanen-
temente. Ela não requer nenhuma lubrificação
adicional durante a vida útil do veículo. Não mexa
no braço de controle inferior ou na junta esférica
na tentativa de lubrificar a junta esférica do braço Fig. 74 Remoção do Anel Retentor da Proteção
de controle inferior. Se for determinado que a junta contra Poeira de Vedação da Junta Esférica
esférica está precisando de lubrificação, o braço de 1 – ANEL DE VEDAÇÃO SUPERIOR
controle inferior deverá ser substituído. 2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – JUNTA ESFÉRICA
4 – CHAVES DE FENDA
DESMONTAGEM 5 – ANEL RETENTOR DA VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA
6 – VEDAÇÃO DA JUNTA ESFÉRICA
(1) Remova o conjunto do braço de controle inferior
do veículo. Consulte os procedimentos de remoção do
braco de controle inferior exigidos, nesta seção do que não haja graxa na área de instalação da proteção
“MANUAL DE MANUTENÇÃO”. contra poeira de vedação ou no braço de controle infe-
(2) Enrole uma estopa em volta da junta esférica e rior (Fig. 75).
da proteção contra poeira de vedação. Isto previne (2) Deslize a proteção contra poeira de vedação da
que sujeira e solvente de limpeza entrem na junta junta esférica com o anel de vedação superior insta-
esférica, quando a área em volta da junta esférica lado, (Fig. 75) para baixo na seção cônica do prisio-
estiver sendo limpa. neiro da junta esférica (Fig. 75). A proteção contra
(3) Usando SOMENTE um solvente como Mopar poeira de vedação deve ser instalada no prisioneiro
Foamy Engine Degreaser ou equivalente, limpe da junta esférica até que a proteção contra poeira de
minuciosamente o braço de controle inferior, na área vedação esteja assentada no encaixe da coifa no braço
em volta da junta esférica e da proteção contra poeira de controle inferior.
de vedação. Depois, usando uma estopa saturada com (3) Cuidadosamente posicione a proteção contra
detergente de motores, limpe cuidadosamente a pro- poeira de vedação da junta esférica no encaixe reten-
teção contra poeira de vedação da junta esférica. tor do braço de controle inferior. Depois de instalar a
(4) Usando 2 chaves de fenda (Fig. 74), remova o proteção contra poeira de vedação no encaixe reten-
anel retentor do vedador da junta esférica pelo fundo tor, cuidadosamente retire o ar da proteção contra
da proteção contra poeira de vedação da junta esfé- poeira de vedação, sem deixar que a graxa chegue até
rica. o encaixe retentor da proteção contra poeira de veda-
(5) Remova a vedação da junta esférica da junta ção, no braço de controle inferior.
esférica (4) Coloque o instalador do anel retentor, ferra-
menta especial 6875-1, sobre a proteção contra poeira
MONTAGEM de vedação da junta esférica (Fig. 76). Usando o
botão regulador, ajuste a ferramenta de forma que
ATENÇÃO: Quando substituir a vedação da junta sua ponta inferior esteja equilibrada na parte supe-
esférica, não use qualquer outro tipo de graxa para rior do encaixe do anel retentor, na proteção contra
lubrificar a junta esférica que não seja o lubrificante poeira de vedação (Fig. 76).
fornecido no kit de manutenção Mopar Ball Joint (5) Coloque o anel retentor da proteção contra
Seal. poeira de vedação no Instalador, ferramenta especial
6875-1 (Fig. 77). Em seguida, coloque o colar expan-
(1) Aplique a graxa do kit de vedação da junta sível do instalador, ferramenta e Especial 6875, sobre
esférica nas áreas especificadas do prisioneiro e na a coroa cônica da ferramenta especial (Fig. 77).
vedação da junta esférica (Fig. 75). Certifique-se de
JA SUSPENSÃO 2 - 43
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 75 Graxa Aplicada Corretamente no Prisioneiro


e na Proteção contra Poeira de Vedação da Junta
Esférica
1 –
ANEL DE VEDAÇÃO SUPERIOR
2 –
GUME
3 –
GRAXA
4 –
SEÇÃO CÔNICA DO PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
5 –
GRAXA
6 –
ÁREA DE INSTALAÇÃO DA PROTEÇÃO CONTRA POEIRA
DE VEDAÇÃO
Limpe a graxa.
7 – ÁREA DE INSTALAÇÃO DA PROTEÇÃO CONTRA POEIRA
DE VEDAÇÃO
Limpe a graxa.
8 – PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DE VEDAÇÃO DA JUNTA
ESFÉRICA Fig. 76 Ferramenta do Anel Retentor da Proteção
contra Poeira de Vedação da Junta Esférica
(6) Usando o colar expansível do instalador, ferra- Instalada Corretamente
menta especial 6875, (Fig. 78) empurre o anel reten- 1 –
FERRAMENTA ESPECIAL 6875-1
tor da proteção contra poeira de vedação para baixo 2 –
BOTÃO DE AJUSTE
do cone do instalador, ferramenta especial 6875. 3 –
BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
4 –
ENCAIXE DO ANEL RETENTOR DA PROTEÇÃO CONTRA
(7) Continue empurrando o anel retentor para POEIRA DE VEDAÇÃO
baixo do instalador, ferramenta especial 6875, até 5 – A EXTREMIDADE INFERIOR DA FERRAMENTA DEVE ESTAR
que esteja instalado no encaixe do anel retentor da EQUILIBRADA NA PARTE SUPERIOR DO ENCAIXE DO ANEL
RETENTOR NA PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DE
proteção contra poeira de vedação (Fig. 79). VEDAÇÃO, CONFORME MOSTRADO.
(8) Remova o instalador, ferramenta especial 6875,
da proteção contra poeira de vedação da junta esfé-
rica. Quando remover a ferramenta da proteção BUCHA ISOLANTE DO BRAÇO DE CONTROLE
contra poeira de vedação, tenha cuidado para INFERIOR DIANTEIRO
não danificar a coifa com a ferramenta. Para executar a remoção e substituição das buchas
(9) Verifique a instalação do anel retentor na coifa isolantes do braço de controle inferior, o braço de con-
de vedação, para se assegurar que esteja completa- trole inferior deve ser removido do veículo.
mente assentado no encaixe da proteção contra
poeira de vedação e que as extremidades não estejam DESMONTAGEM
torcidas (Fig. 80). Certifique-se, também, que o anel (1) Remova o conjunto do braço de controle inferior
da vedação superior esteja corretamente instalado na do veículo. Consulte “Remoção do Braço de Controle
proteção contra poeira de vedação (Fig. 80). Verifique Inferior” nesta seção do “Manual de Manutenção”
se há dano na proteção contra poeira de vedação para o procedimento de remoção exigido.
antes de reinstalá-la no veículo. (2) Instale o Removedor da Bucha, a Ferramenta
(10) Reinstale o conjunto do braço de controle infe- Especial 6602-5 e o Receptor da Bucha, a Ferramenta
rior no veículo. Consulte os procedimentos de instala- Especial MB-990799 na Ferramenta Especial
ção do braço de controle inferior exigidos, nesta seção C-4212-F.
do “MANUAL DE MANUTENÇÃO”. (3) Instale o braço de controle inferior nas Ferra-
mentas Especiais montadas para remoção da bucha
2 - 44 SUSPENSÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 77 Anel Retentor e Colar Expansível Instalados Fig. 79 Anel Retentor Instalado na Proteção contra
na Ferramenta Poeira de Vedação da Junta Esférica
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6875 1 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR 2 – ANEL RETENTOR DA PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DE
3 – ANEL RETENTOR DA PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DE VEDAÇÃO
VEDAÇÃO 3 – FERRAMENTA ESPECIAL 6875

Fig. 78 Instalação do Anel Retentor da Proteção Fig. 80 Proteção contra Poeira de Vedação da Junta
contra Poeira de Vedação Esférica Corretamente Instalada
1 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
1 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
2 – ANEL RETENTOR
2 – ANEL DE VEDAÇÃO SUPERIOR
3 – FERRAMENTA ESPECIAL 6875
3 – ANEL RETENTOR DA PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DE
VEDAÇÃO
4 – PROTEÇÃO CONTRA POEIRA DE VEDAÇÃO
isolante dianteira. Certifique-se que a Ferramenta
5 – PRISIONEIRO DA JUNTA ESFÉRICA
Especial MB-990799 esteja reta no braço de controle
inferior e a Ferramenta Especial 6602-5 está posicio-
nada corretamente na bucha isolante (Fig. 81). Instalador da Ferramenta Especial C-4212-F (Fig.
(4) Aperte o parafuso do Removedor/Instalador da 82).
Ferramenta Especial C-4212-F para pressionar a (2) Instale a bucha dianteira no braço de controle
bucha dianteira para fora do braço de controle infe- inferior manualmente, certificando-se de que
rior. está reta com o seu orifício de montagem no
braço de controle inferior. A bucha deve ser insta-
MONTAGEM lada no braço de controle inferior pelo lado da super-
(1) Monte o instalador da bucha, a Ferramenta fície usinada do orifício da bucha do mesmo.
Especial 6876 na parte do parafuso do Removedor/
JA SUSPENSÃO 2 - 45
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(4) Aperte o parafuso no Removedor/Instalador da
Ferramenta Especial C-4212-F pressionando a parte
dianteira da bucha no braço de controle inferior. Con-
tinue pressionando a parte dianteira da bucha no
braço de controle inferior até que a bucha esteja nive-
lada na superfície usinada do braço de controle infe-
rior. Isto vai posicionar corretamente a bucha
dianteira no braço de controle inferior.
(5) Reinstale o conjunto do braço de controle infe-
rior no veículo. Consulte “Instalação do Braço de
Controle Inferior” nesta seção do “Manual de Manu-
tenção” para verificar o procedimento de instalação
exigido.

BUCHA ISOLANTE TRASEIRA DO BRAÇO DE


CONTROLE INFERIOR
Fig. 81 Remova a Bucha Dianteira do Braço de
Para executar a remoção e substituição das buchas
Controle Inferior
isolantes do braço de controle inferior, o braço de con-
1 – FERRAMENTA ESPECIAL MB-990799
trole inferior deve ser removido do veículo.
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
3 – BUCHA ISOLANTE DIANTEIRA
4 – FERRAMENTA ESPECIAL 6602-5 DESMONTAGEM
5 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4212-F (1) Remova o conjunto do braço de controle inferior
do veículo. Consulte “Remoção do Braço de Controle
Inferior” nesta seção do “Manual de Manutenção”
(3) Instale o braço de controle inferior nas ferra- para o procedimento de remoção exigido.
mentas especiais montadas para instalação da bucha (2) Instale o Removedor da Bucha, a Ferramenta
isolante dianteira no braço de controle inferior (Fig. Especial 6756 e o Receptor da Bucha, a Ferramenta
82). Certifique-se que a Ferramenta Especial 6758 Especial C-4366-2 na Ferramenta Especial C-4212-F
está reta no braço de controle inferior e a Ferra- (Fig. 83).
menta Especial 6876 está posicionada corretamente (3) Instale as Ferramentas Especiais montadas
na bucha isolante. para remoção da bucha isolante traseira no braço de
controle inferior. Certifique-se que a Ferramenta
Especial C-4366-2 está reta no braço de controle infe-
rior e a Ferramenta Especial 6756 está posicionada
corretamente na bucha isolante (Fig. 83).
(4) Aperte o parafuso no Removedor/Instalador da
Ferramenta Especial C-4212-F para pressionar a
bucha traseira para fora do braço de controle inferior.

MONTAGEM
(1) Instale a bucha traseira no braço de controle
inferior manualmente, certificando-se que está
reta com o seu orifício de montagem no braço
de controle inferior. A bucha deve ser instalada
pelo lado da superfície usinada do orifício da bucha
do braço de controle inferior, com orifício da parte de
borracha da bucha virada em direção contrária à
Fig. 82 Instale a Bucha Dianteira no Braço de
junta esférica (Fig. 84).
Controle Inferior
(2) Monte o Instalador da Bucha, a Ferramenta
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6876
Especial 6760 na parte do parafuso do Removedor/
2 – BUCHA ISOLANTE
3 – LADO DA SUPERFÍCIE USINADA DO BRAÇO DE
Instalador da Ferramenta Especial C-4212-F (Fig.
CONTROLE INFERIOR 85).
4 – FERRAMENTA ESPECIAL 6758 (3) Instale as Ferramentas Especiais montadas
5 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4212-F para instalação da bucha isolante traseira no braço
de controle inferior. Certifique-se que a Ferramenta
Especial 6756 está reta no braço de controle inferior
2 - 46 SUSPENSÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 83 Remoção da Bucha Traseira do Braço de Fig. 85 Instalação da Bucha Traseira no Braço de
Controle Inferior Controle Inferior
1 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4366-2 1 –
FERRAMENTA ESPECIAL C-4212-F
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR 2 –
BUCHA TRASEIRA
3 – FERRAMENTA ESPECIAL 6756 3 –
FERRAMENTA ESPECIAL 6760
4 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4212-F 4 –
SUPERFÍCIE USINADA NO BRAÇO DE CONTROLE
INFERIOR
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
6 – FERRAMENTA ESPECIAL 6756

(5) Reinstale o conjunto do braço de controle infe-


rior no veículo. Consulte “Instalação do Braço de
Controle Inferior” nesta seção do “Manual de Manu-
tenção” para o procedimento de instalação exigido.

BUCHA DA FORQUILHA DO BRAÇO DE


CONTROLE
Para executar a remoção e substituição da bucha
da forquilha do braço de controle inferior, o braço de
controle inferior deve ser removido do veículo.

DESMONTAGEM
(1) Remova o conjunto do braço de controle inferior
Fig. 84 Bucha Isolante Dianteira Posicionada do veículo. Consulte “Remoção do Braço de Controle
Corretamente no Braço de Controle Inferior” nesta seção do “Manual de Manutenção”
1 – BUCHA ISOLANTE DIANTEIRA para o procedimento de remoção exigido.
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR (2) Instale o Removedor de Bucha, a Ferramenta
3 – BUCHA ISOLANTE TRASEIRA
Especial 6877 e o Receptor da Bucha, a Ferramenta
4 – SUPERFÍCIE USINADA
5 – ORIFÍCIO DA BUCHA NESTA DIREÇÃO
Especial 6876 na Ferramenta Especial C-4212-F.
(3) Instale o braço de controle inferior nas Ferra-
mentas Especiais montadas para remoção da bucha
e a Ferramenta Especial 6760 está posicionada corre- isolante da forquilha. Certifique-se de que a Ferra-
tamente na bucha isolante (Fig. 85). menta Especial 6876 está reta no braço de controle
(4) Aperte o parafuso no Removedor/Instalador da inferior e a Ferramenta Especial 6877 está posicio-
Ferramenta Especial C-4212-F pressionando a bucha nada corretamente na bucha da forquilha (Fig. 86).
traseira no braço de controle inferior. Continue pres- (4) Aperte o parafuso no Removedor/Instalador da
sionando a bucha traseira no braço de controle infe- Ferramenta Especial C-4212-F para pressionar a bucha
rior até que a bucha esteja assentada nivelada na da forquilha para fora do braço de controle inferior.
superfície usinada (Fig. 85) do braço de controle infe-
rior. Isto vai posicionar corretamente a bucha tra-
seira no braço de controle inferior.
JA SUSPENSÃO 2 - 47
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

Fig. 86 Remoção da Bucha da Forquilha do Braço Fig. 87 Instalação da Bucha da Forquilha no Braço
de Controle Inferior de Controle Inferior
1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6877 1 – FERRAMENTA ESPECIAL 6877
2 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR 2 – LADO DA SUPERFÍCIE USINADA DO BRAÇO DE
CONTROLE INFERIOR
3 – FERRAMENTA ESPECIAL 6876
3 – FERRAMENTA ESPECIAL 6876
4 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4212-F
4 – FERRAMENTA ESPECIAL C-4212-F
5 – BRAÇO DE CONTROLE INFERIOR
MONTAGEM 6 – BUCHA DA FORQUILHA
(1) Instale a bucha da forquilha no braço de controle
inferior manualmente, certificando-se de que está BUCHA DA BARRA ESTABILIZADORA
reta com o orifício de montagem no braço de con-
trole inferior. A bucha deve ser instalada no braço de
(DIANTEIRA)
controle inferior do lado da superfície usinada do orifício (1) Flexione para trás os 4 locais pregueados na
da bucha do braço de controle inferior. bucha retentora da barra estabilizadora (Fig. 88).
(2) Monte o Instalador da Bucha, a Ferramenta
Especial 6877 na parte do parafuso do Removedor/
Instalador da Ferramenta Especial C-4212-F con-
forme mostrado (Fig. 87).
(3) Instale as Ferramentas Especiais montadas para
a instalação da bucha da forquilha no braço de controle
inferior, no braço de controle inferior e na bucha da for-
quilha (Fig. 87). Certifique-se de que a Ferramenta
Especial 6876 está reta no braço de controle inferior e a
Ferramenta Especial 6877 está posicionada correta-
mente na bucha da forquilha (Fig. 87).
(4) Aperte o parafuso no Removedor/Instalador da
Ferramenta Especial C-4212-F pressionando a bucha
da forquilha no braço de controle inferior. Continue
pressionando a bucha da forquilha no braço de con-
trole inferior até que a bucha esteja nivelada na
superfície usinada do braço de controle inferior. Isto Fig. 88 Bucha Retentora da Barra Estabilizadora
1 – BUCHA RETENTORA DA BARRA ESTABILIZADORA
vai posicionar corretamente a bucha da forquilha no
2 – REENTRÂNCIAS
braço de controle inferior.
3 – BARRA ESTABILIZADORA
(5) Reinstale o conjunto do braço de controle infe- 4 – REENTRÂNCIAS
rior no veículo. Consulte “Instalação do Braço de 5 – BUCHA DA BARRA ESTABILIZADORA
Controle Inferior” nesta seção do “Manual de Manu-
tenção” para o procedimento de instalação exigido.
2 - 48 SUSPENSÃO JA
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(2) Separe a bucha retentora da barra estabilizadora. DESCRIÇÃO TORQUE
(3) As buchas da barra estabilizadora são removi- Barra Transversal da Suspensão Dianteira:
das pela abertura e puxando a bucha para fora da Parafusos de Montagem da Carroceria . . . 163 N·m
barra estabilizadora. (120 pés-lb.)
(4) Instale as novas buchas da barra estabiliza- Parafusos de Montagem da Engrenagem
dora. As buchas devem ser instaladas na barra de Direção . . . . . . . . . . . . . . . 68 N·m (50 pés-lb.)
de oscilação, com a abertura da bucha em dire-
ção à parte dianteira do veículo quando a barra
FERRAMENTAS ESPECIAIS
de oscilação for instalada.
(5) Reinstale os retentores da bucha nas buchas da
barra estabilizadora.
SUSPENSÃO DIANTEIRA

ESPECIFICAÇÕES
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
PRENDEDOR DA SUSPENSÃO DIANTEIRA
DESCRIÇÃO TORQUE
Conjunto do amortecedor: Extrator C-3894-A
Parafusos da torre do amortecedor . . . . . . . 90 N·m
(68 pés-lb.)
Parafuso de aperto da forquilha . . . . . . . . . 70 N·m
(52 pés-lb.)
Parafuso da forquilha ao braço de controle . 90 N·m
(68 pés-lb.)
Porca superior de montagem da haste do
amortecedor . . . . . . . . . . . . . 45 N·m (33 pés-lb.)
Braço de controle superior:
Porca ameada do prisioneiro
da junta esférica . . . . . . . . . . 61 N·m (45 pés-lb.)
Parafusos do suporte superior Instalador, Junta Esférica 6758
do amortecedor . . . . . . . . . . 90 N·m (66 pés- lb.)
Braço de controle inferior:
Porca ameada do prisioneiro da
junta esférica . . . . . . . . . . . . 74 N·m (55 pés-lb.)
Parafuso do pivô da barra
transversal (Dianteira) . . . 182 N·m (135 pés-lb.)
Parafuso traseiro da barra
transversal . . . . . . . . . . . . . 115 N·m (85 pés-lb.)
Junta de direção:
Parafusos da pinça do freio a disco . . . . . . . 22 N·m
(16 pés-lb.) Prensa, Instalador do Removedor da Junta Esférica
Porca da barra de direção . . . . . 61 N·m (45 pés-lb.) C-4212F
Contraporcas de ajuste da extremidade
da barra de direção . . . . . . . . 61 N·m (45 pés-lb.)
Cubo e Rolamento:
Parafusos de Montagem . . . . . 110 N.m (80 pés-lb.)
Porca de Retenção do Eixo da Roda . . . . . . 244 N·m
(180 pés-lb.)
Porca de Montagem da Roda . . . . . . . 109-150 N.m
(80-110 pés-lb.)
Barra Estabilizadora:
Parafusos de Aperto da Bucha . 61 N·m (45 pés-lb.)
Porcas de Articulação (Todas) . 105 N·m (78 pés-lb.) Removedor, Junta Esférica MB-990799
JA SUSPENSÃO 2 - 49
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Bucha do Braço de Controle do Removedor/ Removedor/Instalador Bucha da Forquilha do Braço


Instalador (No Kit de Ferramentas 6602) de Controle 6877

Instalador, Retentor do Vedador


Instalador/Receptor, Bucha do Braço de Controle 6876 da Junta Esférica 6875

Removedor / Instalador C-4366-2 (No Kit de


Ferramentas C-4366)
Removedor, Extremidade da Barra de Direção
MB-991113 ou MB-990635

Receptor, Junta Esférica 6756

Removedor, Junta Esférica Inferior C-4150A

Instalador, Bucha 6760


2 - 50 SUSPENSÃO JA

SUSPENSÃO TRASEIRA

ÍNDICE DOS CAPÍTULOS


página página

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO REMOÇÃO E INSTALAÇÃO


SISTEMA DA SUSPENSÃO TRASEIRA . . . . . . . . 50 MENSAGENS DE ADVERTÊNCIA E ATENÇÃO
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (TRASEIRO) . . 52 NA MANUTENÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
JUNTA (TRASEIRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 CONJUNTO DO AMORTECEDOR (TRASEIRO) . . 55
CUBO E ROLAMENTO (TRASEIRA). . . . . . . . . . . 52 JUNTA (TRASEIRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR CUBO E ROLAMENTO (TRASEIROS) . . . . . . . . . 60
(TRASEIRO) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
ARTICULAÇÕES LATERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 (TRASEIRO) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
ARTICULAÇÃO DE FUGA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 LIGAÇÕES LATERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64
BARRA ESTABILIZADORA (TRASEIRA) . . . . . . . . 53 ARTICULAÇÃO DE FUGA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
DIAGNOSE E TESTE BARRA ESTABILIZADORA (TRASEIRA) . . . . . . . . 68
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (TRASEIRO) . . 53 DESMONTAGEM E MONTAGEM
JUNTA (TRASEIRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 CONJUNTO DO AMORTECEDOR (TRASEIRO) . . 69
CUBO E ROLAMENTO (TRASEIROS) . . . . . . . . . 54 JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR TRASEIRA) . . . . . 73
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR ESPECIFICAÇÕES
(TRASEIRO) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DO
JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR TRASEIRA) . . . . . 54 PRENDEDOR DA SUSPENSÃO TRASEIRA. . . . 74
LIGAÇÕES LATERAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 FERRAMENTAS ESPECIAIS
ARTICULAÇÃO DE FUGA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 SUSPENSÃO TRASEIRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
BARRA ESTABILIZADORA (TRASEIRA) . . . . . . . . 54
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO
LUBRIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO Cada lado da suspensão traseira consiste nos


seguintes componentes principais:
SISTEMA DA SUSPENSÃO TRASEIRA • um conjunto do amortecedor
• uma junta
DESCRIÇÃO • um braço de controle superior
O sistema da suspensão traseira usado neste veí- • duas articulações laterais
culo é uma suspensão do tipo braço longo e curto • uma articulação de fuga
totalmente independente (Fig. 1). • uma barra estabilizadora
JA SUSPENSÃO 2 - 51
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)

Fig. 1 Suspensão Traseira Totalmente Independente


2 - 52 SUSPENSÃO JA
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
1 – JUNTA 9 – SUPORTE DA ARTICULAÇÃO DE FUGA
2 – ARTICULAÇÃO LATERAL TRASEIRA 10 – ARTICULAÇÃO LATERAL DIANTEIRA
3 – BARRA TRANSVERSAL DA SUSPENSÃO TRASEIRA 11 – BARRA ESTABILIZADORA
4 – BARRA DE ARTICULAÇÃO DO BRAÇO DE CONTROLE 12 – ARTICULAÇÃO DE FUGA
SUPERIOR 13 – SUPORTE DA ARTICULAÇÃO DE FUGA
5 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR 14 – ARTICULAÇÃO DE FIXAÇÃO DA BARRA ESTABILIZADORA
6 – ARTICULAÇÃO LATERAL TRASEIRA 15 – BRAÇO LATERAL DIANTEIRO
7 – JUNTA TRASEIRA 16 – BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR
8 – ARTICULAÇÃO DE FUGA

FUNCIONAMENTO A mola em espiral controla a qualidade da condu-


A suspensão traseira permite que cada roda tra- ção do veículo e mantém um vão livre em relação ao
seira do veículo se adapte às diferentes superfícies e solo.
condições de rodagem sem afetar o controle do veí- O batente antichoques limita o deslocamento da
culo. Cada lado da suspensão pode mover-se indepen- suspensão e o contato entre metais em condições de
dentemente do outro. muitos solavancos.
O amortecedor amortece movimentos de solavanco
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (TRASEIRO) e rechaço da mola em espiral e da suspensão.

DESCRIÇÃO JUNTA (TRASEIRA)


O conjunto do amortecedor traseiro sustentam o
peso do veículo usando molas em espiral ao redor dos DESCRIÇÃO
amortecedores. As molas em espiral são colocadas Uma junta traseira de ferro fundido é fixada em
entre o coxim superior do amortecedor e um assento cada lado do veículo através do braço de controle
de mola inferior no corpo do amortecedor. superior e da junta esférica, do conjunto do amorte-
A parte superior de cada conjunto do amortecedor é cedor traseiro, das articulações laterais e da articula-
aparafusada na parte superior do pára-lama interno ção de fuga. A junta serve como um ponto de
através de um suporte isolado de borracha. montagem para o cubo e o rolamento traseiros, o
A parte inferior do conjunto do amortecedor é pneu e a roda e dos freios traseiros.
fixada na junta traseira usando um parafuso passa-
dor. FUNCIONAMENTO
As molas em espiral traseiras são classificadas A junta move-se para cima e para baixo com o
separadamente para cada canto ou lateral do veículo, pneu e a roda em condições de solavancos e rechaços
dependendo do equipamento opcional e do tipo de enquanto atua como um suporte para o cubo e o rola-
manutenção do veículo. As molas em espiral podem mento traseiros, o pneu e a roda e os freios traseiros.
ser de vários tipos; certifique-se de que a mola cor- O movimento lateral da junta traseira é controlado
reta esteja sendo usada. usando os dois braços laterais presos à parte inferior
Os componentes do conjunto do amortecedor relaci- da junta e pelo braço de controle superior preso à
onados a seguir são submetidos a manutenção: parte superior da junta.
• Porca da haste do amortecedor
• Suporte do amortecedor CUBO E ROLAMENTO (TRASEIRA)
• Buchas da biela do amortecedor
• Isolador da mola superior DESCRIÇÃO
• Proteção contra poeira O cubo e rolamento formam uma unidade combi-
• Capa nada de cubo da roda traseira e rolamento da roda.
• Batente antichoques Todos os veículos são equipados com conjuntos de
• Isolador da mola inferior cubo e rolamento traseiros lubrificados e vedados per-
• Mola em espiral manentemente. Não há lubrificação ou manutenção
• Escora periódica recomendada para estas unidades.
O cubo e rolamento são montados na coluna tra-
FUNCIONAMENTO seira da junta através de uma porca de retenção. O
O conjunto do amortecedor amortece a condução do conjunto de pneu e roda e o tambor ou disco do freio
veículo, controlando vibrações, solavancos e rechaços traseiro se fixam nos prisioneiros que se projetam da
da suspensão. flange do cubo com prisioneiros de montagem da
roda.
JA SUSPENSÃO 2 - 53
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
FUNCIONAMENTO FUNCIONAMENTO
A unidade de cubo e rolamento possui rolamentos O movimento para frente e para trás da junta é
internos que a possibilita girar com o pneu e a roda. controlado por uma articulação de fuga.

BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR (TRASEIRO) BARRA ESTABILIZADORA (TRASEIRA)


DESCRIÇÃO DESCRIÇÃO
Um braço de controle superior é fixado à parte A barra estabilizadora interconecta as ligações late-
superior de cada junta traseira, ligando a junta à rais dianteiras da suspensão traseira do veículo e é
barra transversal da suspensão traseira. fixada na barra transversal da suspensão traseira do
A fixação do braço de controle superior na junta é veículo.
atingida através de uma junta esférica no braço de A fixação da barra estabilizadora na barra trans-
controle superior. O braço de controle superior é apa- versal traseira do veículo é feita através de 2 buchas
rafusado na barra transversal da suspensão traseira isolantes de borracha e seus retentores. A fixação da
usando uma barra de pivô, isolada por borracha do barra estabilizadora à ligação lateral é feita utilizan-
braço de controle superior. do-se uma ligação de fixação da barra estabilizadora
isolada com borracha. Todas as partes da barra esta-
FUNCIONAMENTO bilizadora podem receber manutenção, e as buchas
O braço de controle superior apóia a extremidade isoladoras entre a barra estabilizadora e a suspensão
superior da junta e possibilita o movimento para traseira são bipartidas para facilitar sua remoção e
cima e para baixo da suspensão durante os percursos instalação. No momento de instalação da barra esta-
de solavanco e rechaço. bilizadora no veículo, a fenda nessa bucha deve ser
posicionada de modo a ficar voltada para a frente do
ARTICULAÇÕES LATERAIS veículo.

DESCRIÇÃO FUNCIONAMENTO
As articulações laterais conectam as partes inferio- Movimentos de solavancos e rechaços, afetando
res dianteira e traseira da junta à barra transversal uma das rodas traseiras do veículo, são parcialmente
traseira. Estas possuem buchas do isolador de borra- transmitidos para a roda oposta do veículo para esta-
cha em cada extremidade para isolar os ruídos da bilizar a inclinação da carroceria.
suspensão da carroceria do veículo. A articulação
dianteira permite a fixação da barra estabilizadora
através das articulações de fixação da barra estabili- DIAGNOSE E TESTE
zadora.
CONJUNTO DO AMORTECEDOR (TRASEIRO)
FUNCIONAMENTO (1) Verifique se há molas danificadas ou quebra-
O movimento lateral da junta traseira é controlado das.
pelas articulações laterais conectando as partes dian- (2) Verifique se a coifa do amortecedor está ras-
teira e traseira da junta à barra transversal da sus- gada ou danificada.
pensão traseira. As luvas de metal das articulações (3) Verifique se a mola isolante inferior está dani-
são ajustáveis para regular o alinhamento da roda ficada.
traseira. (4) Levante a coifa e inspecione o amortecedor
para verificar se há evidência de fluido escorrendo da
ARTICULAÇÃO DE FUGA extremidade superior do reservatório de fluido. (Num
vazamento de fato, o fluido escorre do lado e pinga da
DESCRIÇÃO extremidade inferior do amortecedor). Uma pequena
A articulação de fuga, em cada lado do veículo, é quantidade de fluido entre a haste do amortecedor e
aparafusada na parte inferior da junta e em um a vedação não é incomum, e não afeta o desempenho
suporte fixado no painel do assoalho do veículo. do amortecedor. Inspecione também os batentes anti-
A articulação de fuga é de aço e possui buchas iso- choques, para verificar se há sinais de dano ou dete-
lantes de borracha, arruelas de retenção e porcas em rioração.
cada extremidade para isolar o barulho da suspensão
na carroceria do veículo. JUNTA (TRASEIRA)
Inspecione a junção quanto a danos físicos. Se, ao
fazer a manutenção do veículo, for notado que a jun-
ção está rachada, torta ou quebrada, não se deve ten-
2 - 54 SUSPENSÃO JA
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
tar consertar ou endireitar a junção. A junção LIGAÇÕES LATERAIS
traseira não é um componente consertável da suspen- Inspecione as buchas isolantes e as luvas da liga-
são traseira e deve ser substituída se for encontrada ção lateral para verificar se há sinais de dano ou
danificada de alguma maneira. deterioração. Se as buchas isolantes ou luvas da liga-
ção lateral estiverem danificadas ou deterioradas,
CUBO E ROLAMENTO (TRASEIROS) será necessário substituir o conjunto da ligação late-
O conjunto de cubo e rolamento é projetado para ral. Não se faz manutenção nas buchas isolantes
durar por toda a vida útil do veículo e não exigir como um componente separado do conjunto da liga-
manutenção. O procedimento a seguir pode ser usado ção lateral.
para avaliar a condição do rolamento. Inspecione as ligações laterais para sinais de con-
Com a roda e o tambor do freio removidos, gire o tato com o solo ou sujeira da rodovia que podem ter
anel externo flangeado do cubo. Aspereza excessiva, entortado ou causado outro dano na ligação lateral.
jogo lateral ou resistência à rotação podem indicar Se a ligação lateral estiver torta ou danificada, a
intrusão de sujeira ou falha no rolamento. Se os rola- ligação lateral precisará ser substituída. Não tente
mentos da roda traseira apresentarem estas condi- consertar ou endireitar a ligação lateral.
ções durante a inspeção, o conjunto de cubo e
rolamento deverá ser substituído. ATENÇÃO: Não aplique calor nos parafusos de
Vedações danificadas e as resultantes perdas exces- ajuste da ligação lateral ou nas contraporcas
sivas de graxa também poderão requerer substituição quando soltar ou ajustar as ligações laterais.
do rolamento. A perda moderada de graxa dos rola-
mentos é considerada normal, não havendo necessi-
dade de substituição do conjunto de cubo e ARTICULAÇÃO DE FUGA
rolamento. Inspecione as buchas de articulação de fuga e os
retentores quanto a sinais de deterioração ou dano.
BRAÇO DE CONTROLE SUPERIOR (TRASEIRO) Se as buchas de articulação de fuga estiverem dete-
Verifique se há danos físicos no braço de controle. rioradas ou os retentores danificados, substitua as
Se for notado que ele está quebrado ou torto, deverá buchas de articulação de fuga e os retentores. As
ser substituído. O braço de controle superior da sus- buchas e os retentores recebem manutenção como
pensão traseira não é um componente que possa rece- componentes separados da articulação de fuga.
ber manutenção e não devem ser feitas tentativas Inspecione a articulação de fuga para verificar se
para consertá-lo ou endireitá-lo. Ele deverá ser subs- há sinais de contato com o solo ou sujeira do pavi-
tituído, se apresentar qualquer tipo de dano. mento que possa haver entortado a articulação de
Verifique se as buchas do pivô do braço de controle fuga, ou causado dano a ela. Se a articulação de fuga
estão deterioradas. Se precisarem de substituição, o estiver torta ou danificada, deverá ser substituída.
braço de controle superior deverá ser substituído. Nunca tente consertar ou endireitar a articulação de
O braço de controle traseiro, buchas do braço de fuga.
controle e barra de articulação são consertados como
um conjunto completo, neste veículo. Não tente des- BARRA ESTABILIZADORA (TRASEIRA)
montar o braço de controle da barra de articulação Verifique se há danos ou torções na barra estabili-
para consertar as buchas do braço de controle tra- zadora.
seiro. Verifique se há buchas ou retentores quebrados ou
O único componente do braço de controle superior distorcidos. Enquanto verifica as buchas, veja tam-
que pode ser consertado é a junta esférica superior bem se suas fendas estão voltadas para a frente do
traseira, e a sua vedação. veículo.
Verifique se as buchas e luvas estão danificadas ou
JUNTA ESFÉRICA (SUPERIOR TRASEIRA) deterioradas nas articulações de fixação da barra
Com o peso do veículo suportado pelas rodas, estabilizadora. Verifique se essas articulações não
segure a guarnição de lubrificação e, sem qualquer estão torcidas ou quebradas. Se uma dessas condições
assistência mecânica ou força adicional, tente mover estiver presente, será necessário substituir a articu-
a guarnição de lubrificação. lação de fixação.
Se a junta esférica estiver gasta, a guarnição de
lubrificação se moverá facilmente. Se o movimento
for notado, será necessário substituir a junta esférica.
JA SUSPENSÃO 2 - 55

PROCEDIMENTOS DE pamentos projetados para levantar veículos pelo


eixo traseiro. Se este tipo de equipamento de iça-
MANUTENÇÃO
mento for usado, danos aos componentes da sus-
pensão traseira poderão ocorrer.
LUBRIFICAÇÃO
Os únicos pontos da suspensão que podem receber
lubrificação são as juntas esféricas superiores (Fig. AVISO: Se um componente da suspensão traseira
2). Todas as outras juntas são ved