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Oficina de produção textual – Linguagens

Ensino Médio – EaD


Material do aluno

OFICINA DE PRODUÇÃO TEXTUAL – Artigo de opinião

Caro Aluno,

Esta oficina tem como objetivo geral ampliar a sua competência escritora em língua portuguesa por
meio do contato com o gênero textual artigo de opinião.

Neste material, você poderá observar as competências a serem desenvolvidas e os conteúdos


abordados durante a realização da oficina. Além disso, terá acesso aos exercícios e à proposta de
produção textual.

Você poderá obter mais informações acerca da produção textual exigida no Ensino Médio por meio
da consulta à Parte III – Elaborando a redação – Manual do Aluno – Ensino Fundamental e Ensino
Médio – Modalidade de Ensino a Distância.

Consulte o citado material e encontre lá muitas respostas para as suas dúvidas! Bons estudos!

I. Habilidades e competências a serem desenvolvidas por você


 Compreender a proposta de redação e aplicar informações das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o tema, empregando a estrutura do texto dissertativo-
argumentativo;
 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos
em defesa de um ponto de vista;
 Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção de
um texto coerente e coeso;
 Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos
humanos;
 Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.

II. Conteúdos

 Artigo de opinião: O peso da tecnologia, de Jairo Bouer


 Podcast: Elementos do texto dissertativo-argumentativo
 Características do artigo de opinião
 Etapas do processo de produção de um texto escrito
 Artigo de opinião: Ninguém mais será anônimo nas ruas, de Ronaldo Lemos
 Tira: Nosso mundo conectado, de David Horsey
 Texto informativo retirado do site Tecmundo: Tecnologia prejudica relacionamento
entre pessoas? Pesquisa mostra que não.
 Dicas para ajudar na revisão de seu texto

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III. Atividades

1. Leia o texto O peso da tecnologia, de Jairo Bouer.

1º§ Você pode avaliar o impacto que uma TV, um computador e um carro podem ter na vida e na
saúde da sua família?
2º§ Um novo estudo, divulgado na última semana pela agência de notícias AFP, realizado pela
Universidade Simon Fraser, do Canadá, mostrou que essas comodidades da vida moderna
aumentam muito o risco de obesidade, principalmente nos países em desenvolvimento, em que
parcelas significativas da população melhoraram sua condição econômica e passaram a adquirir
esses bens de consumo recentemente (como é o caso do Brasil da última década).
3º§ A pesquisa, feita com mais de 150 mil pessoas, em 17 países, mostrou uma relação direta
entre esses itens de consumo, maior sedentarismo e risco aumentado de obesidade e doenças
dela decorrentes (como diabete e hipertensão). A taxa de obesidade nos países em
desenvolvimento pula de 3,4% entre os que não têm nenhuma dessas "máquinas" para 14,5%
entre aqueles que têm as três.
4º§ Os proprietários dos três equipamentos são 30% menos ativos, permanecem sentados 20% a
mais de tempo e têm, em média, 9 centímetros a mais na circunferência abdominal do que os que
não têm nenhum dos três. Quanto mais tempo permanecem sentados, mais alimentos calóricos
são ingeridos, menos disposição eles têm para se engajar em atividades físicas e, como
consequência, mais quilos se acumulam em seus corpos.
(...)
5º§ Esse padrão de aumento de peso e obesidade ligado ao acúmulo de tecnologias da vida
moderna não é exatamente uma novidade nos países desenvolvidos, em que a maior parte da
população já tem acesso a esses bens de consumo. Não é à toa que, por exemplo, ingleses,
americanos e canadenses lutam contra essa verdadeira "epidemia" de obesidade há décadas. A
novidade é a migração desse padrão para países em desenvolvimento, o que pode onerar ainda
mais sistemas combalidos de saúde pública, que já enfrentam tantas limitações de orçamento.
(...)
6º§ Moral da história: foco urgente na informação e na educação para hábitos saudáveis nesse
grupo.
BOUER, Jairo. Jornal O peso da tecnologia. Jornal O Estado de S.Paulo. Disponível em:
<http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-peso-da-tecnologia,1130911,0.htm>. Adaptado. Acesso em: 17
fev. 2014. 9h33min.

2. Após a leitura, preencha o quadro abaixo, com base nos conhecimentos que você já tem sobre as
características do tipo textual dissertativo-argumentativo*. Insira os nomes das partes da
estrutura que normalmente devem compor uma dissertação-argumentativa, faça um breve
resumo sobre o que cada parágrafo trata e complete as demais informações solicitadas.

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O peso da tecnologia
1º parágrafo

2º parágrafo

3º parágrafo

4º parágrafo

5º parágrafo

6º parágrafo

Assunto
principal

Opinião do
autor sobre o
assunto

Relação do
título com o
assunto

* Título – Introdução – Desenvolvimento – Conclusão

3. Antes de conferir as respostas, ouça o podcast Elementos do texto dissertativo-argumentativo,


disponível no Portal EJA > www.eja.educacao.or.br > Biblioteca digital > Linguagens > Podcasts >
Ensino Médio.

4. Após a audição do podcast, leia mais uma vez o texto O peso da tecnologia e confira as respostas
da atividade 1, fazendo as alterações ou inclusões necessárias.

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5. Compartilhe as suas respostas com os seus colegas.

6. Acrescente as informações que ficaram faltando de acordo com as explicações de seu monitor.

7. O texto O peso da tecnologia é considerado um artigo de opinião, pois apresenta a interpretação


do autor sobre como as tecnologias contemporâneas podem levar as pessoas à obesidade e não
reflete a opinião do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe, com o seu monitor, as principais características de um artigo de opinião.

Artigo de opinião: texto de opinião, dissertativo, que traz a interpretação do autor


sobre um fato ou tema (político, cultural, comportamental, científico, social, etc.). É
assinado e não reflete necessariamente a opinião do jornal ou da revista que o
publica.
 Título: reflete o assunto principal do artigo e a opinião do autor.

 Introdução:
o é a base da construção do texto;
o apresenta o assunto e a opinião do autor, dando abertura para o
debate.
 Desenvolvimento:
o Argumentação a favor ou contra o assunto;
o Deve responder às perguntas: Como? e/ou Por quê?
o Como deixar a argumentação mais convincente?
Estrutura
 Não fazer afirmações baseadas em emoções, crenças pessoais
ou preconceitos;
 Usar argumentos baseados em dados estatísticos, pesquisas
de renome, informações extraídas da filosofia, sociologia,
biologia, física, química, geografia, história, linguística,
matemática, etc.;
 Evitar o “lugar-comum” (Ex.: A culpa é do governo...).
 Conclusão: fechamento das ideias construídas no desenvolvimento;
apresenta soluções que podem resolver ou minimizar a situação-
problema apresentada na introdução do artigo.
Linguagem  Formal; atende às exigências da norma culta da língua portuguesa; às
vezes, impessoal (uso da 3ª pessoa); outras, com certa subjetividade
(uso da 1ª pessoa).

8. Agora que você leu um artigo de opinião, identificou a sua estrutura, reconheceu como o autor
expôs as suas ideias, chegou o momento de preparar-se para redigir o seu próprio artigo de
opinião. Antes, observe um roteiro que tem o objetivo de auxiliá-lo em sua produção textual.

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Sugestão de roteiro com etapas para a produção de um texto escrito:

CINTRA, Anna Maria Marques e PASSARELI, Lílian Ghiuro. Leitura e produção de texto. São Paulo: Blucher, 2011. (Série a
reflexão e a prática no ensino; 3 / Márcio Rogério de Oliveira Cano, coordenador.) p. 104. Adaptado.

 Planejamento
o Compreensão do que a proposta pede;
o Busca de informações sobre o assunto na própria memória (conhecimentos
prévios);
o Resgate de fatos ou ideias relacionados;
o Procura de conexão entre o assunto e outras áreas do conhecimento
(intertextualidade);
o Seleção do que é relevante para o que a proposta solicita;
o Organização mental de como os fatos/as ideias se inter-relacionam.

 Tradução de ideias em palavras


o Elaboração do texto provisório: momento de colocar as ideias no papel;
o Produção da primeira versão (esboço/rascunho).

 Revisão
o Adequação das palavras e construções às suas intenções enquanto autor do
texto;
o Análise de como as ideias estão apresentadas: de maneira organizada, clara
e coerente;
o Correção de erros ortográficos e gramaticais;

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o Adequação do texto ao público que lerá o texto;


o Adequação do texto à finalidade estabelecida pela proposta e pelo
planejamento;
o É interessante deixar o texto “dormir”, ou seja, distanciar-se um pouco do
texto para conseguir ter mais clareza sobre o que alterar.

 Editoração
o Acabamento do texto em seu aspecto visual;
o Ajustes gramaticais ou nos procedimentos de coesão – “pente fino”.

 Guardião do texto
o Estado permanente de alerta ou vigilância do autor para certificar-se de que
o texto está sendo produzido de maneira satisfatória; acompanha o autor
desde a etapa de planejamento até a de editoração.

CINTRA, Anna Maria Marques e PASSARELI, Lílian Ghiuro (coordenadoras). A pesquisa e o ensino em Língua
Portuguesa sob diferentes olhares. São Paulo: Blucher, 2012. p. 98-100.

9. Proposta de redação – Agora é a sua vez!

Você irá produzir um artigo de opinião. Para isso, leia os textos abaixo, pois servirão de estímulo
para a sua produção textual.

Texto 1

Ninguém mais será anônimo nas ruas

Você vai a uma festa cheia de pessoas que parecem


interessantes. Quem são elas? Um jeito de descobrir é perguntar
para os amigos. Outro vai ser usar aplicativos como o Nametag,
desenhados para o Google Glass.

Você aponta os óculos conectados do Google para alguém e bingo! O app mostra quem é,
seu perfil em redes sociais e até mesmo se a pessoa tem registros criminais.

De acordo com o fundador da empresa, Kevin Tussy: "O Nametag vai transformar a paquera
on-line e off-line em uma atividade muito mais segura e propiciar mais informações sobre as
pessoas que estão a nossa volta".

Traduzindo: estamos caminhando rapidamente para um mundo em que ninguém mais será
anônimo no espaço público. Nosso "login" para entrar nas redes sociais vai ser nosso próprio
rosto. E não vai ter "logout", exceto se você andar mascarado.

Como essa perspectiva incomoda organizações e pessoas preocupadas com a privacidade


(incluindo este colunista), o caminho para isso se disseminar vai ser árduo, mas não impossível.

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O Nametag só exibe perfis de pessoas que voluntariamente se cadastraram no aplicativo. Ou


seja, para eu poder ser identificado, tenho de me cadastrar.

Como tudo na internet, assim que os usuários perceberem as vantagens do cadastro (como
ganhar descontos em lojas que reconhecem automaticamente o seu rosto), vão deixar a ideia de
privacidade de lado e seguir em frente.

O Google anunciou que não vai aceitar aplicativos de reconhecimento facial no Google Glass.
Com isso, o Nametag está por ora banido. A questão é saber até quando.

LEMOS, Ronaldo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/152532-ninguem-mais-sera-anonimo-


nas-ruas.shtml>. Acesso em: 21 fev. 2014. 16h38min.

Vocabulário:

App: abreviação da palavra application. Aplicativo. Programa de computador criado para uma
finalidade específica. Exemplo: aplicativo de previsão do tempo.

Google Glass: acessório em forma de óculos que, com conexão à internet, câmera, microfone e
alto-falante embutidos, permite que o usuário tire fotos a partir de comandos de voz, envie
mensagens instantâneas, realize videoconferências, filme e compartilhe fatos ou situações ao vivo,
obtenha direções, etc. (Glass: óculos.)

Google: empresa multinacional norte-americana de serviços on-line e


programas de computador.

Login: informação de identificação que dá acesso a um computador ou programa.

Logout: ato que permite a saída de um computador, equipamento periférico ou programa.

Nametag: aplicativo que coleta informações sobre uma pessoa a partir do reconhecimento facial.

Off-line: sem conexão à internet; não estar disponível ao vivo; não estar pronto para a transmissão
imediata de dados, não estar em plena operação.

On-line: com conexão à internet; estar disponível ao vivo; estar pronto para a transmissão imediata
de dados; estar em plena operação.

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Texto 2

HORSEY, David. Disponível em: <http://offthewallsocial.com/tag/david-horsey-comic/>. Acesso em: 21 fev. 2014.


16h19min. Tradução livre.
Texto 3

Tecnologia prejudica relacionamento entre pessoas? Pesquisa mostra que não.

WILLTIRANDO.com.br. Disponível em: <http://www.willtirando.com.br/?d=3-2011&Pagina=3>. Acesso em: 20 jun.


2014. 10h47min.

Sociólogo, que estuda interação social há tempos, conclui que a tecnologia é uma ponte para
facilitar a relação entre as pessoas.

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Muito se fala sobre a maneira como as pessoas se relacionam hoje em dia com o advento da
tecnologia. Alguns pregam que o ser humano virou um “antissocial”, enquanto outros defendem a
tecnologia como ponte para facilitar o contato humano. Será que é possível cravar um certo ou
errado?

O sociólogo Keith Hampton tentou fazer isso numa pesquisa disponibilizada em PDF abertamente
aos internautas. Hampton, que estuda a interação social nos espaços públicos há tempos, compara
extensos registros filmados em lugares públicos dos EUA e chega a algumas conclusões bastante
curiosas, dando uma visão antes imperceptível aos olhos de não especialistas – todos nós, talvez?

O sociólogo diz que, em vez de isolar as pessoas, a tecnologia permite que elas estejam mais
conectadas. Ele cita exemplos como o reconhecimento de um vizinho, eventos de comunidade e
até mesmo resolução de problemas. “Hoje em dia é mais fácil conhecer o seu vizinho”, alega
Hampton em seu estudo.

De acordo com o pesquisador, nossa tendência para interagir com outros em público melhorou
muito desde os anos 1970. Em visitas que fez a locais inóspitos, o sociólogo percebeu que “a
porcentagem de pessoas sozinhas diminuiu” e citou diversos locais como exemplo para
embasamento de seu estudo.

“Quem iria pensar que, na América, 30 anos atrás, as mulheres não ficavam em público da mesma
forma que ficam agora? Acho que não paramos para pensar nisso”, crava Hampton no estudo que
realizou.

Tecmundo. Disponível em: <http://www.agenciaunico.com.br/blog/tecnologia-une-pessoas>. Acesso em25 fev.


2014. 11h40min.

Com base nos textos motivadores 1, 2 e 3 e nos conhecimentos construídos ao longo de sua
formação, redija um artigo de opinião na norma culta da língua portuguesa sobre o tema A
influência das redes sociais e da tecnologia digital nos relacionamentos pessoais da sociedade
do século XXI.

Lembre-se de que colocar em prática as etapas para a produção de um texto escrito, como:
“planejamento”, “tradução de ideias em palavras”, “revisão”, “editoração” e “guardião do texto”!

Sua redação deverá conter, no mínimo, 15 linhas e possuir os seguintes elementos:

• Título
• Introdução: uma breve apresentação do assunto que será discutido.
• Desenvolvimento: o momento em que você irá expor suas ideias e opiniões, seus argumentos
em relação ao tema proposto.
• Conclusão: é o fechamento da redação, com as suas ideias finais e proposta de intervenção na
sociedade.

Escreva um texto claro, com letra legível, utilizando parágrafos e respeitando as margens da folha.
Utilize caneta de tinta azul ou preta para escrever sua redação.

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10. Revisão e editoração

Essa atividade deverá ser realizada pelo menos um dia após a aplicação da primeira parte da
oficina para dar tempo de “o texto dormir”, ou seja, ocorrer um distanciamento entre a etapa
de produção e revisão.

Revise a sua redação atento ao papel do “guardião do texto”, e faça as adequações necessárias.

Para auxiliá-lo na etapa da revisão, observe as sugestões abaixo:

Dicas para ajudar na revisão de seu texto

a) LEIA cada oração para certificar-se de que ela soa adequadamente.

b) CIRCULE a introdução ou o início e a conclusão ou o fim. A introdução ou o início é


interessante? A conclusão ou o fim se conecta com o restante do texto?

c) ADICIONE, pelo menos, uma palavra de transição (na sequência, por causa disso, então,
agora, em primeiro lugar, finalmente, etc.)

Exemplos:

A princípio, chama a atenção... / Consequentemente, a palavra final será...

Primeiro, a mulher ficou hesitante, pois não sabia o que iria encontrar. Após vinte minutos,
finalmente decidiu entrar...

d) ADICIONE dois ou mais verbos de ação fortes.


Exemplos:
O cientista não quer...
O cientista rejeita / nega / opõe-se...
O carro caiu do viaduto...
O carro despencou / precipitou-se / tombou do viaduto...

e) ADICIONE dois ou mais adjetivos.


Exemplos:
Outro curioso estudo... / Outra grande pesquisa...
O passageiro desatento / distraído...

f) RETIRE qualquer oração que não dê suporte à ideia principal, isto é, que não acrescenta
nenhuma informação nova ou que não seja importante para o entendimento do texto.

g) TROQUE palavras caso haja orações que comecem do mesmo modo ou que repitam palavras.

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h) SUBSTITUA as conjunções (e, mas, porém, entretanto, portanto, contudo, etc.) que se
repetem nas orações.

i) ACRESCENTE palavras que ficaram faltando.

j) CORRIJA ou APAGUE palavras que não se adéquam plenamente ao texto.

AREVALO, Christian. A walk through the writing process. 2013. Adaptado. Tradução livre.

Após a primeira revisão, troque o seu texto com o de um colega, que deverá fazer a revisão da sua
redação, apontar as necessidades de alteração que ainda persistirem, compartilhando-as com
você e vice-versa.

Finalmente, na última etapa do processo, você fará a editoração de seu texto. Leia mais uma vez o
seu texto e faça os ajustes finais. Esta deverá ser a versão que você entregará ao seu monitor para
correção.

11. Correção das redações

Para saber como a sua redação será corrigida, leia os critérios de correção de redação que se
encontram no Manual de Redação – Ensino Fundamental e Ensino Médio – Modalidade de Ensino
Presencial ou no Manual do Monitor/Aluno – Ensino Fundamental e Ensino Médio – Modalidade
de Ensino a Distância - Parte III – Elaborando a Redação.

12. Indicações de estudo

No Mapa Curricular de Língua Portuguesa – Ensino Médio, dentro do Portal EJA, procure pelo
conteúdo Tipos de textos: argumentativos, dissertativos e carta argumentativa. Você encontrará
várias sugestões de estudo e leituras complementares.

Caminho de acesso: www.eja.educacao.com.br > Área do Aluno > Mapa Curricular > Ensino Médio
> Linguagens > Disciplinas > Língua Portuguesa > Tipos de textos: argumentativos, dissertativos e
carta argumentativa.

13. Referências bibliográficas

AREVALO, Christian. A walk through the writing process. 2013. Disponível em:
<http://prezi.com/embed/vmwqictu5v9n/?bgcolor=ffffff&amp;lock_to_path=0&amp;autoplay=0
&amp;autohide_ctrls=0&amp;features=undefined&amp;disabled_features=undefined"

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width="550" height="400" frameBorder="0" webkitAllowFullScreen mozAllowFullscreen


allowfullscreen>. Acesso em: 17 fev. 2014. 12h. Adaptado. Tradução livre.

FUNDAÇÃO BRADESCO. Matrizes de Referência para Avaliação da Educação de Jovens e Adultos:


6º ao 9º ano e Ensino Médio. Osasco, 2013.

BRADESCO, Fundação. Podcast Elementos do texto dissertativo-argumentativo. Ensino Médio. São


Paulo: 2013. Disponível em: <www.eja.educacao.org.br>. Acesso em: 13fev. 2015. 14h.

CINTRA, Anna Maria Marques e PASSARELI, Lílian Ghiuro (coordenadoras). A pesquisa e o ensino
em Língua Portuguesa sob diferentes olhares. São Paulo: Blucher, 2012. p. 98-100.

CINTRA, Anna Maria Marques e PASSARELI, Lílian Ghiuro. Leitura e produção de texto. São Paulo:
Blucher, 2011. (Série a reflexão e a prática no ensino; 3 / Márcio Rogério de Oliveira Cano,
coordenador.) p. 104. Adaptado.

COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. São Paulo: Editora Autêntica. 2010.

HOUAISS, Antônio. Dicionário eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora
Objetiva, 2009.

Estela Garcia da Silveira


esilveira@fundacaobradesco.org.br

Gilda dos Santos Galdino


ggaldino@fundacaobradesco.org.br

DEPEJA – Setor de Educação de Jovens e Adultos

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