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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

 Princípios Básicos

 Princípios Expressos:

Legalidade
Impessoalidade
Moralidade
Publicidade
Eficiência

 Princípios Implícitos:

Supremacia do interesse público


Autotutela
Continuidade do serviço público
Indisponibilidade
Proporcionalidade
Razoabilidade

SERVIÇOS PÚBLICOS

 Princípios:

Modicidade das tarifas


Segurança
Generalidade
Regularidade
Eficiência
Continuidade
Cortesia na prestação
Atualidade

ATO ADMINISTRATIVO

 Requisitos:

Competência
Finalidade obrigado em qualquer ato.
Forma
Motivo
Objeto obrigado apenas nos atos vinculados.

Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 Atributos

Presunção de legitimidade
Imperatividade
Tipicidade
Auto-executoriedade

LICITAÇÃO

 Princípios Expressos:

Legalidade
Impessoalidade
Moralidade
Publicidade
Vinculação ao instrumento convocatório
Igualdade
Probidade Administrativa
Julgamento objetivo

 Princípios Implícitos:

Competitividade
Sigilo das propostas (indiretamente expresso – art. 3º § 3º)
Adjudicação compulsória (indiretamente expresso – art. 50)
Procedimento formal (expresso na lei 8.666 – art. 4, parágrafo único).

PROCESSO ADMINISTRATIVO

Legalidade objetiva
Oficialidade
Informalismo
Verdade material
Contraditório
Ampla defesa

 Princípios expressos na Lei nº. 9784/1999:

Legalidade
Interesse público
Moralidade
Proporcionalidade
Eficiência
Contraditório
Segurança jurídica
Finalidade
Ampla defesa
Razoabilidade
Motivação

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FUNÇÕES COMISSIONADAS

 FC-1 a FC-6 ● direção


● chefia
CARGOS EM COMISSÃO ● assessoramento

 CJ-1 a CJ-4

CARGO ATRIBUIÇÕES DENOMINAÇÕES


Execução de mandados
Oficial de Justiça
e atos processuais de
Analista Judiciário Avaliador Federal
natureza externa
Segurança Inspetor
Agente de Segurança
Técnico Judiciário Segurança
Judiciária

 A licitação deserta tem que ser diferenciada da licitação fracassada.


Temos licitação fracassada quando aparecem interessados, mas nenhum é
selecionado, em decorrência de inabilitação ou de desclassificação das
propostas. A licitação fracassada não é caso de licitação dispensável,
diferentemente da licitação deserta que ocorre quando não aparece nenhum
interessado, é caso de licitação dispensável.

 Quando todos os licitantes forem inabilitados ou todas as propostas forem


desclassificadas, a administração poderá fixar aos licitantes o prazo de 8 dias
úteis para a apresentação de nova documentação ou de outras propostas
escoimadas das causas referidas neste artigo, facultada, no caso de convite, a
redução deste prazo para 3 dias úteis. Persistindo a situação, será admitida a
adjudicação direta dons bens ou serviços (licitação dispensável).

 Além das hipóteses de licitação dispensável previstas na lei 8.666 /1993,


uma outra deve ser mencionada: A lei 9.074/1995 estabelece que “a empresa
estatal (empresa pública e sociedade de economia mista) que participe, na
qualidade de licitante, de concorrência para concessão e permissão de serviço
público, poderá, para compor sua proposta, colher preços de bens ou serviços
fornecidos por terceiros e assinar pré-contratos com dispensa de licitação”.
Evidentemente, se a estatal não for vencedora na concorrência relativa à
concessão ou permissão, os pré-contratos serão desfeitos automaticamente
(resolução de pleno direito), sem qualquer ônus para a estatal (sem
penalidades ou indenizações ao pré-contrato).

 Além das hipóteses de dispensa de licitação previstas na lei 8.666/1993,


cabe registrarmos a dispensa prevista na lei nº. 11.107/2005. Esse dispositivo
prevê que o consórcio público celebrado entre União, estados, DF e
municípios para a realização de objetivos de interesse comum poderá, para o
cumprimento desses objetivos, “ser contratado pela administração direta ou
indireta dos entes da Federação consorciados, dispensada a licitação”.

Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 É condição obrigatória para a eficácia do ato de dispensa ou inexigibilidade
que ele seja comunicado, dentro de 3 dias, a autoridade superior, para
ratificação e publicação na imprensa oficial, no prazo de 5 dias.

 Quanto à licitação dispensável, a lei exige a citada ratificação pela


autoridade superior para todas as hipóteses, exceto aquelas decorrentes de
contratos de pequeno valor, a saber:

 Obras e serviço de engenharia  até 15 mil reais


 Para outros serviços e compras  até 8 mil reais

OBS.: Quando se tratar de consórcios públicos entre sociedades de economia


mista ou empresas públicas, bem como por autarquia ou fundação qualificadas
como agências executivas, os limites serão o dobro.

 Depois de assinado o contrato não se pode mais revogar a licitação. Já a


anulação da licitação pode ser feita a qualquer tempo, a nulidade da licitação
implica a nulidade do contrato dela decorrente.

CONVITE TOMADA DE PREÇOS CONCORRÊNCIA


PARA OBRAS E
até 150 mil acima de 1,5
SERVIÇOS DE até 1,5 milhão de reais
reais milhão de reais
ENGENHARIA
PARA
COMPRAS E até 80 mil acima de
até 650 mil reais
SERVIÇOS NÃO reais 650 mil reais
MENCIONADOS

OBS.: No caso de consórcios públicos, aplicar-se-á o dobro desses valores,


quando formados por até 3 (três) entes da Federação, e o triplo, quando
formados por maior número.

 O leilão para alienação de bens móveis da administração está limitado a


bens avaliados, isolada ou globalmente, em quantia não superior a R$ 650 mil.
Acima disso, deve ser utilizada a modalidade concorrência. (ver tabela – R2)

 No pregão a habilitação é sempre posterior à fase de julgamento e


classificação, ao passo que na concorrência prévia aos contratos de parcerias
público-privadas (PPP) e de concessão de serviços públicos essa inversão das
fases é facultada à Administração, ficando inteiramente a seu critério,
discricionariamente, efetiva-la, ou não.

 No pregão o prazo de validade das propostas será de 60 dias, se outro não


estiver fixado no edital.

 As normas da lei nº. 8666/1993 aplicam-se subsidiariamente à


modalidade pregão de licitação.

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 A licitação na modalidade de pregão, na forma eletrônica, não se aplica às
contratações de obras de engenharia, bem como às locações imobiliárias e
alienações em geral.

 A consulta é modalidade de licitação exclusiva de agências reguladoras,


para a aquisição de bens e serviços não comuns, excetuados obras e serviços
de engenharia civil, na qual as propostas serão julgadas por um júri, segundo
critério que leve em consideração, ponderadamente, custo e benefício
(participarão pelo menos 5 pessoas, físicas ou jurídicas).

 O motivo é a situação de fato e de direito que serve de fundamento para a


prática do ato.

 A motivação vem a ser a exposição dos motivos que determinaram a prática


do ato, a exteriorização dos motivos que levaram a administração a praticar o
ato, a declaração escrita desses motivos.

 Segundo a teoria dos motivos determinantes, quando a administração


declara o motivo que determinou a prática de um ato discricionário que, em
princípio, prescindiria de motivação expressa, fica vinculada à existência do
motivo por ela, administração, declarado,

 É tradicional a doutrina afirmar que, nos atos vinculados, motivo e objeto


são vinculados, ao passo que nos atos discricionários, motivo e objeto são
discricionários. Portanto, são os elementos motivo e objeto que permitem
verificar se o ato é vinculado ou discricionário.

 Só existe mérito administrativo em atos discricionários.

 A convalidação foi positivada na Lei 9.784 como uma faculdade da


administração, como um ato discricionário do Poder Público, que só é
legítimo quando devidamente motivado e comprovado a não ocorrência de
lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros. Fora essas hipóteses, a
administração está obrigada a anular seus atos ilegais.

 O ato de convalidação tem efeitos ex-tunc, retroagindo seus efeitos ao


momento em que foi praticado o ato originário (objeto da convalidação).

 Pág. 404 e 405 – Direito Administrativo Descomplicado.

 A remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e e,pregos


públicos da Administração Direta, autárquica e fundacional, dos membros de
qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e
os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos
cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra
natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do
STF, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos

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Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do
Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do
Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça,
limitado a 90,25% do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do STF, no
âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério
Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos.

 Não serão computadas na aplicação do teto de remuneração as parcelas de


caráter indenizatório previstas em Lei.

 É facultativo aos Estados e ao Distrito Federal fixar em seu âmbito, mediante


emenda às respectivas Constituições e Lei orgânica, como limite único, o
subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo TJ, limitado a 90,25% do
subsídio mensal dos Ministros do STF.

 Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não


poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. Evidentemente, essa
regra somente pode se referir a cargos assemelhados nos três poderes.

 Relativamente ao salário dos empregados públicos das empresas públicas e


das sociedades de economia mista, e suas subsidiárias, os tetos somente se
aplicam àquelas que receberem recursos da União, dos Estados, do Distrito
Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal de custeio
em geral.

DIREITO DE GREVE

 Dos Servidores Públicos:

Norma constitucional de eficácia limitada.

 Dos trabalhadores da iniciativa privada:

Norma constitucional de Eficácia contida.

Obs.: Classificação de José Afonso da Silva

É necessária a edição de Lei Ordinária específica que estabeleça os


termos e limites do exercício do direito de greve do Servidor Público civil
(no texto originário da Constituição, modificado pela EC nº. 19/1998, era
exigida Lei Complementar).

A Lei regulamentadora do direito de greve dos Servidores Públicos,


requerida pela Carta da República, até hoje não foi editada. É relevante
registrar que, em face da desabrida inércia de nosso Legislador, o STF no
julgamento de três mandados de injunção vem adotando a denominada
posição concretista geral, determinou a aplicação temporária ao setor
público, no que couber, da Lei de greve vigente, no setor privado, até que o
Congresso Nacional edite a mencionada Lei Regulamentadora.

Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 É muito relevante registrar que a modificação do Caput do Art. 39,
introduzida pela EC nº. 19/1998, teve sua eficácia suspensa, pelo STF, a partir
de agosto de 2007, porque a Câmara dos Deputados não observou, quanto a
esse dispositivo, a exigência de aprovação em dois turnos (CF art. 60 § 2º). A
partir dessa decisão, e até que seja decidido o mérito da causa, voltou a vigorar
a redação original do Caput do Art. 39 da Constituição, que, exige a adoção,
por parte de cada ente da federação, de um só regime jurídico aplicável a todos
os servidores integrantes de suas administrações direta, autárquica e
fundacional.

SUBSÍDIO

Introduzido pela EC nº. 19/1998, o subsídio caracteriza-se por ser um


estipêndio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer
gratificação, adicional, abono, verba de representação ou outra espécie
remuneratória. É modalidade de remuneração (em sentido amplo) de
aplicação obrigatória para os Agentes Políticos e para Servidores Públicos de
determinadas carreiras.

VENCIMENTOS

É a contraprestação pecuniária paga aos empregados públicos,


contratados sob o Regime Jurídico Trabalhista (contratual).
 A parte final do inciso X do Art. 37, assegura revisão geral anual da
remuneração e do subsídio dos Servidores Públicos sempre na mesma data e
sem distinção de índices. Antes da EC nº. 19/1998, os militares estavam
incluídos nessa regra, o que não mais ocorre. Cabe ressaltar, ainda, que foi
somente a partir da EC nº. 19 que o inciso passou a estabelecer periodicidade
anula para a revisão geral de remuneração. O texto originário exigia revisão na
mesma data, mas não aludia a qualquer periodicidade.

 O princípio do Processo Judicial que veda a ‘reformaio in pejus’ não se aplica


ao processo administrativo.

 A fixação do subsídio dos Ministros do STF é de iniciativa privativa do próprio


STF. A EC nº. 41/2003 acabou com a exigência, que havia sido criada pela EC
nº. 19/1998, de iniciativa conjunta dos presidentes da República, da Câmara
dos Deputados, do Senado Federal e do STF para a fixação desses subsídios.
Deve-se registrar, por óbvio, que o Projeto de Lei Regulamentar, como
qualquer outro Projeto de Lei, será submetido à sanção ou veto do Presidente
da República.

Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
SÃO QUATRO OS REQUISITOS CUMULATIVOS PARA AQUISIÇÃO DE
ESTABILIDADE.

 Concurso Público;
 Nomeação para Cargo Público efetivo;
 Três anos de efetivo exercício de cargo;
 Avaliação especial de desempenho por Comissão instituída para essa
finalidade.

O SERVIDOR ESTÁVEL SOMENTE PERDERÁ O CARGO EM UMA DESSAS


HIPÓTESES:

 Sentença judicial transitada em julgado;


 Processo Administrativo Disciplinar, assegurada ampla defesa;
 Mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma
de Lei complementar, assegurada ampla defesa;
 Excesso de despesa com Pessoal, nos termos do Art. 169 § 4º.

 Página 363/5.8

 Os princípios da Razoabilidade e da Proporcionalidade encontram


aplicação especialmente no controle de atos discricionários que impliquem
restrição ou condicionamento a direitos dos administrados ou imposição de
sanções administrativas.

 Sendo o ato ofensivo aos princípios da razoabilidade e de proporcionalidade,


será declarada sua nulidade; o ato será anulado, e não revogado. Trata-se de
um controle de legalidade e não de mérito.

 Razoabilidade -> Adequação


-> Necessidade

 O postulado da proporcionalidade é importante, sobretudo, no controle dos


atos sancionatórios, especialmente nos atos de Polícia Administrativa.

 O princípio da indisponibilidade está presente em toda e qualquer atuação


da Administração Pública – diferentemente do que ocorre com o princípio da
supremacia do interesse público, que fundamenta essencialmente os atos de
império do Poder Público.

 Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em


situação de emergência. Também não se considera descontinuidade a
interrupção do serviço, exigido aviso prévio, quando:

 Motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações;


 Motivada por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da
coletividade.

 As ações de ressarcimento ao erário são imprescritíveis.

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 Na prática de um ato individual, o Agente Público está obrigado a observar
não só a Lei e os Princípios jurídicos, mas também os decretos, as Portarias, as
instruções normativas, ao pareceres, em suma, os atos administrativos gerais
que sejam pertinentes àquela situação concreta com que ele se depara.

 No exercício de atividade Jurisdicional, o Poder Judiciário jamais controla


mérito administrativo, ou seja, jamais revoga atos administrativos.

REGIME DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS

 As regras pertinentes ao RGPS têm aplicação apenas subsidiária ao RPPS dos


Servidores estatutários de cargos efetivos.

 EC nº. 20/1998 > 1ª Reforma da Previdência Social


EC nº. 41/2003 > 2ª Reforma da Previdência Social

Obs.: A EC nº. 47/2003 trouxe pequenas modificações.

 É importante destacar que nenhuma dessas “Reformas” realizou a tão


propalada unificação dos regimes de Previdência Social.

 É vedado, ao Legislador, estabelecer qualquer forma de contagem de tempo


de contribuição fictício.

 Devem contribuir para o Sistema o ente Público (União, Estado, DF ou


Municípios), os servidores ativos e inativos e os pensionistas. As contribuições
devem observar critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial do
Sistema.

 O STF considerou constitucional a exigência de contribuição previdenciária


dos servidores públicos inativos, inclusive daqueles que já estavam
aposentados, ou eram pensionistas, antes da publicação da EC nº. 41/2003.

 A EC nº. 41/2003 cuidou de proibir a existência de mais de um regime


próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos, e
de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal.

 É proibida a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime


próprio de previdência dos servidores estatuários, ressalvadas as
aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis previstos na Constituição
Federal.

 É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão


de aposentadoria aos abrangidos pelo RPPS, ressalvados, nos termos definidos
em Leis Complementares, os casos de servidores:

 Portadores de deficiência;
 Que exerçam atividades de risco;

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 Cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que
prejudiquem a saúde ou a integridade física.

 Ver Art. 40 § 7º CF/88

 A instituição do regime de previdência complementar é de instituição


obrigatória para a pessoa política que pretenda estabelecer como teto dos
proventos por ela pagos o limite de benefícios do RGPS, e será feita por meio
de Lei Ordinária de iniciativa do chefe do Executivo.

 Qualquer que seja a data da aposentadoria ou do início do recebimento da


pensão, os servidores públicos e seus pensionistas estarão sujeitos à
contribuição previdenciária incidente apenas sobre o valor dos proventos que
ultrapassar o limite dos proventos pagos pelo RGPS.

 A EC nº. 41/2003 criou uma figura literalmente denominada “abono de


permanência”. Esse “abono” equivale financeiramente, à dispensa do
pagamento da contribuição previdenciária para o servidor que permaneça em
atividade após ter completado os requisitos para requerer a aposentadoria
voluntária não proporcional (60 anos de idade e 35 de contribuição, se homem;
55 anos de idade e 30 de contribuição, se mulher; 10 anos de efetivo exercício
no serviço público; 5 anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria). O
servidor fará jus ao abono enquanto permanecer na ativa, até o limite de 70
anos, idade em que é alcançado pela aposentadoria compulsória.

 Ver Art. 40 § 1º (IMPORTANTE)

 No caso de professor ou professora que comprove exclusivamente tempo de


efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino
fundamental e médio, o tempo de contribuição e o limite de idade são
reduzidos em 5 anos para a concessão de aposentadoria voluntária não
proporcional.

ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

 A Administração Fazendária e seus servidores fiscais terão, dentro de suas


áreas de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores
administrativos, na forma da Lei.

 As Administrações Tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e


dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas
por servidores de carreiras específicas, terão recursos prioritários para a
realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o
compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou
convênio.

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RESPONSABILIDADE CIVIL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:

 As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de


serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade,
causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável
nos casos de dolo ou culpa (caso de responsabilidade objetiva do Estado).

 Para o STF, na hipótese de dano ocasionado por omissão na prestação de


um serviço público, a responsabilidade do Estado é subjetiva, na modalidade
culpa administrativa, também conhecida como culpa anônima ou culpa do
serviço.

 O princípio da motivação dos atos administrativos não é um princípio que


esteja expresso no texto da Constituição para toda a administração pública,
entretanto, especificamente para a atuação administrativa dos tribunais do
Poder Judiciário a motivação está expressamente exigida no texto
constitucional.

 É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando


houver compatibilidade de horários nos seguintes casos:

 Dois cargos de professor;


 Um cargo de professor com outro, técnico ou científico;
 Dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com
profissões regulamentadas;

Obs.: A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange


autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista, suas
subsidiárias, e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo Poder
Público.

 A proibição estende-se à acumulação de proventos de aposentadoria pagos


pelos regimes próprios de previdência social. Trata-se, todavia, de uma vedação
menos abrangente, porque não inclui os cargos eletivos, nem os cargos em
comissão, além de não incluir proventos e remunerações de cargos cuja
acumulação seja lícita.

 A contratação temporária na esfera federal não é feita mediante concurso


público, mas sim por meio de Processo Seletivo Simplificado sujeito a
ampla divulgação, inclusive do DOU. É dispensado processo seletivo na
hipótese de contratação para atender às necessidades decorrentes de
calamidade pública.

Obs.: Temporária tem que ser a necessidade, não a natureza da atividade para
a qual se contrata.

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NÃO PODEM SER OBJETO DE DELEGAÇÃO:

 A edição de atos de caráter normativo;


 A decisão de recursos administrativos;
 As matérias de competência exclusiva do Órgão ou Autoridade.

 Avocação consiste no poder que possui o Superior de chamar para si a


execução de atribuições cometidas originariamente a seus subordinados.

 Subordinação Vinculação

Só existe no âmbito Existe entre duas


de uma mesma Pessoa Pessoas Jurídicas integrantes
Jurídica. Não existe da Administração Pública, mais
subordinação entre duas precisamente, entre a
Pessoas Jurídicas. Administração Direta e as
Entidades da respectiva
Administração indireta.

 ACEPÇÕES DE SERVIÇO PÚBLICO:

 MATERIAL = Considera que determinadas atividades, por sua


natureza, deve ser consideradas serviços públicos pela escola
Essencialista.
 SUBJETIVA = Considera público qualquer serviço prestado
diretamente pelo Estado. Essa concepção entrou em declínio a
partir do surgimento das formas de prestação indireta de serviços
públicos mediante delegação à Pessoas Privadas.
 FORMAL = Considera serviço público qualquer atividade de
oferecimento de utilidade material à coletividade, desde que, por
opção do ordenamento jurídico, essa atividade deva ser
desenvolvida sob regime de direito público, Corresponde à
corrente Formalista, adotada pelo Brasil.

 Princípios dos Contratos

 Autonomia da vontade
 Lex Inter Partes
 Pacta Sunt Servanda (de forma amena).

 A doutrina usualmente emprega a expressão “Contrato Administrativo”


para referir-se aos contratos regidos predominantemente pelo direito público
nos quais a administração figura em posição jurídica de supremacia, e, em
contraposição, o termo “Contrato da Administração”, para aludir aos
contratos regidos predominantemente pelo direito privado, em que a
administração está, em princípio, em condição de igualdade jurídica com o
particular.

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Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 Os Contratos Administrativos são sempre formais e escritos.

 É nulo e de nenhum efeito o contrato verbal com a Administração, salvo o de


pequenas compras de pronto pagamento , assim entendidas aquelas de
valor não superior a R$ 4.000,00 (quatro mil reais), feitas em regime de
adiantamento.

 A publicação é condição indispensável para a eficácia do contrato.

 Os Contratos Administrativos enquadram-se na categoria dos denominados


Contratos de Adesão.

 Enquanto nos atos vinculados a Autoridade Pública está presa à Lei em


todos os seus elementos (competência, finalidade, forma, motivo e objeto), ao
praticar o ato discricionário dispõe de certa liberdade (dentro dos limites da Lei)
quanto à escolha dos motivos (oportunidade e conveniência), e do objeto
(conteúdo). Segundo a doutrina tradicional, os elementos competência,
finalidade e forma são sempre de natureza vinculada, em qualquer tipo de ato,
vinculado ou discricionário.

O subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são


irredutíveis.

Obs.:
 Empregado público, regido precipuamente pela CLT, recebe salário, e os
salários possuem regra própria, constante no art. 7º, inciso VI da
Constituição, que, apesar de assegurada a irredutibilidade, ressalva o
disposto em correção ou acordo coletivo.
 A irredutibilidade não impede a criação ou majoração de tributos
incidentes sobre os vencimentos ou subsídios.
 A jurisprudência do STF afirma que essa irredutibilidade dos vencimentos
e subsídios é nominal, ou seja, não confere direito a reajustamento em
decorrência de perda de poder aquisitivo da moeda. Em outras palavras,
inexiste garantia de irredutibilidade real de vencimentos ou subsídios.
Assim, não importam os índices de inflação; mantidos inalterados os
vencimentos estará respeitado o direito à irredutibilidade.

 Somente por lei especifica poderá ser criada autarquia e autorizada a


instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação,
cabendo a lei complementar, neste último caso, definir as áreas de sua
atuação.

 Os poderes executivo, legislativo e judiciário publicarão anualmente os


valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos.

 O tempo de contribuição será contado para efeito de aposentadoria e o


tempo de serviço para efeito de disponibilidade.

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Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarados em
lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de
emprego público, aplica-se o regime geral de previdência social.

 Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará


em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até
seu adequado aproveitamento em outro cargo.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

 Em sentido material ou objetivo refere-se tão-somente a natureza da


atividade e o regime jurídico sob o qual é exercida, não importa quem a exerça.

 A acepção material tem relevância meramente acadêmica ou doutrinária,


porquanto no ordenamento jurídico brasileiro é adotado o critério formal de
Administração Pública.

 Em sentido formal ou subjetivo é o conjunto de Órgãos e Pessoas Jurídicas


que o nosso ordenamento jurídico identifica como Administração Pública, não
importam a atividade que exerçam.

 A criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas


Federais é competência do Congresso Nacional, exercida por meio de Lei, que
será de iniciativa privativa do Presidente da República quando se tratar de
cargos, funções ou empregos públicos na Administração Direta e
Autárquica Federal.

 A extinção de funções ou cargos públicos Federais vagos é de competência


privativa do Presidente da República, exercida por meio de Decreto Autônomo.

 A criação e extinção de Ministérios e Órgãos da Administração Pública


Federal é competência do Congresso Nacional, exercida por meio de Lei de
iniciativa privativa do Presidente da República.

 A organização e funcionamento da Administração Federal, quando não


implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de Órgãos Públicos é
competência privativa do Presidente da República, exercida por meio de
Decreto Autônomo.

Obs.: EC nº. 32/2001 (ambos Decreto Autônomo)

 A triplicidade só existe com relação aos atos unilaterais; não existe nos
contratos porque, com relação a eles, não há imposição de vontade da
Administração, que depende sempre da aceitação do particular; nada impede
que as partes convencionem um contrato inonimado, desde que atenda melhor
ao interesse público e ao do particular.

 Os Atos Administrativos são sempre manifestações unilaterais de vontade


(as bilaterais compõem os chamados contratos Administrativos).

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Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 Só as manifestações ou declarações exaradas no âmbito de relações
jurídicas de direito público são consideradas Atos Administrativos.

 Em regra, Ato Administrativo e Fato administrativo são figuras relacionadas,


pois este normalmente é conseqüência daquele.

 Em síntese, o ato administrativo é uma manifestação de vontade, de


conteúdo jurídico da Administração Pública; o Fato Administrativo, por seu
turno, não é provido de conteúdo jurídico, não tem por escopo a produção de
efeitos jurídicos; configura a realização material, a execução prática de uma
decisão ou determinação da Administração. Assim, não se aplica ao Fato
Administrativo a teoria geral do Ato administrativo (requisitos ou elementos,
atributos, revogação, etc.).

 “Funcionário de fato” é aquele cuja investidura foi irregular, mas cuja


situação tem aparência de legalidade. Reputam-se válidos os atos por ele
praticados, se por outra razão não forem viciados.

 Por outro lado, uma vez invalidada a investidura do funcionário de fato, nem
por isso ficará ele obrigado a repor aos cofres públicos aquilo que percebeu até
então.
 A possibilidade de alteração unilateral do contrato pela Administração
somente abrange as cláusulas regulamentares ou de serviço (as que dispõem
sobre o projeto do contrato e sua execução). Nunca podem ser modificadas
unilateralmente as denominadas cláusulas econômico-financeiras e monetárias
dos contratos, que estabelecem a relação entre a remuneração e os encargos
do contratado, relação esta que deve ser mantida durante toda a execução do
contrato.

 A declaração de nulidade do Contrato Administrativo opera retroativamente,


impedindo os efeitos jurídicos que ele, ordinariamente, deveria produzir, além
de desconstituir os já produzidos.

 Entretanto, a nulidade não exonera a Administração do dever de indenizar o


contratado pelo que este houver executado até a data em que ela for declarada
e por outros prejuízos regularmente comprovados – indenização dos danos
emergentes – contanto que não seja a nulidade, imputável ao administrado.

 A Lei assegura o direito à indenização dos denominados danos emergentes,


mas não dos lucros cessantes (indenização baseada no valor estimado do lucro
que o contratado teria com a execução do contrato, e deixará de obter em
decorrência da rescisão).

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Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 REVISÃO REAJUSTE

 A Revisão do contrato tem lugar quando a Administração procede a


alteração unilateral de suas cláusulas de execução, afetando a equação
econômica original, ou quando algum evento, mesmo que externo ao
contrato, modifica extraordinariamente os custos de sua execução,
nessas hipóteses, o contratado tem direito à chamada revisão do
contrato, para restabelecimento de seu equilíbrio econômico-financeiro.

 O mero Reajuste é algo que ocorre periodicamente, estando


relacionado à inflação ordinária ou a perda ordinária de poder aquisitivo
da moeda, seguindo índices determinados, tudo conforme previamente
estabelecido no próprio contrato.

 Ambos, Revisão e Reajuste, têm como fundamento a inalterabilidade do


equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS SERVIDORES DO STF

 Salvo os casos previstos em lei, a publicidade dos atos administrativos


constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão
comprometimento ético.

 É vedado ao servidor do STF manter sob subordinação hierárquica cônjuge


ou parente, em linha reta ou colateral, até 3º grau.

 Os servidores nomeados ou designados para o exercício dos cargos em


comissão de níveis CJ-3 e CJ-4, não esquecendo da natureza das atribuições,
obedecerão a regras específicas, além das demais normas constantes no
código.

 As alterações relevantes no valor ou na natureza do patrimônio das


autoridades deverão ser imediatamente comunicadas à comissão de ética do
STF.

 A autoridade que mantiver participação superior a 5% do capital de


sociedade de economia mista, de instituição financeira ou de empresa que
negocie com o poder público deve comunicar o fato à comissão de ética do
STF.

 É vedado aceitar presentes, salvo de autoridades estrangeiras nos casos


protocolares em que houver reciprocidade.

 Na ausência de lei sobre prazo diverso, será de 4 meses contados da


exoneração, o período de interdição para atividade incompatível com o cargo
anteriormente exercido, obrigando-se a autoridade a observar, neste prazo, as
seguintes regras:

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Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".
 Não aceitar cargo de administrador, consultor ou conselheiro ou
estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica coma qual
tenha mantido relacionamento oficial direto e relevante nos 6 meses
anteriores à exoneração.
 Não intervir, em benefício eu em nome de pessoa física ou jurídica, junto
a órgão ou a entidade da administração pública federal com que tenha
tido relacionamento oficial direto e relevante nos 6 meses anteriores à
exoneração.

 A Comissão será composta pelo Secretário de Controle Interno e por dois


membros escolhidos dentre os servidores do quadro de Pessoal do Tribunal. O
Presidente do STF designará os demais membros da Comissão e os seus
suplentes. Caberá ai Secretário de Controle Interno exercer a Presidência da
Comissão. Servidores que estejam respondendo a processo civil, penal ou
administrativo ficam impedidos de compor a Comissão.

 Os integrantes da Comissão desempenharão suas atribuições


concomitantemente com as de seus respectivos cargos. Não haverá
remuneração pelos trabalhos desenvolvidos na Comissão de Ética, os quais
serão considerados prestação de relevante serviço público e constarão na ficha
funcional do servidor.

 A Comissão de Ética deverá comunicar a instauração do processo ao


envolvido, com imediata ciência ao:

 Presidente do Tribunal, quando se tratar de Autoridade nomeada para os


cargos em comissão CJ – 3 e CJ – 4
 Diretor Geral, quando se tratar dos demais servidores.

 A Autoridade ou o Servidor, após o enquadramento da infração ética, terá


prazo de 5 dias para apresentar defesa escrita, assegurada vista do Processo.

 A conclusão da apuração não excederá 20 dias, contados da data de


instauração do Processo, admitida a sua prorrogação por igual período.

 A Comissão de ética cientificará:

 Á Comissão Permanente Disciplinar, quando a conduta apurada for


tipificada como infração disciplinar; e
 À entidade de classe a que pertencer o Servidor, quando a conduta
caracterizar violação à norma prevista no Estatuto Profissional
respectivo.

 A violação as normas estipuladas neste Código acarretará as penalidades de


Censura ou Advertência.

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 O Presidente do STF aplicará as penalidades de:

 Advertência, às Autoridades no exercício dos cargos em comissão CJ - 3


e CJ – 4
 Censura, às Autoridades supramencionadas que já tiverem deixado o
cargo.

 Da decisão, desde que haja fato novo, caberá pedido de reconsideração ao


próprio Presidente do Tribunal, no prazo de 5 dias, a contar da data da ciência
do interessado;

 Incumbirá ao Diretor-Geral aplicar a penalidade de censura aos demais


servidores que descumpram o Código de Ética, admitido recurso ao Presidente
do STF, no prazo de 5 dias, contados da data da ciência do interessado.

 As penalidades decorrentes da aplicação deste Código, após o trânsito


recursal, serão publicadas no Boletim de Serviço do STF.

 Os casos omissos serão decididos pelo Presidente do Supremo Tribunal


Federal.

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Este material foi produzido pelo Prof. Kalebe Dionisio e faz parte dos Bônus oferecidos no curso: "Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano".