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.'_-‹z¿: _- . _ _. - ` nes f 1 obra as conferências proferidas
_ _em sim-
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Reum ` ublicados em revistas e Jornais, aulas
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plësi-ás' aíâlsggâ Eurso de História do Rio Grande do Sul
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Kit §\ 3 `_ h.S\\' mmlbtm estabelecer fatos marcantes das reduçoes
ti \ 2 t . "* * que procllrflnd Para *uai Selecionei esses acontecimen-
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saâ@s », da Previna; ooin 1: temáticas dos simpósios ou inte-
nt, ` k tos
i-esses
de Llicor
os a lllifos nas ocasiões em, que precisei
_ expor _ e
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záís interpretar a obra da Companhia de Jesus, que até hoie
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tanta controvérsia provoca.
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. "x gt_ _ .Y . _ *išf-'J Aclaptei os artigos publicados e elaborei outros para
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- ~f«.»"*~_-›_*1Ê~sz.___~_ 1~'=z t dar uma organicidade a sequencia. Algumas repetiçoes
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¬\› -\«»‹~.~«¡..¬,_ š.. §'.:~*.z\.e; tgp' ;é';»~¿' são inevitáveis, pois os artigos foram publicados em
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, SÉ; .it-sê revistas, anais e jornais, ein locais e épocas diferentes.
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,__ Os capitulos estäo baseados na documentação de
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. _,~, ¿7¿.' a;, zlngclis, publicada pela Biblioteca Nacional, e em biblio-
tt .\i "~',‹_;í›; _, /fz.,`vv a' . . S
,Vol-1
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'.zu' grafia que se encontra ao alcance de todos, coino as
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tsâ* fr: obras de Antônio Sepp, Guillermo Furlong, Aurélio Por-
to, Arnaldo Bruxel e Artluir Rabuske. Examinei a histó-
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ria das reduções jesuíticas do Paraguai como parte inte-
«N W 1'
grante do sistema colonial espanhol, que utilizou os
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{§§¿Í._§š_` missionários para amansar os indios, segundo a filosofia
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de conquista, realizada em nome de Deus e de Sua Ma-
iestade.
Alguns historiadores, esquecendo as relações entn: o
Estado e a lgreia, no século XVII, caracterizaram as inis-
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Soes do Paraguai como uma república teocràitica comit-
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l\ ltiseu de bao Mit- 7

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'derarâfll as missões como um Os lugos ocuparam o litoral, os chamados Campos de
Viamão, a partir de 1725, desceram pelo albardão entre
nista.
impérioUI15 químtgsdcrgnãésuítas
teocratiçno no coração
objetivo preparar da Amégica
uma base territo_ a laguna dos Patos e o Atlântico, povoaram em 1737 São
do Sul, tend° co a defender 0 Papa adlstalflte penÍ“` Pedro de Rio Grande até o Chuí. A partir de 1752, reee-
rial e exércit05 Parte a moda do anti-clericalismo, que beram sesmarias na margem esquerda do rio Iacuí, des-
sula itálica. lijuãan assado, surgiram várias obras sobre de o Guaíba até o rio Pardo. Depois, os lusos atravessa-
ram o rio Jacuí, conquistando as terras até o rio Cama-
8fa55°“ no 5.eCu O 'Êlistas dos inacianos.
quã, em áreas de estâncias missioneiras, conquista reco-
as intenções lmliendeiras
O cido das 511% dasnoeoroas e no TaPe
Guairáibéricas, insere-se
quando os nhecida pela Espanha em 1777. No ano de 1801, a região
no período deraratln as rotas comerciais entre Assunção missioneira passou aos luso-brasileiros definitivamente
Palfhsffis exp O Wah-nínga em busca de peças para os mas só em 1828 é que o território entre o rio Ibicuí e
é Saolšaugí) Êíoral da Bahia e de Pernambuco, carentes Quaraí pertenceu ao Brasil. O Rio Grande do Sul for-
äãâãofâeobra escrava Porque Angola estava em po- mou-se pela conquista de urna parcela do território da
Província do Paraguai, que fazia parte da administração
der dos holandeses. _ espanhola, justificando-se portanto o estudo das missões
peso-uídas as reduções, situadas entre os nos Uru-
jesuíticas pelos brasileiros.
gllãl' Ê T aq uari1 surgiu a Vacaria
I _ do Mar, onde o gado
A figura histórica de Sepé Tiaraju incorporou-se ao
encontrando condições favoraveis desenvolveu-se em
folclore brasileiro, transfigurada pelo mito e pela lenda,
rebanhos chiinarrões, alimentando as reduções da outra
margem do rio Uruguai, até que foi descoberta pelos ocasionando polêmicas entre historiadores e tradiciona-
habitantes de Santa Fé, que viviam da extração do couro listas que se esquecem de estabelecer as dimensões entre
e do sebo. Depois os do presídio de São Pedro do Rio o fato histórico e o folclórico.
Grande exploraram a vacaria tirando couro e sebo, le- A expulsão dos jesuítas é o último elo partido de
vando o gado em pé para Sorocaba, povoando as estân- uma longa corrente de fatos, intrigas, atitudes, interes-
cias particulares e do governo, ses das metrópoles ibéricas e de seus colonos. A expul-
A implantação da Colônia do Santíssimo Sacramen- são assinala o fim de um sistema sui-generis, pois o go-
verno militar não soube administrar as missões, facili-
to' na margem esquerda do Rio da Prata propiciou aos
lusos o estabelecimento d ' ' I ' tando a escravização do índio e a dilapidação de seus
neiro e a região l tin O comerem entre de bens.
cabeça de ponte? ã a. A colonia ' ' O Rio
^ ' meridional ' Ia-
serviu de
As imagens e a arquitetura das missões estão sendo
o Cortes de M d Pa? 3 0CUpaçao das terras sulinas. AS
ã ri e ' - . destruídas pelo tempo, cupins e colecionadores de aãte-
culminaram com a oãlšâsboaddiscutiram Tratados que O museu precário de São Miguel das Missoes nao 15-
f
pelo/s portugueses em Ê ao . e novas areas ' '
geograficas
1 etrimento da Espanha. Assim PÕ<-2 de segurança e nem de meios para a guarda e p re-

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Sewação dos bens cuídos .<1fl<'=' °°“*í“““““e“t°
1wzzziâAlgumas deSÊ"P°“`
imagens recolhidas
recem ou são destru articulares e museus recebem pm-
em igrejas, çáilšâísp novinhas e bonitinhas, mas que 1. AS REDUÇÕES E O SISTEMA COLONIAL
tura: Para, e 3 peça. As artes e os demais elementos
apenas danificam .ros Pertencem ao momento historiço
. ' ' 1 r ~
culturais missioâíta e catequese da America, quando o As reduções jesuíticas da Província do P araguai per-
ibéritü de C0l`1q Preencher O vazio do pagamgmgl au- tenciam ao sistema colonial espanhol, conforme se pode
importante Era . - - inferir ao analisar as relaçoes entre o Estado espanhol e
da doutrina crista.
meiita11d0 0 espaço a Igreja, ao comparar as diferentes missões da Compa-
=H>1|>i>=l~l|> nhia de Iesus com suas formas de administração tempo-
ral e as transformações ocorridas na cultura guarani,
principalmente nos padrões religiosos e morais.
TA rimeira edição de Colonialismo e Missões Iesuí- As viagens marítimas dos portugueses e espanhóis,
5cas gn 1983 reúne palestras proferidas , em simpósios. século XVI, deram início ao colonialismo, que era o con-
e encontros missioneiros, em épocas diferentes, com li- trole político e econômico sobre povos de outros conti-
geiras alterações para articular e dar seqüencia aos tex- nentes a fim de ressarcir os investimentos nas expedi-
tos.
ções de conquista de novas terras. Portugal dominou as
Na segunda edição, 1986, corrigi datas e nomes, maS
terras conquistadas na África, Ásia e Brasil com o esta-
por engano ficaram fora o prefácio e a introdução.
belecimento de uma eficaz burocracia, que cooptava os
Esta terceira edição, depois de muitas dúvidas em
face das novas pesquisas realizadas, surge revisada 6 mestiços e os nascidos na terra conquistada para sen/ir à
Coroa.
amP1Ífldfl, C0m pequenas alterações que não modificam
A evangelização ou missão era um dos meios de
° tem Oflgíflal- A mudança maior atingiu as ilustrflÇÕe5' conquistar os gentios ou índios, colocando-os a serviço
que foram remanejadas ou substituídas por outras.
Resolvi reunir em outra obra Reduções Iesuíticas 6105 de Deus e do rei. Chamava-se de redução a aldeia ou po-
Guaranis, os re sultad . . voado onde reduziam (colocavam) os índios para Serem
ano
de 1935, mantendo ags. das Pesquisas posteriores ao evangelizados pelos missionários. Com o decorrer do
çao
_ d C _ _ Simot
_ exto basico ` 'ra edi-
' ` da rimei
B olonuilis mo e Missoes , .
- Iesuzticas. P tempo, o termo missão, ato de evangelizar, passou tam-
'
b'em a designar a redução, local onde o mdio
' ' era con-
Vertido à fé católica.
A bibliografia divide-se em dois grupos: um quê tece
€l0gios ao traballio dos missionários e outro que

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10 ll
condena a segr€gãÇã0 indígena, apontando o Estado
Teocrático como uma realidade em busca da conquista
do universo.
Os inacianos constituíram uma república teocrática?
Quais os objetivos do governo temporal das missões?
Estas perguntas serão respondidas com o auxílio da do-
cumentação da coleção de Angelis e de alguns autores
que versaram sobre o tema.

As relações entre o Estado e a Igreja.

D. Ioão II, rei de Portugal, orientou a navegação ul-


tramarina pela costa atlântica da África em busca de
ouro da Mina, desviando a atenção de Castela da rota
marítima do Cabo, que teria seu ponto final no Oceano
Índico, com suas especiarias e produtos comerciais. Em
6.3.148O realizou-se em Toledo um acordo entre o então
príncipe D. João, filho de Afonso V e os reis Católicos,
Fernando e Isabel, reservando as águas e terras ao sul
das ilhas Canárias aos portugueses. Restava aos caste-
lhanos o caminho desconhecido do ocidente (DIAS: 154-
55).
A primeira viagem de Cristóvão Colombo, em 1492,
provocou o renascimento de polêmicas entre Portugal e
Castela sobre o domínio das terras a serem descobertas.
Não bastava descobrir, era mais importante assegurar a
posse do território. A coroa espanhola tratou de confir-
mar sua possessão com o Papa Alexandre VI, garantin-
Lourenço Martir Porta de sala de aula do também a exclusão de qualquer pretensão de outros
príncipes católicos. O Papa, nascido em Aragão, confir-
mou a posse das terras descobertas ou por descobrir que
Se achassem ao Ocidente ou ao Sul, até a Índia ou qual-

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II**
- ^ i 1 fruas como funcionári0S
'19 igrejas, p.¬giiiido - 111:;nííaífa Os missionários para as
~;empre que estivessem alem do
o ll“"“Ioi ^ V 4 'is do 'ir ui- _» ' › . úblicos, Era o rei que A nér¡C¬ A teoria do vicarialo
.iiwr P*“'° diii liowl *los
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0 lliiitifii wionou csiuz, dois dociiineiitos com ¿¡ ' com a assinatura conb" _
nas ¢.itolic\Í~› Íilcspuiiliiíis intioduzireinl inissioiiaírios “° - -. ' (placet.
es anhola faziam parti.› d HP roP rí-
bens imóveis datI 8 re1
islgo Ó ió podiam ser alienados com o
çondição fit] 6 cajújiçu aos habitantes -e indígenas das moi a, I .
cdadc da mao t Estado dominava a
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eonsentimcn to da coroa. Portan 0, 0 °
que
tctmâlc\'lll\:*:l:iiliertas
' i ou Por dcscubml (MORALES ° 1`

Pz\DRÓN:4l:3:_l¿›`¿ zalientado na bula Omiiimodzi, de ltšfcë' Lëlígn-,O jizzdroado real, toda a decadência do clero
lu] L c 1 0 ' _

Tal pml:wp¡ za ;\driano Vl concede aos reis de Es- rI trans lantou - se para a America. O mesmo
, _sis
Secult? I
1522' em ql":-joiflilde organizarein expedições religiosas tema 1mP zzdis ainda a formação
_ . de um clero
, . criollo, isto
Ímnm O pgiiliobdia chamada é de filhos de espanhóis nascidos na America. O clero
.iàlndiis ` _a América.
` ` . .
.\ çoiiqiiista e colonizaçno espanholas da America secular, nomeado para a América, era ignorante e insu-
pmmçqrznz-se dentro da fomiula "a serviço de Deus Q fíciente, criando-se paróquias com um padre para dez
1
d É Sut.i I\ta`estade". .
A missão religiosa espanhola tinha mil fiéis, o que facilitou a formação de sincretismos re-
como objetivo evangelizar e civilizar os indios, continu- ligiosos, misturando o catolicismo com elementos das
ando com a mesma idéia de cruzada que. alimentou a crenças dos índios e dos escravos.
luta contra os mouros durante a reconquista da Espa- Houve então a necessidade de entregar as missões,
nha. O ideal do poder universal do Papa e do Impera- com seu duplo objetivo de evangelizar e de civilizar os
dor possuía raízes na Idade Média, mas ainda persistia índios, aos padres regulares que estavam melhor prepa-
na península Ibérica no século XVI. O contato com as rados (CHANU: 111).
culturas e civilizações indígenas, as distâncias geográfi- A ordem dos Franciscanos chegou em 1500 nas Anti-
fã? E as particularidades da conquista ampliaram esta lhas, estabelecendo-se no sul do altiplano do México,
ideia de serviço a Deus e à Sua Majestade, desviando-a principalmente na zona de mineração. Vieram também
Ipisäiaiâs interesses pessoais dos conquistadores e admi- ãâfãâolƒig;1318;) Êcšiiëiâicalijlos aportâram nas Antilhas
ores (CERVO: 16, 24 e 44).
A - . . cidade d M, _ ge o aos m ios da cercania da
m0vime0t €2<1Co e na Guatemala. Encarregaram-se de
Profirzgiízlilísddo
integrante ngm
° pad'°”d0,
doa Eflgodniorta, da. teoria
a Igreja _ A do_ vicariato
hispanica fazia e da
. Parte
estabele:EfarnÍ_;1fl;1r:11Ê3ÊanI(i)iq\i/psição. á)s A_80stinianos
reito que o mon; o.eSPaI1hol. O padroado real era O dl' para O Peru Quito e G d exico, epois seguiram
ea unha de nomear os sacerdotes para f rana a. A ordem de la Merced
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, .tos como padres capelães o tam_ diversas instruções para evitar que o índio fosse escra-
ac0ii1Pa“h°i1 missões entre vizãdo-
bém, a Pam; osdoešéeífllao
das e naXVI/
baciaestabçleceu
do no da Prata.
No território português reduziram o índio à escra-
indígenas riofi Aâdre Manoel da Nóbrega aportou com vidão, através da guerra justagobrigando-o ao trabalho
Em1549 0 osjesuítas em Salvador da Bahia. Em agrícola, atividade que contrariava os padrões culturais,
seus coII_1P“ÍheoS fundarzun o colégio, de Sao Paulo de pois a. maioria ,dos indigenas consideravam-no como
15540? inflclâfi um de 1554, os jesuitas espanhois f0_
atividade feminina. O indio do Brasil adaptou-se à pe-
pifziimiisfl- P Pen, Em 1586 0 colégio de salvador da Cuáfia por ser desconhecida por ele e executada pelos
äišjhenšäíââãznco jesuítas para as missões do Para_ homens europeus, portanto masculina.
Fora do trabalho forçado restava aos índios a fuga
guai. _ _ 0 bispa do hispzmo-americano
_ foi criad o
Para o sertão ou o refúgio nas reduções religiosas, for-
só passou a funcionar em 1511 em Santo madas por extensos territórios que muitas vezes se
transformaram em províncias na administração espa-
gimíflão Haiti. Até 1622 criaram 159 bispados, com
66% de clero regular e 34% de secular. A evangelização nhola. As doutrinas, missões ou reduções dos francisca-
zonstituiu-se na principal tarefa dos bispados (CHANU: nos e jesuítas surgiram para catequizar os índios, agru-
111) pando-os em pueblos, povoados, com lavouras e oficinas
(RODRIGUES LAPUENTE, p 245-49).
, A situação do indígena.
As missões j esuíticas.
Os índios do território do vice-reinado do Peru esta-
vam sujeitos à encomienda, sistema em que o indígena As missões da Companhia de Iesus tomaram carac-
pagava tributo ao proprietário da terra, o encomedero, terísticas próprias nas diferentes regiões, de acordo com
em troca da catequese, da assistência e da defesa. Ha- os seus neófitos.
vendo falta de mão-de-obra na comunidade, 0 índio en- As missões religiosas desenvolveram-se na Europa
comÃni;aãqpagava_seu tributo em trabalho. católica durante o século XVI, mas fracassaram nas regi-
mas que foiflaääšštema de trabalho existente entre ,OS ões dos protestantes. No Oriente entraram em choque
dígena a trabalhar o Pelosjespanhoisz obrlgavam 0 in- com o budismo, considerado pelos chineses e japoneSeS
Como a culminância do pensamento. O conceito de reve-
minas de prata de É: salario nas obras públicas: Nas
esse sistema de trabalhtèsi (atual Bolivia), predommavâ lação e os testemunhos dados pelos apóstolos naS EPÍ5'
tolas sofriam contestações pelos budistas. Na India, a
aos sábados. OS abusos' recebendo o indio seu salari
eterna continuidade da vida assegurada pela chamada
fvmienda e de mm, obf °°HStantes nos sistemas de, 6"'
lgaram o govemo real a baixãf R0dã da Vida, a crença nas reencarnações condicionadafz
16 l7

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Í-

'am aos Gentes uma obsessão pela vida dlefes nativos. Os menin'os aprendiam música e canto
al dai a fim de que Ha PI'OX1II1a I-een_
para Os coros das capelas. Mais tarde, esses imfig
1 Karl”
pao rdo com as revrfls,
omelhores condiçoes,
. - enquanto que cristãos Seriam os governadores de suas aldeias, ou
aco _ eram levados para o Seminario de Sao Gregório, na ¿¡_
ämxãoiaâsíígcomo mensagem 0 Pffänlo em ou_ dade do Mexico. anos .apos 1a havia índios Padres
ocrifilimsmofeirio que nã° em dim? min? °' A Affísa trabalhando em aldeias. Existia também a Congregação
mi-ida “um bandonada pelos rnissionarios no século de 550 Miguel da capela adiurita a cada colégio, Cmà a
Negra fiC0“ 25 africanos eram considerados pelos es_ finalidade de instruir os mdios que viviam nas cidades
Xvltpofqutíno descendentes de Cam, iustifrcarido seu
0 índio citadmo era atraído à igreja com procissões o
““"mf c~Í›‹orrAI×1Uzfl9'33)' , . gantos. Os jesuítas convertiam as tribos arredias oom as
Vil C0me1:0 reis de N0\,a Espanha, atual MÊXICO, CQnSi_
missões itinerantes, iStO é, 0 missionário viajava de al-
°5“°° - -em caiifómia como
doi-avamâ5fl“55° deia em aldeia, depois fimdava urna igreja e em mmo
dela surgia uma missão rural com choca e lavoura Essas
ansão territorial muito útil aos fins po- missões rurais eram abertas, sofrendo com o mau
lia
oiozúzação ‹-=SPflflh°1a <M0RAI-Es exemplo. dos mmeradores, fazendeiros e evagabundos
i>AoRÓNz 776)- espanhois. Os dois primeiros viam no indígena apenas
uma mão de obra que poderiam explorar (DECORME
De uma maneira geral, os missionários fundaram 271) '
missões entre os índios destruindo seus deuses e ensi- _ 1_ .IOS jesuítas P°55\1ÍãI11 uma organização semelhante à
nando o cristianismo, que modificava os valores morais ml .t . ' ' o ~ ,
raisi ar, havia um provincial no Mexico, visitadores ge- .

e aestrutura social autóctones. Os aborígenes marginz U percorriam as missões distribuídas pelas provínçias
lizavam-se na colonização espanhola porque, apesar de por
m um* -
vis't Íidol' 10Câl ou vice-provincial
. . era o responsável'
fazerem parte do colonialismo, não foram integrados na
colonização. Os cristãos espanhóis seguiam a trilha dos Nayarita SÉ:lâ°f0V1flC%21S dl: Sinaloa, Califórnia, Chinipas,
' fã Ou ara un '
Éçëiãââièáriáis, convivendo com os índios mexicanos pa- tavam três reitores cfidta u lar. Subordinados a ele os-
obra barata ` '
S asdolgiêsšpâsèšisiie -
tern.iinavam` corno mao
~ _ de - nários. Dois ou más ‹ 0; 13 com tres ou mais missio-
- .
missionário (DEC ‹ P oa Os eram atendidos ' ¬ por um
D. Alonso Villasgc clçilqmsfadorebi '* 'Ê' F. ORME: XIV e XV).
suüasviessem aso icitou Coroa 'que padres ] _ mncisco do T - .
Wângelizar os indios mexicanos. Qumzc Jesuítas da em Ol1_ed0, vice-rei do Peru, encarregou os
iesuitas
- , chegaram ao México em 28.8.1572' fundando de Sama Yo d‹l1ige izaçao dos indigenas nas doutrinas
escolas
_ para - ov . _ . rochi . É _ C Cercado, na cidade de Lima, e de Hira-
ri ¢¡ - _ 1 QHS e evangelizando nas igi'C]fl5 das nr na Sleniq .. . . . .
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ras levaram
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1568. Essas _
experiencias missionei-
,
Iâcldades'
índio5. criando emATpartir
ot li de 1580, trabalharam
_ filhos 05
com dc ` 05 lebuitas ri\ conclusao de que deveriam cri-.
P Z tn uma escola para
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§978:44f61). “nda serviu de modelo inicial às redu_
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E55a e×Per1e criadas na província do Paraguai e de --f-'='z-zw-;.›
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ções que senfäge veremos adiante. L/ _...@.._-..-_
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Guauz,§Io:Lf°o desenvolvimento dessa experiência 05 is:. ~ ~_ __-+.~^`_ .L _ .z- _ 1 _ f-4-.,...».-.~...-._._._ ~ -. -‹=-~*-=
ç pur criaram as missões ao longo do rio São Lou-
O1 .- Mapa de Sanson d'Abeville
“manos f ill'
' de A maioria dos colo-
o no Canada,flPaf _ 1611.
.
tem '
nos franceses pertenci'am a seita dos huguenotes. Os Várias vezes tropas espanholas tentaram dominar os
saram a conviver nas aldeias dos hu-
missionários paâ A _ agressivos nativos da região mesopotâmica do rio Para-
' como o governo frances pretendia trans-
rões. Depois, IT á e Uruguai 1 mas sempre foram repelidos. Em 1609 o
formar o índio em cidadão da França, os padres passa- padre Lorenzane fundou a missão de Santo Ignácio
rama aldeá-los jimto aos fortes. Em 1617 surgiu a pri- Guaçu.
meira Escola Superior dos padres jesuítas, na América, Em 1610 os padres Iosé Cataldino e Simão Masseta
na cidade de Quebec (MADUREIRA: 265-69). . atravessaram o rio Paraná, reunindo índios nas redu-
A província do Paraguai extendia-se por mais de ções de Na Sffi de Loreto e de Santo Ignácio Mini, res-
700.000 km2, formada pelas missões de Itatim, Guairá,
Pefiívâmente. padre Roque González de Santa Cruz,
Paraguai e Uruguai, abrangendo terras pertencentes
atualmente ã Bolívia, Paraguai, Argentina, Mato Grosso que já pacificara os guaicurus nas proximidades de As-
çlo Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, con- Suflção, dirigiu-se para a região mesopotâmica onde
orme mapa de Sanson d'Abeville. §Ilnfld1<>6LâSas reduções de lšlfl Sffl da Encarnação de Itapuã,
Um _z 8 de Conceiçao em 1619. Esta, junto ao rio
_ guãl, Serviu de cabeça de ponte para conquistar o
RIO Grande do Sul.

21

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20
T Y

ç , da com os brancos, fontes de maus exemplos e


- › vezes conviven 'S exploradores dos indios. As missões da
.; 'mPedir1m lnum'er:fribuiiidoqLiÊi (1)) Radre contuinafcdo Paraguai desenvolveram-se isoladas do
Os Pa¡°s.iS5lc O rio
_ Ufuãum'
¬ sur
' to de C lcfi en “f1S1no
' Províncií e do português, até a expulsão dos jesuitas, em
R0*i"e.cru§5 e moribflndobštrarem ein coliaitatoldg que e5Panho do padres de outras ordens e militares espa-
gmssavfl
das cmnzaçntrcdo
os os guafanls
i'ndl05/ I
ao? J'á estavam destruíd' OSmporos 1768, Quan m conta da administração, dilapidando os
c05,Quafl conseguiu cruzar o 1-10 f nlióis tornaraas
bfafl adre Rgque - _ 1 d P. .I l un-

doeflias' (ši)626 a missão de 53° Nico au O lmtml-


beflèlëcäšãrëzg há referências sobre gado nas reduções,
¿,,,¿0a3. . 26 Dom Francisco de Céspedes, gQvema_ no nu'mero e destinado à alimentação dos pa-
Em Rm
“'16de Prata, Concedeu . licença_ à Companhia
., I (1 9 em
dresed0e“
peque tes._ Em 1634. os, padres
_ d M Pedro
d Romero, supe-
na provincia ríor das missoes, e Cristovao e en oza compraram
Jesus
dordoPari am
fundarRioreduÇÕ€5
Grande 9doP°V°aÇ0€S
Sul, convertendo os na_ ortuguês Manoel Cabral Alpoim, estan-
do católica e levando-os a obedecerem e servi- 1.500 vacas ao p _ . _
tugfao Rei de Espaniia, com amplos poderes de dar va- cieiro em Corrientes, com o dinheiro obtido com as al-
' nh dos. O gado desenvolveu-se e
faias e livros empe a_ A _ ç
re - des aos caciques,
1-aseautorida _ _ com licença de penetrar
_ Propagou-se pelos currais e estancias, ate que os ataques
' 'as distintas do Uruay, que nao per-
em outras provinci _ ç dos bandeiran
' te s, a partir de 1637, fizeram com que os
iencessem a outro distrito e governo. Qualquer espa- jesuítas tangessem os bovinos para as chamadas Vacari-
a área, agaria a multa de mil ` uí
nhol que penetrasse ness P as do Mar, ao sul do rio ]ac .
pesos* _ _ Essa primeir' a fase das missões no Rio Grande do Sul
Sendo região de difícil conquista e nao contendo ela findou-se em 1640, com os ataques e depredações dos
ouroe prata que justificassem o esforço e perda de vi- bandeirantes. Os jesuítas e missioneiros abandonaram o
das, as autoridades espanholas entregaram a mesopo-
"o do território do atual Rio Grande do Sul, que ficou como
tâmia dos rios Paraná e Uruguai, bem como a regia
terra de ninguém.
Tape, limitada pelos rios Jaguari, Ibicuí e Serra de São
A fundação da Colônia do Santíssimo Sacramento
M“fi“h°f Ê°5 ÍESUÍÍHS para que pacificassem e reduzis- `
no rio da Prata, em 1680, e as descidas constantes d os
Íšgigälilàgšâgiâsdmisões extenderam-se como as con-
portugueses para o sul em busca de gado e d e co muni-
pos5ive1memeC0I'n.€t ssunçao em .direçao ao Atlantico, Cação com seu entreposto comercial meri`dional , fez com
Os jesuítas In enÇoes de unirem-se as de Guaira-
Pf0C11raram evitar os erros das missoes que 3 P01íliCa espanhola impelisse os jesuítas e catecú-
do Méxi , äiälífâs guaranis a cruzarem novamente o rio Uruguai,
Co' do Canada E do Brasil, onde permitiram H 1682,
iniciaâldã Êäfduçao de Sao Francisco de Boria, em
' Autorização do ra fase missioneira, que durou ate 1768,
J~es ml-ils
› Pudessemlš°V@niad
fundar red
or d o_Rio
- da Prata, D. Francisco de Céspede, para que os
H s
Aneel E,vMNA, Hélio,. jesuítašoeebäšgl 4-7-1626. ln Manuscritos
' da Coleçao' de sob a Ufíëntação da Companhia de Iesus.
22'i“*°S HO Uruguai. p. io-11 ^

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23
il . .
lisarcm05 0 processo
gl
I ‹ ¡ c

R ide E5Panha" M1íS'fid”intcaÊniÍ1íssões.


Orgaiiização das Reduçoes ¢E coiiv ersfio
‹ c de obcdiencia 11sm cs tavam regulamenta-
.
d As fff 1 “Ç ões externas tambt.
~ tidas. Os pa dres Cataldino
. e
As reduções jesiiiticas da proviiilciq do `Paragiiai in- das ' duas ÍHSÍTUÇOCS
- cl L ~ l a tar O 511.18 £tCOI1tCC1a 210
Mama
‹› Pvlas¡¡vc,.,,m O cuidado de rcwmbém de escrever ao
tegravain o sisteina colonial e:¬pa`ii'io t siiiis fiinçügs d ¬ .' ‹ \ . " n c ` . ,
. ,, _i. .¡¿,¡~mm\iite nas duas iiistiugoes do padre
dalineaiaiii si. t. ` v Wim da Cømpunhin dc] U ` Pfldw bupcufn A559- de Piratininga,
Diogo de Torres llollo, still* _ I qi W Y I, ` i L~"U~“›.
¡›nd,¢ Siiperim-csdc de Saoçtlfifiulo
mmfendo com eles bem
boa
lundâidor e priineiro provincia *lb l “ll ““-_'-lb _‹ O Novo
como ^. ' . c en
. ao Provmclâl
coiresponduicia dot Bl
_] ras ni‹ região
.or Ordem de Guairá
do Padre Geral pa-
em
Reino de Granada e do Paraguai. Na p`iin~ieirn iiistriição
de l‹3t)9, aos padres Jose Cataldino e biinao Mazeta, qn- dres vindos do Brasi ,.P_ __ Cebê_lOS com
vindos ao Guaira para tundarein reti`iiçpi.:S, fipontoii os Roma, para fundar miss00Sz dGV@“am rc íssão ou
u¡,¡L.¡¡\,,,S da gmpresa: conversao dos inlieis (l\Al3UöKl3, cai-idade e amor, auxiliando-os _ na nova m ~
1978: 22). mesmo quando estivessem a caminho de Assunção. AS
Essa finalidade das missões ó apontada constante- instruções enfatizavam que os padres impedissem com
ineiite nas cartas ânuas e pelo padre Sepp ein seus traba- enerria
t› a entrada de esP anhóis na redu ão e se entras-
lhos apostólicos (SEPP, 1972). se›m, que não se demorasseni, nem fizessem agravos aos
As relações entre padres e índios estavain voltadas íiidíos, evitando também que os brancos re ti ra ssem in-
para este objetivo permanente. As crianças deveriam ser dígenas para o trabalho escravos.
retiradas todas as manhãs da companhia dos pais para Em suas instruções, o padre Diogo de Torres BQIIQ
aprenderem a doutrina e o catecismo. Repetiam os mis- determinou que em Guaírá
térios e inandainentos até decorarem, transinitindo-os
mais tarde aos adultos. Os meninos cantavam pequenos o
Pšfivgñío se tra_Ce Segundo o modelo dos de
hinos sacros e se saudavam, dizendo: "Louvado seja f om 0 Seja mais , .
' do agrado dos indios
Jesus Cristo, Nosso Senhor e a Santíssima Virgem Maria, e conforme o parecer do Licenciado M 1
sua Mãel". O rosário e a cruz serviam de insígnias aos 10,
- com ruas e quadras, dando uma e Ê are-
cristãos. O respeito e obediência aos sacerdotes, aos ca- cada quatro índios uma residê . QUÊ ra a
ciques e fiscais regulavam as relações entre os elementos f ncia a ca
ir e que cada um tenha sua hortazinha ( Íëm
de fsd11Çã0(RABusi<E, 197sz zó). ' '
todas as igre¡as que passassem a edifi m
a liclêgrfârâtqio sistema de relações estava de acordo com i
I procurassem fazer Capelas a Na Sm d car,
nátios Çâar 21hanpior D. Francisco de Céspedes aos missio-
P 8 arem missoes, em 1626: "Convertendo à de 40 pes' de comprime e Loret 0,
i nto
4
fé católica e lex»ando-os a obedecerem e a servirem ao de alto, com o altar e demal,_ 20 de largura e 25
S como
contra E ponha no altar princí 1 . nela se e n _
24 pa 1mãg€nS de

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25
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.._z__-3 _-eu âzeniento, de seus sernçajs, para os dos Sete P0
- tt- 9 ›;_=_r.5eiirite5 (R.-\BL=:KE, 19,7S¡ 23_¬7) da um C3
Utà
¡'_

O núcleo
(pueblosj disatíibiiiai-asepara
urbano ig as tfiarno de uma grande
Comemorações, PÉ' -
exercicios
Egg m¿.¿¿zo funcionou Juli, fem índios que c0_
nh 3 es-Q-uff_ir.a econônuca e politica dos Lncasi que central, 8 qu SÉ”. _ Cla canto havia uma cruz
j__b____¿:-ã\._,_m a âwculzura coletiva nos campos do Inca
fjzpac e dos pertencentes aos sacerdotes, mas possuíam que marcava o locaa de onde Soprava O Vento frio' ah.
em E Pfer..fas0. dz
o lote 05 gl-*araras d_¿`7eI_1Í'°l“am unicamente 3 1 No lado sul da Prëçaš O colégio o templo, o cemitério e
ag-¡Cu1mm de subsistência e tarruliar, nas roças que per_ I'lh3.\›aIIl'$e 35 Qfifiln I tetos desses edi-

¿›¿`nC.'¿¡z-. `a aldeia. Nas missões jesuíticas receberam O . o cotígflaçuf formando qua a h ride os meni-
lote familiar, o ašfamhré, e trabalhavam também na 1a- \ fícios localizavam-se o pomar e a o a, 0 d
; nos api-endiain a semear, plantar, enxertar e po ar, Pre'
voura comunitario, ' ' ' 0 UP?. nilvaé. Durante a primeira fase
das reducoes, ` `onarios adotaram esse modelo em
“ os missi ` duzindo alimentos para 'os alunos,
Esseosconjunto do hospi-
doentes era seme-
tal e as mulheres do cotiguaçu.
Guairá e no Tape.
Os guaraniâ dividiam-se em dãs e todos os mem- , lhante aos inosteiros medievais.
g Inicialmente construíam a igreja de pedra até certa
bros de cada clã moravam em uma grande choca. Os
* altura e o restante de madeira, passando mais tarde a
guaranís não gostaram da casa isolada com quintal para ser inteiramente de blocos de arenito, com altares e re-
horta. Na segunda fase, a partir de 1682, os jesuítas i tábulos de madeira lavrada. A igreja de São Miguel se-
adaptaram a moradia indígena, construindo blocos de guiu o modelo da de Iesus, em Roma, possuindo três
casas na quadra, conservando as edificações em tomo naves e altares laterais. Na torre, um carrilhão marcava
de uma praça, como era comum em todos os núcleos as horas de trabalho, de descanso e de orações.
s.
urbanos da península Ibérica e das America O cemitério ficava ao lado do templo, cercado por
muros e com plantas ornamentais. As moças e meninas
27
26 l

Scanned by CamScanner
__
L-ii*
l
.
assistiam ã~ missa i
-,.
do cemlteflo I
_
d 0 a` porta, repetia-lhes o sermao1 e alcai I __ _ ._--z--r_
_ d de, p O s t _ - - ›‹-~«---~ - -fz -.¿-_-4~--ff"-"-"11 -11; -*"“f..'~'-'_` " _' ' -
Ao lado do cemitério ' Opadre' a ' , ___. . "¡¡%*,..'_-45f¿~_°.'-_ ›-›‹-- - - _”. J z -1
.- _ . _! 1- ,Q-._ 5.... .-_ - , ~ t ¡z2:,_,-__ .
..__
.Q ._ . ._ I. .H . _ -
~-›.._. '-- -. ' c .
.__ J '__ ai.. 4 - _,- ~_ `z __. _.
das viúvas ergulafie O °°tÍ8Uë1 :Í_
.'.
:;._z§
_ _-.a¡b- _ 5 ]¿;,' ' '_ '--
e mulh eres desam arad _ Çll, a çasa
l 4" ! ,›- _ ._.--
Êfrendiam a bordar, a costurarp f as' Ah as moças 'U i' " '.f«,'z
-zw'
--.._.
Í›'.¡5.`~'_4Í'ÍQ~._: ., . I- -~ -_ __`.'-'a_
'______,__...-J-_ -- '
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_- _
ante as
~ mulheres européias, 9 ã aze r rendas, seme_ .' _;!.;`.` _ .| '-f - u --._,_'-}-_ _‹ ,fr-1-._ Í' . yu
í .-
No outro lado da igreja alinha ' ‹,.
*IT-»=z-zä U-.--¿- 1'--~,-~- ~ :›i':z V ,~z-,›z-‹~-
< ` .-~=*¿*'-..'2.z1`-z..
" " A ' z w- 'if -r.Lf"'~:I'â"`-°
- -
oficmas. O colegio, _
_ _ edificado vam-se
em torno de O C°1Ê8}0
. . e as -1"' .'.›'r'*“."" 'z'
z.-.--_:-__-__' -_- .f ' “" É;
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E-EI
`5-. {»)> Ê'hl-'z1iu.'l!u*.'fl Z-'EÍÊÍ
f-. - '-›› I' ; ` Í'
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.5 .;,_ ' f=:='_5> ,,:.-_-z=›.f›-.'‹'-Y-¿ëÍ.?.f
t›‹'.~Í.¿í:f?'.*'^i"<"`;`-ri iÀ.',‹
tral, com salas de aula, depósito, biblíofeäâm Patio cen- _ _
-Él.;.~.--í~s.=.-1='z_=.f‹-
"53
l.¡_ë far! ' - '°"°"'.- "`›."'.;*"*-.*Í‹`-."S'ëš;›“.4-
*¡¿~'«§;í"'z~:}
_._.1,;_. |
ur i ;'- =-T.›.' Y-""~?.':›.°z›4 '
` `-'~*'? ~"“‹'*«Í<^ >§n.‹u`:'i.`-
cozinha, estava destinado aos meninos qué šfiêfgliltfoilgo e 1 “.=:__,;:.."iëë wii -_.- - 7”.
-
_' ~-_' '_' ø. ' ‹_¡ .
\`
"|_-,_ - 1
zavam em guarani,- aprendiam . música, canto a eu'_ ,__ O \ _ ~ .
.
QE!!
P rofissão . Um alpendre apoiado em colunas deepuâna '›
e ra
corria ao longo das paredes do edifício, protegendo os --.:› ti-`~\ , .' _1
alunos das intempéries, ao se deslocarem para as sal ' .ë=..'z.*n! _--~.›×--r-“' ' ,
_ as ¿.¿f' ._- Z _: z-.ngze ipa
_' _
de aula, para a c ozinha , para o refeitório ou para o po- .-' - , r" -_°›'›.- ›c'
_
, IÍé.....__-;É,š;;Ê‹'_
='5â:Êz§'- `'QR
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t fa ~..~.§_~\~.ë°! -z Í ' __
mar. No an d ar s up erior ficava o dormitório dos padres ~ff‹~a.zzs1 il
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¡ƒ'§Í'-'‹›L*1f§¡~ ~.-§"~'J'.'Z3»§5F.'3z~¿vÊ' . ''.'~-.vi
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e dos frateres (irmãos). U' 'I ‹'*°.';L' ",-... "' *0, _'
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~>é1'í;¿-"'f=.;.-.~'.=.~.a'.. _.;_.- ..~- -
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51/1» 'Ê'--~ -'-"5='='-' ,.:-*~f“.Í'›_-,¡,=›-.';*-z:z-zu..;..›-
. 1' ' ' \ -il.-_Blá:
- .,~. if;§.^%_'f*
As oficinas, ao lado do colégio, eram semelhantes a °' 1'-.Ê-~.`.'f_1~ .~;-...9:_'_fl¿-*P-'›‹.› -- ¬ '- na -° . ršäzi' --;-4,-z
«É '¿‹‹3Í.¡¿.¢-¡sin! -1... .' ,¿ '.,¡v _ '_._
'_l¶.z7:,~?'.-¿.« -' rw”. __ ^---Ê Jr. Q,-'Í' ¿ .-_" ‹ .r
'.'_\x___ Í:
ii. ' L .._`_"-' . --t *".. ' . _ ' . -É - I' ~°"` _ " ' '›5f‹°
este. Aí os artesãos trabalhavam para a comunidade e os ÍIB; |Í'9IøÃ"¡:l.' ..Vz'___: ._;¡",ä°:t'. ¡fg! “_ ‹¡| 1_k . V: ãÍ.Â~'
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meninos estudantes praticavam uma profissão, pois o ~2~ :=~'
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ensino nas reduçoes" era orientado para o_ trabalho._ _ z-l__
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O pomar e horta estendia-se por dois ou tres hecta- - Ê, *"
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agrícola aos l°Ve“5 alu'
ÍOÍHEISSGITI ›'sf'“Í' ‹ . . ' .¡f€"r' '°~ -*y
res murados. Servi'a de escola
' _ - .-,fg - M. .. - ~...;f-¡.¡P.¿ ‹a_mÊ. B4*
‹u
5'-'~›- N31* "“`*7;'Í'|~¢›-:¡"" S''YRGYA ' JÊY `-Im¬_l'›¡4-l›¡'.-ravuífgöz '
- estágio a fim de que ' se do a tradi-. '^" r›'si
. ,Tf:¶5\§\
T.`:. rt._ '›=-*
iii'
{ › zw., 1
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›› ...k
l ~- .-*.~ ~ '~f -f*f”^f'=- . «"'.:-"::
nos/ Obngados lh es contrarian
“ 3El~`-SÍ-'°?"*;'¬›-ll . ._l'f'',}'ü`rÍ㧛l. ''¿'._jz~:` *.'"-J.- _;‹"¿*'.-.2i'-:1ê.›'.›.1.¿~z:1.*-.:f...-z.-
l
agricultores' e nao SO as mu fire os ãuâranis, em que a O3 -Igreja del Cesü, da Companhia de Jesus, Roma, e de São Miguel
cional divisão d€_ ffabâlhêríilnma. I .F Arcanjo.

agricultura era ativida e nfermos ao h05PÍta1' Culdë:


5 Junto às oficinas ficava o rancho, destinado a hospe-
Recolhiam Cê Velhos ellferes. O Padre Vísitfwa âlaols l dar os índios de outras reduções que estivessem de visita.
Í

(105 Por enfemílelros e 'rllílallrldo os doentes 6 fiflsman O


amente o h05P1ta1' aum 1

' 29
enfermeiros.
l

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28
J
r
O curral, perto de cada povoado, era um enem
. ão de pedra, onde se recolhia o gado desf1113-E
. ra a alinhavam-se os blg- rnaflguelf lv
Nas outras pesšlãâíšsegísffošmando as ruas em ân_ do à alimentaçao semanal do povoado, pois as estâncias
Cos das habitírçlofã metros de largura, sem becos ou v¡e_ a longa distância. Em cada canto do curral
localizam-se
grilo reto iäâco rodeado Por alpendre sustentado por Construíam um rancho, onde moravam no total quatro
las. Cadad_ _dÍa'_5e em Seis ou doze peças, cada uma famílias guaranis. Neste curral recolhiam também os
colunas, Wilma família. AS habitações não possuíam cavalos de montaria e os bois destinados ao arado c 3
destmuíâlae 1;em chaminé. Cada peça tinha uma porta e puxar carreta.
Junto ao povoado localizava-se o tupambaé (coisa de
âfzígaíanzia para °1ad° da Praça e un.” P°“a “° 1ad° Deus), a lavoura coletiva da redução, onde todos traba-
oposto. No centro ardia um f0g0 C0nÍ1nualf_1:;flÍ€, Grlfu- lhavam. O produto servia para sustentar a família im-
maçando o ambiente. Gatos, cachorros, ga 1 as, papa_
gajos, macacos e ratos empestavam a peça com seus previdente que se descuidava de sua roça ou para so-
correr outra missão. Os agricultores, homens e mulhe-
odores e excrementos. Um 8fdP0 de fdmlhdd fiddva 50b
3 responsabilidade de um cacique, o qual distribuía as res, partiam em procissão com a imagem de Santo Isido-
tarefas, comidas e roupas aos índios sob sua tutela. ro, padroeiro da agricultura, cantando e tocando hinos.
'
As mulheres fiavam so b o alpendre. Havia ainda ca- Depois a imagem ficava sob uma ramada com a finali-
sas destinadas ao cabildo e depósitos. A olaria e o moi- dade de abençoar o trabalho. Cada índio trabalhava dois
' nto ao povoado. l dias por semana no tupambaé, menos quinta-feira e
nho localizavam-se Ju
A área rural dividia-se em estância, curral, erva e domingo que eram dias de descanso.
lavouras. Os caciques recebiam glebas de terra, o abambaé
Na estância,
” ' longe d 0 núcleo urbano, desenvolvia-se (coisa da gente), a lavoura cacical ou familiar, dividida
a pecuária extensiva, sob a administração de um padre. em lotes para cada família, ocupando apenas uma parte
Criava-se gado para a alimentação dos índios, aprovei- da clareira. O cacique coordenava e distribuía as tarefas
tando-se o couro para camas, surrões e suas tiras serviam agrícolas na gleba. Depois da colheita, redistribuía os
para atar diferentes utensílios e móveis. A estância apro- lotes na outra parte da clareira, deixando a capoeira to-
veitava os rincões para confinar o gado. Construíam-se mar conta dos antigos lotes, recuperando a terra esgota-
pägícqloâbigspícgas ou árvores derrubadas a fim de da. O produto do abaiiilmé pertencia à família, que o po-
deria usar à vontade. O produto ficava armaZenâd0 em
cada passo de rio efgüaitnnais fora do rincao. Junto a nome do índio que o produziu, este ia recebendo con-
. Í _ uma capela com ranchos para
l
habita ÇHO
' de ind i
pastagens da uel10S,_ que eram responsaveis
' ` pe I o 8 ado e
l
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forme suas necessidades diárias, evitando-se assim que
uma trilha, Êlonsâäiicao. sede da estância, seguindo O ameríndio, em sua in' ata imprevidência, esbanjasse a
V

Para abrigarogado níinfi111víjnos mangdeírões


ecada jornada de Pedra'
31

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-nagenfi so¡ad epeãeauxe ';enf›`e1e¿ op oeõunssv Lua uxap
-Jo e un.ua.\gueu1 saggseao senp Lua fomauxexaeg oxugs seul 'oulsgumuoa 10d apuama anb o Jemgabuog mas 1.
zg¡g¡1;› apepapos e1;apep1a.~\ e mau a omsgumuoa 01
suueg op e;uo¡o3 ep oaxaa ou saza.\ san Jod as-uxemgnã «

-ugsgp 'axamoqw op a;eq\uoa ou sameuapueq so uxelazx _¡.3pep1az\ o nozqeax as ogu eloâe aze anb ap a5;,¡9¿¡q Ep
-pag 'sgoquedsa soe sepe4sa1d saoàgpadxa a sequeduxea Qgâepuulo; ep sazxeue Jome olad eppuosax a ou1s;u`eu
ses.xa.~\;p ma as-uxe1eae;sap syuemenâ sepgpur sv -sua o a oulsçumuoa o anua oeõgpenuog V -5_,u,,¿,,,,3 s0`p
'(29-Is =ssõ1 ñaxnua) mamã ¿›¡s_1.zJ-v;s_unuuo:› vâ_1¡q¿1da1 eum xueympsuoa se¡a anb ap
eu saque;-\a[a.1 soöpuas uxeàeasaxd opuenb __uop._ ap o¡ asa; e napua;ap ';en8e1e¿ op egau1z\o1¿ ep seaggnsal segs
-mp o opuaqaaal 'e[a1se3 ap saxqou soe saoögpuoa sgenâg -sgux sep oagurouoaa eu1a4s;s o opueuuuexa 'uoflnq
sanbpea soe eàep ¿59[~‹¿'z1 ap [ea1 empaa V 'saossgux 'eàpensguguxpe eçmouozne a
sep egxeupaxaq ezalqou e uxezxeuuo; saubpea so eauuouoaa epuagagns-ome ap eàezoâ ogõnpax epez)
'o11o;;1Ja; o alqos ogõ;ps;m[ equp anb
'sepax Á sapadsaz) ap oaspuelg uoq 'sauv souang ap seapynsaf sagssgw sep ew91S!S O
Jopeu1a.\o$ op eöuaaq e Luoa as-nozgeax '9z91 Lua 'mg
op apuelf) om ou se1;nsa[ sop oeõenauad V 'syoquedsa
'ema e .leqnom ulepanb Emb 5°!!-W! 9°”
i soagqpd sopggpa a saoõeagpxo; ap saoõzmsuoa seu emqo \
-no sop sanbeqe so enuoa .1a8a4o1d as anb equn OE-:5!P°df*
ap ogur ouxoa opuedppxed a sasanãmxod so enuoa ep e 'e4I0z\ EN 'SE2aeÍ aunoua ura 01f1P°1d ° °Pu°°°I°° (oäm
-mu; ap oõpuas epuge opuegsald '[ea}1 omosa_¡_ oe oasod
oua11a;) empuea eum alqos seaas SULIIOJ 5° umelld Sie ag
-Lu; ap apadsa 'ogàeudea e opueãed 'so¡esseA snas u1eJa
oão; o alqos ne.u[u1a opwl-12 'šmuqmq umfniošoelgeä
sogpu; so sopoa a euuedsg ap ga: oe epuauad ogxozgnaz
o anblod 'oueagqndal ou1aAo8 ap euno; e qos ouelaqos ?\ SH Opuewleeap 'W201 OU Wa E “*°^°mdaJd IU; zaméâ
ope4s51 um egrupsuoa ogu ;enã'eJe¿ op epuyzxold V 'špadxa uxezxezguefixg 'ounêld oxuoa a191U"WÊ apupnmw
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emu uxegqaaax anb sa10p2l{lÉfl*314 9° umuamne ug
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Lun Jeuuo; ap o eglas sagssgw sep oz\pa_Íqo o1;nQ 'e[oL[u -oa e Síod 'umuxoa oe urepuauad S0‹\!4°“;[¡s‹')P¿ epzugs
-edsa oeàez;uo[oa e soypug so Jçenqns eled epegla go; sgu 'umuxoa op opuas eAenU!1U°° ÊIWIV wugöwaq ',zzסuzz›qv
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suaq so opugppup sogasyn sozxugulpd so Luemasalde anb 'IP o uxaqurea u1eAe4ue[CÍ '?”fI'“"d'l"J0q0q¡¿ zogfia; '01{I!'~“
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em 5811
aram fun. muralha que protegia as colônias espanholas do avanço
rus; idêntico trabalho reallf-'šléisi colaboraram com . 2 português (CABRAL, 1958: 157).
teãz amadas Por lnfílqs ln f ,deram Buenos Aires 1112115 Mesmo considerando a classificação de Machiavelli,
dadores de Montevidep; de el; rte de Santa Tecla. Não ~i das formas de govemo em principados hereditarios e
de uma vez e construiram o eoconsideravam mercená- -1 repúblicas, no início do século XVI não podemos classi-
recebiam soldofi P°“1“e “af” S ao rei de EsPfi“ha' 4 ficar as reduçoes como repúblicas, pois parte de suas
rios, prestavam apenas serviçfo ño S J. em 1647, dirigiu -1 autoridades indígenas eram nomeadas e parte eleitas
O padre Francisco Diaz ã_ dê üíjbutos dos índios temporariamente, iguais às de outras cidades espanho-
um memorial sollcltandoalšíidçâd) trigo e erva-mate, Pe- Í `*¬-'+¬*«i“;-as-Q las.
das reduções, Pagos em ' rei de Es- i fr Esse governo misto organizava-se da seguinte ma-
los serviços prestados na defesa dãfilêífsaš do ft neira:
Paflhaf em especial Contra Oi pmtug 1 .r a oiado nas
Em 1663 D' Joseph Mamflez. de Sa aâa 'I pde lei das A Rei de Espanha N papa l
Cédulas Reais, solicitou 300_indios e ma elšãs S Aires
trTí
fr Audiência dc |
missões jesuíticas para fortificar o porto qe ue112ifIiESÃO Charcas
contra os ataques dos pirãífl5 111819595' (CO ' H Padre Geral
ri
1954: 25-27). M _
Os yarós, charruas, minuanosz SUQÚOÂS É les “ao ff' tr
Ar4_¬_.
`‹'-_-A_-1+»
L-^-¡'`ÁLg` -
H
ram reduzidos em massa como os guaranis. Sebastiao Provincial
de Veiga Cabral testemunhou que 20 charruas valiam
~i P*
por 200 de outras nações e que os portugueses deveriam i tr Govcmador de Buenos
cultivar sua amizade, utilizando-os como peões e solda- tt Aires ou de Assunção
dos, aumentando as rendas e dilatando o império lusi- Tt Cum' dá Redúçãor ' Superior Geral
tano com a riqueza de seus vassalos. Os castelhanos uti- rf Companheiro ` -
lizaram-se dos guaranis e sem o auxílio deles, conforme ri Ç Irmãosl- -
in, Intendentes de
Veiga Cabral, não teriam subsistido política e economi- 1
Guerra
Êâmepte nas províncias do Paraguai e do Prata. As mis- rt
,AÂ-_J-
`““L'AL*-.l_
ti
loses e ornec
diam pan0, algodao,
~ tabaco, erva~mate, cava- ei fz
ga o aos espanhois, constituindo uma antí- J Caciqucs
Jt zzrrrdz _
z Doc. l-29-1-115 Memorial do '
. su d - - _ J
°f“.° da C°l@Çã° ds Aflseiâsâa in srrriistziesddo
Pa"".`á e U'“8“*"- Manus-
Sacramento,
i°gflOC.df-29-1-115. Memorial
1954. P.d 15-24 - ` . a O e Mad” ^"'°°ede*“°5 ' C0-
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A
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são, 1954: lã-27 ° Superior das missoes do Paraná e Uruguai, C0¡¡e_
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_ _ ' Sufgill Em
. . _ - - a ibero-americaflâ _
A divisao administríälíía e à distribuição das naçoes A_.L_.4. _-d, ;f(t1ga§;1â1`<,í;=2_lSíi\er12è.mOIl2°(:;i:1re Geral da Companhia de Jesus
_ a, subordinado diretamente ao
relação à Situação geoãlio conquistadas. A coroa €SPfi' Papa, pois um dos objetivos da criação da ordem foi o
indígenas - que *am' se -
toridade d os C on C1uistadores
.
nhola, . a . fim- de tirar a der
au politico,
, . criou - as audiências, i de defendê-lo contra os ataques dos protestantes.
sem diminuir-lhes 0 p0' _ ,
_ dicialmente, m as de- *l
1 Como os padres jesuítas das missões não se subor-
' ' ' lmente funcionavam lu dinavam aos bispos de Charcas, Assunção ou Buenos
que mma
. '
s vice-reis ou g' overnadores, l
ois assaram a assessorar o , _ _ Aires, em assuntos eclesiásticos, surgiram várias polê-
dens ~l
Podendo
P ate› revogar or Mdestes.
_ A provincia do Pa_ micas que contribuíram para a expulsão dos inacianos
~i
P
raguai '
subordinava-se I Charcas , ou Chute em 1768.
_ . >1
a` a udiencia delvia. _ Militarmen
quisaca, criada em 1559 na atual Bo 1' _ d Peru O O companheiro ou coadjutor e irmãos, que conheci-
' " d m do vice-rei o .- 1
as reduções jesuiticas depen ia ~ _ _ ._ am as diferentes profissões para ensinar aos índios,
nhava a funÇã0 de JUIZ Pfmcl auxiliavam o padre da redução.
rei da Espanha desempe _ _ \

._
pal / a quem os vassalos e autoridades recorriam. ' Os ' _
go O cabildo de cada missão do Paraguai funcionava de
vemadores de Buenos Aires ou Assunçao exerciam äu maneira semelhante ao cabildo de qualquer cidade da
_ . _ . ' uisitan o Espanha ou da América Espanhola, possuindo como
risdiçao atraves dos curas de cada redução, feflo de Obra ¬ç \_'-|fk¬r*ç-¬f*_¡_¬F¬¡fr+

os índios para o serviço de milicia e como ma autoridades o corregedor, o tenente de corregedor, os


para as construções públicas. _ _ _ alcaides de 1° e 2° voto, o alferes real, quatro regedores,
~
A` Companhia
' dEfesus
_ cabia a administração da ter-
, 1
z
alguacil maior, alcaide
. da Irmandade,
. procurador, , fiscal
d
`\ e escrivão de cabildo, todos eleitos anualmente, alem e
ra, das casas e dos negócios, recebendo cada padre
_ meio +¬*¬~¬-
soldo de pároco pela educação religiosa e reahzando o Ã-4¿.L_
6-4.Q
G__L__L
-gkzf. mordomos, contadores e armazenistas. O corregedor,
trabalho temporal de graça. O território das Missões ~l flu e P residia o cabildo, era indicado pelo cura e nomea-
pertencia ao rei, mas p odia ser explorado pelos índios do pelo governador de Buenos Aires. Os cabildantes
em enfiteuse. O cura de cada redução exercia o poder cessantes elegiam os novos membros do cabildo, consti-
coercitivo, prestando conta de seus atos unicamente ao tuídos exclusivamente de indios.
Superior Geral dos Jesuítas. O Superior Geral coordena- O fato de cada missão possuir um cabildo que ad-
\ ministrava com autonomia seu território, como acontece
va um grupo de Missões, visitando-as regularmente
\ atualmente com a prefeitura municipal, levou alguns
para manter a uniformidade administrativa e também A

atuandcà_comol Juiz de ultima mstância, podendo qual- escritores a deduzirem que as reduções formavam uma
¬|” f¬Ffi¬§' *\~r¬ ¡f
república. Sendo assim, todas as cidades de Espanha ou
<l uer lo a e eirecorrer. O Provincial
- - coordenava toda
d a América Espanhola também constituíram uma re-
3 PÊWIHCIH Iffsuitica do Paraguai. Anualmente o Superi- '-La4.L*_ .z-4'_~
P ública . Muitos autores fixaram-se na diferenciaçao do
Or
Doi eral nomea '
_ Va cmco padres Intendentes de Guerra. n
_1
_1`. sistema missioneiro iesuitico, sem perceberem que as
_ 5 Pefmfflam 0 U0 Pflfâflá, Clois o rio Uruguai e um 0 \
rio lacui, vigiando o território. Em caso de riunoreg d \
reduções faziam parte de uma unidade: o sistema colo-
\
ataque as missões, avisavam 0 Su - G _ e \
nial espanhol.
36 P@f10r eral, residente 37

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7* _

entes os iesuítas se re-feiem à-repffbli Na década de 1970 0 socialismo era moda entre os jo-
Em vários docufllúblical ou seja, a administração pub1¡_ vens, mesmo assim não comentaremos o sistema comunis-
res~P ão. Não esqueçamosque ta-cristão apontado por Lugon, por considerá-lo um absur-
ca no sentido
emu
de çonfl-15 eus nos
quando se referiam àtam_
ad- do maior do que urna república das missões guaraníticas.
ca, o queešgs de Paísfâ europvam 0 termo república. Depois da expulsão dos jesuítas, as reduções passa-
bém I-
- ' ostra<;fi° “Sa
seu ›reinozernadel afirmou. que lamais a ram a ser administradas pelas regras e ordenanças de D.
n11I1â Padrede.jesuäahäde jesus pretendiam semelhante
Francisco Bucarelli, governador e capitão general de
Buenos Aires. Bucarelli estabeleceu um governador com
Igreja ou
forma de ggvern se tal acgnteceu
a Comã ,fortuito e que os deve
padresserconsiderado
limitavam-se a jurisdição sobre as 30 reduções, mas subordinado a
como meramentemente a leg-sjação colonial dos espanjiois z Buenos Aires. Para cada povoado nomeou um adminis-
zipliczjir escrsijjíâzçlãaera a que mais se ajustava as caracteristicas trador espanhol e dois religiosos com 0 título de cura e
sua fz mini . companheiro. A ordenança de 5.10.1778 determinava
culturais dos gziaraflls-,tas não tentaram construir um im- que em cada redução fossem nomeados um corregedor
índio, dois alcaides, quatro regedores, um alguacil mai-
_Portanto, 05 leãul-
ublica para r estabelecer o poder tem- or, dois alcaides da irmandade e um mordomo. Deter-
Pe'rio ou uma fe? 'ficar a ES P anha contra o resto da minou também que em cada igreja houvesse um sacris-
poral de Roma Heigl; de Leopoldo Lugones.
Europa, conáorrtrèocráficol implantado nas margens dos tão, três cantores e dois fiscais, todos eleitos e confirma-
Tal esta oU u uai nos Séculos XVII e XVIII, com a dos pelo governador dos 30 povos.
.-_-__.. .__ __..
rios Parana e I g_ a Burg apara o Papa ou para a
fimiiàzzae de zonqwfifíëría umfšbsurdo porque não ha_
C0r_I1PanhiÍ¡ fle Iâãutíânsportar um exército guarani pelos
Vem- Condlçpes ' a ilha de Santa Catarina
sertoes do Rio Gran de do Sul ate .
ou a Buenos Aires, para 1ir flutar no 'continente euroP_eu
o co nh e ce os meios
em defesa do Santo Padre. So quero na , _ e i_
de transporte da época, as distâncias geograficas e a r
_ . . . - ularia tal i-
ao missioneira de coxilhas onduladas, forrlri 'OS no Ori-
pótese. Na Europa os jesuitas fundaram co egi , Canadá
ente procuraram catequizar os governantes, no no BI`aS1_l É
viveram nas aldeias indígenas, enquanto que _ _
no México formaram missões abertas que permitiarä 8
convivência com os colonos europeus. A catequese Os Fragmego de pilar com voluta e folhas ae acamo, em pcs... grés.
ameríndios realizou-se em sistema peculiar que melhor Redução de São João Batista.
se adaptou a cada lugar e à cultura dos nativos. 39

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