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UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDNIA

DEPARTAMENTO DE ARTES
CURSO DE MSICA

ARIEL DE SOUZA BITENCOURT

APLICABILIDADE DA MSICA COMO FORMA DE LINGUAGEM NARRATIVA EM


SENHOR DOS ANIS - A SOCIEDADE DO ANEL

PORTO VELHO
2017
ARIEL DE SOUZA BITENCOURT
APLICABILIDADE DA MSICA COMO FORMA DE LINGUAGEM NARRATIVA EM
SENHOR DOS ANIS - A SOCIEDADE DO ANEL

Projeto de pesquisa apresentado ao Curso de


Msica da Universidade Federal de Rondnia
para a obteno de grau de Licenciado em
Msica.

PORTO VELHO
2017

APLICABILIDADE DA MSICA COMO FORMA DE LINGUAGEM NARRATIVA EM


SENHOR DOS ANIS - A SOCIEDADE DO ANEL
RESUMO: Este trabalho de concluso de curso visa lucidar especficos pontos
subjetivos e at mesmo abstratos sobre o emprego meticuloso e sistemtico de
formas variadas de arranjo e composio dentro de uma obra cinematogrfica
singular. Para o desenvolvimento da pesquisa foi escolhido o filme Senhor dos
Anis - A Sociedade do Anel. um filme de fantasia dirigido por Peter Jackson e
baseado no primeiro volume da srie de livros de o Senhor dos Anis, de J.R.R.
Tolkien. Na escolha do objeto de pesquisa foi priorizado o alcance da obra e sua
influncia em diversos seguimentos artsticos e tambm sua riqueza de detalhes e
esmero. A pesquisa basea-se em aspectos fundamentais e histricos da msica
ocidental e em aspectos pontuais no que se refere percepo, leitura e
interpretao. possivel relacionar as escolhas de intrumentos, intensidade,
andamento com o que retratado visualmente na obra. Por ser o primeiro volume de
uma trilogia, intuitivo que seja tomado como alvo de investigao pois nele so
apresentados todos os temas e motivos que so recorrentes na continuidade da
obra.
Introduo

O contexto no qual a msica se insere no decorrer da histria moldou certos


aspectos de sua execuo e elaborao. Sua funo era variada, porm a mais
recorrente foi litrgica. Atrair as massas, comover os ouvidos, encantar os
desletrados e at mesmo ser a voz da f.
Segundo Jean & Brigitte Massin:

Dois tempos diversos do ritmo aventura individual e coletiva: aquele que projeta a histria
individual numa marcha para a eternidade orientada pela histria da salvao e aquele que organiza
os grandes movimentos cclicos da natureza, a alternncia dos dias e das noites, escalonando-os em
oraes (MASSIN, Jean, 1983, p. 135).