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e l q u e o b t e n d r á s u n ín d ic e d e a c ie r t o s e n el e x a m e n fin a l e n t r e u n 8 0 % y u n 1 0 0 % .
C o n p r u e b a s d e e v a l u a c i ó n y r e f u e r / o e n f u n c i ó n d e t u e v o lu c i ó n , a s i c o m o e x á m e n e s
e n t i e m p o re a l.

T o t a l g a r a n t í a d e a c t u a li z a c i ó n m ie n t r a s e s té s m a t r ic u l a d o .

C o n e le m e n t o s q u e f a c ilit a r á n t u a p r e n d i z a j e : B ib lio t e c a d e le g is la c ió n . F o r o d e
P a r te E s p e c íf ic a d is c u s i ó n . M a t e r ia le s a d ic i o n a l e s . G lo s a r i o d e t é r m in o s . C o r r e o e le c t r ó n ic o p r o p i o .
C o n s u l t a a t u t o r e s . G u i a d id á c t ic a . T a b ló n d e n o t ic ia s y B a s e s d e d a t o s d e im á g e n e s .

E c o n o m ía : C o n u n p r e c i o m u y i n f e r io r a o t r o s s is t e m a s d e f o r m a c i ó n p r e s e n c ia le s .

G a r a n t ía : C o n la g a r a n tía d e E d it o r ia l M A D . e m p r e s a líd e r e n la p u b l i c a c ió n d e te x to s

t p a r a a p o s ic io n e s .

S i d i s p o n e s d e in t e r n e t , e - d u f o r m a o n l i n e e s e l a p o y o
q u e e s p e r a b a s p a ra a y u d a r t e e n t u p r e p a r a c ió n .
C o n s u l t a lo s c u r s o s d i s p o n i b l e s , c o n o c e n u e s tr o
c u r s o D E M O d e m a n e r a c o m p l e t a m e n t e g r a t u it a y
h a z t u m a t r ic u l a a h o r a e n :

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T e m a 16. Distribuciones de probabilidad. Variable discreta......................361

T e m a 17. Variables aleatorias continuas........................................................ 383

A n e x o 1: Geometría analítica elem ental........................................................ 407

A n e x o 2: Expresiones algebraicas. Monomios y polinom ios......................415

A n e x o 3: Integrales.............................................................................................. 433

A n e x o 4: Uso de la calculadora.........................................................................443

ÍN D IC E S i m b o l o g í a ..............................................................................................................461

T em a 1. Conjuntos numéricos. Operaciones.................................................... 11

T em a 2. Elementos de combinatoria. Número com binatorio..................... 53

T em a 3. Ecuaciones e inecuaciones.................................................................. 73

T em a 4. Sistemas de ecuaciones...........................................................................101

T em a 5. Aritmética Mercantil. Progresiones..................................................... 115

T em a 6. Funciones.................................................................................................. 143

T em a 7. lim ites de funciones. Continuidad........................................................179

T em a 8. Derivadas.................................................................................................. 195

T em a 9. Estadística.................................................................................................221

T em a 10. Elementos de estadística. Distribuciones de frecuencias 247

T em a 11. Gráficas estadísticas................................................................................263

T em a 12. Parámetros estadísticos......................................................................... 279

T em a 13. Distribuciones bidimensionales. 311

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Unidad

Conjuntos numéricos.
Operaciones
1 . Q n ú m e ro n a tu ra l. C o n jia ito N . O p e ra c io n e s
2 . D e fin ic ió n d o n ú m e ro e n te ro . C o n ju n to Z
3 . O p e ra c io n e s , p ro p ie d a d e s y ro e la s
4 . R e p re s e n ta c ió n e ró tica d e l n ú m e r o e n te ro
5 . O r d e n a c ió n
6 . D t.ia o n en Z
7 . F ra c c ió n . F r a c c io n e s e q u iv a le n te s
8 . N u m e ro ra c io n a l. C o n ju n to Q
9 . O p e ra c io n e s c o n n ú m e ro s ra c io n a le s
1 0 . Id e n tifica c ió n d o m a ñ e ro s ra ció n a lo s . N ú m e ro s d e c e n a le s . C la s ifica ció n
1 1 . O p e ra c io n e s c o n n ú m e ro s d e c im a le s
1 2 . R e p re s e n ta c ió n g r á f ic a . O r d e n a c ió n e n Q
1 3 . A m p lia c ió n d e l c o n c e p to d e n ú m e ro ra cion a l
1 4 . P o te n c ia d e b a s e e n te ra y e x p o n e n te n a tu ra l
1 5 . O p e ra c io n e s c o n p o te n c ia s
16. P o te n c ia s c o n e x p o n e n te ce ro
17. P o te n c ia s c o n e x p o n e n te n e g a tivo
18. N ú m e ro s irra c io n a le s . R a d ica le s
19. R e la c ió n e n tre p o te n c ia s y ra d ica le s
20. R a íz cu a d ra d a
21. P ro p ie d a d fu n d a m e n ta l d e lo s ra d ica le s
2 2 . R e d u c c ió n d e r a d K a lc s a ín d K e c o m ú n
2 3 . R a íc e s d e tsi p ro d u c to y d e u n c o c ie n te
2 4 . P o te n c ia d e u n a ra íz y ra íz d e u n a p o te n cia
2 5 . R a íz d e ts ia raíz
26. E x tra c c ió n d o ra íc e s d e ín d ic e c o m p u e s to
27. E x tra c c ió n d e fa c to re s d e u n ra d ica l
28. In tro d u c c ió n d e fa c to re s e n u n ra d ica l
29. R a d ic a le s s e m e ja n te s
30. O p e ra c io n e s c o n ra d ic a le s
31. R a c io n a liza ció n d o d e n o m in a d o re s
3 2 . A p ro x im a c io n e s y e rro re s
3 3 . In te rv a lo s y s e m irre c ta s

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S

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Criterio de divisibilidad por 3: un nú ­


1. El núm ero natural. 1.2. P ro ducto de núm ero s 1.4. C oncepto de divisor
mero es divisible por 3 si la suma de sus ci­
naturales fras es divisible por 3.
Conjunto N. Si al efectuar la división de un número a
entre un número b, el resto de la misma es
Operaciones B producto de números naturales es una
ley de composición ntema. A cada par de nú­
0 . entonces decimos que esta división es E jem plo: 432 es drvisiWe por 3 ya que
la suma de sus cifras. 4 + 3 + 2 = 9 . es
exacta.
meros naturales (a, b) le corresponde un único divisible por 3.
Los números naturales: 1 , 2 . 3. 4. 5. 6 .
número natural que es el resuRaflo de a x b.
7 ... son los números que utilizamos para Ejem plos:
Criterio de divisibilidad por 5: un m in e ­
contar. Una propiedad característica de este
ro es dMsible por 5 si termina en 0 ó 5.
conjunto numérico es que «todo número na­
tural tiene un siguiente«. La sucesión de nú­ 1.2.1. P r o p i e d a d e s del 1> 3 5 4 [3 ______
Ejem plos: 4230 y 325 son divisibles
meros naturales es. pues, ilimitada. p r o d u c t o d e n ú m e r o s n a tu r a le s 05 118
por 5.
24
En el conjunto de los números naturales 1) Asociativa: (a • b) • c = a • (b • c) Si
Criterio de divisibilidad por 1 1 : un nú ­
son siempre posibles una sene de operacio­
Ejemplo: <2 • 3 ) • 7 = 2 - ( 3 • 7) mero es divisible por 11 si la diferencia de la
nes y otras no. Asi la suma y la muttipkca- 2) 45 8 [11
suma de sus cifras de lugar par. y la suma
ción son siempre posibles, mientras que no 2 ) Conmutatrva: a • b = b •a 18 41 de sus cifras de lugar impar es 0 o divisible
lo son siempre la resta y la división.
Ejemplo: 5 • 7 = 7 • 5 _7. por 11 .

3 ) Elemento neutro: a • 1 = 1 • a = a En el segundo ejemplo la división es


Ejem plo:
inexacta: en el pnmero es exacta y pode­
Ejemplo: 4 • 1 = 1 • 4 = 4
1.1. S u m a de n ú m e ro s naturales mos escnbir el dividendo igual al producto
9 1 6 0 8 es divisible por 11 ya que:
4 ) Distributiva: a (b + c) = a b + a c del drvisor por el cociente:
La suma de números naturales es una
Ejemplo: 4 - ( 2 + 9 ) = 4 - 2 + 4 - 9 suma de las cifras de lugar par.
ley de composición interna. Esto quiere decir 3 5 4 = 3 x 118
que a cada par de números naturales (a. b)
le corresponde un único número natural, 0 + 1 = 1
Decimos que un número b es divisor o
que es el resultado de a + b.
1.3. O rden ación de los núm ero s factor de a cuando la dMsión a entre b es
suma de las cifras de lugar im par
exacta. También decimos, entonces, que a es
n aturales dMsible entre b, o que a es divisible por b. 8 + 6 + 9 = 23
1. 1.1 . P r o p i e d a d e s d e lo s Dados dos números naturales (a. b) se
En el ejemplo anterior 3 es divisor de diferencia 23 - 1 = 22. que es dr.isibie
n ú m e r o s n a tu r a le s dice que a es m enor que b. y se escribe
3 5 4 (también lo es 1 1 8 ) y 35 4 es divisible por 11.
a < b cuando existe otro número natural c
entre 3 (también entre 118).
1) Asociativa: (a + b) + c = a + (b + c) tal que a + c = b.
En otros casos conviene hacer la divi­
Ejemplo: (2 + 3 ) + 7 = 2 + ( 3 + 7} sión y comprobar si es exacta.
También se dice que b es mayor que a y
2) Conmutativa: a + b = b + a se escnbe b > a. 1.5. C riterios de d ivisibilidad Ejem plo:
Ejemplo: 5 + 7 = 7 + 5
Así. la sene de números naturales se Criterio de divisibilidad por 2: un nú­
3 3 6 es divisible por 7, ya que:
3) Elemento neutro: a + 0 = 0 + a = a puede ordenan mero es divisible por 2 si es par.

Ejemplo: 4 + 0 = 0 + 4 = 4 1 < 2 < 3 < 4 < „ . 336 [ 7 ___


Ejem plos: 4 2 0 y 3 4 2 8 son divisibles 56 48
por 2 puesto que son números pares. 0

IN O A D 1 COhJUXIOS XUMÉIOOOS. O rtRAClO NtS 13 14 U N 0*0 1 Co*.Junios MUWtWOOS OrtRACIOfttS


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luego: 70 = 2 x 5 x 7 (producto de fac­ El nuevo cociente es divisible por 3. Ub­


1.6. C á lcu lo de los divisores de 1.8. Te o re m a fundam ental de la
tores primos) icamos el mismo procedimiento.
un núm ero a ritm é tica . Fa cto riza ció n de un
n úm ero Ejem plo 2: 12 60 2
Para calcular los divisores de un número 630 2
lo dividimos por 1. 2 , 3 . 4 ,... hasta negar a Existe otro procedimiento para factonzar 315 3
Teorem a fundam ental de la aritm éti­
una división en la que el cociente sea menor número. 105 3
ca: «Todo número se puede expresar de m a­
que el divisor. Los divisores y los cocientes 35
nera única como un producto cuyos factores
de las divisiones que han resultado exactas Factoncemos el número 1260:
son números pnmos.»
son todos los (fusores del número dado.

Llamamos factorización de un número 1 2 60 2


Ejem plo:
al proceso de escribir ese número como pro­ 630 El nuevo cociente es divisible por 3.
ducto de factores primos. Consiste en dividir
Calculemos los drvtsores de 18:
el número dado por el menor número pnmo 1 2 60 2
distinto del 1 que sea divisor de él. esta 630 2
operación se repite con el cociente obteni­ 315 3
18|3) 18& > 18g ) _ 105 3
do. y así sucesivamente hasta llegar a un
A S i (i) S I <D cociente de valor 1. Todos los divisores de 35 5
las divisiones efectuadas son los factores 7
pnmos de un número. El número es divisible por 2. Ponemos el
18 [4 ____ 18 [§ ____ drvisor a la derecha de la raya vertical y ei
A 4 J . 3 Ejem plo 1: cociente decayó del número. 0 nuevo cociente es divisible por 5.

Los (fusores de 18 son: 1, 2. 3. 6 . 9.


Factoricemos el número 70. 1260 1 2 60 2
18.
630 630 2
Drudimos 70 por su menor divisor pnmo 315 315 3
distinto de 1. que es el 2 : 105 3
35 5
1.7. C oncepto de n ú m e ro prim o 7 7
7012____
O. 35 1
S e llama núm ero primo a todo número
que no tiene más (fusores que el 1 y el pro­
Drodimos 35 por su menor divisor pnmo
pio número. Si tiene además otros divisores 0 ojevo cocente es un número pnmo y
distinto de 1. que es el 5: El nuevo cociente es divisible por 2. Pro­
se llama número com puesto. por tanto sólo dMSde por él msmo y la unidad.
cedemos de igual forma.

Ejem plos: Por tanto, la descomposición factorial


3 5 LS____
1260 2 del número 1 2 60 será:
A 7
1. 2 . 3. 5. 7. 11. 13. 1 7 .1 9 . 23. 2 9 ... 630 2
son números primos. 315 3 1 2 60 = 2? x 3 ’ x 5 x 7 (*>
Onvdirros 7 por su menor divisor pnmo 105
distinto de 1. que es 7:
4. 6 . 8 . 9. 10. 12. 14. 15. 16. 18. 20. (* ) Para com prender el significado y
2 1 . 22. 2 4 . 2 5 . 26. 2 7 . 2 8 ... son números simbolización de las potencias (ejemplos:
7 l i _
compuestos. 2>. 31) consultar el epígrafe 14.
0_ 1

L V IW C 1 C o n ju n to s XUWÉIttOOS. O rtR AC iO N ts 15 U « o * a 1 C o n ju n to s nuMÉHtoos. O r t R ic io n t s


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0 m .c.d. de vanos números se puede Ejemplo: 8 y 15 son pnmos entre si,


1.9. C on dición de d ivisibilidad 1.13 . 01333035 m últiplo de
calcular por varios métodos: pues m .c.d. (8 . 15) = 1.
varios núm eros
La condición necesana y suficiente para
Dividiendo dos números por su m .c.d.
que un número sea divisible por otro es que Llamamos m ínim o com ún m últiplo de
1.10.1 . M é t o d o d e d i v i s o r e s los cocientes que se obtienen son pnmos
el pnmero contenga todos los factores pri­ varios números a. b. c y lo representaremos
com unes entre si.
mos del segundo, con exponentes iguales o asi: m .c.m . (a. b. c) al menor de tos múlti­
mayores. Consiste en calcular todos los divisores de plos comunes de a. b. c. exceptuando el 0 .
Ejem plo:
los números dados, y entre los divisores co­ 0 mínimo común múltiplo de vanos núme­
Ejem plo: munes. el maya' de ellos es el m.c.d. ros se puede calcular por dos métodos.
Sean dos números 84 y 180:
¿Es el número 54 0 divisible por 3 6 ? ¿Y Ejem plo:
por 12 0? ¿Y por 42? m .c.d. (8 4 . 180) = 12 1.13.1 M é t o d o d e lo s m ú lt i p lo s
Calculemos el m .c.d. de 8 . 12. comunes
Descomponemos 540, 3 6 . 12 0 y 42 en 8 4 112 18 0 12
factores primos: Divisores de 8 : 1, 2. 4. 8 O. 7 .0 , 15 Consiste en formar los conjuntos de tos
Divisores de 12: 1. 2 . 3. 4 . 6 . 12 múltiplos de los números dados, y entre tos
540 = 2 2 x 33 x 5 Divisores comunes: 1. 2. 4 múltiplos comunes, el menor de ellos distin­
36 = 23 x 3 2 7. 15 son primos entre si: to de 0 es el m .c.m .
m .c.d. (7 . 15) = 1
120= 2J x 3 x 5 m .c.d. ( 8 . 12) = 4
42 = 2 x 3 x 7 Ejem plo:

1.10.2 . M é t o d o d e lo s f a c t o r e s Calculemos el m .c.m . (8 . 12)


54 0 es divisible por 3 6 ya que 54 0 con­
1.12. M ú ltip lo s de un núm ero
tiene todos los factores primos de 3 6 . con prim o s 8 = {0 . 8 . 16. 24. 32. 40. 48. 5 6 ...}
exponentes iguales o mayores.
Consiste en factonzar los números da­ El conjunto de los múltiplos de un nú­ 12 = {0 . 12. 2 4 . 36. 48. 6 0 ...}
dos. el m .c.d. es el producto de los factores mero a es el que se forma al multiplicar ese
54 0 no es divisible por 12 0. pues, aun­ múltiplos comunes 0. 2 4 . 48. ...
pnmos comunes elevados al menor expo­ número a por cada uno de los números na­
que 5 4 0 contiene todos los factores pnmos m .c.m . (8 . 1 2 ) = 24
nente. turales (N).
de 120 . el exponente del 2 en el número
54 0 es menor que en el número 120.
Ejem plo: a x N = {0 .a x 1.a x 2.a x 3.a x 4 . etc.}
1.13.2 . M é t o d o d e lo s f a c t o r e s
54 0 no es divisible por 42 . ya que 5 4 0 p rim o s
Calculemos el m .c.d. (84. 180) Ejem plo: los múltiplos de 7 son:
no contiene el factor primo 7.
Consiste en factonzar los números da­
84 = 2* x 3 x 7 0. 7 x 1. 7 x 2 = 14; 7 x 3 = 21. etc. dos, el m .c.m . es el producto de tos factores
180 = 23 x 33 x 5 pnmos comunes elevados al mayor expo­
1.10. M áxim o co m ú n d iviso r de Para representar que un número m es nente. y los no comunes.
m .c.d. (8 4 . 180) = 2 3 x 3 = 12 múltiplo de otro a . utilizamos (a expresión
varios núm ero s Ejem plo:
m = a

Llamamos m áxim o com ún divisor de


1.11 . N ú m e ro s p rim os entre sí Calculemos el m .c.m . (84. 180)
vanos números a. b. c. al mayor de los divi­ Ejem plo: 2 1 = 7
sores comunes a esos números y los repre­ 8 4 = 2 3-3-7
Dos números a y b son prim os entre si
sentaremos así m .c.d. (a. b. c). 1 8 0 = 2 3-33-5
cuando su m .c.d. es la unidad. Un número m es múltiplo de otro núme­
ro a cuando m es divisible por a. m .c.m . (84. 1 8 0 ) = 2 3-3 3-5-7 = 1260

1 C o h JU X io s H U M ím o os. O rtR AC iO N ts 17 18 LMOAO 1; COfOUXKJS SUWtWOOS O ltHA CIO N tS


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Llamamos Z al conjunto de tos números Ejemplo: 3 + (5 + 4) el paréntesis seña'a


1.14. Propiedades 2. Definición de número enteros, Z* al conjunto de tos enteros positi­ que hay que sumar prmero 5 + 4 = 9 y des­
vos y Z al conjunto de tos enteros negati­ pués sumar el 3: 3 + (5 + 4) = 3 + 9 = 12.
a) Si un número es divisor de a y de b. en ­ entero. Conjunto Z vos. Asi. Z es igual a Z*. Z-, 0.
tonces también es d visor de a -b . Una vez efectuada la operación se elimi­
Como dijimos, en el conjunto de los nú­ na el paréntesis. También se usan corchetes
Ejem plo: meros naturales (N ) siempre es posible la y llaves para indicar operaciones entre pa­
suma (también la multiplicación). Asi. entre 2 .1 . Valor absoluto de un réntesis.
dos números naturales cualesquiera el re­
5 es d i\«o r de 45 ■* 45 = 9 X 5
sultado de la suma es otro número natural.
n ú m e ro entero
Ejem plos:
5 es dMSor de 3 0 - * 3 0 = 6 x 5 No ocurre lo mismo con la resta, ya que si
Es el valor del número entero prescin­
bien podemos restar 6 - 2 = 4. no pode­ ((4 - 5) + 3 ) + 2 = J - 1 + 3 ) + 2 =
diendo del signo. Se simboliza el valor ab­
Por tanto. 5 es dr.vsor de 4 5 -3 0 = 5 (9 -6 ) mos 2 - 6 = ? = 2 + 2 = 4
soluto colocando al número entre dos ba­
rras: | + 4 1= 4; | - 4 1 = 4; |- 1 3 1 = 1 3 ;
Para resolver este problema aparece el {(6 - 3j - <7 + 5 » - (6 + 2) = { 3 - 1 2 } -
b) Si c es divisor de a y de b. también es | + 1 3 1= 13.
conjunto de números enteros. Podemos de­ -8 = - 9 - 8 = -17
drvisor del resto de dividir a entre b. finir que un número entero es aquel que re­
sulta de restar dos números naturales cua­ Para sumar dos números negatvos, su­
Ejem plo: lesquiera. 3. Operaciones, mamos tos valores prescindiendo del signo
(valor absoluto) y colocamos el signo - al re­
5 es divisor de 45 Si restamos ei menor del mayor, el re­ propiedades y reglas sultado.
sultado es un número positivo: 5 - 3 = + 2 .
5 es divisor de 30 E jem plo: - 3 + ( - 4 ) = - 3 - 4 = - 7

Si restamos el mayor del menor, el resul­ 3.1. Sum a


Por tanto. 5 es divisor del resto de la di­ tado es un número entero negatrvo: 3 - 5 =
visión de 4 5 entre 3 0 que es 15. = - 2. 3 . 1 .1 . P ro p ie d a d e s
Al sumar dos números enteros siempre
c) El producto del máximo común divisor resulta otro número entero.
de dos números por el m inm o común También podemos definir número Entero
1) Asociativa:
múltiplo de e*os es igual al producto de como par ordenado de números naturales.
■ Regla
a + (b + c) = (a + b) + c
los números.
Ejem plo: (7. 3 ) = 7 - 3 = + 4 . Si el Para sumar dos números enteros de sig­ 3 + (4 + 7) = (3 + 4 ) + 7
m .c.d. (a. b) x m .c.m . (a. b) = a x b pnmer número del par es mayor que el se­ nos iguales se suman los valores absolutos y
gundo el resultado es entero positivo. se pone el mismo signo. - 2 + [3 + (- 6 )) = ( - 2 + 3) + (-6 )

De aquí se deduce que: 2 ) Conm utativa: B orden de los suman­


<3, 7) = 3 - 7 = - 4 . Si el primer núme­ Para sumar dos números enteros de sig­ dos no altera la suma.
ab ro del par es menor que el segundo el resul­ nos distintos se restan tos valores absolutos
m .c.m . (a.b) = a + b = b+ a
m .c.d.(a.b) tado es entero negatvo. y se pone el signo del que tenga mayor valor
absoluto. 4 + 7 = 7+ 4
Ejem plo: El cero es un número entero, ya que al
restar dos números naturales iguales obte­ 5 + (-2 ) = ( - 2 ) + 5
■ Significado de los paréntesis
84 180 nemos siempre cero.
m .c.m . (8 4 .1 8 0 ) 7 - 3 = 7 + (-3) = - 3 + 7 * 3 - 7
m .c.d .(8 4.18 0) En el cálculo operatrvo, un paréntesis in­
Ejem plo: 6 - 6 0. El cero no tiene dica la prioridad de la operación encerrada La resta no es conmutativa
1 5 120
1260 signo. en ese paréntesis. * simboliza «no es iguafe.
12

l» ic k » c 1 C o n ju n to s n u n tm o o s . O rtK A C io re s 19 20 LNOAO 1: Co*.Junios HUWtWOOS O ltHA CIO N tS


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3) Ele m e nto neutro: El cero sumado a 7) <7 - 8 ) - ( 6 + ( - 3 - 2)1 = 2) Conm utativa: 6 ) 5 • ( - 2 ) + ( - 3 ) • (2 - ( - 1 ) • (5 - 4 ) +


cualquier número deja invariable a dicho + (-3 )1 =
(Sol. -2 ) a • b = b •a
número.
(Sol. -1 0 )
(-4 ) - 5 = 5 - (-4 )
0 + a = a + 0 =a N o ta : lo s números enteros positivos po­
7) 7 -5 + 2 -(4 -(-1 -4 )+ 3 (2 - 5 ) 1 -
demos representados con el signo ( + ) de­ 3) Elem ento neutro:
0 + 5 = + 5 ; - 3 + 0 = - 3 ; 0 - 2 = -2 ; - 3 =
lante o sm éí. Ejemplo: 4 = + 4 .
4 + 0 = 4. 1 •a = a • 1 = a
(Sol. - 1 )
4) O pu esto de un núm e ro e n te ro : Es 1 • ( - 3 ) = - 3 ; 7 • (+ 1 ) = 7
aquel número que sumado al pnmero da 3 .2 . M u ltip lica ció n El número 1 [(+1 es igual a 11 multipli­
como resultado cero.
cado por cualquier número entero, es
- a + a = 0 Al m ultiplicar dos núm eros enteros
saempre resulta otro número entero.
igual siempre a dicho número entero. 4. Representación
- 3 + 3 = 0 ( - 3 es opuesto de + 3 ).

■ Regla de los signos


4) Distributiva
gráfica del núm ero
Para restar dos números enteros basta De la multipfrcación respecto a la suma.
con sumar al pnmero el opuesto del se­
+ - = - M ás seguido de menos es igual a - ( b + c) = a - b + a - c
entero
gundo.
a menos.
- + = - Menos seguido de más es igual Ejemplo:
3 - 4 = 3 + (-4 ) = - 1 Los números enteros los representamos
a menos. gráficamente en una recta, partimos del nú ­
Ejem plos: - = + Menos seguido de menos es a) 3 •(5 + ( - 3 ) + 71 = 3 •5 + 3 •( - 3 ) + mero cero (0 ), a la derecha colocamos los
igual a más. + 3 -7 positivos y a la izquierda los negativos.
Efectuar las operaciones indicadas. + + = + M ás seguido de más es igual
b) -[6 + (-2 ) + (-5)1 = (-1 ) • (6 + (-2 ) +
a más.
+ (- 6)1 = ( - 1) •6 + ( - 1) •( - 2) + ( - 1) •(-5 )
1) 2 + (-3 ) + 4 - (-5 ) = 2 - 3 + 4 + 5 = — 5 -4 3 2 -1 O .1 .2 .3 .4 .5 ...
= (2 - 3 ) + <4 + 5 ) = <-1 + 9) = + 8 Repasemos las Reglas de los signos Ejem plos: _J I___ I___ I I I___ I I I I______
para multiplicar, utilizando algunos ejemplos:
2 ) 3 - ( - 2 + (4 - 3 » + (2 - 5) = 3 - [-2 +
+ 1] + <2 - 5) = 3 - (-1 ) + (-3 ) = (3 + 1) - ( - 2 — 3) - [1 — 2 - (4 — 6)1 = — (-5 ) ■ (1 -
(+ 3 ) •(-4 ) = -1 2 Cada subdivisión de la recta será un nú ­
+ l)-3 = 4 - 3 = l - 2 • (-2)1 = 5 • [1 + 4 ) = 2 5
(-3 ) • (+ 4 ) = -1 2 mero entero.
3) (4 - 6 ) + 7 - [-2 + (3 - 5)] = - 2 + 7 - (-3 ) •(-4 ) = +12 2 ) 3 - 2 - [5 - (1 - 3)1 = 3 - 2 [5 - (-2)1 =
- 1 - 2 + (-2)1 = (-2 + 7) - ( - 2 - 2 ) = 5 - (+ 3 ) ■ (+ 4 ) = +12 = 3 - 2 ( 5 +21 = 3 -2 -[7 1 = 3 -
- [-4 ] = 5 + 4 = 9 - ( - 3 ) = (-1 ) • ( - 3 ) = + 3 - 14 = -11
- ( + 3 ) = ( - 1 ) • (+ 3 ) = - 3 3) [(-4 + 7) •3 - 51 •2 - 6 = [(3) •3 - 5] ■
Resolver:
• 2 - 6 = [ 9 - 5 1 - 2 - 6 = (4 )- 2 - 6 5. Ordenación
4) [6 - <5 - 4 )] + [ 3 - ( - 2 ) ] = = 8 - 6= 2
3 . 2 .1 . P ro p ie d a d e s Los números enteros se pueden ordenar
(Sol. + 10) Resolver:
de menor a mayor (y viceversa).
5) [3 + <-5 + 2 )] + [4 - (7 + 3)J = 1) Asociativa: 4) 14 - 3 (2 - 5) + [1 - 6 - (-3 ) + (-2 )) =
(Sol. 40) - 4 menor que - 3 menor que - 2 ... m e­
(Soí. - 6 ) (a - b) ■ c = a • (b • c)
nor que 0 menor que 1 ...
5) [2 • (5 - 7) - (4 - 8)1 • 3 • [6 - 4 -
6 ) 11 - [ - ( - 1 0 ) + ( - 5 » + (1 - 4 ) = ( ( - 3 ) - 41 • 5 = ( - 3 ) • (4 • 5)
• (1 - 3)1 =
-4 < - 3 < -2 < -1 < 0 < + 1 < + 2 <
(Sol. + 3 ) ( ( - 2 ) - (-4 )1 • 3 = ( - 2 ) • ( ( - 4 ) - 31
(Sol. 0) < +3 < +4

U N O A D 1 C O h JU X IO S HUM ÉM IOOS. O r t R A C lO N tS 21 22 L N O A Ü 1 ; C O A JU * K > S * UW *KtOO S O r t H A C IO N t S


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Dos fracciones equivalentes pueden re­ 0 orden de aplicación de las operacio­


6. División en Z 7.1 E q u iva le n cia de fra ccio n e s
ducirse totalmente a una misma fracción nes de multiplicar y dividir es indiferente,
irreducible. esto es. la drutsión y la multiplicación se
Como vimos en el tema referente a los Una fracción es Irreducible cuando el
pueden conmutar.
números enteros, la suma, resta y multipli­ numerador y el denominador son pnmos en­
tre sí. esto es. cuando ambos tienen de Ejem plos:
cación son operaciones internas en Z. esto
<6 : 2 ) • 4 = (6 ■ 4> : 2 = 12
es. al efectuar dichas operaciones entre dos m .c.d. la unidad.
6 12
números enteros cualesquiera, siempre re­ — y — son equwaientes 6 ■ 30 = 12 •
15 30
sulta otro número entero. Ejem plos: 2

Ejem plo: +6 + (-5 ) = 1; + 7 - (+ 4 ) = 3 25 8 . .


• 15 = 180. ambas se reducen a —
8. Núm ero racional.
+3; (+3) • (-2) = -6 2 ' 2 7 ’ 3 ' S°n ,rreduc,Wes
Conjunto Q
Sm embargo, al dividir dos números en ­ Una fracción es reducible cuando am ­
teros no siempre el resultado es otro núme­ 7 .2 . S ig no de una fra cción Todas las fracciones equivalentes entre
bos términos se pueden dividir por un m is­ sí, representan un soto núm ero racional.
ro entero. m o número distinto de 1 .
Una fracción es negativa cuando nume­ Asi puede decirse que número racional es
Ejem plo: 6 : 2 = 3 si es entero: 6 : 5 = rador y denominador tienen distinto signo: una fracción y todas las que son equcalen­
Ejem plos: tes a ella.
= ? no es posible -4 _ _ 4 +3 = 3
4 6 7 +5 5 ' —4 ~ 4
Por tanto, la dKsión no es una cperación — . — . — son reducibles Ejem plos:
10 18 14
interna en el conjunto de Sos números enteros.
Una fracción es positiva cuando nume­
3 _ _ -4 _ 1
Reducimos una fracción, dividiendo am ­ rador y denominador tienen el mismo signo:
6 ~ 14 ~ - 8 2
bos términos por un drwsor común: -3 3 +3 3
7. Fracción. Fracciones —4 = 4 ' +4 ~ 4 Todas estas fracciones representan al
6 3
equivalentes — = - hemos dividido por 2
18 9 Una fracción es un operador: una frac­
mismo número racional: -
2
ción aplicada a un número cualquiera efec­
Fracción es un par ordenado de números Reducimos tatamente una fracción cuan­ túa dos operaciones con él. Podemos clasificar los números raciona­
enteros, de manera que e¡ segundo término do dMdimos ambos términos por su m.c.d. les en dos tipos:
deí par divide al primero (no siempre de ma­
Ejem plos:
nera exacta). Se psdria decir que una fracción Ejem plos: a) Cuando el denominador divide al nume­
es i n cociente ndicado de dos números ente­
4 4 rador de manera exacta, entonces se
ros. siempre que el segundo no sea cero. 12 - •10 decimos - de 1 0 y hacemos (4 •
— m .c.d. (1 8 . 12 ) = 6 llama al número entero. El conjunto de
18 • 10) : 5 = 4 0 : 5 = 8 . los números enteros lo representamos
Sean a. b € Z (a.b) = f- es una fracción
b p o rZ .
12 2
-5 5 DMdimos ampos términos por 6 . — = — Esto es. hemos multiplicado el número
18 3 Ejemplos:
-3 3 ’ 10 por el numerador 4 y hemos dividido por
el denominador 5. 6 -8
-4 4 a c - = 2, = - 4 : son números raciona-
( - 4 . 2) = — = - - = - 2 Dos fracciones - y - son equivalentes 3 2
b d 3
- ■ 1 2 = 3 ( 1 2 : 2 ) = 3 ( 6 ) = 18 les enteros.
si se verifica que a • d = b • c; ejemplo:
N ota: No es posible la divisaón por 0. b) Cuando el denominador no divide de
f y 4 - 9 = 1 2 - 3 = 36
3 9 Ahora dividimos por 2 y después multi­ manera exacta al numerador, entonces
plicamos el resultado por 3. se llama número fraccionario. 0 con-

1*40*0 1 CO M U K IO S XUWÉMtOOS. OrtRAClO NtS 24 U N M O 1: CO*UU*K)S SUVtKIOOS OltHACIOM tS


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junto de los números fraccionares lo re­ Ejem plo: igual al primero, en valor absoluto, pero Hallamos el m .c .m . (1 2 , 1 5 , 18) =
presentamos por F.
4 6 ( 8 \ 86 8
con signo contrano. - 18 0. y lo colocamos como denomina­
dor de cada una de las fracciones:
Ejem plos: u sa rü
6 3 5 4 30
- - ; son números ra- que es equ «valente a - ; — equivalente
4 = 2 ' -1 0 2 18 0 + 1 8 0 + 180
6 -4 0 . . , -8
cionaies fracciónanos. a — y -p - e q u iv a le n t e a — ;
4 4 Abora drwdimos 18 0 entre 12 y io multi­
El opuesto de - es - - ya que plicamos por 7. queda 105. Dividiendo
8^ 30 i*- 4 0 Ì 172 86
El conjunto de los números racionales
10 15 1 45 j 90 45 1 8 0 entre 1 5 y multipiicando por 6 que­
se designan por Q y está formado por la
unión de los conjuntos Z y F. 2. Conm utativa: 0 orden de los suman­ H -f )' da 72. y dividiéndolo por 18 y muRbp*-
cándolo por 3 queda 30.
dos no varia eí resultado de la suma:
Q -jZ U F )
10 5 + 72 + 30 _ 2 7 0
a c c a
9 . 1 .2 . Regla para s u m a r 18 0 180
b d d b
n ú m e r o s r a c io n a le s Finalmente simplácamos y para ello fia­
Ejem plo:
remos el m .c.d. (2 0 7 , 1801 = 9 y tfewdi-
6 4 4 6 mos ambos términos por él.
a> SI tienen el m ism o denom inador: Se
5 3 ~ 3 + 5
suman los numeradores y se deja el 207 23
3. Asociativa: mismo denominador. Ejem plo: 18 0 20
/a c\ e a (c e\ _4_ -3 20 / —6 j Veamos otro ejemplo:
(b + d ) + f " b + ld + f ) io + io + i o + l i o j !

Ejem plo: 4 + ( - 3 ) + 2 0 + ( - 6 ) _ 15 A + 13+l§ +8 =


10 40 15 5
10 = 10

[M -!)H = H (-§ H ] b> Si tienen distintos denom inadores:


Se reducen a común denominador: se
m .c.m . (1 0 . 40. 15. 5 ) = 120

4. Elem ento neutro: 0 cero es un número


9. Operaciones con racional. Todas las fracciones de la forma
deja el denominador obtenido y se su­
man los nuevos numeradores.
120 + 120 + 120 + 120 :

núm eros racionales 0


- son equivalentes y representan ai 0 . Para reducir a común denominador hay ^ • 4 = 4 8 : ^ . 1 3 = 39:
10 40
que buscar fracciones equivalentes a las
0 número racional 0 sumado a cual­ dadas que tengan un denominador co­ 120 120
9 .1. Sum a quier otro número racional resulta siem­ m ún. El denominador com ún será el m í­ — 16=128; — -8 = 192
Al sumar dos números racionales siem­ pre este último. nimo común múltipto de los denomina­
pre resulta otro número racional. 0 + b _ b +0 _b dores. Los numeradores se obtienen di­ 48 39 12 8 192
a c c a c vidiendo el m .c.m . por cada denomina­ 120 + 120 + 120 + 120 :
dor y multiplicando el resultado por cada
9 . 1 .1 . P r o p i e d a d e s Ejem plo: numerador. 48 -1-39-1-128 + 1 9 2 407
12 0 ~ 120
1. Uniform e: La suma de dos o más nú­
meros racionales tiene resultado único
! +o-i Ejemplo:
Esta fracción es irreducible, por tanto es
5. Opuesto: El opuesto de un número ra­ el resultado final.
independientemente de las fracciones 12 15 18
que representen a cada uno. cional es otro número racional que es

U N OAD 1 C o n ju n to s n u w tm c o s . O r t i u c i o t e s 25 U « o * a 1 C o n ju n to s nuw* tocos O r t m c i o n t s


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2. Conm utativa: El orden de los factores El inverso también se llama recíproco. P ropiedad distributiva: Del producto y
9.2. Resta
no altera el producto. de la drvisión respecto de la suma y de la
Para restar procedemos igual; ejem plo: Para hallar el inverso de un número, di­
resta.
a c c a vidimos 1 por dicho número. El inverso
6_ 15 3 _ 12 15 21 b d d b
14 28 4 m 28 28 28 de x será - . Cuando el número es frac- Ejem plos:
x
Ejem plo:
cionano, el inverso se ha*a cambiando
Ahora restamos los numeradores de las 4 ^6 _ 6^ 4 3 /6 2 8 ,3 6 3 2 3 / 8\
el numerador por el denominador y vtce-
fracciones negativas (utilizamos las reglas 7 ’ 13 = 13 ' 7 a b 5 \9 + 3 ~ 7} 5 9 + 5 3 + 5 \ 7/
para sumar y restar números enteros): versa: el inverso de - es
3. Asociativa: b a
1 2 -1 5 -2 1 24 /a c ) e _ a íc e ) (1 _ £ V. 7 _ 3 7 £ 7 / 4\ 7
Ejem plos:
28 28 Ib d J f = b Id fJ \7 + 1 2 ~ 9 / 2= 7 :2 + 1 2 :2 + l_ 9 j :2
8 4 6
Hallar los inversos de - ; — ; - — ; - 3;
Ejem plo: 3 6 2
9.3. M u ltip lica ció n (6 3 \4 _ 6 (3 4\

Al multiplicar dos números racionales


\5 4 / 7 ~ 5 >,4 7/ 6) El producto de un número racional por 0
es igual a 0 . Ejem plo:
10. Identificación de
siempre resulta otro número racional. 0 pro­ 4. Ele m e nto neutro: 0 número racional
ducto de dos fracciones es igual ai producto 1, que se puede representar por cual­ ■
3 0
„ = 3 .0 , 3 0 núm eros racionales.
de los numeradores partido por el producto 5 5 1
de los denominadores:
quier fracción en la que el numerador y
el denominador sean iguales,
Núm eros decim ales.
a c a c a b _b a _ b Clasificación
b d b d a c c a c
Número racional es tcdo aquel que se
Ejem plos: 9 .4. D ivisión
puede expresar como fracción o cociente indi­
3 4 cado de dos números. Esta es la regja que
9 . 3 .1 . P ro p ie d a d e s — = - = 1 es el elemento neutro para la Al dnvdir dos números racionales siem­
3 4 nos permite identificar los números racionales.
pre resulta otro número racional. Para dividir
multiplicación.
1. Uniform e: El producto de dos o más dos números racionales multiplicamos el di­
Así todo número entero es racional por­
números racionales tiene un resultado Ejem plo: videndo por el inverso del drvisor.
que se puede expresar como fracción.
único independientemente de las frac­ 3 m3 . 3 4 = 4
ciones que representen a cada número: 5 ~ 5 ' 3 7*7 Ejem plos:
Ejem plos:
3 2 3 2 6
5. Inverso: El inverso de un número racio­ 0 3 6
7 5 7 -5 35 nal. es otro número racional que multi­ 3 4 3 7_21
6
podemos poner plicado por el pnmero da de resultado 1 . 5 ’7 = 5 4 ~ 20
14
-5 = - - = - —
3 6 i.* = i ^ 6 ( 3\ 6 / 8\ 48 1 2
que es equivalente a — y — b a
4 ’i” 8 ) = 4 ( -3 J --1 2
que es equivalente a Ejem plo:
5' _ _ 5 .6 _ 5 _ 7 _ _35
36 5 4
— es el inverso de —
10 .1 . N ú m e ro d ecim a l
É. A 1 12 7 = 12 6 ~ 72
14 15 210 4 5
Cuando dividimos la unidad 1 en diez
(simplificando por 6 ) = — 1 .5 .1 La división por 0 nunca es posible. partes iguales obtenemos 10 décimas. Al di­
5 4

U < t X » Ü 1 C O M U N IO S N U M ÍM C O S . O rt R A C lO M t S 28 L N 0 * > 1 : C O M U N IO S N UW ÉK tCOS. O r t H A C IO N t S


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2347 213 4170 | 2132


se va repitiendo indefinidamente 4 ,6 6 6 6 ...;
vidir — decimos que es igual a 0,1 o una 11.2. M u ltip lica ció n 217 11.018 20380 0.1955
7 2 .3 8 3 8 3 8 ...
400 11920
décima; o una centésima... Para multiplicar dos números decimales, 1870 12600
100 Se expresan colocando un arco sobre la
se multiplican sin tener en cuenta las comas 166 1940
cifra o grupo de cifras que se repiten, así:
y finalmente se coloca una coma al resulta­
Un número decimal es el que se repre­
4 .6 6 6 ... = 4 ,6 ; 7 2 .3 8 3 8 ... = 72 .38 do. de manera que haya tantas cifras deci­ 2. El dividendo supera en cifras decimales
senta por un número entero seguido de una
males como suma del número de ellas que al divisor:
coma y varias afras decimales.
La cifra o grupo de cifras que se repiten tienen ambos factores.
4.508 i 5.3
se llama periodo.
Ejem plos: 12 .384 - doce con 38 4 m i­ Ejem plo:
lésimas. Quitamos las comas y añadimos al divi­
Fracción generatriz: La fracción obtenida 64.23 dos crfras decimales
x 2.18 dos crfras decimales sor tantos ceros como cifras decimales
de un decimal periódico se «ama fracción
- 4 , 2 8 = menos cuatro con 2 8 centési­ m ás que él. tenía el dividendo.
generatriz de dicho decimal. 51384
mas. 6423 Procedemos finalmente como en el caso
12846
N o periódicos: Son números decimales antenor.
infinitos cuyas afras no siguen una periodici­ 140,0214 cuatro cifras decimales
45080 ' 5300
10.2. C lasifica ció n dad. sino que progresan aróitranamente. Por
ejemplo las raíces cuadradas no exactas de 26800 0.85
los números enteros positivos:
11.3. D ivisión 0300

10.2.1 . D e c i m a l e s fin ito s


V 5 = 1 .4 1 4 2 ... Para verlo mejor podemos establecer
3. El dividendo tiene menos cifras decima­
tres casos:
Son los que tienen un número finito de les que el divisor: 3 4 5 .3 :4 .7 2 . Quitamos
cifras decimales; ejemplo: 6,5 4. las comas y añadimos al dividendo tan­
1. Ambos términos tienen eí mismo núme­

Pedemos expresarlos como fracción co­


11. Operaciones con ro de cifras decimales. Se eliminan las
tos ceros como afras decimales más
que él. tenía el divisor.
locando en el numerador el número sin la núm eros decim ales comas y se drvide normalmente.

34530 I 472
coma, y en el denominador, la unidad segui­ Ejem plos:
da de tantos ceros como cifras decimales 2 .3 4 7 :0 .2 1 3 = : 4 .1 7 0 :2 1 .3 2 =
haya. 11 .1 . S u m a y resta Dividimos normalmente.
2347 | 213 417 2132
Para sumar o (restar) decimales, se colo­ 0217 11
6 .4 3 = ^ :8 .1 6 3 = ^ 004
100 1000 can los sumandos (o ambos términos de la
resta) de manera que las comas coincidan: se 12. Representación
suman o (restan) normalmente corro si fue­
ran números naturales y se coloca la coma en
Ahora se plantearía el problema de cómo gráfica. Ordenación en Q
10.2.2 . D e c i m a l e s infin ito s segur ambas divisiones, en la I a se colo­
el resultado en la misma posición que tiene
ca una coma ai cociente y se van aña­ Los números racionales se pueden repre­
en cada uno de los números.
Son los que tienen un número infinito diendo ceros al dividendo hasta que re­ sentar gráficamente en una recta: partimos
de decimales. Pueden ser de dos tipos: Pe­ sulte una d w só n exacta, o bien hasta de 0 y representamos a la derecha los ente­
Ejemplos:
riódicos y no periódicos. conseguir un determinado número de ci­ ros positivos, a la izquierda los enteros nega­
3.708 40.238 fras decimales. En la 2a colocamos un tivos. En las subdwsones de cada intervalo
+ 41.237 3.63
Periódicos: Un número decimal periódi­ cero 0 . después una coma y se van aña­ representamos los números fraccionarios.
126.1421
co es aquel que. teniendo infinitas cifras de­ 36.608 diendo ceros al dividendo hasta obtener Para representados dividimos un intervalo
cimales. hay una cifra o grupo de cifras que 171.0871 un resultado como en et caso anterior. unidad en tantas partes como indica el deno­

1*1(X »D 1 C O h JU X IO S H U M tm o o s . O r t R A C iO N t s 29 30 L N O A O 1 ; C O * .JU Y IO S X U M ÍK tO O S . O r t H A C IO N t S
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minador y tomamos un número de estas par­ Con los intervalos que quedan volvemos Ejem plo: Ordenar de mayor a menor los ros decimales que no son exactos ni periódi­
tes igual al que indica el numerador. a hacer lo mismo: números: cos. son los números Irracio n ale s, que
pueden definirse como los números decima­

Por ejemplo representemos - 7y - -3 . 5)1] les infinitos no periódicos.


1 5' 3 ’7 9 5
2 4 ' 2 ~ 4 7 8 4 2 1 2 3 = 3 .1 4 1 5 9 2 ...
■ 2 1 0 1 2 3 5’ 9 ' 7' 5 ' 3 ’ ~ 5
_l i i i______ i______ i__ i___ i_____ Y así sucesivamente. Esta operación no . „ 7 8 4 2 1 2 e = 2 .7 1 8 2 8 ...
■3ff 7/3 termina nunca, se podría repetir hasta el in­ 5 > 9 > 7 > 5 > ~ 3 5
finito. Concluimos: «Entre cada dos números ,/2 = 1 .4 1 4 2 1 3 ...
En la 1J dividimos cada unidad en 3 par­ racionales cualesquiera, existen infinitos nú ­ Esto es posiple porque, si tenemos dos
tes y tomamos 7 de estas partes. meros racionales». números racionales, podemos determinar V 5 = 1 ,2 5 9 9 2 ...
cuál es el mayor de ellos.
En la 2 a dividimos las unidades en 7 par­
Con los núm eros irracionales ( I ) se
tes (como es negativo se tama a la izquierda) 6 7
Sean — y — , ¿cuál es mayor?; reduci- resuene el problema de la radicación.
y se toman 3 de ellas. Esta recta, en la cual 11 13
representamos los números racionales, se 12 .2 . O rden ación en Q mos a común denominador, esto es. obte­
Ejem plo:
llama recta racional. nemos fracciones equivalentes a las dadas
pero con un denominador común:
Hallar la raíz cuadrada de un número
Com o vemos en la recta racional se
2 1 ui 0 ü » 1 A-a ia 2 significa encontrar el mayor número decimal
_J_________ I____ f-l___I___l-,___________ I______ puede representar cualquier número racio­ 613 7 11 78 77
-lo ia m (expresado en décimas, centésimas, milési­
nal: los puntos de la recta representan nú ­ 1 1 -1 3 y 1 1 - 1 3 ' 143 V 143
meros racionales. Existe una ordenación: de mas. diezmilésimas, etc.) cuyo cuadrado no
izquierda a derecha se representan de me- sea mayor que el radicando.
Ahora se ve claramente cuál es mayor:
3
ñor a mayor. Asi podemos decir - es menor 78 6 6 7
luego: n > 5 Vamos a hallar la -J2 aplicando la regla
12.1. P ropiedad de densidad
3 anterior mediante tanteo.
que - y éste es menor que 2 . etc.
En los números racionales se nos plan­
tea un problema, veámoslo con un ejemplo: a) Calculamos, en pnmer lugar, la parte
¿Cuántos números racionales hay entre 1 y •1 O 3't> 1 3 ’2 2
13. Ampliación del entera: l 2 = 1; 2 3 = 4 . por tanto, el 1
2 ? , o buen ¿cuántas subdivisiones se pue­
den hacer en el intervalo ( 1 . 2 )?
j___________i i i i i
concepto de número es la parte entera ya que el cuadrado de
2 supera a 2 .

Siempre podemos obtener el punto me­ Pero, ¿podemos decir qué número ra­ racional. El número real b) Vemos la aproximación de décimas
dio del intervalo sumando los extremos y di­ cional es eí siguiente inm ecato de 2 ?. ¿y el
a i )1 = 1.2 1; (1 ,2 )2 = 1.4 4; (1 .3 )2 =
vidiendo por dos: anterior inmediato a 1? La respuesta es No.
Es imposible ordenar todos los números ra­
13 .1 . N úm ero s irracion ales = 1 .6 9 ; (1 .4 )2 = 1.9 6; (1.5)* = 2.2 5.

1+ 2 3 cionales. porque entre cada dos de ellos, Por tanto la cifra de las decenas ha de
Hasta ahora hemos visto que toda frac­
2 ~ 2 por próximos que estén, siempre hay infini­ ser 4.
ción se puede expresar como número deci­
tos números racionales.
mal: sin embargo el reciproco no es aerto: c) Aproximación hasta las centésimas
1 3/4 3/2 7/4 2 no todo número decimal se puede expresar
Si podemos ordenar un conjunto finito (1.41)7 = 1 .9 8 8 1 ; (1.42)7 = 2 .0 1 6 4 .
I I I I I como fracción. Los números decimales que
de números racionales.
conocemos son los finitos o exactos y los in­ Por tanto la afra de las centésimas ha
finitos o penódeos. Existe otro tipo de núme­ de ser 1 .

U N IM D 1 COhJUXIOS XUMtmOOS. OrtRAClO NtS 31 32 LNOAO 1: Co*.JUH10S n u w tw o o s O r t RACIONAS


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d ) Aproximación hasta las milésimas:

(1 .4 1 1 )2 = 1 .9 9 0 9 ...; ....; <1.414) =


4) O puesto N - I as,a20!
pl 0
l - a si a < j

= 1 .9 9 9 3 ... a + (-a ) = (-a ) + a = 0


El valor absoluto de un número expresa
(1 .4 1 5 ) = 2 .0 0 2 2 ... su distancia a 0 .
Ejem plo:
Por tanto la afra de las milésimas ha de
ser 4. ^ 3 + ( - & ) = - V 3 + m5 = 0 Ejem plo:

e) Si siguiéramos tanteando comprobaría­ l-^ S l = ;| 2 -5 | = |-31 = 3


mos que podemos aproximamos a v '2
■ Propiedades del producto
todo lo que queramos.

La expresión decimal de -J2 aproximada Son análogas a las de la suma: ■ Propiedades del valor absoluto
hasta la diezmillonésima es:

1) Asociativa a) Los números opuestos tienen el mismo


valor absoluto.
v 2 = 1.4142136 13 .3 . O p era cion es c o n núm ero s a • (b • c ) = (a ■ b) • c
reales 2) C o nm utad va Jal = |-a| = a

a • b = b •a b) El valor absoluto de un producto es el


13.2. El n u m e ro real ■ Propiedades de la sum a
producto de los valores absolutos de
3) Elem ento neutro
cada factor.
El conjunto de los núm eros reales (R ) 1) Asociativa
está formado por la unión de los números 1 •a = a • 1 = a
M l-H -M
racionales y los números irracionales. a + (b + c) = (a + b) + c
4) Elem ento inverso Ejem plo:
R = { Q U 1} Ejem plo:
| -3 -5 | = | -1 5 | = 15
la = 1
Los núm eros reales se representan - 3 + <s/2 + 4 ) = ( - 3 + V 5 ) + 4 |— 3 - S| = |-3|-|5| = 3 - 5 = 15
como puntos en una recta llamada recta
real.
2 ) Conm utativa c) El valor absoluto de la suma de dos nú­
■ Propiedad distributiva
meros es menor o igual que la suma de
-Vi “f i - o . « \n i.5 Vio a + b = b + a
a (b + c ) = a - b + a - c los valores absolutos de los sumandos.

«— I------- 1 1 t- I I I 1 » >1 <1 » Ejem plo:


- * - 3 - 2 - 1 0 1 1 3 4 Ja + b l s M + M

- 2 3 + V2 = ^2 + 2 3 13.4. Valor absoluto de un Ejem plo:


Todo número real se representa como
n ú m e ro real
un único punto de la recta real y reciproca­ 3 ) Ele m e nto neutro
mente todo punto de la recta real represen­ El valor absoluto de un número real se l“ 3 + 71 i4! - 4 - h 3 + 7|s|-3| + |7l
ta un único número real. a + 0 = 0 + a = a define como: |-3j+|7 |= 3 + 7 = 10

I K ( X » D 1 C O h JU X IO S X U M tm O O S . O rt R A C lO M t S 33 U * o * a 1 C o h j u v o s n u w t w o o s O r t H x c io n t s
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Ejem plo:
14. Potencia de base 16. Potencias con 19. Relación entre
(-3)* -1 -3 ? = (-3)*
entera y exponente exponente cero potencias y radicales
natural Es igual a la unidad:
15 .2 . D ivisión de potencias de la
Si a es un número entero y n un núme­ a'” " = a° a) (V a )" ■ a; (I® )' - 5
ro natural distinto de O y 1 se llama poten­ m ism a base a :a
cia de base a y exponente n al producto de
Para dividir potencias de la misma base (! ) a 1’ ' « V a 7 :
n factores iguales todos al número a.
se deja la misma base y se restan los expo­
nentes.
a ’ = a a a ... a
a" 71 17. Potencias con 20. Raíz cuadrada
Ejemplo: — = a'” ' Ejem plo: — = 7a
3 7 exponente negativo Un número natural b es la raíz cuadrada
( - 2 ) ' = < - 2 ) < - 2 > ( - 2) ( - 2 ) = + 1 6 de otro número natural a si el número b ele­
< - 4 )3 = ( - 4 ) ( - 4 ) ( - 4 ) = - 6 4 Es igual a la unidad dividida por la mis­ vado al cuadrado da el número a.
ma potencia de exponente positivo.
15 .3 . P otencia de potencia
Las potencias de exponente 2 se llaman
Para elevar una potencia a otra potencia a - - 4a cuadrados o tamboén cuadrados perfectos.
1 4 .1 . Signo de una potencia
se deja la misma base y se multiplican los
exponentes. Ejem plos:
St U K H C M (KA.U.4 ► i c m a c fKAllMl
(a " )" = a " ’ 2° — •— « 2a
21. Propiedad
< 0(ni'tyec ptf ► (autha
Ejem plo: [(-2J3 ]* = ( - 2 ) “ = 2 U
2a * 2 °
fundam ental de los
a f ta -a ' « i-r<)sr ► napn*»
radicales
18. Núm eros El valor de un radical no vana si se m ul­
15. Operaciones con 15 .4 . P otencia de un producto irracionales. Radicales tiplican o se dividen por un mismo número
el exponente y el indice deí mismo.
potencias Para elevar un producto a una potencia
se elevan cada uno de los factores a ocha 18.1. D efinición de ra dical
1 5 .1 . P ro ducto de potencias de potencia.
Llamamos raíz n-ésima de un número
la m ism a base real a. a otro número b (si ewste) que eleva­
(a b •c)n = a" b ’ -c" do a la potencia n nos da a. Ejem plos:
Para multiplicar potencias de la misma
base se deja la misma base y se suman los Ejem plo: n ... índce
V5ü = V (5 b )2 = t/25bJ
exponentes.
Va = b ... signo radical V3b(x + y> = V 3 V < x + y)a
K - S j^ - t - S r f = (-3)* -2a •<—5>a
a n a ’ = a ”*" a ... radicando V25 = V 5 7 = V5

I N I X » D 1 C O h JU X IO S X U M É m O O S . O r t R A C lO N tS 35 36 L Y lD A O 1 : CO YO U X K JK N U W tW O O S O lt H A C I O N t S
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2 1 .1 . Tra nsfo rm ació n de 23. Raíces de un 24. Potencia de una 26. Extracción de
radicales
producto y de un raíz y raíz de una raíces de índice
Un radical puede transformarse, de infi­
nitas formas, en otro, multiplicando o divi­
cociente potencia com puesto
diendo el exponente y el indice del radean-
Ejem plos:
do por un mtsmo número.

2 3 .1 . R aíz de un producto 2 4 .1 . P otencia de una raíz


Ejemplo: t/2401 = Vy/2401 = 4 4 9 = 7

La raíz n-ésima de un producto es igual Para elevar una raiz a una potencia, se
al producto de las raíces n-ésamas de tos eleva el radicando a esa potencia. 4 7 2 9 = \ Q 729 = V27 = 3
V 2x = V ix 7 = V l6 x 4 = n'4 0 96x u
factores.
(rVa) =Va" 27. Extracción de
\ i'x7 yT z Th = l / x •\ fy ■%fz ■V h
Ejemplo: factores de un radical
22. Reducción de
(4 sf = VÍr = vÍ25 Es recesar» p je el índice sea igual o me­
radicales a índice Ejem plo: V l 2 5 -3 4 3 1 3 3 1 = V Ï 2 5 •
■ V 3 4 3 •V Î3 3 1 = 5 ■ 7 11 = 38 5
nor que el exponente del factor. Se dr.ide el ex-
porente entre el índice y el cocente sate como
com ún exponente de dcho factor fuera de la raiz y el
24 .2 . R aíz de una potencia resto queda corro expooente dentro de B raíz.
Si los factores son números hay que desccmco-
I o Se halla el m .c.m . de tos índices, que es
Para hallar la raiz de una potencia se nertos previamente en factores pnmos.
el índice común. 2 3 .2 . R aíz de un cocien te
obtiene la raiz de la dase y se eleva el resul­
2o Se divide el índice común por cada índi­ tado a la potencia dada. Ejem plos:
La raiz n-ésama de un cociente es igual
ce y tos cocientes resultantes, se multi­
plican respectivamente por cada expo­ al cociente de las raíces n-ésimas del divi­
Ejemplo:
nente de tos radicandos. dendo y del divisor.
\Í3 Í Í 0 4 = - 3 l = 23 - 3 14 2 ^ 3 = 7 2 46
V Ü F = ( v ^ 5 ) 3 = 5 J = 125
Ejem plo: Reducir a índice común:
n(7 = V 7 ^ W í a + b )3 = x J ( a + b ) « r7r

Yy \fÿ
a J x . V 3 (x + y ) . V 7a*z 25. Raíz de una raíz xy; ze _ y z .J x -z

z 4h4 h V z 4 -h
La raiz m-ésima de la raíz n-ésama de un
Ejem plo:
m .c.m . <2.4.6) = 12 número es igual a la raiz mn-ésima de dch o
número. 28. Introducción de
lÿ 2 6 a u x « , ^ ( x + y )1 ,
¡4 9 V49
(2 5 = ^ 2 5 = 5
7
factores en un radical
Ejemplo: Para introducir factores dentro de una
raíz hay que elevar dichos factores al índice
\ Q & 4 = % ¡6 4 = 4 ? = 2 de la raíz.

IN C X » D 1 C O h JU X IO S X U M É m O O S . O r t R A C lO N tS 37 38 L N O A Ü 1 ; C O fO U X K JS * UW *KtOO S O lt H A C I O N t S
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Ejem plos: 2 ) 7 v‘2 a - 5 v 5 a + 6 Ni5a = por la raíz que aparece en el denomina­ _ 3_ 3 (2 - >/5 )
dor. Es conveniente simplificar antes los
2-/S = ^ 5 = J ñ = ( 7 - 5 + 6) J 2 a = 8 j 2 a 2+ V 5 " (2 + ^ ) ( 2 - ^ 5 ) "
radicales, cuando haya lugar.

3xJaV2ác = V 3 " -2 x 6 a 3 ac = 3 ) 4 V 8 1 a 3x + 2 V l9 2 x + V ix 7 = Ejem plos: 3 (2 -V 5 ) 3 (2 -J s )


= 4 -3 a V S + 2 •4 V3x + V 3 x = 11 _a aVb _ av'b _ aVb 4 -V F = 4-5
-V 5 4 -X 8 V -c
- 12 a V 3 x + 8 í/ 3 x = -Jb S --J o b
= 3 (2 - ^ ) =- 3 ( 2 _ ^

= (1 2 a + 8 + l ) + V 3x = (12a + 9 ) V3x 2) 5 _ _ S j7 _ S j7
29. Radicales 2\,r7 ~ 2 ' f í •- f i ~ 2 ' ¡ V ~ I4

semejantes 3 0 .2 . M u ltip lica ció n y d ivisión b) El denominador es una raiz de Índice


32. Aproxim aciones y
cualquiera m o bien el radicando es una
de ra dicales
Son aquellos que tienen el mtsmo índice
y el mismo radicando. Pueden diferir única­ Para multiplicar o dividir vanos radicales
potencia. Se resuelve, en general, así: errores
mente en el coeficiente. a a ib ™ a ^
cuando tienen el mismo índice, se multopfc-
A veces tenemos que utilizar números
can o dividen los radicandos y se le coloca I^ b " ■Tjb’™ \jb’ •b""’
Ejem plos: que tienen una gran cantidad de cifras. En
al resultado de la raiz el mtsmo índice.
_ a q ^tF 7 a S 1^ estas ocasiones se suelen tomar números
1) 3a - 1 7 , 2bi/xF . 4a 2 'fx T Si los radicales no tienen el mismo Índi­ tfF b aproximados que simplifiquen las operacio­
ce. se reducen previamente al índice común. nes y permitan interpretar más fácilmente
2) V x - 1 , ^ 9 a » (x -l), Ejem plos: las cantidades expresadas.
Ejem plos:
V x -1 . 3a V x - 1 . 7 x V x -l 5 5 V67 5 V67 5 \¡6> Las aproximaciones que habitualmente
1 ) V 5 V 3 -V 6 = ^ 7 3 7 6 = V 36 = 6 ^ 6 ~ V 6 ^ m V67 6 hacemos de un número consisten en eliminar
las afras que siguen a una determinada, su­
30. Operaciones con 2) - 2) 7 - 7^ - 7^ -
mando una unidad a esta ütima s la pnmera
supnrrida es 5 o superior a 5. AJ hacer esto,
radicales = lV 2 l - 4 1 - 7 =
se ha realeado lo que se denomina redondeo
7 de orden et de la dtima crfra conservada.
V2 W .J F 5
V3 ^ V3J c) El derxxnmadcr es i n b ro m o . Se muttipi­ Ejem plos:
30 .1 . Sum a y resta de ra dicales
can numerador y denominador per el con­
jugado del denominador, el cual se obtene • El redondeo de 7 4 .9 3 2 a las centé­
Para poder sumar o restar radicales es
necesario que sean semejantes. Para proce­ 31. R acionalización de cambiando de signo el segundo de Sos tér­ simas es 74.93.

der a la suma se saca e< radcal como factor minos. Así, el conjugado de a + b es a - • El redondeo de 8 5 4 .3 6 7 8 a las m i­
común de la suma algebraica de los coefi­ denom inadores b. y el de a - b es a + b. lésimas es 8 5 4 .3 6 8 .
cientes. Esta operación consiste en eliminar raí­ Ejem plos: • El redondeo de 2 4 2 7 ,2 a las unida­
ces de un denominador, conviniéndolo en des es 24 27.
Ejem plos: a = a ( ^ + 2) ^
un número entero. Hay vanos casos:
■ J b -2 ( J b - 2 ) ( V b + 2) A veces, para expresar e< redondeo se
1) 2 V xr + 4 t / í7 + 5 V x 7 = a) 0 denominador es un monomio, en el utilizan los símbolos » ó - que significa se­
que aparece una raíz cuadrada. Se m ul­ a ( V b + 2) a ( v f c + 2) mejante o equivalente.
= <2 + 4 + 5 ) V x 7 = 11 V x 7
tiplican el numerador y el denominador _ v'br - 2 J " b -4 2 5 9 .3 5 6 * 2 5 9 .3 6

IN C M D 1 COM UN IOS MUMtlUOOS. O r t i u c i o f e s 40 U N O K ) L C o* .ju n ios n u w tw o o s O rtR AC iow ts


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Ea = [2 .4 0 -2 .3 7 1 = 0 . 0 3 Los intervalos también pueden tener un b) La intersección de dos intervalos (a. b) y


32 .1 . Error absoluto y error m esa: 0 no solo extremo y extenderse indefinidamente a (c , d) es el conjunto formado por los
relativo Er =
2.3 7
= 0 .0 1 = 1%
b largo de la recta real en el sentido contra- elementos comunes a ambos.
no. en este caso se denominan semirrectas.
Se llama error absoluto (Ea) a la drfe- Ejem plo:
E a = M -1 .4 3 | = 0 .0 3
rencia en valor absoluto entre el valor exacto Semirrecta abierta: (a. + « ) = a < x
queso: q qo
(2.5) n (4. 8) = (4. 5)
y el valor aproximado de un número. Er = = 0 .0 2 = 2 %
1.4 3
Ejem plo: a +00
Como puede comprobarse eí error abso­ 34. Sistemas de
El error absoluto cometido ai redondear. luto es el mismo mientras que el error relati­ Semirrecta abierta: ( - * , a) = x < a
vo es mayor en el caso de queso. referencia y coordenadas
■J2 = 1.4 1 4 2 1 3 6 » 1 . 4 1 4 es

( v 5 - 1.4 1 4 ) = 0.0 002


-o c a
puntuales
33. Intervalos y Semirrecta cerrada: (a. + « ) = a s x
Se llama e rro r rela tivo (Er) de una
aproximación al cociente entre el error abso­ sem irrectas 3 4 .1 . Ejes coordenados
luto y el valor exacto de una magnitud. a + »
Intervalos son conjuntos de puntos (o Los ejes coordenados son dos rectas
Error absoluto números) de la recta real formados por to­ perpendiculares donde se representan con­
Error relativo: Semirrecta cerrada: (•*, a| = x s a
dos los puntos (o números) comprendidos juntos numéricos (en general representare­
Valor exacto
entre dos valores a y b que se denominan mos números reales).
extremos del intervalo.
Ejem plo: — oc a El e je horizontal se denomina eje de
Intervalo abierto (a. b) significa el con­ abscisas (eje de las x) y es una recta que
Calcular el error relativo de 3 ,2 8 » 3.3
junto de puntos comprendidos entre a y b tiene 1*1 origen en el punto 0 . el cual deter­
mina dos semirrectas, de las que una es po­
Ea = f 3 .2 8 -3 .3 | = 0 .0 2
excluidos los extremos. 3 3 .1 . O p era cion es con intervalos
sitiva (a la derecha de 0 ) y otra negativa (a
0.02 la izquierda de 0 ).
Er = - 1 — = 0 .0 0 6 = 0 .6 % a < x < b
3 .2 8 a) La unión de dos intervalos (a. b) y (c. d)
Intervalo cerrad o (a. b). significa el con­ es eí conjunto formado que pertenece a A cada punto de la recta le corresponde
El error relativo nos permite comparar junto de puntos comprendido entre a y b n - uno o a otro intervalo. un número
errores entre mediciones de distintas magni­ cluidos los extremos.
tudes. (a. b) U (c. d) <— i-----------1-------- 1
------- 1
----- 1
----------1
-------- 1— *
a á x s b 5 - » -3 -a -1 0 1 2 3 *•
Ejem plo: Ejem plo: 2

Intervalo sem iabierto es el que tiene un , 0 eje vertical se denomina eje


Se m«de la longitud de una mesa cuya extremo abierto y otro cerrado. (2. 5 ) U (4. 8) = (2. 8) de ordenadas (eje de las y) y es una
medida exacta es de 2.3 7 m en 2 .4 0 m y ° recta que nene un ongen en el punto
se pesa un queso en 1.4 kg cuando pesa a < x £ b -i 0 . el cual determina dos semirrectas:
1 1 1 * 1 1 *
exactamente 1.43 kg. ¿Qué errores relativos 2 3 4 5 6 7 8
una positiva (del ongen nacía amba) y
se han cometido en cada caso? a s x < b otra negatwa (del origen nacía abajo).

U < t X » D 1 C O M U X I O S X U M tH tO O S . O r t H A C iO N t s 42 L N O A O 1 ; C O M U X I O S X UM ÉM IOOS. O P tK A C IO f C S

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A cada punto de la recta le corresponde y 2. Dada la siguiente tabla de valores, re- 3. Dada la siguiente gráfica, escribir los pa-
un número. presentar los puntos. res de valores correspondientes y formar
II CUJd-SMG 1oj*y»na una tabla con ellos.
1-, *1 <♦. •*)
Cuando se consideran los dos ejes con­
juntamente estamos ante un sistema de coor­ 1 2 3 - 2 - 4
denadas cartesianas. D i c t o sistema permite
representar puntos en el plano.
• 4 6 4 -5

llcuKXjme N O i«a'(a
Cada punto del piano viene determinado (♦ .-)
por un par de valores ordenados (el primero
de aoscisas y el segundo de ordenadas).

Para representar un punto en ei plano


tomamos el valor de la abscisa y levantamos Como se puede observar en la figura,
un segmento perpendicular con la medida según en qué cuadrante esté situado el
de la ordenada. punto, los signos de los valores de abscisas
y ordenadas serán distintos.

El plano cartesiano es ei conjunto for­ Un sistema de ejes cartesianos permite,


mado por todos los pares ordenados de nú­ por tanto:
meros reales. Dicho plano se representa por
el símbolo Rxfi. o por su equivalente RJ. a) Dada una sene de pares de valores or­ -5 -1

denados, representar los puntos corres­


pondientes en ei piano.
-2
RJ = {(x . y) / x. y € R }
b) Dada una sene de puntos representados
en el piano determinar una sene de pa­
res de valores correspondientes.

y Ejem plos:

1. Representar los puntos: <2. 2 ), ( - 1 . 4),


( - 4 . 0 ). (0 , 5 ). (4 , - 3 ) . (-2 . - 6 )
y; - — p fci. yJ

ii
Xi X

Un sistema de ejes cartesianos determi­


na cuatro cuadrantes (ángulos) en el plano.

L»<Ck»c 1 C o h ju n io a HUMtrooos. OrtRACiowes 43 l» « 0 * a 1 COhJUSIOS HUMÉMIOOS. O rtKAC IOfC S


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15 no es divisible por 2 pero sí por el núm ero prim o 3, ya que la sum a de sus cifras 1
E JE R C IC IO S Y P R O B LEM A S R ES U ELTO S
+ 5 = 6 es divisible por 3.

1. C a lcula r to d o s los divisores de 60. 15 ' J _

¿ 5
S olució n: Dividimos 60 por 1. 2. 3, 4... hasta q ue el cociente obtenido sea m enor
que el divisor.
5 es núm ero primo.
60 l_l 60 l_2__ 60 l_3___ 60 |4_
6 0 = 2 - 2 - 3 - 5 = 2I - 3 - 5
a 60 5 . 30 a 20 ¿ 15
108 es divisible por 2 :
60 JS 60 _6__ 60 _7___ 60 [8 _
¿ 12 5 . 10 4. 8 4. 7
108 [ 2 ___

5 54
Los divisores de 60 son: 1, 2. 3, 4, 5, 6 . 10, 12, 15, 20, 30, 60.

54 es divisible por 2:
2. ¿Es p rim o el n ú m e ro 89?

S olució n: 89 será núm e ro prim o si sólo tiene com o divisores el 1 y el 89. Calculamos
54 '2
todos los divisores de 89:
f i 27

89 |_1____ 89 [2 __ 89 |3 89 89 _5___
27 no es divisible por 2 pero si por 3: 2 + 7 = 9, divisible por 3:
fi. 89 4 44 4 28 4 22 A 17

89 [6 ____ 89 i_7 89 [§ 89 [9 ___ 89 110


¿ 1 4 ¿ 1 2 4 11 ¿ 9 ¿ 8 27 ¡_3___

6 9
Los divisores de 89 son: 1 y 89. Luego es num ero prim o. 9 es divisible por 3:

9 [3 _
3. C a lcula r el m .c .d . y el m .c .m . de 60 y 108.
a 3
S olució n: Usemos el m étodo de los factores primos. Factoricemos los números 60 y
108.

60 es divisible por el núm e ro p rim o 2 . p o r ser un núm ero par:


108 = 2 • 2 • 3 •3 •3 = 21 •3»
60 I 2
60 = 2* • 3 ■ 5
a 3o
m .c.d. (60. 108) = 2J •3 = 12
30 tam bién es divisible por 2:
m .c.m . (6 0 , 108) = 2» •3> • 5 = 540
30 I 2

a 15

L»<Ck»c 1 C o h J iw io a xuM troo os. O rtH A cro re s 45 46 L»«0 * > 1; COhJUXIOS HUMÉMWOS. OPtKACIOfCS
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4
4. Efe c tu a r | - | (2 - ! + § ) -
3 _ 4 _ 4 _ 2
2 3 2 6 3
. . . . 2 3/2 1 6 ) 2 3 ( 30 3 30 )
S o . u c o n : - + - j _ + _ j ,

4
(m .c.m . (1. 5, 3 ) = 15]
4 ! 4^2 8
'• 3 " 3 3 “ 3
_ 2 _ 3 /3 0 - 3 - f 3 0 \ 2 3 /57\ 2 2

3 4 \ 15 j" 3 4 (l 5 ,l

8 . R epresentar en la recta racional los n ú m e ro s: — ,


~ 3 4 5 = 3 20 = 60 60

(m .c.m . (3, 2 0 ) = 60] Marcamos en una recta los números enteros.


_ 4 0 -1 7 1 131
Colocam os debajo otra recta paralela a la primera y con las mismas subdivisiones; di­
60 60
vidimos el tro zo del 0 al 1 en doce partes ¡guales y tom am os 5 de ellas; finalmente
subim os el resultado a la recta Q . Trazam os otras dos rectas (una para cada fracción)
5 4 8 7 y m arcam os en la 11 de ellas esto es, dividimos la unidad en 5 partes iguales y to ­

5 Efectuar 6 18 12 9 _
3 9 5 10 “ mam os 6 de estas partes. En la 2 a recta m arcam os ^ esto es, dividimos la unidad en
5 12 + 3 : 7
2 partes iguales y tom am os tres de estas partes.
S olució n: |m.c.m. ( 6 . 18, 12, 9) = 36] Por últim o, subimos am bos resultados a la recta Q .
30 8 24 28 3 0 -8 + 24+28 74
3 6 ~ 36 36 36 36 36
3 9 5 7 " 27 5 7 ' 27 35 '
Q -L
5 -1 2 3 10 60 3 10 60 30
■ It h t
(m .c.m . (60. 30) = 60]

74 74
_ 36 _ 36 _
27 + 70 97
9. R epresentar en la recta racional los n ú m e ro s; \
60 60 7 4 5 3

37
18 37 60 , 2220
simplificamos dividiendo por 2 = — = = •5*3 -as
60

simplicamos dividiendo por 6 ; (que ya no se puede simplificar más).

i n i M ) 1 COhJUSIOS HUMÉroOOS. O rtRAClO NtS 47 4B U N CAO 1; Co+JUSKJS NUWtWOOS O ltHA CIO N tS


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. . 6 11 3 23 14. C a lcula r el cociente d e las potencias:


10. O rd e n a r de m a y o r a m e n o r losn ú m e ro s — , , — .
7 14 4 28
a) - < -3 r * « ( -3 )' = 9
Calculamos el m .c.m . de los denom inadores: m .c m . (7, 14, 4, 28) = 28, colocamos

— , — , — . y vam os poniendo el resultado de dividir 28 por cada denom ina-


28 28 28 28 J"( 4)* - ( - 4 ) ’ 1 ( - 4 ) ,a .
d o r y multiplicarlo por el num erador correspondiente: b) [ r í r ^ - J - M F - í - 4) — 64

6 4 1 1 2 3 -7 231
i r i r - i r i r < '‘",eda: 15. Calcular:

, 3 - 4
24 22 21 23 . 6
24 11 22 3 21 23 23 .
28' 28' 28' 28' lue9° 7 = 2 8 ' ü = 28'4 = 28' 23 “ ^ P ^ m o s d e a r que:
b) <3-j r = 3 - ' = p -

6 23 11 3
7 > 28 > 14 > 4 « r r - x - 3'
3*
11. O rd e n a r de m a y o r a m e n o r los n ú m e ro s \ ^
6 2 4 5 24 1
m .c.m . <6 . 2. 4. 5. 24) = 120 S -3 5> 3>

7 = 140. 3 _ 180 5 . IS O d) F ^ T " ?

6 " 1 2 0 ' 2 ~ 1 2 0 ' 4 ' ” 120 3*

6 144 29 145 . e) Sw - V 5 7
5 - T 2 Ó y 25 = Í 2 0 IUe9°
f) 7 -3 ''' _ _ 1_ = 1
3 5 29 6 7
2 > 4 > 24> 5 > 6

12. C a lcula r las pote ncias siguientes: 16. In tro d u c ir factores en los siguientes radicales:

a) <-S)> = ( - 5 H - 5 X - 5 ) = - 1 2 5

b ) -5 > = - (5 )(5 ) (5 ) = - 1 2 5

c) ( - 5 ) ' = (— S )(— 5) = 25 b) (n + 1) X r = Í^ ± J Í = ^ T 1
Vn+1 Y n+1
d ) - 5 J = — (5)<S) = - 2 5

17. S um ar:
13. Expresar cada p ro d u c to c o m o un a ún ica po te ncia:

a) < - S )7 ( - S )1 = ( - 5 )10 4 ñ - ^ 7 5 + 2 V27 = -3 + 2 V F =

b ) 9* - 9 ' = 9 ’ 6 = 2 - J E - S - f i + e s/3 = ( 2 - 5 + 6) ¿ 3 = 3^3

L»< Ck »C 1 C O h JU X IO S X U M tm O O S . O rt R A C lO M t S 49 1 C O h JU X IO S M U M éttO O S . O P tK A C IO f C S

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E s t a d ís t ic a

18. M ultiplicar:

' - J F - 4 l -'^ 2 1 // m .c.m . (5, 2. 10) = 10

■'a
f r -'t f 2 1- •?’ - 7 - 3 = ,í / ? ^ 7 r

19. Calcular:

Va V b W = -V b = / / m .c.m . (2, 6. 24) = 24

= ^ •3í c = ^ a ” b* c

20 . Expresar el re sultad o m e d ia n te un solo radical y racionalizar:

V 3 -V 2 K f3-j2 -j3 V 3 r -V 2 r V3r V 3 * •3 3 •Y V 3 * •2*

¿3 “ V 3 -V 3 ^ = 3 “ 3

21. Racionalizar:

3 3 VS 3^/5 3 v*5
a)
2^5 2-JsJs Íi/S 7 10
8 8 iÍ2 6 if l 8 ^2
b) ^ » 4 V2
t!Y iíY-ifi ifY 2
2 + 2 ( V 3 + V ’S )
C V 3 -V 5 ~ < > / 3 -V S )(V 3 + VS)
2(V3 + V5) -< s£ + V 5 ) = - V 3 - s /S
-2

i n i M ) 1 COhJUXIOS x ü M ím o o s . O rtR AC iO N ts 51
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Unidad

Elementos de
combinatoria.
Número
combinatorio
1 - In tro d u c c ió n
2 - V a ria c io n e s o rd m a rla s
3. V a ria c io n e s c o n re p e tició n
4. P e rm u ta c io n e s o rd in a ria s
5. P e rm u ta c io n e s c o n re p e tic ió n
6. C om binaciones sin repetición
7. B in o m io d e Ncnston

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S

E n e s te te m a e s e s p e c ia lm e n te Im p o rta n te e l e s tu d io d e l fa c to ria l d e u n n ú ­
m e r o y d e l n ú m e r o c o m b in a to rio .

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Si comparamos, por ejemplo, los números Ejem plos:


1. Introducción 2 .1 . D iagram a de árbol
que empezan por 1 observamos que en algu­
Vr. , = 5 •4 •3 = 60
nos casos difieren en alguna cifra (123. 124)
La Combinatoria es una parte del Álge­ 0 diagrama de árbol es un procedimien­
y en otras difieren en el orden (123, 132). 3 factores
bra que tiene aplicación en diversas ramas to utilizado para obtener los distintos grupos
de las ciencias y se ocupa del estudio y pro­ de manera ordenada. V - , = 8 ■7 ■6 5 4 = 6720
En general, si comparamos los 24 nú­
piedades de los grupos distintos que pueden
meros obtenidos, observamos que difieren 5 factores
formarse con los elementos de un conjunto Ejem plo:
entre si buen en alguna cifra, bien en eí or­
dado. Estos grupos se diferencian entre sí:
den de colocación, que son las condiciones 4 = (x - 2) i x - 3) (x- 4) (x- 5)
¿Cuántos números de 3 cifras podremos
requeridas para que estemos ante un caso
a) Por tener elementos distintos. formar con 1. 2. 3. 4 . sm que se repita nin­ 4 factores
de variaciones.
guna en cada uno?
b) Por e4 orden de colocación de los ele­
mentos.
Comenzamos por las que empiezan por

Al número de elementos del conjunto


1 y seguimos el orden establecido: 2 .2 . N úm ero de v a ria cio n e s sin 2 .3 . R esolución de prob lem as
dado lo vamos a denominar m. repetición Para resolver problemas de Combmato-

Al número de elementos de cada grupo < na es preciso, en pnmer lugar, determinar


El número de variaciones ordinanas se en qué caso nos encontramos. Para ello for­
lo vamos a designar por n.
A continuación añadimos las que quedan: designa por V„,f que se lee: -vanaciones sin mam os diversos grupos atendiendo a las
repetición de m elementos tomados de n condiciones del problema.
(1231
en n».
2. Variaciones ordinarias > < 4 (1241
(1321 Ejem plo:
* < 4 (1341 Para hallar el número de variaciones sin
Llamamos variaciones ordnarias o vana- ¿Cuántas banderas de 2 colores distin­
(1421 repetición utilizamos la siguiente fórmula:
ciones sin repetición, de m elementos toma­ tos podemos formar con los colores: aman­
(1431
dos de n en n, a los diferentes grupos que do, verde, blanco?
= m ( m - 1) (m - 2 ) ... < m -n + l)
con ellos se pueden formar, de tal modo que D e la misma manera podemos continuar
en cada grupo entren n elementos distintos y con los que empiezan por 2 . por 3 y por 4. v (av) a (va)
Ejem plos:
que un grupo se diferencie de los demás, resultando al final:
bien en alguno de los elementos, bien en el < b (ab)
< b (vb>
V „ = 7 •6 •5 = 2 1 0 (7 - 3 + 1 = 5)
orden de colocación de los mismos.
(123) 3 (213)
V l04 - 1 0 - 9 - 8 - 7 - 5 0 40 <10 - 4 +
Ejemplo: / 2 < 4 (124) 4 (2141 a (ba)
(132) 1 (2311 + 1 = 7)
¿Cuántos números de 2 cifras distintas (134) 4 (234)
V ^, = x (x - 1) (x-2 + l = x - D
< v (bv)
(142) 1 (241)
podemos formar con 1, 2. 3?
4 < 3 (143) 3 (243) V , . „ = (* + 2) - (x+1) •(x) (x +2 - 3 +
(Para esta operación no hace falta que
Los números obtenidos son: + 1 = x>
formemos todos los grupos.)
12 21 31 (312) 2 (412)
* < 4 (314) 3 (413) Otra forma de obtener el número de va­
13 23 32 En segundo lugar comparamos las ca­
(321) 1 (421) riaciones sin repetición es el siguiente: racterísticas de los grupos:
Podemos observar que los sets números 2< : (324) 3 (423)
obtenidos difieren en alguna cifra o en el or­ (341) 1 (431)
V „ . = m (m - 1 ) (m - 2 ) ... (av) y (ab) se diferencian en un color.
den de colocación de las mismas. < < 2 (342) 2 (432)
(av) y (va) se diferencian en el orden (y
n factores
son banderas distintas).

U l O M l 2 E U M tM O B D t COMBUAIOW A UM 0A3 2 E U M tM O S D t COMBIHAIOMM


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dm m
Por tanto estamos en un caso de varia­
ciones sin repetición. E S 31 M il 5 x V , , = 300
4. Si se eligen 5 cargos distintos entre los
3 0 alumnos de una clase, ¿cuántos re­
sultados son posibles?
Vxz = 3 - 2 = 6
¿Y en las centenas si hemos escogido,
= 17100720
por ejemplo, el 2? b) Los que termina en 0
Hay casos en que el resultado del pro­
5. Se extraen tres bolas sucesivamente de
blema no se obtiene por aplicación directa dm m c 0 5 a V „, = 60 una coisa que contiene diez bolas m in e -
de la fórmula. 1 2
ü.3
A 5 x 4 x 3 x 1 radas, ¿cuántos resultados distintos pue­
den producirse si se tiene en cuenta eí or­
Ejemplo:
¿Y en las decenas si hemos escogido, Los que terminan en 2 den de aparición de cada bola y si no se
por ejemplo, el 0 ? devuelve a la bolsa cada boa extraída?
Con las cifras 0. 1, 2. 3. 4 . ¿cuántos
4 x Y ., = 48
números de 5 cifras se pueden formar? jo 2° 3°
dm m c d
4 x 4 x 3 x 1
Vw i = 7 2 0
Si api cáramos la fórmula obtendríamos:
Los que terminan en 4 1 0 x 9 x 8
¿Y en las unidades si hemos escogido,
V „ = 5 • 4 - 3 • 2 - 1 = 120 por ejemplo, el 3? 4 x V ., = 48 6 . ¿De cuántas maneras distintas pueden
ocupar tres personas tres de las cuatro
Pero en esos números estarían incluidos 4 x 4 x 3 x 1
cfrn m C d u
butacas numeradas de un eme?
casos como 0 1 2 3 4 . 0 2 1 3 4 . etc., que no i 2 0 3 4 J
En total: 6 0 + 48 + 48 = 156
son números de cmco afras. Consideremos, por ejemplo, los casos
resultaría 3. ¿De cuántas ícrmas distntas se pueden
Un procedimiento para resoNer el pro­ repartir las metíalas de oto. plata y tronce l ° M 'H
blema seria: dm m c d U en una fral en la que partcpan 8 atletas?
Butaca primera no ocupada, segunda
Consideramos los atletas numerados 1. ocupada por la persona 1 . tercera por la
- V4/l = 12 0 - 24 = 96 4 4 3 2 1
2 . 3. 4. 5, 6 . 7. 8 . persona 2 . cuarta por la persona 3.
v.,
Otro procedimiento consiste en observar 4 V , , - 4 4 3 2 - M Un posible resultado seria 1. 2. 3 (el 1 3 2 1 0
la forma de un número de 5 cifras: primero, el 2 segundo. e< 3 tercero).
dm m c o u Butaca pnmera ocuparla por la persona
Otro posible resultado sería 8 . 7, 5 (eí 8
2 .4 . P ro blem a s resueltos primero, el 7 segundo. e< 5 tercero).
3 . segunda por la 2 . tercera por la 1.
cuarta no ocupada.
¿Qué números podemos colocar en las Si comparamos con otro resultado, por
(Constmir el diagrama de árbol).
decenas Ce millar? 1. Con las cifras 1. 2. 3 . 4, 5. 6 . ¿cuántos ejemplo 3 . 2 . 1. observamos que un
números distintos de 3 cifras distintas gnjpo se diferencia de otro bien en al­ V<a = V „ = 4 • 3 • 2 = 24
dm
se pueden formar? gún elemento, buen en el orden de colo­
7. Comprueba la siguiente igualdad:
cación. por tanto:
V „ = 6 - 5 ■ 4 = 120
Ya hemos visto que no podemos colocar - V *4 = 15 V .
el 0 . 2. Con las cifras 0. 1. 2 . 3. 4 . 5: 1° 2° 3o
7 •6 4 = 6720
a) ¿Cuántos números distintos de 4 a - V .1 = 336
Si hemos colocado, por ejemplo, el 1 7 •6 - 1680
fras se pueden form a? 8 x 7 x 6
¿qué números podemos colocar en las uni­
1 5 VM = 1 5 ■ 8 • 7 • 6 = 5 0 40
dades de mullar? b) ¿Cuántos son pares?
6 7 2 0 - 1 6 80 = 5 0 40

LYlOAÜ 2 E U M t M C S D t C O M B N A IO R A 57 U lJD A D 2 E L t M t M O S D t CO M tSIHAIORA


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8 . Resolver la siguiente ecuación: Se puede observar que los 16 números


b) ¿Cuántos de ellos tienen un cero en la
obtenidos difieren en alguna cifra o en el or­
cifra central?
den de colocación de las mismas. También
V>.3 se pueden observar que hay cifras que se c) ¿Cuántos son pares?
V R ,, 125
Como V , = x ( x - l ) ( x - 2 ) y V =x(x-l) repiten.
d) ¿Cuántos empiezan por 5 y terminan en
x ( x - l ) ( x - 2>
2 ; x - 2 = 2;x = 4 0?
x(x-l) H
V„ 24 3 .1 . N um ero de va ria cio n e s con a>
Comprobación: - = - = — = 2 6 . 7 ■ 7 x 7 ■ 7 3VR. 3 • S2 = 75
Ví 2 12 repetición «*r*
2. Se extraen 3 bolas sucesivamente de
0 número de vana:enes con repetición se una bolsa con 10 bolas numeradas.
desgna per V R ^ q je se lee ■r.anaaones con 6 • VR r4 = 6 • V = 14406 ¿Cuántos resultados distintos se pueden
3. Variaciones con repetición de m elementos tomados ce n en n». (También se puede resolver: V R .a - VRr4)
producir si se tiene en cuenta el orden
de aparición de cada bola y si se devuel­
repetición Para hallar el número de variaciones con ven después de extraerse?

Llamamos variaciones con repetición Ge


repetición utilizamos la siguiente fórmula: » 16 «I 7 «H1 I I
> 7 i 7
VRt0J = 103 = 1000

m elementos, tomados de n en n, a los dife­ VR m 3. ¿Cuántas quinielas habría que rellenar


rentes grupos que con ellos se pueden for­
6 •V R „ = 2 0 58
Ejem plo: para acertar seguro quince resultados?
mar. de tal modo que en cada grupo entren
n elementos, podiendo alguno repetirse una c, l i l i l í VRju = 3“ = 14348907
¿Cuántos números de 5 cifras se pue­ 6 * 7 * 7 * 7 * 4
o vanas veoes y considerando dos grupos (m = 3 ya que los elementos son 1. x, 2)
den escribir con tas cifras 1. 2 . 3. 4?
distintos si se diferencian en algún elemen­ Hay 4 cifras pares)
to. o en el orden de colocación. VR*. 1024
6 • 4 • VR.. 8 2 32

Ejemplo:
Obsérvese que en las variaciones con re­
petición se puede dar eí caso de que m < n.
4. Perm utaciones
d)
Con las cifras 1. 2. 3. 4 ¿cuántos nú­
situación que no puede darse en las variacio­
nes ordinarias.
1* 7* ?« 7 i 1 ordinarias
meros de dos cifras se pueden formar?
V R . j = 343 Permutaciones ominarías, o s n repetición,
Los números ootenidos son: de m elementos, son los diferentes giupos que
3 .2 . R esolución de prob lem as se pueden formar con esos elementos, de
moGo que. entrando todos ellos en caaa gru­
En algunos casos el resultado del pro­ po. se diferencie un gruco ce otro únicamente
blema no se obtiene por aplicación directa 3.3. P ro blem a s resueltos en el orcen ce colocación de los elementos.
de la fórmula.
L Con las cifras 1, 2 . 3. 4 . 5: Las permutaciones son variaciones en
Ejem plo: las que en cada grupo entran todos los ele­
a) ¿Cuántos números de 3 afras se mentos del conjunto inicial.
Con las cifras 0. 1. 2 . 3. 4 . 5. 6 pueden formar?

b) ¿Cuántos, de esos, son mayores Por tanto en ellas: m = n


a) ¿Cuántos números distintos de 5 cifras que 300?
se pueden formar? Pm = Vm.m

I W W > 2 E U M t M C O D t C O M H ItA IO W A 60 U U O A D 2 . E U M t M O S D t C C M H U A IO M A

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Ejem plo: Como siempre, formamos vanos grupos En esta situación hay que considerar las
4 .2 . Factorial de un núm ero
y comprobamos si se cumple la condición posiciones relativas.
Cuántas palabras de cuatro letras distin­ natural de que sólo se diferencian en el orden de
Designemos por a. b. c a las personas;
tas (tengan o no signácado) se pueden for­ colocación.
tenemos entonces:
mar con las letras de la palabra CASO Se llama factonal de un número al pro­
ducto de n factores consecutrvos desde uno Ejem plo:
Formemos el diagrama de árbol hasta n.
¿De cuántas maneras se pueden sentar
S - O ICASO) s -o (a c s o ;. Se representa por n!: tres personas en 3 butacas que están en
A O - S (CAOS) C<- O - S rACOSí
.... A - 0 ICSAO i s _ .- c -o ía s o o ;. una fía?
- O - A ICSOA) O - C (ASOC>
n! = n • ( n - 1) • ( n - 2 ) • ... 1
S ICOAS) C - S (AOCS>
o < ASl Designemos a las personas por las le­
-- S - A IICOSA)
°< S - C <AOSC> Por tanto:
Como únicas posiciones posibles
tras a, b, c.
P (3 -l> = (3 -1 )! = 2 - 1 = 2
.. A - 0 iSCAOl . A - SS ICCASI
C < - O - A ISOQA) C< S - A IOCS Al Pm = m ! = m (m -1 ) (m -2 ) ... 1 El conjunto inicial es a. b. c. En estos casos se adopta como fórmula
c (_ C - O 1SACO1 - C - S IQ íCS I
- O -C lS A O C ) S -C l O A S C I general:
^ C -A I S O C A , ^ C -A lOSCA) Los símbolos 0! y 1! no tienen significa­ Los elementos de cada grupo son a. b. c.
P ( n - l ) = (n -1 )!
A -C ISO ÍCI A -C IOSACI do atendiendo a la definición. Por convenio
se na establecido que: 0 ! = 1 y 1 ! = 1 . Si formamos varios grupos (utilizar la 3. cDe cuántas formas podrán colocarse
Corno puede verse son 24. diferencián­ técnica del diagrama de árbol) tenemos: en fila 8 alumnos si suponemos que hay
dose cada palabra de las demás exclusiva­ Los íactonales pueden descomponerse dos que ocupan siempre el mismo pues­
mente en el orden de colocación. en factores: abe bea cab to. uno el primero y otro el último?

n! = n ( n -l ) ! ya que ( n - 1)! = ( n - 1) - Vemos que la única diferencia entre los f l] . 2. 3. 4. 5. 6. 7. (al


• (n -2 ) • (n -3 ) ... 1 grupos es el orden de colocación, por tanto
Como el I o y el 8 o están fijos siempre,
4 .1 . N úm ero de P erm utacion es
sólo se permutan los 6 elementos res­
Ejem plos:
ordinarias P, = 3 • 2 • 1 = 6 tantes:

5! 5 • 4! P6 = 6 • 5 • 4 - 3 • 2 - 1 = 720
El número de permutaciones ordinarias 4! 4 • 3!
4. Hallar eí valor de x en:
se designa por Pm que se lee: «Permutacio­ 3! 3 • 2! 4 .4 . P ro blem a s resueltos
nes de m elementos». Para hallar el número 2! 2 • 1! x! = 10 (x - 2 )!
de permutaciones ordinanas utilizamos la si­
x (x - 1) (x - 2 )! = 110 (x - 2 >!; x (x -
guiente fórmula: 1. ¿Cuántos números de cuatro cifras dis­
- 1 ) = 110 ;
tintas se pueden formar con las cifras 1 ,
4 .3 . R esolución de prob lem as 2. 3. 4? 1 i V i + 440
Pm - Vm.m = m •(m -1 ) •(m -2 ) . . . 2 1 x 2 - x - 110 = 0 ; x < ^
P4 = 4 • 3 • 2 • 1 = 24
Una forma de detectar las permutacio­
Ejem plos: 2. ¿De cuántas formas distintas se pueden
nes ordinarias es comprobar que m = n. o
sea que el número de elementos del con­ sentar tres personas alrededor de una 2 ' x2 = - 2 0
P, = 4 • 3 • 2 • 1 = 24 junto inicial es igual al número de elementos mesa?
Sólo se considera válida la solución x =
de cada grupo, y que los elementos de cada Estarnos ante un caso denominado «per­
P . - 8 - 7 - 6 - 5 - 4 3 - 2 - 1 - 40320 = 11 , ya que -2 0 no es un número
grupo son distintos. mutaciones circulares*.
natural.

1 »< 0 A I> 2 E U M t M O S D t C O H H rt A lO W A 62 UMDAO 2 : E U M t M O S D t C C M H It M O M A


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5. Con las letras de la palabra CÁDIZ Las palabras obtenidas son: Ejemplo:
. 7! 7'6 '5'4 -3! ___
a) P, = ------- = -------------------------- = 420
a) 6 Cuántas palacras se pueden formar? 3!2! 3!2
A (U A L ' p CAIAP) ¿Cuántos números de 7 afras se pueden
b) ¿Cuántas tienen las vocales juntas? P (lAA P l L< P A (A U * ) escnbir con las cifras 1. 1. 1. 2. 2 . 3. 3? b) Formemos algunas palabras con las
A <U*A} P CAALP) condiciones dadas
c) ¿Cuántas las tienen separadas? A A< P L (AAPL) 7! 7*6 ’ S ' 4 ' 3 !
A A (A P IA ) P?J J = — — = --------- — -----------= 210 'a a a I r r b g . r |a a a |r b g . r b q Ia a a r
3!2!2! 3!4
a) P5 = 5 • 4 ■ 3 • 2 • 1 = 120 a< : P L (A PALI

A - A (PtAA) A -P
En todas las permutaciones las «A»
b) Formemos algunos grupos que cum ­
A -A L < P -A
funcionan com o si fueran un solo
plan las condiciones dadas:
elemento, por tanto tenemos « a n ­
a<
A (PALA'
(PAAU
A <
-
L - P
P -L
5.2. R esolución de prob lem as
co* elementos de los cuales la R se
A
P < L- A repite 2 veces, por tanto:
A< Í L - A -L
Para detectar las permutaciones con re­
CDZAI petición seguimos los mismos procedimien­
C A I DZ tos que para las ordinarias teniendo en cuen­ * - 1 - 5 ^ 2 . «
AICDZ ta. en este caso, que hay elementos que se
2 • P, = 48 Como puede observarse, hay una serie
CDZIA c) Razonando como en el caso antenon
de permutaciones que se repiten, y por tan­ repten. Debemos, como en los casos ante­
Cl A D Z Pa
to no debemos considerarlas. riores. formar vanos grupos comparando las 6 != 6 -5 - 4 -3 !
IACDZ
diferencias que se observan entre ellos. 6 3! 3!

c) Al total de permutaciones le restamos Resultan en total 12 permutaciones. Al 2. ¿De cuántos modos distintos pueden
las que tienen las vocales juntas: comparar cada grupo con el resto constata­ presentarse 12 cartas de una baraja sa­
mos que se difirencian únicamente en el or­
12 0 - 48 = 72
5.3. P ro blem a s resueltos biendo que son 4 re>es, 3 ases, 3 sotas
den de colocación. y 2 caballos?

1. Con las letras de la palabra GABARRA 121


4!3!3!

5. Perm utaciones con 5 .1 . N úm ero de p e rm uta cio nes


a) ¿Cuántas palabras se pueden escri­
bir de forma que entren todas las le­
1 2 11 10 -9 - 8 ■7 - 6 5 4!
227200
4 !3!3!2!
repetición c o n repetición tras?

b) ¿Cuántas hay que tengan las *A* 3. ¿De cuántas formas distintas se puede
Dado un conjunto con m elementos, de 0 número de permutaciones con repeti­ juntas? organizar un tren con 4 vagones de se­
los cuales, uno se repite a veces, otro b ve­
ción de m elementos, de los cuales uno se gunda clase. 3 de pnmera y 2 coches
ces. otro c veces, y asi sucesivamente, lla­ c) ¿Cuántas que tengan las «B* juntas?
repite a veces, otro b veces y otro c veces cama?
mamos permutaciones con repetición a las
viene dado por la siguiente expresión: Si escnbimos vanas palacras posi­
diferentes formas en que se pueden ordenar 9! 9 -8 - 7 - 6 - 5 - 4 !
bles. como por ejemplo: P‘ J J 1 2 60
esos elementos. Una ordenación se diferen­ 4 !3 !2 ! 4!3!2
p .« = _ m!
cia de otra por el lugar que ocupan dos ele­ GABARRA. BARRAGA. GRABRAA
P,-Pt Pt a!b!c! 4. Con las cifras 1. 2. 3:
mentos distintos.
podemos observar que cada grupo
a) ¿Cuántos números de 9 cifras se
tienen los mismos elementos que el
Ejemplo: Si un elemento aparece sólo una vez. no pueden escribir sa cada uno se repi­
conjunto inicial: que hay algunos ele­
lo pondremos en el exponente te 3 veces?
mentos que se repiten y que un gru­
¿Cuántas palabras se pueden formar
po se diferencia de otro únicamente b) De esos números, ¿cuántos empie­
con las letras de la palabra LAPA? Se debe cumplir que a + b + c £ m en el orden de colocación. Por tanto: zan por 1 y terminan por 3?

2 E U M tM O S D t COHBIHMOMA 63 64 UMOAD 2; E U M tM O S D t CCM HItM OM A


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b (a b )
Es importante considerar algunos casos
a) Un número, por ejemplo, tendria la
c tac)
/ •
|bc)
6 .2. R esolución de prob lem as
de números combinatorios:
siguiente forma: b ¿
d (ad) ¡> d ibdl
En estos casos interesa, al comparar los m! m!
1 .1 .1 . 2 ,2 .2 , 3 .3 ,3 e (ae) ' e (be)
grupos, atender a la naturaleza de los ele­ 0 ! ( m - 0 >! 1 -m!
9! mentos y no al orden.
3!3!3!

9 -8 7 -6 -5 4 -3 !
b Por ejemplo, si consideramos los pro­ 0! -1
0! 0!
1680 c ductos distintos de dos números que se
3 !3 !3 !
e «Se) pueden obtener con los números 1, 2 . 3. 4.
m! m ( m - 1)!
b) Si escribimos un grupo con las con­ es el mismo producto (1 - 2 ) que (2 • 1) o
diciones del problema Como podemos observar en este caso, (2 • 3) que (3 • 2 ). 1 ! ( m - 1)! ( m - 1 )!

los grupos que tienen los mem os elementos


LaJ. 1. 1. 2 . 2 . 2 . 3, 3.[3] son iguales ya que es el mismo grupo el for­ Por otra parte en ningún caso podría su­ m! m! n
mado. por ejemplo, por {Jua n, Pedro} que ceder que n > m. \m ) m!(m-m>! m! 0! m!
Observamos que el [ l y el [3 [ no se
por {Pedro. Ju a n }.
permutan, por tanto:
Es importante, como en los casos anteno­ Recuérdese que 0! = 1 y 1! = 1
Tenemos por tanto 10 grupos distintos. tes. formar vanos grupos y comparar sus ca­
_ 7 !_ _ 7 ^ 5 ^ 3 1
7 2!3!2! 3!2!2 racterísticas utilizando el diagrama de árbol. Ejem plos:

6.1. N um ero de co m b in a cio n e s , . Í L = L l ± ! = io


6.3. N úm ero s com b in ato rio s 13
0 f' 3! 2! 3! 2
sin repetición
6. Com binaciones sin 8! 8 -7 -6 -5'4!
El número de combnaciones sin repeti­
repetición ción se designa por Cm .n que se lee: »Com ­ Al número de combinaciones sm repeti­ ( . 4 ) 4 ! 4! ~~ 4! 4!
= 70

binaciones de m elementos tomados de n en ción de m elementos, tomados de n en n.


n». Para hallar el número de combinaciones se le llama número combinatorio, nchcándo-
Uamamos combinaciones sin repetición san repetición utázamos la siguiente fórmula: ( 7L -0!^ 7!- i ; f[7jl « —7! 0! ■
se con el. símbolo
• |(m \l que se lee: «m sobre
de m elementos, tomados de n en n. a los
diferentes grupos que se pueden formar con m ( m - l ) ( m - 2 ) ... ( m - n + 1 )
n». Siendo m y n números naturales y desig­
esos elementos, de modo que en cada gru­ P. n ( n - l ) ( n - 2 ) ... 1
nando a m como índice superior y a n como
po entren n de ellos, diferenciándose un
indice inferior.
grupo de otros al menos en uno de sus ele­ Con m a n 6.4. P ropiedades de los núm ero s
mentos. com b in ato rio s
Ejem plos:
P.
Ejemplo: 7 -6 5 - 4 - 3 -2
C , > = — = 21 C14 1. Dos números combinatorios que tengan
4-3-21
El número combinatorio tiene otra ex­ igual Índice superior, y la suma de los
¿Cuántas parejas de dos personas se
x(x - l ) ( x - 2 ) x(x - l)(x - 2 ) presión. denominada forma factorial: dos índices inferiores sea igual al índice
pueden formar con un grupo de 5 personas?
3 -2 6 superior, son iguales:
m!
Designemos a las personas por las le­ S - 4 3 2 1 n! ( m - n ) !
tras; a, b. c, d. e: 5-4 -3 -2 1 n -w

tf lO A D 2 E L tM tM O « O t C O M ttriA lO M 66 U M M 0 2 . E U M tM O S O t COMHUAIOMA
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permanece f$o en el grupo sólo pue­ x Cx — 1) t (x - 1 ) (x - 2) (


2. ¿De cuántas formas pueden combinarse
den cambiar 5 elementos: 2 2
los siete colores del arco iris tomados de
9-S-7-6-5! (x - 2) (x - 3)
5 en 5? 136
C” 4Í~5!
Si simbolizamos los colores por a. b. c.
3x3 - 9x - 2 6 4 = 0:
d. e. f, g. tos grupos aboce y abcdf son c) Al no entrar un elemento, éste no se
distintos, mientras que los grupos abcde combina, pero los grupos siguen te­ x =
A — 11
X A
niendo los mismos elementos: x2 - 3x - 88 -= 0
<
2. La suma de dos números combinatorios y edcba son el mismo.
9 -8 •7 - 6 ! x *
cuyos índces superiores son iguales, y
Además m = 7; n = 5. Por tanto:
los inferiores se diferencian en una uni­ Cfl a= 3!6!
dad. es igual a otro número combinato­ d) Por los mismos razonamientos ante­ La solución válida es x = 11 (comprué­
rio cuyo Índice mfenor es el mayor de los riores: bese).
dos índices mfenores, y el índice supe­
3. En una bolsa hay 10 bolas numeradas 7 -6 - 5 - 4 !
rior es mayor en una unidad al índice C ,, = 35
del 1 al 10. ¿De cuántas formas distin­ 3!4!
superior de los sumandos.
tas se pueden sacar 4 de esas bolas?

Tenemos 1. 2 . 3. 4 . 5. 6 . 7. 8 . 9. 10
En general, en este tipo de proble­
mas hay que restar tantas unidades
7. Binom io de Newton
C R U -P bolas. de m y de n como elementos entran El bmonxo Ce Newton nos permite desa­
siempre en cada grupo, y restar tan­ rrollar la potencia n-ésima de la suma o res­
Ejem plos: Si comparamos vanos grupos {1 . 2. 3. tas unidades de m como elementos ta de dos monomios. Dicho desarrollo es un
4 } . {1 . 2 . 3 . 5 } y {4 . 3 . 2. 1 } . vemos no entran nunca en cada grupo. polinomio de grado n y tiene n +1 términos,
que los dos pnmeros son diferentes,
ordenados según las potencias crecientes
mientras que el pnmero y el tercero son 5. Hallar m en la ecuación:
de b y decrecientes de a. y cuyos coeficien­
el mismo. VRn, + = 112 tes numéncos están constituidos por los nú­
m (m - 1 ) meros combinatorios de índice superior n. y
m = 10; n = 4 mJ + m ( m - l ) + 112
cuyo Índice mferior varia de 0 a n.
_ 1 0 -9 - 8 -7 - 6 !
2m 2 + 2m-' - 2m + m 3 - m = 22 4
C »< 4 16!

(a + b)" = |£ janb° + £ j a " - l b* +


6.5. P ro blem a s resueltos 4. Con un grupo de 10 alumnos:
5m 2 - 3 m - 22 4 = 0
32
a) ¿Cuántos grupos de 6 alumnos se m , — _
Con las cifras 1, 2 . 3. 4. 5. ¿cuántas su­ pueden formar?
mas de dos sumandos se pueden formar? Sólo es válida la solución m = 7 (com ­
b) ¿En cuántos de esos grupos entra o de manera más simplificada:
Tenemos sumas del siguiente tipo: Luis? probar la soluoón)

(1 + 2) (1 + 3) (1 + 4)... <2 + 4) (2 + 5) c) ¿En cuántos no entra María? 6. Hallar x en la ecuación:


(a + b)" = ^ ) a " + £ j a n l b+...+
Las sumas (1 + 2 ) y (2 + 1) son iguales d) ¿En cuántos entran Luis y María
pero no entra Emilia?
m = 5 ; n = 2 . Por tanto:
x (x — l)(x — 2)! + Cx — 1) (x — 2)(x — 3) ! ^
5! 5-4-3! a) Cioa = 210 2 (x — 2)! + 2 (x - 3)!
32 ‘ 2! 3! " 3! 2
b) Si en todos entra un elemento, éste
. ( x - 2 ) < x - 3 ) Cx - 4)!
en realidad no se combina y como 136
2 (x - 4)!
* 0 ^ -£ )■ * * * ' ♦ -

UN OAD 2 E U M th lO B D t COMBUAIOW A 68 UMDAO 2 . Ele va h 1 OH D t CCM HUMOM A


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Al término bK se le «ama térmi­ 7 . 1 . R esolución de e je rcicio s y


(;)■ prob lem as E JE R C IC IO S Y P R O B LEM A S R ES U ELTO S
no general y ocupa el lugar k +1 en el desa­
rropo del binomio. De él se pueden obtener
Suele haber un conjunto de ejercicios
todos los términos del desarrollo dándole a
tipo relacionados con el binomio de Newton,
k los valores 0 . 1 , 2 ... n. 1. D a d o el b in o m io
además de los relativos al propio desarrollo
completo del binomio.
En el caso de la resta de monomios el
a) ¿Cuántos términos tiene?
término general será:
Para resolverlos hemos de tener en
b) Escribe únicam ente el térm ino séptimo
cuenta algunas observaciones:
(-U* -bk
S olución:
a) Si queremos halar un término cualquiera
k vale siempre una unidad menos que ese a) n° de términos: n + 1 = 10 + 1 = 11
Ejem plos:
término. En el ejemplo 1. en eí pnmer tér­
b) C o m o k vale una unidad m enos q ue el térm ino buscado: 7o térm ino •+ k =6
mino k = 0 ; en el segundo k = l , etc.
í. <x + y)4 A plicando la fórm ula del térm ino general:
b) Si el exponente del binomio es par. el
desarrollo tiene un término central; para

♦O*1♦o»*- averiguar qué término es. hacemos: hi­


le
gar del t.c. = - +1
= x4 + 4x3y + 6x*ys +4xy;i + y 4
c) Para calcular rápidamente el coeficiente 2. D a d o el b in o m io ( x - 1 ) ’ 00. A ve rig u a r:
1
de un término cualquiera de desarrollo
a) ¿Cuántos términos tiene?
aplicamos la siguiente regja: el coefi­
ciente de un término cualquiera del de­ b ) ¿Cuál es la form a del térm ino central?
sarrollo de binomio se obtiene multi­
c) ¿Cuál es la form a del térm ino q ue ocupa el lugar 88 del desarrollo?
plicando el coeficiente del antenor por el
exponente que en él tiene a y dividiendo
S olució n:
el resultado por el exponente de b au­
mentado en una unidad. a) Tiene 101 términos
Obsérvese que los coeficientes de los
términos equidistantes son iguales. Por
b ) Lugar del T.C . ^ + 1 = ^ + 1=51
otra parte, si la potencia del binomio es Ejem plo:
par. el desarrollo tiene un término cen­
En el térm ino 51 -+ k = 5 0
tral. donde las potencias de tos mono­
mios son iguales.
(U .) ( i l ) (»12)
10+1 ! \ 1+1 I 12 + 1 I

c) En el térm ino 88 ■+ k= 8 7
+ 15aV + 6abJ + t>1
i20-3\ (1 5 -2 i
3+1 4+ 1
y? - 5x4 + lOx3 - 10xJ + 5x - 1

U N O A D 2 E U M th lO B D t COMBUAIOW A 70 U M D A O 2 : E L tM tM O S D t CCMHUAIOMA
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E s t a d ís t ic a

3. A v e rig u a r y escribir el té rm in o del d e sa rro llo del b in o m io (2 xJ - 3y)> q u e c o n tie ­


ne a x*.

S olución:

En prim er lugar tenemos que averiguar el valor de k.

Q (2 x Y -* -< 3 y )‘ = Q 2’ -* -x ’ * - » - 3 ‘ /

C o m o 6 tiene que ser la potencia de x

xu -a = x* _ 14_2k = 6; _2k = - 8 ; k = 4

Si k = 4 -* q ue es el quinto término

( - 1 ) 4j J ] 2 * x4 - 3 4y 4 = 22 68 0 x‘ y4

4. A v e rig u a r el lu g a r q u e o c u p a en el de sa rro llo del b in o m io |as + p - ¡ el té rm in o

e n el q u e el e x p o n e n te de a sea 18. Escribir d ich o té rm in o .

S olución:

O ' ! - (¿ J - s o -8 k - ,8:
k = 4

Con k = 4 . el térm ino buscado es el quinto, que se escribe

21° . »

LHtX>C2 EUMtMOODt COMUrtAIOWA 71


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Unidad-

Ecuaciones e
inecuaciones
1 - E c u a c io n e s d e p rim e r (¡ro d o
2 . E c u a c io n e s d e s e g u n d o g ra d o
3 . In e c u a c io n e s ftncotos
4 . In cc u o o n n c s cu á dra te os

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S
E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS P R O P U ES TO S

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algebraica, se obtiene una ecuación equrva-


1. Ecuaciones de lente. De aquí sacamos dos consecuencias:
Ejem plo: e) Se despeja la incógnita.

3 4 3
prim er grado 1) Si en una ecuación se pasa un término
— x - — = — x;
2 5 4
m .c.m .(2 , 4. 5) = 20 Ejem plo:

de un miembro a otro, cambiándole de


30 1 6 _ 15 30x - 1 6 15 . 2(2 + 3x) 2x + 3 3x +2
signo, la ecuación que resulta es equi­
2 0 X 20 2 0 *’ 20 2 0 K 6 2 6
1.1. E cu a cio n e s e identidades valente a la primera.
30x - 1 6 = 15x

U ia identidad es i r a gradad que se veri­ Ejem plo: 4x - 3 = 2x - 2


a) Se supnmen paréntesis:
fica para cualquier vslor que aagiemos a sus El grado de una ecuación con una in­
4x - 2x = 3 - 2 4 + 6x 2x+3 „ 3x + 2
tetras. Una ecuación es una igjadad que se cógnita es el mayor exponente de la misma.
2x = 1 6------- 2 = g
sérica para determinados valeres de sus tetras.
Ejem plo:
2> Si los dos miembros de una ecuación tie­ b) Reducimos a denominador común:
Resolver una ecuación es hallar esos
nen dos téiminos iguales, y con el mismo
determinados valores que. sustituidos en las 3x + 2 -» Ecuación de 1* grado m .c.m . = 6
signo, se pueden supnrrür sm que cam ­
incógnitas, convierten a las ecuaciones en 2x3 + 3x-2 = 4 -» Ecuación de 3 " grado 4 + 6x - 3(2x +3) _ 6 3 + 3x + 2
bien las soluciones.
identidades. A estos valores les llamamos
6 6
soluciones o raíces de la ecuación. Ejemplo: Ejem plo: 2x - 4 = x - 4 Sintetizando, lo que nos permite aplicar
Consideremos dos igualdades: los dos principios de equivalencia, diremos c) Suprimimos ios denominadores multipli­
2x = x cando los dos miembros por 6 :
que: »Un término que está sumando pasa al
2 <x - 1) = 2x - 2
otro miembro restando y viceversa; un térmi­ 4 + 6x - 6x - 9 = 18 + 3x + 2
6x - 5 = 7 B) Segundo principio de equivalencia
no que está multiplicando pasa al otro
miembro dividiendo y viceversa*. d) Transponemos términos:
Si sustituimos la x en las dos igualdades S i se m ultiplican o dividen los dos
por distintos números: 1. 2. 3 ... observamos miembros de una ecuación por un número o 6 x - 6 x - 3 x = 18 + 2 - 4 + 9
que mientras en el primer caso la igualdad expresión distinto de cero, se obtiene una e) Reducimos términos semejantes:
se verifica para cualquier valor, en el segun­ ecuación equivalente.
do sólo se verifica para uno. en concreto 1.3. R esolución de una e cu a ció n -3x = 25
para x = 2. La pnmera igualdad es por tanto De aqu' sacamos también dos consecuen­ entera de p rim e r gra do co n una f) Despejamos la incógnita:
una identidad, la segunda es una ecuación. cias:
incógnita
1) Se puede cambiar de signo a todos los
Para su resolución, han de seguirse los
térmunos de una ecuación ya que equiva­
1.2. E cu a cio n e s equivalentes siguientes pasos fundamentales: Vamos a resolver ahora una ecuación
le a multiplicar por -1 a sus miembros.
Las ecuaciones son equrvalentes cuando más simple:
Ejem plo: 3x = 6 a) Se suprimen los paréntesis.
tienen las mismas soluciones.
(-1 ) <-3x) = ( - 1 ) 6 b) Se suprimen los denominadores, redu­ 4 (x - 3 ) - 5 (x + 2 ) = 7 ( 3 x - 1) + 29
ciendo previamente los dos miembros a
3x = -6 Quitamos paréntesis:
1. 2.1 . Principios de común denominador.

e q u i v a l e n c i a d e la s e c u a c i o n e s 2 ) Dada una ecuación con coeficientes ra­


c) Se trasponen los términos, pasando a un
cionales. podemos transformarla en otra 4x - 12 - 5x - 10 = 21x - 7 + 29
miembro todos los que contengan la in­
A) Prim er principio de equivalencia con coeficientes enteros, reduciéndolos
cógnita. y al otro m em bro ios demás.
primero al mínimo denominador común Transponemos términos:
Si a los dos miembros de una ecuación, d) Se reducen términos semejantes.
y después multiplicando los dos miem­ 4x - 5x - 21x = - 7 + 2 9 + 12 + 10
te sumamos o restamos una misma expresen bros por este denominador común.

U lC M D 3 ECUlC K JhtS t ritCIM CIO H tS 75 76 U y o x d 3 E c u a c io n e s t ih tc u A c io «ts


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Reducimos términos semejantes: -2 0 = -2 0 o buen 20 = 20 b) b = 0 . obtenemos: ax2 + c = 0 , que se


4) Si a = 0 y b = 0 resultada x = — que es
resueNe aislando x2 en el primer miem­
-2 2 * = 44 una solución indeterminada, se dice en­ Con lo cual está comprobada la solución. bro y extrayendo la raíz cuadrada:
tonces que la ecuación tiene infinitas
2 -C
Dividimos los dos miembros por 22: soluciones. x = — ; x
a

Ejem plos: 2. Ecuaciones de c) c = 0 . obtenemos: ax2 + bx = 0 que se

a) Resolver la ecuación:
segundo grado resuelve sacando factor común x; x (ax +
+ b) = 0 obteniéndose las dos solucio­
Multiplicamos los dos miembros por -1 : nes:
4x = 4x - 2; 4x - 4x = -2; 0 x = -2; 0 = -2
=0 lx . = 0
x = -2
Lo cual es una imposibilidad y por tanto 2 .1 . E c u a cio n e s de segundo p portanto<
la ecuación no tiene solución. a x + b = 0 -*x = -
grado
1.4. D iscusió n de la e cu a ció n de b) Resolver: Una ecuación entera es de segundo gra­
15x + 4 = 15x + 4; 15x - lSx = 4 - 4; do si el mayor exponente de la incógnita es
prim e r grado con una in cógn ita 2. Su forma general completa, después de 2 .2 . R esolución de la ecu ació n
15x - 15x = 0; Ox = 0;
Toda ecuación de pnmer grado con una
quitar denominadores, paréntesis y reducir general
0 = 0 términos semejantes, es:
incógnita toma la forma general ax + b = 0 .
Dada axJ + b x + x = 0 , para resoVeila se
Lo cual es una indeterminación. Para ax2 + bx + c = 0 (1 ) emplea la siguiente fórmula:
Sabemos que para resolverla se pasa el comprobado sustituimos x por cualquier va­
término b (que es conocido) al segundo -b ± V b 3 -4ac
lor y veremos que todos esos valores son donde a es el coeficiente del término de
miembro y se divide por el coeficiente de la solución de la ecuación. segundo grado llamado también coeficien­ 2a
incógnita, resultando x = — . te cuadrático.
a
N o ta : Es conveniente comprobar que Como de aquí obtenemos dos solucio­
las soluciones obtenidas satisfacen la ecua­ b es el coeficiente del término de pnmer nes debidas a los dos signos de la raíz, la
Vamos a estudiar los valores que toma ción. o sea que esas soluciones, al sustituir­ grado, llamado también coeficiente lineal. llamaremos en adelante xt y Xj.
la raíz o solución de la ecuación, según los las por las incógnitas, nos convierten las
valores de los coeficientes a y b. Se pueden Así:
ecuaciones en identidades. En el caso de c es el término independiente.
dar los siguientes casos: que esto no se dé. es que hemos resuelto la
ecuación de manera inadecuada. Cuando en la ecuación (1 ) algún (» e f i­ - b + yfo3 - 4ac
(2 )
1) Si a y b son distintos de cero, la solu­ ciente es nulo, diremos que la ecuación es 2a
ción es la ya vista. incom pleta. —O - V b 3 - 4ac
Ejem plo: comprobaremos la solución de
(3 )
2 ) Si a y b son del mismo signo el resulta­ la ecuación del apartado 1.3: 2a
S e pueden presentar los siguientes ca­
do es una raíz negativa.
4 (x - 3) - 5 (x + 2) = 7 (3x - 1) + 29 sos en 11): Ejem plo:
3) S i a = 0 y b * 0 l a solución seria x = ^
Vimos que la solución era x = -2 a) a = 0 . se obtiene una ecuación de pri­ a) Resolver la ecuación: 3x2 + 5x - 2 = 0
que es una solución imposible o absur­ mer grado bx + c. cuya solución cono­ -5 ± j5 3-4 -(3 H -2 )
da ya que no existe ningún número ra­ cemos:
4 (-2 -3) - 5 (-2 + 2) = 7 [3 (-2) -1 ) + 29 X= 6
cional cuyo denominador sea cero.
-c - 5 ± V 2 5 + 24
4 - (-5) - 5 0 = 7 - (-7) + 29 X “ IT

i n i M ) 3 ECUM UOhtS t M ta.AC IO M t* 77 78 Uyoad 3 E c u a c io n e s t ih tcu A O O N is


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»0 producto de las raíces de la ecuación 3 2


-5 ± 7 3) Cuando b2 - 4ac es negativo, la ecua­ Com o s = - — y p = — — sustituimos
de segundo grado es igual al término inde­
ción no tiene soluciones reales.
-2 pendiente dnidido por el coeficiente de x2.» en (4 ) y queda:
• Las dos ecuaciones vistas a) y b) del
x2 /r i3\) x-É2 -° .:x3 +£ x --=
2
b) Resolver la ecuacón: 3 0 + 9x - 3x2 = 0.
apartado anterior corresponden a un
dscnminante positivo.
Ejem plo: °:
Hallar la suma y el producto de las raí­ 5x2 + 3x - 2 = 0
Para resolverla más fácilmente conviene
• La ecuación x2 - 2x + 1 = 0 tiene ces de la ecuación: 5x3 - 15x + 18 = 0
simplificarla al máximo y poner la x2 con
de discnminante. que resoplándola nos da x , = 1 ; x 3 = g ,
signo positivo. En este caso, primero di­
Resolución: a = 5; b = -1 5 : c = 18
vidimos los dos miembros por 3. 2 2 - 4 (1 ) (1 ) = 4 - 4 = 0 y sus so­ que son los números buscados.
luciones son xt = 1 y Xj = 1 . -(-1 5 ) 18
1 0 + 3x - x2 = 0 s = x , + x , = — - — « 3; p = x t x3 = —
• La ecuación 3x2 + 5x + 3 tiene b) Conocidas las raíces o soluciones, for­
En segundo lugar multiplcamos los dos
como discriminante mar la ecuación de segundo grado.
membros por (-1 ) y ordenamos; x2 - 3x -
- 10 = 0 5 2 - 4 (3 ) (3) = 2 5 - 3 6 = -1 1 . y 2 .5 . Fo rm a c a n ó n ica de la Ejem plo: Forma la ecuación de segundo
por tanto no tiene raíces reales. 3
luego: e cu a ció n de segu n d o grado grado, cuyas raíces sean- - y 3.

En la ecuación ax2+ b K + c - 0 dividimos 3 3 3


3±V9-(4(-10)| Per tanto: s = - - + 3 = - y p = - - •3 =
2 .4 . Sum a y prod ucto de ra íces todos sus términos por a: 2 2 2
9
axJ bx c 0 = - — aplicando (4) queda
Dada una ecuación de segundo grado + — + - = - ; resultando:
a a a a 3 9
ax2 + bx + c = 0 se puede conocer la x 2 - - X - —= 0 que es la ecuación pe­
suma y el producto de sus raíces sin necesi­ j b c „
x J + - x + - - 0 y dado que - = - I — I ;
b / b\
1 -= -2 dad de conocer las soluciones. a a a \ a; dida. o su equivalente 2x 2 - 3x - 9 = 0.

Sumando las expresiones (21 y (3 ) obte­ resulta: x 2 “ “ ) + “ = ® y 00*110


nemos:

b c
= s y - = p; se nene:
2 .6 . D esco m p o sició n en factores
2 .3 . D iscusió n de las solu cion es x, +x2 = — = s
d 3 de un trino m io de segundo
x2 - sx + p = 0 (4 )
a
de la e cu a ció n de segundo grado
llamada forma canónica de la ecuación de
o sea «La suma de las raíces de la ecua­
grado segundo grado y que expresa la ecuación en T o d o t rin o m io de s e g u n d o g r a d o
ción de segundo grado es igual al coeficien­
función de la suma y el producto de las raíces. ax2+ b x + c . cuya ecuación asociada tiene
te de x. cambiado de signo, dividido por el
A la expresión b3 - 4ac se le llama discn- raíces reales, se puede descomponer en
coeficiente de x2».
mmante; según los valores que tome el dis­ La forma canónica nos permite resolver tres factores:
criminante. tendremos los casos siguientes: dos tipos de problemas:
Multiplicando las mismas expresiones
ax2 + bx + c = a (x - x,) (x - Xj)
obtenemos:
1) Cuando b 2 - 4ac es positivo, en la ecua­ a) Conociendo el producto y la suma de dos
ción de segundo grado se obtienen dos números, dallados: sendo a el coeficiente del término de m a­
c
soluciones reales distintas. yor grado y x „ x, las raíces de la ecuacón:
a= P E je m p lo : Hallar dos números cuya
2) Cuando o2 - 4ac es igual a cero, los valo­
suma sea - -3y 2
cuyo producto sea - — ax2 + bx + c = 0
res de las raíces o soluciones son iguales.

U N O * » 3 E C U lC K J h t S t N t C L A C t O S t S 80 Uxcuo 3 E c u a c i o n e s t ih t c u A c i o w i s
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Ejem plo: Descomponer el trinomio x2 - 36 A > B. se lee A «mayor que» B o A < B. Ejem plos:
cada uno le corresponderían - — - cara­
- 15 x + 5 6 en productos de factores. se lee. A »menor que B».
melos y esta cantidad sería dos unida­
x2 - 15x + 56 = 0 Se llama inecuación a una desigualdad 2<3 3< 7
des más a la antenor.
en la que aparece alguna variable en uno de « (5 - 5) :<2 « 21
Planteamiento: sus miembros o en los dos.
Resolviendo x. = 7; x3 = 8 10 < 15 3 7
2 < 2
Las inecuaciones tienen infinitas solu­
x> - 15x + 5 6 = <x - 7) (x - 8 ) — = 2; 36x - 36x + 1 0 8 =
x- 3 x ciones. que son todos los números que per­ 3. Si se multiplican o dividen los dos miem­
= 2x (x - 3) tenecen a determinados intérnalos. bros de una de sg u a ta d por un número
N ota: en este caso a = 1.
negativo, ésta cam ba de sentido.
2x2 - 6 x - 1 0 8 = 0; X2 - 3x - 54 = 0 Ejemplos de inecuación:
Ejem plos:
3***9 + 2 1 6 x, = 9
a) 2x + 3 > 5
2 x3 = - 6 5< 8
2 .7 . P ro blem a s que se resuelven :
b) 3x - 1 a 7 x (-1 = -1)
m ediante e cu a cio n e s de La solución - 6 no tiene sentido, luego
-5 > -8
segu nd o grado x = 9 hijos
Consecuencia: si cambiamos de signo a
3) Divide 2 0 en dos partes tales que la 3 .2 . P ro piedades de las todos los miembros de una desgualdad.
En este tipo de problemas, en general, suma de sus cuadrados sea 202 : ésta cambia de sentido, ya que hemos m ul­
habrá dos soluciones. Es necesario compro­ d esigualdades
tiplicado a los dos miembros por ( - 1).
bar si ambas satisfacen las condiciones deí Resolución: si un número es x. el otro
problema, rechazando como inadmisible la será 20 - x. 1. Si a los dos miembros de una d e s b a l­
Ejem plo:
que no la cumpla. dad se les suma o resta la mama expre­
Planteam iento: x2 + (2 0 - x )2 = 2 0 2 ;
sión. se obtiene una desgualdad del mis­
operando, obtenemos 2X2 - 40x + 198 = - x < 7; ( - l ) ( - x ) > < -U ( 7 ); x > - 7
1) Hallar dos números positivos cuya dife­ mo sentido.
= 0 ; x2 - 20x + 9 4 = 0. solución:
rencia sea de 2 y su producto 8 . x. =11
Si uno de los números es 11 Ejem plo:
Resolución: llamando al menor x y al ¡x3 = 9
3 .3 . In e cu a cio n e s de prim e r
mayor x + 2 . entonces: el otro será 2 0 - 11 = 9 . Da el mismo
resultado si se toma la otra solución.
(4 + 3 > 1 + 3 grado
x (x + 2 ) - 8 ; x*+ 2 x = 8 ; x2+ 2 x - 8 = 0 (4 - 2 > 1 - 2
Una inecuación de pnmer grado tiene de
De donde Xj = 2 y Xj = - 4 . La solución
forma general ax > b.
- 4 es inadmisible.
3. Inecuaciones Consecuencia: Podemos pasar un térmi­
Número menor = 2; número mayor = 4 no de un miembro a otro, con tal de Si a > 0 entonces x > -

2) Una madre reparte entre sus hijos 36


lineales cambiarlo de signo. a

caramelos en partes iguales. Si fuesen 3


Ejem plo: Si a < 0 entonces x < -
hijos menos, recibiría cada uno 2 cara­ 3 .1 . In e cu a cio n e s y a
melos más. ¿Cuántos son los rnps? 2x + 3 > 7 : 2 x > 7 - 3 ; 2 x > 4
d esigualdades Ejemplo: resuehe la siguiente necuaaón:
Resolución: Sea x el número de hijos. 2. S i se m ultiplican o dividen los dos
Escribir una desigualdad es expresar
En el reparto le corresponde a cada uno miembros de una desigualdad por un 2(3x + 1 ) > 3 + 2x; 6 x + 2 > 3 + 2x;
matemáticamente que una expresión A es
36
— caramelos. Si fuesen x - 3 hijos, a mayor o menor que B: número positivo, obtenemos una misma
x desigualdad del m em o sentido. 6x - 2x > 3 - 2; 4x > 1; x > -
4

U N I M D 3 ECUACIOM S t H tCLA C K lU tS 82 U n c m o 3 E c u a c io n e s t ihtcu A cio w ts


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La representación gráfica de esa solu­ Ejem plo 2: Resuelve el sistema:


b) Cálculo del vértice V = <Xo, y0) tal que: Corte O X : ( 3 . 0 )
ción será:
2 x + 3 < 5 12x < 5 - 312x < 2 ] x < 1 d> y , = 0 ' - 6 0 + 9 = 9 ; Corte con
-> x +2 > 4 jx > 4 - 2 |x > 2 } x > 2 X° = 2 a ’ y° = ax° +bx>+c <0. 9)

c) Puntos de corte con el eje OX: e) Tabla de valores


Representación: Al representar, se ve

o
X y

>.
n
x > l/ 4 o b e n +ce) que el sistema no tiene solución, ya que la
intersección óe las óos soluciones es el con­ <x„ 0 ) ; (x3. 0 ) tal que Xj, x, son las solu­ : :
junto vacio. ciones de la ecuación: 1 4 y - I a -6 * 1 + 9 = 4
ax3 + bx + c = 0 2 1 y = 23 - 6 2+9 = 1
3 .4 . Siste m as de in ecu acio ne s
3 0 y = 43 - 6 4+9 = 1
de una variable d) Punto de corte con el eje OY: (0 , y,)
y = 5a - 6 - 5 + 9 = 4
i 4 1
La coordenada yj se obtiene sustituyen­ 5 4
Un sistema óe inecuaciones óe una va­
do en la ecuación de la parábola x = 0 .
riable está formaóo por un conjunto óe ine­
cuaciones de la misma variable. 2 Haremos una tabla óe valores, poniendo
en medio de la tabla el vértice obtenido y
Para bailar la solución dei sistema, se
resuelven por separado cada una de las ine­ 4. Inecuaciones dando a la x valores a la izquierda y a la
derecha óe la coordenada Xo dei vértice.
cuaciones. y. óespués. se toman los valores
comunes a todas estas soluciones.
cuadráticas
Definición: Una inecuación cuadrática es
Ejem plo 1: Resuelve el sistema:
una inecuacón de 2 J grado. Ej.: x3 - 2x £ -1 .
2x + 3 > 3x +1 1 2x - 3x > 1 - 3 1
4x+2>2x+3j 4 x- 2x > 3 - 2 ] Para resolverlas utilizaremos la repre­
sentación de la función poimómica óe se­
-x > -2 ] x < 2 1 gundo grado denominada parábola1.
2x > 1 } x > l / 2 j
■ Parábola insertas gráficas de parábalos
Ejemplo: Representa la parábola y = x3 -
Representación: Para poder representar Es una función de la forma: y = ax3 + - 6 x 4- 9
el sistema tenemos que hacerlo sobre óos + bx + c
rectas. La intersección óe las soluciones de a) a = 1 -* a > 0 ; por lo tanto la parábola
esas dos rectas será la solución dei sistema. Para representarlas seguiremos los si­ tendrá el vértice en su parte infenor.
guientes pasos:
2 M *o = f = 3
3) o ; .. —
SI a > AO I I * " » W M 'ln y 0 = (3>3 - 6 - 3 + 9 = 9 - 1 8 + 9 = 0
V = (3 .0 )

v» ifarra» I k u « h p . p i n r l i c) *> - 6 x + 9 = 0
V 2 < X < 2 A <l>2.2>

n Iflmfani)
6 ± v36- 4 - 9
2
6±0
2
f 3
6» 4ac - 0
x, - x, - 0
1 Para un estudio m is pormercruado de la parábola ver LVudad 6.

l»ICk»D 3 ECUAOOhtS t «tCLACIOUtS UYCWD 3 ECUAOOMtS t IhtCUACIOMIS


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83 84
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Los dos resonados los uniremos y será


4 .1 . R esolución de las
el resultado de la inecuación.
in e cu a cio n e s cu a d rá tica s
PW>0 PU) < 0
a) Pasaremos al pnmer miembro de la ine­
cuación todos sus términos. Qt.I y
0 »< o ó» >o
b) Reuniremos todos los términos seme­
I
jantes y de esta foima resultará la ecua­ ruCAITCl u lucarna*u
a>0 ción de una parábola. rtanazitUi ¡ftjinato'M
& - 4ac - O
c) Si la inecuación es de la forma:
- *» * O
• y = f(x) s 0 ; tom arem os el inter­ Los dos resonados los uniremos y será
valo del eje OX que corresponda a el resultado de la inecuación.
la ordenada negatrva de la parábo­
la incluyendo los cortes con el eje Ejem plo: ResoeNe la inecuación:
OX.
• y = f<x) < 0; tomaremos también el
x 3 x +13 3x + 1 8 - 2x - 26 „
3x2 - 2x - 8 £ 0 xG
[-H
intervalo del eje OX que correspon­
- +- 2 — ► 20
da a la ordenada negativa de la pa­ 2 x 3x 6x 6x £ 0 -* x £ 0
rábola excluyendo los cortes con el
eje OX. 3x2 - 2x - 8
2 0 -* r4 i
Solución de la intersección: j - - . 0 j
a< O • y = f(x) 2 0; tomaremos el intervalo 6x
ty 4 x - o del eje OX que corresponda a la or­
x, - Xj - 0
denada positiva de la parábola inciu-
yendo los cortes con el eje OX. 3x - 2« - 8 2 0 3x - 2x - 8 £ 0

• y = f(x) > 0 ; tomaremos el interva­


y o y
lo del eje OX que corresponda a la - _4_ 0 2
ordenada positiva de la parábola 6x20 6x £ 0 3

excluyendo los cortes con el eje OX. Solución de la inecuación:

d) Si la inecuación tuviese denominadores


con incógnitas seguiremos los siguientes OX:x = 2
pasos: 3xJ - 2 x - 8 2 0 4
a<0 X 3
• Pasaremos todos los términos de la
ty Ax > o 0 Y :y = - 8
inecuación al 1 " miembro. E jem plo: Resoetve la siguiente inecua­
*1**1 6x 2 0 -» X 2 0
• Reduciremos sólo el 1 " miembro a ción: y = -x 3 + 5x £ 0
un com ún denominador, transfor­
mándolo en una fracción algebraica Solución de la intersección: 12. + « )
de esta forma: 1) a > - 1 -» a < 0

* »> o P l» < 0 Por tanto la parábola tendrá el vértice


o y en so parte superior.
y

QW > 0 QW < 0
a>0 t t
& 4ac > 0 l-XKC'TC* la h o ca ro i U 4
x, * x. (ÍIC'SOIOV. im c rs a x to T

UN OAD 3 ECUIC K Jht* t N K M C M N e S 85 86 UVIVAD 3 ECUAOONtS t IhtCUACIONtS


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x = 1 y = -<1)> + 5 - 1 = 4
+ 5 .| = - ^ + ^ =
- --(ir 2 4 2 E JE R C IC IO S Y PR O BLEM A S R ES U ELTO S
x = 2 y = -<2}a + 5 - 2 =6
- 2 5 + 50 25 ^
4 T x = 3 y = -<3)> + 5 - 3 = 6
1. D em uestra las siguientes identidades:
x = 4 y = -(4 )3 + 5 - 4 = 4
im a) 6 x - 3 ( x + 1)J + 12xJ = 3( 3xJ - 1)

3) Cortes OX: - x 1 + 5x = 0 -» x<-x + 5 )= S olució n: 6 x - 3 ( x 3 + 2x + 1 ) + 1 2 x 3 = 9x3 - 3

6 x - 3xJ - 6 x - 3 + 1 2xJ = 9 x 3 - 3

■ «{ -x + 5 = 0 x = 5
9x3 - 3 = 9 x 3 - 3

b) (2x + 1 ) ( x - 3 ) + 7 = x ( x - 1) + ( x - 2 ) 3

S olució n: 2x3 - 6x + x - 3 + 7 = x3 - x + x3 - 4x + 4
4) Cortes 0Y : x = 0 -» y = -0 * + 5 - 0 = 0;
y = 0 2x3 - 5x + 4 = 2x3 - 5x + 4

5) Tabla de valores:
2. Resuelve las siguientes ecuaciones:
y = - x 2 + 5x
a) x+ 2(x-1)= 4

S olució n: x+ 2 x -2 = 4
4 6
3x = 6; x = x= 2
6
25 . , 2 . 4 14
4 b) 3 x + 5 ” T

6 S olució n: m .c.m . = 15
4 La solución viene dada por la unión de 5 2 3 4 3 14 10 12 42
los intervalos de abscisas donde la ordenada 15 X + 15 = 15 ; 1 5 X + 15 = 15'
es negativa: ( - « . O ) U [5.+ « )
,0X15~ = 10x + 1 2 = 4 2 ; 1 0 x = 4 2 - 1 2 ;

10x = 30; x = | ? ; x = 3
10

i c . 3 34
c> 4 = "4”

S olució n: m .c.m . ( 1. 4) = 4

4-Sx 3 34 20x + 3 34 „
- ^ - + T = — ; — — = — ; 20x= 3 4 - 3 ;
4 4 4 4 4

I N M D 3 ECAMCWhtS t WtCLACtOStS llMAAD 3 ECUACIONES t IhtCUACIONtS


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20x-31; 4 (x - 1) 3(x* + x - 2 )
20 ------------------------------- x+ 5x— 6 = 1

d) |< * -2 )-|< 2 x + 6 )+ x = -4 - 2 ( x - 1) + x J + x — 2 — xJ + 5 x — 6 = 1

S olució n: (8 ,3 ) = 24 - 2 x + 2 + xJ + x - 2 - x J + 5 x - 6 = 1
3(x - 2) 8 •2(2x + 6) 24x 24(-4).
- 2 x + x + 5x = 1+ 6; 4x = 7; x = \
24 24 24 24 ' 4
3x - 6 - 16( 2x + 6) + 24x -96
24 24 ; 3. Problem as de p rim e r g ra d o co n un a incóg nita :
3x - 6 - 32x - 96 + 24x = - 9 6 ; a) ¿Qué núm ero sumado con 15 da 29?

3 x - 3 2 x + 24x = - 9 6 + 6 + 96; Solució n: llam ando x al núm ero desconocido:

6 x + 15 = 29; x = 29 - 15; x = 14
-5 x = +6; x = - -
b) La suma de dos números impares consecutivos es 28. Hallarlos:

Solució n: núm ero m enor = x

núm ero m ayor = x + 2


2x + 3 3x - x x + x + 2 = 28; 2x = 28 - 2; 2x = 26; x = 13

S olució n:------------ — | --------------1— = - f El m enor es x = 13 y el m ayor es x + 2 = 15.

2x + 3 _ 3 x - x _ _ 3 O tra form a de plantearlo sería:


30 6 ~ 2 núm ero mayor: x
2x + 3 5 ( 3 x - x) -15-3
núm ero m enor: x - 2
30 30 = 30
x + x - 2 = 28; 2x = 30; x = 15; x - 2 = 13
2x + 3 - S (3x- x ) = _ 4 S 2 x + 3 — 15x + 5x = - 4 5
30 30 c) En una fracción el deno m inado r tiene 5 unidades más que el num erador. Si se
sum a 35 unidades al num erador el valor de la fracción será igual a la inversa de la
2 x - 15x + 5x = - 4 5 - 3;
fracción primitiva. ¿Cuál es ésta?
48 ,
- 8 x = - 4 8 ; 8x = 48; x = — x = 6
8 S olució n: n u m e ra d o r x

denom inador: x + 5
x - 1 ( x - 1 )(x + 2)

f) ~ ------------- ^ ------(x - 2)(x — 3) = 1 fracción: —


x+ 5
4 3
; x , + 3 5 x = x , + 1 0 x + 2S
x - 1 x2 + x - 2 x+5 x

S olució n: — ^ --------------- ^ ------------(x ' - 5x + 6) = 1 25x = 25; x = 1 ; x + S = 6

~ 4 ~ 3 la fracción pedida será: ^


6

UN OAD 3 ECUACW htS t N tC LA CIO S tS 89 90 U n c w d 3 E c u a c io n e s t ih tc u A C io «ts


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d) En un corral hay gallinas y conejos, contándose en total 41 cabezas y 118 patas. c) 2x2 - 1 ■ 1 - x - x2
¿Cuántos animales hay de cada clase?
S olució n: 2x' - 1 = 1 - x - x}; 2x' + xJ + x - 1 - 1= 0

Solució n: núm ero de gallinas: x l 3x* + x - 2 = 0


r ya q ue x + 41 - x = 45
- 1 ± V 1 - 4 (-2 )(3 ) -W 1 + 2 4 -1 ± V2 S
núm ero de conejos: 41 - x J
6 6 6
núm ero de patas de gallinas: 2x
-1+5 2 2
núm ero de patas de conejos: 4 (41 - x)
3 soluciones X| = 3
2x + 4 (41 - x) = 118; 2x + 164 - 4x = 118 x, = -1
6
-2 x = -46; - x = -2 3 ; x = 23 gallinas
5. Pon en fo rm a can ónica las siguientes ecuaciones y halla la s um a y el p ro d u c to
41 - 23 = 18 conejos de sus raíces:

a) 3x2 + 2x - 5 = 0
e) Una m adre tiene 31 años y su hijo 7. ¿Al cabo de cuántos años la edad de la m a­
dre será el quintuplo de la edad del hijo? S olució n: La form a canónica seria xJ + ^ x - j = 0

Solució n: núm ero de años: x


2 5
la edad de la m adre será: 31 + x S " -3 P = "3

la edad del hijo será: 7 + x b) x + 2x2 - 5

31 + x = 5 (7 + x); -4x = 4; x = -1 S olució n: 2 x ' + x - 5 = 0; f . c : x* + ^ x - 1 = 0


La solución, a primera vista, es imposible, ya q ue no puede haber pasado -1 años.
1 5
Sin em bargo, si interpretam os la pregunta de otra form a, asaber, ¿cuántos años s— - p— -
hace q ue la edad de la m adre era el quíntuplo q ue la delhijo?, lasolución hallada
si satisface el problema. 6. D e te rm in a la ecuación d e se g u n d o g ra d o q u e tie n e p o r s um a y p ro d u c to de ra í­
ces los siguientes:
4. Resuelve las siguientes ecuaciones:
a) s = 5; p = 6
a) 4x2 - 32x = 0
La ecuación será: x2 - 5x + 6 = 0
Solució n: 4x2 - 32x = 0. dividiendo por 4: x3 - 8x = 0

x (x - 8) = 0; x= 0 x, = 0

Soluciones <^" La ecuación será x * - ^ x + ^ = 0

x -8 = 0 ; x = 8 x, = 8
7. F o rm a las ecuaciones cuyas raíces son:
b ) 3(x2 - 2 ) = 21
a) Xi = 2; x3 = 3
Solució n: 3x2 - 6 = 21; 3x2 = 27
S olució n: s = x , + x , = 2 + 3 = 5
x> = —
27 = 9
« soluciones:
. <I x ' = 3 p = x, - x 3 = 2 - 3 = 6
3 |x, = - 3
x2 - 5x + 6 = 0

UT40M> 3 ECUACK>M:S t H tC C A O O S tS 91 92 U n c m d 3 Ec u a c io n e s t ih tcu A O O N is


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b) x, = 1; x3 = 4

S olució n: s = x, + x , = 1 + 4 = 5 -12
b) 2x + 7 £ 3
p = x, • x , = 1 • 4 = 4
S olución:
xJ - 5x + 4 = 0
2 x 2 3 -7 ; 2x2-4; X 2 - - ; X2-2ÓI2, +<*)
8. D e sc o m p o n e r en factores los siguientes po lin o m io s :

a) xJ - 5x + 6

S olució n: hallamos las raíces de la ecuación:


- » -2
xJ - 5x + 6 = 0
_________ ________ 5+ 1 , c) 3 x + 1 2 x — 3 S 1 4 X + 15
+
+55
±±
%^ 5
l'S JJ- 4 ( 6 ) 5
5 ±
±V 5
V25s-^2 4
24 /
/ T =3
xi S olución:
2 = 2 = X S - 1 .

2 2 3 x + 1 2 x - 1 4 x s 1 5 + 3; x s 1 8 ó ( - « , 1 8 >

La solución será: x1 - 5x + 6 = (x - 3Mx - 2)

b) 3xJ - lO x + 3

S olució n: Resolvamos la ecuación: 3xJ - 10x + 3 = 0


18
10 + 8 .
+ 1 0 ± V' 10' - 4 ( 3 ) { 3 ) 10 ± v*100 - 36 / ~ T ~ m3
10. Resolver los siguientes sistemas d e inecuaciones:
X = 6 = 6 X 1 0 - 8 1
6 3 3x + S 2 2 x + 7l
2x + 2 > 3 x - 6 |
3xJ - 10x + 3 = 3(x - 3)j x -
Solución:

3 x - 2x 2 7 - 5 1x22 X 2 2
9. Resuelve las siguientes inecuaciones 2x - 3x > - 2 - 6| -x > -8 x< 8

a)« 5x
— - 3- x > 2^ x +, 3
2 4 < ------------------------------------------------

S olución:

10x-3x 8x + 1 2 8
; 1 0 x - 3 x - 8 x > 12
4 4 2 2 S x < 8

-x>12; x < -12 ó (-»,-12)


La solución del sistema será la intersección de las dos soluciones o sea 2 s x < 8,
expresado con palabras «2 m enor o igual q ue x, x m en or q ue 8 » ó [2, 8).

une«!) 3 ECUACIOM S t rít c tA c t o s t s 94 U x c w o 3 E c u a c io n e s t ih tcu A O O N is


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b)
2x > 5 1 x>5/2| x > 5/ 2 E JE R C IC IO S Y P R O B LEM A S P R O PU ES TO S
3x < 7 - 12| 3x < - 5 j x < - 5 / 3
1. Resuelve las siguientes ecuaciones:
Este sistema no tiene solución.
a) Sx2 - 1 5 = 0 (Sol.: x, = a/3; x , = - J l )
3x>3l x > 3 /3 l x>1 b) Sx2 - 80 = 0 (Sol.: x, = 4; x , = - 4 )
2x > 4 j x > 4 / 2 ] x > 2
c) x3 - 1 = 0 (Sol.: x, = i ; x , = - 1 )
x > 2
d) 4x3 - 3x = 0 ISol.: x,
La solución es x > 2 ó (2 + * ) - * - 5 )
e> x3 + 3x = 28 (Sol.: x, = 4; x3 = - 7 )

f) x3 + x = 12 (Sol.: x, = 3; x3 = - 4 )

g ) 3x2 - 2 1 x - 234 = 0 (Sol.: x, = 13; x , = - 6 }

2. Pon en fo rm a can ónica y halla la s um a y el p ro d u c to d e las raíces de las s ig u ie n ­


tes ecuaciones:

a) 2x3 + 3x - 2 = 0 |Sol .:s = - | ; p = - l j

b) 5x3 - 8x + 7 = 0 (s o l,s -f :p -I )

c) 3x3 - 12x + 2 = 0 |Sol.: s = 4; p =

3. F o rm a la ecuación cuyas raíces son:

a) 2; - 3 (sol.: x3 + x - 6 = 0)
b) 2; - 5 (sol.: x3 + 3 x - 10 = 0)

1 1 (s o . ,x 3+ f x + i « 0)
C) ~ 2' - 4

4. D e sc o m p o n e r en factores los siguientes trin o m io s :

a) Sx3 - 1 1 x +2=0 |sol.: S (x - 2) j x - g jj

b) 4x3 +36x + 81= 0 H " 4 lX+ f ) i X + f ) )

i n i M ) 3 E C U A C K Jh tS t « t C L A C I U S t S 95 U N C W C 3 E C U A O O M tS t Ih tC U A C IO M lS

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5. Halla do s n ú m e ro s cuya s um a sea -3 y su p ro d u c to -10:


4) X- - 25x3 + 144 = 0 <S o lu c io n e s reales; X, = 4; X ,= -4 ;
(S olució n: 2 y -5) x, = 3; x4 = - 3 )

6. Halla do s n ú m e ro s cuya s um a sea 15 y su p ro d u c to 56: 14. Resolver las siguientes inecuaciones:

(S olució n: 8 y 7) a) 3(x + 2 ) > 5 + Sx

(S olució n: x < ^ o
7. Halla do s n ú m e ro s en te ros con secu tivos tales q u e su p ro d u c to sea 72:

(S olució n: 8 y 9; ó -9 y -8)

8. U na ca n tid a d de 4 0 0 pesetas d e b e ser d is trib u id a e n tre varios niños: si hubiese


4 niñ o s m en os cada u n o de ellos recibiría 5 pesetas m ás. ¿C uá ntos eran los n i­
ños?

(S olució n: 20 niños)

9. ¿Q u é n ú m e ro s u m a d o co n su c u a d ra d o da 240?
e . ■
Solució n: x ^s —
16S
— o
(S olució n: 15) 8 h'f]

10. ¿Q u é n ú m e ro po sitivo m en os el d o b le de su c u a d ra d o es igu a l a - 9 1 ?

(S olució n: 7)
165
8
11. Halla un n ú m e ro po sitiv o tal q u e su c u a d ra d o exceda en 55 a seis veces el m is­
m o n ú m e ro .
15. Resolver los siguientes sistemas:
(S olució n: 11)
2x - 2 5 - 2x
< 1
5 +
12. Halla u n n ú m e ro po sitivo c u yo cu a d ra d o , s u m a d o co n el d o b le del n ú m e ro dé a)
x 4-2 _ 2x - 3 ^ 3
48:
3 4 > 4
(S olució n: 6)
Solució n: 1 < x < 4 ó (1, 4)

13. Resolver las siguientes ecuaciones bicua drad as

1) 3x4 + x J - 4 = 0 (Soluciones reales: x, = 1; x , = - 1 )

2) x 4+ 5xJ - 36 = 0 (Soluciones reales: x, = 2; x , = - 2 )

3) x 4- 7x' + 1 2 = 0 (Soluciones reales: x, = 2; x , = - 2 ; 1 1<X<4 4

x, = V 3; x4 = - V 3 )

i n i M ) 3 ECUACKJhtS t N tC LA CIO S tS 97 98 U i c w o 3 E c u a c io n e s t ih tcu A O O N is


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x 2 + 4x + 4 > x 2 + 6x + 6l
b) \
x3 - 8 á x ¡ + X - 1 0

S olució n: no tiene solución ó bien $

3x2 - 2x < 3 x2 - 3

2x + 3 < x + 5

Solució n: 3/2 < x < 2 ó


( i 2)

Resolver las siguientes inecuaciones

1) x2 - 9 > 0 (Sol. (-oo, - 3 ) U ( 3 , +oo))

2 ) x2 — 9 < 0 (Sol. ( - 3 . 3))

3 ) 3x2 - 3 6 x s 0 (Sol. |0. 12))

4) 3x2 - 3 6 x 2 : 0 (Sol. (— 00, 0 ] u ( 12, + 00))

5) x2 - 6x + 9 2 0 (Sol. (-00. +00))

6) x2 - 6x s 0 (Sol. 10. 6|)

7) - x 2 + 8x - 7 > 0 (Sol. (1. 7))

8) - x 2 + 8x - 7 < 0 (Sol. (-00, 1 ) U { 7 . +00))

9) £ + 2 * ^ (Sol. (-oo, 2 | U [4 . +o o»

(Sol.: (-oo, - 2 ) U ( 2 , 4|)


" i h -'-T "

I H M D 3 ECUACIOMS t MtCtACIOMtS 99
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Unidad
4
Sistemas de
ecuaciones
1 . S is te m a s d e e c u a c io n e s
2 . R e s o lu c ió n d e u n s is te m a d e e c u a c io n e s . S is t e m a s e q u iv a le n te s
3 . C la s ific a c ió n d e lo s s is te m a s d e e c u a c io n e s
4 . M é to d o s d e re s o lu c ió n d o u n s is te m a d e d o s e c u a c io n e s d e p n m e r
e ra d o c o n d o s in c ó g n ita s
5 . S is te m a s d e tre s e c u a c io n e s c o n tr e s In có g n ita s
6 . Sistem as d e e cu a o o n e s de segundo erado
7 . P ro b le m a s q u e s e re s u e lve n m e d u n t e s is te m a s d e e c u a c io n e s

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S

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Ejem plo: los sistemas: Despejamos la y de la I a ecuación: y =


1. Sistem as de b)
2x — 4y = 61
El sistema „ „ t es compatible
3x - 6y = 9 1
= 3x - 5 y la sustituimos en la 2 a: 2x +
5x - y = 3 ] 3x + 2y = 7 1
ecuaciones x+ y = 3 j y 5x - 3 y = - 1 ) indeterminado, ya que tiene infinitas so-
+ 3(3x - 5) = 7. tenemos por tanto una
ecuación de 1 - grado con una incógnita, la
3
l uci ones x = 5;y = l;x = 6;y = - ; 22
Un sistema de ecuaciones es un conjun­ cual resonemos, quedando x = — ;x = 2
2
to de ecuaciones que deben verificarse para Son equ calentes ya que tienen las mis­
x = 7; y = 2 ; ... como y = 3x - 5. sustituyendo x por el valor
unos mismos valores de las incógnitas. mas soluciones: x = 1; y = 2.
6x - 2y = 71 hallado: y = 3(2) - 5; y = 1.
c) El sistema ^ y _ 4 J es incompatible
Ejem plo: El conjunto de ecuaciones:

x + 4 y = -4 1 3. Clasificación de los ya que no easte ninguna solución que


satisfaga al mismo tiempo las dos ecua­
2x+3y = 2 j
sistemas de ecuaciones ciones. 4 .2 . M étodo de igu a la ció n
que se venfican para unos mismos valo­ Según las soluciones, los sistemas se Consiste en despejar la misma incógnita
res de las incógnitas. clasifican en compatiPles e incompatibles.
4. Métodos de resolución de las dos ecuaciones e ig u a l» las expresio­
nes obtenidas. Con ello resulta una ecua­
x = 4; y = - 2 forman un sistema de
ecuaciones.
Un s e tene de ecuaciones es compatible
cuando es posible halar unos valores de las in-
de un sistema de dos ción con una sola incógnita.

Uamaremos grado de un sistema con


oógnfias que satisfagan al m sm o tempo a to­ ecuaciones de primer Ejem plo: Resuelve el sistema:
das las ecuaciones que componen el sistema.
dos incógnitas al producto de los grados de Un sistema de ecuaciones es incompatible grado con dos incógnitas 3x+2y ^
las ecuaciones. 0 sistema del ejemplo ante­ cuando no es poacte rallar uros valores de las
rior es de pnmer grado, ya que lo son las Para resotver un sistema de dos ecua­ 5x - 3 y :
incógnitas que verifiquen al m sm o tiempo a :i}
dos incógnitas. todas las ecuaciones que componen el siste­ ciones con dos incógnitas, es necesano
ma. En este caso se dice también que el siste­ transformar el sistema dado en otro equiva­
Despejamos la x de las dos ecuaciones:
ma es imposible o que no tone solución. lente. en una de cuyas ecuaciones no figura

2. Resolución de un A su vez los sistemas compatibles se cla­


más que una incógnita.
X =
1 - 2y
’ X s
8 +3y
-
3 ’ 5
sistema de ecuaciones. sifican en determinados e indeterminados. Existen tres métodos de resolución de
sistemas: sustitución, igualación y reducción.
Sistemas equivalentes Sistem a com patible determ inado es Igualamos las expresiones obtenidas, re­
aquel que tiene un número determinado de sultando una ecuación óe 1 " grado con una
Resolver un sistema de ecuaciones, en soluciones. O un número frito de soluciones. incógnita, la cual resolvemos:
general, consiste en hallar unos valores que.
4 .1 . M étodo de sustitución
sustituidos en las incógnitas, transforman Sistema compatible indeterminado es e< 1 - 2y 8 + 3y -1 9
Consiste en despejar una incógnita óe una obtenemos y
las ecuaciones en identidades. que tiene un número rfim to de soluciones. 19 ’
de las ecuaciones y sustiturla en la otra, que
1 - 2y
Ejem plos: de este modo queda con una sola incógnita. - 1 como x = — - — . sustituimos y
Soluciones de un sistema son los grupos
de valores de las incógnitas que verifican al por el valor hallado:
3x - y = 71 Ejem plo: Resolver el sistema:
mismo tiempo todas las ecuaciones. a) El sistema _ \ es compatible
x+ y = 9 J
3x - y = 5 1 -2 (-1 )
Se llam an sistem as equivalentes a determinado, ya que no admite más so­ x = -------- — - ; x= 1
luciones que: x = 4: y = 5. 2x + 3 y = 7
aquellos que tienen las mismas soluciones.

L»lCk»C 4 S lS tM ÍAS O t tCUAClOMtS 103 U N O » 4 S n it M A S O t tCUACIONtS


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Luego las soluciones del sistema son:


4 .3 . M étodo de re d u cció n 5. Sistem as de tres 6. Sistem as de
7
Se multiplican tos dos miembros de una ecuaciones con tres ecuaciones de *l = 4
de las ecuaciones (o de las dos) por un nú­
mero. de tal forma que el coeficiente de una incógnitas segundo grado y>=- 4
y2 = - 1

incógnita sea en las dos ecuaciones igual Para resofrer un sistema de ecuaciones
pero de distinto signo. Se suman miembro a Un sistema de ecuaciones de segundo
con tres incógnitas, es necesano transfor­
miembro las dos ecuaciones, con lo cual ob­ grado está formado por una ecuación de pri­
mar el sistema dado en otro equrvalente, en
tenemos una ecuación de 1 « grado con una dos de cuyas ecuaciones no aparezcan más
mer grado y otra de segundo grado.
7. Problem as que se
incógnita. que dos incógnitas. Se calculan estas y sus­
tituyendo los valores obtenidos en la tercera,
Para resol.eño puede emplearse el método
de sustitución, despejando una rcógrrta en la
resuelven mediante
Ejem plo: Resuehe el sistema: se deduce el valor de la incógnita restante.

El método más recomendable de los ya


ecuación de prmer grado y sustituyendo su ex­ sistem as de
presión en la ecuación de segundo grado.
3x-2y = 5 dados es el de reducción. ecuaciones
2x + 5y = 16 Resulta asi una ecuación de segundo
Ejem plo: Sea el sistema:
grado con una mcógnta cuyas raíces sustitui­
1. Hallar dos números tales que su suma
das en la expresión de la incógnita despeja­
Multiplicamos tos dos miembros de la sea 9 0 y su cociente 9.
3x - 2y + 6z = 11 multiplicamos la segunda da. nos dan valores correspondentes a ésta.
primera ecuación por 5 y los de la segunda
x+ y - 2z = 3 ecuación por 3 y la Resolución: llamamos a un número x y
por 2. con lo cual conseguimos que los coe­
Ejem plo: ResueNe el sistema: al otro y.
ficientes de y en las dos ecuaciones sean 4x - 2y + z = 9 sumamos a la I a :
iguales y de distinto signo. Como sumados han de valer 90: x + y =
3x+y
3x - 2y + 6z = 11 = 90
5(3x - 2y) = 5 •5 1 15x - lO y = 251 *3 - y 3
3x + 3y - 6z = 9
Su cociente es 9: - = 9
2(2x + 5y) = 16 •2 j 4x + lO y = 3 2 \ 6x + y =20
Despejamos y en la pnmera ecuación y
y

Multiplicamos la tercera por 2 y la su­ su expresión la sustituimos en la 2 a. x + y = 901


Sumamos miembro a miembro mamos a la 2a. x = 9y J
y = 5 - 3x xs - ( 5 - 3 x ) 2 = 3
15x - lO y 25 x + y - 2z = 3 Resolvemos el sistema obteniendo x =
8x - 4y + 2z = 18 = 81; y = 9 . que. como se puede com ­
4x + lO y 32 Operamos y nos resulta la ecuación: 4x* -
probar. satisfacen las condiciones del
19x - 0 =57 9x - 3y =21 - 15x + 14 = 0 . cuyas raíces, una vez cal-
problema.
= 7
Resolvemos el sistema resultante: culadas son 1 4 2. Halla dos números tales que su suma
Despejamos x; x = ^ , x= 3 = 2 sea 77 y que. al dnvdir el mayor por el
6x+ y = 201
menor, dé 3 de cociente y 5 de resto.
9x - 3y = 2 1 }
Sustituimos en la expresión de y. resul­ Resolución: Sean los números x e y
Sustituimos el valor obtenido en cual­ tando:
Resultando: x = 3; y = 2 . sustituimos
quiera de las ecuaciones iniciales: Su suma es 77: su cociente es 3 y da
los valores de x e y en cualquiera de las
resto 5.
ecuaciones iniciales, por ejemplo la 2a:
3x - 2y = 5 ; 3 (3 ) - 2y = 5; y = 2. S _ 3( j ) ” - 3 : Y. - 5 - 3 ( 2 ) . - 1 x + y = 77
3 + 2 - 2 z = 3 resultando z = 1. d -c + r; x = 3y + 5

UT4 DAD 4 S lSttM A S O t tCUAClONtS 106 1*40*3 4 S ttttM A SO ttC U A C IO M tS


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x + y = 771 x + y = 77 Resolución: Hagamos un gráfico:


„ . resolvemos el
x = 3y + 5 ) x - 3y = 5 E JE R C IC IO S Y PR O BLEM A S R ES U ELTO S
Se deduce del texto del problema que:

sistema: x = 5 9 ; y = 18

3. Halla una fracción que resulte equivalen­ A C + C B -2 7


te a 1/4 si se añade una unidad al nu­ 1. Resolver los siguientes sistemas d e ecuaciones y señalar de q ué tip o son:
BA+AC=35
merador, y equrvalente a 1/5 sí se aña­ a)
de una unidad al denominador. I3 x + 5 y = 29
AB+BC=32
|5x-2y = 7
Resolución: fracción pedida

Para operar más cómodamente llame­ S olución:


x+1
Si se añade 1 al numerador: mos AC = CA = x
Vamos a resolverlo por reducción. Com o queremos eliminar la y, multiplicamos a la pn-
S i se a ñ a d e 1 al d e n o m i n a d o r : CB BC mera ecuación por 2 y a la segunda por 5 y sumamos, resultando:
x 1
AB BA 6 x + 1 0 y = 58
y + l= 5
2 5 x - l O y = 35
Operando: Por tanto 31x =93
4x + 4 = y l
x + y = 27] 93
5x = y + l f
Despejamos x •* x = — ; x = 3
z + x = 3 5 1 resolviendo ei sistema obte-
Resolviendo: z + y = 32)
x = 5 Sustituimos este valor de x en la primera ecuación:
nemos x = 15; y = 12; z = 20.
y = 24
3 (3 ) + 5y = 29; y = y = 4
Las distancias son por tanto:
Tres ciudades A. B. C. están dispuestas
en los vértices de un triángulo. Si se va de
AB = 20 Km El sistema es com patible determ inado ya que tiene una solución.
A a B pasando por C , se recorren 27 Km.
S se va de B a C. pasando por A. 35 Km. BC = 12 Km
b>
Y de A a C por B. 32 Km. Hallar la distan­
CA = 15 Km I2x + 3 y = 2
cia entre cada dos ciudades.
|4x + 6 y = 4

S olución:

Lo resolvemos por reducción. Multiplicando la pnmera ecuación por - 2 y sumando:

-4x-6y = -4
4x -t- 6y = 4
0 = 0

Nos da 0 = 0 lo que quiere decir que el sistema tiene infinitas soluciones y por tanto
es com patible indeterm inado.

L»íCk»C 4 S lS TU M S O t tCUAClOMtS 107 io s IXíOAO 4 S n it M A S O t tCUACIOMtS


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c) b>
I3 x -2 y = 2 ly + 3 x = 9
| 6 x-4y = 5 |5x-2y = 4

Solución: S olución:

Vamos a resolverlo por sustitución. Despejamos x en la primera ecuación: Apliquemos aqui el método de sustitución:
2 + 2y
(1 ) y = 9 - 3x
X= —
Sustituimos esta expresión en la segunda. Sustituimos en la primera ecuación:

2 + 2y\ 12 + 12y 5x - 2 (9 - 3x) = 4


— J - 4 y = 5 ; ---- 4y=5
Resultando x = 2.
12 + 12y - 12y = 15: 12 = 15
Sustituyendo este valor en (1 ) y = 9 - 3 (2 ):
Solución que es absurda o imposible, por tanto el sistema es Incom patible.
y=3
El sistema es compatible determinado ya que tiene una solución.
2. Resuelve los siguientes sistemas:
a)
3x+4y _ x _ 2 c)
I2x-3y = 5
2 2
[3 x + 4 y = 7
- = - - -
y y 2
S olución:

S olución:
Vamos a resolverlo por reducción.
En pnmer lugar simplificamos las dos ecuaciones:
Multiplicamos la primera ecuación por 4 y la segunda por 3 y sumamos:
3x + 4y = — x - 4 |4x + 4 y = - 4 jx + y = - 1

{
2x = 2 - 3 y

Vamos a resolverlo por igualación:


'*'|2x + 3 y = 2 '*'|2x + 3 y = 2 8 x - 1 2 y = 20
9 x + 1 2 y = 21

17x = 41 - x= ^
x = - 1 ~ y 2 - 3 y
, 2 - 3y ■* - i - y «
Para e*m*nar la x. multiplicamos la pnmera por - 3 y la segunda por 2 y sumamos.
2
-6 x + 9 y = -1 5
- 2 - 2y = 2 - 3y: - 4 = - y
6x + 8 y = 14
De aquí se obtiene y = + 4 . sustituyendo en una de las dos,
17y= -1 - y = - —
x = - 1 - 4;
x = -5

U N DAD 4 S lS ttN A S 01 tCUAClONtS 109 110 UN CVO 4 S n it M A Ü O t tCUACIONtS


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3. Resolver los siguientes sistemas: 4. Resolver:


a) a)
I3x-2y =1 x+y+z=6
jx + y = 2 2x - y + z = 3
x+ 3y-z= 4
S olución:
S olución:
x = 1; y = 1

Elegimos un sistema de dos ecuaciones donde vamos a eliminar la misma incógnita:


b)
fx-3y = 7 lx+y + z = 6 Í2x - y + z = 3

[2x + 9 y = 29 |x + 3 y - z = 4 } x + 3y - z = 4
2x + 4y = 10 3x+2y=7
S olución:
Formamos un sistema de 2 ecuaciones con dos incógnitas:

x=10; y = 1 3x + 2y = 7 | 2 {3 x + 2 y = 7) I 6x + 4y = 14
2x + 4 y = 10 ; { - 3 r2x + 4 y = 10 J; | -6 x -1 2 y = -3 0
c) - 8y = -1 6
x - y +2 = 0
|2x - 3 y + 7 = 0 8y = 16 ; y =£ ; y= 2

S olución: Sustituyendo y = 2 e n 3 x + 2 y = 7 ; 3x + 4 = 7 ; x = l

x = 1; y = 3 Sustituyendo x = 1, y = 2 en la I a ecuación del sistema:

x + y + z = 6 ; 1 + 2 + z = 6 ; z = 3
d)
La solución es. por tanto: x = l ; y = 2 ; z = 3

S * 5 ~ !§ b>
x + y = 12

S olución:
!
y + z = 17
x + z = 15

x = 3; y = 3 S olución:

e> y = 17 - z ; x = 15 - z; sustituyendo en I a ecuación:


x - l . y - 2 .
— + 4 " 1=X 15 - z + 17 - z = 12 ; -2 z = - 2 0 ; z = 10
3 y - 8 x = 14 Sustituyendo z = 10 en la segunda y tercera ecuación:

y + 10 = 17 ; y=7
S olución:
x + 10 = 15 ; x=5
No tiene solución; sistema incompatible. La solución es. por tanto: x = 5 ; y = 7 ; z = 1 0

ix io a d 4: Sis te m a s o t ecuaciones ni 112 IXIOAO 4 SOTENAS O t ECUACIONES


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E s t a d ís t ic a

x+y + z = 6

Í 2x - y + 3z = 9
6x - y - z = 1

S olución:

Sumamos la 2a y 3a multipbcando. previamente, esta por -1 :

2x - y + 3 z = 9

{ -6 x + y +

-4 x
z = - 1

+4z = 8

Sumamos las dos pnmeras:

x+y+ z = 6
2x - y + 3 z = 9

3x +4z=15

ResoN-emos el sistema:

I-4 x + 4 z = 8
3x + 4z = 15 ' * " 1 ' Z "

Sustituimos los valores de x y z en cualquier ecuación:

l + y + z = 6 ; y = 2

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L»<Ck»C 4 S lS TU M S O t tCUACIOtJtü 113
unidad

Aritmética Mercantil.
Progresiones
1 . S u c e s io n e s d o n ú m e ro s re a le s . T e rm in o g e n e ra l
2 . P ro g re s io n e s a ritm é tic a s
3 . P ro g re s io n e s g e o m é tric a s
4 . D e te rm in a c ió n d e l te r m in o g e n e ra l d o a lg u n a s s uce s io n e s
5 . In te ré s s im p le y c o m p u e s to
6 . A n u a b d a d e s y a m o rtiza c ió n . T a s a A n u a l E q u iv a le n te (T A E )
7 . Ta s a A n u a l E q u iva le n te (T A E )

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S

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Es t a d í s t i c a A C C E S O A I A UN IV ER S ID AD PARA M A Y O R E S DE 2 5 A Ñ O S

Se «ama sucesión de núm eros reales Si el úlbmo término aparece en la expre­ a3 = 2


1. Sucesiones de a cualquier aplicación (ver tema 6 . 2 .1 .) de sión es una sucesión finita ¡la sucesión tie­ a4 = 3

núm eros reales. N * en R. ne un último término). as = 5


ae = 8
Térm ino general Ejem plo: Ejem plo: 2 . 4. 6 . 8. 10
ar = 13
fs r— ----------- » R
Si el último término no aparece en la ex­
Como vemos:
1 — — > 3 presión es una sucesión infinita (la suce­
Ur»a sucesión es una secuencia orde­ 2 — ---------> 4 sión no tiene último término).
nada de números u otras cantidades. a4 = a3 + aJ= 2 +l =3
ar = ae + a ,= 8 + 5 = 13
Ejemplo: sucesión formada por la sene
Ejem plo: n — — * n+2
de números naturales: 1. 2. 3 . ... n
Otro tipo de sucesiones recurrentes son
O. 90. 18 0. 2 7 0 . 3 6 0 ... La sucesión nace corresponder a cada las p ro g re s io n e s a ritm é tic a s y las
número natural un número real. progresiones geom étricas (que estu­
Es una sucesión de ángulos. Como ve­ D eterm inación de una suce sión
diaremos a continuación).
mos. el término siguiente se obtiene del ante­
Los elementos de N ' se suelen llamar Una sucesión puede estar determinada:
rior sumándole la medida de un árguto recto.
ongjnales e indican los lugares que ocupan
3 o. Por el conocim iento de sus térm inos,
los términos.
Ejem plo: I o. Por el térm ino general. En este caso cuando la sucesión es finita.

Los elementos de R se llaman términos basta con sustituir en el término general


n por 1. 2. 3 ....
2
de la sucesión y se suelen simbolizar por las E jem plo: 2. - 4 . 3. 7, 9
letras a lf a2, a3... a r. donde el subíndice in­
Ejem plo:
dica el lugar del término. Com o vemos, esta sucesión no tiene
Escribir la sucesión cuyo término general término general, ni sigue ninguna ley de
1.

Así. en el ejemplo: es a. = n> + recurrencia aunque está perfectamente
determinada.
a, = 3
a2 = 4
l2 + 1 - 2
a3 - 22 + 1 5 = Con relación a las sucesiones se nos
a, = 5
33 = 32 + 1 10 = plantean dos tipos de problem as:
a< = 42 + 1 = 17
El número de cuadrados de lado 1 es una an = n + 2
sucesión que se obtiene elevando al cuadrado a) Dado el término general o la ley de re­
los números naturales empezando por el 1: Q término a„ se llama térm in o general 2o. Por una le y de recurrencia que permite currencia. hallar los términos.
de la sucesión. obtener un término a partir de otros an­
V . 2 7, 3 2, 4 2 teriores. Ejem plo:
Como se puede comprobar, el término Un ejemplo de este tipo es la sucesión
Vamos a dar una definición más rigurosa general define a la sucesión, basta con sus­ Escnbir ios 3 pnmeros términos de la su­
de Flbonacci (matemático del siglo XIII)
de sucesión. tituir n por 1. 2 . 3 .... cesión cuyo término general es a„ = 2n - 1.
donde cada término de la sucesión (sal­
1 + 2 = 3 vo los dos pnmeros) es suma de los dos
Sea N • el conjunto de los números na­ para n = 1 a, = 1
para n = 2 2 + 2 = 4 anteriores:
turales. excluido el cero y R el conjunto de a2 = 3
los números reales. para n = 3 3 + 2 = 5
ai = 1 a3 = 5
aa = 1

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b AMTMEIICA H tlIC A M A . PKOCMtÜONtS 117 118 U M M O S AW TW ÉtKA M tHC AM lL PWOCKtlMONtS
Es t a d ís t ic a A C C E S O A I A U N IV E R S ID A D PARA M A Y O R E S DE 2 5 A Ñ 0 5

Ejem plo: al anterior una constante llamada diferen­ Ejem plo:


2.1. Térm in o general o enésim o
cia o razón de la progresión.
Escribir tos tres primeros términos de la de la progresión aritm ética Hallar la diferencia de una progresión
sucesión cuyo término general es: Una progresión aritmética podrá ser li­ antmética que tiene 2 1 términos, siendo 4
m itada o ilim itada según el número de tér­ El térm ino general o enésimo de una el pnmero y 304 el último.
n si n es par minos que tenga. progresión aritmética se obtiene sumando al
3/1 = 3n si n es impar primer término la diferencia multiplicada por n = 21
Ejem plo: n -1 .
a, = 4
ai = 3
La progresión 4 . 8 , 12. 1 6 es una a„ = a , + (n - 1) d a„ = 304
3; = 2
progresión aritmética limitada, cuya dife­
a3 = 9 an = a, + (r v -l) d; (n -1 ) d = a„ - a,;
rencia es 4. Ejem plo:
a, = 4
a ,-a , 304 - 4
•:d = 15
Ejem plo: Hallar el término 5o de la progresión n -1 20
Com o sernos, el término general, en
5. 8. 11. 14. ...
este caso, está formado por dos términos. La progresión 2. 4. 6 . 8 . 10 2n es
Ejem plo:
una progresión aritmética ilimitada cuya di­
d = 8 - 5 = 3
ferencia es 2.
b> Dada la sucesión, hallar el término ge­ Hallar el pnmer término de una progre­
a, = 5
neral. sión aritmética que tiene 3 0 términos sa­
Una progresión aritmética se sim bo liza
n = 5 biendo que el último es 63 y la diferencia 2.
por - r a „ a^. a* ... a t
Ejem plo:
a* = 5 + (5 - 1 ) 3 = 5 + 1 2 : a . = 17 n = 30
La diferencia de una progresión antmé- a . = 63
Dada la sucesión 3 . 6. 9 .1 2 . 15 ... ha­
tica se obtiene restando cualquier término d = 2
llar el término general. Ejem plo:
del anterior
a , = a j + (n - l ) d ; a, = a„ - (n -1 ) d;
En este caso, el término general es a,, = 3n a2 - a, = a , - a2 = . . . = - a^t = d ¿Cuántos términos tiene una progresión
aritmética cuyo pnmer término es 10. sien­ a. = 6 3 - 1 3 0 - 1 ) 2 = 63 - 2 9 2 = 63 - 58
Encontrar el término general suele ser. Ejem plo: do el último 2 0 0 y cuya diferencia es 5? a, = 5
en ocasiones, problemático. A veces hay
que recurrir al tanteo, en otros casos se Hallar la diferencia de la progresión arit­
a5 = 10
puede aplicar alguna fórmula. Una vez que mética 10. 13, 16. 19. 2 2 . 2 5 . 28.
hayamos estudiado algunas sucesiones con­ = 200
cretas. volveremos sobre el tema. 13 - 10 = 16 - 13 = ... = 3
2.2. Sum a de ios térm inos de una
d = 5
progresión aritm ética lim itada
d = 3
a* = a , + (n - 1) d: (n - 1) d = a„ - a s: La sum a de tos términos de una progre­

2. Progresiones Ejem plo:


a „ -a , a „ -a .
sión antmética limitada es igual a la semisu­
ma de tos términos extremos, multiplicada
n -l= — n = — -------- L + 1
aritm éticas Hallar la diferencia de la progresión d d por el número de términos.
1. 1.5. 2 . 2 .5 . 3. 3 .5 .
Progresión aritm ética es toda suce­ 2 0 0 -1 0 . 190 c ai +a- .
1.5 - 1 = 2 - 1.5 = 0 .5 n = ------------- + l = - g - + l ; n = 39
sión real en la que cada uno de los términos
(excepto el primero) se obtiene sumándole d = 0 .5

UNOM> ¡y AM lM E U O t M tltC A N tL PXOCKtÜON tS 119 U M O A O 5 . AWTWÉJICA M tH M N m . P W Kttt310f*S


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Ejem plo: Una progresión geométnca se simboliza Ejem plo: Ejem plo:
por i r a s. a3. a 3 an
Hallar la suma de los n primeros núme­ Hallar el décimo término de la progre- HaBar la razón de una progresión geo­
ros naturales (sin el cero). ¿Cuál es su valor La razón de una progresión geométnca métnca de 5 términos, siendo 1 el pnmero y
si el número de términos es 30? 2 5 6 el último.
se obtiene dividiendo cualquier térnuno por
el anterior
a, = 1
ai = 1
an = 25 6
= n 2 4 8
n = n n = 5
a ,.
ai = 1 an = a j-r " ' r
n+ n
s = l + n . n = r ______
2 2 Ejem plo: n = 10

- _ 1 r = = V256 m l/ F m 4
n + n2 Hallar la razón de la progresión geomé­
La suma es — - — T ~ 4 :2 = 4 = 2
2 trica 1. 4. 16. 6 4 . 2 5 6 . 10 24. ...
También podíamos naber hecho:
= atr
Si el número de términos es 3 0 tenemos: 4 16 64
V 2 5 6 = -J-J256 = v Í 6 = 4
1 = 4 “ 16 “ 10-1
1
30 + 3 0 2
---------= 46 5 512 r = 4
r = 4

1
3. Progresiones Ejem plo:
3 10 ” 512 3.2. Sum a de los térm inos de una
geom étricas Hallar la razón de la progresión geomé­
trica 3 . - 3 , 3, - 3 , 3. - 3 , ... Ejem plo:
progresión geom étrica lim itada
La suma de los términos de una progre­
Progresión geom étrica es toda suce­ Hallar el primer término de una progre­ sión geométnca Imitada viene dada por la
sión real en la que cada uno de los términos
sión geométnca que tiene 10 términos, sien­ siguiente expresión:
(excepto el pnmero) se obtiene del anterior
do el último término 196830 y la razón 3.
multiplicándolo por un cantidad constante a ,(r " -l)
r = -1
llamada razón de la progresión. S = r-1
n = 10

Una progresión geométnca podrá ser li­ = 1 9 683 0 Ejem plo:

m itada o Ilimitada.
r = 3 H a « » la suma de los 10 primeros térmi­
3 .1 . Térm ino general o enésim o
nos de la sucesión 2. 10. 50. 250.
Ejem plo: de la progresión geom étrica
a, = 2
La procesión 3. 9. 27. 81. 24 3 es una n = 10
El término general o enésimo de una
progresen geométnca limitada, cuya razón es 3.
progresión geométrica se obtiene multpfc-
1 9 6 8 3 0 _ 1 9 683 0
cando el pnmero por la razón elevada a la
Ejem plo: 3a 19683
potencia n -1 . 2 (5 10 - 1 ) 2 ( 9 7 6 5 6 2 5 -1 )
La progresión 1. 2. 4. 8. 16. 3 2 ... 2 ^ 1 es 4 4
a , = 10
a. = a, r
una progresen geométnca ¡Imitada de razón 2.
S =- 4 8 828 12

UNOM> 6 A n lM C IlO A M U C A M A . PWOCIItSlCNtS 121 122 U M M O S Am tW ttlC A M tlK A M lL PW KKtJMONtS


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Cuando los términos de la sucesaón son Aparentemente tos numeradores y de ­


3 .3 . S u m a de los té rm in o s de 4. Determ inación del fracciones cuyos numeradores y denomina­ nominadores no están en progresión, sin
una progresió n ge om étrica dores forman, respectivamente, una progre­
ilim itada térm ino general de sión. se procede del siguiente modo:
embargo, observando el tercer término ve-
4
mos que 1 = - . Volvemos a escnbir la pro-
algunas sucesiones gresión:
4

a) Se halla el término general de los nume­


Cuando nos planteamos hallar el valor Como dijimos antenormente (ver aparta­ radores.
1 2 4 8
de la suma de tos términos de una progre­ do 2 .1 ) la determinación del término general
sión geométrica ilimitada se nos presentan b) Se halla el término general de tos deno­ 2 ' 3 ' 4 '5
de una sucesión no es siempre posible ha­
dos situaciones. minadores.
cerla de manera automática, aunque si lo es
Ahora se ve fácilmente que los numera­
cuando sus términos forman una progresión. c) Se divide el pnmero por el segundo. dores están en progresión geométrica de ra­
a) Si el valor absoluto de r es mayor que 1 Veamos algunos ejemplos:
zón 2 y que tos denominadores están en
(|r| > 1 ). entonces la suma de los térmi­ Ejem plo: progresión antmética de razón 1.
nos tiende al infinito Ejem plo:

Hauar eí término general de la sucesión: Numeradores:


H a * » el término general de la sucesión:
Ejem plo:
4 8 12 16
4 . 7. 10. 13. 16. ... a, = i r * = 2 '1
3 ’4 ' 5 ‘ 6
La suma de tos términos de la progre­
sión 2 . 4 . 6 . 16. ... seria 2 + 4 + 8 + Como 7 - 4 = 10 - 3 = 3 ; es una pro­ Denominadores:
+ 16 + ... gresión antmética de diferencia d = 3. Observamos que tos numeradores están
en progresión antmética de razón an = 2 + ( n - l ) l = 2 + n - l = n + l
b) Si el valor absoluto de r es menor que 1
an = a , + <n-l>d
( | r | < l ) , viene dada por la siguiente ex­ a„ = 4 + ( n - l ) 4 = 4 + 4n - 4 = 4n 2 r- i
an = 4 + (r v -l)3 = 4 + 3n - 3
presión: El término general es a.
an = 3n + 1 (compruébese) n+1

Observamos también que tos denomina­


Ejem plo: Ejem plo:
dores están en progresión antmética de ra­
zón 1
H a * » el término general de la sucesión: Hallar el término general de:
Ejem plo:
2. 6. 18. 27. a* = 3 + ( r v - l ) l = 3 + n - l = n + 2
1. 4. 9. 16
Calcular la suma de los términos de la
. . 1 1 1 El térm no general de la sucesión será
sucesión 1. - ... Com o -6 = 18 o es una progresión
— = 3: En este caso los términos no forman
2 4 8 2 6 una progresión, pero haciendo:
4n
geométrica de razón r = 3.
“ n+2 N 1 2 3 4
a 1
11 _ 1 an = a , r - ‘ = 2-3'v l; a„ = 2-3 "* Jr J» ’I' J»
' = 4 :2 = 2 Ejem plo: R 1 4 9 16
Comprobación:
Hallar el téimino general de la sucesión: Podemos observar que cada número na­
^ - = ± = 2
a, = 2 -3 M = 2 -3 s - 2 1 - 2 tural se corresponde con su cuadrado, por
1 -i -
1 12 8
2 2 a2 = 2 3 a1 = 2-3> = 2 -3 = 6 tanto:
a, = 2 -3 w = 2-3* = 2 -9 = 18 2 '3 ' '5
= na

UNOM> & AM lMEltCA M U C A M A . PKOCIItÜON tS 123 124 U M M O S A m iW t IC A M U C A M A - P W K K tS IO N tS


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Ejem plo: n = Tiem po que transcurre en cada 2. ¿Qué capital colocado al 6 % de interés Si se deposita un capital C a un interés
pago de intereses, llamado periodo de capi­ simple produce 4 5 0 0 € en 3 años? compuesto anual i:
Hallar el téimino general de 1 ,8 . 27, 64. talización; puede ser a n ual, tnm estral,
mensual, etc. I = 4 5 00 En el pnmer año el interés es: Ci
1, 8, 27, 64 i = 0 ,0 6
y el capital se convierte en: C + Ci =
n = 3
T T T C n = Capital resultante de sumar el ca­
= C (1 + i)
1 2 3 4 pital depositado con el interés producido.
Cn - C = 4 5 0 0 ; Cn = 4 5 00 + C
En el segundo año el interés: C (1 + i) i
Se observa que cada número natural se De las definiciones se deduce que
4 5 0 0 + C = C (1 + 3 - 0 ,0 6 ); 4 5 00 +
corresponde con su cubo, por tanto: I Cn - C , o bien Cn = C + I. y el capital se convierte en: C (1 + i) +
+ C = 1.18C;
+ c a + i) i - c a + o (i + i) - c (i + ¡y»
ar = n1 Estamos ante un caso de interés simple
4500 = 1,1 8 C - C; 4500 - C<1.18 - 1);
cuando se paga al final de cada año una En el año n: Cn = C (1 + i)'
fracción fija del capital depositado. 45 00
5. Interés sim ple y 4 5 0 0 - 0 ,1 8 C ; C =
0 .1 8
= 25000 €
Si el periodo de capitalización es tnmen-

com puesto Ejem plo:


tal Cn = C ^1 + ^

Vamos a observar la evolución de un 5.2. Interés com puesto


capital inicial de 1 0 0 unidades monetarias Si el periodo de capitalización es meo-
5 .1. Interés sim p le depositadas al 1 0 % o al i por 1 de interés En el interés compuesto los intereses se

Si se deposía un capital C en una cuenta


simple. acumulan al capital inicial al final de cada
periodo de capitalización para generar nue­
--• k t
barcaria, el banco se benéfica y retribuye Capital inicial 100 C vos intereses.
Si el penodo de capitalización es K ve­
cada cierto tiempo al cliente con una cantidad Año 1 110 C + Ci
i por cada unidad monetaria que recibe el Año 2 120 C + 2Ci C = Capital inicial, ces al año Cn = C j l + ^
nombre de rédito o tipo de interés. Las gana­ Año 3 130 C + 30 n = Número de años.
das oocenidas por el cliente se suelen deno­ Año n Cn = Capital final al cabo de n años,
Cn = C (1 + ni) r = Rédito (tanto por ciento), Ejem plo:
minar intereses. Cuanto más dinero se depo­
sita y por más tiempo, más interés produce. i = Tipo de interés (tanto por uno).
Ejem plo: 1. ¿En cuanto se convierten 3 0 0 0 0 euros
Ejem plo: colocados al 5 % a interés compuesto en
C = Capital depositado.
10 años?
1. Se deposita un capital de 5 0 0 0 0 0 euros
Observemos la evolución de un capital
I = Ganancia total que se obtiene (tam­ a un interés simple anual del 3 % . ¿En C =- 30000
inicial de 100 € depositados a un interés
bién llamada interés). qué capital se riabrá convertido al cabo i = 0,0 5
compuesto del 10% .
de 6 años? n = 10
r = Rédito, tanto por ciento o tipo de in­
Interés Capital
terés. Es el interés producido por 10 0 uni­ C = 5 0 000 0 C,,, = C (1 + 0“ ^ 30000 (1 + 0,05)1“ =
dades monetarias en un año. i = 0,0 3 Año 1 1 0 0 .0 .1 = 10 110 =■ 48866.839 €
n= 6 Año 2 1 1 0 .0 .1 = 11 121
I - Tanto por uno. Es el interés produci­ 2. Hallar el capital inicial que en 5 años de
do por una unidad monetana en un año. Es Año 3 1 2 1 .0 ,0 1 = 12,1 13 3,1 interés compuesto al 6 % se convierten
Cn = C (1 + in) =
en 2 5 0 0 0 euros.
la centésima parte del rédito: i = = 5 0 0 0 0 0 <1 + 0 ,0 3 • 6 ) - 5 9 0 0 0 0 €
100

L»itx>c a AMiMenat Ntncum. PKOCHtüONts 125 126 UMOAO 5 A rn iM tlR A M tH O W IlL P W KKUHONeS
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C , = 2 5 000 n = n oe pagos anuaies


6.1. Anualidades de capitalización 7. Tasa Anual
i = 0 .0 6 r = Rédito (tanto por ciento)
n = 5 i = Rédito (tanto por 1)
Son cantidades fijas que se depositan al
pnncipio del año. durante n años consecuti­
Equivalente (TAE)
C n « C <1 + i> ; C « C n (1 + I)-« vos, a interés compuesto, y se retira al final Se demuestra que:
Al valor del rédito o interés anual equiva­
del último año el capital en que se han con­ lente a un rédito que se paga en una deter­
C - 25000 (1 + 0 ,0 6 )1 - 18681.45 € vertido. D (1 + i)' • i
A = minada fracción del año se le denomina
(1 + i)* - 1
C = Capital final TAE.
3. Al nacer su hijo los padres le abren una r - Rédito (tanto por ciento)
cuenta a su nombre. ¿Qué cantidad de­ Ejem plos: El TAE. en realidad, es el tipo de interés
i = Rédito (tanto por 1)
ben ingresar para que a los 18 años A = Anualidad que se paga realmente cuando nos aplican
tenga en su cuenta 2 0 0 0 0 0 € . siendo n = Número de pagos anuales un tipo de interés anual y pagamos en unos
1. Se sobcita un préstamo hipotecario de
el 3 % el tipo de interés pagadero por se­ tiempos inferiores al año.
3 6 000 euros a devolver en 1 5 años a
mestres? Se demuestra que el capital final es: un interés anual del 4 % . ¿Qué anuali­
dad debe abonarse? Ejem plo:
Cn = 2 0 0 0 0 0 c A (1 -l- ¡ r * - ( 1 + 0
i = 0 .0 3
D - 36000 a) Vamos a calciiar cuanto pagaríamos por
K = 2
n = 15 un crédito de 1 0 0 0 0 0 euros a un inte­
Ejem plo:
i = 0.0 4
Cn = C
M r- Si al pnncipio de cada año se entregan
rés del 1 2 % anual si lo tenemos que pa­
gar mensualmente.
5 0 0 0 0 euros a interés compuesto al 6 % . A 3 6 0 0 0 (1 + 0 0 4 ) 13 -0 Q 4
C = Cn
K T ¿qué capital se habrá acumulado al cabo de (1 + 0 Q 4 ) 11 - 1 Cn - 100000
2 0 años? 3 6 (1 0 4 ) 1 0.12
32373 € n = 1
A = 5 0 000 (1 0 4 )“ - 1
K = 12
i = 0,0 6
C - 11 7 0 1 7 ,9 5 € n = 20
2. Una empresa dispone de 1 7 5 0 0 0 0 eu ­

C - 50000
d + 0 ,0 6 )21 - ( 1 + 0.06) ros. anualm ente, para amortizar sus
Cn
M r
deudas. ¿Q u é préstamo al 5 % anual
0 .0 6 100000 1 1 2 6 8 2 .5 €
podrá contraer si quiere extinguido en (-w )”
6. Anualidades y 1 5 años?

amortización. Tasa 6 .2. Anualidades de am ortización


A = 1750000 b) Veamos ahora qué interés anual nos
aplicarían a un crédito si al cabo del año
Anual Equivalente (TAE) Son los pagos fijos que se entregan al
n = 15
i = 0 .0 5 hemos pagado 1 1 2 6 8 2 .5 € .
final de cada periodo para su colocación a
Anualidades son los pagos iguales y interés compuesto, con objeto de llegar a
D (1 ,0 5 )“ ■ 0.0 5 C = C (1 + i); 112682.5 = 100000 (1 + 0
penódicos que se realizan bien para cons­ extinguir o amortizar una deuda, junto con 1 750000
sus intereses, en un determinado número (1 ,0 5 )“ - 1
tituir un capital en un cierto tiempo o bien 1 1 2 6 8 2 .5 - 100000
de periodos. 1 7 500 00 = D • 0,0 9 6 3 4 2 2 0 ,1 2 6 8
para extinguir una deuda contraída y sus
1 0 000 0
intereses.
D = Deuda
D = 18164402 € 0 tipo de interés real seria r = 1 2 ,68% .
A = Anualidad
aunque el nominal sea del 12% .

l»1 0 M > 5 A n iM é lIC A N t n C X M L P KO C I'tÜ O N tS 127 128 U M M O S A w n t t lK A M tH C tN tlL P W K R tS IO N tS


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Para calcular el TAE utilizaremos la si­


b) Se cobran los intereses trimestralmente
guiente expresión:
al 8 % anual. E JE R C IC IO S Y PR O B LEM A S R E S U E LTO S
T«£ - (l + i j -1
i = 0.0 8
i = tipo ce interés (tanto por 1) K = 4 1. D a d a la s ig uiente sucesión fo rm a d a p o r cuad rado s c o n stru id os co n cerillas
K = número de periodos anuales

Ejem plo:

Vamos a calcular e< TAE en los siguien­


TAE = 8 .2 4 %
tes supuestos:
a) ¿Cuántas cerillas necesitaríamos para construir 5 cuadrados?
c) Se cobran los intereses diariamente al
a) Se cobran intereses mensualmente al b ) ¿Cuántas necesitaríamos para construir 50 cuadrados?
7 % anual.
6 % anual.
S olución:
i = 0 .0 6 i = 0.0 7
K = 12 K = 365 a) El núm ero de cerillas necesarias form an una progresión aritmética

- r 4. 7. 10 ...
/ 0 .0 7 \i a
TAE = ( l + ^ r ) “ 1 ~ 0 .0 6 1 6 7 TAE = l1 + i ü - ) - 1= 0 '0 7 2 5 d = 7 - 4 = 3

a, = 4
TAE = 6 .1 6 7 % TAE = 7 .2 5 %
n = 5

a, = 4 + (5 - 1) 3 = 4 + 4 3 = 16

Necesitaríamos 16 cerillas.

b) d = 3

a, = 4

n = 50

a ,D = 4 + (5 0 -1 )3 = 151

Necesitaríamos 151 cerillas.

2. D a d a la siguiente sucesión fo rm a d a p o r triá n g u lo s eq uilá te ro s c o n stru id os con


cerillas

A A7 AA
¿Cuántas cerillas necesitaríamos para construir un pa ralelogram o con 6 triángulos?

U lC M O t> A w lM C IK A M tH C X M t. PW OCntVONtS 129 130 U M 0 M I ü A « ! W t I K A M tH O W tlL P W K K tS IO N tS


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S olución: b) Los cuadrados de lado 2 form an, tam bién, una sucesión

C o m o el núm ero de cerillas es una progresión aritmética


1 2 3
1 2 3
i i i
0 1 4

n = 6 (núm ero de cuadrados de lado 2 en un cuadrado de lado 3)

d = 5 - 3 = 2 Cada térm ino de la sucesión se obtiene restándole 1 al núm ero natural corres­
pondiente y elevando al cuadrado el resultado.
a* = 3 + (6 -1 ) 2 - 3 + 5 2 -1 3
(1 -4 F = 0; (2 -1 J3 = 1; (3 -1 )3 = 4 ...
Necesitaríamos 13 cerillas.
Por tanto, el térm ino general será a, ( n -1 F

Para n = 4 (siguiente figura) a, = (4 -1 )3 = 9


3. En la s ig uiente sucesión de cuad rado s
Tendrá 9 cuadrados de lado 2

c) Según vimos en el apartado a):

a, = n 3 a-0 = 20 3 = 400

□ EB EEE d)
Tendrá 400 cuadrados de lado 1.

Según vimos en el apartado b)

a, = (n -1 )3 a-0 = (2 0 -1 )3 = 193 = 361


a) Cuántos cuadrados de lado 1 tendrá la siguiente figura de la sucesión. Tendrá 361 cuadrados de lado 2.
b ) Cuántos cuadrados de lado 2

c) La figura 20, ¿cuántos cuadrados de lado 1 y de lado 2 tendría? 4. D a d a u n a sucesión, de fin id a p o r el té rm in o ge ne ra l a„ = ( n + 1 ) 3, hallar los 5
prim e ros té rm in o s y el té rm in o dé cim o .
S olución:
S olución:
a) Vemos q ue los cuadrados de lado 1 form an una sucesión:
a, = (n + 1)3
1 2 3 a, = (1 + 1 )3 = 4
1 Jr i
a, = (2 + 1)3 = 9
1 4 9
a, = (3 + 1)3 = 16
Podemos observar q ue a cada núm ero natural (conjunto inicial) le corresponde su
cuadrado, por tanto: a, = (4 +1 )3 = 25

a, = n3 a, = (S + 1)3 = 36

Para n = 4 (siguiente figura) a, = 4 3 = 16 a ,6 = (1 0 + 1 )3 = 121

Tendrá 16 cuadrados de lado 1.

U N O A D a A— TM ÉIKA M C H C A M L PKOCKtÜON tS 131 132 U M M O í>. A W I M É IK A M t H O W I l L P W X iK t 3 IO f * S


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5. D a d a la sucesión de fin id a p o r el té rm in o ge ne ra l a„ = (n -1 )’ , hallar los 3 p rim e ­


El térm ino general es: a, = (—1
ros té rm in o s y el sexto té rm in o .
ya que
Solución:
a, = (—1)r = 1
a , = (n -1 )’
a, = (-1 )« = -1
a, = (1 -1 )’ = 0
a, = (-1>< = 1
a , = (2 -1 )’ = 1

a , = (3 -1 )’ = 8

a . = (6 -1 )’ = 125
9. H allar el té rm in o general d e la sucesión - 1 , 1, - 1 , 1. ...

3 4 5
6. H allar el té rm in o ge ne ra l d e la sucesión 2, — S olución:
2 3 4
En este caso a, = (-1 )"
Solución:
a, = (-1 )« = -1
C o m o vemos, los num eradores form an una progresión aritmética de diferencia 1.
a, = (—1)r = 1
a, = 2 + (n -1 ) 1 = n + 1
a. = (-1 )« = -1
Los denom inadores form an una progresión aritmética de razón 1.

a, = 1 + (n -1 )1 = n

El térm ino general de la sucesión será: a„ =


n
10. H allar el té rm in o ge ne ra l d e la sucesión
3 6 9 12

S olución:
7. H allar el té rm in o ge ne ra l d e la sucesión i , i i
Para encontrar el térm ino general, en prim er lugar, prescindimos del signo

Solución: Numeradores: 4, 9. 16, 25 a„ = (n + 1)3

Convertim os algunas fracciones en sus equivalentes. Denominadores: 3. 6. 9. 12 a„ = 3n


1 2 3 4
Té rm ino general (prescindiendo del signo) a, =
5' 6 ’ 7' 8 3n

El térm ino general será: a. = — C o m o es oscilante, el térm ino general de la sucesión será (ver ejercicio 9)
1 n+ 4
(n + 1)3
a„ = < - ! ) " ■
3n
8. H allar el té rm in o ge ne ra l d e la sucesión 1, - 1 , 1. -1

Solución: 11. En u n a p ro g re sió n aritm ética el q u in to té rm in o es 13 y la diferencia 3. H allar el


p rim e r té rm in o .
Esta es una sucesión llamada oscilante (sus términos van cam biando de signo al­
ternativamente).

IK C M D a Aw lM É TK H N t lt C A M L P K O C K tÜ O N O 133 134 UMOAO !>. A le ! Vfc TICA M tH O W IlL P»OGttt3IO f*S


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13. Las lo n g itu d e s de los lados de un triá n g u lo re c tá n g u lo están en p ro g re sió n a rit­


S olució n:
m ética de diferencia 2 c m . H allar dichas lo n g itu d e s.
a , = 13

d = 3

n = 5

a, = a, + (n -1 )d

a, = a, + <5—1)3
S olució n:
a, = 13 - 12; a,= 1
a, = a,

a, = a, + d = a, + 2
12. Los té rm in o s terce ro y s é p tim o de u n a p ro g re sió n aritm ética vale n 5 y 21, res­
p e ctiva m e n te . H allar el té rm in o dé cim o . a, = a, + 2d = a, + 4

A plicando el Teorem a de Pitágoras


S olució n:
(a, + 4)J = (a ,+ 2 H + a,*
a, = a,
a,* + 8a, + 16 = a,* + 4a, + 4 + a,*
a , = a, + d
a’ - 4a, - 1 2 = 0
a , = a , + d = a, + d + d = a, + 2d

4 ± J í 6 - 4 ( 1 ) ( - 12)
a , = a, + 6d
3l " 2
Form am os un sistema de ecuaciones:

5 = a, + 2d
- 2 solución no válida ya que la longitud de un lado no puede ser negativa,
21 = a, + 6d
a, = 6 cm
Utilizamos el m étodo de reducción:
a, = 6+2 = 8 cm
S = a, + 2d
a, = 6+4 = 10 cm
-2 1 = - a, - 6d
Las longitudes de los lados serán, por tanto,

6 cm, 8 cm y 10 cm
-1 6 = - 4d

d = 4 14. H allar el va lo r q u e d e b e te n e r x en las expresiones 2 x + 1 , 4 x + 2 y 7 x + 5 pa ra q ue


fo rm e n un a p ro g re sió n g e o m étrica.
a, = 5 -2 4; a, = -3
S olución:
Por tanto:
Si a „ a,, a , form an una progresión geométrica
a ,e = a, + (n -1 )d = - 3 + (1 0 -1 )4 = 33
a, a,
El térm ino décim o vale 33. — = — , por tanto,
a . a,

I N t M D 6 A M IM tlK iA M U C A M A . PKOCKtUON tS 135 136 UMOAO 5 A m iW t lK A M H C A M 1L P W K K tS IO N tS


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4x+2 7x + 5
p 3 = 0.254-0.254-0,25 = \
2 x 4 -1 * 4 x 4 -2 ' 4

(4x 4- 2 ) (4x 4- 2) = (2x 4-1) (7x 4-5) 3


P< = 8
16xJ 4- 16 x + 4 = 14xJ 4- 17x 4- 5
Co m o vemos los perímetros form an una progresión geométrica de razón
xi - 1

2x' - x - 1 = O - “ * 3 .3 6_ 1
' ' 4 ' 2 = 12 “ 2

b) p-, = p, r
Sólo es válida la solución x =1 (compruébese)

c) Los perímetros forman una progresión geométrica ilimitada:


15. D a d o u n triá n g u lo eq uilá te ro , u n im o s do s a do s los p u n to s m ed io s de sus lados,
o b te n e m o s un n u e v o triá n g u lo , en el q u e realizam os la m ism a o p eración, p ro - S - i — 2— 1 .6
ced ié nd ose así sucesivam ente. Si el la d o del triá n g u lo m a y o r m id e 1 m , el lado - 1 ., 1
del siguiente m id e la m ita d , etc.
La suma de los perímetros es 6.
a) Formar la progresión de los perímetros de los sucesivos triángulos.
d) Los triángulos son semejantes (sus tres lados son paralelos dos a dos).
b ) Cuánto m ide el perím etro del quinto triángulo.
e) La razón de semejanza de los lados del segundo triángulo respecto al primero es
c) Cuánto vale la sum a de los perímetros de todos los triángulos (si la operación co n­
tinúa indefinidamente). 0 .S -:

d ) C ó m o son los triángulos que se form an.


La razón de semejanza de las áreas es igual al cuadrado de la razón de semejan­
e) Cuál es la razón de semejanza de los lados del segundo triángulo respecto al pri­ za.
m ero. Cuánto vale la razón de semejanza de las áreas de estos dos triángulos.

B H
M irando la figura se observa que en el cuadrado m ayor caben cuatro triángulos
d e lado m itad.

16. C a lcula r el interés q u e p ro d u c irá n 9 0 000 eu ro s prestados al 7 % de interés s im ­


ple d u ra n te 120 días.

S olución:

S olución: C = 90000 I = Cn - C = C (1 4- in) - C = Cin

a) Designemos p o r p el valor de los perímetros


' " °-0 7 I = 90000 0 .0 7 • 0 .3 2 9 = 2 0 7 2 .7 €
p, = 1+14-1 = 3

p2 = 0.5 4-0.5 4-0 .5 = 1.5 = |

UN OAD a A w lM tlK iX M C H C A M L PKOCKtÜON tS 137 U M M 9 5. A m i V t I C A M tH O W tlL P W X¡Kt3IO f*S


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Es t a d í s t i c a A c c e s o a i a U n iv e r s id a d p a r a m a y o r e s d e 2 5 a ñ o s

17. ¿Cuál es el capital q ue co lo ca d o al 9 % de interés s im p le d u ra n te 3 añ os ha p r o ­ 2 1. C a lcula r el capital q u e se o b te n d rá si se d e po sita n 500000 euros d u ra n te 8 años
d u c id o un interés de 2 7 000 euros? y 5 meses al tip o de interés c o m p u e sto a n u a l del 4 % p a g a d e ro p o r semestres.

Solución: S olución:

i = 0 .0 9 C - 500000
n = 3 I = Cin; 2 7 0 0 0 = C • 0 .0 9 • 3
n = 8 + ^ = 8 .4 1 6 6 Cn = C ( l + i j - 5 0 0 0 0 0 |l + ^ | *
I = 27000 C = 100000 €
' = °-0 4 Cn = 6 9 7 8 1 2 €
K =2
18. ¿ A q u é t a n to p o r c ie n to d e interés sim ple d e b e m o s co lo ca r un capital de 72000
eu ro s para o b te n e r un interés de 6000 euros en 20 meses?

22 . ¿Q u é ca n tid a d ah o rra rá un a persona q u e ha h ech o un plan de pensiones, si se


Solución: ju b ila d e n tro de 25 años, a un tip o de interés c o m p u e sto del 1 0 % si ah o rra
C - 72000 4 0 00 euros cada trim estre?
6 0 0 0 = 7 2 0 0 0 • 1 .6 6 6 ■ i;
I = 6 0 00 S olución:
i = 0 .0 5 : al 5 %
n = — = 1.6 66 0.1
12 i = 0 .1 anual •* — = 0 .0 2 5 trimestral
4

n = 25 • 4 = 100 trimestres
19. ¿ A q u é tip o de interés sim ple h a y q u e co lo ca r 1000 eu ro s pa ra q u e a los 10 m e ­ A - 4 0 00
ses se co n vie rta n en 1500 euros?

c _ 40 0 o ^ - 0 -0 2 5 )“ S - (1 + ° -025)
S olución: 0.0 2 5

C - 1 0 00 Cn = C (1 + in) 4 0 0 0 [(1 .0 2 5 )101 - (1 .0 2 5 )]


1 7 7 3 4 4 9 .5 €
0 .0 2 5
n = — = 0 833 1 5 00 - 1 0 00 (1 + i • 0 .8 3 3 )
12
1500 - 1000 _
Cn = 1500 1= t t t = 0 .6 ; al 6 0 %
833
23 . Para a c u m u la r un capital de 100000 eu ro s, ¿ q u é an u a lid a d h a b rá q u e a p o rta r
e n 15 añ os si el b a n c o ofrece u n 3 % de interés c o m p u e s to anual?
20. ¿ A q u é t a n to p o r c ie n to de interés sim ple se d e b e im p o n e r u n capital para q ue
S olución:
se q u in trip liq u e en 40 años?
C - 100000 A [(1 . 0 3 )“ - 1.031
S olución: 100000 = - i — -------------- i ; A = 5220 €
i = 0 .0 3 0 .0 3
Cn = 5C
5C = C (1 + i • 4 0 ): al 1 0 % n = 145
n = 40

I N M D 5 A w lM C IK A M tlICANTL. PXOCKtÜON tS 140 um oa o !>. A n u m í ik a M t H c w m . P m x itttsio fe s


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E s i a d Is t i c a

24. C a lcula r la ca n tid a d q u e hab rá q u e p a g a r p o r un c ré d ito h ip o te ca rio de 70000


eu ro s al 1 0 % de interés a n u a l en un p e rio d o de 12 años.

a) Anualm ente.

b) Mensualmente.
_ D _(l_L _i)l_! _ 7 0 0 0 0 (1 .1 )» 0.1 _ 1 0 2 7 3 4 3 €
S olució n: A " ( i + i)" _ i " (1 ,1 )» - 1 “ 1 0 2 7 3 -4 3 €

a) D = 70000

i = 0,1

n = 12

b) D = 70000

' = Í2 = 00083333

n = 12 • 12 = 144

7 0 000 <1,008 33 33)144 • 0 .0 0 8 3 3 3 3


= 8 3 6 ,5 5 €
(1 .0 0 8 3 3 3 3 )144 - 1

2 5. H allar la Tasa A n u a l E q u iva le n te en los siguientes casos:

a) Préstamo de 7000 euros al 5 % pagadero mensualmente.

b) Préstamo de 7000 euros al 6 % pagadero trimestralmente.

c) Préstamo de 7000 euros al 6 ,5 % pagadero semestral mente.

Solución:

a) TA E = 7000 j l + - 1 = 0,0511618; TAE = 5 ,1 1 6 %

b) TA E = 7000 ( i + 5^® ) - i = 0,0613635; TA E = 6 .1 3 6 %

c) TA E = 7000 |l + “ — —“ I - 1 = 0,0660562; TA E = 6 .6 0 5 %

INM D ü AíBIMÉIlCA Mel'CANU. PKOCKtVONO


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Unidad

Funciones
1 . C o n c e p to d e fu n ció n
2 . G rá fic a d e u n a fu n ció n
3 . T ip o s d e fu n c io n e s
4 . C re c im ie n to y d e c re c im ie n to d e u n a fu n ció n
5 . F u n c io n e s lin e a le s
6 . Fu n c»o n d e p ro p o rc io n a lid a d d r e c t a
7 . F u n d ó n afín
8 . F u n d ó n p o lln o m lca d e s e c u n d o e ra d o o fu n c ió n cu a d rá tic a
9 . F u n o o n d e p ro p o rc io n a lid a d in ve rs a
1 0 . F u n c ió n e x p o n e n cia l
1 1 . F u n d o n e s d e fln ld a d a tro zo s
1 2 . F u n c ió n e sc a lo n a d a
1 3 . F u n c ió n lo g a rítm ica
1 4 . F u n d o n e s tr ig o n o m é tric a s
1 5 . C o m p o s ld ó n d e fu n c io n e s
1 6 . F u n c ió n In ve rs a o re cip ro ca

E J E R C IO O S Y P H O B U M A S R E SU ELTO S

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E s t a d ís t ic a A C a S O A IA U M M R S K M O ' A l A M A Y O K 5 D s 2 5 A M O S

La función establece una corresponden­ al conjunto formado por los e le m e n to s de


1. Concepto 1.2. A p lica ció n
cia entre dos variables llamadas variable in­ A q ue tienen im agen:

de función Una aplicación es una correspondencia


en la que todos los elementos del conjunto
dependiente y variable dependiente.
Dom f = {x G A / ftó G B }
inicial tienen una imagen y sólo una. Variable independiente (x) es aquella
cuyos valores se fijan previamente. 0 dominio hay que "buscarlo« en los va­
1.1. C orresp on de ncia Ejem plo: lores de x.
Variable depe nd ie nte (y) es aquella
Consideremos dos conjuntos A y B que cuyos valores dependen de los valores de la Por ejemplo, el dominio de la función re­
A L
_*B
denominaremos, respectivamente, conjunto variable independiente presentada en la figura 3 es {a . c. d } . El do­
inicial y conjunto final. minio es un subconjunto del conjunto inicial.
Una forma de representar la función es:

y = f(x) o más abreviadamente: y S e llama re c o rrid o de una función f:


A B
A ►B y se representa por Reo f o R.
A través de la función, los elementos del al conjunto formado por todas las Im á g e ­
conjunto Inicial (originales) se transforman n e s de los elem entos del dominio:
en elementos del conjunto final (imágenes).
Rec f = {f(x) / x e Dom f}
1.3. Fun ció n Veamos un ejemplo:
O recorrido hay que «buscarlo« en los
Una función de A en B es una correspon­ valores de y.
dencia en la que cada elemento de A tiene a
lo sum o una imagen perteneciente a B. Por ejemplo, el recorrido de la función
representada en la figura 3 es { 1 . 3 } . 0 re­
Una correspondencia relaciona cada Por ejemplo la correspondencia: corrido es un subconjunto del conjunto final.
elem ento del conjunto inicial (A ) con uno.
vanos o ningún elem ento del conjunto fi­ Una función es una aplicación sa y sólo
nal (B ). si, todos los elementos del conjunto inicial
tienen exactamente una imagen, o sea si
Los elementos deí conjunto final que es­ X y= «x> Dom f = A.
tán relacionados con alguno del conjunto
0 i
inicial se llaman Im ágenes Por ejemplo, la siguiente función es una
1 2
aplicación:
En el ejemplo de la figura 1, a tiene dos F|0*a 3
2 3
imágenes: 1 y 2; b tiene una imagen: 2 ; c es una función. Sin embargo la correspon­ 3 4
tiene una imagen: 3. Una correspondencia dencia representada en la figura 1 no es
se suele simbolizar: ... ...
una función, pues en el conjunto nicial hay
elementos con más de una imagen.
S: A »B , o bien A — 5_* 8

La función se suele simbolizar por 1 .3 .1 . D o m in io y re c o r r id o


Si el 3 es imagen de c, lo representa­ d e u n a fu n c ió n
mos por la igualdad s(c) = 3. f: A ►B
Se llama d o m in io de una función f:
x ►y = f(x)
A » B y se representa por D om f o D.

L » l C k » C 6 F L W C tO h tS 145 146
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1 .3 .2 . F u n c ió n re a l d e v a ria b le Dom f = { « E R / x E < -« . « ) I I = Significa que no hay que pasar la 0 dominio de estas funciones también
gráfica por ese punto. se puede expresar ( - « . + » )
real Todas las abscisas a las que correspon­
Se puede comprobar en la figura que
de un punto en los gráficos. 0 intervalo
cada valor de x tiene imagen.
Si en una función el conjunto inicial y el proyección de la cu n a sobre el eje OX. ° = No llega la gráfica al punto.
conjunto final están formados por números
Recornco f = {y G ( - 1 . + » ) } = • = Punto de la gráfica
reales se a c e que la función es real ce va­
riable real 0 intervalo proyección sobre el eje OY
de la gráfica.
t R ►R
2. Gráfica de:
En general, si f: R ►R es una fun­ x+1 s ix á -1
ción. entonces f: Dom f ► R es una -2 si x = 0
aplicación. Por esta razón algunos autores
fíX> = 1 si 0 < x < 2
consideran equivalentes eí concepto de fun­
2x - 2 si 2 < x
ción y el de aplicación, proponiendo la si­
guiente definción: «una función es una apli­
cación f: A ►R Corde A es un subcon- Dom f = < - » , - l j u [0. 2) U <2. + » )
■ b ) Funciones racionales
junto de R llamado dominio*-.
Recornco » (-os, 0] U { 1 } U (2 , » ]
Son aquellas en las que aparece alguna
Construimos cuatro tablas: (una para variable en el denominador.
2. Gráfica de una cada »trozo* de la función):
Ejem plos:
función X y=x+l x y = -2
f(x> - -
Gráfica de una función es el conjunto de -1 0 0 -2 x
puntos del plano R x R cuyas abscisas y or­
denadas están relacionadas con las condi­ -2 -1 3. Tipos de funciones f(x>
x -1
X

ciones Ce la función.
-3 -2 3
f(x>
Ejem plos: ■ a) Funciones polinóm lcas x2 - 4

Son funciones que tienen como segun­ 0 dominio de las funciones racionales es:
1. Gráfica de y = x3 - 1
do miembro de la ecuación de un polinomio.
X y=l x y = 2 x -2
R - {valores que anulan el denominador}
i g 2 Ejem plos:
m
Para hallar el dominio de las funciones
i 1 3 4 f(x) = 3 racionales:
f(x) = 2x + 3
a) Se iguala el denominador a cero y se re­
1 4 6
w f(x) = x> suelve la ecuación.
: : 5 8 f(x) = xs
b) Las soluciones de la ecuación se exclu­
yen del dominio.
El dom ino de las funciones polinórmcas
es R (conjunto de los números reales).

1 » 1 0 M > 6 F L M C tO h tS 147 148 U M O A O & F U N C JO X tS


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Ejem plos: Podemos comprobar el crecimiento de


b) Se resuelve la inecuación siendo el domi­ b) Observando su gráfica y comprobando si
una función:
nio igual a la solución de la inecuación. al crecer la variable x (de izquierda a de­
1) Hallar el dominio de la función: a) Comprobando si al aum entar los valores recha). la función decrece (de amba a
Ejem plos: de la variable x aum entan los valores de abajo).
la variable y.
x + 3 = O; x = - 3 Ejem plo
1) H alar el dominio de f(x) = -Jx b) Observando su gálica y comprobando si
Dominio = R - { - 3 } al crecer la variable x (de izquierda a dere­
Hacemos x a O . con lo cual el dominio es Comprobar si es decreciente la función
cha). la función crece (de abajo a arriba).
2 ) Hallar el dominio de la función: (0, + «)
y = -x + 3
2 ) H alar el dominio de f(x) = V x - 5 Ejem plo:

xJ - 9 = O; x* = 9 ; x = ± 3 Hacemos x -5 a 0 , x a 5 Comprobar si es creciente la función:

Dominio = R - { - 3 , 3 } D om ino = (5 , + « ) -1
y = 2x+l
Podemos comprobar que cualquier valor
■ c ) Funciones Irracionales
que no esté en el intervalo no pertenece al
dominio.
Son aquellas en que existe alguna varia­ -2
ble bajo el signo radical.
Por ejemplo: - 6 -» V - 6 - 5 = V - l l
-* no es un número real.
Ejem plos:

f(x) = Vx Por el contraro, cualquier valor del inter­


valo pertenece al dominio.
•8 4 , :

Por ejemplo: 7 -» - j l - 5 = -Í2 -* que -i


K
0
croco
\
,

es un número real.

El dominio de las funciones irracionales


de índice im par es R.

El dominio de las funciones irracionales


4. Crecim iento y Una función puede ser creciente o decre­

de índice par está formado por todos los


valores de x que bacen el radicando cero o
decrecim iento de Una función es decreciente cuando al
ciente en diversos intervalos de su dominio.

número positivo. una función aum entar los valores de la variable x dism i­
nuyen los valores de la función.
Para hallar el dom«nío de las funciones Una función es cre c ie n te cuando al
irracionales de índice par Podemos comprobar el decrecimiento
a u m e n ta r los valores de la variable inde­
de una función:
pendiente x au m entan los valores de la
a) Se establece una inecuación de forma que función. a) Comprobando si al aum entar los valores
el radicando sea mayor o igual a cero. de la variable x disminuyen os valores
de la variable y.

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L »lC k » I > 6 F L W C K Jh tS 149 150 U M M O & F U N C JO H tS
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La función Ce la figura es: Por tanto, la función es creciente en este La diferencia fix jM lx ,) se llama tasa de
4 .2 . Fun ció n cre cie n te y
intervalo (se podria comprobar en dr-ersos variación de la función,
- creciente en los intervalos (-2 , 2 ) y (4, 5) d e cre cie n te en un intervalo pares de puntos del intervalo).
- decreciente en ios inter.atos (2 .4 ) y (5. 7)

4 .1 . Fun ció n constante 5. Funciones lineales


Funciones lineales son aquellas cuya re­
La función constante tiene la forma
f(x ) = k , siendo k un número cualquiera. presentación gráfica es una recta.

Las funciones lineales pueden ser


y
a) Función de proporcionalidad directa.
cuya ecuación es:
W -3
y = ax
fw * '
i
x b) Función con stan te cuya ecuación es:
„2 fOO-
y = c

c) Función afín, cuya ecuación es:

y = ax + b
La gráfica de la función constante es
una recta paralela al eje de abscisas que
pasa por el punto y = k.
Una función es decreciente en un inter­
Una función puede ser creciente, decre­
Una función es creciente en un interva­
lo [a, b) si se cumplen las siguientes condi­
valo (a. b) si se cumplen las siguientes con­ 6. Función de
diciones:
ciente y constante en diversos intervalos de
su dominio.
ciones: proporcionalidad
Si x, y Xj son dos valores cualesquiera
Si Xj y x, son dos valores cualesquiera
del intervalo [a. b) tales que Xj<Xj se verifica
directa
del intervalo (a, b), tales que x, < x3. se ve- f<Xj) - f ( X j ) < 0 (negatrvo).
nfica f(x-.) - f ( X j ) > 0 (positrvo) La función de proporcionalidad directa
tiene por ecuación:
Ejem plo:
Ejem plo:
y = ax
Estudiar el crecimiento o decrecimiento
Estudiar si es creciente o decreciente la de la función f(x) = xJ en el intervalo (-4 , - 1 ]
función f(x) =• Xa en el intervalo [3, 5). donde a es una constante (puede ser
Tomamos los valores x3 = - 4 ; x3 = -1 cualquier número fijo).
Tomamos, en este caso, los valores
ffx,) = f<-4) = ( - 4 ) J = 16
x, = 3 . Xj = 5 Se representa mediante una recta que
La funcsón representada en la figura es flXj) = f ( - l ) = (-1 )’ = 1 pasa por el punto (0 . 0 ).
fíxj) = f(3) = 3> = 9
creciente en el intervalo [1 , 3 ), constante en f ( - l ) - f(-4> = 1 - 16 = - 1 5 < 0
f(x3) = f(5) = 5> = 25
el intervalo (3 , 6 ] y decreciente en eí inter­ La constante a se llama pendiente de
valo [6. 8). f(5> - f(3> = 25 - 9 = 1 6 > 0 Función decreciente en este intervalo. la recta.

1 »< C X »D 6 F L W C tO h tS 151 152 U M O A O & F U N C JO S tS


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Ejem plos: La pendiente de una recta es la varia­ 4


La pendiente es - ya que cuando x au­
ción positiva o negativa que expenmenta la
variable y cuando la x aumenta una unidad. menta en 3 unidades, y crece en 4. X y
0 30
La función es y = ^ x
3 1 55
2

3 105

7. Función afín
La (unción afin se representa mediante
la ecuación:

y = ax + b

a representa la pendiente de la recta.

b representa la ordenada en el origen


La pendiente es 3. 3 *
y es el punto donde la recta corta al eje de
ordenadas.
Para saber cuánto nos cuesta la repa­
ración.

y = 3 0 + 2 5 • 3 .5 = 1 1 7 ,5 0 €
P o d e rte - -2
y = 1 1 7 .5 0 €
La obseiuacicn de la gráfica de una kncicn
Como podemos observar, la pendiente
nos permite calciiar la ecuación de la (unción.
es 2 5 y la ordenada en el ongen 30 .

Ejem plo:
Ejem plo:

H a « » la ecuación de la función a partir


Dada la siguiente gráfica escnbe la ex­
de la siguiente gráfica:
Ejem plo: presión algebraica correspondiente:

Un reparador de televisores tiene la si­


La pendiente es -2 . guiente tarifa: 30 € la visita y 25 € cada
bora de trabajo. Representar la (unción tiem­
Como podemos observar po. coste. Calcular cuánto costaría una repa­
ración que durara tres horas y media.
Cuando la pendiente es positiva (a > 0 )
la recta es creciente.
La ecuación de la función es:
Cuando la pendiente es negativa (a < 0 )
la recta es decreciente. y = 30 + 25 x

U N M D 6 F tN C K J h tS 154 U M O A O & F U N C JO X tS
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Para escnbir la expresión algebraica ne­ Para construir el gráfico de la parábola Ejem plo:
P u n to s d e c o r te c o n el e je d e
cesitamos averiguar dos valores: ordenada hay que tener en cuenta:
Dada la parábola y - x* + 2x - 8 balar a b s c is a s
en el ongen y pendiente.
- si a > 0 la parábola tiene un mínimo. el eje y el vértice.
Para hallarlos (si existen) hay que hacer
Ordenada en el ongen b = 2 - si a < 0 la parábola tiene un máximo.
y = 0 en la ecuación de la parábola:
Eje: x = - —b = 2 x = -1
» 2a 2
Pendiente a = 1. ya que al aumentar x
y = ax3 + bx + c
una unidad, y aumenta una unidad. íx = - l
Vértice
0 = ax3 + bx + c
{y (-n
Expresión algedraca:
(-)’ + 2 ( - l ) - 8 = 1 - 2 - 8 ; y = -9 que corro sabemos es la expresión de la
y = x + 2 mMm> ecuación de segundo grado, cuya resolución
fx = -1
Vértice: { viene dada pon
ly = -9

- b ± 7 b 3 -4 a c

8. Función polinóm ica P u n to d e c o r te c o n el e je d e


2a

de segundo grado o rd e n a d a s Se pueden dar tres casos:

o (unción cuadrática Para hallarlo hay que hacer x = 0 en la


ecuación de la parábola y = ax3 + bx + c
a) b3 - 4a c > 0 La parábola tiene dos
puntos de corte con el eje de abscisas.

E je d e la p a rá b o la b) b3 - 4a c = 0 -• La parábola tiene un
La expresión de la ecuación de segundo
y ■ a • 0 + b • 0 + c;
grado es la siguiente: 0 eje de la parábola es una recta verti­ punto de corte con el eje de abscisas
cal. por tanto su ecuación seria de la forma y = c (también se dice que es tangente al eje
y = ax3 + bx + c x = k (constante) si la ecuación de la pará­ de abscisas).
Punto de corte: (0. c)
bola es y = ax3 + bx + c. la ecuación del c) b3 - 4a c < 0 •* La parábola no tiene
La representación de esta función es eje. viene dada por: Ejem plo: puntos de corte con el eje de abscisas.
una curva llamada parábola.
-b Hallar el punto de corte con el eje de or­
Ejem plo:
La gráfica de las funciones polinómicas denadas de la parábola del ejemplo antenor.
de segundo grado presentan las siguientes H alar los puntos de corte de la parábola
características: y = x3 + 2x - 8 con el eje de abscisas
V é rtic e d e la p a rá b o la
- Un vértice que puede ser un máximo o
un mínimo. 0 vértice de la parábola es un punto, y = 0 -* x 3 + 2 x - 8 = 0
por tanto viene determinado por dos valo­
- Un eje de sim etría que es una recta res. el pnmero de abscisas y el segundo de
vertical que pasa por el vértice. ordenadas. -2 ± ^ 2 3 -4 q )(-8 ) - 2 ± 7 4 + 32
- Un punto de corte con el eje de ord e­ 0 valor de abscisas es precisamente
- b
nadas. x = — — ; y el valor de ordenadas se obtiene
2a
- b , ( b\ -2 ±736 -2 ±6
La parábola también puede tener pun­ sustituyendo — en la parabola y l - —
to s de corte con el eje de abscisas.

UN0M>6 FLWCtOhtS 155 156 U M M O & FUNCJOHtS


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Puntos Ce corte (-4 . 0 ) y (2 , 0 ). Ejem plo:

y Representar la parábola y = -x 3 - 2x + 3
9. Función de
uai a) Ej r , — , . - 1
proporcionalidad
inversa
b) Vértice:
La función de proporcionalidad inversa
x= -i
a
tiene por ecuación y = - , donde a es una
y(— 1) = —< - l ) 2 -2 1 — 1) + 3 = - l + 2 + 3 = 4

y = 4 constante.

V ( - l . 4)
Su representación gráfica es una curva
c) Punto de corte eje de ordenadas llamada hipérbola.
Para precisar el gráfico de la parábola se
x - 0 •* y = 3 (0. 3)
suelen avenguar las imágenes de algunos Para representar gráficam ente dicha
valores de x. d) Puntos de corte eje de abscisas función, formamos una tabla con los valores
y = 0 -* -x * -2 x + 3 = 0 de x y sus imágenes correspondientes.
Siguiendo el ejemplo antenor. Ejem plo:
Multiplicamos por -1 :

Hl X
Ejem plo:
x, = - 3 Representar y - -
-5
xJ + 2x - 3 Representar y = -
-5

( - 3 . 0 ). (1 , 0)
X y
X y -4 i
Podemos observar que la curva es simé­ e) Hallamos algunas imágenes de x
-4 i 4
trica respecto al eje.
Hacemos la representa­ 4 -2 1
Dibujamos la parábola uniendo todos los ción gráfica teniendo en cuen­
X y 2
2 1
puntos obtenidos. -4 -5
ta que como a = - 1 (a < 0 ) la 2 -1 1
parálela presenta un máximo. -2 3
-1 -1 1 2
-0 ,5 3 ,5
1 2 2
2 -5 2 0 No existe
0 No existe 1 -2
1 2 2
2 1 -1

1 1 2 1

2 1 2

2 4 1

4 1 4

I * 4 0 M > 6 F L W C IO h tS 157 158 U M M O & F U N C JO S tS


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Ejem plo ■ b) Función y = a s a<l


10. Función 1. La función es decreciente.
exponencial Representar la función y — |—
2. La función es continua.

La función exconencial viene definida por: 3. La función pasa por el punto <0. 1).
1
«-a = (i) F 4. El dom ino de la función es R.
y = a ': a x 1 -2
1
Para su estudio vamos a considerar dos «-D = (i j F
casos: (l\ °
ftO) = [-J =1 11. Funciones
a > 0 y a < 0
definidas a trozos
Para representar la función exponencial = ( 2) = 2
Se puede observar cómo influye el valor La mayoría de las funciones que hemos
formamos una tabla con los valores de x y / l\ 2 1 1
de la constante de proporcionalidad a en la estudiado están definidas mediante una úni­
sus imágenes correspondientes. ,< 2 )= 2 = ? = 4
representación de las funciones. ca fórmula. Existen otras funciones que es­
Ejem plo: tán definidas por fórmulas diferentes en dis­
tintas partes de su dom inio. Estas funco-
C a ra c te rís tic a s d e la s fu n c io n e s Representar la función y = 2* nes se dice que están definidas a trozos.

de p ro p o rc io n a lid a d in v e rs a
[3x + 1 si x < 0
fC-2) 2 -« i - i f(x)
a 2a 4 si x > 0
■ a) Función y = a>0 -2
« - 1)
21 - I -1
Es una función definida a trozos.
1. La función es decreciente. f(0) = 2o = 1
2. La funoón es discontinua en x = 0. Para representar estas funciones dibuja­
f(l> = 2> = 2
m os sus distintas paites en una misma gráfi­
3. Cuando x se aproxima (tiende) a 0 la f(2) = 2 2 = 4 ca. teniendo en cuenta su dominio (definido
función se aproxima (tiende) a infinito.
a la derecha) al formar las tablas de valores.
4. El dominio de la función es ( - » . 0 ) u
(0, + » ) Vamos a representar la función cada.

1° tabla: podemos dar valores a x en el n -


■ b) Función y = a<0 C a r a c te r ís tic a s d e la f u n c ió n
tervalo ( - « . 0 ):
e x p o n e n c ia l
1. La función es creciente. y = 3x + 1
■ a) Función y = a>; a>l
2. La función es discontinua en el punto
x = 0. 1. La función es crecente.
Aunque x = O no pertenece ai
3. Cuando x tiende a 0 la función tiende a 2. La función es continua. -2
dominio de la función carmene
infinito. -1 -2 calcular su valor para saber
3. La función pasa por el punto (0 .1 ).
hasta donde llega la función.
4. El dominio de la función es ( - » . 0 ) u
4. El dominio de la función es R.
(0. + » ) .

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U N O A O f i F L N C K J h tS u m m o 6. F u N o o x ts
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..y ...
2a tabla: podemos dar valores en el interva­ Ejem plos:
lo (O, + » ) : 2 a tabla: damos valores a x en el inter­ 12. Función
valo 11. 3 ): log. 64 = 6 . ya que: 2 6 = 64
y = x
escalonada
* - O . A q j i sucede 10 m a m o quc lo g j2 7 = 3 . ya que: 3 3 = 27
Una función es escalonada si su domi­
e n d caso a n le rcr.
nio es la unión de intervalos sin puntos co­
Las bases más utilizadas son a = 10 y
munes en los que la función es constante.
1 Representamos las eos a = e.
2 partes Ce la tunción en la
Ejem plo:
misma gráfica. Los logaritmos de base 1 0 se denomi­
nan decim ales y se suelen simbolizar sm la
Representar la función:
base log x.

1 si 0 s x < 1
En la calculadora se utiliza la tecla log
2 si l s x < 2
f(x) = para hallar los logantmos decimales.
3 a tabla: damos valores a x en el inter­ 3 si 2 s x < 3
valo (3 , + « ) : 4 si 3 £ x < 4 Los logaritmos de base e - 2,7 182 81 8.
se denominan neperianos y se simbolizan
In o L.

En las calculadoras se uttea la teda In


para hallar los logantmos neperianos.

Ejem plos:
Ejem plo:
log 23 = 1 .3 6 1 7 2 7 8 . Hemos pulsado
Representar la gráfica de la función 2 3 log

-1 si X< 1 In 6 = 1.7917595. Hemos pulsado 6 In


f(x) = x si l s x s 3 Representamos la función: 13. Función
4 si x > 3
logarítm ica P r o p ie d a d e s
I a tabla: damos valores a x en el mter-
El logaritmo de un número se define
valo ( - “ . 1):
como: 1. 0 logantmo de 1 es cero en cualquier
logax = b «*a* = x base.
x y
Se lee: logantmo en pase a de x. La lo g . l = 0
-2 -i
base tiene que ser positiva y distinta de 1.
-1 -i
2. 0 logantmo de la base es 1.
0 -i El cálculo de logantmos se hace en base
a la siguiente definición: -el logaritmo de un
tu -i
número es el exponente al que hay que ele­ log.a = 1
var la Dase para obtener el número*.
..y...

U N O A D 6 F L W C K Jh tS 162
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3. El logaritmo Oe un producto es igual a la También se pueden calcular api cando la x puede medirse en grados sexagesima­
suma de tos logantmos de los factores. definición de logantmo. les o en radianes. Como en toda función sus
valores se obtienen dándole valores a la va­
' « « . ( x y ) = |o g » x +|o e .y riable independiente (x).
= V =2 * = : 2 ' - 2 -3 ; y = -2

4. El logaritmo de un cocsente es igual a la La función seno es una función perió­


diferencia entre el logaritmo del numera­ dica, cuyos valores se repiten cada 360°
io g i|-y:2 v- | ; 2 » = 2 l ; y = -1
dor y el logaritmo del denominador. (función periódica con penodo de ángulo
completo).
log; 1 = y ; 2 ’ = 1 ; 2 ’ = 2o ; y = 0
lo g .x -lo g .y
Por ejemplo:
Características de la función logarítmica:
5. El logantmo de una potencia es igual ai
a ) y = lo g . x. a > 1 1) sen60° - sen (3 6 0 ° + SO*) = sen(2 ■
exponente por el logaritmo de la base.
• 360°+ 60 °) =
1. La función es creciente.
lo g.x" = n log.x V3
= sen(k • 360°-t6 0 r-') = y
2. El dominio de la función es (0 ,+ oe).
La función logarítmica viene definida por. 3. Es continua en todo su dominio.

y = f(x) = tog.x ; a > 0 y a u l 4. Pasa por el punto (1 , 0). 2 ) sen30° - sen(360° + 30°) = sen(2 •
• 360°+ 30 °) =
b) y = lo g . x. a < 1
La función toga rítmica es la inversa Ce la = seník • 360°+30*) = |
función exponencial. 1. La función es decreciente.
Ejem plo:
2. El dominio de la función es (0, +oe). En general:
y - lo g.x *> x = a ’ Representar la función y = lo g ^ x .
3. Es continua en todo su dominio.
Para representar la función logarítmica sen (x + 3 6 0 k i = senx
formamos una tabla de valores de x y sus 4. Pasa por el punto (1 . 0).
X y La función y = senx está definida en
imágenes correspondientes:
0 ,2 5 2

Ejem plo: 0 .5 1 En este caso el factor 14. Funciones todo el conjunto de los números reales (su
dominio de definición es R).
de proporcionalidad será:
to g ? X.
1 0
1
trigonom étricas Como es una función periódica, de pe-
2 -1 nodo 360°. sólo la estudiaremos en el pe-
nodo [0 . 3 6 0 9].
X y
La f u n c ió n s e n o
Para calcular los lo g j También, aplicando la definición:
0,2 5 -2 Para representar la función formamos
hay que multiplicar los loga­
Se llama función seno a la correspon­ una tabla de valores aproximados:
ntmos decimales que da la
calculadora por el factor de
0 .5

1
-1

0
■■a dencia que asigna al número real x. el nú­
mero real sen x.
1
proporcionalidad 1 /1 V 1 X 0" 3 0 " 45* 60= 9 0 ’ ... 180" 270» JU J
tog 2 ‘ 2 1 £ = 2"* = 2 l ; y = 1
!M
2'1
2J La función seno se simboliza:
0 0 .5 o .r 0 M ¡ 1 ... 0 1 ... 0
f(x) ■ senx ó y = senx seft<

U N 0 A D 6 F L W C K Jh tS 164 U M D A O & F lIN C JO H tS


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cos45° = o o s(3 60 °+4 50) = cos(2 • La gráfica de la función coseno se Bama La gráfica de la tangente, llamada tan­
■ 360°+45°) = eos <k • 360°+45°) cosinusoxfe. gentoide. salta bruscamente de +«■ a en
x = 90; al pasar del primer cuadrante al se­
En general cos(x + 3 6 0 • k) = eos x gundo.
La f u n c ió n ta n g e n te
El dominio de la función coseno es R. Análogamente ocurre en x = 27 0.
Se llama función tangente a la corres­
Para representar la funcón, formamos pondencia que asigna a cada número real x. Respecto al crecimiento y decrecmiento
Respecto al crecimiento y decrecimiento una tabla de valores aproximados. el número real tgx. de la función:
de la función podemos decir:
Como es una función periódica, de pe- La función tangente se simccliza: y = tgx 1) Crece de 0 a + <•> cuando x crece de 0 o
1) Crece de 0 a 1 cuando x crece de 0 o a nodo 360°. sólo la estudiaremos en el inter­ a 90>.
90°. valo (0 . 3 6 0»]. x puede medirse en grados sexagesima­
2 ) Creoe de a 0 cuando x crece de 90°
les o en radianes.
2) Decrece de 1 a 0 cuando x crece de a 180°.
90° a 180°.
La función tangente es una función pe­ 3 ) Crece de 0 a + » cuando x crece de
X 0 3cr AS* 6c r 9 0 » .. . 1 9 3 ’ ... 2 70" 3 6 0 »
3) Decrece de 0 a - 1 cuando x crece de riódica con periodo 180'5. 180° a 270°.
1 8 0 3 a 270°. cas» 1 oas 0 .7 0.5 0 .. . 1 ... 0 1 tg fx + 1 8 O T0 = tgx 4 ) Crece de - « a 0 cuando x crece de
4 ) Crece de - 1 a 0 cuando x crece de 270° a SCO3.
270° a 360°. La función y = tgx no está definida en
todo R.
La gráfica de la función seno se llama 15. Com posición de
sinusoide. Vamos a estudiar la función en el inten a ­
to [0. 3 6 0 5]. formando la tabla y obteniendo funciones
valores aproximados:
Dadas dos funciones f: A -• R y g: B -* R.
L a f u n c ió n c o s e n o La composición de f y g es la función g o f.
La función y = cosx es continua. X V 45‘ tO> •XP 150» 135» 150" 180» ... 270= 3ÉD que se define mediante:
S e llama función coseno a la correspon­
Io ftt
dencia que asigna al número real x, el nú­ Respecto al crecimiento y decrecimiento «■ 0 157 1 1.7 -1 7 - 1 051 0 0 h (x ) = (g o f ) = g [f(x )]
tx M . - M .
mero real cosx. podemos decir:

La función coseno se simboliza: y =


1) Decrece de 1 a 0 cuando x crece de 0 o
= cosx La funaón y = tgx es discontinua, tenien­
a 9 0 3.
do como puntos de discontinuidad x = 9 0 3;
Puede medirse en grados sexagesmales 2 ) Decrece de 0 a - 1 cuando x crece de x = 270°; x = 45°; ...
o en radianes. 9 0 a 180°.

3 ) Crece de - 1 a 0 cuando x crece de


La función coseno es una función perió­
180° a 2 7 0 3.
dica con penodo de ángulo completo.
4 ) Crece de 0 a 1 cuando x crece de 270°
Por ejemplo: a 360°. El dominio de g o f es el conjunto de va­
lores de x en A tales que f(x) pertenece al
dominio de g.

U N 0 M > 6 F L N C K J h tS 165 166


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La composición de funciones no siempre


puede realizarse. Si el dominio de g o f es el E JE R C IC IO S Y PR O BLEM A S R ES U ELTO S
conjunto vacio se dice que g o f no está de­
finida. 1. Representar la función y = - x

La función compuesta recibe el nombre


¿ Q u é tipo de función es? ¿Cuál es su pendiente? ¿ E s creciente o decreciente?
de función de función.
1. La función dada es una función de proporcionalidad directa.
Vamos a examinar un ejemplo concreto
Para que una función terjga inversa es ne­
para hacer más comprensible la composi­ La pendiente de la función e s a = -
cesario que dicria función proporcione sem -
ción de funciones.
pre imágenes distintas para puntos distintos.
f(x) = padre de x. Esto es. debe verificarse que si x , x X j en­ La función es creciente ya que su pendiente es un núm ero positivo.
tonces f ( x t ) * f ( X j ) .
g(x) = madre de x.

g o f = g [f(x)l = g (padre de x) = madre Si f(x) es una función, la función inversa


de (padre de x) = abuela de x. se suele simbolizar por f (x ) 1.
-2
f o g = f [g(x>] = f (madre de x) = padre
de (madre de x) = abuelo de x.
C á lc u lo d e la fu n c ió n in v e rs a
Como podemos comprobar, la composi­
ción de funciones no es conmutativa: Para calcular la función inversa procede­
fo g * go f m os de la siguiente manera:

Ejem plo a) En la función dada cambiamos la x por y. 2. Representar la función y = - 2 x + 1

b) Despejamos y. ¿ Q u é tipo de función es? ¿Pasa por el punto (0 , 0 )? ¿Por qué punto del eje de o r­
Hallar la composición de funciones f o g
denadas pa sa ? ¿Cóm o se llam a ese punto? ¿Cuál es su pendiente?
y g o f sabiendo que:
Ejem plo:
ÍW = x+3 y g<x) = 3x+2 Solución:
Calcular la función inversa de
f O g = Hglx)] = f|3x+2> = (3U+2I+3 = 3x+5 „ , 2x + 3 Es una función afín.
y = f(x>.
g o f = gJfWl = g!x+3> = 3(x+3)+2 = 2U+11 x -1
No pasa por el punto (0 , 0 ) ya que no es de proporcionaixJad directa.

2y + 3 Pasa por el punto (0 , 1) llamado ordenada en el ongen.


A) x=
y -1

16. Función inversa o B) x y - x = 2y + 3 ; x y - 2 y = x + 3 ;


recíproca
(/x - 2-.v. * + 3
)y = x + 3 ; y = — ;f x- i í \ x+ 3
Dada la función f: A -► B/A.B D R. S u ­ -1
pongamos que existe una función g:
B -* A/A.B D R tal que se verifique: glf(x)) = Las representaciones gráficas de una
= x, Vx G A. En este caso g(x) seria la fun­ función y su inversa son simétncas respecto
ción inversa de f(x). de la bisectnz del pnmer cuadrante.

(J N O M > 6 F L M C t O h ta 167 U M D A O 6 . F U N C JO H tS
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3. Un coche recorre una autopista con una velocidad constante. En la tabla está refleja­
4. La siguiente tabla refleja la velocidad que debe llevar un m óvil para recorrer un
do el espacio que recorre (km ) y el tiempo (h) que tarda en recorrerlo.
espacio determ inado.
a ) Com pleta la tabla.

b) Escribe la función e spa cio -tiem po . Velocidad


20 40 50 80
(kn vh )
c) ¿Cuál es la variable dependiente?
Tiem po (h) 40 10 5
d) ¿C uá ntos km recorrerá en 10 h?

e) Representa la función. a ) Co m p letar la tabla.

f) Q u é tipo de función es: ¿de proporcionalidad directa o inversa? ¿creciente o b) Escribir la función.
decreciente?
c) ¿Cuál es la variable dependiente?

Tiem po (h ) 1 2 3 4 5 d) R epresentar la función.

Espacio e ) Q ué tipo de función es: ¿de proporcionalidad directa o Inversa? ¿Creciente o


160 240
(km ) decreciente?

f) ¿ A qué velocidad tendría que ir para tarda r 4 horas?


S olución:

a) Solución:

a)
t 1 2 3 4 5

e 80 160 240 320 40 0 Velocidad


10 20 40 50 80
(k n tfi)

b) La función viene dada por e - 8 0 t. Tiempo (h) 40 20 10 8 5


c) La variable dependiente, en este caso, es e¡ espacio ya que depende del tiempo.

d) e = 8 0 • 10 = 8 0 0 ; e - 80 0 km.
S e puede observar que v t es una cantidad constante igual a 400.
e) Tomando los datos de la tabla 400
b) La función viene dada por t = --------
v

c) En este caso la variable dependiente es t, ya que el tiempo depende de la velocidad.

f) La función es del tipo y = ax (proporcionalidad directa).

La función es creciente (pendiente positiva). Al aumentar t. aumenta e.

UNOM > 6 F L N C K J h tS 169 170 U M D A O & F U N C JO H tS


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Son paralelas ya que tienen la misma pendiente: 2.


e) Es una función de proporcionalidad inversa.

Es una función decreciente: cuanto más aumenta v (variable independiente), más dis­
minuye t (variable dependiente).
A „ 40 0 40 0 -1
f) Como t = ; v = ---------- ;
v t

v = ^ = 1 0 0
4

Tendria que ir a 40 0 knrtfh.

5. H allar la e c u a c ió n de la re c ta que pasa por los puntos ( - 1 , 2 ), (2 , - 3 ) . ¿ E s c r e ­


c ie n te o d e c re c ie n te ?

Solución: 7. Dada la siguiente gráfica e s cn b lr la ecuación de las dos rectas. H allar el punto de
corte.
xl = - 1
- 2
Va = 2
y, - -3

Sustituyendo en y - y , . ^ xj
x3 - x ,

y- 2 = + D :y - 2 - I p < x + i );

5 5 5 1
y = - - x - - + 2; y = - — x + -
3 3 3 3
Solución:
La recta es decreciente ya que su pendiente es un número negativo.

La recta r, pasa por los puntos ( - 1 , 0 ) y (0, 4 ), por tanto su ecuación será:
6. Dadas las siguientes rectas determ inar: si se cortan, si son paralelas o son coinci­
de ntes. Representarlas. 4 -0
y -0 = — (x + U y = 4x + 4
y-2 x
y-2 x La recta r2 pasa por los puntos (- 2 , 0 ) y (0, 2 ), por tanto su ecuación será:

y - 0 = | ^ | (x + 2 ):y = x + 2
Solución:
Para hallar el punto de corte resolvemos el sistema:
Para determinar la posición relativa de dos rectas, despejamos la vanable dependiente y = 4lx
x +41
|
con objeto de hallar sus pendientes. + 4 = x + 2 : 4x - x = - 4 + 2:
y = x: •
+2 P 4X
y = 2x + 3l
3x = - 2 : x = - -
y -2 x -i] 3

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IH O A D 6 F tM C K M H 171 U M M O 6 . F U N C JO X tS
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2 „ -2 + 6 4 9. Representar la parábola y = x* - 2x + 4
» - - 3 + S T - — T - 5

Solución:
El punto de corte será

1. x - l

8. Dada la siguiente función y = x* - 4x + 4 'x -l


2. Vértice:
a ) ¿Q u é tipo de función es? y ( l) - ( l ) z - 2 (1 )+ 4 ; y = 3

b) Representarla gráficam ente. 3. Punto de corte eje de ordenadas

x = 0 =» y = 4
Solución:
4. Puntos de corte eje de abscisas
a) La función es una parábola
2 + 7^12

b) 1. Eie =* x = - x= - x - 2 2
2a 2
y = 0=»xz -2x + 4 = 0
x= 2 < 2 - V -Í2
2 . Vértice 1 ^ 2 )= 4 _ 8 + 4 = 0

y = 0 = » V (2.0 ) Por tanto no tiene puntos de corte con el eje de abscisas.

3. Punto de corte eje de ordenadas: 5. Tabla de valores

x = 0 =» y = 4

4. Punto de corte eje de abscisas:

-1
y = 0=*xz -4 x + 4 = 0
< x3 = 2

5. Tabla de valores

10. Determ inar algunas de las características de las funciones y

tipos de funciones son?

Solución:

Son dos funciones exponenciales.

Para determinar sus características las representamos.

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LIN D A D 6 F L N C IO h tS 174 U H M 3 & F U N C JO K tS
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— 1 si X < 1
{
X + 1 SI X > 1

¿Q u é tipo de función es? D ete rm ina r algunas de sus características.

Solución:

Es una función definida a trozos.

Continua
Creciente
Función
Pasa por el punto (0 ,1)
Dominio = R

[Discontinua en el punto x = 1
Constante en el intervalo ( - ■», 1)
Función =* f
Creciente en el intervalo (1. » )
(Dominio = ( - » , l ) U d , + «)

1 2 . Dadas f (x ) = -Jx y g ( x ) = x 2 + 1

Hallar f o g y g o f.

[Continua Solución:
(Creciente
Función =* f f o g = f ( g (x ))- f(x> + l ) = -J x 2 + 1
[Pasa por el punto (0 ,1)
(Dominio = R g o f = g [f (x )] = g ( V x ) = ( V x ) ' + 1 = x + 1

1*40*0 6 F L N C K J h tS 176 UM M a 6 F U N C JO S tS
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E s t a d ís t ic a

1 3. Dada f ( x ) = 3x - 5 hallar f -* (x ).

Solución:

y = 3x - 5;

x+5
Hacemos eí camDto x - 3y - 5 : y

x
1 4. Hallar el dom inio de f (x )
x- 4

Solución:

Hallamos el valor que anula el denominador:

x -4 = 0 ;x = 4

Por tanto el dominio será:

( - » , 4 ) U ( 4 + oo)

1 5. Hallar el dom inio de f ( x ) = -Jx + 3

Solución:

Hay que encontrar los valores de x que hacen positno eí radcando:

x+ 3 2 0 ; x a -3

Por tanto, eí dom ino será: (-3 , + » )

L»<Ck»C6 FLWCKJhtS 177


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Unidad
7
Límites de funciones.
Continuidad
1 . Lim ito d o u n a fim o io n e n u n p u n to
2 . L im ito » la te ra le s
3 . P ro p ie d a d e s d e lo s lim ite s . O p e ra c io n e s c o n lim ite s
4 . C á lc u lo d e lim ite s
5 . R cR la d e L'H o sp tta l
6 . C o n tin u id a d d o fu n c io n o »

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E S u a iO S

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El limite por la izquierda de un punto a Luego no coincide el limite por la dere­


1. Límite de una O p era cion es c o n lím ites
también puede simbolizarse: lim f(xL cha y por la izquierda.

(unción en un punto Esto quiere decr que a medida que la x se no existe lim
Las efectuaremos sólo con los limites
cuando x -* a teniendo en cuenta que todo
M
acerca a a por la izquierda f(x) se acerca a A.
Dada la función y = f(x) definimos: es válido para x -+ *. Las siguientes opera­
ciones con limites las realizaremos cuando
Propiedades: 2) lim vsr
lim f(x)= A *> V í > O 3 « )> 0 / sí ^ - a| < *-*0 los limites de las funciones que intervienen
i-a
< A - |f(x) - Aj < e sean finitos, cuando alguna de las funciones
1) Una función puede tener limite por la iz­ lim -Jx = lim -Jx = lim v’O = 0
*.*o* »-O *-*0 tenga límite infinito o no exista, prefenmos
quierda y por la derecha y no tener limi­
Esto quiere decir: Siempre que los valo­ realizar la operación indicada y al resultado
te ordinario. lim v x = no existe ya que la raíz cuadra-
A-*©" calcularte el limite:
res de x estén próximos a a. los valores de «O
2 ) Para que una función tenga limite ordi-
f(x) están próximos a A. da de tos núneros negativos no enste.
nano han de coincidir los limites por la
1) lim (f(x) + g ( x » = lim f(x) + lim g(x)
derecha y por la izquierda. no ewste lim Vx x-a »-»i »-a
La expresión Im f(x) se lee: dimite de f(x) »-0
cuando x Pende a a». 2 ) lim (f(x) •g(x)) = lim f(x> lim g(x)
3 ) Luego una función no tendrá limite ordi- *-a
nano en caso de que existan los limites 3) lim — f(x) foc) ,im fM
» • x3 3 ) l i m ^ con g(x) * 0 - l i m ^ =
por la derecha y por la izquierda y no
— g(x) g(x) hmg(x)
2. Límites laterales coincidan o alguno de ellos no exista.

4 ) Si et límite de una función e s + « o - «


lim
»-♦* x 1
= — —-r - —
< + ») +“
= 0 (limite a la
4 ) Si lim f(x) existe y es mayor estrictamen­
derecha) te que cero y lim g(x) existe ■*
■ Definición 1 diremos que la función no tiene limite. i-a
»fcrv Ctí
lim m— = 0 (limite a la •lim (fW*w = [h m f(x)l
Limite por la derecha de un punto a. Ejem plo ': » — •* X 3 (-s e )3 + « »-a | »-a J

lim f(x) = A «* V r > 0 3 ó > 0 izquierda)


» -I 1) lim r-j. Estudiemos sus limites por la de-
toal
~o |x| Coinciden los límites por la derecha e iz­
,-Vx e (a. a + ó ) — |fCx>— A| < e
recha y por la izquierda, pero antes defi­ quierda -* 4. Cálculo de límites
namos la función valor absoluto: i m i = o
El limite por la derecha de un punto a *** X
también puede simbolizarse lim f(x). x x >0 Para calcular el límite de una función, se
sustituye en la misma variable x por el valor
-x x <0
Esto quiere decir que a medida que la al que tiende el límite.
0 x = 0
x se acerca a a por la derecha f<x) se acer­ 3. Propiedades de los Ejem plos:
ca a A. lim
•*0' W
= lim
M
= lim — = lim 1 = 1
+x **° lím ites. Operaciones
■ Definición 2
(ya que el limite de una constante es la con lím ites lim 2x3 = oo

Limite por la izquierda de un punto a. constante). Propiedades: Im 2x3 = -< *


lim f(x) = A «* V r > 0 3 « ) > 0 / V x G
» -I
tvcai lim £ = Am A = lim — = lim - 1 = - 1
|x| ix| >-« - x *-o 1) El limite es único.
lim x* — 1 = 8
( a - ó , a) V f (x )-A | < * i-O
2) El limite de una constante es la misma
constante en cualquier punto en que la Veamos e4 cálculo de limites en ciertos
función esté definida. casos de indeterminación.
• V e r X a e)err<Xo5 de sp u é s d e estudiar e l caígrale A.

UNO*l> 7 Ü M lItS O t rUMCKWtS 181 182 U K U M O T. U w l t i O t «U h C IO M tS


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É S T A Ú S T íC A A c a s o A IA U M M R S X M O » A l A M A Y O K 5 D s 2 5 A M O S

In d e t e rm in a c io n e s ( V í ^ ) 2 -1
c) Cuando la variable x tiende a un número lim
4+ — —— "'o X ( 7 T ^ + 1 )
N o ta c io n e s 06 00 _ “ _ K distinto de cero que anula los dos poli­
nomios.
cte 4 + — ---------

■ 13
------ = 06 00 OO lim — i

H
3.

o
En muchas ocasiones desaparece la in­ -o x (v i — x +1)
0
2x2 + 3 «o determinación factorizándose los dos
OO 2 ) lim -1
A = 0 4. — s 00 MU 4x3 - 2 polinomios y simplificando.
cte 0 oo
1+1
00 Ejemplo:
2x3 3
O
K

o
------ = 00 8.
n

cte x3 " x 3 34 x2 - 5x + 6 0
lim lim — ;— — = —
MU 4x3 2 x3 + 2 x - 8 0
1 = 0 9. OO* = 00
00 x3 " x3 x 3 - 5x + 6 = ( x - 3 ) ( x - 2 ) ; 5. Regla de L’Hospital
7. 06-M = OO
2 - — x 3 + 2 x - 8 = ( x - 2 ) ( x + 4)
In d e te rm in a c io n e s = 1 = 0 (x -2 )(x -3 )_ Se utiliza para resolver situaciones de in­
2
OO-------
00 » 3 ( x - 2) (x + 4) = determinación (generalmente 1 ).
1. 06-06 5. 0o x-3 -1 1
2. 06-00 6. 1* = !í5 X + 4 = 6 = - 6
3) ■ Sean fCx> y q(x) dos funciones denvables
00 2x +4x - 7 »
3. 7. 00a d) Cuando la variable x tiende a oo y la in­ n veces.
00 determinación es » - 00.
5x3 3x 2
0
4. lim x * x* *’ = 5 f(x) , fCO .. f'fx)
0 — 2x3 4x 7 2 lim — = lim — — = lim — — = ...
Ejemplo: •— g W gtx ) -*• g lx>

a) Cuando la variable tiende » y resulta — lim (V 8 + x - -J x ) = » - »


OO (Aplicar la re$ a después de estudiar la
b) Cuando la variable tiende a cero afilián­
(V 8 + x - i/x) (i/8 + x + - Jx) unidad 8 ).
Se dividen numerador y denominador dose numerador y denominador. fcm
por la variable x elevada al grado del po­ W8 + x + J Í)
linomio que lo tenga menor. Se dividen numerador y denominador
por la variable x elevada al menor expo­ (V 5 + I)2 - ( ^ ) 2 n Ejem plos:
•lim
Ejem plos: nente. *•* V § T x + Vx

x1 - 4 x 3 + 6 x - 2 oo 8 + x -x x4 - 8 1 0 4x
Ejem plo: = lim 1 = 0
1 l*n — — — = — (d iv id i- c -t 06+ 00 1) lim-----------— = — ; lim — — = 108
*-* 4x + 6x - 1 6 06 x- 3 0 >-* 1
mos ambos miembros por x3) x4 - 4 x 3 + x3 0
lim ------------— = — e) Limites que no siguen ninguna regla.
-o 5x - 4x 0 _. , x2 + x - 6 0 .. 2x + 1 5
2) lim — = — ; lim — — = —
í l & - 1 . .-j x - 4 0 « o 2x 4
lim x 1 ~ X* X* ~ x 2
íl + Ejemplo:
„ , x3 » , 2x . 2
4x3 6x 16 X3 " X3 X3 x2 - 4 x + l
Í-x -1 3) lim — = — ; lim — = lim — =
“ ° Sx3 4x3 5x - 4 lim «-* e » *-** e *-** e
>-o
x3 " x2 2
x - 4 + ® - 4 - lim — = 0
_______ X x3 (J I= x -D (V S T x + D
•-« »
= lim _ 0 - 3 + l _ 1
„ 6 16 x ( V I - x +1)
4+ — 0 -4 4
x x3

l»< C k »0 7 Ü M I R S O t FUNCION t S 183 U M C H D 7 U M I I t S o e » U h C IO M tS


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Por tanto la función no tiere limite en el


6. Continuidad de c> Discontinuidad de segunda especie (sal­
to finito).
3) Estudiar la continuidad de la función
punto x = 1 y permite en este punto una
discontinuidad con salto finito.
funciones X +1. six s i

6.1. C ontinuidad
Existe lim f(x) y lim f(x) pero:
>-s

lim f(x )* lim f(x)


f(x)>

I2x. si x > 1

Veamos si se cumplen las condiciones:


6) Estudiar la continuidad de la función

f (x > = -í-
x- 2
Una función f(x) se dice que es continua a) f (l) = 1 + 1 = 2
d) Discontinuidad de segunda especie (sal­ a) f(2) no easte. ya que f(2) >
en ei punto x = a si se verifican las tres 2-2
to infinito). b) lim f(x) = lim 2x 2
condiciones siguientes: »• i1
b) Para hallar et límite cuando x tiende
lim f(x) = ± * , lim f(x) = ± « lim f(x) = km x + 1 : 2
•*s' *-*i » -i- » -i a 2 representemos la función:
a) Existe f(a); es decir a G Dom f(x).
Por tanto hm f(x) » 2
*■+1
b> Existe lim f<x>. X y
6.3. C ontinuidad de algunas c) f ( l ) = lim f(x) = 2
« -i
c) lim f(x> = f(aX - 06 - 06
x-» funciones La función es continua: no tiene
puntos de discontinuidad.
Se d ce que una fijncñn es ccntnua en un a) Una función constante es continua en
-2 -1 / 4
intervalo cuando lo es en todos sus puntos. todos sus puntos. 4) Estudiar la continuidad de la función
0 -1 / 2
b) Una función polinómoa es continua en x-1 , sí x < 3
Si una función es continua en un punto
ffx)!
1 -1
la gráfica no se interrumpe en dicho punto. todos sus puntos. 5-x. si x > 3 ±00
2
c> Una funcrón racional es continua en to­ 4 1/2
a) f(3) no existe. La función no está
6.2. D iscontinuidad dos sus puntos salvo aquellos valores de
definida en el punto x = 3.
x que anulan el denominador.
30 36
Si una función no es continua en un pun­ b) tm f(x) = Im x - 1 = 2
d) Una función irracional de Índice par no »i- <-i
to. diremos que es discontinua en ese punto es continua en todos los valores de x
y que este es un punto de discontinuidad de lim f(x) = lim 5 - x = 2
que hagan al radicando menor que 0. »!• »-x
la función. Esto sucede cuando se verifica al­
guna de las siguentes condiciones: Por tanto lim f(x) = 2
Ejem plos:
La funcaón no es continua en el pun­
a) f(a) no existe. 1) Hallar los puntos de discontinuidad de to x = 3.
b> lim fíx> no existe. Es una discontinuidad evitable ya
c) f(a) y hm f(x) existen pero no coinciden. que si f(x) = 2 si x = 3. se evita la
Haciendo x - 2 = 0 ;x = 2 discontinuidad.
Casos de discontinuidad: La función no es continua en el punto 5) Estudiar la discontinuidad de la función
x = 2. 4 12. si x < 1
a > Discontinuidad evitable
2) Estudiar la continuidad de la función = (3. s i x a l
No existe fíXo) y existe tam f(x).
‘-A f(x>= V x + 7 a) f (l) = 3
b> Discontinuidad de primera especie.
Haciendo x + 7 z O; x a - 7 . o bien b) lim f(x> = 2 lim f(x) = + oo
Existe f(Xo) y hm f(x) pero: «-»■ ■•i’
(-7 . + « ) .
lim f(x) = 3 Para x = 2 la función es discontinua de
f(x „ ) * lim f(x) La función es continua en ese intervalo. segunda especie con salto infinito.

L»iC k»c 7 U vtiie s o t ru M ciox ts 186 U K U M D 7 . U M I t S O t l U h C IO N t S


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E JE R C IC IO S Y PR O BLEM AS R ES U ELTO S S olución:

a) La función está definida en todos sus puntos.

D om f = R o bien D om f = ( - * , + » )
2x - 3, si x < 2
1. D a d a la fu n c ió n f(x ) •
-x+2, six > 2 b) a) f(3 ) = 4

a) H allar el d o m in io . b) lim f (x }= lim x - 1= 2


.->• ■->
b ) Representarla. lim f (x )= lim S - x = 2
c) E stud ia r su c o n tin u id a d .
Por tanto lim f(x) = 2
S olución:
C o m o f<3> * lim f(x) la función tiene en el punto x = 3 una discontinuidad de pri­
a) Se puede observar que la función no está definida para x = 2. mera especie.
D om f = (-oo, 2) U (2, +oo)

b)
3. E studiar el d o m in io y la c o n tin u id a d d e la fu n c ió n f(x ) = - y ^
x - x-12

-1 -5 S olución:
JL 0
0 -3 3 -1 a) C o m o es una función racional, igualamos a cero el denom inador para hallar los
puntos do nd e n o esté definida.
1 -1 4 -2
x3 - x - 12 = 0 ■* x, = - 3 y x 2 = 4
3 1
Por tanto el do m in io de la función es: D om f = R - ( { - 3 } , { 4 } ) , o bien ( - » , - 3 ) U
U (4, + » ) .
c) a) f(2) n o existe, ya que no está definida para x = 2
b) Al no existir f(—3) y f (-4 ) la función no es continua en esos puntos.
b) lim f<x> = lim 2x - 3 = 1
i-r * -j

c) lim f(x) = lim - x + 2 = 0 x3 - 4


4. Q u e va lo r d e b e asignarse a la fu n c ió n f(x ) = — — — pa ra evita r la dis c o n tin u id a d
Por tanto la función tiene en x = 2 una discontinuidad de segunda especie con
salto finito. q u e posee en x = 2. R edefinir la fu n c ió n .

S olución:
x — 1, si x < 3 Vem os que la función no está definida para x = 2. C o m o sabemos, para q ue la fun­
2. D a d a la fu n c ió n f(x ) = 4, si x = 3 ción sea continua se debe cum plir que:
5 - x. si x > 3
f{2) = lim f(x)
a) H allar el d o m in io . .. x3 - 4 (x + 2 ) ( x - 2 ) .. . .
lim — = lim — —— = lim i x + 2) = 4
b ) E stud ia r la c o n tin u id a d de la fu n c ió n . «- J x - 2 «-> ( x - 2) «-J

Luego la f(2) debe ser igual a 4.

LINDAD 7 Ü M lItS O t fUXCKW tS 188 UKUMD 7. LiM fltS O t (UhCIOMtS


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Redefinimos Id función:
x 1 + 8x 9
x3 - 4 l l ' s n ' i
^ . Si x * 2
m - x - 2
Por tanto, cuando x tiende a 1 la función no tiene limite.
4. si x = 2

x -1
7. lim
5. E studiar la c o n tin u id a d de las siguientes funciones: -• \i'x - 1
a ) f(x ) = - J x - 2

b ) f(x ) = V x ^ 3
lim-. .
c) f(x ) = -JxT í o

S olución: ( V x - 1) ( V x - 1) = X - 1

a) Resolvemos la inecuación x - 2 a 0; x 2 2.

La función es continua en el intervalo [2, + « )

b) Las funciones irracionales de índice im par son continuas en todos sus puntos.

c) x + 1 2 0; x 2 - 1 .
Solución:
La función es continua en el intervalo [-1 , + » ) .
.. < V x - D ( V x + 1) .. x-1 ,. 1 1
lim ------------- p -------= lim ------------- p ------= lim - p — = -
( x - 1) (V x + 1) ( x - 1) ( v x + 1) Vx + 1 2
x ’_ + 8x
si X >1
Sx* + 1 '
6. D a d a la fu n c ió n f(x ) > a
x4 -2 x + 2 9. i lim — *r— - 4-------
SÍ X 2 1 *-> x — 3x + 2
2x3 - 8

Hallar: S olució n:

a) lim f(x ) -4 0
lim .
x — 3x + 2 0
b) lim f(x) .. ( x - 2 ) (x + 2) .. x+2 4
•"TI : — = li m ---------- = - = 4
-M x-2 )(x-1 ) x-1 1
S olución:

x l 8x
. . . x1 + 8x oe x* x* 1 1 0 .lim 3x — — — ---------
a) lim — 5 m — ; lim - 2- — - - x + 7x - S
»-* Sx1 + 1 — 5x* 1 5
x1 x3 S olución:
x 4 - 2x +2
b) lim lim 3 x •— — — -------= o o - 0
x3 + 7 x - S

UNCM > 7 Ü M IR S O t ÍUMCIOXfcS Usiaw 7 U w iti ot njhciowes


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Realizamos las operaciones y posteriormente calculamos el límite: 14. E studiar la c o n tin u id a d de la fu n c ió n :

6x' Ixl - 1 .
lim x* 1
-* x '+ 7 x -5 1 f(x) I X -1 51

•2 . si X = 1

x' + 2
11. l i m 5x S olución:
x4 - 3
a) f(1) = 2
S olución:
, 0 x’ - '
bl Sí — -5
.lim 5
c x •—
x' —+ 3- * «0 ■«
x4 - 3
« -1 X — 1 »-I
.. 5xJ + 1 5 x S
lim — ------------ = — = 0 c) limf(x)=f(1 )=2
x4 _ 3 «
La función es continua.

- S x 4 — 4x
1 2 .lim
2x +x 15. E studiar el d o m in io y recorrido de la función:

S olución:

- S x 4 - 4x »
lim ------------ = —
»-* 2x + x »

5x4 4x
- Sx* - 0 -S í» )
lim lim
2x _x_ 2+0
xJ xJ

1 3 .lim (v 'x + 5 - >fx)

S olución:

• Dom f = <-■», - 1 ) { 0 } U (1 . 2 ) U [2. » ) = <-■», -11 U { 0 } U (1. « )


lim (V x + 5 - vSc) = » - u
• Recorrido = ( - » . 01 U { 1 } U (2. « )
..
lim
(V iT T s - V x ) (V jT T s
----------------- 7
..
— t=--------------- = lim
(Vx+s), - ( ^ j J
VxTS+Vx ■Jx + 5 + Vx
16. E studiar el lím ite de la fun ció n:
x + S -x 5 ¡2x - 3 sí x < 2
lim «x > -
/x + 5 + V x M + oe' -x + 2 six>2

UN OAD 7 Ü M IR S O t rUNCKHttS 191 U M U D 7 U W l t S C* »UhCIOMtS


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lim f(x) = lim f(x) = lim 5 - x = 2


» -i* * -a >-a
*>a

lim f(x) = lim f(x> = lim x - 1 = 2


>-!• »-J »-3
><1

Aquí si ewste el limite de la función y vale 2. O sea:

lim f(x) = 2
»i

Como vemos en la gráfica, la función no está definida en x = 2 , pero podemos calcular a


qué valor tiende la ordenada cuando nos acercamos a x = 2 por la derecha de 2 y por la
izquierda de 2.

Iim f(x)= lim f(x) = lim- x + 2 = -2 + 2 = 0


x-7' »*> ,*2
%>2

lim f|x) = lim f(x) = I n 2x - 3 = 1


x-2* c-2 x-2
k2

Como vemos, el límite por la derecha y por la izquierda no coinciden; como el límite tiene
que ser único diremos que f<x> no tiene limite cuando x -+ 2. 0 sea 3 lim f(x).
»-a

17. E studiar el lím ite de la fun ció n:

x—1 sixs
fW>

{5- x si x >

1*40*0 7 LÍMITÍS O t rU N C K M tS 194 u i»ia «D r . LiM tits o t lü h cio M ts


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Unidad
8
Derivadas
1 . Ta s a d o v a ria ció n m e d ia o in sta n tá n e a
2 . D e riv a d a d e u n a fu n c ió n e n u n p u n to
3 . E s tu d io d e fu n c io n e s

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S

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É S TA D iS TíC A A c a s o A LA U M V f R5IDAD ' A I A M A Y O IC S D s 2 5 A M O S

riación instantánea en ese punto. O cha


1. Tasa de variación 2 .1 . C on dición necesa ria 2 .4 . Fun ció n derivada
tasa viene dada pon
y suficiente para que una
m edia e instantánea Im
f(x) - fia)
función sea derivable Si una función f(x) es continua en todos
x -a los puntos de un intervalo (a.b) y posee den-
Llamamos tasa de variación m edía de vada en todos sus puntos, la función deriva­
La condición necesana y suficiente para
una función f<x> entre a y b, con a < t>, ai da es:
Dicha expresión se conoce también con que la función y = f(x) sea derivable en el
cociente entre ta vanación de f(x) y la de x el nombre de derivada de la función en punto a, es que sus domadas a la derecha y f(x + Ax) - f(x)
en el intervalo [a, b). f'íx).
ese punto. a la izquierda de a existan y sean iguales. A.-0 Ax

f(b) - fia)
TV M ■
b -a Dicha función asigna a cada punto de

Graficamente:
2. Derivada de una 2 .2 . Interpretación ge o m étrica abscisas x el valor de la derivada de f en ese
punto.
función en un punto La derivada de la función y = f(x) en el
punto x = a cancade con el valor de la pen­ La Cemada de la función en un punto es
Dada la función y = f<x> defiramos su dente de la recta tangente a la curva y = f(x), un número.
f(b) derivada a la derecha del punto x = a en el punto (a. f(a)), o sea:
como un número real que representamos La función derivada es una función de x.
por f'(a * ) que viene dado pon f (a ) = m = tgrt

„ , f(x) - f(a) Ejem plo:


f(a) limite ■ f (a )
**** x - a
H a n » la función derivada de f<x> = x? y
la derivada de la función en el punto x = 1.
Dada la función y = f(x) definimos su de ­
rivada a ia izquierda del punto x = a como
un número real que representamos por f *<a->
que viene dado por: f(x> = x2

f(x + Ax) = <x + A x f = x2 +2 xA x + (A x )5;


Ejem plo: . fix) - fía)
Im ite ----------------- f(a )
x - a f(x + Ax) - f(x) = xs + 2 x A x + (A x )J - x* =
Hallar la tasa de variación media de la
función f(x) = Xs en el intervalo 12, 4] La derivada de una función y = f<x> en = 2xAx+(Ax)3 ;
el punto x = a es un número real al que re­
2 .3 . Continuidad y d eriva bilida d f(x +Ax)-f(x) 2 x A x + (A x );
f(4>— «2 > _ (4)* - (2 )a presentamos por f (a) definido pon 2x + A x
TVM 28 Ax Ax
4 -2 ’ 2 Proposición 1: Toda función denvable en
.. . f(x) - f(a) f(x -f Ax) - f(x)
limite = f (a) un punto es continua en ese punto. lim = lim (2x + A x ) = 2x
La tasa de vanación media de una fun­ A*-O Ax
ción se refiere a su vanación en un intervalo, Proposición 2 : Si una función tiene denva-
f(a -f Ax) - f(a) da a la derecha y a la izquierda de un punto
pero no nos informa de la variación de la lim f'(a) La función derivada es la recta
A»-O Ax dicha función es continua en ese punto.
función en un punto.
Proposición 3: Toda función no continua en
donde A x = x - a f <x) = 2 x.
Para nal lar la variación de ta función en un punto no es denvable en ese punto.
un punto tenemos que hallar la tasa de va­

lu c h o » D em vAO A S 19 7 L »i c m c 8 Dew vAO As


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La derivada de la función en el punto 19. y = sen f(x) -* y ' = f '00 eos f(x) 4. . 4xAx + 2 A x 3 — 3 A x
2 .6 . C á lcu lo de d eriva da s según lim —
x = 1. es f < l ) = 2 (1) = 2 Ax
2 0. y = eos x -» y ' = -s e n x la definición
A x (+ 2 A x + 4 x - 3 )
2 1. y = eos fOO -» y ' = -f'O O sen f(x> lim 4x - 3
Hallar las funciones denvadas según la ■U-9 Ax
2 .5 . C á lcu lo de d erivadas 2 2 . y = t gx - * y ‘ - — ^ - = l + t g 3x
definición de: f (x) = 4x - 3
c o s 'x
a) fíx) = 2x + 1
1. y •■k -* y ' = 0 m
2 3. y = tgffx) -* y '
cosJ f(x) b) f(x) = 2 x 2 - 3 x + 1 2 .7 . C á lcu lo de d erivadas
2. y , =x -* y ' = 1

f '0 0 [ l + t g 3 [fíx))]
ele m en tales según la fórm ula
3. y i . k - f W - y ' . k - f ’W Solución:
1 Para realizar estas operaciones es im­
4. y i . f ( x ) ± g ( x ) - y ' = f ' ( x ) ± g W 2 4. y = arctg x -* y ' =
1 + x3 a) i f(x + Ax) = 2(x + Ax) + 1 = prescindible merronzar las fórmulas de las
5. y i r f ( x ) - g ( x ) - * y ' = f ’W g O O + f t o - g t x ) = 2x + 2 Ax + 1 denvadas.
f'W
2 5. y = arctg fOO -* y ’
6. y i
fw , a rw -g w -fw -g to 1 + lfW ]3 2 . f(x + Ax) - f(x) =
gw 1 . Derivar las siguientes funciones:
(g W f
1 = 2x + 2 Ax + 1 - 2x - 1 =
2 6. y = aresen x - + y ' a) y=x2 b )f(x )= x s c) y= 3x3-2 x + 4
roo
7- y ■ ^/f(x> - y ' . = 2Ax
n - v irw r* Solución:
f'OO
2 7. y = aresen f(x) ■+ y ' = 3.
a) y=x*; y '= 2 -x * -‘ ; y =2x
V i- ( fo o f Ax
8. y •
b) f00 =xí; f ' ( x ) - 3 x » - ‘ ; f'W = 3 x *
1 4- |jm ? A x = 2 ; f .(x) = 2
2 8. y = árceos x -» y ’ = -
9. y i ! xn - * y ' = n - x " i A»-0 Ax c) y = 3 x 3- 2 x + 4 ; y ' - 3 ( 3 ) x » - l- 2 ( l ) + 0 ;
V l-x 2
y = 9 x 2- 2
b) 1. f(x + Ax) = 2(x + Ax)2 -
10. y . =íf(x)r ••y’ - n - f ’W -lffiO r f'W
2 9. y = árceos f(x) -* y ' = - 2. Derivar sucesivamente las siguientes
x / l-[f 0 0 )5 - 3 ( x + Ax) + 1 =
11. y . re* -* y ' = e ‘ funciones hasta obtener la función nula.

3 0 .y = [ f { g ) ) ,< = 2(x2 + 2xAx + A x 3 ) -


12. y i : e « « -* y 'm fO O -e "* a) f00=12x2+ 4 2 x -3
- 3x - 3 A x + 1 b) y ^ x '- f i i e + S x ^ x + S
, 1
1 3 -y 1¡ Ln x -* y - - Aplicamos Ln en ambos miembros:
x = 2x3 +4 xA x + 2 A x 3 - Solución:
Lng y = Ln [f(x)l‘ ‘ •* Ln y = g(x) - Ln f(x)
14. y i . [ » W . y - . m - 3 x - 3 A x +1 a) f '(x ) = 24x + 42; f 'W = 24;

2 . f(x + Ax) - f(x) = f"W = O


Derram os en ambos miembros:
15-y 1 = 2x3 + 4 x A x + 2 A x 3 - 3 x - b) y ' = 4x*-24x2 + 10 x-6 ;

y = g lx) •Ln f(x )+g (x) • ■* y*=12xJ-4 8 x + 1 0 ;


16. y i ■a 1 -* y' = a ‘ -Ln a -3 A x + 1 - 2x3 + 3 x - l =
y*‘= 2 4 x -4 8 :
= 4xAx - 2 A x 2 - 3A x
1 7 - y 1-a**“ -» y ’ = f'W - a 1* - L o a r ' = |g ’(x) •Ln fw + g o o ~ ) - í fw r y*=24;
3 . 4xAx + 2 A x 3 - 3 A x
i ® - y 1- sen x - » y' = eos x /=0
Ax

U h O A O f t OemvAOAs 190 200 L »< C k »c 8 D em vAO A S


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3. Derivar las siguentes A rd o re s irracionales: Solución: 3) Tom am os puntos intermedios de cada x = a mínimo aosoluto en [a. b)
zona y los llevamos a la función; el sig­
a) y = Vx a) f'(x> = (1 ) •sen x + x •eos x= x = c mínimo relativo
no que tenga la función en d*cno punto
b) y - V ? = sen x + x c osx será e< signo de la función en la zona x = e máximo relativo
respectiva.
x = d máximo absoluto en (a. b)
Solución: b) f'(x )= (-s e n x) e ’ + e * - c o s x =

Para denvar funciones irracionales es = e ‘ (eos x - sen x)


conveniente transformarlas en potencias 3 .2 . M á xim o s y m ín im o s
V x " ” = x"
c) f'(x> ■ •In x + - •-Jx 3 .3 . C o n d ició n necesa ria de
2>¡x x
Definición 1: extrem o relativo
a ) y = V x ; y = x 5' ; y ' = | x r ‘ = — 1= -eos x - (-s e n x) •-íx
Se llama m áxim o absoluto de una fun­
d) f ' ( x > = ^ ------------------=---------------------- Sea f(x) derivabie en x = a. tai que tiene
ción en un intervalo al mayor de los valores
1 -i _1_ J _ extremo relativo en dicho punto •* f '(a ) = 0.
que toma la función en el intervalo. Puede
" 5X " i »X3- Es dear. la condición necesana para la exis­
5xs vx - i = eos x + V x sen x ocumr que no exista ningún punto en que la
2%/x tencia de extremo relatr.o es que se anule la
función alcance el valor máximo.
i— 3 3 — i primera derivada.
b) y V x J ; y = x - ; y ' = - x - =
Análoga seria la definición de mínimo
3 _3_ _3_ absoluto. 3 .4 . C re cim ie n to y
" 4 X “ i = 4V x
4x< aVX d e cre cim ie n to de una función
4. Denvar las siguientes funciones:
3. Estudio de Definición 2:

■ Definición 1:
1
a ) y = - 5-:
x3
>. 2x - 3
b) y = --------------
x
funciones Se dice que la función f(x) tiene un m á­
xim o relativo en el punto x = a cuando f(a) Se dice que la función y = f(x) es cre­
es mayor que todos los valores en un entor­ ciente en el intervalo I si:
Solución: no de x = a.
, 0 •x3 - 2 x (l) -2 x 2 3 .1 . Signo de una función V x , , X 2 £ I / X , < X j •* f(x , ) £ f(x2 )
a) y Análoga definición se daría para m ínim o
(x3 )3 x
D ada la función real de variable real relativo. O sea. a m ecda que crece la x. crece la
2 x - (l)(2 x - 3)
b) y'> y = fíx>, para calcular su signo seguiremos y. 0 a medida que decrece la x, decrece la y.
x3 los siguientes pasos: A los mínimos y a los máximos se les
2x - 2x + 3 3 llama extremos relativos. ■ Definición 2:
x3 " x 3 1) Calculamos los ceros de f(x). O sea cal­
Se dice que la función y = f(x) es estric­
culamos los x, / fíxj = 0 .
5. Denvar las siguientes funciones: tamente creciente en ei intervalo I si:
2 ) Llevamos los x, a la recta real determi­
a) f(x) = x •sen x nando asi distintas zonas en ella. V x , ,x 2 € 1 / x , < x 2 •* f ( x , > < f(x2 )
b) f(x) = c o s x - e ‘
■ Definición 3:
c) f(x) = 'fx ■In x u g .c tc .
S|g. CSC. Se dice que la función y = f(x) es decre­
<0 f W - > . ciente en el intervalo I si:

V x , ,x 2 € I / x , < x 2 •• f ( x , ) a f ( x 2 )

U N O X D 8 D t IN VADAS 201 202 l» < C k » B 8 O e i n v a d a s


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O sea. a medida que crece la x. decrece cíente en x = b ya que en un entorno de b ■ Definición 2:


3 .6 . Regla pa ra el c á lc u lo de
la y. 0 a medida que decrece la x. crece la y. la función decrece.
Una función es convexa dm gda hacia
m á xim o, m ín im o s y puntos de
las ordenadas negativas, o más simplemen­
■ Definición 4: ■ Definición 7:
te convexa en un punto si existe un arco inflexión de la fun ción y = f(x)
Se d c e que la función y = f(x) es estric­ de curva que está todo él por d eoa p de la
Periodicidad de una función: Una fun­
tamente decreciente en el intervalo I si: tangente a la curva y = f(x) en Xo. 1) Igualamos la pnmera derivada a cero,
ción y = f(x) se dice que es periódica cuan­
do existe un número a tal que f(x+a) = f(x). sus soluciones, a las que denotaremos
Vx t .x , e l / x j < x , •* f(xl ) > f ( x ,> por x,. serán máximos o mínimos relati­
Al número a se le llama periodo.
vos o puntos de inflexión.
■ Definición 5:
Ejem plos: 2 ) Llevaremos las soluciones anteriores a
Supongamos la función y = f(x) deriva - la segunda denvada. y pueden ocurrir
ble en el intervalo 1. diremos que y = f(x) es los siguientes casos:
1) y = f(x) = sen x es periódica de periodo
creciente en I si: Vx G I ■* f'(x) £ 0
2 * ya que sen ( 2 « + x) = sen (x). a) f ‘ (x, ) > 0 (x, .ffx,» es un mínimo
relativo.
Análogo para estrictamente creciente 2 ) y = tg x es periódica de periodo .t ya
suprimiendo el igual. que tg (.* + x) = tg (x). b) f "{x,) < 0 (x, ,f(x,)) es un máximo
relativo.
■ Definición 6: Nota: Se dice que una función es con­ c) H x , ) = 0 •*
3 .5 . C o n cavid ad y con vexidad . vexa en el intervalo (a.b) si lo es V x G (a.b).
Supongamos la función y = f(x) deriva- Puntos de inflexión
ble en el intervalo 1. diremos que y = f(x) es ■ Definición 3: f"(x,) = 0
decreciente en I si: Vx e I ■* f'(x) £ 0 ■ Definición 1:
Una función denvable dos veces y = f(x) r í x , ) = 0 n es par •*
Análogo para estnctamente decreciente Una función es cóncava dmgida nacia
es cóncava en el punto Xo si f°(xo) > 0.
suprimiendo el igual. las ordenadas positivas, o. más simplemen­ r ( x 1) > o ^ ( x l ,«x1»
te. cóncava en un punto si existe un arco
■ Definición 4: es un mínimo relatrvo
Ejemplo: de curva que está todo él por encima de la
tangente a la curva y = f(x) en x^
Una función denvable dos veces y = f(x) rcx.xo ♦ í x . ,f< x .»

es convexa en el punto x© si f"(x0) < 0 .


•* es un máximo relativo

P U N TO S D E INFLEXION: Son aquellos


puntos en los que la curva pasa de cóncava
a convexa o viceversa.

r ( x , ) * O n es impar ■*

•* (x, ,f(x,)) es un punto

de inflexión

f(x) es creciente en x = a. ya que en un


3) Igualamos la segunda denvada a cero y
entorno de a la función crece y es decre- N o ta : Se dice que una función es cón­
cava en el intervalo (a.b) si lo es V x G (a.b). sus soluciones seguirán el paso c antenor.

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um xu > & Dtm vA O As 203 204 L » < C k » c 8 O e ra vA D A S
ESTA D ÍS TIC A A c a s o A LA U M V f R5IDAD ? A »A M A V O t t S D s 2 5 A M O S

Ejem plo: 2 ) V erticales: Son líneas paralelas al eje


3.7. S im e tría s de una (u n ció n 3 .9 . Asíntotas y ram as
OY. Para calcularlas tomaremos los valo­
pa rabó licas res de la x que hagan la función infinito.
Se dice la función y = f(x) es simétnca
respecto al origen de coordenadas si: Ejem plo:
A síntotas: Son líneas rectas bacía las
cuales se acerca la función, a veces puede
f(-x ) = -f(x ). A este tipo de función se le Dada: y = - 5-^— asíntotas vertcaies son
cortarlas. x -4
llama función impar.

Ram a parabólica: Es un trozo de fun­ x 2 - 4 = 0 - * A .V .: x = 2 : x = - 2


Ejem plo:
ción que por un lado se acerca a una asín­ Nota: En las funciones racionales las
tota y por el otro tiende a más »vfinito o me­ asíntotas verticales se calcularán igua­
nos infinito. lando el denominador a cero y despe­
jando las x.
Ejemplo:
3 ) O blicuas: Son rectas de ecuación y =
= mx + n donde:

fW
m = limite n = limite(f(x) - mx)
3 .8 . Cortes co n los ejes
Aquí puede ocurrir.
coo rdenados
a) m = * Existe una rama parabólica
Se dice que la función y = f(x) es simé­
3 .8 .1 . C á lc u lo d e lo s p u n to s d e en la direccional OY.
trica respecto al eje OY sa f(-x ) = f(x). A este
tipo de función se le llama función par. c o r te d e la fu n c ió n y = f (x ) y b) n = » Existe una rama parabólica
el e je O X en la dirección y = mx.
Ejemplo:
Para ello formamos un sistema con la c) n. m sean finitos ■* existe una recta
ecuación de la función y =f(x) y la ecuación de ecuación: y = mx + n que será
del eje OX que es y = O; o sea: asíntota.

Ejem plo:
y = f<x> Al resoN’erto obtendremos Tipos de asíntotas:
x
y = 0 puntos de la forma (x, ,0 ) 1) Horizontales: Son lineas paralelas al X -1
m = lim
eje OX de ecuación: x -1 X

y = límite f(x) X2
3 .8 .2 . C á lc u lo d e lo s p u n to s d e lim
-* X 2 - X
c o r te d e la fu n c ió n y = f (x ) y Ejemplo:
el e je O Y 3xJ + 1
X'
n = lim I x
Dada: y = — - — la asrtcta ronzo-tai es: x -1
Para ello formamos un sistema con la
ecuación de la función y = f<x> y la ecuación
/3xJ + l j fx - x +x\ .
del eje OY que es x = 0; o sea: y = límite — 5— = 3 A.H.es y = 3 lim ----------------------- 1= 1 -»
l x -1
Se dice que la función y = f(x) es simé­ y = f(x) Al resoízerto obtendremos
A .0 B .:y = x + 1
trica respecto al eje OX si f(-y ) = f(y).
y = 0 puntos de la forma (O.y)

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L»lCk»0 8 D t INVADAS 205 206 L V lO X C » DeWVAOAS
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c) y' = 2(x+2)í - 1 l ( 5 x - l ) r +
E JE R C IC IO S Y P R O B LEM A S R ES U ELTO S
+ ÍX + 2 )1 • 7 ( 5 x - D 7" 1 - 5 =

= 2(x + 2 ) (5x - l ) f +

+ 3 5 <x + 2 )2 (5x - 1)6 =


1. D a d a la fu n c ió n f(x )= | x | . Estud ia n su d e riv a b ilid a d en x = 0.

S olución: = (x + 2 ) (5x - 1 } [2(5x -1 )*

Nota: normalmente estudiamos las derivadas a la derecha y a la izquierda cuando nues­ + 3 5 (x + 2 ) <5x — 1>3)
tra función va a ser distinta a la izquierda y a la derecha de nuestro punto. La función
valor absoluto la definimos así:
<6x-2)(x2 + 2 ) - 2 x ( 3 x J -2 x )
x sí x > 0
(x2 + 2) 2
l* l- - x si x < 0
0 sr x = 0 6x2 + 1 2 x - 2 x 2 - 4 - 6 x 2 + 4x2 2x2 + 1 2 x - 4
(X2 + 2J2 = (x2 + 2 ) J
f < 0 + ) = lim lim - = 1
h-D* h < -» h . , 2x
hXJ e) y '.
(x2 + 1 )
-h
lim — = - 1
• -o - h f-o h 3. D eriva las siguientes funciones:
t<0

Como f (0 + ) * f(O-) no es dewable


a) y = l o g j í l + x2)
en cero. e'-e '*
w y = —>
— ~
e +e
2. C a lcula r las siguientes derivadas:
S olución:
a) y = x ’ - | x 2 - 7 x + |
. , 1 2x
b) y = <2x + 1 )5 a> y " i ñ 3 Í7F

c) y = <x + 2 ) 2( 5 x - l ) T . ( e ' + e - ' x e * + e - > - ( e , - e - , )(e‘ - e ‘ *)


b) y = -------------------------------------------------------------------------------=
(e *+e 'V
d) y =
(xJ + 2 ) e ’e* + e ’e * + e ‘e ‘ + e ‘e ' - e * e ‘ + e ‘ e * + e *ei* +e *e4
( e‘ + e - ) 2
e) y = ln<x2 + 1 )

S olución:
<e* + e * )2
a) y ' - ( 5 x » - 1 • l ) - J | * 3 x » - 1 - l ) j -
l+ l+ l+ l

-(7 1 + 0 ) = Sx* - x 3 - 7

b) y ' = 5 ( 2 x + l ) 1- 1 - 2 = 1 0 (2 x + l)*

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u n m d 8 D e r iv a d a s 208 L»< C k »c8 Dew vAOAS
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4. Calcular: 6. H allar el m á x im o y el m ín im o ab so lu to de y = e* en [2 , 31

y = (sen 2x>< S olución:

S olución: Estudiemos algunas características de esta función. Veamos si es creciente o decre­


ciente. y1 = e* (la exponencial siempre es estrictamente positiva -* es creciente la fun­
y ’ = 4 (sen 2 xY '(2 • eos 2x)
ción •* Vx G (2 . 3 1•* 2 < x < 3; (por ser creciente) f(2) < f(x) < f(3> •* máximo absoluto
= 8 (sen 2x>’(cos 2x)
está en x = 3; f(3) = e’ .

M áxim o absoluto: (3. eJ).


5. E studiar los siguientes do m in io s:
M ínim o absoluto está en x = 2; f(2) = e*. M ínim o absoluto (2. e*).
/x+1 , 1
a) fW ,| x _ 2 b) f(x) ■
xJ - x - 2

Solución:

x +1
a) f(x) existirá c u a n d o — £ 0;
x- 2
/x - 2 * 0

x - 2 je 0 cuando x se 2. Luego ya excluimos del dom inio x = 2.

Veam os cuando ^ 4 a 0. Pueden ocurrir dos casos:


x- 2

x + l a O -*x a - 1

y y -1 +i
7. Hállense los m áxim os, m ín im o s y p u n to de inflexión de la c u rva y = — —
x - 2 a 0 ■»xa2

S olución:
La zona será |2, * ) en principio pero tenemos que excluir x = 2 La zona será
(2 , « ) . 2 x (x - 2 ) - ( x a + 1 ) 2x3 - 4x — Xa - 1 _ x 3 - 4 x - l

x + ls 0 -* x s -l V (x - 2 ? (x - 2 ? (x - 2 ?

j y
x -2 s 0 + x s 2
y
-1
Los posibles m áximos y m ínimos se obtienen haciendo / = 0.

2 + vÍ5 * 4 . 2

Xa - 4x - 1 , . , „ 4±vÍ6 + 4 4±2v*5 /
La zona será ( » , - 1 ) . Uniendo las dos zonas resulta entonces: — — — x r O ^ X 3 - 4 x - l = 0 - * x = ---------------= — - —
(x - 2 ? 2 2 \
Dom inio = D = ( - » , -1 ] U (2,oe)
2 - ^ 5 *-0.2
b) D = R — {x G R/ x 3 — x — 2 se 0 } ■* Calculemos las soluciones de:
(2 a -4 > Ik - 2 ) 3 - 2 « - 2 )(x 3 - 4 x - 1 ) . .. .
rtx) - y ’ sim plicando por
u - 2 ) 4
3 . . 1 ± a/1 + 4 - 2 1±V9 1±3 / . _ . . ..
x 3 - x - 2 = 0 - * x = ------------------------= — - — = —— = •* D = R - { 2 . 1 } (2x - 4 ) ( x - 2 ) - 2(xJ - 4x - 1 ) 2xJ - 4x - 4x + 8 - 2x3 + 8 x + 2 10
2 2 2 \
( x - 2) •*--------
-1 (x - 2 f (x -2 ? (x - 2) 3

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L »< o a c 8 O em vAO AS 209 210 L »< C k »c 8 D e w vA O A S
E s t a d ís t ic a A c a s o A LA U M V Í B S O A D 'A S A M A Y Ü K S O s 2 5 A M O S

10 10 9. D ete rm íne se la posición de la curva y = In x


>0
(4. 2- 2 ) J 10 .648 respecto a la ta n g e n te en x = 4.

(4 .2 . f(4 ,2)) es un m ínim o, Calculemos

(4 .2 . 8 .4 7 ) es un m inim o. f*(4); f (x) ■ - f'(x> = — F


x x2

f '(4 ) = - ^ < 0 - Y _

(0 .2 . f(0 .2)) es un máximo.


Dibujemos la curva, para ello hagam os una ta­
(0 .2 , - 0 .6 ) es un máximo bla de valores.

Calculemos los puntos de inflexión:


10. D ib u ja r la c u rva y =
10
f*(x) = 0 0 ■* 10 = 0; es un absurdo, luego no existen puntos de inflexión.
(x - 2 f
Solución:

8. D e te rm ín e n s e los in te rv a lo s de c re c im ie n to y d e d e c re c im ie n to d e la fu n c ió n : a) Calculemos el dom inio:


y = 2 x J + 5x - 3. D = R - {x = 0 }
S olución:
b ) Signo de f(x).
y ' = 4x + 5
f(x) = — = 0-*x = - l
x
Crece donde y' > 0 -» 4x + 5 > 0 -*• x> - -2 - En un principio la recta real la dividimos en dos intervalos (-■ ». - 1 ) . (- 1 . oo), pero
en el intervalo (-1 , » ) está el cero al q ue hemos excluido del dom inio; luego di­
cho intervalo lo subdividim os en los dos intervalos siguientes (-1 , 0) U (0 . - » ) .
V ////////////////////// Calculemos el signo de la función en cada uno de ellos, para ello tom am os valo­
-5,'4 res intermedios.

En ( - « . - 1 ) H -2 ) = = - ^ = i > 0.
O sea: Crece
('H
En el intervalo (-00 , - 1 ) ; f(x) > 0

Decrece donde y '< 0 - 4 x + 5 < 0 -*x < - J L z l +1 i


En ( - l - O l f j y j - ^ - ^ - K O .

~2~ ~2
-5/4
En el intervalo ( - 1 , 0 ) ; f(x) < 0

1+1 2
O sea: Decrece En (0 . « ) f ( l ) = — — = - > 0 . En el intervalo (0 . oo); f(x) > 0

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U N O M > & O em vAO As 211 212 L » r O » c 8 D em vAO A S
É S TA D lS TíC A A c a s o A LA U M V f R5IDAD ¡>A»A M A Y O IC S D s 2 5 A M O S

c) Cortes con los ejes: 3. Oblicuas:

y = 0 y = mx + n
x +1
Corte con OX -* x +1 0 - * x + l = 0 -*x = - l - *

I •*y = 0 x + l - * y = l
Al eje O X lo corta en (-1, 0)

x= 0 n = lim(f(x) - 0 •x> = lim '* + l1 = 1 •*


x
Corte con O Y y = - = oo. N o existe corte con OY.
x+1 0
Coincide con la asíntota horizontal.

Veam os si la curva corta a las asíntotas:


d) Simetrías:
y=1
x +1
f (-x ) = ■ x No es simétrica
x +1

e) Máximos y m ínimos:
- * x + l = x - * l = 0;
x — (x + 1) x - x -1 -1
f'<x) = j i 'W = 0 ■* - 1 = 0 . Absurdo, no tiene máximo
Absurdo; no la corta
ni m ínim o. x = 0

f) Puntos de inflexión: x +1 ■* Y = Q = 06 No la corta tam poco.

2 2
f *(x) = ; f'(x ) = 0 •* - 5- = 0 . Absurdo, no tiene puntos de inflexión,
x x Luego la curva se acerca a las asíntotas sin cortarlas.

g) Intervalos de crecimiento y decrecimiento:

f'(x) = — ^ < 0 . Siempre decrece en ( - « , + 00)


x

h) Intervalos de concavidad y convexidad:

2 Convexa sj f'(x) < 0 ;


x 3 Cóncava si f"(x) > 0 :

Si - r < 0 s > < 0 s C o r r . e x a e n < - = ° , 0)


xJ

Si —r - > 0 = » x > 0 » Cóncava en (0 . - =°)


xJ

i) Asíntotas:
x+1
1. Horizontales: y = lim — — = 1 •* y = 1 A.H.

2. Verticales: x = 0 hace la función infinita -* x = 0 A.V.

U N O M > 8 DtltlVAOAS 214 L »< c v »c 8 DemvAOAS


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11. Calcular los m áxim os, m ínim os y puntos de inflexión de la función y = x*.
Puntos de inflexión:
S olución:
f ”(x) = 3x3 - 4 = 0 ;
f ( x ) « x s ; f'(x) = 5x4 •* f (x ) = 0 •*
(4
x » — ¡ x ¡—
■* 5x4 = 0 •* x = 0 3 ^ 3
(0 . f<0)) = (0. 0) 2 2^5
3 ;

Es un posible máximo, m ín im o o pu nto de inflexión. 2 2v*3


*3 = ~ ^ 3 = 3~
f"(x) = 20xJ ; f "(0 ) = 0 ■* (0 . 0 ) es un posible pu nto de inflexión.

f ” '(X) = 60xJ ; f'"<0) = 0 f ” '(x> = 6x je 0

f,' ( x ) = 1 2 0 x ; f” <0) = 0
f ” j ^ ^ - j > 0 . pu nto de inflexión en
f *(x) = 12 0 je 0 -* 5 es im par (0. 0) es un pu nto de inflexión.

2V3 Í2 V 3
por tanto, la función tiene un pu nto de inflexión en ( 1, 154, -2 .2 2 2 ).
12. Hallar los m áxim os, m ín im os y pu ntos de inflexión de la fu n d ó n f(x )= * x 4 - 3 ’ 3

S olució n: pu nto de inflexión en

f‘(x) = x> - 4x
< i¥ h
2vl3 í _ 2v>3
x’ - 4x = 0 => x(xJ - 4 ) = 0 => por tanto, la fundón tiene un punto de inflexión en (-1,154, -2,222).
3 * r 3
3x3 - 5 x s i x < - 1
13. Sea la f u n d ó n f(x )s

Í 2xJ

E studiar su c o n tin u id a d y de rivab ilidad .


si x á - 1

máximos y mínimos S olución:

f"(x) = 3x3 - 4 Se trata de estudiar si la función es continua y derivable en el pu nto x = - 1 .

f "(0 ) = - 4 < 0 -* máximo Estudiemos la continuidad:

La función tiene un m áxim o en |0, f(0 )l, por tanto tiene un m áxim o en (0. 0). a) f (-1) = 2 ( - 1) 2= 2 , existe f ( -1)

f < 2 ) = 8 > 0 -* m inim o b) limf ( x } = lim 3x3- Sx = 3 ( - 1 ) 3 - S ( - 1 ) = 8


x— r * -• '
La función tiene un mínimo en [2 , f(2 )). por tanto tienen ir> minimo en <2. -4 ) . lim f(x) = lim 2x3 = 2 ( - 1 ) 3 = 2
x— r «— i
f 2> = 8 > 0 -* mínxno Se deduce, por tanto, que no existe lim f(x), cuando x tiende a -1 . ya que no coincide el
valor del limite por la izquierda con el valor del límite por la derecha: lim f(x) * lim f(xX
La función teñe en mhimo en (-2 . f(-2 )), por tanto tenen un mínimo en (-2 . -4 ). x-r * --r
Por tanto la fu n d ó n no es continua en el pu nto x = -1 .

L»<Ck»c8 OtmvAOAs 215 216


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Derivabilidad:
b ) y = 2x yfSx
C o m o toda función no continua en un punto no es derivable en ese punto, conclui­
c) y = (x + 2 )J ( x - 2 ):
mos q ue la función dada no es derivable en el pu nto x = -1 .

d ) y = ( x - V i - xJ ) 2
14. E studiar la c o n tin u id a d y d e riva b ilid a d de la fu n c ió n :
x2 - 1
2x - 1 si x < 1

Í X2

S olució n:
SI X 2 1
e)

Solución:

a) y ' = 4 (2x + 3 )
Continuidad:
b) y ' = 3 i/5x (racionalizar)
a) f(1) = ( 1 ^ = 1
c) y ' = 3 ( x + 2 )2 ( x - 2 ) 2 +
b) lim f(x) = lim 2x - 1= 1 + (x + 2 ) 1 2 - ( x - 2 )
» -.r i- i
lim f(x) = lim x1 = 1 , 2 (2 x3 - 1 )
x -r « -i
Por tanto lim f (x )= 1 V " J l-x 3
*■•1
c) lim f(x) = f(D = 1 . , 4x
X—I e) y
(x2 + 1 )2

Concluim os, por tanto, q ue la función es continua en el pu nto x = 1.


17. D e riva r las siguientes funciones:
Derivabilidad
e’ +1
Para q ue la función sea derivable deben coincidir su derivadas laterales con respecto 3) y = ^ I Í
a ese punto.
b ) y = In V x 2"
f ( x ) = 2; f ( 1 ) = 2
c) y = e“ ”
f*.(x) = 2x; f ( 1 * ) = 2
Solución:
C o m o coinciden ambas derivadas, la función es derivable en el pu nto x = 1.
-2 e "
a) y '-

15. R esponder si es d e rivab le la fu n c ió n y = tx + 2 t en x = -2

S olució n:
c) y ' = cosx-e"
No es derivable ya que f ' ( —2*) = 1 y f ' { - 2 ) = - 1 . C o m o no coinciden las derivadas
laterales no es derivable.
18. Estudia los siguientes do m in io s:

16. D erivar las siguientes funciones:


a) < 0 0x - —
4 44

a) y = <2x + 3 J 3
(S olució n: D = R - {2 . - 2 } )

U N O W & D t I II V ADAS 217 218 W <0 A C 8 O e ra vA D A S


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E s t a d ís t ic a

b) f(x) ■ ¡El
Vx + 5

(S olució n: D = ( - « . - 5 ) U [3, « ) )

19. D e te rm in a r los intervalo s de cre c im ie n to y de de c re c im ie n to de la fu n c ió n


1
y = ÍT 5

(S olució n: Es decreciente en ( - ■*. + * )

20 . D e te rm in a r la po sició n de la c u rva y = x> - 6x* + 5; co n relación a la tan g e n te


en x = - 1 .

(S olució n: Y <lI%. < Y , ^ , J

x
21. R epresentar la fu n c ió n y = j

S olución:

a) D = R - {1 . - 1 }

b ) Im par (simétrica respecto al origen).

c) Corte O X : (0. 0); Corte O Y : (0, 0).

d) No tiene máximos ni mínimos.

e) Punto de inflexión (0. 0).

f) Asíntotas Verticales: x = 1; x = -1 .

g ) Asíntota H orizontal: y = 0.

h ) Es siempre decreciente.

i) ( - 1 . 0 ) cóncava

(0, 1) convexa

(1. « ) cóncava

( - “ , - 1 ) convexa

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L H M D 8 OemvAOAs
Unidad

Estadística
1 - E n c u e s ta
2 . R a zó n , p ro p o rc ió n y p o rccn ta |c
3 . Tasas
4 . E n c u e s ta d e p o b la ció n a c tiv a
5 . N ú m e ro s ín d ic o s . ín d ic e s d e P re c io s d e C o n s u m o
6. P ro d u c to In te rio r B ru to

E J E R C IO O S Y P R O B LE M AS R E SU ELTO S

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Las razones y los porcentajes nos permi­ El incremento en términos de razón se C iudad B:
1. Encuesta ten comprender fácilmente la evolución de obtiene restando un 1 de la razón, mientras
senes temporales, la detnbución o el «peso- que el incremento en términos de porcenta­ 12 424 3
Una encuesta se puede definir como un Razón = — — — - = 0 .9 1 0 7
relativo de distintos sectores, etc. je se calcula restando 10 0 al porcentaje ob­ 13 642 5
acopio de datos, obtenidos mediante con­
tenido. Porcentaje = 0 .9 1 0 7 x 10 0 = 91 .07
sulta. interrogatorio, cuestionario, etc., refe­
Ejem plo:
ridos a estados de opinión, costumbres, ni­
Puede decirse, por tanto, que la pobla­ Habitantes (incremento) = 1 2 4 2 4 3 -
vel económico, trabajo, o cualquier otro as­
La población de un país en el año 2 0 00 ción de ese país aumentó un 11 .06 por - 136425 = - 12182
pecto de la actividad humana.
fue de 1 0 2 4 2 5 2 7 habitantes y en 1990 fue 10 0 de 1 9 90 a 2000. razón (incremento) = 0 .9 1 0 7 - 1 =
La encuesta debe incluir el cuestionano de 9 2 2 2 3 4 7 . ¿Cuál es la razón y el porcen­ = 0 .0 8 9 3
o los cuestionarios que sean necesarios taje de la población del año 2 0 0 0 respecto Ejem plo Porcentaje (incremento) = 91.07 - 100 =
para obtener la información pnmana que al año 1990? = - 8 .9 3
debe servir de base para que posteriormente La población de dos ciudades A y B en
se realice el análisis estadístico. _ . 10242527 . 1 9 0 0 y 2 0 0 0 es la que se rvdica en la tabla Puede decirse, por tanto, que en la ciu­
R a z ó n -— — — — = 1.1 106
92 223 47 siguiente: dad A la población ha aumentado un 2.3 5
Dicho cuestionario debe estar elaborado por 100.
de forma clara y precisa, de tal manera que Porcentaje= 1 .1 1 0 6 x 10 0 = 11 1.06
pueda comprenderse fácilmente lo que se En la Ciudad B ha disminuido la pobla­
Años
pregunta. Se debe procurar que todas las Considerando la razón se concluye que ción. por tanto el incremento es negativo
preguntas sean susceptibles de una inter­ la población de 2 0 0 0 es 1 .1 1 0 6 veces m a­ Ciudades 1 9 00 2 0 00 (los incrementos negativ-os se denominan
pretación única. yor que la de 1990. decrementos). En dicha ciudad la población
A 725248 742324 disminuyó 8 .9 3 por 100.
Los cuestionarios deben ir acompañados
Tomando el porcentaje podemos decir
de las aclaraciones e instrucciones precisas B 136425 124243
que la población de 2 0 0 0 es el 1 1 1 ,0 6 por
para la correcta interpretación de todas las
10 0 que la de 1990.
preguntas. 2 .2 . P ro po rció n y po rcentaje
Los encargados de realizar las encues­ Es usual calcular la evolución de una va­ ¿Cuáles son los incrementos demográfi­
tas son los agentes encuestadores, los cua­ riable mediante el incremento (aumento) ex- En una suma de varios sumandos se de­
cos dados en habitantes, razones y porcen­
les deben estar previamente instruidos para penmentado por la misma en un intervalo nomina proporción al cociente que resulta
tajes de los dos ciudades?
que se produzca un desarrollo adecuado de de tiempo determinado. de dividir un sumando cualquiera por el to­
su labor. Dichos agentes formulan las pre­ tal. Si tal cociente se multiplica por 1 0 0 se
Ciudad A:
guntas contenidas en eí cuestionano y ano­ Siguiendo el ejemplo anterior el incre­ obtiene e porcentaje correspondiente. Una
tan las respuestas correspondientes. mento de la población de 1 9 90 a 2 0 0 0 ex­ 742324 proporción muy utilizada en Estadística es la
Razón - =1J0235 frecuencia relativa, como veremos más ade­
presado en habitantes, en forma de razón y 725248
en forma de porcentaje se calcula de la m a­ Porcentaje = 1 .0 2 3 5 x 10 0 = 10 2.35 lante.

2. Razón, proporción y nera siguiente:


Habitantes (increm ento) = 74234 - Las proporciones y los porcentajes son

porcentaje - Habitantes (incremento) = 1 0 2 4 2 5 2 7 -


- 9 2 2 2 3 4 7 = 1 0 201 80
- 7 2 5 2 4 8 = 1 7 076 de gran utilidad para realizar com paracio­
nes. asi com o para medir la importancia
Razón (incremento) = 1 .0 2 3 5 - 1 =
de cada dato respecto al total o a otro
2 .1 . R azón y porcentaje - Razón (increm ento) = l , 1 1 0 6 - 1 = = 0 .0 2 3 5
dato.
= 0 .1 1 0 6 Porcentaje (incremento) = 1 0 2 .3 5 -
S e denomma razón al cociente de dos
- 10 0 = 2 .3 5
cantidades cualesquiera. Si la razón se m ul­ - Porcentaje (incremento) = 1 1 1 .0 6 -
tiplica por 1 0 0 obtenemos el porcentaje. - 10 0 = 11 .06

W 40AC 9 ESlAOÍSriCA 223 224 UM Q A D 9 : ESTA0ÍS1ICA


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Ejem plo: Tasa de mortalidad - Las entrevistas se distribuyen uniforme­


mente a lo largo de las doce semanas que
0 número de trabajadores de dos provimcias clasificados por su actividad económica vie­ de ce-'unciones
x 1 0 00 (en %o) forman el trimestre de la EPA. Las semanas
ne dado en las siguientes tablas: población total 1 a 4 forman eí primer mes. las semanas 5
a 8 el segundo y las semanas 9 al 12 el ter­
N ú m e ro de Tasa de nupcialidad
Proporciones Porcentajers cero. Las estimaciones de cada trimestre
trabajadores tienen como fecha de referencia de la mitad
_ n° de matn momos
x 1 0 00 (en % ,) del segundo mes. es decir, el final de la sex­
Sectores Provincia Provincia Provincia Provincia Provincia Provincia población total
económicos A B A B A B ta semana.

Pnmano 40228 12435 0 .1 6 0 2 8 0.0 583 1 6 ,0 2 8 5,8 3 Tasa de fecundidad global= La clasificación de los miembros de
Secudario 8 5 327 50347 0 .3 3 9 9 7 0,2 362 3 3 ,9 9 7 23 ,6 2 cada rogar se distribuye en tres categorías:
r»° de nacimientos
Terciario 125432 1 5 042 8 0 .4 9 9 7 5 0 ,7 0 5 5 4 9 ,9 7 5 70 ,55 x 1 0 00 (en %o) ocupados, parados e inactivos:
mujeres entre 15 y 4 9 anos
Total 250987 213210 1 1 100 100 - O cupados: son las personas de 16 o
- Tasa de crecimiento natural
m ás años que durante la semana de re­
ferencia han estado trabajando durante
nacidos - muertos
Para calcular, por ejemplo, la proporción x 1 0 00 (en %o)
del Sector Secundario de la provincia A. ha­ 3. Tasas población total
al menos una hora a cambio de una re-
tnbución. Se dividen en trabajadores por
cemos: cuenta propia y asalariados.
El concepto de tasa hace referencia a la
Densidad de población =
8 5 327 medición de una variable en función de otra - Parados: Son personas de 16 o más
0.3 399 7
2 5 098 7 con la que está relacionada. anos que durante la semana de referen­
_ n° de habitantes
cia han estado sin trabajo, disponibles
n° km2
El porcentaje lo ootenemos multiplican­ A la hora de medir la mortalidad, natali­ para trabajar y buscando activamente
do esa cantidad por 100 dad. nupcialidad... de un país, región, provin­ empleo. También se incluyen en aquí tos
cia, etc., es mejor, de cara a poder realizar que ya han encontrado trabajo y están a
0 .3 3 9 9 7 * 1 0 0 = 3 3 .9 9 7 comparaciones, utilizar la tasa de mortalidad la espera de incorporarse al mismo.

A veces, las porporciones y los porcenta­


que el número defunciones: la tasa de natali­
dad. que el número de nacimientos, etc.
4. Encuesta de Los ocupados y los parados constituyen
jes se representan mediante un gráfico de población activa la población activa que está integrada, por
sectores Las tasas se calculan hallando el co­ tanto, por las mujeres y hombres en edad
ciente que resulta de dividir el número de La Encuesta de Población Activa (EPA) de trabajar legalmente, que constituyen la
nacimientos por la población total, el núm e­ es una investigación continua y de periodici­ mano de obra disponible para la producción
ro de defunciones por la población total, dad bimestral sobre una muestra de 6 4 .0 0 0 de bienes y servicios durante un penodo de
etc. Dichos cocientes se multiplican por la familias y realizada por el Instituto Nacional tiempo determinado.
unidad, seguida de tantos ceros como sea de Estadística (INE).
necesario para que el número resultante sea Por otra parte, la población inactiva es
fácimente comprensible. Su objetr.o pnncipal es recabar datos de aquella que. teniendo 16 o más años, no
la fuerza de trabajo y de sus diversas cate- está incluida en ninguna de las categorías
Ejemplo de algunas tasas: gorias (ocupados y parados) así como de la anteriores (personas san trabajo y disponi­
- Tasa de natalidad = población que no está inserta en el mercado bles para trabajar que no buscan empleo o
n° de nacimientos laboral (inactivos). personas sin trabajo y no disponibles para
x 1 0 00 (en % »)
población total

U N O r t> 9 E s iA o is n c A 226 U H IÛ A O 9 : ESTA0ÍS11CA


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trabajar). A partir Ce la EPA se calculan di­ do. cuando se pasa de un elemento (área Los cálculos se simplifican multiplican­ Ejem plo:
versas tasas. Las más importantes son: geográfica, sector, etc.) a otro. Generalmen­ do todos los datos de la sene por el multi­
te los números índices se aplican a senes plicador: Los números índices del precio de la ga­
Tasa de paro = temporales. solina de un país están reflejados en la tabla
n° de parados siguiente:
x 10 0 (en % ) Í4 S S 5 T -0 Í0 0 0 0 2 9 3 7 6
población activa Lo que se pretende con los números ín­
dices es comparar una sene de observacio­ Precio
Tasa de actividad = nes de una variable calculando los porcenta­ De esta forma, podemos calcular rápi­ Años
gasolina
jes de cada valor de ella respecto al valor de damente cualquier Índice de la sene:
_ Poblicion activa
x 10 0 (en % ) referencia, el cual se denomina base (su ín­
Población adulta 1990 100
dice se iguala a 100).
Población española 1991 150
Ejem plo:
El cálculo de los números índices es 1992 165
Núm eros índices
En un pais hay 1 0 0 0 0 0 0 0 de trabajado­ m uy sencillo, basta aplicar la conocida regla 1993 200
res ocupados y 1 2 5 4 3 2 5 parados ¿Cuál es Base 1 9 7 0 - 100
de tres.
la tasa de paro? 1994 210
19 70 100
Ejem plo: 19 75 105.8 1995 80
Tasa de paro =
1981 110.7
Vamos a formar la serie de números ín­
1 2 543 25 19 86 113 Queremos calcular, ahora, los números
dices a partir de los datos de la población
x 1 0 0 = 1 1 .1 4 5 % 1991 114.2 índices respecto al año 1992.
1 2 5 4 3 2 5 + 1 0 000 00 0 española entre los censos de 1 9 7 0 y 1996.
19 96 116.5
Para obtener la sene completa, multipli­
Años Población
Observando la tabla se puede ver rápi­ cam os cada índice por el multiplicador
100
1970 34041531 damente la evolución de la población espa­ — = 0 .6 0 6 . obteniendo:
5. Núm eros índices, 1975 36012682
ñola en términos porcentuales y responder a
165

índices de precios de 1981 37682355


preguntas del tipo siguiente:
Años Base 1 9 92 = 1 0 0
¿Qué incremento se produjo en el año
consum o 1986 38473418 1 9 91 respecto al año base? 1990 60
1991 38872268
11 4.2 - 10 0 = 14.2 1991 90
5.1. N úm ero s ín d ice s sim p le s 1996 39669394
1992 100
Se produjo, por tanto un incremento del
Los números Índices se introducen en 1993 120
Hacemos el índice de 1 9 70 = 100 14 .2 % .
Estadística para estudiar las fluctuaciones 1994 127
de una cierta magnitud variable en función Cam b io de base
Para calcular, por ejemplo, el índice de 19 95 48
de uno de sus valores que se toma como
1975:
término de comparación (precios, sálanos, Para fac*tar algunas comparaciones y
importaciones, inmigración, etc.). realizar ciertos cálculos conviene, a veces, índices en cadena
34041531 100
modificar la base de algunos índices ya cal­
Las observaciones de la variable pueden 36012682 x culados. En ese caso hacemos igual a 100 Los Índices en cadena se utilizan para
ser temporales o espaciales. En el primer la cifra correspondiente al tiempo que se de­ estudiar las fluctuaciones de una variable
3 6 0 1 2 6 8 2 x 100
caso las fluctuaciones se producen al pasar 105.8 see tomar como nueva base y transforma­ midiendo, en términos de porcentajes, cada
3 4 041 53 1
de una unidad temporal a otra; en el segun­ mos proporcionalmente la serie. valor respecto del antenor.

U N C AO 9 ESlAOÍSttCA 227 228 U m q a d 9 : E s t a d í s t ic a


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Ejem plo: Generalmente los índices complejos se En el caso de que fueran vanos bienes b y s Tabaco
calculan para reflejar senes de valores. tendríamos:
Vamos a calcular los índices en cadena años unidad
P
de la población española. No calculamos eí Si llamamos p al precio de un bien o
servicio y q su cantidad, obtenemos el valor V . precio y V . de V . de
Índice de 1 9 75 ya que en la tabla no apare­ 1920 0 .6 50
realizando el producto: cantidad precio cantidad
ce el dato del censo anterior. 1945 63 100
v = p •q
Hacemos: 2lW b 2P9 o 1950 87 20 0
Si para el bien o servicio que estamos ÍP A 2 p tq IP Q i 1970 110 150
36012682 100
considerando tenemos los precios p.. p„ ...,
x = 104£
37682355 x p, y las cantidades q .. q