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ESTATUTO

2011

UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL

ÍNDICE

TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS .................................. 05

CAPÍTULO 1 - Da Constituição .................................................................................. 05

CAPÍTULO 2 - Do Escotismo ..................................................................................... 08

TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO ........................... 09

CAPÍTULO 1 - Da Estrutura ....................................................................................... 09

CAPÍTULO 2 - Da Presidência e Vice-Presidência de Honra ................................ 11

CAPÍTULO 3 - Do Nível Nacional ............................................................................. 11

SEÇÃO I - Da composição ..................................................................................... 11

SEÇÃO II - Da Assembleia Nacional ................................................................... 12

SEÇÃO III - Do Conselho de Administração Nacional .................................... 13

SEÇÃO IV - Da Diretoria Executiva Nacional ................................................... 16

SEÇÃO V - Do Conselho Consultivo ................................................................... 17

SEÇÃO VI - Da Comissão Fiscal Nacional ......................................................... 18

SEÇÃO VII - Da Comissão de Ética e Disciplina Nacional ............................. 18

CAPÍTULO 4 - Do Nível Regional ............................................................................. 19

SEÇÃO I - Da composição .................................................................................... 19
SEÇÃO II - Da Assembleia Nacional .................................................................... 19

SEÇÃO III - Da Diretoria Regional ...................................................................... 22

SEÇÃO IV - Da Comissão Fiscal Regional .......................................................... 24

SEÇÃO V - Da Comissão de Ética e Disciplina Nacional ................................ 25

CAPÍTULO 5 - Do Nível Local ................................................................................... 25

SEÇÃO I - Da composição do Grupo Escoteiro ............................................... 25

SEÇÃO II - Da Assembleia de Grupo ................................................................. 26

SEÇÃO III - Da Diretoria de Grupo .................................................................... 27

SEÇÃO IV - Da Comissão Fiscal de Grupo ....................................................... 30

SEÇÃO V - Das Seções ........................................................................................... 30

SEÇÃO VI - Das Seções Escoteiras Autônomas ................................................ 31

TÍTULO III - DO QUADRO SOCIAL ............................................................. 31

TÍTULO IV - DO PATRIMÔNIO, DAS FINANÇAS E
DA ADMINISTRAÇÃO ................................................................................... 36

TÍTULO V - DO SERVIÇO ESCOTEIRO PROFISSIONAL ........................ 37

TÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS .................................................. 39

TÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS .................................. 42

1º .Da Constituição Art. eventuais ou permanentes e sem qualquer discriminação. § 3º . de 24 de janeiro de 1946. é titular do registro internacional junto à Organização Mundial do Movimento Escoteiro (World Organization of the Scout Movement .Tem a UEB exclusividade na produção. § 1º .497. beneficente e filantrópico. e o Decreto-Lei nº 8. 2º .828.A UEB também presta à comunidade serviços gratuitos. fiscalizar e desenvolver o Escotismo no Brasil.WOSM). é uma associação de âmbito nacional. sob a supervisão dos órgãos do nível nacional. fundada em 04 de novembro de 1924. Art.O Escotismo só pode ser praticado no Brasil por pessoas físicas ou jurídicas autorizadas pela UEB. “UEB”. de direito privado e sem fins lucrativos. na comercialização e uso de símbolos e distintivos escoteiros. de 23 de julho de 1928. cultural.A UEB. possuindo exclusividade para implementação. desde sua fundação. TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS CAPÍTULO 1 . § 5º . como asseguram o Decreto nº 5. que congrega todos quantos pratiquem o Escotismo no Brasil. e reconhecida de utilidade pública.São fins da UEB: I . cabendo ao Conselho de Administração Nacional a sua normatização.A UEB é membro fundador da Conferência Escoteira Interamericana (Conferencia Scout Interamericana). ambiental. § 2º . de caráter educacional. 5 . § 4º .organizar.A União dos Escoteiros do Brasil. coordenação e prática do Escotismo no Brasil.

que tenham como finalidade resguardar ao cidadão o exercício pleno da cidadania. por intermédio de ações desenvolvidas na área de profissionalização.Princípios. organizações públicas e do terceiro setor. II . Organização e Regras e pelo “Projeto Educativo” da UEB. promover. IV . III . esportivas.planejar.promover atividades culturais. . § 2º . firmar convênios e parcerias com empresas privadas. V . orientação espiritual e meio ambiente. seminários. III . tendo prioridades os projetos e programas de educação não formal.representar o Escotismo Brasileiro junto aos poderes públicos. educacionais. idoso. para realizar seus fins. elaborar. bem como de distintivos. emprego. juventude.propiciar a educação não-formal. seminários e oficinas divulgando e conscientizando sobre o conteúdo do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). compor.Entre as atividades da UEB está a de suprir os seus órgãos. criar. LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) e Leis Ambientais.R. valorizando o equilíbrio ambiental e o desenvolvimento do propósito do Escotismo. 6 .elaborar. § 1º . setores da atividade nacional e organizações internacionais. família. junto às crianças e jovens do Brasil. bem como: I . executar e avaliar programas e projetos dedicados a minimizar problemas relacionados com a infância. desenvolver e executar programas e/ou projetos que visem ao desenvolvimento institucional de entidades ou órgãos da Administração Pública. drogas. poderá. adolescência.II .promover fóruns.O. de lazer e próprias do Movimento Escoteiro. nos diversos níveis. assistenciais.realizar fóruns. na forma estabelecida pelo P. materiais e equipamentos necessários e convenientes para a prática escoteira.A União dos Escoteiros do Brasil. oficinas e conselhos de proteção e valorização do meio ambiente e direitos humanos. os praticantes do Escotismo e o público em geral de literatura específica.

no mínimo. no máximo. pelo voto favorável de dois terços de seus membros.Em juízo ou fora dele. regional e local. conforme se trate de interesse dos níveis nacional. 7 . Estaduais e Federal).VI . reconhecidas pela Organização Mundial do Movimento Escoteiro e devidamente registradas no Conselho Nacional de Assistência Social .Nas reuniões de que trata o parágrafo anterior. o patrimônio social reverterá em benefício de uma instituição congênere. na sua falta. em cada reunião.CNAS e. § 1º . com intervalos entre elas de 60 (sessenta) dias. Fundações e Instituições que atuam na área de meio ambiente. pelo voto favorável de dois terços de seus membros.A dissolução da UEB somente pode ser aprovada em duas reuniões extraordinárias da sua Assembléia Nacional especialmente convocadas para tal fim. Art. culturais. § 3º . 4º . Secretarias.realizar estudos e pesquisas relativos aos aspectos sócio-econômicos.É ilimitado o tempo de duração da UEB. científicos. políticos e ideológicos da realidade social das populações excluídas. a UEB é representada pelo Diretor Presidente do respectivo nível. VII . ativa ou passivamente. crianças e adolescentes. será definida a destinação do patrimônio da UEB. para outras entidades que venham a praticar o Escotismo no Brasil. devidamente registrada no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS. Assistência Social e Meio Ambiente (Municipais. Art. e 90 (noventa) dias. § 2º .captar fundos junto aos Conselhos de Direitos das Crianças e dos Adolescentes.A fusão da UEB com outra entidade ou sua cisão somente pode ser aprovada em reunião extraordinária da sua Assembléia Nacional especialmente convocada para tal fim. 3º .

o NACIONAL. como cidadãos responsáveis. afetivas e espirituais.A UEB está organizada em três níveis: I .Do Escotismo Art. sem vínculo a partidos políticos. conforme definido pelo seu projeto educativo.Da Estrutura Art.O Escotismo é um movimento educacional de jovens.O Propósito do Movimento Escoteiro é contribuir para que os jovens assumam seu próprio desenvolvimento. intelectuais. com autoridade em todo Território Nacional. de sua escola e de seu credo religioso. de acordo com seu Propósito. CAPÍTULO 2 . ajudando-os a realizar suas plenas potencialidades físicas. 6º . voluntário. base moral que se ajusta aos progressivos graus de maturidade do indivíduo. § 3º. sociais. § 1º .O Escotismo. § 2º . seus Princípios e o Método Escoteiro concebidos pelo Fundador Baden-Powell e adotados pela UEB.Os Princípios do Escotismo são definidos na Promessa e na Lei Escoteira. participantes e úteis em suas comunidades. 8 . TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO CAPÍTULO 1 . raças e crenças. como força educativa. 5º . que conta com a colaboração de adultos. propõe-se a complementar a formação que cada criança ou jovem recebe de sua família. e valoriza a participação de pessoas de todas as origens sociais. especialmente do caráter. e de nenhum modo deve substituir essas instituições.

R.II . com autoridade sobre a área geográfica que lhe for fixada pelo CAN (Conselho de Administração Nacional). 7º . desde que não conflitem com normas hierarquicamente superiores. Art.P.Os Distritos Escoteiros têm atribuições definidas pela Diretoria Regional. ouvidas as Assembléias Regionais envolvidas e atendidos os requisitos fixados pelo Conselho de Administração Nacional.R. e no P. podendo ter personalidade jurídica própria. e III . a quem compete designar o seu Coordenador. § 2º . § 1º . respectivamente.As diretorias poderão adotar regulamentos complementares próprios.” e pelos regulamentos e normas que lhe forem aplicáveis. .o REGIONAL. ouvidas as Unidades Escoteiras Locais envolvidas.o LOCAL. pelo “Princípios. com atuação na área que for determinada pela Diretoria Regional.Todos os níveis regem-se por este Estatuto. que deverão ser aprovados por suas respectivas Assembléias. Organização e Regras.As Regiões Escoteiras e as Unidades Escoteiras Locais poderão adotar regulamentos complementares aos preceitos contidos neste Estatuto.O. e b) o DISTRITAL. 9 .O. com autoridade sobre os praticantes do Escotismo vinculados à respectiva Unidade Escoteira Local (Grupos Escoteiros e Seções Escoteiras Autônomas).A UEB conta.Princípios. Parágrafo único .Os limites geográficos das Regiões Escoteiras poderão ser alterados por decisão do Conselho de Administração Nacional. As Diretorias aprovarão os regulamentos de seus Escritórios. com dois níveis operacionais de apoio: a) o de ÁREA GEOGRÁFICA. nacional e regional. ainda. § 2º . com atribuições e forma de funcionamento definidas pelo Conselho de Administração Nacional. § 1º . Organização e Regras .

§ 1º . o município que servir de sede à Diretoria Regional. CAPÍTULO 2 .Presidentes de Honra.NACIONAL da UEB. 8º .Da Presidência e Vice-Presidência de Honra Art. Os Grupos Escoteiros e as Seções Escoteiras Autônomas podem ter personalidade jurídica própria ou adotar a de sua entidade patrocinadora. Art. 9º .Fica eleito como Foro: I . de acordo com decisão das respectivas Diretorias. § 2º . PR. Art. e III . PR. II . salvo se tiverem personalidade jurídica própria. 10 . o município onde funciona a Unidade Escoteira Local (Grupo Escoteiro ou Seção Escoteira Autônoma). tendo em vista o interesse da UEB.As Regiões Escoteiras e as Unidades Escoteiras Locais que tiverem personalidade jurídica própria devem ter seu Estatuto e regulamentos subordinados a este Estatuto e demais normas da UEB.Para fins legais. a Sede Nacional será na cidade de Curitiba. podendo o Conselho de Administração Nacional estabelecer sedes operacionais que atendam às suas necessidades.Art.A UEB. as Regiões e as Unidades Escoteiras Locais poderão ter Presidentes e Vice.As Regiões Escoteiras e as Unidades Escoteiras Locais integram a personalidade jurídica da UEB. 11 . a cidade de Curitiba.REGIONAL da UEB.LOCAL da UEB.O Conselho de Administração Nacional pode autorizar a obtenção de personalidade jurídica própria para as Regiões Escoteiras. 10 .

IV . II .o Conselho de Administração Nacional.deliberar sobre os relatórios do Conselho de Administração Nacional.a Comissão de Ética e Disciplina Nacional. Compete à Assembléia Nacional: I .Do Nível Nacional SEÇÃO I . 13 .a Assembléia Nacional. CAPÍTULO 3 .a Comissão Fiscal Nacional. da Comissão Fiscal Nacional e da Comissão de Ética e Disciplina Nacional. por meio de voto unitário. 2/3 (dois terços) e 1/3 (um terço) dos membros da Comissão Fiscal Nacional e da Comissão de Ética e Disciplina Nacional e seus suplentes. 11 .A Assembléia Nacional é o órgão máximo.deliberar sobre as modificações deste Estatuto. representativo e normativo da UEB. e VI . 12 . dos Fundamentos do Escotismo Brasileiro e do seu respectivo regulamento.a Diretoria Executiva Nacional. SEÇÃO II . II . da Diretoria Executiva Nacional.Da Composição Art.Da Assembleia Nacional Art. III – eleger. III . V . de forma alternada. preferencialmente em reunião ordinária: a) bienalmente.São órgãos Nacionais: I .o Conselho Consultivo.

V . 14 . eleito por voto unitário.deliberar sobre as contas e o balanço anual do nível nacional da UEB. Art. mediante parecer da Comissão Fiscal Nacional.eleger a cada reunião.Os Delegados Regionais exercerão seus mandatos até que sejam eleitos seus substitutos. políticas. VI . por convocação do Conselho de Administração Nacional. cuja competência lhe for atribuída. 15 .A Assembléia Nacional. salvo nos casos previstos no Art.dos integrantes em exercício como titulares do Conselho de Administração Nacional. seu Presidente. de um outro Diretor de cada Diretoria Regional. com qualquer número de presentes. representando todos os associados da UEB. 1/2 (metade) dos membros com direito a voto do Conselho de Administração Nacional e seus Suplentes. e III . normas e procedimentos. fixando estratégias. nos meses de abril ou maio de cada ano. Parágrafo Único .b) bienalmente. IV . II . e VII . feita com antecedência mínima de sessenta dias: I .de um Delegado Regional para cada mil ou fração de mil participantes registrados no ano imediatamente anterior à realização da Assembléia Regional. 3º.deliberar sobre todo e qualquer assunto de interesse do Escotismo e da UEB. é composta: I . objetivos. na sua ausência.A Assembléia Nacional se reúne e delibera.ordinariamente. e Art. e 12 .deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas. parágrafos 1º e 3º. dois Vice-Presidentes e dois Secretários. com cada eleitor podendo votar em até 3 (três) candidatos. Art.do Diretor Presidente ou. 68 deste Estatuto.

Os Conselheiros Nacionais têm como Suplentes.Não é permitida a reeleição para mandatos consecutivos. com mandato de dois anos. Nordeste. os candidatos seguintes. portanto. É composto por quatorze Conselheiros Nacionais. preferencialmente em reunião junto à reunião ordinária da Assembléia Nacional. § 4° . a cada dois anos. sem direito a voto e. que elegerão a cada dois anos. sem serem titulares: I . com mandato por elas definido. após o preenchimento das vagas para os titulares. 16 . eleito pela Assembléia Nacional. da Comissão de Ética e Disciplina Nacional.5 (cinco) representantes das Áreas Geográficas do País (Norte. seu Presidente e Vice-Presidente. § 2º . Sudeste e Sul) indicados pelas Diretorias Regionais que as integram. por deliberação do Conselho de Administração Nacional. § 1° . SEÇÃO III . Centro-Oeste.O Conselho de Administração Nacional deliberará pela maioria simples de seus membros. 13 .II . com mandato por ela definido.O Conselho de Administração Nacional é o órgão diretivo nacional.Também compõem o Conselho de Administração Nacional. de um terço das Diretorias Regionais. entre os associados da UEB em pleno exercício de seus direitos como tal. II . em ordem de votação. em qualquer data. que coordenarão os trabalhos deste Conselho. com renovação.2 (dois) representantes indicados pela Rede Nacional de Jovens Líderes.extraordinariamente. § 3º . ou de um quinto dos associados. com membros com mandato de quatro anos. de metade de seus membros com direito a voto.Do Conselho de Administração Nacional Art. da Comissão Fiscal Nacional. ou por solicitação da Diretoria Executiva Nacional.

e as diretrizes da formação de adultos. dirigir e fiscalizar o Escotismo no Brasil. normas e regulamento da UEB. de acordo com as possibilidades orçamentárias. as diretrizes e avaliar a implementação do Movimento Escoteiro no Brasil. das Unidades Escoteiras Locais (Grupos Escoteiros e Seções Escoteiras Autônomas) e para o ingresso de pessoas no Movimento Escoteiro. nos casos de falta de cumprimento de norma obrigatória. X . III .O. Organização e Regras. 17 . II . VIII . VI .organizar. fixando o Código de Ética do Serviço Profissional.O.Princípios.autorizar a alienação ou a oneração dos bens imóveis da Direção Nacional e das Regiões Escoteiras. .R.fixar os requisitos para a organização e o reconhecimento das Regiões.Princípios.fixar a contribuição anual dos associados e demais participantes da UEB. Organização e Regras.R.promover o desenvolvimento do Movimento Escoteiro no Brasil. zelando pelo fiel cumprimento deste Estatuto.determinar a intervenção nas Regiões Escoteiras. VII .criar e extinguir cargos e funções remuneradas a nível nacional. V . do P. ineficiência administrativa e financeira ou de circunstâncias graves que justifiquem a adoção da medida. IV .estabelecer a política. XI .estabelecer a política e aprovar as normas do programa de jovens. o P. IX . 14 .Compete ao Conselho de Administração Nacional: I . .deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas cuja competência lhe for atribuída.Art.deliberar e fixar seu regulamento e o da Diretoria Executiva Nacional.

18 . § 2º . SEÇÃO IV . XIX . 15 .nomear os membros da Diretoria Executiva Nacional. XVIII .Da Diretoria Executiva Nacional Art. que terão sua função específica definida em ata quando da escolha. nomeando seus coordenadores. XIII .A DEN também pode nomear outros Diretores.aprovar delegados aos congressos. XIV . XX . nesse caso. XVII .fixar os requisitos para os que pretendam assumir cargo regional ou nacional. ouvindo as respectivas direções regionais.apreciar. XVI .deliberar sobre os balancetes mensais apresentados pela Diretoria Executiva Nacional. automaticamente licenciados da função de Conselheiro Nacional. XV .A Diretoria Executiva Nacional é o órgão executivo nacional constituído pelo Presidente e pelos dois Vice-Presidentes da UEB.XII .deliberar sobre a fixação e alterações nos limites geográficos das Regiões. as decisões da Diretoria Executiva Nacional em matéria disciplinar. em grau de recurso. atividades e eventos nacionais e internacionais.constituir as comissões e comitês que entenda necessário.delegar e cassar competência e autonomia às Regiões.Os membros da Diretoria Executiva Nacional podem ser escolhidos entre os integrantes do Conselho de Administração Nacional e ficam. ouvidas as Assembléia Regionais envolvidas. § 1º .deliberar sobre o orçamento apresentado pela Diretoria Executiva Nacional.

conforme definido pelo Conselho de Administração Nacional. Art. para os quais a UEB tenha sido informada após a reunião do Conselho de Administração Nacional. até 31 de julho do ano anterior ao da sua vigência.determinar a instauração de processo disciplinar em desfavor dos associados da UEB que atuam no nível nacional e em outras hipóteses previstas pela Resolução do Conselho de Administração Nacional. “ad referendum” desse Conselho.julgar e aplicar penalidades aos associados da UEB que atuam no nível nacional e em outras hipóteses previstas pela Resolução do Conselho de Administração Nacional. é constituído da sede nacional e das sedes operacionais que houver. ouvindo as direções regionais. de caráter profissional.executar. X .cobrar as contribuições anuais dos participantes da UEB.apresentar balancetes mensais e balanço anual ao Conselho de Administração Nacional e à Comissão Fiscal Nacional.O Escritório Nacional.aprovar o calendário anual nacional da UEB. § 3º . coordenando o Escritório Nacional. IV . V . III .propiciar uma boa divulgação do Movimento Escoteiro junto à sociedade.deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas. II . 16 .Compete à Diretoria Executiva Nacional: I . cuja competência lhe for atribuída. VI . orientar e supervisionar a execução das atividades técnicas.aprovar delegados aos congressos.nomear coordenadores para atividades escoteiras nacionais. 19 . atividades e eventos nacionais e internacionais. IX . administrativas e financeiras da UEB. VII . VIII .

com mandato 17 . seu Presidente. para analisar e emitir relatório ao Conselho de Administração Nacional quanto aos balancetes mensais e parecer quanto ao balanço anual a ser submetido à Assembléia Nacional. 20 . composta por três membros titulares. 22 . SEÇÃO VII . por convocação do Presidente da Diretora Executiva Nacional. realizando pelo menos duas reuniões ao ano. sendo uma junto à Assembléia Nacional.O Conselho Consultivo é formado pelos Diretores Presidentes das Regiões ou seu representante indicado pela Diretoria Regional. as decisões das Diretorias Regionais em matéria disciplinar. Parágrafo Único.Da Comissão Fiscal Nacional Art. com mandato de dois anos. elegendo seu Coordenador dentre os Diretores Presidentes das Regiões como primeiro item da agenda. SEÇÃO V .Da Comissão de Ética e Disciplina Nacional Art.apreciar. com mandato de quatro anos.Do Conselho Consultivo Art. que substituem os titulares nas suas faltas ou vacâncias. 21 . composta por três membros titulares. por eles próprios. e por três suplentes. eleitos por votação unitária. A Comissão Fiscal Nacional se reunirá. em grau de recurso. no mínimo semestralmente.A Comissão Fiscal Nacional é o órgão de fiscalização e orientação da gestão patrimonial e financeira nacional.XI . sendo um eleito anualmente. cuja decisão final tenha sido proferida pelo nível nacional. e XII . SEÇÃO VI . na ordem de votação.apreciar os pedidos de revisão dos processos disciplinares.A Comissão de Ética e Disciplina Nacional é o órgão responsável pela instrução e emissão de pareceres em procedimentos disciplinares em nível nacional.

CAPÍTULO 4 .São órgãos regionais: I . SEÇÃO II .A Assembléia Regional é o órgão máximo. e V .Do Nível Regional SEÇÃO I . eleitos por votação unitária. como órgão operacional de apoio.a Diretoria Regional. seu presidente. Parágrafo único . Parágrafo único .outros. e por três suplentes. 23. sendo um eleito anualmente. por eles próprios. IV . que substituem os titulares nas suas faltas ou vacâncias. ainda. com os Distritos Escoteiros.A Comissão de Ética e Disciplina Nacional apreciará as infrações éticas e disciplinares cuja competência lhe for atribuída pelo Conselho de Administração Nacional. se prevista no estatuto ou regulamento regional.a Comissão Fiscal Regional.Da Composição Art. ouvidas as Unidades Escoteiras Locais envolvidas. representativo e normativo em nível regional. II . com mandato de dois anos. 18 .O Nível Regional conta.a Comissão de Ética e Disciplina Regional.de quatro anos. na ordem de votação. a quem compete designar o seu Coordenador.a Assembléia Regional. previstos no Regulamento ou Estatuto Regional.Da Assembleia Regional Art. que têm atribuições definidas pela Diretoria Regional. III . 24 .

IX . na forma deste Estatuto. XI .deliberar sobre as contas e o balanço anual da Região Escoteira.deliberar sobre os relatórios da Diretoria e da Comissão Fiscal. os membros da Diretoria Regional.fixar a contribuição anual regional dos participantes da UEB na Região. X . II . VI . e se houver. IV . seu Presidente.eleger anualmente. V .deliberar sobre questões de interesse da Região. em reunião ordinária. preferencialmente em reunião ordinária.Compete à Assembléia Regional: I . à Comissão de Ética e Disciplina Regional.propor ao Conselho de Administração Nacional a alienação ou a oneração dos bens imóveis da Região. seus Delegados titulares e suplentes junto à Assembléia Nacional. por meio de votação unitária. fixando normas e procedimentos. e 19 . dois Vice-Presidentes e dois Secretários. III – eleger.deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas cuja competência lhe for atribuída. por chapa. à Comissão Fiscal Regional e. na proporção de um delegado para cada mil participantes ou fração registrados na Região no ano de sua realização. VII . mediante parecer da Comissão Fiscal Regional. trienalmente. se houver.supervisionar a execução dos trabalhos afetos à Diretoria Regional.eleger a cada reunião. e por votação unitária.deliberar sobre o Estatuto Regional e/ou o Regulamento Regional e sobre o seu respectivo regulamento. VIII . da Comissão de Ética e Disciplina Regional. e os membros da Comissão Fiscal Regional.

II .Nas Unidades Escoteiras Locais Patrocinadas.A Assembléia Regional é composta: I .indicar. por solicitação da Diretoria Regional.extraordinariamente. I . por convocação da Diretoria Regional. e V . § 1º . feita com antecedência mínima de trinta dias. II .Os representantes das Unidades Escoteiras Locais (Grupos Escoteiros e Seções Escoteiras Autônomas) exercerão seus mandatos até que sejam eleitos seus substitutos. IV . 20 .de um representante de cada Grupo Escoteiro. 25 .A Assembléia Regional se reúne e delibera com qualquer número de presentes. da Comissão de Ética e Disciplina Regional ou por vinte por cento das Unidades Escoteiras Locais da Região. III .ordinariamente.dos membros titulares do Conselho de Administração Nacional residentes na Região. salvo quorum diverso que seja definido em seu Estatuto e/ ou Regulamento Regional. Art. da Comissão Fiscal Regional. eleitos por votação unitária em sua Assembléia. Art.de um representante de cada Seção Escoteira Autônoma. a qualquer momento. para cada cinqüenta ou fração de cinqüenta de seus membros registrados no ano imediatamente anterior à sua realização.de cinco membros eleitos da Diretoria Regional.XII . um associado da UEB residente na Região que for mais votado em sua candidatura aprovada na Assembléia Regional.de um representante da Diretoria de cada Grupo Escoteiro da Região. 26 . os representantes do inciso III podem ser nomeados pela Diretoria quando elas não tenham Assembléia de Grupo. como candidato ao Conselho de Administração Nacional. escolhido entre seus membros em reunião do Conselho de Pais. e se houver. nos meses de fevereiro ou março de cada ano. § 2º .

.Princípios.O número de Diretores eleitos. sendo um deles o Diretor Presidente.apresentar balancetes mensais e balanço anual à Comissão Fiscal Regional. cuja competência lhe for atribuída. § 1º .SEÇÃO III .O.deliberar sobre as filiações. zelando pelo fiel cumprimento deste Estatuto. II . para a mesma função. § 4º .A Diretoria Regional é o órgão executivo da Região.deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas. do P.A Diretoria pode vir a ser integrada por outros membros.Da Diretoria Regional Art. IV . 28 . que coordena. suas atribuições e os 5 (cinco) com direito a voto na Assembléia Regional são fixados no Estatuto ou Regulamento Regional. salvo disposição expressa em contrário no estatuto ou regulamento regional. Organização e Regras e regulamentos da UEB.Os membros nomeados da Diretoria Regional têm direito a voto nas reuniões da mesma. É composta por. nomeados por ela própria.promover o desenvolvimento do Movimento Escoteiro em sua área. III .É vedada a reeleição de membros da Diretoria Regional por mais de um mandato consecutivo. nomeações e exonerações dos Escotistas e demais membros do Movimento Escoteiro no nível regional. eleitos por chapa pela Assembléia Regional. § 3º . com mandato de três anos. 27 . Art. desligamentos. cinco membros. § 2º .Compete à Diretoria Regional: I . dirige e representa a Região. 21 .R. no mínimo. com atribuições fixadas pela própria Diretoria Regional.

planejar. XI . VI . XIII . XV . 22 . das Seções Escoteiras Autônomas e das subdivisões que possua em sua área. orientar e supervisionar a execução das atividades técnicas.aprovar delegados aos congressos.propiciar uma boa divulgação do Movimento Escoteiro junto à comunidade.deliberar sobre a venda ou a alienação de bens imóveis dos Grupos Escoteiros. IX .criar e extinguir subdivisões de sua área. VII . XII . nos casos de falta de cumprimento de norma obrigatória. até 30 de setembro do ano anterior ao da vigência.V . normatizando sua ação. dirigir e fiscalizar a prática do Escotismo em sua área da atuação. quando avocar tal competência. de acordo com as possibilidades orçamentárias. administrativas e financeiras da Região. X .aprovar o respectivo calendário anual regional.determinar a intervenção.estabelecer critérios de segurança e acompanhar sua observância quanto ao planejamento de atividades regionais e de Unidades Escoteiras Locais. de ineficiência administrativa e/ou financeira ou de circunstâncias graves que justifiquem a adoção da medida.julgar e aplicar penalidades aos participantes da UEB que atuam no respectivo nível regional ou local. nos termos do estatuto e/ou regulamento regional que houver. VIII . atividades e eventos escoteiros nacionais e interregionais.organizar. XIV .criar e extinguir cargos e funções remuneradas em nível regional. a suspensão e o fechamento nas Unidades Escoteiras Locais (Grupos Escoteiros e Seções Escoteiras Autônomas).aprovar seu regulamento e o do Escritório Regional. XVI . em sua área geográfica.

A Comissão Fiscal Regional se reunirá. composta por três membros titulares. as decisões das Diretorias de Grupos Escoteiros ou Seções Escoteiras Autônomas sob sua direção.designar comissões específicas para tratar de processos disciplinares. em matéria disciplinar.Da Comissão Fiscal Regional Art. para analisar e emitir relatório à Diretoria Regional quanto aos balancetes mensais e parecer quanto ao balanço anual a ser submetido à Assembléia Regional. na ordem de votação. no mínimo quadrimestralmente. 29 . caso não exista Comissão de Ética e Disciplina Regional. cuja decisão final tenha sido proferida pelo nível regional respectivo. que substituem os titulares nas suas faltas ou vacâncias. em grau de recurso.A Comissão Fiscal Regional é o órgão de fiscalização e orientação da gestão patrimonial e financeira regional. por meio de votação unitária.apreciar os pedidos de revisão dos processos disciplinares.apreciar.XVII . por eles próprios. e XXI . e por até três suplentes. XX . 23 . SEÇÃO IV . sendo um eleito anualmente. conforme normas pertinentes ao assunto.designar os cinco diretores regionais com direito de voto na Assembléia Regional quando não estabelecido no Estatuto ou Regulamento Regional. XIX . Parágrafo Único . seu Presidente. XVIII .tomar as medidas legais necessárias para coibir a prática do Escotismo por pessoas e/ou Unidades Escoteiras Locais que não estejam em dia com suas obrigações em todos os níveis. com mandatos de três anos e eleitos simultaneamente com os membros da Diretoria Regional.

por eles próprios. 24 .a Comissão Fiscal de Grupo. por meio de votação unitária. apreciará as infrações éticas e disciplinares cuja competência lhe for atribuída pelo Conselho de Administração Nacional. sendo um eleito anualmente. de criação facultativa. que substituem os titulares nas suas faltas ou vacâncias.A Comissão de Ética e Disciplina Regional. de criação facultativa.a Diretoria de Grupo. 31 . na ordem de votação.Da Composição do Grupo Escoteiro Art. 30 .as Seções. CAPÍTULO 5 . com mandatos de três anos e eleitos simultaneamente com os membros da Diretoria Regional.outros previstos no Estatuto ou Regulamento de Grupo.Do Nível Local SEÇÃO I .A Comissão de Ética e Disciplina Regional.Da Comissão de Ética e Disciplina Regional Art. composta por três membros titulares.a Assembléia de Grupo.De caráter opcional. e por até três suplentes. é o órgão responsável pela instrução e emissão de pareceres em procedimentos disciplinares no âmbito regional. § 2º . § 1º . seu presidente. e V . com a respectiva previsão no Estatuto e/ou Regulamento da Região. II . III . IV .SEÇÃO V .São órgãos do Grupo Escoteiro: I . a criação ou extinção da Comissão de Ética e Disciplina Regional está condicionada à aprovação pela Assembléia Regional.

seus representantes titulares e suplentes junto à Assembléia Regional. e 25 . III . Compete à Assembléia do Grupo: I . a estrutura prevista neste artigo. normativo e deliberativo do Grupo Escoteiro. a alienação ou a oneração dos bens imóveis administrados pelo Grupo. As funções desta estrutura serão atribuídas conforme a organização da entidade patrocinadora.eleger anualmente e por votação unitária. b) sua Comissão Fiscal. preferencialmente em reunião ordinária bienal: a) sua Diretoria.deliberar sobre o regulamento ou estatuto do Grupo e da Comissão Fiscal do Grupo. 32 .deliberar sobre as contas e o balanço anual do Grupo Escoteiro.deliberar sobre os relatórios da Diretoria. II – eleger. mediante parecer da Comissão Fiscal de Grupo. que faz a ligação entre a Unidade e a respectiva entidade patrocinadora. A função do Diretor Presidente pode ser exercida por um Diretor de Escotismo.Parágrafo Único .A Assembléia de Grupo é o órgão máximo. por meio de chapa. V .deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas. na forma deste Estatuto.As Unidades Escoteiras Locais patrocinadas devem ter. preferencialmente. cuja competência lhe for atribuída. VII .propor à Diretoria Regional. IV . da Comissão Fiscal e das Seções do Grupo. por meio de voto unitário.Da Assembleia de Grupo Art. SEÇÃO II . VI .

por convocação da Diretoria de Grupo.A Assembléia do Grupo Escoteiro é composta: I . por solicitação da Diretoria Regional. Art.eleger a cada reunião. e V . É composta por. § 1º . 34 . que coordena.dos Escotistas. 26 . suas atribuições e os 3 (três) com direito a voto na Assembléia de Grupo são fixados pelo Estatuto e/ ou Regulamento de Grupo. em qualquer mês de cada ano. feita com antecedência mínima de quinze dias: I . III . IV .dos Associados contribuintes da UEB vinculados ao Grupo e em pleno exercício de sua condição como tal. II . dirige e representa o Grupo. 33 .A Diretoria do Grupo é o órgão executivo do Grupo Escoteiro. Art. com qualquer número de presentes.Da Diretoria de Grupo Art. com mais de 30 (trinta) dias de antecedência em relação à Assembléia Regional.de três membros eleitos da Diretoria de Grupo. II .A Assembléia de Grupo se reúne e delibera.extraordinariamente. 35 .O número de Diretores eleitos. três membros.de representação juvenil. eleitos pela Assembléia de Grupo sendo um deles o Diretor Presidente. com mandato de dois anos. da Comissão Fiscal de Grupo ou de um quinto dos membros da Assembléia. caso seja prevista no regulamento ou estatuto do Grupo Escoteiro. da Diretoria de Grupo. no mínimo. SEÇÃO III . seu Presidente e seu Secretário.ordinariamente.VIII .dos Pioneiros.

anualmente.R. salvo disposição expressa em contrário no Estatuto e/ou Regulamento de Grupo. selecionar e propiciar capacitação dos Dirigentes e Escotistas do Grupo Escoteiro. § 3º .promover as facilidades necessárias para as reuniões e atividades do Grupo Escoteiro.registrar. II . com atribuições então fixadas pela Diretoria de Grupo.propiciar uma boa divulgação do Movimento Escoteiro junto à comunidade.apresentar balanço anual à Comissão Fiscal do Grupo. zelando pelo cumprimento deste Estatuto. até 30 de novembro do ano anterior ao da vigência. fornecendo cópia à Diretoria Regional. do P. III . de campanhas financeiras e de outras atividades. assim como. de doações.captar.promover o desenvolvimento do Movimento Escoteiro em sua área. VII . VIII . Organização e Regras e regulamentos da UEB.obter recursos materiais. Art. fornecendo cópia à Diretoria Regional. IV . § 2º . . os registros complementares durante o ano.O.A Diretoria pode vir a ser integrada por outros membros.assegurar a continuidade e o desenvolvimento do Grupo Escoteiro.Princípios. particularmente os financeiros por meio da cobrança de contribuições. o Grupo Escoteiro e todos os participantes juvenis e adultos do mesmo perante a Região e a UEB.Os membros nomeados da Diretoria têm direito a voto nas reuniões da mesma. V . tempestivamente. VI . nomeados por ela própria. 36 . efetivando. inclusive. IX .aprovar o calendário anual de atividades do Grupo.Compete à Diretoria de Grupo: I . 27 .

orientar e supervisionar a execução das atividades técnicas.julgar e aplicar penalidades aos participantes da UEB que atuam no respectivo nível local. SEÇÃO IV . solidariamente. assim como pelos que participarem no Grupo Escoteiro com cargo ou função. XIV . pelos atos praticados pelos adultos que nomear e/ou designar. desligamentos.designar os três diretores do Grupo Escoteiro com direito de voto na Assembléia de Grupo quando não estabelecido no estatuto ou regulamento do Grupo. administrativas e financeiras do Grupo Escoteiro. e XIX . XVI . XVII .deliberar sobre as filiações.designar comissões específicas para tratar de processos disciplinares. 37 .responsabilizar-se.X .apreciar os pedidos de revisão dos processos disciplinares. XIII . XII . nomeações e exonerações dos Escotistas e demais participantes do Grupo Escoteiro. cuja competência lhe for atribuída. cuja decisão final tenha sido proferida pelo nível local respectivo.Da Comissão Fiscal de Grupo Art. conforme normas pertinentes ao assunto. Atividades e Eventos Regionais.aprovar Delegados aos Congressos.A Comissão Fiscal de Grupo é o órgão de fiscalização e 28 . quando no desempenho das funções para as quais foram nomeados ou designados.deliberar sobre a concessão de condecorações e recompensas. XI . XV . XVIII .determinar a instauração de processo disciplinar em desfavor dos participantes da UEB que atuam no respectivo nível local. observadas as regras emitidas pelos órgãos superiores da UEB.

seu Presidente. as seguintes categorias de associados: 29 . SEÇÃO VI . e tem sua estrutura e funcionamento definido nas normas da UEB. 41 . 39 .A Seção é a unidade técnica para a aplicação do programa de jovens.orientação da gestão patrimonial e financeira do Grupo Escoteiro. para conhecer o relatório das atividades passadas.Das Seções Art. na ordem de votação. e se for o caso. por eles próprios. Art. com mandato de dois anos e eleitos simultaneamente com os cargos da Diretoria de Grupo. SEÇÃO V . organizada de acordo com as faixas etárias. nos diversos níveis. os balancetes elaborados pela Diretoria de Grupo. sendo um eleito. que substituem os titulares nas suas faltas ou vacâncias.A Comissão Fiscal de Grupo examinará o balanço anual. 42 .A Seção Escoteira Autônoma terá sua composição e seu funcionamento fixados por ato do Conselho de Administração Nacional. pelo menos a cada semestre. 38 . emitindo parecer a ser submetido à Assembléia do Grupo. 40 .O Conselho de Pais de cada seção é o órgão de apoio familiar à educação escoteira.A UEB tem. Art.Das Seções Escoteiras Autônomas Art. TÍTULO III – DO QUADRO SOCIAL Art. e se reúne periodicamente. assistir às atividades escoteiras dos membros juvenis e participar do planejamento. composta por três membros titulares. e por até três suplentes.

Comissões de Ética e Disciplina e Assembléias.contribuintes. escoteiras.São contribuintes pais ou responsáveis dos beneficiários. escoteiros. tais como: chefes de Seção. § 5º . II .membros filiados.São escotistas. V . § 1º .São beneficiários os membros juvenis: lobinhos.colaboradores. VII . guias. seniores. segundo critérios definidos pelas Assembléias correspondentes. § 2º . tais como: integrantes de Diretorias.São dirigentes todos aqueles que possuindo capacitação preestabelecida para o fim a que se propõem. forem nomeados para o cargo ou função cujo beneficiário direto são os membros juvenis (dependentes dos contribuintes). § 4º .escotistas. assistentes.dirigentes. todos aqueles que.I . 30 . § 3º . instrutores e outros auxiliares. pioneiras e pioneiros. possuindo capacitação preestabelecida para o fim a que se propõem. VI .membros beneméritos e honoríficos. III . membros dos Clubes da Flor de Lis e pessoas ou entidades admitidas pela respectiva Diretoria e que concorrem com contribuições regulares. na forma de seus respectivos regulamentos.São colaboradores os antigos escoteiros e outras pessoas aceitas pela Diretoria do respectivo nível. forem eleitos ou nomeados para o cargo ou função não incluídas no parágrafo anterior. IV . Comissões Fiscais.beneficiários. lobinhas.

Art. os respectivos regulamentos e as decisões dos órgãos de direção. § 11 . II .São condições para o ingresso de associados nas categorias II a V: I . não podendo. § 8º .Os integrantes das categorias II a VI deste artigo. as instituições escoteiras.Os associados das categorias previstas nos incisos II e III deste artigo são assim considerados automaticamente com a expedição de seu certificado de nomeação ou eleição.Os associados da União dos Escoteiros do Brasil autorizam a entidade a utilizar o direito de suas imagens em atividades escoteiras. Art. com personalidade jurídica própria.São membros filiados.gozar de bom conceito e ter reputação ilibada. reconhecidos pela UEB por decisão da Diretoria de nível imediatamente superior àquela entidade § 7º . 43 .São direitos dos associados. eleger e ser eleito. para que possam fazer uso de seus direitos. beneficiários. votar ou serem votados nesta condição. entretanto.aceitar cumprir o presente Estatuto. § 9º . tais como voz e voto.São membros beneméritos e/ou honoríficos todos aqueles que. assim deliberarem.ter capacidade para exercer direitos e assumir obrigações.É vedado o exercício simultâneo de funções na Diretoria e na Comissão Fiscal ou de Ética e Disciplina. § 6º . no mesmo nível. III . Os associados da categoria VII deste artigo têm direito a voz. 44 . voluntários e membros da UEB: 31 . Já os integrantes das categorias IV e V deste artigo dependem da aprovação da Diretoria do Nível por meio do qual farão sua inscrição. devem estar em dia com suas obrigações sociais. § 10 . a critério da Diretoria do nível a que se acham vinculados.

efetuar compras de publicações. regionais e da Unidade Escoteira Local. com direito de voto na forma dos artigos 14. IV .participar. . II . não se admitindo a outorga de mandato. oficinas. distintivos e outros materiais distribuídos nas lojas escoteiras. 32 . Organização e Regras e dos regulamentos dos órgãos da UEB e.poder participar dos cursos. 45 .O.As Diretorias e os Coordenadores de atividades podem impedir a participação de pessoas não registradas na Unidade Escoteira Local. nos círculos de sua atuação. e do respectivo Regulamento. das reuniões das respectivas Assembléias que não forem declaradas secretas. com os meios ao seu alcance. § 1º . Regionais e de Grupo pelos quais estejam registrados.Os convidados aos respectivos fóruns terão direito à voz. do P. para o sucesso dos projetos e atividades nacionais.I .participar.ajudar na correta divulgação do Escotismo.participar das Assembléias Nacionais. V .O direito a voto só pode ser exercido com referência a um dos cargos que eventualmente possua e só pode ser pessoalmente.buscar compreender mais profundamente a proposta do Escotismo Brasileiro (Fundamentos e Projeto Educativo).São deveres dos associados da UEB zelar pelo cumprimento deste Estatuto. III . 25 e 33 deste Estatuto.Princípios. atendidos aos respectivos pré-requisitos. com a autorização da direção dos trabalhos. na Região ou na UEB. além disso: I .R. Parágrafo único . II .colaborar. com exclusividade. do Movimento Escoteiro no Brasil e o farão nos termos deste Estatuto. com direito à voz. III . seminários e outros eventos oferecidos. do POR e dos regulamentos dos órgãos da UEB. Art. §2º .

Diretorias. Art.A UEB não remunera. Todos os mandatos são exercidos gratuitamente. § 2º . II .Considera-se exclusão a perda da condição de associado da UEB. III . roubo ou desvio de bens e valores. em todos os níveis.Os associados da UEB não respondem pelas obrigações contraídas por ato ou omissão de qualquer órgão da entidade.suspensão. 33 . IV . por sua ação ou omissão.manter-se em dia com suas contribuições em todos os níveis da UEB. o exercício de mandatos nos Conselhos. 47 . § 1º .agressão física comprovada a outro associado ou a terceiro. sendo considerado destituído de quaisquer cargos ou funções.exclusão. 48 . impondo ao excluído a perda de todo e qualquer vínculo com a entidade. salvo tenham-na gerado ou contribuído para sua ocorrência. Art.Todos os associados da UEB estão sujeitos às seguintes medidas disciplinares: I . de Ética e Disciplina ou Assembléias de qualquer nível. III .São passíveis de exclusão as seguintes condutas de associados.advertência.reincidência em faltas puníveis com suspensão.IV . a qualquer título ou sob qualquer forma. Comissões Fiscais. 46 . Art.outra conduta incompatível com a moral e os bons costumes.furto. II . entre outras: I . seja de preenchimento por eleição ou nomeação.

São hipóteses para a destituição de membros das Diretorias. § 4º . os prazos. vantagens ou bonificações a dirigentes. 50 .O detalhamento da aplicação das medidas disciplinares citadas neste artigo. associados ou mantenedores. DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO Art. da aplicação da respectiva medida disciplinar. os recursos e demais procedimentos pertinentes serão definidos na forma estabelecida por Resolução do Conselho de Administração Nacional. sem qualquer caráter punitivo traduzindo-se esta última pelo afastamento definitivo do cargo ou função preenchido por nomeação. o que poderá ocorrer a pedido ou por decisão “ex- offício” de quem detém competência para nomear ou designar. Art. sem solicitar a demissão.passar a ocupar outra função incompatível. 49 .Podem ser concedidas distinções e/ou recompensas pela atuação digna de destaque. Art. § 3º . 51 . nos diversos níveis: I .ser punido com a penalidade de exclusão.Não constitui medida disciplinar o afastamento preventivo que trata a Resolução do Conselho de Administração Nacional sobre medidas disciplinares e a exoneração de natureza administrativa. na forma definida em resolução do Conselho de Administração Nacional. § 5° . II .DO PATRIMÔNIO. das Comissões e dos Conselhos da UEB.O fato de a pessoa não estar registrada na UEB no momento da prática do ato ou da instauração do processo disciplinar não a exime de sujeitar-se ao processo e. 34 . sob nenhuma forma ou a qualquer pretexto. designação ou de confiança.A UEB não distribui lucros. TÍTULO IV . eventualmente.

São denominados Empregados aqueles funcionários contratados para realização de tarefas administrativas de natureza geral. passa à administração do órgão escoteiro imediatamente superior. as contribuições de pessoas físicas e/ou jurídicas. dois integrantes da Diretoria responsável por sua emissão. Art.Ao final da gestão financeira.D TÍTULO V – DO SERVIÇO ESCOTEIRO PROFISSIONALSE NAL Art. da Editora Escoteira. pelo menos. § 1º . 55 .Os órgãos da UEB poderão manter um Quadro de Funcionários. previstas neste Estatuto. havendo “superávit”. integrado por Empregados ou Executivos Escoteiros contratados pela UEB e.Art. em benefícios das finalidades da UEB. recebidos em doação ou cedidos em definitivo aos órgãos escoteiros. 56 .. ou por seus procuradores. necessárias 35 . os resultados de campanhas financeiras e as subvenções. os resultados do movimento financeiro dos seus órgãos. devendo cada uma destas pessoas ser aprovada em ata pela respectiva Diretoria.O ano fiscal para todos os níveis da UEB encerra-se a 31 de dezembro de cada ano. 52 . ou ainda de terceirizados contratados dessa forma. participação nas receitas das atividades nacionais. Art.Constituem receitas da UEB as contribuições dos seus participantes. Art. Parágrafo Único .Constituem o patrimônio da UEB todos os bens móveis e imóveis adquiridos. entre outras. em caso de extinção do órgão escoteiro que o administra e mediante cláusula de retorno.Os cheques e documentos onerosos serão assinados por. da Loja Escoteira. pessoas cedidas por empresas e/ou órgãos públicos ou privados. Art. 53 . 57 . 54 .O patrimônio. ainda. este deve ser aplicado exclusivamente no país.

A contratação e a demissão de qualquer funcionário ou de serviços terceirizados é prerrogativa da Diretoria do órgão contratante.Na contratação de Executivos pela Direção Nacional. Art.Nenhum membro do Conselho de Administração Nacional.É vedado aos integrantes do Quadro de Servidores da UEB o exercício de cargos e mandatos nas Assembléias. em caso de urgência. § 2º . 59 . § 1º . a Diretoria Executiva Nacional só poderá efetivar o ato com aprovação do Conselho de Administração Nacional. Comissões Fiscais e Comissões de Ética e Disciplina de Nível igual ou superior àquele em que exercem suas atividades profissionais. contratados e nomeados para função de natureza técnica. como assessores. 60 . junto ao Movimento Escoteiro. § 2º . Diretorias. das Diretorias e Comissões Fiscais ou de Ética e Disciplina. Os Executivos Escoteiros integram. ocupante de função remunerada ou terceirizada. relacionadas com as finalidades da UEB. 58 . pode ocupar ou ter cônjuge ou qualquer de seus parentes afins ou consangüíneos de até 3º grau. Art.Na contratação e na demissão do Secretário Geral da União dos Escoteiros do Brasil. 36 . ou pessoa integrante do serviço escoteiro profissional. Art.São denominados Executivos Escoteiros os profissionais especializados. sem direito a voto. com a qualificação escoteira ou técnica exigida para a função que desempenham. Art. ao funcionamento dos órgãos em que atuam. 61 . no mesmo Nível. a Diretoria dos órgãos a que estiverem vinculados.Os Executivos Escoteiros terão seu treinamento orientado pela Diretoria Executiva Nacional. os mesmos serão aprovados previamente pelo Conselho de Administração Nacional ou. para as quais não se exige nenhuma qualificação escoteira. pela Diretoria Executiva Nacional ad referendum do Conselho de Administração Nacional.

XI .ausência injustificada. VI .Parágrafo único .exclusão da UEB.destituição. VIII . os membros de Diretoria não poderão ter cônjuge ou qualquer de seus parentes afins ou consangüíneos de até 3º grau. VII .ausência definitiva do órgão a que pertence. X .renúncia.morte.término do mandato. IX .exoneração. § 1º .TÍP O TÍTULO VI – DAS DISPOSIÇÕES GERAISSI Art. Comissão de 37 . V .Nos Níveis Nacional e Regional.Quando se tratar de vaga em Comissão Fiscal. 62 . a contar do início do mandato.São casos de vagas em qualquer cargo ou função: I . III . além dos limites estabelecidos pelo regulamento do órgão considerado.deixar de assumir as funções no prazo de quarenta e cinco dias. IV .suspensão.deixar de registrar-se na UEB no ano em curso. II . XII .não cumprir no prazo preestabelecido os requisitos necessários ao desempenho do cargo ou função. ocupando função na Comissão Fiscal ou na Comissão de Ética e Disciplina do seu mesmo Nível de atuação.

do art. 65 . os membros remanescentes escolherão e empossarão um substituto interino. 38 . Ética e Disciplina ou Diretoria decorrentes dos incisos I. 14 do presente Estatuto. Art. de acordo com deliberação da Assembléia Regional. Art. X.As convocações das Assembléias. eleitos nas suas Assembléias Ordinárias. e XII deste artigo. II. 63 . quando se elegerá o substituto efetivo. IV. caso a suspensão se estenda por um período superior à duração do mandato. automaticamente. Parágrafo Único . XI. durante a reunião da Assembléia Nacional ou do Conselho de Administração Nacional que os elegeram. Comissão de Ética e Disciplina ou Diretoria (exceto a Diretoria Executiva Nacional). desde que a vacância aconteça a mais de cento e oitenta dias da próxima Assembléia Ordinária. deverão ocorrer dentro de dez dias subseqüentes à solicitação. compete e é de direito do primeiro signatário da solicitação providenciá-la.Quando se tratar de vaga em Comissão Fiscal. 64 .Os membros dos órgãos nacionais tomarão posse. tomarão posse. quando solicitadas. nos incisos I.Quando o número de vacâncias em um órgão ultrapassar a metade dos seus membros eleitos. decorrente do inciso V deste artigo. em até 30 (trinta) dias após a eleição.Os membros dos órgãos regionais. que desempenhará o mandato até a próxima reunião da Assembléia correspondente ou do Conselho de Administração Nacional. § 2º . os membros remanescentes escolherão um substituto interino. IX. VI. cabendo às Regiões comunicarem aos seus Delegados. Vencido este prazo. § 3º .As convocações para as Assembléias Nacionais deverão ser remetidas via postal ou por E-mail aos seus membros identificados. que completará o mandato. será convocada uma reunião extraordinária correspondente para eleição dos cargos vagos. II e III. Art. III. VIII. VII. que desempenhará o mandato até que se esgote o período de suspensão ou até o término.

Art. em casos omissos. pelo menos. quando da convocação para a mesma ou. Art. do Conselho de Administração Nacional. § 1º . pela sua Presidência. nos termos vigentes no momento de suas respectivas eleições. na sua falta. 67 . § 2º . 66 .O presente Estatuto é reformável no tocante à administração.Os procedimentos eleitorais das Assembléias serão estabelecidos pelos seus regulamentos ou do nível a que pertencem e. e por aprovação de dois terços dos membros presentes. após a data do edital. sem quaisquer restrições. cinco Diretorias Regionais ou de Seminário específico realizado antes da Assembléia. com a presença de mais de um terço dos integrantes da Assembléia Nacional. de. coordenado por uma Comissão Estatuinte.Se a convocação fixar prazo para a apresentação de candidaturas. 68 . 69 – Os Conselheiros Nacionais eleitos nas Assembléias realizadas até abril de 2008 cumprirão seus mandatos nos prazos originalmente previstos. assim como poderão ser reeleitos. 3º deste Estatuto somente poderão ser analisados em reunião especialmente convocada para esse fim. sendo os eleitos e os respectivos suplentes relacionados na ata na ordem da respectiva votação.Art. Parágrafo único .Nas votações unitárias.A proposição de reforma deve partir da Assembléia Nacional. pelo plenário. 39 .A reforma deste Estatuto e os casos previstos nos parágrafos 1º e 3º do Art. cada eleitor vota em somente um dos candidatos para cada um dos cargos em disputa. TÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art. esse não pode ser menor do que a metade do período até a Assembléia.

entre as Assembléias Nacionais de 2010 e 2011. entre as Assembléias Nacionais de 2009 e 2010. será composto por 12 (doze) Conselheiros Titulares. poderão ser eleitos.Os integrantes das Diretorias Regionais. a partir da próxima eleição da Diretoria Regional. entre as Assembléias Nacionais de 2010 e 2011. membros com mandatos que se encerrarão com a posse dos eleitos na forma prevista nos arts. 71 . ressalvando-se que.A partir da Assembléia Nacional de 2009. quando. 29 e 30 deste Estatuto. Art. elas serão compostas por 4 (quatro) Membros Titulares. das Comissões de Ética e Disciplina Regionais. terão seus mandatos prorrogados até a posse dos novos Diretores Regionais no início de 2013. serão eleitas na forma prevista nos arts. nesse último período. totalizando 14 (quatorze) Conselheiros. serão eleitos 2/3 (dois terços) dos membros dessas Comissões.A partir da Assembléia Nacional de 2009.As Comissões Fiscal e Ética e Disciplina Regionais. 70 do Estatuto anterior).Art. ressalvando-se que. 29 e 30 deste Estatuto. nesse período de transição. essas Comissões poderão ter sua composição com mais de três membros titulares. o CAN será composto por 17 (dezessete) Conselheiros Titulares e. as eleições para o Conselho de Administração Nacional já serão realizadas na forma prevista no art. Art. 16 deste Estatuto. sendo que. se necessário (para preencher eventuais vagas existentes nessas Comissões em razão da sistemática de eleição de que trata o art. 70 . preservando-se os mandatos dos membros eleitos anteriormente e ressalvando-se que. as eleições para as Comissões Fiscais e de Ética e Disciplina Nacional já serão realizadas na forma prevista nos arts. 72 . eleitos em setembro ou outubro de 2009 e com início de seus mandatos em 1º de janeiro de 2010.Nas Assembléias Regionais que antecederem aquela em que haverá a próxima eleição da Diretoria Regional. Art. Parágrafo único . na Assembléia Nacional de 2009. 21 e 22 deste Estatuto. excepcionalmente. 73 . eventualmente. 40 . dois suplentes assumirão a condição de titulares. das Comissões Fiscais Regionais e.

ALESSANDRO GARCIA VIEIRA Presidente da Assembleia Nacional Extraordinária LUIZ CARLOS DEBIAZIO CLEIDE PIRES DE JESUS Secretário Secretária 41 . 74 .Art.O presente Estatuto entra em vigor no ato de sua aprovação pela reunião extraordinária da Assembléia Nacional. Brasília (DF). 30 de abril de 2011.

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br .Escritório Nacional Rua Coronel Dulcídio. 2107 .escoteiros.Bairro Água Verde CEP 80250 100 .org.Curitiba .Paraná www.União dos Escoteiros do Brasil .