Está en la página 1de 35

Conforto Ambiental I

- Ventilação -

Prof.ª Constance Manfredini

Ventilação

Higiênica e Térmica
A ventilação é necessária por questões higiênicas e
térmicas. As necessidades para o verão e para o
inverno são diferentes.
Exigências Higiências - ar requerido pelas atividades
biológicas. Retirar o vapor d’água (transpiriração das
pessoas, cozimento de alimentos e banho)
Exigências Térmicas - diminuição da temperatura,
ventilação para conforto.

Conforto Ambiental - Prof.a Constance Manfredini

Ventilação

Higiênica e Térmica
Ventilação Higiênica

Ventilação para Conforto

Conforto Ambiental - Prof.a Constance Manfredini

em parte. Isso se deve. Todos experimentamos abrir as janelas durante as noites quentes do verão para aproveitar a fresca brisa noturna.a Constance Manfredini .Prof. ao fato de que recebemos o efeito direto do fluxo de ar sobre o corpo que acelera as perdas de calor por convecção e por evaporação. e também por não ter sido produzido um resfriamento que compõem o espaço interior. Se as fecharmos após duas ou três horas.Ventilação Função Ventilação Térmica Nas regiões com períodos quentes o movimento do ar é uma variável muito importante para o bem estar do indivíduo. Conforto Ambiental . voltamos a sentir a sensação de calor dentro da habitação. Este processo requer grandes quantidades de ar e a eficiência do esfriamento não é total.

a Constance Manfredini .Ventilação Higiênica e Térmica – – as exigências higiênicas devem ser satisfeitas permanentemente as exigências térmicas só são favorecidas quando a temperatura do ar exterior estiver menor do que a temperatura do ar interior Fonte: Rivero (1985) divisão das zonas de ventilação: (A) higiênica (B) térmica Conforto Ambiental .Prof.

Ventilação Inverno e Verão – nas regiões de climas frios. deve prevalecer uma ventilação baseada em razões térmicas. Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental .Prof. onde a temperatura se mantém sempre acima da requerida pelo conforto. deve prevalecer uma ventilação baseada em razões higiênicas – nas regiões de clima tropical. com baixas temperaturas.a Constance Manfredini .

Prof. nestes casos deve haver: • ventilação de inverno (preocupação com as razões higiênicas) • ventilação de verão (preocupação com as exigências térmicas e higiênicas) Fonte: Rivero (1985) a Constance a ConstanceManfredini FSG . .Conforto Térmico . Manfredini Conforto Ambiental .Ventilação Inverno e Verão – o caso mais complexo se dá nas zonas temperadas. com períodos frios e quentes.Prof.

a Constance Manfredini .Prof. Conforto Ambiental . a ventilação pode ser classificada como: • ventilação natural – térmica: se baseia na diferença de temperatura interior e exterior que origina pressões distintas. provocando um deslocamento da massa de ar da zona de maior para a de menor pressão.deve ser utilizada quando a ventilação natural não é suficiente. • ventilação artificial .Ventilação Formas de Ventilar Segundo a origem da energia utilizada para movimentar a massa de ar. – dinâmica: causada pelas pressões e depressões que se geram nos volumes como conseqüência da ação mecânica do vento.

a diferença entre as temperaturas do ar interior e exterior origina pressões distintas. – Ex: caixa de escada e elevadores de edifícios altos. provocando um deslocamento da massa de ar da zona de maior pressão para a de menor. • Aberturas em diferentes alturas • A velocidade do ar depende da diferença entre as alturas dos vãos.a Constance Manfredini .Prof.Ventilação Ventilação Natural • Efeito Chaminé. Fonte: Mascaró (1991) Conforto Ambiental .

na superfície CD se produzem pressões negativas.Princípios Básicos • • • • na superfície AB haverá uma pressão positiva. nas bordas da placa a velocidade do ar é maior (pq ao redor da placa passa uma maior quantidade de ar).Prof. nas bordas o ar segue com uma direção obliqua.Ventilação Ventilação Natural . Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental .a Constance Manfredini .

Prof. 1 os filetes de ar que saem por B e C têm a mesma força e direção.a Constance Manfredini . 2 o filete de ar que sai pela borda B teria uma velocidade maior que o que passa por C.Ventilação Ventilação Natural . de maneira que a direção do ar que atravessa a abertura será descendente. Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental .Princípios Básicos • • • a direção do fluxo de ar que passa por uma abertura BC depende das dimensões AB e CD.

Princípios Básicos • • • vento incide em um volume a maior parte dos planos tem pressão negativa. Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental . (ventilação cruzada) não adianta abrir janelas em um mesmo plano.a Constance Manfredini .Prof.Ventilação Ventilação Natural . aberturas em planos diferentes favorecem a circulação do ar por esta diferença de pressão.

Prof.Ventilação Ventilação Natural .a Constance Manfredini . quando encontra algum tipo de placa defletora o desvio dependerá da velocidade com que o ar incide no obstáculo. Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental .Princípios Básicos • • aberturas sobre o mesmo plano.não há ventilação eficaz.

1 2 • 2 a direção muda no momento em que a pressão negativa prevalece.Ventilação Ventilação Natural . Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental .Princípios Básicos • 1 quando penetra num local sua própria inércia faz com que mantenha a direção originária até encontrar um elemento que o detenha.a Constance Manfredini .Prof. somente então se desvia em direção à abertura.

2 colocando pequenas saliências em cada pavimento. garantimos que a ventilação seja igual em todos os andares.Prof.Princípios Básicos 1 • • 1 a dimensão da superfície AB.Ventilação Ventilação Natural .a Constance Manfredini . determina que o fluxo seja descendente no térreo e ascendente do 2° pavimento. 2 Fonte: Rivero (1985) Conforto Ambiental .

Prof.a Constance Manfredini . Fonte: Olgyay (1998) Conforto Ambiental .Ventilação Ventilação Natural – Princípios Básicos • gráficos Modelo de movimento do ar em planta.

Prof. Fonte: Olgyay (1998) Conforto Ambiental .Princípios Básicos Modelo de movimento do ar em corte.a Constance Manfredini .Ventilação Ventilação Natural .

Ventilação Ventilação Natural .Espaço Interno Modelo de movimento do ar em planta (com uma abertura e com duas aberturas em paredes opostas).Prof.Conforto Térmico . . Manfredini Conforto Ambiental .Prof. Fonte: Olgyay (1998) a Constance a ConstanceManfredini FSG .

Fonte: Olgyay (1998) Conforto Ambiental .a Constance Manfredini .Ventilação Ventilação Natural .Espaço Interno Modelo de movimento do ar em corte – observe o direcionamento do fluxo de ar.Prof.

Prof. Fonte: Olgyay (1998) FSG .a Constance Manfredini .Ventilação Ventilação Natural .Conforto Térmico .Espaço Interno Modelo de movimento do ar em corte – simulação de uma janela pivotante.

Espaço Interno Modelo de movimento do ar em corte – simulação com uma aba e de uma janela venezianada. Fonte: Olgyay (1998) Conforto Ambiental .Ventilação Ventilação Natural .Prof.a Constance Manfredini .

a Constance Manfredini .Ventilação Ventilação Natural .Prof.ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .Espaço Interno Fonte: Aula Prof.

a Constance Manfredini .Prof.Ventilação Ventilação Natural .Espaço Interno Fonte: Aula Prof.ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .

Espaço Interno Fonte: Aula Prof.ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .Prof.Ventilação Ventilação Natural .a Constance Manfredini .

Ventilação Ventilação Natural .ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .Espaço Interno Fonte: Aula Prof.a Constance Manfredini .Prof.

Prof.Espaço Interno Placa proporcionando o surgimento de zonas de pressão distintas em uma única fachada Fonte: Aula Prof.a Constance Manfredini .Ventilação Ventilação Natural .ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .

Espaço Interno Fonte: Aula Prof.Ventilação Ventilação Natural .ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .Prof.a Constance Manfredini .

Ventilação Ventilação Natural .a Constance Manfredini .Espaço Interno Fonte: Aula Prof.Prof.ª Maria Fernanda Nunes Conforto Ambiental .

uma ventilação de verão realmente eficaz se obtém quando os vãos permitem que todo o espaço interior se beneficie por igual com a circulação do ar. pinturas ou outros trabalhos de manutenção. Fonte: Olgyay (1998) Conforto Ambiental . as partes móveis terão ferragens convenientes para graduar a intensidade do fluxo de ar.Ventilação Ventilação Natural . isto é absolutamente indispensável em zonas de ventos fortes ou em edifícios expostos a altas pressões. e que ambos os planos devem se movimentar de maneira independente sem dificultar um ao outro. o lado exterior dos vidros e estruturas.Dispositivos • • • • qualquer superfície móvel de ventilação deverá ser projetada considerando que formará uma unidade com as proteções de radiação solar.a Constance Manfredini .acessíveis à limpeza.Prof.

Prof. Conforto Ambiental .a Constance Manfredini .Ventilação em CAXIAS DO SUL As linhas internas do gráfico indicam a quantidade vezes que a direção ocorreu entre 01/01/1970 a 01/01/2012. Exemplo: o vento teve direção norte (veio do norte) mais de 2.000 vezes no inverno nesse período.

Prof.a Constance Manfredini .Ventilação em CAXIAS DO SUL Conforto Ambiental .

a Constance Manfredini . Estação: Bento Gonçalves – Site do INMET Conforto Ambiental .Prof.Ventilação em BENTO GONÇALVES Norte Noroeste Oeste 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 Nordeste Leste Sudoeste Sudeste Inverno Verão Sul As linhas internas do gráfico indicam a quantidade vezes que a direção ocorreu entre 01/01/1980 a 01/01/2010.

VERÃO Norte 1400 1200 Noroeste Nordeste 1000 800 600 400 200 Oeste Leste 0 Sudoeste Sudeste Verão 21 dez – 20 mar Sul As linhas internas do gráfico indicam a quantidade vezes que a direção ocorreu entre 01/01/1980 a 01/01/2010.Prof.a Constance Manfredini . Estação: Bento Gonçalves – Site do INMET Conforto Ambiental .Ventilação em BENTO GONÇALVES .

Prof. Estação: Bento Gonçalves – Site do INMET Conforto Ambiental .Ventilação em BENTO GONÇALVES .INVERNO Norte 1400 1200 Noroeste Nordeste 1000 800 600 400 200 Oeste Leste 0 Sudoeste Sudeste Inverno 21 jun – 20 set Sul As linhas internas do gráfico indicam a quantidade vezes que a direção ocorreu entre 01/01/1980 a 01/01/2010.a Constance Manfredini .

Ventilação Referências Bibliográficas • OLGYAY. V. L. Arquitectura y Clima • MASCARÓ. Energia na edificação • RIVIERO .