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Seleção e Prefácio
Amo . Carlos Seeehi

São Paulo
2007

Ferreira Gullar) quanto de amores à margem do a condição colonial -.cerro conservadorismo lingüístico. além de professor visiran- epílogo. Ensaísta. da ABL e do PEN Clube). Isso posro. outras tantas. Credita-se aos Suspiros poéticos e saudades. _'. cànone UúIio Salusse. pode-se dizer que Magalhães muitas vezes ainda não era recentes são:joão Cabral de Melo Neto: a poesia do menos (2i1 edição. o império da poesia acabou servindo para consolidar a poesia do Império. Na Global Edirora.. e o que medeia [ério da Educação c Cul(u~a em 1985 e do Prêmio Silvio Romero entre ambas. 2002.a poesia de Gonçalves Dias. em Ponugal. Examinemos sumariameme tais extremidades. no México e nos Estados Unidos. em 1836. Mário Pederneiras). Em pontos poeta e ficcionista. ROMANTISMO Poucos períodos literários costumam ter daras de início e término de vigência tão bem assentadas quanto o nosso ROIl1~lI1- AnlOnio Carlos Secchin nasceu no Rio de Janeiro. na plificação didática. .os tenramcs de Magalhães e de Porra-Alegre . de Gonçalves de É doutor em Letras e professor titular de Literatura Brasileira da Magalhães. Stecn. romântico. orga- ridade artística de Gonçalves Dias sobre os dois OUtros) se aproxi- nizou as antologias de melhores poemas de João Cabral de Melo mavam por um fator extraliterário: rodos viveram à sombra das Neto e de Fagundes Varela c a de melhorcs co lHOS de Edla van benesses imperiais. tismo. Manuel de Asaújo Porto- prlo autor (2006). (poesia reunida. tanto de nomes consagrados (Castro Alves.o. Responsável por várias seleras e obras compleras Alegre e Gonçalves Di~ls. da ABL em 1987). canos". Domingos Gonçalves de Magalhães. venro. para a afirmação de um país que há pouco deixara Cecília Meirclcs. Nesses autores. abafa questões que não deveriam ser negligenciadas. o acerto genérico na localização desses marcos Itália. se assim podemos dizer.do que se alçou à condição efctiva de rcali7.na França. e a Castro Alves seu Universidade Federal do Rio de Janeiro.3ção estética . impor- ta difercnçar o que se limitou à condição de projeto . enorme desnível estético entre seus três principais integrantes. . na Venezuela. Como em toda a sim- te de várias universidades estrangdras . esses poetas (em que pese a evidente supcrio. TotÚJ. e Castro Alves.- . nativos. datórios. que se rejubibva na voz encomiástica de seus canrores. prêmios O quc de início r~salra na primeira geração romântica é o da Fundação Biblioreca Nacional. com as Espumas flutuantes. é autor de dez livros. e o cultivo de lemas "ameri- de poetas brasileiros. Dom Pedro II atribuiu-lhes cargos e missões. já havia deixado de sê-lo. na forma. o início do movimento. em 1952. Partindo de clememos comuns . é o membro mais jovem da Academia sendo recompensado com dedicatórias e pot'mas cxrremamentt' lau- Brasilei ra de Letras. 1999. Eleito em 2004. de 1870.obre poesia & alguma ficção (2003) e 50 poemas "colhido. ganhador do concurso nacional de ensaios do INLlMinis. Escrito. Suas publicasrões mais extremos. /.

para que o panorama se tornc menos incompleto. Fracassou na tentativa de reviralizaçáo do duas culturas. Nenhum de nossos poetas românticos as epígrafes. tediosos e pouco inspirados em ambos.o perante matérias até então adstritas à últimos.iranos. Dias conseguiu tecer desdobramentos polifôni- firme. o da lágrima e o do 8 9 . como no (literalmente) anrológico romântica (a religiosidade.l. embora.se no mais f:lmoso poema brasileiro: "A can. como parodiada incondveis vezes. de fermentar o amídoro aprofundamellto de temas hisróricos brasileiros c europeus (estes do humor e da desidealizaç. paradoxalmente. enquanto a maioria dos românricos simulava uma continuidade rúria da literatura do Rrasil".<. em rente abandono dos remas nacionais em prol de um viés cosmnpo- delicadas ou desesperadas incursóes lírico-amorosas. e que encontra seus expoentcs nas figuras dc tim!Jiras de Gonçalves Dias. o poeta (e grande amigo) Pono.1 sede de conht'cimento. Além disso. não se possa pres- Em Gonçalves Dias. de modo um escritor que expressava em formas conservadoras uma temática simultâneo.que tanto constrangeram o dis- ção do exílio".pesados. Mas.. Curiosamente. embebidos na alra dosagem a que o de línguas estrangeiras.•lingüísticas e etllográficas. o louvor das damas. o louvor de Deus (única força do confessionalismo exacerbado en"l lágrimas. publicado em Niter6i. revelou-se. C0l110 também posições de natureza amorosa pode. nUln hibridbmo preju.l. ainda que A vivência . o culto à Pátria). quando não. no seu "Ensaio sobre a his. à indígcna mulher.se tugueses: passamos a dispor do aval de Álvares para cpigrafar e legi- ombreia com Gonçalves Dias no que tange ao domínio técnico dos timar as lágrimas dos seus numerosos epígonos. ingleses e por- .até mesmo porque muitos deles morreram precocemente . . ironizad~l. cuidaram. por Alegre. cujo Colombo data de 1866. junqucira Freire e Sousândrade. foi criticada pelo apa- a que se submerem a natureza e o poera).lrormenrada e tormentosa do desejo.se detectar uma configuração fracassari. sobretudo. do tédio e jeto de reconhecimento idencitário). a peça de abenura de seu livro de estréia. como a mesriça de "M. com dedicatória a Pedro 11. ao "ultra" promete. do mal do século. entre vida e obra. novas propostas.uabá". de Byron e de outros cultores do pessimismo. de Musset. cos por meio da construção de personagens com marcas de alreri- Malgrado advogar a premência da renovação. de 1856.opro épico em A conftrlertl(lio dos tamoios.receberiam melhor traramen. por seu menos insatisfatórios em Magalhães . Conforme assinalamos em outro estudo. parafraseada e do lirismo azevediano. no mesmo selHiuo. o IOllvor do país (na construção de um pro. na prática. dade. Álvares de Azevedo. ou à personagem desenraizada no atriLOde dicial à fatura dos textos. Os dois registros. curso do grupo precedenre. cedendo a voz a mulhcres e índios. devido ao enorme sucesso cimento literário. também certos prorocoios de pn:srfgio.românricos. que o It'VOllao estudu alguns poetas ultra. no mesmo ano de 1836 em que viriam a lume os Suspiros. Primeiros cantos mas de expressão aproximaram-se de uma realidade menos tutelada (1846). Conhecida como a geração temas da primdra geração româmica: o louvor da natureza (nela ultra-romântica.. versão ac1imarada das lamúrias integrada o indígena). pelos padróes lingíiísticos lu. a pesquisa . constitui-se em um dos fundamentos da geração que sucedeu to no outro canto épico do grupo: referimo-nos ao inconcluso Os à de Gonçalvcs Dias. meio da afirmação de um desejo despido de culpa. rransformou. servindo rambém de estofo para as incursões gonçalvin3s esfcra do trágico e do sublime. de certo modo. Igualmente nas com- c. . em especial. Os decassílabos em versos bran. é::J "certidão poética" de nosso nas. que escapa do viés anrinômico (virgindade x prosriruição). publicado postumamente em 1857. o Brasil-nação encontrava cindir das contribuições de Bernardo de Guimarães. Laurindo seu primeiro grande poeta. eles próprios. Deu superior expressão aos principais Rabelo. Não por lira da culrura. revista brasi. Casimira de Abrcu e Fagundes Varela. e. deixaram de ser maciçamenre franceses. finalmente.'- - Magalhães merece relevo. como os dois citados. turno. foi com tais poetas que as for- acaso. cos . meios exprL'ssivo!'. "Leito de folhas verdes". como divulgaclor das no gênero dramárico). rendo sido louvad. cnfcixadas.

Castro Alves se transformaria na ambos. não raro convivem no mesmo poeta. de 1870. Bernardo a publicar seu O elixir do pajé em folheto clandestino. cm vez da presença de . de ]unqueira Freire. no final do decênio. fenômeno. Suas Espumas jlUlWlntl'S. cantor de um lirismo desassombrado que não lização de palavrões e de explícita pornografia. cujas Trovas tas anteriores foram episódicas. com as [-farpas selvagens. na Parte 1.. . entravam n0 palco as musas marmorc3S. de 1883. nem falamos das manifestações mais ousadas. diluído em um te vivenciou.obre algumas coletâneas româmicas. obras. mal atravessou a fronteira da primeira edição de um "O poeta moribundo". o comentá. cultivando a veia religiosa e já transirando Luis era cognominada "A Atenas brasileira") comporta resquícios da esfera íntima para o âmbito püblico. cloróticas" ~ão ":Of . regis- de nosso Romantismo. para além ve. aliás. Os estertores românticos conviveram com os balbucios ramos. . maior nome do período tível. para as grandes questões arcaizanrcs c se traduz em dureza do verso. Quanto ao regime servil. G. mas abraçando o liris- em voga. mas seu padrão verbal (náo nos esqueçamos de que São mo amoroso tradicional. Trajano Galvão. cicnrificistas.> poetas amiúde alijados do bradava. lhe sucedeu. é certo que Castro Alves nao poema (bem como o que lhe acompanha. Bittencourt Sampaio e Bruno A estréia t1e SOllsfwclracle.ém esqueu:r algun.In 'IOS e das fa7._ dos . sociais. talvez. percep. de 1857. a ponto de consubstanciarem-se em um livro quase inteiro "proibida". quanto a desconsr[uçáo satírica de das províncias.). em uágica imensidade. soberano no decênio seguinte.. atraído pelo materialismo e pelos ideais incluído em antologia do movimento .leia-se. Predon~inou na cena literária da década de 1R60. trado por Machado de Assis em seu famoso ensaio ''A nova geração". 111•. porém. do fogo. de Guimarães e Rabelo. de publicação p6s. l ~ que I "c1am uma outra fan'" da natureza.. no soneto "Profissão de fé". adiante. A maioria desses escritores. excluía ou camuflava as manifestações físicas do desejo. comporta (amo a "ortodoxia" sentimental de "Lem. e sim da vertcnte de Alvares: pelo que apu. discursos paralelos em suas respectivas referência maior de nossa pocsia.. cuja Lira dos vinte anos.. "Odeio as virgens pálida5. aos 23 anos. e a excluir o precedente. ou seja: um lado consoame ao padrão ultra-româmico e revelaram um artista. geraria seus mais consistentes frutos no Parnasianismo rio :. dito de transição entre o ultra-romanrismo e a poesia condoreira que Também em Casimira de Abreu. oriundos brança de morrer". o que levou. tal foi a poesia de Fagundes Varela.. e. compõem esse grupo. Houvc dedicado ao tema. de imagísti- auno transgressor. "A origem do mênstruo") terá sido o primeiro bardo a execrá. só livro de poesia. ilde.•. ca forte e inovadora. orgânicas e siste- datam de 1853. vazadas num tom menor. mas as manifestações de poe- de suas Novas poesias. sibilidadc contemporânea. inclusi. em um nível. e o exemplo mais citado grandes dramas e conflitos. enue OUU(\S. o póstumo Os escravos. mais apimentado pela uti. à maneira de Álvares. Carvalho Jr. mais próximo da sen- [Uma (l853). de 1879. revela uma clave menos hiperbólica que os gemidos altissonantes Também cultora da faccta campesina. na segunda pane. e não.endas. apenas postumamente teve recolhida sua produção máticas. resistência da crítica em incorporar ao cânone essa face transgressora A década de 1870 assiste ao declínio do Romantismo.. Varela foi nosso autor romântico que fluis radicalmen- decresce um pouco o palhos do semimcntaJismo. de 1876. Seabra.•. Saíam de cena as cár ll •••. Já Bernardo Guimarães e Laurindo Rabelo desenvolveram modo quc. em volume de 1881.lo. com suas PrimarJeraJ. em parte das Impírttções do CÚlustro (1855). apenas em 1959 um poema da segunda parte da Lira foi iniciais de um grupo que.h riso. o elo indissolúvel enrre vida c lirismo oscilamc cntre uma explícita ingenuidade e uma subterrânea obra.. Já Laurindo Rabelo. senhor de seu ofício.. como agora.. . de 1859. a vida flui em pacatas conversas ao pé costuma ser o de Álvares. musas etéreas. dos véus diáfanos que o encobriam ou o enlanguesciam na geração com autoria identificada apenas pelas iniciais (B. imirulado Obras poéticas livres. não a selvagem. do mesmo malícia.

de seis poetas (que de alguns à extrema valoração de oU[ros. pelo pio. costumam ser destacados Outra ser:í. Registre- Na História dll literatura bmn'leirn (I RR8). todas as sucessivas seletas conseguiram agregar apenas dez outrOS O que logo se revela. em dois elenca mais de 120 poetas do período romântico. observamos que Bandeira privilegiou os cinco cujo sucesso como ficciollista obnubila seu papd de: poera. comparecem 50 pol"tas (c. poderiam imegrar esse plantei inrermédio.uJlto. Essa antologia é.. suplalHaJo pelos 41 da faixa três.•.l. Para o terceiro escalão. será suficiente comentar as antologias que trazem no título o substantivo "Romantismo" ou o adjetivo "romântica". como um wdo.llHoJogistas foram do pré-Romantismo de Domingos Borges de Barros ao pré-Parna- operando seus próprios recortes. Varela-Castro Alves está presente que lhe votava Sílvio Romero. 28 poemas. de Mello Moraes Filho. leceu um amplo corpus no qual historiadores e . correlata ao trabalho historiográfico de Sílvio Romero. porém. Antologias românticas sitos. uma retração do espa- destacam-se Luís Gama. esquecidos. A notar. e SOllsân. Ilum total de 85 poemas. publicado em 1885. é seu escalonamento em [fés grandes tàixas de prestígio res (quase a metade do elenco!). exceto os do último esca- das obras. est. organizadores..1ocentenário de Azevedo. Também nesse grupo se incluem Bernardo Guimarães. 12 I anos após. Álvares de Em 1937. autores mais consolidados.'Kabou se transformando o entusiasmo excessivo quinteto Dias-Casimiro-ÁJvares. Sílvio Romero mos. na esteira das comemorações c.. na conta dos 12 13 . do que propria. ço concedido aos consagrados. que não legou livro pró. juízos de Romero..:xalamente o dobro dos e 'lobias Barreto.uam por incrementar a faixa de nomes mente pela consideraçáo de sua. Fagundes Varela.. em 33 textos. com um de[alhe Somenrc no século XX surgiram as colctâneas com volumes expressivo: essa ühima distribui-se por 39 autores. Manuel mas ainda no me. o Paruaso hrasileiro. estabe. rama da poesitl bYtlsil~im: o Romantismo (1959) e de Poesia român- rência de peças esparsas. fietl (1965). Nesse grupo.mo grupo. Eugênio da Silva Ramos. Tomando por base as três faixas que neirismo. Francisco Otaviano. ainda mais flagrante na obra de prio. de 14 escritores. Cavalheiro. livro publicado. mais drade... que o consideram superior inclui Machado e exclui Sousândraoe). embora dele tenham descartado 67 auto- história. respectivamente. Machado de Assis.'lbdo. pela qualidade propusemos (e os nomes que as integram.•obra . Ambos opt. dnone do Romanrismo. ou seja. mas é amor de dois ou (rês poem~l'"que vêm resistindo ao tcmpo. que vão do quase-desprezo da metade do con. Comporta. mas sobre quem pesa a integrantes da coletânea de Bandeira). pela amplitude. O segundo grupo. O "maldição" em que . Luís Ddfino e Guimarães Jr. presentes em v~i. em aberto). com 25 poetas ~ 134 poemas. ubjeto de apreciações antagônicas.. da amostragem. Bandeira lançou a Antologia dos poetas brasileiros da fase romântica. no processo constitutivo do sianismo de Luís Guimarães Jr. Basta dizer que hoje. ao considerá-lo superior a C1StfOAlves. salvo essa inserção na coletâ- (ou desprestígio) crítico. já desapareceram por completo. nea de Mello Moraes. A faixa seguinte comporta Gonçalves dc lvlagalhães. comprovando a segmen tados pelo cri tério dos estilos Iiterários.l representado por 30 a Castro Alves. Casimiro de Abreu e Castro Alves."selcta. A primeira é integrada por Gonçalves Dias. nada menos do que 132 poetas. publicação dos Suspiros poéticos (ocorrido um ano antes). a orientação de Edgard Cavalheiro e de Péricles principalmente por seus poemas de famra parnasiana. Ao OlHar pelo critério da exaustividade. aromização... talvez excessiva. do que resultou. pouco abaixo desses. na recepção de nossos poetas através da nomes a esse comillgeme.riasanwlogias. presente em muita. coletando-lhes 76 textos. Para nossos propó. do Pano- O (ercciro eSGllãuacolhe nomes que sobrevivem mais em decor. alguns deles sem volumes. Nela. que textos. que.. em consonância ou dissonância ante os com ou sem livros publicados. além de Junqueira Freire e Laurindo R. editorialmente. lão.

1995. CAVALHEIRO. é considerado o imrodutor "oficia'" do Garnier. Rio de janeiro: B. Edgard (org. Panorama da poesia brasileira: Nasceu no Rio de Janeiro. de 1836. 1885. Manuel (org. Formou-se em Medicina. Alexei (org. Um dos cscrimres dileros do impe- l\lORAES FILHO. em 10 de julho de 1882.). OLIVIERI. com Suspiros poéticos e slludn- RAMOS. 1965. Poeta. daí advindo famosa polêmica. Antologia sofo. São Paulo: Ad. . Grandes poemas do Romantismo brasileiro. no Melhoramentos. em 1832. Itália. rador Pedro lI. 1937. Antologia dos ponas brasileiros da fi'" romântica. em 13 de agosto de o Romantismo.' Bibliografia (das antologias citadas) BANDEIRA.). Péricles Eugênio da Silva. São Paulo: des. BUENO. .). Faleceu em Roma. Antonio Carlos (orgs.. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Saúde. 2 vols. filó- FACIOLI. ceu a diplomacia. Romamismo hrasileiro. 1985. ' . a partir de 1847 exer- de poesia brasileira: Romantismo. Além dessa obra. Mello.ca. .L. 1959. Rio de janeiro: Nova Fronteira. poema épico que despertou reação hosril de José de Alencar. Poesia romântica. historiador e dramarurgo. campo da poesia. . deve-se regi suar. de 1856. Parnaso brasileiro.). 18 I I. Rio de janeiro: Civilização Brasileira.. A confederaçiÍodos tamoios. Valentim.

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