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M A R X / E N G E L S

G E S A M T A U S G A B E

GLIEDERUN G:
E R S T E A B T E I L U N G : SÄMTLICHE W E R K E U N D SCHRIFTEN
M I T A U S N A H M E D E S «KAPITAL»
Z W E I T E ABTEILUNG: D A S «KAPITAL» M I T V O R A R B E I T E N
DRITTE ABTEILUNG: BRIEFWECHSEL
VIERTE ABTEILUNG: GENERALREGISTER
M A R X / E N G E L S

G E S A M T A U S G A B E

ERSTE ABTEILUNG

BAND 5

MARX UND ENGELS: DIE DEUTSCHE IDEOLOGIE

1845—1846
KARL MARX
FRIEDRICH ENGELS
HISTORISCH-KRITISCHE G E S A M T A U S G A B E

W E R K E / S C H R I F T E N / B R I E F E

IM AUFTRAGE DES

MARX-ENGELS-LENIN-INSTITUTS

MOSKAU

HERAUSGEGEBEN

VON

V. A D O R A T S K I J
KARL MARX
FRIEDRICH ENGELS
DIE D E U T S C H E I D E O L O G I E

KRITIK DER NEUESTEN DEUTSCHEN PHILOSOPHIE

IN IHREN REPRÄSENTANTEN,

FEUERBACH, B. BAUER UND STIRNER,

UND DES DEUTSCHEN SOZIALISMUS

IN SEINEN VERSCHIEDENEN PROPHETEN

1845-1846

M A R X / E N G E L S
G E S A M T A U S G A B E
ERSTE ABTEILUNG
BAND 5

Verlag Detlev Auvermann KG


Glashütten im Taunus

1970
Unveränderter Neudruck der Ausgabe Berlin 1932
Gedruckt bei Walter Engel Frankfurt/Main
Printed in Germany
EINLEITUNG ZUM FÜNFTEN BANDE
DER ERSTEN ABTEILUNG
DIE D E U T S C H E IDEOLOGIE
K R I T I K D E R NEUESTEN DEUTSCHEN PHILOSOPHIE,

IN IHREN REPRÄSENTANTEN, FEUERBACH,

B . B A U E R UND S T I R N E R , UND D E S

D E U T S C H E N S O Z I A L I S M U S IN S E I N E N

VERSCHIEDENEN PROPHETEN
DIE DEUTSCHE IDEOLOGIE

Vorrede 3
I. Feuerbach. Gegensatz von m a t e r i a l i -
stischer und idealistischer Anschau-
ung. [Einleitung] 7
Das Leipziger Konzil 71
II. Sankt Bruno 75
III. S a n k t M a x 97
Schluß des Leipziger K o n z i l s . . . 431
Der wahre Sozialismus 435
I. Die „rheinischen Jahrbücher", oder die
P h i l o s o p h i e des wahren S o z i a l i s m u s . 441
IV. K a r l G r ü n : „ D i e s o z i a l e B e w e g u n g i n
Frankreich und Belgien" (Darmstadt,
1845) oder die Geschichtschreibung
des wahren Sozialismus 471
V. „Der Dr.Georg Kuhlmann aus Holstein",
oder die Prophétie des wahren Sozia-
lismus 519

Die Vorrede wurde Sommer 1846 in Brüssel geschrieben, zwischen


Anfang Mai und Mitte August
Vorrede

D i e M e n s c h e n h a b e n sich b i s h e r stets f a l s c h e V o r s t e l l u n g e n
ü b e r sich selbst g e m a c h t , v o n d e m , w a s s i e s i n d o d e r sein s o l l e n .
N a c h i h r e n V o r s t e l l u n g e n v o n Gott, v o n d e m N o r m a l m e n s c h e n
s usw. haben sie ihre Verhältnisse eingerichtet. Die Ausgeburten
i h r e s K o p f e s sind i h n e n ü b e r d e n K o p f g e w a c h s e n . V o r i h r e n G e -
s c h ö p f e n h a b e n sie, d i e S c h ö p f e r , sich g e b e u g t . B e f r e i e n w i r s i e
von den Hirngespinsten, den Ideen, den Dogmen, den eingebilde-
ten W e s e n , u n t e r d e r e n J o c h s i e v e r k ü m m e r n . R e b e l l i e r e n w i r
10 g e g e n d i e s e H e r r s c h a f t d e r G e d a n k e n . L e h r e n w i r sie, d i e s e E i n -
bildungen mit Gedanken vertauschen, d i e d e m Wesen des Men-
schen e n t s p r e c h e n , sagt d e r E i n e , sich k r i t i s c h z u i h n e n v e r h a l t e n ,
sagt d e r A n d e r e , s i e sich a u s d e m K o p f s c h l a g e n , sagt d e r D r i t t e ,
und — die bestehende Wirklichkeit wird zusammenbrechen.
is Diese unschuldigen und kindlichen Phantasien bilden den Kern
der neuern junghegelschen Philosophie, die in Deutschland nicht
n u r von d e m P u b l i k u m m i t E n t s e t z e n u n d E h r f u r c h t e m p f a n g e n ,
s o n d e r n a u c h von d e n p h i l o s o p h i s c h e n H e r o e n selbst
mit dem feierlichen Bewußtsein der weltumstürzenden Gefähr-
20 l i c h k e i t u n d d e r v e r b r e c h e r i s c h e n R ü c k s i c h t s l o s i g k e i t a u s g e g e b e n
w i r d . D e r e r s t e B a n d d i e s e r P u b l i k a t i o n h a t d e n Zweck, d i e s e
S c h a f e , d i e sich f ü r W ö l f e h a l t e n u n d d a f ü r g e h a l t e n w e r d e n , z u
e n t l a r v e n , z u z e i g e n , w i e sie d i e V o r s t e l l u n g e n d e r d e u t s c h e n B ü r -
ger n u r philosophisch nachblöken, wie die Prahlereien dieser
25 p h i l o s o p h i s c h e n A u s l e g e r n u r d i e E r b ä r m l i c h k e i t d e r w i r k l i c h e n
d e u t s c h e n Z u s t ä n d e w i d e r s p i e g e l n . S i e h a t d e n Zweck, d e n p h i l o -
sophischen K a m p f mit den Schatten d e r Wirklichkeit, der d e m
träumerischen u n d duseligen deutschen Volk zusagt, zu blamieren
und um den Kredit zu bringen.
30 E i n w a c k r e r M a n n b i l d e t e sich e i n m a l ein, d i e M e n s c h e n e r t r ä n -
k e n n u r i m W a s s e r , w e i l sie v o m G e d a n k e n d e r S c h w e r e
besessen w ä r e n . S c h l ü g e n s i e sich d i e s e V o r s t e l l u n g a u s d e m
K o p f e , e t w a i n d e m sie d i e s e l b e f ü r e i n e a b e r g l ä u b i g e , f ü r e i n e
r e l i g i ö s e V o r s t e l l u n g e r k l ä r t e n , s o seien s i e ü b e r a l l e W a s s e r s -
33 g e f a h r e r h a b e n . Sein Leben lang bekämpfte er d i e Illusion d e r
S c h w e r e , v o n d e r e n s c h ä d l i c h e n F o l g e n j e d e Statistik i h m n e u e
und zahlreiche Beweise lieferte. Der wackre M a n n w a r d e r T y p u s
der neuen deutschen revolutionären Philosophen.
I

FEUERBACH

GEGENSATZ

VON

. M A T E R I A L I S T I S C H E R UND I D E A L I S T I S C H E R

ANSCHAUUNG

[EINLEITUNG]
I. Feuerbach 7—67

Geschrieben in Brüssel September 1845 bis Mitte Oktober 1846.


Nicht beendet.

Wir haben die einzelnen Teile des Manuskripts nach den darin ent-
haltenen Notizen von Marx umgestellt. Berücksichtigt wurden die auf
es bezüglichen Hinweise im Manuskript „III. Sankt M a x " u. a., aus denen
hervorgeht, daß der „I. Feuerbach" die Einleitung zu b e i d e η Teilen der
„Deutschen Ideologie" bildet, wie zum „Leipziger Konzil", so auch zum
„Wahren Sozialismus".
/1/

FEUERBACH

W i e d e u t s c h e I d e o l o g e n m e l d e n , h a t D e u t s c h l a n d i n d e n letzten
i J a h r e n e i n e U m w ä l z u n g o h n e G l e i c h e n d u r c h g e m a c h t . D e r Ver-
wesungsprozeß des Hegeischen Systems, der mit Strauß begann,
h a t sich z u e i n e r W e l t g ä r u n g entwickelt, i n w e l c h e a l l e „ M ä c h t e
der Vergangenheit" hineingerissen sind. In d e m allgemeinen Chaos
h a b e n sich g e w a l t i g e R e i c h e g e b i l d e t , u m a l s b a l d w i e d e r unter-
10 zugehen, sind Heroen momentan aufgetaucht, um von k ü h n e r e n
u n d mächtigeren Nebenbuhlern wieder in die Finsternis zurück-
geschleudert zu werden. Es w a r eine Revolution, wogegen die
f r a n z ö s i s c h e ein K i n d e r s p i e l ist, e i n W e l t k a m p f , v o r d e m d i e
K ä m p f e d e r D i a d o c h e n k l e i n l i c h e r s c h e i n e n . D i e P r i n z i p i e n ver-
n drängten, die Gedankenhelden überstürzten einander mit uner-
h ö r t e r H a s t , u n d i n d e n d r e i J a h r e n 1 8 4 2 — 4 5 w u r d e i n Deutsch-
l a n d m e h r a u f g e r ä u m t a l s sonst i n d r e i J a h r h u n d e r t e n .
A l l e s d i e s soll sich i m r e i n e n G e d a n k e n z u g e t r a g e n h a b e n .
E s h a n d e l t sich a l l e r d i n g s u m ein i n t e r e s s a n t e s E r e i g n i s : u m
20 den Verfaulungsprozeß des absoluten Geistes. Nach Erlöschen
d e s letzten L e b e n s f u n k e n s t r a t e n d i e v e r s c h i e d e n e n B e s t a n d t e i l e
dieses C a p u t m o r t u u m i n D e k o m p o s i t i o n , g i n g e n n e u e V e r b i n d u n -
gen ein u n d b i l d e t e n n e u e S u b s t a n z e n . D i e p h i l o s o p h i s c h e n In-
d u s t r i e l l e n , d i e b i s h e r von d e r E x p l o i t a t i o n d e s a b s o l u t e n Geistes
2 5 gelebt h a t t e n , w a r f e n sich jetzt a u f d i e n e u e n V e r b i n d u n g e n . J e d e r
betrieb den Verschleiß des ihm zugefallenen / [ l a ] / Anteils mit
möglichster Emsigkeit. Es konnte dies nicht abgehen ohne Kon-
k u r r e n z . S i e w u r d e a n f a n g s ziemlich b ü r g e r l i c h u n d s o l i d e ge-
führt. Später, als d e r deutsche Markt überführt w a r und die
3 o W a r e trotz a l l e r M ü h e a u f d e m W e l t m a r k t k e i n e n A n k l a n g f a n d ,
w u r d e d a s G e s c h ä f t n a c h g e w ö h n l i c h e r d e u t s c h e r M a n i e r ver-
d o r b e n d u r c h f a b r i k m ä ß i g e u n d S c h e i n p r o d u k t i o n , Verschlech-
8 Deutsche Ideologie. Einleitung

t e r u n g d e r Q u a l i t ä t , S o p h i s t i c a t i o n d e s Rohstoffs, V e r f ä l s c h u n g
d e r E t i k e t t e n , S c h e i n k ä u f e , W e c h s e l r e i t e r e i u n d ein a l l e r r e e l l e n
G r u n d l a g e e n t b e h r e n d e s C r e d i t s y s t e m . D i e K o n k u r r e n z lief i n
e i n e n e r b i t t e r t e n K a m p f a u s , d e r u n s jetzt a l s w e l t h i s t o r i s c h e r U m -
s c h w u n g , a l s E r z e u g e r d e r gewaltigsten R e s u l t a t e u n d E r r u n g e n - s
Schäften a n g e p r i e s e n u n d k o n s t r u i e r t w i r d .
U m d i e s e p h i l o s o p h i s c h e M a r k t s c h r e i e r e i , d i e selbst i n d e r
B r u s t d e s e h r s a m e n d e u t s c h e n B ü r g e r s ein w o h l t ä t i g e s N a t i o n a l -
gefühl erweckt, richtig zu würdigen, um die Kleinlichkeit, die
lokale Borniertheit dieser ganzen junghegelschen Bewegung, um 10
n a m e n t l i c h d e n t r a g i k o m i s c h e n K o n t r a s t zwischen d e n w i r k l i c h e n
Leistungen dieser Helden und den Illusionen ü b e r diese Leistun-
g e n a n s c h a u l i c h zu m a c h e n , ist es n ö t i g sich d e n g a n z e n S p e k t a k e l
e i n m a l von e i n e m S t a n d p u n k t e a n z u s e h e n , d e r a u ß e r h a l b D e u t s c h -
l a n d liegt. is

121

A. DIE IDEOLOGIE ÜBERHAUPT, NAMENTLICH DIE DEUTSCHE

D i e d e u t s c h e K r i t i k h a t b i s a u f i h r e n e u e s t e n Efforts d e n B o d e n
d e r P h i l o s o p h i e n i c h t v e r l a s s e n . W e i t d a v o n e n t f e r n t , i h r e allge-
m e i n - p h i l o s o p h i s c h e n V o r a u s s e t z u n g e n zu u n t e r s u c h e n , s i n d i h r e 20
sämtlichen Fragen sogar auf dem Boden eines bestimmten philo-
sophischen S y s t e m s , d e s H e g e i s c h e n , g e w a c h s e n . N i c h t n u r i n i h r e n
A n t w o r t e n , schon i n d e n F r a g e n selbst l a g e i n e M y s t i f i k a t i o n .
D i e s e A b h ä n g i g k e i t von H e g e l ist d e r G r u n d , w a r u m k e i n e r d i e s e r
neueren Kritiker eine umfassende Kritik des Hegelschen Systems 2s
a u c h n u r v e r s u c h t e , s o s e h r J e d e r von i h n e n b e h a u p t e t ü b e r H e g e l
h i n a u s z u sein. I h r e P o l e m i k gegen H e g e l u n d g e g e n e i n a n d e r be-
s c h r ä n k t sich d a r a u f , d a ß J e d e r eine Seite d e s H e g e l s c h e n S y s t e m s
h e r a u s n i m m t u n d d i e s e sowohl g e g e n d a s g a n z e S y s t e m , w i e g e g e n
d i e v o n d e n A n d e r n h e r a u s g e n o m m e n e n Seiten w e n d e t . I m An- s o
fange n a h m m a n reine, unverfälschte Hegelsche Kategorien her-
aus, wie Substanz und Selbstbewußtsein, später profanierte man
diese Kategorien durch weltlichere N a m e n , wie Gattung, d e r Ein-
zige, d e r M e n s c h etc.
Die gesamte deutsche philosophische Kritik von S t r a u ß bis 35
S t i r n e r b e s c h r ä n k t sich a u f K r i t i k d e r r e l i g i ö s e n V o r s t e l l u n -
g e n . / [ 2 a ] / M a n g i n g a u s von d e r w i r k l i c h e n R e l i g i o n u n d eigent-
lichen Theologie. W a s religiöses Bewußtsein, religiöse Vorstellung
I. Feuerbach 9

sei, w u r d e im weiteren V e r l a u f verschieden bestimmt. D e r Fort-


schritt b e s t a n d d a r i n , d i e a n g e b l i c h h e r r s c h e n d e n m e t a p h y s i s c h e n ,
politischen, rechtlichen, moralischen u n d a n d e r n Vorstellungen
auch unter die S p h ä r e d e r religiösen oder theologischen Vorstel-
lungen zu subsumieren; ebenso d a s politische, rechtliche, mora-
lische Bewußtsein f ü r religiöses oder theologisches Bewußtsein,
u n d d e n politischen, rechtlichen, moralischen Menschen, in letzter
Instanz „d e η M e n s c h e n " , für religiös zu erklären. D i e Herrschaft
d e r Religion w u r d e vorausgesetzt. N a c h u n d n a c h w u r d e jedes
herrschende Verhältnis für ein Verhältnis d e r Religion erklärt
und in Kultus verwandelt, Kultus des Rechts, Kultus des Staats p p .
Überall hatte m a n es n u r mit Dogmen und dem Glauben an
Dogmen zu tun. Die Welt wurde in immer größerer Ausdehnung
k a n o n i s i e r t , b i s e n d l i c h d e r e h r w ü r d i g e S a n k t M a x sie e n b l o c
h e i l i g s p r e c h e n u n d d a m i t ein f ü r a l l e m a l a b f e r t i g e n k o n n t e .
Die Althegelianer hatten Alles b e g r i f f e n , sobald es auf
eine Hegeische logische Kategorie zurückgeführt war. D i e Jung-
hegelianer k r i t i s i e r t e n Alles, indem sie i h m religiöse Vor-
stellungen unterschoben o d e r es f ü r theologisch erklärten. D i e
20 Junghegelianer stimmen mit den Althegelianern überein in d e m
G l a u b e n a n d i e H e r r s c h a f t d e r R e l i g i o n , d e r Begriffe, d e s A l l g e -
meinen in d e r bestehenden Welt. N u r bekämpfen die Einen d i e
Herrschaft als Usurpation, welche die Andern als legitim feiern.
/ [ 2 b ] / D a b e i d i e s e n J u n g h e g e l i a n e r n d i e V o r s t e l l u n g e n , Ge-
d a n k e n , Begriffe, ü b e r h a u p t d i e P r o d u k t e d e s v o n i h n e n verselbst-
ständigten Bewußtseins für d i e eigentlichen Fesseln d e r Menschen
g e l t e n , g e r a d e w i e sie b e i d e n A l t h e g e l i a n e r n f ü r d i e w a h r e n B a n d e
d e r m e n s c h l i c h e n G e s e l l s c h a f t e r k l ä r t w e r d e n , s o v e r s t e h t e s sich,
d a ß d i e J u n g h e g e l i a n e r a u c h n u r g e g e n d i e s e I l l u s i o n e n d e s Be-
wußtseins zu kämpfen haben. Da nach ihrer Phantasie d i e Ver-
hältnisse der Menschen, ihr ganzes Tun und Treiben, ihre Fesseln
u n d S c h r a n k e n P r o d u k t e i h r e s B e w u ß t s e i n s s i n d , s o stellen d i e
Junghegelianer konsequenter Weise das moralische Postulat an
sie, i h r g e g e n w ä r t i g e s B e w u ß t s e i n m i t d e m m e n s c h l i c h e n , k r i t i -
schen o d e r e g o i s t i s c h e n B e w u ß t s e i n z u v e r t a u s c h e n u n d d a d u r c h
ihre Schranken zu beseitigen. Diese F o r d e r u n g , d a s Bewußtsein
zu verändern, läuft auf die Forderung hinaus, d a s Bestehende
a n d e r s zu interpretieren, d . h . es vermittelst einer a n d r e n Inter-
pretation anzuerkennen. Die junghegelschen Ideologen sind trotz
ihrer angeblich „welterschütternden" Phrasen die größten Kon-
servativen. Die jüngsten von ihnen haben den richtigen A u s d r u c k
f ü r i h r e T ä t i g k e i t g e f u n d e n , w e n n sie b e h a u p t e n , n u r g e g e n
„ P h r a s e n " z u k ä m p f e n . Sie vergessen n u r , d a ß sie diesen
P h r a s e n selbst n i c h t s a l s P h r a s e n e n t g e g e n s e t z e n , u n d d a ß sie d i e
wirkliche bestehende Welt keineswegs bekämpfen, wenn sie n u r
10 Deutsche Ideologie. Einleitung

d i e P h r a s e n d i e s e r W e l t b e k ä m p f e n . D i e einzigen R e s u l t a t e , wo-
zu diese philosophische Kritik es bringen konnte, /[2c]/ waren
einige u n d noch d a z u einseitige, religionsgeschichtliche Aufklä-
r u n g e n ü b e r d a s C h r i s t e n t u m ; i h r e s ä m t l i c h e n sonstigen B e h a u p -
tungen sind n u r weitere Ausschmückungen ihres Anspruchs, mit s
diesen unbedeutenden Aufklärungen welthistorische Entdeckungen
geliefert zu haben.
K e i n e m v o n d i e s e n P h i l o s o p h e n ist e s e i n g e f a l l e n , n a c h d e m
Zusammenhange der deutschen Philosophie mit d e r deutschen
Wirklichkeit, nach d e m Zusammenhange ihrer Kritik mit ihrer 10
eignen materiellen Umgebung zu fragen.

/ [ l ? b ] / Die Voraussetzungen, mit denen w i r beginnen, sind


keine willkürlichen, keine Dogmen, es sind wirkliche Vorausset-
zungen, von denen m a n n u r in der Einbildung abstrahieren kann.
E s sind d i e w i r k l i c h e n I n d i v i d u e n , i h r e A k t i o n u n d i h r e m a t e r i e l - i s
l e n L e b e n s b e d i n g u n g e n , sowohl d i e v o r g e f u n d e n e n w i e d i e d u r c h
ihre eigne Aktion erzeugten, Diese Voraussetzungen sind also
/ [ l ? c ] / auf rein empirischem Wege konstatierbar.
D i e e r s t e V o r a u s s e t z u n g a l l e r M e n s c h e n g e s c h i c h t e ist n a t ü r l i c h
die Existenz lebendiger menschlicher Individuen. D e r erste zu 20
k o n s t a t i e r e n d e T a t b e s t a n d ist also d i e k ö r p e r l i c h e O r g a n i s a t i o n
dieser Individuen und ihr dadurch gegebenes Verhältnis zur übri-
g e n N a t u r . W i r k ö n n e n h i e r n a t ü r l i c h w e d e r a u f d i e p h y s i s c h e Be-
schaffenheit d e r M e n s c h e n selbst, n o c h a u f d i e v o n d e n M e n s c h e n
v o r g e f u n d e n e n N a t u r b e d i n g u n g e n , d i e g e o l o g i s c h e n , o r o - h y d r o - 25
graphischen, klimatischen u n d andern Verhältnisse eingehen.
A l l e G e s c h i c h t s c h r e i b u n g m u ß von d i e s e n n a t ü r l i c h e n G r u n d l a g e n
u n d i h r e r M o d i f i k a t i o n i m L a u f d e r Geschichte d u r c h d i e A k t i o n
der Menschen ausgehen.
M a n k a n n d i e M e n s c h e n d u r c h d a s B e w u ß t s e i n , d u r c h d i e Reli- s o
g i o n , d u r c h w a s m a n sonst w i l l , von d e n T i e r e n u n t e r s c h e i d e n . Sie
selbst f a n g e n a n sich von d e n T i e r e n z u u n t e r s c h e i d e n , s o b a l d sie
a n f a n g e n i h r e L e b e n s m i t t e l z u p r o d u z i e r e n , ein Schritt, d e r
d u r c h i h r e k ö r p e r l i c h e O r g a n i s a t i o n b e d i n g t ist. I n d e m d i e M e n -
schen ihre Lebensmittel produzieren, produzieren sie indirekt ihr w
m a t e r i e l l e s L e b e n selbst.
Die Weise, in der die Menschen ihre Lebensmittel produzieren,
h ä n g t z u n ä c h s t v o n d e r Beschaffenheit d e r v o r g e f u n d e n e n u n d z u
r e p r o d u z i e r e n d e n L e b e n s m i t t e l selbst a b . / [ 2 ? ] / D i e s e W e i s e d e r
P r o d u k t i o n ist n i c h t b l o ß n a c h d e r Seite h i n z u b e t r a c h t e n , d a ß sie 4 0
I. Feuerbach 11

d i e R e p r o d u k t i o n d e r p h y s i s c h e n E x i s t e n z d e r I n d i v i d u e n ist. S i e
ist v i e l m e h r s c h o n e i n e b e s t i m m t e A r t d e r T ä t i g k e i t d i e s e r I n d i v i -
duen, eine bestimmte Art, ihr Leben zu äußern, eine bestimmte
L e b e n s w e i s e derselben. Wie die Individuen ihr Leben äußern,
5 so sind sie. W a s sie sind, fällt also z u s a m m e n mit ihrer P r o d u k -
t i o n , s o w o h l d a m i t , w a s sie p r o d u z i e r e n , a l s a u c h d a m i t , w i e sie
produzieren. W a s die Individuen also sind, d a s hängt ab von den
materiellen Bedingungen ihrer Produktion.
Diese P r o d u k t i o n tritt erst ein mit d e r V e r m e h r u n g d e r
1 0 Β e v ö l k e r u n g . S i e setzt selbst w i e d e r e i n e n V e r k e h r d e r
I n d i v i d u e n u n t e r e i n a n d e r v o r a u s . D i e F o r m d i e s e s V e r k e h r s ist
wieder durch die Produktion bedingt.
/{3}/ D i e B e z i e h u n g e n v e r s c h i e d e n e r N a t i o n e n u n t e r e i n a n d e r
hängen davon a b , wie weit j e d e von ihnen i h r e Produktivkräfte,
15 die Teilung d e r Arbeit, u n d den innern V e r k e h r entwickelt hat.
D i e s e r Satz ist a l l g e m e i n a n e r k a n n t . A b e r n i c h t n u r d i e B e z i e h u n g
einer Nation zu anderen, sondern auch die ganze innere Gliederung
d i e s e r N a t i o n selbst h ä n g t von d e r E n t w i c k l u n g s s t u f e i h r e r P r o -
duktion und ihres innern und ä u ß e r n Verkehrs a b . W i e weit d i e
2 0 P r o d u k t i o n s k r ä f t e e i n e r N a t i o n e n t w i c k e l t s i n d , zeigt a m a u g e n -
s c h e i n l i c h s t e n d e r G r a d , b i s z u d e m d i e T e i l u n g d e r A r b e i t ent-
w i c k e l t ist. J e d e n e u e P r o d u k t i v k r a f t , s o f e r n s i e n i c h t e i n e b l o ß
quantitative A u s d e h n u n g d e r bisher schon bekannten Produktiv-
k r ä f t e ist ( z . B . U r b a r m a c h u n g v o n L ä n d e r e i e n ) , h a t e i n e n e u e
25 Ausbildung der Teilung der Arbeit zur Folge.
Die Teilung d e r Arbeit innerhalb einer Nation führt zunächst
d i e T r e n n u n g d e r i n d u s t r i e l l e n u n d k o m m e r z i e l l e n von d e r a c k e r -
bauenden Arbeit, u n d damit die T r e n n u n g von S t a d t u n d L a n d
und den Gegensatz d e r Interessen Beider herbei. I h r e weitere Ent-
30 wicklung führt zur Trennung der kommerziellen Arbeit von d e r
i n d u s t r i e l l e n . Z u g l e i c h e r Zeit e n t w i c k e l n sich d u r c h d i e T e i l u n g
d e r Arbeit i n n e r h a l b dieser verschiednen B r a n c h e n w i e d e r ver-
s c h i e d e n e A b t e i l u n g e n u n t e r d e n z u b e s t i m m t e n A r b e i t e n zu-
sammenwirkenden Individuen. Die Stellung dieser einzelnen Ab-
a s t e i l u n g e n g e g e n e i n a n d e r ist b e d i n g t d u r c h d i e B e t r i e b s w e i s e d e r
ackerbauenden, industriellen und kommerziellen Arbeit (Patri-
archalismus, Sklaverei, Stände, Klassen). Dieselben Verhältnisse
z e i g e n sich b e i e n t w i c k e l t e r e m V e r k e h r i n / [ 3 a ] / d e n B e z i e h u n g e n
verschiedner Nationen zu einander.
Μ D i e verschiedenen Entwicklungsstufen der Teilung d e r Arbeit
s i n d e b e n soviel v e r s c h i e d e n e F o r m e n d e s E i g e n t u m s ; d . h . d i e
j e d e s m a l i g e S t u f e d e r T e i l u n g d e r A r b e i t b e s t i m m t a u c h d i e Ver­
hältnisse der Individuen zu einander in Beziehung auf das Ma-
terial, Instrument und Produkt d e r Arbeit.
*; D i e e r s t e F o r m d e s E i g e n t u m s ist d a s S t a m m e i g e n t u m . E s ent-
12 Deutsche Ideologie. Einleitung

spricht der unentwickelten Stufe der Produktion, auf der ein Volk
v o n J a g d u n d F i s c h f a n g , von V i e h z u c h t o d e r h ö c h s t e n s v o m A c k e r -
b a u sich n ä h r t . E s setzt i n d i e s e m l e t z t e r e n F a l l e e i n e g r o ß e M a s s e
u n b e b a u t e r L ä n d e r e i e n v o r a u s . D i e T e i l u n g d e r A r b e i t ist a u f
d i e s e r S t u f e n o c h s e h r w e n i g e n t w i c k e l t , u n d b e s c h r ä n k t sich a u f s
eine weitere Ausdehnung der in der Familie gegebenen naturwüch-
s i g e n T e i l u n g d e r A r b e i t . D i e g e s e l l s c h a f t l i c h e G l i e d e r u n g be-
s c h r ä n k t sich d a h e r a u f e i n e A u s d e h n u n g d e r F a m i l i e : p a t r i a r c h a -
lische Stammhäupter, unter ihnen die Stammitglieder, endlich
S k l a v e n . D i e i n d e r F a m i l i e l a t e n t e S k l a v e r e i e n t w i c k e l t sich erst 1 0
a l l m ä h l i c h m i t d e r V e r m e h r u n g d e r B e v ö l k e r u n g u n d d e r Bedürf-
n i s s e u n d m i t d e r A u s d e h n u n g d e s ä u ß e r n V e r k e h r s , sowohl d e s
Kriegs wie des Tauschhandels.
D i e z w e i t e F o r m ist d a s a n t i k e G e m e i n d e - u n d S t a a t s e i g e n t u m ,
das namentlich aus der Vereinigimg mehrerer Stämme zu einer is
S t a d t durch Vertrag oder Eroberung hervorgeht und bei d e m die
S k l a v e r e i f o r t b e s t e h e n b l e i b t . N e b e n d e m G e m e i n d e e i g e n t u m ent-
w i c k e l t sich s c h o n d a s m o b i l e u n d s p ä t e r a u c h d a s i m m o b i l e P r i v a t -
eigentum, a b e r als eine a b n o r m e , d e m Gemeindeigentum unter-
geordnete F o r m . D i e Staatsbürger besitzen n u r in i h r e r Gemein- 20
I [3b] / s c h a f t d i e M a c h t ü b e r i h r e a r b e i t e n d e n S k l a v e n u n d s i n d
schon deshalb an die F o r m des Gemeindeeigentums gebunden. Es
ist d a s g e m e i n s c h a f t l i c h e P r i v a t e i g e n t u m d e r a k t i v e n S t a a t s b ü r g e r ,
d i e d e n S k l a v e n g e g e n ü b e r g e z w u n g e n sind i n d i e s e r n a t u r w ü c h s i -
gen W e i s e d e r Assoziation zu bleiben. D a h e r verfällt d i e ganze hier- 25
auf b a s i e r e n d e Gliederung d e r Gesellschaft und mit ihr d i e Macht
des Volks in demselben Grade, in dem namentlich das immobile
P r i v a t e i g e n t u m sich entwickelt. D i e T e i l u n g d e r A r b e i t ist s c h o n
e n t w i c k e l t e r . W i r f i n d e n schon d e n G e g e n s a t z v o n S t a d t u n d L a n d ,
s p ä t e r d e n G e g e n s a t z zwischen S t a a t e n , d i e d a s s t ä d t i s c h e , u n d d i e 3 0
d a s L a n d - I n t e r e s s e r e p r ä s e n t i e r e n , u n d i n n e r h a l b d e r S t ä d t e selbst
d e n G e g e n s a t z zwischen I n d u s t r i e u n d S e e h a n d e l . D a s K l a s s e n v e r -
h ä l t n i s z w i s c h e n B ü r g e r n u n d S k l a v e n ist v o l l s t ä n d i g a u s g e b i l d e t .
/62/ Dieser ganzen Geschichtsauffassung scheint d a s F a k t u m
d e r E r o b e r u n g zu widersprechen. M a n hat bisher d i e Gewalt, den 35
K r i e g , P l ü n d e r u n g , R a u b m o r d p p z u r t r e i b e n d e n K r a f t d e r Ge-
schichte gemacht. W i r können uns hier n u r auf die H a u p t p u n k t e
beschränken u n d nehmen daher nur das frappante Beispiel, die
Zerstörung einer alten Zivilisation durch ein barbarisches Volk
u n d d i e sich d a r a n a n k n ü p f e n d e , v o n v o r n a n f a n g e n d e B i l d u n g ω
e i n e r n e u e n G l i e d e r u n g d e r Gesellschaft. ( R o m u n d B a r b a r e n ,
Feudalität u n d Gallien, oströmisches Reich u n d T ü r k e n . ) /63/
B e i d e m e r o b e r n d e n B a r b a r e n v o l k e ist d e r K r i e g s e l b s t n o c h , w i e
schon oben angedeutet, eine regelmäßige Verkehrsform, die um
so eifriger exploitiert wird, je m e h r d e r Zuwachs d e r Bevölkerung is
I. Feuerbach 13

b e i d e r h e r g e b r a c h t e n u n d f ü r sie e i n z i g m ö g l i c h e n r o h e n P r o -
d u k t i o n s w e i s e d a s B e d ü r f n i s n e u e r P r o d u k t i o n s m i t t e l schafft. I n
Italien dagegen war durch die Konzentration des Grundeigen-
tums (verursacht a u ß e r durch Aufkauf und Verschuldung auch
noch durch Erbschaft, indem bei der großen Liederlichkeit u n d
d e n seltnen H e i r a t e n d i e a l t e n G e s c h l e c h t e r a l l m ä h l i c h a u s s t a r b e n ,
u n d i h r Besitz W e n i g e n zufiel) u n d V e r w a n d l u n g d e s s e l b e n i n
V i e h w e i d e n ( d i e a u ß e r d u r c h d i e g e w ö h n l i c h e n n o c h h e u t e gülti-
gen ökonomischen Ursachen, durch die Einfuhr geraubten und
Tributgetreides und den hieraus folgenden Mangel an Konsumen-
t e n f ü r i t a l i s c h e s K o r n v e r u r s a c h t w u r d e ) , d i e f r e i e Bevölke-
r u n g fast v e r s c h w u n d e n , d i e S k l a v e n selbst s t a r b e n i m m e r w i e d e r
a u s u n d m u ß t e n stets d u r c h n e u e ersetzt w e r d e n . D i e S k l a v e r e i
b l i e b d i e B a s i s d e r g e s a m t e n P r o d u k t i o n . D i e P l e b e j e r , zwischen
Freien u n d Sklaven stehend, brachten es nie ü b e r ein L u m p e n p r o -
letariat hinaus. Überhaupt k a m Rom nie über die Stadt hinaus
u n d s t a n d m i t d e n P r o v i n z e n i n e i n e m fast n u r p o l i t i s c h e n Z u s a m -
menhange, der natürlich auch wieder durch politische Ereignisse
unterbrochen werden konnte. —
/ [ 3 b ] / M i t d e r E n t w i c k l u n g d e s P r i v a t e i g e n t u m s t r e t e n h i e r zu-
erst d i e s e l b e n V e r h ä l t n i s s e e i n , d i e w i r b e i m m o d e r n e n P r i v a t -
eigentum, n u r in ausgedehnterem Maßstabe, wiederfinden werden.
E i n e r s e i t s d i e K o n z e n t r a t i o n des P r i v a t e i g e n t u m s , d i e i n R o m s e h r
f r ü h anfing ( B e w e i s d a s l i c i n i s c h e A c k e r g e s e t z ) , seit d e n B ü r g e r -
k r i e g e n u n d n a m e n t l i c h u n t e r d e n K a i s e r n s e h r r a s c h v o r sich g i n g ;
andrerseits im Zusammenhange hiermit die Verwandlung der ple-
bejischen kleinen Bauern in ein Proletariat, d a s a b e r bei seiner
h a l b e n S t e l l u n g zwischen b e s i t z e n d e n B ü r g e r n u n d S k l a v e n z u
keiner selbstständigen Entwicklung k a m .
D i e d r i t t e F o r m ist d a s f e u d a l e o d e r s t ä n d i s c h e E i g e n t u m . W e n n
d a s A l t e r t u m von d e r S t a d t u n d i h r e m k l e i n e n G e b i e t a u s g i n g ,
so ging das Mittelalter vom L a n d e aus. Die vorgefundene dünne,
ü b e r e i n e g r o ß e Bodenfläche z e r s p l i t t e r t e B e v ö l k e r u n g , d i e d u r c h
d i e E r o b e r e r k e i n e n g r o ß e n Z u w a c h s e r h i e l t , b e d i n g t e d i e s e n ver-
ä n d e r t e n A u s g a n g s p u n k t . I m Ge-/[3c]/gensatz z u G r i e c h e n l a n d
u n d R o m beginnt die feudale Entwicklung d a h e r auf einem viel
a u s g e d e h n t e r e n , d u r c h d i e r ö m i s c h e n E r o b e r u n g e n u n d d i e an-
fangs d a m i t verknüpfte Ausbreitung der Agrikultur vorbereiteten
T e r r a i n . D i e letzten J a h r h u n d e r t e d e s v e r f a l l e n d e n r ö m i s c h e n
R e i c h s u n d d i e E r o b e r u n g d u r c h d i e B a r b a r e n selbst z e r s t ö r t e n
e i n e M a s s e von P r o d u k t i v k r ä f t e n ; d e r A c k e r b a u w a r g e s u n k e n ,
d i e I n d u s t r i e a u s M a n g e l a n A b s a t z v e r f a l l e n , d e r H a n d e l einge-
s c h l a f e n o d e r g e w a l t s a m u n t e r b r o c h e n , d i e l ä n d l i c h e u n d städ-
tische B e v ö l k e r u n g h a t t e a b g e n o m m e n . D i e s e v o r g e f u n d e n e n V e r -
hältnisse und die dadurch bedingte Weise der Organisation der
14 Deutsche Ideologie. Einleitung

E r o b e r u n g e n t w i c k e l t e n u n t e r d e m Einflüsse d e r g e r m a n i s c h e n
Heerverfassung das feudale Eigentum. Es beruht, wie das
Stamm- und Gemeinde-Eigentum, wieder auf einem Gemeinwesen,
d e m a b e r nicht wie d e m antiken, die Sklaven, sondern d i e leib-
eignen kleinen Bauern als unmittelbar produzierende Klasse
gegenüberstehen. Zugleich mit d e r vollständigen Ausbildung des
F e u d a l i s m u s tritt n o c h d e r G e g e n s a t z g e g e n d i e S t ä d t e h i n z u . D i e
hierarchische Gliederung des Grundbesitzes u n d d i e d a m i t zusam-
m e n h ä n g e n d e n bewaffneten Gefolgschaften g a b e n d e m A d e l d i e
M a c h t ü b e r d i e L e i b e i g n e n . D i e s e f e u d a l e G l i e d e r u n g w a r eben-
sogut w i e d a s a n t i k e G e m e i n d e e i g e n t u m e i n e A s s o z i a t i o n gegen-
über der beherrschten produzierenden Klasse; n u r w a r die Form
d e r Assoziation und das Verhältnis zu den unmittelbaren Produ-
zenten verschieden, weil verschiedene Produktionsbedingungen
vorlagen.
Dieser feudalen Gliederung des Grundbesitzes entsprach in den
S t ä d t e n das korporative Eigentum, die feudale Organisation
d e s H a n d w e r k s . D a s E i g e n t u m b e s t a n d /4/ h i e r h a u p t s ä c h l i c h
in d e r Arbeit jedes Einzelnen. Die Notwendigkeit d e r Assoziation
gegen den assoziierten R a u b a d e l , d a s Bedürfnis gemeinsamer
M a r k t h a l l e n i n e i n e r Zeit, w o d e r I n d u s t r i e l l e z u g l e i c h K a u f m a n n
w a r , d i e w a c h s e n d e K o n k u r r e n z d e r d e n a u f b l ü h e n d e n S t ä d t e n zu-
strömenden entlaufnen Leibeignen, die feudale Gliederung des
g a n z e n L a n d e s f ü h r t e n d i e Z ü n f t e h e r b e i ; d i e a l l m ä h l i c h er-
sparten kleinen Kapitalien einzelner H a n d w e r k e r u n d ihre stabile
Z a h l b e i d e r w a c h s e n d e n B e v ö l k e r u n g e n t w i c k e l t e n d a s Gesellen-
und Lehrlingsverhältnis, das in den Städten eine ähnliche Hier-
archie zu Stande brachte wie die auf d e m L a n d e .
D a s Haupteigentum bestand während der Feudalepoche also in
G r u n d e i g e n t u m m i t d a r a n geketteter L e i b e i g n e n a r b e i t e i n e r s e i t s ,
u n d eigner Arbeit mit kleinem, d i e Arbeit von Gesellen beherr-
schendem Kapital andrerseits. Die Gliederung von Beiden war
durch die bornierten Produktionsverhältnisse — die geringe und
rohe Bodenkultur und die handwerksmäßige Industrie — bedingt.
T e i l u n g d e r A r b e i t f a n d i n d e r B l ü t e d e s F e u d a l i s m u s w e n i g Statt.
J e d e s L a n d h a t t e d e n Gegensatz v o n S t a d t u n d L a n d i n s i c h ; d i e
Ständegliederung w a r allerdings sehr scharf ausgeprägt, aber
a u ß e r d e r Scheidung von Fürsten, Adel, Geistlichkeit und Bauern
a u f d e m L a n d e , u n d M e i s t e r n , Gesellen, L e h r l i n g e n , u n d b a l d a u c h
Taglöhnerpöbel in den Städten fand keine bedeutende Teilung
statt. I m A c k e r b a u w a r sie d u r c h d i e p a r z e l l i e r t e B e b a u u n g er-
schwert, n e b e n d e r d i e H a u s i n d u s t r i e d e r B a u e r n selbst a u f k a m ,
in d e r Industrie w a r die Arbeit in den einzelnen Handwerken
selbst g a r n i c h t , u n t e r i h n e n s e h r w e n i g geteilt. D i e T e i l u n g v o n
I n d u s t r i e u n d H a n d e l w u r d e i n ä l t e r e n S t ä d t e n v o r g e f u n d e n , ent-
I. Feuerbach 15

w i c k e l t e sich i n d e n n e u e r e n e r s t s p ä t e r , a l s d i e S t ä d t e u n t e r sich
in Beziehung /[4a]/ traten.
Die Zusammenfassung größerer Länder zu feudalen König-
reichen war für den Grundadel wie für die Städte ein Bedürfnis.
« Die Organisation der herrschenden Klasse, des Adels, hatte daher
überall einen Monarchen an d e r Spitze.
/ {5}/ D i e T a t s a c h e ist a l s o d i e : b e s t i m m t e I n d i v i d u e n , d i e a u f
b e s t i m m t e W e i s e p r o d u k t i v t ä t i g s i n d , g e h e n d i e s e b e s t i m m t e n ge-
sellschaftlichen u n d politischen Verhältnisse ein. D i e empirische
ίο Beobachtung m u ß in j e d e m einzelnen F a l l den Z u s a m m e n h a n g d e r
gesellschaftlichen u n d politischen Gliederung m i t d e r P r o d u k t i o n
e m p i r i s c h u n d o h n e a l l e Mystifikation u n d S p e k u l a t i o n a u f w e i s e n .
Die gesellschaftliche Gliederung und d e r Staat gehen beständig a u s
dem Lebensprozeß bestimmter Individuen hervor; aber dieser In-
i s d i v i d u e n , n i c h t w i e s i e i n d e r e i g n e n o d e r f r e m d e n V o r s t e l l u n g er-
scheinen mögen, sondern w i e sie w i r k l i c h sind, d . h . wie sie
wirken, materiell produzieren, also wie sie unter bestimmten ma-
teriellen und von ihrer Willkür unabhängigen Schranken, Voraus-
setzungen u n d Bedingungen tätig sind.
20 /[5a]/ Die Produktion der Ideen, Vorstellungen, des Bewußt-
s e i n s ist z u n ä c h s t u n m i t t e l b a r verflochten i n d i e m a t e r i e l l e T ä t i g -
keit und den materiellen V e r k e h r der Menschen, Sprache des wirk-
lichen Lebens. D a s Vorstellen, Denken, d e r geistige V e r k e h r d e r
Menschen erscheinen hier noch als direkter Ausfluß ihres materiel-
2 s l e n V e r h a l t e n s . V o n d e r g e i s t i g e n P r o d u k t i o n , w i e sie i n d e r S p r a c h e
d e r P o l i t i k , d e r Gesetze, d e r M o r a l , d e r R e l i g i o n , M e t a p h y s i k u s w .
e i n e s V o l k e s sich d a r s t e l l t , gilt d a s s e l b e . D i e M e n s c h e n s i n d d i e
Produzenten ihrer Vorstellungen, Ideen p p , aber die wirklichen,
w i r k e n d e n M e n s c h e n , w i e sie b e d i n g t s i n d d u r c h e i n e b e s t i m m t e
30 Entwicklung ihrer Produktivkräfte und des denselben entsprechen-
den V e r k e h r s bis zu seinen weitesten F o r m a t i o n e n hinauf. D a s Be-
w u ß t s e i n k a n n n i e e t w a s A n d r e s sein a l s d a s b e w u ß t e S e i n , u n d d a s
Sein d e r M e n s c h e n ist i h r w i r k l i c h e r L e b e n s p r o z e ß . W e n n i n d e r
ganzen Ideologie die Menschen und ihre Verhältnisse, wie in einer
3 5 C a m e r a o b s c u r a , a u f d e n K o p f gestellt e r s c h e i n e n , s o g e h t d i e s
Phänomen ebensosehr aus ihrem historischen Lebensprozeß her-
vor, w i e d i e U m d r e h u n g d e r G e g e n s t ä n d e a u f d e r N e t z h a u t a u s
ihrem unmittelbar physischen.
/[5b]/ Ganz im Gegensatz zur deutschen Philosophie, welche
M vom H i m m e l a u f d i e E r d e herabsteigt, w i r d h i e r von d e r E r d e z u m
H i m m e l gestiegen. D. h. es wird nicht ausgegangen von d e m , w a s
d i e M e n s c h e n s a g e n , s i c h e i n b i l d e n , sich v o r s t e l l e n , a u c h n i c h t v o n
den gesagten, gedachten, eingebildeten, vorgestellten Menschen,
um davon aus bei den leibhaftigen Menschen anzukommen; es
45 wird von den wirklich tätigen Menschen ausgegangen u n d a u s
16 Deutsche Ideologie. Einleitung

ihrem wirklichen Lebensprozeß auch die Entwicklung der ideolo-


g i s c h e n Reflexe u n d E c h o s d i e s e s L e b e n s p r o z e s s e s d a r g e s t e l l t .
A u c h die Nebelbildungen im Gehirn d e r Menschen sind notwen-
dige Sublimate ihres materiellen, empirisch konstatierbaren, und
an materielle Voraussetzungen geknüpften Lebensprozesses. Die s
M o r a l , R e l i g i o n , M e t a p h y s i k u n d sonstige I d e o l o g i e u n d d i e i h n e n
entsprechenden Bewußtseinsformen behalten hiermit nicht länger
d e n S c h e i n d e r S e l b s t s t ä n d i g k e i t . S i e h a b e n k e i n e G e s c h i c h t e , sie
haben keine Entwicklung, sondern die ihre materielle Produktion
u n d ihren materiellen Verkehr entwickelnden Menschen ändern 10
mit dieser ihrer Wirklichkeit auch ihr Denken und die Produkte
i h r e s D e n k e n s . N i c h t d a s B e w u ß t s e i n b e s t i m m t d a s L e b e n , son-
d e r n d a s Leben bestimmt d a s Bewußtsein. In d e r ersten Betrach-
t u n g s w e i s e geht m a n v o n d e m B e w u ß t s e i n a l s d e m l e b e n d i g e n I n -
d i v i d u u m a u s , in d e r zweiten, d e m wirklichen L e b e n entsprechen- is
d e n , v o n d e n w i r k l i c h e n l e b e n d i g e n I n d i v i d u e n selbst u n d b e t r a c h -
tet das Bewußtsein n u r als i h r Bewußtsein.
D i e s e B e t r a c h t u n g s w e i s e ist n i c h t v o r a u s s e t z u n g s l o s . S i e g e h t
v o n d e n w i r k l i c h e n V o r a u s s e t z u n g e n a u s , sie v e r l ä ß t sie k e i n e n
Augenblick. I h r e Voraussetzungen sind d i e Menschen nicht in 20
i r g e n d e i n e r p h a n t a s t i s c h e n A b g e s c h l o s s e n h e i t u n d F i x i e r u n g , son-
d e r n in i h r e m wirklichen /[5c]/ empirisch anschaulichen Entwick-
lungsprozeß unter bestimmten Bedingungen. Sobald dieser tätige
L e b e n s p r o z e ß d a r g e s t e l l t w i r d , h ö r t d i e G e s c h i c h t e auf, e i n e
S a m m l u n g t o t e r F a k t a z u sein, w i e b e i d e n selbst n o c h a b s t r a k t e n 2 5
Empirikern, oder eine eingebildete Aktion eingebildeter Subjekte,
wie bei den Idealisten.
D a , wo die Spekulation aufhört, b e i m wirklichen Leben, be-
ginnt also d i e wirkliche, positive Wissenschaft, d i e Darstellung
d e r praktischen Betätigung, des praktischen Entwicklungspro- 30
zesses d e r M e n s c h e n . D i e P h r a s e n v o m B e w u ß t s e i n h ö r e n auf,
wirkliches Wissen m u ß an ihre Stelle treten. Die selbstständige
Philosophie verliert mit der Darstellung der Wirklichkeit ihr
Existenzmedium. An ihre Stelle kann höchstens eine Zusammen-
f a s s u n g d e r a l l g e m e i n s t e n R e s u l t a t e t r e t e n , d i e s i c h a u s d e r Be- 3 5
trachtung der historischen Entwicklung der Menschen abstra-
h i e r e n l a s s e n . D i e s e A b s t r a k t i o n e n h a b e n f ü r sich, g e t r e n n t v o n
d e r wirklichen Geschichte, d u r c h a u s keinen Wert. Sie können n u r
d a z u dienen, die O r d n u n g des geschichtlichen M a t e r i a l s zu erleich-
tern, die Reihenfolge seiner einzelnen Schichten anzudeuten. Sie ω
geben aber keineswegs, wie die Philosophie, ein Rezept o d e r
S c h e m a , w o n a c h d i e g e s c h i c h t l i c h e n E p o c h e n z u r e c h t g e s t u t z t wer­
d e n können. Die Schwierigkeit beginnt im Gegenteil erst da,-wo
m a n sich a n d i e B e t r a c h t u n g u n d O r d n u n g d e s M a t e r i a l s , sei e s
einer vergangnen Epoche oder der Gegenwart, an die wirkliehe α
I. Feuerbach 17

D a r s t e l l u n g gibt. D i e B e s e i t i g u n g d i e s e r S c h w i e r i g k e i t e n ist d u r c h
Voraussetzungen bedingt, die keineswegs hier gegeben werden
k ö n n e n , s o n d e r n d i e erst a u s d e m S t u d i u m d e s w i r k l i c h e n L e b e n s -
p r o z e s s e s u n d d e r A k t i o n d e r I n d i v i d u e n j e d e r E p o c h e sich er-
5 geben. W i r nehmen hier einige dieser Abstraktionen heraus, die
w i r g e g e n ü b e r d e r I d e o l o g i e g e b r a u c h e n , u n d w e r d e n sie a n histo-
rischen Beispielen erläutern.

[1.] Geschichte

/ 1 1 / W i r müssen bei den voraussetzungslosen Deutschen da-


io mit anfangen, d a ß wir die erste Voraussetzung aller menschlichen
E x i s t e n z , a l s o a u c h a l l e r Geschichte k o n s t a t i e r e n , n ä m l i c h d i e
V o r a u s s e t z u n g , d a ß d i e M e n s c h e n i m S t a n d e sein m ü s s e n z u l e b e n ,
um „Geschichte m a c h e n " zu können. Z u m Leben aber gehört vor
Allem Essen und Trinken, Wohnung, K l e i d u n g u n d noch einiges
i s A n d e r e . D i e erste g e s c h i c h t l i c h e T a t ist a l s o d i e E r z e u g u n g d e r
Mittel zur Befriedigung dieser Bedürfnisse, die Produktion des
m a t e r i e l l e n L e b e n s selbst, u n d z w a r ist d i e s e i n e geschichtliche
Tat, eine G r u n d b e d i n g u n g aller Geschichte, d i e noch heute, wie
vor Jahrtausenden, täglich und stündlich erfüllt werden m u ß , um
2 0 d i e M e n s c h e n n u r a m L e b e n z u e r h a l t e n . S e l b s t w e n n d i e Sinnlich-
keit, w i e b e i m h e i l i g e n B r u n o , auf e i n e n Stock, auf d a s M i n i m u m
r e d u z i e r t ist, setzt sie d i e T ä t i g k e i t d e r P r o d u k t i o n d i e s e s Stockes
v o r a u s . D a s E r s t e a l s o b e i a l l e r geschichtlichen A u f f a s s u n g ist, d a ß
m a n diese Grundtatsache in ihrer ganzen Bedeutung u n d ihrer
25 ganzen Ausdehnung beobachtet und zu ihrem Rechte k o m m e n läßt.
Dies haben die Deutschen bekanntlich nie getan, d a h e r nie eine
i r d i s c h e Basis f ü r d i e Geschichte u n d folglich n i e e i n e n Histo-
r i k e r g e h a b t . D i e F r a n z o s e n u n d E n g l ä n d e r , w e n n sie a u c h d e n
Z u s a m m e n h a n g d i e s e r T a t s a c h e m i t d e r s o g e n a n n t e n Geschichte
•io n u r h ö c h s t e i n s e i t i g a u f f a ß t e n , n a m e n t l i c h s o l a n g e sie in d e r poli-
tischen I d e o l o g i e b e f a n g e n w a r e n , s o h a b e n sie d o c h i m m e r h i n d i e
ersten V e r s u c h e g e m a c h t , d e r G e s c h i c h t s c h r e i b u n g e i n e m a t e r i a -
listische B a s i s z u g e b e n , i n d e m sie z u e r s t G e s c h i c h t e n d e r b ü r g e r -
9 Auf der Höhe des hier beginnenden nicht durchgestrichenen Textes machte
Marx in der rechten Spalte die Angabe: G e s c h i c h t e .
13—15 Auf der Höhe dieses Satzes notierte Marx in der rechten Spalte:
Hegel.
Geologische, hydrographische etc. Verhältnisse.
Die menschlichen Leiber. Bedürfnis, Arbeit.
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 2
18 Deutsche Ideologie. Einleitung

liehen Gesellschaft, des H a n d e l s u n d der Industrie schrieben. —


D a s Z w e i t e ist, / 1 2 / d a ß d a s b e f r i e d i g t e e r s t e B e d ü r f n i s selbst,
d i e A k t i o n d e r B e f r i e d i g u n g u n d d a s schon e r w o r b e n e I n s t r u m e n t
der Befriedigung zu neuen Bedürfnissen führt — u n d diese Er-
z e u g u n g n e u e r B e d ü r f n i s s e ist d i e e r s t e g e s c h i c h t l i c h e T a t . H i e r a n s
zeigt sich s o g l e i c h , w e s Geistes K i n d d i e g r o ß e h i s t o r i s c h e W e i s -
h e i t d e r D e u t s c h e n ist, d i e d a , w o i h n e n d a s p o s i t i v e M a t e r i a l a u s -
geht, und wo weder theologischer, noch politischer, noch literari-
scher Unsinn verhandelt wird, gar keine Geschichte, sondern die
„ v o r g e s c h i c h t l i c h e Z e i t " sich e r e i g n e n l a s s e n , o h n e u n s i n d e s d a r - 1 0
über aufzuklären, wie man aus diesem Unsinn der „Vorge-
schichte" in die eigentliche Geschichte k o m m t — obwohl auf d e r
a n d e r n S e i t e i h r e h i s t o r i s c h e S p e k u l a t i o n sich g a n z b e s o n d e r s a u f
d i e s e „ V o r g e s c h i c h t e " w i r f t , w e i l sie d a s i c h e r z u s e i n g l a u b t v o r
d e n E i n g r i f f e n d e s „ r o h e n F a k t u m s " u n d z u g l e i c h w e i l sie h i e r i s
ihrem spekulierenden Triebe alle Zügel schießen lassen und Hy-
pothesen zu Tausenden erzeugen u n d umstoßen kann. — Das
d r i t t e V e r h ä l t n i s , w a s h i e r g l e i c h v o n v o r n h e r e i n i n d i e geschicht-
l i c h e E n t w i c k l u n g e i n t r i t t , ist d a s , d a ß d i e M e n s c h e n , d i e i h r
eignes Leben täglich neu machen, anfangen, a n d r e Menschen zu 20
m a c h e n , sich fortzupflanzen — d a s V e r h ä l t n i s z w i s c h e n M a n n u n d
Weib, Eltern und Kindern, die F a m i l i e . Diese Familie, die im
A n f a n g e d a s e i n z i g e soziale V e r h ä l t n i s ist, w i r d s p ä t e r h i n , w o d i e
vermehrten Bedürfnisse neue gesellschaftliche Verhältnisse, u n d
die vermehrte Menschenzahl neue Bedürfnisse erzeugen, zu einem 2s
untergeordneten (ausgenommen i n D e u t s c h l a n d ) , u n d m u ß als-
d a n n nach den existierenden empirischen Daten, nicht nach d e m
„Begriff d e r F a m i l i e " , w i e m a n i n D e u t s c h l a n d z u t u n pflegt, b e -
h a n d e l t u n d entwickelt werden. P ] Übrigens sind diese drei Seiten

[*)] /53/ Häuserbau. Bei den Wilden versteht es sich von selbst, daß so
jede Familie ihre eigne Höhle oder Hütte hat, wie bei den Nomaden das se-
parate Zelt jeder Familie. Diese getrennte Hauswirtschaft wird durch die
weitere Entwicklung des Privateigentums nur noch nötiger gemacht. Bei
den Agrikulturvölkern ist die gemeinsame Hauswirtschaft ebenso unmög-
lich wie die gemeinsame Bodenkultur. Ein großer Fortschritt war die Er- 30
bauung von Städten. In allen bisherigen Perioden war indes die Auf-
hebung der getrennten Wirtschaft, die von der Aufhebung des Privateigen-
tums nicht zu trennen ist, schon deswegen unmöglich, weil die materiellen
Bedingungen dazu nicht vorhanden waren. Die Einrichtung einer gemein-
samen Hauswirtschaft setzt die Entwicklung der Maschinerie, der Be- io
nutzung der Naturkräfte, und vieler andern Produktivkräfte voraus — z.B.
der Wasserleitungen, der /54/ Gasbeleuchtung, der Dampfheizung etc.,
Aufhebung von Stadt und Land. Ohne diese Bedingungen würde die ge-
meinsame Wirtschaft nicht selbst wieder eine neue Produktionskraft sein,
aller materiellen Basis entbehren, auf einer bloß theoretischen Grundlage α
beruhen, d. h. eine bloße Marotte sein und es nur zur Klosterwirtschaft
I. Feuerbach 19

d e r sozialen T ä t i g k e i t n i c h t a l s d r e i v e r s c h i e d n e S t u f e n z u f a s s e n ,
sondern eben n u r als d r e i Seiten, oder um für die Deutschen k l a r
z u s c h r e i b e n , d r e i „ M o m e n t e " , d i e v o m A n b e g i n n d e r Geschichte
a n u n d seit d e n e r s t e n M e n s c h e n z u g l e i c h existiert h a b e n u n d sich
s n o c h h e u t e in d e r Geschichte g e l t e n d m a c h e n . — D i e P r o d u k t i o n
d e s L e b e n s , sowohl d e s e i g n e n i n d e r A r b e i t w i e d e s f r e m d e n i n d e r
Z e u g u n g , e r s c h e i n t n u n schon sogleich a l s e i n d o p p e l t e s / 1 3 / V e r -
h ä l t n i s — e i n e r s e i t s a l s n a t ü r l i c h e s , a n d r e r s e i t s a l s gesellschaft-
l i c h e s V e r h ä l t n i s — gesellschaftlich i n d e m S i n n e , a l s h i e r u n t e r
1 0 d a s Z u s a m m e n w i r k e n m e h r e r e r I n d i v i d u e n , gleichviel u n t e r wel-
chen B e d i n g u n g e n , auf w e l c h e W e i s e u n d z u w e l c h e m Zweck ver-
s t a n d e n w i r d . H i e r a u s geht h e r v o r , d a ß e i n e b e s t i m m t e P r o d u k -
t i o n s w e i s e o d e r i n d u s t r i e l l e S t u f e stets m i t e i n e r b e s t i m m t e n W e i s e
des Z u s a m m e n w i r k e n s o d e r g e s e l l s c h a f t l i c h e n S t u f e v e r e i n i g t ist,
i s u n d d i e s e W e i s e d e s Z u s a m m e n w i r k e n s ist selbst e i n e „ P r o d u k t i v -
kraft", d a ß die Menge der den Menschen zugänglichen Produktiv-
kräfte d e n gesellschaftlichen Zustand bedingt u n d also die „Ge-
schichte d e r M e n s c h h e i t " stets i m Z u s a m m e n h a n g e m i t d e r Ge-
schichte d e r I n d u s t r i e u n d d e s A u s t a u s c h e s s t u d i e r t u n d b e a r b e i t e t
2 0 w e r d e n m u ß . E s ist a b e r a u c h k l a r , w i e e s i n D e u t s c h l a n d u n m ö g -
l i c h ist, s o l c h e Geschichte z u s c h r e i b e n , d a d e n D e u t s c h e n d a z u
nicht n u r d i e A u f f a s s u n g s f ä h i g k e i t u n d d a s M a t e r i a l , s o n d e r n
a u c h d i e „ s i n n l i c h e G e w i ß h e i t " a b g e h t , u n d m a n jenseits d e s
Rheins über diese Dinge keine Erfahrungen machen kann, weil
2ä d o r t k e i n e Geschichte m e h r v o r g e h t . Es zeigt sich a l s o schon v o n
vorn herein ein materialistischer Zusammenhang d e r Menschen
unter einander, der durch die Bedürfnisse und die Weise der Pro-
d u k t i o n b e d i n g t u n d so a l t ist w i e d i e M e n s c h e n selbst — ein Zu-
s a m m e n h a n g , d e r stets n e u e F o r m e n a n n i m m t u n d a l s o e i n e „ G e -
30 schichte" darbietet, auch ohne d a ß irgend ein politischer oder
r e l i g i ö s e r N o n s e n s existiert, d e r d i e M e n s c h e n n o c h e x t r a zu-
s a m m e n h a l t e . — J e t z t erst, n a c h d e m w i r b e r e i t s v i e r M o m e n t e , v i e r
Seiten d e r u r s p r ü n g l i c h e n , g e s c h i c h t l i c h e n V e r h ä l t n i s s e b e t r a c h t e t
haben, finden wir, d a ß der Mensch auch „Bewußtsein" hat. Aber
35 auch dies nicht von vornherein, als „ r e i n e s " Bewußtsein. D e r
„ G e i s t " h a t v o n v o r n h e r e i n / 1 4 / d e n F l u c h a n sich, m i t d e r M a t e r i e

bringen. — Was möglich war, zeigt sich in der Zusammenriickung zu


Städten und in der Erbauung gemeinsamer Häuser zu einzelnen bestimmten
Zwecken (Gefängnisse, Kasernen p p ) . Daß die Aufhebung der getrennten
*o Wirtschaft von der Aufhebung der Familie nicht zu trennen ist, versteht
sich von selbst.

34 Auf dieser Höhe schrieb Marx in die rechte Spalte: Die Menschen haben Ge-
schichte, weil sie ihr Leben p r o d u z i e r e n müssen, und zwar müssen auf
b e s t i m m t e Weise: dies müssen durch ihre physische Organisation ge-
geben; ebenso wie ihr Bewußtsein.
2*
20 Deutsche Ideologie. Einleitung

„ b e h a f t e t " z u sein, d i e h i e r i n d e r F o r m v o n b e w e g t e n Luftschich-


t e n , T ö n e n , k u r z d e r S p r a c h e a u f t r i t t . D i e S p r a c h e ist s o a l t w i e d a s
Bewußtsein — die Sprache i s t das praktische, auch für a n d r e
M e n s c h e n e x i s t i e r e n d e , also a u c h f ü r m i c h selbst erst e x i s t i e r e n d e
w i r k l i c h e B e w u ß t s e i n , u n d d i e S p r a c h e entsteht, w i e d a s B e w u ß t - s
sein, erst a u s d e m B e d ü r f n i s , d e r N o t d u r f t d e s V e r k e h r s m i t
a n d e r n M e n s c h e n . W o ein V e r h ä l t n i s e x i s t i e r t , d a e x i s t i e r t e s
f ü r m i c h , d a s T i e r „ v e r h ä l t " sich z u N i c h t s u n d ü b e r h a u p t
n i c h t . F ü r d a s T i e r existiert sein V e r h ä l t n i s z u a n d e r n n i c h t a l s
V e r h ä l t n i s . D a s B e w u ß t s e i n ist also von v o r n h e r e i n schon ein u
gesellschaftliches P r o d u k t , u n d b l e i b t es, s o l a n g e ü b e r h a u p t M e n -
schen e x i s t i e r e n . D a s B e w u ß t s e i n ist n a t ü r l i c h z u e r s t b l o ß Be-
w u ß t s e i n ü b e r d i e n ä c h s t e sinnliche U m g e b u n g u n d B e w u ß t -
sein d e s b o r n i e r t e n Z u s a m m e n h a n g e s mit a n d e r n P e r s o n e n u n d
D i n g e n a u ß e r d e m sich b e w u ß t w e r d e n d e n I n d i v i d u u m ; e s ist z u 1 0
g l e i c h e r Zeit B e w u ß t s e i n d e r N a t u r , d i e d e n M e n s c h e n a n f a n g s a l s
eine durchaus fremde, allmächtige und unangreifbare Macht
g e g e n ü b e r t r i t t , z u d e r sich d i e M e n s c h e n r e i n t i e r i s c h v e r h a l t e n ,
von d e r sie sich i m p o n i e r e n lassen wie d a s V i e h ; u n d a l s o ein r e i n
t i e r i s c h e s B e w u ß t s e i n d e r N a t u r ( N a t u r r e l i g i o n ) . — M a n sieht 2e
h i e r sogleich. D i e s e N a t u r r e l i g i o n o d e r d i e s b e s t i m m t e V e r h a l t e n
z u r N a t u r ist b e d i n g t d u r c h die G e s e l l s c h a f t s f o r m u n d u m g e -
k e h r t . H i e r w i e ü b e r a l l tritt d i e I d e n t i t ä t von N a t u r u n d M e n s c h
auch so hervor, d a ß das bornierte Verhalten d e r Menschen zur
Natur ihr borniertes Verhalten zu einander, und ihr borniertes ss
V e r h a l t e n z u e i n a n d e r i h r b o r n i e r t e s V e r h ä l t n i s z u r N a t u r be-
d i n g t , e b e n weil d i e N a t u r n o c h k a u m g e s c h i c h t l i c h modifiziert ist,
und andrerseits Bewußtsein der Notwendigkeit, mit den umgeben-
den Individuen in Verbindung zu treten, d e r Anfang des Bewußt-
seins d a r ü b e r , d a ß e r ü b e r h a u p t i n einer Gesellschaft l e b t . D i e s e r s o
A n f a n g ist s o t i e r i s c h w i e d a s gesellschaftliche L e b e n d i e s e r Stufe
selbst, e r ist b l o ß e s H e r d e n b e w u ß t s e i n , u n d d e r M e n s c h u n t e r -
scheidet sich h i e r v o m H a m m e l n u r d a d u r c h , d a ß sein B e w u ß t s e i n
i h m d i e Stelle d e s I n s t i n k t s v e r t r i t t , o d e r d a ß s e i n I n s t i n k t e i n be-
w u ß t e r ist. D i e s e s H a m m e l - o d e r S t a m m b e w u ß t s e i n e r h ä l t s e i n e 3 5
weitere Entwicklung und Ausbildung durch die gesteigerte Pro-
duktivität, die Vermehrung der Bedürfnisse und die Beiden zum
G r u n d e l i e g e n d e / 1 5 / V e r m e h r u n g d e r B e v ö l k e r u n g . D a m i t ent-
w i c k e l t sich d i e T e i l u n g d e r A r b e i t , d i e u r s p r ü n g l i c h n i c h t s w a r
a l s d i e .Teilung d e r A r b e i t i m Geschlechtsakt, d a n n T e i l u n g d e r 4 0

39 Auf dieser Höhe notierte Marx in der rechten Spalte, ohne die Notù mit einem
Einfügungszeichen zu versehen, weil er alles wieder durchstrich:
Die Menschen entwickeln ihr (solch)
Das Bewußtsein (entwickelt) sich innerhalb der wirklichen geschicht-
lichen Entwicklung. Durch die Teilung der Arbeit trittt]
TAFEL I: Aus dem Manuskript "I. Feuerbach" ; s.S. 20—21
I. Feuerbach 21

A r b e i t , d i e sich v e r m ö g e d e r n a t ü r l i c h e n A n l a g e ( z . B . K ö r p e r -
k r a f t ) , B e d ü r f n i s s e , Z u f ä l l e , etc. etc. v o n selbst o d e r „ n a t u r w ü c h -
s i g " macht. Die T e i l u n g d e r Arbeit wird erst wirklich Teilung von
d e m A u g e n b l i c k e a n , w o e i n e T e i l u n g d e r m a t e r i e l l e n u n d geisti-
s gen Arbeit eintritt. V o n diesem Augenblicke an k a n n sich das
Bewußtsein wirklich einbilden, etwas Andres als d a s Bewußtsein
der bestehenden P r a x i s z u sein, w i r k l i c h etwas vorzustellen,
ohne etwas Wirkliches vorzustellen — von diesem Augenblicke an
ist d a s B e w u ß t s e i n i m S t a n d e , sich v o n d e r W e l t z u e m a n z i p i e r e n
10 und zur Bildung der „reinen" Theorie, Theologie, Philosophie,
M o r a l etc. ü b e r z u g e h e n . A b e r selbst w e n n d i e s e T h e o r i e , T h e o l o -
g i e , P h i l o s o p h i e , M o r a l etc. i n W i d e r s p r u c h m i t d e n b e s t e h e n d e n
Verhältnissen treten, so kann dies n u r d a d u r c h geschehen, d a ß die
bestehenden gesellschaftlichen Verhältnisse m i t d e r bestehenden
is P r o d u k t i o n s k r a f t in W i d e r s p r u c h g e t r e t e n s i n d — w a s ü b r i g e n s in
e i n e m b e s t i m m t e n n a t i o n a l e n K r e i s e v o n V e r h ä l t n i s s e n a u c h da-
d u r c h g e s c h e h e n k a n n , d a ß d e r W i d e r s p r u c h n i c h t i n d i e s e m na-
t i o n a l e n U m k r e i s , s o n d e r n zwischen d i e s e m n a t i o n a l e n B e w u ß t -
sein u n d d e r P r a x i s d e r a n d e r e n N a t i o n e n , d . h . z w i s c h e n d e m na-
2 0 l i o n a l e n u n d a l l g e m e i n e n B e w u ß t s e i n e i n e r N a t i o n sich e i n s t e l l t . —
/ 1 6 / Ü b r i g e n s ist e s g a n z e i n e r l e i , w a s d a s B e w u ß t s e i n a l l e e n e an-
fängt, w i r e r h a l t e n a u s d i e s e m g a n z e n D r e c k n u r d a s e i n e R e s u l t a t ,
d a ß d i e s e d r e i M o m e n t e , d i e P r o d u k t i o n s k r a f t , d e r gesellschaft-
liche Zustand, u n d das Bewußtsein in W i d e r s p r u c h unter einander
2 5 geraten können u n d müssen, weil mit d e r T e i l u n g d e r A r -
b e i t d i e M ö g l i c h k e i t , j a d i e W i r k l i c h k e i t g e g e b e n ist, d a ß d i e
geistige u n d m a t e r i e l l e T ä t i g k e i t — d a ß d e r G e n u ß u n d d i e A r -
b e i t , P r o d u k t i o n u n d K o n s u m t i o n , v e r s c h i e d e n e n I n d i v i d u e n zu-
f a l l e n , u n d d i e M ö g l i c h k e i t , d a ß sie n i c h t i n W i d e r s p r u c h g e r a t e n ,
3 0 n u r d a r i n liegt, d a ß d i e T e i l u n g d e r A r b e i t w i e d e r a u f g e h o b e n
w i r d . E s v e r s t e h t sich ü b r i g e n s v o n selbst, d a ß d i e „ G e s p e n s t e r " ,
„ B a n d e " , „ h ö h e r e s W e s e n " , „Begriff", „ B e d e n k l i c h k e i t " b l o ß
d e r idealistische geistliche Ausdruck, die Vorstellung scheinbar
des vereinzelten I n d i v i d u u m s sind, die Vorstellung von sehr empi-
3s rischen Fesseln u n d Schranken, innerhalb d e r e n sich die Produk-
tionsweise des Lebens u n d die d a m i t z u s a m m e n h ä n g e n d e Ver-
kehrsform bewegt.
5 Auf dieser Höhe schrieb Marx in die rechte Spalte, ohne Einfügungszeichen:
Erste Form der Ideologen!!,] P f a f f e n E , ] fällt zusammen.
19 Auf der Höhe dieses Satzes schrieb Marx in die rechte Spalte:
Religion
setzte dann hinzu:
mit der I d e o l o g i e als solcher.
trennte dann Religion durch Einrahmung von dem Folgenden und fügte ein:
Die Deutschen
so daß die Notiz nun lautet:
I R e 1 i g i ο η I Die Deutschen mit der I d e o l o g i e als solcher.
22 Deutsche Ideologie. Einleitung

Mit d e r Teilung der Arbeit, in welcher alle diese Widersprüche


gegeben sind, u n d welche ihrerseits wieder auf d e r naturwüchsigen
T e i l u n g d e r A r b e i t i n d e r F a m i l i e u n d d e r T r e n n u n g d e r Gesell-
schaft i n e i n z e l n e , e i n a n d e r entgegengesetzte F a m i l i e n b e r u h t —
ist z u g l e i c h e r Zeit a u c h d i e V e r t e i l u n g , u n d z w a r d i e u n - s
g l e i c h e sowohl q u a n t i t a t i v e w i e q u a l i t a t i v e V e r t e i l u n g d e r A r -
beit u n d ihrer P r o d u k t e gegeben, also das Eigentum, d a s in /17/
der Familie, wo die F r a u und die Kinder die Sklaven des Mannes
s i n d , s c h o n s e i n e n K e i m , seine e r s t e F o r m h a t . D i e f r e i l i c h n o c h
s e h r r o h e , l a t e n t e S k l a v e r e i i n d e r F a m i l i e ist d a s e r s t e E i g e n t u m , 1 0
d a s ü b r i g e n s h i e r schon v o l l k o m m e n d e r Definition d e r m o d e r n e n
Ökonomen entspricht, nach der es die Verfügung ü b e r fremde Ai-
b e i t s k r a f t ist. Ü b r i g e n s s i n d T e i l u n g d e r A r b e i t u n d P r i v a t e i g e n -
t u m identische Ausdrücke — in dem Einen wird in Beziehung auf
die Tätigkeit dasselbe ausgesagt, was in d e m A n d e r n in Bezug auf κ
d a s P r o d u k t d e r T ä t i g k e i t a u s g e s a g t w i r d . — F e r n e r ist m i t d e r
T e i l u n g d e r Arbeit zugleich der W i d e r s p r u c h zwischen d e m Inter-
esse d e s e i n z e l n e n I n d i v i d u u m s o d e r d e r e i n z e l n e n F a m i l i e u n d d e m
gemeinschaftlichen Interesse aller Individuen, die mit einander
v e r k e h r e n , g e g e b e n ; u n d z w a r existiert d i e s g e m e i n s c h a f t l i c h e I n t e r - so
esse n i c h t e t w a b l o ß i n d e r V o r s t e l l u n g , a l s „ A l l g e m e i n e s " , s o n d e r n
zuerst in d e r Wirklichkeit als gegenseitige Abhängigkeit d e r Indi-
v i d u e n , u n t e r d e n e n d i e A r b e i t geteilt ist. U n d e n d l i c h b i e t e t u n s
die Teilung d e r Arbeit gleich das erste Beispiel davon d a r , d a ß
s o l a n g e d i e M e n s c h e n sich i n d e r n a t u r w ü c h s i g e n G e s e l l s c h a f t 2 5
b e f i n d e n , s o l a n g e a l s o d i e S p a l t u n g zwischen d e m b e s o n d e r n u n d
gemeinsamen Interesse existiert, solange die Tätigkeit also nicht
f r e i w i l l i g , s o n d e r n n a t u r w ü c h s i g geteilt ist, d i e e i g n e T a t d e s M e n -
schen ihm zu einer fremden, gegenüberstehenden Macht wird, die
i h n u n t e r j o c h t , statt d a ß e r sie b e h e r r s c h t . S o w i e n ä m l i c h d i e A r - s o
beit verteilt zu werden anfängt, hat jeder einen bestimmten aus-
schließlichen Kreis der Tätigkeit, der ihm aufgedrängt wird, aus
d e m e r n i c h t h e r a u s k a n n ; e r ist J ä g e r , F i s c h e r o d e r H i r t o d e r k r i -
tischer Kritiker, u n d m u ß es bleiben, wenn er nicht die Mittel zum
L e b e n v e r l i e r e n w i l l — w ä h r e n d in d e r k o m m u n i s t i s c h e n Gesell- 35
Schaft, w o J e d e r n i c h t e i n e n a u s s c h l i e ß l i c h e n K r e i s d e r T ä t i g k e i t
h a t , s o n d e r n sich i n j e d e m b e l i e b i g e n Z w e i g e a u s b i l d e n k a n n , d i e
Gesellschaft die allgemeine Produktion regelt u n d m i r eben da-
d u r c h möglich macht, heute dies, morgen jenes zu tun, morgens
zu jagen, nachmittags zu fischen, abends Viehzucht zu treiben, nach 40
d e m E s s e n z u k r i t i s i e r e n , w i e ich g e r a d e L u s t h a b e ; o h n e j e J ä g e r ,
F i s c h e r , H i r t o d e r K r i t i k e r z u w e r d e n . / 1 8 / D i e s e s Sichfestsetzen
d e r sozialen Tätigkeit, diese Konsolidation unsres eignen P r o d u k t s
z u e i n e r s a c h l i c h e n G e w a l t ü b e r u n s , d i e u n s r e r K o n t r o l l e ent-
wächst, unsre Erwartungen durchkreuzt, unsre Berechnungen zu ts
TAFEL I I : Aus dem Manuskript „ / . Feuerbach" ; s.S. 22—25
I. Feuerbach 23

N i c h t e m a c h t , ist e i n e s d e r H a u p t m o m e n t e i n d e r b i s h e r i g e n ge-
schichtlichen E n t w i c k l u n g , u n d / 1 7 / e b e n a u s d i e s e m W i d e r -
spruch des besondern und gemeinschaftlichen Interesses nimmt
das gemeinschaftliche Interesse als S t a a t eine selbstständige
5 G e s t a l t u n g , g e t r e n n t v o n d e n w i r k l i c h e n Einzel- u n d G e s a m t i n t e r -
essen, a n , u n d z u g l e i c h a l s i l l u s o r i s c h e G e m e i n s c h a f t l i c h k e i t , a b e r
stets a u f d e r r e a l e n B a s i s d e r i n j e d e m F a m i l i e n - u n d S t a m m - K o n -
glomerat vorhandenen B ä n d e r ; wie Fleisch u n d Blut, Sprache,
T e i l u n g d e r A r b e i t i m g r ö ß e r e n M a ß s t a b e u n d sonstigen I n t e r -
ne e s s e n — u n d b e s o n d e r s , w i e w i r s p ä t e r e n t w i c k e l n w e r d e n , d e r
durch die Teilung d e r Arbeit bereits bedingten Klassen, die in
j e d e m d e r a r t i g e n M e n s c h e n h a u f e n sich a b s o n d e r n u n d von d e n e n
e i n e a l l e a n d e r n b e h e r r s c h t . H i e r a u s folgt, d a ß a l l e K ä m p f e in-
n e r h a l b d e s S t a a t s , d e r K a m p f zwischen D e m o k r a t i e , A r i s t o k r a t i e
i s u n d M o n a r c h i e , d e r K a m p f u m d a s W a h l r e c h t etc. etc., nichts a l s
d i e i l l u s o r i s c h e n F o r m e n sind, i n d e n e n d i e w i r k l i c h e n K ä m p f e
der verschiednen Klassen unter einander geführt werden, (wovon
die deutschen Theoretiker nicht eine Silbe ahnen, trotzdem d a ß
m a n i h n e n i n d e n deutsch-französischen J a h r b ü c h e r n u n d d e r
20 heiligen Familie dazu Anleitung genug gegeben hatte) und ferner
d a ß jede nach der Herrschaft strebende Klasse, wenn ihre Herr-
schaft a u c h , w i e d i e s b e i m P r o l e t a r i a t d e r F a l l ist, d i e A u f h e b u n g
d e r ganzen alten Gesellschaftsform und der Herrschaft ü b e r h a u p t
b e d i n g t , sich z u e r s t d i e p o l i t i s c h e M a c h t e r o b e r n m u ß , u m i h r In-
25 teresse wieder als d a s Allgemeine, wozu sie im ersten Augenblick
g e z w u n g e n ist, d a r z u s t e l l e n . E b e n weil d i e I n d i v i d u e n n u r i h r
b e s o n d r e s — f ü r sie n i c h t m i t i h r e m g e m e i n s c h a f t l i c h e n I n t e r e s s e
z u s a m m e n f a l l e n d e s s u c h e n , ü b e r h a u p t d a s A l l g e m e i n e illuso-
rische F o r m d e r Gemeinschaftlichkeit — wird dies als ein ihnen
3 0 „ f r e m d e s " u n d v o n i h n e n / 1 8 / „ u n a b h ä n g i g e s " , a l s e i n selbst wie-
d e r besonderes und eigentümliches „Allgemein"-Interesse geltend
g e m a c h t , o d e r sie selbst m ü s s e n sich i n d i e s e m Z w i e s p a l t begeg-
nen, wie in der Demokratie. Andrerseits macht denn auch der
p r a k t i s c h e K a m p f dieser, beständig w i r k l i c h den gemein-
35 s c h a f t l i c h e n u n d i l l u s o r i s c h e n g e m e i n s c h a f t l i c h e n I n t e r e s s e n ent-
gegentretenden Sonderinteressen, die p r a k t i s c h e Dazwischen-
kunft und Zügelung durch das illusorische „Ailgemein"-Interesse
a l s S t a a t n ö t i g . D i e soziale M a c h t , d . h . d i e v e r v i e l f a c h t e P r o d u k -
tionskraft, die d u r c h d a s in d e r Teilung d e r Arbeit bedingte Zu-
4 0 s a m m e n w i r k e n d e r v e r s c h i e d e n e n I n d i v i d u e n entsteht, e r s c h e i n t
d i e s e n I n d i v i d u e n , w e i l d a s Z u s a m m e n w i r k e n selbst n i c h t freiwil-
l i g , s o n d e r n n a t u r w ü c h s i g ist, n i c h t a l s i h r e e i g n e , v e r e i n t e M a c h t ,
s o n d e r n a l s e i n e f r e m d e , a u ß e r i h n e n s t e h e n d e G e w a l t , v o n d e r sie
n i c h t w i s s e n w o h e r u n d w o h i n , d i e sie a l s o n i c h t m e h r b e h e r r s c h e n
« können, die im Gegenteil n u n eine eigentümliche, vom Wollen
24 Deutsche Ideologie. Einleitung

und Laufen d e r Menschen unabhängige, ja dies Wollen u n d Lau-


fen erst d i r i g i e r e n d e R e i h e n f o l g e von P h a s e n u n d E n t w i c k l u n g s -
stufen d u r c h l ä u f t . D i e s e „ E n t f r e m d u n g " , u m d e n P h i l o s o -
p h e n v e r s t ä n d l i c h z u b l e i b e n , k a n n n a t ü r l i c h n u r u n t e r zwei
p r a k t i s c h e n V o r a u s s e t z u n g e n a u f g e h o b e n w e r d e n . D a m i t sie
e i n e „ u n e r t r ä g l i c h e " M a c h t w e r d e , d . h . e i n e M a c h t , gegen d i e
m a n r e v o l u t i o n i e r t , d a z u g e h ö r t , d a ß sie d i e M a s s e d e r M e n s c h -
heit als durchaus „Eigentumslos" erzeugt hat u n d zugleich im
Widerspruch zu einer vorhandnen Welt des Reichtums und der
Bildung, was beides eine große Steigerung der Produktivkraft —
einen hohen G r a d ihrer Entwicklung voraussetzt, — u n d andrer-
seits, ist d i e s e E n t w i c k l u n g d e r P r o d u k t i v k r ä f t e ( w o m i t z u g l e i c h
schon d i e i n w e l t g e s c h i c h t l i c h e m , statt d e r i n l o k a l e m
Dasein der Menschen vorhandne empirische Existenz gegeben ist)
auch deswegen eine absolut notwendige praktische Voraussetzung,
w e i l o h n e sie n u r d e r M a n g e l v e r a l l g e m e i n e r t , a l s o m i t d e r
N o t d u r f t a u c h d e r Streit u m d a s N o t w e n d i g e w i e d e r b e g i n n e n
u n d d i e g a n z e alte S c h e i ß e sich h e r s t e l l e n m ü ß t e , w e i l f e r n e r n u r
m i t d i e s e r u n i v e r s e l l e n E n t w i c k l u n g d e r P r o d u k t i v k r ä f t e ein
u n i v e r s e l l e r V e r k e h r d e r M e n s c h e n gesetzt ist, d a h e r einer-
seits d a s P h ä n o m e n d e r „ E i g e n t u m s l o s e n " M a s s e i n A l l e n Völ-
k e r n gleichzeitig e r z e u g t ( a l l g e m e i n e K o n k u r r e n z ) , j e d e s d e r s e l -
b e n von d e n U m w ä l z u n g e n d e r a n d e r n a b h ä n g i g m a c h t , u n d end-
lich w e l t g e s c h i c h t l i c h e , empirisch universelle Individuen
a n d i e S t e l l e d e r l o k a l e n gesetzt h a t . O h n e d i e s k ö n n t e 1 ) d e r
K o m m u n i s m u s n u r als eine Lokalität existieren, 2 ) die M ä c h t e
d e s V e r k e h r s selbst h ä t t e n sich a l s u n i v e r s e l l e , d r u m u n e r -
t r ä g l i c h e M ä c h t e , n i c h t e n t w i c k e l n k ö n n e n , sie w ä r e n h e i m i s c h -
abergläubige „ U m s t ä n d e " geblieben, u n d 3) w ü r d e jede Erwei-
terung des Verkehrs den lokalen K o m m u n i s m u s aufheben. Der
K o m m u n i s m u s ist e m p i r i s c h n u r a l s d i e T a t d e r h e r r s c h e n d e n Völ-
k e r a u f „ e i n m a l " o d e r gleichzeitig m ö g l i c h , w a s d i e u n i v e r s e l l e
Entwicklung der Produktivkraft und den mit ihm zusammen-
h ä n g e n d e n W e l t v e r k e h r v o r a u s s e t z t . W i e h ä t t e sonst z . B . d a s
E i g e n t u m ü b e r h a u p t e i n e Geschichte h a b e n , v e r s c h i e d e n e Gestal-
ten a n n e h m e n , u n d etwa d a s G r u n d e i g e n t u m j e n a c h d e r verschie-
denen vorliegenden Voraussetzung in Frankreich aus der Parzel-
lierung zur Zentralisation in wenigen Händen, in England aus
der Zentralisation in wenigen H ä n d e n zur Parzellierung drängen
können, wie dies heute wirklich der F a l l ist? O d e r wie kommt
e s , d a ß d e r H a n d e l , d e r d o c h w e i t e r n i c h t s ist a l s d e r A u s t a u s c h
der Produkte verschiedner Individuen und Länder, durch das
V e r h ä l t n i s von N a c h f r a g e u n d Z u f u h r d i e g a n z e W e l t b e h e r r s c h t
3 Original durchlaufen.
16 Über M a n g e l steht: Notdurft
I. Feuerbach 25

— e i n V e r h ä l t n i s , d a s , w i e ein e n g l i s c h e r Ö k o n o m sagt, g l e i c h
d e m a n t i k e n S c h i c k s a l ü b e r d e r E r d e schwebt u n d m i t u n -
sichtbarer H a n d Glück und Unglück an die Menschen verteilt,
R e i c h e stiftet / 1 9 / u n d R e i c h e z e r t r ü m m e r t , V ö l k e r e n t s t e h e n u n d
s schwinden macht — während mit der Aufhebung der Basis, des
Privateigentums, mit der kommunistischen Regelung der Produk-
tion u n d d e r d a r i n liegenden Vernichtung der Fremdheit, mit d e r
sich d i e M e n s c h e n z u i h r e m e i g n e n P r o d u k t v e r h a l t e n , d i e M a c h t
d e s V e r h ä l t n i s s e s von N a c h f r a g e u n d Z u f u h r sich i n N i c h t s auf-
1 0 löst, u n d d i e M e n s c h e n d e n A u s t a u s c h , d i e P r o d u k t i o n , d i e W e i s e
ihres gegenseitigen Verhaltens wieder in ihre Gewalt b e k o m m e n ?
/ 1 8 / D e r K o m m u n i s m u s ist f ü r u n s n i c h t e i n Z u s t a n d , d e r
h e r g e s t e l l t w e r d e n soll, e i n I d e a l , w o n a c h d i e W i r k l i c h k e i t sich
z u richten haben [wird]. W i r nennen K o m m u n i s m u s die w i r k -
15 1 i c h e B e w e g u n g , w e l c h e d e n jetzigen Z u s t a n d a u f h e b t . D i e Be-
d i n g u n g e n d i e s e r B e w e g u n g e r g e b e n sich a u s d e r jetzt b e s t e h e n d e n
V o r a u s s e t z u n g . / 1 9 / Ü b r i g e n s setzt d i e M a s s e v o n b l o ß e n A r -
beitern — massenhaft von Kapital, oder von irgend einer bor-
nierten Befriedigung abgeschnittne Arbeiterkraft —, u n d dar-
2 o u m a u c h d e r n i c h t m e h r t e m p o r ä r e V e r l u s t d i e s e r A r b e i t selbst a l s
einer gesicherten Lebensquelle, durch die K o n k u r r e n z den W e l t -
m a r k t voraus. Das Proletariat kann also n u r w e l t g e s c h i c h t -
l i c h existieren, wie d e r K o m m u n i s m u s , seine Aktion, n u r als
„weltgeschichtliche" Existenz ü b e r h a u p t v o r h a n d e n sein k a n n .
2 5 W e l t g e s c h i c h t l i c h e E x i s t e n z d e r I n d i v i d u e n , d . h . E x i s t e n z d e r In-
d i v i d u e n , d i e u n m i t t e l b a r m i t d e r W e l t g e s c h i c h t e v e r k n ü p f t ist.
/19/ Die d u r c h d i e auf allen bisherigen geschichtlichen Stufen
v o r h a n d e n e n P r o d u k t i o n s k r ä f t e b e d i n g t e u n d sie w i e d e r u m be-
dingende Verkehrsform ist d i e b ü r g e r l i c h e G e s e l l s c h a f t ,
3 0 d i e , w i e schon a u s d e m V o r h e r g e h e n d e n h e r v o r g e h t , d i e e i n f a c h e
Familie und die zusammengesetzte Familie, d a s sogenannte Stamm-
wesen zu ihrer Voraussetzung und Grundlage hat, und deren n ä h e r e
B e s t i m m u n g e n i m V o r h e r g e h e n d e n e n t h a l t e n s i n d . E s zeigt s i c h
schon h i e r , d a ß d i e s e b ü r g e r l i c h e Gesellschaft d e r w a h r e H e r d u n d
3 5 S c h a u p l a t z a l l e r Geschichte ist, u n d w i e w i d e r s i n n i g d i e b i s h e r i g e ,
die wirklichen Verhältnisse vernachlässigende Geschichtsauffas-
sung mit i h r e r Beschränkung auf hochtönende Haupt- u n d Staats-
a k t i o n e n ist. / 6 8 / D i e b ü r g e r l i c h e G e s e l l s c h a f t u m f a ß t d e n g e s a m t e n
materiellen Verkehr der Individuen innerhalb einer bestimmten
4,0 E n t w i c k l u n g s s t u f e d e r P r o d u k t i v k r ä f t e . S i e u m f a ß t d a s g e s a m t e

17—26 Den Text von Übrigens setzt bis verknüpft ist. schrieb Marx in die rechte Spalte
der Seite 19 und überschrieb ihn:
Kommunismus.
20—21 Über selbst als einer schrieb Marx ohne Einfügungszeichen: d[ie] rein prekäre
Lage
26 Deutsche Ideologie. Einleitung

kommerzielle und industrielleLeben einer Stufe u n d geht in so fern


ü b e r d e n S t a a t u n d d i e N a t i o n h i n a u s , o b w o h l s i e a n d r e r s e i t s wie-
d e r n a c h A u ß e n h i n a l s N a t i o n a l i t ä t sich g e l t e n d m a c h e n , n a c h
I n n e n a l s S t a a t sich g l i e d e r n m u ß . D a s W o r t b ü r g e r l i c h e Gesell-
schaft k a m a u f i m a c h t z e h n t e n J a h r h u n d e r t , a l s d i e E i g e n t u m s -
verhältnisse bereits aus d e m antiken und mittelalterlichen Gemein-
w e s e n sich h e r a u s g e a r b e i t e t h a t t e n . D i e b ü r g e r l i c h e G e s e l l s c h a f t
a l s s o l c h e e n t w i c k e l t sich erst m i t d e r B o u r g e o i s i e ; d i e u n m i t t e l b a r
a u s d e r P r o d u k t i o n xuid d e m V e r k e h r sich e n t w i c k e l n d e gesell-
schaftliche Organisation, die zu allen Zeiten d i e Basis des Staats
u n d d e r s o n s t i g e n i d e a l i s t i s c h e n S u p e r s t r u k t u r b i l d e t , ist i n d e s
f o r t w ä h r e n d m i t d e m s e l b e n N a m e n bezeichnet w o r d e n .

[2.] Über die Produktion des Bewußtseins

/ 2 1 / I n d e r b i s h e r i g e n G e s c h i c h t e ist e s a l l e r d i n g s e b e n s o s e h r
eine empirische Tatsache, d a ß die einzelnen Individuen mit d e r
A u s d e h n u n g d e r Tätigkeit zur Weltgeschichtlichen i m m e r mehr
unter einer ihnen fremden Macht geknechtet worden sind (welchen
D r u c k s i e sich d e n n a u c h a l s S c h i k a n e d e s s o g e n a n n t e n W e l t g e i s t e s
etc. vorstellten), einer Macht, die i m m e r massenhafter geworden
ist u n d sich i n letzter I n s t a n z a l s W e l t m a r k t a u s w e i s t . A b e r
e b e n s o e m p i r i s c h b e g r ü n d e t ist es, d a ß d u r c h d e n U m s t u r z d e s
b e s t e h e n d e n gesellschaftlichen Z u s t a n d e s d u r c h d i e k o m m u n i -
stische R e v o l u t i o n ( w o v o n w e i t e r u n t e n ) u n d d i e d a m i t i d e n t i s c h e
Aufhebung des Privateigentums, diese den deutschen Theoretikern
so mysteriöse Macht aufgelöst wird u n d alsdann die Befreiung
jedes einzelnen Individuums in demselben M a ß e durchgesetzt
w i r d , i n d e m d i e Geschichte sich v o l l s t ä n d i g i n W e l t g e s c h i c h t e
v e r w a n d e l t . D a ß d e r w i r k l i c h e geistige R e i c h t u m d e s I n d i v i d u u m s
ganz von d e m Reichtum seiner wirklichen Beziehungen abhängt,
ist n a c h d e m o b i g e n k l a r . D i e e i n z e l n e n I n d i v i d u e n w e r d e n erst
hierdurch von den verschiedenen nationalen und lokalen Schran-
k e n b e f r e i t , m i t d e r P r o d u k t i o n ( a u c h m i t d e r g e i s t i g e n ) d e r gan-
zen W e l t i n p r a k t i s c h e B e z i e h u n g gesetzt u n d i n d e n S t a n d gesetzt
sich d i e G e n u ß f ä h i g k e i t f ü r d i e s e a l l s e i t i g e P r o d u k t i o n d e r gan-
zen E r d e (Schöpfungen der Menschen) zu erwerben. Die a l l -
s e i t i g e Abhängigkeit, diese naturwüchsige F o r m des w e l ' t -
28 Auf dieser Höhe schrieb Marx in die rechte Spalte ohne Einfügungszeichen:
Über die P r o d u k t i o n des Bewußtseins.
I. Feuerbach 27

g e s c h i c h t l i c h e n Zusammenwirkens der Individuen, wird


durch /22/ diese kommunistische Revolution verwandelt in die
Kontrolle und bewußte Beherrschung dieser Mächte, die, aus
d e m Aufeinander-Wirken der Menschen erzeugt, ihnen bisher als
s d u r c h a u s f r e m d e M ä c h t e i m p o n i e r t u n d sie b e h e r r s c h t h a b e n .
Diese Anschauung k a n n n u n wieder spekulativ-idealistisch, d. h.
phantastisch als „Selbsterzeugung der Gattung" (die „Gesellschaft
als Subjekt") gefaßt und dadurch die aufeinanderfolgende Reihe
von im Zusammenhange stehenden Individuen als ein einziges In-
10 d i v i d u u m vorgestellt werden, d a s d a s M y s t e r i u m vollzieht sich
selbst z u e r z e u g e n . E s zeigt sich h i e r , d a ß d i e I n d i v i d u e n a l l e r -
d i n g s e i n a n d e r m a c h e n , p h y s i s c h u n d g e i s t i g , a b e r n i c h t sich
machen, weder im Unsinn des heiligen Bruno, noch im Sinne des
„Einzigen", des „gemachten" Mannes.
u /24/ Diese Geschichtsauffassung b e r u h t also darauf, d e n wirk-
lichen Produktionsprozeß, u n d zwar von der materiellen P r o d u k -
tion des unmittelbaren Lebens ausgehend, zu entwickeln u n d die
m i t d i e s e r P r o d u k t i o n s w e i s e z u s a m m e n h ä n g e n d e u n d v o n i h r er-
zeugte Verkehrsform, also die bürgerliche Gesellschaft in i h r e n
2 0 v e r s c h i e d e n e n S t u f e n a l s G r u n d l a g e d e r g a n z e n G e s c h i c h t e auf-
z u f a s s e n u n d sie s o w o h l i n i h r e r A k t i o n a l s S t a a t d a r z u s t e l l e n , w i e
die sämtlichen verschiedenen theoretischen Erzeugnisse und For-
m e n d e s B e w u ß t s e i n s , R e l i g i o n , P h i l o s o p h i e , M o r a l etc. etc. a u s
i h r zu e r k l ä r e n u n d ihren Entstehungsprozeß a u s ihnen zu verfol-
gen, wo d a n n natürlich auch die Sache in ihrer Totalität ( u n d dar-
2 5 u m a u c h d i e W e c h s e l w i r k u n g d i e s e r v e r s c h i e d n e n S e i t e n a u f ein-
a n d e r ) dargestellt werden kann. Sie hat in jeder P e r i o d e nicht,
wie die idealistische Geschichtsanschauung, nach einer Kategorie
zu suchen, sondern bleibt fortwährend auf d e m wirklichen Ge-
30 schichts b ο d e η s t e h e n , e r k l ä r t n i c h t d i e P r a x i s a u s d e r I d e e ,
erklärt die Ideenformationen aus der materiellen Praxis, und
kommt d e m g e m ä ß zu dem Resultat, d a ß alle Formen und Pro-
d u k t e d e s B e w u ß t s e i n s n i c h t d u r c h g e i s t i g e K r i t i k , d u r c h Auf-
lösung ins „Selbstbewußtsein" oder V e r w a n d l u n g in „ S p u k " , „Ge-
3 5 s p e n s t e r " , „ S p a r r e n " etc., s o n d e r n n u r d u r c h d e n p r a k t i s c h e n U m -
sturz d e r realen gesellschaftlichen Verhältnisse, a u s d e n e n diese
idealistischen Flausen hervorgegangen sind, aufgelöst werden
können — d a ß nicht die Kritik, sondern die Revolution die trei-
b e n d e Kraft d e r Geschichte auch d e r Religion, Philosophie u n d
t o sonstigen T h e o r i e ist. S i e zeigt, d a ß d i e G e s c h i c h t e n i c h t d a m i t
e n d i g t , sich ins „ S e l b s t b e w u ß t s e i n " a l s „ G e i s t v o m G e i s t " a u f z u -
lösen, sondern d a ß in ihr auf jeder Stufe ein materielles Resultat,
e i n e S u m m e v o n P r o d u k t i o n s k r ä f t e n , e i n h i s t o r i s c h geschaffnes
Verhältnis z u r N a t u r u n d d e r Individuen zu e i n a n d e r sich vor-
45 findet, die jeder Generation von ihrer Vorgängerin überliefert
28 Deutsche Ideologie. Einleitung

wird, eine Masse von Produktivkräften, Kapitalien u n d Umstän-


d e n , d i e z w a r e i n e r s e i t s v o n d e r n e u e n G e n e r a t i o n modifiziert w i r d ,
i h r a b e r a u c h a n d r e r s e i t s i h r e e i g n e n L e b e n s b e d i n g u n g e n vor-
s c h r e i b t u n d i h r e i n e b e s t i m m t e E n t w i c k l u n g , e i n e n s p e z i e l l e n Cha-
r a k t e r g i b t — d a ß a l s o d i e U m s t ä n d e e b e n s o s e h r / 2 5 / d i e Men- s
sehen, wie die Menschen die Umstände machen. Diese S u m m e von
P r o d u k t i o n s k r ä f t e n , K a p i t a l i e n u n d sozialen V e r k e h r s f o r m e n , d i e
j e d e s I n d i v i d u u m u n d j e d e G e n e r a t i o n a l s e t w a s G e g e b e n e s vor-
f i n d e t , ist d e r r e a l e G r u n d d e s s e n , w a s sich d i e P h i l o s o p h e n a l s
„ S u b s t a n z " u n d „Wesen des Menschen" vorgestellt, was sie apo- 10
theosiert u n d bekämpft haben, ein realer Grund, d e r d a d u r c h nicht
i m M i n d e s t e n i n s e i n e n W i r k u n g e n u n d Einflüssen a u f d i e Ent-
wicklung d e r Menschen gestört wird, d a ß diese Philosophen als
„Selbstbewußtsein" und „ E i n z i g e " dagegen rebellieren. Diese
vorgefundenen Lebensbedingungen der verschiedenen Genera- is
t i o n e n e n t s c h e i d e n a u c h , o b d i e p e r i o d i s c h i n d e r G e s c h i c h t e wie-
derkehrende revolutionäre Erschütterung stark genug sein wird
oder nicht, die Basis alles Bestehenden umzuwerfen, u n d wenn
diese materiellen Elemente einer totalen Umwälzung, nämlich
e i n e r s e i t s d i e v o r h a n d n e n P r o d u k t i v k r ä f t e , a n d r e r s e i t s d i e Bil- 2 0
d u n g e i n e r r e v o l u t i o n ä r e n M a s s e , d i e n i c h t n u r g e g e n e i n z e l n e Be-
d i n g u n g e n d e r b i s h e r i g e n Gesellschaft, s o n d e r n g e g e n d i e bis-
h e r i g e „ L e b e n s p r o d u k t i o n " selbst, d i e „ G e s a m t t ä t i g k e i t " , w o r a u f
sie b a s i e r t e , r e v o l u t i o n i e r t — n i c h t v o r h a n d e n s i n d , so ist es g a n z
gleichgültig für die praktische Entwicklung, ob die I d e e dieser 2s
U m w ä l z u n g schon h u n d e r t m a l a u s g e s p r o c h e n ist — w i e d i e Ge-
schichte d e s K o m m u n i s m u s d i e s beweist.
D i e ganze bisherige Geschichtsauffassung h a t diese wirkliche
B a s i s d e r G e s c h i c h t e e n t w e d e r ganz u n d g a r u n b e r ü c k s i c h t i g t ge-
l a s s e n , o d e r sie n u r a l s e i n e N e b e n s a c h e b e t r a c h t e t , d i e m i t d e m s o
g e s c h i c h t l i c h e n V e r l a u f a u ß e r a l l e m Z u s a m m e n h a n g steht. D i e
Geschichte m u ß d a h e r immer nach einem a u ß e r ihr liegenden
M a ß s t a b g e s c h r i e b e n w e r d e n ; d i e w i r k l i c h e L e b e n s p r o d u k t i o n er-
scheint als Urgeschichtlich, während das Geschichtliche als d a s
v o m gemeinen Leben getrennte, extra-überweltliche erscheint. Das ss
V e r h ä l t n i s d e r M e n s c h e n z u r N a t u r ist h i e r m i t v o n d e r G e s c h i c h t e
a u s g e s c h l o s s e n , w o d u r c h d e r Gegensatz von N a t u r u n d G e s c h i c h t e
e r z e u g t w i r d . S i e h a t d a h e r i n d e r Geschichte n u r p o l i t i s c h e H a u p t -
u n d Staatsaktionen u n d religiöse u n d ü b e r h a u p t theoretische
K ä m p f e sehen k ö n n e n , u n d speziell b e i j e d e r g e s c h i c h t l i c h e n t o
Epoche d i e I l l u s i o n d i e s e r E p o c h e t e i l e n müssen.
z . B . b i l d e t sich e i n e E p o c h e e i n , d u r c h r e i n „ p o l i t i s c h e " o d e r „ r e -
l i g i ö s e " Motive bestimmt zu werden, obgleich „ R e l i g i o n " u n d
„ P o l i t i k " n u r F o r m e n ihrer wirklichen Motive sind, so akzeptiert
ihr Geschichtschreiber diese Meinung. Die „ E i n b i l d u n g " , die «
I. F e u e r b a c h 29

„Vorstellung" dieser bestimmten Menschen über ihre wirkliche


Praxis wird in die einzig bestimmende und aktive Macht verwan-
delt, welche die P r a x i s dieser Menschen beherrscht u n d bestimmt.
W e n n d i e r o h e F o r m , i n d e r d i e T e i l u n g d e r A r b e i t b e i d e n In-
d e r n u n d Ä g y p t e r n v o r k o m m t , d a s K a s t e n w e s e n b e i d i e s e n Völ-
kern in ihrem Staat und ihrer Religion hervorruft, so glaubt d e r
H i s t o r i k e r , d a s K a s t e n w e s e n / 2 6 / sei d i e M a c h t , w e l c h e d i e s e
r o h e gesellschaftliche F o r m e r z e u g t h a b e . W ä h r e n d d i e F r a n z o s e n
u n d Engländer wenigstens an der politischen Illusion, die d e r
W i r k l i c h k e i t n o c h a m n ä c h s t e n steht, h a l t e n , b e w e g e n sich d i e
Deutschen im Gebiete des „reinen Geistes" u n d machen die reli-
giöse I l l u s i o n z u r t r e i b e n d e n K r a f t d e r G e s c h i c h t e . D i e H e g e i s c h e
G e s c h i c h t s p h i l o s o p h i e ist d i e letzte, auf i h r e n „ r e i n s t e n A u s d r u c k "
g e b r a c h t e K o n s e q u e n z d i e s e r g e s a m t e n D e u t s c h e n Geschichtschrei-
b u n g , i n d e r e s sich n i c h t u m w i r k l i c h e , n i c h t e i n m a l u m p o l i t i s c h e
Interessen, sondern um reine Gedanken handelt, die d a n n auch
d e m heiligen Bruno als eine Reihe von „ G e d a n k e n " erscheinen
m u ß , von denen einer den a n d r e n auffrißt u n d in d e m „Selbst-
bewußtsein" schließlich untergeht, und noch konsequenter d e m
heiligen M a x Stirner, d e r von der ganzen wirklichen Geschichte
nichts w e i ß , d i e s e r h i s t o r i s c h e V e r l a u f a l s e i n e b l o ß e „ R i t t e r " - ,
Räuber- u n d Gespenstergeschichte erscheinen m u ß t e , vor deren
V i s i o n e n e r sich n a t ü r l i c h n u r d u r c h d i e „ H e i l l o s i g k e i t " z u ret-
t e n w e i ß . D i e s e A u f f a s s u n g ist w i r k l i c h r e l i g i ö s , sie u n t e r s t e l l t
d e n r e l i g i ö s e n M e n s c h e n a l s d e n U r m e n s c h e n , v o n d e m a l l e Ge-
schichte a u s g e h t , u n d setzt i n i h r e r E i n b i l d u n g d i e r e l i g i ö s e P h a n -
t a s i e n - P r o d u k t i o n a n d i e Stelle d e r w i r k l i c h e n P r o d u k t i o n d e r L e -
b e n s m i t t e l u n d d e s L e b e n s selbst. D i e s e g a n z e G e s c h i c h t s a u f f a s -
sung samt ihrer Auflösung u n d den d a r a u s entstehenden Skrupeln
u n d B e d e n k e n ist e i n e b l o ß n a t i o n a l e A n g e l e g e n h e i t d e r D e u t -
schen u n d h a t n u r l o k a l e s I n t e r e s s e f ü r D e u t s c h l a n d , w i e zürn
Exempel die wichtige, neuerdings mehrfach behandelte F r a g e :
wie m a n denn eigentlich „ a u s d e m Gottesreich in d a s Menschen-
r e i c h k o m m e " , a l s o b d i e s e s „ G o t t e s r e i c h " j e a n d e r s w o existiert
h a b e a l s i n d e r E i n b i l d u n g u n d d i e g e l a h r t e n H e r r e n n i c h t fort-
während, ohne es zu wissen, in d e m „ M e n s c h e n r e i c h " lebten, zu
w e l c h e m sie jetzt d e n W e g s u c h e n , — u n d a l s o b d a s wissenschaft-
l i c h e A m ü s e m e n t , d e n n m e h r a l s d a s ist e s n i c h t , d a s K u r i o s u m
dieser theoretischen Wolkenbildung zu erklären, nicht gerade um-
gekehrt darin läge, d a ß man ihre Entstehung aus den wirklichen
i r d i s c h e n V e r h ä l t n i s s e n n a c h w e i s t . Ü b e r h a u p t h a n d e l t e s sich b e i

21—22 Auf der Höhe von dieser geschichtliche Verlauf bis m u ß t e schrieb Marx in
die rechte Spalte: Die sogenannte o b j e k t i v e Geschichtschreibung be-
stand e b e n d a r i n , die geschichtlichen Verhältnisse g e t r e n n t von d e r T ä t i g k e i t
aufzufassen. R e a k t i o n ä r e r C h a r a k t e r .
30 Deutsche Ideologie. Einleitung

d i e s e n D e u t s c h e n stets d a r u m , d e n v o r g e f u n d e n e n U n s i n n i n / 2 7 /
irgend eine a n d r e Marotte aufzulösen, d. h. vorauszusetzen, d a ß
dieser ganze Unsinn überhaupt einen aparten S i n n h a b e , d e r
h e r a u s z u f i n d e n sei, w ä h r e n d e s sich n u r d a r u m h a n d e l t d i e s e theo-
retischen P h r a s e n a u s den bestehenden wirklichen Verhältnissen zu
erklären. Die wirkliche, praktische Auflösung dieser Phrasen, die
Beseitigung dieser Vorstellungen aus d e m Bewußtsein d e r Men-
schen w i r d , w i e s c h o n gesagt, d u r c h v e r ä n d e r t e U m s t ä n d e , n i c h t
d u r c h theoretische Deduktionen bewerkstelligt. F ü r die Masse der
M e n s c h e n , d . h . d a s P r o l e t a r i a t , e x i s t i e r e n d i e s e t h e o r e t i s c h e n Vor-
s t e l l u n g e n n i c h t , b r a u c h e n a l s o f ü r sie a u c h n i c h t a u f g e l ö s t z u
werden, u n d wenn diese Masse je einige theoretische Vorstellun-
g e n , z . B . R e l i g i o n h a t t e , s o s i n d d i e s e jetzt schon l ä n g s t d u r c h d i e
U m s t ä n d e a u f g e l ö s t . — D a s r e i n N a t i o n a l e d i e s e r F r a g e n u n d Lö-
s u n g e n zeigt sich a u c h n o c h d a r i n , d a ß d i e s e T h e o r e t i k e r a l l e s
Ernstes glauben, Hirngespinste, wie „ d e r Gottmensch", „ d e r
M e n s c h " etc. h ä t t e n d e n e i n z e l n e n E p o c h e n d e r G e s c h i c h t e p r ä s i -
d i e r t — d e r h e i l i g e B r u n o g e h t s o g a r soweit, z u b e h a u p t e n , n u r
„ d i e Kritik u n d die Kritiker hätten die Geschichte g e m a c h t " —
u n d , w e n n sie sich selbst a n geschichtliche K o n s t r u k t i o n e n g e b e n ,
über alles F r ü h e r e in der größten Eile hinwegspringen u n d vom
„ M o n g o l e n t u m " sogleich a u f d i e e i g e n t l i c h „ i n h a l t s v o l l e " Ge-
schichte, n ä m l i c h d i e Geschichte d e r h a l l i s c h e n u n d d e u t s c h e n
J a h r b ü c h e r u n d d e r A u f l ö s u n g d e r H e g e i s c h e n S c h u l e i n e i n e all-
g e m e i n e Z ä n k e r e i ü b e r g e h e n . A l l e a n d e r n N a t i o n e n , a l l e wirk-
l i c h e n E r e i g n i s s e w e r d e n vergessen, d a s T h e a t r u m m u n d i be-
s c h r ä n k t sich a u f d i e L e i p z i g e r B ü c h e r m e s s e , u n d d i e gegensei-
tigen Streitigkeiten der „ K r i t i k " , des „ M e n s c h e n " und des „Ein-
z i g e n " . W e n n sich d i e T h e o r i e vielleicht e i n m a l d a r a n g i b t , wirk-
lich historische T h e m a t a zu behandeln, wie z. B. d a s achtzehnte
J a h r h u n d e r t , s o g e b e n sie n u r d i e Geschichte d e r V o r s t e l l u n g e n ,
losgerissen von den Tatsachen und praktischen Entwicklungen,
die ihnen zum Grunde liegen, u n d auch diese n u r in der Absicht,
u m d i e s e Zeit a l s e i n e u n v o l l k o m m e n e V o r s t u f e , a l s d e n n o c h bor-
n i e r t e n V o r l ä u f e r d e r w a h r e n geschichtlichen Z e i t , d . h . d e r Zeit
d e s d e u t s c h e n P h i l o s o p h e n k a m p f e s von 1 8 4 0 / 4 4 d a r z u s t e l l e n .
D i e s e m Z w e c k e , e i n e f r ü h e r e Geschichte z u s c h r e i b e n , u m d e n
R u h m e i n e r u n g e s c h i c h t l i c h e n P e r s o n u n d i h r e r P h a n t a s i e n desto
heller leuchten zu lassen, entspricht es denn, d a ß m a n alle wirk-
l i c h h i s t o r i s c h e n E r e i g n i s s e , selbst d i e w i r k l i c h h i s t o r i s c h e n E i n -
g r i f f e d e r P o l i t i k i n d i e Geschichte, n i c h t e r w ä h n t u n d d a f ü r e i n e
nicht auf Studien, sondern Konstruktionen u n d literarischen
Klatschgeschichten beruhende Erzählung gibt — wie dies vom
21 Im Original hinwegzuspringen
25 Im Original übergeht statt übergehen.
I. Feuerbach 31

heiligen Bruno in seiner n u n vergessenen Geschichte des 18ten


J a h r h u n d e r t s g e s c h e h e n ist. D i e s e h o c h t r a b e n d e n u n d h o c h f a h r e n -
den G e d a n k e n k r ä m e r , die unendlich weit ü b e r alle nationalen
V o r u r t e i l e e r h a b e n z u sein g l a u b e n , s i n d a l s o i n d e r P r a x i s n o c h
s viel nationaler als die Bierphilister, die von Deutschlands Einheit
t r ä u m e n . Sie e r k e n n e n d i e T a t e n a n d r e r V ö l k e r g a r n i c h t f ü r histo-
r i s c h a n , sie l e b e n i n D e u t s c h l a n d z u D e u t s c h l a n d / 2 8 / u n d f ü r
D e u t s c h l a n d , sie v e r w a n d e l n d a s R h e i n l i e d i n ein g e i s t l i c h e s L i e d
u n d e r o b e r n E l s a ß u n d L o t h r i n g e n , i n d e m sie statt d e s französi-
10 sehen S t a a t s , d i e f r a n z ö s i s c h e P h i l o s o p h i e b e s t e h l e n , statt franzö-
sischer Provinzen, französische Gedanken germanisieren. H e r r
V e n e d e y ist e i n K o s m o p o l i t g e g e n d i e H e i l i g e n B r u n o u n d M a x ,
die in d e r Weltherrschaft der Theorie die Weltherrschaft Deutsch-
lands proklamieren.
15 Es zeigt sich a u s d i e s e n A u s e i n a n d e r s e t z u n g e n a u c h , w i e -
s e h r F e u e r b a c h sich t ä u s c h t , w e n n e r ( W i g a n d s V i e r t e l j a h r s -
schrift, 1 8 4 5 , B d . 2 ) sich v e r m ö g e d e r Q u a l i f i k a t i o n „ G e m e i n -
mensch" für einen Kommunisten erklärt, in ein P r ä d i k a t „d e s"
Menschen verwandelt, also das W o r t Kommunist, d a s in d e r be-
20 stehenden W e l t d e n Anhänger einer bestimmten revolutionären
Partei bezeichnet, wieder in eine b l o ß e Kategorie verwandeln zu
können glaubt. Feuerbachs ganze Deduktion in Beziehung auf
das Verhältnis d e r Menschen zu einander geht n u r dahin, zu be-
weisen, d a ß d i e M e n s c h e n e i n a n d e r n ö t i g h a b e n u n d i m m e r g e -
25 h a b t h a b e n . Er w i l l d a s B e w u ß t s e i n ü b e r d i e s e T a t s a c h e eta-
blieren, er will also, wie die übrigen Theoretiker, n u r ein richtiges
Bewußtsein über ein b e s t e h e n d e s F a k t u m hervorbringen,
während es dem wirklichen Kommunisten darauf ankommt, dies
Bestehende umzustürzen. W i r erkennen es übrigens vollständig
30 an, d a ß Feuerbach, indem er das Bewußtsein gerade d i e s e r Tat-
s a c h e z u e r z e u g e n strebt, s o w e i t geht, w i e e i n T h e o r e t i k e r ü b e r -
haupt gehen kann, ohne aufzuhören, Theoretiker u n d Philosoph
z u s e i n . C h a r a k t e r i s t i s c h ist e s a b e r , d a ß d i e H e i l i g e n B r u n o u n d
M a x d i e V o r s t e l l u n g F e u e r b a c h s v o m K o m m u n i s t e n sogleich a n
3 5 d i e Stelle d e s w i r k l i c h e n K o m m u n i s t e n setzen, w a s t e i l w e i s e s c h o n
d e s w e g e n geschieht, d a m i t s i e a u c h d e n K o m m u n i s m u s a l s „ G e i s t
v o m G e i s t " , a l s p h i l o s o p h i s c h e K a t e g o r i e , a l s e b e n b ü r t i g e n Geg-
n e r b e k ä m p f e n k ö n n e n — u n d v o n Seiten d e s h e i l i g e n B r u n o a u c h
noch aus pragmatischen Interessen. Als Beispiel von der Aner-
be kennung und zugleich Verkennung des Bestehenden, d i e Feuer-
bach noch i m m e r mit unsern Gegnern teilt, e r i n n e r n w i r an d i e
Stelle d e r „Philosophie d e r Zukunft", w o e r entwickelt, d a ß d a s
S c i ü d u c s D i n g e s o d e r M e n s c h e n z u g l e i c h sein W e s e n s e i , d a ß d i e
bestimmten Existenzverhältnisse, Lebensweise u n d Tätigkeit eines
4 5 t i e r i s c h e n o d e r m e n s c h l i c h e n I n d i v i d u u m s d a s j e n i g e sei, w o r i n
32 D e u t s c h e Ideologie. E i n l e i t u n g

s e i n „ W e s e n " sich b e f r i e d i g t f ü h l e . H i e r w i r d a u s d r ü c k l i c h j e d e
A u s n a h m e als ein unglücklicher Zufall, als eine Abnormität, die
n i c h t z u ä n d e r n ist, a u f g e f a ß t . W e n n a l s o M i l l i o n e n v o n P r o l e t a -
r i e r n sich i n i h r e n L e b e n s v e r h ä l t n i s s e n k e i n e s w e g s b e f r i e d i g t füh-
l e n , w e n n i h r „ S e i n " i h r e m [. . .] /{6} 8/ sich in W i r k l i c h k e i t u n d Ö
für den p r a k t i s c h e n Materialisten, d . h . K o m m u n i s t e n ,
d a r u m h a n d e l t , d i e b e s t e h e n d e W e l t z u r e v o l u t i o n i e r e n , d i e vor-
gefundnen Dinge praktisch anzugreifen und zu verändern. W e n n
b e i F e u e r b a c h sich z u w e i l e n d e r a r t i g e A n s c h a u u n g e n f i n d e n , s o
g e h e n sie d o c h n i e ü b e r v e r e i n z e l t e A h n u n g e n h i n a u s u n d h a b e n 1 0
a u f s e i n e a l l g e m e i n e A n s c h a u u n g s w e i s e viel z u w e n i g E i n f l u ß a l s
d a ß sie h i e r a n d e r s , d e n n a l s e n t w i c k l u n g s f ä h i g e K e i m e , i n Be-
tracht k o m m e n könnten. Feuerbachs „ A u f f a s s u n g " d e r sinnlichen
W e l t b e s c h r ä n k t sich e i n e r s e i t s a u f d i e b l o ß e A n s c h a u u n g d e r -
selben, und andrerseits auf d i e b l o ß e Empfindung, e r sagt „ d e n i s
M e n s c h e n " statt d [ i e ] „ w i r k l i c h e n h i s t o r i s c h e n M e n s c h e n " . „D e r
M e n s c h " ist r e a l i t e r „ d e r D e u t s c h e " . Im e r s t e n F a l l e , in d e r Α η -
s c h a u u n g d e r sinnlichen Welt, stößt e r notwendig auf Dinge,
die seinem Bewußtsein u n d seinem Gefühl widersprechen, die die
von ihm vorausgesetzte H a r m o n i e aller Teile d e r sinnlichen Welt 20
3
u n d namentlich des Menschen mit d e r N a t u r stören.'* Um diese zu
b e s e i t i g e n , m u ß e r d a n n z u e i n e r d o p p e l t e n A n s c h a u u n g s e i n e Zu-
f l u c h t nehmen, zwischen einer profanen, d i e n u r d a s „ a u f platter
H a n d Liegende" und einer höheren, philosophischen, d i e das
„ w a h r e W e s e n " d e r D i n g e e r s c h a u t . E r sieht n i c h t w i e d i e i h n 2 s
u m g e b e n d e sinnliche W e l t nicht ein unmittelbar von Ewigkeit
h e r g e g e b e n e s , sich stets g l e i c h e s D i n g ist, s o n d e r n d a s P r o d u k t d e r
Industrie u n d des Gesellschaftszustandes, u n d zwar in d e m Sinne,
d a ß sie e i n g e s c h i c h t l i c h e s P r o d u k t ist, d a s R e s u l t a t d e r T ä t i g -
k e i t e i n e r g a n z e n R e i h e von G e n e r a t i o n e n , d e r e n J e d e a u f d e n 3 0
S c h u l t e r n d e r v o r h e r g e h e n d e n s t a n d , i h r e I n d u s t r i e u n d i h r e n Ver-
k e h r w e i t e r a u s b i l d e t e , i h r e soziale O r d n u n g n a c h d e n v e r ä n d e r t e n
Bedürfnissen modifizierte. Selbst die Gegenstände d e r einfachsten

[*] Ν. B. Nicht daß Feuerbach das auf platter Hand liegende, den
sinnlichen S c h e i n der durch genauere Untersuchung des sinnlichen 35
Tatbestandes konstatierten sinnlichen Wirklichkeit unterordnet, ist der
Fehler, sondern daß er in letzter Instanz nicht mit der Sinnlichkeit fertig
werden kann, ohne sie mit den „Augen", d. h. durch die „Brille" des
P h i l o s o p h e n z u betrachten.

5 Der Sinn des hier fehlenden Übergangs war etwa folgender: w e n n i h r „ S e i n "
ihrem esen" widerspricht, so ist das allerdings eine Abnormität, aber
kein unglücklicher Zufall. Ein historisches Faktum, das auf ganz bestimmten
gesellschaftlichen Verhältnissen beruht. Feuerbach begnügt sich, dies Faktum
zu konstatieren; er interpretiert nur die bestehende sinnliche Welt, verhält
sich zu ihr nur als Theoretiker, während es] sich in W i r k l i c h k e i t
I. Feuerbach 33

„ s i n n l i c h e n G e w i ß h e i t " s i n d i h m n u r d u r c h d i e gesellschaftliche
E n t w i c k l u n g , d i e I n d u s t r i e u n d d e n k o m m e r z i e l l e n V e r k e h r ge-
g e b e n . D e r K i r s c h b a u m ist, w i e fast a l l e O b s t b ä u m e , b e k a n n t l i c h
erst vor wenig J a h r h u n d e r t e n d u r c h den H a n d e l i n unsre Zone
5 verpflanzt w o r d e n , u n d w u r d e d e s h a l b e r s t / 9 / d u r c h d i e s e A k t i o n
e i n e r b e s t i m m t e n Gesellschaft i n e i n e r b e s t i m m t e n Zeit d e r „ s i n n -
l i c h e n G e w i ß h e i t " F e u e r b a c h s g e g e b e n . Ü b r i g e n s l ö s t sich i n d i e -
ser A u f f a s s u n g d e r D i n g e , w i e sie w i r k l i c h s i n d u n d g e s c h e h e n
s i n d , w i e sich w e i t e r u n t e n noch d e u t l i c h e r zeigen w i r d , j e d e s tief-
te sinnige philosophische P r o b l e m ganz einfach in ein empirisches
F a k t u m auf. z . B . d i e w i c h t i g e F r a g e ü b e r d a s V e r h ä l t n i s d e s M e n -
schen z u r N a t u r ( o d e r g a r , w i e B r u n o sagt, ( p . 1 1 0 ) , d i e „ G e g e n -
sätze i n N a t u r u n d G e s c h i c h t e " , a l s o b d a s zwei v o n e i n a n d e r ge-
t r e n n t e „ D i n g e " seien, d e r M e n s c h n i c h t i m m e r e i n e g e s c h i c h t l i c h e
i s N a t u r u n d e i n e n a t ü r l i c h e G e s c h i c h t e v o r sich h a b e ) , a u s d e r a l l e
d i e „ u n e r g r ü n d l i c h hohen W e r k e " ü b e r „ S u b s t a n z " und „Selbst-
b e w u ß t s e i n " h e r v o r g e g a n g e n sind, z e r f ä l l t v o n selbst i n d e r E i n -
sicht, d a ß d i e v i e l b e r ü h m t e „ E i n h e i t d e s M e n s c h e n m i t d e r N a t u r "
i n d e r I n d u s t r i e von j e h e r b e s t a n d e n u n d i n j e d e r E p o c h e j e n a c h
2 0 d e r g e r i n g e r e n o d e r g r ö ß e r e n E n t w i c k l u n g d e r I n d u s t r i e a n d e r s be-
standen hat, ebenso wie der „ K a m p f " des Menschen mit d e r Natur,
bis zur Entwicklung seiner Produktivkräfte auf einer entsprechen-
den Basis. Die Industrie und der Handel, die Produktion und der
Austausch der Lebensbedürfnisse bedingen ihrerseits und werden
2s wiederum in der Art ihres Betriebes bedingt d u r c h dieDistribution,
d i e G l i e d e r u n g d e r v e r s c h i e d e n e n gesellschaftlichen K l a s s e n — u n d
so kommt es denn, d a ß Feuerbach in Manchester z. B. n u r Fabriken
u n d M a s c h i n e n sieht, w o v o r h u n d e r t J a h r e n n u r S p i n n r ä d e r u n d
W e b s t ü h l e z u sehen w a r e n , o d e r i n d e r C a m p a g n a d i R o m a n u r
3 0 V i e h w e i d e n u n d S ü m p f e entdeckt, w o e r z u r Zeit d e s A u g u s t u s
nichts als Weingärten und Villen römischer Kapitalisten gefunden
hätte. Feuerbach spricht namentlich von d e r Anschauung der
Naturwissenschaft, er erwähnt Geheimnisse, die n u r d e m Auge des
P h y s i k e r s u n d C h e m i k e r s offenbar w e r d e n ; a b e r w o w ä r e o h n e In-
3s dustrie u n d H a n d e l die Naturwissenschaft? Selbst diese „ r e i n e "
N a t u r w i s s e n s c h a f t e r h ä l t j a i h r e n Zweck s o w o h l , w i e i h r M a t e r i a l ,
erst d u r c h H a n d e l u n d I n d u s t r i e , d u r c h s i n n l i c h e T ä t i g k e i t d e r
M e n s c h e n . S o s e h r ist d i e s e T ä t i g k e i t , d i e s e s f o r t w ä h r e n d e sinn-
l i c h e A r b e i t e n u n d Schaffen, d i e s e P r o d u k t i o n d i e G r u n d l a g e d e r
M g a n z e n s i n n l i c h e n W e l t , w i e sie jetzt existiert, d a ß , w e n n sie a u c h
n u r für ein J a h r u n t e r b r o c h e n w ü r d e , F e u e r b a c h e i n e u n g e h e u r e
V e r ä n d e r u n g n i c h t n u r i n d e r n a t ü r l i c h e n W e l t vorfinden, s o n d e r n
a u c h d i e g a n z e M e n s c h e n w e l t u n d sein e i g n e s A n s c h a u u n g s v e r -
mögen, ja seine Eigne Existenz sehr bald vermissen w ü r d e . Aller-
es dings bleibt dabei die Priorität der ä u ß e r e n N a t u r bestehen, und
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. S 3
Deutsche Ideologie. Einleitung

allerdings bat dies Alles keine /10/ Anwendung auf die ursprüng-
lichen, durch generatio aequivoca erzeugten Menschen; aber
d i e s e U n t e r s c h e i d u n g h a t n u r i n sofern S i n n , a l s m a n d e n M e n s c h e n
a l s v o n d e r N a t u r u n t e r s c h i e d e n b e t r a c h t e t . Ü b r i g e n s ist d i e s e , d e r
m e n s c h l i c h e n Geschichte v o r h e r g e h e n d e N a t u r j a n i c h t d i e N a t u r , s
i n d e r F e u e r b a c h lebt, n i c h t d i e N a t u r , d i e h e u t z u t a g e , a u s g e n o m -
m e n e t w a a u f einzelnen a u s t r a l i s c h e n K o r a l l e n i n s e l n n e u e r e n Ur-
s p r u n g s , n i r g e n d s m e h r existiert, a l s o a u c h f ü r F e u e r b a c h nicht
existiert. — / 9 / F e u e r b a c h h a t / 1 0 / a l l e r d i n g s , d e n g r o ß e n Vor-
zug vor den „ r e i n e n " Materialisten, d a ß er einsieht, wie auch der w
Mensch „sinnlicher Gegenstand" ist; aber abgesehen davon, d a ß
er ihn n u r als „sinnlichen Gegenstand", nicht als „sinnliche Tätig-
k e i t " f a ß t , d a e r sich a u c h h i e r b e i i n d e r T h e o r i e h ä l t , d i e M e n -
schen nicht i n i h r e m g e g e b e n e n gesellschaftlichen Z u s a m m e n -
15
h a n g e , nicht u n t e r i h r e n v o r l i e g e n d e n L e b e n s b e d i n g u n g e n , d i e sie
z u D e m g e m a c h t h a b e n , w a s sie sind, a u f f a ß t , s o k o m m t e r n i e z u
den wirklich existierenden, tätigen Menschen, sondern bleibt bei
dem A b s t r a k t u m „ d e r Mensch" stehen, u n d bringt es n u r dahin,
den „wirklichen, individuellen, leibhaftigen Menschen" in d e r
Empfindung anzuerkennen, d. h. er kennt keine a n d e r n „mensch- 20
liehen Verhältnisse" „des Menschen z u m Mensehen", als Liebe
und Freundschaft, und zwar idealisiert. Gibt keine Kritik der
j e t z i g e n L e b e n s v e r h ä l t n i s s e . E r k o m m t also n i e d a z u , d i e s i n n l i c h e
W e l t a l s d i e g e s a m t e l e b e n d i g e s i n n l i c h e T ä t i g k e i t d e r sie aus-
m a c h e n d e n I n d i v i d u e n a u f z u f a s s e n , u n d ist d a h e r g e z w u n g e n , 2 s
w e n n e r z . B . statt g e s u n d e r M e n s c h e n e i n e n H a u f e n s k r o f u l ö s e r ,
ü b e r a r b e i t e t e r u n d s c h w i n d s ü c h t i g e r H u n g e r l e i d e r sieht, d a z u d e r
„höheren A n s c h a u u n g " und zur ideellen „Ausgleichung in der
G a t t u n g " seine Zuflucht z u n e h m e n , a l s o g e r a d e d a i n d e n I d e a l i s -
m u s z u r ü c k z u f a l l e n , w o d e r k o m m u n i s t i s c h e M a t e r i a l i s t d i e Not- 3 0
w e n d i g k e i t u n d zugleich d i e B e d i n g u n g e i n e r U m g e s t a l t u n g so-
w o h l d e r I n d u s t r i e w i e d e r gesellschaftlichen G l i e d e r u n g sieht.
Soweit F e u e r b a c h M a t e r i a l i s t ist, k o m m t d i e G e s c h i c h t e b e i i h m
n i c h t v o r , u n d soweit e r d i e Geschichte i n B e t r a c h t zieht, ist e r k e i n
M a t e r i a l i s t . Bei i h m f a l l e n M a t e r i a l i s m u s u n d G e s c h i c h t e ganz 35
a u s e i n a n d e r , w a s sich ü b r i g e n s schon a u s d e m G e s a g t e n e r k l ä r t .
/ 2 0 / D i e Geschichte ist nichts a l s d i e A u f e i n a n d e r f o l g e d e r ein-
zelnen G e n e r a t i o n e n , von d e n e n J e d e d i e i h r von a l l e n v o r h e r g e -
gangenen übermachten Materiale, Kapitalien, Produktionskräfte
e x p l o i t i e r t , d a h e r a l s o e i n e r s e i t s u n t e r ganz v e r ä n d e r t e n , U m s t ä n - *o
d e n d i e ü b e r k o m m e n e T ä t i g k e i t fortsetzt u n d a n d r e r s e i t s m i t e i n e r
g a n z v e r ä n d e r t e n T ä t i g k e i t d i e a l t e n U m s t ä n d e modifiziert, w a s
sich n u n s p e k u l a t i v s o v e r d r e h e n l ä ß t , d a ß d i e s p ä t e r e Geschichte
z u m Zweck d e r f r ü h e r e n g e m a c h t w i r d , z . B . d a ß d e r E n t d e c k u n g
A m e r i k a s d e r Zweck z u G r u n d e gelegt w i r d , d e r f r a n z ö s i s c h e n 4 5
I. Feuerbach 35

R e v o l u t i o n z u m D u r c h b r u c h z u v e r h e l f e n , w o d u r c h d a n n d i e Ge-
schichte i h r e a p a r t e n Z w e c k e e r h ä l t u n d e i n e „ P e r s o n n e b e n an-
deren P e r s o n e n " (als da sind: „Selbstbewußtsein, Kritik, Ein-
z i g e r " etc.) wird, w ä h r e n d das, was m a n mit d e n Worten „Bestim-
ä m u n g " , „ Z w e c k " , „ K e i m " , „ I d e e " d e r f r ü h e r e n G e s c h i c h t e be-
zeichnet, Weiter n i c h t s ist a l s e i n e A b s t r a k t i o n v o n d e r s p ä t e r e n
Geschichte, eine Abstraktion von d e m aktiven Einfluß, den die
f r ü h e r e G e s c h i c h t e auf d i e s p ä t e r e a u s ü b t . — J e w e i t e r sich i m
Laufe dieser Entwicklung nun die einzelnen Kreise, die aufein-
10 ander einwirken, ausdehnen, je mehr die ursprüngliche Abge-
schlossenheit d e r e i n z e l n e n N a t i o n a l i t ä t e n d u r c h d i e a u s g e b i l d e t e
Produktionsweise, Verkehr und dadurch naturwüchsig hervorge-
b r a c h t e T e i l u n g d e r A r b e i t zwischen v e r s c h i e d n e n N a t i o n e n ver-
nichtet w i r d , d e s t o m e h r w i r d d i e G e s c h i c h t e z u r W e l t g e s c h i c h t e ,
u sodaß z. B. wenn in England eine Maschine erfunden wird, die in
I n d i e n u n d C h i n a z a h l l o s e A r b e i t e r a u ß e r B r o t setzt u n d d i e g a n z e
Existenzform dieser Reiche umwälzt, diese Erfindung zu einem
weltgeschichtlichen F a k t u m w i r d ; oder d a ß d e r Zucker und
Kaffee i h r e w e l t g e s c h i c h t l i c h e B e d e u t u n g i m n e u n z e h n t e n J a h r -
20 hundert d a d u r c h bewiesen, d a ß der durch d a s napoleonische Kon-
t i n e n t a l s y s t e m e r z e u g t e M a n g e l a n d i e s e n P r o d u k t e n d i e Deut-
schen / 2 1 / z u m A u f s t a n d e gegen N a p o l e o n b r a c h t e u n d s o d i e
reale Basis d e r glorreichen Befreiungskriege von 1 8 1 3 w u r d e .
H i e r a u s folgt, d a ß d i e s e U m w a n d l u n g d e r G e s c h i c h t e i n W e l t -
2 5 geschichte n i c h t e t w a e i n e b l o ß e a b s t r a k t e T a t d e s „ S e l b s t b e w u ß t -
s e i n s " , W e l t g e i s t e s o d e r sonst e i n e s m e t a p h y s i s c h e n G e s p e n s t e s
ist, s o n d e r n e i n e g a n z m a t e r i e l l e , e m p i r i s c h n a c h w e i s b a r e T a t ,
e i n e T a t , z u d e r j e d e s I n d i v i d u u m , w i e e s g e h t u n d steht, i ß t , t r i n k t
u n d sich k l e i d e t , d e n B e w e i s l i e f e r t . —
3o /30/ Die Gedanken d e r herrschenden Klasse sind in jeder
Epoche die herrschenden Gedanken, d. h. d i e Klasse, welche die
h e r r s c h e n d e m a t e r i e l l e M a c h t d e r G e s e l l s c h a f t ist, ist z u g l e i c h
ihre herrschende g e i s t i g e Macht. Die Klasse, die d i e Mittel zur
materiellen Produktion zu ihrer Verfügung hat, disponiert da-
3 5 mit z u g l e i c h ü b e r d i e M i t t e l z u r geistigen P r o d u k t i o n , s o d a ß i h r
damit zugleich im Durchschnitt die Gedanken derer, denen die
M i t t e l z u r geistigen P r o d u k t i o n a b g e h e n , u n t e r w o r f e n sind. D i e
h e r r s c h e n d e n G e d a n k e n sind w e i t e r N i c h t s a l s d e r i d e e l l e A u s -
druck der herrschenden materiellen Verhältnisse, die als Gedan-
ke ken gefaßten, herrschenden materiellen Verhältnisse; also der
Verhältnisse, die eben die eine Klasse zur herrschenden machen,
also d i e G e d a n k e n i h r e r H e r r s c h a f t . D i e I n d i v i d u e n , w e l c h e d i e
h e r r s c h e n d e K l a s s e a u s m a c h e n , h a b e n u n t e r A n d e r m a u c h Be-
w u ß t s e i n u n d d e n k e n d a h e r ; i n s o f e r n sie a l s o a l s K l a s s e h e r r -
* 5 sehen u n d d e n g a n z e n U m f a n g e i n e r G e s c h i c h t s e p o c h e b e s t i m m e n ,
36 Deutsche Ideologie. Einleitung

v e r s t e h t e s sich v o n selbst, d a ß sie d i e s i n i h r e r g a n z e n A u s d e h n u n g


tun, also unter A n d e r n auch als Denkende, als Produzenten von
Gedanken herrschen, die Produktion und Distribution der Gedan-
k e n i h r e r Zeit r e g e l n ; d a ß a l s o i h r e G e d a n k e n d i e h e r r s c h e n d e n
G e d a n k e n d e r E p o c h e s i n d . Z u e i n e r Zeit z . B . u n d i n e i n e m s
L a n d e , w o k ö n i g l i c h e M a c h t , A r i s t o k r a t i e u n d B o u r g e o i s i e sich u m
d i e H e r r s c h a f t s t r e i t e n , w o a l s o d i e H e r r s c h a f t geteilt ist, zeigt sich
als h e r r s c h e n d e r G e d a n k e d i e Doktrin von d e r T e i l u n g d e r Gewal-
t e n , d i e n u n a l s ein „ e w i g e s G e s e t z " a u s g e s p r o c h e n w i r d . — D i e
T e i l u n g d e r A r b e i t , d i e w i r schon o b e n ( S . [20 3 s — 2 3 1 3 ] ) a l s e i n e 1 0
d e r H a u p t m ä c h t e d e r b i s h e r i g e n G e s c h i c h t e v o r f a n d e n , ä u ß e r t sich
n u n auch in d e r herrschenden Klasse als T e i l u n g d e r geistigen
und ma-/31/teriellen Arbeit, sodaß innerhalb dieser Klasse der
e i n e T e i l a l s d i e D e n k e r d i e s e r K l a s s e a u f t r i t t , ( d i e a k t i v e n kon-
zeptiven Ideologen derselben, welche die A u s b i l d u n g d e r Illusion is
d i e s e r K l a s s e ü b e r sich selbst z u i h r e m H a u p t n a h r u n g s z w e i g e
m a c h e n ) w ä h r e n d d i e A n d e r n sich z u d i e s e n G e d a n k e n u n d Illu-
sionen m e h r passiv u n d rezeptiv verhalten, weil sie in der Wirk-
lichkeit die aktiven Mitglieder dieser Klasse sind u n d weniger
Zeit d a z u h a b e n , sich I l l u s i o n e n u n d G e d a n k e n ü b e r sich selbst z u 2 0
machen. Innerhalb dieser Klasse kann diese Spaltung derselben
sich s o g a r z u e i n e r gewissen E n t g e g e n s e t z u n g u n d F e i n d s c h a f t
beider Teile entwickeln, die aber bei jeder praktischen Kollision,
w o d i e K l a s s e selbst g e f ä h r d e t ist, v o n selbst w e g f ä l l t , w o d e n n
auch d e r Schein verschwindet, als wenn die herrschenden Gedanken 25
nicht die Gedanken d e r herrschenden Klasse wären u n d eine von
d e r Macht dieser Klasse unterschiedene Macht hätten. Die Existenz
r e v o l u t i o n ä r e r G e d a n k e n i n e i n e r b e s t i m m t e n E p o c h e setzt b e r e i t s
d i e E x i s t e n z e i n e r r e v o l u t i o n ä r e n K l a s s e v o r a u s , ü b e r d e r e n Vor-
a u s s e t z u n g e n b e r e i t s o b e n ( S . [ 2 3 1 3 — 2 5 26] ) d a s N ö t i g e g e s a g t ist. so
Löst m a n n u n bei der Auffassung des geschichtlichen Verlaufs
die G e d a n k e n d e r herrschenden Klasse von d e r h e r r s c h e n d e n
K l a s s e l o s , v e r s e l h s t s t ä n d i g t m a n sie, b l e i b t d a b e i s t e h e n , d a ß i n
einer Epoche diese und jene Gedanken geherrscht haben, ohne
sich u m d i e B e d i n g u n g e n d e r P r o d u k t i o n u n d u m d i e P r o d u z e n - s s
t e n d i e s e r G e d a n k e n z u b e k ü m m e r n , l ä ß t m a n a l s o d i e d e n Ge-
danken zu Grunde liegenden Individuen und Weltzustände weg,
s o k a n n m a n z . B . s a g e n , d a ß w ä h r e n d d e r Zeit, i n d e r d i e A r i s t o -
k r a t i e h e r r s c h t e , d i e Begriffe E h r e , T r e u e etc., w ä h r e n d d e r H e r r -
schaft d e r B o u r g e o i s i e d i e Begriffe F r e i h e i t , G l e i c h h e i t e t c . *o
h e r r s c h t e n . D i e h e r r s c h e n d e K l a s s e selbst b i l d e t sich d i e s i m D u r c h -
schnitt e i n . D i e s e G e s c h i c h t s a u f f a s s u n g , d i e a l l e n Geschicht-
s c h r e i b e r n v o r z u g s w e i s e seit d e m a c h t z e h n t e n J a h r h u n d e r t g e m e i n -
s a m ist, w i r d n o t w e n d i g a u f / 3 2 / d a s P h ä n o m e n s t o ß e n , d a ß i m m e r
abstraktere Gedanken herrschen, d. h. Gedanken, die i m m e r mehr «
I. Feuerbach 37

die Form der Allgemeinheit annehmen. Jede neue Klasse nämlich,


d i e sich a n d i e S t e l l e e i n e r v o r i h r h e r r s c h e n d e n setzt, ist g e n ö t i g t ,
schon u m i h r e n Zweck d u r c h z u f ü h r e n , i h r I n t e r e s s e a l s d a s ge-
m e i n s c h a f t l i c h e I n t e r e s s e a l l e r M i t g l i e d e r d e r Gesellschaft d a r -
a zustellen, d . h ideell ausgedrückt: ihren Gedanken d i e F o r m der
A l l g e m e i n h e i t z u g e b e n , sie a l s d i e e i n z i g v e r n ü n f t i g e n , a l l g e m e i n
gültigen darzustellen. Die revolutionierende Klasse tritt von vorn
h e r e i n , schon w e i l sie e i n e r K l a s s e g e g e n ü b e r s t e h t , n i c h t a l s
K l a s s e , s o n d e r n a l s V e r t r e t e r i n d e r g a n z e n G e s e l l s c h a f t auf, s i e
1 0 e r s c h e i n t a l s d i e g a n z e M a s s e d e r Gesellschaft g e g e n ü b e r d e r ein-
zigen, h e r r s c h e n d e n K l a s s e . S i e k a n n d i e s , w e i l i m A n f a n g e i h r
Interesse wirklieh noch m e h r mit d e m gemeinschaftlichen Inter-
esse a l l e r ü b r i g e n n i c h t h e r r s c h e n d e n K l a s s e n z u s a m m e n h ä n g t , sich
u n t e r d e m D r u c k d e r b i s h e r i g e n V e r h ä l t n i s s e n o c h n i c h t a l s be-
is sonderes Interesse einer besondern Klasse entwickeln konnte. I h r
Sieg nutzt d a h e r a u c h v i e l e n I n d i v i d u e n d e r ü b r i g e n , n i c h t z u r
Herrschaft kommenden Klassen, aber n u r in so fern, als er diese
I n d i v i d u e n jetzt i n d e n S t a n d setzt, sich i n d i e h e r r s c h e n d e K l a s s e
z u e r h e b e n . A l s d i e französische B o u r g e o i s i e d i e H e r r s c h a f t d e r
2 0 A r i s t o k r a t i e stürzte, m a c h t e sie e s d a d u r c h v i e l e n P r o l e t a r i e r n
m ö g l i c h , sich ü b e r d a s P r o l e t a r i a t z u e r h e b e n , a b e r n u r , i n s o f e r n
sie B o u r g e o i s w u r d e n . J e d e n e u e K l a s s e b r i n g t d a h e r n u r a u f e i n e r
breiteren Basis, als die der bisher herrschenden, ihre Herrschaft
z u S t a n d e , w o g e g e n sich d a n n s p ä t e r a u c h d e r G e g e n s a t z d e r nicht-
25 herrschenden gegen die n u n herrschende Klasse um so schärfer
u n d t i e f e r entwickelt. D u r c h B e i d e s ist b e d i n g t , d a ß d e r gegen d i e s e
neue herrsehende Klasse zu führende K a m p f wiederum auf eine
e n t s c h i e d e n e r e , r a d i k a l e r e N e g a t i o n d e r b i s h e r i g e n Gesellschafts-
z u s t ä n d e h i n a r b e i t e t , a l s a l l e / 3 3 / b i s h e r i g e n , d i e H e r r s c h a f t an-
30 s t r e b e n d e n K l a s s e n d i e s t u n k o n n t e n .
Dieser ganze Schein, als ob die Herrschaft einer bestimmten
K l a s s e n u r d i e H e r r s c h a f t gewisser G e d a n k e n s e i , h ö r t n a t ü r l i c h
von selbst auf, s o b a l d d i e H e r r s c h a f t v o n K l a s s e n ü b e r h a u p t auf-
h ö r t , d i e F o r m d e r gesellschaftlichen O r d n u n g z u s e i n , s o b a l d e s
3 5 a l s o n i c h t m e h r n ö t i g ist, e i n b e s o n d e r e s I n t e r e s s e a l s a l l g e m e i n e s
oder „ d a s A l l g e m e i n e " als herrschend darzustellen.
Nachdem einmal die herrschenden Gedanken von den herr-
schenden Individuen u n d vor allem, von den Verhältnissen, die
a u s e i n e r g e g e b n e n S t u f e d e r P r o d u k t i o n s w e i s e h e r v o r g e h n , ge-
4 0 t r e n n t s i n d u n d d a d u r c h d a s R e s u l t a t z u S t a n d e g e k o m m e n ist, d a ß
Ii Auf dieser Höhe schrieb Marx in die rechte Spalte:
( D i e A l l g e m e i n h e i t entspricht 1 ) d e r K l a s s e c o n t r a S t a n d , 2 ) d e r K o n -
k u r r e n z , W e l t v e r k e h r , etc., 3 ) der g r o ß e n Z a h l r e i c h h e i t d e r h e r r s c h e n d e n
K l a s s e ; 4 ) der Illusion d e r g e m e i n s c h a f t l i c h e n I n t e r e s s e n . I m A n -
fang d i e s e Illusion w a h r . 5 ) Der T ä u s c h u n g d e r I d e o l o g e n u n d d e r T e i l u n g
der Arbeit.)
38 D e u t s c h e Ideologie. Einleitung

i n d e r Geschichte stets G e d a n k e n h e r r s c h e n , ist e s s e h r leicht a u s


d i e s e n v e r s c h i e d e n e n G e d a n k e n sich „ d e n G e d a n k e n " , d i e I d e e
etc. als das in d e r Geschichte Herrsehende zu abstrahieren u n d da-
m i t a l l e d i e s e e i n z e l n e n G e d a n k e n u n d Begriffe a l s „ S e l b s t b e s t i m -
m u n g e n " d e s sieh i n d e r Geschichte e n t w i c k e l n d e n Begriffs z u 5
fassen. E s ist d a n n a u c h n a t ü r l i c h , d a ß a l l e V e r h ä l t n i s s e d e r M e n -
schen a u s d e m Begriff d e s M e n s c h e n , d e m v o r g e s t e l l t e n M e n s c h e n ,
dem Wesen des Menschen, d e m Menschen abgeleitet werden
k ö n n e n . D i e s h a t d i e s p e k u l a t i v e P h i l o s o p h i e g e t a n . H e g e l gesteht
selbst a m E n d e d e r G e s c h i c h t s p h i l o s o p h i e , d a ß e r „ d e n F o r t g a n g 1 0
d e s B e g r i f f s allein betrachtet" und i n d e r Geschichte die
„wahrhafte T h e o d i c e e " dargestellt h a b e ( p . 4 4 6 ) . M a n kann
nun wieder auf die Produzenten „des Begriffs" zurückgehen, auf
die Theoretiker, Ideologen und Philosophen, und kommt dann zu
d e m Resultate, d a ß d i e Philosophen, d i e Denkenden als solche, von u
jeher in der Geschichte geherrscht haben — ein Resultat, was, wie
w i r s e h e n , a u c h schon v o n H e g e l a u s g e s p r o c h e n w u r d e . D a s g a n z e
K u n s t s t ü c k a l s o i n d e r Geschichte d i e O b e r h e r r l i c h k e i t d e s Geistes
( H i e r a r c h i e b e i S t i r n e r ) n a c h z u w e i s e n , b e s c h r ä n k t sich a u f fol-
g e n d e 3 Efforts. 2»
/34/ N ° 1 . M a n m u ß d i e G e d a n k e n d e r a u s e m p i r i s c h e n G r ü n -
den, unter empirischen Bedingungen u n d als materielle Indivi-
duen Herrschenden von diesen Herrschenden trennen u n d somit
d i e H e r r s c h a f t von G e d a n k e n o d e r I l l u s i o n e n i n d e r G e s c h i c h t e an-
erkennen. 35
N° 2. M a n m u ß in diese Gedankenherrschaft eine O r d n u n g
bringen, einen mystischen Zusammenhang unter den aufeinander-
folgenden herrschenden Gedanken nachweisen, was d a d u r c h zu
S t a n d e g e b r a c h t w i r d , d a ß m a n sie a l s „ S e l b s t b e s t i m m u n g e n d e s
B e g r i f f s " f a ß t ( d i e s ist d e s h a l b m ö g l i c h , w e i l d i e s e G e d a n k e n ver- s o
m i t t e l s t i h r e r e m p i r i s c h e n G r u n d l a g e w i r k l i c h m i t e i n a n d e r zu-
s a m m e n h ä n g e n u n d w e i l sie a l s b l o ß e G e d a n k e n g e f a ß t z u
Selbstunterscheidungen, vom Denken gemachten Unterschieden,
werden).
N ° 3 . U m d a s m y s t i s c h e A u s s e h e n d i e s e s „ s i c h selbst bestim- s s
m e n d e n Begriffs" zu beseitigen, verwandelt m a n ihn in eine Per-
son — „ d a s S e l b s t b e w u ß t s e i n " — o d e r um r e c h t m a t e r i a l i s t i s c h
z u e r s c h e i n e n , i n e i n e R e i h e v o n P e r s o n e n , d i e „ d e n Begriff" i n
der Geschichte repräsentieren, in „ d i e D e n k e n d e n " , die „Philo-
sophen", die Ideologen, die nun wieder als die Fabrikanten der *u
Geschichte, a l s „ d e r R a t d e r W ä c h t e r " , a l s d i e H e r r s c h e n d e n ge-
6—8 Diesen Satz schrieb Marx auf der Höhe des vorhergehenden in die rechte
Spalte, ohne anzugeben, wohin er einzuschalten sei
40 Im Original d i e m a n n u n wieder
41 Auf dieser Höhe schrieb Marx in die rechte Spalte:
D e r Mensch = dem „denkenden Menschengeist".
I. F e u e r b a c h 39

faßt werden. Hiermit hat m a n sämtliche materialistischen Ele-


m e n t e a u s d e r G e s c h i c h t e beseitigt u n d k a n n n u n s e i n e m s p e k u l a -
tiven R o ß r u h i g d i e Z ü g e l s c h i e ß e n l a s s e n .
/35/ W ä h r e n d im gewöhnlichen Leben jeder Shopkeeper sehr
5 w o h l zwischen D e m z u u n t e r s c h e i d e n w e i ß , w a s J e m a n d z u sein
v o r g i b t , u n d d e m , w a s e r w i r k l i c h ist, s o ist u n s r e Geschichtschrei-
b u n g n o c h nicht z u d i e s e r t r i v i a l e n E r k e n n t n i s g e k o m m e n . S i e
g l a u b t j e d e r E p o c h e a u f s W o r t , w a s sie von sich selbst s a g t u n d
sich e i n b i l d e t .
ίο /34/ E s m u ß d i e s e G e s c h i c h t s m e t h o d e , d i e i n D e u t s c h l a n d , u n d
w a r u m vorzüglich, herrschte, entwickelt werden aus d e m Zusam-
m e n h a n g m i t d e r I l l u s i o n d e r I d e o l o g e n ü b e r h a u p t , z . B . d e n Illu-
sionen d e r J u r i s t e n , P o l i t i k e r ( a u c h d e r p r a k t i s c h e n S t a a t s m ä n n e r
d a r u n t e r ) , aus den dogmatischen Träumereien und Verdrehungen
n d i e s e r K e r l s , d i e sich g a n z e i n f a c h e r k l ä r t a u s i h r e r p r a k t i s c h e n
L e b e n s s t e l l u n g , i h r e m Geschäft u n d d e r T e i l u n g d e r A r b e i t .

[B. DIE WIRKLICHE BASIS DER IDEOLOGIE]

[1.] Verkehr und Produktivkraft

/ 4 1 / D i e g r ö ß t e T e i l u n g d e r m a t e r i e l l e n u n d geistigen A r b e i t
2 0 ist d i e T r e n n u n g von S t a d t u n d L a n d . D e r G e g e n s a t z zwischen
Stadt und L a n d fängt an mit dem Übergange aus der Barbarei in
die Zivilisation, a u s d e m Stammwesen in den Staat, a u s d e r Loka-
l i t ä t i n d i e N a t i o n , u n d zieht sich d u r c h d i e g a n z e Geschichte d e r
Zivilisation bis auf den heutigen T a g ( d i e Anticornlaw-League)
2s h i n d u r c h . — M i t d e r S t a d t ist z u g l e i c h d i e N o t w e n d i g k e i t d e r A d -
ministration, der Polizei, der Steuern usw., kurz des Gemeinde-
w e s e n s u n d d a m i t d e r P o l i t i k ü b e r h a u p t g e g e b e n . H i e r zeigte s i c h
z u e r s t d i e T e i l u n g d e r B e v ö l k e r u n g i n zwei g r o ß e K l a s s e n , d i e
direkt auf der Teilung der Arbeit und den Produktionsinstrumen-
t e ten b e r u h t . D i e S t a d t ist b e r e i t s d i e T a t s a c h e d e r K o n z e n t r a t i o n d e r
Bevölkerung, der Produktionsinstrumente, des Kapitals, der Ge-
n ü s s e , d e r B e d ü r f n i s s e , w ä h r e n d d a s L a n d g e r a d e d i e entgegenge-
setzte T a t s a c h e , d i e I s o l i e r u n g u n d V e r e i n z e l u n g , z u r A n s c h a u u n g
b r i n g t . D e r Gegensatz zwischen S t a d t u n d L a n d k a n n n u r i n n e r h a l b
3 5 d e s P r i v a t e i g e n t u m s e x i s t i e r e n . E r ist d e r k r a s s e s t e A u s d r u c k d e r
S u b s u m t i o n des I n d i v i d u u m s u n t e r d i e T e i l u n g d e r A r b e i t , u n t e r
40 Deutsche Ideologie. Einleitung

eine bestimmte, ihm aufgezwungeneTätigkeit,eine Subsumtion, die


den Einen z u m bornierten Stadttier, den A n d e r n zum bornierten
L a n d t i e r m a c h t u n d d e n Gegensatz d e r I n t e r e s s e n B e i d e r t ä g l i c h
n e u e r z e u g t . D i e A r b e i t ist h i e r w i e d e r d i e H a u p t s a c h e , d i e M a c h t
ü b e r d e n I n d i v i d u e n , u n d s o l a n g e d i e s e existiert, s o l a n g e m u ß s
das Privateigentum existieren. D i e Aufhebung des Gegensatzes
von S t a d t u n d L a n d ist e i n e d e r e r s t e n B e - / 4 2 / d i n g u n g e n d e r Ge-
meinschaft, eine Bedingung, die wieder von einer Masse materiel-
l e r V o r a u s s e t z u n g e n a b h ä n g t u n d d i e d e r b l o ß e W i l l e n i c h t er-
f ü l l e n k a n n , w i e J e d e r a u f d e n ersten Blick sieht. ( D i e s e Bedin- 1 0
g u n g e n m ü s s e n n o c h entwickelt w e r d e n ) . D i e T r e n n u n g v o n S t a d t
u n d Land kann auch gefaßt werden als die T r e n n u n g von Ka-
pital und Grundeigentum, als der Anfang einer vom Grundeigen-
t u m unabhängigen Existenz und Entwicklung des K a p i t a l s , eines
Eigentums, d a s b l o ß in d e r Arbeit und im Austausch seine Basis is
hat.
In den Städten, welche im Mittelalter nicht a u s der früheren
G e s c h i c h t e f e r t i g ü b e r l i e f e r t w a r e n , s o n d e r n sich n e u a u s d e n frei-
gewordnen Leibeignen bildeten, war die besondre Arbeit eines
J e d e n sein einziges E i g e n t u m a u ß e r d e m k l e i n e n , fast n u r i m nötig- 2 0
sten H a n d w e r k s z e u g b e s t e h e n d e n K a p i t a l , d a s e r m i t b r a c h t e . D i e
Konkurrenz der fortwährend in die Stadt kommenden entlaufenen
Leibeigenen, der fortwährende Krieg des Landes gegen die Städte
und d a m i t die Notwendigkeit einer organisierten städtischen
K r i e g s m a c h t , d a s B a n d d e s g e m e i n s a m e n E i g e n t u m s a n e i n e r be- 2 5
stimmten Arbeit, die Notwendigkeit gemeinsamer Gebäude zum
V e r k a u f i h r e r W a r e n z u e i n e r Zeit, w o d i e H a n d w e r k e r z u g l e i c h
commerçants und die damit gegebene Ausschließung Unberufener
v o n d i e s e n G e b ä u d e n , d e r Gegensatz d e r I n t e r e s s e n d e r e i n z e l n e n
H a n d w e r k e u n t e r sich, d i e N o t w e n d i g k e i t e i n e s S c h u t z e s d e r m i t s o
M ü h e erlernten Arbeit und die feudale Organisation des ganzen
L a n d e s waren d i e Ursachen d e r Vereinigung d e r Arbeiter eines
jeden H a n d w e r k s in Zünften. W i r h a b e n h i e r auf d i e vielfachen
M o d i f i k a t i o n e n d e s Zunftwesens, d i e d u r c h s p ä t e r e h i s t o r i s c h e Ent-
wicklungen hereinkommen, nicht weiter einzugehen. D i e Flucht ss
d e r Leibeignen in die Städte fand während des ganzen Mittelalters
u n u n t e r b r o c h e n statt. D i e s e L e i b e i g n e n , a u f d e m L a n d e v o n i h r e n
H e r r e n v e r f o l g t , k a m e n einzeln i n d i e S t ä d t e , w o sie e i n e o r g a n i -
sierte G e m e i n d e v o r f a n d e n , g e g e n d i e sie m a c h t l o s w a r e n , w o r i n
s i e sich d e r S t e l l u n g u n t e r w e r f e n m u ß t e n , d i e i h n e n d a s Bedürf- * o
n i s n a c h i h r e r A r b e i t u n d d a s I n t e r e s s e i h r e r o r g a n i s i e r t e n städti-
schen K o n k u r r e n t e n a n w i e s . D i e s e einzeln h e r e i n k o m m e n d e n A r -
beiter konnten es nie zu einer Macht bringen, da, wenn ihre Arbeit
eine zunftmäßige war, die erlernt werden m u ß t e , die Zunftmeister
sie sich u n t e r w a r f e n u n d n a c h i h r e m I n t e r e s s e o r g a n i s i e r t e n , o d e r , «
I. Feaerbaeh 41

w e n n i h r e A r b e i t n i c h t e r l e r n t w e r d e n m u ß t e , d a h e r k e i n e zunft-
mäßige, sondern Taglöhnerarbeit war, nie zu einer Organisation
kamen, sondern unorganisierter Pöbel blieben. Die Notwendigkeit
d e r T a g l ö h n e r a r b e i t i n d e n S t ä d t e n schuf d e n P ö b e l . — D i e s e
s Städte waren wahre „Vereine", hervorgerufen durch das unmittel-
b a r e / 4 3 / B e d ü r f n i s , d i e S o r g e u m d e n Schutz d e s E i g e n t u m s , u n d ,
um die Produktionsmittel u n d Verteidigungsmittel d e r einzelnen
Mitglieder zu multiplizieren. Der Pöbel dieser Städte w a r da-
durch, d a ß er a u s einander fremden, vereinzelt herein gekomme-
1 0 n e n I n d i v i d u e n b e s t a n d , d i e e i n e r o r g a n i s i e r t e n , k r i e g s m ä ß i g ge-
r ü s t e t e n , sie e i f e r s ü c h t i g ü b e r w a c h e n d e n M a c h t u n o r g a n i s i e r t
gegenüberstanden, aller Macht beraubt. Die Gesellen u n d Lehr-
linge waren in jedem H a n d w e r k so organisiert, wie es d e m Inter-
esse d e r M e i s t e r a m b e s t e n e n t s p r a c h ; d a s p a t r i a r c h a l i s c h e V e r -
la hältnis, in d e m sie zu ihren Meistern standen, g a b diesen eine
doppelte Macht, einerseits in ihrem direkten Einfluß auf das ganze
Leben der Gesellen u n d d a n n , weil es für die Gesellen, d i e bei
demselben Meister arbeiteten, ein wirkliches Band w a r , das sie
gegenüber den Gesellen der übrigen Meister zusammenhielt u n d
s o sie v o n d i e s e n t r e n n t e ; u n d e n d l i c h w a r e n d i e G e s e l l e n schon
d u r c h d a s I n t e r e s s e , d a s s i e h a t t e n , selbst M e i s t e r z u w e r d e n , a n
die bestehende Ordnung geknüpft. W ä h r e n d daher der Pöbel
es wenigstens zu Erneuten gegen die ganze städtische O r d n u n g
brachte, die indes bei seiner Machtlosigkeit ohne alle W i r k u n g
25 blieben, k a m e n die Gesellen nur zu kleinen Widersetzlichkeiten
i n n e r h a l b e i n z e l n e r Z ü n f t e , w i e sie z u r E x i s t e n z d e s Z u n f t w e s e n s
selbst g e h ö r e n . D i e g r o ß e n A u f s t ä n d e d e s M i t t e l a l t e r s g i n g e n a l l e
vom Lande aus, blieben aber ebenfalls wegen der Zersplitterung
u n d d e r d a r a u s folgenden Roheit der Bauern total erfolglos.
3o D i e T e i l u n g d e r A r b e i t w a r i n d e n S t ä d t e n z w i s c h e n d e n ein-
/ 4 4 / z e l n e n Z ü n f t e n n o c h [ganz n a t u r w ü c h s i g ] u n d i n d e n Z ü n f t e n
selbst zwischen d e n e i n z e l n e n A r b e i t e r n g a r n i c h t d u r c h g e f ü h r t .
J e d e r A r b e i t e r m u ß t e i n e i n e m g a n z e n K r e i s e von A r b e i t e n b e -
w a n d e r t s e i n , m u ß t e A l l e s m a c h e n k ö n n e n , w a s m i t seinen W e r k -
35 zeugen zu machen w a r ; d e r beschränkte Verkehr u n d die geringe
V e r b i n d u n g d e r e i n z e l n e n S t ä d t e u n t e r sieh, d e r M a n g e l a n Bevöl-
kerung und die Beschränktheit der Bedürfnisse ließen keine weitere
Teilung der Arbeit aufkommen und d a h e r m u ß t e Jeder, der Mei-
ster w e r d e n w o l l t e , seines g a n z e n H a n d w e r k s m ä c h t i g sein. D a h e r
4o findet sich b e i d e n m i t t e l a l t e r l i c h e n H a n d w e r k e r n n o c h e i n I n t e r -
esse a n i h r e r s p e z i e l l e n A r b e i t u n d a n d e r G e s c h i c k l i c h k e i t d a r i n ,
d a s sich b i s z u e i n e m gewissen b o r n i e r t e n K u n s t s i n n s t e i g e r n
konnte. Daher ging aber auch jeder mittelalterliche Handwerker
31 Der Rand des Papiers ist beschädigt und auf dem Photo durch Vmbiegung
verdeckt
42 Deutsche Ideologie. Einleitung

g a n z i n s e i n e r A r b e i t auf, h a t t e e i n g e m ü t l i c h e s K n e c h t s c h a f t s -
v e r h ä l t n i s z u i h r u n d w a r viel m e h r a l s d e r m o d e r n e A r b e i t e r ,
d e m s e i n e A r b e i t g l e i c h g ü l t i g ist, u n t e r s i e s u b s u m i e r t .
/43/ D a s Kapital in diesen Städten w a r ein naturwüchsiges Ka-
pital, das in der Wohnung, den Handwerkszeugen u n d der natur-
w ü c h s i g e n , e r b l i c h e n K u n d s c h a f t b e s t a n d , u n d sich w e g e n d e s u n -
entwickelten Verkehrs u n d d e r mangelnden Zirkulation als unreali-
sierbar vom Vater auf den Sohn forterben m u ß t e . Dies Kapital war
n i c h t , w i e d a s m o d e r n e , ein i n G e l d a b z u s c h ä t z e n d e s , b e i d e m e s
g l e i c h g ü l t i g ist, o b e s i n d i e s e r o d e r j e n e r S a c h e steckt, s o n d e r n
e i n u n m i t t e l b a r m i t d e r b e s t i m m t e n A r b e i t d e s Besitzers z u s a m -
m e n h ä n g e n d e s , v o n i h r g a r n i c h t z u t r e n n e n d e s , u n d i n sofern
s t ä n d i s c h e s Kapital.
/44/ Die nächste Ausdehnung der Teilung der Arbeit war die
T r e n n u n g v o n P r o d u k t i o n u n d V e r k e h r , d i e B i l d u n g e i n e r beson-
dern Klasse von K a u f leuten, eine Trennung, die in den historisch
überlieferten Städten (u. A. mit den J u d e n ) mit überkommen w a r
u n d i n d e n n e u g e b i l d e t e n s e h r b a l d e i n t r a t . H i e r m i t w a r d i e Mög-
lichkeit einer ü b e r den nächsten Umkreis hinausgehenden Handels-
verbindung gegeben, eine Möglichkeit, deren Ausführung von den
bestehenden Kommunikationsmitteln, d e m d u r c h die politischen
V e r h ä l t n i s s e b e d i n g t e n S t a n d e d e r öffentlichen S i c h e r h e i t a u f d e m
L a n d e ( i m g a n z e n M i t t e l a l t e r zogen b e k a n n t l i c h d i e K a u f l e u t e i n
bewaffneten K a r a w a n e n h e r u m ) u n d von d e n d u r c h d i e j e d e s -
m a l i g e K u l t u r s t u f e b e d i n g t e n r o h e r e n o d e r e n t w i c k e l t e r e n Bedürf-
nissen des d e m Verkehr zugänglichen Gebietes abhing. — Mit
d e m in einer besonderen Klasse konstituierten Verkehr, mit d e r
Ausdehnung des Handels durch die Kaufleute ü b e r die nächste
U m g e b u n g d e r S t a d t h i n a u s , tritt sogleich e i n e W e c h s e l w i r k u n g
zwischen d e r P r o d u k t i o n u n d d e m V e r k e h r e i n . D i e S t ä d t e t r e t e n
m i t e i n a n d e r i n Verbindung, e s werden neue Werkzeuge aus
e i n e r S t a d t i n d i e a n d r e g e b r a c h t , u n d d i e T e i l u n g zwischen P r o -
d u k t i o n u n d V e r k e h r ruft b a l d e i n e n e u e T e i l u n g d e r P r o d u k t i o n
zwischen / 4 5 / d e n e i n z e l n e n S t ä d t e n h e r v o r , d e r e n J e d e b a l d e i n e n
v o r h e r r s c h e n d e n I n d u s t r i e z w e i g e x p l o i t i e r t . D i e a n f ä n g l i c h e Be-
schränkung auf d i e Lokalität fängt an allmählich aufgelöst zu
werden.
/54/ Die Bürger in jeder Stadt waren im Mittelalter gezwungen,
sich g e g e n d e n L a n d a d e l z u v e r e i n i g e n , u m sich i h r e r H a u t z u
wehren; die Ausdehnung des Handels, die Herstellung der Kom-
munikationen führte die einzelnen Städte dazu andere Städte
kennen zu lernen, die dieselben Interessen im K a m p f e mit dem-
selben Gegensatz durchgesetzt hatten. A u s den vielen lokalen
Bürgerschaften d e r einzelnen Städte entstand erst sehr allmählich
d i e B ü r g e r k 1 a s s e. D i e L e b e n s b e d i n g u n g e n d e r e i n z e l n e n Bür-
I. F e u e r b a c h 43

ger wurden durch den Gegensatz gegen die bestehenden Verhält-


nisse und durch die davon bedingte A r t der Arbeit zugleich zu
B e d i n g u n g e n , w e l c h e i h n e n a l l e n g e m e i n s a m u n d von j e d e m E i n -
zelnen u n a b h ä n g i g w a r e n . D i e B ü r g e r h a t t e n d i e s e B e d i n g u n g e n
5 geschaffen, i n s o f e r n sie sich von d e m f e u d a l e n V e r b ä n d e losge-
r i s s e n h a t t e n , u n d w a r e n von i h n e n geschaffen, i n s o f e r n sie d u r c h
i h r e n G e g e n s a t z gegen d i e F e u d a l i t ä t , d i e sie v o r f a n d e n , b e d i n g t
w a r e n . M i t d e m E i n t r e t e n d e r V e r b i n d u n g z w i s c h e n d e n einzel-
n e n S t ä d t e n entwickelten sich d i e s e g e m e i n s a m e n B e d i n g u n g e n
10 zu K l a s s e n b e d i n g u n g e n . D i e s e l b e n B e d i n g u n g e n , d e r s e l b e Gegen-
satz, d i e s e l b e n I n t e r e s s e n m u ß t e n i m G a n z e n u n d G r o ß e n a u c h
ü b e r a l l g l e i c h e Sitten h e r v o r r u f e n . D i e B o u r g e o i s i e selbst ent-
w i c k e l t sich e r s t m i t i h r e n B e d i n g u n g e n a l l m ä h l i c h , s p a l t e t sich
nach der Teilung der Arbeit wieder in verschiedene Fraktionen
is und absorbiert endlich alle vorgefundenen besitzenden Klassen
i n sich, ( w ä h r e n d sie d i e M a j o r i t ä t d e r v o r g e f u n d e n e n besitzlosen
und einen Teil d e r bisher besitzenden Klasse zu einer neuen
Klasse, dem Proletariat, entwickelt), in d e m M a ß e , als alles
vorgefundene Eigentum in industrielles oder kommerzielles Ka-
2 0 p i t a l u m g e w a n d e l t w i r d . D i e e i n z e l n e n I n d i v i d u e n b i l d e n n u r in-
s o f e r n e i n e K l a s s e , a l s / 5 5 / sie e i n e n g e m e i n s a m e n K a m p f g e g e n
e i n e a n d r e K l a s s e z u f ü h r e n h a b e n ; i m ü b r i g e n s t e h e n sie e i n a n d e r
selbst i n d e r K o n k u r r e n z w i e d e r f e i n d l i c h g e g e n ü b e r . A u f d e r
a n d e r n Seite v e r s e l b s t s t ä n d i g t sich d i e K l a s s e w i e d e r g e g e n d i e
ss Individuen, sodaß diese ihre Lebensbedingungen prädestiniert
vorfinden, v o n d e r K l a s s e i h r e L e b e n s s t e l l u n g u n d d a m i t i h r e
P e r s ö n l i c h e E n t w i c k l u n g a n g e w i e s e n b e k o m m e n , u n t e r s i e subsu-
m i e r t w e r d e n . D i e s ist d i e s e l b e E r s c h e i n u n g w i e d i e S u b s u m t i o n
d e r einzelnen Individuen unter die Teilung d e r Arbeit, u n d kann
30 n u r durch die Aufhebung des Privateigentums u n d der Arbeit
selbst b e s e i t i g t w e r d e n . W i e d i e s e S u b s u m t i o n d e r I n d i v i d u e n
u n t e r d i e K l a s s e sich z u g l e i c h z u e i n e r S u b s u m t i o n u n t e r a l l e r l e i
V o r s t e l l u n g e n p p entwickelt, h a b e n w i r b e r e i t s m e h r e r e M a l e an-
gedeutet. —
3s / 4 5 / E s h ä n g t l e d i g l i c h von d e r A u s d e h n u n g d e s V e r k e h r s a b , o b
die in einer Lokalität gewonnenen Produktivkräfte, namentlich
E r f i n d u n g e n , für d i e s p ä t e r e E n t w i c k l u n g v e r l o r e n g e h e n o d e r
nicht. Solange noch kein über die unmittelbare Nachbarschaft
h i n a u s g e h e n d e r V e r k e h r existiert, m u ß j e d e E r f i n d u n g i n j e d e r
to Lokalität besonders gemacht werden, und b l o ß e Zufälle, wie Ir-
r u p t i o n e n b a r b a r i s c h e r V ö l k e r , selbst g e w ö h n l i c h e K r i e g e , r e i c h e n

13—16 Auf dieser Höhe strich Marx den Text rechts an und schrieb daneben in die
rechte Spalte:
Sie absorbiert zunächst d i e d e m Staat d i r e k t a n g e h ö r i g e n Arbeitszweige,
d a n n alle + [ : plus ou moins] ideologischen S t ä n d e .
44 D e u t s c h e Ideologie. Einleitung

hin, ein L a n d m i t entwickelten Produktivkräften u n d Bedürfnissen


d a h i n zu bringen, d a ß es wieder von vorne anfangen m u ß . In d e r
anfänglichen Geschichte m u ß t e jede Erfindung täglich neu, u n d
in jeder Lokalität unabhängig gemacht werden. W i e wenig aus-
g e b i l d e t e P r o d u k t i v k r ä f t e selbst b e i e i n e m v e r h ä l t n i s m ä ß i g s e h r s
ausgedehnten H a n d e l vor d e m gänzlichen Untergange sicher sind,
beweisen die Phönizier, deren Erfindungen z u m größten Teil
durch die Verdrängung dieser Nation aus d e m H a n d e l , die Er-
oberimg Alexanders und den daraus folgenden Verfall auf lange
Zeit verloren gingen. Ebenso im Mittelalter d i e Glasmalerei z. B. 10
E r s t w e n n d e r V e r k e h r z u m W e l t v e r k e h r g e w o r d e n ist, u n d d i e
g r o ß e Industrie zur Basis hat, alle Nationen in den Konkurrenz-
k a m p f h e r e i n g e z o g e n s i n d , ist d i e D a u e r d e r g e w o n n e n e n P r o d u k -
tivkräfte gesichert.
D i e T e i l u n g d e r A r b e i t zwischen d e n v e r s c h i e d e n e n S t ä d t e n u
hatte zur nächsten Folge d a s Entstehen der Manufakturen, d e r d e m
Zunftwesen e n t w a c h s e n e n P r o d u k t i o n s z w e i g e . D a s e r s t e A u f b l ü h e n
d e r M a n u f a k t u r e n — in I t a l i e n u n d s p ä t e r in F l a n d e r n — h a t t e
d e n V e r k e h r mit auswärtigen Nationen zu seiner historischen Vor-
aussetzung. In a n d e r n L ä n d e r n — England und F r a n k r e i c h z. B. 20
— b e s c h r ä n k t e n d i e M a n u f a k t u r e n sich a n f a n g s auf d e n i n l ä n d i -
schen M a r k t . D i e M a n u f a k t u r e n h a b e n a u ß e r d e n a n g e g e b e n e n
V o r a u s s e t z u n g e n n o c h e i n e schon f o r t g e s c h r i t t e n e K o n z e n t r a t i o n
d e r B e v ö l k e r u n g — n a m e n t l i c h auf d e m L a n d e — u n d d e s K a p i -
t a l s , d a s sich teils i n d e n Z ü n f t e n trotz d e r Z u n f t g e s e t z e , teils b e i 2 5
d e n K a u f l e u t e n i n e i n z e l n e n H ä n d e n z u s a m m e l n anfing, z u r Vor-
aussetzung.
/46/ Diejenige Arbeit, die von vornherein eine Maschine, wenn
a u c h n o c h i n d e r r o h s t e n Gestalt, v o r a u s s e t z t e , zeigte sich s e h r
b a l d als die entwicklungsfähigste. Die Weberei, bisher auf d e m so
L a n d e v o n d e n B a u e r n n e b e n b e i b e t r i e b e n , u m sich i h r e n ö t i g e
K l e i d u n g z u verschaffen, w a r d i e e r s t e A r b e i t , w e l c h e d u r c h d i e
Ausdehnung des Verkehrs einen Anstoß und eine weitere Ausbil-
d u n g erhielt. Die Weberei war die erste und blieb die hauptsäch-
lichste M a n u f a k t u r . D i e m i t d e r s t e i g e n d e n B e v ö l k e r u n g s t e i g e n d e s s
N a c h f r a g e n a c h Kleidungsstoffen, d i e b e g i n n e n d e A k k u m u l a t i o n
u n d Mobilisation des naturwüchsigen Kapitals d u r c h die beschleu-
nigte Zirkulation, das hierdurch hervorgerufene und durch die
allmähliche Ausdehnung des Verkehrs überhaupt begünstigte
Luxusbedürfnis gaben der Weberei quantitativ und qualitativ to
e i n e n A n s t o ß , d e r sie a u s d e r b i s h e r i g e n P r o d u k t i o n s f o r m h e r a u s

7 Marx schaltete nach Phönizier in der rechten Spalte ein:


u n d d i e G l a s m a c h e r e i i m Mittelalter
10 Diesen Satz schrieb Engels in die rechte Spalte, ohne die fast gleichlautende
marxsche Einschaltung derselben Spalte zu tilgen
I. Feuerbach 45

r i ß . N e b e n d e n z u m S e l b s t g e b r a u c h w e b e n d e n B a u e r n , d i e fort-
bestehen blieben u n d noch fortbestehen, k a m eine n e u e Klasse von
W e b e r n i n d e n S t ä d t e n auf, d e r e n G e w e b e f ü r d e n g a n z e n h e i m i -
schen M a r k t u n d m e i s t a u c h f ü r a u s w ä r t i g e M ä r k t e b e s t i m m t
5 w a r e n . — D i e W e b e r e i , e i n e in d e n m e i s t e n F ä l l e n w e n i g G e -
schicklichkeit e r f o r d e r n d e u n d b a l d i n u n e n d l i c h v i e l e Z w e i g e
z e r f a l l e n d e A r b e i t , w i d e r s t r e b t e i h r e r g a n z e n Beschaffenheit n a c h
d e n F e s s e l n d e r Zunft. D i e W e b e r e i w u r d e d a h e r a u c h m e i s t i n
D ö r f e r n u n d Marktflecken o h n e z ü n f t i g e O r g a n i s a t i o n b e t r i e b e n ,
io die allmählich zu Städten, und zwar bald zu den blühendsten Städ-
t e n j e d e s L a n d e s w u r d e n . — M i t d e r z u n f t f r e i e n M a n u f a k t u r ver-
ä n d e r t e n sich sogleich a u c h d i e E i g e n t u m s v e r h ä l t n i s s e . D e r e r s t e
Fortschritt ü b e r d a s naturwüchsig-ständische Kapital h i n a u s w a r
durch das Aufkommen der Kaufleute gegeben, deren Kapital von
i s v o r n h e r e i n m o b i l , K a p i t a l i m m o d e r n e n S i n n e w a r , soweit d a v o n
u n t e r d e n d a m a l i g e n V e r h ä l t n i s s e n d i e R e d e sein k a n n . D e r z w e i t e
Fortschritt k a m mit der Manufaktur, die wieder eine Masse des
naturwüchsigen Kapitals mobilisierte u n d überhaupt die Masse
des mobilen Kapitals gegenüber der des naturwüchsigen vermehrte.
s o — D i e M a n u f a k t u r w u r d e z u g l e i c h e i n e Zuflucht d e r B a u e r n
g e g e n d i e sie a u s s c h l i e ß e n d e n o d e r schlecht b e z a h l e n d e n Z ü n f t e ,
w i e f r ü h e r d i e Z u n f t s t ä d t e d e n B a u e r n a l s Zuflucht / 4 7 / g e g e n [den
sie b e d r ü c k e n d e n L a n d a d e l gedient] h a t t e n .
Mit d e m Anfange d e r M a n u f a k t u r e n gleichzeitig w a r eine Pe-
25 riode des Vagabundentums, veranlaßt durch das Aufhören der
f e u d a l e n Gefolgschaften, d i e E n t l a s s u n g d e r z u s a m m e n g e l a u f e -
nen Armeen, die den Königen gegen die Vasallen gedient hatten,
d u r c h v e r b e s s e r t e n A c k e r b a u u n d V e r w a n d l u n g v o n g r o ß e n Strei-
fen A c k e r l a n d e s i n V i e h w e i d e n . S c h o n h i e r a u s g e h t h e r v o r , w i e
s o d i e s V a g a b u n d e n t u m g e n a u m i t d e r A u f l ö s u n g d e r F e u d a l i t ä t zu-
s a m m e n h ä n g t . S c h o n i m d r e i z e h n t e n J a h r h u n d e r t k o m m e n ein-
zelne Epochen dieser A r t vor, allgemein u n d d a u e r n d tritt dies
V a g a b u n d e n t u m erst m i t d e m E n d e d e s 1 5 . u n d A n f a n g d e s 1 6 .
Jahrhunderts hervor. Diese Vagabunden, die so zahlreich waren,
35 d a ß u. A. Heinrich V I I I . von England ihrer 72 0 0 0 hängen l i e ß ,
wurden n u r mit den größten Schwierigkeiten u n d durch die
äußerste Not, u n d erst nach langem Widerstreben d a h i n gebracht,
d a ß sie a r b e i t e t e n . D a s r a s c h e A u f b l ü h e n d e r M a n u f a k t u r e n ,
n a m e n t l i c h i n E n g l a n d , a b s o r b i e r t e sie a l l m ä h l i c h . — M i t d e r
to Manufaktur traten die verschiedenen Nationen in ein Konkurrenz-
verhältnis, in den Handelskampf, d e r in Kriegen, Schutzzöllen
und Prohibitionen durchgekämpft wurde, während früher die Na-
t i o n e n , soweit sie i n V e r b i n d u n g w a r e n , e i n e n h a r m l o s e n A u s -
22—23 Das Manuskript ist hier beschädigt; auf dem Photo ist der Rand des Papiers
umgebogen und der Text verdeckt
46 D e u t s c h e Ideologie. Einleitung

t a u s c h m i t e i n a n d e r v o l l f ü h r t h a t t e n . D e r H a n d e l h a t von n u n a n
politische Bedeutung.
M i t d e r M a n u f a k t u r w a r zugleich e i n v e r ä n d e r t e s V e r h ä l t n i s
des Arbeiters z u m Arbeitgeber gegeben. In den Zünften existierte
d a s p a t r i a r c h a l i s c h e V e r h ä l t n i s zwischen G e s e l l e n u n d M e i s t e r s
f o r t ; i n d e r M a n u f a k t u r t r a t a n seine S t e l l e d a s G e l d v e r h ä l t n i s
zwischen A r b e i t e r u n d K a p i t a l i s t ; e i n V e r h ä l t n i s , d a s a u f d e m
L a n d e und in kleinen Städten patriarchalisch tingiert blieb, in den
g r ö ß e r e n , e i g e n t l i c h e n M a n u f a k t u r s t ä d t e n j e d o c h schon f r ü h fast
alle patriarchalische Färbung verlor. 10
Die Manufaktur und überhaupt die Bewegung der Produktion
erhielt einen enormen Aufschwung durch die Ausdehnung des
Verkehrs, welche mit der Entdeckung Amerikas und des Seeweges
nach Ostindien eintrat. Die neuen, von dort importierten Pro-
d u k t e , n a m e n t l i c h d i e M a s s e n von G o l d u n d S i l b e r , d i e i n Z i r k u - i s
l a t i o n k a m e n , d i e S t e l l u n g d e r K l a s s e n g e g e n e i n a n d e r t o t a l ver-
änderten und dem feudalen Grundeigentum und den Arbeitern
einen harten Stoß gaben, die Abenteurerzüge, Kolonisation, und
v o r A l l e m d i e jetzt m ö g l i c h g e w o r d e n e u n d t ä g l i c h sich m e h r u n d
m e h r herstellende A u s d e h n u n g der Märkte z u m W e l t m a r k t , riefen 20
e i n e n e u e P h a s e d e r geschicht-/48/lichen E n t w i c k l u n g h e r v o r , auf
w e l c h e i m A l l g e m e i n e n h i e r nicht w e i t e r e i n z u g e h e n ist. D u r c h
die Kolonisation der neuentdeckten L ä n d e r erhielt der Handels-
k a m p f der Nationen gegen einander neue N a h r u n g u n d d e m g e m ä ß
größere Ausdehnung und Erbitterung. 25
Die A u s d e h n u n g des H a n d e l s und d e r M a n u f a k t u r beschleu-
nigten die Akkumulation des mobilen Kapitals, während in den
Zünften, die keinen Stimulus zur erweiterten P r o d u k t i o n erfuh-
ren, d a s naturwüchsige Kapital stabil blieb oder gar abnahm.
H a n d e l u n d M a n u f a k t u r schufen d i e g r o ß e B o u r g e o i s i e , i n d e n s o
Z ü n f t e n k o n z e n t r i e r t e sich d i e K l e i n b ü r g e r s c h a f t , d i e n u n nicht
mehr wie früher, in den Städten herrschte, sondern der Herr-
schaft d e r g r o ß e n K a u f l e u t e u n d M a n u f a c t u r i e r s sich b e u g e n
m u ß t e . D a h e r d e r V e r f a l l d e r Z ü n f t e , s o b a l d sie m i t d e r M a n u -
faktur in Berührung kam [en]. ss
D a s Verhältnis der Nationen unter einander in ihrem Verkehr
n a h m w ä h r e n d d e r E p o c h e , v o n d e r w i r g e s p r o c h e n h a b e n , zwei
verschiedene Gestalten an. Im Anfange bedingte d i e geringe zirku-
lierende Quantität des Goldes und Silbers das Verbot der Aus-
f u h r d i e s e r M e t a l l e ; u n d d i e d u r c h d i e N o t w e n d i g k e i t d e r Be- * o
s c h ä f t i g u n g f ü r d i e w a c h s e n d e städtische B e v ö l k e r u n g n ö t i g ge-

30—33 Auf der Höhe dieses Satzes schrieb Marx in die rechte Spalte:
Kleinbürger
Mittelstand
Große*Bourgeoisie.
I. Feuerbach 47

wordene, meist vom Auslande importierte, Industrie konnte der


Privilegien nicht entbehren, die natürlich nicht n u r gegen inlän-
d i s c h e , s o n d e r n h a u p t s ä c h l i c h g e g e n a u s w ä r t i g e K o n k u r r e n z ge-
geben werden könnten. Das lokale Zunftprivilegium w u r d e in
diesen u r s p r ü n g l i c h e n P r o h i b i t i o n e n a u f d i e g a n z e N a t i o n e r w e i -
tert. Die Zölle entstanden aus den Abgaben, d i e die F e u d a l h e r r e n
den ihr Gebiet durchziehenden Kaufleuten als Abkauf der Plün-
d e r u n g auflegten, Abgaben, die später von den Städten ebenfalls
auferlegt wurden und die beim Aufkommen der modernen Staaten
das zunächstliegende Mittel für den Fiskus w a r e n , um Geld zu
bekommen. — Die Erscheinung des amerikanischen Goldes und
S i l b e r s auf d e n e u r o p ä i s c h e n M ä r k t e n , d i e a l l m ä h l i c h e E n t w i c k -
lung der Industrie, der rasche Aufschwung des Handels und das
hierdurch hervorgerufene Aufblühen d e r nichtzünftigen Bour-
geoisie u n d d e s G e l d e s g a b d i e s e n M a ß r e g e l n e i n e a n d r e B e d e u -
tung. Der Staat, der des Geldes täglich weniger entbehren konnte,
b e h i e l t n u n d a s V e r b o t d e r Gold- u n d S i l b e r a u s f u h r a u s f i s k a l i -
schen R ü c k s i c h t e n b e i ; d i e B o u r g e o i s , f ü r d i e d i e s e n e u a u f d e n
M a r k t g e s c h l e u d e r t e n G e l d m a s s e n d e r H a u p t g e g e n s t a n d d e s Ac-
caparements war, w a r e n d a m i t vollständig zufrieden; die bis-
herigen Privilegien wurden eine Einkommenquelle für die Re-
gierung und für Geld verkauft; in der Zollgesetzgebung k a m e n die
A u s f u h r z ö l l e auf, d i e d e r I n d u s t r i e n u r e i n H i n d e r n i s i n d e n W e g
/ 4 9 / [ l e g e n d ] , e i n e n r e i n fiskalischen Z w e c k h a t t e n . —
D i e zweite P e r i o d e t r a t m i t d e r M i t t e d e s s i e b z e h n t e n J a h r h u n -
d e r t s e i n , u n d d a u e r t e fast b i s z u m E n d e d e s a c h t z e h n t e n . D e r H a n -
d e l u n d d i e Schiffahrt h a t t e n sich r a s c h e r a u s g e d e h n t a l s d i e M a -
nufaktur, die eine sekundäre Rolle spielte; die Kolonien fingen
an, starke Konsumenten zu werden, die einzelnen Nationen teilten
sich d u r c h l a n g e K ä m p f e i n d e n sich öffnenden W e l t m a r k t . D i e s e
Periode beginnt mit d e n Navigationsgesetzen u n d Kolonialmono-
polen. Die Konkurrenz der Nationen unter einander wurde durch
Tarife, Prohibitionen, Traktate möglichst ausgeschlossen; u n d in
letzter I n s t a n z w u r d e d e r K o n k u r r e n z k a m p f d u r c h K r i e g e ( b e s o n -
d e r s Seekriege) geführt u n d entschieden. Die z u r See mächtigste
Nation, die Engländer, behielten d a s Übergewicht im H a n d e l
u n d der Manufaktur. Schon hier d i e Konzentration auf Ein L a n d .
— D i e M a n u f a k t u r w a r f o r t w ä h r e n d d u r c h Schutzzölle i m h e i m i -
schen M a r k t e , i m K o l o n i a l m a r k t e d u r c h M o n o p o l e u n d i m a u s -
w ä r t i g e n m ö g l i c h s t viel d u r c h Differentialzölle geschützt. D i e Be-
a r b e i t u n g d e s i m L a n d e selbst e r z e u g t e n M a t e r i a l s w u r d e b e -
günstigt ( W o l l e u n d L e i n e n i n E n g l a n d , S e i d e i n F r a n k r e i c h ) ,
die Ausfuhr des im Inlande erzeugten Rohmaterials verboten
24 Auf dem Photo der Rand des Papiers umgebogen und der Text dadurch
verdeckt
48 Deutsche Ideologie. Einleitung

(Wolle in England) und die des importierten vernachlässigt oder


unterdrückt (Baumwolle in England). Die im Seehandel und der
K o l o n i a l m a c h t v o r h e r r s c h e n d e N a t i o n s i c h e r t e sich n a t ü r l i c h a u c h
die größte quantitative und qualitative Ausdehnung der Manu-
f a k t u r . D i e M a n u f a k t u r k o n n t e ü b e r h a u p t d e s S c h u t z e s n i c h t ent-
b e h r e n , d a sie d u r c h d i e geringste V e r ä n d e r u n g , d i e i n a n d e r n
L ä n d e r n vorgeht, ihren M a r k t verlieren und ruiniert werden
k a n n ; sie ist leicht i n e i n e m L a n d e u n t e r e i n i g e r m a ß e n g ü n s t i g e n
B e d i n g u n g e n e i n g e f ü h r t u n d e b e n d e s h a l b leicht z e r s t ö r t . S i e ist
z u g l e i c h d u r c h d i e A r t , w i e sie, n a m e n t l i c h i m 1 8 . J a h r h u n d e r t a u f
dem Lande, betrieben wurde, mit den Lebensverhältnissen einer
g r o ß e n M a s s e v o n I n d i v i d u e n s o v e r w a c h s e n , d a ß k e i n L a n d wa-
gen darf ihre Existenz durch Zulassung der freien Konkurrenz
a u f s S p i e l z u setzen. S i e h ä n g t d a h e r , i n s o f e r n s i e e s b i s z u m Ex-
p o r t b r i n g t , g a n z von d e r A u s d e h n u n g o d e r B e s c h r ä n k u n g d e s
H a n d e l s ab u n d übt eine verhältnis[mäßig] sehr geringe Rück-
w i r k u n g [auf ihn] a u s . D a h e r i h r e s e k u n d ä r e [ B e d e u t u n g ] u n d
d a h e r der Einfluß [der Kauf]leute im achtzehnten J a h r h u n d e r t .
/50/ Die Kaufleute u n d besonders die Reeder w a r e n es, die vor
allen A n d e r n auf Staatsschutz und Monopolien d r a n g e n ; die Ma-
nufacturiers verlangten und erhielten zwar auch Schutz, standen
aber fortwährend hinter den Kaufleuten an politischer Bedeutung
z u r ü c k . D i e H a n d e l s s t ä d t e , speziell d i e S e e s t ä d t e , w u r d e n e i n i g e r -
m a ß e n zivilisiert und großbürgerlich, während in den Fabrik-
städten die größte Kleinbürgerei bestehen blieb. Vgl. Aikin p p .
D a s achtzehnte J a h r h u n d e r t w a r das des H a n d e l s . Pinto sagt dies
ausdrücklich: „ L e commerce fait la marotte du siècle"; u n d :
„ d e p u i s quelque temps il n'est plus question q u e de commerce, de
c ) ]
navigation et de marine." *
D i e s e P e r i o d e ist a u c h bezeichnet d u r c h d a s A u f h ö r e n d e r
Gold- u n d Silberausfuhrverbote, das Entstehen des Geldhandels,
d e r B a n k e n , d e r S t a a t s s c h u l d e n , d e s P a p i e r g e l d e s , d e r Aktien-

C*)3 /50/ Die Bewegung des Kapitals, obwohl bedeutend beschleunigt,


blieb doch noch stets verhältnismäßig langsam. Die Zersplitterung des
Weltmarktes in einzelne Teile, deren Jeder von einer besondern Nation
ausgebeutet wurde, die Ausschließung der Konkurrenz der Nationen unter
sich, die Unbehülflichkeit der Produktion selbst und das aus den ersten
Stufen sich erst entwickelnde Geldwesen hielten die Zirkulation sehr auf.
Die Folge davon war ein krämerhafter, schmutzig-kleinlicher Geist, der
allen Kaufleuten und der ganzen Weise des Handelsbetriebs noch an-
haftete. Im Vergleich mit den Manufacturiers und vollends den Hand-
werkern waren sie allerdings Großbürger, Bourgeois, im Vergleich zu den
Kaufleuten und Industriellen der nächsten Periode bleiben sie Klein-
bürger. Vgl. A. Smith.

16—18 Lücken im Manuskript


I. Feuerbach 49

und Fondsspekulationen, der Agiotage in allen Artikeln, und der


A u s b i l d u n g d e s G e l d w e s e n s ü b e r h a u p t . D a s K a p i t a l v e r l o r wie-
d e r einen großen Teil d e r i h m noch anklebenden Naturwüchsig-
keit.
s D i e i m s i e b z e h n t e n J a h r h u n d e r t u n a u f h a l t s a m sich entwik-
kelnde Konzentration des H a n d e l s u n d d e r M a n u f a k t u r auf ein
L a n d , E n g l a n d , schuf f ü r d i e s e s L a n d a l l m ä h l i c h e i n e n r e l a t i v e n
W e l t m a r k t und d a m i t eine Nachfrage für d i e M a n u f a k t u r p r o -
dukte dieses Landes, die durch die bisherigen industriellen Pro-
ie duktivkräfte nicht mehr befriedigt werden konnte. Diese den Pro-
duktionskräften über den Kopf wachsende Nachfrage war die
treibende Kraft, welche die dritte / 5 1 / P e r i o d e des Privateigen-
t u m s seit d e m M i t t e l a l t e r h e r v o r r i e f , i n d e m sie d i e g r o ß e I n d u -
strie — d i e A n w e n d u n g von E l e m e n t a r k r ä f t e n zu i n d u s t r i e l l e n
is Zwecken, die Maschinerie und die ausgedehnteste Teilung der
Arbeit — erzeugte. Die übrigen Bedingungen dieser neuen Phase
— die Freiheit der Konkurrenz innerhalb der Nation, die Aus-
b i l d u n g d e r t h e o r e t i s c h e n M e c h a n i k ( d i e d u r c h N e w t o n voll-
endete Mechanik war überhaupt im 18. J a h r h u n d e r t in Frank-
2 o reich u n d E n g l a n d d i e p o p u l ä r s t e W i s s e n s c h a f t ) p p e x i s t i e r t e n i n
England bereits. ( D i e freie K o n k u r r e n z i n d e r N a t i o n selbst
m u ß t e überall durch eine Revolution erobert werden — 1640 u n d
1 6 8 8 in England, 1789 in F r a n k r e i c h ) . Die Konkurrenz zwang
b a l d j e d e s L a n d , d a s seine h i s t o r i s c h e R o l l e b e h a l t e n w o l l t e , seine
25 M a n u f a k t u r e n d u r c h erneuerte Z o l l m a ß r e g e l n zu schützen ( d i e
alten Zölle halfen gegen die g r o ß e Industrie nicht m e h r ) u n d
bald d a r a u f die g r o ß e Industrie unter Schutzzöllen einzuführen.
D i e g r o ß e I n d u s t r i e u n i v e r s a l i s i e r t e trotz d i e s e r S c h u t z m i t t e l d i e
K o n k u r r e n z ( s i e ist d i e p r a k t i s c h e H a n d e l s f r e i h e i t , d e r Schutz-
3o zoll ist in i h r n u r ein P a l l i a t i v , e i n e G e g e n w e h r i η d e r H a n d e l s ­
f r e i h e i t ) , stellte d i e K o m m u n i k a t i o n s m i t t e l u n d d e n m o d e r n e n
W e l t m a r k t h e r , u n t e r w a r f sich d e n H a n d e l , v e r w a n d e l t e a l l e s
Kapital in industrielles Kapital u n d erzeugte d a m i t die rasche
Zirkulation (die Ausbildung des Geldwesens) und Zentralisation
35 der Kapitalien. Sie zwang durch die universelle Konkurrenz alle
I n d i v i d u e n z u r ä u ß e r s t e n A n s p a n n u n g i h r e r E n e r g i e . S i e ver-
nichtete m ö g l i c h s t d i e I d e o l o g i e , R e l i g i o n , M o r a l etc. u n d w o sie
d i e s n i c h t k o n n t e , m a c h t e sie sie z u r h a n d g r e i f l i c h e n L ü g e . S i e
e r z e u g t e i n soweit erst d i e W e l t g e s c h i c h t e , a l s sie j e d e zivilisierte
40 Nation u n d jedes I n d i v i d u u m darin in der Befriedigung seiner
B e d ü r f n i s s e von d e r g a n z e n W e l t a b h ä n g i g m a c h t e , u n d d i e bis-
h e r i g e n a t u r w ü c h s i g e A u s s c h l i e ß l i c h k e i t e i n z e l n e r N a t i o n e n ver-

35—38 Diese beiden Sätze sind von Engels auf der Höhe des Schlusses des ihnen
vorangehenden Satzes ohne Einfügungszeichen in die rechte Spalte geschrieben
worden
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 4
50 Deutsche Ideologie. Einleitung

nichtete. S i e s u b s u m i e r t e d i e N a t u r w i s s e n s c h a f t u n t e r d a s K a p i t a l
u n d n a h m d e r T e i l u n g d e r A r b e i t d e n letzten S c h e i n d e r N a t u r -
w ü c h s i g k e i t . Sie v e r n i c h t e t e ü b e r h a u p t d i e N a t u r w ü c h s i g k e i t , so-
w e i t d i e s i n n e r h a l b d e r A r b e i t m ö g l i c h ist u n d löste a l l e n a t u r -
w ü c h s i g e n V e r h ä l t n i s s e in G e l d v e r h ä l t n i s s e auf. S i e schuf an d e r s
Stelle d e r n a t u r w ü c h s i g e n S t ä d t e d i e m o d e r n e n , g r o ß e n I n d u s t r i e -
s t ä d t e , d i e ü b e r N a c h t e n t s t a n d e n sind. Sie z e r s t ö r t e , w o sie d u r c h -
d r a n g , das H a n d w e r k und überhaupt alle früheren Stufen der
I n d u s t r i e . Sie v o l l e n d e t e d e n Sieg [der] H a n d e l s s t a d t ü b e r d a s
L a n d . [ I h r e e r s t e V o r a u s s e t z u n g ] ist d a s a u t o m a t i s c h e S y s t e m . 10
[ I h r e E n t w i c k l u n g e r ] z e u g t e eine M a s s e von P r o d u k t i v k r ä f t e n ,
für d i e d a s P r i v a t [eigentum] e b e n sosehr e i n e F e s s e l / 5 2 / w u r d e ,
w i e d i e Z u n f t für d i e M a n u f a k t u r u n d d e r k l e i n e , l ä n d l i c h e Be-
t r i e b für d a s sich a u s b i l d e n d e H a n d w e r k . D i e s e P r o d u k t i v k r ä f t e
erhalten unter d e m Privateigentum eine n u r einseitige Entwick- is
l u n g , w e r d e n für d i e M e h r z a h l z u D e s t r u k t i v k r ä f t e n u n d e i n e
Menge solcher Kräfte können im Privateigentum gar nicht zur
A n w e n d u n g k o m m e n . Sie e r z e u g t e i m A l l g e m e i n e n ü b e r a l l d i e -
selben V e r h ä l t n i s s e zwischen d e n K l a s s e n d e r Gesellschaft, u n d
vernichtete d a d u r c h die Besonderheit der einzelnen Nationalitä- 20
ten. U n d endlich, während die Bourgeoisie jeder Nation noch
a p a r t e n a t i o n a l e I n t e r e s s e n b e h ä l t , schuf d i e g r o ß e I n d u s t r i e e i n e
K l a s s e , d i e bei a l l e n N a t i o n e n d a s s e l b e I n t e r e s s e h a t , u n d b e i d e r
d i e N a t i o n a l i t ä t schon v e r n i c h t e t ist, e i n e K l a s s e , d i e w i r k l i c h d i e
g a n z e a l t e W e l t los ist u n d zugleich i h r g e g e n ü b e r s t e h t . S i e m a c h t 25
d e m A r b e i t e r nicht b l o ß d a s V e r h ä l t n i s z u m K a p i t a l i s t e n , s o n d e r n
d i e A r b e i t selbst u n e r t r ä g l i c h .
E s versteht sich, d a ß d i e g r o ß e I n d u s t r i e n i c h t i n j e d e r L o k a l i -
tät eines Landes zu derselben Höhe der Ausbildung kommt. Dies
h ä l t i n d e s d i e K l a s s e n b e w e g u n g d e s P r o l e t a r i a t s n i c h t auf, d a d i e 3 0
d u r c h d i e g r o ß e I n d u s t r i e e r z e u g t e n P r o l e t a r i e r a n d i e Spitze
d i e s e r B e w e g u n g t r e t e n u n d d i e ganze M a s s e m i t sich f o r t r e i ß e n ,
u n d d a d i e von d e r g r o ß e n I n d u s t r i e a u s g e s c h l o s s e n e n A r b e i t e r
d u r c h diese g r o ß e Industrie in eine noch schlechtere Lebenslage
versetzt w e r d e n a l s d i e A r b e i t e r d e r g r o ß e n I n d u s t r i e selbst; E b e n - 3 5
s o w i r k e n d i e L ä n d e r , i n d e n e n e i n e g r o ß e I n d u s t r i e entwickelt ist,
auf d i e p l u s o u m o i n s n i c h t i n d u s t r i e l l e n L ä n d e r , s o f e r n d i e s e
d u r c h den W e l t v e r k e h r i n d e n u n i v e r s e l l e n K o n k u r r e n z k a m p f
c )]
hereingerissen sind. *

[*)] /53/ Die Konkurrenz isoliert die Individuen, nicht nur die Bour- *o
geois, sondern noch mehr die Proletarier gegen einander, trotzdem daß
sie sie zusammen bringt. Daher dauert es eine lange Zeit bis diese Indi-
viduen sich vereinigen können, abgesebn davon, daß zu dieser Vereinigung

ö—12 Das Manuskript ist beschädigt


I. Feuerbach 51

D i e s e v e r s c h i e d e n e n F o r m e n sind e b e n s o v i e l F o r m e n d e r O r g a -
nisation der Arbeit und damit des Eigentums. In jeder P e r i o d e
f a n d e i n e V e r e i n i g u n g d e r e x i s t i e r e n d e n P r o d u k t i v k r ä f t e statt,
soweit s i e d u r c h d i e B e d ü r f n i s s e n o t w e n d i g g e w o r d e n w a r .

/68/ [2.] V e r h ä l t n i s von Staat und Recht


zum Eigentum

D i e e r s t e F o r m d e s E i g e n t u m s ist sowohl i n d e r a n t i k e n W e l t
wie i m M i t t e l a l t e r d a s S t a m m e i g e n t u m , b e d i n g t bei d e n R ö m e r n
h a u p t s ä c h l i c h d u r c h d e n K r i e g , bei d e n / 6 9 / G e r m a n e n d u r c h d i e
io Viehzucht. Bei den antiken Völkern erscheint, weil in einer Stadt
mehrere Stämme zusammenwohnen, das Stammeigentum als
Staatseigentum, u n d d a s Recht des Einzelnen d a r a n als b l o ß e Pos-
sessio, d i e sich i n d e s , wie d a s S t a m m e i g e n t u m ü b e r h a u p t , n u r a u f
das Grundeigentum beschränkt. Das eigentliche Privateigentum
is fängt bei den Alten, wie bei den modernen Völkern mit d e m Mo-
biliareigentum an. — (Sklaverei und Gemeinwesen) (dominium
e x j u r e Q u i r i t u m ) . Bei d e n a u s d e m M i t t e l a l t e r h e r v o r g e h e n d e n
V ö l k e r n entwickelt sich d a s S t a m m e i g e n t u m s o d u r c h verschie-
dene Stufen — feudales Grundeigentum, korporatives Mobiliar-
20 e i g e n t u m , M a n u f a k t u r k a p i t a l — b i s z u m m o d e r n e n , d u r c h d i e
große Industrie und universelle Konkurrenz bedingten Kapital,
dem reinen Privateigentum, das allen Schein des Gemeinwesens
abgestreift u n d a l l e E i n w i r k u n g d e s S t a a t s a u f d i e E n t w i c k l u n g
des E i g e n t u m s a u s g e s c h l o s s e n h a t . D i e s e m m o d e r n e n P r i v a t e i g e n -
25 tum entspricht der moderne Staat, der d u r c h die Steuern allmäh-
lich v o n d e n P r i v a t e i g e n t ü m e r n a n sich g e k a u f t , d u r c h d a s Staats-
s c h u l d e n w e s e n i h n e n v o l l s t ä n d i g v e r f a l l e n u n d d e s s e n Existenz i n
d e m Steigen u n d F a l l e n d e r S t a a t s p a p i e r e auf d e r B ö r s e gänzlich
von d e m k o m m e r z i e l l e n K r e d i t a b h ä n g i g g e w o r d e n ist, d e n i h m

3o — wenn sie nicht bloß lokal sein soll — die nötigen Mittel, die großen
Industriestädte und die wohlfeilen und schnellen Kommunikationen durch
die große Industrie erst hergestellt sein müssen, und daher ist jede organi-
sierte Macht gegenüber diesen isolierten und in Verhältnissen, die die
Isolierung täglich reproduzieren, lebenden Individuen erst nach langen
35 Kämpfen zu besiegen. Das Gegenteil verlangen, hieße ebensoviel wie zu
verlangen, daß die Konkurrenz in dieser bestimmten Geschichtsepoche
nicht existieren soll oder daß die Individuen Verhältnisse, über die sie als
Isolierte keine Kontrolle haben, sich aus dem Kopf schlagen sollen.
4*
52 Deutsche Ideologie. Einleitung

d i e P r i v a t e i g e n t ü m e r , d i e B o u r g e o i s , g e b e n . D i e B o u r g e o i s i e ist
schon, w e i l sie e i n e K l a s s e , n i c h t m e h r e i n S t a n d ist, d a z u
g e z w u n g e n , sich n a t i o n a l , nicht m e h r l o k a l z u o r g a n i s i e r e n , u n d
ihrem Durchschnittsinteresse eine allgemeine F o r m zu geben.
Durch die Emanzipation des Privateigentums vom Gemeinwesen s
ist d e r S t a a t z u e i n e r b e s o n d e r e n Existenz n e b e n u n d a u ß e r d e r
b ü r g e r l i c h e n Gesellschaft g e w o r d e n ; e r ist a b e r w e i t e r N i c h t s a l s
d i e F o r m d e r O r g a n i s a t i o n , w e l c h e sich d i e B o u r g e o i s sowohl n a c h
A u ß e n , a l s n a c h i n n e n h i n , z u r gegenseitigen G a r a n t i e i h r e s E i g e n -
tums und ihrer Interessen notwendig geben. Die Selbstständigkeit 10
d e s S t a a t s k o m m t h e u t z u t a g e n u r n o c h i n solchen L ä n d e r n v o r , w o
d i e S t ä n d e sich n i c h t v o l l s t ä n d i g z u K l a s s e n e n t w i c k e l t h a b e n , w o
die in den fortgeschrittneren Ländern beseitigten Stände noch eine
R o l l e s p i e l e n u n d ein G e m i s c h existiert, i n d e n e n d a h e r k e i n T e i l
der Bevölkerung es zur Herrschaft über die übrigen bringen kann, u
D i e s ist n a m e n t l i c h i n D e u t s c h l a n d d e r F a l l . D a s v o l l e n d e t s t e Bei-
s p i e l d e s m o d e r n e n S t a a t s ist N o r d - / 7 0 / a m e r i k a . D i e n e u e r e n
französischen, englischen u n d amerikanischen Schriftsteller spre-
c h e n sich A l l e d a h i n a u s , d a ß d e r S t a a t n u r u m d e s P r i v a t e i g e n -
t u m s w i l l e n e x i s t i e r e , s o d a ß d i e s a u c h i n d a s g e w ö h n l i c h e Be- s o
w u ß t s e i n ü b e r g e g a n g e n ist.
D a d e r S t a a t d i e F o r m ist, i n w e l c h e r d i e I n d i v i d u e n e i n e r h e r r -
schenden Klasse ihre gemeinsamen Interessen geltend machen und
d i e g a n z e b ü r g e r l i c h e Gesellschaft e i n e r E p o c h e sich z u s a m m e n -
f a ß t , s o folgt, d a ß a l l e g e m e i n s a m e n I n s t i t u t i o n e n d u r c h d e n S t a a t 2 0
v e r m i t t e l t w e r d e n , e i n e p o l i t i s c h e F o r m e r h a l t e n . D a h e r d i e Illu-
sion, a l s o b d a s Gesetz a u f d e m W i l l e n u n d z w a r a u f d e m v o n sei-
ner realen Basis losgerissenen, dem f r e i e n Willen beruhe.
E b e n s o w i r d d a s R e c h t d a n n w i e d e r auf d a s Gesetz r e d u z i e r t .
D a s P r i v a t r e c h t entwickelt sich z u g l e i c h e r Zeit m i t d e m P r i v a t - s o
eigentum aus der Auflösung des naturwüchsigen Gemeinwesens.
Bei den R ö m e r n blieb die Entwicklung des Privateigentums und
Privatrechts ohne weitere industrielle und kommerzielle Folgen,
w e i l i h r e g a n z e P r o d u k t i o n s w e i s e d i e s e l b e b l i e b . Bei d e n m o d e r -
nen Völkern, wo d a s feudale Gemeinwesen durch die Industrie ss
u n d den H a n d e l aufgelöst wurde, begann mit d e m Entstehen des
P r i v a t e i g e n t u m s u n d P r i v a t r e c h t s e i n e n e u e P h a s e , d i e e i n e r weite-
r e n E n t w i c k l u n g f ä h i g w a r . Gleich d i e e r s t e S t a d t , d i e i m M i t t e l a l t e r
einen ausgedehnten Seehandel führte, Amalfi, bildete auch das
Seerecht aus. Sobald, zuerst in Italien u n d später in a n d e r e n Län- 40
d e m , d i e I n d u s t r i e u n d d e r H a n d e l d a s P r i v a t e i g e n t u m w e i t e r ent-
w i c k e l t e n , w u r d e gleich d a s a u s g e b i l d e t e r ö m i s c h e P r i v a t r e c h t wie-
d e r a u f g e n o m m e n u n d z u r A u t o r i t ä t e r h o b e n . A l s s p ä t e r d i e Bour-
34 Auf dieser Höhe schrieb Engels in die rechte Spalte:
(Wucher!)
I. Feuerbach 53

geoisie s o v i e l M a c h t e r l a n g t h a t t e , d a ß d i e F ü r s t e n sich i h r e r In-


teressen annahmen, um vermittelst der Bourgeoisie den Feudal-
adel zu stürzen, begann in allen L ä n d e r n — in Frankreich im
16. J a h r h u n d e r t — die eigentliche Entwicklung des Rechts, die in
s allen / 7 1 / L ä n d e r n , ausgenommen England, auf d e r Basis des
r ö m i s c h e n K o d e x v o r sich g i n g . A u c h i n E n g l a n d m u ß t e n r ö m i -
sche R e c h t s g r u n d s ä t z e z u r w e i t e r e n A u s b i l d u n g d e s P r i v a t r e c h t s
(besonders beim Mobiliareigentum) hereingenommen werden.
( N i c h t z u v e r g e s s e n , d a ß d a s R e c h t e b e n s o w e n i g e i n e e i g e n e Ge-
i o schichte h a t w i e d i e R e l i g i o n ) .
Im Privatrecht werden die bestehenden Eigentumsverhältnisse
als Resultat des allgemeinen Willens ausgesprochen. Das jus
u t e n d i e t a b u t e n d i selbst s p r i c h t e i n e r s e i t s d i e T a t s a c h e a u s , d a ß
d a s P r i v a t e i g e n t u m v o m G e m e i n w e s e n d u r c h a u s u n a b h ä n g i g ge-
1 5 w o r d e n ist, u n d a n d e r e r s e i t s d i e I l l u s i o n , a l s o b d a s P r i v a t e i g e n -
t u m selbst a u f d e m b l o ß e n P r i v a t w i l l e n , d e r w i l l k ü r l i c h e n D i s p o -
sition ü b e r d i e S a c h e b e r u h e . I n d e r P r a x i s h a t d a s a b u t i s e h r be-
s t i m m t e ö k o n o m i s c h e G r e n z e n für d e n P r i v a t e i g e n t ü m e r , w e n n e r
nicht sein E i g e n t u m u n d d a m i t sein j u s a b u t e n d i i n a n d r e H ä n d e
2 o Übergehn sehen w i l l , d a ü b e r h a u p t d i e S a c h e , b l o ß i n B e z i e h u n g
a u f seinen W i l l e n b e t r a c h t e t , g a r k e i n e S a c h e ist, s o n d e r n erst i m
V e r k e h r , u n d u n a b h ä n g i g v o m R e c h t z u e i n e r S a c h e , z u wirk-
lichem Eigentum wird (ein V e r h ä l t n i s , w a s die Philosophen
eine Idee n e n n e n ) . — Diese juristische Illusion, die d a s Recht
2 5 auf d e n b l o ß e n W i l l e n r e d u z i e r t , f ü h r t i n d e r w e i t e r e n Entwick-
lung der Eigentumsverhältnisse notwendig dahin, d a ß Jemand
e i n e n j u r i s t i s c h e n T i t e l auf e i n e S a c h e h a b e n k a n n , o h n e d i e S a c h e
wirklich zu haben. W i r d z. B. durch die K o n k u r r e n z die Rente eines
G r u n d s t ü c k e s beseitigt, s o h a t d e r E i g e n t ü m e r d e s s e l b e n z w a r
so seinen juristischen Titel d a r a n , samt d e m jus utendi et abutendi.
A b e r e r k a n n nichts d a m i t a n f a n g e n , e r besitzt n i c h t s a l s G r u n d -
e i g e n t ü m e r , falls e r n i c h t sonst n o c h K a p i t a l g e n u g besitzt, u m sei-
nen Boden zu bebauen. Aus derselben Illusion der Juristen erklärt
e s sich, d a ß e s f ü r sie u n d f ü r j e d e n K o d e x ü b e r h a u p t z u f ä l l i g ist,
3 s d a ß I n d i v i d u e n i n V e r h ä l t n i s s e u n t e r e i n a n d e r t r e t e n , z . B . Ver-
t r ä g e , u n d d a ß i h m d i e s e V e r h ä l t n i s s e f ü r solche g e l t e n , d i e m a n
n a c h B e l i e b e n e i n g e h e n o d e r nicht e i n g e h e n / 7 2 / [kann] u n d d e r e n
I n h a l t g a n z auf d e r i n d i v i d u e l l e n [Will] k ü r d e r K o n t r a h e n t e n
[ b e r l u h t . — S o oft sich d u r c h d i e E n t w i c k l u n g ] d e r I n d u s t r i e u n d

17—23 Auf dieser Höhe schrieb Marx in die rechte Spalte:


V e r h ä l t n i s für die P h i l o s o p h e n = Idee.
Sie kennen bloß das Verhältnis „des Menschen" zu sich selbst und darum
werden alle wirklichen Verhältnisse ihnen zu Ideen.
24—2S Auf der Höhe dieses Satzes schrieb Marx in die rechte Spalte:
D[ieJ Willen über d[ie] Willen w i r k l i c h e etc.
37—39 Das Papier ist beschädigt
54 D e u t s c h e Ideologie. Einleitung

d e s H a n d e l s n e u e [ V e ] r k e h r s f o r m e n g e b i l d e t h a b e n , [ζ.] B . Asse-
kuranz-etc. K o m p a n i e n , w a r d a s Recht jedesmal genötigt, sie unter
die Eigentumserwerbsarten aufzunehmen.

/ 6 3 / E s ist n i c h t s g e w ö h n l i c h e r als d i e V o r s t e l l u n g , i n d e r Ge-


s c h i c h t e sei e s b i s h e r n u r a u f d a s N e h m e n a n g e k o m m e n . D i e s
B a r b a r e n n e h m e n d a s römische Reich, und mit d e r Tatsache die-
ses N e h m e n s e r k l ä r t m a n d e n Ü b e r g a n g a u s d e r a l t e n W e l t i n d i e
Feudalität. Bei d e m N e h m e n durch Barbaren k o m m t es a b e r d a r a u f
an, ob die Nation, die eingenommen wird, industrielle Produktiv-
kräfte entwickelt hat, wie dies bei den modernen Völkern d e r Fall 10
ist, o d e r o b i h r e P r o d u k t i v k r ä f t e h a u p t s ä c h l i c h b l o ß a u f i h r e r
V e r e i n i g u n g u n d d e m G e m e i n w e s e n b e r u h e n . D a s N e h m e n ist
ferner bedingt durch den Gegenstand, der genommen wird. Das in
P a p i e r b e s t e h e n d e V e r m ö g e n e i n e s B a n k i e r s k a n n g a r nicht ge-
n o m m e n w e r d e n , o h n e d a ß d e r N e h m e n d e sich d e n P r o d u k t i o n s - «
und Verkehrsbedingungen des genommenen Landes unterwirft.
Ebenso d a s gesamte industrielle Kapital, eines m o d e r n e n Industrie-
landes. Und endlich hat das Nehmen ü b e r a l l sehr bald ein E n d e ,
u n d w e n n n i c h t s m e h r z u n e h m e n ist, m u ß m a n a n f a n g e n z u p r o -
duzieren. A u s dieser sehr bald eintretenden Notwendigkeit des io
P r o d u z i e r e n s folgt, / 6 4 / d a ß d i e von d e n sich n i e d e r l a s s e n d e n E r -
oberern a n g e n o m m e n e F o r m des Gemeinwesens d e r Entwicklungs-
stufe d e r v o r g e f u n d n e n P r o d u k t i v k r ä f t e e n t s p r e c h e n , o d e r w e n n
d i e s n i c h t v o n v o r n h e r e i n d e r F a l l ist, sich n a c h d e n P r o d u k t i v -
k r ä f t e n ä n d e r n m u ß . H i e r a u s e r k l ä r t sich a u c h d a s F a k t u m , d a s so-
m a n i n d e r Zeit n a c h d e r V ö l k e r w a n d e r u n g ü b e r a l l b e m e r k t h a b e n
w i l l , d a ß n ä m l i c h d e r K n e c h t d e r H e r r w a r , u n d d i e E r o b e r e r von
d e n E r o b e r t e n S p r a c h e , B i l d u n g u n d Sitten s e h r b a l d a n n a h m e n .
Die Feudalität w u r d e keineswegs aus Deutschland fertig mitge-
b r a c h t , s o n d e r n sie h a t t e i h r e n U r s p r u n g v o n S e i t e n d e r E r o b e r e r a o
in der kriegerischen Organisation des Heerwesens während der
E r o b e r u n g selbst, u n d d i e s e entwickelte sich n a c h d e r s e l b e n d u r c h
die Einwirkung der in den eroberten Ländern vorgefundnen Pro-
d u k t i v k r ä f t e erst z u r e i g e n t l i c h e n F e u d a l i t ä t . W i e s e h r d i e s e F o r m
durch die Produktivkräfte bedingt war, zeigen die gescheiterten α
Versuche, a n d r e aus altrömischen Reminiszenzen entspringende
F o r m e n durchzusetzen ( K a r l d. G r o ß e p p ) .

1 Das Papier ist beschädigt, daher Lücken im Manuskript


12 Im Original b e r u h t
30—31 Im Original d e r E r o b e r e r {erst d u r c h ) in die k r i e g e r i s c h e O r g a n i s a t i o n
I. Feuerbach 55

[3. N a t u r w ü c h s i g e u n d zivilisierte Produktions-


instrumente und Eigentumsformen]

/40/ funden wird. A u s d e m ersteren ergibt sich d i e Vorausset-


zung einer ausgebildeten Teilung der Arbeit und eines ausgedehn-
5 t e n H a n d e l s , a u s d e m zweiten d i e L o k a l i t ä t . B e i d e m e r s t e n m ü s -
sen d i e I n d i v i d u e n z u s a m m e n g e b r a e h t sein, b e i d e m z w e i t e n f i n d e n
sie sich n e b e n d e m g e g e b e n e n P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n t selbst a l s
P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n t e v o r . H i e r tritt a l s o d e r U n t e r s c h i e d zwi-
schen d e n n a t u r w ü c h s i g e n u n d d e n d u r c h d i e Z i v i l i s a t i o n gesehaf-
i o fenen P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n l e n h e r v o r . D e r A c k e r ( d a s W a s s e r
etc.) kann als naturwüchsiges Produktionsinstrument betrachtet
werden. Im ersten Fall, b e i m naturwüchsigen Produktionsinstru-
m e n t , w e r d e n d i e I n d i v i d u e n u n t e r d i e N a t u r s u b s u m i e r t , i m zwei-
ten F a l l e u n t e r ein P r o d u k t d e r A r b e i t . I m e r s t e n F a l l e e r s c h e i n t
is daher auch das Eigentum (Grundeigentum) als unmittelbare,
n a t u r w ü c h s i g e H e r r s c h a f t , i m zweiten a l s H e r r s c h a f t d e r A r b e i t ,
speziell d e r a k k u m u l i e r t e n A r b e i t , d e s K a p i t a l s . D e r e r s t e F a l l
setzt v o r a u s , d a ß d i e I n d i v i d u e n d u r c h i r g e n d e i n B a n d , sei e s
F a m i l i e , S t a m m , d e r B o d e n selbst p p z u s a m m e n g e h ö r e n , d e r
2 0 zweite F a l l , d a ß s i e u n a b h ä n g i g v o n e i n a n d e r s i n d u n d n u r d u r c h
d e n A u s t a u s c h z u s a m m e n g e h a l t e n w e r d e n . I m e r s t e n F a l l ist d e r
A u s t a u s c h h a u p t s ä c h l i c h e i n A u s t a u s c h zwischen d e n M e n s c h e n
u n d der Natur, ein Austausch, in d e m die Arbeit der Einen gegen
d i e P r o d u k t e d e r A n d e r n e i n g e t a u s c h t w i r d ; i m zweiten F a l l e ist
2 5 e r v o r h e r r s c h e n d A u s t a u s c h d e r M e n s c h e n u n t e r sich. I m e r s t e n
Falle reicht d e r durchschnittliehe Menschenverstand hin, körper-
l i c h e u n d geistige T ä t i g k e i t sind n o c h g a r nicht g e t r e n n t ; im zwei-
ten F a l l e m u ß b e r e i t s d i e T e i l u n g zwischen g e i s t i g e r u n d k ö r p e r -
l i c h e r A r b e i t p r a k t i s c h v o l l z o g e n sein. I m e r s t e n F a l l e k a n n d i e
s o H e r r s c h a f t des E i g e n t ü m e r s ü b e r d i e N i c h t e i g e n t ü m e r a u f p e r s ö n -
lichen V e r h ä l t n i s s e n , auf e i n e r A r t v o n G e m e i n w e s e n b e r u h e n ,
i m zweiten F a l l e m u ß sie i n e i n e m D r i t t e n , d e m G e l d , e i n e d i n g -
l i c h e G e s t a l t a n g e n o m m e n h a b e n . I m e r s t e n F a l l e existiert d i e
k l e i n e I n d u s t r i e , a b e r s u b s u m i e r t u n t e r d i e B e n u t z u n g des n a t u r -
35 wüchsigen Produktionsinstruments, und daher ohne Verteilung der
A r b e i t a n v e r s c h i e d e n e I n d i v i d u e n ; i m z w e i t e n F a l l e besteht d i e
Industrie nur in und durch die Teilung der Arbeit.
/ 4 1 / W i r g i n g e n b i s h e r von d e n P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n t e n a u s

3 Der Anfang der hier folgenden Fortsetzung, der sich auf einem von Engels
83 numerierten Bogen, mit den Seitenbezeichnungen 36—39 (inkl.) von Marx,
befand, fehlt
24 Im Original werden
56 D e u t s c h e Ideologie. Einleitung

u n d schon h i e r zeigte sich d i e N o t w e n d i g k e i t d e s P r i v a t e i g e n t u m s


f ü r gewisse i n d u s t r i e l l e Stufen. I n d e r i n d u s t r i e e x t r a c t i v e fällt
d a s Privateigentum mit der Arbeit noch ganz z u s a m m e n ; in der
k l e i n e n I n d u s t r i e u n d a l l e r b i s h e r i g e n A g r i k u l t u r ist d a s E i g e n -
tum notwendige Konsequenz der vorhandenen Produktionsinstru-
m e n t e ; i n d e r g r o ß e n I n d u s t r i e ist d e r W i d e r s p r u c h zwischen d e m
Produktionsinstrument und Privateigentum erst ihr Produkt, zu
d e s s e n E r z e u g u n g sie b e r e i t s s e h r e n t w i c k e l t sein m u ß . M i t i h r ist
also auch d i e Aufhebung des Privateigentums erst möglich.
/ 6 4 / I n d e r g r o ß e n I n d u s t r i e u n d K o n k u r r e n z s i n d d i e sämt-
l i c h e n E x i s t e n z b e d i n g u n g e n , B e d i n g t h e i t e n , E i n s e i t i g k e i t e n d e r In-
dividuen zusammengeschmolzen in die beiden einfachsten F o r m e n :
P r i v a t e i g e n t u m u n d A r b e i t . M i t d e m G e l d e ist j e d e V e r k e h r s f o r m
u n d d e r V e r k e h r selbst f ü r d i e I n d i v i d u e n a l s z u f ä l l i g gesetzt.
A l s o liegt schon i m G e l d e , d a ß a l l e r b i s h e r i g e V e r k e h r n u r Ver-
k e h r d e r I n d i v i d u e n u n t e r b e s t i m m t e n B e d i n g u n g e n , n i c h t d e r In-
d i v i d u e n a l s I n d i v i d u e n w a r . D i e s e B e d i n g u n g e n s i n d a u f zwei —
akkumulierte Arbeit oder Privateigentum, oder wirkliche Arbeit
— r e d u z i e r t . H ö r t d i e s e o d e r e i n e von i h n e n auf, so stockt d e r Ver-
k e h r . D i e m o d e r n e n Ö k o n o m e n selbst, z . B . S i s m o n d i , C h e r b u l i e z
etc., stellen d i e a s s o c i a t i o n d e s i n d i v i d u s d e r a s s o c i a t i o n d e s c a p i -
t a u x e n t g e g e n . A n d e r e r s e i t s s i n d d i e I n d i v i d u e n selbst v o l l s t ä n d i g
u n t e r d i e T e i l u n g d e r A r b e i t s u b s u m i e r t u n d d a d u r c h i n d i e voll-
s t ä n d i g s t e A b h ä n g i g k e i t von e i n a n d e r g e b r a c h t . D a s P r i v a t e i g e n -
t u m , soweit e s , i n n e r h a l b d e r A r b e i t , d e r A r b e i t g e g e n ü b e r t r i t t ,
entwickelt sich a u s d e r N o t w e n d i g k e i t d e r A k k u m u l a t i o n , u n d h a t
im Anfange immer noch mehr die Form des Gemeinwesens, nähert
sich a b e r i n d e r w e i t e r e n E n t w i c k l u n g i m m e r m e h r d e r m o d e r n e n
F o r m d e s P r i v a t e i g e n t u m s . D u r c h d i e T e i l u n g d e r A r b e i t ist schon
von v o r n h e r e i n d i e T e i l u n g a u c h d e r A r b e i t s b e d i n g u n g e n ,
Werkzeuge und Materialien gegeben und damit die Zersplitterung
des akkumulierten Kapitals an verschiedne Eigentümer, und damit
d i e Z e r s p l i t t e r u n g zwischen K a p i t a l u n d A r b e i t , u n d d i e v e r s c h i e -
d e n e n F o r m e n d e s E i g e n t u m s selbst. J e m e h r sich d i e T e i l u n g d e r
Arbeit aus-/65/bildet u n d jemehr die A k k u m u l a t i o n wächst, desto
s c h ä r f e r b i l d e t sich a u c h d i e s e Z e r s p l i t t e r u n g a u s . D i e A r b e i t
selbst k a n n n u r b e s t e h e n u n t e r d e r V o r a u s s e t z u n g d i e s e r Zersplit-
terung.
E s zeigen sich h i e r a l s o zwei F a k t a . E r s t e n s e r s c h e i n e n d i e
P r o d u k t i v k r ä f t e a l s g a n z u n a b h ä n g i g u n d l o s g e r i s s e n von d e n In-
dividuen, als eine eigne Welt neben den Individuen, was darin

Π Engels versah die Worte Bedingtheiten, Einseitigkeiten mit keinem Ein­


fügungszeichen, als er sie in die rechte Spalte schrieb
39 Auf dieser Höhe schrieb Engels in die rechte Spalte:
Sismondi
I. Feuerbach 57

seinen G r u n d h a t , d a ß d i e I n d i v i d u e n , d e r e n K r ä f t e sie s i n d , zer-


s p l i t t e r t u n d i m G e g e n s a t z gegen e i n a n d e r e x i s t i e r e n , w ä h r e n d
diese Kräfte andererseits n u r im Verkehr u n d Z u s a m m e n h a n g die-
ser I n d i v i d u e n w i r k l i c h e K r ä f t e s i n d . A l s o a u f d e r e i n e n S e i t e
s eine Totalität von Produktivkräften, die gleichsam eine sachliche
Gestalt a n g e n o m m e n h a b e n u n d für d i e I n d i v i d u e n selbst n i c h t
m e h r die Kräfte der Individuen, sondern des Privateigentums, u n d
d a h e r d e r I n d i v i d u e n n u r i n s o f e r n sie P r i v a t e i g e n t ü m e r sind. I n
k e i n e r f r ü h e r e n P e r i o d e h a t t e n d i e P r o d u k t i v k r ä f t e d i e s e gleich-
10 gültige Gestalt für den Verkehr der Individuen a l s Individuen
a n g e n o m m e n , w e i l i h r V e r k e h r selbst n o c h ein b o r n i e r t e r w a r . A u f
d e r a n d e r n S e i t e steht d i e s e n P r o d u k t i v k r ä f t e n d i e M a j o r i t ä t d e r
I n d i v i d u e n g e g e n ü b e r , von d e n e n d i e s e K r ä f t e l o s g e r i s s e n s i n d
und die daher alles wirklichen Lebensinhalts beraubt, abstrakte
i s I n d i v i d u e n g e w o r d e n s i n d , d i e a b e r d a d u r c h e r s t i n d e n S t a n d ge-
setzt w e r d e n , a l s I n d i v i d u e n m i t e i n a n d e r i n V e r b i n d u n g
zu t r e t e n .
D e r e i n z i g e Z u s a m m e n h a n g , i n d e m sie n o c h m i t d e n P r o d u k -
t i v k r ä f t e n u n d m i t i h r e r e i g n e n E x i s t e n z stehen, d i e A r b e i t , h a t b e i
2o ihnen allen Schein der Selbstbetätigung verloren und erhält i h r
/ 6 6 / L e b e n n u r , i n d e m sie e s v e r k ü m m e r t . W ä h r e n d i n d e n f r ü h e -
ren Perioden Selbstbetätigung und Erzeugung des materiellen Le-
b e n s d a d u r c h g e t r e n n t w a r e n , d a ß sie a n v e r s c h i e d e n e P e r s o n e n
fielen u n d d i e E r z e u g u n g d e s m a t e r i e l l e n L e b e n s w e g e n d e r Bor-
2 5 n i e r t h e i t d e r I n d i v i d u e n selbst n o c h a l s e i n e u n t e r g e o r d n e t e A r t
d e r S e l b s t b e t ä t i g u n g g a l t , fallen sie jetzt s o a u s e i n a n d e r , d a ß
ü b e r h a u p t d a s materielle Leben als Zweck, die Erzeugung dieses
m a t e r i e l l e n L e b e n s , d i e A r b e i t ( w e l c h e d i e jetzt e i n z i g m ö g l i c h e ,
a b e r wie w i r sehn, negative F o r m d e r Selbstbetätigung i s t ) , als
3o M i t t e l e r s c h e i n t .
E s ist a l s o jetzt soweit g e k o m m e n , d a ß d i e I n d i v i d u e n sich d i e
v o r h a n d e n e T o t a l i t ä t von P r o d u k t i v k r ä f t e n a n e i g n e n m ü s s e n , n i c h t
n u r um zu ihrer Selbstbetätigung zu kommen, sondern schon über-
h a u p t u m i h r e E x i s t e n z s i c h e r z u stellen. D i e s e A n e i g u n g ist z u e r s t
35 b e d i n g t d u r c h d e n a n z u e i g n e n d e n G e g e n s t a n d — d i e zu e i n e r T o -
talität entwickelten und n u r innerhalb eines universellen Verkehrs
e x i s t i e r e n d e n P r o d u k t i v k r ä f t e . D i e s e A n e i g u n g m u ß a l s o schon
von d i e s e r Seite h e r e i n e n d e n P r o d u k t i v k r ä f t e n u n d d e m V e r k e h r
entsprechenden universellen Charakter haben. Die Aneigung die-
4 0 ser K r ä f t e ist selbst w e i t e r n i c h t s a l s d i e E n t w i c k l u n g d e r d e n m a t e -
riellen Produktionsinstrumenten entsprechenden individuellen Fä-
higkeiten. Die Aneignung einer Totalität von Produktionsinstru-
m e n t e n ist schon d e s h a l b d i e E n t w i c k l u n g e i n e r T o t a l i t ä t v o n
F ä h i g k e i t e n i n d e n I n d i v i d u e n selbst. D i e s e A n e i g n u n g ist f e r n e r
45 bedingt durch die aneignenden Individuen. N u r die von aller
58 Deutsche Ideologie. Einleitung

S e l b s t b e t ä t i g u n g v o l l s t ä n d i g a u s g e s c h l o s s e n e n P r o l e t a r i e r d e r Ge-
genwart sind im Stande, ihre vollständige, nicht m e h r bornierte
S e l b s t b e t ä t i g u n g , d i e i n d e r A n e i g n u n g e i n e r T o t a l i t ä t von P r o -
d u k t i v k r ä f t e n u n d d e r d a m i t gesetzten E n t w i c k l u n g e i n e r T o t a l i t ä t
v o n F ä h i g k e i t e n besteht, d u r c h z u s e t z e n . A l l e f r ü h e r e n r e v o l u t i o - s
n ä r e n A n e i g n u n g e n w a r e n b o r n i e r t , I n d i v i d u e n , d e r e n Selbstbe-
t ä t i g u n g d u r c h ein b e s c h r ä n k t e s P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n t u n d e i n e n
b e s c h r ä n k t e n V e r k e h r b o r n i e r t w a r , eigneten sich d i e s b e s c h r ä n k t e
Pruduk-tions-/67/instrument a n , u n d b r a c h t e n e s d a h e r n u r z u
e i n e r n e u e n B e s c h r ä n k t h e i t . I h r P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n t w u r d e ihr 1 0
E i g e n t u m , a b e r sie selbst b l i e b e n u n t e r d i e T e i l u n g d e r A r b e i t u n d
u n t e r i h r e i g n e s P r o d u k t i o n s i n s t r u m e n t s u b s u m i e r t . B e i a l l e n bis-
h e r i g e n A n e i g n u n g e n b l i e b e i n e M a s s e von I n d i v i d u e n u n t e r e i n
einziges Produktionsinstrument subsumiert; bei d e r Aneignung
der Proletarier müssen eine Masse von Produktionsinstrumenten is
unter jedes Individuum und das Eigentum unter Alle subsumiert
w e r d e n . D e r m o d e r n e u n i v e r s e l l e V e r k e h r k a n n g a r nicht a n d e r s
unter die Individuen subsumiert werden, als d a d u r c h , d a ß er unter
A l l e s u b s u m i e r t w i r d . — D i e A n e i g n u n g ist f e r n e r b e d i n g t d u r c h
d i e A r t u n d W e i s e , w i e sie vollzogen w e r d e n m u ß . Sie k a n n n u r 2 0
vollzogen werden d u r c h eine Vereinigung, die d u r c h den Charak-
t e r d e s P r o l e t a r i a t s selbst w i e d e r n u r e i n e u n i v e r s e l l e sein k a n n , u n d
durch eine Revolution, in d e r einerseits die Macht der bisherigen
Produktions- u n d Verkehrsweise und gesellschaftlichen Gliede-
r u n g gestürzt wird und andererseits d e r universelle Charakter u n d 25
die zur Durchführung der Aneignung nötige Energie des Proleta-
r i a t s sich entwickelt, f e r n e r d a s P r o l e t a r i a t a l l e s a b s t r e i f t , w a s i h m
n o c h a u s s e i n e r b i s h e r i g e n G e s e l l s c h a f t s s t e l l u n g g e b l i e b e n ist.
E r s t auf d i e s e r S t u f e f ä l l t d i e S e l b s t b e t ä t i g u n g m i t d e m m a t e -
riellen Leben zusammen, was der Entwicklung der Individuen zu 30
totalen Individuen und der Abstreifung aller Naturwüchsigkeit
e n t s p r i c h t ; u n d d a n n e n t s p r i c h t sich d i e V e r w a n d l u n g d e r A r b e i t
in Selbstbetätigung und die Verwandlung des bisherigen beding-
ten Verkehrs in den Verkehr der Individuen als solcher. Mit d e r
Aneignung der totalen Produktivkräfte durch die vereinigten Indi- 35
v i d u e n h ö r t d a s P r i v a t e i g e n t u m auf. W ä h r e n d i n d e r b i s h e r i g e n
Geschichte i m m e r eine besondere Bedingung als zufällig erschien,
ist jetzt d i e A b s o n d e r u n g d e r I n d i v i d u e n selbst, d e r b e s o n d r e P r i -
v a t e r w e r b ' e i n e s J e d e n selbst z u f ä l l i g g e w o r d e n .
D i e I n d i v i d u e n , d i e n i c h t m e h r / 6 8 / u n t e r d i e T e i l u n g d e r Ar- 4 0
b e i t s u b s u m i e r t w e r d e n , h a b e n d i e P h i l o s o p h e n sich a l s I d e a l
u n t e r d e m N a m e n : „ d e r M e n s c h " vorgestellt, u n d d e n ganzen* von
u n s e n t w i c k e l t e n P r o z e ß a l s d e n E n t w i c k l u n g s p r o z e ß „ d e s Men-
s c h e n " g e f a ß t , s o d a ß d e n b i s h e r i g e n I n d i v i d u e n a u f j e d e r ge-
s c h i c h t l i c h e n S t u f e „ d e r M e n s c h " u n t e r g e s c h o b e n u n d a l s d i e trei- 4 s
I. Feuerbach 59

b e n d e K r a f t d e r Geschichte d a r g e s t e l l t w u r d e . D e r g a n z e P r o z e ß
wurde so als Selbstentfremdungsprozeß „des Menschen" gefaßt,
und dies k o m m t wesentlich daher, d a ß d a s Durchschnittsindivi-
d u u m d e r s p ä t e r e n S t u f e i m m e r d e r f r ü h e r e n u n d d a s s p ä t e r e Be-
Λ wußtsein den früheren Individuen untergeschoben. Durch diese
U m k e h r u n g , d i e von v o r n h e r e i n von d e n w i r k l i c h e n B e d i n g u n g e n
a b s t r a h i e r t , w a r e s m ö g l i c h d i e g a n z e G e s c h i c h t e i n e i n e n Entwick-
lungsprozeß des Bewußtseins zu verwandeln.
* *

/22/ Schließlich erhalten wir noch folgende Resultate aus d e r


1 0 entwickelten G e s c h i c h t s a u f f a s s u n g : 1 ) I n d e r EntwidfelttHg d e r
Produktivkräfte tritt eine Stufe ein, auf welcher Produktionskräfte
und Verkehrsmittel hervorgerufen werden, welche unter den be-
stehenden Verhältnissen n u r Unheil anrichten, welche keine P r o -
d u k t i o n s k r ä f t e m e h r sind, s o n d e r n D e s t r u k t i o n s k r ä f t e ( M a s c h i -
is nerie und Geld) — und was damit zusammenhängt, d a ß eine
Klasse hervorgerufen wird, welche alle Lasten der Gesellsehait gu
t r a g e n h a t , o h n e i h r e V o r t e i l e z u g e n i e ß e n , w e l c h e a u s d e r Gesell-
schaft h e r a u s - / 2 3 / g e d r ä n g t , i n d e n e n t s c h i e d e n s t e n G e g e n s a t z z u
allen andern Klassen forciert wird ; eine Klasse, die die Majorität
2 0 a l l e r G e s e l l s c h a f t s m i t g l i e d e r b i l d e t u n d von d e r d a s B e w u ß t s e i n
über die Notwendigkeit einer gründlichen Revolution, d a s kom-
m u n i s t i s c h e B e w u ß t s e i n , a u s g e h t , d a s sich n a t ü r l i c h a u c h u n t e r d e n
andern Klassen vermöge der Anschauung d e r Stellung dieser
Klasse bilden k a n n ; 2) d a ß die Bedingungen, innerhalb deren
25 b e s t i m m t e P r o d u k t i o n s k r ä f t e a n g e w a n d t w e r d e n k ö n n e n , d i e Be-
d i n g u n g e n d e r H e r r s c h a f t e i n e r b e s t i m m t e n K l a s s e d e r Gesell-
schaft s i n d , d e r e n soziale, a u s i h r e m Besitz h e r v o r g e h e n d e M a c h t
in der jedesmaligen Staatsform ihren p r a k t i s c h - idealistischen
Ausdruck hat, und deshalb jeder revolutionäre K a m p f gegen eine
s o K l a s s e , d i e b i s h e r g e h e r r s c h t h a t , sich r i c h t e t ; 3 ) d a ß i n a l l e n bis-
h e r i g e n R e v o l u t i o n e n d i e A r t d e r T ä t i g k e i t stets u n a n g e t a s t e t b l i e b
u n d e s sich n u r u m e i n e a n d r e D i s t r i b u t i o n d i e s e r T ä t i g k e i t , u m
eine neue Verteilung der Arbeit an andre Personen handelte, wäh-
r e n d d i e k o m m u n i s t i s c h e R e v o l u t i o n sich gegen d i e b i s h e r i g e A r t
3 5 d e r T ä t i g k e i t r i c h t e t , d i e A r b e i t beseitigt, u n d d i e H e r r s c h a f t
a l l e r K l a s s e n m i t d e n K l a s s e n selbst a u f h e b t , w e i l sie d u r c h d i e
K l a s s e b e w i r k t w i r d , d i e i n d e r Gesellschaft für k e i n e K l a s s e m e h r
1—5 Diesen Satz strich Marx rechts an und vermerkte daneben in der rechten
Spalte:
Selbstentfremdung
24—29 Auf der Höhe von 2) beginnend, bis hierher ist der Text von Marx rechts an-
gestrichen, und daneben in die rechte Spalte geschrieben: Daß die Leute
interessiert sind, den jetzigen Produktionszustand zu erhalten.
60 Deutsche Ideologie. Einleitung

gilt, n i c h t a l s K l a s s e a n e r k a n n t w i r d , schon d e r A u s d r u c k d e r Auf-


l ö s u n g a l l e r K l a s s e n , N a t i o n a l i t ä t e n etc. i n n e r h a l b d e r j e t z i g e n
Gesellschaft i s t ; u n d 4 ) d a ß sowohl z u r m a s s e n h a f t e n E r z e u g u n g
dieses kommunistischen Bewußtseins, wie zur Durchsetzung d e r
S a c h e selbst e i n e m a s s e n h a f t e V e r ä n d e r u n g d e r M e n s c h e n n ö t i g 5
i s t , d i e n u r in einer praktischen Bewegung, in einer R e v o l u t i o n
v o r sich g e h e n k a n n ; d a ß a l s o d i e R e v o l u t i o n n i c h t n u r n ö t i g
ist, w e i l d i e h e r r s c h e n d e K l a s s e a u f k e i n e a n d r e W e i s e ge-
stürzt werden k a n n , sondern auch, weil die s t ü r z e n d e Klasse
n u r i n e i n e r R e v o l u t i o n d a h i n k o m m e n k a n n , sich d e n g a n z e n a l t e n 1 0
D r e c k v o m H a l s e z u schaffen u n d z u e i n e r n e u e n B e g r ü n d u n g d e r
Gesellschaft befähigt zu werden.

[ C ] KOMMUNISMUS. — PRODUKTION DER VERKEHRSFORM


SELBST

/ 5 9 / D e r K o m m u n i s m u s u n t e r s c h e i d e t sich v o n a l l e n b i s h e r i g e n 1 5
Bewegungen dadurch, d a ß er die Grundlage aller bisherigen Pro-
duktions- und Verkehrsverhältnisse umwälzt, und alle naturwüch-
sigen V o r a u s s e t z u n g e n z u m ersten M a l m i t B e w u ß t s e i n a l s Ge-
schöpfe der bisherigen Menschen behandelt, ihrer Naturwüchsig-
k e i t e n t k l e i d e t u n d d e r M a c h t d e r v e r e i n i g t e n I n d i v i d u e n unter- 2 0
wirft. S e i n e E i n r i c h t u n g ist d a h e r w e s e n t l i c h ö k o n o m i s c h , d i e
m a t e r i e l l e H e r s t e l l u n g d e r B e d i n g u n g e n d i e s e r V e r e i n i g u n g ; sie
macht die vorhandenen Bedingungen zu Bedingungen der Ver-
e i n i g u n g . D a s B e s t e h e n d e , w a s d e r K o m m u n i s m u s schafft, ist
eben die wirkliche Basis zur Unmöglichmachung alles von den 25
I n d i v i d u e n u n a b h ä n g i g b e s t e h e n d e n , sofern d i e s B e s t e h e n d e den-
n o c h n i c h t s a l s ein P r o d u k t d e s b i s h e r i g e n V e r k e h r s d e r I n d i v i -
d u e n selbst ist. D i e K o m m u n i s t e n b e h a n d e l n a l s o p r a k t i s c h d i e
d u r c h die bisherige Produktion u n d Verkehr erzeugten Bedin-
g u n g e n a l s u n o r g a n i s c h e , o h n e i n d e s sich e i n z u b i l d e n , e s sei d e r 3 0
P l a n oder die Bestimmung der bisherigen Generationen gewesen,
i h n e n M a t e r i a l z u l i e f e r n , u n d o h n e z u g l a u b e n , d a ß d i e s e Be-
d i n g u n g e n für d i e sie schaffenden I n d i v i d u e n u n o r g a n i s c h w a r e n .
/ 6 0 / D e r U n t e r s c h i e d zwischen p e r s ö n l i c h e m I n d i v i d u u m u n d zu-
f ä l l i g e m I n d i v i d u u m ist k e i n e B e g r i f f s u n t e r s c h e i d u n g , s o n d e r n 35
e i n h i s t o r i s c h e s F a k t u m . D i e s e U n t e r s c h e i d u n g h a t z u verschie-
d e n e n Zeiten e i n e n v e r s c h i e d e n e n S i n n , z . B . d e r S t a n d a l s etwas
d e m Individuum Zufälliges im 18. Jahrhundert, plus ou moins
I. Feuerbach 61

a u c h d i e F a m i l i e . E s ist e i n e U n t e r s c h e i d u n g , d i e n i c h t w i r f ü r
j e d e Zeit z u m a c h e n h a b e n , s o n d e r n d i e j e d e Zeit u n t e r d e n ver-
s c h i e d e n e n E l e m e n t e n , d i e sie vorfindet, selbst m a c h t , u n d z w a r
nicht n a c h d e m Begriff, s o n d e r n d u r c h m a t e r i e l l e L e b e n s k o l l i s i o -
n e n g e z w u n g e n . W a s a l s z u f ä l l i g d e r s p ä t e r e n Zeit i m G e g e n s a t z
z u r f r ü h e r e n e r s c h e i n t , a l s o a u c h u n t e r d e n i h r von d e r f r ü h e r e n
ü b e r k o m m e n e n E l e m e n t e n , ist e i n e V e r k e h r s f o r m , d i e e i n e r be-
stimmten Entwicklung der Produktivkräfte entsprach. Das Ver-
h ä l t n i s d e r P r o d u k t i o n s k r ä f t e z u r V e r k e h r s f o r m ist d a s V e r h ä l t n i s
der Verkehrsform zur Tätigkeit oder Betätigung der Individuen.
( D i e G r u n d f o r m d i e s e r B e t ä t i g u n g ist* n a t ü r l i c h d i e m a t e r i e l l e ,
von d e r a l l e a n d r e geistige, p o l i t i s c h e , r e l i g i ö s e etc. a b h ä n g t . D i e
v e r s c h i e d e n e G e s t a l t u n g d e s m a t e r i e l l e n L e b e n s ist n a t ü r l i c h
j e d e s m a l a b h ä n g i g von d e n schon e n t w i c k e l t e n B e d ü r f n i s s e n , u n d
sowohl d i e E r z e u g u n g w i e d i e B e f r i e d i g u n g d i e s e r B e d ü r f n i s s e ist
selbst e i n h i s t o r i s c h e r P r o z e ß , d e r sich b e i k e i n e m S c h a f e o d e r
H u n d e f i n d e t (widerhaariges Hauptargument Stirners a d v e r -
s u s h o m i n e m ) , o b w o h l S c h a f e u n d H u n d e i n i h r e r jetztigen G e -
stalt a l l e r d i n g s , a b e r m a l g r é e u x , P r o d u k t e e i n e s h i s t o r i s c h e n P r o -
zesses s i n d ) . D i e B e d i n g u n g e n , u n t e r d e n e n d i e I n d i v i d u e n , so-
l a n g e d e r W i d e r s p r u c h n o c h n i c h t e i n g e t r e t e n ist, m i t e i n a n d e r
verkehren, sind zu ihrer Individualität gehörige Bedingungen,
n i c h t s ä u ß e r l i c h e s f ü r sie, B e d i n g u n g e n , u n t e r d e n e n d i e s e b e -
stimmten, unter bestimmten Verhältnissen existierenden Indivi-
duen allein ihr materielles Leben und was damit zusammenhängt,
p r o d u z i e r e n k ö n n e n , s i n d a l s o d i e B e d i n g u n g e n i h r e r Selbstbe-
tätigung u n d werden von dieser Selbstbetätigung produziert. Die
b e s t i m m t e B e d i n g u n g u n t e r d e r sie p r o d u z i e r e n , e n t s p r i c h t a l s o ,
s o l a n g e / 6 1 / d e r W i d e r s p r u c h n o c h n i c h t e i n g e t r e t e n ist, i h r e r
wirklichen Bedingtheit, i h r e m einseitigen Dasein, dessen Ein-
seitigkeit sich erst d u r c h d e n E i n t r i t t d e s W i d e r s p r u c h s zeigt u n d
also f ü r d i e S p ä t e r e n existiert. D a n n e r s c h e i n t d i e s e B e d i n g u n g
als eine zufällige Fessel, u n d d a n n wird d a s Bewußtsein, d a ß sie
e i n e F e s s e l sei, a u c h d e r f r ü h e r e n Zeit u n t e r g e s c h o b e n . — D i e s e
s v e r s c h i e d e n e n B e d i n g u n g e n , d i e zuerst a l s B e d i n g u n g e n d e r
Selbstbetätigung, später als Fesseln derselben erschienen, bilden
i n . d e r g a n z e n geschichtlichen E n t w i c k l u n g e i n e z u s a m m e n h ä n -
gende Reihe von Verkehrsformen, deren Z u s a m m e n h a n g d a r i n
besteht, d a ß a n d i e Stelle d e r f r ü h e r e n , z u r F e s s e l g e w o r d e n e n
\o Verkehrsform, eine neue, den entwickelteren Produktivkräften
u n d damit d e r fortgeschrittenen A r t d e r Selbstbetätigung d e r Indi-

8—10 Diesen Satz strich Marx rechts an und korrigierte Selbstbetätigung in Tätig-
keit oder B e t ä t i g u n g um
20—27 Gegenüber diesem Satz schrieb Marx in die rechte Spalte:
P r o d u k t i o n der V e r k e h r s f o r m selbst
62 Deutsche Ideologie. Einleitung

v i d u e n e n t s p r e c h e n d e gesetzt w i r d , d i e à son t o u r w i e d e r z u r
F e s s e l u n d d a n n d u r c h e i n e a n d r e ersetzt w i r d . D a d i e s e Bedin-
g u n g e n a u f j e d e r S t u f e d e r gleichzeitigen E n t w i c k l u n g d e r P r o -
d u k t i v k r ä f t e e n t s p r e c h e n , so ist i h r e Geschichte z u g l e i c h d i e Ge-
schichte d e r sich e n t w i c k e l n d e n u n d von j e d e r n e u e n G e n e r a t i o n s
ü b e r n o m m e n e n P r o d u k t i v k r ä f t e u n d d a m i t d i e G e s c h i c h t e d e r Ent-
w i c k l u n g d e r K r ä f t e d e r I n d i v i d u e n selbst.
D a d i e s e E n t w i c k l u n g n a t u r w ü c h s i g v o r sich geht, d . h . n i c h t
e i n e m G e s a m t p l a n frei v e r e i n i g t e r I n d i v i d u e n s u b o r d i n i e r t ist, s o
geht sie von v e r s c h i e d e n e n L o k a l i t ä t e n , S t ä m m e n , N a t i o n e n , Ar- 10
beitszweigen etc. a u s , d e r e n J e d e a n f a n g s sich u n a b h ä n g i g von
d e n a n d e r e n entwickelt u n d erst n a c h u n d n a c h m i t d e n a n d e r n i n
V e r b i n d u n g tritt. Sie geht f e r n e r n u r s e h r l a n g s a m v o r s i c h ; d i e
verschiedenen Stufen und Interessen werden nie vollständig über-
wunden, sondern n u r d e m siegenden Interesse untergeordnet und is
s c h l e p p e n sich n o c h J a h r h u n d e r t e l a n g n e b e n d i e s e m fort. H i e r -
a u s folgt, d a ß selbst i n n e r h a l b e i n e r N a t i o n d i e I n d i v i d u e n a u c h
a b g e s e h e n von i h r e n V e r m ö g e n s v e r h ä l t n i s s e n g a n z v e r s c h i e d e n e
E n t w i c k l u n g e n h a b e n , u n d d a ß ein f r ü h e r e s I n t e r e s s e , dessen
e i g e n t ü m l i c h e V e r k e h r s f o r m schon d u r c h d i e e i n e m s p ä t e r e n an- 20
g e h ö r i g e v e r d r ä n g t ist, n o c h l a n g e i m Besitz e i n e r t r a d i t i o n e l l e n
M a c h t i n d e r d e n I n d i v i d u e n g e g e n ü b e r v e r s e l b s t s t ä n d i g t e n schein-
b a r e n Gemeinschaft (Staat, Recht) bleibt, einer Macht, die in
l e t z t e r I n s t a n z n u r d u r c h e i n e R e v o l u t i o n z u b r e c h e n ist. H i e r a u s
e r k l ä r t sich a u c h , w a r u m i n B e z i e h u n g auf e i n z e l n e P u n k t e , / 6 2 / 2 s
die eine allgemeinere Zusammenfassung erlauben, das Bewußt-
sein z u w e i l e n w e i t e r v o r g e r ü c k t scheinen k a n n , a l s d i e gleichzeiti-
gen empirischen Verhältnisse, sodaß m a n in den K ä m p f e n einer
s p ä t e r e n E p o c h e sich auf f r ü h e r e T h e o r e t i k e r a l s a u f A u t o r i t ä t e n
stützen k a n n . — D a g e g e n geht d i e E n t w i c k l u n g in L ä n d e r n , d i e , so
w i e N o r d a m e r i k a , i n e i n e r schon entwickelten G e s c h i c h t s e p o c h e
von v o r n a n f a n g e n , s e h r r a s c h v o r sich. S o l c h e L ä n d e r h a b e n
keine andern naturwüchsigen Voraussetzungen a u ß e r den Indivi-
d u e n , d i e sich d o r t a n s i e d e l n , u n d d i e h i e r z u d u r c h d i e i h r e n Be-
d ü r f n i s s e n n i c h t e n t s p r e c h e n d e n V e r k e h r s f o r m e n d e r a l t e n Län- 35
d e r v e r a n l a ß t w u r d e n . Sie f a n g e n also m i t d e n f o r t g e s c h r i t t e n s t e n
Individuen der alten Länder und daher mit der diesen Individuen
e n t s p r e c h e n d e n entwickeltsten V e r k e h r s f o r m a n , n o c h e h e d i e s e
[ ) ]
V e r k e h r s f o r m i n d e n a l t e n L ä n d e r n sich d u r c h s e t z e n k a n n . * D i e s
t*l /65/ Persönliche Energie der Individuen einzelner Nationen — to
Deutsche und Amerikaner — Energie schon durch Rassenkreuzung — da-
her die Deutschen kretinmäßig — in Frankreich, England etc. fremde
Völker auf einen schon entwickelten, in Amerika auf einen ganz neuen
Boden verpflanzt, in Deutschland die naturwüchsige Bevölkerung ruhig
sitzen geblieben. 45
I. Feuerbach 63

ist d e r F a l l m i t a l l e n K o l o n i e n , sofern sie n i c h t b l o ß e M i l i t ä r -


oder Handelsstationen sind. Karthago, die griechischen Kolonien
und Island im 1 1 . und 12. Jahrhundert liefern Beispiele dazu.
E i n ä h n l i c h e s V e r h ä l t n i s f i n d e t Statt b e i d e r E r o b e r u n g , w e n n d e m
s eroberten L a n d e die auf einem andern Boden entwickelte Ver-
k e h r s f o r m f e r t i g h e r ü b e r g e b r a c h t w i r d ; w ä h r e n d sie i n i h r e r H e i -
mat noch mit Interessen und Verhältnissen a u s früheren Epochen
b e h a f t e t w a r , k a n n u n d m u ß sie h i e r v o l l s t ä n d i g u n d o h n e H i n d e r -
n i s d u r c h g e s e t z t w e r d e n , schon u m d e n E r o b e r e r n d a u e r n d e M a c h t
ίο zu sichern. ( E n g l a n d u n d Neapel nach der normannischen Erobe­
r u n g , w o sie d i e v o l l e n d e t s t e F o r m d e r f e u d a l e n O r g a n i s a t i o n er­
hielten).
/52/ A l l e K o l l i s i o n e n d e r G e s c h i c h t e h a b e n also n a c h u n s r e r
Auffassung ihren U r s p r u n g in d e m W i d e r s p r u c h zwischen den Pro-
n d u k t i v k r ä f t e n u n d d e r V e r k e h r s - / 5 3 / f o r m . E s ist ü b r i g e n s n i c h t
nötig, d a ß dieser Widerspruch, um zu Kollisionen in einem L a n d e
z u f ü h r e n , i n d i e s e m L a n d e selbst a u f d i e S p i t z e g e t r i e b e n ist.
Die durch einen erweiterten internationalen Verkehr hervorge-
r u f e n e K o n k u r r e n z m i t i n d u s t r i e l l e n t w i c k e l t e r e n L ä n d e r n ist h i n -
g e r e i c h e n d , u m a u c h i n d e n L ä n d e r n m i t w e n i g e r e n t w i c k e l t e r In-
d u s t r i e e i n e n ä h n l i c h e n W i d e r s p r u c h z u e r z e u g e n ( z . B . d a s la-
t e n t e P r o l e t a r i a t i n D e u t s c h l a n d d u r c h d i e K o n k u r r e n z d e r eng-
lischen I n d u s t r i e z u r E r s c h e i n u n g g e b r a c h t ) .
/ 5 2 / D i e s e r W i d e r s p r u c h zwischen d e n P r o d u k t i v k r ä f t e n u n d d e r
2 5 V e r k e h r s f o r m , d e r , w i e w i r s a h e n , schon m e h r e r e M a l i n d e r bis-
herigen Geschichte v o r k a m , ohne jedoch die G r u n d l a g e dersel-
ben zu gefährden, m u ß t e jedesmal in einer Revolution eklatieren,
wobei er zugleich verschiedene Nebengestalten a n n a h m , als To-
t a l i t ä t von K o l l i s i o n e n , K o l l i s i o n e n v e r s c h i e d e n e r K l a s s e n , a l s
s o W i d e r s p r u c h d e s B e w u ß t s e i n s , G e d a n k e n k a m p f etc., p o l i t i s c h e r
K a m p f etc. V o n e i n e m b o r n i e r t e n G e s i c h t s p u n k t e a u s k a n n m a n
n u n e i n e d i e s e r N e b e n g e s t a l t e n h e r a u s n e h m e n u n d sie a l s d i e
B a s i s d i e s e r R e v o l u t i o n e n b e t r a c h t e n , w a s u m s o l e i c h t e r ist, a l s
d i e I n d i v i d u e n , v o n d e n e n d i e R e v o l u t i o n e n a u s g i n g e n , sich j e
36 nach ihrem Bildungsgrad u n d der Stufe der historischen Entwick-
l u n g ü b e r i h r e e i g n e T ä t i g k e i t selbst I l l u s i o n e n m a c h t e n .
/55/ Die Verwandlung der persönlichen Mächte (Verhältnisse)
in sachliche durch d i e Teilung d e r Arbeit k a n n nicht d a d u r c h wie-
d e r a u f g e h o b e n w e r d e n , d a ß m a n sich d i e a l l g e m e i n e V o r s t e l l u n g
4 0 d a v o n a u s d e m K o p f e schlägt, s o n d e r n n u r d a d u r c h , d a ß d i e In-
d i v i d u e n d i e s e s a c h l i c h e n M ä c h t e w i e d e r u n t e r sich s u b s u m i e r e n
u n d d i e T e i l u n g d e r A r b e i t a u f h e b e n . D i e s ist o h n e d i e G e m e i n -

42 Auf der Höhe dieses Satzes schrieb Engels in die rechte Spalte:
( F e u e r b a c h : Sein u n d W e s e n )
64 D e u t s c h e Ideologie. E i n l e i t u n g

schaft n i c h t m ö g l i c h . E r s t i n d e r G e m e i n s c h a f t [mit A n d e r n h a t
jedes] I n d i v i d u u m /56/ die Mittel, seine Anlagen nach allen
Seiten hin a u s z u b i l d e n ; erst in d e r Gemeinschaft w i r d also die
persönliche Freiheit möglich. In den bisherigen Surrogaten d e r
Gemeinschaft, im Staat usw. existierte die persönliche Freiheit s
n u r f ü r d i e i n d e n V e r h ä l t n i s s e n d e r h e r r s c h e n d e n K l a s s e ent-
wickelten I n d i v i d u e n u n d n u r insofern sie I n d i v i d u e n dieser
K l a s s e w a r e n . D i e s c h e i n b a r e G e m e i n s c h a f t , z u d e r sich b i s h e r
d i e I n d i v i d u e n v e r e i n i g t e n , v e r s e l b s t s t ä n d i g t e sich stets i h n e n ge-
g e n ü b e r u n d w a r z u g l e i c h , d a sie e i n e V e r e i n i g u n g e i n e r K l a s s e ,
gegenüber einer andern, war, für die beherrschte Klasse nicht n u r
eine ganz illusorische Gemeinschaft, sondern auch eine n e u e Fes-
sel. In d e r wirklichen Gemeinschaft erlangen die I n d i v i d u e n in
u n d d u r c h ihre Assoziation zugleich ihre Freiheit. —
/ 5 8 / Es geht aus d e r ganzen bisherigen Entwicklung hervor, d a ß κ
d a s gemeinschaftliche Verhältnis, in das dielndividuen einer Klasse
t r a t e n , u n d d a s d u r c h i h r e g e m e i n s c h a f t l i c h e n I n t e r e s s e n gegen-
ü b e r e i n e m D r i t t e n b e d i n g t w a r , stets e i n e G e m e i n s c h a f t w a r , d e r
diese Individuen n u r als Durchschnittsindividuen angehörten, n u r
soweit sie in d e n E x i s t e n z b e d i n g u n g e n i h r e r K l a s s e l e b t e n , e i n 20
Verhältnis, an d e m sie nicht als Individuen, sondern als Klassen-
mitglieder Teil hatten. Bei der Gemeinschaft d e r revolutionären
Proletarier dagegen, die ihre u n d aller Gesellschaftsmitglieder
E x i s t e n z - / 5 9 / b e d i n g u n g e n u n t e r i h r e K o n t r o l l e n e h m e n , ist e s
gerade umgekehrt; an ihr nehmen die Individuen als Individuen ss
A n t e i l . E s ist e b e n d i e V e r e i n i g u n g d e r I n d i v i d u e n ( i n n e r h a l b d e r
V o r a u s s e t z u n g d e r jetzt entwickelten P r o d u k t i v k r ä f t e n a t ü r l i c h ) ,
die die Bedingungen der freien Entwicklung u n d Bewegung der
I n d i v i d u e n u n t e r i h r e K o n t r o l l e gibt, B e d i n g u n g e n , d i e b i s h e r
d e m Z u f a l l ü b e r l a s s e n w a r e n u n d sich g e g e n d i e e i n z e l n e n I n d i - *>
v i d u e n e b e n d u r c h i h r e T r e n n u n g a l s I n d i v i d u e n , d u r c h i h r e not-
wendige Vereinigung, die mit der Teilung der Arbeit gegeben, und
durch ihre T r e n n u n g zu einem ihnen fremden B a n d e geworden
war, verselbständigt hatten. Die bisherige Vereinigung w a r n u r
eine (keineswegs willkürliche, wie sie z. B. im Contrat social dar- κ
gestellt w i r d , s o n d e r n n o t w e n d i g e ) V e r e i n i g u n g ( v e r g l e i c h e z . B .
die Bildung des nordamerikanischen Staats u n d die südamerika-
nischen R e p u b l i k e n ) über diese Bedingungen, innerhalb deren
d a n n die Individuen den Genuß der Zufälligkeit hatten. Dieses
Recht, innerhalb gewisser Bedingungen ungestört d e r Zufälligkeit 40
sich e r f r e u e n z u d ü r f e n , n a n n t e m a n b i s h e r p e r s ö n l i c h e F r e i h e i t .
— Diese Existenzbedingungen sind natürlich n u r die jedesma-
ligen Produktionskräfte und Verkehrsformen. —
1—2 Das Manuskript ist beschädigt; auf der Photographie ist der untere Rand der
Seite so umgebogen, daß er die letzten Worte verdeckt
I. Feuerbach 65

/ 5 5 / W e n n m a n d i e s e E n t w i c k l u n g d e r I n d i v i d u e n i n d e n ge-
m e i n s a m e n Existenzbedingungen d e r geschichtlich aufeinander-
folgenden Stände und Klassen und den ihnen damit aufgedrängten
allgemeinen Vorstellungen p h i l o s o p h i s c h betrachtet, s o k a n n
5 m a n sich a l l e r d i n g s l e i c h t e i n b i l d e n , i n d i e s e n I n d i v i d u e n h a b e
sich d i e G a t t u n g o d e r d e r M e n s c h , o d e r sie h a b e n d e n M e n s c h e n
entwickelt; eine Einbildung, womit der Geschichte einige starke
[ί)]
Ohrfeigen gegeben w e r d e n . M a n kann d a n n diese verschiedenen
S t ä n d e u n d K l a s s e n a l s Spezifikationen d e s a l l g e m e i n e n A u s -
lo drucks, als Unterarten der Gattung, als Entwicklungsphasen des
Menschen fassen.
Diese Subsumtion der Individuen unter bestimmte Klassen
k a n n n i c h t e h e r a u f g e h o b e n w e r d e n , a l s b i s sich e i n e K l a s s e ge-
bildet hat, die gegen die herrschende Klasse kein besonderes
is Klasseninteresse m e h r durchzusetzen hat. —
/ 5 6 / D i e I n d i v i d u e n g i n g e n i m m e r von sich a u s , n a t ü r l i c h a b e r
v o n sich i n n e r h a l b i h r e r g e g e b e n e n h i s t o r i s c h e n B e d i n g u n g e n u n d
Verhältnisse, nicht vom „ r e i n e n " Individuum im Sinne der Ideo-
logen. A b e r im Lauf der historischen Entwicklung u n d gerade
2o durch die innerhalb der Teilung d e r Arbeit unvermeidliche Ver-
s e l b s t s t ä n d i g u n g d e r gesellschaftlichen V e r h ä l t n i s s e t r i t t e i n U n -
t e r s c h i e d h e r a u s zwischen d e m L e b e n j e d e s I n d i v i d u u m s , soweit
e s p e r s ö n l i c h ist u n d i n s o f e r n e s u n t e r i r g e n d e i n e n Z w e i g d e r A r b e i t
u n d d i e d a z u g e h ö r i g e n B e d i n g u n g e n s u b s u m i e r t ist. ( D i e s ist
25 nicht so zu verstehen, als ob z. B. der Rentier, d e r Kapitalist pp
a u f h ö r t e n , P e r s o n e n z u sein ; s o n d e r n i h r e P e r s ö n l i c h k e i t ist d u r c h
ganz bestimmte Klassenverhältnisse bedingt u n d bestimmt, u n d
d e r Unterschied tritt erst im Gegensatz zu einer a n d e r n Klasse
u n d f ü r sie selbst e r s t d a n n h e r v o r , w e n n sie B a n k e r o t t m a c h e n ) .
s o I m S t a n d ( m e h r n o c h i m S t a m m ) ist d i e s n o c h v e r d e c k t , z . B . e i n
A d l i g e r b l e i b t stets e i n A d l i g e r , ein R o t u r i e r stets e i n R o t u r i e r , a b -
g e s e h n von s e i n e n sonstigen V e r h ä l t n i s s e n , e i n e von s e i n e r I n d i v i -
dualität unzertrennliche Qualität. Der Unterschied des persön-
lichen I n d i v i d u u m s gegen d a s Klassenindividuum, die Zufällig-
3 5 k e i t d e r L e b e n s b e d i n g u n g e n f ü r d a s I n [ d i v i d u u m ] tritt e r s t m i t

[*)] /54/ Der I»ei Sankt Max häufig vorkommende Satz, daß Jeder
Alles, was er ist, durch den Staat ist, ist im Grunde derselbe wie der, daß
der Bourgeois nur ein Exemplar der Bourgeoisgattung sei; ein Satz, der
voraussetzt, daß die K l a s s e der Bourgeois schon vor den sie kon-
4o stituierenden Individuen existiert habe.
20 Im Original unvermeidlichen
35 Infolge einer Falzung des Papiers sind die angegebenen Worte des Textes
auf der Photographie verdeckt
36—40 Dieser Satz ist von Marx in eckige Klammem gesetzt, rechts angestrichen und
mit der Bemerkung in der rechten Spalte versehen worden:
P r ä e x i s t e n z der Klasse bei den Philosophen.
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 5
66 D e u t s c h e Ideologie. Einleitung

d e m A u f t r e t e n d e r K l a s s e [ein], d i e selbst e i n P r o d u k t d e r B o u r -
g e o i s i e ist. D i e K o n k u r r e n z u n d d e r K a m p f [der] I n d i v i d u e n
unter einander erz[eugt und e n t w i c k e l t erst /57/ diese Zufälligkeit
a l s s o l c h e . I n d e r V o r s t e l l u n g sind d a h e r d i e I n d i v i d u e n u n t e r
d e r B o u r g e o i s i e h e r r s c h a f t f r e i e r a l s f r ü h e r , w e i l i h n e n i h r e Le- 5
b e n s b e d i n g u n g e n z u f ä l l i g s i n d ; i n d e r W i r k l i c h k e i t sind s i e n a t ü r -
lich u n f r e i e r , w e i l m e h r u n t e r s a c h l i c h e G e w a l t s u b s u m i e r t . D e r
U n t e r s c h i e d v o m S t a n d tritt n a m e n t l i c h h e r a u s i m G e g e n s a t z d e r
Bourgeoisie gegen d a s Proletariat. Als der Stand d e r städtischen
B ü r g e r , d i e K o r p o r a t i o n e n p p g e g e n ü b e r d e m L a n d a d e l auf- 1 0
kamen, erschien ihre Existenzbedingung, das Mobileigentum und
d i e H a n d w e r k s a r b e i t , d i e schon v o r i h r e r T r e n n u n g v o m F e u d a l -
verbande latent existiert hatten, als etwas Positives, d a s gegen das
f e u d a l e G r u n d e i g e n t u m geltend g e m a c h t w u r d e , u n d n a h m d a h e r
auch zunächst wieder die feudale F o r m in ihrer Weise an. Aller- u
dings behandelten die entlaufenden Leibeignen ihre bisherige
L e i b e i g e n s c h a f t a l s etwas i h r e r P e r s ö n l i c h k e i t Z u f ä l l i g e s . H i e r i n
a b e r t a t e n sie n u r d a s s e l b e , w a s j e d e sich von e i n e r F e s s e l be-
f r e i e n d e K l a s s e t u t , u n d d a n n b e f r e i t e n sie sich n i c h t a l s K l a s s e ,
sondern vereinzelt. Sie traten ferner nicht a u s d e m Bereich des 20
Ständewesens heraus, sondern bildeten n u r einen neuen Stand,
u n d b e h i e l t e n i h r e b i s h e r i g e A r b e i t s w e i s e a u c h i n d e r n e u e n Stel-
l u n g b e i u n d b i l d e t e n sie w e i t e r a u s , i n d e m sie s i e v o n i h r e n bis-
h e r i g e n , i h r e r schon e r r e i c h t e n E n t w i c k l u n g n i c h t [ m e h r ] e n t s p r e -
c ) ]
c h e n d e n F e s s e l n b e f r e i t e n . * — B e i d e n P r o l e t a r i e r n d a g e g e n ist 25
ihre eigne Lebensbedingung, die Arbeit, u n d d a m i t sämtliche Exi-
s t e n z b e d i n g u n g e n d e r h e u t i g e n Gesellschaft, f ü r sie z u e t w a s Zu-
fälligem geworden, worüber die einzelnen P r o l e t a r i e r keine Kon-
trolle haben, und worüber ihnen keine g e s e l l s c h a f t l i c h e O r -
g a n i s a t i o n e i n e K o n t r o l l e g e b e n k a n n , u n d d e r W i d e r s p r u c h zwi- s o
sehen d e r P e r s ö n l i c h k e i t d e s einzelnen P r o l e t a r i e r s u n d s e i n e r i h m
I*>] /58/ N . B . Nicht zu vergessen, daß schon die Notwendigkeit der
Leibeignen, zu existieren, und die Unmöglichkeit der großen Wirtschaft,
die die Verteilung der allotments an die Leibeignen mit sich führte, sehr
bald die Verpflichtungen der Leibeignen gegen den Feudalherrn auf einen ss
Durchschnitt von Naturallieferungen und Fronleistungen reduzierte, der
dem Leibeignen die Akkumulation von Mobiliareigentum möglich machte
und damit sein Entfliehen von dem Besitztum seines Herrn erleichterte und
ihm Aussicht auf sein Fortkommen als Stadtbürger gab, auch Abstufungen
unter den Leibeignen erzeugte, sodaß die weglaufenden Leibeignen schon 40
halbe Bürger sind. Wobei es ebenfalls einleuchtet, daß die eines Hand-
werks kundigen leibeignen Bauern am meisten Chance hatten, sich Mo-
biliareigentum zu erwerben. —
1—24 Infolge einer Falzung des Papiers sind die angegebenen Worte des Textes
auf der Photographie verdeckt
20—30 Im Original O r g a n i s a t i o n keine K o n t r o l l e
I. Feuerbach 67

a u f g e d r ä n g t e n L e b e n s b e d i n g u n g , d e r A r b e i t , t r i t t f ü r i h n selbst
h e r v o r , n a m e n t l i c h d a e r schon von J u g e n d a u f g e o p f e r t w i r d , u n d
d a i h m d i e C h a n c e fehlt, i n n e r h a l b s e i n e r K l a s s e z u d e n B e d i n -
g u n g e n z u k o m m e n , d i e i h n i n d i e a n d r e stellen. — / 5 8 / W ä h r e n d
5 also die entlaufenden Leibeignen n u r ihre bereits vorhandenen
Existenzbedingungen frei entwickeln u n d z u r Geltung bringen
wollten, u n d d a h e r i n letzter I n s t a n z n u r b i s z u r f r e i e n A r b e i t
kamen, müssen die Proletarier, um persönlich zur Geltung zu
kommen, ihre eigne bisherige Existenzbedingung, die zugleich die
i o d e r g a n z e n b i s h e r i g e n G e s e l l s c h a f t ist, d i e A r b e i t , a u f h e b e n . S i e
befinden sich d a h e r a u c h i m d i r e k t e n G e g e n s a t z z u d e r F o r m , i n
d e r d i e I n d i v i d u e n d e r Gesellschaft sich b i s h e r e i n e n G e s a m t a u s -
druck gaben, z u m Staat, u n d müssen den Staat stürzen, um i h r e
Persönlichkeit durchzusetzen.
D A S LEIPZIGER KONZIL
Das Leipziger Konzil 71—72

Geschrieben April/Mai 1846 in Brüssel


/[1]/

DAS LEIPZIGER KONZIL

Im dritten Bande der Wigandschen Vierteljahrsschrift für 1 8 4 5


e r e i g n e t sich d i e von K a u l b a c h p r o p h e t i s c h g e m a l t e H u n n e n -
s schlacht w i r k l i c h . D i e G e i s t e r d e r E r s c h l a g e n e n , d e r e n G r i m m
a u c h i m T o d e sich n i c h t b e r u h i g t , e r h e b e n e i n G e t ö s e u n d H e u l e n
in d e r Luft, wie von Kriegen u n d Kriegsgeschrei, von Schwertern,
S c h i l d e n u n d e i s e r n e n W a g e n . A b e r e s h a n d e l t sich n i c h t u m ir-
d i s c h e D i n g e . D e r h e i l i g e K r i e g w i r d g e f ü h r t , n i c h t u m Schütz-
1 0 zolle, K o n s t i t u t i o n , K a r t o f f e l k r a n k h e i t , B a n k w e s e n u n d E i s e n b a h -
nen, sondern um die heiligsten Interessen des Geistes, um die
„Substanz", das „Selbstbewußtsein", die „Kritik", den „Einzi-
g e n " u n d d e n „ w a h r e n M e n s c h e n " . W i r befinden u n s a u f e i n e m
K o n z i l v o n K i r c h e n v ä t e r n . D a sie d i e letzten E x e m p l a r e i h r e r A r t
i s s i n d u n d h i e r hoffentlich z u m letzten M a l i n S a c h e n d e s A l l e r h ö c h -
sten, a l i a s A b s o l u t e n , p l ä d i e r t w i r d , s o l o h n t e s sich, ü b e r d i e V e r -
handlungen procès-verbal aufzunehmen.
D a ist z u e r s t d e r h e i l i g e B r u n o , d e r a n s e i n e m S t o c k
leicht z u e r k e n n e n ist ( „ w e r d e S i n n l i c h k e i t , w e r d e e i n S t o c k " ,
2 o W i g a n d p . 1 3 0 ) . E r t r ä g t u m sein H a u p t d i e G l o r i e d e r „ r e i n e n
K r i t i k " u n d h ü l l t sich w e l t v e r a c h t e n d i n sein „ S e l b s t b e w u ß t s e i n "
ein. Er hat „ d i e Religion in ihrer Totalität u n d den Staat in seinen
E r s c h e i n u n g e n g e b r o c h e n " ( p . 1 3 8 ) , i n d e m e r d e n Begriff
d e r „ S u b s t a n z " i m N a m e n des a l l e r h ö c h s t e n S e l b s t b e w u ß t s e i n s
2 5 genotzüchtigt. D i e T r ü m m e r d e r K i r c h e u n d d i e „ B r u c h " - s t ü c k e
d e s S t a a t s l i e g e n z u seinen F ü ß e n , w ä h r e n d sein B l i c k „ d i e M a s s e "
i n d e n S t a u b „ n i e d e r m e t z e l t " . E r ist w i e Gott, e r h a t w e d e r V a t e r
n o c h M u t t e r , e r ist „ s e i n e i g n e s Geschöpf, sein e i g n e s M a c h w e r k "
( p . 1 3 6 ) . M i t E i n e m W o r t : e r ist d e r „ N a p o l e o n " d e s Geistes —
3 0 i m Geist „ N a p o l e o n " . S e i n e geistlichen Ü b u n g e n b e s t e h e n d a r i n ,
d a ß e r stets „ s i c h v e r n i m m t u n d i n d i e s e m S e l b s t v e r n e h m e n / l a /
d e n A n t r i e b z u r S e l b s t b e s t i m m u n g f i n d e t " ( p . 1 3 6 ) ; i n F o l g e wel-
ches a n s t r e n g e n d e n S e l b s t p r o t o k o l l i e r e n s e r sichtlich a b m a g e r t .
A u ß e r sich selbst „ v e r n i m m t " e r , w i e w i r s e h e n w e r d e n , v o n Zeit
3 5 z u Zeit a u c h d a s W e s t f ä l i s c h e D a m p f b o o t .
I h m g e g e n ü b e r steht d e r h e i l i g e M a x , d e s s e n V e r d i e n s t e
u m d a s R e i c h Gottes d a r i n b e s t e h e n , d a ß e r s e i n e I d e n t i t ä t n u n -
mehr auf zirka 6 0 0 Druckseiten konstatiert u n d bewiesen zu haben
behauptet, wie er nicht Dieser und Jener, nicht „ H a n s oder K u n z " ,
72 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

s o n d e r n e b e n d e r b e i l i g e M a x u n d k e i n a n d r e r sei. V o n s e i n e r
G l o r i e u n d seinen sonstigen A b z e i c h e n l ä ß t sich n u r s a g e n , d a ß sie
„ s e i n G e g e n s t a n d u n d d a r u m sein E i g e n t u m " , d a ß sie „ e i n z i g "
u n d „ u n v e r g l e i c h l i c h " sind u n d d a ß „ N a m e n sie n i c h t n e n n e n "
( p . 1 4 8 ) . E r ist z u g l e i c h e r Zeit d i e „ P h r a s e " u n d d e r „ P h r a s e n - s
e i g n e r " , z u g l e i c h e r Zeit S a n c h o P a n z a u n d D o n Q u i j o t e . S e i n e
a s k e t i s c h e n Ü b u n g e n b e s t e h e n i n s a u r e n G e d a n k e n ü b e r d i e Ge-
dankenlosigkeit, in bogenlangen Bedenken über die Unbedenklich-
keit, i n d e r H e i l i g s p r e c h u n g d e r H e i l l o s i g k e i t . I m Ü b r i g e n b r a u -
c h e n w i r n i c h t v i e l v o n i h m z u r ü h m e n , d a e r d i e M a n i e r h a t , von 1 0
allen ihm zugeschriebenen Eigenschaften, u n d w ä r e n ihrer m e h r
a l s d e r N a m e n Gottes b e i d e n M u h a m e d a n e r n , z u s a g e n : I c k b i n
d a s Alles u n d noch etwas mehr, Ich bin das Alles von diesem
N i c h t s u n d d a s N i c h t s v o n d i e s e m A l l e n . E r u n t e r s c h e i d e t sich d a -
d u r c h v o r t e i l h a f t von s e i n e m d ü s t e r n N e b e n b u h l e r , d a ß e r e i n e n i s
gewissen f e i e r l i c h e n „ L e i c h t s i n n " besitzt, u n d v o n Z e i t z u Zeit
s e i n e e r n s t e n M e d i t a t i o n e n d u r c h ein „ k r i t i s c h e s J u c h h e "
unterbricht.
Vor diese beiden Großmeister der heiligen Inquisition wird der
H ä r e t i k e r F e u e r b a c h zitiert, u m sich w e g e n e i n e r s c h w e r e n A n - 2 0
klage des Gnostizismus zu verantworten. D e r Ketzer Feuerbach,
„ d o n n e r t " d e r h e i l i g e B r u n o , ist i m Besitz d e r / l b / H y l e , d e r
S u b s t a n z , u n d v e r w e i g e r t sie h e r a u s z u g e b e n , a u f d a ß sich m e i n
u n e n d l i c h e s S e l b s t b e w u ß t s e i n nicht d a r i n s p i e g l e . D a s Selbst-
bewußtsein m u ß solange wie ein Gespenst umgehen, bis es alle 25
D i n g e , d i e v o n i h m u n d z u i h m s i n d , i n sich z u r ü c k g e n o m m e n h a t .
N u n hat es bereits die ganze Welt verschluckt, a u ß e r dieser H y l e ,
d e r Substanz, die der Gnostiker Feuerbach unter Schloß u n d Rie-
gel hält u n d nicht herausgeben will.
D e r heilige M a x klagt den Gnostiker an, d a s d u r c h seinen M u n d 30
geoffenbarte D o g m a z u bezweifeln, d a ß „ j e d e G a n s , j e d e r H u n d ,
jedes P f e r d " der „vollkommene, ja wenn m a n einen Superlativ
g e r n e h ö r t , d e r v o l l k o m m e n s t e M e n s c h " sei. ( W i g a n d p . 1 8 7 :
„ D e m p p f e h l t a u c h n i c h t ein T i t e l c h e n v o n d e m , w a s d e n M e n -
schen z u m M e n s c h e n m a c h t . F r e i l i c h ist d a s a u c h d e r s e l b e 3 5
Fall mit jeder Gans, jedem Hunde, jedem P f e r d e " ) .
A u ß e r d e r V e r h a n d l u n g dieser richtigen Anklagen w i r d noch
e i n P r o z e ß d e r b e i d e n H e i l i g e n gegen M o s e s H e ß u n d d e s hei-
l i g e n B r u n o g e g e n d i e V e r f a s s e r d e r „ h e i l i g e n F a m i l i e " entschie-
d e n . D a d i e s e I n k u l p a t e n sich i n d e s u n t e r d e n „ D i n g e n d i e s e r 4 0
W e l t " h e r u m t r e i b e n , u n d d e s h a l b n i c h t v o r d e r »Santa C a s a er-
s c h e i n e n , w e r d e n sie i n K o n t u m a z v e r u r t e i l t z u e w i g e r V e r b a n n u n g
a u s d e m R e i c h e d e s Geistes f ü r d i e D a u e r i h r e s n a t ü r l i c h e n L e b e n s .
S c h l i e ß l i c h v e r f ü h r e n d i e b e i d e n G r o ß m e i s t e r w i e d e r abson-
d e r l i c h e I n t r i g e n unter- u n d g e g e n e i n a n d e r . 45
II

S A N K T BRUNO
Π. S a n k t B r u n o 75—94

Geschrieben ca. Dezember 1845 bis Mitte April 1846 in Brüssel


/1/

II

Sankt Bruno

1. „Feldzug" gegen Feuerbach

5 Ehe wir der feierlichen Auseinandersetzung des Bauersehen


S e l b s t b e w u ß t s e i n s m i t sich selbst u n d d e r W e l t f o l g e n , m ü s s e n
wir ein Geheimnis verraten. Der heilige B r u n o hat n u r d a r u m
K r i e g u n d K r i e g s g e s c h r e i e r r e g t , w e i l e r sich selbst u n d s e i n e
abgestandene, sauer gewordene Kritik vor d e r u n d a n k b a r e n Ver-
10 geßlichkeit des P u b l i k u m s „sicher stellen", weil er zeigen m u ß t e ,
d a ß auch unter den veränderten Verhältnissen des Jahres 1 8 4 5
d i e K r i t i k stets sich selbst g l e i c h u n d u n v e r ä n d e r l i c h b l i e b . E r
schrieb d e n zweiten B a n d d e r „guten Sache u n d seiner eignen
S a c h e " ; e r b e h a u p t e t sein e i g n e s T e r r a i n , e r k ä m p f t p r o a r i s e t
1 5 f o c i s . E c h t t h e o l o g i s c h a b e r v e r d e c k t e r d i e s e n Selbstzweck u n t e r
dem Schein, als wolle er Feuerbach „charakterisieren". M a n hatte
d e n guten M a n n gänzlich vergessen, wie d i e P o l e m i k zwischen
Feuerbach u n d Stirner, in der er gar nicht berücksichtigt w u r d e ,
a m b e s t e n b e w i e s . E b e n d a r u m k l a m m e r t e r sich a n d i e s e P o l e m i k
2 0 a n , u m sich a l s G e g e n s a t z d e r E n t g e g e n g e s e t z t e n z u i h r e r h ö h e r e n
Einheit, z u m heiligen Geist proklamieren zu können.
D e r h e i l i g e B r u n o eröffnet s e i n e n „ F e l d z u g " m i t e i n e r K a n o -
n a d e g e g e n F e u e r b a c h , c'est-à-dire m i t d e m v e r b e s s e r t e n u n d ver-
mehrten Abdruck eines bereits in den „norddeutschen Blättern"
25 figurierenden Aufsatzes. Feuerbach wird zum Ritter der „ S u b -
s t a n z " geschlagen, u m dem Bauerschen „ S e l b s t b e w u ß t -
s e i n " größeren Relief zu verleihen. Bei dieser Transsubstantia-
tion Feuerbachs, die angeblich d u r c h sämtliche Schriften Feuer-
bachs bewiesen wird, hüpft der heilige M a n n von Feuerbachs
3 0 S c h r i f t e n ü b e r L e i b n i z u n d B a y l e sogleich / [ l a ] / a u f d a s „ W e s e n
76 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

des Christentums" u n d überspringt den Aufsatz gegen die „posi-


tiven P h i l o s o p h e n " in den Hallischen J a h r b ü c h e r n . Dies „Ver-
s e h e n " ist „ a n d e r S t e l l e " . F e u e r b a c h e n t h ü l l t e h i e r n ä m l i c h d e n
positiven Vertretern der „Substanz" gegenüber die ganze Weis-
h e i t v o m „ S e l b s t b e w u ß t s e i n " z u e i n e r Zeit, w o d e r h e i l i g e B r u n o s
n o c h ü b e r d i e unbefleckte E m p f ä n g n i s s p e k u l i e r t e .
E s b e d a r f k a u m d e r E r w ä h n u n g , d a ß S a n k t B r u n o sich n o c h
i m m e r auf seinem althegelschen Schlachtroß herumtummelt. M a n
h ö r e gleich d e n e r s t e n P a s s u s s e i n e r n e u e s t e n O f f e n b a r u n g e n a u s
dem Reiche Gottes: 10
„ H e g e l hatte die Substanz Spinozas und das Fichtesche Ich in
e i n s z u s a m m e n g e f a ß t ; d i e E i n h e i t von B e i d e n , d i e V e r k n ü p f u n g
d i e s e r entgegengesetzten S p h ä r e n p p b i l d e n d a s e i g e n t ü m l i c h e In-
teresse, aber auch zugleich die Schwäche d e r Hegelschen Philo-
s o p h i e . [...] D i e s e r W i d e r s p r u c h , i n d e m sich d a s H e g e i s c h e 15
S y s t e m h i n u n d h e r b e w e g t e , m u ß t e gelöst u n d v e r n i c h t e t w e r d e n .
Er konnte es aber nur dadurch, d a ß die Aufstellung der F r a g e :
w i e v e r h ä l t sich d a s S e l b s t b e w u ß t s e i n z u m a b s o l u t e n
G e i s t e , . . . für immer unmöglich gemacht wurde. Es war nach
zwei S e i t e n m ö g l i c h . E n t w e d e r m u ß d a s S e l b s t b e w u ß t s e i n w i e d e r 20
in d e r Glut der Substanz verbrennen, d. h. das reine Substantiali-
t ä t s v e r h ä l t n i s feststehen u n d b e s t e h e n , o d e r e s m u ß a u f g e z e i g t
werden, d a ß die Persönlichkeit der Urheber ihrer Attribute und
i h r e s W e s e n s ist, d a ß e s i m B e g r i f f e d e r P e r s ö n l i c h k e i t ü b e r -
h a u p t liegt, sich s e l b s t " ( d e n „ B e g r i f f " o d e r d i e „ P e r s ö n l i c h - 25
k e i t " ? ) „ b e s c h r ä n k t z u setzen, u n d d i e s e B e s c h r ä n k u n g , d i e sich
d u r c h i h r a l l g e m e i n e s W e s e n , setzt, w i e d e r a u f - / [ l b ] / z u -
heben, d a eben dieses Wesen n u r d a s R e s u l t a t ihrer —
i n n e r n S e l b s t u n t e r s c h e i d u n g , ihrer Tätigkeit ist". Wi-
gand p. 87, 8 8 . 30
Die Hegeische Philosophie war in der „ h e i l i g e n F a m i l i e "
p. 2 2 0 als Einheit von Spinoza und Fichte dargestellt u n d zugleich
d e r W i d e r s p r u c h , d e r d a r i n liegt, h e r v o r g e h o b e n . D e m h e i l i g e n
B r u n o gehört eigentümlich, d a ß er nicht, wie die Verfasser der
„heiligen F a m i l i e " die Frage vom Verhältnis des Selbstbewußt- 35
seins zur Substanz für eine „Streitfrage i n n e r h a l b d e r Hegel-
s c h e n S p e k u l a t i o n " h ä l t , s o n d e r n f ü r e i n e w e l t h i s t o r i s c h e , j a für
e i n e a b s o l u t e F r a g e . E s ist d i e einzige F o r m , i n w e l c h e r e r d i e
K o l l i s i o n e n d e r G e g e n w a r t a u s s p r e c h e n k a n n . E r g l a u b t wirk-
l i c h , d a ß d e r Sieg d e s S e l b s t b e w u ß t s e i n s ü b e r d i e S u b s t a n z n i c h t 40
n u r v o m wesentlichsten Einfluß a u f d a s e u r o p ä i s c h e Gleich-
gewicht, s o n d e r n a u c h a u f d i e ganze z u k ü n f t i g e E n t w i c k l u n g d e r
O r e g o n f r a g e sei. I n w i e f e r n d a d u r c h d i e A b s c h a f f u n g d e r K o r n -
gesetze i n E n g l a n d b e d i n g t ist, d a r ü b e r ist b i s jetzt w e n i g v e r l a u t e t .
Der abstrakte und verhimmelte Ausdruck, wozu eine wirkliche 45
II. Sankt Bruno 77

K o l l i s i o n sich b e i H e g e l v e r z e r r t , gilt d i e s e m „ k r i t i s c h e n " K o p f


für die wirkliche Kollision. E r akzeptiert den s p e k u l a t i v e n
Widerspruch u n d behauptet den einen Teil desselben d e m a n d e r n
gegenüber. Die philosophische P h r a s e d e r wirklichen F r a g e
5 ist f ü r i h n d i e w i r k l i c h e F r a g e selbst. E r h a t a l s o a u f d e r e i n e n
S e i t e statt d e r w i r k l i c h e n M e n s c h e n u n d i h r e s w i r k l i c h e n B e w u ß t -
seins v o n i h r e n , i h n e n s c h e i n b a r s e l b s t s t ä n d i g g e g e n ü b e r s t e h e n d e n
gesellschaftlichen V e r h ä l t n i s s e n , d i e b l o ß e a b s t r a k t e P h r a s e : d a s
S e l b s t b e w u ß t s e i n , w i e statt d e r w i r k l i c h e n P r o d u k t i o n d i e
10 v e r s e l b s t s t ä n d i g t e Tätigkeit dieses Selbstbe-
w u ß t s e i n s ; u n d a u f d e r a n d e r n S e i t e / [ l c ] / statt d e r w i r k l i c h e n
N a t u r u n d d e r wirklich bestehenden sozialen Verhältnisse d i e phi-
losophische Zusammenfassung aller philosophischen Kategorien
oder Namen dieser Verhältnisse in der P h r a s e : die S u b s t a n z ,
15 d a e r m i t a l l e n P h i l o s o p h e n u n d I d e o l o g e n d i e G e d a n k e n , I d e e n , d e n
verselbstständigten Gedankenausdruck d e r bestehenden Welt für
d i e G r u n d l a g e d i e s e r b e s t e h e n d e n W e l t versieht. D a ß e r n u n m i t d i e -
sen b e i d e n s i n n l o s u n d i n h a l t s l o s g e w o r d e n e n A b s t r a k t i o n e n a l l e r -
lei Kunststücke machen kann, ohne von den wirklichen Menschen
20 u n d i h r e n V e r h ä l t n i s s e n e t w a s z u w i s s e n , l i e g t a u f d e r H a n d .
(Siehe übrigens über die Substanz, was bei Feuerbach, bei Sankt
Max über den „humanen Liberalismus" und über das „Heilige"
gesagt i s t ) . E r verläßt also nicht d e n spekulativen Boden, u m d i e
Widersprüche der Spekulation zu lösen; er manövriert von diesem
25 B o d e n a u s u n d steht s e l b s t s o s e h r n o c h a u f s p e z i e l l H e g e l s c h e n i
Boden, d a ß das Verhältnis „des Selbstbewußtseins" zum „absolu-
ten G e i s t " i h m i m m e r n o c h d e n S c h l a f r a u b t . M i t e i n e m W o r t , w i r
haben hier die in der „Kritik der Synoptiker" angekündigte, im
„Entdeckten Christentum" ausgeführte und leider in der Hegel-
30 schen P h ä n o m e n o l o g i e l ä n g s t a n t i z i p i e r t e P h i l o s o p h i e d e s
S e l b s t b e w u ß t s e i n s . Diese neue Bauersche Philosophie hat
i n der „heiligen F a m i l i e " p . 2 2 0 seqq. u n d 3 0 4 — 7 ihre vollstän-
dige Erledigung gefunden. Sankt Bruno bringt es indes hier fertig
sich selbst n o c h z u k a r i k i e r e n , i n d e m e r d i e „ P e r s ö n l i c h k e i t " h e r -
35 e i n s c h m u g g e l t , u m m i t S t i r n e r d e n E i n z e l n e n a l s sein „ e i g n e s
Machwerk", und u m S t i r n e r als B r u n o s M a c h w e r k dar-
stellen z u k ö n n e n . D i e s e r F o r t s c h r i t t v e r d i e n t e i n e k u r z e N o t i z .
Zunächst vergleiche der Leser diese K a r i k a t u r mit ihrem Ori-
ginal, der E r k l ä r u n g des Selbstbe-/2/wußtseins im „Entdeckten
40 C h r i s t e n t u m " p . 1 1 3 , u n d d i e s e E r k l ä r u n g w i e d e r m i t i h r e m U r -
Original, Hegels Phänomenologie p. 5 7 5 , 5 8 3 und anderwärts.
(Beide Stellen sind abgedruckt: „heilige F a m i l i e " p . 2 2 1 , 2 2 3 ,
2 2 4 ) . Nun aber die Karikatur! „Persönlichkeit überhaupt"!
„ B e g r i f f " ! „ A l l g e m e i n e s W e s e n " ! „ S i c h selbst b e s c h r ä n k t setzen
45 u n d d i e s e B e s c h r ä n k u n g w i e d e r a u f h e b e n " ! „ i n n e r e S e l b s t u n t e r -
78 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

Scheidung"! Welche gewaltigen „Resultate"! „Persönlichkeit


ü b e r h a u p t " ist e n t w e d e r „ ü b e r h a u p t " U n s i n n o d e r d e r a b s t r a k t e
Begriff d e r P e r s ö n l i c h k e i t . E s liegt a l s o „ i m Begriff" d e s Begriffs
d e r P e r s ö n l i c h k e i t „ s i c h selbst b e s c h r ä n k t z u s e t z e n " . D i e s e Be-
s c h r ä n k u n g , d i e im „ B e g r i f f " i h r e s Begriffs liegt, setzt sie g l e i c h s
d a r a u f „ d u r c h i h r a l l g e m e i n e s W e s e n " . U n d n a c h d e m sie d i e s e
B e s c h r ä n k u n g w i e d e r a u f g e h o b e n h a t , zeigt sich, d a ß „ e b e n d i e s e s
W e s e n " erst „ d a s R e s u l t a t ihrer innern Selbstunterscheidung
ist". Das ganze großmächtige Resultat dieser verzwickten Tauto-
logie läuft also auf d a s altbekannte Hegeische Kunststück der 10
Selbstunterscheidung des Menschen im Denken heraus, welche uns
d e r unglückliche Bruno beharrlich als die einzige Tätigkeit der
„Persönlichkeit ü b e r h a u p t " predigt. D a ß mit einer „Persönlich-
k e i t " , d e r e n T ä t i g k e i t sich a u f d i e s e t r i v i a l g e w o r d e n e n l o g i s c h e n
S p r ü n g e b e s c h r ä n k t , nichts a n z u f a n g e n ist, h a t m a n d e m h e i l i g e n i s
B r u n o schon v o r l ä n g e r e r Zeit b e m e r k l i c h g e m a c h t . Z u g l e i c h ent-
hält dieser Passus das naive Geständnis, d a ß das Wesen der Bauer-
schen „ P e r s ö n l i c h k e i t " d e r Begriff e i n e s Begriffs, d i e A b s t r a k t i o n
v o n e i n e r A b s t r a k t i o n ist.
D i e K r i t i k F e u e r b a c h s d u r c h B r u n o , soweit sie n e u ist, be- 2 0
s c h r ä n k t sich d a r a u f , S t i r n e r s V o r w ü r f e g e g e n F e u e r b a c h u n d
B a u e r heuchlerischer Weise als Bauers Vorwürfe gegen Feuer-
bach darzustellen. So z. B. d a ß „ d a s Wesen des Menschen Wesen
ü b e r h a u p t u n d e t w a s H e i l i g e s " sei, d a ß „ d e r / [ 2 a ] / M e n s c h d e r
Gott d e s M e n s c h e n " sei, d a ß d i e M e n s c h e n g a t t u n g „ d a s A b s o l u t e " 2 5
sei, d a ß F e u e r b a c h den Menschen „ i n ein wesentliches u n d un-
w e s e n t l i c h e s I c h " s p a l t e ( o b w o h l B r u n o stets d a s A b s t r a k t e f ü r
das Wesentliche erklärt u n d in seinem Gegensatz von Kritik u n d
M a s s e n sich d i e s e S p a l t u n g n o c h v i e l u n g e h e u e r l i c h e r v o r g e s t e l l t
a l s F e u e r b a c h ) , d a ß d e r K a m p f g e g e n „ d i e P r ä d i k a t e G o t t e s " ge- 3 0
f ü h r t w e r d e n m ü s s e etc. Ü b e r e i g e n n ü t z i g e u n d u n e i g e n n ü t z i g e
L i e b e s c h r e i b t B r u n o d e n S t i r n e r , d e m F e u e r b a c h g e g e n ü b e r , auf
d r e i S e i t e n ( p . 1 3 3 — 1 3 5 ) fast w ö r t l i c h a b , w i e e r a u c h d i e P h r a -
sen v o n S t i r n e r : „ j e d e r M e n s c h sein e i g e n e s G e s c h ö p f " , „ W a h r -
h e i t e i n G e s p e n s t " u s w . s e h r u n g e s c h i c k t k o p i e r t . B e i B r u n o ver- 3 5
w a n d e l t sich d a s „ G e s c h ö p f " n o c h d a z u i n ein „ M a c h w e r k " . W i r
w e r d e n z u r ü c k k o m m e n auf d i e E x p l o i t a t i o n S t i r n e r s d u r c h S a n k t
Bruno.
D a s E r s t e , w a s w i r a l s o bei S a n k t B r u n o f a n d e n , w a r s e i n e fort-
w ä h r e n d e Abhängigkeit von Hegel. W i r w e r d e n auf seine aus *o
Hegel kopierten Bemerkungen natürlich nicht weiter eingehen,
s o n d e r n n u r n o c h e i n i g e Sätze z u s a m m e n s t e l l e n , a u s d e n e n h e r v o r -
geht, w i e felsenfest e r a n d i e M a c h t d e r P h i l o s o p h e n g l a u b t u n d
w i e e r i h r e E i n b i l d u n g teilt, d a ß e i n v e r ä n d e r t e s B e w u ß t s e i n , e i n e
neue W e n d u n g der Interpretation der existierenden Verhältnisse, «
II. Sankt Bruno 79

die ganze bisherige Welt umstürzen könne. In diesem Glauben


l ä ß t sich S a n k t B r u n o a u c h d u r c h e i n e n S c h ü l e r H e f t I V d e r W i -
g a n d s c h e n Q u a r t a l s c h r i f t p a g . 3 2 7 d a s Attest a u s s t e l l e n , d a ß s e i n e
obigen, in Heft I I I proklamierten Phrasen ü b e r Persönlichkeit
s „ w e l t u m s t ü r z e n d e G e d a n k e n " seien.
/[2bJ/ S a n k t B r u n o s a g t p . 9 5 W i g a n d : „ D i e P h i l o s o p h i e ist
n i e etwas A n d e r e s gewesen a l s d i e a u f i h r e a l l g e m e i n s t e F o r m
reduzierte, auf ihren vernünftigsten Ausdruck gebrachte Theolo-
g i e " . D i e s e r g e g e n F e u e r b a c h g e r i c h t e t e P a s s u s ist fast wört-
1 0 lieh a b g e s c h r i e b e n a u s F e u e r b a c h s P h i l o s o p h i e d e r Z u k u n f t
p a g . 2 : „ D i e s p e k u l a t i v e P h i l o s o p h i e ist d i e w a h r e , d i e k o n s e -
quente, die v e r n ü n f t i g e Theologie". Bruno fährt fort: „Die
P h i l o s o p h i e h a t selbst i m B u n d e m i t d e r R e l i g i o n stets a u f d i e a b -
solute U n S e l b s t s t ä n d i g k e i t d e s I n d i v i d u u m s h i n g e a r b e i t e t u n d d i e-
1 5 s e l b e w i r k l i c h v o l l b r a c h t , indem s i e das Einzelleben
in dem allgemeinen Leben, das Akzidens in d e r Substanz, den
M e n s c h e n i m a b s o l u t e n Geist a u f g e h e n h i e ß u n d l i e ß " . A l s o b
„ d i e P h i l o s o p h i e " B r u n o s „ i m B u n d e m i t d e r " H e g e i s c h e n u n d sei-
nem noch fortdauernden verbotenen Umgang mit der Theologie
20 „ d e n M e n s c h e n " nicht in der Vorstellung eines seiner „Akziden-
tien", des Selbstbewußtseins, als der „Substanz", „aufgehen
h i e ß e " , w e n n a u c h nicht „ l i e ß e " ! M a n e r s i e h t ü b r i g e n s a u s d e m
ganzen Passus, mit welcher Freudigkeit der „kanzelberedsam-
k e i t l i c h e " K i r c h e n v a t e r n o c h i m m e r seinen „ w e l t u m s t ü r z e n d e n "
25 Glauben an die geheimnisschwangre Macht der heiligen Theologen
und Philosophen bekennt. Natürlich im Interesse „ d e r guten Sache
der Freiheit und seiner eignen Sache".
P . 1 0 5 h a t d e r gottesfürchtige M a n n d i e U n v e r s c h ä m t h e i t ,
Feuerbach vorzuwerfen : „Feuerbach hat aus d e m Individuum, aus
so d e m entmenschten Menschen des Christentums, nicht den Men-
schen, d e n w a h r e n " ( ! ) „ w i r k l i c h e n " ( ! ! ) „ p e r s ö n l i c h e n " ( ! ! ! )
„ M e n s c h e n " , / [ 2 c ] / ( d u r c h d i e „ h e i l i g e F a m i l i e " u n d S t i r n e r ver-
anlaßte P r ä d i k a t e ) „sondern den entmannten Menschen, den Skla-
ven g e m a c h t . " — u n d d a m i t u . A . d e n U n s i n n z u b e h a u p t e n ,
3 5 d a ß er, der heilige Bruno, mit d e m K o p f e Menschen m a c h e n
könne.
F e r n e r h e i ß t e s i b i d . : „ B e i F e u e r b a c h m u ß sich d a s I n d i v i d u u m
d e r G a t t u n g u n t e r w e r f e n , i h r d i e n e n . D i e G a t t u n g F e u e r b a c h s ist
d a s A b s o l u t e H e g e l s , a u c h s i e existiert n i r g e n d s " . H i e r w i e i n
t o a l l e n a n d e r n Stellen,, e r m a n g e l t S a n k t B r u n o n i c h t d e s R u h m e s ,
die wirklichen Verhältnisse der Individuen von der philosophi-
schen I n t e r p r e t a t i o n d e r s e l b e n a b h ä n g i g z u m a c h e n . E r a h n t n i c h t
in welchem Zusammenhang die Vorstellungen des Hegeischen „ab-
soluten G e i s t e s " u n d d e r F e u e r b a c h s c h e n „ G a t t u n g " z u r existie-
t 5 r e n d e n W e l t stehen.
80 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

D e r h e i l i g e V a t e r s k a n d a l i e r t sich p . 1 0 4 e r s c h r e c k l i c h ü b e r d i e
Ketzerei, womit F e u e r b a c h d i e göttliche Dreieinigkeit von Ver-
nunft, Liebe u n d Wille zu etwas macht, das „i η d e n I n d i v i d u e n
ü b e r den Individuen ist" ; als ob heutzutage nicht jede Anlage,
jeder Trieb, jedes Bedürfnis als eine Macht „ i n d e m Individuum s
ü b e r d e m I n d i v i d u u m " sich b e h a u p t e t e , s o b a l d d i e U m s t ä n d e
deren Befriedigung verhindern. W e n n der heilige Vater Bruno
z. B. H u n g e r verspürt ohne die Mittel ihn zu befriedigen, so wird
sogar sein M a g e n z u einer Macht „ i η i h m ü b e r i h m " . Feuer-
bachs Fehler besteht nicht darin, dies F a k t u m ausgesprochen zu 10
h a b e n , s o n d e r n d a r i n , d a ß e r e s i n i d e a l i s i e r e n d e r W e i s e ver-
s e l b s t s t ä n d i g t e , statt e s a l s d a s P r o d u k t e i n e r b e s t i m m t e n u n d ü b e r -
schreitbaren / 3 / historischen Entwicklungsstufe aufzufassen.
P . I I I : „ F e u e r b a c h ist e i n K n e c h t , u n d s e i n e k n e c h t i s c h e N a t u r
erlaubt ihm nicht d a s W e r k eines M e n s c h e n z u vollbringen, i s
d a s Wesen d e r Religion zu erkennen" (schönes „ W e r k eines Men-
s c h e n " ! ) . . . „ e r erkennt d a s Wesen d e r Religion nicht, weil er
d i e B r ü c k e n i c h t k e n n t , a u f d e r e r z u m Quell d e r R e l i g i o n
k o m m t . " Sankt Bruno glaubt alles Ernstes noch, d a ß die Religion
e i n e i g n e s „ W e s e n " h a b e . W a s d i e „ B r ü c k e " betrifft, „ a u f d e r " 2 0
m a n z u m „ Q u e l l d e r R e l i g i o n " kommt, s o m u ß diese Esels-
b r ü c k e notwendig ein A q u ä d u k t sein. Sankt B r u n o etabliert
sich z u g l e i c h a l s w u n d e r l i c h m o d e r n i s i e r t e r u n d d u r c h d i e B r ü c k e
in Ruhestand versetzter Charon, i n d e m er als tollkeeper an d e r
Brücke zum Schattenreich der Religion jedem Passierenden seinen &
Halfpenny abverlangt.
P . 1 2 0 b e m e r k t d e r H e i l i g e : „ W i e k ö n n t e F e u e r b a c h existie-
ren, wenn e s keine W a h r h e i t gäbe und die W a h r h e i t nichts als
e i n G e s p e n s t " ( S t i r n e r h i l f ! ) „ w ä r e , v o r d e m sich d e r M e n s c h
b i s h e r f ü r c h t e t e . " D e r „ M e n s c h " , d e r sich v o r d e m „ G e s p e n s t " 3 0
d e r „ W a h r h e i t " fürchtet, ist N i e m a n d a n d e r s a l s d e r e h r w ü r d i g e
B r u n o selbst. B e r e i t s zehn Seiten v o r h e r , p . 1 1 0 , s t i e ß e r v o r d e m
„ G e s p e n s t " Wahrheit folgenden welterschütternden Angstschrei
a u s : „ D i e W a h r h e i t , d i e n i r g e n d s f ü r sich a l s f e r t i g e s O b j e k t z u
finden ist, u n d n u r i n d e r E n t f a l t u n g d e r P e r s ö n l i c h k e i t s i c h ent- 3 5
wickelt u n d z u r Einheit z u s a m m e n f a ß t " . So h a b e n w i r h i e r also
n i c h t n u r d i e W a h r h e i t , / [ 3 a ] / d i e s e s G e s p e n s t , i n e i n e P e r s o n ver-
w a n d e l t , d i e sich entwickelt u n d z u s a m m e n f a ß t , s o n d e r n d i e s
Kunststück noch obendrein nach Art d e r B a n d w ü r m e r in einer drit-
ten P e r s ö n l i c h k e i t a u ß e r i h r vollzogen. Ü b e r d e s h e i l i g e n M a n n e s ω
früheres Liebesverhältnis zur Wahrheit, da er noch jung w a r und
des Fleisches Lüste stark in ihm siedeten, siehe „heilige F a m i l i e "
p . 1 1 5 seqq.
W i e g e r e i n i g t von a l l e n f l e i s c h l i c h e n L ü s t e n u n d w e l t l i c h e n Be-
g i e r d e n d e r h e i l i g e M a n n d e r z e i t d a s t e h t , zeigt s e i n e h e f t i g e P o - u
II. Sankt Bruno 81

lemik gegen Feuerbachs S i n n l i c h k e i t . B r u n o greift keines-


wegs die höchst bornierte Weise an, worin F e u e r b a c h die S i n n -
l i c h k e i t anerkennt. D e r verunglückte Versuch Feuerbachs gilt
i h m schon a l s V e r s u c h , d e r I d e o l o g i e z u e n t s p r i n g e n , f ü r —
ί S ü n d e . Natürlich! Sinnlichkeit — Augenlust, Fleischeslust und
hoff a r t i g e s W e s e n , S c h e u e l u n d G r e u e l v o r d e m H e r r n ! W i s s e t
I h r n i c h t , d a ß fleischlich g e s i n n e t sein ist d e r T o d , a b e r g e i s d i c h
g e s i n n e t sein ist L e b e n u n d F r i e d e ; d e n n fleischlich g e s i n n e t sein
ist e i n e F e i n d s c h a f t w i d e r d i e K r i t i k , u n d a l l e s s o d a f l e i s c h l i c h ist,
1 0 d a s ist v o n d i e s e r W e l t , u n d wisset I h r a u c h w a s g e s c h r i e b e n s t e h t :
Offenbar sind a b e r d i e W e r k e des Fleisches, als da sind Ehebruch,
Hurerei, Unreinigkeit, Unzucht, Abgötterei, Zauberei, Feind-
schaft, H a d e r , N e i d , Z o r n , Z a n k , Z w i e t r a c h t , R o t t e n , H a ß , M o r d ,
S a u f e n , F r e s s e n u n d d e r g l e i c h e n ; v o n w e l c h e n i c h E u c h h a b e zu-
1 5 v o r g e s a g t u n d s a g e n o c h z u v o r , d a ß d i e solches t u n , w e r d e n d a s
R e i c h d e r K r i t i k n i c h t e r e r b e n ; s o n d e r n w e h e i h n e n , d e n n sie
g e h e n d e n W e g K a i n s u n d f a l l e n i n d e n I r r t u m B a l a a m s , u m Ge-
nusses willen, u n d k o m m e n um in d e m A u f r u h r K o r a h . Diese Un-
f l ä t e r p r a s s e n v o n E u r e n A l m o s e n o h n e S c h e u , w e i d e n sich selbst,
2 0 sie sind W o l k e n o h n e W a s s e r , v o n d e m W i n d e u m g e t r i e b e n , k a h l e
unfruchtbare /[3b]/ Bäume, zweimal erstorben u n d ausgewurzelt,
wilde Wellen des Meers, die ihre eigne Schande ausschäumen,
i r r i g e S t e r n e , w e l c h e n b e h a l t e n ist d a s D u n k e l d e r F i n s t e r n i s i n
E w i g k e i t . D e n n w i r h a b e n gelesen, d a ß i n d e n letzten T a g e n wer-
2 5 d e n g r e u l i c h e Zeiten k o m m e n , M e n s c h e n , d i e v o n sich selbst h a l -
ten, Schänder, Unkeusch, die m e h r lieben Wollust als die Kritik,
die da Rotten machen, kurz, Fleischliche. Diese verabscheut Sankt
B r u n o , d e r d a geistlich g e s i n n e t ist u n d h a s s e t d e n befleckten R o c k
des Fleisches; und so verdammt er Feuerbach, den er für den Ko-
se r a h der Rotte hält, d r a u ß e n zu bleiben, wo da sind die H u n d e u n d
die Zauberer und die Hurer und die Totschläger. „Sinnlichkeit"
— pfui Teufel, das bringt den heiligen Kirchenvater nicht n u r in
die ärgsten K r ä m p f e und Verzückungen, das bringt ihn sogar zum
S i n g e n u n d e r singt p . 1 2 1 „ d a s L i e d v o m E n d e u n d d a s E n d e v o m
3 5 L i e d e " . S i n n l i c h k e i t , w e i ß t d u a u c h w o h l , w a s S i n n l i c h k e i t ist,
U n g l ü c k s e l i g e r ? S i n n l i c h k e i t ist — „ e i n S t o c k " p . 1 3 0 . I n s e i n e n
Krämpfen ringt der heilige Bruno auch einmal mit E i n e m seiner
S ä t z e , w i e w e i l a n d J a k o b m i t Gott, n u r m i t d e m U n t e r s c h i e d e , d a ß
Gott d e m J a k o b d i e H ü f t e v e r r e n k t e , w ä h r e n d d e r h e i l i g e E p i l e p -
4 0 t i k e r s e i n e m Satze a l l e G l i e d e r u n d B ä n d e r v e r r e n k t , u n d s o d i e
Identität von Subjekt u n d Objekt an meheren schlagenden Exem-
peln klar macht:
„ M a g d a r u m Feuerbach immerhin sprechen . . . e r v e r n i c h -
t e t " (!) „dennoch d e n M e n s c h e n . . . weil e r d a s W o r t
4 5 Mensch zur bloßen P h r a s e macht . . . weil e r n i c h t d e n
Marx-Engela-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. S 6
82 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

M e n s c h e n g a n z m a c h t " (!) /[3c]/ „ u n d s c h a f f t " (!)


„ s o n d e r n die ganze Menschheit zum Absoluten erhebt, weil er
a u c h n i c h t d i e Menschheit, v i e l m e h r den Sinn zum Organ
des Absoluten, u n d als d a s Absolute, das Unhezweifelbäre, d a s
unmittelbar Gewisse, d a s Objekt des Sinnes, d e r A n s c h a u u n g , d e r s
Empfindung — das Sinnliche stempelt." Womit Feuerbach — dies
ist d i e M e i n u n g d e s h e i l i g e n B r u n o — „ w o h l L u f t s c h i c h t e n er-
schüttern, aber nicht E r s c h e i n u n g e n d e s m e n s c h l i c h e n
W e s e n s z e r s c h m e t t e r n k a n n , w e i l sein i n n e r s t e s " ( ! )
„ W e s e n u n d s e i n e b e l e b e n d e S e e l e [...] s c h o n d e n ä u ß e r n " ( ! ) η
„Klangzerstört u n d hohl u n d schnarrend macht." P . 1 2 1 .
D e r h e i l i g e B r u n o g i b t u n s selbst ü b e r d i e U r s a c h e n s e i n e r
W i d e r s i n n i g k e i t z w a r g e h e i m n i s v o l l e , a b e r e n t s c h e i d e n d e Auf-
schlüsse: „Als ob mein Ich nicht auch dieses bestimmte, v o r
a l l e n A n d e r n e i n z i g e G e s c h l e c h t und diese b e s t i m m - «
ten einzigen Geschlechtsorgane h ä t t e ! " ( a u ß e r seinen „einzigen
Geschlechtsorganen" hat d e r E d l e noch ein a p a r t e s „einziges
G e s c h l e c h t " ! ) . Dieses einzige Geschlecht wird p. 1 2 1 dahin
erläutert, d a ß „ d i e Sinnlichkeit wie ein V a m p y r alles M a r k
u n d Blut d e m M e n s c h e n l e b e n aussaugt, die unüberschreit- 2»
b a r e S c h r a n k e ist, a n d e r sich d e r M e n s c h d e n T o d e s - S t o ß
geben m u ß . "
A b e r a u c h d e r H e i l i g s t e ist n i c h t r e i n ! S i e s i n d a l l z u m a l S ü n -
d e r u n d m a n g e l n d e s R u h m s , d e n sie v o r d e m „ S e l b s t b e w u ß t -
s e i n " h a b e n s o l l e n . D e r h e i l i g e B r u n o , d e r u m M i t t e r n a c h t sich 2 5
im einsamen Kämmerlein mit der „Substanz" herumschlägt, wird
von d e n l o c k e r e n S c h r i f t e n d e s K e t z e r s F e u e r b a c h a u f d a s W e i b
u n d d i e w e i b l i c h e S c h ö n h e i t a u f m e r k s a m /4/ g e m a c h t . P l ö t z -
l i c h v e r d u n k e l t s i c h sein B l i c k ; d a s r e i n e S e l b s t b e w u ß t s e i n w i r d
befleckt, u n d d i e v e r w e r f l i c h e s i n n l i c h e P h a n t a s i e u m g a u k e l t m i t a o
l a s z i v e n B i l d e r n d e n g e ä n g s t i g t e n K r i t i k e r . D e r Geist ist w i l l i g ,
a b e r d a s F l e i s c h ist s c h w a c h . E r s t r a u c h e l t , e r f ä l l t , e r v e r g i ß t ,
d a ß e r d i e M a c h t ist, d i e „ m i t i h r e r K r a f t b i n d e t u n d löst u n d d i e
Welt beherrscht", d a ß diese Ausgeburten seiner Phantasie „Geist
von seinem Geiste" sind, er verliert alles „Selbstbewußtsein" α
und stammelt berauscht einen Dithyrambos auf die weibliche
Schönheit „ i m Zarten, im Weichlichen, im Weiblichen", auf die
„schwellenden, abgerundeten Glieder" u n d den „wogenden, wal-
lenden, siedenden, brausenden und zischenden, wellenförmigen
K ö r p e r b a u " d e s W e i b e s . A b e r d i e U n s c h u l d v e r r ä t s i c h stets, * o
selbst w o s i e s ü n d i g t . W e r w ü ß t e n i c h t , d a ß e i n „ w o g e n d e r ,
w a l l e n d e r , w e l l e n f ö r m i g e r K ö r p e r b a u " e i n D i n g ist, d a s k e i n
A u g e je gesehen, noch ein Ohr gehöret h a t ? D a r u m stille, liebe
Seele, d e r Geist wird g a r bald die O b e r h a n d ü b e r d a s rebellische
F l e i s c h b e k o m m e n u n d d e n ü b e r s i e d e n d e n L ü s t e n e i n e u n ü b e r - <s
II. Sankt Bruno 83

w i n d l i c h e „ S c h r a n k e " i n d e n W e g setzen, „ a n d e r " sie sich b a l d


„den Todesstoß" geben.
„ F e u e r b a c h " — d a h i n ist e n d l i c h d e r H e i l i g e m i t t e l s e i n e s k r i -
r
tischen \ erständnisses d e r „heiligen F a m i l i e " gekommen — „ist
s d e r m i t H u m a n i s m u s versetzte u n d zersetzte M a t e r i a l i s t , d . h . d e r
Materialist, der es nicht auf der E r d e u n d ihrem Sein auszuhalten
v e r m a g " (Sankt Bruno kennt ein von d e r E r d e unterschiednes
Sein der E r d e , u n d w e i ß , wie m a n es anfangen m u ß , um es „a u f
d e m S e i n / [ 4 a ] / d e r E r d e a u s z u h a l t e n " ! ) , „ s o n d e r n sich
10 vergeistigen u n d in den H i m m e l einkehren will, u n d d e r H u m a -
nist, d e r nicht d e n k e n u n d e i n e geistige W e l t a u f b a u e n k a n n , son-
d e r n d e r sich m i t M a t e r i a l i s m u s s c h w ä n g e r t p p " p . 1 2 3 . W i e
hiernach bei Sankt Bruno der Humanismus im „ D e n k e n " und
„ A u f b a u e n e i n e r geistigen W e l t " besteht, s o d e r M a t e r i a l i s m u s i n
i s F o l g e n d e m : „ D e r M a t e r i a l i s t e r k e n n t n u r d a s g e g e n w ä r t i g e , wirk-
liche Wesen an, die M a t e r i e " (als wenn d e r Mensch mit allen
seinen E i g e n s c h a f t e n , a u c h d e m D e n k e n , n i c h t ein „ g e g e n w ä r -
t i g e s , w i r k l i c h e s W e s e n " w ä r e ) , „ u n d s i e als tätig s i c h
i n d i e Vielheit ausbreitend und verwirklichend, d i e N a t u r . "
2 o p . 1 2 3 . D i e M a t e r i e ist z u e r s t ein g e g e n w ä r t i g e s w i r k l i c h e s
W e s e n , a b e r n u r a n sich, v e r b o r g e n ; erst w e n n s i e „ t ä t i g sich i n d i e
Vielheit ausbreitet u n d verwirklicht" (ein „gegenwärtiges w i r k -
l i c h e s W e s e n " „ v e r w i r k l i c h t s i c h " ! ! ) , e r s t d a n n w i r d sie
N a t u r . Zuerst existiert d e r B e g r i f f d e r Materie, d a s Abstrak-
2 5 t u m , d i e V o r s t e l l u n g , u n d d i e s e v e r w i r k l i c h t sich i n d e r w i r k -
lichen Natur. Wörtlich die Hegeische Theorie von d e r Präexistenz
d e r s c h ö p f e r i s c h e n K a t e g o r i e n . V o n d i e s e m S t a n d p u n k t a u s ver-
steht e s sich d a n n a u c h , d a ß S a n k t B r u n o d i e p h i l o s o p h i s c h e n
Phrasen der Materialisten über die Materie für den wirklichen
3oKern u n d I n h a l t i h r e r W e l t a n s c h a u u n g v e r s i e h t .

2. Sankt Brunos Betrachtungen über den Kampf


zwischen Feuerbach und Stirner

N a c h d e m Sankt Bruno Feuerbach also einige gewichtige W o r t e


a n s H e r z gelegt h a t , sieht e r sich d e n K a m p f zwischen d i e s e m
3 s / [ 4 b ] / u n d d e m E i n z i g e n a n . D a s E r s t e , w o d u r c h e r sein I n t e r -
esse a n d i e s e m K a m p f b e z e u g t , ist e i n m e t h o d i s c h e s , d r e i m a l i g e s
Lächeln.
84 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

„ D e r K r i t i k e r geht unaufhaltsam, siegsgewiß u n d siegreich


seines W e g e s . M a n v e r l e u m d e t i h n : e r l ä c h e l t . M a n v e r k e t z e r t
i h n : e r l ä c h e l t . D i e a l t e W e l t m a c h t sich a u f i n e i n e m K r e u z -
z u g g e g e n i h n : er 1 ä c h e 1 1 . "
D e r H e i l i g e B r u n o , d a s ist a l s o k o n s t a t i e r t , g e h t s e i n e r W e g e , s
a b e r e r g e h t sie n i c h t w i e a n d r e L e u t e , e r g e h t e i n e n k r i t i s c h e n
Gang, er vollzieht diese wichtige H a n d l u n g mit L ä c h e l n —
„ E r l ä c h e l t m e h r L i n i e n i n sein Gesicht h i n e i n a l s a u f d e r W e l t -
k a r t e mit beiden Indien stehen. D a s F r ä u l e i n wird i h m Ohrfeigen
geben, u n d wenn sie's tut, wird er lächeln u n d es für eine g r o ß e 10
Kunst halten", wie Malvoglio bei Shakespeare.
S a n k t B r u n o selbst r ü h r t k e i n e n F i n g e r , u m s e i n e b e i d e n Geg-
n e r zu widerlegen, er weiß ein besseres Mittel sie loszuwerden,
er ü b e r l ä ß t sie — d i v i d e et i m p e r a — i h r e m e i g n e n S t r e i t . D e m
S t i r n e r stellt e r d e n M e n s c h e n F e u e r b a c h s , p . 1 2 4 , u n d d e m i s
Feuerbach den Einzigen Stirners p. 1 2 6 seqq. gegenüber ; er w e i ß ,
d a ß s i e s o e r b i t t e r t a u f e i n a n d e r sind w i e d i e b e i d e n K a t z e n v o n
Kilkenny in Irland, die einander so vollständig auffraßen, d a ß
zuletzt n u r d i e S c h w ä n z e ü b r i g b l i e b e n . Ü b e r d i e s e S c h w ä n z e
s p r i c h t n u n S a n k t B r u n o d a s U r t e i l a u s , d a ß sie „S u b s t a η ζ " , 2 o
also auf ewig v e r d a m m t seien.
Er wiederholt in seiner Gegenüberstellung von F e u e r b a c h u n d
Stirner dasselbe, was Hegel über Spinoza u n d Fichte sagte, wo
bekanntlich d a s punktuelle Ich als die eine, u n d zwar härteste
S e i t e / [ 4 c ] / d e r S u b s t a n z d a r g e s t e l l t w i r d . S o s e h r e r f r ü h e r ge- 2 0
g e n d e n E g o i s m u s p o l t e r t e , d e r s o g a r a l s o d o r specificus d e r
Massen galt, akzeptiert er p. 1 2 9 von Stirner den Egoismus, n u r
soll d i e s e r „ n i c h t d e r v o n M a x S t i r n e r " , s o n d e r n n a t ü r l i c h d e r
v o n B r u n o B a u e r sein. D e n S t i r n e r s c h e n b r a n d m a r k t e r m i t d e m
m o r a l i s c h e n M a k e l , „ d a ß sein I c h z u r S t ü t z u n g s e i n e s E g o i s m u s 3 0
der Heuchelei, des Betrugs, der äußeren Gewalt bedarf". Im
übrigen glaubt er (siehe p. 1 2 4 ) an die kritischen Wundertaten
d e s h e i l i g e n M a x u n d sieht i n d e s s e n K a m p f p . 1 2 6 „ e i n w i r k -
l i c h e s B e m ü h e n , d i e S u b s t a n z v o n G r u n d a u s z u v e r n i c h t e n " . Statt
auf Stimers Kritik der Bauerschen „reinen K r i t i k " einzugehen, 3s
behauptet er p. 124, Stirners Kritik könne ihm ebensowenig wie
j e d e a n d r e e t w a s a n h a b e n , „ w e i l e r d e r K r i t i k e r s e l b e r " sei.
Schließlich widerlegt Sankt Bruno Beide, Sankt M a x und
F e u e r b a c h , i n d e m er eine Antithese, die Stirner zwischen d e m
K r i t i k e r B r u n o B a u e r u n d d e m D o g m a t i k e r zieht, z i e m l i c h wört- t o
lieh auf Feuerbach und Stirner anwendet.
W i g a n d p . 1 3 8 : „ F e u e r b a c h stellt sich u n d s t e h t h i e r -
m i t " ( ! ) „ d e m E i n z i g e n g e g e n ü b e r . E r ist u n d w i l l sein K o m -
m u n i s t , d i e s e r ist u n d soll sein E g o i s t ; e r d e r H e i l i g e ,
dieser der P r o f a n e , e r der G u t e , dieser der B ö s e ; e r der u
II. S a n k t B r u n o 85

Gott, d i e s e r d e r M e n s c h . B e i d e — D o g m a t i k e r . " A l s o d i e
P o i n t e ist, d a ß e r B e i d e n D o g m a t i s m u s v o r w i r f t .
„ D e r E i n z i g e u n d sein E i g e n t u m " , p . 1 9 4 : „ D e r K r i t i k e r
fürchtet / 5 / sich d o g m a t i s c h z u w e r d e n o d e r D o g m e n aufzustel-
5 len. Natürlich, er w ü r d e d a d u r c h zum Gegensatz des Kritikers,
z u m D o g m a t i k e r , e r w ü r d e , w i e e r a l s K r i t i k e r g u t ist, n u n b ö s e ,
oder würde aus einem U n e i g e n n ü t z i g e n " (Kommunisten)
„ e i n E g o i s t u s w . N u r k e i n D o g m a — d a s ist sein D o g m a " .

3. Sankt Bruno contra die Verfasser der


„heiligen Familie"

Sankt Bruno, der auf die angegebene Weise mit Feuerbach u n d


S t i r n e r f e r t i g g e w o r d e n ist, d e r d e m „ E i n z i g e n j e d e n F o r t s c h r i t t
a b g e s c h n i t t e n " h a t , w e n d e t sich n u n g e g e n d i e a n g e b l i c h e n K o n s e -
quenzen Feuerbachs, die deutschen Kommunisten u n d speziell die
u Verfasser der „heiligen F a m i l i e " . Das Wort „realer Humanis-
m u s " , d a s er in d e r Vorrede dieser Streitschrift fand, bildet die
H a u p t g r u n d l a g e s e i n e r H y p o t h e s e . E r w i r d sich e i n e r B i b e l s t e l l e
e r i n n e r n : „ U n d ich, l i e b e n B r ü d e r , k o n n t e n i c h t m i t E u c h r e d e n
als mit Geistlichen, sondern als mit Fleischlichen" (in u n s r e m
so Falle war es gerade umgekehrt) „wie mit jungen Kindern in
C h r i s t o . M i l c h h a b e ich E u c h z u t r i n k e n g e g e b e n u n d n i c h t S p e i s e ,
denn I h r konntet noch nicht." 1. Kor. 3, 1—2.
/[5a]/ D e r erste Eindruck, den die „heilige F a m i l i e " auf den
e h r w ü r d i g e n K i r c h e n v a t e r m a c h t , ist d e r e i n e r t i e f e n B e t r ü b n i s
25 u n d einer ernsten, biedermännischen W e h m u t . Die einzige gute
Seite d e s B u c h s — d a ß e s „ z e i g t e , w a s F e u e r b a c h w e r d e n m u ß t e
u n d wie sich s e i n e P h i l o s o p h i e stellen k a n n , w e n n sie g e g e n d i e
Kritik kämpfen w i l l " p . 1 3 8 , d a ß e s also auf eine ungezwungene
Weise das „ W o l l e n " mit dem „ K ö n n e n " und „ M ü s s e n " vereinigte,
3 o wiegt d e n n o c h d i e v i e l e n b e t r ü b e n d e n S e i t e n n i c h t auf. D i e F e u e r -
bachsche, hier komischer Weise vorausgesetzte Philosophie
„ d a r f u n d k a n n d e n K r i t i k e r n i c h t v e r s t e h e n — sie d a r f u n d
k a n n die Kritik i n ihrer Entwicklung nicht kennen u n d erkennen
— sie d a r f u n d k a n n / [ 5 b ] / e s n i c h t w i s s e n , d a ß d i e K r i t i k
3 5 a l l e r T r a n s z e n d e n z g e g e n ü b e r ein i m m e r w ä h r e n d e s K ä m p f e n u n d
S i e g e n , ein f o r t d a u e r n d e s V e r n i c h t e n u n d Schaffen, d a s e i n z i g "
( ! ) „ S c h ö p f e r i s c h e u n d P r o d u z i e r e n d e ist. S i e d a r f u n d k a n n
86 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

nicht wissen, wie d e r Kritiker gearbeitet hat u n d noch arbeitet, um


die transzendenten Mächte, die bisher die Menschheit niederhiel-
ten und nicht zum Atmen und zumLeben kommen ließen, als d a s zu
setzen u n d z u d e m z u m a c h e n " ( ! ) , „ w a s sie w i r k l i c h s i n d ,
als Geist v o m Geist, a l s Inneres a u s d e m I n n e r n , als H e i m a t l i c h e s " s
(!) „ a u s und in d e r Heimat, als Produkte und Geschöpfe des
Selbstbewußtseins. Sie d a r f und k a n n nicht wissen, wie einzig
und allein der Kritiker die Religion in ihrer Totalität, den Staat
i n seinen verschiednen Erscheinungen gebrochen h a t p p " p . 1 3 8 ,
1 3 9 . Ist es nicht auf ein H a a r d e r alte Jehova, d e r seinem durch- io
gebrannten Volk, d a s an den lustigen Göttern d e r Heiden m e h r
S p a ß findet, n a c h l ä u f t u n d s c h r e i t : „ H ö r e m i c h , I s r a e l , u n d ver-
s c h l i e ß e d e i n O h r nicht, J u d a ! B i n i c h n i c h t d e r H e r r d e i n Gott,
der dich aus Ägyptenland geführet hat in das L a n d da Milch und
H o n i g fleußt, u n d siehe, ihr habet von J u g e n d auf getan d a s m i r u
übel gefällt und habet mich erzürnet d u r c h m e i n e r H ä n d e W e r k ,
u n d h a b t m i r d e n R ü c k e n u n d nicht d a s A n g e s i c h t z u g e k e h r e t ,
w i e w o h l ich sie stets l e h r e n l i e ß ; u n d h a b e n m i r i h r e G r e u e l i n
m e i n H a u s gesetzt, d a ß sie e s v e r u n r e i n i g t e n , u n d h a b e n d i e
Höhen des Baals gebaut im T a l Ben H i m m o n , davon ich ihnen so
n i c h t s b e f o h l e n h a b e , u n d ist m i r n i c h t i n d e n / [ 5 c ] / S i n n g e k o m -
m e n , d a ß sie s o l c h e G r e u e l t u n sollten ; u n d h a b e z u e u c h g e s a n d t
m e i n e n K n e c h t J e r e m i a m , z u d e m m e i n W o r t g e s c h e h e n ist v o n
d e m dreizehnten J a h r des Königs Josiah, des Sohnes Amon, bis
auf diesen T a g , u n d derselbe hat euch nun dreiundzwanzig J a h r SO
mit Fleiß gepredigt, aber ihr habt nie hören wollen. D a r u m
spricht der H e r r H e r r : W e r hat je dergleichen gehöret, d a ß die
Jungfrau Israel so gar greuliches Ding tut? Denn das Regenwas-
ser verschießt nicht so bald, als mein Volk m e i n e r vergißt. Ο
Land, Land, L a n d , höre des H e r r n W o r t ! " 30
Sankt Bruno behauptet also in einer langen R e d e über Dürfen
u n d Können, d a ß seine kommunistischen Gegner ihn mißverstan-
den hätten. Die Art und Weise, wie er in dieser Rede die Kritik
neuerdings schildert, wie er d i e bisherigen Mächte, die das „Leben
der Menschheit" niederhielten, in „transzendente", und diese 35
transzendenten Mächte in „Geist vom Geist" verwandelt, wie er
„d i e K r i t i k " f ü r d e n e i n z i g e n P r o d u k t i o n s z w e i g a u s g i b t , b e w e i s t
z u g l e i c h , d a ß d a s a n g e b l i c h e M i ß v e r s t ä n d n i s n i c h t s ist a l s e i n
mißliebiges Verständnis. W i r bewiesen, d a ß die Bauersche Kritik
u n t e r a l l e r K r i t i k ist, w o d u r c h w i r n o t w e n d i g D o g m a t i k e r wer- t o
den. Ja er wirft u n s alles Ernstes den unverschämten U n g l a u b e n
an seine althergebrachten Phrasen vor. Die ganze Mythologie d e r
s e l b s t s t ä n d i g e n Begriffe, m i t d e m W o l k e n s a m m l e r Z e u s , d e m
Selbstbewußtsein, an der Spitze, p a r a d i e r t h i e r /6/ wieder mit „ d e m
S c h e l l e n s p i e l v o n R e d e n s a r t e n e i n e r g a n z e n J a n i t s c h a r e n m u s i k ts
II. Sankt Bruno 87

g a n g b a r e r K a t e g o r i e n " ( L i t . Z t g . , vgl. „ h e i l i g e F a m i l i e " p . 2 3 4 ) .


Zuerst natürlich die Mythe von d e r Weltschöpfung, nämlich von
der sauren „Arbeit" des Kritikers, die d a s „einzig Schöpferische
u n d P r o d u z i e r e n d e , ein i m m e r w ä h r e n d e s K ä m p f e n u n d Siegen,
5 ein fortdauerndes Vernichten u n d Schaffen", ein „ A r b e i t e n " u n d
„ G e a r b e i t e t H a b e n " ist. J a d e r e h r w ü r d i g e V a t e r w i r f t d e r „ h e i -
l i g e n F a m i l i e " s o g a r v o r , d a ß sie „ d i e K r i t i k " s o v e r s t a n d e n h a t ,
w i e e r selbst sie i n d e r g e g e n w ä r t i g e n R e p l i k v e r s t e h t . N a c h d e m
er die „Substanz" „in ihr Geburtsland, das Selbstbewußtsein, den
ίο kritisierenden u n d " (seit d e r „heiligen F a m i l i e " a u c h ) „kritisier­
t e n M e n s c h e n z u r ü c k g e n o m m e n u n d v e r w o r f e n h a t " ( d a s Selbst-
bewußtsein scheint h i e r die Stelle einer ideologischen Rumpel-
k a m m e r einzunehmen), fährt er fort: „ S i e " (die angebliche
Feuerbachsche Philosophie) „ d a r f nicht wissen, d a ß die Kritik
is u η d d i e K r i t i k e r , s o l a n g e sie s i n d " ( ! ), „ d i e G e s c h i c h t e g e l e n k t
u n d gemacht haben, d a ß sogar ihre Gegner und alle Bewegungen
u n d Regungen d e r Gegenwart ihre Geschöpfe sind, d a ß sie allein es
sind, die die G e w a l t i n i h r e n H ä n d e n haben, w e i l d i e
K r a f t i n i h r e m B e w u ß t s e i n , u n d w e i l sie d i e M a c h t a u s
2 o s i c h s e l b e r , aus ihren Taten, a u s d e r K r i t i k , aus ihren
Gegnern, aus ihren Geschöpfen schöpfen; d a ß erst mit d e m Akte
der Kritik der Mensch befreit wird, und d a m i t d i e Menschen, der
Mensch g e s c h a f f e n " (!) „wird, und damit die Menschen".
A l s o d i e K r i t i k u n d d i e K r i t i k e r / [ 6 a ] / s i n d z u e r s t zwei g a n z
25 verschiedene, a u ß e r einander stehende und handelnde Subjekte.
D e r K r i t i k e r ist e i n a n d r e s S u b j e k t a l s d i e K r i t i k , u n d d i e K r i t i k
ein a n d r e s S u b j e k t a l s d e r K r i t i k e r . D i e s e p e r s o n i f i z i e r t e K r i t i k ,
d i e K r i t i k a l s S u b j e k t , ist j a e b e n d i e „ k r i t i s c h e K r i t i k " , g e g e n d i e
die „heilige F a m i l i e " auftrat. „ D i e Kritik u n d die Kritiker haben,
s o s o l a n g e s i e s i n d , d i e G e s c h i c h t e g e l e n k t u n d g e m a c h t " . D a ß sie
d i e s n i c h t t u n k o n n t e n , „ s o l a n g e s i e " n i c h t „ s i n d " , ist k l a r , u n d
d a ß sie, „ s o l a n g e sie s i n d " , i n i h r e r W e i s e „ G e s c h i c h t e g e m a c h t "
h a b e n , ist e b e n f a l l s k l a r . S a n k t B r u n o k o m m t e n d l i c h soweit, u n s
e i n e n d e r tiefsten A u f s c h l ü s s e ü b e r d i e s t a a t s b r e c h e r i s c h e M a c h t
3s der Kritik geben zu „ d ü r f e n u n d k ö n n e n " , den Aufschluß näm-
lich, d a ß „ d i e K r i t i k u n d d i e K r i t i k e r d i e G e w a l t i n i h r e n
H ä n d e n haben,weil" (schönesWeil!) „ d i e K r a f t i n i h r e m
B e w u ß t s e i n " , u n d zweitens, d a ß d i e s e g r o ß e n G e s c h i c h t s f a b r i -
k a n t e n „ d i e G e w a l t i n i h r e n H ä n d e n h a b e n " , w e i l sie „ d i e M a c h t
* o a u s sich s e l b e r u n d a u s d e r K r i t i k " ( a l s o n o c h e i n m a l a u s sich
selber) „schöpfen" — wobei leider noch immer nicht bewiesen,
d a ß da drinnen, in „sich selber", in „ d e r K r i t i k " , irgend etwas
z u „ s c h ö p f e n " ist. W e n i g s t e n s sollte m a n n a c h d e r e i g n e n A u s -
sage d e r Kritik glauben, d a ß es schwer sein m ü ß t e dort etwas
« andres zu „schöpfen" als die dorthin „verworfene" Kategorie der
88 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

„Substanz". Schließlich „schöpft" die Kritik noch „die K r a f t "


zu einem höchst ungeheuerlichen Orakelspruch „ a u s /[6b]/ d e r
Kritik". Sie enthüllt uns nämlich das Geheimnis, so da verborgen
w a r unsern V ä t e r n u n d verschlossen unsern G r o ß v ä t e r n , d a ß ,
„ e r s t m i t d e m A k t e d e r K r i t i k d e r M e n s c h geschaffen w i r d , u n d s
damit die Menschen", während m a n bisher die Kritik für einen
A k t d e r d u r c h g a n z a n d r e A k t e p r ä e x i s t i e r e n d e n M e n s c h e n ver-
s a h . D e r h e i l i g e B r u n o selbst scheint h i e r n a c h d u r c h „ d i e K r i t i k " ,
also d u r c h generatio aequivoca „in die Welt, von d e r W e l t u n d zu
d e r W e l t " g e k o m m e n z u s e i n . V i e l l e i c h t i n d e s ist d i e s A l l e s b l o ß 1 0
e i n e a n d r e I n t e r p r e t a t i o n d e r Stelle a u s d e r G e n e s i s : U n d A d a m
e r k a n n t e , i d est k r i t i s i e r t e , sein W e i b H e v a m u n d sie w a r d
schwanger p p .
W i r sehen hier also die ganze altbekannte kritische Kritik, die
schon i n d e r „ h e i l i g e n F a m i l i e " h i n r e i c h e n d s i g n a l i s i e r t , noch- i s
m a i s u n d a l s o b g a r nichts p a s s i e r t w ä r e , m i t i h r e n s ä m t l i c h e n
Schwindeleien auftreten. W u n d e r n dürfen wir uns nicht darüber,
d e n n d e r h e i l i g e M a n n j a m m e r t j a selbst p . 1 4 0 , d a ß d i e „ h e i l i g e
F a m i l i e " „ d e r Kritik jeden Fortschritt abschneide". Mit der
größten Entrüstung wirft Sankt Bruno den Verfassern d e r „hei- 20
l i g e n F a m i l i e " v o r , d a ß sie d i e B a u e r s c h e K r i t i k v e r m i t t e l s t
eines chemischen Prozesses aus ihrem „ f l ü s s i g e n " Aggregat-
zustande z u einer „ k r i s t a l l i n i s c h e n " Formation abgedampft
habe.
Also die „Institutionen des Bettlertums", d a s „ T a u f zeugnis der 25
M ü n d i g k e i t " , die „Region /[6c]/ des Pathos u n d donnerähnlicher
A s p e k t e n " , d i e „ m o s l e m i t i s c h e Begriffsaffektion" ( „ H e i l i g e F a -
m i l i e " p . 2 , 3 , 4 n a c h d e r k r i t i s c h e n Lit. Z t g . ) s i n d n u r U n s i n n ,
w e n n m a n sie „ k r i s t a l l i n i s c h " a u f f a ß t ; d i e a c h t u n d z w a n z i g ge-
schichtlichen Schnitzer, die m a n d e r Kritik in i h r e m E x k u r s e ü b e r 30
„ e n g l i s c h e T a g e s f r a g e n " n a c h g e w i e s e n h a t , s i n d , „ f l ü s s i g " be-
t r a c h t e t , k e i n e S c h n i t z e r ? D i e K r i t i k b e s t e h t d a r a u f , d a ß sie,
flüssig b e t r a c h t e t , d i e N a u w e r c k s c h e K o l l i s i o n , n a c h d e m sie l ä n g s t
vor ihren Augen passiert, a priori prophezeit, nicht post festum
k o n s t r u i e r t h a b e ? sie besteht n o c h d a r a u f , d a ß m a r é c h a l , „ k r i s t a l - 3 5
l i n i s c h " b e t r a c h t e t , ein H u f s c h m i e d h e i ß e n k ö n n e , a b e r „flüs-
s i g " b e t r a c h t e t , j e d e n f a l l s ein M a r s c h a l l sein m ü s s e ? d a ß ,
wenn auch für die „kristallinische" Auffassung un fait physique
„ e i n e p h y s i s c h e T a t s a c h e " sein d ü r f e , d i e w a h r e , „ f l ü s s i g e "
Ubersetzung davon „eine Tatsache der Physik" laute? d a ß la mal- to
veillance de nos bourgeois juste-milieux im „flüssigen" Zustande
noch i m m e r „ d i e Sorglosigkeit unsrer guten B ü r g e r " bedeute?
d a ß „ f l ü s s i g " b e t r a c h t e t , „ e i n K i n d , d a s nicht w i e d e r V a t e r o d e r
M u t t e r w i r d , w e s e n t l i c h T o c h t e r i s t " ? d a ß J e m a n d d i e Auf-
g a b e h a b e n k a n n , „ g l e i c h s a m d i e letzte W e h m u t s t r ä n e d e r Ver- a
II. Sankt Bruno 89

gangenheit darzustellen"? D a ß die verschiedenen Portiers, Lions,


G r i s e t t e n , M a r q u i s e n , S p i t z b u b e n u n d h ö l z e r n e n T ü r e n von P a r i s
in ihrer „flüssigen" F o r m weiter nichts sind als P h a s e n des Ge-
h e i m n i s s e s , „ i n d e s s e n Begriff e s ü b e r h a u p t / 7 / l i e g t , sich selbst
ί b e s c h r ä n k t z u setzen, u n d d i e s e B e s c h r ä n k u n g , d i e e s d u r c h s e i n
a l l g e m e i n e s W e s e n setzt, w i e d e r a u f z u h e b e n , d a e b e n d i e s e s W e s e n
nur das Resultat seiner innern Selbstunterscheidung, seiner Tätig-
keit ist"? D a ß die kritische Kritik im „flüssigen" Sinne „unauf-
haltsam, siegreich u n d siegsgewiß ihres W e g e s geht", wenn sie
1 0 b e i e i n e r F r a g e z u e r s t b e h a u p t e t , i h r e „ w a h r e u n d a l l g e m e i n e Be-
d e u t u n g " e n t h ü l l t z u h a b e n , a l s d a n n z u g i b t , d a ß sie „ ü b e r d i e K r i -
tik nicht hinausgehen wollte u n d d u r f t e " , u n d schließlich bekennt,
„ d a ß sie n o c h e i n e n S c h r i t t h ä t t e t u n m ü s s e n , d e r a b e r u n m ö g l i c h
war, weil — er unmöglich w a r " ? ( p . 1 8 4 der „heiligen F a m i l i e " )
is d a ß „flüssig" betrachtet, „ d i e Zukunft noch i m m e r d a s W e r k "
d e r K r i t i k ist, w e n n a u c h „ d a s S c h i c k s a l e n t s c h e i d e n m a g w i e
es w i l l " ; d a ß flüssig betrachtet, die Kritik nichts Übermensch-
liches beging, wenn sie „ m i t ihren w a h r e n E l e m e n t e n i n
einen W i d e r s p r u c h trat, der i n j e n e n E l e m e n t e n b e -
α ο r e i t s seine A u f l ö s u n g gefunden h a t t e " ?
Allerdings begingen die Verfasser der „heiligen F a m i l i e " die
Frivolität, alle diese u n d h u n d e r t a n d r e Sätze als Sätze aufzufas-
s e n , d i e e i n e n festen, „ k r i s t a l l i n i s c h e n " U n s i n n a u s d r ü c k e n —
a b e r m a n m u ß die Synoptiker „flüssig", d. h. im Sinne ihrer Ver-
25 fasser, u n d bei Leibe nicht „kristallinisch", d. h. nach ihrem
wirklichen Unsinn lesen, um zu d e m w a h r e n G l a u b e n zu k o m m e n
und die H a r m o n i e des kritischen Haushalts /[7a]/ zu bewundern.
„Engels u n d M a r x kennen d a h e r auch n u r die Kritik der Lite-
r a t u r z e i t u n g " — e i n e w i s s e n t l i c h e L ü g e , d i e b e w e i s t , w i e „flüs-
3o s i g " d e r heilige M a n n ein Buch gelesen hat, worin seine letzten
Arbeiten n u r als d i e K r o n e seines ganzen „Gearbeitet H a b e n s "
dargestellt werden. Aber d e r Kirchenvater ermangelte der Ruhe,
kristallinisch zu lesen, da er in seinen Gegnern K o n k u r r e n t e n
fürchtet, d i e ihm d i e Kanonisation streitig machen, ihn „ a u s seiner
35 Heiligkeit herausziehen wollen, um s i c h heilig zu m a c h e n " .
Konstatieren wir noch im Vorbeigehen die eine Tatsache, d a ß
nach d e r jetzigen Aussage des heiligen B r u n o seine Literatur-
z e i t u n g k e i n e s w e g s d i e „ g e s e l l s c h a f t l i c h e G e s e l l s c h a f t " z u stiften
o d e r „ g l e i c h s a m d i e letzte W e h m u t s t r ä n e " d e r d e u t s c h e n I d e o l o -
g e g i e „ d a r z u s t e l l e n " b e z w e c k t e , n o c h d e n G e i s t i n d e n schärf-
sten G e g e n s a t z z u r M a s s e z u stellen u n d d i e k r i t i s c h e K r i t i k i n
ihrer vollen Reinheit zu entwickeln, sondern — „ d e n Liberalismus
und Radikalismus des Jahres 1842 und deren Nachklänge in ihrer
Halbheit u n d Phrasenhaftigkeit darzulegen", also die „Nach-
« k l ä n g e " eines bereits Verschollenen zu bekämpfen. Tant de bruit
90 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

p o u r u n e o m e l e t t e ! Ü b r i g e n s zeigt sich g e r a d e h i e r i n w i e d e r d i e
Geschichtsauffassung der deutschen Theorie in ihrem „reinsten"
L i c h t . D a s J a h r 1 8 4 2 gilt f ü r d i e G l a n z p e r i o d e d e s L i - / [ 7 b ] / b e r a -
I i s m u s i n D e u t s c h l a n d , w e i l sich d i e P h i l o s o p h i e d a m a l s a n d e r
Politik beteiligte. D e r Liberalismus verschwindet für den Kri- s
tiker mit d e m Aufhören der Deutschen Jahrbücher und der Rhei-
nischen Zeitung, den Organen der liberalen und radikalen Theorie.
E r l ä ß t n u r n o c h „ N a c h k l ä n g e " z u r ü c k , w ä h r e n d e r s t jetzt, w o
d a s deutsche B ü r g e r t u m das wirkliche durch ökonomische Ver-
h ä l t n i s s e e r z e u g t e B e d ü r f n i s d e r politischen M a c h t e m p f i n d e t u n d 1 0
z u v e r w i r k l i c h e n strebt, w ä h r e n d erst jetzt d e r L i b e r a l i s m u s i n
D e u t s c h l a n d e i n e p r a k t i s c h e Existenz u n d d a m i t d i e C h a n c e e i n e s
Erfolgs hat.
Die tiefe Betrübnis Sankt Brunos über die „heilige F a m i l i e "
e r l a u b t e i h m n i c h t d i e s e Schrift „ a u s sich selbst u n d d u r c h sich i s
selbst u n d m i t sich s e l b s t " z u k r i t i s i e r e n . U m s e i n e n S c h m e r z be-
m e i s t e r n z u k ö n n e n , m u ß t e e r sie sich e r s t i n e i n e r „ f l ü s s i g e n "
F o r m verschaffen. D i e s e f l ü s s i g e F o r m f a n d e r i n e i n e r k o n f u s e n
u n d von M i ß v e r s t ä n d n i s s e n w i m m e l n d e n R e z e n s i o n i m „ W e s t f ä l i -
schen D a m p f b o o t " , Maiheft p. 2 0 6 — 2 1 4 . Alle seine Zitate sind 20
a u s d e n i m „ W e s t f ä l i s c h e n D a m p f b o o t " z i t i e r t e n S t e l l e n zitiert,
u n d o h n e d a s s e l b i g e ist N i c h t s zitiert, w a s zitiert ist.
A u c h d i e S p r a c h e d e s h e i l i g e n K r i t i k e r s ist d u r c h d i e S p r a c h e
des westfälischen Kritikers bedingt. Zuerst werden sämtliche Sätze,
d i e d e r W e s t f a l e ( D a m p f b o o t p . 2 0 6 ) a u s d e r V o r r e d e an- 2 5
f ü h r t , i n d i e W i g a n d s c h e V i e r t e l j a h r s s c h r i f t p . 1 4 0 , 1 4 1 über-
tragen. Diese Übertragung bildet den Hauptteil der Bauerschen
K r i t i k , n a c h d e m a l t e n , schon von H e g e l e m p f o h l e n e n P r i n z i p :
„Sich auf den gesunden Menschenverstand zu verlassen, und
/ [ 7 c ] / u m ü b r i g e n s a u c h m i t d e r Zeit u n d d e r P h i l o s o p h i e fort- s o
zuschreiten, R e z e n s i o n e n von philosophischen Schriften,
etwa gar die V o r r e d e n und ersten P a r a g r a p h e n derselben z u
lesen; denn diese geben die allgemeinen Grundsätze, worauf Al-
l e s a n k o m m t , u n d j e n e n e b e n d e r h i s t o r i s c h e n N o t i z n o c h d i e Be-
u r t e i l u n g , d i e s o g a r , w e i l sie B e u r t e i l u n g ist, ü b e r d a s B e u r t e i l t e s s
h i n a u s ist. D i e s e r g e m e i n e W e g m a c h t sich i m H a u s r o c k e ; a b e r
i m h o h e n p r i e s t e r l i c h e n G e w ä n d e schreitet d a s H o c h g e f ü h l d e s
E w i g e n , H e i l i g e n , U n e n d l i c h e n e i n h e r , ein W e g " , d e n S a n k t
Bruno auch, wie wir sahen, „niedermetzelnd" zu „ g e h e n " weiß.
— H e g e l , P h ä n o m e n o l o g i e p. 5 4 . 40
Der w e s t f ä l i s c h e Kritiker fährt nach einigen Zitaten aus
d e r V o r r e d e f o r t : „ S o d u r c h d i e V o r r e d e selbst a u f d e n K a m p f -
p l a t z des Buches geführt" usw. p . 2 0 6 .
Der h e i l i g e Kritiker, nachdem er diese Zitate in die Wi-
gandsche Vierteljahrsschrift übertragen, distinguiert feiner u n d 45
II. Sankt Bruno 91

s a g t : „ D a s ist d a s T e r r a i n u n d d e r F e i n d , d e n sich E n g e l s
u n d M a r x z u m K a m p f e geschaffen h a b e n . "
D e r w e s t f ä l i s c h e K r i t i k e r setzt a u s d e r E r ö r t e r u n g d e s
k r i t i s c h e n S a t z e s : „ d e r A r b e i t e r schafft N i c h t s " , n u r d e n z u s a m -
5 menfassenden S c h l u ß hin.
D e r h e i l i g e K r i t i k e r g l a u b t w i r k l i c h , d i e s sei A l l e s , w a s
ü b e r den Satz gesagt worden, schreibt p. 1 4 1 d a s westfälische Zitat
a b , u n d f r e u t sich d e r E n t d e c k u n g , d a ß m a n d e r K r i t i k n u r „ B e -
h a u p t u n g e n " entgegengesetzt h a b e .
io Aus d e r Beleuchtung der kritischen Expektorationen ü b e r die
L i e b e s c h r e i b t sich d e r w e s t f ä l i s c h e K r i t i k e r p . 2 0 9 e r s t
das corpus delicti teilweise, und d a n n a u s der W i d e r l e g u n g einige
Sätze o h n e a l l e n / 8 / Z u s a m m e n h a n g h e r a u s , d i e e r a l s A u t o r i t ä t
für seine schwammige, liebesselige Sentimentalität hinstellen
is möchte.
Der h e i l i g e Kritiker schreibt ihm p . 1 4 1 , 1 4 2 alles buch-
stäblich a b , Satz für Satz in der O r d n u n g , w i e sein V o r g ä n g e r
zitiert.
Der w e s t f ä l i s c h e Kritiker ruft ü b e r d e r Leiche des H e r r n
2 0 J u l i u s F a u c h e r a u s : „ D a s ist d a s L o s d e s S c h ö n e n a u f d e r E r d e " !
D e r h e i l i g e K r i t i k e r d a r f s e i n e „ s a u r e A r b e i t " n i c h t voll-
enden, ohne diesen Ausruf p. 142 bei unpassender Gelegenheit
sich a n z u e i g n e n .
D e r w e s t f ä l i s c h e K r i t i k e r gibt p . 2 1 2 e i n e a n g e b l i c h e Z u -
25 sammenfassung der in der „heiligen F a m i l i e " gegen Sankt Bruno
selbst g e r i c h t e t e n E n t w i c k l u n g e n .
Der h e i l i g e Kritiker kopiert diese Siebensachen getrost u n d
wörtlich mit allen westfälischen Exklamationen. Er denkt nicht
i m T r a u m d a r a n , d a ß i h m n i r g e n d s i n d e r ganzen Streitschrift
3o vorgeworfen wird, er „verwandle die F r a g e d e r politischen Eman-
zipation in die d e r menschlichen", er „wolle die J u d e n totschla-
gen", er „verwandle die Juden in Theologen", er „verwandle
Hegel in Herrn Hinrichs" pp. Gläubig plappert der h e i l i g e
Kritiker d e m w e s t f ä l i s c h e n d i e A n g a b e n a c h , a l s erbiete sich
35 M a r χ in d e r „ h e i l i g e n F a m i l i e " z u r L i e f e r u n g e i n e s g e w i s s e n
scholastischen Traktätleins „ a l s E r w i d e r u n g auf d i e a l b e r n e
Selbstapotheose Bauers". Nun kommt die vom heiligen
Bruno als Ζ i t at angeführte „ a l b e r n e Selbstapotheose" in d e r gan-
zen „ h e i l i g e n F a m i l i e " n i r g e n d s , w o h l a b e r b e i d e m Westfali-
c a sehen K r i t i k e r v o r . E b e n s o w e n i g w i r d d a s T r a k t ä t l e i n a l s E r w i d e -
rung auf die „ S e l b s t a p o l o g i e " /[8a]/ der Kritik, „heilige Fa-
m i l i e " p. 1 5 0 — 1 6 3 , angeboten, sondern erst im folgenden Ab-
schnitt p . 1 6 5 b e i G e l e g e n h e i t d e r w e l t g e s c h i c h t l i c h e n F r a g e :
„ w a r u m H e r r Bauer politisieren m u ß t e ? "
« Schließlich läßt Sankt Bruno p . 143 M a r x als „ e r g ö t z -
92 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

l i e h e n K o m ö d i a n t e n " auftretein, n a c h d e m s e i n westfäli-


sches V o r b i l d b e r e i t s „ d a s w e l t h i s t o r i s c h e D r a m a d e r k r i t i s c h e n
K r i t i k " sich i n d i e „ e r g ö t z l i c h s t e K o m ö d i e " p . 2 1 3 h a t
auflösen lassen.
Siehe, so „dürfen und können" die Gegner d e r kritischen Kri- s
tik e s „wissen, w i e d e r K r i t i k e r g e a r b e i t e t h a t u n d
noch arbeitet"!

4 . N a c h r u f a n „M. H e ß '

„ W a s Engels und M a r x n o c h n i c h t konnten, das vollendet


M. Heß". io
Großer, göttlicher Übergang, der d e m heiligen M a n n e d u r c h
das relative „ K ö n n e n " und „Nichtkönnen" d e r Evangelisten so
fest i n d e n F i n g e r n sitzen g e b l i e b e n ist, d a ß e r i n j e d e m A u f s a t z e
d e s K i r c h e n v a t e r s p a s s e n d o d e r u n p a s s e n d s e i n e S t e l l e finden m u ß .
„ W a s E n g e l s u n d M a r x n o c h nicht k o n n t e n , d a s v o l l e n d e t u
M . H e ß " . — U n d w a s ist d a s „ W a s " , d a s „ E n g e l s u n d M a r x n o c h
n i c h t k o n n t e n " ? N u n , nichts m e h r u n d n i c h t s w e n i g e r , a l s —
S t i r n e r k r i t i s i e r e n . U n d w a r u m „ k o n n t e n " E n g e l s u n d M a r x Stir-
ner „ n o c h n i c h t " kritisieren? Aus dem zureichenden Grunde,
weil — Stirners Buch n o c h n i c h t e r s c h i e n e n w a r , als 2 0
sie d i e „ h e i l i g e F a m i l i e " s c h r i e b e n .
D i e s e r s p e k u l a t i v e Kunstgriff, A l l e s z u k o n s t r u i e r e n , u n d d a s
Disparateste in einen vorgeblichen Kausalzusammenhang zu brin-
g e n , ist u n s r e m H e i l i g e n w i r k l i c h a u s d e m K o p f i n d i e F i n g e r ge-
fahren. Er erreicht bei ihm die /[8b]/ gänzliche Inhaltslosigkeit 25
u n d sinkt h e r a b z u e i n e r b u r l e s k e n M a n i e r , T a u t o l o g i e n m i t wich-
t i g e r M i e n e z u s a g e n . z . B . schon i n d e r A l l g . L i t e r a t . Z t g . I , 5 :
„ D e r U n t e r s c h i e d zwischen m e i n e r A r b e i t u n d d e n B l ä t t e r n , d i e
z . B . ein P h i l i p p s o n v o l l s c h r e i b t " ( a l s o d e n l e e r e n B l ä t t e r n ,
a u f d i e „ z . B . ein P h i l i p p s o n " s c h r e i b t ) , „ m u ß d a n n a u c h 3 0
so beschaffen sein, wie er in der Tat beschaffen
i st"!!!
„ M . H e ß " , f ü r d e s s e n Schriften E n g e l s u n d M a r x d u r c h a u s
k e i n e V e r a n t w o r t l i c h k e i t ü b e r n e h m e n , ist d e m h e i l i g e n K r i t i k e r
eine so merkwürdige Erscheinung, d a ß er weiter nichts tun kann, 35
a l s l a n g e Stellen a u s d e n „letzten P h i l o s o p h e n " a b s c h r e i b e n , Und
das Urteil fällen, d a ß „diese Kritik in einzelnen Punkten den
Feuerbach nicht kapiert hat o d e r a u c h " (o, Theologie!) „ d a s
II. Sankt Bruno 93

G e f ä ß sich gegen den T ö p f e r e m p ö r e n w i l l " . Vergl. R ö m e r , 9 ,


2 0 — 2 1 . Nach einer erneuerten „sauren Arbeit" des Zitierens
kommt unser heiliger Kritiker dann schließlich zu d e m Resultate,
d a ß H e ß , weil er die beiden Worte: „Vereinigt" und „Entwiek-
5 l u n g " gebraucht, H e g e l abschreibt. Sankt Bruno m u ß t e natür-
lich den in d e r „heiligen F a m i l i e " gelieferten Nachweis seiner
totalen Abhängigkeit von Hegel durch einen U m w e g auf Feuer-
bach zurückzuwerfen suchen.
„Siehe, so m u ß t e B a u e r enden! Er hat gegen alle Hegelschen
io Kategorien", mit Ausnahme des Selbstbewußtseins, „gekämpft,
wie u n d was er n u r k o n n t e " , speziell in d e m famosen Literatur-
zeitungskampf gegen H e r r n Hinrichs. W i e er sie bekämpft und be-
siegt h a t , h a b e n w i r g e s e h e n . Z u m Ü b e r f l u ß z i t i e r e n w i r n o c h
Wigand p . 110, w o e r behauptet, d a ß die „ w a h r e " ( 1 ) „ A u f -
l ä l ö s u n g " (2) „ d e r G e g e n s ä t z e " (3) „in Natur und /[8c]/
Geschichte" ( 4 ) , „die w a h r e E i n h e i t " ( 5 ) „ d e r getrennten
Relationen" ( 6 ) , „ d e r wahrhafte" ( 7 ) „ G r u n d " ( 8 ) „ u n d Ab-
g r u n d " ( 9 ) „ d e r Religion, die wahre u n e n d l i c h e " ( 1 0 ) ,
„unwiderstehliche, selbstschöpferische" ( 1 1 ) „Persönlichkeit"
2 0 ( 1 2 ) „ n o c h n i c h t g e f u n d e n i s t " . I n d r e i Z e i l e n n i c h t zwei
zweifelhafte, wie bei H e ß , sondern ein volles Dutzend „ w a h r e r ,
unendlicher, unwiderstehliche [ r ] " und durch „die wahre Einheit
d e r g e t r e n n t e n R e l a t i o n e n " sich a l s s o l c h e b e w e i s e n d e H e g e i s c h e
Kategorien — „siehe, so m u ß t e Bauer e n d e n " ! Und wenn d e r
25 heilige M a n n in H e ß einen gläubigen Christen zu entdecken meint,
n i c h t w e i l H e ß „ h o f f t " , w i e B r u n o s a g t , s o n d e r n w e i l e r η i c h t hofft
u n d w e i l e r v o n „ A u f e r s t e h e n " s p r i c h t , s o setzt u n s d e r g r o ß e
Kirchenvater in den Stand, i h m aus eben derselben pagina 1 1 0 d a s
prononzierteste J u d e n t u m nachzuweisen. E r erklärt dort, „ d a ß
3 o der w i r k l i c h e , l e b e n d e u n d l e i b h a f t i g e M e n s c h
n o c h n i c h t g e b o r e n i s t " ! ! ! (neuer Aufschluß über die
B e s t i m m u n g d e s „ e i n z i g e n G e s c h l e c h t s " ) „ u n d d i e e r z e u g t e Zwit-
t e r g e s t a l t " ( B r u n o B a u e r ? ! ? ) „ n o c h n i c h t i m S t a n d e ist, a l l e r
d o g m a t i s c h e n F o r m e l n Herr zu werden" pp — d.h. daß
3 5 d e r M e s s i a s n o c h n i c h t g e b o r e n ist, d a ß d e s M e n s c h e n
S o h n erst i n die Welt k o m m e n soll, u n d diese Welt, als W e l t
des alten Bundes, noch unter d e r Zuchtrute des G e s e t z e s , „ d e r
d o g m a t i s c h e n F o r m e l n " , steht.
In derselben Weise, wie Sankt Bruno oben „Engels und M a r x "
to zu einem Übergange zu H e ß benutzte, dient i h m hier H e ß dazu,
F e u e r b a c h s c h l i e ß l i c h w i e d e r i n ei-/9/nen K a u s a l n e x u s m i t sei-
n e n E x k u r s e n ü b e r S t i r n e r , d i e „ h e i l i g e F a m i l i e " u n d d i e „letz-
ten P h i l o s o p h e n " z u b r i n g e n :
„Siehe, so mußte Feuerbach enden!" „Die Philosophie mußte
« f r o m m enden" pp, Wigand p. 145.
94 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

D e r w a h r e K a u s a l n e x u s ist a b e r d e r , d a ß d i e s e E x k l a m a t i o n
eine N a c h a h m u n g einer u. A. gegen B a u e r gerichteten Stelle a u s
H e ß ' „ l e t z t e n P h i l o s o p h e n " , V o r r e d e p . 4 , i s t : „ S o [...] u n d n i c h t
a n d e r s m u ß t e n d i e letzten N a c h k o m m e n d e r c h r i s t l i c h e n A s k e t e n
[...] A b s c h i e d v o n d e r W e l t n e h m e n . " s

S a n k t B r u n o s c h l i e ß t sein P l a i d o y e r g e g e n F e u e r b a c h u n d an-
gebliche Konsorten mit einer A n r e d e an Feuerbach, worin er ihm
vorwirft, er könne n u r „ausposaunen", „Posaunenstöße erlas-
sen", während Monsieur B. Bauer oder M a d a m e la critique, „die
erzeugte Zwittergestalt", des unaufhörlichen „ V e r n i c h t e n s " nicht u
m erwähnen, „ a u f s e i n e m T r i u m p h w a g e n f ä h r t u n d
n e u e T r i u m p h e s a m m e l t " (p. 1 2 5 ) , „vom Throne stößt"
(p. 1 1 9 ) , „niedermetzelt" (p. 1 1 1 ) , „niederdonnert" (p. 1 1 5 ) ,
„ e i s für alle M a l zu Grunde richtet" (p. 1 2 0 ) , „zerschmettert"
( p . 1 2 1 ) , d e r N a t u r n u r z u „ v e g e t i e r e n " e r l a u b t ( p . 1 2 0 ) , „straf- i s
f e r e " ( ! ) „Gefängnisse" baut ( p . 104) und endlich mit „nieder-
metzelnder" Kanzelberedsamkeit frischfrommfröhlichfrei das
„ F i x f i r m f e s t b e s t e h e n d e " p . 1 0 5 entwickelt, F e u e r b a c h ' p . 1 1 0
„ d a s Felsige u n d den F e l s e n " an den Kopf wirft, u n d schließlich
mit einer Seitenwendung auch Sankt M a x überwindet, indem er 20
die „kritische K r i t i k " die „gesellschaftliche Gesellschaft", „ d a s
Felsige und d e n F e l s e n " noch durch „ d i e abstrakteste /[9a]/ Ab-
straktheit" u n d „härteste H ä r t e " p. 1 2 4 ergänzt.
A l l e s d i e s h a t S a n k t B r u n o v o l l b r a c h t „ d u r c h sich selbst u n d
i n sich selbst u n d m i t sich s e l b s t " , d e n n e r ist „ E r s e l b e r " , j a e r 2 «
ist „ s t e t s u n d selbst d e r G r ö ß e s t e u n d k a n n d e r G r ö ß e s t e s e i n "
( i s t e s u n d k a n n e s s e i n ! ) „ d u r c h sich selbst u n d i n sich selbst
u n d m i t sich s e l b s t " ( p . 1 3 6 ) . S e l a .
S a n k t B r u n o w ä r e f ü r d a s w e i b l i c h e G e s c h l e c h t a l l e r d i n g s ge-
f ä h r l i c h , d a e r d i e „ u n w i d e r s t e h l i c h e P e r s ö n l i c h k e i t " ist, furch- s o
t e t e e r n i c h t „ a u f d e r a n d e r n Seite e b e n s o s e h r " „ d i e S i n n l i c h k e i t
a l s d i e S c h r a n k e , a n d e r sich d e r M e n s c h d e n T o d e s - S t o ß g e b e n
m u ß " . E r w i r d d a h e r „ d u r c h sich selbst u n d i n sich selbst u n d
m i t sich s e l b s t " w o h l k e i n e B l u m e n b r e c h e n , s o n d e r n s i e v e r w e l -
ken lassen in unbegrenzter Sehnsucht und schmachtender Hyste- 35
r i e n a c h d e r „ u n w i d e r s t e h l i c h e n P e r s ö n l i c h k e i t " , d i e „ d i e s e s ein-
zige G e s c h l e c h t u n d d i e s e einzigen, b e s t i m m t e n G e s c h l e c h t s o r g a n e
besitzt".
m

SANKT MAX
III. S a n k t M a x 97-^128

Geschrieben ca. September 1845 bis Anfang Mai 1846 in Brüssel


/1/

III

Sankt Max

„ W a s jenen mir die jrinen Beeme a n ? "

s Der heilige M a x exploitiert, „verbraucht" oder „benutzt" d a s


Konzil dazu, einen langen apologetischen K o m m e n t a r „ d e s
B u c h e s " z u g e b e n , w e l c h e s k e i n a n d e r e s B u c h ist, a l s „ d a s
B u c h " , d a s B u c h a l s s o l c h e s , d a s B u c h s c h l e c h t h i n , d . h . d a s voll-
kommene Buch, das heilige Buch, das Buch als Heiliges, das Buch
10 als d a s Heilige — das Buch im Himmel, nämlich „ d e r E i n -
z i g e u n d s e i n E i g e n t u m " . „Das Buch" war bekanntlich
gegen E n d e 1 8 4 4 aus d e m H i m m e l h e r a b g e f a l l e n u n d hatte
bei O . W i g a n d in Leipzig Knechtsgestalt a n g e n o m m e n . Es hatte
sich s o d e n W e c h s e l f ä l l e n d e s i r d i s c h e n L e b e n s p r e i s g e g e b e n u n d
η w a r von d r e i „ E i n z i g e n " , nämlich von d e r geheimnisvollen Per-
sönlichkeit S z e l i g a , von d e m Gnostiker F e u e r b a c h u n d
von H e ß a n g e g r i f f e n w o r d e n . S o e r h a b e n d e r h e i l i g e M a x a u c h
a l s S c h ö p f e r i n j e d e m A u g e n b l i c k ü b e r s i c h a l s Geschöpf, w i e
ü b e r s e i n e s o n s t i g e n G e s c h ö p f e ist, e r b a r m t e e r sich d e n n o c h sei-
s e n e s s c h w a c h e n K i n d l e i n s u n d s t i e ß z u s e i n e r W e h r u n g . u n d Sicher-
stellung ein lautes „kritisches J u c h h e " aus. — Um sowohl dies
„kritische J u c h h e " , wie die geheimnisvolle Persönlichkeit S z e -
l i g a in ihrer ganzen Bedeutung zu ergründen, müssen wir hier
e i n i g e r m a ß e n auf die Kirchengeschichte eingehen u n d „ d a s B u c h "
2 5 n ä h e r b e t r a c h t e n . O d e r u m m i t S a n k t M a x z u s p r e c h e n : W i r wol-
len „ a n d i e s e r S t e l l e " e i n e k i r c h e n g e s c h i c h t l i c h e „ R e f l e x i o n " ü b e r
d e n „ E i n z i g e n u n d sein E i g e n t u m " „ e p i s o d i s c h e i n l e g e n " , „ l e d i g -
lich d a r u m " , „ w e i l u n s d ü n k t , sie k ö n n e z u r V e r d e u t l i c h u n g d e s
Übrigen beitragen".
so „Machet die T o r e weit u n d d i e T ü r e n in d e r W e l t hoch, d a ß
d e r K ö n i g d e r E h r e n e i n z i e h e . — W e r ist d e r s e l b e K ö n i g d e r
E h r e n ? E s ist d e r „ F e l d h e r r " , s t a r k u n d m ä c h t i g , „ d e r F e l d h e r r " ,
mächtig im Streit. Machet d i e T o r e weit u n d die T ü r e n in d e r
W e l t h o c h , d a ß d e r K ö n i g d e r E h r e n e i n z i e h e . — W e r ist d e r -
3 5 selbe K ö n i g d e r E h r e n ? E s ist d e r H e r r E i n z i g e , E r ist d e r K ö n i g
der E h r e n . "
(Ps. 24, 7—10.)

Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. S 7


/[la]/

1 . D e r Einzige a n d sein E i g e n t u m

D e r M a n n , d e r „ s e i n ' S a c h ' a u f N i c h t s gestellt h a t " , b e g i n n t a l s


g u t e r D e u t s c h e r sein l a n g g e z o g e n e s „ k r i t i s c h e s J u c h h e " sogleich
m i t e i n e r J e r e m i a d e : „ W a s soll nicht A l l e s M e i n e S a c h e s e i n ? " s
( p . 5 des B u c h s ) . Und er jammert herzzerreißend weiter, d a ß
„Alles seine Sacbe sein soll", d a ß m a n ihm „ d i e Sache Gottes,
4

die Sache der Menschheit, der Wahrheit, Freiheit, ferner die


Sache Seines Volkes, Seines F ü r s t e n " und tausend a n d r e gute
S a c h e n a u f b ü r d e t . D e r a r m e M a n n ! D e r f r a n z ö s i s c h e u n d eng- 1 0
lische B o u r g e o i s k l a g t ü b e r M a n g e l a n D e b o u c h e s , ü b e r H a n d e l s -
krisen, panische Schrecken an d e r Börse, augenblickliche poli-
tische K o n s t e l l a t i o n e n u s w . ; d e r d e u t s c h e K l e i n b ü r g e r , d e r a k t i v
n u r einen ideellen Anteil an der Bourgeoisbewegung genommen
u n d i m Ü b r i g e n n u r s e i n e e i g n e H a u t z u M a r k t g e t r a g e n h a t , stellt 1 5
sich s e i n e e i g n e S a c h e n u r a l s „ d i e g u t e S a c h e " , d i e „ S a c h e d e r
Freiheit, Wahrheit, Menschheit" etc. vor.
Unser deutscher Schulmeister glaubt ihm tout bonnement
d i e s e E i n b i l d u n g u n d setzt sich m i t a l l e n d i e s e n g u t e n S a c h e n a u f
d r e i Seiten v o r l ä u f i g a u s e i n a n d e r . 20
Er untersucht die „Sache Gottes", die „ S a c h e d e r Mensch-
heit", p. 6 und 7, und findet, d a ß dies „rein egoistische S a c h e n "
s i n d , d a ß sowohl „ G o t t " w i e „ d i e M e n s c h h e i t " sich n u r u m d a s
I h r i g e bekümmern, d a ß e s „der Wahrheit, der Freiheit, der
H u m a n i t ä t , d e r G e r e c h t i g k e i t " „ n u r u m sich, n i c h t u m U n s , n u r s 2

um Ihr Wohl, nicht um das Unsere zu tun ist" -— woraus er den


S c h l u ß zieht, d a ß sich a l l e d i e s e P e r s o n e n „ a u s n e h m e n d g u t d a b e i
s t e h e n " . E r geht s o weit, d i e s e i d e a l i s t i s c h e n P h r a s e n , Gott, W a h r -
heit usw. in wohlhabende Bürger zu verwandeln, die „sich aus-
nehmend gut stehen" und eines „ e i n t r ä g l i c h e n E g o i s m u s " 30
erfreuen. D a s aber wurmt den heiligen Egoisten: Und Ich? ruft
er aus. „Ich Meinesteils nehme Mir eine Lehre d a r a n und will,
statt j e n e n g r o ß e n E g o i s t e n f e r n e r z u d i e n e n , l i e b e r s e l b e r d e r
Egoist sein!" ( p . 7 ) .
W i r sehen a l s o , welch h e i l i g e M o t i v e d e n h e i l i g e n M a x b e i a i
31 Im Original E g o i s t e n : „ U n d I c h ? "
III. Sankt Max 99

seinem Übertritt zum Egoismus leiten. Nicht die Güter dieser


W e l t , n i c h t d i e S c h ä t z e , s o d i e M o t t e n u n d d e r R o s t fressen, n i c h t
die K a p i t a l i e n seiner Mit-Einzigen, sondern d e r Schatz im H i m -
mel, die Kapitalien Gottes, d e r / 3 [ l b ] / W a h r h e i t , Freiheit,
5 M e n s c h h e i t etc. l a s s e n i h n n i c h t r u h e n . — M u t e t e m a n i h m n i c h t
zu, d e n v i e l e n g u t e n S a c h e n z u d i e n e n , e r w ü r d e n i e z u d e r E n t -
d e c k u n g g e k o m m e n sein, d a ß e r a u c h e i n e „ e i g n e " S a c h e h a b e ,
w ü r d e also auch diese seine Sache nicht „auf N i c h t s " (d. h. „ d a s
Buch") „gestellt" haben.
10 H ä t t e S a n k t M a x sich d i e v e r s c h i e d e n e n „ S a c h e n " u n d „ E i g -
n e r " d i e s e r S a c h e n , z . B . Gott, M e n s c h h e i t , W a h r h e i t e t w a s n ä h e r
betrachtet, so w ä r e er zu d e m entgegengesetzten S c h l u ß gekom-
men, d a ß ein auf die egoistische Handlungsweise dieser Personen
basierter Egoismus eben so eingebildet sein müsse, wie diese Per-
15 sonen selbst.
Statt d e s s e n e n t s c h l i e ß t sich u n s e r H e i l i g e r , „ G o t t " u n d „ d e r
W a h r h e i t " K o n k u r r e n z zu machen und seine Sache auf Sich zu
stellen — „ a u f M i c h , d e r I c h s o gut w i e Gott d a s N i c h t s von a l l e m
Andern, der Ich Mein Alles, der Ich der Einzige bin. — Ich
2 o b i n Nichts i m Sinne d e r Leerheit, s o n d e r n das schöpferische
N i c h t s , d a s N i c h t s , a u s w e l c h e m I c h selbst a l s S c h ö p f e r A l l e s
schaffe".
D e r h e i l i g e K i r c h e n v a t e r h ä t t e d i e s e n letzten Satz a u c h s o a u s -
d r ü c k e n k ö n n e n : I c h b i n A l l e s in d e r L e e r h e i t d e s U n s i n n s , „s ο η -
2 5 d e r η " d e r n i c h t i g e S c h ö p f e r , d a s A l l e s , a u s w e l c h e m ich selbst
a l s J S c h ö p f e r N i c h t s schaffe.
W e l c h e von d i e s e n b e i d e n L e s a r t e n d i e r i c h t i g e ist, w i r d sich
h e r a u s s t e l l e n . So w e i t d i e V o r r e d e . —
„ D a s B u c h " selbst t e i l t sich, w i e d a s „ w e i l a n d " B u c h , i n d a s
so alte u n d neue Testament, nämlich in die einzige Geschichte des
M e n s c h e n ( d a s Gesetz u n d d i e P r o p h e t e n ) u n d i n d i e u n m e n s c h -
liche Geschichte des Einzigen (Evangelium vom Reiche Gottes).
D a s e r s t e ist d i e G e s c h i c h t e i n n e r h a l b d e r L o g i k , d e r i n d e r V e r -
g a n g e n h e i t g e b u n d e n e L o g o s , d a s zweite d i e L o g i k i n d e r Ge-
3 5 schichte, d e r f r e i g e w o r d e n e L o g o s , d e r m i t d e r G e g e n w a r t k ä m p f t
u n d sie s i e g r e i c h ü b e r w ä l t i g t . —
Altes T e s t a m e n t : D e r M e n s c h

1. G e n e s i s , d.i. E i n M e n s c h e n l e b e n

S a n k t M a x schützt h i e r v o r , d i e B i o g r a p h i e seines T o d -
feindes, „ d e s M e n s c h e n " , z u schreiben, nicht die eines „ E i n -
z i g e n " oder „wirklichen Individuums". Dies verwickelt ihn in s
ergötzliche W i d e r s p r ü c h e .
/ [ l c ] / W i e s i c h ' s für e i n e n o r m a l e G e n e s i s g e z i e m t , b e g i n n t
d a s „ M e n s c h e n l e b e n " a b ovo, m i t d e m „ K i n d e " . D a s K i n d , w i r d
u n s p . 1 3 e n t h ü l l t , „ l e b t gleich i m K a m p f e g e g e n d i e g a n z e W e l t ,
e s w e h r t sich g e g e n A l l e s , u n d A l l e s w e h r t sich g e g e n e s " . „ F e i n d e u
bleiben Beide", aber „in Ehrfurcht und Respekt" und „liegen
i m m e r auf d e r L a u e r , sie l a u e r n einer auf d i e S c h w ä c h e
des A n d e r n " ; was p. 14 dahin weiter ausgeführt wird, „ d a ß w i r "
als Kinder „auf den G r u n d d e r D i n g e oder hinter die
Dinge zu kommen suchen; d a h e r " (also nicht mehr aus Feind- u
schaft) „ l a u s c h e n wir Allen ihre S c h w ä c h e n a b . " ( H i e r
ist S z e l i g a s F i n g e r , d e s G e h e i m n i s k r ä m e r s . ) Das K i n d
w i r d a l s o gleich z u m M e t a p h y s i k e r , d e r „ a u f d e n G r u n d
d e r D i n g e " z u k o m m e n sucht.
Dieses s p e k u l i e r e n d e Kind, d e m die „ N a t u r der D i n g e " 20
m e h r a m H e r z e n liegt, a l s sein S p i e l z e u g , w i r d n u n „ m i t u n t e r " a u f
d i e D a u e r m i t d e r „ W e l t d e r D i n g e " fertig, b e s i e g t sie u n d k o m m t
dann in eine neue Phase, das J ü n g l i n g s a l t e r , wo es einen
neuen „sauern Lebenskampf", den Kampf gegen die Vernunft,
z u b e s t e h e n h a t , d e n n „ G e i s t h e i ß t ["] h e i ß t [,,]die e r s t e 2 5
S e l b s t f i n d u n g " u n d „ W i r sind ü b e r d e r W e l t , W i r s i n d
G e i s t " ( p . 1 5 ) . D e r S t a n d p u n k t d e s J ü n g l i n g s ist „ d e r h i m m -
l i s c h e " ; d a s K i n d „ l e r n t e " n u r , „ e s h i e l t sich b e i r e i n l o g i s c h e n
o d e r t h e o l o g i s c h e n F r a g e n nicht a u f " , w i e d e n n a u c h ( d a s K i n d )
„ P i l a t u s " r a s c h ü b e r d i e F r a g e : „ W a s ist W a h r h e i t " h i n w e g e i l t 3 0
( p . 1 7 ) . Der Jüngling „sucht der Gedanken habhaft zu werden",
„versteht Ideen, d e n Geist" und „sucht nach I d e e n " ; er „hängt
seinen G e d a n k e n n a c h " ( p . 1 6 ) , e r h a t „ a b s o l u t e G e d a n k e n , d . h .
n i c h t s a l s G e d a n k e n , logische G e d a n k e n " . D e r J ü n g l i n g ,
d e r a l s o „ s i c h g e b a h r t " , statt j u n g e n F r a u e n z i m m e r n u n d sonsti- 3 5
Π Ι . Sankt Max 101

gen p r o f a n e n D i n g e n n a c h z u j a g e n , ist k e i n a n d r e r a l s d e r j u n g e
„ S t i r n e r " , d e r Berliner studierende Jüngling, der Hegeische
Logik treibt und d e m großen Michelet zustaunt. Von d i e s e m
Jüngling heißt e s mit Recht p . 1 7 : „Den r e i n e n G e d a n k e n
s z u T a g e z u f ö r d e r n , i h m a n z u h a n g e n , d a s ist J u g e n d l u s t , u n d
alle Lichtgestalten der Gedankenwelt, die W a h r h e i t , Freiheit,
Menschentum, d e r Mensch usw. erleuchten u n d begeistern die
jugendliche Seele". — Dieser Jüngling „wirft" d a n n /2/ auch
„den Gegenstand bei Seite" und „beschäftigt sich" b l o ß „ m i t
1 0 s e i n e n G e d a n k e n " ; „ a l l e s n i c h t G e i s t i g e b e f a ß t e r u n t e r d e m ver-
ächtlichen N a m e n der Ä u ß e r l i c h k e i t e n , u n d wenn e r
gleichwohl an solchen Äußerlichkeiten haftet, z . B . am Burschi-
k o s e n etc., s o g e s c h i e h t e s , w e n n u n d w e i l e r i n i h n e n Geist e n t -
d e c k t , d . h . w e n n sie i h m S y m b o l e s i n d " ( W e r „ e n t -
i5 d e c k t " hier nicht „ S z e l i g a " ? ) . Guter Berliner Jüngling! Der
Bierkomment d e r Korpsburschen war für ihn n u r „ein S y m b o l " ,
n u r „ e i n e m S y m b o l " z u G e f a l l e n h a t e r sich s o m a n c h e s M a l u n t e r
den Tisch trinken lassen, unter welchem er wahrscheinlich auch
„ G e i s t e n t d e c k e n " w o l l t e ! — W i e g u t d i e s e r g u t e J ü n g l i n g ist, a n
2 0 d e m sich d e r a l t e E w a l d , d e r zwei B ä n d e ü b e r d e n „ g u t e n J ü n g -
l i n g " s c h r i e b , e i n E x e m p e l h ä t t e n e h m e n k ö n n e n , zeigt sich a u c h
d a r a u s , d a ß e s f ü r I h n „ h e i ß t " ( p . 1 5 ) , „ V a t e r u n d M u t t e r sei
zu verlassen, alle Naturgewalt für gesprengt zu e r a c h t e n " . F ü r
ihn, „ d e n Vernünftigen, gibt es keine F a m i l i e als Naturgewalt,
25 es zeigt sich eine A b s a g u n g von E l t e r n , G e s c h w i s t e r n e t c . " —- d i e
aber Alle „als g e i s t i g e , v e r n ü n f t i g e Gewalten wiederge-
boren w e r d e n " , wodurch d e r gute Jüngling d a n n den Gehorsam
u n d d i e F u r c h t v o r d e n E l t e r n m i t s e i n e m s p e k u l i e r e n d e n Gewis-
sen i n E i n k l a n g g e b r a c h t h a t u n d A l l e s b e i m A l t e n b l e i b t . E b e n s o
3 0 „ h e i ß t e s n u n " ( p . 1 5 ) : „ M a n m u ß Gott m e h r g e h o r c h e n , a l s d e n
Menschen". J a , d e r gute J ü n g l i n g erreicht die höchste Spitze d e r
Moralität p. 16, wo „es n u n h e i ß t " : „ M a n m u ß seinem Gewissen
m e h r g e h o r c h e n , a l s G o t t " . D i e s e s m o r a l i s c h e H o c h g e f ü h l setzt
ihn s o g a r ü b e r „ d i e r ä c h e n d e n E u m e n i d e n " , j a ü b e r „ d e n Z o r n
35 d e s P o s e i d o n " h i n w e g — n i c h t s f ü r c h t e t er m e h r , a l s — „ d a s
Gewissen".
N a c h d e m e r e n t d e c k t h a t , d a ß „ d e r Geist d a s W e s e n t l i c h e " s e i ,
fürchtet e r sich s o g a r n i c h t m e h r v o r f o l g e n d e n h a l s b r e c h e n d e n
Schlüssen : „ I s t a b e r d e r Geist a l s d a s W e s e n t l i c h e e r k a n n t , s ο
u macht es d o c h einen Unterschied, ο b d e r Geist a r m oder reich
ist, u n d m a n sucht d e s h a l b " ( ! ) „ r e i c h a n Geist z u w e r d e n ;
e s will d e r G e i s t sich a u s b r e i t e n , sein R e i c h z u g r ü n d e n , e i n
R e i c h , d a s n i c h t von d i e s e r W e l t ist, d e r e b e n ü b e r - / [ 2 a ] / w u n d e -
n e n — S o s e h n t e r sich n u n A l l e s i n A l l e m z u w e r d e n " ( w i e
4 5 s o ? ) , „ d . h . o b g l e i c h I c h Geist b i n , b i n I c h d o c h n i c h t voll-
102 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

e n d e t e r Geist, u n d m u ß " ( ? ) „ d e n v o l l e n d e t e n G e i s t e r s t
suchen" ( p . 1 7 ) .
„S ο m a c h t e s d o c h e i n e n U n t e r s c h i e d " . — „E s " , w a s ? Wel­
ches „ E s " m a c h t d i e s e n U n t e r s c h i e d ? W i r w e r d e n d i e s e s g e h e i m ­
nisvolle „ E s " noch sehr häufig bei d e m heiligen M a n n e wieder- 5
f i n d e n , w o sich d a n n h e r a u s s t e l l e n w i r d , d a ß e s d e r E i n z i g e a u f
dem Standpunkte der S u b s t a n z , der Anfang der „einzigen"
Logik u n d als solches die w a h r e Identität des Hegeischen „ S e i n "
u n d „ N i c h t s " ist. F ü r a l l e s , w a s d i e s e s „ E s " t u t , s a g t u n d m a c h t ,
m a c h e n w i r d a h e r u n s r e n H e i l i g e n , d e r sich z u i h m a l s S c h ö p f e r w
verhält, verantwortlich. Zuerst macht dieses „ E s " , wie wir sahen,
einen Unterschied zwischen A r m u n d R e i c h ; u n d zwar weshalb?
W e i l „ d e r Geist als d a s Wesentliche erkannt ist". A r m e s „ E s " ,
d a s ohne diese Erkenntnis nie zu d e m Unterschiede von A r m und
R e i c h g e k o m m e n w ä r e ! „ U n d m a n sucht d e s h a l b " e t c . „ M a n ! " u
H i e r h a b e n w i r d i e zweite u n p e r s ö n l i c h e P e r s o n , d i e a u ß e r d e m
„ E s " i n S t i r n e r s D i e n s t e n steht u n d i h m d i e h ä r t e s t e n H a n d - u n d
S c h u b d i e n s t e v e r r i c h t e n m u ß . W i e sich d i e B e i d e n u n t e r d i e
A r m e z u g r e i f e n g e w o h n t s i n d , zeigt sich h i e r . W e i l „ E s " e i n e n
U n t e r s c h i e d m a c h t , o b d e r Geist a r m o d e r r e i c h s e i , s o s u c h t 2 0
„ M a n " (wer anders, als Stimers getreuer Knecht w ä r e auf diesen
E i n f a l l g e k o m m e n ! ) , s o s u c h t „ M a n d e s h a l b r e i c h a n Geist
z u w e r d e n " . „ E s " gibt d a s Signal, u n d gleich stimmt „ M a n " a u s
v o l l e r K e h l e e i n . D i e T e i l u n g d e r A r b e i t ist k l a s s i s c h d u r c h g e -
führt. 25
Weil „ m a n r e i c h a n G e i s t z u werden sucht", s o „will
d e r G e i s t sich a u s b r e i t e n , s e i n R e i c h g r ü n d e n " e t c . „ I s t
a b e r " hier ein Zusamenhang vorhanden, „so macht es doch einen
Unterschied", o b „ m a n r e i c h a n G e i s t " werden oder „ d e r
Geist s e i n R e i c h g r ü n d e n " w i l l . „ D e r G e i s t " h a t b i s h e r n o c h s o
n i c h t s gewollt, „ d e r G e i s t " h a t noch nicht als P e r s o n
f i g u r i e r t , e s h a t sich n u r u m d e n Geist d e s „ J ü n g l i n g s " , n i c h t u m
„ d e n G e i s t " s c h l e c h t h i n , d e n Geist a l s S u b j e k t , g e h a n d e l t .
A b e r d e r h e i l i g e S c h r i f t s t e l l e r h a t jetzt e i n e n a n d e r n G e i s t , a l s
den des Jünglings nötig, /[2b]/ um ihn diesem als fremden, in sa
l e t z t e r I n s t a n z a l s h e i l i g e n Geist e n t g e g e n s t e l l e n zu k ö n n e n . E s -
k a m o t a g e Nro 1.
„ S o s e h n t sich d e r Geist d e n n A l l e s i n A l l e m z u w e r d e n " , e i n
etwas dunkler Spruch, der dahin erläutert w i r d : „obgleich Ich
Geist b i n , b i n i c h d o c h n i c h t v o l l e n d e t e r G e i s t , u n d m u ß d e n «
v o l l k o m m e n e n G e i s t e r s t s u c h e n " . Ist a b e r d e r heilige
M a x „unvollendeter Geist", „so macht es doch einen Unterschied",
o b e r s e i n e n Geist „ v o l l e n d e n " o d e r o b e r „ d e n v o l l -
e n d e t e n Geist" suchen m u ß . E r hatte e s ü b e r h a u p t ein p a a r
Zeilen vorher n u r mit d e m „ a r m e n " u n d „ r e i c h e n " Geiste t s
Π Ι . Sankt Max 103

zu t u n — q u a n t i t a t i v e r , p r o f a n e r U n t e r s c h i e d — jetzt a u f e i n m a l
mit d e m „ u n v o l l e n d e t e n " u n d „ v o l l e n d e t e n " Geiste —
qualitativer, mysteriöser Unterschied. Das Streben nach Ausbil-
d u n g des eignen Geistes k a n n sich n u n in die J a g d des „unvoll-
5 e n d e t e n G e i s t e s " a u f „d e η v o l l e n d e t e n G e i s t " v e r w a n d e l n . D e r
heilige Geist geht als Gespenst u m . E s k a m o t a g e N r o 2 .
D e r heilige Autor fährt fort: „ D a m i t " (nämlich mit dieser
Verwandlung des Strebens nach d e r „ V o l l e n d u n g " m e i n e s
Geistes i n d a s Suchen n a c h „ d e m vollendeten G e i s t " ) „verliere
ί ο I c h a b e r , d e r I c h M i c h s o e b e n a l s G e i s t g e f u n d e n h a t t e , sogleich
Mich wieder, i n d e m Ich vor d e m vollendeten Geiste, als einem
M i r nicht eignen, sondern j e n s e i t i g e n M i c h beuge u n d meine
Leerheit fühle." p. 18.
D i e s ist w e i t e r N i c h t s a l s e i n e w e i t e r e A u s f ü h r u n g v o n E s k a -
u motage N r o 2. N a c h d e m d e r „vollendete Geist" einmal als ein
e x i s t i e r e n d e s W e s e n v o r a u s g e s e t z t und dem „un-
v o l l e n d e t e n G e i s t " g e g e n ü b e r g e s t e l l t ist, v e r s t e h t e s sich v o n selbst,
d a ß der „unvollendete Geist", d e r Jüngling, „seine Leerheit" bis
auf d e n G r u n d seines Herzens schmerzlich empfindet. W e i t e r !
2o „ A u f G e i s t k o m m t z w a r A l l e s a n , a b e r ist a u c h j e d e r Geist
d e r r e c h t e G e i s t ? D e r r e c h t e u n d w a h r e G e i s t ist d a s I d e a l d e s
Geistes, d e r „ h e i l i g e G e i s t " . E r ist n i c h t M e i n o d e r D e i n Geist,
s o n d e r n e b e n " ( ! ) „ e i n — i d e a l e r , j e n s e i t i g e r , e r ist „ G o t t " .
„ G o t t ist G e i s t . " " p . 1 8 .
25 Hier haben wir auf einmal d e n „vollendeten Geist" in den
„ r e c h t e n " u n d gleich d a r a u f in den „rechten u n d w a h r e n Geist"
verwandelt. /[2c]/ Dieser wird dadurch näher bestimmt, d a ß er
„ d a s I d e a l des Geistes, d e r heilige Geist" sei, was d a d u r c h be-
w i e s e n w i r d , d a ß e r „ n i c h t M e i n o d e r D e i n Geist, s o n d e r n e b e n
s o e i n j e n s e i t i g e r , i d e a l e r , G o t t " ist. D e r w a h r e G e i s t ist d a s I d e a l
d e s G e i s t e s , w e i l e r „ e b e n " e i n i d e a l e r i s t ! E r ist d e r h e i l i g e
Geist, w e i l e r „ e b e n " — - Gott ist! W e l c h e „ V i r t u o s i t ä t i m D e n -
k e n " ! Beiläufig b e m e r k e n wir noch, d a ß von „ D e i n e m " Geiste
bisher noch nicht die R e d e war. Eskamotage N r o 3.
35 A l s o w e n n ich m i c h a l s M a t h e m a t i k e r a u s z u b i l d e n o d e r n a c h
Sankt M a x zu „ v o l l e n d e n " suche, so suche ich den „vollendeten"
Mathematiker, d. h. „ d e n rechten und w a h r e n " Mathematiker,
der „ d a s I d e a l " des Mathematikers, den „heiligen" Mathematiker,
d e r e i n v o n M i r u n d D i r v e r s c h i e d e n e r M a t h e m a t i k e r ist ( o b -
4o gleich Du m i r als vollendeter M a t h e m a t i k e r gelten kannst, wie
f ü r d e n B e r l i n e r J ü n g l i n g s e i n P r o f e s s o r d e r P h i l o s o p h i e a l s voll-
endeter Geist g i l t ) , „ s o n d e r n eben ein idealer, jenseitiger", d e r
M a t h e m a t i k e r i m H i m m e l , „ G o t t " ist. Gott ist M a t h e m a t i k e r .
Auf alle diese großen Resultate kommt d e r heilige Max, weil
t 5 „ e s e i n e n U n t e r s c h i e d m a c h t , o b d e r Geist r e i c h o d e r a r m s e i " ,
104 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

d . b . z u d e u t s c h ü b e r s e t z t , o b e i n e r r e i c h o d e r a r m a n Geist ist, u n d
weil sein „ J ü n g l i n g " d i e s e m e r k w ü r d i g e T a t s a c h e e n t d e c k t h a t .
D e r h e i l i g e M a x f ä h r t fort p . 1 8 : „ D e n M a n n s c h e i d e t e s
v o m J ü n g l i n g e , d a ß e r d i e W e l t n i m m t , w i e sie i s t " etc. W i r er-
f a h r e n a l s o n i c h t , wie d e r J ü n g l i n g d a z u k o m m t , d i e W e l t plötz- s
lieh z u n e h m e n , „ w i e sie i s t " , w i r sehen a u c h n i c h t u n s e r n h e i l i g e n
Dialektiker den Ubergang vom Jüngling zum M a n n e machen, wir
e r f a h r e n b l o ß , d a ß „ E s " h i e r diesen D i e n s t v e r r i c h t e n u n d d e n
Jüngling vom M a n n e „ s c h e i d e n " m u ß . Selbst das „ E s " allein
r e i c h t nicht h i n , d e n s c h w e r f ä l l i g e n F r a c h t w a g e n d e r e i n z i g e n 1 0
Gedanken in Gang zu bringen. Denn nachdem „ E s " „den Mann
v o m J ü n g l i n g g e s c h i e d e n " h a t , fällt d e r M a n n d e n n o c h wie-/[3]/
d e r i n d e n J ü n g l i n g z u r ü c k , beschäftigt sich von N e u e m „ a u s -
schließlich mit Geistigem" u n d kommt nicht in den Zug, bis das
„ M a n " m i t n e u e m V o r s p a n n z u H i l f e eilt. „ E r s t d a n n , w e n n m a n «
sich l e i b h a f t i g l i e b g e w o n n e n e t c . " , p . 1 8 — „ e r s t d a n n "
geht e s w i e d e r flott v o r a n , d e r M a n n e n t d e c k t , d a ß e r e i n p e r s ö n -
liches Interesse hat, u n d kommt zur „ z w e i t e n S e l b s t f i n -
d u n g " , i n d e m e r sich n i c h t n u r „ a l s Geist f i n d e t " , w i e d e r J ü n g -
l i n g , „ u n d sich d a n n sogleich w i e d e r a n d e n a l l g e m e i n e n Geist s o
verliert", sondern als „ l e i b h a f t i g e r Geist". P . 19. Dieser
„ l e i b h a f t i g e G e i s t " k o m m t e n d l i c h d a n n a u c h d a z u , „ e i n Inter-
esse n i c h t etwa n u r seines G e i s t e s " ( w i e d e r J ü n g l i n g ) , „ s o n d e r n
t o t a l e r B e f r i e d i g u n g , B e f r i e d i g u n g d e s g a n z e n K e r l s " ( e i n Inter-
esse d e r B e f r i e d i g u n g d e s g a n z e n K e r l s ! ) zu h a b e n — er k o m m t ss
d a z u , „ a n sich, w i e e r l e i b t u n d lebt, e i n e L u s t z u h a b e n " . Stir-
ners „ M a n n " k o m m t als Deutscher zu Allem sehr spät. Er kann
auf den Pariser Boulevards und in der Londoner Regentstreet
H u n d e r t e v o n „ J ü n g l i n g e n " , M u s c a d i n s u n d D a n d i e s , flanieren
s e h e n , d i e sich n o c h n i c h t a l s „ l e i b h a f t i g e n G e i s t " g e f u n d e n h a b e n , 30
a b e r n i c h t s d e s t o w e n i g e r „ a n sich, w i e sie l e i b e n u n d l e b e n , e i n e
Lust h a b e n " und ihr Hauptinteresse in die „Befriedigung des
g a n z e n K e r l s " setzen.
D i e s e zweite „ S e l b s t f i n d u n g " b e g e i s t e r t u n s e r n h e i l i g e n Dia-
l e k t i k e r s o s e h r , d a ß e r plötzlich a u s d e r R o l l e f ä l l t u n d statt v o m 3 0
M a n n e , von S i c h s e l b s t s p r i c h t , u n s v e r r ä t , d a ß E r s e l b e r ,
E r d e r E i n z i g e , „ d e r M a n n " ist, u n d d a ß „ d e r M a n n " = „ d e r
E i n z i g e " ist. N e u e E s k a m o t a g e .
,, W i e Ich M i c h " (soll heißen „ d e r Jüngling s i c h " ) „hinter
d e n D i n g e n finde, u n d z w a r a l s G e i s t , s o m u ß Ich M i c h " 4 0
(soll h e i ß e n „ d e r M a n n s i c h " ) „ s p ä t e r a u c h h i n t e r d e n G e d a n -
k e n finden, n ä m l i c h a l s i h r S c h ö p f e r u n d E i g n e r . I n d e r Geister-
zeit w u c h s e n M i r " ( d e m J ü n g l i n g e ) „ d i e G e d a n k e n ü b e r d e n
Kopf, d e s s e n G e b u r t e n sie d o c h w a r e n ; / [ 3 a ] / w i e F i e b e r p h a n t a -
sien u m s c h w e b t e n u n d e r s c h ü t t e r t e n sie M i c h , e i n e s c h a u e r v o l l e 45
Π Ι . Sankt Max 105

M a c h t . D i e G e d a n k e n w a r e n f ü r sich selbst l e i b h a f t i g ge-


w o r d e n , w a r e n G e s p e n s t e r , w i e Gott, K a i s e r , P a p s t , V a t e r l a n d
u s w . ; z e r s t ö r e I c h i h r e L e i b h a f t i g k e i t , s o n e h m e ich sie i n d i e
Meinige zurück u n d s a g e : Ich allein bin leibhaftig. U n d n u n
ί n e h m e I c h d i e W e l t a l s d a s , w a s sie M i r ist, a l s d i e M e i n i g e ,
als Mein E i g e n t u m : Ich beziehe Alles auf M i c h " .
N a c h d e m a l s o d e r h i e r m i t „ d e m E i n z i g e n " identifizierte M a n n
z u e r s t d e n G e d a n k e n L e i b h a f t i g k e i t g e g e b e n , d . h . sie z u G e s p e n ­
stern g e m a c h t h a t , z e r s t ö r t e r n u n w i e d e r d i e s e L e i b h a f t i g k e i t , in-
1 0 d e m e r sie i n s e i n e n e i g n e n L e i b z u r ü c k n i m m t u n d d i e s e n s o m i t
a l s d e n L e i b d e r G e s p e n s t e r setzt. D a ß e r e r s t d u r c h d i e N e g a t i o n
d e r G e s p e n s t e r a u f s e i n e e i g n e L e i b h a f t i g k e i t k o m m t , d i e s zeigt,
w i e d i e s e k o n s t r u i e r t e L e i b h a f t i g k e i t d e s M a n n e s beschaffen ist,
die e r „ s i c h " erst „ s a g e n " m u ß , u m d a r a n z u glauben. „ U n d n u n
η s a g t " e r sich n i c h t e i n m a l r i c h t i g , w a s e r „ s i c h s a g t " . D a ß a u ß e r
s e i n e m „ e i n z i g e n " L e i b n i c h t noch i n s e i n e m K o p f a l l e r l e i selbst-
ständige Leiber, Spermatozoa, hausen, verwandelt er in die
„ S a g e " : Ich a l l e i n bin leibhaftig. — A b e r m a l i g e Eskamo-
tage.
20 W e i t e r . D e r M a n n , d e r sich a l s J ü n g l i n g a l l e r l e i d u m m e s Z e u g
über bestehende Mächte und Verhältnisse, wie Kaiser, Vaterland,
S t a a t etc., i n d e n K o p f gesetzt u n d sie n u r a l s seine e i g n e „ F i e b e r -
p h a n t a s i e " i n d e r Gestalt seiner Vorstellung gekannt hat, z e r -
s t ö r t n a c h S a n k t M a x d i e s e M ä c h t e w i r k l i c h , in-
2 5 d e m e r seine f a l s c h e M e i n u n g von i h n e n sich a u s d e m K o p f s c h l ä g t .
Umgekehrt, indem er die Welt nicht m e h r durch die Brille seiner
. P h a n t a s i e e r b l i c k t , h a t e r sich n u n u m i h r e n p r a k t i s c h e n Z u s a m -
m e n h a n g z u b e k ü m m e r n , i h n k e n n e n z u l e r n e n u n d n a c h i h m sich
zu richten. Indem er ihre p h a n t a s t i s c h e Leibhaftigkeit, die
3 o sie f ü r i h n h a t t e , z e r s t ö r t , f i n d e t e r i h r e w i r k l i c h e L e i b h a f t i g k e i t
a u ß e r seiner Phan-/[3b]/tasie. I n d e m ihm die g e s p e n s t i g e
L e i b h a f t i g k e i t d e s K a i s e r s v e r s c h w i n d e t , ist i h m n i c h t d i e L e i b -
haftigkeit, sondern die G e s p e n s t e r h a f t i g k e i t des Kaisers
v e r s c h w u n d e n , d e s s e n w i r k l i c h e M a c h t e r jetzt e r s t i n i h r e r A u s -
35 d e h n u n g würdigen k a n n . E s k a m o t a g e N r o 3 [a].
D e r J ü n g l i n g a l s M a n n v e r h ä l t sich n i c h t e i n m a l k r i t i s c h z u Ge-
d a n k e n , d i e a u c h f ü r A n d r e g ü l t i g sind u n d a l s K a t e g o r i e n zir-
kulieren, sondern n u r zu solchen Gedanken, d i e „ b l o ß e Geburten
seines K o p f e s " , d . h . die von seinem Kopfe wiedergebornen all-
40 gemeinen Vorstellungen über bestehende Verhältnisse sind. Er
löst a l s o ζ . B . n i c h t e i n m a l d i e K a t e g o r i e „ V a t e r l a n d " auf,
s o n d e r n n u r seine P r i v a t m e i n u n g von d i e s e r K a t e g o r i e , w o d e n n
i m m e r noch die a l l g e m e i n g ü l t i g e Kategorie übrig bleibt
u n d selbst i m G e b i e t e d e s „ p h i l o s o p h i s c h e n D e n k e n s " d i e A r b e i t
45 erst anfängt. Er will uns aber weismachen, er h a b e die Kategorie
106 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

selbst a u f g e l ö s t , w e i l e r sein g e m ü t l i c h e s P r i v a t v e r h ä l t n i s z u i h r
aufgelöst hat — gerade wie er uns eben weismachen wollte, er
h a b e d i e M a c h t d e s K a i s e r s vernichtet, w e n n e r s e i n e p h a n t a s t i s c h e
Vorstellung vom Kaiser aufgegeben hat. Eskamotage N r o 4.
„U η d η u n " , f ä h r t d e r h e i l i g e M a x fort, „ n e h m e ich d i e W e l t j
a l s d a s , w a s s i e M i r ist, a l s d i e M e i n i g e , a l s M e i n E i g e n t u m " .
E r n i m m t d i e W e l t a l s d a s , w a s sie i h m ist, d . h . a l s d a s , a l s
w a s e r s i e n e h m e n m u ß , u n d h i e r d u r c h h a t e r sich d i e
Welt a n g e e i g n e t , s i e z u seinem Eigentum g e m a c h t — e i n e Ma-
n i e r d e s E r w e r b s , d i e sich z w a r b e i k e i n e m Ö k o n o m e n f i n d e t , d e r e n w
M e t h o d e u n d E r f o l g e d a g e g e n „ d a s B u c h " selbst u m s o p r u n k -
voller offenbaren wird. Im G r u n d e „ n i m m t " er aber nicht „ d i e
W e l t " , sondern n u r seine „ F i e b e r p h a n t a s i e " von d e r Welt als die
S e i n i g e u n d e i g n e t sie Sich a n . E r n i m m t d i e W e l t a l s s e i n e V o r -
s t e l l u n g v o n d e r W e l t , u n d a l s seine V o r s t e l l u n g ist d i e W e l t sein u
vorgestelltes Eigentum, das Eigentum seiner Vorstellung, seine
V o r s t e l l u n g a l s E i g e n t u m , sein E i g e n t u m a l s V o r s t e l l u n g , s e i n e
eigentümliche Vorstellung, o d e r seine Vorstellung vom E i g e n t u m ;
u n d d i e s A l l e s d r ü c k t e r i n d e m u n v e r g l e i c h l i c h e n Satze a u s : „ I c h
b e z i e h e A l l e s auf M i c h " . — N a c h d e m d e r M a n n n a c h d e s H e i l i - 2 0
g e n e i g n e m B e k e n n t n i s e r k a n n t h a t , d a ß d i e W e l t n u r m i t Ge-
s p e n s t e r n b e v ö l k e r t w a r , weil d e r / [ 3 c ] / J ü n g l i n g G e s p e n s t e r s a h ,
nachdem die S c h e i n w e l t des Jünglings für ihn verschwunden
ist, befindet e r sich i n e i n e r w i r k l i c h e n , v o n d e n E i n b i l d u n -
gen des Jünglings unabhängigen Welt. ?·>
U n d n u n , m u ß e s a l s o h e i ß e n , n e h m e Ich d i e W e l t a l s d a s , w a s
s i e u n a b h ä n g i g v o n M i r ist, a l s d i e I h r i g e ( „ d e r M a n n
n i m m t " p . 1 8 selbst „ d i e W e l t w i e sie i s t " , n i c h t w i e i h m b e l i e b t ) ,
z u n ä c h s t a l s M e i n N i c h t e i g e n t u m ( M e i n E i g e n t u m w a r sie b i s h e r
n u r als Gespenst) : Ich beziehe Mich auf Alles und n u r insofern 30
Alles auf Mich. —
„ S t i e ß i c h a l s Geist d i e W e l t z u r ü c k i n t i e f s t e r W e l t v e r a c h t u n g ,
s o s t o ß e I c h a l s E i g n e r d i e Geister o d e r I d e e n z u r ü c k i n i h r e
Eitelkeit. Sie haben keine Macht mehr über mich, wie über den
Geist k e i n e „ G e w a l t d e r E r d e " e i n e M a c h t h a t . — " p . 2 0 . 35
W i r sehen hier, wie der Eigner, d e r Stirnersche Mann, die
E r b s c h a f t d e s J ü n g l i n g s , d i e , w i e e r selbst sagt, n u r i n „ F i e b e r -
p h a n t a s i e n " u n d „ G e s p e n s t e r n " besteht, s i n e beneficio d e l i b e r a n d i
a t q u e i n v e n t a r i i sofort a n t r i t t . E r g l a u b t es, d a ß e r a l s J ü n g l i n g
werdendes Kind mit der Welt der Dinge, als Mann werdender 40
J ü n g l i n g m i t d e r W e l t d e s Geistes w i r k l i c h f e r t i g g e w o r d e n ist,
d a ß e r a l s M a n n jetzt d i e g a n z e W e l t i n d e r T a s c h e u n d sich
um Nichts mehr Sorge zu machen hat. Wenn, wie er d e m Jüngling
nachschwatzt, keine Gewalt der E r d e a u ß e r i h m Macht über den
Geist h a t , a l s o d e r Geist d i e höchste M a c h t d e r E r d e ist — u n d E r , 45
Π Ι . Sankt Max 107

d e r M a n n , d i e s e n a l l m ä c h t i g e n Geist sich u n t e r w o r f e n h a t — ist


e r d a nicht vollends allmächtig? E r vergißt, d a ß e r n u r die phan-
tastische u n d gespenstige Gestalt, welche d i e G e d a n k e n V a t e r l a n d
etc. unter d e m Schädel „ d e s J ü n g l i n g s " a n n a h m e n , zerstörte, d a ß
5 e r a b e r d i e s e G e d a n k e n , s o f e r n sie w i r k l i c h e V e r h ä l t n i s s e
ausdrücken, noch nicht b e r ü h r t hat. Weit entfernt, H e r r d e r
G e d a n k e n g e w o r d e n z u s e i n , ist e r e r s t jetzt f ä h i g , z u „ G e d a n k e n "
zu kommen.
„ E s kann nun, um hiermit zu schließen, einleuchten" ( p . 1 9 9 ) ,
io d a ß d e r heilige M a n n seine Konstruktion d e r Lebensalter z u m
e r w ü n s c h t e n u n d p r ä d e s t i n i e r t e n Z i e l e g e f ü h r t h a t . D a s gewon-
nene Resultat teilt er u n s in e i n e m Satze mit, e i n e m gespenstigen
Schatten, den wir mit seinem a b h a n d e n g e k o m m e n e n Leib wieder
konfrontieren wollen.
is Inhaber
Einziger Satz, p . 2 0 . anliegenden emanzipierten
Schattens.
„Das Kind war reali- Das Kind war w i r k l i c h
s t i s c h i n den D i n g e n d i e - i n d e r W e l t s e i n e r /4/
2 e / 4 / s e r W e l t befangen, bis Dinge befangen, bis ihm
ihm nach und nach h i n t e r nach und nach (borger-
e b e n d i e s e D i n g e zukom- liche Eskamotage d e r Entwicke-
men gelang. Der Jüngling war l u n g ) eben diese Dinge
i d e a l i s t i s c h , von Gedan- h i n t e r s i c h z u b e k o m m e n ge-
« ken begeistert, bis er sich z u m lang. Der Jüngling war p h a n -
Manne hinaufarbeitete, dem t a s t i s c h , von Begeisterung
egoistischen, d e r mit den Din- gedankenlos, bis der M a n n ihn
gen und Gedanken nach Her- hinabarbeitete, d e r egoistische
zenslust gebahrt u n d sein per- B ü r g e r , mit dem die Dinge
se s ö n l i c h e s I n t e r e s s e ü b e r A l l e s und Gedanken nach Herzenslust
setzt. E n d l i c h d e r G r e i s ? W e n n g e b a h r e n , w e i l sein p e r s ö n l i c h e s
I c h e i n e r w e r d e , s o ist n o c h Zeit I n t e r e s s e A l l e s ü b e r i h n setzt.
genug, davon zu sprechen." Endlich der Greis? — „Weib,
w a s h a b e ich m i t D i r z u schaf-
fen?"

Die ganze Geschichte „eines Menschenlebens" läuft also, „ f | n


hiermit zu schließen", auf Folgendes h i n a u s :
1. faßt Stirner die verschiedenen Lebensstufen n u r als „Selbst-
f i n d u n g e n " d e s I n d i v i d u u m s , u n d z w a r r e d u z i e r e n sich d i e s e
„Selbstfindungen" i m m e r auf ein bestimmtes Bewußtseinsverhält-
n i s . D i e V e r s c h i e d e n h e i t d e s B e w u ß t s e i n s ist h i e r a l s o d a s
Leben des I n d i v i d u u m s . Die physische u n d soziale V e r ä n d e r u n g ,
die mit den Individuen vorgeht, u n d ein verändertes Bewußtsein
erzeugt, geht ihn natürlich Nichts an. Deswegen finden a u c h K i n d ,
108 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

J ü n g l i n g u n d M a n n b e i S t i r n e r d i e W e l t i m m e r f e r t i g v o r , w i e sie
sich „ s e l b s t " n u r „ f i n d e n " ; e s w i r d d u r c h a u s N i c h t s g e t a n , u m
d a f ü r z u s o r g e n , d a ß ü b e r h a u p t etwas v o r g e f u n d e n w e r d e n k a n n .
A b e r selbst d a s V e r h ä l t n i s d e s B e w u ß t s e i n s w i r d n i c h t ein-
m a l r i c h t i g , s o n d e r n n u r i n s e i n e r s p e k u l a t i v e n V e r d r e h u n g auf- 5
g e f a ß t . D a r u m v e r h a l t e n sich a u c h a l l e d i e s e G e s t a l t e n p h i l o s o -
phisch zur Welt — „ d a s Kind r e a l i s t i s c h " , „ d e r Jüngling
i d e a l i s t i s c h " , der M a n n als negative Einheit Beider, als ab-
solute N e g a t i v i t ä t , w a s i n d e m o b i g e n S c h l u ß s a t z z u m V o r s c h e i n
k a m . H i e r ist d a s G e h e i m n i s „ e i n e s M e n s c h e n l e b e n s " e n t h ü l l t , 1 0
hier tritt e s hervor, d a ß „ d a s K i n d " n u r eine V e r k l e i d u n g des
„ R e a l i s m u s " , „ d e r J ü n g l i n g " des „ I d e a l i s m u s " , „ d e r
M a n n " d e r v e r s u c h t e n L ö s u n g dieses p h i l o s o p h i s c h e n
G e g e n s a t z e s war. Diese Lösung, diese „ a b s o l u t e N e g a -
t i v i t ä t " , k o m m t , w i e sich schon jetzt e r g i b t , n u r d a d u r c h z u i s
S t a n d e , d a ß d e r M a n n d i e I l l u s i o n e n sowohl d e s K i n d e s w i e d e s
Jünglings auf Treu und Glauben akzeptiert und damit g l a u b t ,
d i e W e l t d e r D i n g e u n d d i e W e l t d e s Geistes ü b e r w u n d e n z u h a b e n .
2 . W e n n S a n k t M a x auf d a s p h y s i s c h e u n d s o z i a l e „ L e b e n "
des Individuums keine Rücksicht nimmt, ü b e r h a u p t nicht vom 20
„ L e b e n " s p r i c h t , a b s t r a h i e r t e r g a n z k o n s e q u e n t von d e n h i s t o r i -
schen / 5 [ 4 a ] / E p o c h e n , von d e r N a t i o n a l i t ä t , K l a s s e etc. o d e r ,
w a s d a s s e l b e ist, e r b l ä h t d a s h e r r s c h e n d e B e w u ß t s e i n
d e r ihm am nächsten stehenden Klasse seiner unmittelbaren Um-
g e b u n g z u m N o r m a l e n B e w u ß t s e i n „ E i n e s M e n s c h e n l e b e n " auf. 2 5
U m sich ü b e r d i e s e l o k a l e u n d S c h u l m e i s t e r - B o r n i e r t h e i t z u er-
heben, braucht er „ s e i n e n " Jüngling n u r mit d e m ersten besten
Comptoirjüngling, einem jungen englischen Fabrikarbeiter, einem
j u n g e n Y a n k e e , von d e n j u n g e n K i r g i s k a i s a k e n g a r n i c h t z u r e d e n ,
zu k o n f r o n t i e r e n . 30
3 . D i e e n o r m e L e i c h t g l ä u b i g k e i t u n s e r e s H e i l i g e n — d e r eigent-
l i c h e Geist seines B u c h s — b e r u h i g t sich nicht d a b e i , s e i n e n J ü n g -
l i n g a n sein K i n d , s e i n e n M a n n a n s e i n e n J ü n g l i n g g l a u b e n z u las-
sen. E r selbst v e r w e c h s e l t u n b e s e h e n s d i e I l l u s i o n e n , d i e gewisse
„ J ü n g l i n g e " , „ M ä n n e r " etc. sich etwa v o n sich m a c h e n o d e r z u 3 s
machen behaupten, mit d e m „ L e b e n " , der W i r k l i c h k e i t
dieser höchst zweideutigen Jünglinge und M ä n n e r .
4 . ist d i e g a n z e K o n s t r u k t i o n d e r M e n s c h e n a l t e r i m d r i t t e n T e i l e
der Hegelschen Enzyklopädie und „unter mancherlei Wandlun-
g e n " a u c h sonst von H e g e l b e r e i t s p r o t o t y p i s c h v o r g e b i l d e t . D e r t o
h e i l i g e M a x , d e r „ e i g n e " Zwecke verfolgt, m u ß t e n a t ü r l i c h h i e r
a u c h e i n i g e „ W a n d l u n g e n " v o r n e h m e n ; w ä h r e n d H e g e l z . B . sich
noch so weit durch die empirische Welt bestimmen l ä ß t , d a ß ' er
den deutschen Bürgersmann als Knecht der ihn umgebenden Welt
d a r s t e l l t , m u ß ihn S t i r n e r z u m H e r r n d i e s e r W e l t m a c h e n , w a s e r t s
Π Ι . Sankt Max 109

n i c h t e i n m a l i n d e r E i n b i l d u n g ist. E b e n s o g i b t s i c h S a n k t M a x
d a s Ansehen, als spreche er aus empirischen Gründen nicht vom
Greis, er wolle nämlich abwarten, bis er einer w e r d e (hier ist also
„ E i n Menschenleben" = Sein Einziges Menschenleben). Hegel
5 k o n s t r u i e r t d i e v i e r M e n s c h e n a l t e r frisch d a r a u f l o s , w e i l i n d e r
r e a l e n W e l t s i c h d i e N e g a t i o n d o p p e l t setze, n ä m l i c h a l s M o n d
und Komet (vergl. Hegels Naturphilosophie), u n d d a r u m hier
d i e V i e r h e i t a n d i e S t e l l e d e r D r e i h e i t t r e t e . S t i r n e r setzt s e i n e
Einzigkeit darin, M o n d und Komet zusammenfallen zu lassen,
10 und beseitigt so den unglücklichen Greis a u s „ e i n e m Menschen-
l e b e n " . D e r G r u n d d i e s e r E s k a m o t a g e w i r d sich s o g l e i c h z e i g e n ,
wenn wir auf die Konstruktion d e r einzigen Geschichte des Men-
schen e i n g e h e n .

/6[4b]/

2. Ökonomie des alten Bundes

W i r müssen h i e r für einen Augenblick aus „ d e m Gesetz" in


„ d i e P r o p h e t e n " ü b e r s p r i n g e n , i n d e m w i r d a s G e h e i m n i s d e s ein-
zigen H a u s h a l t s i m H i m m e l u n d a u f E r d e n s c h o n a n d i e s e r S t e l l e
enthüllen. Die Geschichte des Reiches des Einzigen auch im alten
2 o T e s t a m e n t e , w o n o c h d a s Gesetz, d e r M e n s c h , a l s e i n Z u c h t m e i s t e r
auf den Einzigen ( G a l . 3 , 2 4 ) herrscht, h a t einen weisen P l a n ,
d e r v o n E w i g k e i t h e r b e s c h l o s s e n w a r . E s ist A l l e s z u v o r g e s e h e n
und verordnet, damit der Einzige in die Welt k o m m e n konnte, als
d i e Zeit e r f ü l l e t w a r , u m d i e h e i l i g e n M e n s c h e n v o n i h r e r H e i l i g -
2s k e i t zu e r l ö s e n .
Das erste Buch, „ E i n Menschenleben", heißt auch d a r u m „Ge-
nesis", weil es den ganzen Einzigen Haushalt im K e i m e enthält,
w e i l e s d i e g a n z e s p ä t e r e E n t w i c k e l u n g b i s d a h i n , w o d i e Z e i t er-
füllet ist u n d d a s E n d e d e r T a g e h e r e i n b r i c h t , p r o t o t y p i s c h u n s
3 o v o r f ü h r t . D i e g a n z e E i n z i g e G e s c h i c h t e d r e h t sich u m d i e d r e i Stu-
fen: Kind, Jüngling, Mann, die „unter mancherlei W a n d l u n g e n "
u n d i n stets sich e r w e i t e r n d e n K r e i s e n w i e d e r k e h r e n , b i s e n d l i c h
die ganze Geschichte d e r Welt d e r Dinge u n d d e r W e l t des Geistes
sich i n „ K i n d , J ü n g l i n g u n d M a n n " a u f g e l ö s t h a t . W i r w e r d e n
35 überall nur verkleidete „Kind, Jüngling und M a n n " wiederfinden,
33 Im Original irrtümlich der Welt, der Dinge
110 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger K o n z i l

w i e w i r schon i n d i e s e n d i e V e r k l e i d u n g e n d r e i e r K a t e g o r i e n
fanden.
W i r h a b e n o b e n ü b e r d i e d e u t s c h e p h i l o s o p h i s c h e Geschichts-
auffassung gesprochen. H i e r bei Sankt M a x finden wir ein glän-
zendes Beispiel. Die spekulative Idee, die abstrakte Vorstellung s
w i r d z u r t r e i b e n d e n K r a f t d e r G e s c h i c h t e u n d d a d u r c h d i e Ge-
schichte zur bloßen Geschichte d e r Philosophie gemacht. A b e r
auch diese wird nicht einmal so aufgefaßt, wie sie — n a c h den
e x i s t i e r e n d e n Q u e l l e n sich z u g e t r a g e n , g e s c h w e i g e w i e sie sich
d u r c h die Einwirkung der r e a l e n geschichtlichen Verhältnisse 10
e n t w i c k e l t h a t , s o n d e r n w i e sie von d e n n e u e r e n d e u t s c h e n P h i l o -
sophen, speziell Hegel u n d Feuerbach, aufgefaßt u n d dargestellt
w o r d e n ist. U n d a u s d i e s e n D a r s t e l l u n g e n selbst w i r d w i e d e r n u r
d a s g e n o m m e n , was für den vorliegenden Zweck passend gemacht
w e r d e n k a n n , u n d u n s e r m H e i l i g e n t r a d i t i o n e l l z u g e k o m m e n ist. η
D i e Geschichte wird so zu einer bloßen Geschichte d e r vorgeb-
l i c h e n I d e e n , z u e i n e r Geister- u n d G e s p e n s t e r g e s c h i c h t e , u n d d i e
wirkliche, empirische Geschichte, die G r u n d l a g e dieser Gespen-
stergeschichte wird n u r dazu exploitiert, um d i e L e i b e r für diese
Gespenster herzugeben; ihr werden die nötigen N a m e n entnom- 20
men, d i e diese Gespenster mit d e m Schein d e r Realität bekleiden
s o l l e n . U n s e r H e i l i g e r fällt häufig b e i d i e s e m E x p e r i m e n t a u s d e r
Rolle und schreibt unverhüllte Gespenstergeschichte.
Bei i h m finden w i r diese Art, Geschichte zu machen, in d e r naiv-
sten, k l a s s i s c h s t e n E i n f a l t . D i e e i n f a c h e n d r e i K a t e g o r i e n : R e a l i s - 2 5
m u s , I d e a l i s m u s , a b s o l u t e /<5> 7 [4c] / N e g a t i v i t ä t a l s E i n h e i t
Beider (hier „ E g o i s m u s " b e n a m s t ) , d i e w i r schon als K i n d ,
Jüngling u n d M a n n vorfanden, werden der ganzen Geschichte zu
G r u n d e gelegt u n d mit verschiedenen geschichtlichen Aushänge-
s c h i l d e r n b e h a n g e n ; sie s i n d , m i t i h r e m b e s c h e i d e n e n G e f o l g e v o n 30
H ü l f s k a t e g o r i e n , d e r I n h a l t a l l e r v o r g e f ü h r t e n , v o r g e b l i c h ge-
s c h i c h t l i c h e n P h a s e n . D e r h e i l i g e M a x b e w ä h r t h i e r w i e d e r sei-
n e n r i e s e n h a f t e n G l a u b e n , i n d e m e r d e n G l a u b e n a n d e n v o n deut-
schen Philosophen zubereiteten spekulativen Inhalt d e r Geschichte
w e i t e r t r e i b t , a l s i r g e n d e i n e r s e i n e r V o r g ä n g e r . E s h a n d e l t sich 3 5
also in dieser feierlichen u n d langwierigen Geschichtskonstruk-
tion n u r d a r u m , für drei Kategorien, die so abgedroschen sind,
d a ß s i e sich u n t e r i h r e m e i g n e n N a m e n g a r n i c h t m e h r öffentlich
sehen lassen dürfen, eine pomphafte Reihe volltönender N a m e n
10
zu finden. Unser gesalbter Autor hätte ganz gut von d e m „ M a n n e " ,
p . 2 0 , sogleich a u f „ I c h " , p . 2 0 1 , o d e r n o c h b e s s e r a u f d e n „ E i n -
zigen", p. 4 8 5 , übergehen k ö n n e n ; d a s a b e r w ä r e viel zu einfach
gewesen. Z u d e m macht die große Konkurrenz u n t e r den deutschen
S p e k u l a n t e n j e d e m n e u e n M i t b e w e r b e r e i n e s c h m e t t e r n d e histo-
r i s c h e A n n o n c e f ü r s e i n e W a r e z u r Pflicht. «
Π Ι . Sankt Max 111

Die „Kraft des wahren Verlaufs", um mit d e m Dottore Gra-


z i a n o z u s p r e c h e n , „ v e r l ä u f t sich a u f s K r ä f t i g s t e " i n f o l g e n d e n
„Wandlungen":

Grundlage:
I. Realismus.
II. Idealismus.
III. Negative Einheit Beider. „ M a n " (p. 485).

Erste Namengebung:
I . Κ i η d , a b h ä n g i g v o n dem D i n g e n ( R e a l i s m u s ) .
10 I I . J ü η g 1 i η g, a b h ä n g i g v o n G e d a n k e n ( I d e a l i s m u s ) .
III. M a n n — (als negative Einheit)
positiv ausgedrückt: Eigner der Gedan-
ken u n d Dinge (Egoismus),
negativ a u s g e d r u c k t : Los von G e d a n k e n
is und Dingen

Zweite, historische Namengebung:


I. Ν e g e r ( R e a l i s m u s , K i n d ) .
II. M o n g o l e (Idealismus, Jüngling).
I I I . K a u k a s i e r (Negative Einheit von Realismus und
20 Idealismus, M a n n ) .

Dritte allgemeinste Namengebung:


I. Realistischer Egoist (Egoist im gewöhnlichen Verstände)
— Kind, Neger.
I I . Idealistischer Egoist (Aufopfernder) — Jüngling, Mon-
•25 gole.
I I I . W a h r e r Egoist ( d e r Einzige) — M a n n , Kaukasier.

Vierte, historische Namengebung. W i e d e r h o l u n g der frühe-


ren Stufen innerhalb des Kaukasiers.
I. Die A l t e n . Negerhafte Kaukasier — kindische Männer
30 — Heiden — Abhängig von den Dingen —
Realisten — Welt.
Ü b e r g a n g (Kind, das hinter die „Dinge
dieser W e l t " k o m m t ) Sophisten, Skeptiker
etc.
35 II. Die N e u e n . Mongolenhafte Kaukasier — jugendliche
M ä n n e r — Christen — Abhängig von den
Gedanken — Idealisten — Geist.
1. Reine Geistergeschichte, Christentum als
Geist. „ D e r Geist".
112 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger K o n z i l

2 . U n r e i n e G e i s t e r g e s c h i c h t e . G e i s t i n Be­
ziehung zu Andern. „Die Besessenen".
/(6}/ A . R e i n e u n r e i n e G e i s t e r g e s c h i c h t e .
a. D e r S ρ u k, d a s G e s p e n s t , d e r G e i s t
im negerhaften Zustand, als ding- s
licher Geist u n d geistiges D i n g —
gegenständliches Wesen für den
Christen, Geist als K i n d .
b . D e r S p a r r e n , die f i x e Idee, der
Geist im m o n g o l i s c h e n Z u s t a n d , a l s io
geistig im Geist, B e s t i m m u n g im
Bewußtsein, gedachtes Wesen im
Christen —- Geist als J ü n g l i n g .
B . U n r e i n e u n r e i n e ( h i s t o r i s c h e ) Geister-
geschichte. 15
a. K a t h o l i z i s m u s — M i t t e l a l t e r ( N e -
ger, Kind, Realismus p p ) .
b. Protestantismus — N e u e Zeit in der
n e u e n Zeit — ( M o n g o l e , J ü n g l i n g ,
Idealismus p p ) . Innerhalb des Pro- 20
testantismus k a n n m a n w i e d e r Un-
terabteilungen machen, z. B.
α. e n g l i s c h e P h i l o s o p h i e — R e a l i s ­
mus, Kind, Neger.
ß. deutsche Philosophie — Idealis- 20
mus, Jüngling, Mongole.
3 . D i e H i e r a r c h i e — negative Einheit
Beider innerhalb des mongolenhaft-kau-
kasischen Standpunkts. Diese tritt nämlich
e i n , wo d a s g e s c h i c h t l i c h e V e r h ä l t n i s in so
e i n g e g e n w ä r t i g e s v e r w a n d e l t o d e r d i e Ge-
gensätze a l s n e b e n e i n a n d e r e x i s t i e r e n d
vorgestellt werden. H i e r h a b e n w i r also
zwei k o e x i s t i e r e n d e S t u f e n :
A. Die U n j e b i l d e t e n — (Böse, Bour- 35
g e o i s , E g o i s t e n i m g e w ö h n l i c h e n Ver-
stände) = Neger, Kinder, Katholiken,
Realisten pp.
Β . D i e J e b i l d e t e n ( G u t e , c i t o y e n s , Auf­
o p f e r n d e , Pfaffen p p ) = M o n g o l e n , 40
Jünglinge, Protestanten, Idealisten.
D i e s e b e i d e n S t u f e n e x i s t i e r e n n e b e n ein-
a n d e r , u n d d a r a u s e r g i b t sich „ l e i c h t " , d a ß
die Jebildeten über die Unjebildeten herr-
III. Sankt Max 113

sehen — d i e s ist d i e H i e r a r c h i e . I n d e r
weiteren geschichtlichen Entwicklung w i r d
dann
aus d e m Unjebildeten der Nichthege-
ä lianer,
aus d e m Jebildeten der Hegelianer,*)

w o r a u s folgt, d a ß d i e H e g e l i a n e r ü b e r d i e
Nichthegelianer herrschen. So verwandelt
Stirner die spekulative Vorstellung von der
10 H e r r s c h a f t d e r s p e k u l a t i v e n I d e e i n d e r Ge-
schichte i n d i e V o r s t e l l u n g v o n d e r H e r r s c h a f t
d e r s p e k u l a t i v e n P h i l o s o p h e n selbst. S e i n e
bisherige A n s c h a u u n g von der Geschichte, die
Herrschaft der Idee, wird in der Hierarchie
1S zu einem gegenwärtig wirklich existierenden
Verhältnis, zur Weltherrschaft der Ideologen.
D i e s zeigt d i e T i e f e , b i s z u d e r S t i r n e r i n d i e
S p e k u l a t i o n v e r s u n k e n ist. D i e s e H e r r s c h a f t
d e r Spekulanten u n d Ideologen entwickelt
20 sich z u g u t e r Letzt, „ d a d i e Z e i t e r f ü l l e t w a r " ,
in die folgende schließliche Namengebung:
a. Der politische Liberalismus,
abhängig von den Dingen, unabhängig
von den Personen — Realismus, Kind,
2s N e g e r , A l t e r , S p u k , K a t h o l i z i s m u s , Un-
jebildeter, herrenlos.
b . D e r soziale L i b e r a l i s m u s , u n a b h ä n g i g
v o n d e n D i n g e n , a b h ä n g i g v o m Geist,
gegenstandlos — Idealismus, Jüng-
3o ling, Mongole, Neuer, Sparren, Prote-
s t a n t i s m u s , J e b i l d e t e r , besitzlos.
/7[5a]/ c . D e r humane Liberalismus,
h e r r e n l o s u n d besitzlos, n ä m l i c h gott-
los, weil Gott zugleich d e r höchste
35 H e r r u n d d e r h ö c h s t e Besitz, H i e r a r c h i e
—negative Einheit innerhalb der Sphäre
d e s L i b e r a l i s m u s , a l s solche H e r r s c h a f t
ü b e r d i e W e l t d e r D i n g e u n d d e r Ge-
danken, zugleich d e r vollendete Egoist
4o in d e r A u f h e b u n g d e s E g o i s m u s — d i e

*> „Der Schamane und der spekulative Philosoph bezeichnen die


unterste und oberste Sprosse auf der Stufenleiter des i n n e r l i c h e n
Menschen, des Mongolen." p. 453.
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 3
114 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

v o l l e n d e t e H i e r a r c h i e . B i l d e t zugleich
den
Ü b e r g a n g (Jüngling, der hinter
die Welt der Gedanken kommt) zum

I I I . „ I c h " — d. h. dem vollendeten Christen, vollendeten s


M a n n , kaukasischen Kaukasier und wahren Egoisten,
d e r , w i e d e r Christ d u r c h A u f h e b u n g d e r a l t e n W e l t
d e r Geist — so d u r c h A u f l ö s u n g d e s G e i s t e r r e i c h s d e r
Leibhaftige wird, indem er die Erbschaft des Idealis-
m u s , J ü n g l i n g s , M o n g o l e n , N e u e n , C h r i s t e n , Besesse- 1 0
nen, Sparrens, Protestanten, Jebildeten, Hegelianers,
u n d h u m a n e n L i b e r a l e n sine beneficio d e l i b e r a n d i e t
inventarii antritt.
N B . 1. Es können n u n noch „ m i t u n t e r " Feuerbachsche u n d
sonstige K a t e g o r i e n , w i e V e r s t a n d , H e r z etc. b e i p a s s e n d e r Ge- m
legenheit „episodisch eingelegt" werden, um den Farbenschmelz
dieses G e m ä l d e s z u e r h ö h e n u n d n e u e Effekte z u p r o d u z i e r e n . E s
v e r s t e h t sich, d a ß a u c h d i e s e n u r n e u e V e r k l e i d u n g e n des stets
durchgehenden Idealismus und Realismus sind. —
2 . V o n d e r w i r k l i c h e n p r o f a n e n Geschichte w e i ß d e r r e c h t gläu- s o
bige Sankt Max, J a c q u e s l e b o n h o m m e , Nichts Wirkliches
u n d P r o f a n e s z u s a g e n , a l s d a ß e r sie u n t e r d e m N a m e n d e r „ N a -
t u r " , d e r „ W e l t d e r D i n g e " , d e r „ W e l t d e s K i n d e s " p p stets d e m
Bewußtsein gegenüberstellt als einen Gegenstand, w o r ü b e r es
s p e k u l i e r t , a l s e i n e W e l t , d i e trotz i h r e s b e s t ä n d i g e n V e r t i l g t w e r - z s
d e n s i n e i n e m m y s t i s c h e n D u n k e l fortexistiert, u m b e i j e d e r Ge-
legenheit wieder z u m Vorschein zu k o m m e n ; wahrscheinlich weil
die K i n d e r und Neger fortexistieren, also auch „ l e i c h t " ihre Welt,
die sogenannte Welt der Dinge. Über dergleichen historische und
unhistorische Konstruktionen hat bereits d e r gute alte H e g e l , zo
bei Gelegenheit Schellings, des Musterreiters aller Konstruktoren,
gesagt, d a ß h i e r d i e s z u sagen s e i : „ D a s I n s t r u m e n t d i e s e s gleich-
t ö n i g e n F o r m a l i s m u s ist nicht s c h w e r e r z u h a n d h a b e n a l s d i e P a -
lette eines M a l e r s , auf d e r sich n u r zwei F a r b e n v o r f i n d e n , etwa
Schwarz" (realistisch, kindlich,negerhaft etc.), „ u n d G e l b " (idea- zs
listisch, j ü n g l i n g s h a f t , m o n g o l i s c h e t c . ) , „ u m m i t j e n e r e i n e F l ä c h e
anzufärben, wenn ein historisches Stück" (die „ W e l t d e r D i n g e " ) ,
„mit dieser, wenn eine Landschaft" ( „ d e r Himmel",Geist, dasHei-
lige etc.) „verlangt w ä r e . " P h ä n o m . p. 3 9 . Noch treffender /[5b]/
hat das „gemeine Bewußtsein" diese Art Konstruktionen in dem to
folgenden Liede verspottet:

D e r H e r r , d e r schickt d e n J o c h e m a u s ,
Er sollt' den H a f e r schneiden,
III. Sankt Max 115

D e r J o c h e m s c h n e i d t d e n H a f e r nicht
U n d k o m m t auch nicht nach H a u s .
D a schickt d e r H e r r d e n P u d e l a u s ,
E r sollt' d e n J o c h e m b e i ß e n .
5 D e r P u d e l b e i ß t d e n J o c h e m nicht,
D e r J o c h e m s c h n e i d t d e n H a f e r nicht
Und kommen nicht nach Haus.
D a schickt d e r H e r r d e n P r ü g e l a u s ,
E r sollt' d e n P u d e l p r ü g e l n .
10 D e r P r ü g e l p r ü g e l t d e n P u d e l nicht,
D e r P u d e l beißt den Jochem nicht,
D e r J o c h e m s c h n e i d t d e n H a f e r nicht
Und kommen nicht nach H a u s .
D a schickt d e r H e r r d a s F e u e r a u s ,
n Es sollt' den P r ü g e l brennen.
Das F e u e r brennt den P r ü g e l nicht,
D e r P r ü g e l p r ü g e l t P u d e l nicht,
D e r P u d e l beißt den Jochem nicht,
D e r J o c h e m s c h n e i d t d e n H a f e r nicht
20 U n d kommen nicht nach H a u s .
D a schickt d e r H e r r d a s W a s s e r a u s ,
E s sollt' d a s F e u e r l ö s c h e n .
D a s W a s s e r löscht d a s F e u e r n i c h t ,
Das F e u e r brennt den P r ü g e l nicht,
25 D e r P r ü g e l p r ü g e l t P u d e l nicht,
Der P u d e l beißt den Jochem nicht,
D e r J o c h e m s c h n e i d t d e n H a f e r nicht
U n d k o m m e n nicht n a c h H a u s .
D a schickt d e r H e r r d e n Ochsen a u s ,
30 E r sollt' d a s W a s s e r s a u f e n .
D e r O c h s e säuft d a s W a s s e r n i c h t ,
D a s W a s s e r löscht d a s F e u e r n i c h t ,
D a s F e u e r b r e n n t d e n P r ü g e l nicht,
D e r P r ü g e l p r ü g e l t P u d e l nicht,
35 D e r P u d e l b e i ß t d e n J o c h e m nicht,
D e r J o c h e m s c h n e i d t d e n H a f e r nicht
Und k o m m t auch nicht nach H a u s .
D a schickt d e r H e r r d e n S c h l ä c h t e r a u s ,
E r sollt' d e n O c h s e n s c h l a c h t e n .
M D e r S c h l ä c h t e r s c h l a c h t ' t d e n Ochsen n i c h t ,
Der Ochse säuft das Wasser nicht,
D a s W a s s e r löscht d a s F e u e r nicht,
8*
116 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

Das F e u e r b r e n n t d e n P r ü g e l nicht,
Der P r ü g e l prügelt P u d e l nicht,
Der P u d e l beißt den Jochem nicht,
Der Jochem schneidt den Hafer nicht
Und k o m m e n nicht n a c h H a u s .

D a schickt d e r H e r r d e n H e n k e r a u s ,
Er sollt' den Schlächter henken.
Der Henker hängt den Schlächter,
D e r S c h l ä c h t e r s c h l a c h t ' t d e n Ochsen,
D e r Ochse säuft d a s W a s s e r ,
D a s W a s s e r löscht d a s F e u e r ,
Das Feuer brennt den Prügel,
Der Prügel prügelt Pudel,
Der P u d e l beißt den Jochem,
Der Jochem schneidt den Hafer,
Und kommen All nach Haus.

/[5c]/ Mit welcher „Virtuosität im D e n k e n " u n d mit welchem


G y m n a s i a s t e n m a t e r i a l J a c q u e s l e b o n h o m m e d i e s e s S c h e m a aus-
füllt, w e r d e n w i r sogleich z u sehen G e l e g e n h e i t h a b e n .

3. Die Alten

Eigentlich m ü ß t e n wir hier mit den Negern beginnen ; aber der


h e i l i g e M a x , d e r o h n e Zweifel m i t i m „ R a t e d e r W ä c h t e r " sitzt,
bringt in seiner unerforschlichen Weisheit die Neger erst später,
u n d a u c h d a n n „ n i c h t m i t d e m A n s p r ü c h e auf G r ü n d l i c h k e i t u n d
Bewährtheit". W e n n wir also die griechische Philosophie dem
negerhaften Weltalter, d. h. den Zügen des Sesostris u n d der napo-
l e o n i s c h e n E x p e d i t i o n n a c h Ä g y p t e n v o r h e r g e h e n l a s s e n , s o ge-
schieht e s i n d e r Z u v e r s i c h t , d a ß u n s e r h e i l i g e r S c h r i f t s t e l l e r
Alles weislich angeordnet habe.
„ S c h a u e n w i r d a h e r i n d a s T r e i b e n h i n e i n , w e l c h e s " d i e Stir-
nerschen Alten „verführen".
„ D e n Alten w a r die Welt eine W a h r h e i t , sagt F e u e r b a c h ;
a b e r e r v e r g i ß t d e n w i c h t i g e n Zusatz z u m a c h e n : e i n e W a h r h e i t ,
h i n t e r d e r e n U n w a h r h e i t sie z u k o m m e n suchten u n d e n d l i c h wirk-
lich k a m e n . " p . 2 2 .
„ D e n Alten w a r " i h r e „ W e l t " (nicht d i e W e l t ) „ e i n e W a h r -
Π Ι . Sankt Max 117

h e i t " — w o m i t n a t ü r l i c h k e i n e W a h r h e i t ü b e r d i e a l t e W e l t ge-
sagt ist, s o n d e r n n u r , d a ß sie sich n i c h t c h r i s t l i c h z u i h r e r W e l t
verhielten. Sobald die U n w a h r h e i t hinter ihre Welt k a m
( d . h . s o b a l d d i e s e W e l t i n sich selbst d u r c h p r a k t i s c h e K o l l i s i o n e n
s zerfiel — u n d d i e s e m a t e r i a l i s t i s c h e E n t w i c k l u n g e m p i r i s c h n a c h -
zuweisen, w ä r e d a s einzig Interessante), suchten die alten Philo-
sophen hinter die Welt der Wahrheit oder die Wahrheit ihrer Welt
z u k o m m e n , u n d f a n d e n d a n n n a t ü r l i c h , d a ß sie u n w a h r g e w o r d e n
w a r . I h r S u c h e n selbst w a r s c h o n e i n S y m p t o m d e s i n n e r e n V e r -
10 falls dieser Welt. Jacques le b o n h o m m e macht das idealistische
S y m p t o m z u r m a t e r i e l l e n U r s a c h e d e s V e r f a l l s , u n d l ä ß t a l s deut-
s c h e r K i r c h e n v a t e r d a s A l t e r t u m selbst s e i n e e i g n e V e r n e i n u n g ,
d a s Chri-/{7}[6]/stentum, suchen. Diese Stellung des Altertums
ist b e i i h m n o t w e n d i g , w e i l d i e A l t e n d i e „K i η d e r" s i n d , d i e h i n -
1 5 t e r d i e „ W e l t d e r D i n g e " z u k o m m e n s u c h e n . „ U n d e t w a leicht
a u c h " : I n d e m Jacques le bonhomme die alte Welt in d a s spätere
B e w u ß t s e i n von d e r a l t e n W e l t v e r w a n d e l t , k a n n e r n a t ü r l i c h m i t
E i n e m S p r u n g e a u s d e r m a t e r i a l i s t i s c h e n a l t e n W e l t sich i n d i e
Welt der Religion, das Christentum, hinüberschwingen. Der rea-
2 o l e n W e l t d e s A l t e r t u m s t r i t t n u n sogleich „ d a s g ö t t l i c h e W o r t "
gegenüber, d e m als Philosoph gefaßten Alten der als moderner
Z w e i f l e r g e f a ß t e C h r i s t . S e i n C h r i s t „ k a n n sich n i e m a l s v o n d e r
Eitelkeit des göttlichen W o r t e s ü b e r z e u g e n " u n d „ g l a u b t " in Folge
dieser NichtÜberzeugung „ a n die ewige u n d unerschütterliche
2 5 W a h r h e i t d e s s e l b e n " , p . 2 2 . W i e sein A l t e r A l t e r ist, w e i l e r d e r
N i c h t c h r i s t , n o c h n i c h t C h r i s t , o d e r v e r b o r g e n e r C h r i s t ist, s o ist
sein Urchrist Christ, weil er der Nichtatheist, noch nicht Atheist,
v e r b o r g e n e r A t h e i s t ist. E r l ä ß t a l s o d a s C h r i s t e n t u m v o n d e n
A l t e n , w i e d e n m o d e r n e n A t h e i s m u s von d e n U r c h r i s t e n n e g i e r t
3 o w e r d e n , statt u m g e k e h r t . J a c q u e s l e b o n h o m m e , w i e a l l e a n d e r n
Spekulanten, faßt Alles beim philosophischen Schwanz an. Fol-
gen sogleich n o c h e i n p a a r E x e m p e l d i e s e r k i n d l i c h e n L e i c h t g l ä u -
bigkeit:
„ D e r C h r i s t m u ß sich f ü r e i n e n „ F r e m d l i n g a u f E r d e n " a n s e h e n
35 (Hebr. 1 1 , 1 3 ) " p. 2 3 . — Umgekehrt, die Fremdlinge auf Erden
( d u r c h höchst natürliche G r ü n d e erzeugt, z. B. d i e kolossale Kon-
z e n t r a t i o n d e s R e i c h t u m s i n d e r g a n z e n r ö m i s c h e n W e l t etc. etc. )
m u ß t e n sich a l s C h r i s t e n a n s e h e n . N i c h t i h r C h r i s t e n t u m m a c h t e
sie z u V a g a b u n d e n , s o n d e r n i h r V a g a b u n d e n t u m m a c h t e sie z u
ω C h r i s t e n . — Auf d e r s e l b e n S e i t e s p r i n g t d e r h e i l i g e V a t e r v o n d e r
Antigone des Sophokles u n d der mit ihr zusammenhängenden Hei-
l i g k e i t d e r T o t e n b e i s t a t t u n g sogleich z u m E v a n g e l i u m M a t t h ä i 8 ,
22 ( l a ß die Toten ihre Toten b e g r a b e n ) , w ä h r e n d Hegel wenig-
stens i n d e r P h ä n o m e n o l o g i e v o n d e r A n t i g o n e u s w . a l l g e m a c h
45 auf das R ö m e r t u m übergeht. Mit demselben /8 [6a]/ Rechte hätte
118 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

S a n k t M a x sogleich ins M i t t e l a l t e r ü b e r g e h e n u n d d e n K r e u z f a h -
rern mit Hegel diesen Bibelspruch entgegenhalten, oder gar, um
r e c h t o r i g i n e l l z u sein, d i e B e s t a t t u n g d e s P o l y n i c e s d u r c h A n t i -
g o n e m i t d e r A b h o l u n g d e r A s c h e N a p o l e o n s von St. H e l e n a n a c h
P a r i s in Gegensatz bringen können. Weiter h e i ß t e s : „ i m Christen- s
tum wird die unverbrüchliche Wahrheit der Familienbande" (die
auf p . 2 2 als eine der „ W a h r h e i t e n " der Alten konstatiert wird)
„ a l s e i n e U n w a h r h e i t d a r g e s t e l l t , v o n d e r m a n sich n i c h t zeitig
genug losmachen könne (Marc. 1 0 , 2 9 ) , und so in Allem", ( p . 2 3 ) .
D i e s e r Satz, i n w e l c h e m w i e d e r d i e W i r k l i c h k e i t a u f d e n K o p f w
gestellt ist, m u ß f o l g e n d e r m a ß e n z u r e c h t g e r ü c k t w e r d e n : D i e
faktische Unwahrheit der Familienbande ( d a r ü b e r u. A. die noch
v o r h a n d n e n D o k u m e n t e d e r v o r c h r i s t l i c h e n r ö m i s c h e n Gesetz-
gebung nachzusehen) wird im Christentum als eine unverbrüch-
liche W a h r h e i t dargestellt, „ u n d so in A l l e m " . u
W i r sehen also an diesen Exempeln im Ü b e r m a ß e , wie Jacques
le bonhomme, der von der empirischen Geschichte „sich nicht
z e i t i g g e n u g l o s r e i ß e n k a n n " , d i e T a t s a c h e n a u f d e n K o p f stellt,
die materielle Geschichte von d e r ideellen produziert w e r d e n l ä ß t ,
„ u n d so in A l l e m " . Von vorn herein erfahren wir nur, was die so
A l t e n v o n i h r e r W e l t a n g e b l i c h h i e l t e n ; sie w e r d e n a l s D o g m a t i k e r
d e r a l t e n , i h r e r e i g n e n , W e l t g e g e n ü b e r g e s t e l l t , statt a l s P r o d u z e n -
ten d e r s e l b e n a u f z u t r e t e n ; e s h a n d e l t sich n u r u m d a s V e r h ä l t n i s
d e s B e w u ß t s e i n s z u m G e g e n s t a n d e , z u r W a h r h e i t ; e s h a n d e l t sich
also n u r um das philosophische Verhältnis der Alten zu ihrer Welt 25
— a n d i e Stelle d e r a l t e n Geschichte tritt d i e G e s c h i c h t e d e r a l t e n
P h i l o s o p h i e , u n d a u c h d i e s e n u r , w i e S a n k t M a x sie sich n a c h
H e g e l u n d F e u e r b a c h vorstellt.
D i e Geschichte G r i e c h e n l a n d s von d e r p e r i k l e i s c h e n Zeit i n k l u -
sive a n r e d u z i e r t sich s o auf d e n K a m p f d e r A b s t r a k t a V e r s t a n d , 3 0
Geist, H e r z , W e l t l i c h k e i t u s w . D i e s s i n d d i e g r i e c h i s c h e n P a r t e i e n .
I n d i e s e r G e s p e n s t e r w e l t , d i e für d i e g r i e c h i s c h e W e l t a u s g e g e b e n
/[6b]/ wird, „ m a c h i n i e r e n " dann auch allegorische Personen, wie
F r a u Herzensreinheit, und nehmen mythische Figuren wie Pila-
t u s ( d e r n i e f e h l e n darf, w o K i n d e r s i n d ) e r n s t h a f t P l a t z n e b e n 3 5
Timon dem Phliasier.
Nachdem Sankt M a x uns über die Sophisten und Sokrates
e i n i g e ü b e r r a s c h e n d e O f f e n b a r u n g e n g e g e b e n h a t , s p r i n g t e r so-
gleich z u d e n S k e p t i k e r n ü b e r . E r e n t d e c k t i n i h n e n d i e V o l l e n d e r
der von Sokrates angefangenen Arbeit. Die positive Philosophie 40
d e r G r i e c h e n , d i e g e r a d e auf d i e S o p h i s t e n u n d S o k r a t e s folgt,
n a m e n t l i c h d i e e n z y k l o p ä d i s c h e W i s s e n s c h a f t d e s A r i s t o t e l e s exi-
stiert a l s o f ü r J a c q u e s l e b o n h o m m e g a r n i c h t . E r „ k a n n n i c h t zei-
t i g g e n u g s i c h " von d e m F r ü h e r e n „ l o s m a c h e n " — e r eilt a u f d e n
Übergang zu den „ N e u e n " , und findet diesen in den Skeptikern, 45
Π Ι . Sankt Max 119

Stoikern u n d Epikuräern. Sehen wir uns an, was der heilige Vater
u n s ü b e r d i e s e offenbart.
„Die Stoiker wollen den Weisen verwirklichen den Mann,
der zu leben weiß sie f i n d e n i h n i n d e r V e r a c h t u n g d e r W e l t ,
s in e i n e m L e b e n o h n e L e b e n s e n t w i c k l u n g , [ ] ohne freund-
liches V e r n e h m e n m i t d e r W e l t , d . h . i m i s o l i e r t e n L e b e n , [ ]
n i c h t i m M i t l e b e n ; n u r d e r S t o i k e r l e b t , a l l e s A n d r e ist f ü r i h n t o t .
Umgekehrt verlangen d i e E p i k u r ä e r ein bewegliches L e b e n " .
P. 30.
io W i r v e r w e i s e n J a c q u e s l e b o n h o m m e , d e n M a n n , d e r s i c h ver-
wirklichen will und der zu leben weiß, u. A. auf Diogenes Laer-
t i u s , w o e r finden w i r d , d a ß d e r W e i s e , S o p h o s , n i c h t s ist a l s d e r
idealisierte Stoiker, nicht d e r Stoiker der realisierte Weise; wo er
finden w i r d , d a ß d e r S o p h o s d u r c h a u s n i c h t b l o ß stoisch ist, son-
i5 d e m ebenso gut bei d e n E p i k u r ä e r n , N e u a k a d e m i k e r n u n d Skep-
t i k e r n v o r k o m m t . Ü b r i g e n s ist d e r S o p h o s d i e e r s t e G e s t a l t , i n d e r
uns d e r griechische Philosophos entgegentritt; er tritt mythisch auf
in den sieben Weisen, praktisch im Sokrates u n d als Ideal bei den
S t o i k e r n , E p i k u r ä e r n , N e u a k a d e m i k e r n u n d S k e p t i k e r n . /[6c] / J e d e
2o d i e s e r S c h u l e n h a t n a t ü r l i c h e i n e n e i g n e n σ ο φ ό ς w i e S a n k t B r u n o
sein e i g n e s , „ e i n z i g e s G e s c h l e c h t " h a t . J a , S a n k t M a x k a n n „ l e s a g e "
wiederfinden im achtzehnten J a h r h u n d e r t in d e r Aufklärungsphi-
losophie und sogar bei J e a n P a u l in den „weisen M ä n n e r n " wie
E m a n u e l etc. D e r stoische W e i s e stellt s i c h k e i n „ L e b e n o h n e
2 5 Lebensentwicklung", sondern ein a b s o l u t b e w e g l i c h e s
Leben vor, was schon aus seiner N a t u r a n s c h a u u n g hervorgeht,
welche die heraklitische, die dynamische, entwickelnde, lebendige
ist, w ä h r e n d b e i d e n E p i k u r ä e r n d e r m o r s i m m o r t a l i s , w i e L u k r e z
sagt, d a s A t o m d a s P r i n z i p d e r N a t u r a n s c h a u u n g ist u n d a n d i e
3 o Stelle d e s „ b e w e g l i c h e n L e b e n s " d i e g ö t t l i c h e M u ß e i m G e g e n s a t z
zur göttlichen Energie des Aristoteles als Lebensideal vorgestellt
wird.
„ D i e E t h i k d e r S t o i k e r ( i h r e e i n z i g e W i s s e n s c h a f t , d a sie n i c h t s
v o m G e i s t e a u s z u s a g e n w u ß t e n , a l s w i e e r sich z u r W e l t v e r h a l t e n
3 5 solle, u n d v o n d e r N a t u r — P h y s i k — n u r d i e s , d a ß d e r W e i s e
sich g e g e n sie z u b e h a u p t e n h a b e ) ist n i c h t e i n e L e h r e d e s G e i s t e s ,
sondern n u r eine Lehre der Weltabstoßung und Selbstbehauptung
gegen d i e W e l t " . P . 3 1 .
Die Stoiker wußten „von der N a t u r dies zu sagen", d a ß die
M Physik für den Philosophen eine der wichtigsten Wissenschaften
sei u n d g a b e n sich d e s h a l b s o g a r d i e M ü h e , d i e P h y s i k d e s H e r a k l i t
w e i t e r a u s z u b i l d e n ; sie „ w u ß t e n f e r n e r z u s a g e n " , d a ß d i e ώ ρ α ,
d i e m ä n n l i c h e S c h ö n h e i t d a s H ö c h s t e sei, w a s v o n d e m I n d i v i d u u m
d a r z u s t e l l e n sei, u n d f e i e r t e n g e r a d e d a s L e b e n i m E i n k l a n g m i t
4 5 d e r N a t u r , o b g l e i c h sie d a b e i i n W i d e r s p r ü c h e g e r a t e n . N a c h d e n
120 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

Stoikern zerfällt die Philosophie in drei Doktrinen: „Physik,


Ethik, Logik". „Sie vergleichen die Philosophie d e m Tier und
dem Ei ; die Logik den Knochen und Sehnen des Tiers, der äuße-
ren Schale des E i s ; die Ethik d e m Fleisch des Tiers, u n d im Ei
d e m E i w e i ß ; u n d die Physik der S e e l e des T i e r s , u n d d e r Ei- 5
dotier" (Diog. Laert. Zeno).
W i r s e h e n schon h i e r a u s , w i e w e n i g „ d i e E t h i k d i e e i n z i g e W i s -
senschaft d e r S t o i k e r i s t " . H i e r z u k o m m t n o c h , d a ß /{8} [7]/ sie,
nach Aristoteles, die Hauptbegründer der formalen Logik und der
Systematik überhaupt sind. 10
„ D i e Stoiker w u ß t e n " sowenig „Nichts vom Geiste auszusagen",
d a ß bei ihnen sogar die G e i s t e r s e h e r e i beginnt, weswegen
E p i k u r i h n e n a l s A u f k l ä r e r g e g e n ü b e r t r i t t u n d sie a l s „ a l t e W e i -
b e r " verspottet, w ä h r e n d g e r a d e die N e u p l a t o n i k e r einen Teil i h r e r
G e i s t e r g e s c h i c h t e n d e n S t o i k e r n e n t n o m m e n h a b e n . D i e s e Geister- 1 5
s e h e r e i d e r S t o i k e r geht e i n e r s e i t s a u s d e r U n m ö g l i c h k e i t h e r v o r ,
eine dynamische Naturanschauung ohne das von einer empiri-
schen N a t u r w i s s e n s c h a f t z u l i e f e r n d e M a t e r i a l d u r c h z u f ü h r e n , u n d
a n d r e r s e i t s a u s i h r e r S u c h t , d i e a l t e g r i e c h i s c h e W e l t u n d selbst
die Religion spekulativ zu interpretieren und dem denkenden 20
Geiste analog zu m a c h e n .
„ D i e stoische E t h i k " ist s o s e h r „ e i n e L e h r e d e r W e l t a b s t o ß u n g
u n d S e l b s t b e h a u p t u n g g e g e n d i e W e l t " , d a ß z . B . z u r stoischen
Tugend gerechnet w i r d : „ein tüchtiges Vaterland, einen braven
F r e u n d h a b e n " , d a ß „ d a s Schöne allein" für „ d a s G u t e " erklärt 25
w i r d , u n d d a ß d e m stoischen W e i s e n e r l a u b t ist, sich i n j e d e r W e i s e
m i t d e r W e l t z u v e r m e n g e n , z . B . B l u t s c h a n d e z u b e g e h e n etc. etc.
D e r stoische W e i s e ist s o s e h r „ i m i s o l i e r t e n L e b e n , n i c h t i m Mit-
l e b e n " b e f a n g e n , d a ß e s v o n i h m b e i Z e n o h e i ß t : „ d e r W e i s e be-
w u n d r e Nichts von dem, was w u n d e r b a r erscheint — a b e r der so
T ü c h t i g e w i r d a u c h n i c h t i n d e r E i n s a m k e i t l e b e n , d e n n e r ist
g e s e l l s c h a f t l i c h vonNatur und p r a k t i s c h t ä t i g . " (Diog.
Laert. L i b . V I I , 1 ). Übrigens w ä r e es zuviel verlangt, wenn m a n
gegenüber dieser Gymnasiastenweisheit des Jacques le bonhomme
d i e s e h r v e r w i c k e l t e u n d w i d e r s p r u c h s v o l l e E t h i k d e r S t o i k e r ent- s s
wickeln sollte. —
Bei G e l e g e n h e i t d e r S t o i k e r e x i s t i e r e n d a n n a u c h d i e R ö m e r
für J a c q u e s le b o n h o m m e ( p . 3 1 ) , von denen er natürlich nichts
z u s a g e n w e i ß , d a sie k e i n e P h i l o s o p h i e h a b e n . / [ 7 a ] / W i r h ö r e n
n u r von i h n e n , d a ß Η ο r a ζ ! es „ n i c h t w e i t e r a l s b i s z u r stoischen *o
Lebensweisheit gebracht h a t " . P. 3 2 . Integer vitae, scelerisque
purus!
Bei Gelegenheit der Stoiker wird auch D e m o k r i t erwähnt,
und zwar, indem aus irgend einem H a n d b u c h eine konfuse Stelle
des Diogenes Laertius (Demoer., lib. I X , 7, 4 5 ) und noch dazu «
Π Ι . Sankt Max 121

falsch ü b e r s e t z t , a b g e s c h r i e b e n u n d h i e r a u f e i n e l a n g e D i a t r i b e
ü b e r D e m o k r i t b e g r ü n d e t w i r d . D i e s e D i a t r i b e z e i c h n e t sich d a -
d u r c h a u s , d a ß sie m i t i h r e r G r u n d l a g e , d e r o b i g e n k o n f u s e n u n d
falsch übersetzten Stelle, in direkten W i d e r s p r u c h tritt u n d a u s
5 d e r „ G e m ü t s r u h e " ( d e r S t i r n e r s c h e n Ü b e r s e t z u n g v o n ενυνμία —
niederdeutsch W e l l m u t h ) , die „Weltabstoßung" macht. Stirner
b i l d e t sich n ä m l i c h e i n , D e m o k r i t sei e i n S t o i k e r g e w e s e n , u n d
z w a r e i n s o l c h e r S t o i k e r , w i e i h n sich d e r E i n z i g e u n d d a s g e m e i n e
Gymnasiastenbewußtsein vorstellen; er meint, „seine ganze Tätig-
1 0 k e i t g e h e i n d e m B e m ü h e n auf, von d e r W e l t l o s z u k o m m e n " , „ a l s o
im Abstoßen der Welt", und kann nun im Demokrit die Stoiker
widerlegen. D a ß das bewegte, weltdurchstreifende Leben des De-
mokrit dieser Vorstellung des heiligen M a x ins Gesicht schlägt,
d a ß die eigentliche Quelle für die demokritische Philosophie Ari-
u stoteles ist u n d n i c h t d i e p a a r A n e k d o t e n d e s D i o g e n e s L a e r t i u s ,
d a ß Demokrit sowenig die Welt abstieß, d a ß er vielmehr ein em-
pirischer Naturforscher u n d der erste enzyklopädische Kopf unter
den Griechen w a r — d a ß seine k a u m b e k a n n t e E t h i k sich auf
e i n i g e G l o s s e n b e s c h r ä n k t , d i e e r a l s a l t e r v i e l g e r e i s t e r M a n n ge-
macht haben s o l l , d a ß seine naturwissenschaftlichen Sachen n u r
p e r abusum Philosophie genannt werden, weil bei ihm das Atom,
i m U n t e r s c h i e d e von E p i k u r , n u r e i n e p h y s i k a l i s c h e H y p o t h e s e ,
e i n N o t b e h e l f z u r E r k l ä r u n g v o n T a t s a c h e n ist, g e r a d e w i e i n d e n
Mischungsverhältnissen der neueren Chemie (Dalton usw.) —
Alles Das p a ß t nicht in Jacques le bonhomme's K r a m ; Demokrit
m u ß „einzig" aufgefaßt werden, Demokrit spricht von der Euthy-
m i e , a l s o d e r G e m ü t s r u h e , a l s o d e r Z u r ü c k z i e h u n g i n sich selbst,
a l s o d e r W e l t a b s t o ß u n g , D e m o k r i t ist e i n S t o i k e r u n d u n t e r s c h e i -
det sich v o m indischen F a k i r , d e r „ B r a h m " (soll h e i ß e n „ O m " )
/[7b]/ wispert, n u r wie der Komparativ vom Superlativ, nämlicb
„nur dem G r a d e nach".
Von den E p i k u r ä e r n w e i ß unser F r e u n d g e r a d e soviel, wie von
den Stoikern, nämlich das unvermeidliche Gymnasiastenquantum.
E r stellt d i e e p i k u r ä i s c h e H e d o n e d e r s t o i s c h e n u n d s k e p t i s c h e n
Ataraxie gegenüber, und w e i ß nicht, d a ß diese Ataraxie ebenfalls
bei Epikur, u n d zwar als der Hedone übergeordnet, vorkommt, wo-
d u r c h sein g a n z e r G e g e n s a t z z u s a m m e n f ä l l t . E r e r z ä h l t u n s , d a ß
die E p i k u r ä e r „ n u r e i n a n d e r e s V e r h a l t e n gegen die Welt
l e h r e n " als die Stoiker; er möge uns den (nichtstoischen) Philo-
sophen der „alten und neuen Zeit" zeigen, d e r nicht „ n u r " das-
selbe tue. Schließlich bereichert uns d e r heilige M a x mit einem
neuen Ausspruch der Epikuräer: „Die Welt m u ß betrogen werden,
d e n n sie ist m e i n e F e i n d i n " ; b i s h e r w a r e s n u r b e k a n n t , d a ß d i e
E p i k u r ä e r sich d a h i n a u s s p r a c h e n : d i e W e l t m u ß e n t t ä u s c h t ,
s n a m e n t l i c h v o n d e r F u r c h t d e r G ö t t e r b e f r e i t w e r d e n , d e n n sie ist
122 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

m e i n e F r e u n d i n . — U m u n s r e m H e i l i g e n e i n e A n d e u t u n g von
der, d e r Philosophie des Epikur zu G r u n d e liegenden, realen
B a s i s z u g e b e n , b r a u c h e n w i r n u r z u e r w ä h n e n , d a ß sich b e i
i h m z u e r s t d i e V o r s t e l l u n g f i n d e t , d a ß d e r S t a a t a u f e i n e m gegen-
seitigen V e r t r a g e d e r M e n s c h e n , e i n e m c o n t r a t s o c i a l (οννΰήκη) j
beruhe.
W i e sehr d i e Aufschlüsse des heiligen M a x ü b e r die Skeptiker
i n d e m s e l b e n G e l e i s e b l e i b e n , geht s c h o n d a r a u s h e r v o r , d a ß e r
ihre Philosophie für radikaler hält als die des E p i k u r . Die Skep-
tiker reduzierten d a s theoretische Verhältnis d e r Menschen zu den u
Dingen auf den S c h e i n , und ließen in der P r a x i s Alles beim
A l t e n , i n d e m sie sich e b e n s o s e h r n a c h d i e s e m S c h e i n e r i c h t e t e n
w i e A n d r e n a c h d e r W i r k l i c h k e i t ; sie g a b e n d e r S a c h e n u r e i n e n
andern Namen. E p i k u r dagegen war der /8[7c]/ eigentliche radi-
k a l e A u f k l ä r e r d e s A l t e r t u m s , d e r d i e a n t i k e R e l i g i o n offen a n - u
griff, u n d v o n d e m a u c h b e i d e n R ö m e r n d e r A t h e i s m u s , soweit
er bei ihnen existierte, ausging. D a h e r hat ihn a u c h L u k r e z als
einen H e l d e n gefeiert, d e r zuerst die Götter gestürzt u n d die Re-
ligion mit F ü ß e n getreten habe, d a h e r hat E p i k u r bei allen
K i r c h e n v ä t e r n , v o n P l u t a r c h b i s L u t h e r , d e n R u f d e s gottlosen 2 0
Philosophen p a r excellence, des Schweins, behalten, weshalb auch
C l e m e n s A l e x a n d r i n u s sagt, w e n n P a u l u s g e g e n d i e P h i l o s o p h i e
eifere, so meine er damit nur die Epikuräische. (Strom, lib. 1,
[cap. X I ] p . 2 9 5 der Kölner Ausg. 1 6 8 8 ) . W i r sehen hieraus, wie
„ l i s t i g , b e t r ü g e r i s c h " u n d „ k l u g " d i e s e r offne A t h e i s t sich z u r 2.5
W e l t v e r h i e l t , i n d e m e r i h r e R e l i g i o n u n v e r h o h l e n angriff, w ä h -
r e n d d i e S t o i k e r sich d i e a l t e R e l i g i o n s p e k u l a t i v z u r e c h t m a c h t e n
und die Skeptiker ihren „Schein" zum Vorwande nahmen, um
ihr Urteil überall mit einer reservatio mentalis begleiten zu
können. 30
S o k o m m e n n a c h S t i r n e r d i e S t o i k e r zuletzt a u f d i e „ V e r -
achtung der W e l t " ( p . 3 0 ) , die E p i k u r ä e r auf „dieselbe Lebens-
weisheit wie die Stoiker" p. 3 2 , d i e Skeptiker d a r a u f h e r a u s , d a ß
sie „ d i e W e l t stehen l a s s e n u n d sich n i c h t s a u s i h r m a c h e n " . A l l e
drei also nach Stirner enden in der Gleichgültigkeit gegen die 35
Welt, der „Weltverachtung" (p. 4 8 5 ) . Dies drückte Hegel längst
vor i h m so a u s : Stoizismus, Skeptizismus, E p i k u r ä i s m u s —
„ g i n g e n d a r a u f a u s d e n Geist g e g e n A l l e s g l e i c h g ü l t i g z u m a c h e n ,
was die Wirklichkeit darbietet." Phil. d. Gesch. p. 3 2 7 .
„ D i e A l t e n " , so faßt Sankt M a x seine K r i t i k d e r alten Gedan- 10
kenweit zusammen, „hatten wohl Gedanken, allein d e n G e d a n -
k e n k a n n t e n sie n i c h t " , p . 3 0 . H i e r b e i „ e r i n n e r e m a n s i c h d e s -
sen, was oben über Unsere K i n d e r g e d a n k e n gesagt w u r d e . "
( i b i d . ) . Die Geschichte d e r alten Philosophie m u ß sich n a c h der
Konstruktion Stirners richten. Damit d i e Griechen nicht aus ihrer «
Π Ι . Sankt Max 123

Kinderrolle fallen, darf Aristoteles nicht gelebt h a b e n u n d bei


i h m d a s an u n d f ü r sich s e i e n d e D e n k e n (ή νόησις ή xaê' αυτήν),
d e r sich s e l b s t d e n k e n d e V e r s t a n d (Αυτόν δε νοεί ό νους) u n d
d a s sich selbst d e n k e n d e D e n k e n (ή νόησις της νοήσεως) n i c h t
5 v o r k o m m e n ; ü b e r h a u p t d ü r f e n seine M e t a p h y s i k u n d d a s dritte
Buch seiner Psychologie nicht existieren.
Sogut wie Sankt M a x hier „ a n d a s , was oben über U n s e r e Kin-
derjahre gesagt w u r d e " , erinnert, sogut hätte er bei „ U n s e r e n Kin-
d e r j a h r e n " s a g e n k ö n n e n : m a n sehe n a c h , w a s s p ä t e r ü b e r d i e
1 0 Alten u n d die Neger g e s a g t , und über den Aristoteles n i c h t
gesagt werden wird.
U m d i e w i r k l i c h e B e d e u t u n g d e r letzten a n t i k e n P h i l o s o p h i e n
während der Auflösung des Altertums zu würdigen, hätte Jacques
le bonhomme nur die wirkliche Lebensstellung ihrer Jünger unter
i s /{9} [8]/ d e r r ö m i s c h e n W e l t h e r r s c h a f t z u b e t r a c h t e n b r a u c h e n . E r
k o n n t e u . A . b e i L u z i a n a u s f ü h r l i c h b e s c h r i e b e n finden, w i e s i e
v o m V o l k a l s öffentliche P o s s e n r e i ß e r b e t r a c h t e t u n d v o n d e n r ö -
m i s c h e n K a p i t a l i s t e n , P r o k o n s u l n etc. a l s H o f n a r r e n z u r U n t e r -
h a l t u n g g e d u n g e n w u r d e n , u m , n a c h d e m sie sich ü b e r d e r T a f e l
2o mit den Sklaven um ein p a a r Knochen und Brotkrumen gezankt
u n d e i n e n a p a r t e n s a u r e n W e i n vorgesetzt b e k o m m e n h a t t e n , d e n
großen H e r r n u n d seine Gäste mit den ergötzlichen P h r a s e n :
Ataraxie, Aphasie, Hedone usw. zu amüsieren.
Wollte übrigens unser guter M a n n einmal die Geschichte d e r
25 alten Philosophie z u r Geschichte des A l t e r t u m s machen, so ver-
s t a n d e s sich v o n selbst, d a ß e r d i e S t o i k e r , E p i k u r ä e r u n d S k e p -
t i k e r sich i n d i e N e u p l a t o n i k e r a u f l ö s e n l a s s e n m u ß t e , d e r e n P h i -
l o s o p h i e n i c h t s w e i t e r ist, a l s d i e p h a n t a s t i s c h e Z u s a m m e n f a s s u n g
d e r stoischen, e p i k u r ä i s c h e n u n d s k e p t i s c h e n D o k t r i n m i t d e m
3o Inhalt der Philosophie des Plato und Aristoteles. Statt dessen
l ä ß t er diese Doktrinen direkt ins Christentum sich auflösen.
„ S t i r n e r " hat nicht die griechische Philosophie „hinter sich",
sondern die griechische Philosophie hat „ d e n Stirner" hinter i h r .
(Vgl. W i g . p . 1 8 6 ) . Statt uns z u sagen, w i e „ d a s A l t e r t u m " z u
35 einer Welt d e r Dinge kommt und mit ihr „ f e r t i g " wird, l ä ß t der
unwissende Schulmeister es d u r c h ein Zitat von T i m o n selig ver-
schwinden, womit um so natürlicher /9a [8a]/ d a s A l t e r t u m sein
„letztes Absehen erreicht", als die Alten n a c h Sankt M a x „ d u r c h
d i e N a t u r " sich i n d a s a n t i k e „ G e m e i n w e s e n gestellt s a h e n " , w a s
io „ u m hiermit zu schließen", um so leichter „einleuchten k a n n " ,
a l s m a n d i e s G e m e i n w e s e n , F a m i l i e etc. „ d i e s o g e n a n n t e n n a t ü r -
l i c h e n B a n d e " nennt, ( p . 3 3 ) . Durch die N a t u r wird die alte
„Welt der D i n g e " gemacht, durch Timon und Pilatus (p. 3 2 )
vernichtet. Statt d i e „ W e l t d e r D i n g e " zu schildern, die d e m
*5 Christentum zur materiellen Basis dient, l ä ß t er diese „ W e l t d e r
124 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

D i n g e " vertilgt werden in der Welt des Geistes, im — Chri-


stentum.
D i e d e u t s c h e n P h i l o s o p h e n sind gewohnt, d a s A l t e r t u m a l s d i e
Epoche des Realismus der christlichen u n d neueren Zeit als der
E p o c h e d e s I d e a l i s m u s e n t g e g e n z u s t e l l e n ; w ä h r e n d d i e franzö-
sischen u n d e n g l i s c h e n Ö k o n o m e n , Geschichts- u n d N a t u r f o r s c h e r
g e w o h n t s i n d , d a s A l t e r t u m a l s d i e P e r i o d e d e s I d e a l i s m u s gegen-
ü b e r d e m M a t e r i a l i s m u s u n d E m p i r i s m u s d e r n e u e r e n Zeit auf-
zufassen. Ebenso kann m a n das Altertum insofern als idealistisch
f a s s e n , a l s d i e A l t e n i n d e r Geschichte d e n „ c i t o y e n " r e p r ä s e n -
t i e r e n , d e n i d e a l i s t i s c h e n P o l i t i k e r , w ä h r e n d d i e N e u e n zuletzt a u f
den „bourgeois", den realistischen a m i du commerce, hinauslaufen
— oder auch wieder realistisch, weil bei ihnen d a s Gemeinwesen
„eine W a h r h e i t " war, während es bei den Neuen eine idealistische
„ L ü g e " ist. S o w e n i g k o m m t b e i a l l e n d i e s e n a b s t r a k t e n Gegen-
sätzen u n d G e s c h i c h t s k o n s t r u k t i o n e n h e r a u s .
D a s „Einzige", was wir aus dieser ganzen Darstellung d e r Alten
l e r n e n , ist, d a ß S t i r n e r v o n d e r a l t e n W e l t z w a r w e n i g „ D i n g e "
„ w e i ß " , sie a b e r d a f ü r desto „ b e s s e r d u r c h s c h a u t h a t " . ( V g l .
Wigand p. 1 9 1 ) .
S t i r n e r ist w i r k l i c h j e n e s „ K n ä b l e i n " , v o n d e m d i e O f f e n b a r u n g
J o h a n n i s 1 2 , 5 w e i s s a g t : „ d e r a l l e H e i d e n sollte w e i d e n m i t d e r
eisernen R u t e " . W i r haben gesehen, wie er mit der eisernen Rute
seiner Unwissenheit auf die armen Heiden loshaut. Den „ N e u e n "
wirds nicht besser gehen.

4. Die Neuen

„ D a r u m , ist J e m a n d i n C h r i s t o , s o ist e r e i n e n e u e K r e a t u r ; d a s
A l t e ist v e r g a n g e n , s i e h e , e s ist A l l e s n e u g e w o r d e n . " ( 2 . C o r . 5 ,
17) ( p . 3 3 ) .
V e r m i t t e l s t d i e s e s B i b e l s p r u c h s ist d i e a l t e W e l t n u n w i r k l i c h
„ v e r g a n g e n " , o d e r , w i e S a n k t M a x e i g e n t l i c h s a g e n wollte, „ a l l e
j e w o r d e n " , u n d w i r sind mit Einem Satze in die neue, christliche,
j ü n g l i n g s h a f t e , m o n g o l e n h a f t e „ W e l t d e s G e i s t e s " h e r ü b e r ge-
s p r u n g e n . W i r w e r d e n a u c h d i e s e i n k ü r z e s t e r F r i s t „ A l l e wer-
d e n " sehen.
„ W u r d e oben gesagt: „ d e n Alten w a r d i e W e l t eine W a h r h e i t " ,
s o m ü s s e n w i r h i e r s a g e n : „ d e n N e u e n w a r d e r Geist e i n e W a h r -
Π Ι . Sankt Max 125

h e i l " , dürfen aber, wie dort, so hier den wichtigen Zusatz nicht
vergessen: „ e i n e W a h r h e i t , hinter deren Unwahrheit sie zu kom-
men suchten und endlich wirklich k a m e n . " " p . 3 3 . / 9 b [ 8 b ] / W e n n
wir keine Stirnerschen Konstruktionen machen wollen, „so müs-
5 sen w i r h i e r s a g e n " : d e n N e u e n w a r d i e W a h r h e i t e i n Geist —
n ä m l i c h d e r h e i l i g e Geist. J a c q u e s l e b o n h o m m e f a ß t w i e d e r d i e
Neuen nicht in ihrem wirklichen historischen Z u s a m m e n h a n g e mit
d e r „ W e l t d e r D i n g e " , d i e trotz i h r e s A l l e w e r d e n s j a n o c h i m m e r
fortexistiert, sondern in ihrem theoretischen, u n d z w a r religiösen,
io Verhalten ; die Geschichte des Mittelalters u n d d e r n e u e r e n Zeit
existiert für ihn wieder n u r als Geschichte d e r Religion u n d Phi-
losophie; alle Illusionen dieser Epochen und die philosophischen
Illusionen über diese Illusionen werden treulich geglaubt. Nach-
d e m Sankt M a x so d e r Geschichte d e r N e u e n dieselbe W e n d u n g ,
u wie d e r d e r Alten gegeben hat, kann er in ihr d a n n leicht „einen
ähnlichen Gang wie ihn das Altertum genommen, nachweisen",
u n d e b e n s o r a s c h , w i e e r v o n d e r a l t e n P h i l o s o p h i e a u f d i e christ-
liche Religion k a m , von dieser auf die n e u e r e deutsche Philo-
sophie k o m m e n . Er charakterisiert seine historische Illusion selbst
2o p. 3 7 , indem er entdeckt, d a ß „die Alten nichts aufzuweisen
haben als W e l t w e i s h e i t " , und „ d i e Neuen es niemals weiter
als bis zur G o t t e s g e l a h r t h e i t brachten u n d b r i n g e n " , u n d
die feierliche F r a g e aufwirft: „Hinter was suchten die N e u e n
zu k o m m e n ? " Die Alten wie die Neuen tun weiter Nichts in der
2 5 G e s c h i c h t e , a l s d a ß sie „ h i n t e r e t w a s z u k o m m e n s u c h e n " , d i e
Alten hinter die Welt der Dinge, die Neuen hinter die W e l t des
Geistes. Die Alten werden am E n d e „ w e l t l o s " , die N e u e n wer-
den „geistlos", die Alten wollten Idealisten, die Neuen Realisten
werden ( p . 4 8 5 ) , Beiden w a r es n u r um d a s Göttliche zu tun
3 o ( p . 4 8 8 ) — „ d i e b i s h e r i g e G e s c h i c h t e " ist n u r „ d i e G e s c h i c h t e
des geistigen M e n s c h e n " (welcher G l a u b e ! ) p. 4 4 2 — kurz, wir
haben hier wieder Kind und Jüngling, Neger und Mongole und
wie die ganze Terminologie der „mancherlei W a n d l u n g e n " weiter
heißt. — Dabei wird dann die spekulative Manier, die Kinder
35 ihren Vater erzeugen u n d d a s F r ü h e r e durch d a s Spätere bewir-
ken zu lassen, gläubig nachgeahmt. Die Christen müssen gleich
von v o r n h e r e i n „ h i n t e r /9c [8c]/ d i e U n w a h r h e i t i h r e r W a h r h e i t
z u k o m m e n s u c h e n " , sie m ü s s e n s o g l e i c h v e r b o r g e n e A t h e i s t e n
u n d K r i t i k e r sein, w i e schon b e i d e n A l t e n a n g e d e u t e t w u r d e . D a -
4 o m i t n i c h t z u f r i e d e n , gibt S a n k t M a x n o c h e i n g l ä n z e n d e s E x e m p e l
seiner „Virtuosität i m " (spekulativen) „ D e n k e n " p . 2 3 0 :
„Jetzt, n a c h d e m der Liberalismus d e n M e n s c h e n pro-
klamiert hat, kann m a n e s aussprechen, d a ß damit n u r die
l e t z t e K o n s e q u e n z des Christentums v o l l z o g e n w u r d e ,
« u n d d a ß d a s C h r i s t e n t u m sich v o n H a u s a u s k e i n e a n d r e
126 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

A u f g a b e s t e l l t e , als d e n M e n s c h e n z u reali-
sieren."
N a c h d e m a n g e b l i c h d i e letzte K o n s e q u e n z d e s C h r i s t e n t u m s
v o l l z o g e n w u r d e , k a n n „ M a n " e s a u s s p r e c h e n — d a ß sie voll-
zogen w u r d e . Sobald die Späteren d a s F r ü h e r e umgestaltet haben, s
„ k a n n M a η es a u s s p r e c h e n " , d a ß die F r ü h e r e n „von H a u s a u s " ,
n ä m l i c h „i η W a h r h e i t " , im W e s e n , im H i m m e l , a l s v e r b o r g e n e
J u d e n , „sich k e i n e a n d e r e Aufgabe stellten", als von d e n Späteren
u m g e s t a l t e t z u w e r d e n . D a s C h r i s t e n t u m ist f ü r J a c q u e s l e bon-
h o m m e sich selbst setzendes S u b j e k t , d e r a b s o l u t e G e i s t , d e r „ v o n 1 0
H a u s a u s " s e i n E n d e a l s s e i n e n A n f a n g setzt. V g l . H e g e l s En-
zykl. etc.
„ D a h e r " (nämlich weil man d e m Christentum eine eingebildete
Aufgabe unterlegen kann) „denn die Täuschung," (natürlich,
v o r F e u e r b a c h k o n n t e m a n n i c h t wissen, w e l c h e A u f g a b e sich d a s «
C h r i s t e n t u m „ v o n H a u s a u s gestellt h a t t e " ) „ e s lege d a s C h r i s t e n -
t u m d e m Ich einen unendlichen W e r t bei, wie z. B. in der Unsterb-
lichkeitslehre und Seelsorge an den T a g kommt. Nein, diesen W e r t
e r t e i l t e s a l l e i n d e m M e n s c h e n , n u r d e r M e n s c h ist u n -
sterblich u n d n u r weil Ich M e n s c h bin, bin auch I c h ' s . " W e n n 10
a u c h s c h o n a u s d e r g a n z e n S t i r n e r s e h e n K o n s t r u k t i o n u n d Auf-
g a b e n s t e l l u n g k l a r g e n u g h e r v o r g e h t , /{10} [9]/ d a ß d a s C h r i s t e n -
t u m n u r „ d e m M e n s c h e n " F e u e r b a c h s d i e U n s t e r b l i c h k e i t ver-
leihen kann, so erfahren wir hier noch z u m Überfluß, d a ß dies
auch d e s h a l b geschieht, weil d a s Christentum diese Unsterblich- ss
keit — nicht auch den T i e r e n zuschreibt.
Konstruieren wir auch einmal à la Sankt Max.
„ J e t z t , n a c h d e m " der moderne, aus der Parzellierung
hervorgegangene große Grundbesitz das Majorat faktisch „ p r o -
k l a m i e r t h a t , k a n n m a n e s a u s s p r e c h e n , d a ß da-so
m i t n u r d i e l e t z t e K o n s e q u e n z " der Parzellierung des
Grundbesitzes „ v o l l z o g e n w u r d e " , „ u n d d a ß " die Parzel-
lierung „in Wahrheit sich von Haus aus keine
a n d r e A u f g a b e s t e l l t e , a l s " das Majorat, das wahre
Majorat „ z u r e a l i s i e r e n . " „Daher denn die Tau-«
s c h u n g , e s l e g e " die Parzellierung d e m gleichen Rechte der
Familienglieder „ e i n e n unendlichen Wert bei, wie
z . B . " i n dem Erbrecht des Code Napoléon „ a n d e n T a g
k o m m t . N e i n , d i e s e n W e r t e r t e i l t s i e a l l e i n " dem
ä l t e s t e n S o h n e ; „ n u r " d e r älteste S o h n , d e r z u k ü n f t i g e M a j o r a t s - * o
h e r r , w i r d g r o ß e r G r u n d b e s i t z e r , „ u n d η u r w e i 11 c h" ä l t e s t e r
Sohn „ b i n , w e r d e a u c h l c h ' s . "
A u f d i e s e W e i s e ist e s u n e n d l i c h leicht, d e r G e s c h i c h t e „ e i n -
z i g e " W e n d u n g e n z u g e b e n , i n d e m m a n stets n u r i h r a l l e r n e u s t e s
R e s u l t a t a l s „ d i e A u f g a b e " z u s c h i l d e r n h a t , d i e „ s i e sich von u
III. Sankt Max 127

H a u s aus in W a h r h e i t stellte". D a d u r c h treten d i e früheren Zeiten


i n e i n e r b i z a r r e n u n d n o c h n i e d a g e w e s e n e n G e s t a l t auf. D a s f r a p -
piert, ohne viele Produktionskosten zu machen. z. B. wenn m a n
sagt, d i e e i g e n t l i c h e „ A u f g a b e " , w e l c h e sich d i e I n s t i t u t i o n d e s
ι G r u n d e i g e n t u m s „ v o n H a u s a u s s t e l l t e " , sei g e w e s e n , M e n s c h e n
d u r c h Schafe zu verdrängen, eine Konsequenz, die in Schottland
etc. neuerdings hervorgetreten sei; oder auch d i e / I 0 a [ 9 a ] / P r o -
k l a m a t i o n d e r K a p e t i n g e r h a b e sich „ v o n H a u s a u s i n W a h r h e i t
die Aufgabe gestellt", L u d w i g X V I . auf die Guillotine u n d H e r r n
» Guizot ins M i n i s t e r i u m z u b r i n g e n . N a m e n t l i c h m u ß m a n d i e s i n
einer feierlichen, heiligen, priesterlichen Weise tun, tiefen Atem
schöpfen, u n d dann hervorplatzen: „Jetzt endlich kann M a n e s
aussprechen".
W a s Sankt Max in d e m vorliegenden Abschnitte p. 3 3 — 3 7
i s ü b e r d i e N e u e n sagt, ist n u r d e r P r o l o g d e r u n s b e v o r s t e h e n d e n
G e i s t e r g e s c h i c h t e . W i r s e h e n a u c h h i e r , w i e e r sich v o n d e n e m p i -
r i s c h e n T a t s a c h e n „ n i c h t zeitig g e n u g los m a c h e n k a n n " u n d d i e -
s e l b e n P a r t e i e n , w i e bei d e n A l t e n ^ V e r s t a n d , H e r z , G e i s t ,
etc. w i e d e r a u f t r e t e n l ä ß t — n u r d a ß s i e a n d e r e N a m e n e r -
2o halten. Aus den Sophisten werden sophistische Scholastiker, „ H u -
manisten, Macchiavellismus (Buchdruckerkunst, N e u e W e l t " etc.
vgl. Hegel, Geschichte d e r Philosophie, I I I , p. 1 2 8 ) , die d e n Ver-
s t a n d r e p r ä s e n t i e r e n , S o k r a t e s v e r w a n d e l t sich i n L u t h e r , d e r d a s
Herz proklamiert (Hegel, 1. c. p. 2 2 7 ) , u n d von d e r nachreforma-
2 5 t o r i s c h e n Zeit e r f a h r e n w i r , d a ß e s sich i n i h r u m d i e „ l e e r e H e r z -
lichkeit" (die bei den Alten „Herzensreinheit" h i e ß , vgl. Hegel,
1. c. p. 2 4 1 ) handelte. Alles das auf p. 3 4 . Auf diese Weise
„weist" der heilige M a x „ i m Christentum einen ähnlichen Gang
w i e i m A l t e r t u m n a c h " . N a c h L u t h e r g i b t e r sich n u n g a r n i c h t
30 mehr die M ü h e , seine Kategorien mit N a m e n zu bekleiden; m i t
Meilenstiefeln eilt er d e r neueren deutschen Philosophie zu —
vier Appositionen ( „ b i s Nichts als die leere Herzlichkeit übrig-
bleibt, die ganze allgemeine Menschenliebe, d i e Liebe d e s Men-
schen, d a s Freiheitsbewußtsein, d a s „ S e l b s t b e w u ß t s e i n " . " p . 3 4 ;
35 Hegel, 1. c. p. 2 2 8 , 2 2 9 ) , vier W o r t e füllen d i e Kluft zwischen
L u t h e r u n d H e g e l a u s , u n d „ s o e r s t ist d a s C h r i s t e n t u m v o l l e n d e t " .
Diese ganze Entwicklung wird in einem meisterhaften Satze, u n d
mit H e b e b ä u m e n w i e : „ e n d l i c h " — /10b[9b]/ „ u n d seitdem" —
„indem m a n " — „ a u c h " — „von T a g zu T a g " — „bis zuletzt"
40 usw. fertig gebracht, einem Satze, den d e r Leser auf d e r erwähn-
t e n k l a s s i s c h e n Seite 3 4 selbst n a c h s e h e n m a g .
Z u g u t e r Letzt g i b t S a n k t M a x n o c h e i n p a a r P r o b e n s e i n e s
G l a u b e n s , i n d e m e r sich d e s E v a n g e l i u m s s o w e n i g s c h ä m t , d a ß e r
b e h a u p t e t : „ u n d Geist sind w i r d o c h a l l e i n w i r k l i c h " — u n d d a r -
4 5 auf b e s t e h t , d a ß „ d e r G e i s t " a m E n d e d e r a l t e n W e l t „ n a c h l a n -
128 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

gern M ü h e n d i e W e l t " w i r k l i c h „ l o s g e w o r d e n i s t " — u n d hier-


n ä c h s t n o c h e i n m a l d a s G e h e i m n i s s e i n e r K o n s t r u k t i o n v e r r ä t , in-
d e m e r v o n d e m c h r i s t l i c h e n Geiste a u s s a g t , d a ß e r „ w i e e i n
J ü n g l i n g mit Weltverbesserungs- oder Welterlösungsplänen
u m g e h e " . Alles p. 3 6 .
„ U n d e r b r a c h t e m i c h i m Geist i n d i e W ü s t e . U n d i c h s a h d a s
W e i b sitzen a u f e i n e m r o s i n f a r b e n e n T i e r , d a s w a r v o l l N a m e n
der Lästerung —. Und an ihrer Stirn geschrieben den N a m e n , das
Geheimnis, die große Babylon u n d ich s ä h e d a s W e i b
t r u n k e n v o n d e m B l u t e d e r H e i l i g e n p p . " Off. J o h . 1 7 , v . 3 , 5 , 6 .
— D e r A p o k a l y p t i k e r h a t d i e s m a l nicht g e n a u g e w e i s s a g t . J e t z t
endlich, nachdem Stirner den M a n n proklamiert hat, kann man
es aussprechen, d a ß er so hätte sagen müssen: U n d er brachte
M i c h i n d i e W ü s t e d e s G e i s t e s . U n d i c h s ä h e d e n M a n n sitzen
auf einem rosinfarbenen Tier, d a s w a r voll Lästerung d e r N a m e n
und an seiner S t i m geschrieben den N a m e n , das Geheimnis,
den Einzigen und Ich sähe den M a n n trunken von d e m Blute
d e s H e i l i g e n etc.
W i r g e r a t e n a l s o jetzt i n d i e W ü s t e d e s Geistes.

A . D e r Geist ( R e i n e G e i s t e r g e s c h i c h t e )

D a s E r s t e , w a s w i r v o m „ G e i s t e " e r f a h r e n , ist, d a ß , n i c h t
d e r Geist, s o n d e r n „ d a s G e i s t e r r e i c h u n g e h e u e r g r o ß i s t " .
S a n k t M a x w e i ß sogleich v o m Geiste n i c h t s z u s a g e n , a l s d a ß e i n
„ u n g e h e u e r g r o ß e s G e i s t e r r e i c h " existiert, g e r a d e w i e e r v o m Mit-
telalter n u r weiß, d a ß es „eine lange Zeit" war. N a c h d e m dies
„ G e i s t e r r e i c h " a l s e x i s t i e r e n d v o r a u s g e s e t z t w o r d e n ist, w i r d s e i n e
E x i s t e n z n a c h t r ä g l i c h vermittelst zehn T h e s e n b e w i e s e n .
1 ) D e r G e i s t ist nicht f r e i e r Geist, / [ 9 c ] / b e v o r e r sich n i c h t
m i t s i c h a l l e i n beschäftigte, b e v o r e r e s n i c h t m i t s e i n e r
W e l t , „ d e r geistigen, a l l e i n zu t u n h a t t e " — ( e r s t m i t sich a l l e i n , s
d a n n mit seiner Welt) ;
2 ) „ e r ist f r e i e r Geist erst i n e i n e r i h m e i g n e n W e l t " ;
3 ) „ N u r mittelst e i n e r geistigen W e l t ist d e r Geist w i r k l i c h
Geist";
4) „ B e v o r d e r Geist sich s e i n e G e i s t e r w e l t erschafft, ist · er , 3

nicht Geist" —
5 ) „ S e i n e S c h ö p f u n g e n m a c h e n ihn z u m G e i s t " —
Π Ι . Sankt Max 129

6) „ S e i n e Schöpfungen sind seine W e l t " —


7 ) „ D e r Geist ist d e r S c h ö p f e r e i n e r g e i s t i g e n W e l t " —
8 ) „ d e r G e i s t ist n u r , w e n n e r G e i s t i g e s schafft" —
9 ) „ e r ist n u r m i t d e m G e i s t i g e n , s e i n e m G e s c h ö p f e , z u s a m -
5 men, wirklich" —
1 0 ) „ d i e W e r k e o d e r K i n d e r des Geistes sind aber nichts
Andres, als — Geister". P. 3 8 — 3 9 .
D i e „ g e i s t i g e W e l t " w i r d i n T h e s e 1 g l e i c h w i e d e r a l s existie-
r e n d v o r a u s g e s e t z t , statt e n t w i c k e l t z u w e r d e n , u n d d i e s e T h e s e 1
io uns d a n n These 2 — 9 in acht neuen W a n d l u n g e n wieder vorge-
predigt. Am E n d e von These 9 sind wir g e r a d e so weit wie am
E n d e von These 1 — u n d n u n bringt These 10 plötzlich ein
„ A b e r " uns „ d i e G e i s t e r " herein, von denen bisher noch
keine R e d e gewesen war.
is / { l l } [ 1 0 ] / „ D a d e r G e i s t n u r ist, i n d e m e r G e i s t i g e s schafft,
s o s e h e n w i r u n s nach seinen ersten Schöpfungen u m " . P . 4 1 .
— N a c h T h e s e 3 , 4 , 5 , 8 u n d 9 ist a b e r d e r G e i s t s e i n e e i g n e
S c h ö p f u n g . D i e s w i r d jetzt s o a u s g e d r ü c k t , d a ß d e r Geist, d . h .
d i e e r s t e S c h ö p f u n g d e s Geistes, „ a u s d e m N i c h t s h e r v o r g e h e n
20 m u ß " „ e r m u ß sich e r s t e r s c h a f f e n " „seine erste
S c h ö p f u n g ist e r s e l b e r , d e r G e i s t " ( i b i d . ) . „ H a t e r d i e s e e r s t
v o l l b r a c h t , s o folgt f o r t a n e i n e n a t ü r l i c h e F o r t p f l a n z u n g v o n
Schöpfungen, w i e n a c h d e r M y t h e n u r d i e ersten Menschen
geschaffen z u w e r d e n b r a u c h t e n , d a s ü b r i g e G e s c h l e c h t sich v o n
2s selbst f o r t p f l a n z t e . " ( i b i d . ) —
„ S o mystisch dies auch klinge, so erleben Wir's doch als eine
a l l t ä g l i c h e E r f a h r u n g . Bist D u e h e r e i n D e n k e n d e r , a l s D u d e n k s t ?
I n d e m D u d e n e r s t e n G e d a n k e n erschaffst, erschaffst D u
D i c h , d e n D e n k e n d e n , denn D u denkst nicht, bevor D u
30 e i n e n G e d a n k e n d e n k s t , d. h . " — d . h . — „h a s t. M a c h t D i c h
nicht erst D e i n Singen z u m Sänger, Dein Sprechen z u m sprechen-
den Menschen? N u n , so macht Dich auch das Hervorbringen von
Geistigem erst z u m Geiste."
D e r h e i l i g e E s k a m o t e u r u n t e r s t e l l t , d a ß d e r Geist Geistiges
3 5 h e r v o r b r i n g t , u m z u f o l g e r n , d a ß e r sich selbst a l s G e i s t h e r -
vorbringt, u n d andrerseits unterstellt e r ihn a l s G e i s t , u m ihn
z u s e i n e n g e i s t i g e n S c h ö p f u n g e n ( d i e „ n a c h d e r M y t h e sich v o n
selbst f o r t p f l a n z e n " u n d G e i s t e r w e r d e n ) k o m m e n z u l a s s e n . B i s
hieher altbekannte, rechtgläubig-hegelsche P h r a s e . D i e eigendich
4o „einzige" Entwicklung Dessen, was Sankt M a x sagen will, fängt
e r s t b e i s e i n e m B e i s p i e l a n . Wenn! n ä m l i c h J a c q u e s l e b o n h o m m e
g a r n i c h t w e i t e r k a n n , w e n n selbst „ M a n " u n d „ E s " n i c h t i m
S t a n d e s i n d , d a s g e s t r a n d e t e Boot w i e d e r f l o t t z u m a c h e n , d a n n
ruft „ S t i r n e r " seinen dritten Leibeignen zu H ü l f e , d e n „ D u " , d e r
4 5 i h n n i e i m S t i c h l ä ß t , u n d a u f d e n e r sich i n d e r h ö c h s t e n N o t ver-
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 9
130 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

l a s s e n k a n n . D i e s e r „ D u " ist e i n I n d i v i d u u m , d a s u n s n i c h t z u m
erstenmal vorkommt, /[10a]/ ein frommer und getreuer Knecht,
den wir d u r c h Dick und Dünn haben gehen sehen, ein Arbeiter
i m W e i n b e r g e s e i n e s H e r r n , d e r sich d u r c h N i c h t s s c h r e c k e n l ä ß t
— e r ist, m i t E i n e m W o r t : S z e l i g a * ^ . W e n n „ S t i r n e r " i n d e n s
h ö c h s t e n E n t w i c k l u n g s n ö t e n ist, s o r u f t e r a u s : S z e l i g a , h i l f ! u n d
d e r t r e u e E c k a r t S z e l i g a setzt sogleich d i e S c h u l t e r n a n , u m d e n
K a r r e n aus dem Dreck zu heben. W i r werden über das Verhältnis
von Sankt M a x zu Szeliga später noch M e h r zu sagen h a b e n .
Es h a n d e l t s i c h um d e n Geist, d e r s i c h s e l b s t a u s Ν i c h t s 10
erschafft — a l s o u m N i c h t s , d a s sich a u s N i c h t s z u m
G e i s t schafft. S a n k t M a x m a c h t h i e r a u s d i e S c h ö p f u n g d e s
Szeligaschen Geistes aus Szeliga. U n d w e m a n d e r s als Szeliga
k ö n n t e „ S t i r n e r " e s z u m u t e n , sich i n d e r W e i s e w i e e s o b e n ge-
schieht, d e m N i c h t s u n t e r s c h i e b e n z u l a s s e n ? W e m a n d e r s a l s i s
S z e l i g a , d e r sich s c h o n d a d u r c h a u f s H ö c h s t e g e s c h m e i c h e l t fühlt,
d a ß er ü b e r h a u p t als h a n d e l n d e Person auftreten darf, w i r d eine
solche Eskamotage imponieren? Sankt M a x m u ß t e beweisen, nicht
d a ß ein gegebenes „ D u " , also d e r gegebne Szeliga, z u m Denken-
den, Sprechenden, Sänger wird, wenn er zu denken, zu sprechen, so
z u s i n g e n a n f ä n g t — s o n d e r n : D e r D e n k e r schafft s i c h a u s
N i c h t s , i n d e m e r z u d e n k e n a n f ä n g t , d e r S ä n g e r schafft s i c h
a u s N i c h t s , i n d e m e r z u s i n g e n a n f ä n g t e t c . — u n d n i c h t ein-
m a l d e r D e n k e r u n d S ä n g e r , s o n d e r n d e r G e d a n k e u n d d e r Ge-
s a n g a l s S u b j e k t e schaffen s i c h a u s N i c h t s , i n d e m sie z u d e n - 2 5
ken u n d singen anfangen. Sonst „stellt Stirner b l o ß die höchst
e i n f a c h e Reflexion a n " u n d s p r i c h t b l o ß d e n „ h ö c h s t p o p u l ä r e n "
Satz aus (vgl. W i g a n d p. 1 5 6 ) , d a ß Szeliga eine seiner Eigen-
s c h a f t e n e n t w i c k e l t , i n d e m e r sie e n t w i c k e l t . E s ist f r e i l i c h d u r c h -
a u s n i c h t „ z u v e r w u n d e r n " , d a ß S a n k t M a x „ d e r g l e i c h e n ein- s o
fache Reflexionen" nicht einmal richtig „anstellt", sondern sie
f a l s c h a u s s p r i c h t , u m d a d u r c h e i n e n n o c h v i e l f a l s c h e r e n Satz
vermittelst d e r falschesten Logik von d e r W e l t zu beweisen.
W e i t e n t f e r n t , d a ß ich „ a u s d e m N i c h t s " m i c h z . B . a l s „ S p r e -
c h e n d e n " e r s c h ü f e , ist d a s N i c h t s , w a s h i e r z u G r u n d e liegt, e i n s s
s e h r m a n n i g f a l t i g e s E t w a s , d a s w i r k l i c h e I n d i v i d u u m , seine
S p r a c h o r g a n e , e i n e b e s t i m m t e Stufe d e r p h y s i s c h e n E n t w i c k l u n g ,
vorhandene Sprache und Dialekte, /[10b]/ hörende Ohren und
e i n e m e n s c h l i c h e U m g e b u n g , d i e e t w a s z u h ö r e n g i b t , etc. etc. E s
wird also bei d e r Ausbildung einer Eigenschaft Etwas von Etwas 40
d u r c h E t w a s geschaffen, u n d k e i n e s w e g s , w i e i n d e r H e g e l s c h e n
Logik, von Nichts durch Nichts zu Nichts gekommen.
*> Vergl. „die heilige Familie oder Kritik der kritischen Kritik", wo
die früheren Heldentaten dieses Mannes Gottes bereits besungen worden
sind. 45
III. S a n k t M a x 131

Jetzt, n a c h d e m S a n k t M a x e i n m a l s e i n e n g e t r e u e n Szeliga b e i
der H a n d hat, geht die F a h r t wieder flott voran. W i r werden
sehen, w i e e r v e r m i t t e l s t seines „ D u " d e n Geist w i e d e r i n d e n
Jüngling verwandelt, gerade, wie er früher den Jüngling in den
s Geist v e r w a n d e l t e ; w i r w e r d e n d i e g a n z e J ü n g l i n g s g e s c h i c h t e h i e r
fast w ö r t l i c h , n u r m i t e i n i g e n v e r d e c k e n d e n U m s t e l l u n g e n , w i e -
derfinden — w i e schon d a s „ u n g e h e u e r g r o ß e G e i s t e r r e i c h " v o n
p. 37 Nichts andres war, als das „Reich des Geistes", welches
d e r Geist d e s J ü n g l i n g s p . 1 7 z u stiften u n d a u s z u b r e i t e n „ d a s
io Absehen" hatte.
„ W i e D u indes vom Denker, Sänger, Sprecher dich unter-
scheidest, s o u n t e r s c h e i d e s t D u D i c h nicht m i n d e r v o m G e i s t e ,
u n d fühlst s e h r w o h l , d a ß D u n o c h e t w a s A n d e r e s bist a l s Geist.
Allein w i e d e m denkenden Ich im Enthusiasmus des Denkens
u l e i c h t Hören u n d Sehen vergeht, s o h a t a u c h Dich der
G e i s t - E n t h u s i a s m u s ergriffen, u n d D u sehnst D i c h n u n m i t
a l l e r G e w a l t g a n z Geist z u w e r d e n u n d i m G e i s t e a u f z u g e h e n . D e r
Geist ist D e i n I d e a l , d a s U n e r r e i c h t e , d a s J e n s e i t i g e : Geist h e i ß t
D e i n — G o t t , „ G o t t ist G e i s t " D u e i f e r s t gegen D i c h selbst,
2 o d e r D u e i n e n R e s t v o n N i c h t g e i s t i g e m n i c h t l o s w i r s t . Statt z u
s a g e n : Ich b i n m e h r a l s Geist, s a g s t D u m i t Z e r k n i r s c h u n g : I c h
b i n w e n i g e r a l s Geist, u n d Geist, r e i n e n Geist, o d e r d e n Geist, d e r
N i c h t s a l s Geist, d e n k a n n I c h m i r n u r d e n k e n , b i n e s a b e r n i c h t ,
u n d d a I c h s n i c h t b i n , s o i s t s e i n A n d r e r , existiert
2 5 a l s ein A n d r e r , d e n I c h „ G o t t " n e n n e " .
N a c h d e m w i r v o r h e r u n s e i n e l a n g e Zeit m i t d e m K u n s t s t ü c k
b e s c h ä f t i g t e n , a u s N i c h t s E t w a s z u m a c h e n , k o m m e n w i r jetzt
plötzlich g a n z „ n a t ü r l i c h " z u e i n e m I n d i v i d u u m , d a s n o c h e t w a s
A n d e r e s a l s Geist, a l s o E t w a s , ist, u n d r e i n e r Geist, d . h . N i c h t s ,
so werden will. W i r haben mit diesem viel leichteren /[10c]/ P r o b l e m
( a u s E t w a s N i c h t s z u m a c h e n ) sogleich w i e d e r d i e g a n z e Ge-
schichte v o m J ü n g l i n g , d e r „ d e n v o l l e n d e t e n Geist erst s u c h e n
m u ß " u n d b r a u c h e n jetzt n u r w i e d e r d i e a l t e n P h r a s e n v o n p . 1 7
bis 18 hervorzuholen, um aller Not überhoben zu sein. Besonders,
S5 wenn m a n einen so gehorsamen und gläubigen Diener hat wie
Szeliga, d e m „ S t i r n e r " a u f b i n d e n k a n n , w i e i h m , „ S t i r n e r " , „ i m
E n t h u s i a s m u s d e s D e n k e n s l e i c h t " ( ! ) „ H ö r e n u n d S e h e n ver-
g e h e " , s o h a b e a u c h I h n , S z e l i g a , „ d e r G e i s t e n t h u s i a s m u s er-
griffen", u n d e r , S z e l i g a , „ s e h n e sich n u n m i t a l l e r G e w a l t d a -
4 o n a c h , Geist z u w e r d e n , " statt Geist z u b e k o m m e n , d . h . e r
h a b e jetzt d i e R o l l e d e s J ü n g l i n g s v o n p . 1 8 z u s p i e l e n . S z e l i g a
glaubt das, und gehorcht in Furcht und Zittern; er gehorcht, wenn
i h m S a n k t M a x z u d o n n e r t : D e r Geist ist D e i n I d e a l — D e i n Gott,
D u t u s t m i r d i e s , d u tust m i r D a s , jetzt „ e i f e r s t D u " , jetzt „ s a g s t
4 5 D u " , jetzt „ k a n n s t D u D i r d e n k e n " u s w . W e n n „ S t i m e r " i h m
9*
132 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

a u f b i n d e t , d a ß „ d e r r e i n e Geist e i n A n d r e r s e i , d a e r " ( S z e l i g a )
„ e s n i c h t s e i " , s o ist d o c h w i r k l i c h n u r S z e l i g a i m S t a n d e i h m
d i e s z u g l a u b e n , u n d d e n g a n z e n U n s i n n W o r t f ü r W o r t nachzu-
plappern. Die Methode übrigens, mit der Jacques le bonhomme
d i e s e n U n s i n n z u s a m m e n b r i n g t , ist b e r e i t s b e i G e l e g e n h e i t d e s s
J ü n g l i n g s a u s f ü h r l i c h a n a l y s i e r t . W e i l D u s e h r w o h l fühlst, d a ß
D u n o c h e t w a s a n d r e s a l s M a t h e m a t i k e r bist, s o sehnst D u d i c h
ganz Mathematiker zu werden, in der Mathematik aufzugehen,
d e r M a t h e m a t i k e r ist D e i n I d e a l , M a t h e m a t i k e r h e i ß t D e i n —
Gott d u sagst m i t Z e r k n i r s c h u n g : I c h b i n w e n i g e r a l s 1 0
M a t h e m a t i k e r , u n d d e n M a t h e m a t i k e r k a n n i c h m i r n u r vor-
stellen, u n d d a I c h s n i c h t b i n , s o ists ein A n d r e r , existiert a l s ein
Andrer, den Ich „ G o t t " nenne. Ein A n d r e r als Szeliga w ü r d e
sagen A r a g o .
„Jetzt endlich, n a c h d e m " wir den Stirnerschen Satz als die is
Wiederholung des „ J ü n g l i n g s " nachgewiesen haben, „ k a n n m a n
e s a u s s p r e c h e n " , d a ß e r „ i n W a h r h e i t v o n H a u s a u s sich k e i n e
a n d r e A u f g a b e s t e l l t e " , a l s d e n Geist d e r c h r i s t l i c h e n A s k e s e m i t
Geist ü b e r h a u p t , u n d d i e f r i v o l e G e i s t r e i c h h e i t z . B . d e s acht-
z e h n t e n J a h r h u n d e r t s m i t d e r christlichen G e i s t l o s i g k e i t zu identi- 20
fizieren.
/{12} [ 1 1 ] / A l s o nicht, w i e S t i r n e r b e h a u p t e t , „ w e i l I c h u n d
Geist v e r s c h i e d n e N a m e n f ü r V e r s c h i e d n e s s i n d , w e i l I c h n i c h t
Geist u n d Geist nicht I c h i s t " ( p . 4 2 ) , e r k l ä r t sich d i e N o t w e n d i g -
k e i t , d a ß d e r Geist im J e n s e i t s h a u s t , d. h. Gott ist — s o n d e r n a u s 2s
d e m , d e m Szeliga g a n z g r u n d l o s z u g e m u t e t e n , „ G e i s t e s e n t h u s i a s -
m u s " , d e r ihn z u m A s k e t e n m a c h t , d . h . z u E i n e m , d e r G o t t ( r e i n e r
Geist) w e r d e n will, u n d weil er dies nicht k a n n , den Gott a u ß e r
sich setzt. E s h a n d e l t e sich a b e r d a r u m , d a ß d e r Geist erst s i c h
a u s N i c h t s , u n d d a n n a u s sich G e i s t e r schaffen s o l l t e . Statt s o
d e s s e n p r o d u z i e r t jetzt Szeliga Gott ( d e n e i n z i g e n Geist, d e r h i e r
v o r k o m m t ) — n i c h t w e i l e r , Szeliga, d e r Geist, s o n d e r n , w e i l e r
S z e l i g a , d . h . u n v o l l e n d e t e r Geist, u n g e i s t i g e r Geist, a l s o zugleich
d e r N i c h t g e i s t ist. W i e a b e r d i e c h r i s t l i c h e V o r s t e l l u n g v o m Geiste
a l s Gott entsteht, d a r ü b e r sagt d e r h e i l i g e M a x k e i n W o r t ; o b w o h l 3 5
d i e s jetzt k e i n s o g r o ß e s K u n s t s t ü c k m e h r i s t ; e r setzt i h r e E x i -
stenz v o r a u s , u m sie z u e r k l ä r e n .
D i e S c h ö p f u n g s g e s c h i c h t e d e s Geistes „ s t e l l t sich i n W a h r h e i t
von H a u s aus keine andre Aufgabe", als Stirners Magen unter die
S t e r n e zu versetzen. 40

„ G e r a d e weil wir nicht d e r Gerade weil wir nicht d e r


G e i s t s i n d , d e r i n u n s wohnt, M a g e n sind, der i n uns wohnt,
g e r a d e d a r u m m u ß t e n w i r ihn g e r a d e d a r u m m u ß t e n w i r ihn
außer außer
Π Ι . Sankt Max 133

u n s versetzen, e r w a r n i c h t W i r , u n d d a r u m k o n n t e n w i r i h n n i c h t
a n d e r s existierend denken als a u ß e r Uns, jenseits von Uns, im
J e η s e i t s." p . 4 3 .
E s h a n d e l t e sich d a r u m , d a ß d e r Geist e r s t sich u n d d a n n e t w a s
s A n d r e s a l s sich a u s sich schaffen s o l l t e ; d i e F r a g e w a r , w a s d i e s e s
A n d r e sei? Diese F r a g e wird nicht beantwortet, sondern nach den
o b i g e n „ m a n c h e r l e i W a n d l u n g e n " u n d W e n d u n g e n i n d i e fol-
g e n d e n e u e F r a g e v e r d r e h t : „ D e r Geist ist e t w a s A n d r e s a l s
I c h . D i e s e s A n d r e a b e r , w a s i s t s ? " ( p . 4 5 ) . Jetzt f r a g t e s s i c h
ί ο a l s o : w a s ist d e r G e i s t a n d e r e s a l s I c h , w ä h r e n d d i e u r s p r ü n g -
l i c h e F r a g e w a r : W a s ist d e r Geist d u r c h s e i n e S c h ö p f u n g a u s
Nichts anderes als er selbst? Hiermit springt Sankt M a x in die
nächste „ W a n d l u n g " über.

B. Die Besessenen (Unreine Geistergeschichte)

is Sankt M a x hat, ohne es zu wissen, bisher weiter nichts getan als


eine Anleitung z u m Geistersehen gegeben, indem er die alte u n d
neue Welt n u r als „Scheinleib eines Geistes" als gespenstige Er-
scheinung faßte, und nur / 1 2 a [ l l a ] / Geisterkämpfe in ihr sah.
Jetzt gibt e r m i t B e w u ß t s e i n u n d e x p r o f e s s o e i n e A n l e i t u n g z u m
Μ Gespenstersehen.
A n l e i t u n g z u m G e i s t e r s e h e n . M a n m u ß sich z u e r s t i n
e i n e n e r z d u m m e n T e u f e l v e r w a n d e l n , d . h . sich a l s S z e l i g a setzen,
u n d d a n n z u sich selbst s p r e c h e n , w i e S a n k t M a x z u d i e s e m Sze-
l i g a : „ B l i c k u m h e r i n d e r W e l t , u n d s a g e selbst, o b n i c h t a u s
2 5 A l l e m D i c h e i n Geist a n s c h a u t ! " Ist m a n d a h i n g e k o m m e n , sich
d i e s e i n z u b i l d e n , s o k o m m e n d i e G e i s t e r „ l e i c h t " v o n selbst, i n
d e r „ B l u m e " sieht m a n n u r d e n „ S c h ö p f e r " , i n d e n B e r g e n „ e i n e n
Geist d e r E r h a b e n h e i t " , i m W a s s e r „ e i n e n G e i s t d e r S e h n s u c h t "
o d e r d i e S e h n s u c h t d e s Geistes, u n d m a n h ö r t „ a u s d e n M e n s c h e n
ί ο M i l l i o n e n G e i s t e r r e d e n . " H a t m a n e s b i s z u d i e s e r Stufe ge­
bracht, kann man mit Stirner ausrufen: „ J a , es spukt in der
Ganzen Welt", so „ist d e r Fortgang dahin nicht schwer" ( p . 9 3 ) ,
d a ß m a n d e n w e i t e r e n A u s r u f t u t : „ N u r i n i h r ? N e i n , sie
s e l b e r s p u k t " ( E u r e R e d e sei J a , J a , N e i n , N e i n , w a s d a r ü b e r ist,
3 5 d a s ist v o m Ü b e l , n ä m l i c h l o g i s c h e r Ü b e r g a n g ) , „ s i e ist d e r w a n -
d e l n d e S c h e i n l e i b e i n e s Geistes, sie ist e i n S p u k . " D a n n „ s c h a u "
getrost „ i n d i e N ä h e o d e r i n d i e F e r n e , D i c h u m g i b t e i n e ge-
spenstige Welt D u siehst G e i s t e r " . H i e r m i t k a n n s t D u zu-
f r i e d e n sein, w e n n D u e i n g e w ö h n l i c h e r M e n s c h b i s t ; g e d e n k s t D u
* o a b e r D i c h m i t Szeliga m e s s e n z u k ö n n e n , s o k a n n s t D u a u c h i n
134 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

d i c h selbst s c h a u e n u n d d a r f s t „ D i c h d a n n n i c h t w u n d e r n " , w e n n
D u b e i d i e s e r G e l e g e n h e i t u n d auf d i e s e r H ö h e d e r S z e l i g a i t ä t
findest, d a ß a u c h „ D e i n Geist i n D e i n e m L e i b e s p u k t " , d a ß D u
selbst ein G e s p e n s t bist, d a s „ a u f E r l ö s u n g h a r r t , n ä m l i c h ein
G e i s t " . H i e r m i t bist D u s o weit g e k o m m e n , d a ß D u i n „ A l l e n " s
M e n s c h e n „ G e i s t e r " u n d „ G e s p e n s t e r " sehen k a n n s t , w o m i t d i e
G e i s t e r s e h e r e i „ i h r letztes A b s e h e n e r r e i c h t " . P . 4 6 , 4 7 .
D i e G r u n d l a g e d i e s e r A n l e i t u n g findet sich, n u r v i e l r i c h t i g e r
a u s g e d r ü c k t , b e i H e g e l u . A . Geschichte d e r P h i l o s o p h i e I I I ,
p. 124, 1 2 5 . — D e r heilige M a x glaubt seiner eignen Anleitung io
s o sehr, d a ß e r d a r ü b e r selbst z u m Szeliga w i r d u n d b e h a u p t e t :
/ I 2 b [ l l b ] / „ S e i t d a s W o r t F l e i s c h g e w o r d e n ist, s e i t d e m i s t d i e
W e l t vergeistigt, v e r z a u b e r t , ein S p u k . " p . 4 7 . „ S t i r n e r " „ s i e h t
Geister".
S a n k t M a x b e a b s i c h t i g t , u n s e i n e P h ä n o m e n o l o g i e d e s christ- u
liehen Geistes z u g e b e n , u n d n i m m t n a c h s e i n e r G e w o h n h e i t n u r
die eine Seite h e r a u s . Den Christen war die W e l t nicht allein v e r -
geistigt, s o n d e r n e b e n s o s e h r e n t g e i s t i g t , w i e H e g e l z . B . i n d e r
e b e n g e n a n n t e n Stelle d i e s ganz r i c h t i g a n e r k e n n t u n d d i e b e i d e n
Seiten m i t e i n a n d e r i n B e z i e h u n g b r i n g t , w a s S a n k t M a x , w e n n e r 2 0
h i s t o r i s c h v e r f a h r e n w o l l t e , e b e n f a l l s h ä t t e t u n m ü s s e n . D e r Ent-
g e i s t i g u n g d e r W e l t i m christlichen B e w u ß t s e i n g e g e n ü b e r kön-
n e n d i e A l t e n , „ d i e ü b e r a l l Götter s a h e n " , m i t g l e i c h e m R e c h t a l s
Vergeistiger der Welt aufgefaßt werden, eine Auffassung, die
unser heiliger Dialektiker mit der wohlmeinenden E r m a h n u n g 25
zurückweist: „Götter, m e i n lieber Neuer, sind keine Geister".
P . 4 7 . D e r g l ä u b i g e M a x e r k e n n t n u r d e n h e i l i g e n Geist a l s
Geist a n .
A b e r selbst w e n n e r u n s d i e s e P h ä n o m e n o l o g i e g e g e b e n h ä t t e
( w a s n a c h H e g e l ü b r i g e n s überflüssig i s t ) , s o h ä t t e e r u n s n o c h 3 0
N i c h t s g e g e b e n . D e r S t a n d p u n k t , a u f d e m m a n sich m i t solchen
G e i s t e r g e s c h i c h t e n b e g n ü g t , ist selbst ein r e l i g i ö s e r , w e i l m a n sich
auf i h m b e i d e r R e l i g i o n b e r u h i g t , d i e R e l i g i o n a l s c a u s a sui auf-
f a ß t ( d e n n a u c h „ d a s S e l b s t b e w u ß t s e i n " u n d „ d e r M e n s c h " sind
n o c h r e l i g i ö s ) , statt sie a u s d e n e m p i r i s c h e n B e d i n g u n g e n zu er- 35
k l ä r e n , u n d n a c h z u w e i s e n , wie b e s t i m m t e i n d u s t r i e l l e u n d Ver-
k e h r s v e r h ä l t n i s s e n o t w e n d i g m i t e i n e r b e s t i m m t e n Gesellschafts-
f o r m , d a m i t e i n e r b e s t i m m t e n S t a a t s f o r m , u n d d a m i t e i n e r be-
stimmten F o r m des religiösen Bewußtseins verbunden sind. Hätte
S t i r n e r sich d i e w i r k l i c h e Geschichte d e s M i t t e l a l t e r s a n g e s e h e n , 40
s o h ä t t e e r finden k ö n n e n , w a r u m d i e V o r s t e l l u n g d e r C h r i s t e n von
d e r W e l t i m M i t t e l a l t e r g e r a d e d i e s e Gestalt a n n a h m , u n d w i e e s
k a m , d a ß sie s p ä t e r i n e i n e a n d r e ü b e r g i n g ; e r h ä t t e finden kön-
nen, d a ß „das C h r i s t e n t u m " g a r k e i n e G e s c h i c h t e
h a t und alle die verschiednen Formen, in denen es zu verschied- 45
III. Sankt Max 135

nen Zeiten / 1 2 c [ l l c ] / aufgefaßt w u r d e , nicht „Selbstbestimmun-


g e n " und „Fortentwicklungen" „ d e s religiösen G e i s t e s " w a r e n ,
s o n d e r n v o n g a n z e m p i r i s c h e n , a l l e m Einflüsse d e s r e l i g i ö s e n Gei-
stes e n t z o g e n e n U r s a c h e n b e w i r k t w u r d e n .
s Da Stirner „nicht am Schnürchen geht" (p. 4 5 ) , so kann, ehe
w i r a u f d i e G e i s t e r s e h e r e i w e i t e r e i n g e h e n , schon h i e r g e s a g t w e r -
den, d a ß die verschiedenen „ W a n d l u n g e n " der Stirnerschen
Menschen und ihrer Welt nur in der Verwandlung der ganzen
Weltgeschichte in den Leib d e r Hegeischen Philosophie bestehen;
10 in Gespenster, die n u r zum Schein ein „ A n d e r s s e i n " d e r Ge-
danken des Berliner Professors sind. In d e r Phänomenologie,
der Hegeischen Bibel, „ d e m Buch", werden zunächst die Indivi-
d u e n i n „ d a s B e w u ß t s e i n " , [und die] W e l t i n „ d e n G e g e n s t a n d "
ver[wa]ndelt, wodurch die Mannigfaltigkeit des Lebens und d e r
η G e s c h i c h t e sich a u f e i n v e r s c h i e d e n e s V e r h a l t e n „ d e s B e w u ß t -
seins" zu „ d e m Gegenstande" reduziert. Dies verschiedene Ver-
halten wird w i e d e r auf drei Kardinalverhältnisse reduziert: 1)
Verhältnis des Bewußtseins zum Gegenstand als der Wahrheit
o d e r z u r W a h r h e i t a l s b l o ß e m G e g e n s t a n d ( z . B . s i n n l i c h e s Be-
20 wußtsein, Naturreligion, ionische Philosophie, Katholizismus,
Autoritätsstaat, p p . ) — 2 ) Verhältnis des Bewußtseins als d e s
W a h r e n zum Gegenstand (Verstand, geistige Religion, Sokra-
tes, P r o t e s t a n t i s m u s , f r a n z ö s i s c h e R e v o l u t i o n ) — 3 ) w a h r e s V e r -
halten des Bewußtseins zur Wahrheit als Gegenstand oder zum
25 Gegenstand als W a h r h e i t (logisches Denken, spekulative Philo-
s o p h i e , d e r Geist a l s f ü r d e n G e i s t ) . D a s e r s t e w i r d a u c h b e i
H e g e l g e f a ß t a l s G o t t - V a t e r , d a s zweite a l s C h r i s t u s , d a s d r i t t e
a l s h e i l i g e r Geist u s w . S t i r n e r h a t d i e s e W a n d l u n g e n schon a n -
g e b r a c h t b e i K i n d u n d J ü n g l i n g , A l t e n u n d N e u e n , w i e d e r h o l t sie
3 0 s p ä t e r b e i K a t h o l i z i s m u s Und P r o t e s t a n t i s m u s , N e g e r u n d M o n -
gole etc. u n d a k z e p t i e r t d i e s e R e i h e v o n V e r k l e i d u n g e n e i n e s Ge-
dankens n u n auf T r e u u n d Glauben als d i e Welt, gegen die er
sich a l s „ l e i b h a f t i g e s I n d i v i d u u m " g e l t e n d z u m a c h e n , z u b e h a u p -
ten h a t .
35 Z w e i t e A n l e i t u n g z u m G e i s t e r s e h e n . Wie man die
W e l t i n d a s G e s p e n s t d e r W a h r h e i t u n d sich selbst i n e i n e n G e -
h e i l i g t e n o d e r G e s p e n s t i g e n /{13}[12]/ v e r w a n d e l t . E i n G e s p r ä c h
zwischen S a n k t M a x u n d S z e l i g a , s e i n e m K n e c h t , ( p . 4 7 , 4 8 ) .
S a n k t M a x . „ D u h a s t Geist, d e n n D u h a s t G e d a n k e n . W a s
4o sind D e i n e G e d a n k e n ?
S z e l i g a . „Geistige Wesen.
S a n k t M a x . „Also keine Dinge?
S z e l i g a . „ N e i n , a b e r d e r Geist d e r D i n g e , d i e H a u p t s a c h e
an allen. D i n g e n , i h r I n n e r s t e s , i h r e — I d e e .
13—14 Lücken, weil das Papier beschädigt
136 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

S a n k t M a x . „ W a s d u d e n k s t , ist m i t h i n n i c h t b l o ß D e i n Ge-
danke?
S z e l i g a . „ I m G e g e n t e i l , e s ist d a s W i r k l i c h s t e , d a s eigent-
lich W a h r e a n d e r W e l t : e s ist d i e W a h r h e i t s e l b e r ; w e n n i c h n u r
w a h r h a f t d e n k e , s o d e n k e ich d i e W a h r h e i t . I c h k a n n m i c h z w a r s
ü b e r d i e W a h r h e i t t ä u s c h e n u n d sie v e r k e n n e n ; w e n n i c h a b e r
w a h r h a f t e r k e n n e , s o ist d e r G e g e n s t a n d m e i n e r E r k e n n t n i s
die Wahrheit.
S a n k t M a x . „ S o trachtest d u wohl allezeit die W a h r h e i t z u
erkennen? 10
S z e l i g a . „ D i e W a h r h e i t ist m i r h e i l i g . DieWahr-
h e i t k a n n ich n i c h t abschaffen; a n d i e W a h r h e i t g l a u b e ich, d a r -
u m f o r s c h e i c h i n i h r ; ü b e r s i e g e h t ' s n i c h t h i n a u s , s i e ist e w i g .
H e i l i g , e w i g ist d i e W a h r h e i t , sie ist d a s H e i l i g e , d a s E w i g e .
S a n k t M a x ( e r b o s t ) . „ D u a b e r , d e r D u von d i e s e m H e i - u
l i g e n d i c h e r f ü l l e n lassest, w i r s t selbst g e h e i l i g t " !
Also, wenn Szeliga einen Gegenstand wahrhaft erkennt, so
h ö r t d e r G e g e n s t a n d auf, G e g e n s t a n d z u sein u n d w i r d „ d i e W a h r -
heit". Erste Gespensterfabrikation im Großen. — Es handelt
sich n u n n i c h t m e h r u m d a s E r k e n n e n d e r G e g e n s t ä n d e , s o n d e r n 2 0
um die Erkenntnis d e r W a h r h e i t ; erst erkennt er Gegenstände
w a h r h a f t , d a s fixiert e r a l s W a h r h e i t d e r E r k e n n t n i s , u n d d i e s e
v e r w a n d e l t e r i n E r k e n n t n i s d e r W a h r h e i t . N a c h d e m sich s o Sze-
l i g a von d e m d r o h e n d e n H e i l i g e n d i e W a h r h e i t a l s G e s p e n s t h a t
a u f b i n d e n l a s s e n , s o r ü c k t i h m sein g e s t r e n g e r H e r r m i t d e r Ge- 2 5
w i s s e n s f r a g e a u f d e n L e i b , o b e r „ a l l e z e i t " t r ä c h t i g sei m i t d e r
Sehnsucht nach Wahrheit, worauf der verwirrte Szeliga etwas vor
d e r Z e i t m i t d e r A n t w o r t h e r v o r p l a t z t — d i e W a h r h e i t ist m i r
h e i l i g . E r m e r k t a b e r sogleich sein V e r s e h e n u n d n i m m t e s n a c h ,
indem er beschämt die Gegenstände in Wahrheiten, nicht m e h r in so
d i e / [ 1 2 a ] / W a h r h e i t , v e r w a n d e l t u n d sich a l s d i e W a h r h e i t d i e s e r
Wahrheiten „ d i e W a h r h e i t " abstrahiert, die e r n u n nicht m e h r
abschaffen k a n n , n a c h d e m e r sie von d e n a b s c h a f f b a r e n W a h r -
h e i t e n u n t e r s c h i e d e n h a t . D a m i t ist s i e d a n n „ e w i g " . A b e r
n i c h t d a m i t z u f r i e d e n , i h r P r ä d i k a t e w i e „ h e i l i g , e w i g " beizu- 3 5
l e g e n , v e r w a n d e l t er sie in d a s H e i l i g e , d a s E w i g e a l s S u b j e k t .
Jetzt k a n n ihm Sankt M a x natürlich erklären, d a ß er, n a c h d e m er
sich v o m H e i l i g e n h a b e „ e r f ü l l e n " l a s s e n , „ s e l b s t g e h e i l i g t
w e r d e " , u n d sich „ n i c h t w u n d e r n d ü r f e " , w e n n e r n u n m e h r i n sich
„nichts als einen Spuk finde". Der Heilige beginnt sodann eine to
P r e d i g t : „ A u c h ist d a s H e i l i g e nicht f ü r D e i n e S i n n e " u n d s c h l i e ß t
g a n z f o l g e r i c h t i g d u r c h ein „ u n d " a n : „ n i e m a l s e n t d e c k s t D u a l s
ein S i n n l i c h e r s e i n e S p u r " ; n a c h d e m n ä m l i c h d i e s i n n l i c h e n Ge-
g e n s t ä n d e „ a l l e j e w o r d e n " s i n d u n d a n i h r e Stelle „ d i e W a h r -
h e i t " , „ d i e h e i l i g e W a h r h e i t " , „ d a s H e i l i g e " g e t r e t e n ist. „ S o n - 4 5
III. S a n k t M a x 137

d e m " — versteht sich! — „für Deinen Glauben, oder bestimmter


n o c h für D e i n e n G e i s t " ( f ü r D e i n e G e i s t l o s i g k e i t ) , „ d e n n e s ist
j a selbst e i n G e i s t i g e s " , ( p e r a p p o s i t i o n e m ) , „ e i n G e i s t " ( w i e -
d e r p e r a p p o s . ) , „ i s t G e i s t f ü r d e n G e i s t " . D i e s ist d i e K u n s t ,
s wie m a n die profane Welt, die „Gegenstände", vermittelst einer
arithmetischen Reihe von A p p o s i t i o n e n i n „Geist für d e n
Geist" verwandelt. W i r können hier diese dialektische Methode
d e r Appositionen n u r noch bewundern — später werden w i r Ge-
l e g e n h e i t h a b e n , sie z u e r g r ü n d e n u n d i n i h r e r g a n z e n K l a s s i z i t ä t
10 d a r z u s t e l l e n . — D i e A p p o s i t i o n s m e t h o d e k a n n a u c h u m g e d r e h t
w e r d e n , — s o h i e r , w o , n a c h d e m w i r „ d a s H e i l i g e " b e r e i t s er-
zeugt h a b e n , e s n i c h t w i e d e r A p p o s i t i o n e n e r h ä l t , s o n d e r n z u r A p -
p o s i t i o n e i n e r n e u e n B e s t i m m u n g g e m a c h t w i r d : d i e s ist d i e V e r -
einigung der Progression mit der Gleichung. So wird hier d e r
is aus irgend einem dialektischen Prozeß „ ü b r i g bleibende Gedanke
a n ein A n d e r e s " , d e m „ I c h m e h r d i e n e n sollte a l s M i r " ( p e r a p -
p o s . ) , „ d a s M i r w i c h t i g e r sein m ü ß t e / 1 3 b [ 1 2 b ] / a l s A l l e s " ( p e r
a p p o s . ) „ k u r z , ein E t w a s , w o r i n I c h M e i n w a h r e s H e i l z u
s u c h e n h ä t t e " (und endlich per appos. die Rückkehr auf die
s o e r s t e R e i h e ) „ — ein „ H e i l i g e s " " ( p . 4 8 ) . W i r h a b e n h i e r zwei
P r o g r e s s i o n e n , d i e e i n a n d e r gleich gesetzt w e r d e n , u n d s o z u e i n e r
g r o ß e n Mannigfaltigkeit von Gleichungen Gelegenheit geben kön-
nen. Hierüber später. Durch diese Methode hat dann auch „ d a s
H e i l i g e " , d a s w i r b i s h e r n u r a l s e i n e r e i n t h e o r e t i s c h e Bestim-
25 m u n g für rein theoretische Verhältnisse kennen lernten, einen
neuen praktischen Sinn bekommen, als „Etwas, worin Ich Mein
wahres Heil zu suchen h ä t t e " , wodurch es möglich wird, das Hei-
lige zum Gegensatz des Egoisten zu machen. W i r b r a u c h e n ü b r i -
gens k a u m zu erwähnen, d a ß dieser ganze Dialog, nebst nachfol-
3 o g e n d e r P r e d i g t , w e i t e r n i c h t s ist a l s e i n e n e u e W i e d e r h o l u n g d e r
bereits drei- bis viermal dagewesenen Jünglingsgeschichte.
Hier, bei d e m „ E g o i s t e n " angekommen, schneiden wir Stirners
„ S c h n ü r c h e n " a b , w e i l w i r e r s t e n s seine K o n s t r u k t i o n i n i h r e r
R e i n h e i t d a r z u s t e l l e n h a b e n , frei v o n a l l e n d a z w i s c h e n g e w o r f e n e n
3 5 I n t e r m e z z o s , u n d w e i l zweitens d i e s e I n t e r m e z z i ( S a n c h o w ü r d e
n a c h A n a l o g i e „ d e s L a z a r o n i " ( W i g . , p . 1 5 9 , soll h e i ß e n L a z -
zarone) sagen: Intermezzi's) — an andern Stellen des Buchs
o h n e h i n w i e d e r v o r k o m m e n , d a S t i r n e r , w e i t e n t f e r n t , sich n a c h
s e i n e r e i g e n e n Z u m u t u n g „ s t e t s i n sich z u r ü c k z u n e h m e n " , i m Ge-
i o g e n t e i l sich stets v o n N e u e m von sich gibt. W i r e r w ä h n e n n u r n o c h
e b e n , d a ß d i e p . 4 5 a u f g e w o r f e n e F r a g e : W a s ist d i e s v o m I c h
U n t e r s c h i e d e n e , d a s d e r Geist ist, jetzt d a h i n b e a n t w o r t e t ist, d a ß
e s d a s H e i l i g e , i d est d a s d e m I c h F r e m d e ist, u n d d a ß A l l e s d e m
I c h F r e m d e — k r a f t e i n i g e r nicht a u s g e s p r o c h e n e n A p p o s i t i o n e n ,
45 A p p o s i t i o n e n „ a n s i c h " — h i e r n a c h o h n e W e i t e r e s a l s Geist ge-
138 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

f a ß t w i r d . Geist, H e i l i g e s , F r e m d e s s i n d i d e n t i s c h e V o r s t e l l u n -
gen, denen er den K r i e g erklärt, wie dies schon bei d e m J ü n g l i n g
u n d M a n n g a n z i m A n f a n g fast w ö r t l i c h d a g e w e s e n ist. W i r s i n d
also noch keinen Schritt weiter, als wir p. 20 waren.

/13c[12c]/ a. Der Spuk

S a n k t M a x m a c h t jetzt E r n s t m i t d e n „ G e i s t e r n " , w e l c h e d i e
„ K i n d e r des Geistes s i n d " ( p . 3 9 ) , mit d e r Gespensterhaftigkeit
A l l e r ( p . 4 7 ) . W e n i g s t e n s b i l d e t e r sichs e i n . I n W a h r h e i t a b e r
schiebt er n u r seiner bisherigen Geschichtsauffassung, nach d e r
d i e Menschen von vorn h e r e i n die Repräsentanten von allgemeinen io
Begriffen w a r e n , e i n e n a n d e r n N a m e n u n t e r . D i e s e a l l g e m e i n e n
Begriffe t r e t e n h i e r z u e r s t i m n e g e r h a f t e n Z u s t a n d e , a l s o b j e k t i v e ,
d e n M e n s c h e n g e g e n s t ä n d l i c h e G e i s t e r auf, u n d h e i ß e n a u f d i e s e r
S t u f e G e s p e n s t e r o d e r — S p u k . D a s H a u p t g e s p e n s t ist n a t ü r l i c h
„ d e r M e n s c h " selbst, d a d i e M e n s c h e n n a c h d e m B i s h e r i g e n n u r η
a l s R e p r ä s e n t a n t e n e i n e s A l l g e m e i n e n , W e s e n s , Begriffs, H e i l i g e n ,
F r e m d e n , G e i s t e s , d . h . n u r a l s G e s p e n s t i g e , G e s p e n s t e r f ü r ein-
a n d e r v o r h a n d e n s i n d , u n d d a schon n a c h H e g e l s P h ä n o m e n o l o g i e
p . 2 5 5 u n d a n d e r w ä r t s d e r Geist, s o f e r n e r „ d i e F o r m d e r D i n g -
h e i t " f ü r d e n M e n s c h e n h a t , e i n a n d e r e r M e n s c h ist. ( S i e h e w e i t e r 2 0
u n t e n ü b e r „d e η M e n s c h e n " ) .
W i r s e h e n a l s o h i e r d e n H i m m e l offen u n d d i e v e r s c h i e d e n e n
Gespenster d e r R e i h e n a c h vor u n s vorüberziehen. J a c q u e s le bon-
h o m m e vergißt nur, d a ß er die alte u n d neue Zeit als Riesenge-
spenster bereits hat vor uns vorbeiziehen lassen, wogegen alle die 2s
h a r m l o s e n E i n f ä l l e v o n Gott etc. w a h r e L u m p e r e i e n s i n d .
G e s p e n s t N o . 1 : d a s h ö c h s t e W e s e n , Gott ( p . 5 3 ) . W i e
n a c h d e m B i s h e r i g e n z u e r w a r t e n , g l a u b t d e r a l l e weltgeschicht-
lichen Berge d u r c h seinen Glauben versetzende J a c q u e s le bon-
h o m m e , d a ß „ d i e M e n s c h e n sich J a h r t a u s e n d e l a n g d i e A u f - 30
g ä b e s e t z t e n " , sich „ m i t d e r g r ä ß l i c h e n U n m ö g l i c h k e i t , d e r e n d -
losen D a n a i d e n a r b e i t a b q u ä l t e n " — „ d a s Dasein Gottes zu be-
weisen". Über diesen unglaublichen Glauben brauchen wir kein
Wort mehr zu verlieren.
Gespenst N o . 2 : D a s W e s e n . W a s unser guter M a n n über 3 0
d a s W e s e n sagt, b e s c h r ä n k t sich n a c h A b z u g d e s a u s H e g e l A b -
geschriebenen, auf „pomphafte Worte u n d armselige G e d a n k e n "
( p . 5 3 ) . „ D e r Fortgang v o m " Wesen „auf" das Weltwesen „ist
n i c h t s c h w e r " , u n d d i e s W e l t w e s e n ist n a t ü r l i c h
G e s p e n s t N o . 3 , d i e E i t e l k e i t d e r W e l t . H i e r ü b e r ist M
Nichts zu sagen, als d a ß daraus „leicht"
/{14}[13]/Gespenst No. 4 , d i e g u t e n u n d b ö s e n W e s e n
Π Ι . Sankt Max 139

w e r d e n . H i e r ü b e r w ä r e z w a r e t w a s z u s a g e n , w i r d a b e r n i c h t s ge-
sagt, u n d sogleich z u m nächsten
G e s p e n s t N o . 5 : d a s W e s e n u n d s e i n R e i c h fortgeschrit-
ten. D a ß wir das Wesen hier zum zweiten M a l e haben, d a r f u n s
5 bei u n s r e m ehrlichen Schriftsteller, d e r seine „ U n b e h o l f e n h e i t "
(Wigand p. 1 6 6 ) sehr gut kennt und deshalb Alles m e h r m a l s sagt,
damit es ja nicht mißverstanden werde, keineswegs verwundern.
Das Wesen wird hier zuerst als I n h a b e r eines „ R e i c h e s " bestimmt
u n d s o d a n n v o n i h m a u s g e s a g t , d a ß e s „ d a s W e s e n " ist ( p . 5 4 ) ,
io w o r a u f es s i c h flugs in
Gespenst N o . 6 : „ d i e W e s e n " verwandelt. Sie u n d sie allein
z u e r k e n n e n u n d a n z u e r k e n n e n , d a s ist R e l i g i o n . „ I h r R e i c h " ( d e r
W e s e n ) „ist — ein Reich der W e s e n " ( p . 5 4 ) . Plötzlich tritt h i e r
G e s p e n s t N o . 7 , d e r G o t t m e n s c h , C h r i s t u s , o h n e a l l e sicht-
i5 bare Veranlassung herein. Von ihm weiß Stirner zu sagen, d a ß
e r „ b e l e i b t " g e w e s e n ist. W e n n S a n k t M a x n i c h t a n C h r i s t u s
glaubt, so glaubt er wenigstens an seinen „wirklichen L e i b " . Chri-
stus h a t n a c h S t i r n e r e i n e g r o ß e M i s è r e i n d i e G e s c h i c h t e g e b r a c h t ,
und der sentimentale Heilige erzählt mit Tränen in den Augen,
2 0 „ w i e sich d i e k r ä f t i g s t e n C h r i s t e n m e n s c h e n a b g e m a r t e r t h a b e n ,
um ihn zu begreifen" — ja — „seelenmarternder w a r noch nie
ein Gespenst, u n d kein Schamane, d e r bis zu r a s e n d e r W u t u n d
n e r v e n z e r r e i ß e n d e n K r ä m p f e n sich a u f s t a c h e l t , k a n n s o l c h e Q u a l
e r d u l d e n , w i e C h r i s t e n sie v o n j e n e m u n b e g r e i f l i c h s t e n G e s p e n s t
25 erlitten". Sankt M a x weint eine empfindsame Zähre auf d e m
Grabe der Opfer Christi, und kommt dann zum „grauenhaften
Wesen",
d e m Gespenst N o . 8 , d e m M e n s c h e n . H i e r „ g r a u t " e s uns-
r e m w a c k e r e n S c h r i f t s t e l l e r i n E i n s f o r t — „ e r e r s c h r i c k t v o r sich
3 o s e l b s t " , e r sieht i n j e d e m M e n s c h e n e i n e n „ g r a u s i g e n S p u k " , e i n e n
„unheimlichen S p u k " , in dem es „ u m g e h t " ( p . 5 5 , 5 6 ) . Er fühlt
sich h ö c h s t u n b e h a g l i c h . D e r Z w i e s p a l t z w i s c h e n E r s c h e i n u n g e n
u n d W e s e n / 1 4 a [ 1 3 a ] / l ä ß t i h n n i c h t r u h e n . E r ist w i e N a b a l ,
d e r G e m a h l d e r A b i g a i l , v o n d e m g e s c h r i e b e n steht, d a ß s e i n
35 Wesen ebenfalls von seiner Erscheinung getrennt w a r : Es w a r ein
Mann z u Maon u n d s e i n W e s e n z u K a r m e l ( 1 Samuel
2 5 , 2 ) . Z u r r e c h t e n Z e i t u n d e h e sich d e r „ s e e l e n g e m a r t e r t e "
Sankt M a x a u s Verzweiflung eine K u g e l d u r c h den Kopf jagt, fal-
len ihm plötzlich die Alten ein, die „so etwas nicht in ihren Skla-
40 ven b e a c h t e t e n " . D i e s b r i n g t i h n a u f
Gespenst N o . 9 , d e n V o l k s g e i s t ( p . 5 6 ) , ü b e r den sich
S a n k t M a x , a n d e m jetzt k e i n A u f h a l t e n m e h r ist, e b e n f a l l s „ g r a u -
sige" Einbildungen macht, um
Gespenst No. 1 0 : „ A l l e s " i n einen Spuk z u v e r w a n d e l n , u n d
45 schließlich, wo alles Zählen aufhört, den „heiligen Geist", d i e
140 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

W a h r h e i t , d a s R e c h t , d a s Gesetz, d i e g u t e S a c h e ( d i e e r n o c h im-
m e r n i c h t v e r g e s s e n k a n n ) u n d e i n h a l b e s D u t z e n d a n d e r e r , ein-
a n d e r wildfremder Dinge in der Klasse: Gespenster zusammen-
zuwerfen.
S o n s t ist i n d e m g a n z e n K a p i t e l N i c h t s b e m e r k e n s w e r t , a l s d i e s
Versetzung eines historischen Berges durch Sankt Maxens Glau-
b e n . E r m e i n t n ä m l i c h p . 5 6 , „ n u r u m e i n e s h ö h e r e n W e s e n s wil-
l e n sei m a n v o n j e h e r g e e h r t , n u r a l s e i n G e s p e n s t f ü r e i n e gehei-
ligte, d . h . " ( d a s h e i ß t ! ) „geschützte u n d anerkannte P e r s o n
betrachtet w o r d e n " . Versetzen wir diesen durch bloßen Glauben 10
versetzten B e r g w i e d e r a n seine r e c h t e S t e l l e , s o „ h e i ß t e s n u n " :
N u r u m d e r geschützten, d . h . sich selbst s c h ü t z e n d e n , u n d p r i v i -
l e g i e r t e n , d . h . sich selbst p r i v i l e g i e r e n d e n P e r s o n e n w i l l e n w u r -
den höhere Wesen verehrt und Gespenster geheiligt. Sankt M a x
b i l d e t sich z . B . e i n , d a ß i m A l t e r t u m , w o j e d e s V o l k d u r c h m a t e - u
rielle Verhältnisse u n d Interessen, z. B. Feindschaft der verschied-
n e n S t ä m m e etc., zusammengehalten w u r d e , w o wegen M a n g e l a n
Produktivkräften J e d e r entweder Sklave sein oder Sklaven h a b e n
m u ß t e etc., etc., w o e s a l s o v o m „ n a t ü r l i c h s t e n I n t e r e s s e " ( W i g a n d
). [ 1 6 2 ] ) w a r , e i n e m V o l k e a n z u g e h ö r e n — d a ß a l s o d a m a l s d e r 20
f 1 4 b [ 1 3 b ] / Begriff V o l k o d e r „ d a s V o l k s w e s e n " e r s t d i e s e I n t e r -
e s s e n a u s sich e r z e u g t h a b e ; d a ß i n d e r n e u e r e n Zeit, w o d i e freie
Konkurrenz und der Welthandel den heuchlerischen, bürgerlichen
K o s m o p o l i t i s m u s u n d d e n Begriff d e s M e n s c h e n e r z e u g t e , u m g e -
kehrt die spätere philosophische Konstruktion des Menschen jene 25
Verhältnisse als seine „Offenbarungen" ( p . 5 1 ) produziert h a b e .
Ebenso mit d e r Religion, dem Reich der Wesen, das er für das
e i n z i g e R e i c h h ä l t , von d e r e n W e s e n e r a b e r n i c h t s w e i ß , w e i l e r
sonst w i s s e n m ü ß t e , d a ß sie, a l s R e l i g i o n , w e d e r e i n W e s e n n o c h
ein Reich hat. In der Religion machen die Menschen ihre empiri- 20
sehe W e l t z u e i n e m n u r g e d a c h t e n , v o r g e s t e l l t e n W e s e n , d a s i h n e n
f r e m d g e g e n ü b e r t r i t t . D i e s ist k e i n e s w e g s w i e d e r a u s a n d e r n Be-
griffen zu e r k l ä r e n , a u s „d e m S e l b s t b e w u ß t s e i n " u n d d e r g l e i c h e n
Faseleien, sondern aus der ganzen bisherigen Produktions- und
V e r k e h r s w e i s e , d i e e b e n s o u n a b h ä n g i g v o m r e i n e n Begriff ist w i e 3 5
d i e E r f i n d u n g d e r self-acting m u l e u n d d i e A n w e n d u n g d e r E i s e n -
b a h n e n v o n d e r H e g e l s c h e n P h i l o s o p h i e . W i l l e r e i n m a l von
e i n e m „ W e s e n " d e r R e l i g i o n s p r e c h e n , d . h . von e i n e r m a t e r i e l l e n
Grundlage dieses Unwesens, so hat er es weder im „Wesen des
M e n s c h e n " , n o c h i n d e n P r ä d i k a t e n Gottes z u s u c h e n , s o n d e r n i n ω
d e r von j e d e r Stufe d e r religiösen Entwicklung vorgefundenen
m a t e r i e l l e n W e l t . ( V g l . oben F e u e r b a c h ) .
Die sämtlichen „Gespenster", die wir Revue passieren ließen,
waren Vorstellungen. Diese Vorstellungen, abgesehen von ihrer
realen G r u n d l a g e (von der Stirner ohnehin a b s i e h t ) , als Vorstel- ts
Π Ι . Sankt Max 141

lungen innerhalb des Bewußtseins, als Gedanken im Kopfe der


M e n s c h e n g e f a ß t , a u s i h r e r G e g e n s t ä n d l i c h k e i t i n d a s S u b j e k t zu-
rückgenommen, a u s d e r Substanz ins Selbstbewußtsein erhoben,
sind — der S p a r r e n oder die f i x e I d e e .
s Über den Ursprung von Sankt Maxens Gespenstergeschichte
siehe F e u e r b a c h i n den „ A n e k d o t i s " I I , p . 6 6 , w o e s h e i ß t : „ D i e
T h e o l o g i e ist G e s p e n s t e r g l a u b e . D i e g e m e i n e T h e o l o g i e
hat aber ihre Gespenster in der sinnlichen Imagination, die speku-
lative Theologie in der unsinnlichen Abstraktion." Da nun Sankt
10 M a x mit sämtlichen kritischen Spekulanten d e r neueren Zeit den
G l a u b e n teilt, d a ß v e r s e l b s t s t ä n d i g t e G e d a n k e n , v e r k ö r p e r t e Ge-
danken — Gespenster — die Welt beherrscht haben und beherr-
schen, d a ß a l l e b i s h e r i g e G e s c h i c h t e G e s c h i c h t e d e r T h e o l o g i e g e -
wesen sei, so w a r nichts leichter, als sie in eine Gespensterge-
i 5 schichte z u v e r w a n d e l n . S a n c h o s G e s p e n s t e r g e s c h i c h t e b e r u h t a l s o
auf dem traditionell überlieferten Gespensterglauben der Speku-
lanten.

/I4c[13c]/b. Der Sparren

„Mensch, es spukt in Deinem Kopfe! D u h a s t e i n e fixe


2o I d e e ! " donnert d e r heilige M a x seinen Sklaven Szeliga an. „ D e n k e
nicht, d a ß Ich scherze", droht er ihm. Untersteh Dich nicht zu
glauben, d a ß d e r feierliche „ M a x S t i r n e r " scherzen könne.
D e r M a n n Gottes hat wieder seinen getreuen Szeliga nötig, um
vom Objekt auf d a s Subjekt, vom S p u k auf d e n S p a r r e n zu
25 k o m m e n .
D e r S p a r r e n ist d i e H i e r a r c h i e i m e i n z e l n e n I n d i v i d u u m , d i e
Herrschaft des Gedankens „in ihm über i h m " . Nachdem die Welt
d e m p h a n t a s i e r e n d e n J ü n g l i n g von p . 2 0 a l s W e l t s e i n e r „ F i e b e r -
p h a n t a s i e n " , a l s G e s p e n s t e r w e l t g e g e n ü b e r g e t r e t e n ist, w a c h s e n
so i h m die „eignen Geburten seines K o p f s " innerhalb seines K o p f s
ü b e r s e i n e n K o p f . D i e W e l t s e i n e r F i e b e r p h a n t a s i e n — d a s ist
sein Fortschritt — existiert n u n als die Welt seines zerrütteten
Kopfes. Sankt M a x , der Mann, der die „Welt der N e u e n " als den
p h a n t a s i e r e n d e n J ü n g l i n g sich g e g e n ü b e r s t e h e n h a t , m u ß n o t w e n -
35 dig erklären, d a ß „ b e i n a h e die ganze Menschenwelt aus verita-
blen Narren, Narren im Tollhause bestehe." (p. 5 7 ) .
D e r S p a r r e n , d e n S a n k t M a x i n d e n K ö p f e n d e r M e n s c h e n ent-
d e c k t , ist n i c h t s a l s sein e i g n e r S p a r r e n , d e r S p a r r e n „ d e s H e i l i -
g e n " , d e r die W e l t sub specie aeterni betrachtet u n d sowohl die
to heuchlerischen Phrasen, wie die Illusionen der Menschen für die
wirklichen Motive ihrer Handlungen versieht; weswegen auch d e r
142 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

n a i v e , g l ä u b i g e M a n n getrost d e n g r o ß e n Satz a u s s p r i c h t : „ f a s t d i e
ganze Menschenwelt hängt a m Höheren." ( p . 5 7 ) .
D e r „ S p a r r e n " ist „ e i n e f i x e I d e e " , d . h . „ e i n e I d e e , d i e d e n
M e n s c h e n sich / 1 5 [ 1 4 ] / u n t e r w o r f e n h a t " , o d e r , w i e s p ä t e r p o p u -
l ä r e r gesagt wird, allerlei Abgeschmacktheiten, die die Leute s
„ s i c h i n d e n K o p f g e s e t z t h a b e n " . M i t s p i e l e n d e r Leich-
t i g k e i t e r g i b t sich f ü r S a n k t M a x , d a ß A l l e s , w a s d i e M e n s c h e n
sich u n t e r w o r f e n h a t , z . B . d i e N o t w e n d i g k e i t z u p r o d u z i e r e n , u m
zu leben, u n d d i e davon abhängigen Verhältnisse eine solche „ A b -
g e s c h m a c k t h e i t " o d e r „ f i x e I d e e " ist. D a d i e K i n d e r w e l t d i e i o
e i n z i g e „ W e l t d e r D i n g e " ist, w i e w i r i n d e r M y t h e v o m „ M e n -
s c h e n l e b e n " s a h e n , s o ist A l l e s , w a s „ f ü r d a s K i n d " ( v o n Zeit z u
Zeit a u c h f ü r d a s T i e r ) n i c h t existiert, j e d e n f a l l s „ e i n e I d e e " u n d
„ l e i c h t a u c h " e i n e „fixe I d e e " . W i r s i n d d e n J ü n g l i n g u n d d a s
K i n d noch l a n g e nicht l o s . is
D a s K a p i t e l v o m S p a r r e n h a t b l o ß d e n Zweck, d i e K a t e g o r i e
d e s S p a r r e n s i n d e r Geschichte „ d e s M e n s c h e n " z u k o n s t a t i e r e n .
D e r e i g e n t l i c h e K a m p f gegen d i e S p a r r e n zieht sich d u r c h d a s
g a n z e „ B u c h " u n d w i r d n a m e n t l i c h i m zweiten T e i l g e f ü h r t . W i r
k ö n n e n u n s d e s h a l b h i e r m i t ein p a a r B e i s p i e l e n v o n S p a r r e n b e - 2 0
gnügen.
P. 59 glaubt Jacques le bonhomme, d a ß „unsere Zeitungen von
P o l i t i k strotzen, w e i l sie i n d e m W a h n e g e b a n n t s i n d , d e r M e n s c h
sei d a z u geschaffen, ein Z o o n p o l i t i k o n z u w e r d e n " . A l s o n a c h
J a c q u e s l e b o n h o m m e w i r d P o l i t i k g e t r i e b e n , w e i l u n s r e Zeitun- 2 5
gen davon strotzen! W e n n ein Kirchenvater die Börsennachrichten
unserer Zeitungen ansähe, so könnte er g a r nicht anders urteilen
w i e S a n k t M a x , u n d m ü ß t e s a g e n : D i e s e Z e i t u n g e n strotzen v o n
B ö r s e n n a c h r i c h t e n , w e i l sie i n d e n W a h n g e b a n n t s i n d , d e r M e n s c h
sei d a z u geschaffen, i n F o n d s z u s p e k u l i e r e n . A l s o n i c h t d i e Zei- z o
hingen haben den Sparren, sondern der Sparren hat den „Stirner".
Die Verpönung der Blutschande und die Institutionen der Mo-
nogamie werden aus „ d e m Heiligen" erklärt, „sie sind d a s Hei-
l i g e " . W e n n b e i d e n P e r s e r n d i e B l u t s c h a n d e n i c h t v e r p ö n t ist
u n d d i e I n s t i t u t i o n d e r P o l y g a m i e b e i d e n T ü r k e n sich vorfindet, m
so sind dort also Blutschande u n d Polygamie „ d a s Heili-/15a[14a]/
g e " . Zwischen diesen beiden „ H e i l i g e n " w ä r e kein Unterschied
a n z u g e b e n , a l s d a ß P e r s e r u n d T ü r k e n sich a n d r e s d u m m e s Z e u g
„ i n d e n K o p f gesetzt h a b e n " , a l s d i e c h r i s t l i c h g e r m a n i s c h e n V ö l -
k e r . — K i r c h e n v ä t e r l i c h e M a n i e r , sich „ z e i t i g g e n u g " v o n d e r Ge- w
schichte „ l o s z u m a c h e n " . — J a c q u e s le b o n h o m m e a h n t so w e n i g
die wirklichen, materialistischen Ursachen d e r Verpönung d e r
P o l y g a m i e u n d Blutschande unter gewissen sozialen Verhältnis-
sen, d a ß e r sie n u r f ü r e i n e n G l a u b e n s s a t z e r k l ä r t , u n d sich i n Ge-
m e i n s c h a f t m i t j e d e m S p i e ß b ü r g e r e i n b i l d e t , w e n n e i n e r f ü r der- i s
Π Ι . Sankt Max 143

artige Vergehen eingesperrt werde, so sperre ihn „ d i e Sittenrein­


h e i t " in ein „Sittenverbesserungshaus" ( p . 6 0 ) , wie denn die Ker­
k e r i h m ü b e r h a u p t — u n d h i e r i n steht e r Unter d e m g e b i l d e t e n
Bourgeois, d e r dies besser w e i ß , vgl. d i e Gefängnisliteratur —
5 als Sittenverbesserungshäuser erscheinen. „ S t i r n e r s " „ K e r k e r "
sind die allertrivialsten Illusionen des Berliner Bürgers, d i e indes
für ihn schwerlich ein „Sittenverbesserungshaus" genannt zu wer-
den verdienen.
N a c h d e m Stirner durch eine „episodisch eingelegte" „ge-
i o schichtliche R e f l e x i o n " e n t d e c k t h a t , d a ß „ e s d a h i n k o m m e n
m u ß t e , d a ß d e r g a n z e M e n s c h sich m i t a l l e n s e i n e n F ä h i g k e i t e n
a l s r e l i g i ö s e r w i e s " ( p . 6 4 ) , „ s o ist a u c h i n d e r T a t " — „ n i c h t z u
v e r w u n d e r n " , „ w e i l w i r jetzt s o d u r c h u n d d u r c h r e l i g i ö s s i n d " —
— „ d a ß " d e r E i d „ d e r G e s c h w o r n e n u n s z u m T o d e ver-
t s d ä m m t und der Polizeidiener uns als guter Christ durch „ A m t s -
e i d " ins Loch bringt". W e n n ihn ein G e n s d a r m e wegen Rau-
chens im Tiergarten anhält, so schlägt i h m nicht der kgl. p r e u ß .
dafür bezahlte und an den Strafgeldern beteiligte Gensd&rme,
sondern d e r „Amtseid" die Zigarre aus dem M u n d e . Gerade so
s o v e r w a n d e l t sich f ü r i h n d i e M a c h t d e s B o u r g e o i s i m G e s c h w o r n e n -
g e r i c h t e , w e g e n d e s s c h e i n h e i l i g e n A u s s e h e n s , d a s sich d i e a m i s
du commerce hier geben, in die Macht des Schwörens, des E i d e s ,
i n „ d a s H e i l i g e " . W a h r l i c h , w a h r l i c h , ich s a g e E u c h : s o l c h e n
Glauben h a b e ich in Israel nicht gefunden. (Matth. 8, 1 0 ) .
25 „Bei so M a n c h e m w i r d ein G e d a n k e z u r M a x i m e , so d a ß nicht
Er die Maxime, sondern diese vielmehr Ihn hat, u n d mit d e r Ma-
x i m e h a t e r w i e d e r e i n e n festen S t a n d p u n k t . " A b e r „ s o l i e g t e s
n u n n i c h t a n /{16} [ 1 5 ] / J e m a n d e s W o l l e n , S o l l e n o d e r L a u f e n ,
s o n d e r n a n Gottes E r b a r m e n " . R o m . 9 , 1 6 . D a r u m m u ß d e r h e i -
3 o l i g e M a x sogleich a u f d e r s e l b e n S e i t e e i n i g e P f ä h l e i n s F l e i s c h
b e k o m m e n u n d u n s selbst m e h r e r e M a x i m e n g e b e n : n ä m l i c h
erstens d i e M a x i m e , keine M a x i m e , d a m i t zweitens d i e M a x i m e
k e i n e n festen S t a n d p u n k t z u h a b e n , d r i t t e n s d i e M a x i m e : „ W i r
s o l l e n zwar Geist haben, a b e r der Geist s o l l U n s nicht h a b e n " ;
35 und viertens die M a x i m e , d a ß m a n auch sein Fleisch v e r n e h m e n
soll, „ d e n n n u r w e n n e i n M e n s c h s e i n F l e i s c h v e r n i m m t , v e r n i m m t
e r s i c h g a n z , u n d n u r w e n n e r s i c h g a n z v e r n i m m t , ist e r v e r -
nehmend oder vernünftig".
144 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

C. Unreine unreine Geistergesehichte

a. N e g e r und M o n g o l e n

W i r k e h r e n jetzt z u m A n f a n g d e r „ e i n z i g e n " G e s c h i c h t s k o n -
struktion und Namengebung zurück. Das Kind w i r d Neger, der
Jüngling Mongole. Siehe die Ökonomie des alten Bundes. s
„ D i e g e s c h i c h t l i c h e Reflexion ü b e r U n s e r M o n g o l e n t u m , w e l c h e
I c h a n d i e s e r Stelle e p i s o d i s c h e i n l e g e n w i l l , g e b e i c h
n i c h t m i t d e m A n s p r ü c h e auf Gründlichkeit o d e r a u c h
n u r auf Bewährtheit, sondern l e d i g l i c h d a r u m , w e i l
M i c h d ü n k t , s i e k ö n n e zur Verdeutlichung des Übrigen u
b e i t r a g e n " . P . 87.
S a n k t M a x s u c h t sich s e i n e P h r a s e n ü b e r K i n d u n d J ü n g l i n g z u
„verdeutlichen", indem er ihnen weltumfassende N a m e n gibt, u n d
diese weltumfassenden Namen, indem er ihnen seine Phrasen über
Kind /16a[15a]/ u n d Jüngling unterschiebt. „ D i e N e g e r h a f - u
t i g k e i t stellt d a r d a s A l t e r t u m , d i e A b h ä n g i g k e i t von d e n
D i n g e n " ( K i n d ) ; „ d i e M o n g o l e n h a f t i g k e i t d i e Zeit
der Abhängigkeit von G e d a n k e n , die c h r i s t l i c h e " ( J ü n g -
l i n g ) . (Vergl. „Ökonomie des alten B u n d e s " ) . „ D e r Zukunft
s i n d d i e W o r t e v o r b e h a l t e n : I c h b i n E i g n e r d e r W e l t der 2 0
D i n g e , u n d Ich bin Eigner d e r W e l t d e r G e d a n k e n . " ( p . 8 7 ,
8 8 ) . D i e s e „ Z u k u n f t " h a t sich b e r e i t s e i n m a l a u f p . 2 0 b e i Ge-
legenheit des M a n n e s zugetragen u n d w i r d sich später noch
einmal, von p. 2 2 6 an, ereignen.
E r s t e „ g e s c h i c h t l i c h e R e f l e x i o n ohne Anspruch auf 2 5
Gründlichkeit, oder auch n u r auf Bewährtheit": Weil Ägypten zu
A f r i k a g e h ö r t , w o d i e N e g e r h a u s e n , s o „ f a l l e n " p . 8 8 d i e n i e vor-
gekommenen „Züge des Sesostris" und die „Bedeutsamkeit Ägyp-
tens" (auch unter den Ptolemäem, Napoleons Expedition nach
Ägypten, Mehemet Ali, orientalische F r a g e , Duvergier de Hau- 30
ranne's Broschüren p p ) „und Nordafrikas ü b e r h a u p t " (also Kar-
thagos, Hannibals Zug nach R o m und „leicht a u c h " von Syrakus
und Spanien, Vandalen, Tertullian, Mauren, AI Hussein A b u Ali
Ben Abdallah Ebn Sina, Raubstaaten, Franzosen in Algier, Abd
el K a d e r , P è r e Enfantin und die vier neuen Kröten des Charivari) 35
„in das negerhafte Weltalter". P. 8 8 . Also Stirner verdeutlicht
h i e r d i e Z ü g e d e s Sesostris p p , i n d e m e r s i e i n d a s n e g e r h a f t e
W e l t a l t e r versetzt, u n d d a s n e g e r h a f t e W e l t a l t e r , i n d e m e r e s a l s
h i s t o r i s c h e I l l u s t r a t i o n z u seinen e i n z i g e n G e d a n k e n „ ü b e r U n s e r e
Kinderjahre" „episodisch einlegt". 40
Zweite „geschichtliche R e f l e x i o n " : „ D e m mon-
golenhaften Weltalter gehören die Hunnen- u n d Mongolenzüge
Π Ι . Sankt Max 145

an, bis hinauf zu den Russen" ( u n d Wasserpolacken), wo denn


wieder die Hunnen- u n d Mongolenzüge nebst den Russen d a d u r c h
„ v e r d e u t l i c h t " w e r d e n , d a ß sie d e m „ m o n g o l e n h a f t e n W e l t a l t e r "
angehören, und das „mongolenhafte Weltalter" dadurch, d a ß es
5 d a s W e l t a l t e r d e r schon a l s J ü n g l i n g a u f g e t r e t e n e n P h r a s e :
„ A b h ä n g i g k e i t von G e d a n k e n " ist.
D r i t t e „ g e s c h i c h t l i c h e R e f l e x i o n " : I m mongolen-
haften Weltalter „ k a n n der W e r t Meiner unmöglich hoch ange-
schlagen werden, weil d e r h a r t e D e m a n t des N i c h t - I c h z u
1 0 h o c h i m P r e i s e steht, w e i l e s n o c h z u k ö r n i g u n d u n b e z w i n g l i c h ist,
um von Mir absorbiert u n d verzehrt zu werden. Viel-/I6b[15b]/
m e h r k r i e c h e n d i e M e n s c h e n n u r m i t a u ß e r o r d e n t l i c h e r Geschäf-
tigkeit auf diesem Unbeweglichen, dieser Substanz, h e r u m , wie
S c h m a r o t z e r t i e r c h e n a u f e i n e m L e i b e , v o n d e s s e n S ä f t e n sie N a h -
u r u n g z i e h e n , o h n e i h n d e s h a l b a u f z u z e h r e n . E s ist d i e Geschäftig-
keit des Ungeziefers, die Betriebsamkeit d e r Mongolen. Bei den
C h i n e s e n b l e i b t j a A l l e s b e i m A l t e n etc. S o n a c h " (weil
bei den Chinesen Alles beim Alten bleibt) „ist in unsrem mongo-
lischen Weltalter alle V e r ä n d e r u n g n u r eine reformatorische u n d
so ausbessernde, keine destruktive oder verzehrende oder vernich-
t e n d e g e w e s e n . D i e S u b s t a n z , d a s O b j e k t b l e i b t . A l l u n s r e Be-
t r i e b s a m k e i t ist n u r A m e i s e n t ä t i g k e i t u n d F l o h s p r u n g . . . J o n g -
leurkünste auf d e m Seile des Objektiven" p p . ( P . 8 8 . Vgl. Hegel,
P h i l , d e r Gesch. p . 1 1 3 , 1 1 8 , 1 1 9 ( d i e u n d u r c h w e i c h t e S u b s t a n z ) ,
2 5 1 4 0 etc., w o C h i n a a l s d i e „ S u b s t a n t i a l i t ä t " g e f a ß t w i r d ) .
Also hier erfahren wir, d a ß i n d e m w a h r e n kaukasischen
Weltalter die Menschen die Maxime haben werden, die Erde, die
„Substanz", „ d a s Objekt", das „Unbewegliche" zu verschlingen,
„verzehren", „vernichten", „absorbieren", „destruieren"; und
3o mit d e r E r d e zugleich das nicht von ihr zu trennende Sonnen-
system. D e r weltverschlingende „ S t i r n e r " hat uns die „reforma-
torische oder ausbessernde Tätigkeit" des Mongolen bereits als
„Welterlösungs- und Welt V e r b e s s e r u n g s p l ä n e " des Jüng-
lings u n d Christen p. 36 vorgeführt. W i r sind also noch i m m e r
35 keinen Schritt weiter. Charakteristisch für d i e ganze „einzige"
G e s c h i c h t s a u f f a s s u n g ist, d a ß d i e h ö c h s t e S t u f e d i e s e r m o n g o l i -
s c h e n T ä t i g k e i t d e n N a m e n d e r „ w i s s e n s c h a f t l i c h e n " ver-
d i e n t — w o r a u s s c h o n jetzt z u f o l g e r n ist, w a s S a n k t M a x u n s
s p ä t e r sagt, d a ß d i e V o l l e n d u n g d e s m o n g o l i s c h e n H i m m e l s d a s
M H e g e l s c h e G e i s t e r r e i c h ist.
V i e r t e „ g e s c h i c h t l i c h e R e f l e x i o n " . Die Welt, auf
d e r d i e M o n g o l e n h e r u m k r i e c h e n , v e r w a n d e l t sich jetzt v e r m i t t e l s t
eines „ F l o h s p r u n g s " in „ d a s Positive", dies in „ d i e Satzung", u n d
die Satzung wird vermittelst eines Absatzes p. 89 z u r „Sittlich-
es k e i t " . „ D i e s e g i b t sich in i h r e r e r s t e n F o r m a l s G e w o h n h e i t " —
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 10
146 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

sie t r i t t a l s o a l s P e r s o n a u f ; flugs v e r w a n d e l t sie sich a b e r i n


e i n e n R a u m : „ N a c h s e i n e s L a n d e s Sitte u n d G e w o h n h e i t h a n -
deln, heißt d a " (nämlich in der Sittlichkeit) „sittlich sein".
„ D a r u m " (weil dies in d e r Sittlichkeit als Gewohnheit passiert)
„wird ein l a u t e r e s , s i t t l i c h e s H a n d e l n a m s c h l i c h - s
t e s t e n in C h i n a geübt!"
/ I 6 c [ 1 5 c ] / S a n k t M a x ist u n g l ü c k l i c h i n s e i n e n E x e m p e l n .
P. 116 schiebt er ebenso d e n N o r d a m e r i k a n e r n die „Religion d e r
R e c h t s c h a f f e n h e i t " u n t e r . E r h ä l t d i e b e i d e n s p i t z b ü b i s c h s t e n Völ-
ker der E r d e , die patriarchalischen Betrüger, die Chinesen, und die 10
zivilisierten B e t r ü g e r , d i e Y a n k e e s , f ü r „ s c h l i c h t " , „ s i t t l i c h " u n d
„ r e c h t s c h a f f e n " . H ä t t e e r seine E s e l s b r ü c k e n a c h g e s e h e n , s o h ä t t e
er die N o r d a m e r i k a n e r p. 81 d e r Philosophie d e r Geschichte und
d i e C h i n e s e n p . 1 3 0 i b i d . a l s B e t r ü g e r klassifiziert f i n d e n k ö n n e n .
F r e u n d „ M a η " v e r h i l f t d e m h e i l i g e n B i e d e r m a n n jetzt a u f d i e i &
N e u e r u n g ; v o n d i e s e r b r i n g t ihn e i n „ U n d " w i e d e r a u f d i e
G e w o h n h e i t , u n d s o m i t ist d a s M a t e r i a l p r ä p a r i e r t , u m i n d e r
F ü n f t e n g e s c h i c h t l i c h e n R e f l e x i o n einen Haupt-
coup vollziehen zu können. „ E s unterliegt auch in der T a t keinem
Z w e i f e l , d a ß d e r M e n s c h sich d u r c h G e w o h n h e i t g e g e n d i e Zu- 2 0
dringlichkeit der Dinge[,] der Welt sichert" — z. B. gegen den
Hunger;
„u η d" — wie h i e r a u s ganz natürlich folgt,
„ e i n e e i g n e W e l t g r ü n d e t " — d i e „ S t i r n e r " jetzt n ö t i g
hat, 2*
„in w e l c h e r e r a l l e i n h e i m i s c h u n d z u H a u s e
i s t " — „ a 1 1 e i n " , n a c h d e m e r sich erst d u r c h „ G e w o h n h e i t " i n
der bestehenden „ W e l t " „heimisch" gemacht hat;
„ d . h . s i c h e i n e n H i m m e l g r ü n d e t . " — weil China
s
das himmlische Reich heißt; <>
„Hat ja doch der Himmel keinen andern Sinn,
als den, daß er die eigentliche Heimat des Men-
s c h e n i s t " — wo er im Gegenteil die vorgestellte Uneigentlich-
keit der eigentlichen H e i m a t zum Sinn h a t ;
3 5
„worin ihn Nichts Fremdes mehr b e s t i m m t " —
d. h. worin ihn das Eigne als Fremdes bestimmt, und wie die nun
in Gang gebrachte Leier weiter heißt. „ V i e l m e h r " , um mit Sankt
Bruno, oder „etwa leicht", um mit Sankt M a x zu sprechen, m ü ß t e
/ { 1 7 } [ 1 6 ] / d i e s e r Satz s o h e i ß e n :

S t i r n e r s c h e r S a t z , o h n e An- 40
spruch auf Gründlichkeit oder Geläuterter Satz.
auch n u r auf Bewährtheit:
„ E s unterliegt auch in der Tat „ E s unterliegt auch in der Tat
keinem Zweifel, d a ß der Mensch keinem Zweifel", d a ß , weil
Π Ι . Sankt Max 147

sich d u r c h G e w o h n h e i t gegen China das himmlische Reich


die Zudringlichkeit der Dinge, heißt, weil „ S t i r n e r " gerade von
d e r Welt, sichert u n d eine eigne China spricht, u n d „gewohnt"
Welt gründet, in welcher er ist sich d u r c h U n w i s s e n h e i t „ g e -
ΰ allein heimisch u n d zu H a u s e gen die Zudringlichkeit d e r
ist, d . h . sich e i n e n H i m m e l Dinge, der Welt, zu sichern, u n d
erbaut. Hat ja doch d e r „Him­ eine eigne Welt zu gründen, in
m e l " keinen a n d e r n Sinn, als welcher er allein heimisch u n d
den, d a ß er die eigentliche Hei- z u H a u s e i s t " , e r sich a u s d e m
l e m a t d e s M e n s c h e n sei, w o r i n himmlichen Reich China „einen
i h n nichts F r e m d e s m e h r be- Himmel erbaut. Hat ja d o c h "
stimmt u n d beherrscht, kein die Zudringlichkeit der Welt,
Einfluß d e s I r d i s c h e n m e h r i h n der Dinge, „keinen andern Sinn,
selbst e n t f r e m d e t , k u r z w o r i n a l s d e n , d a ß " sie „ d i e eigent-
is d i e S c h l a c k e n d e s I r d i s c h e n a b - liche" Hölle des Einzigen „sind,
geworfen sind u n d der K a m p f worin i h n " Alles als „ F r e m d e s
gegen d i e W e l t e i n E n d e gefun- bestimmt und beherrscht", die
den hat, worin ihm also nichts e r sich a b e r d a d u r c h i n e i n e n
mehr versagt ist." p. 8 9 . „ H i m m e l " zu verwandeln weiß,
20 d a ß e r sich a l l e m „ E i n f l u ß d e r
irdischen", geschichtlichen Tat-
sachen u n d Zusammenhänge
„ e n t f r e m d e t " , d a h e r sich a l s o
nicht m e h r v o r i h n e n b e f r e m d e t ,
SS „ k u r z w o d i e S c h l a c k e n d e s Ir-
dischen", Historischen, „abge-
worfen sind u n d " S t i r n e r i m
„Ende" „der Welt" keinen
„ K a m p f " mehr „findet", womit
SO a l s o A l l e s g e s a g t ist.

S e c h s t e „ g e s c h i c h t l i c h e R e f l e x i o n " . P . 9 0 bildet
sich S t i r n e r e i n : „ i n C h i n a ist f ü r A l l e s v o r g e s e h e n ; w a s
a u c h k o m m e n m a g , e s w e i ß d e r C h i n e s e i m m e r , w i e e r sich
z u v e r h a l t e n h a t , u n d e r b r a u c h t sich n i c h t e r s t n a c h d e n U m -
3 5 s t ä n d e n z u b e s t i m m e n ; a u s d e m H i m m e l s e i n e r R u h e stürzt
ihn k e i n u n v o r h e r g e s e h e n e r F a l l . " A u c h kein eng-
liches B o m b a r d e m e n t — e r w u ß t e g a n z g e n a u , „ w i e e r sich z u
verhalten hatte", besonders den i h m unbekannten Dampfschiffen
u n d S h r a p n e l l - B o m b e n g e g e n ü b e r . — S a n k t M a x h a t d i e s sich a u s
4 o H e g e l s P h i l o s o p h i e d e r Geschichte p . 1 1 8 u n d p . 1 2 7 a b s t r a h i e r t ,
w o e r freilich e i n i g e s E i n z i g e h i n z u f ü g e n m u ß t e , u m s e i n e o b i g e
Reflexion z u S t a n d e z u b r i n g e n .
„ M i t h i n " , f ä h r t S a n k t M a x fort, „ b e s t e i g t d i e M e n s c h -
h e i t auf d e r S t u f e n l e i t e r d e r B i l d u n g d u r c h d i e G e w o h n h e i t d i e
10«
148 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

erste Sprosse, u n d d a s i e s i c h v o r s t e l l t , i m E r k l i m m e n
d e r K u l t u r z u g l e i c h d e n H i m m e l , d a s R e i c h d e r K u l t u r o d e r zwei-
ten N a t u r z u e r k l i m m e n , s o besteigt sie w i r k l i c h d i e e r s t e
Sprosse der — Himmelsleiter". P. 90. „Mithin", d. h. /17a[16a]/
w e i l H e g e l m i t C h i n a d i e Geschichte a n f ä n g t , u n d w e i l „ d e r Chi- s
n e s e nicht a u ß e r F a s s u n g k o m m t " , v e r w a n d e l t „ S t i r n e r " d i e
Menschheit in eine Person, die „auf der Stufenleiter der Kultur
d i e e r s t e S p r o s s e " ersteigt, u n d z w a r „ d u r c h d i e G e w o h n h e i t " , w e i l
C h i n a f ü r S t i r n e r k e i n e a n d r e B e d e u t u n g h a t , a l s „ d i e Gewohn-
h e i t " z u sein. Jetzt h a n d e l t e s sich für u n s r e n E i f e r e r g e g e n d a s i o
Heilige n u r noch d a r u m , die „Stufenleiter" in die „Himmels-
leiter" zu verwandeln, da China auch noch den N a m e n des H i m m -
l i s c h e n R e i c h s f ü h r t . „ D a d i e M e n s c h h e i t sich v o r s t e l l t " ( „ w o -
h e r n u r " S t i r n e r „ A l l e s d a s w e i ß , w a s " d i e M e n s c h h e i t sich vor-
stellt, W i g a n d p . 1 8 9 ) — w a s S t i r n e r z u b e w e i s e n h a t t e — e r s t e n s i s
„ d i e K u l t u r " i n „ d e n H i m m e l d e r K u l t u r " u n d zweitens „ d e n
H i m m e l der K u l t u r " in „die Kultur des H i m m e l s " zu verwandeln
— (eine angebliche Vorstellung der Menschheit, die p. 91 als
Vorstellung Stirners auftritt und d a d u r c h ihren richtigen Aus-
d r u c k e r h ä l t ) — „ s o besteigt sie w i r k l i c h d i e e r s t e S p r o s s e 2 0
d e r H i m m e l s l e i t e r " . D a sie sich v o r s t e l l t , d i e e r s t e S p r o s s e
d e r H i m m e l s l e i t e r zu b e s t e i g e n so besteigt sie sie
w i r k l i c h ! „ D a " „ d e r J ü n g l i n g " „sich v o r s t e l l t " , r e i n e r Geist
zu werden, wird er es wirklich! Siehe „ J ü n g l i n g " und „ C h r i s t "
ü b e r d e n Ü b e r g a n g a u s d e r W e l t d e r D i n g e i n d i e W e l t d e s Gei- 2 5
stes, w o sich d i e e i n f a c h e F o r m e l f ü r d i e s e H i m m e l s l e i t e r d e r
„ e i n z i g e n " G e d a n k e n vorfindet.
S i e b e n t e g e s c h i c h t l i c h e R e f l e x i o n . P . 90. „Hat
d a s M o n g o l e n t u m " (folgt u n m i t t e l b a r a u f d i e H i m m e l s l e i t e r , wo-
mit nämlich „ S t i r n e r " vermittelst der angeblichen Vorstellung der 30
M e n s c h h e i t e i n geistiges W e s e n k o n s t a t i e r t h a t ) — „ h a t d a s M o n -
g o l e n t u m d a s D a s e i n geistiger W e s e n f e s t g e s t e l l t " ( v i e l m e h r
„ S t i r n e r " seine E i n b i l d u n g v o m geistigen W e s e n d e r M o n g o l e n
festgestellt), „ s o haben die Kaukasier Jahrtausende mit diesen
geistigen W e s e n g e r u n g e n , u m ihnen a u f d e n G r u n d z u k o m m e n " , s s
(Jüngling, der zum Manne wird und „hinter die Gedanken zu
k o m m e n " , Christ, der die „Tiefen derGottheit zu e r g r ü n d e n " „alle-
zeit t r a c h t e t " ) . W e i l d i e C h i n e s e n d a s D a s e i n , Gott w e i ß w e l c h e r ,
geistigen W e s e n k o n - / 1 7 b [ 1 6 b ] / s t a t i e r t h a b e n ( „ S t i r n e r " konsta-
tiert a u ß e r s e i n e r H i m m e l s l e i t e r k e i n e i n z i g e s ) , s o m ü s s e n d i e 4 0
K a u k a s i e r J a h r t a u s e n d e sich m i t „ d i e s e n " , c h i n e s i s c h e n , „ g e i s t i -
g e n W e s e n " h e r u m z a n k e n ; j a , S t i r n e r k o n s t a t i e r t zwei Z e i l e n wei-
ter, d a ß sie w i r k l i c h d e n „ m o n g o l i s c h e n H i m m e l , d e n T h i ä n ,
g e s t ü r m t h a b e n " , u n d f ä h r t f o r t : „ W a n n w e r d e n sie d i e s e n H i m -
m e l v e r n i c h t e n , w a n n w e r d e n sie e n d l i c h w i r k l i c h e K a u k a - «
Π Ι . Sankt Max 149

s i e r werden u n d s i c h s e l b e r f i n d e n ? " H i e r haben wir


d i e n e g a t i v e E i n h e i t , d i e f r ü h e r schon a l s M a n n a u f t r a t , a l s „ w i r k -
lichen K a u k a s i e r " , d. h. als nicht negerhaften, nicht mongolischen
— a l s k a u k a s i s c h e n K a u k a s i e r , d e r h i e r a l s o a l s Begriff,
5 a l s W e s e n v o n d e n w i r k l i c h e n K a u k a s i e r n g e t r e n n t , i h n e n ent-
gegengestellt w i r d als „ I d e a l des K a u k a s i e r s " , als „Beruf", in
d e m „ s i e sich s e l b e r f i n d e n " s o l l e n , a l s „ B e s t i m m u n g " , „Auf-
g a b e " , a l s „ d a s H e i l i g e " , „ d e r h e i l i g e " K a u k a s i e r , „ d e r voll-
e n d e t e " Kaukasier, „welcher eben d e r " Kaukasier „ i m H i m m e l
10 — G o t t i s t " .
„ I m industriösen Ringen der mongolischen Rasse h a t t e n die
Menschen einen H i m m e l e r b a u t " — so glaubt p. 91 „Stirner", der
es vergißt, d a ß d i e wirklichen Mongolen viel m e h r mit den H a m -
meln, als mit den Himmeln zu tun haben — „als die vom kauka-
i 5 sischen S t a m m e , s o l a n g e sie es mit d e m H i m m e l zu tun
haben die himmelstürmende Tätigkeit ü b e r n a h m e n " .
H a t t e n einen H i m m e l erbaut, als , solange h a b e n ,
ü b e r n a h m e n . D i e anspruchslose „geschichtliche Reflexion"
d r ü c k t sich i n e i n e r c o n s e c u t i o t e m p o r u m a u s , d i e e b e n f a l l s k e i n e n
2<i „ A n s p r u c h " a u f K l a s s i z i t ä t , „ o d e r a u c h n u r " a u f g r a m m a t i s c h e
Richtigkeit „ m a c h t " ; der Konstruktion d e r Geschichte entspricht
die Konstruktion der Sätze; „ d a r a u f beschränken sich" „Stir-
n e r s " „ A n s p r ü c h e " , u n d „ e r r e i c h e n d a m i t i h r letztes A b s e h e n " .
A c h t e g e s c h i c h t l i c h e R e f l e x i o n , d i e d i e Reflexion
2 5 d e r Reflexionen, d a s A l p h a u n d O m e g a d e r g a n z e n S t i r n e r s c h e n
G e s c h i c h t e i s t : J a c q u e s l e b o n h o m m e sieht i n d e r g a n z e n b i s h e r i -
gen Völkerbewegung, w a s w i r i h m von A n f a n g a n nachweisen, n u r
eine Aufeinanderfolge von H i m m e l n ( p . 9 1 ) , was auch so aus-
gedrückt werden kann, d a ß die bisherigen aufeinanderfolgenden
3 o G e n e r a t i o n e n k a u k a s i s c h e r R a s s e w e i t e r n i c h t s t a t e n , a l s sich m i t
d e m Begriff d e r S i t t l i c h k e i t h e r u m z a n k e n ( p . 9 2 ) u n d d a ß
„ d a r a u f / 1 7 c [ 1 6 c ] / sich i h r e T a t b e s c h r ä n k t " ( p . 9 1 ) . H ä t t e n sie
sich d i e l e i d i g e S i t t l i c h k e i t , d i e s e n S p u k , a u s d e m K o p f e g e s c h l a -
g e n , s o w ü r d e n sie e s z u e t w a s g e b r a c h t h a b e n ; s o a b e r k a m e n sie
3 5 z u N i c h t s u n d w i e d e r N i c h t s u n d m ü s s e n sich v o n S a n k t M a x w i e
S c h u l j u n g e n e i n P e n s u m stellen l a s s e n . D i e s e r s e i n e r Geschichts-
anschauung entspricht denn vollständig, d a ß am Schluß ( p . 9 2 )
die spekulative Philosophie heraufbeschworen wird, damit „ i n
ihr dies Himmelreich, d a s Reich d e r Geister u n d Gespenster, seine
M rechte O r d n u n g finde" — u n d an einer späteren Stelle als d a s
„ v o l l e n d e t e G e i s t e r r e i c h " selbst g e f a ß t w i r d .
W a r u m m a n , wenn m a n die Geschichte i n Hegelscher M a n i e r
a u f f a ß t , zuletzt z u d e m i n d e r s p e k u l a t i v e n P h i l o s o p h i e v o l l e n d e -
ten u n d in O r d n u n g gebrachten Geisterreich als d e m Ergebnis d e r
45 b i s h e r i g e n G e s c h i e b t e k o m m e n m u ß t e — d i e s G e h e i m n i s k o n n t e
150 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

„ S t i r n e r " b e i H e g e l selbst s e h r e i n f a c h e n t h ü l l t finden. U m z u


d i e s e m R e s u l t a t z u k o m m e n , „ m u ß d e r Begriff d e s G e i s t e s z u
G r u n d e gelegt u n d n u n gezeigt w e r d e n , d a ß d i e G e s c h i c h t e d e r
P r o z e ß d e s G e i s t e s selbst i s t . " ( G e s c h . d e r P h i l . I I I , p . 9 1 ) . N a c h -
d e m „ d e r Begriff d e s G e i s t e s " d e r Geschichte a l s G r u n d l a g e u n t e r - 5
g e s c h o b e n w o r d e n ist, k a n n m a n n a t ü r l i c h s e h r leicht „ z e i g e n " ,
d a ß e r sich ü b e r a l l w i e d e r f i n d e t u n d d i e s d a n n a l s e i n e n P r o z e ß
„seine rechte O r d n u n g finden" lassen.
Jetzt k a n n S a n k t M a x , n a c h d e m e r A l l e s „ s e i n e r e c h t e O r d -
nung hat finden" lassen, begeistert ausrufen: „ D e m Geiste Frei- 10
h e i t e r w e r b e n w o l l e n , d a s ist M o n g o l e n t u m " u s w . — ( v e r g l . p. 17 :
„ D e n r e i n e n G e d a n k e n z u T a g e z u f ö r d e r n etc., d a s ist J ü n g l i n g s -
l u s t " etc. ) — u n d d i e H e u c h e l e i b e g e h e n , z u s a g e n : „ E s s p r i n g t
d a h e r i n d i e A u g e n , d a ß das Mongolentum d i e Un-
s i n n l i c h k e i t u n d U n n a t u r r e p r ä s e n t i e r e " etc. — w o e r h ä t t e s a g e n 1 5
m ü s s e n : E s s p r i n g t i n d i e A u g e n , d a ß d e r M o n g o l e n u r d e r ver-
k l e i d e t e J ü n g l i n g ist, d e r a l s N e g a t i o n d e r W e l t d e r D i n g e a u c h
„ U n n a t u r " , „ U n s i n n l i c h k e i t " etc. g e n a n n t w e r d e n k a n n .
/{18} [ 1 7 ] / W i r s i n d jetzt w i e d e r s o weit, d a ß d e r „ J ü n g l i n g "
i n d e n „ M a n n " ü b e r g e h e n k a n n : „ W e r a b e r w i r d d e n Geist i n 2 0
sein N i c h t s a u f l ö s e n ? E r , d e r m i t t e l s t d e s G e i s t e s d i e N a t u r a l s
d a s N i c h t i g e , E n d l i c h e , V e r g ä n g l i c h e d a r s t e l l t e " ( d . h . sich vor-
stellte — u n d d i e s t a t n a c h p . 1 6 ff. d e r J ü n g l i n g , s p ä t e r d e r
Christ, d a n n d e r Mongole, d a n n d e r mongolenhafte K a u k a s i e r ,
eigentlich a b e r n u r der I d e a l i s m u s ) , „ e r k a n n allein a u c h den 20
Geist z u g l e i c h e r N i c h t i g k e i t " ( n ä m l i c h i n s e i n e r E i n b i l d u n g )
„ h e r a b s e t z e n " — ( a l s o d e r Christ p p ? N e i n , r u f t „ S t i r n e r " , m i t
einer ähnlichen Eskamotage wie p. 19/20 beim M a n n ) „ I c h kann
es, J e d e r u n t e r E u c h k a n n es, d e r a l s u n u m s c h r ä n k t e s I c h w a l t e t
u n d schafft" ( i n s e i n e r E i n b i l d u n g ) , „ e s k a n n ' s m i t E i n e m W o r t e s o
— d e r E g o i s t " ( p . 9 3 ) — also d e r M a n n , d e r k a u k a s i s c h e K a u -
kasier, d e r sonach d e r vollendete Christ, d e r rechte Christ, d e r
H e i l i g e , d a s H e i l i g e ist. —
Ehe wir auf die weitere Namengebung eingehen, „wollen wir
a n d i e s e r S t e l l e " e b e n f a l l s „ e i n e geschichtliche R e f l e x i o n " ü b e r s s
d e n U r s p r u n g v o n S t i r n e r s „ g e s c h i c h t l i c h e r Reflexion ü b e r U n s e r
M o n g o l e n t u m e i n l e g e n " , d i e sich a b e r v o n d e r S t i r n e r s c h e n d a -
d u r c h u n t e r s c h e i d e t , d a ß sie a l l e r d i n g s „ A n s p r u c h a u f G r ü n d l i c h -
k e i t u n d B e w ä h r t h e i t m a c h t " . S e i n e g a n z e g e s c h i c h t l i c h e Refle-
x i o n , w i e d i e ü b e r d i e „ A l t e n " , ist a u s H e g e l z u s a m m e n g e b r a u t , i o
Die Negerhaftigkeit wird d a r u m als „ d a s K i n d " aufgefaßt, weil
H e g e l P h i l . d . Gesch. p . 8 9 s a g t : „ A f r i k a ist d a s K i n d e r l a n d
d e r Geschichte". „Bei der Bestimmung des afrikanischen" (ne-
gerhaften) „Geistes müssen wir auf die K a t e g o r i e d e r A l l -
g e m e i n h e i t ganz Verzicht leisten" p . 9 0 — d . h . das K i n d oder u
III. S a n k t M a x 151

d e r Neger hat zwar Gedanken, aber noch nicht d e n Gedanken.


„ B e i d e n N e g e r n ist d a s B e w u ß t s e i n n o c h n i c h t z u e i n e r festen O b -
jektivität gekommen, wie z . B . G o t t , G e s e t z , worin d e r Mensch
die A n s c h a u u n g s e i n e s W e s e n s hätte" „wodurch
s g a n z d a s W i s s e n v o n e i n e m a b s o l u t e n W e s e n fehlt. D e r
N e g e r stellt d e n n a t ü r l i c h e n M e n s c h e n i n s e i n e r g a n z e n
U n b ä n d i g k e i t d a r " ( p . 9 0 ) . „ O b g l e i c h sie s i c h d e r A b h ä n g i g k e i t
vom Natürlichen" (den Dingen, wie „ S t i r n e r " sagt) „bewußt
sein m ü s s e n , s o f ü h r t d i e s / 1 8 a [ 1 7 a ] / d o c h n i c h t z u m B e w u ß t s e i n
1 0 e i n e s H ö h e r e n " . P . 9 1 . H i e r f i n d e n w i r s ä m t l i c h e S t i r n e r s c h e Be-
stimmungen des Kindes u n d Negers wieder — Abhängigkeit von
d e n D i n g e n , U n a b h ä n g i g k e i t von G e d a n k e n , speziell von „ d e m
Gedanken", „ d e m Wesen", „dem absoluten" (heiligen) „Wesen"
p p . — D i e M o n g o l e n u n d speziell d i e C h i n e s e n f a n d e r b e i H e g e l
i s a l s d e n A n f a n g d e r Geschichte v o r , u n d d a d i e s e m e b e n f a l l s d i e
Geschichte e i n e G e i s t e r g e s c h i c h t e ( n u r n i c h t s o k i n d i s c h , w i e
„ S t i r n e r s " ) ist, s o v e r s t e h t e s sich von selbst, d a ß d i e M o n g o l e n
d e n Geist i n d i e G e s c h i c h t e g e b r a c h t h a b e n , u n d d i e U r r e p r ä s e n -
tanten alles „ H e i l i g e n " sind. Speziell faßt Hegel noch p. 110
s o „ d a s m o n g o l i s c h e Reich" (des Dalai L a m a ) als „das g e i s t -
l i c h e " , d a s „Reich der theokratischen Herrschaft", ein „geisti-
ges, religiöses R e i c h " — gegenüber d e m chinesischen weltlichen
R e i c h . „ S t i r n e r " m u ß n a t ü r l i c h C h i n a m i t d e n M o n g o l e n identi-
fizieren. P . 1 4 0 k o m m t b e i H e g e l s o g a r „ d a s m o n g o l i s c h e
25 P r i n z i p " vor, w o r a u s „ S t i r n e r " d a s „Mongolen t u m" macht.
Wenn er übrigens einmal die Mongolen auf die Kategorie „ d e r
I d e a l i s m u s " reduzieren wollte, so konnte er in d e r Dalai-Lama-
Wirtschaft und d e m Buddhismus ganz andere „geistige W e s e n "
„festgestellt f i n d e n " , a l s seine g e b r e c h l i c h e „ H i m m e l s l e i t e r " .
3 o A b e r e r h a t t e n i c h t e i n m a l d i e Zeit, d i e H e g e i s c h e Geschichtsphi-
losophie ordentlich anzusehen. Die Eigenheit u n d Einzigkeit des
S t i r n e r s c h e n V e r h a l t e n s z u r Geschichte b e s t e h t d a r i n , d a ß d e r
E g o i s t sich i n e i n e n „ u n b e h o l f e n e n " K o p i s t e n H e g e l s v e r w a n d e l t .

b) Katholizismus und Protestantismus

(Vergl. die „Ökonomie des Alten Bundes")

W a s w i r h i e r K a t h o l i z i s m u s n e n n e n , n e n n t „ S t i r n e r " „ d a s Mit-
telalter" ; da er aber das heilige, religiöse Wesen des Mittelalters,
die Religion des Mittelalters mit d e m wirklichen, profanen, leib-
haftigen Mittelalter verwechselt (wie „ i n A l l e m " ) , geben wir d e r
4 o S a c h e l i e b e r gleich i h r e n r i c h t i g e n N a m e n .
152 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

„ D a s M i t t e l a l t e r " w a r „ e i n e l a n g e Z e i t , i n d e r m a n sich
mit dem W a h n e begnügte" (weiter verlangte und tat m a n Nichts)
„ d i e Wahrheit zu haben, ohne d a ß man ernstlich d a r a n dachte, ob
m a n selbst w a h r sein m ü ß t e , u m d i e W a h r h e i t z u b e s i t z e n " .
„ I m Mittelalter kasteite m a n " (also d a s ganze Mittelalter) 5
„ s i c h , u m f ä h i g z u w e r d e n , d a s H e i l i g e i n sich a u f z u n e h m e n " .
P. 108.
/18b [17b]/ Hegel bestimmt das Verhältnis zum Göttlichen in
d e r k a t h o l i s c h e n K i r c h e d a h i n , „ d a ß m a n sich z u m A b s o l u t e n a l s
bloß äußerlichem Ding verhalte" (Christentum in der F o r m des 10
Äußerlichseins) Gesch. der Phil. I I I , p . 1 4 8 , u n d anderwärts.
Das Individuum m u ß allerdings gereinigt werden, um die Wahr-
h e i t a u f z u n e h m e n , a b e r „ a u c h d i e s geschieht a u f e i n e ä u ß e r l i c h e
Weise, durch Abkaufen, Abfasten, Abprügeln, Abmarschieren,
Pilgrimschaft". ( P . 140 i b i d . ) . Diesen Übergang macht „Stir- is
n e r " d u r c h : „ W i e m a n f r e i l i c h a u c h sein A u g e anstrengt,
um d a s Entfernte zu sehen, s o k a s t e i t e m a n sich e t c . "
Weil nun bei „ S t i r n e r " das Mittelalter mit d e m Katholizismus
identifiziert w i r d , e n d e t e s n a t ü r l i c h a u c h m i t L u t h e r . P . 1 0 8 .
D i e s e r selbst w i r d a u f f o l g e n d e , schon b e i m J ü n g l i n g , i m Ge- 2 0
s p r a c h m i t S z e l i g a u n d sonst v o r g e k o m m e n e B e g r i f f s b e s t i m m u n g
reduziert: „ d a ß der Mensch, wenn e r die W a h r h e i t auffassen
wolle, e b e n s o w a h r w e r d e n m ü s s e , wie die Wahrheit
selbst. N u r w e r d i e W a h r h e i t schon i m G l a u b e n h a t , k a n n i h r e r
teilhaftig w e r d e n . " 25
H e g e l s a g t in B e z u g a u f d a s L u t h e r t u m : „ D i e W a h r h e i t d e s
E v a n g e l i u m s [ . . . ] existiert n u r i m w a h r h a f t e n V e r h a l t e n
zu demselben. D a s w e s e n t l i c h e V e r h a l t e n d e s G e i s t e s ist n u r
f ü r d e n Geist. E s ist a l s o d a s V e r h a l t e n d e s Geistes z u
diesem Inhalt, d a ß der Inhalt zwar wesentlich ist,daß a b e r ebenso so
wesentlich ist, d a ß d e r h e i l i g e u n d h e i l i g e n d e Geist sich z u i h m
v e r h a l t e . " ( G e s c h . d . P h i l . I I I , p . 2 3 4 ) . „ D i e s ist n u n d e r l u t h e -
r i s c h e G l a u b e — s e i n " ( n ä m l i c h d e s M e n s c h e n ) „ G l a u b e ist
gefordert u n d kann allein wahrhaft in Betracht
k o m m e n . " (1. c . p . 2 3 0 ) . „ L u t h e r behauptet: daß das ss
Göttliche n u r i n s o f e r n Göttlich ist, a l s e s i n d i e s e r subjektiven Gei-
stigkeit d e s G l a u b e n s genossen w i r d " (1. c . p . 1 3 8 ) . „ D i e
L e h r e d e r " ( k a t h o l i s c h e n ) „ K i r c h e ist d i e W a h r h e i t a l s v o r -
h a n d e n e W a h r h e i t " . (Ph. der Rel. II, p . 3 3 1 ) .
„ S t i r n e r " f ä h r t f o r t : „ D e m n a c h geht m i t L u t h e r d i e E r k e n n t n i s 4 0
auf, d a ß d i e W a h r h e i t , w e i l sie G e d a n k e ist, n u r f ü r d e n d e n k e n -
d e n M e n s c h e n sei, u n d d i e s h e i ß t , d a ß d e r M e n s c h e i n e n schlechter-
dings andern Standpunkt einnehmen müsse, den gläubigen" (per

41 Im Original G e d a n k e n ist
Π Ι . Sankt Max 153

A p p o s . ) , „wissenschaftlichen, oder d e n Standpunkt des Denkens


gegenüber seinem Gegenstande, dem Gedanken". P. 110.
/18c[17c]/ A u ß e r d e r Wiederholung, die „ S t i m e r " hier wieder
„ e i n l e g t " , ist n u r d e r Ü b e r g a n g v o m G l a u b e n z u m D e n k e n z u b e -
5 achten. Diesen Übergang macht Hegel, wie folgt: „Dieser Geist"
(nämlich d e r heilige u n d heiligende Geist) „ist zweitens a b e r
w e s e n t l i c h a u c h d e n k e n d e r Geist. D a s D e n k e n a l s s o l c h e s m u ß
sich a u c h d a r i n e n t w i c k e l n e t c . " P . 2 3 4 .
„Stirner" fährt fort: „Dieser Gedanke" ( „ d a ß Ich G e i s t bin,
ίο n u r G e i s t " ) „durchzieht die Reformationsgeschichte bis h e u t e " .
P . I I I . E i n e a n d r e G e s c h i c h t e a l s d i e R e f o r m a t i o n s g e s c h i c h t e exi­
s t i e r t f ü r „ S t i r n e r " v o m sechszehnten J a h r h u n d e r t a n n i c h t — u n d
auch diese b l o ß in d e r Auffassung, in d e r Hegel sie darstellt.
Sankt M a x hat w i e d e r seinen Riesenglauben bewiesen. E r h a t
i5 wieder sämtliche Illusionen d e r deutschen spekulativen Philoso-
p h i e w ö r t l i c h f ü r w a h r a n g e n o m m e n , j a e r h a t sie n o c h s p e k u l a -
tiver, noch abstrakter gemacht. F ü r ihn existiert n u r die Geschichte
der Religion und Philosophie — u n d diese existiert n u r d u r c h
H e g e l f ü r i h n , d e r m i t d e r Zeit z u r a l l g e m e i n e n E s e l s b r ü c k e , z u m
2o Konversationslexikon aller neuen deutschen Prinzipspekulanten
u n d S y s t e m f a b r i k a n t e n g e w o r d e n ist.
Katholizismus = Verhalten zur Wahrheit als Ding, Kind, Ne-
ger, „ A l t e r " .
Protestantismus = Verhalten z u r W a h r h e i t im Geist, J ü n g -
25 ling, Mongole, „ N e u e r " .
D i e g a n z e K o n s t r u k t i o n w a r überflüssig, d a d i e s A l l e s schon
beim „Geist" dagewesen war.
W i e schon in d e r „ Ö k o n o m i e des Alten B u n d e s " angedeutet,
kann m a n n u n innerhalb des Protestantismus wieder Kind und
3o Jüngling in neuen „ W a n d l u n g e n " auftreten lassen, wie „ S t i r n e r "
dies p. 1 1 2 tut, wo er die englische, empirische Philosophie als
K i n d in Gegensatz zur deutschen, spekulativen Philosophie, d e m
Jüngling, faßt. E r schreibt hier wieder H e g e l aus, d e r hier, wie
sonst „ i m B u c h e " s e h r h ä u f i g a l s „ M a n " a u f t r i t t . „ M a n " —
35 d. h. /{19}[18]/ Hegel — „verwies d e n Baco a u s d e m Reiche d e r
P h i l o s o p h e n " . „ U n d w e i t e r scheint e s a l l e r d i n g s D a s j e n i g e , w a s
m a n englische Philosophie nennt, nicht gebracht zu haben, als bis
z u d e n E n t d e c k u n g e n s o g e n a n n t e r offener K ö p f e w i e B a c o n u n d
H u m e " ( p . 1 1 2 ) — w a s H e g e l s o a u s d r ü c k t : „ B a c o n ist i n d e r
4o Tat eigentlich der Anführer u n d Repräsentant dessen, was in Eng-
land Philosophie genannt wird, und worüber die Engländer noch
d u r c h a u s nicht hinausgekommen s i n d " . Gesch. d. P h i l . I I I , p. 2 5 4 .
— W a s „ S t i r n e r " „offene K ö p f e " n e n n t , n e n n t H e g e l , 1 . c . p . 2 5 5 ,
„gebildete W e l t m ä n n e r " — diese verwandelt Sankt M a x einmal
45 auch in „ d i e Einfalt des kindlichen Gemütes", weil die englischen
154 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

Philosophen das K i n d repräsentieren müssen. Aus demselben


kindlichen G r u n d e darf „sich Baco nicht um die theologischen
F r a g e n u n d K a r d i n a l p u n k t e b e k ü m m e r t " haben, was auch seine
Schriften (speziell De Augmentis Scientiarum, N o v u m O r g a n u m
und die Essays) sagen mögen. Dagegen „sieht das deutsche
Denken i m E r k e n n e n selbst e r s t d a s L e b e n " ( p . 1 1 2 ) , d e n n
e s ist d e r J ü n g l i n g . E c c e i t e r u m C r i s p i n u s !
W i e S t i r n e r d e n C a r t e s i u s i n e i n e n d e u t s c h e n P h i l o s o p h e n ver-
w a n d e l t , k a n n m a n „ i m B u c h e " p . 1 1 2 selbst n a c h s e h e n .

D. Die Hierarchie

Jacques le bonhomme faßt in der bisherigen Darstellung die


G e s c h i c h t e n u r a l s d a s P r o d u k t a b s t r a k t e r G e d a n k e n — o d e r viel-
m e h r s e i n e r V o r s t e l l u n g e n von d e n a b s t r a k t e n G e d a n k e n — , a l s
b e h e r r s c h t v o n d i e s e n V o r s t e l l u n g e n , d i e sich a l l e i n letzter In-
stanz in „ d a s H e i l i g e " auflösen. Diese Herrschaft des „ H e i l i g e n " ,
des Gedankens, der Hegeischen absoluten Idee über die empiri-
sche W e l t stellt e r n u n a l s g e g e n w ä r t i g e s h i s t o r i s c h e s V e r h ä l t n i s
dar, als Herrschaft d e r Heiligen, Ideologen über die prof aneWelt
— - a l s H i e r a r c h i e . I n dieser Hierarchie haben wir das, was
früher n a c h einander erschien, n e b e n einander, sodaß eine
d e r beiden / I 9 a [ 1 8 a ] / koexistierenden Entwicklungsformen über
die a n d r e herrscht. So herrscht also der Jüngling über das Kind,
d e r M o n g o l e ü b e r d e n N e g e r , d e r N e u e ü b e r d e n A l t e n , d e r auf-
opfernde Egoist (citoyen) über den Egoisten im gewöhnlichen
V e r s t ä n d e ( b o u r g e o i s ) etc. — siehe d i e „ Ö k o n o m i e d e s a l t e n
Bundes". Die „Vernichtung" der „Welt der D i n g e " durch die
„ W e l t d e s G e i s t e s " t r i t t h i e r a l s „ H e r r s c h a f t " d e r „ W e l t d e r Ge-
d a n k e n " ü b e r d i e „ W e l t d e r D i n g e " auf. E s m u ß n a t ü r l i c h d a h i n
k o m m e n , d a ß die Herrschaft, die die „ W e l t der G e d a n k e n " von
A n f a n g a n i n d e r Geschichte f ü h r t , a m E n d e d e r s e l b e n a u c h a l s
wirkliche, faktisch existierende Herrschaft der Denkenden -— u n d
Wie w i r s e h e n w e r d e n , i n letzter I n s t a n z d e r s p e k u l a t i v e n P h i l o s o -
phen — über die Welt der Dinge dargestellt wird, sodaß Sankt
M a x d a n n n u r noch gegen Gedanken u n d Vorstellungen d e r Ideo-
l o g e n z u k ä m p f e n , u n d sie z u ü b e r w i n d e n h a t , u m sich z u m „ E i g -
ner der Welt der Dinge und der Welt der Gedanken" zu machen.
„ H i e r a r c h i e ist G e d a n k e n h e r r s c h a f t , Herrschaft
Π Ι . Sankt M a x 155

d e s Geistes. Hierarchisch sind wir bis auf diesen T a g , unterdrückt


v o n D e n e n , d i e s i c h a u f G e d a n k e n stützen, u n d G e d a n k e n s i n d "
— wer hat d a s nicht längst gemerkt — - „ d a s H e i l i g e " , ( p . 9 7 ) .
( S t i r n e r h a t sich v o r d e m V o r w u r f , a l s m a c h e e r i n s e i n e m g a n z e n
s Buch nur „Gedanken", d. h. „das Heilige", dadurch zu bewahren
gesucht, d a ß er d a r i n wirklich nirgendwo G e d a n k e n macht. Al-
l e r d i n g s s c h r e i b t e r sich b e i W i g a n d „ V i r t u o s i t ä t i m D e n k e n " ,
d. h. nach ihm in der Fabrikation „des Heiligen" zu — und d a s
l e t z t e r e w i r d i h m k o n z e d i e r t ) . — „ H i e r a r c h i e ist O b e r h e r r -
w l i c h k e i t d e s G e i s t e s " . P . 467. — „Jene m i t t e l a l t r i g e
H i e r a r c h i e w a r n u r eine schwächliche H i e r a r c h i e gewesen, da sie
alle mögliche B a r b a r e i des Profanen unbezwungen neben sich
hergehen lassen m u ß t e " („woher n u r Stirner das alles weiß, w a s
d i e H i e r a r c h i e m u ß t e " , w i r d sich g l e i c h f i n d e n ) , „ u n d e r s t d i e R e -
15 formation stählte die Kraft der H i e r a r c h i e " p. 1 1 0 . „ S t i r n e r "
m e i n t n ä m l i c h , „ d i e G e i s t e r h e r r s c h a f t sei n i e z u v o r s o u m f a s s e n d
und allmächtig gewesen" als nach d e r Reformation ; er meint, d a ß
diese Geisterherrschaft, „statt das religiöse Prinzip von Kunst,
Staat u n d Wissenschaft loszureißen, vielmehr diese ganz aus d e r
2o Wirklichkeit in d a s Reich des Geistes e r h o b , u n d religiös m a c h t e " .
I n d i e s e r A u f f a s s u n g d e r n e u e r e n G e s c h i c h t e ist n u r w i e d e r d i e
alte Illusion der spekulativen Philosophie über d i e Herrschaft des
G e i s t e s i n d e r G e s c h i c h t e b r e i t g e t r e t e n . J a , d i e s e S t e l l e zeigt so-
gar, wie der gläubige Jacques le bonhomme /19b[18b]/ fortwäh-
2 5 r e n d d i e i h m v o n H e g e l ü b e r k o m m e n e , f ü r i h n t r a d i t i o n e l l ge-
wordene Weltanschauung für die W i r k l i c h e W e l t auf Treu
u n d G l a u b e n a n n i m m t . u n d n u n von d i e s e m B o d e n a u s „ m a c h i -
n i e r t " . W a s i n dieser Stelle „ e i g e n " u n d „ e i n z i g " erscheinen
k ö n n t e , ist d i e A u f f a s s u n g d i e s e r G e i s t e s h e r r s c h a f t a l s H i e r -
ae a r c h i e — u n d hier wollen wir w i e d e r u m eine kurze „geschicht-
liche Reflexion" über d e n Ursprung der Stirnerschen „Hier-
archie" „einlegen".
H e g e l s p r i c h t sich i n f o l g e n d e n „ W a n d l u n g e n " ü b e r d i e P h i -
losophie der Hierarchie a u s : „ W i r haben bei Plato in seiner Re-
35 publik die Idee gesehen, d a ß die Philosophen regieren sollen;
j e t z t " ( i m k a t h o l i s c h e n M i t t e l a l t e r ) „ i s t d i e Zeit, w o e s a u s g e -
sprochen wird, d a ß d a s G e i s t i g e h e r r s c h e n s o l l e ; aber
d a s Geistige hat den Sinn erhalten, d a ß d a s G e i s t l i c h e , d i e
G e i s t l i c h e n h e r r s c h e n s o l l e n . D a s G e i s t i g e ist s o z u r beson-
4o d e m Gestalt, zum I n d i v i d u u m gemacht". (Gesch. d. P h i l . I I I ,
p . 1 3 2 ) . — „ D i e W i r k l i c h k e i t , d a s I r d i s c h e ist d a m i t g o t t -
verlassen einzelne wenige Individuen sind h e i l i g , die
A n d e r n u η h e i 1 i g . " ( 1 . c. p. 1 3 6 ) . D i e „ G o t t v e r l a s s e n h e i t " w i r d
n ä h e r so b e s t i m m t : „ A l l e diese Formen',' ( F a m i l i e , Arbeit, Staats-
* 5 l e b e n etc.) „ g e l t e n a l s n i c h t i g e , u n h e i l i g e " . ( P h i l . d . R e l . I I ,
156 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

p . 3 4 3 ) . — „ E s ist e i n e V e r e i n i g u n g m i t d e r W e l t l i c h k e i t , d i e u n -
v e r s ö h n t ist, d i e W e l t l i c h k e i t r o h i n s i c h " ( w o f ü r H e g e l
sonst a u c h d a s W o r t B a r b a r e i b r a u c h t , v e r g l . z . B . G e s c h . d . P h i l .
I I I , p . 1 3 6 ) , „ u n d d i e a l s r o h i n sich n u r b e h e r r s c h t w i r d " .
(Phil. d. Rel. II, p. 3 4 2 , 3 4 3 ) . — „Diese Herrschaft" (die Hier- 5

a r c h i e d e r k a t h o l i s c h e n K i r c h e ) „ i s t a l s o , o b g l e i c h sie H e r r s c h a f t
des Geistigen sein soll, eine Herrschaft d e r Leidenschaft". (Gesch.
d. Phil. III, p. 1 3 4 ) . — „Die w a h r h a f t e H e r r s c h a f t d e s
G e i s t e s k a n n a b e r n i c h t H e r r s c h a f t d e s Geistes i n d e m S i n n e sein,
d a ß d a s Gegenüberstehende ein Unterworfenes ist". (1. c. p. 1 3 1 ) . io
„ D e r r e c h t e S i n n ist, d a ß d a s G e i s t i g e a l s s o l c h e s "
( n a c h „ S t i r n e r " „ d a s H e i l i g e " ) „ d a s B e s t i m m e n d e sein soll,
w a s b i s a u f u n s e r e Z e i t e n g e g a n g e n i s t : S o sehen w i r
i n der f r a n z ö s i s c h e n R e v o l u t i o n " (was „Stirner" Hegel
nachsieht), „daß d e r a b s t r a k t e G e d a n k e h e r r s c h e n π
s o l l ; n a c h i h m sollen Staatsverfassungen u n d Gesetze bestimmt
w e r d e n , e r soll d a s B a n d u n t e r d e n M e n s c h e n a u s m a c h e n , u n d d a s
B e w u ß t s e i n d e r M e n s c h e n / [ 1 8 c ] / soll s e i n , d a ß d a s , w a s u n -
t e r i h n e n g i l t , a b s t r a k t e G e d a n k e n s i n d , Freiheit
und Gleichheit etc." (Gesch. d. Phil. I I I , p. 1 3 2 ) . D i e w a h r e 20
Herrschaft des Geistes im Gegensatz zu ihrer u n v o l l k o m m e n e n
F o r m i n d e r k a t h o l i s c h e n H i e r a r c h i e , w i e sie d u r c h d e n P r o t e s t a n -
tismus herbeigeführt wird, wird weiter dahin bestimmt, d a ß „das
W e l t l i c h e i n s i c h v e r g e i s t i g t w i r d " . (Gesch. d . Phil.
I I I , p . 1 8 5 ) . „ D a ß d a s Göttliche sich i m F e l d e d e r Wirklichkeit 2 5
realisiert" (also die katholische Gottverlassenheit d e r Wirklich-
keit aufhört — Phil. d. Rel. II, p. 3 4 3 ) ; d a ß der „ W i d e r s p r u c h "
zwischen Heiligkeit u n d Weltlichkeit „sich auflöst in d e r S i t t -
l i c h k e i t " (Phil. d . Rel. II, p . 3 4 3 ) ; d a ß „ d i e I n s t i t u t i o -
n e n d e r S i t t l i c h k e i t " (Ehe, Familie, Staat, Selbsterwerb 3 0
etc.) „ g ö t t l i c h e , h e i l i g e " sind. (Phil. d . Rel. I I , p . 3 4 4 ) .
D i e s e w a h r e H e r r s c h a f t d e s Geistes s p r i c h t H e g e l i n zwei F o r m e n
aus: „ S t a a t , R e g i e r u n g , R e c h t , E i g e n t u m , b ü r g e r -
l i c h e O r d n u n g " ( u n d w i e w i r a u s a n d e r n W e r k e n von i h m
w i s s e n , a u c h K u n s t , W i s s e n s c h a f t e t c ) , „ a l l e s d i e s ist d a s R e l i - 3 5
gi δ s e h e r a u s g e t r e t e n in d i e Form» d e r E n d l i c h k e i t " . ( G e s c h .
d . P h . I I I , p . 1 8 5 ) . U n d d i e s e H e r r s c h a f t d e s R e l i g i ö s e n , Geisti-
g e n etc. w i r d e n d l i c h a u s g e s p r o c h e n a l s d i e H e r r s c h a f t d e r P h i l o -
s o p h i e : „ D a s B e w u ß t s e i n d e s G e i s t i g e n ist j e t z t " ( i m a c h t z e h n t e n
Jahrhundert) „wesentlich das Fundament, und d i e H e r r - «
schaft ist d a d u r c h der Philosophie geworden".
( P h i l . d . Gesch. p . 4 4 0 ) .
H e g e l schiebt a l s o d e r k a t h o l i s c h e n H i e r a r c h i e d e s M i t t e l a l t e r s
d i e A b s i c h t u n t e r , a l s h ä t t e sie „ d i e H e r r s c h a f t d e s G e i s t e s s e i n "
w o l l e n , u n d f a ß t sie d e m n ä c h s t a l s e i n e b e s c h r ä n k t e , u n v o l l k o m - «
Π Ι . Sankt Max 157

mené F o r m dieser Geistesherrschaft, deren Vollendung er im Pro-


t e s t a n t i s m u s u n d d e s s e n a n g e b l i c h e r A u s b i l d u n g sieht. S o u n -
h i s t o r i s c h d i e s ist, s o ist e r d o c h n o c h h i s t o r i s c h g e n u g , u m d e n
N a m e n d e r H i e r a r c h i e nicht ü b e r d a s M i t t e l a l t e r h i n a u s a u s z u -
s dehnen. Sankt M a x weiß aber aus eben demselben Hegel, d a ß die
s p ä t e r e E p o c h e d i e „ W a h r h e i t " d e r f r ü h e r e n ist, a l s o d i e E p o c h e
d e r v o l l k o m m e n e n H e r r s c h a f t d e s Geistes d i e W a h r h e i t d e r
E p o c h e , i n w e l c h e r d e r Geist n u r n o c h u n v o l l k o m m e n h e r r s c h t e ,
d a ß /20[19]/ also der Protestantismus die W a h r h e i t d e r Hier-
i o a r c h i e , also d i e w a h r e H i e r a r c h i e ist. D a a b e r n u r d i e
w a h r e H i e r a r c h i e d e n N a m e n d e r H i e r a r c h i e v e r d i e n t , s o ist e s
k l a r , d a ß d i e H i e r a r c h i e d e s M i t t e l a l t e r s e i n e „ s c h w ä c h l i c h e " sein
m u ß t e , w a s i h m u m s o l e i c h t e r z u b e w e i s e n w i r d , als i n d e n o b i g e n
u n d h u n d e r t a n d e r n H e g e l s c h e n Stellen d i e U n v o l l k o m m e n h e i t
is der Geistesherrschaft im Mittelalter dargestellt war, was er n u r
abzuschreiben brauchte u n d wobei seine ganze „e i g η e" Tätigkeit
darin bestand, das Wort „Geistesherrschaft" durch „ H i e r a r c h i e "
z u ersetzen. D i e e i n f a c h e S c h l u ß f o l g e , d u r c h w e l c h e sich i h m
d i e G e i s t e s h e r r s c h a f t schlechthin i n d i e H i e r a r c h i e v e r w a n d e l t e ,
20 brauchte er nicht einmal zu machen, n a c h d e m es unter den deut-
schen T h e o r e t i k e r n M o d e g e w o r d e n w a r , d i e W i r k u n g m i t d e m
N a m e n d e r U r s a c h e z u b e l e g e n u n d A l l e s z.B. i n d i e K a t e g o r i e
der Theologie zurückzuwerfen, was aus der Theologie hervor-
gegangen w a r und noch nicht ganz auf d e r H ö h e d e r Prinzipien
25 d i e s e r T h e o r e t i k e r s t a n d — z. B. d i e H e g e i s c h e S p e k u l a t i o n , d e n
S t r a u ß i s c h e n P a n t h e i s m u s p p — ein K u n s t s t ü c k , d a s n a m e n t l i c h
im J a h r e 1 8 4 2 an d e r Tagesordnung war. A u s den obigen Stellen
geht ebenfalls hervor, d a ß Hegel 1) die französische Revolution
als eine neue u n d vollendetere P h a s e dieser Geistesherrschaft faßt,
30 2) in den Philosophen die Weltherrscher des neunzehnten Jahr-
h u n d e r t s sieht, 3 ) b e h a u p t e t , d a ß jetzt n u r a b s t r a k t e G e d a n k e n
u n t e r d e n M e n s c h e n gelten, 4 ) d a ß schon b e i i h m E h e , F a m i l i e ,
S t a a t , S e l b s t e n v e r b , b ü r g e r l i c h e O r d n u n g , E i g e n t u m p p a l s „Gött-
lich u n d Heilig", als „ d a s R e l i g i ö s e " gefaßt werden, u n d
3 5 5 ) d a ß d i e S i t t l i c h k e i t a l s v e r w e l t l i c h t e H e i l i g k e i t o d e r ge-
h e i l i g t e W e l t l i c h k e i t , a l s d i e h ö c h s t e u n d letzte F o r m d e r H e r r -
schaft d e s Geistes ü b e r d i e W e l t d a r g e s t e l l t w i r d — A l l e s D i n g e ,
die wir bei „ S t i r n e r " w ö r t l i c h wiederfinden.
H i e r n a c h w ä r e i n B e z i e h u n g auf d i e S t i r n e r s c h e H i e r a r c h i e
i o g a r nichts m e h r z u s a g e n / 2 0 a [ 1 9 a ] / u n d n a c h z u w e i s e n , a l s w a r u m
S a n k t M a x H e g e l a b g e s c h r i e b e n h a t — ein F a k t u m , z u d e s s e n E r -
klärung aber wieder materielle Fakta notwendig sind, und das
d e s h a l b n u r f ü r d i e j e n i g e n e r k l ä r l i c h ist, d i e d i e B e r l i n e r L u f t
k e n n e n . E i n e a n d r e F r a g e ist, w i e d i e H e g e i s c h e V o r s t e l l u n g v o n d e r
4 5 H e r r s c h a f t d e s Geistes z u S t a n d e k o m m t , u n d h i e r ü b e r s i e h e o b e n .
158 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

Die Adoption der Hegeischen Weltherrschaft der Philosophen


u n d ihre Verwandlung in eine Hierarchie durch Sankt M a x k o m m t
v e r m i t t e l s t d e r gänzlich u n k r i t i s c h e n L e i c h t g l ä u b i g k e i t u n s r e s H e i -
ligen u n d d u r c h eine „ h e i l i g e " oder heillose Unwissenheit zu
S t a n d e , d i e sich d a m i t b e g n ü g t , d i e G e s c h i c h t e z u „ d u r c h s c h a u e n " $
( d . h . d i e H e g e i s c h e n geschichtlichen S a c h e n d u r c h z u s c h a u e n ) ,
ohne von ihr viele „ D i n g e " zu „wissen". Ü b e r h a u p t m ü ß t e er ja
f ü r c h t e n , s o b a l d e r „ l e r n t e " — sich n i c h t m e h r „ a b s c h a f f e n d u n d
auflösend" ( p . 9 6 ) zu verhalten, also in d e r „Geschäftigkeit des
U n g e z i e f e r s " stecken zu b l e i b e n — G r u n d g e n u g , um n i c h t z u r 10
„Abschaffung u n d A u f l ö s u n g " seiner eignen Unwissenheit „wei-
ter zu gehen".
M a c h t m a n , w i e H e g e l , e i n e solche K o n s t r u k t i o n z u m e r s t e n
M a l e f ü r d i e g a n z e Geschichte u n d d i e g e g e n w ä r t i g e W e l t i n i h r e m
g a n z e n U m f a n g e , s o ist d i e s nicht m ö g l i c h o h n e u m f a s s e n d e posi- i s
tive K e n n t n i s s e , o h n e wenigstens stellenweise a u f d i e e m p i r i s c h e
G e s c h i c h t e e i n z u g e h e n , o h n e g r o ß e E n e r g i e u n d T i e f b l i c k . Be-
g n ü g t m a n sich d a g e g e n , e i n e v o r h a n d e n e ü b e r l i e f e r t e K o n s t r u k -
tion zu seinen eignen Zwecken zu exploitieren u n d umzuwandeln,
u n d diese „ e i g e n e " Auffassung a n einzelnen E x e m p e l n ( z . B . 2 0
N e g e r n u n d M o n g o l e n , K a t h o l i k e n u n d P r o t e s t a n t e n , d e r franzö-
sischen R e v o l u t i o n p p ) n a c h z u w e i s e n — u n d d i e s tut u n s e r E i f e -
r e r w i d e r d a s H e i l i g e — s o ist d a z u d u r c h a u s k e i n e K e n n t n i s d e r
Geschichte nötig. Das Resultat dieser ganzen Exploitation wird
notwendig komisch ; am komischsten, wenn a u s d e r Vergangenheit 2s
in die unmittelbarste Gegenwart hinübergesprungen wird, wie wir
d a v o n / 2 0 b [ 1 9 b ] / b e i m „ S p a r r e n " schon E x e m p e l f a n d e n .
W a s n u n d i e w i r k l i c h e H i e r a r c h i e d e s M i t t e l a l t e r s betrifft, s o
bemerken wir hier b l o ß , d a ß diese für das Volk, für die große
M a s s e d e r M e n s c h e n n i c h t existierte. F ü r d i e g r o ß e M a s s e e x i s t i e r t e 3 0
n u r d i e F e u d a l i t ä t , u n d d i e H i e r a r c h i e n u r i n s o f e r n s i e selbst ent-
w e d e r F e u d a l i t ä t o d e r a n t i f e u d a l ( i n n e r h a l b d e r F e u d a l i t ä t ) ist.
D i e F e u d a l i t ä t selbst h a t g a n z e m p i r i s c h e V e r h ä l t n i s s e z u i h r e r
Grundlage. Die Hierarchie und ihre Kämpfe mit der Feudalität
( d i e K ä m p f e d e r I d e o l o g e n e i n e r K l a s s e gegen d i e K l a s s e s e l b s t ) 3 5
s i n d n u r d e r i d e o l o g i s c h e A u s d r u c k d e r F e u d a l i t ä t u n d d e r inner-
h a l b d e r F e u d a l i t ä t selbst sich e n t w i c k e l n d e n K ä m p f e , w o z u a u c h
d i e K ä m p f e d e r f e u d a l i s t i s c h o r g a n i s i e r t e n N a t i o n e n u n t e r sich ge-
h ö r e n . D i e H i e r a r c h i e ist d i e i d e a l e F o r m d e r F e u d a l i t ä t ; d i e
F e u d a l i t ä t — d i e politische F o r m d e r m i t t e l a l t r i g e n P r o d u k t i o n s - 40
und Verkehrsverhältnisse. Aus der Darstellung dieser praktischen,
m a t e r i e l l e n V e r h ä l t n i s s e ist also a l l e i n d e r K a m p f d e r F e u d a l i t ä t
g e g e n d i e H i e r a r c h i e z u e r k l ä r e n ; m i t d i e s e r D a r s t e l l u n g h ö r t von
selbst d i e b i s h e r i g e G e s c h i c h t s a u f f a s s u n g auf, d i e d i e I l l u s i o n e n
d e s M i t t e l a l t e r s auf T r e u u n d G l a u b e n a n n a h m , — n a m e n t l i c h «
III. Sankt Max 159

d i e I l l u s i o n e n , d i e K a i s e r u n d P a p s t i n i h r e m K a m p f e g e g e n ein-
a n d e r geltend machen.
Da Sankt M a x n u r Hegels Abstraktionen über Mittelalter und
Hierarchie auf „pomphafte Worte und armselige G e d a n k e n " re-
s d u z i e r t , ist k e i n e V e r a n l a s s u n g g e g e b e n , a u f d i e w i r k l i c h e , ge-
schichtliche H i e r a r c h i e weiter einzugehen.
A u s d e m O b i g e n geht schon h e r v o r , d a ß m a n d a s K u n s t s t ü c k
a u c h u m d r e h e n u n d d e n K a t h o l i z i s m u s n i c h t n u r a l s V o r s t u f e , son-
dern auch als Verneinung der wahren H i e r a r c h i e fassen k a n n ; so
10 ist also K a t h o l i z i s m u s = N e g a t i o n d e s Geistes, U n g e i s t , S i n n l i c h -
keit, und hierbei k o m m t dann d e r g r o ß e Satz unsres Jacques le
bonhomme heraus, daß d i e j e s u i t e n „Uns vor dem V e r k o m -
m e n und Untergang d e r Sinnlichkeit gerettet h a b e n " , ( p . 1 1 8 ) .
W a s aus „ U n s " geworden wäre, wenn /20c[19c]/ der „ U n t e r g a n g "
is der Sinnlichkeit zu Stande gekommen, erfahren w i r nicht. Die
ganz[e] m a t e r i e l l e B e w e g u n g seit d e m sechszehnten J a h r h u n d e r t ,
die „ U n s " nicht vor d e m „ V e r k o m m e n " der Sinnlichkeit rettete,
sondern im Gegenteil die „Sinnlichkeit" viel weiter ausbildete,
existiert f ü r „ S t i r n e r " nicht — e s s i n d d i e J e s u i t e n , d i e A l l e s d a s
so zu Stande gebracht haben. Man vergleiche übrigens Hegels Phil,
d. Gesch. p. 4 2 5 .
I n d e m Sankt M a x die alte Pfaffenherrschaft in die n e u e r e Zeit
ü b e r t r ä g t , h a t er d a m i t d i e n e u e r e Zeit a l s „d a s P f a f f e η t u m"
a u f g e f a ß t ; u n d i n d e m e r d i e s e i n d i e n e u e r e Zeit ü b e r t r a g e n e
25 Pfaffenherrschaft wieder in ihrem Unterschiede von d e r alten
m i t t e l a l t e r l i c h e n P f a f f e n h e r r s c h a f t f a ß t , stellt e r sie a l s H e r r s c h a f t
d e r Ideologen, als „ d a s S c h u l m e i s t e r t u m " d a r . S o ist also
Pfaffentum = Hierarchie als Geistesherrschaft, Schulmeistertum
= Geistesherrschaft als Hierarchie.
3o D i e s e n e i n f a c h e n Ü b e r g a n g auf d a s P f a f f e n t u m , d e r g a r k e i n
Ü b e r g a n g ist, b r i n g t „ S t i r n e r " i n d r e i s c h w e r e n W a n d l u n g e n
f e r t i g . Z u m e r s t e n „ h a t " e r d e n „Begriff d e s P f a f f e n t u m s " i n
Jedem, „der für eine g r o ß e Idee, eine gute S a c h e " (noch i m m e r
die Gute S a c h e ! ) , „eine Lehre pp lebt". — Z u m Zweiten „ s t ö ß t "
35 Stirner in seiner Welt des W a h n s auf „ d e n uralten W a h n d e r
Welt, die des Pfaffentums noch nicht entraten gelernt h a t " , näm-
lich „ f ü r e i n e I d e e z u l e b e n u n d z u schaffen p p " . — Z u m D r i t -
ten „ i s t d i e s d i e H e r r s c h a f t d e r I d e e o d e r d a s P f a f f e n t u m " , n ä m -
lich „ R o b e s p i e r r e z . B . " ( z u m B e i s p i e l ! ) , „ S t . J u s t u s w . " ( u n d s o
4o weiter!) „waren durch und durch Pfaffen" pp. Alle drei Wand-
lungen, in denen d a s Pfaffentum „entdeckt", „ a u f g e s t o ß e n " u n d
„ b e r u f e n " wird (alle p. 1 0 0 ) , drücken also weiter Nichts aus,
a l s w a s S a n k t M a x u n s b e r e i t s f r ü h e r schon w i e d e r h o l t g e s a g t h a t ,
n ä m l i c h d i e H e r r s c h a f t d e s Geistes, d e r I d e e , d e s H e i l i g e n ü b e r
45 d a s „ L e b e n " ( i b i d . ) . — N a c h d e m so der Geschich-/21[20]/te die
160 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

„Herrschaft der Idee oder das Pfaffentum" einmal untergescho-


b e n ist, k a n n S a n k t M a x n a t ü r l i c h o h n e S c h w i e r i g k e i t i n d e r g a n -
zen bisherigen Geschichte „ d a s Pfaffentum" wiederfinden, u n d so
„ R o b e s p i e r r e z . B . , St. J u s t u s w . " a l s Pfaffen d a r s t e l l e n u n d m i t
I n n o c e n z I I I . u n d G r e g o r V I I . identifizieren, w o s o m i t a l l e E i n z i g - s
keit vor d e m Einzigen veischwindet. Sie sind j a A l l e eigentlich
n u r verschiedene N a m e n , verschiedene Verkleidungen e i n e r
Person, „ d e s " Pfaffentums, das die ganze Geschichte vom An-
fang des Christentums an gemacht hat. Wie m a n in dieser Art der
Geschichtsauffassung „alle Kühe grau macht", indem m a n alle 10
h i s t o r i s c h e n U n t e r s c h i e d e „ a u f h e b t " u n d i n „ d e n Begriff d e s
Pfaffentums" „ a u f l ö s t " , d a v o n gibt u n s d e r heilige M a x sogleich
e i n s c h l a g e n d e s B e i s p i e l a n „ R o b e s p i e r r e z . B . , St. J u s t u s w . " .
H i e r w i r d u n s zuerst Robespierre als „ B e i s p i e l " von Saint Just,
u n d S a i n t J u s t a l s „ u n d s o w e i t e r " v o n R o b e s p i e r r e a n g e f ü h r t . So- i s
d a n n h e i ß t e s : „ D i e s e n V e r t r e t e r n h e i l i g e r I n t e r e s s e n steht e i n e
Welt zahlloser „persönlicher", profaner Interessen gegenüber".
W e r stand ihnen gegenüber? Die Girondins und Thermidoriens,
die ihnen, den wirklichen Repräsentanten d e r revolutionären
Force — d. h. der n u r wirklich revolutionären Klasse, der „zahl- 20
l o s e n " Masse — gegenüber beständig (siehe Mémoires de R. Le-
vasseur „z. B . " , „usw.", „d. h . " Nougaret, Hist, des prisons —
B a r r è r e — D e u x a m i s de la liberté (et du c o m m e r c e ) — Mont-
g a i l l a r d , hist, de F r a n c e — M m e R o l a n d , A p p e l à la postérité
— M é m o i r e s d e J . B . L o u v e t — u n d selbst d i e e k e l h a f t e n E s s a i s
h i s t o r i q u e s p a r B e a u l i e u p p p , sowie s ä m t l i c h e V e r h a n d l u n g e n v o r
d e m Revolutionstribunal „ u s w . " ) , die Verletzung der „heiligen
Interessen", d e r Konstitution, Freiheit, Gleichheit, Menschen-
rechte, Republikanismus, Recht, sainte propriété, „z. Β . " T e i l u n g
d e r G e w a l t e n , M e n s c h l i c h k e i t , S i t t l i c h k e i t , M ä ß i g u n g „ u s w . " vor- s o
w a r f e n . I h n e n s t a n d e n g e g e n ü b e r a l l e P f a f f e n , d i e sie d e r
Verletzung sämtlicher Haupt- und Nebenstücke des religiösen und
moralischen Katechismus anklagten (siehe „z. B . " Histoire du
clergé d e F r a n c e p e n d a n t l a révolution p a r / 2 1 a [ 2 0 a ] / M . R.,
P a r i s , l i b r a i r e c a t h o l i q u e 1 8 2 8 „ u s w . " ) . D i e h i s t o r i s c h e Glosse s s
des Bürgers, d a ß während des règne de la terreur „Robespierre
z . B . , St. J u s t u s w . " d e n h o n n ê t e s g e n s ( s i e h e d i e u n z ä h l i g e n
Schriften des einfältigen H e r r n P e l t i e r , „z. B . " Conspiration
d e Robespierre, par M o n t j o i e „usw.") die Köpfe abschlugen,
drückt der heilige M a x in folgender W a n d l u n g a u s : „Weil die M
r e v o l u t i o n ä r e n Pfaffen o d e r S c h u l m e i s t e r d e m M e n s c h e n d i e n t e n ,
d a r u m s c h n i t t e n sie d e n M e n s c h e n d i e H ä l s e a b " . H i e r m i t ist
Sankt Max natürlich d e r Mühe überhoben, über die wirklieben,
empirischen, a u f . h ö c h s t profanen Interessen, freilich nicht der
Agiotörs, sondern der „zahllosen" Masse basierten Gründe des «
III. Sankt Max 161

Kopfabschlagens auch nur ein „einziges" Wörtlein zu verlieren.


E i n früherer „Pfaffe", S p i n o z a , hatte bereits i m siebzehnten
Jahrhundert die Unverschämtheit, „ein Zuchtmeister" auf Sankt
M a x z u sein, i n d e m e r s a g t e : „ D i e I g n o r a n z ist k e i n A r g u m e n t " .
s D a f ü r h a ß t d e r h e i l i g e M a x a u c h d e n Pfaffen S p i n o z a s o s e h r ,
d a ß e r s e i n e n A n t i p f a f f e n , d e n Pfaffen L e i b n i z a k z e p t i e r t u n d
für alle dergleichen wundersame Phänomene, wie d e r Terroris-
mus „z. B.", das Kopfabschlagen „usw." einen „zureichenden
G r u n d " produziert, n ä m l i c h d a ß „ d i e geistlichen Menschen sich
1 0 s o e t w a s i n d e n K o p f gesetzt h a b e n . " ( p . 9 8 ) .
D e r s e l i g e M a x , d e r f ü r A l l e s d e n z u r e i c h e n d e n G r u n d gefun-
den hat ( „ I c h habe nun den Grund gefunden, an d e m Mein An-
k e r ewig hält", wo anders als in d e r Idee „z. B . " dem „Pfaffentum"
„usw." von „Robespierre z. B., Saint Just usw.", George Sand,
is Proudhon, die Berliner keusche Nähterin p p ) „verdenkt es der
B ü r g e r k l a s s e n i c h t , d a ß sie b e i i h r e m E g o i s m u s a n f r a g t e , w i e
w e i t sie der r e v o l u t i o n ä r e n I d e e R a u m g e b e n d ü r f e " . F ü r S a n k t
M a x ist „ d i e r e v o l u t i o n ä r e I d e e " d e r h a b i t s b l e u s u n d h o n n ê t e s
gens von 1 7 8 9 dieselbe „ I d e e " , wie die d e r sansculottes von 1 7 9 3 ,
2 o d i e s e l b e I d e e , w o r ü b e r b e r a t e n w i r d , o b i h r „ R a u m z u ge-
b e n " sei — w o r ü b e r k e i n e r „ I d e e " w e i t e r „ R a u m g e g e b e n " wer-
den kann.
W i r k o m m e n jetzt a u f d i e g e g e n w ä r t i g e H i e r a r c h i e , d i e H e r r -
schaft d e r I d e e i m / 2 1 b [ 2 0 b ] / g e w ö h n l i c h e n L e b e n . D e r g a n z e
2 5 zweite T e i l „ d e s B u c h s " w i r d v o n d e m K a m p f e g e g e n d i e s e „ H i e r -
a r c h i e " a u s g e f ü l l t . W i r g e h e n a l s o e r s t i n d i e s e m zweiten T e i l
a u f sie e i n . D a i n d e s S a n k t M a x g e r a d e w i e b e i m „ S p a r r e n " s c h o n
hier seine Ideen vorläufig genießt, und im A n f a n g e d a s Spätere
wiederholt, wie im Späteren den Anfang, sind wir gezwungen,
s o schon jetzt e i n i g e E x e m p e l s e i n e r H i e r a r c h i e z u k o n s t a t i e r e n .
S e i n e M e t h o d e d e s B u c h m a c h e n s ist d e r e i n z i g e „ E g o i s m u s " , d e r
sich i m g a n z e n B u c h e vorfindet. S e i n S e l b s t g e n u ß u n d d e r G e n u ß
des Lesers stehen in u m g e k e h r t e m Verhältnis.
W e i l d i e B ü r g e r L i e b e z u i h r e m R e i c h , i h r e m R e g i m e ver-
S Ö l a n g e n , w o l l e n sie n a c h J a c q u e s l e b o n h o m m e e i n „ R e i c h d e r L i e b e
a u f E r d e n g r ü n d e n " ( p . 9 8 ) . W e i l sie R e s p e k t v o r i h r e r H e r r -
schaft u n d d e n V e r h ä l t n i s s e n i h r e r H e r r s c h a f t f o r d e r n , a l s o d i e
Herrschaft über den Respekt usurpieren wollen, verlangen sie
nach demselben Biedermann die Herrschaft d e s Respekts
ω s c h l e c h t h i n , v e r h a l t e n sie sich z u m R e s p e k t a l s z u m h e i l i g e n Geist,
d e r i n i h n e n l e b t ( p . 9 5 ) . D i e v e r d r e h t e F o r m , w o r i n d i e schein­
heilige und heuchlerische Ideologie d e r Bourgeois ihre aparten
Interessen als allgemeine Interessen ausspricht, wird von d e m
B e r g e v e r s e t z e n d e n G l a u b e n u n s r e s J a c q u e s l e b o n h o m m e a l s wirk-
is liehe, p r o f a n e G r u n d l a g e d e r bürgerlichen Welt akzeptiert. W a r u m
Marx F.ngels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 11
162 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

diese ideologische Täuschung bei unserm Heiligen gerade diese


F o r m annimmt, werden wir beim „politischenLiberalismus" sehen.
E i n n e u e s B e i s p i e l gibt u n s S a n k t M a x p . 1 1 5 i n d e r F a m i l i e .
E r e r k l ä r t , m a n k ö n n e sich z w a r s e h r l e i c h t v o n d e r H e r r s c h a f t
seiner eigenen Familie emanzipieren, aber „ d e r aufgekündigte 5
G e h o r s a m f ä h r t E i n e m l e i c h t ins G e w i s s e n ' ' , u n d s o h ä l t m a n d i e
F a m i l i e n l i e b e , d e n F a m i l i e n b e g r i f f fest, m a n h a t a l s o d e n „ h e i l i -
gen Familienbegriff", „ d a s H e i l i g e " ( p . 1 1 6 ) . — D e r gute J u n g e
sieht h i e r w i e d e r d i e H e r r s c h a f t d e s H e i l i g e n , w o g a n z e m p i r i s c h e
V e r h ä l t n i s s e h e r r s c h e n . D e r B o u r g e o i s v e r h ä l t sich z u d e n I n s t i - 1 0
t u t i o n e n seines R é g i m e s , w i e d e r J u d e z u m G e s e t z ; e r u m g e h t s i e ,
s o oft e s t u n l i c h ist i n j e d e m e i n z e l n e n F a l l , a b e r e r w i l l , d a ß a l l e
A n d e r n sie h a l t e n s o l l e n . / 2 1 c [ 2 0 c ] / W e n n s ä m t l i c h e B o u r g e o i s i n
Masse u n d auf E i n m a l die Institutionen der Bourgeoisie umgin-
gen, so w ü r d e n sie aufhören, Bourgeois zu sein — ein Verhalten, is
das ihnen natürlich nicht einfällt, und keineswegs von ihrem Wol-
len oder Laufen abhängt. D e r liederliche Bourgeois umgeht die
Ehe und begeht heimlichen Ehebruch; der K a u f m a n n umgeht die
Institution des Eigentums, indem er A n d r e durch Spekulation,
Bankerott pp um ihr Eigentum bringt — der junge Bourgeois 20
m a c h t sich von s e i n e r e i g n e n F a m i l i e u n a b h ä n g i g , w e n n e r k a n n ,
löst f ü r s i c h d i e F a m i l i e p r a k t i s c h a u f ; a b e r d i e E h e , d a s E i g e n -
tum, die F a m i l i e bleiben theoretisch unangetastet, weil sie prak-
tisch die G r u n d l a g e n sind, auf denen die Bourgeoisie ihre Herr-
schaft e r r i c h t e t h a t , w e i l s i e i n i h r e r B o u r g e o i s f o r m d i e B e d i n - 2 5
gungen sind, die den Bourgeois zum Bourgeois machen, gerade
w i e d a s stets u m g a n g e n e Gesetz d e n r e l i g i ö s e n J u d e n z u m r e l i -
giösen J u d e n macht. Dieses Verhältnis des Bourgeois zu seinen
Existenzbedingungen erhält eine seiner allgemeinen Formen in
d e r b ü r g e r l i c h e n M o r a l i t ä t . E s ist ü b e r h a u p t n i c h t v o n „ d e r " F a - 3 0
milie zu sprechen. Die Bourgeoisie gibt historisch d e r F a m i l i e
den Charakter d e r bürgerlichen Familie, worin d i e Langweile
u n d d a s G e l d d a s B i n d e n d e ist, u n d z u w e l c h e r a u c h d i e b ü r g e r -
l i c h e A u f l ö s u n g d e r F a m i l i e g e h ö r t , b e i d e r d i e F a m i l i e selbst
stets f o r t e x i s t i e r t . I h r e r s c h m u t z i g e n E x i s t e n z e n t s p r i c h t d e r h e i - 3 5
l i g e Begriff i n offiziellen R e d e n s a r t e n u n d i n d e r a l l g e m e i n e n
H e u e h e l e i . W o d i e F a m i l i e w i r k l i c h a u f g e l ö s t ist, w i e i m P r o -
l e t a r i a t , findet g r a d e d a s G e g e n t e i l v o n d e m Statt, w a s „ S t i r n e r "
meint. Dort existiert der Familienbegriff d u r c h a u s nicht, wäh-
r e n d s t e l l e n w e i s e a l l e r d i n g s F a m i l i e n z u n e i g u n g , gestützt a u f *o
höchst reale Verhältnisse, gefunden wird. Im achtzehnten Jahr-
h u n d e r t w u r d e d e r F a m i l i e n b e g r i f f von d e n P h i l o s o p h e n a u f g e -
löst, w e i l d i e w i r k l i c h e F a m i l i e a u f d e n h ö c h s t e n S p i t z e n d e r Zivili-
s a t i o n b e r e i t s i n d e r A u f l ö s u n g begriffen w a r . A u f g e l ö s t w a r d a s
innere Band der F a m i l i e , die einzelnen Teile, aus denen der Fa- ts
Π Ι . Sankt Max 163

m i l i e n b e g r i f f k o m p o n i e r t ist, ζ . Β . G e h o r s a m , P i e t ä t , e h e l i - / 2 2 -
[21]/che T r e u e p p ; a b e r d e r w i r k l i c h e K ö r p e r d e r F a m i l i e , V e r -
mögensverhältnis, ausschließliches Verhältnis gegen a n d r e F a m i -
lien, gezwungenes Zusammenleben, die Verhältnisse, d i e schon
s d u r c h d i e E x i s t e n z d e r K i n d e r , d e n B a u d e r j e t z i g e n S t ä d t e , Bil-
d u n g d e s K a p i t a l s p p , g e g e b e n w a r e n , b l i e b e n , w e n n a u c h viel-
f a c h gestört, w e i l d a s D a s e i n d e r F a m i l i e d u r c h i h r e n Z u s a m m e n -
hang mit d e r vom Willen der bürgerlichen Gesellschaft unab-
h ä n g i g e n P r o d u k t i o n s w e i s e n ö t i g g e m a c h t ist. A m f r a p p a n t e s t e n
i o zeigt sich d i e s e U n e n t b e h r l i c h k e i t i n d e r f r a n z ö s i s c h e n R e v o l u t i o n ,
w o d i e F a m i l i e f ü r e i n e n A u g e n b l i c k gesetzlich s o g u t a l s a u f g e h o -
ben war. Die Familie existiert sogar im neunzehnten J a h r h u n d e r t
n o c h fort, n u r d a ß d i e T ä t i g k e i t d e r A u f l ö s u n g n i c h t d e s Begriffs
wegen, sondern wegen entwickelterer Industrie und Konkurrenz
i s a l l g e m e i n e r g e w o r d e n i s t ; sie e x i s t i e r t n o c h i m m e r , t r o t z d e m d a ß
ihre Auflösung längst von französischen u n d englischen Sozialisten
proklamiert u n d vermittelst französischer R o m a n e endlich auch
z u d e n d e u t s c h e n K i r c h e n v ä t e r n g e d r u n g e n ist.
N o c h e i n B e i s p i e l von d e r H e r r s c h a f t d e r I d e e i m g e w ö h n l i c h e n
20 Leben. Weil die Schulmeister über ihren geringen Sold mit d e r
Heiligkeit d e r Sache, d e r sie dienen, vertröstet werden mögen
(was b l o ß in Deutschland vorfallen k a n n ) , glaubt J a c q u e s le bon-
h o m m e w i r k l i c h , d i e s e R e d e n s a r t sei d i e U r s a c h e i h r e r n i e d r i g e n
Besoldung (p. 1 0 0 ) . Er glaubt, d a ß „ d a s H e i l i g e " in der heutigen
25 bürgerlichen Welt einen wirklichen Geldwert habe, er glaubt, d a ß
die dürftigen Ressourcen des preußischen Staats, worüber u. A.
B r o w n i n g z u v e r g l e i c h e n , sich d u r c h d i e A b s c h a f f u n g „ d e s H e i l i -
g e n " so sehr vergrößern würden, d a ß jeder Dorfschulmeister
plötzlich w i e e i n M i n i s t e r s a l a r i e r t w e r d e n k ö n n t e .
30 D i e s ist d i e H i e r a r c h i e d e s U n s i n n s .
D e r „Schlußstein des erhabnen D o m w e r k e s " , wie der große
M i c h e l e t sagt, d e r H i e - / 2 2 a [ 2 1 a ] / r a r c h i e ist „ m i t u n t e r " d i e T a t
von „ M a n " . — „ M a n teilt m i t u n t e r d i e M e n s c h e n i n zwei
Klassen, in Gebildete u n d U n g e b i l d e t e " . ( M a n teilt mitunter die
35 Affen in zwei K l a s s e n , in G e s c h w ä n z t e u n d U n g e s c h w ä n z t e ) . „ D i e
E r s t e r e n b e s c h ä f t i g t e n sich, s o w e i t sie i h r e s N a m e n s w ü r d i g
waren, mit Gedanken, mit d e m Geiste". Sie „ w a r e n in d e r nach-
c h r i s t l i c h e n Zeit d i e H e r r s c h e n d e n u n d f o r d e r t e n f ü r i h r e G e d a n -
ken Respekt". Die Ungebildeten (Tier, Kind, Neger) sind
40 „schwach" gegen die Gedanken und „werden von ihnen beherrscht.
D i e s ist d e r S i n n d e r H i e r a r c h i e " .
Die Jebildeten (Jüngling, Mongole, N e u e r ) sind also wieder
n u r mit „d e m Geist", d e m reinen Gedanken pp beschäftigt, Meta-
p h y s i k e r v o n P r o f e s s i o n , i n letzter I n s t a n z H e g e l i a n e r . „ D a h e r "
4 5 sind d i e U n j e b i l d e t e n d i e N i c h t h e g e l i a n e r . H e g e l w a r o h n e Zwei-
11·
164 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

fei d e r a l l e r j e b i l d e t s t e H e g e l i a n e r u n d d a r u m m u ß a u c h b e i i h m
„ a n den T a g kommen, welche Sehnsucht gerade der Gebildetste
nach den Dingen hat". Nämlich der Jebildete und Unjebildete
stoßen auch in einander aneinander, und zwar in jedem Menschen
s t ö ß t d e r U n j e b i l d e t e auf d e n J e b i l d e t e n . D a n u n b e i H e g e l d i e s
größte Sehnsucht nach den Dingen, also nach dem, was des Un-
j e b i l d e t e n ist, a n d e n T a g k o m m t , s o k o m m t h i e r e b e n f a l l s a n d e n
T a g , d a ß d e r A l l e r j e b i l d e t s t e zugleich d e r U n j e b i l d e t s t e ist. „ D a "
(bei Hegel) „soll d e m Gedanken ganz und g a r die Wirklichkeit
e n t s p r e c h e n u n d k e i n Begriff o h n e R e a l i t ä t s e i n " . S o l l h e i ß e n : 1 0
D a soll d e n n g a n z u n d g a r d i e g e w ö h n l i c h e V o r s t e l l u n g von d e r
Wirklichkeit ihren philosophischen Ausdruck erhalten, wobei He-
gel sich n u n u m g e k e h r t e i n b i l d e t , d a ß „ m i t h i n " j e d e r p h i l o s o p h i -
sche A u s d r u c k sich d i e i h m e n t s p r e c h e n d e W i r k l i c h k e i t erschaffe.
Jacques le b o n h o m m e n i m m t die Illusion, die Hegel von seiner is
Philosophie hat, für die b a r e Münze der Hegeischen Philosophie.
Die Hegeische Philosophie, die in der Herrschaft der Hege-
l i a n e r ü b e r d i e N i c h t h e g e l i a n e r a l s K r o n e d e r H i e r a r c h i e auftritt,
e r o b e r t n u n d a s letzte W e l t r e i c h . „ H e g e l s / 2 2 b [ 2 1 b ] / S y s t e m —
w a r d i e h ö c h s t e D e s p o t i e u n d A l l e i n h e r r s c h a f t d e s Den- 2 0
kens, die A l l g e w a l t und A l l m a c h t des Geistes." ( p . 9 7 ) .
H i e r geraten wir also in das Geisterreich der Hegeischen Philo-
s o p h i e , d a s von B e r l i n b i s H a l l e u n d T ü b i n g e n g e h t , d a s Geister-
r e i c h , d e s s e n Geschichte H e r r B a y r h o f f e r g e s c h r i e b e n u n d wozu
d i e statistischen N o t i z e n v o n d e m g r o ß e n M i c h e l e t z u s a m m e n g e - 2 5
tragen sind.
D i e V o r b e r e i t u n g z u d i e s e m G e i s t e r r e i c h w a r d i e französische
Revolution, die „ n i c h t s a n d e r s getan hat, als d i e D i n g e
in V o r S t e l l u n g e n v o n d e n D i n g e n verwandelt" (p. 115 —
vergl.obenHegel ü b e r dieRevolutionS. [15611-20] ) . „ S o blieb m a n 30
S t a a t s b ü r g e r " ( d i e s g e h t z w a r b e i „ S t i r n e r " v o r h e r , a b e r „Avas
S t i r n e r sagt, ist n i c h t d a s G e m e i n t e , u n d w a s e r m e i n t , ist u n s a g -
b a r " . Wig. p . 1 4 9 ) und „lebte i n der R e f l e x i o n , m a n hatte
einen Gegenstand, auf den man r e f l e k t i e r t e , vor dem m a n "
( p e r a p p o s . ) „ E h r f u r c h t u n d F u r c h t e m p f a n d " . „ S t i r n e r " sagt 3 5
e i n m a l p . 9 8 : „ D e r W e g z u r H ö l l e ist m i t g u t e n V o r s ä t z e n ge-
pflastert". W i r s a g e n d a g e g e n : D e r W e g z u m E i n z i g e n ist m i t
schlechten N a c h s ä t z e n gepflastert, m i t A p p o s i t i o n e n , d i e s e i n e
d e n C h i n e s e n a b g e b o r g t e „ H i m m e l s l e i t e r " u n d s e i n „ S e i l d e s Ob-
jektiven" ( p . 8 8 ) sind, auf d e m er seine „ F l o h s p r ü n g e " macht. 40
H i e r n a c h w a r e s f ü r „ d i e n e u e r e P h i l o s o p h i e o d e r Z e i t " — seit
d e m H e r e i n b r e c h e n d e s G e i s t e r r e i c h e s i s t j a d i e n e u e r e Zeit
N i c h t s A n d r e s , a l s d i e n e u e r e P h i l o s o p h i e — ein L e i c h t e s , „ d i e
e x i s t i e r e n d e n O b j e k t e i n vorgestellte, d . h . i n Begriffe z u ver-
w a n d e l n " p . 1 1 4 , e i n e A r b e i t , d i e S a n k t M a x w e i t e r fortsetzt. «
Π Ι . Sankt Max 165

W i r haben unsren Ritter von der traurigen Gestalt bereits, „ e h e


d e n n d i e B e r g e w a r e n " , d i e e r n a c h h e r d u r c h s e i n e n G l a u b e n ver­
setzte, b e r e i t s i m A n f a n g e s e i n e s B u c h e s a u f d a s g r o ß e R e s u l t a t
seines „ e r h a b e n e n D o m w e r k e s " mit verhängtem Zügel lostraben
5 s e h e n . S e i n „ G r a u e r " , d i e A p p o s i t i o n , k o n n t e i h m n i c h t r a s c h ge-
n u g s p r i n g e n ; jetzt e n d l i c h , a u f p . 1 1 4 , h a t e r sein Z i e l e r r e i c h t ,
u n d d u r c h ein mächtiges O d e r die n e u e r e Z e i t i n die n e u e r e
P h i l o s o p h i e verwandelt.
H i e r m i t hat die alte (d. h. die alte u n d neue, negerhafte u n d
i o m o n g o l i s c h e , e i g e n t l i c h a b e r n u r d i e v o r s t i r n e r s c h e ) Zeit, „ i h r
letztes A b s e h e n e r r e i c h t " . W i r k ö n n e n jetzt e n t h ü l l e n , w e s h a l b
/22c[21c]/ Sankt M a x seinen ganzen ersten Teil „ D e r M e n s c h "
betitelt, u n d seine ganze Zauber-, Gespenster- u n d Rittergeschichte
für die Geschichte „ d e s M e n s c h e n " ausgegeben hat. Die Ideen
is und Gedanken der Menschen waren natürlich Ideen u n d Gedan-
k e n ü b e r sich u n d i h r e V e r h ä l t n i s s e , i h r B e w u ß t s e i n v o n s i c h ,
von d e n Menschen, d e n n e s w a r ein Bewußtsein nicht n u r d e r
einzelnen Person, sondern d e r einzelnen Person im Zusammen-
h a n g e m i t d e r g a n z e n G e s e l l s c h a f t u n d v o n d e r g a n z e n Gesell-
2 0 schaft, i n d e r sie l e b t e n . D i e v o n i h n e n u n a b h ä n g i g e n B e d i n g u n -
g e n , i n n e r h a l b d e r e n sie i h r L e b e n p r o d u z i e r t e n , d i e d a m i t z u s a m -
menhängenden notwendigen Verkehrsformen, die d a m i t gegebe-
n e n p e r s ö n l i c h e n u n d s o z i a l e n V e r h ä l t n i s s e , m u ß t e n , s o weit s i e i n
Gedanken ausgedrückt wurden, die F o r m von idealen Bedingun-
25 gen u n d notwendigen Verhältnissen a n n e h m e n , d. h. als aus d e m
Begriff d e s M e n s c h e n , d e m m e n s c h l i c h e n W e s e n , d e r N a t u r d e s
Menschen, d e m Menschen hervorgehende Bestimmungen ihren
Ausdruck im Bewußtsein erhalten. W a s die Menschen waren, was
ihre Verhältnisse waren, erschien im Bewußtsein als Vorstellung
so von d e m Menschen, von seinen Daseinsweisen o d e r von seinen
n ä h e r e n B e g r i f f s b e s t i m m u n g e n . N a c h d e m d i e I d e o l o g e n n u n vor-
ausgesetzt h a t t e n , d a ß d i e I d e e n u n d G e d a n k e n d i e b i s h e r i g e Ge-
schichte b e h e r r s c h t e n , d a ß i h r e G e s c h i c h t e a l l e b i s h e r i g e Ge-
schichte sei, n a c h d e m sie sich e i n g e b i l d e t h a t t e n , d i e w i r k l i c h e n
3 5 V e r h ä l t n i s s e h ä t t e n sich n a c h d e m M e n s c h e n u n d s e i n e n i d e a l e n
V e r h ä l t n i s s e n , i d est B e g r i f f s b e s t i m m u n g e n g e r i c h t e t , n a c h d e m sie
ü b e r h a u p t d i e G e s c h i c h t e d e s B e w u ß t s e i n s d e r M e n s c h e n v o n sich
zur G r u n d l a g e ihrer wirklichen Geschichte gemacht hatten, w a r
Nichts leichter, als die Geschichte des Bewußtseins, d e r Ideen, d e s
io Heiligen, d e r fixierten Vorstellungen — Geschichte „ d e s Men-
s c h e n " zu nennen u n d diese der wirklichen Geschichte unterzu-
s c h i e b e n . S a n k t M a x z e i c h n e t sich v o r a l l e n s e i n e n V o r g ä n g e r n
n u r d a d u r c h a u s , d a ß e r von d i e s e n V o r s t e l l u n g e n , selbst i n i h r e r

17 Im Original von d e m Menschen


166 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

willkürlichen Isolierung vom wirklichen Leben, dessen P r o d u k t e


s i e w a r e n , N i c h t s w e i ß u n d seine n i c h t i g e S c h ö p f u n g d a r a u f b e -
schränkt, in seiner Kopie der Hegeischen Ideologie die Unkennt-
n i s selbst d e s s e n , w a s e r k o p i e r t , z u k o n s t a t i e r e n . — S c h o n h i e r a u s
e r g i b t sich, w i e e r s e i n e r P h a n t a s i e von d e r G e s c h i c h t e d e s M e n - 5
schen d i e Geschichte d e s w i r k l i c h e n I n d i v i d u u m s i n d e r F o r m d e s
E i n z i g e n gegenüberstellen kann.
D i e einzige G e s c h i c h t e t r ä g t sich A n f a n g s i n / 2 3 [ 2 2 ] / d e r S t o a
z u A t h e n , s p ä t e r fast g ä n z l i c h i n D e u t s c h l a n d u n d s c h l i e ß l i c h a m
K u p f e r g r a b e n i n B e r l i n zu, w o d e r D e s p o t d e r „ n e u e r e n P h i l o s o - 10
phie oder Zeit" seine Hofburg aufgeschlagen hatte. 'Schon d a r a u s
geht hervor, welch eine ausschließlich nationale u n d lokale Ange-
l e g e n h e i t h i e r v e r h a n d e l t w i r d . Statt d e r W e l t g e s c h i c h t e g i b t d e r
h e i l i g e M a x u n s e i n i g e , n o c h d a z u h ö c h s t d ü r f t i g e u n d schiefe
Glossen ü b e r die Geschichte der d e u t s c h e n Theologie u n d Phi- 15
losophie. W e n n wir einmal zum Schein aus Deutschland heraus-
treten, so geschieht es n u r , um die Taten u n d G e d a n k e n a n d r e r
Völker, z. B. d i e französische Revolution, in Deutschland und
z w a r a m K u p f e r g r a b e n „ i h r letztes A b s e h e n e r r e i c h e n " z u l a s s e n .
N u r d e u t s c h - n a t i o n a l e T a t s a c h e n w e r d e n zitiert, n a c h d e u t s c h - n a - 20
t i o n a l e r W e i s e w e r d e n sie v e r h a n d e l t u n d a u f g e f a ß t , u n d d a s R e -
s u l t a t b l e i b t e i n n a t i o n a l - d e u t s c h e s . A b e r a u c h d a m i t ist e s n i c h t
g e n u g . D i e A u f f a s s u n g u n d B i l d u n g u n s r e s H e i l i g e n ist n i c h t n u r
d e u t s c h , sie ist d u r c h u n d d u r c h B e r l i n i s c h . D i e R o l l e , d i e d e r
Hegeischen Philosophie erteilt wird, ist dieselbe, die sie in Berlin 25
spielt, u n d S t i r n e r v e r w e c h s e l t n u n B e r l i n m i t d e r W e l t u n d i h r e r
G e s c h i c h t e . D e r „ J ü n g l i n g " ist e i n B e r l i n e r , d i e g u t e n B ü r g e r , d i e
uns im ganzen Buche begegnen, sind Berliner Weißbierphilister.
M i t s o l c h e n P r ä m i s s e n k o m m t m a n n a t ü r l i c h n u r z u e i n e m inner-
halb der Nationalität und Lokalität befangenen Resultate. „Stir- 30
n e r " und seine ganze philosophische Bruderschaft, d e r e n Schwäch-
s t e r u n d U n w i s s e n d s t e r e r ist, l i e f e r n d e n p r a k t i s c h e n K o m m e n t a r
z u d e m w a c k e r n V e r s l e i n d e s w a c k e r n Hoff m a n n v o n F a l l e r s l e b e n :

N u r in Deutschland, nur in Deutschland,


d a m ö c h t ' i c h ewig l e b e n . 35

Das Berliner Lokalresultat unsres wackern Heiligen, d a ß die


g a n z e W e l t i n d e r H e g e i s c h e n P h i l o s o p h i e a l l e j e w o r d e n s e i , be-
fähigt ihn nun, ohne g r o ß e Unkosten zu einem „ e i g n e n " Weltreich
zu kommen. Die Hegeische Philosophie hat Alles in Gedanken, in
d a s H e i l i g e , i n S p u k , i n Geist, i n G e i s t e r , i n G e s p e n s t e r v e r w a n - 40
delt. D i e s e w i r d „ S t i r n e r " b e k ä m p f e n , i n s e i n e r E i n b i l d u n g ü b e r -
w i n d e n u n d a u f i h r e n L e i c h e n sein „ e i g n e s " , „ e i n z i g e s " , „leibhaf-
t i g e s " W e l t r e i c h , d a s W e l t r e i c h d e s „ g a n z e n K e r l s " stiften.
Π Ι . Sankt Max 167

„Denn wir haben n i c h t m i t F l e i s c h u n d B l u t z u


k ä m p f e n , sondern mit Fürsten und Gewaltigen, nämlich mit
den H e r r e n d i e s e r W e l t , die i n der Finsternis dieser Welt
herrschen, mit den b ö s e n G e i s t e r n unter dem H i m m e l . "
s E p h e s e r 6, 1 2 .
J e t z t ist „ S t i r n e r " „ a n B e i n e n gestiefelt, a l s f e r t i g z u t r e i b e n "
den K a m p f gegen die Gedanken. Den „Schild des G l a u b e n s "
b r a u c h t er nicht erst zu „ e r g r e i f e n " , da er ihn nie a u s den Hän-
den gegeben hat. /23a [22a]/ Mit d e m „ H e l m " des Unheils und
io d e m „ S c h w e r t " d e r Geistlosigkeit (vergl. ibid. ) gewappnet, zieht
er in den Kampf. „ U n d es w a r d ihm gegeben, zu streiten wider d a s
H e i l i g e " , a b e r nicht e s „ z u besiegen". (Offenb. J o h . 1 3 , 7 ) .

5. Der in seiner Konstruktion vergnügte


„Stirner"

u W i r s i n d jetzt g r a d e w i e d e r s o weit, a l s w i r p . 1 9 b e i d e m J ü n g -
ling, d e r in den M a n n überging, und p. 90 bei d e m mongolenhaf-
teri K a u k a s i e r w a r e n , d e r sich i n d e n k a u k a s i s c h e n K a u k a s i e r v e r -
wandelt, u n d „sich selber findet". W i r sind also bei der dritten
Selbstfindung des geheimnisvollen Individuums, dessen „ s a u r e
2o L e b e n s k ä m p f e " uns der heilige M a x vorführt. N u r haben wir
jetzt d i e g a n z e G e s c h i c h t e h i n t e r u n s , u n d m ü s s e n w e g e n d e s g r o -
ßen Materials, das wir verarbeitet haben, einen Rückblick auf
den Ungeheuern K a d a v e r des ruinierten Menschen werfen.
W e n n der heilige M a x auf einer s p ä t e m Seite, wo er längst
25 seine Geschichte vergessen hat, behauptet, d a ß „schon längst die
Genialität als die Schöpferin neuer weltgeschichtlicher Produk-
tionen angesehen w i r d " ( p . 2 1 4 ) , so haben wir gesehen, d a ß dies
wenigstens s e i n e r Geschichte auch seine schlimmsten Feinde
n i c h t n a c h l ä s t e m k ö n n e n , d a h i e r k e i n e P e r s o n e n , g e s c h w e i g e Ge-
3o nies, sonderen n u r versteinerte G e d a n k e n k r ü p p e l und Hegeische
Wechselbälge auftreten.
R e p e t i t i o est m a t e r s t u d i o r u m . S a n k t M a x , d e r s e i n e g a n z e H i -
storie d e r „ P h i l o s o p h i e oder Zeit" n u r gegeben hat, um Gelegen-
h e i t z u e i n i g e n flüchtigen S t u d i e n H e g e l s z u f i n d e n , r e p e t i e r t
35 s c h l i e ß l i c h n o c h e i n m a l s e i n e g a n z e e i n z i g e G e s c h i c h t e . D i e s ge-
schieht i n d e s m i t e i n e r n a t u r g e s c h i c h t l i c h e n W e n d u n g , d i e u n s
wichtige Aufschlüsse ü b e r die „ e i n z i g e " Naturwissenschaft gibt
u n d sich d a r a u s e r k l ä r t , d a ß b e i i h m d i e „ W e l t " j e d e s m a l , w o sie
168 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

e i n e w i c h t i g e R o l l e z u s p i e l e n h a t , sich sogleich i n d i e N a t u r
v e r w a n d e l t . D i e „ e i n z i g e " N a t u r w i s s e n s c h a f t b e g i n n t sofort m i t
d e m G e s t ä n d n i s i h r e r O h n m a c h t . Sie b e t r a c h t e t n i c h t d a s w i r k -
liche durch die Industrie und Naturwissenschaft gegebene Ver-
h ä l t n i s , sie p r o k l a m i e r t d a s p h a n t a s t i s c h e V e r h ä l t n i s d e s M e n s c h e n 5
zur Natur. „ W i e Weniges vermag der Mensch zu bezwingen! Er
m u ß d i e S o n n e i h r e B a h n ziehen, d a s M e e r s e i n e W e l l e n t r e i b e n ,
die Berge zum Himmel ragen lassen." (p. 1 2 2 ) . Sankt Max, der
d i e M i r a k e l liebt, w i e a l l e H e i l i g e n , e s a b e r d e n n o c h n u r b i s z u m
l o g i s c h e n M i r a k e l b r i n g t , ä r g e r t sich d a r ü b e r , d a ß e r d i e S o n n e 1 0
nicht den Cancan tanzen lassen, er jammert, d a ß er d a s Meer
n i c h t i n R u h e s t a n d versetzen k a n n , e s e n t r ü s t e t i h n , d a ß e r . d i e
B e r g e z u m H i m m e l r a g e n lassen m u ß . O b w o h l p . 1 2 4 d i e W e l t
b e r e i t s a m E n d e d e r /125} ( 2 4 ) [ 2 3 ] / a l t e n Zeit „ p r o s a i s c h " w i r d ,
s o ist sie f ü r u n s e r n H e i l i g e n n o c h i m m e r h ö c h s t u n p r o s a i s c h . F ü r i s
i h n zieht n o c h i m m e r „ d i e S o n n e " , nicht d i e E r d e i h r e B a h n , u n d
sein G r a m ist, d a ß e r n i c h t à l a J o s u a i h r e i n : „ S o n n e , stehe s t i l l e "
k o m m a n d i e r e n k a n n . P . 1 2 3 entdeckt S t i r n e r , d a ß „ d e r G e i s t " a m
E n d e der alten Welt „unaufhaltsam wieder überschäumte, weil in
s e i n e m I n n e r n G a s e ( G e i s t e r ) sich e n t w i c k e l t e n u n d , n a c h - 2 0
d e m der m e c h a n i s c h e S t o ß , der von A u ß e n kommt, un-
w i r k s a m g e w o r d e n , c h e m i s c h e S p a n n u n g e n , d i e i m In-
nern erregen, ihr wunderbares Spiel zu treiben begannen".
D i e s e r Satz e n t h ä l t d i e b e d e u t e n d s t e n D a t a d e r „ e i n z i g e n " N a -
turphilosophie, die bereits auf d e r vorigen Seite dahin gekommen 25
w a r , d a ß d i e N a t u r f ü r d e n M e n s c h e n „ d a s U n b e z w i n g l i c h e " sei.
Die profane Physik weiß Nichts von einem mechanischen Stoß,
d e r u n w i r k s a m w i r d — d i e e i n z i g e P h y s i k h a t a l l e i n d a s Ver-
dienst ihrer Entdeckung. Die profane Chemie kennt keine „ G a s e " ,
die „chemische S p a n n u n g e n " und noch dazu „ i m I n n e r n " erregen, so
G a s e , d i e n e u e M i s c h u n g e n , n e u e c h e m i s c h e V e r h ä l t n i s s e ein-
gehen, erregen keine „ S p a n n u n g e n " , sondern höchstens Abspan-
n u n g e n , i n d e m sie i n d e n t r o p f b a r e n A g g r e g a t z u s t a n d ü b e r g e h e n
u n d d a d u r c h i h r V o l u m e n auf w e n i g e r a l s ein T a u s e n d s t e l d e s
früheren reduzieren. Wenn der heilige M a x „ i n " seinem eignen ss
„ I n n e r n " „ S p a n n u n g e n " infolge von „ G a s e n " v e r s p ü r t , s o s i n d
das höchst „mechanische S t ö ß e " , keineswegs „chemische Span-
n u n g e n " — sie w e r d e n h e r v o r g e b r a c h t d u r c h d i e c h e m i s c h e , wie-
d e r a u f p h y s i o l o g i s c h e n U r s a c h e n b e r u h e n d e V e r w a n d l u n g ge-
w i s s e r M i s c h u n g e n in a n d r e , w o d u r c h ein T e i l d e r B e s t a n d t e i l e *»
d e r f r ü h e r e n M i s c h u n g l u f t f ö r m i g w i r d , d a d u r c h ein g r ö ß e r e s Vo-
l u m e n e i n n i m m t , u n d w e n n d a z u k e i n R a u m v o r h a n d e n ist, n a c h
a u ß e n hin einen „mechanischen S t o ß " oder Druck /25a [23a]/
[ v e r ] u r s a c h t . [ D a ß ] d i e s e n i c h t e x i s t i e r e n d e n [ „ c h e m i ] sehen S p a n -
44 Lücken von den Mäusen eingejressen
Π Ι . Sankt Max 169

n u n g e n " „ i m I n n e r n " , nämlich diesmal i m K o p f e des heiligen


M a x , e i n h ö c h s t „ w u n d e r [ b a r e s ] S p i e l t r e i b e n " , „ s e h e n w i r [nun]
a n d e r R o l l e , d i e s i e [in] d e r „ e i n z i g e n " N a t u r w i s s e n s c h a f t s p i e l e n .
Übrigens möge der heilige Max den profanen Naturforschern nicht
l ä n g e r v o r e n t h a l t e n , w e l c h e n U n s i n n e r sich b e i d e m v e r r ü c k t e n
W o r t : „ c h e m i s c h e S p a n n u n g e n " v o r s t e l l t u n d n o c h d a z u b e i sol-
chen „chemischen Spannungen", die „ i m Innern e r r e g e n " (als ob
ein „mechanischer S t o ß " auf den Magen ihn nicht auch „ i m In-
nern errege").
D i e „ e i n z i g e " N a t u r w i s s e n s c h a f t ist b l o ß d e s w e g e n g e s c h r i e -
ben worden, weil Sankt M a x diesmal die Alten doch nicht an-
ständigerweise berühren konnte, ohne zugleich ein p a a r W o r t e
über die „Welt der D i n g e " , die Natur, fallen zu lassen.
Die Alten lösen sich, wie uns h i e r versichert w i r d , a m E n d e d e r
a l t e n W e l t i n l a u t e r S t o i k e r auf, „ d i e d u r c h k e i n e n E i n s t u r z
d e r W e l t " ( w i e oft soll sie d e n n e i n s t ü r z e n ? ) „ a u s i h r e r F a s s u n g
zu bringen sind" ( p . 1 2 3 ) . Die Alten werden also Chinesen, die
auch „aus d e m Himmel ihrer Ruhe kein unvorhergesehener F a l l "
(oder Einfall) „stürzt" (p. 8 8 ) . Ja, Jacques le bonhomme glaubt
w i r k l i c h , d a ß g e g e n d i e letzten A l t e n „ d e r m e c h a n i s c h e S t o ß , d e r
von A u ß e n kommt, unwirksam geworden sei". Wiesehr dies d e r
wirklichen Lage d e r Römer und Griechen am E n d e der alten Welt
entspricht, d e r gänzlichen Haltlosigkeit und Unsicherheit, die
dem „mechanischen S t o ß " k a u m noch einen Rest von vis inertiae
e n t g e g e n z u s e t z e n h a t t e , d a r ü b e r ist u . A . L u c i a n z u v e r g l e i c h e n .
Die gewaltigen mechanischen Stöße, die das römische Weltreich
durch seine Zerteilung unter die verschiednen Cäsaren u n d deren
K r i e g e m i t e i n a n d e r , d u r c h d i e k o l o s s a l e K o n z e n t r a t i o n d e s Be-
sitzes, n a m e n t l i c h d e s G r u n d b e s i t z e s , i n R o m , d i e d a d u r c h h e r v o r -
gerufene Verminderung der Bevölkerung in Italien, durch die
/25b [23b]/ H u n n e n u n d G e r m a n e n erhielt, sind für u n s e r n heili-
gen Historiker „ u n w i r k s a m g e w o r d e n " ; n u r die „chemischen
Spannungen", n u r die „Gase", die das Christentum „ i m Innern
e r r e g t e " , haben d a s römische Reich gestürzt. Die g r o ß e n Erd-
b e b e n [im W e s t e n ] u n d i m O s t e n , u . A . [die d u r c h ] „ m e c h a n i s c h e
S t ö ß e " Hunfderttâu]sende unter den R[uinen] ihrer Städte be-
g r u b e n , [wovon] d i e M e n s c h e n a u c h geistig [ k e i n e s ] w e g s u n a l t e -
r i e r t v e r b l i e b e n [, sind] n a c h „ S t i r n e r " w o h l e b e n f a l l s „ [ u n ] w i r k -
s a m " oder chemische Spannungen. Und „ i n d e r T a t " (!)
„schließt die alte Geschichte damit, d a ß Ich an d e r W e l t m e i n
Eigentum errungen h a b e " , was vermittelst des Bibelspruchs be-
wiesen w i r d : „ M i r " ( d . h . Christus) „sind alle Dinge übergeben
v o m V a t e r " . H i e r ist a l s o I c h = C h r i s t u s . B e i d i e s e r G e l e g e n h e i t
versäumt Jacques le bonhomme nicht d e m Christen zu glauben,
2—38 Lücken von den Mäusen eingefressen
170 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

d a ß e r B e r g e versetzen p p k ö n n e , w e n n „ i h m n u r d a r a n l ä g e " .
E r p r o k l a m i e r t sich a l s C h r i s t e n z u m H e r r n d e r W e l t , ist e s d e n n
a b e r auch n u r a l s C h r i s t ; e r proklamiert sich z u m „ E i g n e r
d e r W e l t " . „Hiermit hatte d e r Egoismus den ersten vollständigen
Sieg errungen, indem Ich Mich dazu erhoben hatte, der Eigner s
d e r W e l t z u s e i n . " ( p . 1 2 4 ) . U m sich z u m v o l l e n d e t e n C h r i s t e n
zu erheben, hatte das Stirnersche Ich n u r noch den K a m p f durch-
zusetzen, a u c h g e i s t l o s z u w e r d e n ( w a s i h m g e l u n g e n ist, e h e
denn d i e Berge w a r e n ) . „ S e l i g sind, die da a r m an Geist sind,
d e n n d a s H i m m e l r e i c h ist i h r e r " . S a n k t M a x h a t d i e A r m u t a m 1 0
Geist v o l l e n d e t u n d r ü h m t sich d e s s e n s o g a r i n s e i n e r g r o ß e n
Freude vor d e m Herrn.
D e r geistlose S a n k t M a x g l a u b t a n d i e a u s d e r A u f l ö s u n g d e r
alten Welt hervorgehenden phantastischen Gasbildungen d e r Chri-
sten. D e r alte Christ hatte kein Eigentum an dieser Welt, er be- «
g n ü g t e sich d a h e r m i t d e r E i n b i l d u n g seines h i m m l i s c h e n E i g e n -
t u m s u n d m i t s e i n e m göttlichen Besitztitel. S t a t t a n d e r W e l t d a s
E i g e n t u m d e s V o l k s z u h a b e n , s t e m p e l t e e r sich selbst u n d s e i n e
Lumpengenossenschaft zum „Volk des Eigentums" (1 Petri 2 , 9 ) .
D i e c h r i s d i c h e V o r s t e l l u n g von d e r W e l t ist n a c h „ S t i r n e r " d i e 2 0
W e l t , w o r i n sich w i r k l i c h d i e a l t e W e l t a u f l ö s t , o b g l e i c h e s d o c h
h ö c h s t e n s / 2 5 c [23c]/ [eine W e l t ] d e r E i n b i l d u n g e n ist, w o r i n [sich
d i e W ] e l t d e r a l t e n V o r s t e l l u n g e n [auflöst i n ei] n e W e l t , i n d e r
d e r C h r i s t [im G l a u b e n ] a u c h B e r g e versetzen, sich [ m ä c h t i g f]üh-
l e n u n d z u r „ U n w i r k s a m [keit des] m e c h a n i s c h e n S t o ß e s " vor- 2 5
[wärts] d r i n g e n k a n n . D a d i e M e n s c h e n [bei „ S ] t i m e r " n i c h t
m e h r d u r c h die [Außen] weit bestimmt, auch nicht m e h r [durch]
d e n m e c h a n i s c h e n S t o ß d e s [ B e d ü r f n i s s e s z u m P r o d u z i e r e n fort-
[ge]trieben werden, überhaupt der mechanische Stoß u n d damit
a u c h d e r Geschlechtsakt, seine W i r k u n g verloren hatte, so können so
[sie] n u r d u r c h W u n d e r fortexistiert h a b e n . E s ist a l l e r d i n g s f ü r
deutsche Schöngeister und Schulmeister von der Gashaltigkeit
„ S t i r n e r s " v i e l l e i c h t e r , statt d i e U m g e s t a l t u n g d e r w i r k l i c h e n
Eigentums- u n d Produktionsverhältnisse d e r alten Welt darzu-
s t e l l e n , sich z u b e g n ü g e n m i t d e r c h r i s t l i c h e n P h a n t a s i e d e s E i g e n - 3 5
turns, d i e i n W a h r h e i t N i c h t s ist, a l s d a s E i g e n t u m d e r c h r i s t l i c h e n
Phantasie. — Derselbe Urchrist, der in Jacques le bonhomme's
Einbildung der Eigner der alten Welt war, gehörte in der Wirk-
l i c h k e i t m e i s t z u r W e l t d e r E i g n e r , w a r S k l a v e u n d k o n n t e ver-
s c h a c h e r t w e r d e n . D o c h „ S t i r n e r " , in s e i n e r K o n s t r u k t i o n ver- «
gnügt, jubelt unaufhaltsam weiter. „ D a s erste Eigentum, die
e r s t e H e r r l i c h k e i t ist e r w o r b e n ! " ( p . 1 2 4 ) . — I n d e r s e l b e n W e i s e
f ä h r t d e r S t i r n e r s c h e E g o i s m u s fort, sich E i g e n t u m u n d H e r r l i c h -
keit zu erwerben u n d „vollständige Siege" zu erringen. In dem
22—31 Von den Mäusen zerfressene Stellen
Π Ι . Sankt Max 171

t h e o l o g i s c h e n V e r h ä l t n i s d e s U r c h r i s t e n z u r a l t e n W e l t ist a l l s e i n
Eigentum u n d all seine Herrlichkeit prototypisch vollendet.
D i e s E i g e n t u m d e s C h r i s t e n w i r d s o m o t i v i e r t : „ D i e W e l t ist
e n t g ö t t e r t . . . p r o s a i s c h g e w o r d e n , sie ist M e i n E i g e n t u m , m i t
5 d e m Ich schalte wie M i r ' s (nämlich d e m Geiste) beliebt." P. 1 2 4 .
D i e s w i l l h e i ß e n : D i e W e l t i s t entgöttert, a l s o v o n M e i n e n P h a n -
t a s i e n f ü r M e i n e i g n e s B e w u ß t s e i n b e f r e i t , sie ist p r o s a i s c h ge-
w o r d e n , v e r h ä l t sich a l s o p r o s a i s c h z u m i r u n d s c h a l t e t u n d w a l t e t
mit M i r nach ihrer beliebten Prosa, keineswegs M i r zu Liebe.
i o /{26}[24]/ A b g e s e h e n d a v o n , d a ß „ S t i r n e r " h i e r w i r k l i c h g l a u b t ,
im Altertum h a b e keine prosaische W e l t existiert, u n d h a b e d a s
G ö t t l i c h e i n d e r W e l t gesessen, v e r f ä l s c h t e r s o g a r d i e c h r i s t l i c h e
Vorstellung, die ihre Ohnmacht gegen die W e l t beständig be-
j a m m e r t u n d ihren Sieg über die Welt i n i h r e r P h a n t a s i e selbst
is wieder als einen idealen darstellt, i n d e m sie ihn auf d e n jüngsten
T a g verlegt. Erst als d a s Christentum von d e r wirklichen Welt-
macht mit Beschlag belegt und exploitiert wurde, womit es natür-
l i c h a u f g e h ö r t h a t t e weltlos z u sein, k o n n t e e s sich e i n b i l d e n , d e r
E i g n e r d e r W e l t z u sein. S a n k t M a x gibt d e m C h r i s t e n d a s s e l b e
2o falsche Verhältnis z u r alten Welt, wie d e m J ü n g l i n g zur „ W e l t d e s
K i n d e s " ; er gibt d e m Egoisten dasselbe Verhältnis zur Welt des
Christen, wie d e m M a n n zur Welt des Jünglings.
Der Christ hat nun auch nichts m e h r zu tun als möglichst
schnell geistlos zu werden, u n d ebenso die W e l t des Geistes in
25 ihrer Eitelkeit zu erkennen wie dies von i h m mit d e r Welt d e r
D i n g e g e s c h a h — u m d a n n a u c h m i t d e r W e l t d e s Geistes „ n a c h
Belieben schalten u n d w a l t e n " zu können, wodurch er vollendeter
Christ, Egoist wird. D a s Verhalten des Christen z u r alten W e l t gibt
also die N o r m für d a s Verhalten des Egoisten zur neuen W e l t a b .
3o Die Vorbereitung zu dieser Geistlosigkeit w a r d e r Inhalt eines
„fast zweitausendjährigen" Lebens, ein Leben, das natürlich in
s e i n e n H a u p t e p o c h e n n u r i n D e u t s c h l a n d sich z u t r ä g t .
„ U n t e r m a n c h e r l e i W a n d l u n g e n wurde aus dem
heiligen Geiste m i t d e r Z e i t d i e absolute I d e e , welche w i e d e r
3 5 i n m a n n i g f a l t i g e n B r e c h u n g e n z u den verschiedenen
Ideen der Menschenliebe, Bürgertugend, Vernünftigkeit usw. aus
einander schlug". P. 125, 126. Der deutsche Stubenhocker dreht
hier wieder die Sache um. Die Ideen der Menschenliebe p p ,
M ü n z e n , d e r e n G e p r ä g e schon g a n z abgegriffen w a r , n a m e n t l i c h
40 durch ihre g r o ß e Zirkulation im achtzehnten J a h r h u n d e r t , w u r d e n
von H e g e l / 2 6 a [ 2 4 a ] / z u s a m m e n g e s c h l a g e n i n d a s S u b l i m a t d e r
a b s o l u t e n I d e e , i n w e l c h e r U m p r ä g u n g e s i h n e n i n d e s e b e n so-
wenig gelang im Auslande K u r s zu erhalten, wie d e m preußischen
Papiergelde.
45 Der konsequente, aber und abermals dagewesene Schluß der
172 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

S t i r n e r s c h e n G e s c h i c h t s a n s c h a u u n g ist f o l g e n d e r : „ B e g r i f f e s o l l e n
ü b e r a l l e n t s c h e i d e n , Begriffe d a s L e b e n r e g e l n , Begriffe h e r r -
schen. D a s ist d i e r e l i g i ö s e W e l t , w e l c h e r H e g e l e i n e n s y s t e m a t i -
schen A u s d r u c k g a b " ( p . 1 2 6 ) , u n d w e l c h e u n s e r g u t m ü t i g e r Bie-
d e r m a n n sosehr für die wirkliche Welt versieht, d a ß er auf d e r
folgenden Seite p. 1 2 7 sagen k a n n : „Jetzt herrscht in d e r W e l t
Nichts als d e r Geist". In dieser Welt des W a h n s festgeritten, k a n n
e r n u n auch p . 1 2 8 erst einen „ A l t a r " bauen u n d d a n n „ u m diesen
A l t a r " „ e i n e K i r c h e w ö l b e n " , eine K i r c h e , d e r e n „ M a u e r n " F o r t -
schrittsbeine haben u n d „ i m m e r weiter hinausrücken". „ B a l d um-
s p a n n t j e n e K i r c h e d i e g a n z e E r d e " ; E r , d e r E i n z i g e , u n d S z e l i g a sein
Knecht, stehen d r a u ß e n , „schweifen um diese M a u e r n h e r u m , u n d
werden zum äußersten Rande hinausgetrieben"; „aufschreiend
i n v e r z e h r e n d e m H u n g e r " ruft S a n k t M a x s e i n e m K n e c h t e z u :
„ N o c h ein S c h r i t t , u n d d i e W e l t d e s H e i l i g e n h a t g e s i e g t " . P l ö t z -
lich „ v e r s i n k t " Szeliga, „in den äußersten A b g r u n d " , d e r ü b e r
i h m liegt — e i n schriftstellerisches W u n d e r . D a n ä m l i c h d i e E r d e
e i n e K u g e l ist, k a n n d e r A b g r u n d , s o b a l d d i e K i r c h e d i e g a n z e
E r d e u m s p a n n t , n u r ü b e r Szeliga l i e g e n . S o v e r k e h r t e r d i e Ge-
setze d e r S c h w e r e , f ä h r t ä r s c h l i n g s g e n H i m m e l u n d b r i n g t d a -
durch die „einzige" Naturwissenschaft zu Ehren, w a s ihm umso
l e i c h t e r w i r d , a l s n a c h p . 1 2 6 „ d i e N a t u r d e r S a c h e u n d d e r Be-
griff d e s V e r h ä l t n i s s e s " d e m „ S t i r n e r " g l e i c h g ü l t i g s i n d , „ i h n
nicht in d e r Behandlung oder Schließung desselben leiten", u n d
„ d a s V e r h ä l t n i s , d a s " Szeliga m i t d e r S c h w e r e „ e i n g e g a n g e n " ,
d u r c h S z e l i g a s „ E i n z i g k e i t selbst e i n z i g " ist, u n d k e i n e s w e g s v o n
der Natur der Schwere „abhängt", oder davon, „wie A n d e r e " ,
z. B. die Na-/26c[24b]/turforscher, „es rubrizieren". „ S t i r n e r "
v e r b i t t e t sich ü b e r d e m s c h l i e ß l i c h , d a ß m a n S z e l i g a s „ H a n d l u n g
v o m w i r k l i c h e n " Szeliga „ t r e n n e u n d n a c h d e m m e n s c h l i c h e n
Werte veranschlage".
N a c h d e m der heilige M a x seinem treuen Diener so ein anstän-
d i g e s U n t e r k o m m e n i m H i m m e l b e s o r g t h a t , s c h r e i t e t er zu s e i n e r
e i g n e n P a s s i o n . E r h a t p . 9 5 entdeckt, d a ß selbst d e r „ G a l g e n "
die „ F a r b e des Heiligen" h a b e ; es „graut den Menschen vor der
B e r ü h r u n g d e s s e l b e n , e s l i e g t etwas U n h e i m l i c h e s , d . h . U n h e i m i -
s c h e s , U n e i g e n e s , d a r i n " . U m d i e s e U n e i g e n h e i t d e s G a l g e n s auf-
zuheben, macht er ihn zu seinem eignen Galgen, w a s er n u r da-
d u r c h v o l l z i e h e n k a n n , d a ß e r sich d a r a n h ä n g t . A u c h d i e s letzte
Opfer bringt d e r Löwe aus J u d a dem Egoismus. D e r heilige Christ
l ä ß t sich a n s K r e u z h a n g e n , nicht u m d a s K r e u z , s o n d e r n u m d i e
Menschen von ihrer Unheiligkeit zu erlösen; d e r heillose Christ
h ä n g t sich selbst a n d e n G a l g e n , u m d e n G a l g e n v o n d e r H e i l i g -
k e i t , o d e r sich selbst von d e r U n e i g e n h e i t d e s G a l g e n s z u e r l ö s e n .
III. Sankt Max 173

„ D i e e r s t e H e r r l i c h k e i t , d a s e r s t e E i g e n t u m ist e r w o r b e n , d e r
e r s t e v o l l s t ä n d i g e S i e g ist e r r u n g e n ! " D e r h e i l i g e S t r e i t e r h a t
jetzt d i e G e s c h i c h t e ü b e r w u n d e n , e r h a t sie i n G e d a n k e n , r e i n e G e -
danken, die Nichts als Gedanken sind, aufgelöst, u n d am E n d e d e r
s T a g e n u r e i n G e d a n k e n h e e r sich g e g e n ü b e r s t e h e n . S o z i e h t e r
a u s , E r , S a n k t M a x , d e r s e i n e n „ G a l g e n " jetzt a u f d e n R ü c k e n ge-
n o m m e n hat, wie d e r Esel d a s Kreuz, u n d Szeliga, sein Knecht,
der mit Fußtritten im H i m m e l empfangen, gesenkten H a u p t e s wie-
d e r b e i s e i n e m H e r r n sich einfindet, u m d i e s e s G e d a n k e n h e e r , o d e r
10 vielmehr bloß den Heiligenschein dieser Gedanken zu bekämpfen.
D i e s m a l ist e s S a n c h o P a n s a , v o l l e r S i t t e n s p r ü c h e , M a x i m e n u n d
Sprüchwörter, der den K a m p f gegen das Heilige übernimmt, u n d
D o n Q u i x o t e tritt a l s sein f r o m m e r u n d g e t r e u e r K n e c h t auf. D e r
ehrliche Sancho kämpft mit derselben Tapferkeit wie vorzeiten
is der caballero Manchego, u n d verfehlt nicht, wie dieser, m e h r m a l s
eine mongolische H a m m e l h e r d e für einen Schwärm von Gespen-
stern, z u / 2 6 c [ 2 4 c ] / v e r s e h e n . D i e feiste M a r i t o r n e s h a t sich „ u n t e r
mancherlei W a n d l u n g e n mit der Zeit in mannigfaltigen Brechun-
gen"in eine keusche Berliner Nähterin verwandelt, die an der
2 o B l e i c h s u c h t z u G r u n d e geht, w o r ü b e r S a n k t S a n c h o e i n e E l e g i e
anstimmt — eine Elegie, die allen Referendarien und Gardelieut-
nants den Satz des Rabelais zum Bewußtsein gebracht hat, d a ß
des weltbefreienden „Kriegsknechts erstes Waffenstück der Ho-
senlatz i s t " .
25 Sancho P a n s a vollbringt seine Heldentaten d a d u r c h , d a ß er
das ganze ihm gegenüberstehende Gedankenheer in seiner Nich-
tigkeit u n d Eitelkeit e r k e n n t . Die ganze g r o ß e Aktion beschränkt
sich a u f e i n b l o ß e s E r k e n n e n , d a s a m E n d e d e r T a g e A l l e s
bestehen l ä ß t , wie es war, u n d n u r seine Vorstellung, nicht e i n m a l
3 o von d e n D i n g e n , s o n d e r n v o n d e n p h i l o s o p h i s c h e n P h r a s e n ü b e r
die Dinge, ändert.
N u n also, n a c h d e m die Alten als Kind, Neger, negerhafte Kau-
kasier, Tier, Katholiken, englische Philosophie, Ungebildete,
Nichthegelianer, Welt d e r Dinge, realistisch, u n d die N e u e n als
35 Jüngling, Mongole, mongolenhafte Kaukasier, der Mensch, Prote-
stanten, deutsche Philosophie, Gebildete, Hegelianer, W e l t d e r
G e d a n k e n , i d e a l i s t i s c h , d a g e w e s e n sind, n a c h d e m A l l e s g e s c h e h e n
ist, w a s d a b e s c h l o s s e n w a r v o n E w i g k e i t i m R a t e d e r W ä c h t e r ,
n u n ist e n d l i c h d i e Zeit erfüllet. D i e n e g a t i v e E i n h e i t B e i d e r , d i e
4 o schon a l s M a n n , K a u k a s i e r , k a u k a s i s c h e r K a u k a s i e r , v o l l e n d e t e r
Christ, in Knechtsgestalt, gesehen „ d u r c h einen Spiegel in einem
d u n k l e n W o r t " ( 1 C o r . 1 3 , 1 2 ) a u f g e t r e t e n w a r , k a n n jetzt, n a c h
der Passion und dem Galgentod Stirners und der Himmelfahrt
S z e l i g a s i n i h r e r G l o r i e , auf d i e e i n f a c h s t e N a m e n g e b u n g z u r ü c k -
4s kehrend, kommen in den Wolken des Himmels mit großer Kraft
174 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

und Herrlichkeit. „So heißt es n u n " : Was früher „ M a n " war


(vergl. Oek. d. A. B u n d e s ) , wird jetzt: „ I c h " — die negative
E i n h e i t vort R e a l i s m u s u n d I d e a l i s m u s , d e r W e l t d e r D i n g e u n d
der Welt des Geistes. /27a [25]/ Diese Einheit von Realismus u n d
I d e a l i s m u s h e i ß t b e i S c h e l l i n g „ I n d i f f e r e n z " , o d e r B e r l i n i s c h ver-
d o l m e t s c h t : J l e i c h j i l t i g k e i t ; b e i H e g e l w i r d sie n e g a t i v e E i n h e i t ,
in der die beiden Momente aufgehoben werden; Sankt Max, den
a l s g u t e n d e u t s c h e n S p e k u l a n t e n n o c h i m m e r d i e „ E i n h e i t d e r Ge-
g e n s ä t z e " n i c h t s c h l a f e n l ä ß t , ist d a m i t n i c h t z u f r i e d e n , e r w i l l
diese Einheit an einem „leibhaftigen Individuum", in einem „gan-
zen K e r l " v o r sich s e h e n , w o z u i h m F e u e r b a c h i n d e n A n e c d o t i s
u n d d e r „ P h i l o s o p h i e d e r Z u k u n f t " V o r s c h u b geleistet h a t . D i e s e s
Stirnersche „ I c h " , das am Ende der bisherigen Welt heraus-
k o m m t , ist a l s o k e i n „ l e i b h a f t i g e s I n d i v i d u u m " , s o n d e r n e i n e
d u r c h die von Appositionen unterstützte Hegeische Methode kon-
struierte Kategorie, deren weitere „ F l o h s p r ü n g e " wir im Neuen
Testament verfolgen werden. Hier bemerken wir n u r noch, d a ß
dies Ich in letzter Instanz d a d u r c h zu S t a n d e k o m m t , d a ß es ü b e r
d i e W e l t d e s C h r i s t e n sich d i e s e l b e n E i n b i l d u n g e n m a c h t , w i e d e r
C h r i s t ü b e r d i e W e l t d e r D i n g e . W i e d e r C h r i s t sich d i e W e l t d e r
D i n g e a n e i g n e t , i n d e m e r sich p h a n t a s t i s c h e s Z e u g ü b e r s i e „ i n
d e n K o p f setzt", s o e i g n e t „ I c h " sich d i e c h r i s t l i c h e W e l t , d i e
Welt der Gedanken, vermöge einer Reihe phantastischer Einbil-
d u n g e n ü b e r d i e s e l b e a n . W a s d e r C h r i s t sich ü b e r sein V e r h ä l t n i s
z u r W e l t e i n b i l d e t , g l a u b t i h m „ S t i r n e r " , findet e s p r o b a t u n d
macht es ihm gutmütig nach.
„ S o halten w i r n u n , d a ß der Mensch gerecht werde o h n e d i e
W e r k e , a l l e i n d u r c h d e n G l a u b e n". Römer 3 , 28.
H e g e l , d e m sich d i e n e u e W e l t a u c h i n d i e W e l t a b s t r a k t e r
Gedanken aufgelöst hatte, bestimmt die Aufgabe des neuen Philo-
s o p h e n i m G e g e n s a t z z u m a l t e n d a h i n , statt w i e d i e a l t e n sich v o m
„natürlichen Bewußtsein" zu befreien, und „ d a s Individuum aus
d e r u n m i t t e l b a r e n s i n n l i c h e n W e i s e z u r e i n i g e n u n d e s z u r ge-
dachten u n d denkenden Substanz" (Geist) „zu machen" — die
„ f e s t e n , b e s t i m m t e n , fixen G e d a n k e n a u f z u h e b e n " . D i e s , fügt e r
hinzu, vollbringe „die Dialektik". Phänomenologie, p. 2 6 , 2 7 .
„ S t i r n e r " u n t e r s c h e i d e t sich von / 2 7 b [ 2 5 a ] / H e g e l d a d u r c h , d a ß
er dasselbe ohne Dialektik vollbringt.
Π Ι . Sankt Max 175

6. D i e F r e i e n

W a s die „ F r e i e n " hier zu tun haben, besagt die Ökonomie des


Alten Bundes. W i r können nicht dafür, d a ß d a s Ich, d e m w i r be-
r e i t s s o n a h e g e r ü c k t w a r e n , u n s jetzt w i e d e r i n u n b e s t i m m t e F e r n e
s z u r ü c k t r i t t . E s ist ü b e r h a u p t n i c h t u n s r e S c h u l d , d a ß w i r n i c h t
schon von p . 2 0 „ d e s B u c h s " s o g l e i c h a u f d a s I c h ü b e r g i n g e n .

A. D e r politische Liberalismus

Der Schlüssel zu Sankt Maxens u n d seiner V o r g ä n g e r K r i t i k des


L i b e r a l i s m u s ist d i e G e s c h i c h t e d e s d e u t s c h e n B ü r g e r t u m s . W i r
i o h e b e n e i n i g e M o m e n t e d i e s e r G e s c h i c h t e seit d e r f r a n z ö s i s c h e n
Revolution hervor.
Der Zustand Deutschlands am Ende des vorigen Jahrhunderts
s p i e g e l t sich v o l l s t ä n d i g a b i n K a n t s K r i t i k d e r p r a k t i s c h e n V e r -
n u n f t . W ä h r e n d d i e f r a n z ö s i s c h e B o u r g e o i s i e sieh d u r c h d i e k o l o s -
n s a l s t e R e v o l u t i o n , d i e d i e G e s c h i c h t e k e n n t , z u r H e r r s c h a f t auf-
schwang und den europäischen Kontinent eroberte, während die
bereits politisch emanzipierte englische Bourgeoisie d i e Industrie
r e v o l u t i o n i e r t e , u n d sich I n d i e n p o l i t i s c h u n d d i e g a n z e a n d e r e
Welt kommerziell unterwarf, brachten es die ohnmächtigen deut-
2 o sehen B ü r g e r n u r z u m „ g u t e n W i l l e n " . K a n t b e r u h i g t e sich b e i
d e m b l o ß e n „ g u t e n W i l l e n " , selbst w e n n e r o h n e a l l e s R e s u l t a t
b l e i b t , u n d setzte d i e V e r w i r k l i c h u n g d i e s e s g u t e n W i l l e n s ,
d i e H a r m o n i e zwischen i h m u n d d e n B e d ü r f n i s s e n u n d T r i e b e n d e r
Individuen, ins J e n s e i t s . Dieser gute W i l l e Kants entspricht
25 vollständig der Ohnmacht, Gedrücktheit und Misère der deutschen
B ü r g e r , d e r e n k l e i n l i c h e I n t e r e s s e n n i e f ä h i g w a r e n , s i c h z u ge-
m e i n s c h a f t l i c h e n , n a t i o n a l e n I n t e r e s s e n e i n e r K l a s s e z u entwik-
k e l n , u n d d i e d e s h a l b f o r t w ä h r e n d v o n d e n B o u r g e o i s a l l e r an-
dern Nationen exploitiert wurden. Diesen kleinlichen Lokalinter-
3 o essen e n t s p r a c h e i n e r s e i t s d i e w i r k l i c h e l o k a l e u n d / 2 7 c [ 2 5 b ] / p r o -
vinzielle Borniertheit, andrerseits die kosmopolitische Aufgebläht-
heit der deutschen Bürger. Ü b e r h a u p t hatte seit d e r Reformation
die deutsche Entwicklung einen ganz kleinbürgerlichen Charakter
erhalten. D e r alte F e u d a l a d e l w a r größtenteils in d e n Bauern-
176 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

kriegen vernichtet worden; was übrig blieb, waren entweder


r e i c h s u n m i t t e l b a r e D u o d e z f ü r s t e n , d i e sich a l l m ä h l i c h e i n e z i e m -
l i c h e U n a b h ä n g i g k e i t verschafften u n d d i e a b s o l u t e M o n a r c h i e i m
kleinsten u n d kleinstädtischsten M a ß s t a b e nachahmten, oder klei-
n e r e Grundbesitzer, die teils i h r Bischen Vermögen an den klei-
nen Höfen durchbrachten u n d d a n n von kleinen Stellen in den
kleinen A r m e e n und Regierungsbureaux lebten — oder Krautjun-
k e r , d i e e i n L e h e n f ü h r t e n , d e s s e n sich d e r b e s c h e i d e n s t e e n g l i s c h e
Squire oder französische gentilhomme de province geschämt hätte.
Der Ackerbau w u r d e auf eine Weise betrieben, die weder Parzel-
lierung, noch g r o ß e K u l t u r war, u n d d i e trotz d e r f o r t d a u e r n d e n
H ö r i g k e i t u n d F r o n l a s t e n d i e B a u e r n n i e z u r E m a n z i p a t i o n fort-
t r i e b , s o w o h l w e i l d i e s e A r t d e s B e t r i e b e s selbst k e i n e a k t i v revo-
l u t i o n ä r e K l a s s e a u f k o m m e n l i e ß , a l s a u c h w e i l i h r d i e e i n e r sol-
chen Bauernklasse entsprechende revolutionäre Bourgeoisie nicht
z u r S e i t e s t a n d . W a s d i e B ü r g e r betrifft, s o k ö n n e n w i r h i e r n u r
e i n P a a r b e z e i c h n e n d e M o m e n t e h e r v o r h e b e n . B e z e i c h n e n d ist,
d a ß die L e i n e n m a n u f a k t u r , d. h. die auf d e m S p i n n r a d u n d H a n d -
webstuhl beruhende Industrie in Deutschland gerade zu derselben
Zeit zu einiger Bedeutung k a m , als in England dièse unbeholfenen
I n s t r u m e n t e d u r c h M a s c h i n e n v e r d r ä n g t w u r d e n . A m bezeich-
n e n d s t e n ist i h r e S t e l l u n g zu Η ο 11 a η d. H o l l a n d , d e r e i n z i g e T e i l
d e r H a n s e , d e r z u k o m m e r z i e l l e r B e d e u t u n g k a m , r i ß sich l o s ,
s c h n i t t D e u t s c h l a n d b i s a u f zwei H ä f e n ( H a m b u r g u n d B r e m e n )
v o m W e l t h a n d e l a b , u n d beherrschte seitdem d e n ganzen deut-
schen H a n d e l . Die deutschen Bürger w a r e n zu ohnmächtig, d e r Ex-
p l o i t a t i o n d u r c h d i e H o l l ä n d e r S c h r a n k e n z u setzen. D i e B o u r -
geoisie des kleinen Hollands mit ihren entwickelten Klasseninter-
essen w a r mächtiger, als die viel /27d[25c]/ zahlreicheren B ü r g e r
Deutschlands m i t ihrer Interesselosigkeit u n d ihren zersplitter-
t e n k l e i n l i c h e n I n t e r e s s e n . D e r Z e r s p l i t t e r u n g d e r I n t e r e s s e n ent-
sprach die Zersplitterung der politischen Organisation, d i e kleinen
F ü r s t e n t ü m e r u n d d i e f r e i e n R e i c h s s t ä d t e . W o sollte p o l i t i s c h e
Konzentration in einem Lande herkommen, dem alle ö k o n o m i -
s c h e n B e d i n g u n g e n d e r s e l b e n f e h l t e n ? D i e O h n m a c h t j e d e r ein-
zelnen Lebenssphäre ( m a n kann weder von Ständen noch von Klas-
sen sprechen, sondern höchstens von gewesenen Ständen u n d un-
gebornen Klassen) erlaubte keiner einzigen, die ausschließliche
Herrschaft zu erobern. Die notwendige Folge davon w a r , d a ß wäh-
r e n d d e r E p o c h e der absoluten Monarchie, die hier in i h r e r aller-
verkrüppeltsten, h a l b patriarchalischen F o r m v o r k a m , die be-
sondre Sphäre, welcher durch die Teilung d e r Arbeit die Verwal-
t u n g d e r öffentlichen I n t e r e s s e n zufiel, e i n e a b n o r m e U n a b h ä n g i g -
keit erhielt, die in der modernen Bureaukratie noch weiter getrie-
b e n w u r d e . D e r S t a a t k o n s t i t u i e r t e sich s o z u e i n e r s c h e i n b a r selbst-
III. Sankt M a i 177

ständigen Macht und hat diese in andern L ä n d e r n n u r vorüber-


g e h e n d e S t e l l u n g — Ü b e r g a n g s s t u f e — in D e u t s c h l a n d b i s h e u t e
b e h a l t e n . A u s d i e s e r S t e l l u n g e r k l ä r t sich sowohl d a s a n d e r w ä r t s
nie vorkommende redliche Beamtenbewußtsein, wie die sämtlichen
s in Deutschland kursierenden Illusionen über den Staat, wie die
scheinbare Unabhängigkeit, die die Theoretiker hier gegenüber
d e n B ü r g e r n h a b e n , — d e r s c h e i n b a r e W i d e r s p r u c h zwischen d e r
F o r m , in der diese Theoretiker die Interessen der Bürger aus-
s p r e c h e n u n d d i e s e n I n t e r e s s e n selbst.
10 D i e c h a r a k t e r i s t i s c h e F o r m , d i e d e r auf w i r k l i c h e n K l a s s e n -
i n t e r e s s e n b e r u h e n d e französische L i b e r a l i s m u s i n D e u t s c h l a n d
a n n a h m , finden w i r w i e d e r b e i K a n t . / 2 8 a [ 2 6 ] / E r s o w o h l w i e d i e
deutschen Bürger, deren beschönigender Wortführer er war,
merkten nicht, d a ß diesen theoretischen Gedanken d e r Bourgeois
u m a t e r i e l l e I n t e r e s s e n u n d ein d u r c h d i e m a t e r i e l l e n P r o d u k t i o n s -
verhältnisse bedingter und bestimmter W i l l e zu Grunde lag; er
trennte d a h e r diesen theoretischen Ausdruck von den Interessen,
die er ausdrückt, machte die materiell motivierten Bestimmungen
d e s W i l l e n s d e r f r a n z ö s i s c h e n B o u r g e o i s i e z u r e i n e n Selbstbe-
20 Stimmungen des „ f r e i e n W i l l e n s", des Willens an und für
sich, des m e n s c h l i c h e n W i l l e n s , u n d v e r w a n d e l t e i h n s o i n r e i n
ideologische Begriffsbestimmungen u n d moralische Postulate. Die
deutschen Kleinbürger schauderten d a h e r auch vor d e r Praxis die-
ses e n e r g i s c h e n B o u r g e o i s l i b e r a l i s m u s z u r ü c k , s o b a l d d i e s e sowohl
2s in d e r S c h r e c k e n s h e r r s c h a f t a l s in d e m u n v e r s c h ä m t e n B o u r g e o i s -
erwerb hervortrat.
Unter der Herrschaft Napoleons trieben die deutschen Bürger
ihren kleinen Schacher u n d ihre großen Illusionen noch weiter.
Über den Schachergeist, der damals in Deutschland herrschte,
3 0 k a n n S a n k t S a n c h o u . A . J e a n P a u l v e r g l e i c h e n , u m i h m a l l e i n zu-
gängliche belletristische Quellen zu zitieren. Die deutschen Bür-
ger, die ü b e r N a p o l e o n schimpften, weil er sie Cichorien zu trin-
ken zwang und ihren Landfrieden durch Einquartierung und Kon-
s k r i p t i o n störte, v e r s c h w e n d e t e n i h r e n g a n z e n m o r a l i s c h e n H a ß a n
35 ihn, u n d i h r e g a n z e B e w u n d e r u n g an E n g l a n d ; w ä h r e n d N a p o -
leon i h n e n d u r c h seine R e i n i g u n g d e s d e u t s c h e n A u g i a s s t a l l e s u n d
die Herstellung zivilisierter Kommunikationen die größtenDienste
leistete u n d d i e E n g l ä n d e r n u r auf d i e G e l e g e n h e i t w a r t e t e n , s i e
à t o r t et à t r a v e r s zu e x p l o i t i e r e n . In gleich k l e i n b ü r g e r l i c h e r
M W e i s e b i l d e t e n sich d i e d e u t s c h e n F ü r s t e n e i n , f ü r d a s P r i n z i p d e r
L e g i t i m i t ä t u n d g e g e n d i e R e v o l u t i o n z u k ä m p f e n , w ä h r e n d sie
n u r die bezahlten Landsknechte der englischen Bourgeois waren.
Unter diesen allgemeinen Illusionen /28b[26a]/ w a r es ganz in
der O r d n u n g , d a ß die zur Illusion privilegierten Stände, die Ideo-
45 logen, die Schulmeister, die Studenten, die Tugendbündler, das
Marx-Engels-Gesamtausgabe, I. Abt., Bd. 5 12
178 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger K o n z i l

g r o ß e W o r t führten u n d d e r allgemeinen P h a n t a s t e r e i u n d d e r In-


teresselosigkeit einen analogen, überschwenglichen Ausdruck
gaben.
Durch die Julirevolution — da wir nur wenige Hauptpunkte
andeuten, überspringen wir den Zwischenraum — wurden die der 5
ausgebildeten Bourgeoisie entsprechenden politischen F o r m e n den
Deutschen von a u ß e n zugeschoben. Da d i e deutschen ökonomischen
Verhältnisse noch bei weitem nicht d i e Entwicklungsstufe erreicht
hatten, d e r diese politischen F o r m e n entsprachen, so akzeptierten
d i e B ü r g e r d i e s e F o r m e n n u r a l s a b s t r a k t e I d e e n , a n u n d f ü r sich 1 0
gültige Prinzipien, fromme Wünsche u n d Phrasen, Kantsche
S e l b s t b e s t i m m u n g e n d e s W i l l e n s u n d d e r M e n s c h e n , w i e sie s e i n
s o l l e n . S i e v e r h i e l t e n sich d a h e r v i e l s i t t l i c h e r u n d u n i n t e r e s s i e r -
t e r z u i h n e n a l s a n d r e N a t i o n e n ; d . h . sie m a c h t e n e i n e h ö c h s t
eigentümliche Borniertheit geltend u n d blieben m i t allen ihren Be- η
strebungen ohne Erfolg.
Endlich drückte die i m m e r heftiger werdende Konkurrenz des
A u s l a n d e s u n d d e r W e l t v e r k e h r , d e m sich D e u t s c h l a n d i m m e r we-
niger entziehen konnte, die deutschen zersplitterten Lokalinter-
essen z u e i n e r g e w i s s e n G e m e i n s a m k e i t z u s a m m e n . D i e d e u t s c h e n 2 0
B ü r g e r b e g a n n e n , n a m e n t l i c h seit 1 8 4 0 , a u f d i e S i c h e r s t e l l u n g
dieser gemeinsamen Interessen zu d e n k e n ; sie w u r d e n national
u n d liberal, u n d verlangten Schutzzölle u n d Konstitutionen. Sie
s i n d a l s o jetzt b e i n a h e s o w e i t , w i e d i e f r a n z ö s i s c h e n B o u r g e o i s
1789. 26
W e n n man, wie die Berliner Ideologen, den Liberalismus und
d e n Staat, selbst i n n e r h a l b d e r deutschen L o k a l e i n d r ü c k e stehend
beurteilt, o d e r g a r auf d i e Kritik d e r deutschbürgerlichen Illusio-
n e n ü b e r d e n L i b e r a l i s m u s sich b e s c h r ä n k t , s t a t t i h n i m Z u s a m -
menhange mit den /28c[26b]/ wirklichen Interessen aufzufassen, 30
a u s d e n e n e r h e r v o r g e g a n g e n ist, u n d m i t d e n e n z u s a m m e n e r
allein wirklich existiert, k o m m t m a n natürlich zu den abge-
schmacktesten Resultaten von d e r Welt. Dieser deutsche Liberalis-
m u s , w i e e r sich b i s z u r n e u e s t e n Z e i t h i n n o c h a u s s p r a c h , ist w i e
w i r gesehen h a b e n , schon in seiner p o p u l ä r e n F o r m S c h w ä r m e r e i , 35
Ideologie über den w i r k l i c h e n Liberalismus. W i e leicht also
seinen Inhalt ganz in Philosophie, in reine Begriffsbestimmungen,
i n „ V e r n u n f t e r k e n n t n i s " z u v e r w a n d e l n ! Ist m a n a l s o g a r s o u n -
glücklich, selbst den verbürgerten L i b e r a l i s m u s n u r in d e r subli-
mierten Gestalt zu kennen, die Hegel u n d die von i h m abhängigen 40
Schulmeister ihm gegeben haben, so gelangt m a n zu Schlußfolge-
rungen, die ausschließlich ins Reich des Heiligen gehören. Sancho
wird uns hiervon ein trauriges Exempel liefern.
„ M a n hat in jüngster Z e i t " in d e r aktiven W e l t „ s o viel v o n "
d e r H e r r s c h a f t d e r B o u r g e o i s „ g e s p r o c h e n , d a ß m a n sich n i c h t 4 5
Π Ι . Sankt M a x 179

w u n d e r n darf, wenn die K u n d e d a v o n " , schon d u r c h d e n von d e m


Berliner Buhl übersetzten L. Blanc pp „ a u c h nach Berlin gedrun-
gen ist" u n d daselbst die A u f m e r k s a m k e i t gemütlicher Schulmei-
ster auf sich gezogen h a t ( W i g a n d p. 1 9 0 ) . M a n k a n n indes nicht
sagen, d a ß „ S t i r n e r " in seiner Methode der Aneignung d e r kur-
s i e r e n d e n V o r s t e l l u n g e n sich „ e i n e b e s o n d e r s g e w i n n r e i c h e u n d
einträgliche W e n d u n g angewöhnt" h a b e (Wig. i b i d . ) , wie bereits
a u s s e i n e r A u s b e u t u n g H e g e l s h e r v o r g i n g u n d sich n u n e i n e s W e i -
teren ergeben wird.
E s ist u n s e r m S c h u l m e i s t e r n i c h t e n t g a n g e n , d a ß i n n e u e s t e r
Zeit d i e L i b e r a l e n m i t d e n B o u r g e o i s identifiziert w u r d e n . W e i l
Sankt M a x die Bourgeois mit den guten Bürgern, den kleinen
D e u t s c h b ü r g e r n identifiziert, f a ß t e r d a s i h m T r a d i e r t e n i c h t , w i e
e s w i r k l i c h ist u n d v o n a l l e n k o m p e t e n t e n S c h r i f t s t e l l e r n a u s -
gesprochen w u r d e — nämlich so, d a ß die liberalen Redensarten
der idealistische Ausdruck der realen Interessen d e r Bourgeoisie
s e i e n , s o n d e r n u m g e k e h r t , d a ß d e r letzte Z w e c k d e s B o u r g e o i s d e r
s e i , e i n v o l l e n d e t e r L i b e r a l e r , e i n S t a a t s b ü r g e r z u w e r d e n . I h m ist
n i c h t d e r b o u r g e o i s d i e W a h r - / 2 8 d [ 2 6 c ] / h e i t d e s c i t o y e n , i h m ist
d e r citoyen die W a h r h e i t des bourgeois. Diese ebenso heilige als
deutsche Auffassung geht so weit, d a ß u n s p. 1 3 0 „ D a s Bürger-
t u m " (soll heißen die Herrschaft d e r Bourgeoisie) i n einen „ G e -
d a n k e n , n i c h t s als einen G e d a n k e n " verwandelt wird u n d
„ d e r Staat" als „ d e r w a h r e M e n s c h " auftritt, d e r den einzelnen
Bourgeois in den „Menschenrechten" die Rechte „ d e s " Men-
schen, die w a h r e W e i h e erteilt — Alles d a s , n a c h d e m d i e Illusio-
nen ü b e r den Staat u n d die Menschenrechte bereits in den deutsch-
französischen J a h r b ü c h e r n hinlänglich aufgedeckt waren * ) , eine
Tatsache, die Sankt Max im „apologetischen K o m m e n t a r " anno
1 8 4 5 endlich merkt. So k a n n er n u n den Bourgeois, i n d e m er ihn
als Liberalen von sich als empirischem Bourgeois trennt, in den
heiligen Liberalen, wie den Staat in „ d a s H e i l i g e " u n d d a s Ver-
hältnis des Bourgeois zum modernen Staat in ein heiliges Verhält-
nis, i n K u l t u s verwandeln ( p . 1 3 1 ) , womit e r eigentlich seine
Kritik ü b e r den politischen Liberalismus schon beschlossen hat.
Er hat ihn in „das Heilige" verwandelt.

*) In den deutsch-franz. Jahrb. geschah dies, dem Zusammenhange ge-


mäß, nur in Beziehung auf die Menschenrechte der französischen Revo-
lution. Man kann übrigens diese ganze Auffassung der Konkurrenz als
„der Menschenrechte" schon Ein Jahrhundert früher bei den Repräsen-
tanten der Bourgeoisie nachweisen. (John H a m p [ d e n ] , Petty, Bois-
Guillebert, Child pp.) Über das Verhält[nis] der theoretischen Liberalen
zu den Bourgeois vergleiche [oben] über das Verhältnis der Ideologen
einer Klasse zu dieser Klasse selbst.
41—43 Von den Mäusen zerfressene Stellen
12*
180 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

W i r wollen hier einige Exempel davon geben, wie Sankt M a x


d i e s e s sein E i g e n t u m m i t h i s t o r i s c h e n A r a b e s k e n h e r a u s p u t z t .
H i e r z u b e n u t z t e r d i e f r a n z ö s i s c h e R e v o l u t i o n , f ü r d i e i h m sein
Geschichtsmakler, d e r heilige Bruno, einen kleinen Lieferungs-
kontrakt auf wenige Data vermittelt hat. s
V e r m i t t e l s t e i n i g e r W o r t e B a i l l y ' s , d i e w i e d e r d u r c h d e s hei-
ligen Bruno „ D e n k w ü r d i g k e i t e n " vermittelt sind, „ e r l a n g e n "
durch die Berufung d e r Generalstaaten „ d i e bisherigen Unter-
t a n e n d a s B e w u ß t s e i n , d a ß sie E i g e n t ü m e r s e i e n " ( p . 1 3 2 ) . U m -
gekehrt, mon brave, die bisherigen Eigentümer betätigen d a d u r c h 10
i h r B e w u ß t s e i n , d a ß sie k e i n e U n t e r t a n e n m e h r s i n d — e i n Be-
wußtsein, das schon längst erlangt war, z. B. in den Physiokraten,
u n d p o l e m i s c h g e g e n d i e B o u r g e o i s b e i L i n g u e t , T h é o r i e d e s lois
civiles, 1 7 6 7 , M e r c i e r , M a b l y , ü b e r h a u p t d e n S c h r i f t e n g e g e n d i e
P h y s i o k r a t e n . D i e s e r S i n n w u r d e a u c h sogleich e r k a n n t i m A n f a n g e n
d e r R e v o l u t i o n , z . B . von Brissot, F a u c h e t , M a r a t , i m c e r c l e s o c i a l
u n d von s ä m t l i c h e n d e m o k r a t i s c h e n G e g n e r n L a f a y e t t e ' s . H ä t t e
d e r h e i l i g e M a x d i e S a c h e s o g e f a ß t , wie sie sich u n a b h ä n g i g von
seinem Geschichtsmakler zutrug, so w ü r d e er sich nicht w u n d e r n ,
d a ß „ B a i l l y s W o r t e f r e i l i c h s o k l i n g e n , / { 2 9 } [ 2 7 ] / [als w ä r e 2 0
n u n J e d e r ein E i g e n t ü m e r . . ."]
[... „ S t i r n e r " glaubt, „ „ d e n guten B ü ] r g e r n " k a n n es gleich
[gelten, w e r sie] u n d i h r e P r i n z i p i e n [schützt, ob ei] η a b s o l u t e r
oder konstitutioneller König, eine Republik u s w . " — Den „guten
2
B ü r g e r n " , d i e i n e i n e m B e r l i n e r K e l l e r i h r stilles W e i ß b i e r trin- *
k e n , ist d i e s a l l e r d i n g s „ j l e i c h j ü l t i g " ; a b e r d e n h i s t o r i s c h e n B o u r -
g e o i s ist d i e s k e i n e s w e g s g l e i c h . D e r „ g u t e B ü r g e r " „ S t i r n e r " bil-
d e t sich h i e r w i e d e r e i n , w i e ü b e r h a u p t i m g a n z e n A b s c h n i t t e , d i e
f r a n z ö s i s c h e n , a m e r i k a n i s c h e n u n d e n g l i s c h e n B o u r g e o i s seien g u t e
B e r l i n e r W e i ß b i e r p h i l i s t e r . D e r o b i g e Satz h e i ß t , a u s d e r F o r m d e r s o
politischen Illusion in gutes Deutsch übersetzt: Den Bourgeois
„ k a n n e s g l e i c h g ü l t i g s e i n " , o b sie u n u m s c h r ä n k t h e r r s c h e n o d e r
ob a n d r e Klassen ihrer politischen und ökonomischen Macht die
W a g e h a l t e n . S a n k t M a x g l a u b t , ein a b s o l u t e r K ö n i g o d e r sonst
J e m a n d k ö n n e d i e B o u r g e o i s e b e n s o g u t s c h ü t z e n , w i e sie sich S O
selbst schützen. U n d n u n g a r „ i h r e P r i n z i p i e n " , d i e d a r i n be-
s t e h e n , d i e S t a a t s m a c h t d e m c h a c u n p o u r s o i , c h a c u n chez soi
u n t e r z u o r d n e n , sie d a f ü r zu e x p l o i t i e r e n — d a s soll e i n „ a b s o -
luter K ö n i g " können ! Sankt Max möge uns d a s Land nennen, wo
b e i e n t w i c k e l t e n H a n d e l s - u n d I n d u s t r i e v e r h ä l t n i s s e n , b e i e i n e r to
g r o ß e n K o n k u r r e n z d i e B o u r g e o i s sich v o n e i n e m „ a b s o l u t e n K ö -
n i g " schützen l a s s e n . — N a c h d i e s e r V e r w a n d l u n g d e r geschicht-
l i c h e n B o u r g e o i s i n geschichtslose d e u t s c h e P h i l i s t e r b r a u c h t
22—23 Von den Mäusen zerfressene Stellen. Nach freilich so k l i n g e n fehlt eine
Forlsetzung
H L Sankt Max 181

„Stirner" denn auch keine andern Bourgeois zu kennen, als „be-


h a g l i c h e B ü r g e r u n d t r e u e B e a m t e " ( ! ! ) — zwei G e s p e n s t e r , d i e
sich n u r a u f d e m „ h e i l i g e n " d e u t s c h e n B o d e n s e h n l a s s e n d ü r f e n
— und die ganze Klasse als „gehorsame D i e n e r " zusammenzufas-
s sen ( p . 1 3 9 ) . E r m ö g e sich d i e s e g e h o r s a m e n D i e n e r auf d e r
B ö r s e von L o n d o n , M a n c h e s t e r , N e w - Y o r k u n d P a r i s e i n m a l an-
s e h e n . D a S a n k t M a x i m Z u g e ist, k a n n e r jetzt a u c h the w h o l e
hog gehen u n d einem bornierten Theoretiker d e r „ 2 1 B o g e n " glau-
ben, „ d e r L i b e r a l i s m u s sei d i e V e r n u n f t e r k e n n t n i s a n g e w a n d t a u f
io unsre be-/29a [27a]/stehenden Verhältnisse" u n d zu erklären, „ d i e
L i b e r a l e n s e i e n E i f e r e r für d i e V e r n u n f t " . M a n sieht a u s d i e s e n
[...] P h r a s e n , w i e w e n i g d i e D e u t s c h e n [sich von] i h r e n e r s t e n
I l l u s i o n e n ü b e r d e n L i b e r a [lismus] e r h o l t h a b e n . „ A b r a h a m h a t
g e g l a u b e t a u f Hoffnung, d a N i c h t s z u hoffen w a r , u n d sein
u Glaube ward ihm gerechnet zur Gerechtigkeit." Rom. 4 , 1 8 und 2 2 .
„ D e r Staat bezahlt gut, d a m i t seine guten Bürger ohne Gefahr
schlecht b e z a h l e n k ö n n e n ; e r sichert sich s e i n e D i e n e r , a u s d e n e n
e r f ü r d i e guten B ü r g e r e i n e S c h u t z m a c h t , e i n e P o l i z e i b i l d e t ,
durch gute Bezahlung; und die guten Bürger entrichten gern hohe
s o A b g a b e n a n ihn, u m d e s t o n i e d r i g e r e a n i h r e A r b e i t e r z u lei-
sten". P. 1 5 2 . Soll h e i ß e n : Die Bourgeois bezahlen ihren Staat
gut u n d l a s s e n d i e N a t i o n d a f ü r z a h l e n , d a m i t sie o h n e G e f a h r
schlecht b e z a h l e n k ö n n e n ; sie s i c h e r n sich d u r c h g u t e B e z a h l u n g
i n d e n S t a a t s d i e n e r n e i n e S c h u t z m a c h t , e i n e P o l i z e i ; sie entrich-
2 s ten g e r n u n d lassen d i e N a t i o n h o h e A b g a b e n e n t r i c h t e n , u m d a s ,
w a s sie z a h l e n , i h r e n A r b e i t e r n g e f a h r l o s a l s A b g a b e ( a l s A b z u g
am Arbeitslohn) wieder auflegen zu können. „Stirner" macht
hier die neue ökonomische Entdeckung, d a ß d e r Arbeitslohn eine
A b g a b e , e i n e S t e u e r ist, d i e d e r B o u r g e o i s d e m P r o l e t a r i e r zahlt,
30 während die andern, profanen Ökonomen d i e Steuern als eine
A b g a b e fassen, d i e d e r P r o l e t a r i e r d e m B o u r g e o i s zahlt.
Von dem heiligen Bürgertum kommt unser heiliger Kirchen-
v a t e r n u n auf d a s S t i r n e r s c h e „ e i n z i g e " P r o l e t a r i a t ( p . 1 4 8 ) . D i e s
besteht a u s „ I n d u s t r i e r i t t e r n , B u h l e r i n n e n , D i e b e n , R ä u b e r n u n d
es Mördern, Spielern, vermögenslosen Leuten ohne Anstellung u n d
L e i c h t s i n n i g e n " ( i b i d . ) . Sie sind „ d a s g e f ä h r l i c h e P r o l e t a r i a t "
u n d r e d u z i e r e n sich für e i n e n A u g e n b l i c k auf „ e i n z e l n e S c h r e i e r " ,
dann endlich „Vagabonden", deren vollendeter Ausdruck die
„ g e i s t i g e n V a g a b o n d e n " sind, d i e sich n i c h t „ i n d e n S c h r a n -
•io k e n e i n e r g e m ä ß i g t e n D e n k u n g s a r t h a l t e n " . „Solch wei-
t e n S i n n hat d a s sogenannte Proletariat, o d e r " (per appos.)
„der Pauperismus!" (p. 159).
/ 2 9 b [27b] / [Das P r o l e t a r i a t w i r d p. 1 5 1 [ „ d a g e g e n vo] m S t a a t e

12—43 Von den Mäusen zerfressene Stellen


182 D e u t s c h e Ideologie. Das Leipziger Konzil

a u s g e s o g e n " . [Das] g a n z e P r o l e t a r i a t b e s t e h t a l s o a u s r u i n i e r t e n
Bourgeois u n d ruinierten Proletariern, aus einer Kollektion von
L u m p e n , d i e i n j e d e m Z e i t a l t e r existiert h a b e n , u n d d e r e n m a s -
s e n h a f t e Existenz nach d e m Untergange des Mittelalters d e m
massenhaften Entstehen des profanen Proletariats vorherging, wie s
S a n k t M a x sich a u s d e r e n g l i s c h e n u n d f r a n z ö s i s c h e n Gesetz-
gebung und Literatur überzeugen mag. Unser Heiliger hat ganz
dieselbe Vorstellung vom Proletariat, wie die „guten behaglichen
B ü r g e r " u n d n a m e n t l i c h d i e „ t r e u e n B e a m t e n " . E r identifiziert
konsequenter Weise auch Proletariat und Pauperismus, während 10
d e r P a u p e r i s m u s d i e L a g e n u r d e s r u i n i e r t e n P r o l e t a r i a t s , d i e letzte
S t u f e ist, a u f d i e d e r g e g e n d e n D r u c k d e r B o u r g e o i s i e w i d e r -
standslos gewordene Proletarier versinkt, u n d n u r der aller Ener-
g i e b e r a u b t e P r o l e t a r i e r ein P a u p e r ist. V g l . S i s m o n d i , W a d e e t c .
„Stirner" und Konsorten können z. B. in den Augen d e r Proleta- is
r i e r n a c h U m s t ä n d e n w o h l für P a u p e r s g e l t e n , n i e a b e r f ü r P r o l e -
tarier.
D i e s s i n d S a n k t M a x e n s „ e i g e n e " V o r s t e l l u n g e n von d e r Bour-
geoisie u n d v o m P r o l e t a r i a t . D a e r a b e r m i t d i e s e n I m a g i n a t i o n e n
über Liberalismus, gute Bürger und Vagabunden natürlich zu 20
N i c h t s k o m m t , s o sieht e r sich genötigt, u m d e n Ü b e r g a n g a u f d e n
K o m m u n i s m u s fertig zu bringen, die wirklichen, profanen Bour-
geois u n d P r o l e t a r i e r , soweit e r sie v o m H ö r e n s a g e n k e n n t , h e r e i n
zu bringen. Dies geschieht p. 1 5 1 und 1 5 2 , wo d a s Lumpenprole-
t a r i a t sich i n d i e „ A r b e i t e r " , d i e p r o f a n e n P r o l e t a r i e r , v e r w a n d e l t 2 5
u n d d i e B o u r g e o i s e i n e R e i h e von „ m a n c h e r l e i W a n d l u n g e n " u n d
„mannigfaltigen Brechungen" „mit der Zeit" „ m i t u n t e r " durch-
machen. /29c[27c]/ Auf d e r einen Zeile heißt e s : „ D i e B e s i t -
z e n d e n h e r r s c h e n " — p r o f a n e B o u r g e o i s ; sechs Z e i l e n wei-
t e r : „ D e r B ü r g e r ist, w a s e r ist, d u r c h d i e G n a d e d e s S t a a t s " — s o
h e i l i g e B o u r g e o i s ; w i e d e r sechs Z e i l e n w e i t e r : „ D e r S t a a t ist d e r
status des B ü r g e r t u m s " — profane Bourgeois; was d a h i n erklärt
w i r d , d a ß „ d e r S t a a t d e n B e s i t z e n d e n " „ i h r e n Besitz z u L e h e n "
gibt, u n d d a ß d a s „ G e l d u n d G u t " d e r „ K a p i t a l i s t e n " — e i n sol-
c h e s v o m S t a a t zu „ L e h e n " ü b e r t r a g e n e s „ S t a a t s g u t " ist — h e i l i g e as
B o u r g e o i s . A m E n d e v e r w a n d e l t sich d a n n d i e s e r a l l m ä c h t i g e
Staat wieder in „den Staat der Besitzenden", also d e r profanen
B o u r g e o i s , w o z u d a n n e i n e s p ä t e r e Stelle p a ß t : „ D i e B o u r -
g e o i s i e w u r d e durch die Revolution allmächtig". P . 156.
Diese „seelenmarternden" und „ g r ä ß l i c h e n " Widersprüche hätte to
selbst S a n k t M a x n i e z u S t a n d e g e b r a c h t , w e n i g s t e n s n i e z u p r o -
m u l g i e r e n g e w a g t , w e n n i h m nicht d a s d e u t s c h e W o r t „ B ü r g e r " ,
d a s e r n a c h B e l i e b e n a l s „ c i t o y e n " o d e r „ b o u r g e o i s " o d e r a l s deut-
scher „guter B ü r g e r " auslegen kann, zu Hülfe gekommen wäre.
E h e w i r w e i t e r g e h e n , m ü s s e n w i r n o c h zwei g r o ß e politisch- t s
ΠΙ. Sankt Max 183

ökonomische Entdeckungen konstatieren, die unser Biedermann


„in d e r Stille des G e m ü t e s " „zu Tage fördert", u n d d i e mit d e r
„ J ü n g l i n g s l u s t " v o n p . 1 7 d a s g e m e i n h a b e n , d a ß sie e b e n f a l l s
„reine G e d a n k e n " sind.
s P. 1 5 0 reduziert sich alles Unheil d e r bestehenden sozialen
Verhältnisse darauf, d a ß „Bürger und Arbeiter an die „Wahr-
h e i t " des Geldes g l a u b e n " . J a c q u e s le b o n h o m m e bildet sich h i e r
ein, es h ä n g e von d e n „ B ü r g e r n " u n d „ A r b e i t e r n " a b , die in allen
zivilisierten Staaten d e r W e l t zerstreut sind, m o r g e n a m T a g e ur-
io plötzlich ihren „ U n g l a u b e n " an die „ W a h r h e i t des G e l d e s " zu
Protokoll zu geben, er glaubt sogar, d a ß , wenn dieser Unsinn mög-
lich sei, d a m i t i r g e n d e t w a s g e t a n /{30} [ 2 8 ] / s e i . E r g l a u b t , d i e
„Wahrheit des G e l d e s " könne jeder Berliner Literat ebenso gut
abschaffen, w i e e r f ü r s e i n e n K o p f d i e „ W a h r h e i t " Gottes o d e r
i s d e r H e g e i s c h e n P h i l o s o p h i e abschafft. D a ß d a s G e l d e i n notwen-
d i g e s P r o d u k t g e w i s s e r P r o d u k t i o n s - u n d V e r k e h r s v e r h ä l t n i s s e ist,
und eine „ W a h r h e i t " bleibt, so lange diese Verhältnisse existieren,
d a s geht e i n e n H e i l i g e n w i e S a n k t M a x , d e r g e n H i m m e l s c h a u t
und der profanen Welt seinen profanen Hintern zudreht, natür-
20 l i e h , N i c h t s a n .
Die zweite E n t d e c k u n g wird auf p. 1 5 2 gemacht u n d geht da-
hin, d a ß „ d e r Arbeiter seine Arbeit nicht verwerten k a n n " , w e i l
er „Denen die irgend ein Staatsgut" „zu L e h e n " erhalten haben,
„ i n d i e H ä n d e f ä l l t " . D i e s ist n u r d i e w e i t e r e E r k l ä r u n g d e s s c h o n
2s früher zitierten Satzes von p. 1 5 1 , d a ß d e r Arbeiter v o m Staate
ausgesogen w i r d . Hierbei „stellt" sogleich J e d e r „ d i e einfache
Reflexion a n " — d a ß „ S t i r n e r " d i e s n i c h t t u t , ist n i c h t „ z u ver-
w u n d e r n " — wie es denn k o m m e , d a ß d e r Staat nicht auch den
„ A r b e i t e r n " irgend ein „Staatsgut" zum „ L e h e n " gegeben habe.
3 o H ä t t e S a n k t M a x sich d i e s e F r a g e gestellt, s o w ü r d e e r sich s e i n e
Konstruktion des „heiligen" Bürgertums wahrscheinlich erspart
haben, weil er d a n n hätte sehen müssen, in welchem Verhältnis
die Besitzenden z u m m o d e r n e n Staat stehen.
Vermittelst des Gegensatzes von Bourgeoisie u n d Proletariat
35 — d a s w e i ß selbst „ S t i r n e r " — k o m m t m a n a u f d e n K o m m u n i s -
mus. W i e man aber darauf kommt, das weiß n u r „Stirner".
„Die Arbeiter haben die ungeheuerste Macht in Händen
sie d ü r f t e n n u r d i e A r b e i t e i n s t e l l e n u n d d a s G e a r b e i t e t e a l s d a s
I h r i g e a n s e h e n u n d g e n i e ß e n . D i e s ist d e r S i n n d e r h i e u n d
4o da. a u f t a u c h e n d e n A r b e i t e r u n r u h e n " . P. 1 5 3 — D i e A r b e i t e r -
unruhen, die bereits unter d e m byzantischen Kaiser Zeno ein Ge-
setz v e r a n l a ß t e n ( Z e n o , d e n o v i s / 3 0 a [ 2 8 a ] / o p e r i b u s c o n s t i t u t i o ) ,
die im 14ten J a h r h u n d e r t in der Jacquerie u n d d e m Aufstande
v o n W a t T y l e r , 1 5 1 8 a m evil m a y - d a y i n L o n d o n u n d 1 5 4 9 i m
is großen Aufstande des Gerbers Kett „auftauchten", die d a n n den
184 Deutsche Ideologie. Das Leipziger Konzil

Act 2 u n d 3 E d w a r d V I , 1 5 u n d e i n e R e i h e ä h n l i c h e r P a r l a m e n t s -
akte veranlaßten, die bald darauf 1640 und 1 6 5 9 (acht Aufstände
i n e i n e m J a h r e ) i n P a r i s v o r k a m e n u n d schon seit d e m vierzehn-
ten J a h r h u n d e r t i n F r a n k r e i c h u n d E n g l a n d , d e r gleichzeitigen
G e s e t z g e b u n g z u f o l g e , häufig gewesen sein m ü s s e n — d e r bestän- s
d i g e K r i e g , d e r seit 1 7 7 0 i n E n g l a n d u n d seit d e r R e v o l u t i o n i n
F r a n k r e i c h von d e n A r b e i t e r n gegen d i e B o u r g e o i s m i t Ge\valt u n d
List g e f ü h r t w i r d — A l l e s D a s existiert f ü r S a n k t M a x n u r „ h i e
u n d d a " , i n S c h l e s i e n , P o s e n , M a g d e b u r g u n d B e r l i n , „ w i e deut-
sche B l ä t t e r m e l d e n " . — D a s G e a r b e i t e t e w ü r d e , w i e J a c q u e s l e i o
b o n h o m m e sich e i n b i l d e t , a l s G e g e n s t a n d d e s „ A n s e h e n s " u n d
„ G e n i e ß e n s " i m m e r f o r t e x i s t i e r e n u n d sich r e p r o d u z i e r e n , w e n n
auch die Produzenten „ d i e Arbeit einstellten". — W i e oben beim
Gelde, verwandelt unser guter Bürger hier wieder „ d i e Arbeiter",
d i e i n d e r g a n z e n zivilisierten W e l t z e r s t r e u t s i n d , i n e i n e geschlos- i s
sene Gesellschaft, d i e n u r e i n e n B e s c h l u ß z u f a s s e n h a t , u m sich
aus allen Schwierigkeiten zu befreien. Sankt M a x weiß natürlich
nicht, d a ß a l l e i n seit 1 8 3 0 i n E n g l a n d w e n i g s t e n s fünfzig V e r -
s u c h e g e m a c h t w u r d e n , d a ß i n d i e s e m A u g e n b l i c k e n o c h e i n e r ge-
macht wird, um die sämtlichen Arbeiter n u r von E n g l a n d in eine 20
einzige A s s o z i a t i o n z u s a m m e n z u b r i n g e n , u n d d a ß h ö c h s t e m p i -
rische G r ü n d e d a s Gelingen aller dieser Projekte vereitelten. Er
w e i ß n i c h t , d a ß selbst e i n e M i n o r i t ä t d e r A r b e i t e r , d i e sich z u
e i n e r A r b e i t s e i n s t e l l u n g v e r e i n i g t , sich s e h r b a l d g e z w u n g e n sieht
revolutionär aufzutreten, eine Tatsache, die er an d e r englischen 25
I n s u r r e k t i o n von 1 8 4 2 u n d f r ü h e r schon a n d e r w e l s c h e n I n s u r -
r e k t i o n von 1 8 3 9 h ä t t e l e r n e n k ö n n e n , i n w e l - / 3 0 b [ 2 8 b ] / c h e m J a h r e
die revolutionäre Aufregung unter den Arbeitern zuerst in d e m
„ h e i l i g e n M o n a t " , d e r z u g l e i c h m i t d e r a l l g e m e i n e n Bewaffnung
d e s V o l k s p r o k l a m i e r t w u r d e , e i n e n u m f a s s e n d e n A u s d r u c k er- s o
h i e l t . M a n sieht h i e r w i e d e r , w i e S a n k t M a x ü b e r a l l s e i n e n U n s i n n
a l s „ d e n S i n n " geschichtlicher F a k t a a n d e n M a n n z u b r i n g e n
sucht, w a s i h m h ö c h s t e n s b e i s e i n e m „ M a n " g e l i n g t — ge-
s c h i c h t l i c h e r F a k t a , „ d e n e n e r seinen S i n n u n t e r s c h i e b t , d i e also
auf e i n e n U n s i n n a u s l a u f e n m u ß t e n " ( W i g a n d p . 1 9 4 ) . Ü b r i g e n s 3 5
fällt es keinem Proletarier ein, Sankt M a x ü b e r „ d e n S i n n " der
p r o l e t a r i s c h e n B e w e g u n g e n o d e r ü b e r d a s , w a s jetzt g e g e n d i e
B o u r g e o i s i e z u u n t e r n e h m e n sei, z u R a t e z u z i e h e n .
N a c h d i e s e r g r o ß e n C a m p a g n e zieht sich u n s e r h e i l i g e r S a n c h o
mit folgender F a n f a r e zu seiner Maritornes z u r ü c k : 40
„ D e r Staat beruht auf der S k l a v e r e i d e r A r b e i t . Wird
d i e A r b e i t f r e i , s o ist d e r S t a a t v e r l o r e n . " ( p . 1 5 3 ) .
Der m o d e r n e Staat, die Herrschaft der Bourgeoisie, beruht
a u f d e r F r e i h e i t d e r A r b e i t . D e r h e i l i g e M a x h a t sich j a
selbst, w i e oft! freilich k a r i k i e r t g e n u g ! a u s d e n d e u t s c h - f r a n z ö - 45
ΠΙ. Sankt Max 185

sischen J a h r b ü c h e r n a b s t r a h i e r t , d a ß m i t d e r F r e i h e i t d e r R e l i -
gion, des Staats, d e s Denkens p p , also doch „ m i t u n t e r " „ w o h l
a u c h " „ e t w a " d e r A r b e i t nicht Ich, sondern n u r E i n e r meiner
Z w i n g h e r r n frei w e r d e . D i e F r e i h e i t d e r A r b e i t ist d i e f r e i e K o n -
s k u r r e n z d e r A r b e i t e r u n t e r sich. S a n k t M a x h a t g r o ß e s U n g l ü c k ,
wie i n a l l e n a n d e r n Sphären, s o auch i n der Nationalökono-
m i e . D i e A r b e i t i s t frei i n a l l e n z i v i l i s i e r t e n L ä n d e r n ; e s h a n -
d e l t sich n i c h t d a r u m , d i e A r b e i t z u b e f r e i e n , s o n d e r n sie auf-
zuheben.

/[28c]/

B. Der Kommunismus

Sankt Max nennt den Kommunismus den „sozialen Liberalis-


m u s " , w e i l e r w o h l Weiß, i n w e l c h e m s c h l e c h t e n G e r u c h d a s W o r t
L i b e r a l i s m u s b e i d e n R a d i k a l e n von 1 8 4 2 u n d b e i d e n a m w e i t e -
sten g e g a n g e n e n B e r l i n e r F r e i j e i s t e r n steht. D i e s e V e r w a n d l u n g
15 gibt i h m zugleich Gelegenheit und Courage, den „sozialen Libera-
l e n " allerlei Dinge in den M u n d zu legen, die vor „ S t i r n e r " noch
nie ausgesprochen wurden, und deren Widerlegung dann zugleich
d e n K o m m u n i s m u s w i d e r l e g e n soll.
Die Überwindung des K o m m u n i s m u s geschieht durch eine
•io Reihe teils logischer, teils historischer Konstruktionen.
E r s t e l o g i s c h e K o n s t r u k t i o n . Weil „ W i r Uns z u Die-
n e r n v o n E g o i s t e n g e m a c h t s e h e n " , „ s o l l e n w i r " n i c h t selbst „ z u
Egoisten werden sondern lieber die Egoisten unmöglich
m a c h e n . W i r w o l l e n sie A l l e z u L u m p e n m a c h e n , w o l l e n A l l e
25 N i c h t s h a b e n , d a m i t „ A l l e " h a b e n . — So d i e S o z i a l e n . — W e r ist
d i e s e P e r s o n , d i e i h r „ A l l e " n e n n t ? E s ist d i e „ G e s e l l s c h a f t " " . —
P. 153.
Vermittelst ein p a a r Anführungszeichen verwandelt Sancho
hier „ A l l e " in eine Person, die Gesellschaft als P e r s o n , als Sub-
3o j e k t , = d i e h e i l i g e Gesellschaft, d a s H e i l i g e . Jetzt w e i ß u n s e r
H e i l i g e r , w o r a n e r ist, u n d k a n n e i n e n g a n z e n S t r o m s e i n e s F e u e r -
eifers gegen „ d a s H e i l i g e " loslassen, womit natürlich d e r Kom-
m u n i s m u s v e r n i c h t e t ist.
D a ß Sankt Max hier wieder den „Sozialen" s e i n e n Unsinn
3 5 a l s i h r e n S i n n i n d e n M u n d legt, ist n i c h t „ z u v e r w u n d e r n " . E r
identifiziert z u e r s t d a s „ H a b e n " a l s P r i v a t e i g e n t ü m e r m i t d e m
„ H a b e n " ü b e r h a u p t . Statt d i e b e s t i m m t e n V e r h ä l t n i s s e d e s P r i v a t -
186 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

e i g e n t u m s z u r P r o d u k t i o n , statt d a s „ H a b e n " a l s G r u n d b e s i t z e r ,
a l s R e n t i e r , a l s C o m m e r ç a n t , a l s F a b r i k a n t , a l s A r b e i t e r z u be-
t r a c h t e n — w o sich d a s „ H a b e n " a l s e i n g a n z b e s t i m m t e s H a b e n ,
als d a s K o m m a n d o ü b e r fremde Arbeit ausweist — verwandelt er
a l l e d i e s e .Verhältnisse i n „ d i e H a b e " . s

/{32} [ 3 0 ] / d e n p o l i t i s c h e n L i b e r a l i s m u s t u n
ließ, der die „ N a t i o n " zur höchsten Eigentümerin machte. D e r
K o m m u n i s m u s hat also gar kein „persönliches E i g e n t u m " m e h r
„abzuschaffen", sondern höchstens die Verteilung d e r „ L e h e n " io
a u s z u g l e i c h e n , d i e „ e g a l i t e " d a r i n e i n z u f ü h r e n . Ü b e r d i e Gesell-
schaft a l s „ h ö c h s t e E i g e n t ü m e r i n " u n d d e n „ L u m p e n " v e r g l e i c h e
Sankt M a x u. A. den „ E g a l i t a i r e " von 1 8 4 0 : „ D a s soziale Eigen-
t u m ist e i n W i d e r s p r u c h , a b e r d e r s o z i a l e R e i c h t u m ist e i n e F o l g e
des K o m m u n i s m u s . F o u r i e r sagt h u n d e r t m a l , im Gegensatz zu den is
bescheidnen Bourgeoismoralisten, nicht darin, d a ß Einige zu viel
h a b e n , l i e g e e i n soziales Ü b e l , s o n d e r n d a r i n , d a ß A l l e z u w e n i g
h a b e n " , u n d signalisiert d a r u m auch, „ l a fausse industrie", P a r i s
1 8 3 5 , p. 4 1 0 , die „ A r m u t der Reichen". — Desgleichen heißt es
b e r e i t s i n d e r 1 8 3 9 , a l s o v o r W e i t l i n g s G a r a n t i e n , i n P a r i s er- 2 0
s c h i e n e n e n d e u t s c h e n k o m m u n i s t i s c h e n Zeitschrift „ D i e S t i m m e
des Volks", Heft I I , p. 1 4 : „ D a s Privateigentum, d e r vielbelobte,
fleißige, g e m ü t l i c h e , u n s c h u l d i g e „ P r i v a t e r w e r b " t u t offenbar A b -
bruch d e m Lebensreichtum". Sankt Sancho n i m m t h i e r d i e Vorstel-
lung einiger zum Kommunismus übergehenden Liberalen und die 25
Ausdrucksweise einiger aus sehr praktischen G r ü n d e n in politischer
F o r m sprechenden Kommunisten für den Kommunismus. —
Nachdem er das Eigentum der „Gesellschaft" übertragen hat,
w e r d e n ihm sämtliche Teilhaber dieser Gesellschaft sofort zu
H a b e n i c h t s e n u n d L u m p e n , o b g l e i c h sie selbst i n s e i n e r V o r s t e l - 3 0
l u n g von d e r k o m m u n i s t i s c h e n O r d n u n g d e r D i n g e d i e „ h ö c h s t e
Eigentümerin" „ h a b e n " . — Der wohlmeinende Vorschlag, den er
den Kommunisten macht, „ d a s W o r t „ L u m p " zu einer ehrenden
A n r e d e z u e r h e b e n w i e d i e R e v o l u t i o n d a s W o r t B ü r g e r d a z u er-
h o b " , ist e i n s c h l a g e n d e s B e i s p i e l , w i e e r d e n K o m m u n i s m u s m i t 3 5
einer längst dagewesenen Sache verwechselt. Die Revolution hat
selbst, i m G e g e n s a t z z u d e n « h o n n ê t e s g e n s " , d i e e r s e h r d ü r f t i g
d u r c h g u t e B ü r g e r ü b e r s e t z t , d a s W o r t sans-culotte „ z u e i n e r e h r e n -
d e n A n r e d e e r h o b e n " . S o l c h e s t u t d e r h e i l i g e S a n c h o , a u f d a ß er-
füllet w e r d e d a s W o r t , d a s d a g e s c h r i e b e n steht i m P r o p h e t e n M e r - 4 0
lin von den dreitausend dreihundert Backenstreichen, die der
M a n n , d e r d a k o m m e n soll, sich s e l b e r g e b e n m u ß :

6—7 Hier fehlen nach E. Bernstein 4 Seiten; nämlich der Bogen 3 1 , auf dem sich
der Schluß der „Ersten" und der Anfang der „Zweiten logischen Konstruk-
tion" befand
Π Ι . Sankt Max 187

Es menester, que Sancho tu escudero


Se dé très m i l azotes, y t r e cientos
En ambas sus valientes posaderas
Al aire descubiertas, y de m o d o
s Q u e le e s c u e z a n , le a m a r g u e n y le enf a d e n .
(Don Quijote, tomo II, cap. 3 5 )

Sankt Sancho konstatiert „ d i e E r h e b u n g der Gesellschaft zur


höchsten E i g e n t ü m e r i n " als „zweiten R a u b a m /[30a]/ Persön-
lichen, im Interesse der Menschlichkeit", während der Kommunis-
i o m u s n u r d e r vollendete R a u b a m „ R a u b des P e r s ö n l i c h e n " ist.
„ W e i l i h m d e r R a u b ohne alle F r a g e für verabscheuungswürdig
gilt, d a r u m g l a u b t z . B . " S a n k t S a n c h o „ s c h o n m i t d e m " o b i g e n
„Satze" den Kommunismus „gebrandmarkt zu haben". („Das
Buch", p. 102.) „ H a t t e " „Stirner" „gar den R a u b " am Kommu-
i s n i s m u s „ g e w i t t e r t , w i e sollte e r d e n n n i c h t g e g e n i h n e i n e n „ t i e f e n
A b s c h e u " u n d eine „gerechte E n t r ü s t u n g " gefaßt h a b e n ! " ( W i g .
p. 1 5 6 ) . „Stirner" wird hiermit aufgefordert uns den Bourgeois
zu nennen, der ü b e r den K o m m u n i s m u s (oder Chartismus) ge-
s c h r i e b e n u n d n i c h t d i e s e l b e A l b e r n h e i t m i t v i e l e r E m p h a s e vor-
20 gebracht hat. An d e m , was d e m Bourgeois für „ p e r s ö n l i c h " gilt,
wird der K o m m u n i s m u s allerdings einen „ R a u b " ausüben.
E r s t e s C o r o l l a r . P . 3 4 9 : „ D e r Liberalismus trat sogleich
m i t d e r E r k l ä r u n g auf, d a ß e s z u m W e s e n d e s M e n s c h e n g e h ö r e ,
nicht E i g e n t u m , sondern E i g e n t ü m e r z u s e i n . D a e s hierbei
25 um den Menschen, nicht um den Einzelnen zu tun war, so blieb d a s
Wieviel, welches g r a d e d a s spezielle Interesse d e r Einzelnen aus-
machte, diesen überlassen. D a h e r behielt der Egoismus d e r Ein-
z e l n e n i n d i e s e m W i e v i e l d e n freiesten S p i e l r a u m , u n d t r i e b e i n e
unermüdliche K o n k u r r e n z . " D. h. der Liberalismus, i. e. die libe-
30 ralen Privateigentümer, gaben im Anfange d e r französischen Re-
v o l u t i o n d e m P r i v a t e i g e n t u m e i n e n l i b e r a l e n S c h e i n , i n d e m sie e s
für ein Menschenrecht erklärten. Sie waren hierzu schon d u r c h
ihre Stellung als revolutionierende P a r t e i gezwungen, sie w a r e n
sogar gezwungen, d e r Masse des französischen [Land]volks nicht
35 n u r d a s R e c h t d e s E i g e n t u m s zu g e b e n , s o n [ d e r n a ] u c h w i r k -
l i e h e s Eigentum n e h m e n z u lassen, u n d sie konnten dies
/[30b]/ Alles tun, weil d a d u r c h ihr eignes „ W i e v i e l " , worauf es
ihnen hauptsächlich a n k a m , u n b e r ü h r t blieb u n d sogar sicher ge-
stellt w u r d e . — W i r f i n d e n h i e r f e r n e r k o n s t a t i e r t , d a ß S a n k t M a x
40 d i e K o n k u r r e n z aus d e m Liberalismus entstehen läßt, ein Backen-
streich, den er d e r Geschichte aus Rache für die Backenstreiche
gibt, d i e e r o b e n sich selbst g e b e n m u ß t e . D i e „ g e n a u e r e E r k l ä -

34—35 Von den Mäusen zerfressene Stelle


188 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

r u n g " d e s M a n i f e s t e s , w o m i t e r d e n L i b e r a l i s m u s „ s o g l e i c h auf-
t r e t e n " l ä ß t , f i n d e n w i r b e i H e g e l , d e r sich i m J a h r e 1 8 2 0 d a h i n
a u s s p r a c h : „ I m V e r h ä l t n i s z u ä u ß e r l i c h e n D i n g e n ist d a s V e r n ü n f -
t i g e " (d. h. geziemt es m i r als Vernunft, als M e n s c h ) , „ d a ß Ich
E i g e n t u m besitze w a s u n d w i e v i e l i c h besitze ist d a h e r 5
e i n e r e c h t l i c h e Z u f ä l l i g k e i t " . ( R e c h t s p h i l . § 4 9 ) . B e i H e g e l ist
das Bezeichnende, d a ß er die Phrase des Bourgeois zum wirklichen
Begriff, z u m W e s e n d e s E i g e n t u m s m a c h t , w a s „ S t i r n e r " i h m ge-
t r e u l i c h n a c h m a c h t . S a n k t M a x b a s i e r t n u n auf o b i g e E n t w i c k l u n g
die weitere Aussage, d a ß der Kommunismus „ d i e F r a g e nach d e m 10
W i e v i e l d e s I n n e h a b e n s aufstellte u n d s i e d a h i n b e a n t w o r t e t e ,
d a ß d e r M e n s c h s o viel h a b e n m ü s s e , a l s e r b r a u c h e . W i r d sich
mein Egoismus damit genügen können? — I c h m u ß viel-
m e h r soviel h a b e n a l s ich m i r a n z u e i g n e n v e r m ö g e n d b i n . "
( p . 3 4 9 ) . Z u e r s t ist h i e r z u b e m e r k e n , d a ß d e r K o m m u n i s m u s kei- i s
neswegs a u s d e m § 4 9 d e r H e g e i s c h e n R e c h t s p h i l o s o p h i e u n d sei-
nem „ W a s u n d W i e v i e l " hervorging. Zweitens fällt es „d e m Kom-
m u n i s m u s " n i c h t ein, „ d e m M e n s c h e n " e t w a s g e b e n z u w o l l e n ,
da „d e r K o m m u n i s m u s " k e i n e s w e g s d e r M e i n u n g ist, d a ß „d e r
M e n s c h " irgend etwas „ b r a u c h e " als eine kurze kritische Beleuch- 20
tung. Drittens schiebt er dem K o m m u n i s m u s d a s „ B r a u c h e n " des
heutigen Bourgeois unter, /[30c]/ er bringt also eine Distinktion
h e r e i n , d i e i h r e r L u m p i g k e i t w e g e n b l o ß i n d e r h e u t i g e n Gesell-
schaft u n d i h r e m i d e e l l e n A b b i l d e , d e m S t i r n e r s c h e n V e r e i n v o n
„ e i n z e l n e n S c h r e i e r n " u n d freien N ä h t e r i n n e n von W i c h t i g k e i t 2 5
sein k a n n . „ S t i r n e r " h a t w i e d e r g r o ß e „ D u r c h s c h a u u n g e n " d e s
K o m m u n i s m u s zu Stande gebracht. Schließlich unterstellt Sankt
S a n c h o i n s e i n e r F o r d e r u n g , s o viel h a b e n z u m ü s s e n , a l s e r selbst
sich a n z u e i g n e n v e r m ö g e n d ist ( w e n n d i e s e nicht e t w a a u f d i e ge-
wöhnliche Bourgeoisphrase, d a ß Jeder nach Vermögen haben, das so
R e c h t d e s freien E r w e r b s h a b e n s o l l e ) , d e n K o m m u n i s m u s a l s
d u r c h g e s e t z t , u m sein „ V e r m ö g e n " frei e n t w i c k e l n u n d g e l t e n d
m a c h e n z u k ö n n e n , w a s k e i n e s w e g s a l l e i n von i h m , s o w e n i g w i e
sein „ V e r m ö g e n " selbst, s o n d e r n a u c h v o n d e n P r o d u k t i o n s - u n d
V e r k e h r s v e r h ä l t n i s s e n , in d e n e n er l e b t , a b h ä n g t . — ( V g l . u n t e n ss
d e n „ V e r e i n " ) . S a n k t M a x h a n d e l t ü b r i g e n s n i c h t e i n m a l selbst
nach seiner Lehre, da er in seinem ganzen „ B u c h e " Sachen
„ b r a u c h t " u n d verbraucht, die er „sich anzueignen" nicht „ver-
mögend war". —
Z w e i t e s C o r o l l a r . „Aber die Sozialreformer predigen 4 0
U n s e i n Gesellschaftsrecht. D a w i r d d e r E i n z e l n e d e r S k l a v e d e r
G e s e l l s c h a f t " . P . 2 4 6 . „ N a c h d e r M e i n u n g d e r K o m m u n i s t e n soll
jeder die ewigen Menschenrechte genießen". P. 2 3 8 . — Über d i e
A u s d r ü c k e R e c h t , A r b e i t p p , w i e sie b e i p r o l e t a r i s c h e n Schrift-
s t e l l e r n v o r k o m m e n , u n d w i e sich d i e K r i t i k z u i h n e n z u v e r h a l t e n «
Π Ι . Sankt Max 189

h a t , w e r d e n w i r b e i m „ w a h r e n S o z i a l i s m u s " ( s i e h e B a n d I I ) spre­
c h e n . W a s d a s R e c h t betrifft, s o h a b e n w i r /{33} [31]/ u n t e r v i e l e n
Andern den Gegensatz des K o m m u n i s m u s gegen das Recht sowohl
als politisches u n d privates, als auch in seiner allgemeinsten F o r m
s als Menschenrecht geltend gemacht. Siehe Deutsch-französische
Jahrbücher, wo das Privilegium, das Vorrecht als entsprechend
d e m s t ä n d i s c h g e b u n d e n e n P r i v a t e i g e n t u m , u n d d a s R e c h t a l s ent-
sprechend d e m Zustande d e r Konkurrenz, des freien Privateigen-
t u m s g e f a ß t ist, p . 2 0 6 u n d a n d e r w ä r t s ; e b e n s o d a s M e n s c h e n r e c h t
i o selbst a l s P r i v i l e g i u m u n d d a s P r i v a t e i g e n t u m a l s M o n o p o l . F e r -
n e r die Kritik des Rechts in Zusammenhang gebracht mit d e r deut-
schen Philosophie und als Konsequenz d e r Kritik d e r Religion dar-
gestellt p . 7 2 , u n d a u s d r ü c k l i c h d i e R e c h t s a x i o m e , d i e a u f d e n
K o m m u n i s m u s f ü h r e n s o l l e n , a l s A x i o m e d e s P r i v a t e i g e n t u m s ge-
i 5 f a ß t , w i e d a s g e m e i n s a m e Besitzrecht a l s e i n g e b i l d e t e V o r a u s s e t -
zung des Rechts des Privateigentums, p. 9 8 , 9 9 . — Die obige Re-
densart übrigens einem Babeuf entgegenzuhalten, ihn als theore-
tischen Repräsentanten des K o m m u n i s m u s zu fassen, konnte n u r
einem Berliner Schulmeister einfallen. „ S t i r n e r " entblödet sich
2 o i n d e s s e n n i c h t , p . 2 4 7 z u b e h a u p t e n , d a ß d e r K o m m u n i s m u s , wei-
cherannimmt, „ d a ß die Menschen von N a t u r gleiche Rechte h a b e n ,
s e i n e n e i g n e n Satz d a h i n w i d e r l e g e , d a ß d i e M e n s c h e n v o n N a t u r
gar keine Rechte haben. Denn er will z. B. nicht anerkennen, d a ß
d i e E l t e r n R e c h t e g e g e n d i e K i n d e r h a b e n , e r h e b t d i e F a m i l i e auf.
25 Überhaupt beruht dieser ganze revolutionäre oder Babeufsche
( V e r g l . d i e K o m m u n i s t e n i n d e r Schweiz, K o m m i s s i o n a l b e r i c h t ,
p . 3 ) Grundsatz auf einer religiösen, d . h . falschen A n s c h a u u n g " .
— N a c h E n g l a n d k o m m t /[31a]/ ein Yankee, wird d u r c h d e n Frie-
densrichter d a r a n gehindert, seinen Sklaven auszupeitschen u n d
3o r u f t e n t r ü s t e t a u s : Do y o u c a l l this a l a n d of l i b e r t y , w h e r e a m a n
c a n ' t l a r r u p h i s n i g g e r ? — S a n k t S a n c h o b l a m i e r t sich h i e r d o p -
p e l t . E r s t e n s sieht e r d a r i n e i n e A u f h e b u n g d e r „ g l e i c h e n R e c h t e
der Menschen", d a ß d i e „von N a t u r gleichen R e c h t e " d e r K i n d e r
gegen die Eltern geltend gemacht, d a ß K i n d e r n wie Eltern g 1 e i -
35 c h e s M e n s c h e n r e c h t g e g e b e n w i r d . Z w e i t e n s e r z ä h l t J a c q u e s le
b o n h o m m e zwei S e i t e n v o r h e r , d a ß d e r S t a a t s i c h n i c h t e i n m i s c h e ,
wenn der Sohn vom Vater geprügelt werde, weil er das Familien-
recht anerkenne. W a s er also einerseits für ein p a r t i k u l a r e s Recht
(Familienrecht) ausgibt, subsumiert er andrerseits unter die „von
4o N a t u r gleichen Rechte d e r Menschen". Schließlich gesteht er u n s ,
d a ß er den Babeuf nur aus d e m Bluntschlibericht kennt, während
d e r B l u n t s c h l i b e r i c h t p . 3 u n s e b e n f a l l s gesteht, d a ß e r s e i n e W e i s -
heit a u s d e m wackern L. Stein, Doktor d e r Rechte, geschöpft hat.

l (Siehe B a n d I I ) ist im Original mit Bleistift durchgestrichen


190 D e u t s c h e Ideologie. D a s Leipziger Konzil

Die gründliche Kenntnis, die Sankt Sancho vom Kommunismus


h a t , geht a u s d i e s e m Z i t a t h e r v o r . W i e S a n k t B r u n o sein R e v o l u -
t i o n s m a k l e r , s o ist S a n k t B l u n t s c h l i sein K o m m u n i s t e n m a k l e r . B e i
diesem Stande der Dinge darf es uns auch nicht wundern,, wenn
u n s e r W o r t G o t t e s v o m L a n d e e i n p a a r Z e i l e n w e i t e r d i e frater- 5
nité d e r Revolution auf die „Gleichheit d e r K i n d e r Gottes" (in
welcher christlichen Dogmatik kommt die égalité v o r ? ) reduziert.
/[31b]/ D r i t t e s C o r o l l a r . P . 4 1 4 . Weil das Prinzip der
G e m e i n s c h a f t i m K o m m u n i s m u s k u l m i n i e r t , d a r u m ist d e r K o m -
m u n i s m u s = „ G l o r i e d e s L i e b e s s t a a t s " . — A u s d e m L i e b e s s t a a t , 10
d e r e i n e i g e n e s F a b r i k a t S a n k t M a x e n s ist, leitet e r h i e r d e n K o m -
m u n i s m u s ab, d e r dann natürlich auch ein ausschließlich Stirner-
scher K o m m u n i s m u s bleibt. Sankt Sancho kennt n u r den Egois-
m u s auf der einen, oder den Anspruch auf die Liebesdienste, Er-
barmen, Almosen d e r Leute, auf der andern Seite. A u ß e r und is
ü b e r d i e s e m D i l e m m a gibt e s für i h n N i c h t s . —
D r i t t e l o g i s c h e K o n s t r u k t i o n . — „ W e i l i n d e r Ge-
sellschaft sich d i e d r ü c k e n d s t e n Ü b e l s t ä n d e b e m e r k l i c h m a c h e n ,
so denken besonders" (!) „die Gedrückten" ( ! ) , „die Schuld in
d e r G e s e l l s c h a f t z u f i n d e n , u n d m a c h e n sich's z u r A u f g a b e , d i e 2 0
r e c h t e Gesellschaft z u e n t d e c k e n " . P . 1 5 5 . I m G e g e n t e i l „ m a c h t
sich's" „ S t i r n e r " „zur A u f g a b e " , die i h m „rechte Gesellschaft",
d i e h e i l i g e Gesellschaft, d i e Gesellschaft a l s d a s H e i l i g e z u ent-
decken. Die heutzutage „ i n der Gesellschaft" „ G e d r ü c k t e n "
„ d e n k e n " b l o ß d a r a u f , d i e i h n e n r e c h t e G e s e l l s c h a f t , d i e zu- 2 5
n ä c h s t i n d e r Abschaffung d e r jetzigen G e s e l l s c h a f t , a u f d e r B a s i s
d e r v o r g e f u n d e n e n P r o d u k t i v k r ä f t e , besteht, d u r c h z u s e t z e n . W e i l
e[xempli] g[ratia] bei einer Maschine „sich drückende Übelstände
b e m e r k b a r m a c h e n " , z. B. d a ß sie nicht gehen will, u n d Diejeni-
gen, d i e die Maschine nötig haben, z. B. um Geld zu machen, den zo
Ubelstand in der Maschine finden, auf ihre V e r ä n d e r u n g ausgehen
p p , s o m a c h e n sie sich's n a c h S a n k t S a n c h o z u r A u f g a b e , n i c h t sich
die Maschine z u r e c h t z u rücken, sondern die r e c h t e Ma-
schine, die heilige Maschine, die Maschine als d a s Heilige, das
Heilige als die Maschine, die Maschine im H i m m e l zu entdecken, u
/ [ 3 1 c ] / „ S t i r n e r " r ä t i h n e n , „ i n s i c h " d i e S c h u l d z u s u c h e n . Ist
e s n i c h t i h r e S c h u l d , d a ß sie z . B . d e r H a c k e u n d d e s Pflugs b e d ü r -
f e n ? K ö n n t e n sie n i c h t m i t d e n N ä g e l n d i e K a r t o f f e l n i n d e n B o d e n
hinein und aus ihm heraus kratzen? Der Heilige predigt ihnen dar-
ü b e r p . 1 5 6 : „ E s ist d a s n u r e i n e a l t e E r s c h e i n u n g , d a ß m a n d i e t o
S c h u l d z u e r s t i n a l l e m A n d e r n , a l s i n sich s u c h t — a l s o i m S t a a t ,
in d e