Está en la página 1de 32

1

DANIELA CANAZARO DE MELLO

A PRISÃO FEMININA: GRAVIDEZ E MATERNIDADE - UM
ESTUDO DA REALIDADE EM PORTO ALEGRE - RS/BRASIL
E LISBOA/PORTUGAL

Tese de Doutorado apresentada ao
Programa de Pós-Graduação em
Ciências Criminais, Faculdade de
Direito, Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, como
requisito parcial para obtenção do
grau de Doutor em Ciências
Criminais.

Área de Concentração: Sistema Penal
e Violência
Linha de Pesquisa: Criminologia e
Controle Social

Orientador: Prof. Dr. Gabriel José Chittó Gauer

Coorientador: Prof. Dr. Antònio Pazo Pires

Porto Alegre, 2014

2

Catalogação na Publicação

M527p Mello, Daniela Canazaro de
A prisão feminina : gravidez e maternidade : um estudo da
realidade em Porto Alegre – RS/Brasil e Lisboa/Portugal /
Daniela Canazaro de. – Porto Alegre, 2014.
2 v.
Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Ciências
Criminais, Faculdade de Direito, Universidade Católica do Rio
Grande do Sul.
Orientador: Prof. Dr. Gabriel José Chittó Gauer
1. Mulheres na Prisão. 2. Sistema Penitenciário –
Brasil. 3. Sistema Penitenciário – Portugal.
4. Maternidade na Prisão. I. Gauer, Gabriel José Chittó. II. Título.

CDD 341.582

Bibliotecária Responsável: Salete Maria Sartori, CRB 10/1363

3

RESUMO
Este estudo tem como objetivo compreender e comparar as percepções das vivências e os
significados da maternidade para as mulheres reclusas, que estão em companhia de seus
filhos em uma prisão no Rio Grande do Sul - Brasil e em Lisboa - Portugal. Também
foram investigadas as características sociodemográficas, clínicas e jurídicas da população,
as percepções dos profissionais que trabalham nessas prisões e os programas oferecidos. A
pesquisa teve um delineamento misto, totalizando 60 participantes na amostra brasileira e
35 na portuguesa. Os dados quantitativos foram analisados por meio dos cálculos
estatísticos do Statical Package for the Social Sciences – SPSS, versão 17.0 para Windows,
e os dados qualitativos foram analisados com o método Grounded Theory. Os resultados
apontam que a maioria das mulheres pertence a grupos desfavorecidos, cumpre pena por
tráfico de drogas, possui familiar com história de aprisionamento, bem como já visitou
alguém na prisão. Diante dos dados clínicos, constata-se que as reclusas brasileiras
apresentam um quadro de vulnerabilidade mais severo que as reclusas portuguesas. Tal
constatação é evidenciada no percentil de mulheres com história de uso de drogas ilícitas,
totalizando 68,3% das brasileiras e 37,5% das portuguesas, indicando que há o dobro de
usuárias de drogas na amostra brasileira, bem como houve uma associação positiva entre
uso de drogas e aprisionamento anterior e dificuldades de cuidar dos filhos em liberdade.
Mesmo que a maternidade em meio prisional tenha se dado em contextos culturais, sociais,
políticos, econômicos diversos, há categorias similares quanto ao significado da
maternidade. Os aspectos que se destacaram nas entrevistas foram os fatores protetivos e
fatores de risco do aprisionamento para a mãe e para a criança; a constatação do ambiente
hostil; a impotência em exercer a maternidade; a mudança na identidade materna versus a
maternidade idealizada; o estabelecimento de um vínculo mais estreito com o filho; a
suavização do aprisionamento; e, a ambivalência frente ao temor da separação versus bem
estar do filho. Já as diferenças são descritas nas seguintes categorias: a influência do
aprisionamento do filho; o sentimento de culpabilidade e as estratégias utilizadas
(contenção versus atenuação). Em ambas as realidades, o aprisionamento acaba
estendendo-se aos filhos, que de forma direta acabam por ser submetidos a privações e aos
efeitos do aprisionamento. No entanto, foi constatado que quanto mais tempo a criança
permanece na prisão, mais se torna capaz de perceber as privações submetidas e, como
consequência, sofrem diversas influências e danos manifestados através do
comportamento. Este achado reforça que a maternidade deveria ser recriada em espaços
que assegurassem a sua liberdade. Tal constatação foi feita na amostra portuguesa, em que
a maioria das mães tem a experiência de poder permanecer com o filho na prisão até os três
anos, diferentemente da amostra brasileira em que é permitida a permanência da criança
até um ano de idade, período este em que não há um entendimento da prisão.

Palavras-chave: Maternidade; Prisão; Maternidade na prisão; Mulher na prisão.
Área de concentração: Sistema Penal e Violência.
Linha de pesquisa: Criminologia e Controle Social.

SPSS. This finding reinforces that motherhood should be recreated in spaces that would ensure his freedom. Women in prison. it appears that Brazilian prisoners that inmates have a Portuguese box most severe vulnerability. and there was a positive association between drug use and previous imprisonment and difficulties of caring for children in freedom. serving time for drug trafficking. Even though motherhood in prison has taken place in cultural. totaling 60 participants in the Brazilian sample and 35 in Portuguese. political. economic various contexts there similar categories as to the meaning of motherhood.Brazil and Lisbon . In both situations. a total 68. and the ambivalence facing the fear of separation versus welfare of the child. Concentration Area: Criminal System and Violence. version 17. Quantitative data were analyzed using statistical calculations using the Statical Package for Social Sciences . she becomes more able to understand the subject deprivations and. who are in the company of her children in a prison in Rio Grande do Sul . . Motherhood in prison.5% of Portuguese. The survey had a mixed design. the feeling of guilt and the strategies used (containment versus attenuation).Portugal . The results show that most women belong to disadvantaged groups. The aspects that stood out in the interviews were the protective factors and risk factors of imprisonment for mother and child. This finding is evidenced percentile in women with a history of illicit drug use. and has visited someone in prison. has family with a history of imprisonment. 4 ABSTRACT This study aims to understand and compare the perceptions of the experiences and meanings of motherhood for women in prison. suffer damage diverse influences and expressed through behavior. social. Line of research: Criminology and Social Control. it was found that the longer a child remains in prison. the perceptions of professionals who work in these prisons and programs offered . the finding of hostile environment. the imprisonment ends extending to the children. the smoothing of imprisonment. impotence in exercising motherhood.3% of Brazilian and 37. who directly end up being subjected to deprivation and effects of imprisonment. We also investigated the sociodemographic. This observation was made in the Portuguese sample. Prison. clinical and legal characteristics of the population. where most mothers have the experience of being able to stay with his son in jail to three years. Have the differences are described in the following categories: the influence of trapping son. However. Keywords: Motherhood. the change in maternal identity versus the idealized motherhood and the establishment a closer bond with the child.0 for Windows. indicating that there are twice as many drug users in the Brazilian sample. On the clinical data. And the qualitative data were analyzed using Grounded Theory method. unlike the Brazilian sample in which the child's stay is permitted until one year of age. a period where there is an understanding of prison. as a consequence.

.....3......... 68 2................ 34 1........ 84 3...............1 Dados sobre a maternidade no Sistema Prisional ..................2 OS EFEITOS DO APRISIONAMENTO . 64 2.......................3 BREVES APONTAMENTOS SOBRE O PERCURSO DO SISTEMA PRISIONAL ... 5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO................... 112 4............................ 108 4..........3..... 39 1............................................................................................ 86 3...........................2 ENCARCERAMENTO FEMININO E QUESTÕES DE GÊNERO .. 89 3............................................... 77 3 MÉTODO .. 84 3.......................... 120 ................................................. 100 4..........3.............. 64 2.............................................4 LEGISLAÇÕES BRASILEIRAS E PORTUGUESAS SOBRE O EXERCÍCIO DA MATERNIDADE NO CÁRCERE ........2 A UNIDADE MATERNO INFANTIL – BRASIL ............................................................................................................ 18 1 A PRISÃO . 31 1................................ 49 2.......................................................................................4 ANÁLISE DOS DADOS .......................................................... 87 3............ 46 2 A RECLUSÃO NO FEMININO E A MATERNIDADE ..................................3.......................................3 O PERCURSO METODOLÓGICO E PARTICIPANTES .............................1 DELINEAMENTO DO ESTUDO ............ 49 2.. 24 1.........................2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ...............................2 Ser mãe na prisão ...........................................1 O DISCURSO PUNITIVO E OS FINS CONTRADITÓRIOS DA PENA............1 DESENVOLVIMENTO INFANTIL E CUIDADOS PARENTAIS..5 A CRECHE DO EP DE TIRES E A CASA DA CRIANÇA – PORTUGAL ...................................................................................... 57 2....3............................................................... 95 4...................1 A PENITENCIÁRIA FEMININA MADRE PELLETIR – BRASIL .............5 PROCEDIMENTOS ÉTICOS ...................................................................... 34 1....... 24 1..........................1 O Sistema Prisional Brasileiro ........................................................... 95 4..................3 Panorama geral sobre a realidade prisional entre Brasil e Portugal ..........................................2 O Sistema Prisional Português ..................................3 O ESTABELECIMENTO PRISIONAL DE TIRES – PORTUGAL ........................3 A MATERNIDADE EM MEIO PRISIONAL ..................... 94 4 AS PRISÕES DO CAMPO DE PESQUISA .............................4 A CASA DAS MÃES – PORTUGAL .......................................................................................... 13 INTRODUÇÃO........

..............4................................ 124 5.....2. 140 6 AS VIVÊNCIAS DA MATERNIDADE ........1.................1 As diferenças . 124 5.........................................................3 Características clínicas ........................................................................1 Dados sociodemográficos ........................................................................ 130 5.....................................................2 AS MÃES E GESTANTES RECLUSAS EM PORTUGAL .................................................................................... 131 5.............1 As semelhanças . 198 7..............................................................................1 O PERFIL DA RECLUSA E SUAS PERCEPÇÕES .........5 História familiar delitiva ............. 139 5........................ 130 5...............1 AS MÃES E GESTANTES RECLUSAS NO BRASIL ................. 207 7...................................................................... 189 7 ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS DUAS REALIDADES .................... 168 6........................6 Dados sobre a gestação e maternidade ..............2.2... 213 8 DISCUSSÃO ................................... 137 5....... 147 6.............. 198 7.........2 Características jurídicas .....4..........6 Dados sobre a gestação e maternidade .................................................................... 257 ...............2......3 A MATERNIDADE SOB A ÓTICA DOS OPERADORES .................1...... 134 5...............................................................1......... INFRAESTRUTURA E PROGRAMAS ....................... 206 7.....1 Dados sociodemográficos ............................. 124 5............................................................................. 244 CONCLUSÕES .....................................................3 ASPECTOS JURÍDICOS........................................... 6 5 O PERFIL DAS RECLUSAS E SUAS PERCEPÇÕES ................................................................................1............2 Características jurídicas .....................................5 História familiar delitiva ............................... 147 6..2................................................1 COMO É SER MÃE NA UNIDADE MATERNO-INFANTIL – BRASIL ...... 138 5.........................4 Dados relacionados com o aprisionamento ..2 COMO É SER MÃE NA CASA DAS MÃES – PORTUGAL ............................................. 254 REFERÊNCIAS .................. 126 5.... 202 7.......................1......................... 134 5.............1.........2 AS PERCEPÇÕES DOS OPERADORES ...4 AS VIVÊNCIAS DA MATERNIDADE ....................................................4 Dados relacionados ao aprisionamento ............................... 135 5.................. 124 5... 216 9 IMPLICAÇÕES PRÁTICAS: REPENSANDO INTERVENÇÕES E POLÍTICAS ..............................................................................................3 Características clínicas .........................................2........................................................................................................................... 201 7........................

Geneva.a família -. 2009. 2 SCHIRMER. Só nos Estados Unidos.sentencingproject. pais. p. além de que nos casos mais graves poderá ter consequências para a sociedade em geral1.2012. principalmente no que tange aos malefícios causados para os filhos dos reclusos. Ashley. MAUER. Sarah. o número de mães detentas aumentou 122%. Rachel. pois terá implicações secundárias para sua família e seus dependentes. Nesse sentido. precisamos refletir sobre a extensão da pena. Evidencia-se. 88.Washington. discute-se sobre a ampliação das leis penais e implementação de penas mais duras e longas e construções de mais penitenciárias. Women in prison and children of imprisoned mothers. consequentemente. Acesso em: 29 mai. em comparação com um aumento de 76% para pais reclusos2. um elevado percentil de mães nestas condições. Estatísticas disponíveis destacam que uma percentagem significativa de mulheres presas são mães ou cuidadoras primárias das crianças.2. 7 INTRODUÇÃO Os debates acerca da segurança pública geralmente giram em torno do discurso sobre o fracasso da prisão. a criação de novas leis penais no sentido da ampliação da atuação do Direito Penal.Research and Advocacy for Reform. dos efeitos deletérios do aprisionamento para o indivíduo na busca de um direito penal mínimo. sobretudo diante da prisão materna. Marc. NELLIS. de 1991 a 2007. para os homens reclusos. Estima-se que 160 mil crianças têm um pai preso no Reino Unido. Por outro lado. no estado do Rio de Janeiro. 2004. p. No entanto. Defende-se que para combater a criminalidade se torna imperioso o acréscimo de bens jurídicos tutelados e. 24. Disponível em: <http://www. No Brasil.64% dos filhos ficam sob os cuidados da mãe e somente 16. Tal constatação significa que o aprisionamento feminino não pode ser considerado isoladamente.3% dos filhos ficam com o pai diante do encarceramento da mãe. Incarcerated Parents and Their Children-Trends 1991-2007. um crescente número de mulheres sendo encarceradas e. porém. o que 1 TAYLOR.org>. em nível mundial. Preliminary research paper. Quaker United Nations Office. . 84% das reclusas são mães e 66% dos homens presos. da falácia do tratamento ressocializador. para se pensar nas dimensões que o aprisionamento acarreta. pouco se discute sobre os danos para aqueles que acabam “cumprindo” a pena juntamente com o recluso . que vai além do condenado. The Sentencing Project. por conseguinte.

7 CUNHA. No entanto. há relativamente poucos estudos que focam nas suas experiências únicas como mães no contexto prisional5. 6 Para Erving Goffman “instituições totais” são caracterizadas pela sua tendência de fechamento.pdf. 7. p. e são muito menos predispostas a receber qualquer tipo de ajuda ou assistência4.22. através de um sistema de regras. Every Night You Cry: The Realities of Having a Parent in Prison. não podemos deixar de mencionar os possíveis efeitos da prisão materna sob os filhos. Jane A. Erving. p. Editora Noventa Graus. Goffman sinaliza alguns efeitos que a prisão poderá causar no indivíduo através dos processos de “mortificação do eu”. Ivone. Estas crianças estão mais propensas às experiências de pobreza. 4 GLOVER. . 8 GOFFMAN. Acesso em: 20 mai 2012. permanecem invisíveis quando se trata ao apoio a eles e suas famílias. 2008. 8 as faz manifestarem grande preocupação sobre os cuidados dispensados à prole diante de sua ausência3. também. como transformações dramáticas do ponto de vista pessoal e de seu papel social8. Ainda que Goffman caracterize a prisão como uma instituição total6.: Mothers in trouble: coping with actual or pending separation from children due to incarceration. GRUPO DE ESTUDOS E TRABALHO MULHERES ENCARCERADAS. The Prison Journal. 90. Ed. p. dentre outras consequências negativas. Além dos filhos de prisioneiros serem considerados um grupo de risco. Relatório sobre mulheres encarceradas no Brasil. 2009. a prisão não seria realmente “totalizante”. cit.. 15-20. 2001.. 16. a cadeia “representaria um intervalo na vida dos indivíduos e seria vivida como tal. Manuela Ivone. ambos entrelaçados e possuindo aberturas para o exterior. (org. Mesmo que as prisioneiras sejam a população que mais cresce hoje em dia. 4. Believe in Childen. sob uma única autoridade. GOFFMAN. J. como uma suspensão ou um parêntesis no seu percurso. p. Essex. Também sendo todos os participantes tratados da mesma maneira e obrigados a realizar as atividades em conjunto. pois as crianças de pais reclusos têm sido uma 3 CENTRO PELA JUSTIÇA E PELO DIREITO INTERNACIONAL (CEJIL).asbrad. Lisboa. São Paulo: Editora Perspectiva. Barnardo’s. Manicômios.com. op.br/conte%C3%BAdo/relat%C3%B3rio_oea. como um tempo de outra natureza” 7. 447. Cruzamentos e perspectivas. doença mental. p. 2007. Com isto. 24. 2010. p. trabalho e lúdico). uma instituição não é totalmente fechada. prisões e conventos. Da Prisão e Sociedade: Modalidade de uma conexão. na qual se encontra uma ruptura das barreiras que separam as três esferas da vida (casa. Manuela. SIEGEL. Disponível em: http://www. continuando estes como referenciais para os detentos. assim.2. Tendo em vista que o sistema prisional faz parte de uma rede complexa de interações entre o fora e o dentro da prisão.): Aquém e além da prisão. condições precárias de habitação. 5 CELINSKA. sendo desempenhados no mesmo local. In CUNHA. ele reconhece que os campos de vida recriados no aprisionamento não invalidam nem substituem os exteriores. E. Katarzyna.

aumentando a probabilidade de haver prejuízos em virtude do aprisionamento. delas com a guarda e com todos os que ali circulam. John. Assim. 9 população relativamente invisível nas pesquisas sobre as implicações colaterais do aprisionamento9. que não podem ser focadas apenas no vínculo maternal. A família e o desenvolvimento individual. 1988. Regan. deve-se considerar também as regras. as normas e as leis construídas a partir desses intercâmbios. há de se salientar que a relação entre mãe e filho inicia-se antes do nascimento e poderá ser influenciada pelo contexto prisional em que ambos estão inseridos. 11 BOWLBY. Deve-se considerar que a gestação gera diversas alterações biopsicossociais na vida da mulher. à criança que está sendo gerada. a separação desse vínculo. como é apontada por Bowlby11. São Paulo: Martins Fontes. 283. através do meio ambiente provido por esta. Parte-se do pressuposto que a maternidade envolve a gestação. GUSTAFSON. É sabido que a maioria dos países permite que a criança viva com suas mães nos primeiros anos de vida. Woods. 1993. de um lado acredita-se que um filho não deveria separar-se de sua mãe.. Ao mesmo tempo. mesmo tendo de ir para a prisão com ela. outras dimensões fazem parte da dinâmica institucional: o interior e o exterior de uma prisão estão em constante 9 HUEBNER. dentre tantos outros fatores. The effect of maternal incarceration on adult offspring involvement in the criminal justice system. São Paulo: Martins Fontes. pode gerar efeitos adversos ao desenvolvimento. 2007. consequentemente. muitas mulheres acabam ganhando os seus filhos e permanecendo com eles na prisão. Donald. Beth M. 10 WINNICOTT. o parto e o vínculo estabelecido entre a mãe e o bebê. . Já por outro lado. e o próprio contexto em que a gestante está vivendo. Esse meio é composto por uma diversidade de interações sociais. no que se refere à maternidade vivenciada durante o período de aprisionamento. Ainda nesse contexto. Winnicott10 salienta que as bases da saúde do indivíduo são ajustadas na primeira infância pela mãe. Com isto. como inclusive nas dinâmicas das relações entre as próprias mães. Journal of Criminal Justice (35). Assim. Sendo assim. os quais podem ser atribuídos ao rompimento na interação com a figura materna. sejam elas formais ou informais. além dos possíveis efeitos nocivos que a detenção poderá ocasionar à mulher. ainda mais que as diversas teorias salientam a importância fundamental da presença da mãe para o desenvolvimento integral do bebê. além de vivenciar o período da gravidez em situação de aprisionamento. o ato de gerar um filho neste período poderá acarretar efeitos adversos na gravidez e. p. Cuidados maternos e saúde mental.

sobretudo sob seus filhos que também vivem na prisão. o tempo de permanências das crianças vivendo em prisões e as possíveis consequências. Portugal. no que tange aos possíveis efeitos do aprisionamento nas mulheres que vivenciam a maternidade em situação de encarceramento e. O foco da pesquisa se dará através da realização de entrevistas com as gestantes e com mães que possuem filhos em sua companhia. em que é permitida a permanência dos filhos com as mães até os cinco anos de idade. Através das narrativas dessas mulheres. Brasil. Realizar um estudo comparativo e compreender como se dá a vivência da maternidade nesses espaços prisionais torna-se extremamente relevante para contribuir nos debates sobre esta matéria. De um lado. E. este trabalho busca compreender estas vivências e os significados da maternidade no contexto prisional. uma questão debatida e pouco estudada ainda fala sobre as condições dos estabelecimentos prisionais para alojar filhos de detentas. em contrapartida. onde os filhos atualmente podem permanecer com suas mães na prisão até um ano de idade. 10 interação. partindo da ótica de quem está dentro e vivencia a separação do mundo livre e tem sua vida privada de liberdade. a presente pesquisa necessita tomar uma dimensão multidisciplinar. os problemas entrelaçados na presente pesquisa eram assim resumidos: “Como é vivenciar a gestação e a maternidade na prisão?” O objetivo geral da pesquisa é analisar e comparar as percepções das mulheres encarceradas sobre as vivências . investigou-se sobre as vivências das reclusas na Unidade Materno- infantil. no Rio Grande do Sul. Assim. constituídas por duas prisões onde há crianças vivendo em seu interior. da polícia. Diante desse contexto. a presente tese focou-se no estudo de duas realidades distintas. localizada no distrito de Lisboa. dos tribunais e da prisão – também se registram nessa perspectiva. Dar visibilidade à voz de quem está aprisionado pode ser uma forma de pensar sobre o lugar que a prisão ocupa em nossa sociedade. bem como as experiências da maternidade durante a reclusão. o qual enfoca os processos de criminalização decorrentes das instâncias que compõem a justiça penal – seja a intervenção do legislador. embora as legislações refiram um período de idade maior. Ressalta-se ainda que o próprio paradigma do controle social. pesquisaram-se as detentas da Casa das Mães. Nesse sentido. Por este motivo. diante da complexidade dos fenômenos que compõem a maternidade inserida no Sistema Prisional.

3) Avaliar as percepções das reclusas sobre os efeitos do aprisionamento para a criança. ainda no século XVII. ao mesmo tempo. 14 MORIN. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2008. sendo alguns destes tratados neste estudo. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre o Cepticismo e o Dogmatismo. 245. Edgar. 5) Analisar as percepções dos profissionais sobre as questões relacionadas à maternidade na prisão. p. Edgar. que tem aqui o seu primeiro significado que seria ‘aquilo que é tecido em conjunto’. Complexidade e Liberdade. Isso posto. Com este objetivo. 1998. cit. 1998. 2) Analisar e comparar as vivências e significados da maternidade nas duas amostras. sistêmica. tomando como base o fato de que o sujeito. realizou-se uma série de entrevistas com pessoas que trabalham na prisão e que muito têm para contar e contribuir. Lisboa: Instituto Piaget. surge a necessidade de uma variedade de metodologias. tendo em vista que entre a singularidade de cada 12 MORIN. Portanto. Dessa forma. o pequeno grupo e o contexto maior são constitutivos uns dos outros. já considerava “impossível conhecer as partes sem conhecer o todo. através de uma relação dialógica.248. 11 da maternidade no meio prisional. É necessário contextualizar o local onde as mulheres retratadas nesta tese estão presas e onde vivenciam a maternidade. a fim de resgatar a história e trazer percepções daquele espaço. O referido autor defende a expressão complexus. Os objetivos específicos foram: 1) Caracterizar as amostras de mulheres gestantes e mães privadas de liberdade em uma penitenciária do Brasil e em uma penitenciária em Portugal (levantamento de dados sociodemográficos. para além de suas partes”13. 6) Repensar as políticas públicas para as mulheres encarceradas que vivem com seus filhos.. . op. busca-se compreender as vivências da maternidade dentro do contexto prisional. por meio de uma leitura sistêmica da complexidade. diante da complexidade do fenômeno a ser conhecido e (re) construído. o complexo que ele constitui. “pensar a complexidade é respeitar este tecido comum. diante dos objetivos elencados neste estudo. assim. clínicos e criminais). Tem-se o propósito de articular o paradigma da complexidade com a realidade a ser pesquisada. hologrâmica. aspectos jurídicos. fornecendo diferentes perspectivas. recursiva e complexa14. In: BESNIER. diante da complexidade do tema. p. 13 MORIN. A cabeça bem feita: reformara reforma e reformar o pensamento. E. 92-97. Morin menciona que o físico e filósofo Pascal. p. 4) Comparar a legislação e o tratamento dado às reclusas no Brasil e em Portugal. tanto quanto conhecer o todo sem conhecer particularmente as partes12”. surgem diversos questionamentos. Jean-Michel et al.

Cabe salientar que a tese foi dividida em duas partes. entre a intersubjetividade de cada relação mãe-bebê. Dever-se-ia. . ou seja. sendo que a segunda contempla os anexos e apêndices. bem como. incluindo a descrição na íntegra das entrevistas realizada com as reclusas e as análises referentes aos procedimentos metodológicos. reclusão feminina. por meio de mudanças legais e no sistema de assistência ordinário às gestantes. 12 mulher. Já no segundo capítulo se discutirão os aspectos relacionados aos cuidados parentais e desenvolvimento infantil. poderá acarretar prejuízos nesses infantes que vivem seus primeiros anos de vida numa prisão. buscar alternativas para o cumprimento da pena de prisão da mãe. Do quarto ao sétimo capítulo mostrar-se-ão os resultados da pesquisa empírica. deve-se analisar de forma complexa e multifatorial o destino desses menores. após apresentar-se-ão as implicações práticas. gênero e a maternidade em meio prisional. No primeiro capítulo abordar-se-ão os objetivos e os efeitos da pena de prisão. No terceiro capítulo far-se-á exame dos aspectos metodológicos. numa perspectiva de redução de danos. Ainda. o grupo e a sociedade se inscreve nesta pesquisa. fazer com que a maternidade em meio prisional fosse recriada em espaços que assegurassem a liberdade. E por fim foi trabalhado nas conclusões a constatação de que o aprisionamento acaba estendendo-se as crianças. conforme preconiza os preceitos éticos. propostas de intervenções no que tange a maternidade vivenciada em meio prisional. e com isso. Assim. bem como se apresentará um breve panorama da realidade prisional brasileira e portuguesa. que de forma direta submetem-se a privações. Posteriormente foi realizada uma discussão com os achados do presente estudo. entre o sujeito. foram anexados os documentos referentes às questões éticas do estudo. O nome e a identificação de todas as participantes e de seus filhos foram alterados para proteger a sua privacidade.

e que reduzissem as vulnerabilidades – interna. ambientais e políticos diferentes. o que fez algumas delas reconhecerem que salvaram a vida do filho. o que permite afirmar que há características inerentes ao processo de reclusão. independentemente da conjuntura em que as mulheres estão inseridas. Essa mudança na identidade materna e o estabelecimento de um vínculo mais estreito com o filho estão relacionados com o contexto prisional. Algumas mães descobrem a oportunidade de exercer a maternidade de uma forma totalmente diferente daquela que eventualmente haviam vivenciado. Na amostragem realizada. Também favoreceu para que as mulheres desenvolvessem as capacidades maternas. Sabe-se que o vínculo emocional entre mãe e filho é primordial para o desenvolvimento infantil e. deve-se evitar a interrupção dessa relação. já que para algumas foi uma aprendizagem e para outras serviu para torná-las mais capacitadas. favorecendo que fiquem mais propícias a enfrentarem um processo de criminalização ou se envolverem em delitos. dentro da prisão. Ainda não se pode ignorar que a prisão é apta a gerar benefícios e prejuízos para o desenvolvimento infantil. social e econômica – que. incluindo as condições da estrutura das prisões para abrigar a díade. as políticas e os programas oferecidos. Percebe-se que o significado da maternidade em situação de reclusão é muito semelhante entre as realidades brasileira e portuguesa. acabam minoradas. pessoal e criminal. há muitas similaridades referentes às percepções diante dos aspectos positivos e negativos de vivenciar a maternidade em meio prisional. sociais. A maternidade na prisão envolve uma complexidade de fatores. dentre outros fatores. com isto. o contexto prisional ajudou as mulheres a se afastarem do uso da droga e a cuidarem da gestação. onde as reclusas possuem disponibilidade de tempo para dedicarem-se ao filho e os cuidados são prestados . O aprisionamento materno pode ser um fator protetivo para a criança dado ao maior o grau de vulnerabilidade apresentado pelas mães. o ambiente prisional. o que era muito deficitário no período de liberdade. além das condições internas das próprias mães para exercerem a maternidade na situação de reclusão. 13 CONCLUSÕES Os resultados evidenciam um elevado número de mulheres em situações de grande vulnerabilidade social. Embora as reclusas estejam inseridas em contextos culturais.

Em ambas as realidades. Na realidade. haverá prejuízo de qualquer forma. quanto mais tempo mãe e filho permanecerem na prisão. Além disso. Com isso. diferenciando consideravelmente a condição da mãe prisioneira daquela que envolve as reclusas que não contam com a companhia dos filhos. que quando começam a perceber o ambiente onde estão. como ter o apoio emocional do filho. evidenciado pela forma de agir e pedir por sua liberdade. ainda. e viverem em uma estrutura que as faz não se sentirem tão presas. sente-se aprisionada. As mães percebem que a maternidade lhes fornece privilégios. principalmente quando permanece trancado na cela. mesmo com a construção de uma unidade projetada para as crianças e totalmente equipada para alojá-las com quartos individuais. Há. Como mostrado pela experiência das mães em Portugal. pois as restrições e limitações estendem-se à criança e são visíveis no próprio comportamento desta. que favorecem a suavização do aprisionamento. seja por sair do ambiente prisional. que de forma direta submetem-se a privações. de certa forma. para a díade os efeitos do aprisionamento recaem sobre o filho. . já são afastados da prisão. ficarem afastadas das outras galerias prisionais consideradas mais violentas. conforme o grau de desenvolvimento. a tendência é que se crie uma relação de dependência mútua. Adicionalmente. não raro. a inversão parcial do exercício das responsabilidades. 14 exclusivamente por elas. seja por permanecer na prisão. pois não raro as mães prisioneiras atribuem papel de suporte emocional e figura contentora ao filho. com destaque para as dificuldades emocionais da mãe diante do aprisionamento e o próprio ambiente hostil. torna-se um fator protetivo para ela e para o filho. por volta de um ano de idade. ser mãe nessa situação é percebido pelas reclusas e pelos operadores como pressuposto para a obtenção de ganhos secundários. que. incentivadas e obrigadas a desempenhar a função materna se quiserem permanecer com o rebento. ainda. Por outro lado. Diferentemente dos bebês da realidade brasileira. que segundo as reclusas acabam influenciando os filhos com sentimentos negativos. o aprisionamento acaba estendendo-se aos filhos. receber um tratamento diferenciado pelos serviços da prisão. percebe o ambiente e. sendo. a prisão apresenta uma série de riscos para o menor. pelas próprias condições do local e dinâmica prisional. evidencia-se a maternidade neste contexto. o que prejudicará no desenvolvimento psicossocial da criança.

respectivamente. É necessário. a fim de evitar que os danos causados deixem cicatrizes profundas. No sentido de ter como pressuposto fático a circunstância de o Estado ter desistido de encontrar alternativa que não seja manter também a criança encarcerada nas hipóteses em que a mãe se encontra presa. na verdade. necessariamente. centradas na permanência da criança desamparada na prisão até. Diante dessas questões. por meio de mudanças legais e no sistema de assistência ordinário às gestantes. focar na redução de danos. no que diz respeito aos seus interesses. a amostragem permite concluir que a mais recente tendência normativa brasileira e portuguesa. . já nasce equivocada. concentrando-se naquelas que ainda estão nesse meio. delimitar o tempo máximo de permanência das crianças que vivem na prisão faz com que não se respeite as subjetividades de cada qual. direitos e bem-estar. deve-se questionar. evitando de todas as formas o encarceramento. Partindo-se da premissa de que os aspectos positivos do encarceramento centram- se no potencial protetivo frente aos cuidados da saúde da mulher e de seu filho e à manutenção do vínculo materno. por isso. estudar e aplicar alternativas para as mães cumprirem suas penas ou mesmo aguardar a sentença em liberdade. sobretudo considerando que. até que ponto os mesmos benefícios não seriam obtidos fora das prisões. sob certa perspectiva. os sete e os cinco anos de idade. inclusive com a adoção. quando. o meio prisional. sempre que possível. Embora este estudo não tenha buscado identificar as concretas consequências do aprisionamento para as mulheres e as crianças que viveram no espaço prisional. dever-se-ia. em larga medida. no qual as mães constantemente são observadas e avaliadas quanto ao desempenho materno. envolvendo a concreta tentativa de buscar meios de soltar a mãe presidiária. está sendo transformado. Enfim. Devemos analisar de forma complexa e multifatorial o destino de cada criança. quando focada a situação das mães prisioneiras. 15 pela separação da mãe – que tem a aptidão de ser vivenciada pela criança como uma perda. a lógica a ser adotada deveria ser a inversa. caso em que deveria ser oferecido suporte dentro das comunidades para que a apenada possa ter condições de cuidar da sua prole. fazer com que a maternidade das apenadas fosse recriada em espaços que assegurassem a liberdade e que não limitassem as capacidades das crianças de descobrirem o mundo e desenvolverem plenamente as suas potencialidades. de outras possibilidades de punição. em um verdadeiro “laboratório de treinamento de parentalidade”.

Lisboa: Fim de Século . Quality & Quantity. São Paulo. . n. B. 183-199 2005.. 1-15. C. n. Women's imprisonment in Spain. “Presídio de Mulheres”: as origens e os primeiros anos de estabelecimento. ARTUR. Nahid Rahimipour. v. O Trabalho Penitenciário: meio de ressocialização ou estratégia de disciplina e controle. Revista da Graduação da Pontifícia Universidade Católica: Faculdade de Psicologia.php/graduacao/article/view/7901>. et al. 39. Disponível em: http://reedpesquisa. In: A Maternidade e o Bebê. 2004. L. Ângela Teixeira. 7(2). 1471-1484..H. 16 REFERÊNCIAS AARON. p. ANARAKI. I. S. A complementaridade das interações mãe-bebê. 2010. São Paulo: Cortez. Pelas mãos da criminologia. Bulletin of the World Health Organization. Imprisonment and women's health: concerns about gender sensitivity. n. SÁ. ANDRADE. __________. Porto Alegre: Livraria do Advogado. Dariush. NASCIMENTO. BOOSTANI. p. p. Mother–child interaction: a qualitative investigation of imprisoned mothers. Bruna. ANDEN BERGH. p. 1997. 2011. World Health Organization. Acesso em: 20 mai 2013.2. 1930-1950. Filhos do Cárcere: estudo sobre as mães que vivem com seus filhos em regime fechado. Rio de Janeiro: Revan. D.01-17. 1997.3. 9. 89. Parental Incarceration and Multiple Risk Experiences: Effects on Family Dynamics and Children's Delinquency. v. T.pucrs. 689-94. 2013. Acesso em: 05 maio 2011. DALLAIRE. 12. Eduardo. human rights and public health. V. ANPUH – XXV Simpósio nacional de história. Punishment & Society. ALARCÃO Madalena. Ana Paula. 2012. ANDRADE.br/ojs/index. A criação dos presídios femininos no Brasil nas décadas de 1930- 1940. O controle penal para além da (des)ilusão. v. ALMEDA. 2012. RELVAS. Vera Regina Pereira. Disponível em: <http://revistaseletronicas. v. 2009. Fortaleza.pdf. Geneva. Bruna Dal Fiume et al.. Vera Regina Pereira. ANGOTTI. Elisabet. ARMELIN. J. A ilusão de segurança jurídica: do controle da violência à violência do controle penal. Porto Alegre.org/wp-content/uploads/2012/06/Bruna- Angotti. p. 2010. Journal of Youth and Adolescence.

Rodrigo Ghiringhelli de.. BITTENCOURT. (org). Cuidados maternos e saúde mental. Universidade de São Paulo. Rio de Janeiro: Freitas Bastos. Zygmunt. Novas funções do cárcere no Brasil contemporâneo.Teorias e Práticas da Pesquisa Sociocriminológica. A Maternidade e o Bebê. 2006. Lisboa: Edições 70. 2004. 11 Ed. 81. Gravidez e toxicodependência. Porto Alegre: ano 6. Jorge. BOSZORMENYI-NAGY. BOWLBY. Luke et al.4. BIRMINGHAM. Globalização: as consequências humanas. G. Eduardo. n. et al. BARATTA. 17. 393. Sociologia e Justiça Penal . p. Laurence. São Paulo: Ed. 17 ARTUR. Jail Incarceration and Birth Outcomes. Eduardo. Hartwig. I. In: SÁ. Nilo.T. 1984.404. The Journal of Forensic Psychiatry & Psychology. SÁ. MATTOS. Estudos de Execução Criminal. The mental health of women in prison mother and baby units. 630-644.. _______. 1999. Formação e rompimento dos laços afetivos. Rodrigo Tôrres. Rio de Janeiro: Revan. Dissertação (mestrado em história). BERGER. Janice F. O dilema da esawzq22sazw qq23dexc422sntrevista de pesquisa. In: OLIVEIRA. BELL. Belo Horizonte: Tribunal de Justiça de Minas Gerais. BAUMAN. Faculdade de Filosofia. Análise de conteúdo. 2004. São Paulo: Martins Fontes. AZEVEDO. 1999. Invisible loyalties: Reciprocity in intergenerational family therapy. 1991 BATISTA. Revista do IFCH/UFRGS. 1993. John. Lisboa: Fim de Século. BEJA. BISCAIA. 1988. 2009. New York: Brunner/Mazel. Journal of Urban Health: Bulletion of the New York Academy of Medicine. Introdução crítica ao Direito Penal Brasileiro. 2011. R. 2 ed. 2007. BARDIN. Letras e Ciências Humanas. 2010. Vera Malaguti. Falência da pena de prisão: causas e alternativas. SPARK. Margarida Matos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. p. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris. 3. Cezar Roberto. Criminologia crítica ao Direito Penal Brasileiro. V. September. 211-258. São Paulo: Martins Fontes. p. As origens do “Presídio de Mulheres” do Estado de São Paulo. Ângela Teixeira. 1978. 140f. Virgínio. BATISTA. 1982 . Alessandro.

htm>. Brasília. ______. Lei no. Lei no 11. de 11 de junho de 1984 . 384) ______. ______. _______. Disponível em: http://www. Edições Câmara. 620 p.br/ccivil_03/leis/2003/l10.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848.848 de 7 de dezembro de 1940. . Disponível em: <http://www.htm>. Presidência da República. Lei nº 8.planalto. Acesso em: 10 mar.689.080. 1988. 2009. DF: Senado Federal.gov.Lei de Execução Penal e o Decreto-Lei no 3.planalto. Lei nº 11. Disponível em: Disponível em: < http://www. Código Penal. Comissão Parlamentar de Inquérito do Sistema Carcerário. Manda executar o Código Criminal. 2011.210. n.2011. Congresso Nacional. Obtido em: 10 mar 2012.gov. Brasília. 2011. Porto Alegre: Artes Médicas. Constituição (1988). Altera a Lei no 8. – (Série ação parlamentar.htm>. de 19 de setembro de 1990.gov. Disponível em: < http://www. Código criminal do Império do Brazil.gov. de 11 de julho de 1984. Presidência da República.gov. 2.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848. Decreto-Lei no. Lei de Execução Penal.br/ccivil_03/leis/lim/lim-16-12-1830. 1989. _______. ______. CPI sistema carcerário.planalto. Acesso em: 12 mai 2011. Disponível em: <http://www010. Acesso em: 10 mar. Obtido em: 10 mar 2012.planalto.de 7 de abril de 2005.br/ sislex/paginas/42/2005/11108. Disponível em: < http://www. DF: Senado Federal. Altera a Lei no 7210.108 .br/ccivil_03/leis/l7210. de 3 de outubro de 1941 - Código de Processo Penal e dá outras providências. Disponível em: < http://www. Lei de 16 de dezembro de 1830. 18 _______. BRASIL.htm>Acesso em: 08 mar. de 28 de maio de 2009.942.792. _______. _______.gov. Câmara dos Deputados.Lei de Execução Penal. Estatuto da Criança e do Adolescente. 10.planalto.htm>.069.br/ccivil_03/leis/l8069. de 13 de junho de 1990.htm >.gov. de 11 de julho de 1984. de 07 de Dezembro de 1940. _______. Lei no 7210.htm.dataprev. Constituição da República Federativa do Brasil. – Brasília: Câmara dos Deputados. Altera a Lei no 7. Acesso em 12 mar 2011. Uma base segura: Aplicações clínicas da teoria do apego.planalto.792 de 1º de dezembro de 2003.

Acesso em: 08 jun 2011 _______. ________. Ministério da Justiça. Ministério da Saúde.14. 2007. Diretrizes para Atuação e Formação dos Psicólogos do Sistema Prisional Brasileiro. Departamento Penitenciário Nacional. Biblioteca.p.saude. Ministério da Justiça.wordpress. 2008. Acesso em: 20 mai 2011.br/data/Pages/MJD574E9CEITEMIDC37B2AE94C6840068B1624D 28407509CPTBRNN. _______.gov. Departamento Penitenciário Nacional. Ministério da Justiça. Conselho Penitenciário Nacional.InfoPen. Ministério da Justiça.php?numlink=217735>. Formulário Categoria e Indicadores Preenchidos. Sistema Integrado de Informação penitenciária . Institui a Política Nacional de Atenção às Mulheres em Situação de Privação de Liberdade e Egressas do Sistema Prisional. Portal da Saúde. _______.diariodasleis. Departamento Penitenciário Nacional. ______. Ministério da Justiça.min- financas. Acesso em: 10 mar 2011. Acompanhante no parto traz mais segurança para a mãe. Acesso em: 08 dez. 19 _______.igf. Infopen Estatística. Portaria Interministerial no. Disponível em: <http://portal. Mulheres Encarceradas – Diagnóstico Nacional. de 16 de janeiro de 2014. Ministério da Justiça. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.com. Disponível em: <http://www. Consolidação dos dados fornecidos pelas unidades da federação. Sistema Integrado de informações penitenciárias. Mulheres Encarceradas Diagnóstico Nacional. e dá outras providências. 210.htm>. ______.files. ______. Relatório . Ministro da Saúde. Portaria interministerial no 1777.gov.cfm?idtxt=24112>. Conselho Federal de Psicologia. 2008. Resolução no 3 de 15 de julho de 2009. referentes a 12/2012. Disponível em: <http://portal. Ministério da Justiça. Gabinete do Ministro. Disponível em: http://ghlb. Ministério da Justiça. Departamento Penitenciário Nacional.br/busca/exibelink.mj.pt/inflegal/bd_igf/bd_legis_geral/Leg_geral_docs/DL_265_79.pdf. Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciário- CNPCP.com/2013/04/c2a0estastc3adsticas. Acesso em 12 mai 2013.htm>. ______. 2010. _______. Consolidação dos dados fornecidos pelas unidades da federação.br/portal/saude/visualizar_texto. Decreto-lei no 265 de 12 de julho de 1979. Disponível em: <http://www. Ministério da Justiça. de 09 de setembro de 2003. ______.

de 11 de novembro de 1994 -Publicada no DOU de 2. 26 n. Introdução. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). A face feminina da execução penal. Quaker United Nations Office. Preliminary research paper. v.gov. Borja Mapelli. In: TAYLOR. Rachel. BUBLIONE. Ministério de Relações Exteriores (MRE) e Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH). 2004. Caderno de Saúde Pública. Criminologia.20. Perfil dos internos no sistema prisional do Rio de Janeiro: especificidade de gênero no processo de exclusão social. Rio de Janeiro: Ed Lumen Juris. Projeto de Diretrizes das Nações Unidas Sobre Emprego e Condições Adequadas de Cuidados Alternativos com Crianças. 2004. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris.). 2006. Acesso: 25 mar. Porto Alegre. Penalogia e Vitimologia.gov. Madrid: Editorial Dykinson. Olhando Diferenças. 1998. Reorganização e Reformulação do Sistema Prisional Feminino. Trata das regras mínimas para tratamento dos presos no Brasil. Irani Iracema de Lima. 2011. O dividir da Execução Penal: Olhando Mulheres. 7. ________ Penas e Garantias. Ministério da Justiça. ARGIMON. Editora Lumen Huris: Rio de Janeiro. Márcia Lazaro et al.condeca. Crítica à Execução Penal. BRETT. 2007. _______. Ciência & Saúde Coletiva. CARVALHO. n.br/data/Pages/MJE9614C8CITEMIDD4BA0295587E40C6A2C6F74 1CF662E79PTBRNN. p. ______. 2007. et al. v. 11 (2).pdf>. Salo de. 2010. _______. Direito e Justiça.461-471. p. Geneva. Secretaria Nacional de Justiça. Women in prison and children of imprisoned mothers. CARVALHO.mj. 2010. CAFFARENA. Brasil. Samantha. Disponível em: <http://www. sintomas depressivos e fatores associados em mulheres encarceradas no Estado do Rio Grande do Sul.htm>. Salo (coord. 1325-1331.br/legislacao/diretrizes_nacoes_unidas.2994 - do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP). Acesso em 09 dez. Características. _______. CANAZARO. Antimanual de Criminologia. Resolução nº 14. Disponível em: <http://portal.19. Mujeres en las cárceles da Andalucía. 20 Final.2010.12.sp. Programa Nacional de Capacitação do Servidor Penitenciário. 2008 . In: CARVALHO. Rachel. 2012. Departamento Penitenciário Nacional. Daniela.

br/conte%C3%BAdo/relat%C3%B3rio_oea. 1995. p. n. 2009. Virtual Mentor. Punir em democracia.M.: Mothers in trouble: coping with actual or pending separation from children due to incarceration. Raúl. 2001. SIEGEL. Discursos. S./mar. São Paulo: Editora revista dos Tribunais. 2004. J.163-184. Women and the criminal justice system. COVINGTON.180-182. Acesso em: 20 mai 2012. Luis Antônio Bogo. Women’s health Issues. New Jersey: Prentice-Hall. 2013. Revista de Estudos Criminais. Paulo. Manuela Ivone. CERVINI. CLARKE. COSTIVELLI. Os Processos de Descriminalização. Do Desvio à Instituição Total. Katarzyna. representação. 2007. Jornal Brasileiro de Psiquiatria. SIMON. Jane. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. 15. p. 2010. Criminalização. CHIES. Relatório sobre mulheres encarceradas no Brasil. práticas.com. CHARON.50- 56. Kathy. Antoine.1989. PECH. 9. 90. S. v. September. Punição e “Sistema de Justiça Criminal”: Um Olhar sobre as sobrecargas punitivas e as dominações do masculino.8ed. 447– 474. CROS. Os quatro sentidos da pena. 21 CELINSKA. Rachel E. GRUPO DE ESTUDOS E TRABALHO MULHERES ENCARCERADAS. 2008. p. editorial. p. 17. Porto Alegre: Armed. CUNHA. 2007. CHARMAZ. 2002. Antônio. p. In: GARAPON. Paulo Augusto e DALGALARRONDO. Cadernos do Centro de Estudos Jurídicos. Disponível em: http://www. 4. A. Frédéric. Frédéric.. 2006. A Construção da Teoria Fundamentada. CHIZZOTTI. an interpretation. Gênero. Mulheres encarceradas em São Paulo: saúde mental e religiosidade. CROS.. an integration. Thierry (org). CENTRO PELA JUSTIÇA E PELO DIREITO INTERNACIONAL (CEJIL). 55 (1). São Paulo: Instituto Piaget. São Paulo: Cortez. . The Prison Journal. E a justiça será.pdf.asbrad. 779-785. Jennifer G. Shackling and Separation: Motherhood in Prison. jan. Symbolic Interactionism: an introduction. Prisão Feminina como ilha de lobos e escola do crime. 2.

John. _______. DORNELLES. NASCIMENTO. _______. Manuela Ivone. Obtido 12 abr 2012. A mulher encarcerada em fase do poder punitivo. In: RODRIGUES. FERREIRA.org/fileupload/177/ahaidar/Feintuch. 34-48. Florbela. FEARNL. e cols. Cruzamentos e perspectivas. Manuela Ivone. In _______. Conflito social. A experiência na Casa das Mães. S. Manuela Ivone. Porto Alegre: Artmed. Educar o outro . Lisboa. ESPINOZA. Disponível em: <https://www. In: Justiça e Memória: Para uma crítica da violência. Malhas que a reclusão tece: Questões de identidade numa prisão feminina. Gabinete de Estudos jurídico- sociais. In: RODRIGUES. DANCEY. EREIDY. (org. João Ricardo. Da Prisão e Sociedade: Modalidade de uma conexão. 1994. Santa Catarina. K. 2009. Noelle. and Social Service Resource for Pregnant Inmates and Prison Mothers. E. 2007.pdf>. Kelly. Rosi. Olga.Teorias e Abordagens.As questões de gênero. Yvonna. dos Direitos Humanos e da Educação nas Prisões Portuguesas. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa . Maricy Beda Siqueira.): Aquém e além da prisão. p. FIGUEIREDO. Universidade Federal. LINCOLN. Estatística Sem Matemática para Psicologia- usando SPSS para Windows Tradução Lorí Viali. RUIZ. 2006. Diversidades. São Paulo: IBCCRIM. Washington State’s Residential Parenting Program: An Integrated Public Health. New Spanish Practice Aim to Break the Cicly Among Mothers and Children. 2011. n. . 2004. Lisboa. 22 CUNHA. Lisboa: Centro de Estudos Judiciários. Coimbra: Humana Global. Manuela Ivone. DENZIN. 20O8. Editora Unisinos. Anais. p. Californian Journal of Health Promotion. 2006. Castor Mari Martin Bartolomé (org). ENROOS. Education. SANTOS. 2010. 2004. v. 16. Tempo de ser mãe . Norman.Reflexões sobre a experiência da maternidade no sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro. 2007. e PARKER.aca. violência e crime no Rio de Janeiro. Ct Feature. Cristina Adadd. In: Seminário Internacional Fazendo Gênero 9- Diásporas. Christine P. FEINTUCH.12-21. Educar o outro . Child and Family Social Work. Deslocamentos. Ana Luísa et al.. Tuane de Oliveira.As questões de gênero. Porto Alegre: Artmed. Mothers in prison: between the public institution and private family relations. A Prisão Segundo o Género. dos Direitos Humanos e da Educação nas Prisões Portuguesas. 4. Editora Noventa Graus. Ana Luísa et al. 2. Coimbra: Humana Global. Santa Catarina. Sophia.

Erviring.pdf. Reflexões sobre a maternidade no sistema prisional: o que dizem técnicas e pesquisadores.2012. Barnardo’s. Universidade de Coimbra.%20reflex% D5es%20sobre%20a%20maternidade%20no%20sistema%20prisional. Clifford. 2007. Avaliação de alguns Aspectos da Ação do Serviço Social em Penitenciária Feminina. Disponível em: http://www. Monografia (Graduação em de Serviço Social) . 145 f. Rio de Janeiro: Edições Graal. Microfísica do poder. prisões e conventos. Avril. Porto Alegre. 2003. Rio de Janeiro. 1971. Fernanda de Magalhães Dias.abrapso. 2010. GILCHRIST. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Instituto de Ciências Humanas e Filosofia.Como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 1979. 109 f. As prisões do feminino e as mulheres nas prisões: um recorte sobre a maternidade encarcerada. A Reinserção Social dos Reclusos. GOLDENBERG. Boaventura de Souza (diretor Científico). Faculdade de Economia. Mirian. A. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. GOFFMAN. 1978. Vitória. 175-185.). Manicômios. Universidade federal Fluminense. 7. 2009. Universidade Federal do Espírito Santo. 1999.L. 1971. 2011. Mulheres aprisionadas: representando o universo prisional. Observatório Permanente da Justiça Portuguesa. 7ª Ed. Aline Barbosa Figueiredo. São Paulo: Editora Perspectiva. Pontifícia Universidade católica do Rio Grande do Sul. Drug-using mothers: Factors associated with retaining care of their children. Conceição (coord. GOMES. New York: Aldine. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Zahar. GLOVER. 20ª Ed. Gail. SANTOS. 2004. A interpretação das Culturas. J. STRAUSS. p. Petrópolis: Vozes. Acesso em: 12 mai. Centro de Estudos Sociais. _______. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Centro de Ciências Humanas e Naturais. GERTZ. GLASER. Um contributo para o debate sobre a reforma do sistema prisional. Essex. Believe in Childen. Michel. B.Faculdade de Serviço Social. GOMES. TAYLOR. Rio de Janeiro: Record.. 23 FOUCAULT. ed. 28. 1967. Every Night You Cry: The Realities of Having a Parent in Prison. et al. ________. FRINHANI.br/siteprincipal/images/Anais_XVENABRAPSO/366. Drug and Alcohol Review. 2009. .G. The Discovery of Grounded Theory. GREEN. Eliane D’Arrigo.org. Departamento de Psicologia.

2013. Incarcerate Women. PLUGGE. GUEDES. The Impact of Incarceration on Women’s Mental Health: Responses from Women in a Maximum-Security Prison. C. ILGENFRITZ. Holly e RILEY.37-44. n. 2012. Dissertação (Mestrado em Ciências Criminais) . Birth 39. COLTRO. 24 GREGOIRE. The mental health and treatment needs of imprisoned mothers of young children. Estabelecimento Penais e Tratamento Penal. 2013. Letras e Ciências Humanas. n. p. Mirian. Acesso: Acesso em: 08 mar. Rebecca. In: ZIMERMAN. INTERNATIONAL CENTER FOR PRISIONAL STUDIES. 2005.39. 2008. 2007.2. 378– 392 June 2010. ________.17. 2012. Suzanne. GUSTAFSON. p. O crime de tortura e justiça criminal . HUANG. Intervenções Psicossociais no Sistema Carcerário Feminino.558-569..146. Marcela Ataide. p.prisonstudies. Regan. Word Prison Brief. 2010. The effect of maternal incarceration on adult offspring involvement in the criminal justice system. Vida e violência atrás das grades. et al. Psicologia Ciência e Profissão. Katy. p. p. The Journal of Perinatal Education. 2002. Campinas: Millennium Editora. Rio de Janeiro. Disponível em: < http://www. Prisioneiras. 2006. Perinatal Needs of Pregnant.um estudo dos processos de tortura na cidade de São Paulo. n. Iara. Universidade de São Paulo. PARVEZ. v. v. Journal of Health Care for the Poor and Underserved. GUIMÃOES. Departamento de Sociologia. Tânia Lopez Almeida. Fatores associados ao comportamento criminoso em mulheres cumprindo pena em regime fechado. 26 (4).PUCRS. . The Journal of Forensic Psychiatry & Psychology. 197 f. 3. 788-801. HARNER. Journal of Criminal Justice (35). Aspectos psicológicos na prática jurídica.php>. 111. p. 23. 5. BMC Public Health. HOTELLING. 145. 24. HUEBNER. Emma. Dissertação (Mestrado em Sociologia) – Faculdade de Filosofia. Alain.org/info/worldbrief/wpb_stats. Garamond. Beth M. JESUS. 2 June. Ed.Faculdade de Direito. 21. Thais Ferla. Antônio Carlos M. 2009. GUILHERMANDO. v. Farah. The Significance of Breastfeeding to Incarcerated Pregnant Women: An Exploratory Study. Risk factors for adverse perinatal outcomes in imprisoned pregnant women: a systematic review. Barbara. 36. (org). David. 2000. 283-296. Maria Gorete Marques. KNIGHT. Factors Contributing to Poor Physical Health in Incarcerated Women. ATLAS. Qualitative Helth Research.

Métodos e Processos. Cláudio L. Sabrina. mental health. no Estabelecimento Prisional de Lisboa. MAY. v. Porto Alegre: Artmed.pdf>. Alexis N. 25 LEMGRUBER. Porto Alegre. Dissertação (Mestrado em Educação) . Porto Alegre. International Journal of Law and Psychiatry. AHTANI. Tim. Faculdade de Educação.fazendogenero. Roger. Pagando Tiempo . 2011. violence and abuse. Pesquisa Social . desenvolvimento e aprendizagem. Documento fornecido pelo Arquivo Histórico da Direção-Geral dos Serviços Prisionais de Portugal. p. Porto Alegre: Artmed. O ciclo da vida humana: Uma perspectiva psicodinâmica. Elza Eliana Lisbôa. LOPES. Artmed.65-66. Barcelona: Ed.com/wp-content/uploads/2011/03/Children-Living-in-Prison- Insights-from-Sierra-Leone-2008. Gisele Gus. GAUER. Vivências da maternidade em uma prisão feminina do Estado do Rio Grande do Sul. Alex N. A Criança de 0 a 3 anos. LEONTIEV. MONTANO. 2003. Uma Contribuição à Teoria do Desenvolvimento da Psique Infantil.3. n. Arquitetura Prisional. MAC DONALD. 1999. LIMA. MATTHEWS. Acesso em 13 mai 2012. 2006.12. KAPCZINSKI.Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Flávio. Saúde & Transformação Social.ufsc. LURIA. p. Sandra. O Nascimento Psicológico da Criança. BASSOLS.Una introduccíon a la sociologia del encarcelamiento. 2000. Cemitério dos vivos: análise sociológica de uma prisão de mulheres. 113-121. Women prisoners. In: VIGOTSKI. Daniela Canazaro de.1. Rosalice. Ana Margareth. 2001. 293-301. THOMPSON. 2008. ISOLAN. S. Simbiose e Individuação.advocaidsl. Gabriel. Luciano. Alexander Romenovich. Disponível em: <http://www. Alison. Julita. 36. Children Living in Prison: Insights from Sierra Leone. MAHLER. Prisioneiras de uma mesma história: O amor materno atrás das grades. Rio de Janeiro: Forense.Questões. São Paulo: Ícone. Geneva. 2004. MELLO.. Rodrigues.br/7/artigos/R/Rosalice_Lopes_26. Acesso em: 15 jun 2013. A Report Prepared by AdvocAid for the Quaker United Nations Office. p. Linguagem. 2000. . Margareth S. 2013. MALTZ. Bellaterra. MANFRO. LEONTIEV. Mulheres delinqüentes: uma longa caminhada até a Casa Rosa. In: EIZIRIK. Quaker United Nations Office. Morang. 1993. Lev Semenovich. (org). p. Disponível em: < http://www. em 5 nov.2012.pdf>. 2ª Ed.

SEKOL.pdf>. 2008. 2000. UNESP. Ed. Disponível em: <http://aspe. Complexidade e Liberdade. D. and educational performance after parental incarceration: A systematic review and meta-analysis. Alison K. junho de 2010. Culturais e Ambientais – DHESCA Brasil. Psicologia em Estudos. 138.. NEDER. 1 ed. ______. António Pires.120-137. Justiça Penal no Brasil Contemporâneo. Acesso em: 12 abr 2012.Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. Gizlene. 1998. Plataforma de Direitos Humanos Econômicos. 439-444. drug use. 26 MORIN. 2001.gov/hsp/prison2home02/parke%26stewart. In: BESNIER. 2012. 136. v. Relatoria do Direito à Saúde Sexual e à Saúde Reprodutiva. 8. v. ambiente prisional e irritabilidade materna. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A cabeça bem feita: reformara reforma e reformar o pensamento. 2. 4. Department of Health and Human Services. J. PARKE. et al. Mães atrás das grades. 1990. Lisboa: Plátano Editora. Gestação e a Constituição da Maternidade. Rio Grande do Sul. Regina Célia. Rio de Janeiro: Revan. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) . FARRINGTON. Regina Debora. 2009. PICCININI. ISPA. 2001. Effects of Parental Incarceration on Young Children. Children's antisocial behavior. Relação mãe-criança. n. Iluminismo jurídico-penal luso brasileiro: obediência e submissão. projetos jurídicos e realidade carcerária no Brasil. MURRAY. Rosse D. NERY. n. 63-72. CLARKE-STEWART. Utopias penitenciárias. PLATAFORMA DHESCA BRASIL. António. n. PIRES. Análise Psicológica. Cesar Augusto. Sociais.org. Relatório de Missão Visita à Penitenciária Madre Pelletier em Porto Alegre. I. . Lisboa: Instituto Piaget.dhescbrasil. Isabel. 2008.. Departamento de História da Universidade de São Paulo. Revista de História. 2012.. p.13. ______.hhs. 3. Crianças (e pais) em risco. Jean-Michel et al. PEDROSO. p. A Sociedade em Busca de Valores: Para Fugir à Alternativa entre o Cepticismo e o Dogmatismo. PASTANA. Disponível em: <http://www. As prisioneiras.P. National Policy Conference. 2001. Psychological bulletin. 175-210. 1997. p. São Paulo: Ed. Edgar.1. Discurso Democrático.br/attachments/349_Relat%C3%B3rio%20P. Universidade de Lisboa. Isaura Paula Nunes. Prática Autoritária. p. Determinantes do comportamento parental. PIRES. mental health.

Disponível em: < http://dre. Portugal.: Children residing in prison with their parents: an example of institutional invisibility. Acesso em: 10 set 2012. I Serie. Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.. em 22 out 2012. Boletim da Administração Penitenciária e dos Institutos de Criminologia. Diário do Governo. Ministério da Justiça.pt/pdf1sdip/2011/04/07100/0218002225. Sally. Regulamento Interno. ________.9 . Direcção-Geral dos Serviços Prisionais. EP Tires Inaugura “Casa das Mães” com pompa. dez. 1ª série. ano 4.176. I Série. p. Documento entregue na Visita Oficial do Secretário de Estado de Justiça/Direcção Geral de Reinserção Social e Serviços Prisionais em 5 jun de 2012. Estabelecimento Prisional de Tires. Estabelecimento Prisional de Tires. Decreto-lei no. Diário da República. VIERULA. 13. Prisões. n. Diário da República. 265/79.71. . n. circunstância e alegria. 189. ________. Relatório. Decreto-Lei no. Regulamento Interno do Estabelecimento Prisional de Tires. p.197. Creche. ________. 27 PORTUGAL. p. Decreto-Lei no. Lisboa. 516–533. de 11 de abril. 2000. de 1 de agosto. I Serie. ________. 115/2009 de 12 de outubro.2º Semestre. ________. n. T. 2006 ________. n. T.pdf>.28 de setembro de 2012. Estabelecimento Prisional de Tires. Documento fornecido pela Biblioteca da Direcção- Geral dos Serviços Prisionais. Código de Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade.1-2. The Prison Journal. Maternity services for women in prison: a descriptive study. Diário do Governo. 362-368. British Journal of Midwifery.Número 124. PRICE. Diário da República. 1961 PÖSÖ. 2010. 90 (4). de 26 de maio de 1936. 16. Dispõe sobre a execução das medidas privativas de liberdade. 215/2012 de 28 de setembro.. Direcção-Geral dos Serviços Prisionais. 12 de outubro de 2009. ENROOS. v. Ministério da Justiça. ________. 51/2011. ________. 1ª série - No. out. Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais. 11 de abril 2011. R.Revista Bimestral da Responsabilidade da DGSP. Relatório de Atividades. Promulga a reorganização dos serviços Prisionais. n. 26:643. Ministério da Justiça. 2005. 6. 01 agosto de 1879. ________. Dispõe sobre o Regulamento Geral dos Estabelecimentos Prisionais. Lei no. 2010. ________. Decreto-Lei no. n.

a 58 de 2010. ______. 2009. 2ª Vara da Infância e Juventude. et al. Análise do Tempo de Permanência das Crianças Encarceradas. Penitenciária Feminina Madre Pelletier. Departamento de Planejamento. 1981. Penitenciária Feminina Madre Pelletier. Porto Alegre. Brazil. Secretaria da Segurança Pública. Supervisão Técnica. Disponível em: <pehttp://www. RIO GRANDE DO SUL. ______. ______. Gravidez à margem: gravidez e nascimento numa instituição de proteção à infância. 1987. The prevalence of violence and relation to depression and illicit drug use among incarcerated women in Recife. com as alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais de nº 1. ______. v. Secretaria da Segurança Pública. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. Portaria no 012/2008-SUSEPE. E. ______.susepe. _______. 47. Penitenciária Feminina Madre Pelletier. População Carcerária: Dados Estatísticos. 2010. 28 RADOSH. 2011. de 1991. Projeto de Regulamento Interno da Galeria Creche. Acesso em: 06 out. Foro Central.gov. RIBEIRO. 48. História da Penitenciária Feminina Madre Pelletier. 323-328. Regulamento Interno das Políticas que tratam das crianças que vivem com as mães no Cárcere.300. Superintendência dos Serviços Penitenciários. História: Questões & Debates. Equipe de Estudos Educacionais. Relatório de Inspeção no 27/EEE/81. p. 2007. Tribunal de justiça. emitido em 21 de junho de 2010. Atualizado . Crime & Delinquency. Superintendência Dos Serviços Penitenciários. Reflections on Women's Crime and Mothers in Prison: A Peacemaking Approach.32. Polly F.br/upload/1314986777_Regulamento_Geral_Visitas_Materia is. Regulamento Interno Da Penitenciária Feminina Madre Pelletier. ______.315. Secretaria da Justiça. Poder Judiciário. Juizado de Menores. Superintendência dos Serviços Penitenciários. Fernanda Bittencourt. 2002. Referência sobre a Penitenciária.pdf>. International journal of law and psychiatry. Penitenciária Feminina Madre Pelletier. ______. p. Regulamento Geral para Ingresso de Visitas e Materiais em Estabelecimentos Prisionais da Superintendência dos Serviços Penitenciários.rs. Secretaria da Segurança Pública Superintendência Dos Serviços Penitenciários. Superintendência dos Serviços Penitenciários. REED. Secretaria da Justiça e da Segurança. [?]. n 5. 2006. texto constitucional de 3 de outubro de 1989.

Rio de Janeiro.br/artigos/jcs/30anos_vigiar_punir. 1947. 143 SANTA RITA. NELLIS.com. A doença psicológica do bebê. n. 2009. 2004.2012. Juarez Cirino. SÁ. Marc. SANTOS.susepe. Acesso em: 19 abr.gov. Sarah. v. Maternidade no Cárcere: Reflexões Sobre o Sistema Penitenciário Feminino. Mães e crianças atrás das grades: em questão o princípio da dignidade da pessoas humana.Unidade Materno-Infantil. 2012. Ashley.sentencingproject. 30 anos de Vigiar e Punir (Foucault). Convictos colaterales:niños y niñas de progenitores presos. 203-220. Universidade Federal Fluminense. Penitenciária Feminina Madre Pelletier. SANTOS. 121 f. 2011. Disponível em: http://www. A Maternidade e o Bebê.br/upload/1314986777_Regulamento_ Acesso em ROBERTSON. Ano 2. Incarcerated Parents and Their Children-Trends 1991- 2007. Eduardo. Lisboa: Fim de Século. Secretaria da Segurança. SUSEPE. Rosângela Peixoto.rs. p. Raquel Costa de Souza. Dissertação (Mestrado em Política Social). Escola de Serviço Social. Secretaria da Segurança Pública.pdf. Eduardo. Acesso em: 29 mai. Recomendaciones y buenas práticas del Comité de la Naciones Unidas sobre los Derechos de la Niñez.br/>. A vida emocional do feto. p. 2011. Disponível em: <pehttp://www. _______. Oliver.2. SESEPE. ______. Secretaria da Segurança Pública.cirino. 2011. Disponível em: <http://www. Marilene D. SCHIRMER. SÁ. SANTOS. DIAS. Brasília.Research and Advocacy for Reform. In: SÁ. Lisboa: Fim de Século .org>. The Sentencing Project. 29 em 18 de abril de 2011.rs. Portaria no 255/81 de 10 de julho de 1981 _______. 2007. . Portaria no 012/2008-SUSEPE. et al. _______. Eduardo. e JOÃO. In: SÁ. Disponível em: <http://www. VoxJuris.Washington. Nova Organização Prisional Portuguesa. 2009.en el Día de Debate General 2011. 2004. 1. Acesso em: 04 jun. Quaker United Nations Office. Elaborado por MELLO. Mónica Cirne. A Maternidade e o Bebê. Daniela C. Alguns Princípios e Realizações. Regulamento Geral para Ingresso de Visitas e Materiais em Estabelecimentos Prisionais da Superintendência dos Serviços Penitenciários. 2. 2012. Crianças em ambiente Penitenciário: Uma análise da experiência Brasileira. Ministério da Justiça. José Beleza. MAUER. Geneva.susepe. Eduardo. Programa de Atenção Integral às Gestantes e às Mães que vivem com seus filhos na Prisão .gov. Coimbra: Coimbra Editora Limitada. pág.

N.revispsi. N. 2006.2010. G.47. São Paulo: Atlas.umi. 2004. p. 2009.uerj. Maria da Graça Corrêa et al. TRIVIÑOS.ed. Criminal Justice and Behavior. Análise Psicológica. Disponível em <http://gradworks. Michel e KOCHAL. Family and Residential Instability in the Context of Paternal and Maternal Incarceration.2012. Rio de Janeiro: Forense. STREY. M. 1993. Acesso em: 05 dez. Rio de Janeiro. 2011. n. 2004. THOMPSON. ZATZ.sentencingproject. n. TASCA. THE SENTENCING PROJECT. Atestado de exclusão com firma reconhecida: o sofrimento do presidiário brasileiro. Acesso em: 29 mai. p. M. UERJ. STOCK. 2009. Segurança Pública: presente e futuro. RODRIGUEZ.Comportamento parental em contexto prisional. 323-340. Women in prison and children of imprisoned mothers. Family Process. M. n.Research and Advocacy for Reform. Long Beach.3. In: CAFFARENA. TAVARES. v. Dissertation (Master of Science) . SOARES. 292- 306. TAYLOR. Editora Vozes. A Questão Penitenciária. Marlene Neves.The Department of Criminal Justice. Dinora e PIRES António.com/1472346. Disponível em: <http://www. Estudos e Pesquisa em Psicologia.. SHAMAI. ano 9. Washington. 231-247. Motherhood Starts in Prison: The Experience of Motherhood Among Women in Prison. Augusto. 4. 24 (2). Bárbara Sordi. A. 1987. Claudia. p. 30 SERRA. 20 (56).M. 86-99. Rinat-Billy.pdf>.br/v9n2/artigos/pdf/v9n2a03. Madrid: Editorias Dykinson. Moreno. S. 2008. p.pdf>. Preliminary research paper. v. et al Mujeres em las cárceles de Andalucia. Rachel. Gênero. Filhos de mulheres presas: o papel materno na socialização dos indivíduos. Disponível em: < http://www. p. Geneva. Borja Mapelli. Quaker United Nations Office. Petrópolis. California State University. Estudos Avançados.S. 38. 2004. 1998. Psicologia Social Contemporânea.R. Incarcerated Parents and Their Children-Trends 1991-2007. 3. STELLA. MENANCRO. SOCORRO.org>. 75f.413-425. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. 2012. 2009.2. Exclusión social y violência de gênero em los centros penitenciários de mujeres em Andalucía. 2 (XXII).. In: JACQUES. Maternidade atrás das grades. Mother–child relationships: females behind bars and their children. P. Psicologia: Ciência e Profissão. Acesso em: 10 mai 2013. Luis Eduardo. .

Helsinki. WALLON.Teorias e Abordagens. 266-271. Henri. 31 TYE. Porto Alegre. Yvonna. p.com. LINCOLN. 2008. Mind in Society. . 2005. A Gravidez no Cárcere Brasileiro: uma análise da penitenciária feminina Madre Pelletier. As prisões da miséria.. S. Stanford M. C. São Paulo: Martins Fontes. A evolução psicológica da criança. VIDICH. Curitiba: Juruá. Human Rights Watch. Rio de Janeiro. S.br/books?id=i2P9lKohoWsC&lpg=PR2&ots=4tmfmzT8AH&dq= Helsinki%20Watch%2FHuman%20Rights%20Watch%3A%20Prison%20Conditions%20i n%20Spain%20(April%201992)&hl=pt- BR&pg=PR2#v=onepage&q=Helsinki%20Watch/Human%20Rights%20Watch:%20Priso n%20Conditions%20in%20Spain%20(April%201992)&f=false >. MA: Harvard University Press. São Paulo: Martins Fontes. 2006. ________. Os condenados da cidade: estudo sobre marginalidade avançada. WACQUANT. Australian and New Zealand Journal of Psychiatry. In: DENZIN. Lev Semenivitch. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa . Acesso em: 10 mai 2013. WINNICOTT. Disponível em: < http://books.. 2001. ________. Arthur e LYMAN. Porto Alegre: Artmed. 1992. 31. As duas faces do gueto. E. Mental Disorders in Female prisoners. p. O desenvolvimento psicológico na infância. _______. Jorge Zahar Ed. A família e o desenvolvimento individual. 2007 WATCH. Interaction Between Learning and Development. Holding e interpretação. Donald Woods. Direito & Justiça: Revista da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro: Renavan. A formação social da mente. Criminalidade e Violência no Mundo Feminino. MULLEN. Métodos Qualitativos. 40. Prison Conditions in Spain. Carla Maria Petersen Herrlein.91-108. Daniele. _______. 2001 _______. São Paulo: Boitempo. Loïc. 1991. São Paulo: Martins Fontes. P. 2001. VIAFORE. 1978. 2. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Martins Fontes 1998 VOEGELI. VIGOTSKI. 2003. Cambridge.google. 2006. Norman K.1988.

Gestação. Criminal Justice and Behavior. WRIGHT. 1. 2012. Função da criminologia nas sociedades democráticas. David. WOMEN IN PRISON. Acesso em: 10 mar 2012.1612-1632. Parto e Puerpério. Ambulatório de Interação Pais-Bebê. 1989. A Criminologia como Instrumento de intervenção na Realidade. (org). Cláudio L. 1990. 1990. São Paulo: Martins Fontes. Porto Alegre: Artes Médicas.2..7ª Promotoria da Infância e da Juventude. 2001. S. Flávio. p. International Journal of Prisoners Health. 2012. Porto Alegre.1.org. BASSOLS. Ed. HAASEN. In: ________. Disponível em: <http://www. n. 127-141. C. p. In: EIZIRIK. ZAFFARONI. Antônio Carlos M. ________. Aida et al. et al.. Women in prison: Responses of European prison systems to problematic drug users. 3. Ana Margareth. 2005. Porto Alegre.php.11. ZIMERMAN.>. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Tudo começa em casa. 32 _______. Uma resenha simplificada como funciona o psiquismo. Solicita informações (embasamento científico para subsidiar sua ação junto às apenadas e seus bebês. Gender-Responsive Lessons Learned and Policy Implication for Women in Prison: A Review. H. 2-4. In: Revista da Escola do Serviço Penitenciário do Rio Grande do Sul. 2005. _______. O ciclo da vida humana: Uma perspectiva psicodinâmica. .2004 Porto Alegre [para] Synara Jacques Buttelli. 5f. Lucrécia. In: Fascículo de Ciências Penais.uk/womenprisoners. KAPCZINSKI. Eugenio Raúl.. C. 2010 ZIMMERMANN. COLTRO. Campinas: Millennium Editora. 39.Hospital de Clínicas de Porto Alegre [carta] 15 mar. David. Aspectos psicológicos na prática jurídica.womeninprison. Maria. Porto Alegre: Artmed. Emily M.4. ZURHOLD. v. (org). n. ZAVASCHI. v.