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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO JUIZADO

ESPECIAL CRIMINAL DA __________________________________________

C D S, brasileiro, casado, aposentado,
portador do RG n.º XXX.XXX SSP/__, inscrito no CPF n.º XXX.XXX.XXX – XX, e Z
N O, brasileira, casada, funcionária pública, portadora do RG n.º XXXXXXX SSP/__,
inscrita no CPF n.º XXX.XXX.XXX – XX, ambos residentes e domiciliados na rua C, n.º
4, apto. 03, Edifício C, bairro Centro, nesta Capital (tudo conforme cópias de documentos
acostados – doc. 2), por seu representante legal que ao final assina (Procuração inclusa
– doc. 1), vêm, à ilustre presença de Vossa Excelência, propor a presente

QUEIXA-CRIME

Com fundamento no art. 138 do Código
Penal, em desfavor de O D A, brasileira, casada, síndica, portadora do RG n.º
.XXXXXX SSP/__, inscrita no CPF n.º XXXXXXXXX, residente e domiciliada na
Rua C, n.º 4, apto. 10, Edifício C, também na Cidade de Cuiabá - MT, conforme as razões
de fato e de direito a seguir expostas:

DOS FATOS

1 – No dia XX de março de 2.0XX, foi
realizada eleição para Síndico(a) no Edifício C, conforme comprova cópia do Edital de
Convocação incluso (doc.3).

2 – A Querelante, Z N O,foi candidata ao
cargo de Síndico(a) do Edifício, e perdeu por 01(um) voto, tudo conforme cópia da Ata
da Assembléia da Eleição inclusa (doc.4).

3 – Desconfiada de irregularidades, no dia
XX de março de 2.0XX, a Querelante dirigiu-se ao apartamento da Querelada/Síndica

BEM COMO.. acusando-os de condutas que efetivamente não realizaram. E EMPRESAS TERCEIRIZADAS OU NÃO. o que inclusive levou a Querelante a propor Ação de Anulação de Assembléia Condominial com pedido de liminar. doc. estabelecido no art.para exercer seu direito. nos seguintes termos: “COMUNICA A NOTICIANTE QUE NA DATA DE HOJE ÀS 20:00 ESTÁ MARCADA UMA REUNIÃO COM O CONDOMÍNIO NO PRÉDIO ONDE É A NOTICIANTE É A SÍNDICA DO CONDOMÍNIO QUE NO HORÁRIO JÁ CITADO ACIMA. 5 – Como a Querelante estava no exercício regular de direito de fiscalização da documentação do condomínio. esta ligou-lhe exigindo a devolução da documentação. contudo.. CONTADOR(A). AMEAÇA e APROPRIAÇÃO INDÉBITA. A SRA. mas comprometeu-se a entregar a documentação no dia seguinte nas mãos da Querelada. NÃO FOI O SUFICIENTE PARA A QUERELADA. prevendo. dez minutos após a Querelante se retirar da porta do apartamento da Querelada.6). as irregularidades que a Querelante encontraria no Livro-Ata. Querelante.5: (. PEDIR ESCLARECIMENTOS POR ESCRITO AO SÍNDICO. do Regulamento Interno do Edifício Constance. 6 – A Querelada foi à Central de Ocorrências Policiais e realizou Boletim de Ocorrência. A QUALQUER TEMPO. talvez. SUB-SÍNDICO. (. antes mesmo de examinar os documentos em seu poder. 2º.. em desfavor da Querelante e de seus esposo. Z E SEU . cuja cópia segue inclusa (doc.) 4 – A princípio. CONSELHO FISCAL. alínea “e”. 7.) E) EXAMINAR. OS LIVROS E ARQUIVOS DA ADMINISTRAÇÃO. negou-se a realizar a devolução naquele momento. a Querelada entregou sem maiores problemas o Livro-Ata à Querelante.. cópia inclusa – doc. como realmente encontrou. CDS.

9. distribuindo debaixo da porta dos apartamentos dos condôminos. . A Querelada entregou espontaneamente a documentação à Querelante. 8. DIZENDO ISSO COM TOM INTIMIDADOR E DIANTE DE OUTRA NEGATIVA DA NOTICIANTE A MULHER NÃO SATISFEITA COM A RESPOSTA DA NOTICIANTE. às 19:00 horas.) o livro encontra-se em perfeito estado. A Z SORRIDENTE À CUMPRIMENTOU E PEDIU O LIVRO ATA DIZENDO QUE PRECISAVA DAR UMA OLHADINHA E A NOTICIANTE DISSE QUE NÃO PODERIA POIS ESTAVA ESTUDANDO NELE E QUE TERIA UMA REUNIÃO DALI A POUCO E NÃO PODERIA ENTREGAR-LHE O LIVRO. QUE REGISTRA O FATO PARA PROVIDÊNCIAS. a Querelada propagou a calúnia. Excelência. devolveu a documentação no dia seguinte. não havendo nenhuma rasura. com a clara intenção de macular a honra objetiva dos mesmos perante o ambiente social do Edifício C.. e a Querelante. OU PARA QUE OS DIREITOS SEJAM GARANTIDOS. com cópia do Boletim de Ocorrência efetuado em desfavor dos Querelantes. datado de XX de março de 2.. conforme Recibo incluso. QUE O MARIDO DA Z.)”. em exercício regular de seu direito.0XX.. doc. nada disso ocorreu.” No entanto. 7. QUE A NOTICIANTE INTERFONOU E PEDIU MAIS UMA VEZ QUE ENTREGASSE O LIVRO E MAIS UMA VEZ A MULHER DISSE QUE NÃO ENTREGARIA. doc. cuja cópia segue inclusa. C ENTÃO DISSE À QUE ERA MELHOR ENTREGAR. devidamente previsto no Regulamento Interno do Condomínio. Edital para Assembléia Geral. doc..0XX. dez minutos depois a Querelada ligou para a Querelante devolver a documentação. 7 – Não satisfeita com as acusações infundadas em desfavor da Querelante. bem como afixando no mural do condomínio. onde se lê a observação de que “(. estampadas no Boletim de Ocorrência. ou danos em suas folhas (. POIS NÃO FORA CONVIDADA A ENTRAR E PEGOU O LIVRO QUE SE ENCONTRAVA EM CIMA DA MESA E FOI SAINDO DIZENDO QUE TINHA DIREITOS E QUE NÃO IRIA LHE ENTREGAR O REFERIDO LIVRO QUE A Z E O MARIDO JÁ FORAM SAINDO E SE DIRIGIRAM AO APARTAMENTO DELES. seu esposo não a acompanhava no momento. QUE A NOTICIANTE DIRIGIU-SE AO APARTAMENTO DA ACUSADA E MAIS UMA VEZ ESTA DISSERA QUE NÃO IRIA ENTREGAR O LIVRO E QUE TINHA DIREITOS. em conluio com sua assessoria jurídica. QUE A ACUSADA FOI CONCORRENTE DA NOTICIANTE PARA SÍNDICA E PERDEU E QUE AINDA FEZ UMA CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA E COLOCOU A CONVOCAÇÃO POR BAIXO DAS PORTAS DOS MORADORES SEM AO MENOS COMUNICAR A NOTICIANTE. no dia XX de abril de 2.ESPOSO FORAM ATÉ SEU APARTAMENTO E BATERAM À PORTA E QUANDO A NOTICIANTE OS ATENDEU. TENDO INVADIDO O ESPAÇO. O SR. ADENTROU NA COZINHA QUE FOI POR ONDE A MESMA BATEU ANTERIORMENTE.

. não devolveu documento essencial para a comunidade condominial. que as palavras que compuseram o referido Edital de Convocação de Assembléia Geral não deixam dúvidas quanto a intenção da Querelada em expor e caluniar os Querelantes: “(. notificada verbalmente. sua reputação. Tudo provado conforme documentos acostados e depoimento das testemunhas ao final arroladas. sua imagem. sob pena de busca e apreensão do bem. fixa o prazo de 24 (vinte e quatro) horas para devolução. tranqüilas. em virtude de suas condutas amistosas. trabalhadoras. 8 – Note-se. de maneira falsa. em anexo) que. carismáticas e queridas por todos do Edifício C. convocaram uma Assembléia Geral para Desconstituição da Síndica/Querelada. nenhuma dúvida resta acerca do “animus” da Querelada em caluniar os Querelantes e atingir sua moral. seu bom nome ser maculado de forma falsa.. torna pública e notória a apropriação indevida do Livro Ata dessa Condomínio Constance pela condômina Z (conforme BO XXXXXXXXXX. As acusações. doc. Por todas essas qualidades e atributos de suas personalidades jamais seriam capazes de realizar condutas tão desproporcionais quanto foram acusados de realizar. mediante a personalidade dos Querelantes...)” Ora. (. religiosas e mantenedoras do mais elevados princípios de ética e valor moral. pela Querelante. no momento. e sendo assim. que. Excelência. São pessoas honestas. 10 – Não podem os Querelantes deixarem sua honra. A Querelante Z é funcionária pública estadual. que geraram profundo e intenso descontentamento entre os moradoras do Edifício C. tão falsas e desarrazoadas eram. Excelência. C é funcionário aposentado da XXXXXXXXXXX.. Ambos são pessoas calmas. causando prejuízo às suas reputações. trabalhando na XXXXXXXXXXXXXXXX. 9 – O Querelante. 10. solidárias e apaziguadoras. cumulada com indenização por parte deste Condomínio.) Por fim.

IMPUTANDO-LHE FALSAMENTE FATO DEFINIDO COMO CRIME: PENA . razão pela qual buscam a tutela jurisdicional. percebe-se claramente a conduta típica da Querelante. 138 . imputou fato definido como crime aos Querelantes.138 do Código Penal e ver realizada JUSTIÇA! DO DIREITO 11 – Estabelece o art. a reputação e o bom nome dos Querelantes. querendo impor-lhes a aura de criminosos. processamento e julgamento da presente ação. DE SEIS (SEIS) MESES A 2 (DOIS) ANOS. ao atribuir falsamente aos Querelantes a prática dos crimes previstos nos artigos 147 e 168 do Código Penal. vem os querelantes.CALUNIAR ALGUÉM.O recebimento. sabendo falsas as acusações.A citação. mediante o ambiente social do Edifício C. que. Conforme narrado nos fatos acima. DO PEDIDO 12 – Mediante as razões de fato e de direito expostas.138 do Código Penal. através de seus representantes legais que ao final assinam.mentirosa e infundada pela Querelada. à ilustre presença de Vossa Excelência. E MULTA.DETENÇÃO. a condenação da QUERELADA nas sanções penais previstas no art. na pessoa de Vossa Excelência. o interrogatório e. b . Pelo exposto. a honra. . REQUERER: a . ao final. com a clara intenção de lesar a imagem. após a oitiva das testemunhas arroladas ao final. 138 do Código Penal: CALÚNIA ART. claro fica a incidência da conduta realizada pela Querelada na conduta proibida estabelecida no artigo 138 do Código Penal. a fim de ver condenada a Querelada nas penas do art. com o fim de prejudicar a honra objetiva dos Querelantes.

pede deferimento. confeccionando ato da mais pura e cristalina JUSTIÇA! Termos em que. LENILDO MÁRCIO DA SILVA OAB/MT N.340 . Cuiabá-MT. mas.0XX. Pretende provar o alegado por todas as provas em depoimento admitidas e que se fizerem necessárias. que. e condenando a Querelada. não só estará preservado a reputação de pessoas honradas. também. em acolhendo o pedido formulado pelos Querelantes. Esteja certo Excelência. XX de abril de 2.º 5.