Coleção Fábulas Bíblicas Volume 50

JESUS CRISTO

NO INFERNO

O que Jesus foi fazer no Inferno?
Tirar um sarro dos condenados à pena eterna?

JL
jairoluis@inbox.lv

Sumário
Jesus no Inferno? >>> ................................................ 4
1 - Entre o absurdo e as desculpas descabeladas ............. 4
2 - Desculpas idiotas .................................................. 11
3 - Conclusão ............................................................ 11
4 - Mais bobagens do Cristianismo >>> ....................... 15
Mais conteúdo recomendado .......................................... 16
Livros recomendados .................................................... 17
Fontes: ....................................................................... 26

3

Jesus no Inferno? >>>

1 - Entre o absurdo e as desculpas descabeladas
Vamos dar uma olhada em uma das mais doidas e irracionais
invenções do alucinante mundo cristão que, como sempre, tem
provocado enfrentamentos entre eles mesmos, além de especial
diversão aos ateus: a estranha crença de que Jesus baixou ao
inferno durante os três dias que esteve morto antes de
ressuscitar.
Alguns cristãos (principalmente os católicos e suas esquisitices)
creem que depois de morrer, Jesus esteve três dias no inferno ou
em algum lugar semelhante. Inclusive esta crença se encontra
claramente descrita na oração católica chamada «O Credo»: (...

4

foi crucificado, morto e sepultado, desceu aos infernos, ao
terceiro dia ressuscitou dentre os mortos...).
De onde vem esta ideia? Da Bíblia!
Como já estamos cansados de saber, a Bíblia é muito pouco clara
e precisa em coisas que deveria ser; enquanto que em outras
bobagens sem importância se estende em explicações
desnecessárias. Se Jesus é a base e a essência do cristianismo, é
de capital importância saber o que aconteceu nesses três dias (na
realidade nem dois) de ausência. Pois para variar a Bíblia não diz
nada claro e permite que seus fiéis briguem e arranquem os
cabelos entre si sobre essa questão.
Vejamos os versículos da Bíblia que sugerem que Jesus baixou ao
inferno.
1 Pedro 3:19
No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;

Jesus, ao pregar a estes “espíritos encarcerados”, muitos alegam
que são espíritos de pessoas que nunca escutaram a doutrina de
Jesus antes de morrer; ou seja, todos os seres humanos mortos
antes que Jesus saísse às suas pregações e todos aqueles que já
habitaram a terra e que por razões geográficas ou culturais, nunca
ouviram falar deste Jesus. O versículo leva a crer que todas estas
almas vão a um lugar e que ao morrer Jesus tirou umas férias de
três dias por ali pregando suas ideias plagiadas.
1 Pedro 4:6
Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos,
para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne,
mas vivessem segundo Deus em espírito;

5

Este versículo parece justificar o anterior: que Jesus pregou aos
mortos em algum lugar.
Atos 2:23-24; 27
23 - A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e
presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos
de injustos; 24 - Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte,
pois não era possível que fosse retido por ela;
27 - Pois não deixarás a minha alma no inferno (Hades), Nem
permitirás que o teu Santo veja a corrupção;

Aqui se diz claramente que foi liberado da morte porque não podia
ser retido nela e sugere que esse lugar é o Inferno (Hades).
Atos 2:31-32
31 - Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua
alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a
corrupção. 32 - Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós
somos testemunhas.
Confirmado! Jesus esteve no Inferno (Hades).
Efésios 4:9-10
9 - Ora, isto-ele subiu-que é, senão que também antes tinha descido
às partes mais baixas da terra? 10 - Aquele que desceu é também o
mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as
coisas.

Este é talvez o mais claro de todos os versículos. Jesus desceu ao
mais baixo da terra. Isto sem dúvida aponta à crença que possui
a maioria das pessoas sobre o que é esse tal inferno, que está
embaixo, nas profundas da terra. E este versículo parece
corroborá-lo. Ao menos descobrimos algo claro: há um lugar nas

6

“partes mais baixas da terra” onde Jesus foi passar uns dias
evangelizando.

Romanos 10:6-7
6 - Mas a justiça que é pela fé diz assim: Não digas em teu coração:
Quem subirá ao céu? (Isto é, a trazer do alto a Cristo.) 7 - Ou: Quem

7

descerá ao abismo? (isto é, tornar a trazer dentre os mortos a
Cristo.).

Aqui também se insinua (especialmente no versículo 7) que Jesus
esteve no lugar onde estão os mortos e que este “lugar” se
encontra “debaixo”, já que Jesus tem que “subir”.
Outra “teoria” que circula por ai é que na realidade Jesus baixou
ao inferno para buscar “as chaves do Inferno (Hades)”, ou seja,
que estas “chaves” estavam lá e ninguém tinha conseguido buscalas, então Jesus teve que ir. Apesar de seu pai ser todo-poderoso,
era necessário esperar que Jesus morresse (ou fingisse, já que
“não podia ser retido pela morte”) para buscar as benditas chaves,
algo compreensível, já que chaves são coisas que vivemos
perdendo.
Apocalipse 1:18
E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre.
Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.

No fim das contas tudo isso de que Jesus baixou e subiu parece
ser outra invenção desesperada para “cumprir” alguma profecia
ambígua do Antigo Testamento:
Isaías 53:9
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte;
ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.

Segundo este versículo, o Messias deveria ir à sepultura embora
fosse puro; certamente muitos pensaram que este devia ser Jesus
e, portanto, inventou-se esta estranha história de Jesus no
inferno. E esta intenção de cumprir (esquentar) profecias se
confirma com Salmos:

8

Salmos 16:10
Pois não deixarás a minha alma no inferno (Seol), nem permitirás que
o teu Santo veja corrupção.

A qual é praticamente copiada ao pé da letra em Atos:
Atos 2:31
Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não
foi deixada no inferno (Hades), nem a sua carne viu a corrupção.

Ao que parece é muito fácil cumprir profecias no Novo
Testamento, é só copiar e colar uns fragmentos e pronto! Profecia
cumprida!
Vejamos algo interessante que diz o evangelho de João.
João 20:17
Disse-lhe Jesus: Não me toques; porque ainda não subi ao Pai, ...

Alguns utilizam este versículo para supor que como “não havia
subido ao céu” nesses três dias, deve ter baixado ao inferno.
E ao pedir que não “o toquem” parecer ser porque ressuscitou em
estado de pureza total e se rebaixaria se um vulgar humano o
tocasse (o que é contraditório já que pouco depois Tomás lhe faz
praticamente uma laparoscopia introduzindo sua mão na ferida da
lança).
Mas apesar de tudo isso, vamos supor que Jesus fez uma escala
técnica no Inferno. Isto gera algumas contradições e perguntas
óbvias que deveriam ser esclarecidas.

- Se esteve no inferno e não viu seu papai, significa que
Deus não está no inferno?

9



Onde está a condição de onipresente que supostamente
está em todos os lugares?
- Mas… Jesus não é o próprio Deus? Por que ele disse que
ainda não subi ao Pai, se ele mesmo é seu pai?
Se Deus está só no céu, mas não no inferno, também não
é onipresente?

.
Mas nem todos os católicos pensam (seria espantoso se
concordassem entre si sobre algum de seus dogmas infantis) que
Jesus “baixou ao inferno” que normalmente conhecemos e que
eles chamam de “o inferno dos condenados” (o inferno de
caldeirões de óleo fervente); mas dizem que Jesus baixou a um
lugar, que segundo eles é "o lugar de espera das almas dos justos
da era pré-cristã".

10

Jesus foi a esse lugar para “liberar” os justos que existiram antes
dele e que nunca escutaram sua “filosofia”. Entre a multidão de
justos ali esperando a salvação, estavam Moisés, Abraão, Noé,
José (seu pai adotivo (e corno)), e todos os demais patriarcas e
profetas, como também todos aqueles que morreram em paz com
Deus. Porque (segundo os católicos) todos necessitam da
salvação (até os ETs segundo a igreja) de Cristo para poder ir ao
céu.
Muitos pais da Igreja ensinaram esta doutrina; entre eles: São
Justino, São Ireneu, São Inácio de Antióquia, Tertuliano, São
Hipólito, Santo Agostinho. Inclusive São Tomas Aquino ensina que
o propósito de Cristo em descer aos infernos foi liberar aos justos
aplicando-lhes os frutos da Redenção.
Cabe destacar que a frase “desceu aos infernos”, usada no Credo
católico, não se encontra na Bíblia como tal.

2 - Desculpas idiotas
É muito divertido ler o que os cristãos escrevem ao ouvir a
pergunta: É verdade que Jesus desceu ao inferno por algum
tempo? As respostas costumam ser sumamente divertidas e
absurdas, pergunte no meio cristão e divirta-se:

3 - Conclusão
É muito engraçado. Engraçadíssimo como todas as fábulas cristãs!

11

É cada vez maior o número de historiadores modernos que afirma
que Jesus Cristo é um mito, pois a igreja não assusta mais como
antigamente, onde isso levou muitos à fogueira. Não existem
evidências confiáveis de sua existência, seus milagres não estão
registrados historicamente e nenhum dos fatos que supostamente
ocorreram ao seu redor possui o menor registro histórico.
Acreditar que um tipo nasceu da relação sexual de um deus com
uma mortal, que esteve flutuando pelo mundo por 40 dias
passeando com Satanás, sem comer nem beber, que levantou
mortos, curou cegos cuspindo neles, que matou porcos
endemoniados e árvores que se recusaram a dar frutos fora de
época; e que para o cúmulo do absurdo morreu e três dias depois
se levantou da tumba e subiu literalmente ao céu como bolhas de
sabão... Tudo isso é muito difícil de crer para quem não é
extremamente ignorante.
Mas o mais irracional e absurdo é que esses mesmos ignorantes
digam que não só ressuscitou ao terceiro dia, mas que durante
esses três dias que esteve morto baixou ao inferno “literalmente”
e ali se pôs a pregar e a conversar com seus colegas mortos, que
apesar de serem bons e santos, estão lá embaixo! E para o cúmulo
dos absurdos, apesar de serem seres celestiais e divinos, nenhum
deles (Moisés, Abraão, Elias, que subiu ao céu num redemoinho,
etc.) sabe nada de Jesus e de seus ensinamentos (apesar de que
se transfigurou e conversou com dois deles)… a verdade é que
estas crenças e lendas são uma total sandice e raiam ao absurdo
absoluto.

12

Para os crentes mais ignorantes e infantilizados pelo cristianismo
com essas sandices, Jesus é como um super-herói qualquer que,
não apenas pode voa pelos céus como Superman, mas também é
capaz de perfurar o solo e chegar até o centro da Terra onde
muitos creem que está o Inferno, Hades, Seol ou como o chamem.
É uma pena que Jesus não possa entrar na agua e mergulhar
(recordemos que Jesus “caminha ou flutua sobre as águas”, mas
por alguma razão mágica não pode submergir-se), se pudesse
fazer isto, seria praticamente indestrutível e dominaria todos os
elementos.
Todas essas andanças e viagens a lugares de ultra-tumba estão
baseadas em uns poucos escritos em um livro velho, do qual não
restam originais, que tem sido copiado e modificado em centenas
de idiomas. Como pode o crente crer nestes disparates baseados
neste livro, que nem é mais livro, mas conta com milhares de

13

versões modificadas? Precisa ser extremamente ignorante e estar
completamente à margem de todo o conhecimento existente.
É compreensível e inevitável que diante de tanta especulação
fantasiosa e interpretações bíblicas, os próprios crentes cristãos
se ataquem e se agridam entre eles defendendo cada lado a sua
própria infalibilidade e crença como a única verdadeira.
Isso é mais ou menos como se o crente cristão lesse os debates
polêmicos entre os muçulmanos sobre a veracidade das “72
virgens” que lhes darão se irem ao céu de Maomé. Serão belas
essas virgens? De que idade? Se pode escolhê-las? Certamente
que ao crente cristão isso parecerá uma estupidez e uma fantasia,
apesar de Jesus ter dito que o céu se parece com dez virgens
(Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que,
tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.
Mateus 25:1). Então, como estupidez e fantasias de mentes
loucas é como os ateus e os outros crentes com suas próprias
fantasias veem essas sandices discutidas entre cristãos.
Seria desonesto não admitir que é muito divertido ver os crentes
cristãos discutindo sobre essas fantasias e os debates absurdos
sobre interpretações bíblicas, é como vê-los discutindo sobre a
intensidade da cor rosada de um unicórnio. Unicórnios, que por
sinal, foram banidos das traduções bíblicas.

14

4 - Mais bobagens do Cristianismo >>>
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1700 anos tem derramado
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demonstrar. Uma obra que
desmistifica e quebra os
pilares de uma instituição
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mundo atual.
Entrevista
AQUI.

com

o

autor

Originally published as a
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expanded to book length in
1858, The Two Babylons
seeks to demonstrate a
connection between the
ancient
Babylonian
mystery
religions
and
practices of the Roman
Catholic
Church.
Often
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The
Two
Babylons comes from an
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as
archeology
and
anthropology were in their
infancy, and represents an
early attempt to synthesize
many of the findings of
these areas and Biblical
truth.

17

600 páginas

600 páginas

“Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner
sobre a política dos Papas no século XX, uma obra
surpreendentemente silenciada peols mesmos meios de
comunicação que tanta atenção dedicaram ao livro de
João Paulo II sobre como cruzar o umbral da esperança a
força de fé e obediência. Eu sei que não está na moda
julgar a religião por seus efeitos históricos recentes,
exceto no caso do fundamentalismo islâmico, mas alguns
exercícios de memória a este respeito são essenciais para
a
compreensão
do
surgimento
de
algumas
monstruosidades políticas ocorridas no século XX e outras
tão atuais como as que ocorrem na ex-Jugoslávia ou no
País Basco”.
Fernando Savater. El País, 17 de junho de 1995.
“Este segundo volume, como o primeiro, nos oferece uma
ampla e sólida informação sobre esse período da história
da Igreja na sua transição de uma marcada atitude de
condescendência com regimes totalitários conservadores
até uma postura de necessária acomodação aos sistemas
democráticos dos vencedores ocidentais na Segunda
Guerra Mundial”.

312 páginas
"Su visión de la historia de
la Iglesia no sólo no es
reverencial, sino que, por
usar
una
expresión
familiar, ‘no deja títere con
cabeza’. Su sarcasmo y su
mordaz
ironía
serían
gratuitos si no fuese porque
van de la mano del dato
elocuente y del argumento
racional. La chispa de su
estilo se nutre, por lo
demás,
de
la
mejor
tradición volteriana."
Fernando Savater. El País,
20 de mayo de 1990

Gonzalo Puente Ojea. El Mundo, 22 de outubro de 1995.
Ler online volume 1 e volume 2 (espanhol). Para comprar
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18

136 páginas

480 páginas

304 páginas

De una manera didáctica,
el profesor Karl Deschner
nos ofrece una visión crítica
de la doctrina de la Iglesia
católica y de sus trasfondos
históricos. Desde la misma
existencia de Jesús, hasta
la polémica transmisión de
los
Evangelios,
la
instauración y significación
de los sacramentos o la
supuesta infalibilidad del
Papa.
Todos estos asuntos son
estudiados, puestos en
duda y expuestas las
conclusiones en una obra
de rigor que, traducida a
numerosos idiomas, ha
venido a cuestionar los
orígenes,
métodos
y
razones de una de las
instituciones
más
poderosas del mundo: la
Iglesia católica.

“Se bem que o cristianismo
esteja hoje à beira da
bancarrota
espiritual,
segue impregnando ainda
decisivamente nossa moral
sexual, e as limitações
formais de nossa vida
erótica continuam sendo
basicamente as mesmas
que nos séculos XV ou V, na
época de Lutero ou de
Santo Agostinho. E isso nos
afeta a todos no mundo
ocidental, inclusive aos não
cristãos ou aos anticristãos.
Pois o que alguns pastores
nômadas
de
cabras
pensaram há dois mil e
quinhentos anos, continua
determinando os códigos
oficiais desde a Europa até
a América; subsiste uma
conexão tangível entre as
ideas sobre a sexualidade
dos
profetas
veterotestamentarios ou de
Paulo e os processos penais
por conduta desonesta em
Roma, Paris ou Nova York.”
Karlheinz Deschner.

"En temas candentes como
los del control demográfico,
el uso de anticonceptivos,
la ordenación sacerdotal de
las mujeres y el celibato de
los sacerdotes, la iglesia
sigue anclada en el pasado
y bloqueada en su rigidez
dogmática. ¿Por qué esa
obstinación que atenta
contra la dignidad y la
libertad de millones de
personas? El Anticatecismo
ayuda eficazmente a hallar
respuesta a esa pregunta.
Confluyen en esta obra dos
personalidades de vocación
ilustradora y del máximo
relieve en lo que, desde
Voltaire, casi constituye un
Género literario propio: la
crítica de la iglesia y de
todo
dogmatismo
obsesivamente
<salvífico>.

19

1 – (365 pg) Los
orígenes, desde el
paleocristianismo hasta
el final de la era
constantiniana

2 - (294 pg) La época
patrística y la
consolidación del
primado de Roma

3 - (297 pg) De la
querella de Oriente hasta
el final del periodo
justiniano

4 - (263 pg) La Iglesia
antigua: Falsificaciones y
engaños

5 - (250 pg) La Iglesia
antigua: Lucha contra los
paganos y ocupaciones
del poder

6 - (263 pg) Alta Edad
Media: El siglo de los
merovingios

20

7 - (201 pg) Alta Edad
Media: El auge de la
dinastía carolingia

8 - (282 pg) Siglo IX:
Desde Luis el Piadoso
hasta las primeras luchas
contra los sarracenos

9 - (282 pg) Siglo X:
Desde las invasiones
normandas hasta la
muerte de Otón III

Sua obra mais ambiciosa, a “Historia
Criminal do Cristianismo”, projetada em
princípio a dez volumes, dos quais se
publicaram nove até o presente e não se
descarta que se amplie o projeto. Tratase da mais rigorosa e implacável
exposição jamais escrita contra as formas
empregadas pelos cristãos, ao largo dos
séculos, para a conquista e conservação
do poder.
Em 1971 Deschner foi convocado por uma corte em Nuremberg acusado
de difamar a Igreja. Ganhou o processo com uma sólida argumentação,
mas aquela instituição reagiu rodeando suas obras com um muro de
silêncio que não se rompeu definitivamente até os anos oitenta, quando
as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha
(Polônia, Suíça, Itália e Espanha, principalmente).

21

414 páginas

639 páginas

LA BIBLIA DESENTERRADA

EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA
HISTORIA DE PIO XII

Israel Finkelstein es un arqueólogo y
académico
israelita,
director
del
instituto
de
arqueología
de
la
Universidad de Tel Aviv y coresponsable de las excavaciones en
Mejido (25 estratos arqueológicos, 7000
años de historia) al norte de Israel. Se
le
debe
igualmente
importantes
contribuciones a los recientes datos
arqueológicos
sobre
los
primeros
israelitas en tierra de Palestina
(excavaciones de 1990) utilizando un
método que utiliza la estadística (
exploración de toda la superficie a gran
escala de la cual se extraen todas las
signos de vida, luego se data y se
cartografía por fecha) que permitió el
descubrimiento de la sedentarización de
los primeros israelitas sobre las altas
tierras
de
Cisjordania.
Es un libro que es necesario conocer.

¿Fue Pío XII indiferente al sufrimiento
del pueblo judío? ¿Tuvo alguna
responsabilidad en el ascenso del
nazismo? ¿Cómo explicar que firmara
un
Concordato
con
Hitler?
Preguntas como éstas comenzaron a
formularse al finalizar la Segunda
Guerra Mundial, tiñendo con la
sospecha al Sumo Pontífice. A fin de
responder a estos interrogantes, y con
el deseo de limpiar la imagen de
Eugenio Pacelli, el historiador católico
John Cornwell decidió investigar a
fondo su figura.
El profesor Cornwell plantea unas
acusaciones acerca del papel de la
Iglesia en los acontecimientos más
terribles del siglo, incluso de la historia
humana, extremadamente difíciles de
refutar.

22

513 páginas

326 páginas

480 páginas

En esta obra se describe
a algunos de los hombres
que ocuparon el cargo de
papa. Entre los papas
hubo un gran número de
hombres
casados,
algunos de los cuales
renunciaron
a
sus
esposas e hijos a cambio
del cargo papal. Muchos
eran hijos de sacerdotes,
obispos y papas. Algunos
eran bastardos, uno era
viudo, otro un ex esclavo,
varios eran asesinos,
otros incrédulos, algunos
eran ermitaños, algunos
herejes,
sadistas
y
sodomitas; muchos se
convirtieron en papas
comprando el papado
(simonía), y continuaron
durante
sus
días
vendiendo
objetos
sagrados para forrarse
con el dinero, al menos
uno era adorador de
Satanás, algunos fueron
padres
de
hijos
ilegítimos, algunos eran
fornicarios y adúlteros en
gran escala...

Santos
e
pecadores:
história dos papas é um
livro que em nenhum
momento
soa
pretensioso. O subtítulo é
explicado pelo autor no
prefácio, que afirma não
ter tido a intenção de
soar absoluto. Não é a
história dos papas, mas
sim,
uma
de
suas
histórias. Vale dizer que o
livro originou-se de uma
série para a televisão,
mas
em
nenhum
momento soa incompleto
ou
deixa
lacunas.

Jesús de Nazaret, su
posible descendencia y el
papel de sus discípulos
están
de
plena
actualidad. Llega así la
publicación de El puzzle
de Jesús, que aporta un
punto de vista diferente y
polémico sobre su figura.
Earl Doherty, el autor, es
un estudioso que se ha
dedicado
durante
décadas a investigar los
testimonios acerca de la
vida
de
Jesús,
profundizando hasta las
últimas consecuencias...
que a mucha gente le
gustaría no tener que
leer. Kevin Quinter es un
escritor
de
ficción
histórica al que proponen
escribir
un
bestseller
sobre la vida de Jesús de
Nazaret.

23

576 páginas

380 páginas

38 páginas

First published in 1976,
Paul
Johnson's
exceptional
study
of
Christianity has been
loved and widely hailed
for its intensive research,
writing, and magnitude.
In a highly readable
companion to books on
faith and history, the
scholar
and
author
Johnson has illuminated
the Christian world and
its fascinating history in a
way that no other has.

La Biblia con fuentes
reveladas (2003) es un
libro del erudito bíblico
Richard Elliott Friedman
que se ocupa del proceso
por el cual los cinco libros
de la Torá (Pentateuco)
llegaron a ser escritos.
Friedman sigue las cuatro
fuentes del modelo de la
hipótesis
documentaria
pero
se
diferencia
significativamente
del
modelo S de Julius
Wellhausen
en varios
aspectos.

An Atheist Classic! This
masterpiece,
by
the
brilliant atheist Marshall
Gauvin is full of direct
'counter-dictions',
historical evidence and
testimony that, not only
casts doubt, but shatters
the myth that there was,
indeed, a 'Jesus Christ',
as Christians assert.

24

391 páginas
PEDERASTIA EM LA IGLESIA CATÓLICA
En este libro, los abusos sexuales a
menores, cometidos por el clero o por
cualquier otro, son tratados como
"delitos", no como "pecados", ya que en
todos los ordenamientos jurídicos
democráticos del mundo se tipifican
como un delito penal las conductas
sexuales con menores a las que nos
vamos a referir. Y comete también un
delito todo aquel que, de forma
consciente y activa, encubre u ordena
encubrir
esos
comportamientos
deplorables.
Usar como objeto sexual a un menor, ya
sea mediante la violencia, el engaño, la
astucia o la seducción, supone, ante
todo y por encima de cualquier otra
opinión, un delito. Y si bien es cierto
que, además, el hecho puede verse
como un "pecado" -según el término
católico-, jamás puede ser lícito, ni
honesto, ni admisible abordarlo sólo
como un "pecado" al tiempo que se
ignora conscientemente su naturaleza
básica de delito, tal como hace la Iglesia
católica, tanto desde el ordenamiento
jurídico interno que le es propio, como
desde la praxis cotidiana de sus
prelados.

Robert Ambelain, aunque defensor de
la historicidad de un Jesús de carne y
hueso, amplia en estas líneas la
descripción que hace en anteriores
entregas de esta trilogía ( Jesús o El
Secreto Mortal de los Templarios y Los
Secretos del Gólgota) de un Jesús para
nada acorde con la descripción oficial
de la iglesia sino a uno rebelde: un
zelote con aspiraciones a monarca que
fue mitificado e inventado, tal y como
se conoce actualmente, por Paulo,
quién, según Ambelain, desconocía las
leyes judaicas y dicha religión, y quien
además usó todos los arquetipos de las
religiones que sí conocía y en las que
alguna vez creyó (las griegas, romanas
y
persas)
arropándose
en
los
conocimientos sobre judaísmo de
personas como Filón para crear a ese
personaje. Este extrajo de cada religión
aquello que atraería a las masas para
así poder centralizar su nueva religión
en sí mismo como cabeza visible de una
jerarquía eclesiástica totalmente nueva
que no hacía frente directo al imperio
pero si a quienes oprimían al pueblo
valiéndose de la posición que les había
concedido dicho imperio (el consejo
judío).

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Fontes:
Bíblia Sagrada
http://ateismoparacristianos.blogspot.com/
http://www.bibliaonline.com.br/

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