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Carlos Monge
Claudia Viale
George Bedoya

Noticias - News
Lunes 28 de junio del 2010

BOLIVIA
Bolivia y Venezuela avanzan en negociaciones para explotar el Mutún
La Razón (La Paz)
http://www.la-razon.com/version.php?ArticleId=4222&a=1&EditionId=120
El Gobierno de Evo Morales informó hoy que ha avanzado negociaciones con el de
Venezuela para explotar el hierro de la mina El Mutún, en la frontera con Brasil, en un
proyecto paralelo al que desarrolla la minera india Jindal Steel & Power.
El presidente de la estatal Corporación Minera de Bolivia (Comibol), Hugo Miranda, dijo
hoy a los medios que esas negociaciones con Caracas se enmarcan en un acuerdo
suscrito entre Morales y su homólogo venezolano Hugo Chávez, en una reunión realizada
en abril pasado en el estado de Barinas.
Ambos mandatarios acordaron entonces la creación de una empresa llamada "gran
nacional" del hierro y acero, para explorar, explotar y comercializar el mineral del Mutún
y estudiar además proyectos sobre la explotación y uso del estaño, el cobre, la plata, el
cloruro de potasio y el zinc.
Miranda agregó que también "hay indicios" de que podría haber oro en el Mutún, un cerro
situado en el departamento de Santa Cruz, que posee 40.000 millones de toneladas de
varios tipos de minerales, principalmente hierro y manganeso.
Al margen de Venezuela, la estatal Empresa Siderúrgica Mutún (ESM) recibió en abril
pasado una oferta del Banco de Desarrollo de China de 15.000 millones de dólares para
explotar la mitad de ese yacimiento.
Según medios, el presidente de la ESM, Sergio Alandia, señaló que varias empresas
australianas también están interesadas en invertir en la producción de fósforo en la mina.
El 50% del cerro Mutún es del Estado y el otro 50% fue entregado en 2007 en concesión a
la compañía india Jindal.
La empresa india se había comprometido a invertir 600 millones de dólares en la primera
fase del proyecto (2008-2010), pero hasta el primer trimestre de este año sólo había
aportado 12 millones.
Por este retraso, el Ejecutivo le impuso en abril pasado una multa de 18 millones de
dólares, lo que ocasionó una controversia entre el Gobierno y la firma.
Jindal justificó que sus inversiones en el Mutún han sido limitadas por el retraso del
Ejecutivo en la entrega de las tierras necesarias para operar.
En las próximas horas está prevista una reunión del directorio del proyecto, en la que
participarán delegados de la ESM y Jindal para tratar asuntos como la entrega de las
tierras y el plan de inversión de la empresa india.

Empresas de Australia quieren explotar fósforo del cerro Mutún


El Deber (Santa Cruz)
http://www.eldeber.com.bo/2010/2010-06-28/vernotaeconomia.php?id=100628002313

1
El presidente de la Empresa Siderúrgica Mutún (EMS), Sergio Alandia, informó de que
varias empresas australianas han expresado el interés en invertir en la producción de
fósforo en la reserva de hierro de Mutún que no ha sido concesionada a la Jindal.
Alandia explicó que los representantes de estas firmas australianas han pedido al
Gobierno boliviano que les permitan participar en la explotación del 50 por ciento del
yacimiento de hierro que le corresponde a la EMS para la explotación del fósforo.
Por otra parte, hoy debe llevarse a cabo la reunión del directorio de Riesgo Compartido,
que agrupa a dos delegados de la ESM y a tres de Jindal Steel Bolivia. Los temas a tratar
son las tierras que todavía no se han entregado en su totalidad y el cronograma de
inversión para desarrollar el proyecto que por ahora está estancado. /ANF y DM

BRASIL
Diretor financeiro da Vale deixa mineradora após 8 anos
Folha do São Paulo (São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/758571-diretor-financeiro-da-vale-deixa-
mineradora-apos-8-anos.shtml
A Vale anunciou nesta segunda-feira que o diretor financeiro e de relações com o mercado
Fábio Barbosa deixou a empresa "para buscar novos desafios profissionais", após oito
anos na companhia.
Barbosa estava na mineradora desde abril de 2002, vindo do Tesouro Nacional, onde era
secretário. Como secretário do Tesouro, Barbosa integrou o Conselho de Administração
da Vale, representando o governo.
"(Barbosa)... deverá ser substituído por Guilherme Perboyre Cavalcanti, cujo nome será
submetido à aprovação do Conselho de Administração na próxima reunião", informou a
Vale nesta segunda-feira.
"Tínhamos o Fábio como contato de muitos anos, vai fazer falta, mas faz parte, ninguém
fica no mesmo cargo para sempre", disse o analista da SLW Pedro Galdi.
Atualmente, Cavalcanti é diretor global de Finanças Corporativas da Vale, cargo que
ocupa desde setembro de 2005. Ele também é membro do Comitê Executivo de Gestão de
Riscos.
Mestre em economia, Cavalcanti é membro efetivo do Conselho de Administração da Log-
In Logística Intermodal S.A. desde 2007, informou a Vale.

Brasileña OGX anuncia nuevo hallazgo de petróleo en cuenca Campos


AméricaEconomía
http://www.americaeconomia.com/negocios-industrias/brasilena-ogx-anuncia-nuevo-
hallazgo-de-petroleo-en-cuenca-campos
El descubrimiento se registró en un pozo del Bloque BM-C-40 ubicado a unos 96
kilómetros de la costa del estado de Río de Janeiro.
Río de Janeiro. La brasileña OGX Petróleo e Gás Participações SA anunció que un pozo en
el Bloque BM-C-40 de la cuenca Campos mostró indicios de petróleo.
OGX posee una participación del 100% en el bloque.
El pozo se perforó en 104 metros de agua a unos 96 kilómetros de la costa del estado de
Río de Janeiro.
OGX tiene participaciones en 29 bloques exploratorios en las cuentas Campos, Espírito
Santo, Pará-Maranhão, Parnaíba y Santos.
El éxito inicial en la perforación llevó a la compañía a ampliar su programa de
exploración. En los próximos cuatro años, OGX planea perforar 79 pozos: 72 costa afuera
y siete en tierra.

2
Lula sancionará capitalização da Petrobras na 4ª feira
Estadão do São Paulo (São Paulo)
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,lula-sancionara-capitalizacao-
da-petrobras-na-4-feira,25048,0.htm
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai sancionar na quarta-feira o projeto
de capitalização da Petrobras. A informação é do ministro da Secretaria de Relações
Institucionais, Alexandre Padilha. "O detalhamento da operação, da forma como se dará,
está em negociação entre a Casa Civil, os ministérios da Fazenda e das Minas e Energia e
a própria Petrobras para montar esta operação de capitalização", informou o ministro.
Segundo Padilha, "não há data definida nem anunciada para esta capitalização
acontecer". Ele lembrou que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) ainda está fazendo o
estudo sobre a previsão do preço do barril do petróleo.
"Este é um momento importante para nós, que culmina com todo o esforço que o governo
fez de fortalecimento da empresa e de preparar a Petrobras para este novo momento do
País, tanto do pré-sal quanto do seu plano de investimentos estratégicos até 2014", disse
o ministro.

BP já gastou US$ 2,65 bi com vazamento de petróleo


Estadão do São Paulo (São Paulo)
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,bp-ja-gastou-us-265-bi-com-
vazamento-de-petroleo,25051,0.htm
Companhia gastou até agora US$ 2,65 bilhões com suas operações na região, uma taxa
de US$ 100 milhões por dia nos últimos três dias
NOVA YORK - O nível dos gastos da British Petroleum com o vazamento de petróleo no
Golfo do México aumenta a cada dia que passa. A companhia afirmou que despendeu até
agora US$ 2,65 bilhões com suas operações na região, uma taxa de US$ 100 milhões por
dia nos últimos três dias.
O Mississippi relatou no domingo que uma "significativa" quantidade de petróleo atingiu a
costa do Estado norte-americano. Estima-se que a aproximação da tempestade tropical
Alex possa empurrar ainda mais petróleo para a costa, pelo menos nos próximos dias.
Segundo o gabinete do governador do Mississippi, Haley Barbour, as ondas de óleo foram
encontradas a cerca de três quilômetros das praias ao longo da ponta sudeste do Estado e
em algumas das ilhas-barreira. "Esta é a nossa primeira grande invasão de petróleo na
costa", disse Dan Turner, secretário de imprensa do governador.
O sucesso da operação da BP para a retirada do óleo da superfície do mar no Golfo do
México oscilou fortemente desde o início dos trabalhos. De acordo com números da
petroleira britânica, o volume médio de óleo coletado pelos navios utilizados variou de
quase 33 barris por dia no início de maio para pouco mais de um barril por dia no início
de junho.
Se isso representa uma degradação na qualidade do trabalho dos navios de combate ao
derramamento, uma vez que a frota cresceu, ou os caprichos do tempo, é uma incógnita.
A quantidade de petróleo que a BP tem capturado diretamente da boca do poço também
tem estado vulnerável a eventos aleatórios como greves relâmpago ou a colisão dos robôs
submarinos com a tampa de contenção colocada sobre o poço. A BP capturou uma média
de 23.700 barris por dia do poço no fim de semana, contra 28.750 nos últimos quatro
dias.
Dois novos navios adicionados à boca do poço deverão aumentar a taxa de captura do
óleo para entre 40 mil e 50 mil barris por dia até o final deste mês, afirmou a companhia.
Dentro de poucos dias, a BP iniciará também o estágio final e o mais desafiador, do ponto
de vista técnico, da interseção de um poço de alívio com o poço de Macondo. A operação
será provavelmente muito mais complicada, arriscada e cara antes de estar finalmente
concluída. As informações são da Do Jones.

3
CHILE
Mañana van a discusión legislativa medidas por US$ 1.058 millones
El Mercurio (Santiago)
http://diario.elmercurio.com/2010/06/28/economia_y_negocios/economia_y_negocios/n
oticias/87177B90-6129-4493-B4B4-34C0AFDA0840.htm?id={87177B90-6129-4493-
B4B4-34C0AFDA0840}
Los cambios al royalty , la prórroga del Fepco y el reintegro del impuesto al diésel figuran
entre las iniciativas.
La intensa jornada que mañana tendrá el Ministerio de Hacienda en el Congreso
considera medidas que involucran recursos por nada menos que US$ 1.058 millones.
Además, la cartera corre contra el tiempo, porque tres de los cuatro cambios legales que
serán tratados deben ser aprobados a más tardar mañana.
Al mirar por montos, los más altos están asociados a los cambios al royalty , que forman
parte de la ley de financiamiento de la reconstrucción y que hace algunos días fueron
rechazados por el Senado. De ser aprobados supondrán US$ 600 millones de ingresos
para el fisco.
Sin embargo, el avance de esta propuesta depende de lo que ocurra entre las 11 y 14
horas en la Cámara Baja, pues si ésta rechaza las modificaciones que hizo el Senado el
texto será discutido en Comisión Mixta, que a ojos del Gobierno es el escenario "más
favorable".
El segundo monto más importante son los US$ 363 millones asociados a la prórroga del
Fondo de Estabilización de Precios de los Combustibles (Fepco), sistema cuya vigencia
termina este miércoles.
Las señales que ha dado el ministro de Hacienda, Felipe Larraín, apuntan a que el
Ejecutivo pondrá sobre la mesa un mecanismo que suavice las oscilaciones en los precios,
pero sin constituir una extensión del instrumento actual, sino que sea un rediseño de
éste. Incluso, el jefe de Estado ha dicho que el instrumento será rebautizado.
Antes del jueves, el Ejecutivo debe zanjar un tercer tema: el régimen de reintegro parcial
del impuesto específico al diésel para los camioneros.
Si Hacienda mantuviera el modelo actual, con tres niveles de devolución, el costo fiscal
ascendería a US$ 93 millones. Sin embargo, fuentes del oficialismo adelantan que el
Gobierno plantearía una cobertura menor y también la exclusión del beneficio a quienes
tengan rentas superiores a $1.600 millones, a quienes se devuelve el 25% del citado
gravamen.
Salario
Como si todo lo anterior fuera poco, Hacienda, en conjunto con el Ministerio del Trabajo,
liderará las negociaciones por salario mínimo, que hasta ahora no han sido favorables
para el Gobierno, luego que la Comisión de Hacienda de la Cámara rechazara el reajuste
de 3,03% que éste propuso.
Además, enfrentó la exigencia de diputados de la UDI de que el reajuste sea de 6%.
Si bien la actualización del salario mínimo tiene efectos principalmente en el sector
privado, el informe financiero de la Dipres considera que de aprobarse el alza de 3,03%,
que lleva el sueldo base a $170 mil, el costo fiscal sería de $967 millones, relativos a una
menor recaudación por concepto de copagos, el valor del subsidio previsional a los
trabajadores jóvenes y la asignación por muerte de activos y pensionados del antiguo
sistema.
Royalty
El cambio al impuesto específico a la minería representa el 56% de los recursos
señalados.

4
Aporte por extender royalty ascendería a US$ 4.000 millones
El Mercurio (Santiago)
http://diario.elmercurio.com/2010/06/28/economia_y_negocios/economia_y_negocios/n
oticias/4AE742EC-DDFA-41C4-8E3F-62C494179DCA.htm?id={4AE742EC-DDFA-41C4-
8E3F-62C494179DCA}
El Gobierno calcula recibir este monto por agregar ocho años adicionales de invariabilidad
tributaria. Es decir, desde 2017 hasta 2025.
Poco más de US$ 600 millones adicionales dijo el Gobierno que se podrían recaudar entre
2010 y 2011 por introducir cambios al impuesto específico que grava al sector minero (
royalty ).
Pero el Ejecutivo también estaría calculando recibir otros US$ 4.000 millones por agregar
8 años adicionales de invariabilidad tributaria -a partir de 2017, y hasta 2025-, para que
las mineras acepten suscribirse voluntariamente al plan de Gobierno y aumentar por
estos primeros dos años la carga tributaria.
Esto, porque entre 2010 y 2011 el Ejecutivo aplicaría una tasa variable de entre 4 y 9%,
dependiendo de los márgenes operacionales de las empresas y el precio del cobre. Luego,
en 2012 volverían al actual escenario de impuesto de 4% fijo, que terminaría en 2017,
año en el que las compañías mineras terminan un período de invariabilidad tributaria
firmado en 2005. Entre 2018 y 2025 gozarían de la misma fórmula que se aplicará este
año y el próximo.
"Dependiendo de cómo sea el precio, podremos recaudar del orden de US$ 400 millones a
US$ 500 millones más por año. La recaudación no sólo serán los US$ 600 millones
adicionales que vamos a recibir entre 2010 y 2011, sino que también se deberán agregar
los US$ 4.000 millones extras por los 8 años de invariabilidad a partir de 2017", asegura
el subsecretario de Minería, Pablo Wagner.
El personero de Gobierno señala que el plan enviado al Parlamento, y que fue rechazado
por el Senado, sería más conveniente para el país que la ley que rige actualmente. "La
pregunta que uno tiene que hacerse es cuál es el mejor proyecto, uno que estableció el 4%
sobre el resultado operacional, con una invariabilidad de 12 años -entre 2006 y 2017,
incluidos-, o un proyecto que tiene una tasa que parte en 4% y termina en 9%,
dependiendo de los márgenes operacionales y, por consiguiente, de los precios del cobre,
que presentamos nosotros", afirma Wagner.
Futuro legislativo
El pasado miércoles 16, la sala del Senado rechazó el proyecto de royalty presentado por
el Ejecutivo dentro del plan de financiamiento para la reconstrucción, y mañana deberá
ser votado por la Cámara de Diputados.
Si esta última instancia rechaza las modificaciones, el proyecto completo pasará a
comisión mixta, compuesta por cinco senadores e igual número de diputados. Ahora bien,
si la Cámara Baja acepta los cambios, el plan de financiamiento no pasará a dicha
comisión, y quedará tal y como está actualmente; es decir, sin modificaciones al royalty .
Por ello, el Gobierno se está jugando sus últimas fichas. "En momentos en que la
inversión de la industria minera para los próximos 10 años va a ser de US$ 50.000
millones, y (los parlamentarios) nos dicen que no es momento de discutirlo, yo les digo
que es justo el momento, porque nos estamos jugando casi US$ 5.000 millones
adicionales, y necesitamos los recursos para la reconstrucción", señala el subsecretario
de Minería.
Antecedentes
La semana pasada, el Senado rechazó el proyecto de royalty del plan de reconstrucción.

BP ha perdido más del 50% de su valor de mercado


El Mercurio (Santiago)
http://diario.elmercurio.com/2010/06/28/economia_y_negocios/economia_y_negocios/n
oticias/E28FFEC5-8FC2-4F83-AB56-EF37580600D4.htm?id={E28FFEC5-8FC2-4F83-
AB56-EF37580600D4}

5
El precio de las acciones de British Petroleum (BP) cayó al nivel más bajo en 14 años en
las operaciones en Londres por los crecientes costos de limpiar el derrame de petróleo en
el Golfo de México y el temor a que la primera tormenta tropical de la temporada de
huracanes del Atlántico obstaculice los trabajos para detener el vertido.
Según Bloomberg, BP cayó el viernes hasta 24,50 peniques, para quedar en 300,75
peniques, lo más bajo que ha estado desde el 7 de agosto de 1996. La compañía ha
perdido el 54% de su valor de mercado desde la explosión del 20 de abril en la plataforma
Deepwater Horizon.

COLOMBIA
Canadiense Gran Tierra confirma hallazgo de crudo en Colombia
La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/ECONOMIA/2010-06-28/canadiense-gran-
tierra-confirma-hallazgo-de-crudo-en-colombia_103973.php
El hallazgo es en Chaza en la cuenca colombiana Putumayo, confirmó la petrolera, que
espera obtener una producción temprana en el primer trimestre del 2011.
La firma de exploración y producción informó que había terminado su primer pozo
exploratorio, Moqueta-1, y se apresta a perforar un segundo pozo y a iniciar los estudios
sísmicos tridimensionales para determinar el tamaño y la capacidad productiva del
yacimiento.
Gran Tierra también dijo que el oleoducto OTA, que es operado por la estatal colombiana
Ecopetrol, fue reparado y se espera que los despachos se reanuden en el corto plazo.
Las acciones de la empresa con sede en Calgary, que también tiene intereses en Argentina
y Perú, cotizaban a 5,47 dólares canadienses en el mercado de Toronto, prácticamente
estables.

En Ronda 2010 ganaron bloques 32 empresas


La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/ECONOMIA/2010-06-28/en-ronda-2010-
ganaron-bloques-32-empresas_103873.php
Asignación de los bloques petroleros a compañias
Bogotá. En total fueron 32 empresas las que se quedaron con los 95 bloques petroleros
que fueron asignados por la Agencia Nacional de Hidrocarburos (ANH) el pasado martes
en la Ronda Colombia 2010 llevada a cabo en Cartagena.
Aunque en la convocatoria se ofrecían 228 áreas, el director de la entidad, Armando
Zamora, señaló que el "resultado se ubicó en el rango alto de las expectativas y superó la
meta que nos habíamos propuesto originalmente". La zona más apetecida fue la de los
Llanos Orientales.

BVC tendrá su propio boom minero energético


La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/FINANZAS/2010-06-28/bvc-tendra-su-propio-
boom-minero-energetico_103884.php
Bogotá. El tan mencionado boom minero energético en el que está entrando Colombia ha
convertido el país en destino obligado para un grupo de nacientes compañías con grandes
proyectos de expansión en la Región.
Este fenómeno parece estar trasladándose al mercado de capitales colombiano, el cual se
prepara para la llegada de al menos diez compañías, en su mayoría provenientes de
Canadá, que han visto en la Bolsa de Valores de Colombia una oportunidad de
crecimiento.
Sin duda la puerta para este tipo de compañías la abrió Pacific Rubiales, que desde su
llegada a la BVC el 22 de diciembre de 2009, se ha convertido en la nueva joya del
mercado colombiano y hoy se destaca como el título más transado.

6
Los analistas e inversionistas esperan que durante el segundo semestre del año hagan su
ingreso a la plaza bursátil local Canacol y Greystar, firmas que adelantan los trámites
necesarios ante la Superfinanciera y que han manifestado que su llegada al mercado
colombiano está orientada a ampliar sus fuentes de financiación.
Al respecto, el superintendente financiero, Roberto Borrás, ha señalado que desde la
llegada de Pacific a la BVC, más firmas de "sectores como el minero y el petrolero ya están
planteando la posibilidad de acudir a un esquema similar de inscripción".
Los analistas han señalado que firmas como Petro Vista Energy, Tuscany International
Drilling, Suroco Energy, Petrominerales, Alange Energy, Petro Andina Resources, B2Gold
y Petrolífera buscarían listarse en la bolsa local
Si bien estas firmas son en buena parte nuevas en los mercados internacionales, sus
proyectos despiertan gran interés entre los inversionistas.
"Canacol Energy planea entrar a cotizar en la BVC próximamente, lo cual podría generar
mayor liquidez y dinamismo a la acción la cual actualmente es transada en la bolsa de
Toronto", explicó el director de estudios económicos de la firma comisionista Asesores en
Valores, Carlos Torres.
Greystar llegaría a 9.027 pesos
El papel de Greystar Resources se transa actualmente en la Bolsa de Toronto a 4,92
dólares canadienses, con esta cotización, el papel llegaría al mercado colombiano a
aproximadamente 9.027 pesos. El principal proyecto de esta firma se encuentra en
Bucaramanga en un área de 30.050 hectáreas, con una inversión estimada 637 millones
de dólares y una vida útil hasta el 2026.
Canacol Energy valdría $1.504
La acción de Canacol se transa actualmente a 0,82 dólares canadienses, lo que equivale a
cerca de 1.504 pesos colombianos. Esta es una empresa del sector petrolero constituida
en el 2008 en Canadá. Sus operaciones se concretan especialmente en Colombia,
Guayana y Brasil. La firma inició sus operaciones en 2008 y tiene 449 millones de
acciones en circulación.
Medoro entraría a 1.302 pesos
Medoro Resources se cotiza actualmente en el mercado canadiense con un precio de 0,71
dólares canadienses.
Tomando dicho precio como base, se puede decir que la acción llegaría a Colombia a
1.302 pesos. En noviembre de 2009 la compañía, dedicada a la explotación del oro y plata
hizo una capitalización privada por valor de 100 millones de dólares.
Alange iniciaría en 651 pesos
El título de Alange llegaría al mercado colombiano con un precio cercano a los 651 pesos,
tomando como base que la acción principal se transa actualmente a 0,35 dólares
canadienses. En el plan de negocios de 2010 la compañía proyecta inversiones por 94
millones de dólares, 30.5 millones de dólares destinados a los proyectos de exploración
que la compañía tiene en Cubiro.

7
En 10 años exportaciones mineras se duplicaron
La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/ECONOMIA/2010-06-28/en-10-anos-
exportaciones-mineras-se-duplicaron_103872.php
Bogotá. Con el fin de evitar un deterioro en sectores productivos de la economía como
consecuencia del "boom" minero energético, evidenciado en el crecimiento de más de 50%
de las exportaciones del sector, el Gobierno presentará el 7 de julio la regla fiscal
Mientras que en 2000 las ventas externas de petróleo y sus derivados sumaban 4.775
millones de dólares y representaban 36,2 por ciento de las exportaciones, a abril de 2010
éstas ya suman 5.150 millones de dólares y equivalen a 40,7 por ciento.
Este incremento también se ha observado en las ventas externas de carbón pasaron de
893 millones de dólares a 1.883 millones de dólares durante los primeros cuatro meses
del presente año.
La importancia que ha ganado el sector minero - energético en el crecimiento económico
le representa al país un desafío para evitar que producto de esta bonanza se afecten la
tasa de cambio y otros sectores de la producción que son altamente generadores de
empleo.
El aumento de las divisas que ingresan al país producto de este dinamismo, provoca una
mayor presión sobre el peso, que se puede revaluar aún más. Por esta razón, además de
constituirse en una oportunidad para el crecimiento económico, implica la necesidad de
adelantar ajustes en su dinámica macroeconómica dentro de este nuevo escenario.
Así lo identificaron varios analistas consultados por LA REPUBLICA, quienes
consideraron como fundamental darle un manejo adecuado a los recursos que lleguen
fruto del buen momento de las exportaciones minero - energéticas.
"La buena noticia es que el país producto de la bonanza minero - energética va a tener un
crecimiento jalonado por las exportaciones de tres o cuatro productos que son muy
importantes: petróleo, carbón, el ferroníquel y el oro", afirmó el director del Centro de
Competitividad de la Universidad del Rosario, Saúl Pineda.

8
Dentro de las desventajas que pueden derivarse del hecho de que la economía
fundamente gran parte de su crecimiento al sector minero - energético, el director de la
Escuela de Economía de la Universidad Nacional, Édgar Bejarano, identificó la
inestabilidad que puede ocasionar las fluctuaciones internacionales de los precios,
principalmente el del petróleo.
"Visto en el largo plazo, este precio es variable y presenta unos choques que no tienen
una regularidad o posibilidad de ser anticipados, los cuales se traduce a la economía
cuando ésta se vuelve muy dependiente del petróleo", recalcó Bejarano.
Explicó, que esta situación ya la enfrentó el país con uno de sus principales productos de
exportación: el café, ya que cuando había bonanza la economía nacional repuntaba, pero
en épocas de deterioro del grano en los mercados internacionales ésta resultaba afectada.
Otro elemento que es identificado como negativo es el posible contagio de una enfermedad
holandesa y las dificultades que el sector minero energético puede restarle competitividad
a otras fuentes productivas.
"En las zonas petroleras, por ejemplo, no prospera una actividad distinta a la del crudo,
ya que los costos laborales en esas áreas son extremadamente altos, por lo que ninguna
otra estaría en capacidad de asumirlos", declaró Bejarano.
Dentro de las desventajas desglosadas por el académico de la Universidad Nacional está
también la baja generación de empleos directos, el consecuente debilitamiento de la
demanda y el "emperezamiento" de la población.
Para el socio director de Valfinanzas, Camilo Soto, si el país desarrolla un fondo de
estabilización minero - energético, que le permita evitar una posible enfermedad
holandesa y generar recursos para bajar el nivel de endeudamiento, tendría un mayor
control fiscal y podría pensar en lograr el grado de inversión.
"Hacia futuro se prende una alerta, en la medida en que sigue habiendo una bonanza
grande en el sector minero energético y las divisas revalúan la economía", declaró Pineda
quien llamó la atención del crecimiento de las exportaciones minero energéticas en
momentos en que las industriales registran un descenso.
Beneficios de un crecimiento minero-petrolero
Una de las ventajas que tiene el crecimiento del sector de minero - petrolero es la relación
que pueda tener con otros sectores de la economía. El ex director de Planeación Nacional,
Andrés Escobar, consideró que el transporte es uno de los que puede verse influenciado
positivamente por el sector de minas. "El petróleo es una gran fuente de inversión
extranjera para Colombia y el país necesita financiar su déficit en cuenta corriente y esta
es una de las formas que hay", explicó Escobar, al recalcar que es un sector generador de
ingresos fiscales.

9
Venezuela pagará servicios atrasados a 32 empresas
La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/GLOBO/2010-06-28/venezuela-pagara-
servicios-atrasados-a-32-empresas_103920.php
Caracas. La estatal Petróleos de Venezuela (Pdvsa) llegó a un acuerdo por los pagos
pendientes con todas las empresas de servicios de petróleo y gas, excepto con Helmerich
& Payne cuyos taladros serán nacionalizados.
El presidente de Pdvsa, Rafael Ramírez, anunció que la firma tomará el control operativo
de 11 taladros de H&P después de que fracasaron negociaciones para acordar el pago de
operaciones que según la estadounidense suman 43 millones de dólares.
"Salvo H&P, las 32 empresas nacionales y extranjeras, que prestan servicios en el sector
de petróleo y gas venezolano, y que en su totalidad operan 155 taladros en todo el país,
llegaron a acuerdos con Pdvsa", señaló la estatal venezolana en un comunicado.
"A pesar de haberse efectuado durante casi un año una serie de reuniones con los
representantes y directivos de H&P, no fue posible llegar a un acuerdo debido a las
posiciones intransigentes de la citada compañía", agregó.
Pdvsa y H&P, cuyos activos en el país suman 100 millones de dólares incluyendo efectivo
según dijo la empresa, negociaban desde 2009 el pago del alquiler de sus taladros.
La firma estatal, que registra atrasos en sus pagos a los proveedores desde que los precios
del petróleo cayeron en el 2008, adelantó que ha concretado una empresa mixta con la
también estadounidense Schlumberger en materia de servicios a pozos.
Schlumberger es la más grande de las empresas de taladros en Venezuela. El presidente
Hugo Chávez nacionalizó buena parte de la industria petrolera en los últimos tres años,
pero no se involucró mayormente con la actividad de perforación.
Pdvsa intenta recuperar su declinante producción, que pasó de un máximo de 3,09
millones de barriles por día (bpd) en el 2009 a 2,94 millones de bpd en la actualidad.
Para ello, parece haber adoptado una estrategia de constituir empresas mixtas con firmas
de servicios en áreas donde le falta capacidad o experiencia.
José Ramón Arias, presidente de la filial Pdvsa Ingeniería y Construcción, dijo en junio
que Odebretch, el mayor grupo diversificado de construcción de Brasil, formó una
empresa mixta con Pdvsa para expandir dos refinerías en Venezuela. Otra filial, Pdvsa
Servicios busca alianzas con empresas de perforación.
Schlumberger habría acordado con Pdvsa este mes la renovación del proyecto que le
permite operar seis unidades (jackups) en el Lago de Maracaibo; sin embargo, esta
información aún no ha sido confirmada por la empresa.
Pdvsa comenzó un proceso de renegociación de tarifas con todas las empresas que le
prestan servicios en el país.
Acentuaría sus problemas financieros
La industria petrolera venezolana enfrenta su mayor contracción desde 2003, lo que
acentuaría sus problemas financieros en momentos en que necesita ingentes recursos
para inversiones.Con una caída interanual del 9,5 por ciento en el tercer trimestre, el
Producto Interno Bruto (PIB) petrolero registró su mayor retroceso desde que hace seis
años un paro general derrumbara la producción de crudo del país miembro de la Opep a
mínimos históricos.Ese resultado arrastró a la economía general, que cerró el período con
una contracción del 4,5 por ciento, entrando con ello en recesión.

Funcionario ruso dice que Hayward renunciará a la presidencia de BP


La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/GLOBO/2010-06-28/funcionario-ruso-dice-
que-hayward-renunciara-a-la-presidencia-de-bp_103969.php
Moscu/Londres. También se conoció que la gigante de energía ha gastado 2.650 millones
de dólares para contener el derrame, producto del accidente ocurrido a finales de abril en
el Golfo de México.

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El anuncio sobre la posible renuncia de Tony Hayward fue anunciada por el principal
funcionario de Energía de Rusia, Igor Sechin, quien agregó que el representante de la
petrolera presentará hoy a su sucesor.
Según Sechin, Hayward dará a conocer el nombre de su reemplazo, durante una reunión
en la que participarán funcionarios rusos.
Un portavoz de BP dijo: "Tony Hayward sigue siendo el presidente ejecutivo. No está en
discusión un cambio de esa posición".
La visita de Hayward a Moscú, la primera desde el derrame de crudo originado en abril
por un pozo de BP en el Golfo de México, está programada para abordar las
preocupaciones del Kremlin por las operaciones rusas de la compañía.
El presidente ruso, Dmitry Medvedev, ha cuestionado el futuro de BP. El embajador de
ese país en Gran Bretaña señaló que el país quiere garantías de BP de que su
emprendimiento ruso no será afectado.
2.650 millones de dólares por derrame
La gigante de energía BP dijo que gastó 300 millones de dólares en los últimos tres días
para contener el derrame de crudo en el Golfo de México, lo que elevó su desembolso total
hasta el momento a 2.650 millones de dólares.
Las cifras divulgadas por BP incluyen el costo ligado a los intentos de tapar el pozo,
limpiar el daño medioambiental y los pagos para compensar a los afectados por el
desastre.
BP agregó que seguía en camino a terminar su pozo de alivio, que intenta eliminar la fuga
en su origen. Los trabajos están dentro de los tres meses inicialmente previstos, pese a
que los avances desaceleraron en días recientes.
La semana pasada, el pozo estaba siendo perforado a una tasa de 1.000 pies por día, pero
el ritmo cayó a menos de 100 pies por día en el fin de semana, a medida que se las
labores se aproximan al pozo averiado.

Gillard promete acabar con el impuesto minero


La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/GLOBO/2010-06-28/gillard-promete-acabar-
con-el-impuesto-minero_103914.php
Canberra. La nueva primera ministro de Australia, Julia Gillard, prometió acabar cuanto
antes con la disputa sobre impuestos al sector minero, tras pasar su primer día en el
cargo dialogando con líderes mundiales y reafirmando su compromiso con Afganistán.
El gobierno laborista eligió a Gillard como primera ministra el jueves pasado, temiendo
una derrota en las elecciones de finales de año. El apoyo al anterior primer ministro,
Kevin Rudd, había disminuido considerablemente debido a su política fiscal y
medioambiental.
Compañías mineras mundiales como BHP Billiton y Rio Tinto dijeron que un impuesto a
las ganancias extraordinarias de la explotación minera dañarán la economía australiana,
que depende de ese tipo de recursos, que ayudaron a sostener la economía durante la
crisis financiera global.
"Mi prioridad, obviamente, es que abordemos la cuestión del impuesto minero", dijo
Gillard. "Ha provocado incertidumbre. Esa incertidumbre ha causado ansiedad a los
australianos. Quiero asegurar que los australianos tengan un porcentaje justo de
riquezas minerales nacionales, pero queremos negociar", agregó.
El viceprimer ministro y responsable del Tesoro Nacional, Wayne Swan, señaló que el
Gobierno estaba dispuesto a negociar sobre los impuestos.
Los mineros quieren que sea eliminado el gravamen o que el Gobierno baje la tasa del 40
por ciento y haga crecer el piso no imponible al 12 por ciento desde el 6 por ciento
propuesto.
La minera multinacional Xstrata Plc reclamó a Gillard una pronta solución al conflicto
que dejó en suspenso millonarias inversiones en minería.

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"Participaremos en las negociaciones de buena fe pero creemos que es de suma
importancia se concluyan lo más rápido posible para evitar mayores daños al crecimiento
de la industria en Australia", dijo Xstrata.
Gillard, la primera mujer que ocupa el puesto de primer ministro de Australia, dijo que
había pasado tras asumir "presentándose" a líderes mundiales.

Repsol duplicará el envio de gas a Argentina


La República (Bogotá)
http://www.larepublica.com.co/archivos/GLOBO/2010-06-28/repsol-duplicara-el-envio-
de-gas-a-argentina_103918.php
La Paz. Un consorcio liderado por Repsol-YPF contrató a la española Técnicas Reunidas
para construir una planta en Bolivia que duplicará el bombeo de gas a Argentina, y cuya
primera etapa tendrá un costo de 500 millones de dólares, dijo la petrolera.
La exportación del fluido es una de los principales proyectos energéticos del Gobierno del
presidente boliviano, Evo Morales. La planta Margarita subirá su producción de gas a 8
millones de metros cúbicos diarios (Mmcd) desde los actuales 2 Mmcd en un plazo de 20
meses, y agregará otros seis MMCD hacia principios del 2014, informó Repsol-YPF.
La primera fase del proyecto demandará "una inversión bruta de aproximadamente 500
millones de dólares", señaló la empresa sin precisar el monto que requerirá la segunda
etapa.
El presidente de la petrolera estatal boliviana Ypfb, Carlos Villegas, quien asistió a la
firma del contrato de la planta en la ciudad oriental de Santa Cruz, dijo que el consorcio
liderado por Repsol-Ypfb estaba poniendo en marcha un plan de inversiones de hasta
1.500 millones de dólares.
El emprendimiento está centrado en el aprovechamiento de los campos Margarita y
Huacaya en el bloque Caipipendi del Chaco sudoriental, y es clave para que la
exportación de gas a Argentina se incremente progresivamente hasta 27,7 Mmcd, desde el
máximo actual de 7,7 Mmcd.
"El proyecto Margarita es importante para el cumplimiento del compromiso que asumió
Bolivia para suministrar gas a Argentina", dijo el presidente de Repsol Bolivia, Luis
García, tras firmar el contrato con la empresa española Técnicas Reunidas, que
construirá la planta.
"Estamos demostrando que queremos ser socios para el desarrollo, que queremos ser
socios de YPFB y del Estado boliviano, y que queremos apoyar el desarrollo de la
industria del gas", agregó García, parafraseando el discurso con que Morales nacionalizó
los hidrocarburos en el 2006.
El informe de Repsol-YPFB agregó que el proyecto convertirá al bloque Caipipendi, que
según fuentes gubernamentales tiene una reserva de más de 14 billones de pies cúbicos,
en "el eje principal del abastecimiento de gas boliviano a la Argentina".
Contrato reformulado en marzo
La exportación efectiva de gas de Bolivia a Argentina ha sido inferior a 6 Mmcd en el
primer cuatrimestre de este año y, según un contrato reformulado en marzo pasado entre
las empresas hidrocarburíferas estatales de ambos países, subirá progresivamente a un
tope de 27,7 MMCD en el año 2021. Ese contrato prevé que el bombeo deberá subir a
13,6 Mmcd en el año 2012 y, gracias al proyecto Margarita, Bolivia garantiza que
cumplirá ese compromiso, dijo el presidente de YPFB. Bolivia estudia actualmente
ampliar sus exportaciones de gas a Uruguay y Paraguay.

Refinería de Cartagena requiere 1.400 trabajadores


El País (Cali)
http://www.elpais.com.co/elpais/economia/noticias/refineria-cartagena-requiere-1400-
trabajadores
Los interesados en hacer parte del equipo de trabajo que construirá la Refinería de
Cartagena pueden participar en la convocatoria que abrió la compañía a través del
Servicio Nacional de Empleo del Sena.

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En ese sentido, los interesados de Bogotá, Cartagena, Neiva y Medellín tendrán la
posibilidad de inscribirse o actualizar su hoja de vida en el SNE para participar en el
proceso, el cual ofrecerá unos 1.400 puestos de trabajo.
Según la institución, el objetivo es registrar el mayor número de hojas de vida que se
ajusten a los requerimientos, para iniciar una capacitación previa a la selección, teniendo
en cuenta los perfiles requeridos. Entre las ocupaciones buscadas se encuentran:
instalación de tubería, soldadura técnica de estructuras, ensamblaje de andamios,
herrería, instalaciones eléctricas, carpintería, mampostería, acabados en concreto,
metalistería y palería, entre otros.

ECUADOR
Proyecto encarga a dos entes gestión y control petrolero
El Universo (Guayaquil)
http://www.eluniverso.com/2010/06/28/1/1356/proyecto-encarga-dos-entes-gestion-
control-petrolero.html
De ser aprobado el proyecto de reformas a la Ley de Hidrocarburos, dos nuevas entidades
pasarán a administrar y regular el sector de hidrocarburos.
Una es la Secretaría de Hidrocarburos (SH), adscrita al Ministerio de Recursos Naturales
No Renovables, y que se encargará de la suscripción de los contratos de asociación,
participación y de prestación de servicios para la exploración, explotación,
industrialización y transporte de hidrocarburos.
El presidente de la Asociación de la Industria Hidrocarburífera del Ecuador, José Luis
Zirit, califica de positivo que Petroecuador se concentre en actividades como la
producción, refinería y comercialización. De esa forma, dice, la administración y
negociación de los contratos no estarán en manos de la estatal sino de la nueva
Secretaría.
El texto, impulsado por el Gobierno, señala además que la SH fijará las tasas de
producción de petróleo de acuerdo con los contratos y reglamentos, llevará el registro de
hidrocarburos y administrará las áreas hidrocarburíferas del Estado.
La segunda entidad que nacerá será la Agencia de Regulación y Control Hidrocarburífero
(ARCH), también adscrita al Ministerio. Es un organismo técnico-administrativo que
normará y fiscalizará la industria petrolera, en lo que respecta a la prospección,
exploración, explotación, refinación, industrialización, almacenamiento, transporte y
comercialización de hidrocarburos.
En la actualidad, la Dirección Nacional de Hidrocarburos cumple estas funciones.
Según Luis Calero, analista del sector petrolero, estos cambios eran necesarios hace años
debido a la estructura estatal. Comentó que las reformas permitirán “que existan
competencias claramente definidas en cuanto a regulación y control de la actividad
hidrocarburífera”, tanto en el sector público como privado, manifestó.
Entre las atribuciones de la ARCH están la aplicación de multas y sanciones por las
infracciones que se cometan, la intervención en las operaciones hidrocarburíferas de las
diferentes empresas y la posibilidad de solicitar al Ministerio de la rama la caducidad de
los contratos petroleros o la revocatoria de autorizaciones o licencias emitidas por este.

China presente en 9 de 40 áreas concesionadas


El Universo (Guayaquil)
http://www.eluniverso.com/2010/06/28/1/1356/china-presente-9-40-areas-
concesionadas.html
En octubre de 2009 Ecuador firmó con China el contrato para el proyecto hidroeléctrico
Coca Codo Sinclair, a cargo del ex ministro de Sectores Estratégicos, Galo Borja (d).
En menos de una década, China ha logrado marcar su presencia en la explotación
petrolera, en el transporte de hidrocarburos y en el sector eléctrico; es decir, en tres
sectores estratégicos establecidos en la Constitución del Ecuador.

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Según el mapa petrolero, las contratistas chinas explotan nueve de las 40 áreas
concesionadas a escala nacional, es decir el 22,5%. Las petroleras chinas que dominan el
área son China National Petroleum Company (CNPC), Andes Petroleum y PetroOriental.
Además están la Changqing Petroleum Exploration Bureau (CPEB), en la que el actual
ministro de Recursos Naturales no Renovables, Wilson Pástor, fue subgerente general en
el 2003. CPEB es filial de CNPC.
De esas cuatro empresas, solo dos: Andes Petroleum y PetroOriental están explotando
crudo, según la Dirección Nacional de Hidrocarburos (DNH). Ambas contribuyen con el
26,4% de toda la producción petrolera privada.
En el sector de transporte de hidrocarburos, China no se queda atrás: con Andes
Petroleum como socia, el país asiático ocupa el primer lugar de la lista de accionistas del
Oleoducto de Crudos Pesados (OCP); con el 36,26% del paquete.
A través del OCP, todas las operadoras privadas transportan su producción desde Lago
Agrio (Sucumbíos) hasta Balao, en Esmeraldas.
Con esa participación en el sector petrolero, Yu Furgong, consejero económico y comercial
de la Embajada de China en Quito, califica a su país como uno de los mayores
inversionistas en el país.
No obstante, según la Superintendencia de Compañías, las firmas chinas representan
apenas el 0,059% del total. El primer lugar ocupa Estados Unidos con el 20,79%, Panamá
con el 17,75%, México con el 16,74%, Holanda con el 6,57% y España con el 5,99%.
En energía eléctrica, en cambio, el sello chino es más notorio. Sus firmas no solo
construirán el proyecto hidroeléctrico más grande del país, sino que lo financiarán: la
central Coca Codo Sinclair, con un préstamo de $ 1.682,74 millones. Se espera además $
600 millones para levantar otra planta: Sopladora.
A esos montos deberá sumar los mil millones de dólares obtenidos con la venta
anticipada de petróleo y otra cifra similar que el Ministerio de Finanzas negocia para otro
tipo de proyectos. Eso, sin contar con la cifra de inversión por la compra de los campos
petroleros que ahora administra (CNPC, Andes Petroleum y PetroOriental) ni con las
acciones de la minera Ecuacorriente.
Patricio Baus, analista económico, reconoce la imponente presencia que está marcando
China en el país al entrar, sobre todo, en los proyectos más importantes. Un accionar que
para él tiene dos explicaciones.
La primera, que la economía China, busca aliados para expandir su comercio, y la
segunda, que Ecuador, un país pequeño que rechazó la ayuda de los prestamistas
estadounidenses, requiere financiamiento para cumplir sus metas. A esos dos factores se
suma que China, desde hace 12 años, es el único país del planeta cuya economía crece
constantemente.
Antecedentes
El primer acuerdo entre Ecuador y China surgió en agosto del 2003, en el gobierno de
Lucio Gutiérrez. El ex ministro de Energía, Carlos Arboleda, firmó un acuerdo de
cooperación por dos años con la Corporación Nacional China de Petróleo.

Reforma a contratos llega a Asamblea


El Universo (Guayaquil)
http://www.eluniverso.com/2010/06/28/1/1356/reforma-contratos-llega-
asamblea.html?p=1356A&m=256v
China National Petroleum Company (CNPC) y China Petrochemical Corporation (Sinopec),
las dos grandes petroleras chinas están presentes directa e indirectamente en la
exploración y explotación no solo de petróleo sino de gas y dióxido de carbono.
La primera descubrió reservas de dióxido que podrían ser utilizadas en los trabajos de
recuperación mejorada de Petroecuador, pues serviría para empujar el crudo desde el
subsuelo a la superficie y reemplazaría el uso de agua.
Para facilitar la firma de los contratos para esa explotación, el Gobierno modificará los
contratos petroleros. La reformas legales para ello se enviaron el viernes a la Asamblea.

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PK también presentará su propuesta
El Universo (Guayaquil)
http://www.eluniverso.com/2010/06/28/1/1356/pk-tambien-presentara-
propuesta.html?p=1356A&m=256
El bloque de Pachakutik (PK) también alista un proyecto de reformas a la Ley de
Hidrocarburos, que será presentado mañana, indicó el asambleísta Cléver Jiménez.
El documento propone que los recursos petroleros se nacionalicen, por ende “hay una
gran diferencia con la propuesta del Gobierno que continúa con su política neoliberal”,
dijo el asambleísta.
Para el presidente de la Asamblea, Fernando Cordero, la propuesta de reformas
presentada por el Gobierno no puede ser interferida por ninguna otra porque “los
proyectos económicos urgentes son estrictamente competencia del Ejecutivo”.
Dijo que por tanto, PK debe esperar a que se designe a una comisión para conocer el tema
y hacer las observaciones.
Pero según Jiménez, el bloque tiene toda la potestad de presentar el texto, pues para el
Ejecutivo solamente se reservan los aspectos tributarios, como dispone el artículo 301.

Mercado europeo lidera las compras no petroleras


La Hora (Quito)
http://www.lahora.com.ec/index.php/noticias/show/978868
Comercio. Las ventas de flores se vieron reducidas por los problemas de tráfico aéreo.
El los últimos diez años, Europa se ha convertido en un mercado importante para el país.
Para muestra un botón: las exportaciones pasaron de 690 millones de dólares en el 2000
a 2.065 millones de dólares en el 2009.
Sobre todo es importante para los productos no petroleros. En el caso de los no
tradicionales como: flores, brócoli y madera, “la Unión Europea (UE) compra el 45% de
esa producción nacional”, anotó Eduardo Egas, presidente ejecutivo la Corporación de
Promoción de Exportaciones (Corpei).
Pero “es aún más importante para productos tradicionales como el banano y el cacao”,
agregó Manuel Chiriboga, técnico del Observatorio de Comercio Exterior.
De hecho, según datos de la Corpei; el banano es comprado principalmente por la UE y
su tasa de crecimiento anual entre el 2002 y el 2009 ha sido de 13%.
En el caso del camarón, la tasa de crecimiento ha sido del 27%, del atún del 19%, del
cacao del 64% y del café del 24%.
También hay productos sorpresa que han crecido en ese mercado. La papaya con una
tasa de crecimiento de 1.373%, el aceite en un 730%.
Situación actual
Por el momento el comercio con la UE se basa en un sistema de preferencias arancelarias
y por cláusulas de naciones favorecidas. Según las cifras, el 57% de las exportaciones se
realizan bajo el esquema preferencial (2009). Y en el 2000, era del 48%.
Por otro lado y según datos de la Corpei, la balanza comercial con la UE ha sido positiva
para el país históricamente. Pero el superávit (el Ecuador ha vendido más de lo que le ha
comprado) no sólo se ha mantenido, también se ha incrementado en los últimos diez
años: de 223 millones de dólares en el 2000 a 788 millones de dólares en el 2009.
Respecto del número de exportadores hacia ese destino también se ha incrementado de
850 a 1.236. Así como el número de productos: de 618 a 926.
Al respecto, Chiriboga anotó que además la mayoría de productos que se exportan son
naturales, es decir, materia prima.
Miras a un acuerdo
De ahí que Egas señaló que “la importancia de negociar un acuerdo comercial con la UE
va más allá del sistema de preferencias, hay que generar las condiciones para exportar
manufacturas… y asegurar los mercados que ya tienen ganados”.
Según Egas, hay dos escenarios: que el sistema de preferencias esté en peligro, ya que
puede no ser renovado (caduca en el 2013). O que “la UE pueda decir que no hay sentido

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de mantener las preferencias sólo por dos países: Ecuador y Bolivia (que son los únicos
que no hay firmado un acuerdo)”.
Por su parte, Chiriboga apuntó que lo más importante es llegar a un acuerdo antes del
inicio del 2012, en vista que ahí “entra en vigencia los acuerdos comerciales que ya han
alcanzado otros países latinoamericanos como Perú y Colombia”.

MÉXICO
Pemex tiene más de 600 localizaciones para perforar en el Golfo, dice experto
La Jornada (México D.F.)
http://www.jornada.unam.mx/2010/06/28/index.php?section=economia&article=024n2
eco
El accidente en el Golfo no afectará la exploración de Pemex, afirma el investigador Fabio
Barbosa.
Fabio Barbosa, integrante del Instituto de Investigaciones Económicas de la UNAM y
experto en temas petroleros, aseguró que Petróleos Mexicanos (Pemex) cuenta
actualmente con más de 600 nuevas oportunidades o localizaciones de perforación en el
Golfo de México, por lo cual consideró que, pese a que el accidente del pozo Macondo
tendrá enormes consecuencias en la industria petrolera mundial, en México las
perforaciones en aguas profundas se acelerarán por la avidez de "petrodivisas".
Explicó que no podría abandonar su programa en aguas profundas porque Pemex ya
contrajo grandes deudas. "Esta atrapado", consideró Barbosa Cano.
Pronosticó que se presentarán cambios en todos los países que realizan exploraciones en
aguas profundas, en la reglamentación y la vigilancia e inspección de las perforaciones y
en los estudios para acotar el riesgo.
Entre las todavía impredecibles consecuencias podría encontrarse la suspensión de las
actividades en todo el sector occidental estadunidense del Golfo de México, el Atlántico y
sectores de Alaska, cuya apertura apenas se había iniciado 20 días antes del accidente.
En cambio, dijo, creemos que la exploración y explotación petrolera en aguas profundas
en otros países pobres, especialmente aquellos gobernados por elites ávidas de
petrodivisas, como Nigeria, Angola, algunos del sureste asiático y desde luego México, las
perforaciones profundas incluso se acelerarán como consecuencia del accidente en
Macondo.
En entrevista el investigador recordó que desde 2007 Pemex instrumentó un programa
sin precedentes de "contrataciones anticipadas" de cinco equipos semisumergibles. En
2008 Pemex Exploración y Producción programó la perforación de más de 100 pozos en
aguas profundas entre 2008 y 2015, además de la adquisición de estudios sísmicos de
áreas cuya extensión duplicaron la investigación realizada en los seis años anteriores.
Sin embargo, como suele ocurrir, en una empresa como Pemex que no puede disponer de
sus recursos, porque depende de lo que la Secretaria de Hacienda le permite contratar
como deuda, el programa no pudo cumplirse al 100 por ciento, pero "desde luego se
obtuvieron importantes resultados de la intensificación de actividades", afirmó. Existen
más de 600 nuevas oportunidades o localizaciones de perforación. "Pemex ahora dispone
de una cartera pletórica de oportunidades en el Golfo", señaló Barbosa.
El área más prometedora, agregó, es el Cinturón Plegado de Catemaco. Los pozos más
importantes son: Lakach, con reservas posibles de 1.2 billones de pies cúbicos de gas;
Labia, de mil 700 metros de profundidad y 2.4 billones de pies cúbicos de gas, y Lalail,
con 0.7 billones pies cúbicos de gas.
Las perforaciones en aguas profundas también han sido impulsadas por el hecho de que
Estados Unidos ha realizado a la fecha 30 perforaciones en bloques cercanos a la frontera
con México.
Como es sabido, apenas la Semana Santa de este año comenzó la producción en uno de
esos campos: el Great White, cuyos propietarios son Shell, Chevron y precisamente la
empresa hoy en dificultades: la British Petroleum (BP).

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Como las empresas han estado difundiendo desde hace años el proyecto de explotación
en curso se integra, además del mencionado Great White, con los campos Silvertip y
Tobago y comprende la perforación de otros 30 pozos. Lo anterior quiere decir que, en los
próximos años, tendremos cerca de la frontera en el Golfo más de 60 pozos perforados.
Ese programa de Shell, Chevron y BP no se ha detenido, aseguró.
Enfatizó que estos pozos se encuentran cerca de la frontera con México y precisó que
cuatro pozos estadunidenses están ubicados en bloques contiguos a la frontera mexicana.
Esto ha suscitado el debate sobre la posibilidad de la existencia de yacimientos
transfronterizos en Perdido.
Otros tres pozos corresponden al campo Trident. La primera perforación ahí se realizó en
2001. Lo importante del campo es que en él fueron descubiertos hidrocarburos; para
probar esta estructura del lado mexicano Pemex ha estudiado y perfeccionado la
localización Alaminos-1.
El experto concluyó: "Sin duda el accidente tendrá grandes impactos en todas las
empresas que operan en esta rama, pero, en el largo plazo, las aguas profundas seguirán
siendo una parte importante de la oferta mundial de hidrocarburos".

Petróleo sube a máximo siete semanas por tormenta en México


AméricaEconomía
http://www.americaeconomia.com/negocios-industrias/petroleo-sube-maximo-siete-
semanas-por-tormenta-en-mexico
México cerró el domingo dos de sus principales terminales de exportación en el Golfo de
México, en momentos en que la depresión tropical Alex se mueve cerca de la península de
Yucatán.
El barril de crudo para entrega en agosto subía 35 centavos, a US$79,21.
Singapur. El precio del petróleo subía este lunes a más de US$79 por barril, un máximo
de casi ocho semanas, mientras la depresión tropical Alex forzaba a México a reducir sus
exportaciones y a algunos productores en Estados Unidos a evacuar plataformas y limitar
su producción.
Durante el fin de semana, Alex se convirtió en la primera tormenta de la temporada de
huracanes en el Atlántico, que va desde junio a noviembre, y que se anticipa muy activa,
incluso igualando el récord del 2005.
Navegador Semántico
"El primer huracán siempre preocupa y se espera que esta temporada sea mala", dijo
Jonathan Barratt, director gerente de Commodity Broking Services en Sidney.
El barril de crudo para entrega en agosto subía 35 centavos, a US$79,21 por barril a las
0233 GMT del lunes, su nivel más alto desde el 6 de mayo. El crudo Brent de Londres
subía 36 centavos, a US$78,48.
México cerró el domingo dos de sus principales terminales de exportación en el Golfo de
México, en momentos en que la depresión tropical Alex se mueve cerca de la península de
Yucatán, anunció el gobierno.
Los puertos de Cayo Arcas y Dos Bocas manejan en conjunto exportaciones por más de
1,1 millones de barriles de petróleo diarios, o alrededor de 80% de los envíos de crudo
mexicano al exterior, que en gran parte tienen como destino las refinerías
estadounidenses.
Personal no esencial era evacuado de las operaciones de Atlantis, Mad Dog y Holstein de
BP en el Golfo de México, según una grabación telefónica.
La depresión tropical Alex se movió al sudoeste del Golfo de México y probablemente
recuperará el nivel del tormenta este lunes, dijo el Centro Nacional de Huracanes de
Estados Unidos.

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Pemex podría asociarse con firma india para construir refinería en México
AméricaEconomía
http://www.americaeconomia.com/negocios-industrias/pemex-podria-asociarse-con-
firma-india-para-construir-refineria-en-mexico
La instalación, que tendrá una capacidad de 300.000 barriles por día, en general
responderá a los requerimientos energéticos del país norteamericano.
Mumbai. La compañía india de energía Reliance Industries y la petrolera estatal mexicana
Pemex podrían unir esfuerzos para desarrollar una refinería nueva en México, reportó
este lunes The Economic Times.
La refinería, que tendrá una capacidad de 300.000 barriles por día, en general responderá
a los requerimientos energéticos de México.
La secretaria de Energía de México, Georgina Kessel, señaló al diario que un equipo de
funcionarios del gobierno mexicano visitaría las refinerías de Reliance en Jamnagar, en la
costa oeste de India.

PERÚ
Hay que sincerar el precio del gas"
El Comercio (Lima)
http://elcomercio.pe/impresa/notas/hay-que-sincerar-precio-gas/20100628/501868
El decano del Colegio de Ingenieros del Perú considera que el mercado interno de gas en
el país está abandonado
Por: Mariella Balbi
¿Por qué el Colegio de Ingenieros del Perú tiene una posición contraria a la exportación del
gas?
No tenemos nada en contra de la actividad exportadora, lo que sucede es que aún no se
ha definido una política energética. Recién tenemos unos lineamientos, cuando debió ser
definida en su momento. El gas se puede usar para muchas cosas, pero hasta hoy, en
buena proporción, se ha venido quemando en centrales térmicas de ciclo abierto que son
contaminantes e ineficientes y se les vende el gas a un precio irrisorio. Es cierto que se
están promoviendo las plantas de ciclo combinado, pero requieren una mayor inversión.
No olvidemos que el Perú es rico en caídas de agua. Al darles gas a las centrales de ciclo
abierto se han parado las grandes inversiones hidroeléctricas.
¿Sabemos cómo será nuestra matriz energética en las próximas décadas?
Se quiere cubrir el 33% del consumo de energía con gas. Actualmente estamos en 20%.
Pero podríamos tener todo con las hidroeléctricas. El Perú tiene más de 300 caídas de
agua demostradas.
Pero con el cambio climático las lluvias son escasas. ¿No es bueno repartir las fuentes de
energía?
Hay que estar preparados para el cambio climático. Lo cierto es que no contamos con una
real política energética.
¿Y esa es la gran objeción para la exportación del gas?
Es una de las objeciones. La otra es el desabastecimiento del mercado íntegro. Gas hay,
pero no se abastece toda la industria, lo cual nos resta competitividad.
Los industriales quieren que se les venda el gas a precio barato…
Eso es lo lógico, que lo vendan al precio de exportación. En qué beneficia al país exportar
a 3 dólares y que al interno se le venda a 5. Hoy tenemos distintos precios, dependiendo
del lote de donde provenga. Por qué voy a favorecer al extranjero, seguramente me dirán
que es porque son contratos de largo aliento. Puede ser. Entonces, que los nacionales
tengan también esos contratos largos. No se quieren precios subsidiados.
¿Sería mejor tener un solo precio para el gas y no que de algunos lotes se venda a menos
de un dólar y de otros a más?

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Tenemos que sincerar el precio al valor del mercado, como buen commodity que es. Al
local le debe costar lo mismo que paga el exportador. Nosotros ganamos el margen de
transporte.
Al final del gobierno de Toledo se permitió que se exportara el gas del lote 56. ¿Qué
pensaron?
No hay explicación. Primero debe ser el mercado local, no solo de gas sino de
petroquímica. Mire, Cachimayo, que está a 100 km del pozo, no tiene gas y, sin embargo,
se está exportando.
¿Es un problema de transporte y no de falta de gas?
Lo cierto es que no llega al local. Hace dos años el presidente García dijo que enjuiciaría
al presidente Toledo por haber permitido la exportación y luego cambió de posición…
¿Cómo se explica ese viraje?
Existe un facilismo, la exportación da dinero rápido al Estado. Pero el contrato dice que
primero se requiere abastecer al mercado local y no se hace. Si pongo hoy un aviso que
diga: “Aquellos industriales que deseen usar gas en su planta, sírvanse inscribirse en el
Colegio de Ingenieros”, voy a tener una lista del tamaño de la guía telefónica. Para tener
gas ahora la empresa tiene que entrar en una subasta, poniendo 10.000 que los pierde si
no gana. ¿Quién va a entrar? Solo las grandes empresas, pero el 97% de nuestra
industria son pequeñas y medianas que absorben la mayor cantidad de mano de obra. La
subasta es totalmente discriminatoria, te saca del mercado. Estamos perdiendo
competitividad. Lo que debería regir es que yo me anoto y me dan gas. Con la plata que
ganaremos de la exportación tendría que abastecerse a empresas como Cachimayo y las
industrias de la zona y también las de Lima.
¿Quién hace el ducto?
Le cobraremos el transporte, el ahorro sería considerable. El Estado asociado con la
empresa privada debe promover una red suficiente. Lima solo tiene red para cinco
distritos y no son los más populosos, pero sí pueden dar un pago a cuenta. ¿Por qué no
hay gas en los grifos, si necesitamos más vehículos a gas, es menos contaminante?
No hay interés de los grifos en invertir en el sistema de gas.
Tampoco hay una política motivadora, se privilegia la exportación. Debería haber un
apoyo para que se creen grifos de gas. Cálidda no ha avanzado lo suficiente en la
instalación de redes en los distritos. No hay nadie que vea una política energética para el
país, que incentive su utilización. En el mercado interno los precios son mayores, hay
grifos que no abastecen, industrias que no pueden comprarlo y falta de redes.
La inversión de Pampa Melchorita es más de 3.000 millones de dólares.
Y le es rentable como empresa. No digo que no sea buena inversión, pero por qué no hace
cabotaje para abastecer a Sider Perú, por ejemplo. No se lo exigieron en el contrato. La
competitividad no se logra en una mesa de diálogo, eso es retórica. Ya está demostrado
que hay gas, pero les debe llegar a todos.
¿El gasoducto al sur con Petrobras y Odebrecht fomenta la inversión privada?
Es bueno, pero tardío. No existe el fomento de la inversión en gas. Si cubren el mercado
interno y quieren exportar, en buena hora.
¿Se debería renegociar el precio del gas que exporta Perú LNG?
Perú LNG ha sido un facilismo de los políticos de turno para conseguir ingresos y ha sido
una empresa privilegiada, bienaventurado sea. Sí creo que se debería renegociar el precio
del gas. Los contratos de exportación son inamovibles, pero se pueden poner condiciones
para que haya inversión local, es lo más importante o si no se eleva el precio del gas que
se exporta que es bastante bajo.
¿Por cuánto tiempo tendremos gas?
Por 25 o 30 años, de acuerdo con los informes. Lo más probable es que sigan apareciendo
pozos y que tengamos gas por un tiempo mayor. Nos ha faltado una buena venta a través
de Pro Inversión. Cuanto más se exporte, vendrán más a explorar. Y ahí hay otro tema:
¿por qué se han dado concesiones tan grandes?, hay extensiones que son más grandes
que Bélgica. Las empresas no hacen una exploración agresiva.
¿Cuántas empresas de exploración tenemos?

19
Tengo entendido que son cerca de 13, un número relativamente pequeño para las
posibilidades que hay. Se dice que han venido muchas empresas de segundo nivel.
Nosotros no podemos espantar al inversionista sino recibirlo con los brazos abiertos.
¿Cómo los hemos espantado?
Porque no nos hemos puesto de acuerdo nosotros mismos y aún no tenemos una política
clara, no sabemos qué queremos. No hay acuerdo, todo el sur está levantado.
La política del nacionalismo es ir en contra del Gobierno en este punto.
Esos políticos se prenden de esto para hacer un levantamiento. Pero, lógicamente, si no
me llega el gas, no voy a estar contento. Yo estoy en contra de la agitación —el país
necesita trabajo— aunque es una bandera de quien quiera levantarla. Tenemos una
política de parches. El ministro ha dicho ya no más generadoras de ciclo abierto, pero ya
quemamos mucho gas y desalentaron a las hidroeléctricas. Los inversionistas ven su
rentabilidad, no el desarrollo del país.

En la actividad petrolera las reglas son más claras


El Comercio (Lima)
http://elcomercio.pe/impresa/notas/actividad-petrolera-reglas-son-mas-
claras/20100628/501898
La hidroeléctrica de Inambari no va, ¿era demasiado costosa medioambientalmente
hablando?
Todo desarrollo tiene impacto ambiental, pero la ingeniería es tan rica en este aspecto que
debe mitigarlo.
¿La licencia social para la exploración minera es necesaria o más bien un freno?
Me parece absolutamente necesaria. El Perú es un país milagroso en fauna y flora, pero
es prestado, debemos dejarlo a las siguientes generaciones…
Mire lo que está ocurriendo con La Zanja en Lambayeque.
No se puede dejar de conversar con la gente. Ya no hay el cholito, el campesino, el
indígena. Todos son pensantes y todos peruanos. No se entiende cómo no se pudo
convencer a la población en Inambari.
¿Los estudios de impacto ambiental deberían ser evaluados por el Ministerio del Ambiente
en lugar del Ministerio de Energía?
Pienso que sí, pero la validación inicial tiene que hacerla un ingeniero. La diferencia con
un antropólogo o un sociólogo es que nosotros, ante un problema, damos una solución.
¿Están en desacuerdo con exportar gas a Chile?
América Latina debe unirse a través del desarrollo y Chile la integra. No es el cuco.
¿La actividad petrolera está bien llevada?
Está mejor llevada que la del gas. Las reglas son más claras. ¿Quién sabe? En ese
aspecto, Petro-Perú estaba más avanzado. No es que quiera reeditar el esquema del
gobierno revolucionario de la FF.AA. (1968-1980); sin embargo, es necesaria una política
para el gas más clara.
¿Ve voluntad en el Gobierno de revisar los contratos de exportación de gas?
Cero, pese a que es indiscutible su revisión.
¿El tema del gas será una fuerte bandera política en las próximas elecciones?
Lamentablemente sí, no es deseable porque la explotación de gas no debe tener un
tratamiento político.
Además de ser decano del Colegio de Ingenieros del Perú, usted es el presidente de todos
los colegios profesionales.
Sí y con ellos vamos a elaborar el Plan Perú 2040. Tenemos un equipo excelente, mire
[muestra la lista]: arquitecto José Graña, ingeniero Roque Benavides, George Schofield,
Alejandro Chang, Fernando Villarán, Raúl Delgado Sayán
Solo son ingenieros.
No también están los doctores Max de la Fuente, Luis Solari, Alfredo Barnechea, entre
otros.
¿No es un partido político?

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No, en el comité asesor estarán Javier Arias Stella, Alberto Benavides de la Quintana,
Javier Pérez de Cuéllar, Walter Piazza. El 1 de julio empezamos.

Relaves son el principal agente contaminante del río Mantaro


El Comercio (Lima)
http://elcomercio.pe/impresa/notas/relaves-son-principal-agente-contaminante-rio-
mantaro/20100628/501934
Este río recibe descargas de 32 vertimentos mineros de la región. No hay políticas de
manejo eficiente del recurso hídrico, según el PNUD
La cuenca del río Mantaro, una de las más importantes del país, se encuentra en
situación crítica debido a los altos niveles de contaminación que presenta.
Esta es una de las conclusiones que se desprenden de los resultados del “Informe sobre
desarrollo humano 2009: por una densidad del Estado al servicio de la gente”, elaborado
por el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD).
El estudio identifica cuáles son las causas de esta contaminación: el Mantaro recibe
descargas de 32 vertimentos mineros (pertenecientes a nueve empresas), así como aguas
residuales de 43 distritos. Además, en su zona de influencia hay 272 pasivos mineros y
botaderos pertenecientes a 34 centros poblados.
LAS OTRAS CUENCAS
Otras cuencas en situación de alto riesgo, según el informe, son la del río Rímac, la del río
Chili y la del lago Titicaca.
En el caso del Rímac, se han contado hasta 41 puntos de descarga de aguas residuales de
tipo industrial —básicamente provenientes de la minería— y 21 de tipo doméstico.
En el caso del río Chili, se ha determinado que la contaminación de sus aguas proviene
de nueve puntos de descarga de residuos industriales, 10 de tipo agrícola y 26 de tipo
doméstico.
En la cuenca del lago Titicaca, en cambio, se ha detectado cinco zonas críticas de
descarga de aguas residuales provenientes de la minería y otras 29 de tipo doméstico.
Además, el lago tiene a su alrededor hasta 31 botaderos de basura sólida.
El problema en el lago, por otro lado, radica en que hay 18 sistemas de tratamiento de
aguas residuales domésticas en mal estado, lo que coloca a esta cuenca en situación de
alto riesgo.
PROPUESTAS CONCRETAS
Según el informe, uno de los factores que deriva en el deterioro de las cuencas es la falta
de un marco legal adecuado para el manejo eficiente del agua.
Además, el estudio del PNUD sostiene que la gestión integrada de las cuencas debe
tenerse en cuenta ante el cambio climático. “En esa línea, cabe esperar de las cuencas
dos contribuciones fundamentales: una referida a la conservación de bosques y la otra
relacionada con la gestión y conservación del agua”, se lee en el documento.
“Es el resultado de la informalidad extendida. El problema es muy grave, pues abarca las
regiones de Pasco, Junín, Huancavelica y Ayacucho”, comentó al respecto Washington
Mori, secretario técnico de la Mesa de Diálogo Ambiental de la región Junín.
“Hay que crear políticas locales, regionales y nacionales para empezar a controlar todas
aquellas actividades que propician esta contaminación ambiental”, agregó Mori Andrade.
EL DATO
En alto riesgo
Las cuencas de los ríos Mantaro, Piura, Altomayo y Santa figuran entre las más afectadas
por el cambio climático, según el Conam.
REACCIONES
“El problema no fue atendido durante décadas. Esto afecta gravemente la actividad
agrícola y la salud de la población”.
VLADIMIRO HUAROC. PRESIDENTE REGIONAL DE JUNÍN
“Todos somos parte del problema. Si no hacemos nada, la cuenca del Mantaro estará
muerta dentro de 20 o 30 años”.

21
PEDRO BARRETO. ARZOBISPO DE HUANCAYO Y PRESIDENTE DEL PROYECTO EL
MANTARO REVIVE.

Camisea y las promesas incumplidas


La República (Lima)
http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20100628/15/node/275137/todos/
14
Por Humberto Campodónico
“Ha surgido el temor de que el gas no sea suficiente para el consumo nacional y para la
exportación o que se utilice para exportarlo dejando sin energía al país. Déjenme ser
claro, invocaremos el trato directo con las empresas, promoveremos que se pongan en
valor comercial más reservas o más descubrimientos como estoy seguro puede hacerse
ya, pero nuestro compromiso es que en ningún caso el uso nacional interno actual o
posible para la electricidad, los vehículos, o la industria sea detenido o sacrificado en
beneficio de las exportaciones. El gas es para el desarrollo del Perú y después para la
exportación, si existe de manera suficiente”.
Eso dijo Alan García el 28 de julio pasado. Pero no cumplió su palabra, pues las
empresas peruanas piden gas pero el consorcio Camisea no se los da pues el 47% de las
reservas está comprometido para la exportación. A pesar de la multimillonaria campaña
de prensa de Peru LNG y del gobierno, esta realidad no puede ser desmentida y el propio
gobierno, en reciente comunicado, así lo demuestra.
Dice el Ministerio de Energía y Minas: “Gracias a los acuerdos alcanzados en el 2009, la
exportación en los primeros cinco años se hará exclusivamente del Lote 56 y no del Lote
88, que tiene un precio determinado”. Aquí el gobierno admite que se va a exportar gas
del Lote 88, pero no de inmediato, sino de aquí a cinco años, lo que se considera un
“logro”. Pero no lo es porque el 47% de las reservas del Lote 88 se inmoviliza desde
ahorita y no puede usarse para el consumo interno. Por eso los peruanos hacen cola y los
mexicanos sí tienen gas.
También admite el MEM que el gas de Lote 88 tiene un “precio determinado”. Pero no dice
que ese gas proviene de los “regalos de Dios” que nos hizo la Shell pues invirtió más de
US$ 500 millones pero no pudo explotar el gas, por lo que revirtió gratis al Estado. Ese
gas, que a ellos no les costó un centavo, se lo llevan a México. El calificativo no puede ser
otro que despojo.
Sobre ese tema dijo García el 28 de julio: “Lo que sí deberán investigar el Ministerio
Público y el Poder Judicial es por qué antes, sacrificando y entregando el mercado
nacional de gas natural, se cambiaron las leyes con normas de menor jerarquía, lo que
constituye un delito”.
Por tanto, la renegociación contractual del Lote 88 de enero del 2006 –que permitió la
exportación del “regalo de Dios”- fue un acto delictivo, lo que se hizo durante el gobierno
de Toledo, con el apoyo aprista en el Congreso.
La pregunta, entonces, es: ¿por qué no se actúa en consecuencia y se anula la
renegociación ilegal del 2006 para volver a la del 2000? La respuesta: porque este
gobierno considera que la inversión extranjera –así tenga un origen ilegal– viene primero
que los derechos de los peruanos a, de un lado, su independencia energética y, de otro, a
contar con un combustible con un precio 15 veces inferior al de petróleo.
El comunicado también dice que “la exportación ha movilizado la gran inversión (más de
US$ 7,000 millones) que se requería para el desarrollo de la industria de gas natural en el
Perú”. Mentira. Hemos demostrado varias veces (Cristal de Mira, 18/06/10 y 23/06/10)
que el contrato por el Lote 56 se firma en setiembre del 2004 y que la inversión de Peru
LNG comenzó a fines del 2006, cuando ya en agosto del 2004 había llegado a Lima el gas
del Lote 88.
Tenemos, entonces, que se está exportando el gas a sabiendas de que se cambiaron,
delictivamente, las normas que lo prohibían. No solo eso: se está exportando el gas aun
cuando –a pesar de todos los cambios delictivos– sigue existiendo la obligación legal de

22
“garantizar el abastecimiento al mercado nacional de gas natural” (Art. 4 de la Ley
28552).
Lo que García prometió el 28 de julio (se exportará “si existe de manera suficiente”) no se
cumplió. Pero las leyes están hechas para cumplirse y eso es lo que se exige en todo el
Perú.

“Deben renegociarse los contratos de Camisea”


La República (Lima)
http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20100628/15/node/275136/todos/
14
Carrasco Távara. Críticas desde el propio gobierno. Parlamentario aprista exige que gas
del lote 88 sea solo para los peruanos debido a sus precios bajos.
Crece el rechazo a la exportación del gas. Y esta vez desde el propio partido de gobierno
piden renegociar los contratos de Camisea para evitar que sea exportado el gas del lote
88, pues este es el único que tiene precios bajos regulados.
Las reservas probadas de Camisea –según las cifras del propio Consorcio Camisea,
explotador del gas natural– ascienden a 8.8 trillones de pies cúbicos de gas (TCF). De
ellos, 6.9 TCF corresponden al lote 88 y 1.9 TCF al lote 56.
El congresista aprista y ex ministro de Energía y Minas, José Carrasco Távara, explicó
que inicialmente se tenía previsto exportar solo el gas del lote 56.
“El problema surge cuando en el 2004 el gobierno del Sr. Toledo negoció con el Consorcio
Camisea y Peru LNG la exportación de 4.1 TCF, cuando se sabía que no iba a alcanzar
con los 1,9 TCF del lote 56”, refiere.
Se priorizó la exportación
Entonces, para garantizar los 4.1 TCF para la exportación, el Consorcio Camisea ha
reservado 2.2 TCF del lote 88. A mediados del 2009, el gobierno y el Consorcio llegaron a
un acuerdo para no exportar el gas del lote 88 por cinco años, pues se estima que podrían
elevarse las reservas del lote 56. En caso no suceda ello, sí empezaría la exportación del
gas del lote 88.
“Nadie tiene derecho a quitarle al país una molécula del gas del lote 88. El gobierno debe
renegociar los contratos para prohibir la exportación del lote 88. Solo se debe vender lo
que haya en el lote 56”, refirió el parlamentario.
La desventaja de reservar gas del lote 88 para el exterior ya se empieza a sentir en la
actual licitación de gas del lote 57 a cargo de Repsol.
Desventajas para el Perú
Mientras las industrias compraron el gas del lote 88 a US$ 2,8 por millón de BTU, el
precio base que propone Repsol es de US$ 3.
Al respecto especialistas, como Carlos Herrera Descalzi, señalaron que ello no incentivará
el uso del gas sino que elevará los costos de producción de las centrales eléctricas que
usan gas, por lo que las tarifas eléctricas podrían subir en el mediano plazo.
Claves
No vende. A inicios de año el Consorcio Camisea anunció que ya no venderá más gas del
lote 88 pues todas sus reservas ya están comprometidas.
No confían. El gobierno en mayo último presentó un informe en el que señala que las
reservas probadas de los lotes 88 y 56 ascienden a 11.2 TCF. Sin embargo, el Consorcio
Camisea señaló que solo tomará en cuenta sus propias cifras.

Mesa directiva definirá futuro de Ley de Consulta


La República (Lima)
http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20100628/9/node/275161/todos/1
5
Ante observaciones. Según Mercedes Cabanillas, ley para escuchar a nativos debe ser
“responsable y sin distorsiones”.
La presidenta de la Comisión de Constitución del Congreso, Mercedes Cabanillas, dijo que
esperará lo que resuelva el Consejo Directivo para ver si las observaciones a Ley de

23
Consulta Previa se resuelven en una legislatura extraordinaria o en la siguiente
legislatura.
El problema, manifestó, es que este tema requiere votación calificada, 61 votos, para ser
aprobada, lo que hace imposible que sea vista por la Comisión Permanente, durante el
receso parlamentario.
“Lamentablemente, si no hay otra posibilidad, tendrá que verse en la próxima legislatura.
Ese es el tema que me preocupa, porque creo que es necesario contar con esa norma,
pero seria, responsable y sin distorsiones, para cumplir con el Convenio 169 de la OIT”,
declaró a la Agencia Andina.

Llegan a Iquitos decididos a que los escuchen


La República (Lima)
http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20100628/6/node/275202/todos/1
5
Matzés. Afirman que el Ejecutivo concesionó lotes petroleros sin tomar en cuenta su
oposición. Dirigentes nativos dicen que si la empresa petrolera Pacific Stratus Energy S.A.
no se retira de sus tierras tomarán medidas extremas de protesta.
Una delegación de trece dirigentes, que representan a cerca de 2500 pobladores de la
etnia Matzé asentados en el distrito de Yaquerama, provincia loretana de Requena, llega
hoy a Iquitos para reunirse con las autoridades regionales. Manifestará al Ejecutivo que si
la petrolera Pacific Stratus Energy S.A. no se retira de su territorio los pobladores se
verán obligados a tomar medidas extremas de protesta.
“Nosotros rechazamos a esta empresa petrolera no solamente porque los lotes 135 y 137
se superponen a la reserva Tapiche Blanco, y el lote 138 está sobre tierras de la
comunidad Isconahua, sino también porque el Estado nunca tomó en cuenta nuestra
oposición”, dijo Ángel Uaqui Dunú, apu matzé.
Los dirigentes indígenas salieron de sus comunidades el 23 de junio y realizaron una
larga caminata hasta llegar el domingo 27 a la localidad de Requena, donde se
embarcaron en una motonave con dirección a Iquitos.
Uaqui Dunú señaló que la decisión tomada por las trece comunidades, ubicadas en las
cuencas del Yavarí, del Yaquerama y del Gálvez, es que se anulen las concesiones y se
retire la empresa petrolera del lugar.
“Todo nuestro territorio está lotizado. Tememos quedarnos sin plantas, animales para
alimentarnos y que nuestros ríos terminen contaminados por el derrame de petróleo como
está ocurriendo en otras comunidades”, lamentó.
Con achuares y awajun
El apu matzé refirió que durante los cuatro días que permanecerán en Iquitos también
coordinarán con la Federación de Nacionalidades Achuar del Perú (Fenap) y con la
Organización Regional de Pueblos Indígenas de la Amazonía Norte (Orpian) para fortalecer
sus demandas en contra de la presencia de actividades petroleras.
“Recién estamos empezando el camino de la alianza. Ya hemos constatado que la
explotación petrolera no nos va traer el desarrollo que siempre nos ofrecen, sino mucho
perjuicio”, comentó.
Angel Uaqui manifestó que la posición de sus comunidades respecto a la petrolera
canadiense fue comunicada por él mismo en Lima tanto a Perupetro como al Ministerio de
Energía y Minas e Indepa, pero fue ignorada.
Precisiones
tampoco quieren. En autoconsulta realizada el 6 de junio, el pueblo Achuar de la
provincia del Datem del Marañón determinó no aceptar actividades petroleras ni mineras.
En tanto, los awajun y wampis del río Santiago, en Amazonas, acordaron en acta
rechazar la explotación del lote 116 cedida a Hocol S.A.

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Soberanía sobre nuestros recursos naturales
La República (Lima)
http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20100628/11/node/275142/todos/
1634
Por Javier Diez Canseco
La batalla por garantizar soberanía nacional sobre nuestros recursos naturales comienza
a ser, nuevamente, un tema en el sentido común de los pueblos y se va colocando en la
agenda política nacional. Hoy, este proceso se centra en el tema del gas de Camisea, al
que comienza a sumarse la reacción puneña contra la pretensión de construir la
megacentral hidroeléctrica de Inambari, con serios impactos ambientales y sociales. Pero,
en verdad, son parte de este proceso las luchas libradas por los pueblos amazónicos el
2008 y 2009 en defensa de sus territorios, del medio ambiente y de los recursos
naturales, y la resistencia de las comunidades campesinas y productores agrarios del
Ande contra las prepotentes e inconsultas concesiones mineras otorgadas por los
gobiernos, que afectan el uso de las aguas, generan contaminación y destruyen proyectos
agrícolas sostenibles.
En el fondo, se está planteando la necesidad de discutir un proyecto de desarrollo
nacional alternativo al que impuso el fujimorismo. Vastos sectores van tomando distancia
del modelo económico primario exportador que hoy predomina y buscan una alternativa
de desarrollo sostenible, con soberanía sobre el manejo, el uso y el destino de nuestros
recursos naturales, demandando una justa distribución de la renta que su explotación
genera, pero también una adecuada protección del medioambiente, la consulta previa a
los pueblos que habitan esas localidades, y el manejo de los recursos en función de los
intereses nacionales y de una industrialización que nos proyecte al desarrollo.
La batalla por el gas de Camisea es hoy central. Y está en el centro de la agenda,
fundamentalmente, gracias a la acción y la lucha que se libra en el macrosur, así como
por la persistente labor de un puñado de profesionales (como Herrera Descalzi,
Campodónico, Manco Zaconetti) y de los pocos cuadros políticos que han mantenido el
tema en alto en estos años. Sin embargo, son muchos los que guardan silencio frente a lo
que es una expoliación escandalosa e inaceptable.
La batalla de Camisea es clara: priorizar el uso de este recurso natural para garantizar
que sirva como base de un Plan Energético Nacional y abra la posibilidad de una
industria petroquímica que nos coloque en otro proyecto nacional. Se trata de atender
primero al macrosur y al Perú antes que exportar, y de rechazar la inaceptable pretensión
de vender el gas a precio de huevo y, para colmo, a un precio varias veces más barato de
lo que lo pagamos los peruanos y nuestras industrias. Un absurdo sin nombre, solo
explicable por el entreguismo y la ausencia de sentido nacional de los gobernantes
actuales y sus predecesores.
Los frentes regionales del macrosur se han planteado una reunión a mediados de julio,
junto a los de la región central del país, para planificar una acción –podría ser una huelga
indefinida– que tuerza la mano del gobierno y cambie los planes entreguistas en curso.
Los primeros embarques para la exportación ya salieron, apoyándose en un contrato del
2005 que el mismo García pidió se investigue y atropellando la legislación nacional.
García y sus ministros deberán ser procesados por un nuevo Congreso y un nuevo
gobierno por delitos de lesa nacionalidad y por atropellar la propia legislación peruana
para dar continuidad a los negocios antinacionales que armaron Kuczynski y Quijandría
en el gobierno de Toledo, para exportar el gas al servicio de los intereses de dos empresas
de las que PPK fue asesor antes de servirlos desde el gobierno: Hunt Oil y Tenaris
(vinculada a Techint). Lo denunciamos desde el 2004, en este mismo espacio, pero se
prestó poca atención. Hoy, que el sur se pone de pie, las cosas comienzan a cambiar. Y si
se mantienen la tenacidad y la convicción, podremos recuperar la soberanía perdida,
beneficiarnos de nuestros recursos y avanzar a un nuevo proyecto de país que,
indefectiblemente, nos planteará la necesidad de una nueva Constitución.

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Combustibles son más caros de lo previsto
La República (Lima)
http://www.larepublica.pe/archive/all/larepublica/20100628/1/node/275133/total/01
De 84 y 90 octanos. Como se comprobó según información del lente regulador. Algunas
estaciones no respetaron límites de incremento del 4.92% y 1.70% estipulados por el
Osinergmín.
Luego de que el Organismo Supervisor de la Inversión en Energía y Minas (Osinergmín)
aprobara el jueves último la nueva banda de precios para los combustibles, en la que se
muestra un incremento de 4.92% en la gasolina de 84 octanos, un 1.70% en la de 90 oct.
y un 1.50% en el caso del GLP; mientras que las gasolinas de 95 y 97 octanos se
reducirán en 2.56% y 2.19%, respectivamente, La República comprobó que en el caso de
las gasolinas de menor octanaje (84 y 90) el aumento fue más de lo esperado.
Más del 5% en la de 84 oct.
Según la información de Facilito, portal web del regulador en el que se detallan los precios
actualizados de los combustibles en los grifos del Perú, se puede comprobar que en el
grifo Peruana de Estaciones de Servicios S.A.C. (cruce de la Av. Mariscal Oscar R.
Benavides con Ricardo Herrera-Cercado de Lima) la gasolina de 84 octanos subió de S/.
9.62 a S/. 10.12 por galón. Esto supuso un incremento de poco más del 5% respecto a su
precio anterior y lejos del 4.92% estipulado por el regulador.
Lo mismo ocurrió en el caso de la gasolina de 90 octanos. Tomando como ejemplo el
precio del grifo Oleocentro El Óvalo S.A.C. (Av. Colonial cuadra 16 - Cercado de Lima),
este combustible subió de S/. 10.29 a S/. 10.48 el galón, es decir, registró un incremento
del 1.85% y lejano del 1.70% dispuesto por el Osinergmín.
En el caso del Gas Licuado de Petróleo (GLP), sí hubo consenso general en las estaciones
respecto a su alza (+1.50%) y lo mismo ocurrió con la reducción de los precios de las
gasolinas de mayor octanaje (95 y 97).
A pesar de que el viceministro de Economía y Finanzas, Carlos Casas, señaló días atrás
que habría una reducción en las tarifas de los combustibles por la tendencia a la baja del
precio del crudo, en algunos casos no se estarían respetando los incrementos estipulados
por el regulador.
Grifos manejan sus propios precios
Pablo Cabral, gerente de la Asociación de Grifos y Estaciones de Servicio del Perú
(AGESP), explicó que cada estación de servicio pone los precios de los combustibles según
sus costos y sus ventas, debido a que el mercado es libre. “El petróleo sí ha bajado en las
refinerías, pero aún no sabemos si los grifos trasladarán ello en los precios de los
combustibles”, indicó Cabral.
El viernes último, el barril de petróleo incrementó su precio US$ 2.35 y se cotizó en US$
78.86.

Instalarán planta ante derrame


Perú21 (Lima)
http://peru21.pe/impresa/noticia/instalaran-planta-ante-derrame/2010-06-28/278655
La autoridad regional de Loreto ha proyectado la instalación de una planta de emergencia
que potabilice el agua en Santa Rita de Castilla, comunidad cercana a la zona donde se
produjo el derrame de petróleo en el río Marañón.
Es una planta que tiene un sistema de clorificación que permite la obtención de agua
potable con capacidad para cuatro mil litros por cada dos horas, informó el gobierno
regional.
Aunque esta solo sería una solución momentánea pues en la zona se deben instalar de
manera definitiva pozos de agua y plantas de potabilización.

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VENEZUELA
Ramírez aseguró que pagarán taladros a Helmerich & Payne
El Universal (Caracas)
http://www.eluniversal.com/2010/06/28/eco_art_ramirez-aseguro-que_1954652.shtml
El ministro de Energía y Petróleo no descartó nuevas nacionalizaciones
El gobierno impedirá que detengan operación de equipos (Archivo)
Venezuela pagará a la compañía estadounidense Helmerich & Payne por la
nacionalización de sus taladros, dijo el sábado el ministro de Energía y Petróleo, Rafael
Ramírez, según reseñó Reuters.
Rafael Ramírez anunció este semana la nacionalización de 11 taladros de la firma
Helmerich & Payne, argumentando que los equipos han estado ociosos durante meses
tras una disputa por pagos pendientes con Pdvsa.
"Estamos solicitando que se declare de utilidad pública para expropiarlo y por supuesto
pagar tal como establece nuestra ley de expropiaciones", indicó el funcionario luego de
culminar un encuentro entre el Gobierno sirio y el venezolano en el palacio de Miraflores.
Ramírez explicó que se establecerá el justiprecio entre las partes. "Aquí aplica un valor en
libro", precisó.
En los últimos años, el Ejecutivo ha nacionalizado proyectos y equipamientos petroleros
como parte de su plan de incrementar el control estatal sobre un sector que el propio
Gobierno ha definido como estratégico.
El también presidente de Pdvsa reiteró que no permitirán que el sector privado detenga
operaciones de sus equipos petroleros por ciertas diferencias o disputas con la estatal
venezolana, razón por la cual no descartó más nacionalizaciones.
"Nos vamos a permitir que los privados paren o boicoten de ninguna manera las
operaciones petroleras", señaló Ramírez.
En este sentido, mencionó que cinco taladros Wilson que operan para Petroboscán,
compañía que estaría en problemas con Pdvsa, estarían en riesgo.

Pdvsa contempla renegociar contratos y disminuir costos


El Universal (Caracas)
http://www.eluniversal.com/2010/06/28/eco_art_pdvsa-contempla-rene_1954654.shtml
Para este año se prevén acelerar fusiones de empresas mixtas
La industria tiene previsto planes para disminuir el impacto de las fallas eléctricas
Petróleos de Venezuela (Pdvsa) tiene entre sus líneas de acción para este año continuar
avalando el primer plan socialista, cuya ejecución termina en el año 2013 y realizar
ajustes en sus actividades medulares.
En la Memoria y Cuenta de la industria petrolera correspondiente al año 2009 se
contemplan los lineamientos a seguir para 2010, y allí se indica que entre las prioridades
fijadas para este período está "la renegociación de los contratos para las actividades
fundamentales y la reducción de los costos de operación".
En el detalle del informe se destaca que para el ajuste de los costos, en el área de
producción se contempla la revisión de las estructuras organizacionales para adaptarlas a
la situación actual tanto de la empresa como del país y el entorno.
También se estima acelerar procesos de fusiones en las empresas mixtas con el fin de
optimizar las inversiones, los costos y la productividad. Y en el área de comercio y
suministro se tiene programado integrar las gerencias de proyectos con el objetivo de
mejorar las operaciones.
La estatal, entre otros aspectos, prevé renegociar los contratos de las actividades
medulares como perforación, servicios de pozos y tendido de líneas de producción.
En los lineamientos se indica que otro de los objetivos de este año es implementar
acciones judiciales mediante recursos de amparo y con el apoyo de la legislación vigente,
"para garantizar el acceso a fundos para la continuidad operativa de los taladros".
Punto pendiente

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Uno de los aspectos fundamentales que menciona la estatal que debe atenderse en este
período es el suministro de energía eléctrica.
En los apartes correspondientes a producción y refinación, la petrolera señala que debe
efectuarse un plan de acción para minimizar los hurtos de los componentes eléctricos, y
mecánicos de la infraestructura de superficie.
De igual manera, indica que tienen que implementarse programas para el mejoramiento
de la confiabilidad del sistema eléctrico interno, y generar un plan de organización para
mitigar el efecto de las fallas en la industria e identificar los cuellos de botella para
mejorar las operaciones.
La estatal reconoce que el pasado año en el comportamiento de la producción de crudo y
en la refinación, impactaron los problemas con el suministro de electricidad, así como la
baja oferta de gas.
Planes externos
La Memoria y Cuenta agrega que otros de los aspectos que se seguirán adelantado este
año son los proyectos de los acuerdos internacionales.
En ese marco se indica que PDV Caribe continuará con la culminación de las plantas de
almacenamiento y distribución de combustibles en los países que integran Petrocaribe.
Con Uruguay se fijarán estrategias para la comercialización de lubricantes y
abanderamiento de las estaciones de servicio, y con Argentina se prevé la adquisición de
campos, la regasificación e instalación de activos en refinación. MAH

TRINIDAD Y TOBAGO
BP shares hit fresh low on hurricane fears
Trinidad and Tobago Guardian (Port of Spain)
http://guardian.co.tt/business/business/2010/06/28/bp-shares-hit-fresh-low-
hurricane-fears-business-lead
Shares in BP were dragged to a 14-year low on Friday amid concerns that the clean-up
operation in the Gulf may grind to a halt for a second time this week as a hurricane forms
over the region. Analysts meanwhile said concerns over the group’s short-term funding as
the Gulf region enters the hurricane season were “highly damaging” for BP. The United
States National Hurricane Centre warned on Friday night that there was a 60 per cent
chance of a tropical cyclone in the Gulf of Mexico over the next 48 hours. The news comes
as a further blow to BP, whose clean-up efforts were suspended for ten hours on
Wednesday, allowing oil to gush freely into the ocean. The oil giant had been scooping up
to 27,000 barrels of oil from the sea per day with the containment cap until robots
crashed into the safety equipment, stalling operations on Wednesday.
BP to sell assets?
Rumours circulated in the US on Thursday that BP was considering selling assets in
Argentina, while analysts at Nomura in London suggested the group raises extra funds by
selling stock. The market has been alive with speculation over what assets BP might sell,
since it announced it would look to raise US$10 billion by selling off parts of its business.
Analysts said pressure was mounting on BP to raise some ready cash to “assure sufficient
fund to cap the well and meet ‘fat tail’ scenarios around near-term expenses.” Shares in
the group tumbled more than seven per cent, to as low as 296 pence at one point during
morning trading. By the end of the day they recovered slightly to 304 pence, but still 6.32
per cent down.
Washington grills Hayward
So far, the oil giant has skimmed 610,000 barrels (25.6 million gallons) of oily liquid from
the Gulf region. It is estimated that between 35,000 and 60,000 barrels of oil a day are
leaking into the sea. More than two months into the spill, almost 74,000 claims have been
filed against the group, which has made more than 39,000 payments—totalling almost
US$126 million (£84 million). (channel4.com)

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Recopilación: George Bedoya S. (Lima - Perú)
Revenue Watch Institute
Desco

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