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Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Educação de Viseu

Politécnico de Viseu Escola Superior de Educação de Viseu RELATÓRIO INDIVIDUAL DE ESTÁGIO Estágio em Atividade

RELATÓRIO INDIVIDUAL DE ESTÁGIO

Estágio em Atividade Física e Desportiva no âmbito das Atividades Físicas Adaptadas, na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Viseu (APPACDM) Internato Dr. Victor Fontes

Supervisor Académico:

Doutor Antonino Pereira

Cooperante na Entidade Acolhedora:

Dr. João Paulo Martins

Luís Filipe Henriques Antunes Lourosa Viseu, 2016

Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Educação de Viseu

Politécnico de Viseu Escola Superior de Educação de Viseu RELATÓRIO INDIVIDUAL DE ESTÁGIO Estágio em Atividade

RELATÓRIO INDIVIDUAL DE ESTÁGIO

Estágio em Atividade Física e Desportiva no âmbito das Atividades Físicas Adaptadas, na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Viseu (APPACDM) Internato Dr. Victor Fontes

Relatório Individual de Estágio apresentado no âmbito da unidade curricular de Estágio II do 2º Semestre do 3º ano do curso de Licenciatura em Desporto e Atividade Física, sob orientação do Prof. Doutor Antonino Pereira

Luís Filipe Henriques Antunes Lourosa Viseu, 2016

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Resumo

Numa sociedade em que se reconhece legalmente os direitos do cidadão portador de deficiência, deve ser dado à atividade física o lugar de destaque que merece, já que implica melhorias físicas e sociais significativas. O presente relatório pretende, então, contribuir para a implementação de diversos exercícios de Atividade Física Adaptada por concluir que os exercícios levados a cabo contribuem para melhorias nas componentes avaliadas, nomeadamente aumento da flexibilidade, da resistência aeróbia e da coordenação óculo-manual. Aos benefícios físicos deverão ser acrescentadas as melhorias comportamentais dos clientes. Cumulativamente, os benefícios pessoais e profissionais para o estagiário, concretamente, a promoção da empatia, da solidariedade, da inclusão e da intercompreensão, a implementação de uma prática pedagógica mais flexível e adequada às necessidades e motivações dos clientes, a experiência curricularmente enriquecedora, a possibilidade de pôr em prática os conhecimentos adquiridos ao longo da formação académica, poderão motivar outros a enveredar por esta área de atuação que tanto carece de técnicos profissionalizados.

Índice

Resumo

i

Índice

ii

Índice de quadros

iii

Introdução

1

Parte I - Enquadramento teórico

2

1.

A pessoa portadora de deficiência

2

1.1 Definição de deficiência

2

1.2 Deficiência Mental (DM)

2

1.3 Paralisia Cerebral

3

1.4 Enquadramento legal

3

2. A Atividade Física Adaptada (AFA)

4

 

2.1 Definição de Atividade Física Adaptada

4

2.2 O técnico de Atividade Física

4

2.3 A Atividade Física e a saúde da pessoa deficiente

5

Parte II

 

7

1. Caracterização da entidade de acolhimento

7

2. Caracterização dos clientes

8

3. Objetivos

9

 

3.1

Objetivos

9

4. Cronograma de estágio

10

 

4.1

Autoscopias

11

5. Reflexões

15

Aulas de grupo

15

Basquetebol

15

 

Reflexão Futebol

16

6. Avaliação técnica de Basquetebol

17

Parte III Reflexão e conclusão

19

Bibliografia

20

ANEXOS

21

Planos Futsal

22

Basket

55

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Planos Aulas de Grupo

78

Índice de quadros

Quadro 1 Componentes e fatores da relação Condição Física Saúde (Bouchard &

Shepard, 1994)

5

Quadro 5 Horário de estágio

10

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Introdução

O presente relatório de estágio subordina-se ao tema da Atividade Física Adaptada

(AFA) tendo as atividades de estágio sido desenvolvidas na APPACDM de Viseu, mais

propriamente no Internato Dr. Victor Fontes, de 22 de fevereiro de 2016 a 9 de junho de

2016.

Com o intuito de desenvolver e otimizar os conhecimentos e competências de intervenção do estagiário no processo de ensino-aprendizagem de atividade física a clientes

portadores de deficiência defende-se que a pessoa portadora de deficiência beneficia grandemente da prática regular de atividade física adaptada, sendo esses benefícios visíveis nas componentes físicas, emocionais, comportamentais e sociais do indivíduo, tal como defendido pelo Conselho da Europa (cf. CE, 2005).

A prática de estágio no contexto da AFA implica um forte empenho por parte do

estagiário que se deverá refletir na elaboração cuidada de planos individuais de trabalho, como defendido por Cidade e Freitas (2002), na manutenção de níveis elevados de atenção ao cliente e de motivação pessoal e no estabelecimento de relações interpessoais salutares e produtivas com todos os intervenientes. Os clientes foram selecionados para as atividades através de observações e também

pelo conhecimento das capacidades por parte do meu supervisor de estágio. As atividades desenvolvidas visam essencialmente o desenvolvimento da componente motora (agilidade, equilíbrio, coordenação e velocidade) e morfológicos (peso corporal e flexibilidade) apresentados em Bouchard e Shepard (1994), devido às especificidades de cada um dos clientes. Assim, os objetivos gerais da atividade física adaptada focam-se principalmente na melhoria da coordenação motora, do equilíbrio, da flexibilidade e da locomoção. As atividades que serão desenvolvidas durante este semestre são as seguintes:

Futebol, Basquetebol, Aulas de grupo e Natação. Cada uma destas atividades tem clientes e objetivos diferentes, se bem que alguns clientes partilhem algumas atividades.

Parte I - Enquadramento teórico

1. A pessoa portadora de deficiência

1.1 Definição de deficiência

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 1989: 56) deficiência consiste na “perda ou alteração de uma estrutura ou de uma função psicológica, fisiológica ou anatómica, [tratando-se] da exteriorização de um estado patológico”. Da mesma forma, na Lei 38/2004, de 18 de agosto pessoa deficiente também é descrita como “aquela que, por motivo de perda ou anomalia, congénita ou adquirida, de estrutura ou função psicológica, intelectual, fisiológica ou anatómica suscetível de provocar restrições de capacidade”. Apesar das limitações que as deficiências podem implicar, algumas entidades optam por assumir um discurso em que se coloca o foco nas possibilidades de desenvolvimento máximo dos indivíduos portadores de deficiência, nas necessidades nem sempre preenchidas e no aproveitamento das capacidades potenciadas pela própria deficiência 1 . Seguidamente apresentam-se as definições de algumas deficiências, tendo servido de critério de seleção o facto de os clientes alvo da prática de estágio serem portadores das mesmas.

1.2 Deficiência Mental (DM)

Segundo a American Association of Mental Retardation (AAMR) a deficiência mental é caracterizada como “uma incapacidade caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e comportamento adaptativo, expresso nas capacidades concetuais, sociais e práticas adaptativas, e tem origem antes dos 18 anos de idade” (AAMR, 2002: 1). Simultaneamente à definição de doença mental, a AAMR (2002) abandona a antiga ótica de valorização da medida do Quociente de Inteligência (QI) na avaliação dos doentes mentais, colocando a tónica nas medidas necessárias ao correto desenvolvimento destes cidadãos. Assim, destacam-se as medidas destinadas a “promover oportunidades de desenvolvimento físico que inclua a coordenação fina e global; as atividades de desenvolvimento social e emocional para desenvolver a confiança, autonomia e iniciativa” (Cardoso, 2003: 14).

1 A propósito, relembre-se o exemplo clássico da acuidade auditiva dos invisuais.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

1.3 Paralisia Cerebral

A Paralisia Cerebral resulta de uma lesão no sistema nervoso central, que ocorre durante o desenvolvimento embrionário ou fetal ou mesmo no momento do parto e que, de acordo com a Sociedade Portuguesa de Neuropediatria (SPN), que reflete numa “perturbação não progressiva do movimento e da postura”. De grau variável, no sítio de Internet da SPN pode ler-se que “algumas crianças têm perturbações ligeiras, quase impercetíveis, que as tornam desajeitadas (…). Outras há que são gravemente afetadas com incapacidade motora grave, impossibilidade de andar e falar, sendo dependentes nas atividades da vida diária”. De acordo com Branco (2011: 7-8), a paralisia cerebral pode ser classificada como espasticidade, a mais frequente, “caracterizada por um aumento do tónus muscular com limitação da capacidade de relaxamento muscular da região envolvida”. Como atetose, situação que afeta essencialmente a postura e a resposta a estímulos. Por fim, como ataxia, os casos mais raros de paralisia cerebral, que se torna visível no “pouco equilíbrio, dificuldades na marcha, coordenação deficiente, alteração da noção espacial e tónus muscular fraco.” A diversidade de implicações físicas e estados de inatividade das pessoas portadoras de paralisia cerebral obriga os técnicos de atividade física a uma atenção especial às necessidades físicas destes clientes e à definição de um plano de treino e lazer que potencie as capacidades físicas não afetadas pela paralisia e que promova o bem-estar e uma condição física melhorada.

1.4 Enquadramento legal

Maioritariamente definido na Lei n.º 38/2004 de 18 de agosto, o regime jurídico da pessoa portadora de deficiência veio, como afirmam Marques, Castro e Silva (2001) dar um enorme impulso às políticas e práticas de inclusão e de participação ativa, especificamente no art. 3.º da referida Lei em que se declaram os seguintes objetivos:

“a) Promoção da igualdade de oportunidades, no sentido de que a pessoa com deficiência disponha de condições que permitam a plena participação na sociedade;

b) Promoção de oportunidades de educação, formação e trabalho ao longo da vida;

c) Promoção do acesso a serviços de apoio;

d) Promoção de uma sociedade para todos através da eliminação de barreiras e da adoção de medidas que visem a plena participação da pessoa com deficiência.” No campo da habilitação e reabilitação o art. 25.º, da secção II, esclarece que se entende por estes termos todas as medidas “que tenham em vista a aprendizagem e o desenvolvimento de aptidões, a autonomia e a qualidade de vida da pessoa com deficiência” onde inclui, especificamente o domínio do desporto e tempos livres. No que se refere à prática de desporto e de tempos livres e à alta competição os artigos 38.º e 39.º respetivamente, declaram que compete ao Estado a adoção de “medidas específicas para assegurar o acesso da pessoa com deficiência”.

2. A Atividade Física Adaptada (AFA)

2.1 Definição de Atividade Física Adaptada

A Atividade Física Adaptada (AFA), teoricamente definida como um corpo de conhecimento multidisciplinar, é apresentada como o conceito que “sublinha e congrega todas as formas de participação desportiva de um qualquer indivíduo, mesmo com fortes limitações da capacidade de movimento, e seja qual for o objetivo dessa atividade (educativo, recreativo, competitivo ou terapêutico).” (Marques, Castro e Silva, 2001: 78) A abrangência do conceito de AFA permitiu, mesmo assim, a Rodrigues (2001), referido em Branco (2011), definir as atividades físicas desenvolvidas nesse contexto como adaptadas a pessoas com deficiências motoras, mentais e sensoriais, planeadas com o intuito de reabilitar, desenvolver fisicamente ou prevenir danos e elaboradas a fim de modificar as capacidades motoras.

2.2 O técnico de Atividade Física

No contexto da AFA, Cidade e Freitas (2002) definem o papel do técnico de Atividade Física esclarecendo que este deverá programar de forma individual o trabalho a executar, tendo em conta os objetivos, os conteúdos a abordar e as metodologias a

implementar, além de ser claro no que se refere a recursos materiais e humanos necessários

e à condição geral do cliente, nomeadamente a sua evolução, as suas relações interpessoais,

o tipo de deficiência e as funções e estruturas afetadas por esta. Como qualquer técnico de Atividade Física, aquele que exerça funções de AFA deverá ser conhecedor dos diferentes aspetos do desenvolvimento humano, seja biológico, cognitivo, social ou afetivo.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

2.3 A Atividade Física e a saúde da pessoa deficiente

O Conselho da Europa há muito esclareceu que “o exercício físico é indispensável à saúde física e mental de cada indivíduo e à inserção social” (CE, 1995: 10), sendo por isso indispensável para promover a saúde e a longevidade das pessoas portadoras de deficiência, até porque estes indivíduos tendem a um estilo de vida sedentário. A relação Condição físicaSaúde, tal como definida em Bouchard e Shepard (1994), referidos em Cardoso (2003), implica a atenção às componentes morfológica, muscular, motora, cardiorrespiratória e metabólica como se evidencia no Quadro 1:

Componente

Fator

Morfológica

Peso corporal Composição corporal Distribuição do tecido adiposo subcutâneo Tecido adiposo abdominal Densidade óssea Flexibilidade

Muscular

Potência

Força

Resistência

Motora

Agilidade

Equilíbrio

Coordenação

Velocidade

Cardiorrespiratória

Capacidade de exercício sub-máxima Potência aeróbia máxima Funções cardíacas Funções respiratórias Tensão arterial

Metabólica

Tolerância à glicose Sensibilidade à insulina Metabolismo dos lípidos e das lipoproteínas Características da oxidação do substrato

Quadro 1 Componentes e fatores da relação Condição Física Saúde (Bouchard & Shepard, 1994)

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Parte II

1. Caracterização da entidade de acolhimento 2

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental

(APPACDM) de Viseu, uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos, promove o “bem estar do cidadão com deficiência mental, multideficiência e jovens em risco.” Os objetivos inscrevem-se em diferentes domínios de atuação, como a educação, a reabilitação, a formação e a integração na vida ativa e na comunidade. Criada em 1976, a sua ação cobre o distrito de Viseu e é guiada pelos valores da integridade, do rigor, da confidencialidade, da privacidade, da responsabilidade, da flexibilidade, da criatividade, da transparência, da diversidade, na integração e cidadania, na humanidade e na solidariedade. Apoiando-se em práticas que visam:

Promover a excelência de serviços;

Cooperar para o desenvolvimento regional e nacional;

Aplicar políticas de inclusão;

Promover relacionamentos informais que fomentem um ambiente de trabalho flexível e motivante para os colaboradores.

A sede, constituída pelo Centro de Atividades Operacionais, pelo Lar Residencial e

pela Escola de Educação Especial e pelo CRI, onde se destaca também a vasta Quinta Agrícola, localiza-se na freguesia de Repeses, concelho de Viseu. A APPACDM possui ainda o Internato Vítor Fontes, também no concelho de Viseu, e o Estabelecimento de

Santa Comba Dão, Sede formação profissional, Sede Escola de Educação especial e CRI, Estabelecimento Internato Dr. Victor Fontes (CAO e Lar de Apoio) e Estabelecimento de Santa Comba Dão, no concelho homónimo.

O internato Victor Fontes é situado em Jugueiros e possui cerca de 50 clientes, 28

dos quais no Lar Residencial.

O espaço do Internato é caracterizado pelo edifício principal, onde estão as

camaratas do Lar, salas de lazer, assim como o refeitório e os escritórios dos funcionários e doutores. O 2º edifício é composto pelo escritório do técnico de Educação Física, e as salas do Bem-Estar. O outro edifício mais importante é o ginásio, espaço onde mais trabalhei este semestre. Tem 2 tabelas de basket, assim como as marcações para este desporto.

2 A informação contida no ponto 2 foi retirada do Manual de Acolhimento da APPACDM de Viseu (versão de 9 de maio de 2015).

2.

Caracterização dos clientes

Neste semestre a população foi notoriamente diferente daquela com que trabalhei no primeiro semestre. A começar no grau de deficiência, onde praticamente todos se situavam no ligeiro. O seu grau de autonomia era também muito superior, assim como a facilidade em comunicar. Isso foi algo que me fez sentir muito mais à vontade no trabalho com eles No grupo de Futsal, composto por 12 clientes (10 masculinos e 2 femininos), a motivação com que era efetuado qualquer exercício foi algo que me surpreendeu. Isso

tornou o trabalho mais fácil, visto que em cada exercício eu tinha a certeza que eles iriam dar o máximo.

O grupo de Basquetebol era sensivelmente o mesmo (à exceção de 2 clientes) e

aqui não notava a mesma motivação em relação ao futebol. Mesmo assim, considero o

trabalho motivante para eles. Estes 2 grupos, apesar de bastante autónomos e comunicativos, apresentavam alguns problemas motores que impediam uma melhor execução dos movimentos. Achei necessário um trabalho técnico intensivo, de modo a tentar colmatar estas lacunas.

O grupo das aulas de grupo era constituído por 6 clientes (3 masculinos e 3

femininos) e foi aqui que eu encontrei maiores dificuldades de trabalho. Apesar da comunicação com eles ser relativamente fácil, o seu entendimento das regras e do que era pedido não era o melhor. Estes eram os clientes que com uma deficiência mental mais

grave e com algumas dificuldades motoras, maioritariamente por causa do excesso de peso.

O grupo da natação era constituído por clientes tanto das equipas de futebol, como

das aulas de grupo (5 masculinos e 1 feminino). Estas aulas de natação não tinham o intuito de ensinar as técnicas nem fazer adaptação, pois qualquer um deles realizava os movimentos básicos em água, à exceção de um cliente. Este cliente tinha algum medo de se deslocar no meio da piscina e, por isso, passava a totalidade da aula encostado aos bordos. Preocupei-me bastante durante todo o semestre em tirar este “medo” ao cliente, mas foi difícil, pois ele oferecia muita resistência. Mesmo assim, com a ajuda do material, e também com alguma paciência, ao fim de algumas sessões, o cliente já conseguia caminhar por toda a piscina e mergulhar a cara, embora sempre acompanhado. As aulas de natação aconteciam na piscina do ForLife, no Palácio do Gelo.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

3. Objetivos

Os objetivos do estágio realizado no Internato Victor Fontes são de diferentes naturezas, dependendo se são direcionados para aquisição de competências do estagiário

ou para o desenvolvimento da condição física dos clientes. Assim, para o estagiário os objetivos são:

1) Desenvolver e otimizar conhecimentos e competências de intervenção no processo de ensino-aprendizagem; 2) Articular a experiência profissional em Atividade Física Adaptada com as técnicas e saberes adquiridos nas diversas disciplinas do curso de Desporto e Atividade Física;

3)

Ampliar a experiência profissional de formação;

4)

Facilitar a inclusão no mercado de trabalho futuro.

Quanto aos objetivos do ponto de vista dos clientes, apresentam-se seguidamente os

objetivos gerais e específicos.

3.1 Objetivos

Os objetivos gerais estão muitas vezes associados à própria condição da pessoa

deficiente, nomeadamente às implicações cognitivas e de linguagem que a sua deficiência possa implicar, além, obviamente, da sua condição física, de mobilidade e motricidade. Objetivos gerais da equipa de Futsal:

1. Colocar a equipa nos torneios de futebol/futsal adaptado da ANDDI;

2. Melhorar os padrões técnicos e táticos dos jogadores;

3. Incutir um espírito de equipa e competitivo.

Objetivos gerais da equipa de Basquetebol:

1. Melhorar os padrões técnicos e táticos dos jogadores;

Objetivos gerais da Natação:

1. Promover o relaxamento entre os clientes;

2. Ambientar os clientes ao ambiente aquático;

Objetivos gerais para as aulas de grupo:

1. Melhorar a coordenação óculo-manual dos clientes;

2. Habituar os clientes a um ambiente menos sedentário e mais ativo.

4.

Cronograma de estágio

As sessões de estágio decorreram todas as terças, quartas e quintas-feiras, entre os dias 22 de fevereiro de 2016 a 9 de junho de 2016, num total de 10 horas semanais, distribuídas de acordo com o horário apresentado no quadro 5:

Dia

da

Segunda

Terça

Quarta

Quinta

Sexta

Semana

 

10h/10:30m

 

10:30/12h

 

10h/10:30m

Treino

de

Natação

Treino

de

Basquetebol

Basquetebol

11h/12:30h

     

11h/12:30h

Treino

de

Treino

de

Futebol

Futebol

 

14h30m/15h30m

   

14h30m/15h30m

Aula de grupo

Aula de grupo

Quadro 2 Horário de estágio

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

4.1 Autoscopias

A técnica de autoscopia foi aplicada para avaliar o desempenho do estagiário e o

impacto da sua ação. Optou-se por proceder a autoscopias semanais, para obter uma visão

mais global e objetiva do que efetivamente ocorreu durante o estágio.

Semana 1 (de 22 de fevereiro a 26 de fevereiro de 2016)

A primeira semana de estágio, supervisionada pelo cooperante, foi reservada para

fazer um levantamento de todos os clientes existentes nas salas da instituição, bem como aqueles que, à partida, seriam mais aptos a realizar atividade física. Esta semana foi também aproveitada para conhecer os restantes recursos humanos da instituição, o que se considerou essencial para uma boa inclusão e para a criação de bem-estar entre estagiário. No que toca aos clientes em si, na primeira semana foi dado pouca ênfase à planificação de aulas, pois considerou-se mais adequado dedicar a atenção aos comportamentos dos clientes num contexto fora de sala, e em grupo. Desde o primeiro momento notei que não ia ter quaisquer problemas em lidar com os clientes, visto que a maior facilidade de comunicação (em ralação aos clientes do primeiro semestre) tornou a minha adaptação a um novo meio muito mais fácil.

Semana 2 (de 29 de fevereiro a 4 de março de 2016) Nesta segunda semana, já consegui iniciar o trabalho planeado para o semestre, tanto no futebol como no basquetebol. Nas outras atividades, maior dificuldade. Nas aulas de grupo não conseguia ter a atenção desejada por parte dos clientes, visto eles não estarem habituados a um contexto de atividade física.

Semana 3 (de 7 de março a 11 de março de 2016)

A adaptação do estagiário à instituição foi, como eu esperava, bastante rápida.

Nas atividades, e falando agora nas equipas, o trabalho técnico ia continuando, coisa que era bastante necessária, face às dificuldades dos clientes.

Semana 4 (de 14 de março a 18 de março de 2016) Com o decorrer do tempo e com a ajuda do cooperante, a aquisição de estratégias em aula foi melhorando gradualmente.

Notei alguma repetição dos conteúdos, que achei necessária devido a um dos objetivos para as equipas ser o melhoramento técnico. Quanto às aulas de grupo, comecei a notar melhorias, principalmente no aproveitamento do tempo de aula.

Semana 5 (de 21 de março a 25 de março de 2015) Com o clima institucional a manter-se favorável, a adaptação ao novo contexto ocorreu mais rápido do que o estagiário esperava. Com os restantes clientes, como foi acima referido, estava mais perto dos “planos ideais” e, por isso, as sessões corriam cada vez melhor, o tempo útil de trabalho aumentava exponencialmente, parâmetro esse que era bastante reduzido nas primeiras sessões, principalmente nas aulas de grupo.

Semana 6 (de 28 de março a 1 de abril de 2016) Nesta semana, a procura de uma melhor performance do estagiário e dos clientes manteve-se. No entanto, as dificuldades, relacionadas principalmente com o controlo de aula e das atividades, mantiveram-se (algo que continuou até ao final do estágio), apesar de terem sido amenizadas. Num plano pessoal, a condução de aulas pareceu melhorar com o decorrer das sessões. Sendo a paciência uma das virtudes mais exigidas neste tipo de trabalho, era de esperar um cansaço psicológico muito grande, o que efetivamente aconteceu. De qualquer forma, houve um esforço para dar sempre o melhor de mim, acompanhar sempre os clientes nas atividades que estavam a decorrer, ajudar sempre que fosse preciso (e era preciso bastantes vezes) e tentar implementar mudanças caso fosse necessário.

Semana 7 (de 4 de abril a 8 de abril de 2016) Esta foi uma semana especial, pois pela primeira vez foi efetuado um treino futebol

fora do internato. Na comemoração do dia Mundial da Atividade Física, um grupo de clientes (equipa de futebol incluída) dirigiu-se ao Fontelo para realizar várias atividades desportivas. Este dia contou também com a participação da turma de 2º ano do curso de Desporto e Atividade Física, no seguimento da unidade curricular de Populações Especiais

II.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

A parte da manhã ficou reservada para o jogo de futebol, o uso das máquinas de

manutenção e uma caminhada pelo parque do Fontelo.

À tarde, após o almoço, uma sessão de jogos tradicionais. Aqui, qual não foi o meu

espanto, ao reparar o gosto enorme que eles adquiriram pelo jogo da Malha. Durante 2h, os

clientes jogaram e divertiram-se imenso. Foi nesta tarde também que comecei a ter uma relação ainda mais próxima com os clientes. Podendo estar num contexto fora da instituição, foi uma oportunidade para os conhecer melhor, visto que os clientes que não estavam ocupados conversavam uns entre os outros.

Semana 8 (de 11 de abril a 15 de abril de 2016) Oitava semana de estágio, completamente integrado na instituição e com um relacionamento excelente com os clientes. Comecei a notar melhorias nas equipas de futebol e futsal, principalmente a nível técnico, que era o que eu procurava. O sentido individualista de alguns clientes ainda se ia mantendo, mas com uma pequena repreensão, ou a imposição de regras, eles corrigiam esse aspeto. Quanto às aulas de grupo, a minha dificuldade em manter um controlo e um bom aproveitamento manteve-se. Reconheço que poderia ter feito um trabalho melhor em termos de planificação.

Semana 9 (de 18 de abril a 22 de abril de 2016) Esta semana desenvolveu-se nos mesmos moldes das anteriores. Tendo em conta a planificação prevista, manteve-se a exercitação dos clientes, tendo em conta os objetivos definidos no início do estágio. Foi feita no dia 18, uma avaliação intermédia das capacidades básicas técnicas de basquetebol, onde notei claras melhorias em grande parte dos clientes.

Semana 10 (de 26 de abril a 29 de abril de 2016) Início de um novo mês, e por esta altura já o estagiário se sentia totalmente integrado na comunidade do Internato Dr. Victor Fontes. Falava com toda a gente, e toda a gente falava com ele, inclusive clientes com os quais não trabalhava. A boa relação com o cooperante e com os monitores das salas promoveram esta boa adaptação.

Semana 11 (de 2 de maio a 6 de maio de 2016)

Semana 12 (de 9 de maio a 13 de maio de 2016) A partir de certa altura, comecei a notar uma monotonia nas sessões, e no próprio ambiente de estágio. Possivelmente pela repetição incessante de planos, ou mesmo por o ambiente ser quase sempre o mesmo. A verdade é que comecei a notar em mim alguma falta de concentração nas atividades, e até algum desleixe no planeamento e condução das sessões. Mesmo assim, tentei combater este facto, e auto-motivar-me, de modo a não prejudicar a evolução dos clientes Semana 13 (de 16 de maio a 20 de maio de 2016)

Semana 14 (de 23 de maio a 27 de maio de 2016) Com o estágio quase a terminar, preocupei-me em tentar tornar as sessões mais aliciantes e mais complexas. Houve alguma dificuldade com alguns clientes em fazer perceber os exercícios, o que complicou um pouco o decorrer dos mesmos mas, ao fim de algumas repetições, o exercício corria como planeado.

Semana 15 (de 30 de maio a 3 de junho de 2016) Esta semana ficou marcada pela visita ao Bioparque de Carvalhais (S. Pedro do Sul), no dia 31 de maio. Para além do passeio de reconhecimento da área, pela floresta imensa do parque, foi feito também um almoço convívio com os clientes presentes e com os monitores que os acompanharam. A tarde foi, mais uma vez, ocupada com o jogo da malha, a pedido dos clientes, que sentiam um gosto enorme pela modalidade. Os outros dias da semana correram da forma habitual.

Semana 6 (de 6 de junho a 9 de junho de 2016) Nesta última semana, aproveitei para fazer a avaliação final de basquetebol. Assim como na avaliação intermédia, foram notadas melhorias na performance dos clientes.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

5.

Reflexões

Aulas de grupo

Estas aulas de grupo ficaram caracterizadas pela elevada heterogeneidade do grupo, o que pode ter dificultado um pouco o trabalho desenvolvido. Encontrei neste grupo os 2 clientes com mais dificuldades a nível motor, e tendo um grupo de 6, não me consegui focar tanto nesses 2 clientes. Com as dificuldades motoras que ambos apresentam, muitas vezes eles não faziam os movimentos ou exercícios que se pretendiam. Com isso, era normal eles desligarem-se da aula. Reconheço que as planificações destas sessões eram algo complicadas, e também que poderia ter as coisas de outra forma. Ainda assim consegui ver algumas melhorias, principalmente ao nível da coordenação óculo-manual, algo que foi trabalhado em grande quantidade.

Basquetebol

Assim como no Futebol, após a primeira, foram selecionados os clientes que mais aptidões denotavam. Também igual ao futebol, a maior preocupação foi a desenvolvimento técnico, em detrimento do desenvolvimento tático. Aqui, esse desenvolvimento foi mais notório que no futebol, pois a coordenação óculo-manual é mais fácil de melhorar que a coordenação óculo-pedal. Apesar da repetição intensa de sessões, achei necessária, de forma a eles desenvolverem melhor o que era pretendido. Como mostram os quadros das avaliações, e a avaliar pelos resultados, aconteceram melhorias. Uns mais que outros, obviamente, mas no cômpito geral, achei os resultados bastante animadores. Por outro lado, as sessões de basquetebol foram algo irregulares. Isto porque as sessões começavam às 10h, e a essa hora, alguns clientes ainda não tinham chegado à instituição, principalmente às 2ªs. Também havia algum tempo perdido a ir chamar os clientes às salas, o que poderia demorar ou 5 ou 10 minutos, o que retirava algum tempo às sessões, e as tornava quase escusadas, visto que às 10:30h eles tinham de ir tomar o reforço matinal.

Reflexão Futebol

Com o objetivo de participar nos torneios oficiais da ANDEE, o Internato Victor Fontes e o seu técnico de Desporto decidiram criar uma equipa de futsal. Foi feita uma avaliação geral, com a participação de cerca de 25 clientes da instituição. Após essa avaliação, foram escolhidos 12 clientes para formar a equipa. Após cerca de 3 meses de treino, consegui notar bastantes melhorias no que toca aos atributos técnicos dos clientes. Numa primeira fase, a perceção do jogo e das suas técnicas era muito rudimentar. Isto foi observado logo na primeira sessão, quando foi feito um jogo com a equipa e outros clientes. Foi notório o pouco sentido de equipa, e cada cliente, com a bola, apenas queria avançar sozinho com a bola. Era óbvio que era necessário fazer um trabalho intensivo e bastante prolongado das técnicas fundamentais do futebol (passe, receção e remate). Esse trabalho foi feito, e as melhorias foram óbvias as melhorias. Após algum tempo, e durante a “pelada”, a equipa já conseguia passar a bola entre todos os elementos da equipa e finalizar com golo. Mesmo assim, senti necessária uma continuidade deste trabalho. Há sempre espaço para melhorar as técnicas, assim como a qualidade de jogo. Contudo, apesar das melhorias, a concentração ao longo de cada treino ia diminuindo, compreensivelmente. Isto fazia com que o principal problema, o individualismo, aparecesse de novo. Era necessário que os treinadores tentassem que a equipa mantivesse a concentração nos exercícios e, principalmente, no jogo. De notar também que, devido às condições climatéricas adversas, grande parte dos treinos teve de ser feito dentro do ginásio, o que condicionava em muito o trabalho efetuado. O que era feito nesses dias eram vários jogos 2x2 ou 3x3 de forma a incutir um espírito competitivo nos clientes e, ao mesmo tempo, continuar com o trabalho técnico em contexto de jogo. Outra coisa que condicionou em muito trabalho foi a ausência de alguns elementos durante alguns treinos. Devido à existência de outras atividades na instituição, muitas vezes via-me obrigado a treinar com apenas 5/ elementos, o que estragava o planeamento feito para o dia. Resumindo, estou bastante contente com a evolução da equipa e, com o decorrer dos treinos até ao início da competição, posso esperar bons resultados nos torneios oficiais da ANDDI.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

6. Avaliação técnica de Basquetebol

Passe: Contra a parede, máximo número de passes em 30 segundos. Lançamento: máximo número de lançamentos num minutos, contar os concretizados Drible: Circuito de 5 sinalizadores. Contornar os sinalizadores e contar o tempo de ida e volta. Cada “falta” contabiliza mais 2 segundos Avaliação inicial

Nome

Lançamentos

Passe

Drible

P4

5/8

15

23:54s

P12

2/8

10

27:5s

P7

2/4

15

19:48

P13

0/1

   

P1

3/8

15

18:15

P5

4/9

12

18:47

P10

4/11

11

 

P14

3/5

11

19:40

P6

6/11

15

16:10

P15

2/5

 

19:03

16

2/7

4

16:61

P17

 

4

17:45

P11

6/8

14

14:18

P18

4/6

   

P19

7/11

16

 

P20

3/7

   

P8

2/4

10

32,58

P2

3/5

9

24:47

P3

4/7

12

19:11

P9

3/6

13

20:02

P21

4/12

14

11:34

Avaliação intermédia ( 18-04-2016)

Nome

Lançamentos

Passe

Drible

Natália (p1)

11/20

 

13:96

João António (p2)

4/11

 

21:47

Paulo C. (p3)

3/13

15

18:45

Alexandre (p4)

7/15

 

16:75

Márcio (p5)

9/17

15

12:87

António (p6)

4/15

12

11:56

Sérgio (p7)

5/9

11

13:90

Ricardo (p8)

7/12

11

29:96

Nelo (p9)

11/15

15

16:10

Mauro (p10)

5/10

 

19:03

Paulo S. (p11)

8/16

4

16:61

Avaliação Final (8-06-2016)

 

Nome

Lançamentos

Passe

Drible

Natália

7/16

13

16:22s (2 faltas)

João António

     

Paulo C.

     

Alexandre

     

Márcio

6/14

17

11:14s

António

10/19

19

10:58

Sérgio

     

Ricardo

3/11

11

28:86s (4 faltas)

Nelo

10/15

15

14:36 (2 faltas)

Mauro

8/12

16

15:68

Paulo S.

9/16

13

12:54 (1 falta)

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Parte III Reflexão e conclusão

Após o término do estágio, posso afirmar com confiança que me sinto preparado para exercer uma profissão como técnico de Atividade Física Adaptada. Apesar de ter encontrado pela frente momentos difíceis de resolver penso que, de uma maneira ou de outra, os consegui resolver com qualidade. Apesar disso, admito que tenho ainda muito para melhorar como técnico. Reconheço que o planeamento a médio/longo prazo que faço pode não ser algumas vezes apropriado, o que faz necessitar uma atenção redobrada neste assunto. Outro das falhas que consigo encontrar no meu trabalho, e também na parte pedagógica são os feedbacks. Com a indefinição dos objetivos de cada exercício, os feedbacks algumas vezes não iam ao encontro daquilo que era pretendido. Algo que me deixou também algo preocupado foi a diminuição de motivação ao longo do semestre. Nunca deixei de fazer o meu trabalho com gosto, mas com a repetição intensiva das sessões, foi “criada” alguma monotonia, algo que poderia criar algum aborrecimento da minha parte, o que aconteceu. Mesmo assim, considero que fiz um trabalho positivo. Numa área de cuidado especial como esta, sinto que estou no bom caminho para ser um bom profissional, apesar de admitir que posso colocar muito mais empenho nos meus trabalhos.

Bibliografia

American Association on Mental Retardation (2002). Mental retardation: definition, classification, and systems of supports. Washington: AAMR Sociedade Portuguesa de Neuropediatria (2016). Geral. http://neuropediatria.pt/para-os- pais/paralisia-cerebral

Bouchard, C. e Shephard, J. R. (1994). Physical Activity, Fitness, and Health: The model and Key Concepts. In C. Bouchard e R. J. Shephard (eds.), Physical Activity Fitness, and Health: International proceedings and consensus statement, pp. 77-88. Human Kinetics. Champaign.

Branco, N. M. G. (2011). Atividade Física Adaptada numa Unidade de Intervenção Especializada em Multideficiência. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Desporto. Porto: Universidade do Porto Cardoso, F. J. (2003). A influência de um programa de treino orientado para o desenvolvimento da condição física, na capacidade de produção de pessoas deficientes mentais. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física. Universidade do Porto. Cidade, R. e Freitas, P. S. (2002). Educação Física e Inclusão: Considerações para a prática pedagógica na escola. In Integração, 14, pp. 26-30. Moura, Castro e Silva (2001). Actividade Física Adaptada: uma visão crítica. In Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 1 (1), pp. 73-79. Organização Mundial de Saúde (1989). Classificação Internacional das Deficiências, Incapacidades e Desvantagens (Handicaps) - Um Manual de Classificação das Consequências das Doenças. Lisboa: Ministério do Emprego e da Segurança Social. Secretariado Nacional de Reabilitação. Rozanska-Kirschke, A., Kocur, P., Wilk, M. e Dylewicz, P. (2006). The Fullerton Test Fitness as an index of fitness in the elderly. In Medical Rehabilitation, 10 (2), pp.:

9-16.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

ANEXOS

Planos Futsal

Dia 22-02-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

Orientador: João Paulo Martins

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção

 

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

 

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

Circuito

de

5

Passe

em

várias

Passe

15

para driblar, com 3 opções de passe no final.

sinalizadores

direções

efetuada com

minutos

 

a

parte

interior do pé

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 26-2-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção

muscular

 

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

   

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

Quadrado: cada lado do quadrado com vários sinalizadores para driblar. 1 jogador em cada vértice. No fim de cada lado, passar a bola ao jogador seguinte, que continuará o circuito

Drible

e

passe

a

 

15

curta distância

Drible feito com os 2 pés.

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 29-02-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção

 

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

 

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

Circuito

de

5

Passe

em

várias

Drible feito com os 2 pés.

15

sinalizadores para driblar,

direções

 

minutos

com 3 opções de passe no final.

   

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 4-03-2015

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção

 

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

 

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

Circuito

de

5

Passe

em

várias

Drible feito com os 2 pés.

15

sinalizadores para driblar,

direções

 

minutos

com 3 opções de passe no final.

   

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 7-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção

 

muscular

e

efetuado

minutos

cardiovascular.

com

a

 

parte

interior do

pé.

Receção

efetuada

com

a

parte

inferior do

Exercício 1

Circuito

de

5

Passe

em

várias

Drible feito com os 2 pés.

15

sinalizadores para driblar,

direções

 

minutos

com 3 opções de passe no final.

 

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo

30

de

3

minutos

passes

antes

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 11-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 14-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 17-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira Quadrado. Passe e deslocamento para o lugar onde se passou. Mobilização articular durante o trajeto.

Preparação

 

Passe

10

2-

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

3-

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

 

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização.

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 21-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

muscular

e

Passe

10

minutos

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

cardiovascular.

efetuado com

 
 

a

parte

interior do pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e

Drible, Passe, Remate

 

Drible

feito

15

minutos

a outra com slalom sem bola. De

 

com os 2 pés.

 

seguida é feito um passe até

ao

Passe

feito

sinalizador, onde já estará

o

com a parte

jogador que fez o slalom.

interior do pé.

Finalização

 

Remate com

 

o pé de apoio

ao lado da

bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo

de

3

30

minutos

passes

antes

 

da finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 28-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 1-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a parte interior

15

condução de bola,

minutos

remate.

 

do

pé.

 

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 4-04-2015

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a parte interior

15

condução de bola,

minutos

remate.

 

do

pé.

 

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 8-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização.

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 11-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a parte interior

15

condução de bola,

minutos

do

pé.

remate. Transição defesa-ataque

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 15-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização.

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 18-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-Corrida ligeira 2-Quadrado. Passe e deslocamento para o lugar onde se passou. Mobilização articular durante o trajeto.

Preparação

 

Passe

10

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

 

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização.

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 22-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-Corrida ligeira 2-Quadrado. Passe e deslocamento para o lugar onde se passou. Mobilização articular durante o trajeto.

Preparação

 

Passe

10

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

 

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

2 filas, uma com drible com bola e a outra com slalom sem bola. De seguida é feito um passe até ao sinalizador, onde já estará o jogador que fez o slalom. Finalização.

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 29-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-Corrida ligeira 2-Quadrado. Passe e deslocamento para o lugar onde se passou. Mobilização articular durante o trajeto.

Preparação

 

Passe

10

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

efetuada com

 

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

Exercício de transi

Drible,

Passe,

Drible feito com os 2 pés. Passe feito com a parte interior do pé. Remate com o pé de apoio ao lado da bola

15

Remate

minutos

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 2-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a parte interior

15

condução de bola,

minutos

do

pé.

remate. Transição defesa-ataque

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 6-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a parte interior

15

condução de bola,

minutos

do

pé.

remate. Transição defesa-ataque

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Dia 9-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a parte interior

15

condução de bola,

minutos

do

pé.

remate. Transição defesa-ataque

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

 

Mínimo de 3

30

passes

antes

minutos

da

finalização

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 13-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes (campo de futebol de 5) Futsal

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

1-

Corrida ligeira

Preparação

 

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

muscular

e

efetuado com

minutos

cardiovascular.

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

4 posições (central, alas e avançado). Bola começa no central, que joga no ala direito. Este devolve e o central joga com o ala esquerdo. Este conduz e efetua o cruzamento. Avançado coloca-se no sinalizador no primeiro poste, ala direito no sinalizador ao segundo poste.

Passe

curto,

Passe com a

15

condução de bola, remate. Transição

parte interior

minutos

do

pé.

defesa-ataque

 

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

Jogo Formal

6x6

Mínimo de 3 passes antes da finalização

30

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 16-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

 

1-

Corrida ligeira

Preparação muscular e cardiovascular.

Passe

10

2-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

efetuado com

minutos

 

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

 
Exercício 1       (1) – passe do ala para o avançado. (2) – passe
   

(1) passe do ala para o avançado. (2) passe do avançado para o central. (3) Passe em desmarcação para o ala

Passe com a parte interior

pé.

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

do

15

.

. minutos
. minutos

minutos

direito. (4) Receção e cruzamento (5) Finalização

direito. (4) Receção e cruzamento (5) Finalização

     

Passe

 

curto,

condução

de

bola,

remate. Transição defesa-ataque

Jogo Formal

6x6

Mínimo de 3 passes antes da finalização

30

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 20-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

 

3-

Corrida ligeira

Preparação muscular e cardiovascular.

Passe

10

4-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

efetuado com

minutos

 

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

 
Exercício 1       (6) – passe do ala para o avançado. (7) – passe
   

(6) passe do ala para o avançado. (7) passe do avançado para o central. (8) Passe em desmarcação para o ala

Passe com a parte interior

pé.

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

do

15

.

. minutos
. minutos

minutos

direito. (9) Receção e cruzamento

direito. (9) Receção e cruzamento

     

(10)Finalização

Passe

 

curto,

condução

de

bola,

remate. Transição defesa-ataque

Jogo Formal

6x6

Mínimo de 3 passes antes da finalização

30

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 23-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

 

5-

Corrida ligeira

Preparação muscular e cardiovascular.

Passe

10

6-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

efetuado com

minutos

 

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

 
Exercício 1       (11) – passe do ala para o avançado. (12) – passe
   

(11)passe do ala para o avançado. (12)passe do avançado para o central. (13)Passe em desmarcação para o ala

Passe com a parte interior

pé.

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

do

15

.

. minutos
. minutos

minutos

direito. (14)Receção e cruzamento

direito. (14)Receção e cruzamento

     

(15)Finalização

Passe

 

curto,

condução

de

bola,

remate. Transição defesa-ataque

Jogo Formal

6x6

Mínimo de 3 passes antes da finalização

30

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

3-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

 

7-

Corrida ligeira

Preparação muscular e cardiovascular.

Passe

10

8-

2 a 2, frente a frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

efetuado com

minutos

 

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

 
Exercício 1       (16) – passe do ala para o avançado. (17) – passe
   

(16)passe do ala para o avançado. (17)passe do avançado para o central. (18)Passe em desmarcação para o ala

Passe com a parte interior

pé.

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

do

15

.

. minutos
. minutos

minutos

direito. (19)Receção e cruzamento

direito. (19)Receção e cruzamento

     

(20)Finalização

Passe

 

curto,

condução

de

bola,

remate. Transição defesa-ataque

Jogo Formal

6x6

Mínimo de 3 passes antes da finalização

30

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 6-06-2016

Internato Dr. Victor Fontes Futsal

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe e receção Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 12 Duração da sessão: 1h

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

 

9-

Corrida ligeira

Preparação muscular e cardiovascular.

Passe

10

10- 2 a 2, frente a

frente, passe e receção. Aquando do passe, deslocar para o lugar do colega

efetuado com

minutos

 

a

parte

interior

do

pé.

Receção

 

efetuada com

a

parte

inferior do pé

Exercício 1

 
Exercício 1       (21) – passe do ala para o avançado. (22) – passe
   

(21)passe do ala para o avançado. (22)passe do avançado para o central. (23)Passe em desmarcação para o ala

Passe com a parte interior

pé.

Remate feito com o pé de apoio ao lado da bola

do

15

.

. minutos
. minutos

minutos

direito. (24)Receção e cruzamento

direito. (24)Receção e cruzamento

     

(25)Finalização

Passe

 

curto,

condução

de

bola,

remate. Transição defesa-ataque

Jogo Formal

6x6

Mínimo de 3 passes antes da finalização

30

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Basket

Dia 22-2-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

   

Preparação

   

10

muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos

muscular

cardiovascular.

e

minutos

 
 
 
  10 muscular cardiovascular. e minutos   Jogo Formal 5x5   Mínimo de 3 passes antes
  10 muscular cardiovascular. e minutos   Jogo Formal 5x5   Mínimo de 3 passes antes

Jogo Formal

5x5

 

Mínimo de 3 passes antes da finalização

20

minutos

Dia 26-2-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

 

Preparação

   

10

muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos

muscular

cardiovascular.

e

minutos

 
 
 
  10 muscular cardiovascular. e minutos   Jogo Formal 5x5   Mínimo de 3 passes antes
  10 muscular cardiovascular. e minutos   Jogo Formal 5x5   Mínimo de 3 passes antes

Jogo Formal

5x5

 

Mínimo de 3 passes antes da finalização

20

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 29-2-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

   

Preparação

 

Passe picado feito a partir do peito

10

muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos

muscular

cardiovascular.

e

minutos

Passe picado.

 
 
 
 
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque

Mínimo de 3 passes antes da finalização

20

minutos

Dia 4-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

   

Preparação

 

Passe picado feito a partir do peito

10

muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos

muscular

cardiovascular.

e

minutos

Passe picado.

 
 
 
 
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque

Mínimo de 3 passes antes da finalização

20

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 11-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

   

Preparação

 

Passe picado feito a partir do peito

10

muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos

muscular

cardiovascular.

e

minutos

Passe picado.

 
 
 
 
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

20

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Dia 14-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

   

Preparação

 

Passe picado feito a partir do peito

10

muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos
muscular cardiovascular. e minutos

muscular

cardiovascular.

e

minutos

Passe picado.

 
 
 
 
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-
e minutos Passe picado.     Jogo Formal 5x5 Treino de passe e transição defesa-

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

20

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 18-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Dia 21-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 28-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Dia 1-4-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 11-4-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Dia 15-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes, 3 arcos Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 22-4-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes, 3 arcos Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Dia 29-4-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

   

Passe

de

peito

Passe

de

10

  com a bola a bater peito. minutos
 

com a bola a bater

peito.

minutos

 

no arco, colocado

  entre os 2
 

entre os

2

 

jogadores.

   
   

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 6-5-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes Número de clientes: 11 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Aquecimento     Passe picado com Passe picado feito a partir do peito 10
   

Passe picado com

Passe picado feito a partir do peito

10

a bola

a bater no colocado

minutos

 

arco,

entre

os

2

 

jogadores.

Jogo Formal

5x5

Treino de passe e transição defesa- ataque.

Mínimo de 3 antes

passes

15

minutos

da

 

finalização.

Proibido

driblar

e

caminhar

com bola.

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

   

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

 

minutos

Dia 9-5-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol Orientador: João Paulo Martins Conteúdos a abordar: Passe, drible,
Internato Dr. Victor Fontes
Basquetebol
Orientador: João Paulo Martins
Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento
Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes
Número de clientes: 11
Duração da sessão: 30 minutos
Exercício
Organização
Objetivos
Componentes
Duração
Críticas
Aquecimento
Bola
começa
Passe picado
feito a partir
10
debaixo
de
um
minutos
dos
cestos
e
o
do
peito.
passe
será
Receção
a
efetuado para o 1º
X, para o jogador
duas mãos.
Finalização
que
virá
do
triângulos.
Passe
para
o
X,
e
depois para o 3º.
O
jogador
finaliza.
Jogo Formal
5x5
Treino de passe e
transição defesa-
ataque.
passes
Mínimo de 3
antes
15
minutos
da
finalização.
Proibido
driblar
e
caminhar
com bola.
Sessão
de
Em
fila indiana,
3
Lançamento
5
Lançamentos
lançamentos cada 1.
parado
minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 13-5-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol Orientador: João Paulo Martins Conteúdos a abordar: Passe, drible,
Internato Dr. Victor Fontes
Basquetebol
Orientador: João Paulo Martins
Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento
Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes
Número de clientes: 11
Duração da sessão: 30 minutos
Exercício
Organização
Objetivos
Componentes
Duração
Críticas
Aquecimento
Bola
começa
10
debaixo
de
um
Passe picado
feito a partir
minutos
dos
cestos
e
o
do
peito.
passe
será
Receção
a
efetuado para o 1º
X, para o jogador
duas mãos.
Finalização
que
virá
do
triângulos.
Passe
para
o
X,
e
depois para o 3º.
O
jogador
finaliza.
Jogo Formal
5x5
Treino de passe e
transição defesa-
ataque.
15
passes
Mínimo de 3
antes
minutos
da
finalização.
Proibido
driblar
e
caminhar
com bola.
Sessão
de
Em
fila indiana,
3
Lançamento
5
Lançamentos
lançamentos cada 1.
parado
minutos

Dia 20-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol Orientador: João Paulo Martins Conteúdos a abordar: Passe, drible,
Internato Dr. Victor Fontes
Basquetebol
Orientador: João Paulo Martins
Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento
Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes
Número de clientes: 11
Duração da sessão: 30 minutos
Exercício
Organização
Objetivos
Componentes
Duração
Críticas
Aquecimento
Bola
começa
Passe picado
feito a partir
10
debaixo
de
um
minutos
dos
cestos
e
o
do
peito.
passe
será
Receção
a
efetuado para o 1º
X, para o jogador
duas mãos.
Finalização
que
virá
do
triângulos.
Passe
para
o
X,
e
depois para o 3º.
O
jogador
finaliza.
Jogo Formal
5x5
Treino de passe e
transição defesa-
ataque.
passes
Mínimo de 3
antes
15
minutos
da
finalização.
Proibido
driblar
e
caminhar
com bola.
Sessão
de
Em
fila indiana,
3
Lançamento
5
Lançamentos
lançamentos cada 1.
parado
minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 23-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol Orientador: João Paulo Martins Conteúdos a abordar: Passe, drible,
Internato Dr. Victor Fontes
Basquetebol
Orientador: João Paulo Martins
Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento
Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes
Número de clientes: 11
Duração da sessão: 30 minutos
Exercício
Organização
Objetivos
Componentes
Duração
Críticas
Aquecimento
Bola
começa
10
debaixo
de
um
Passe picado
feito a partir
minutos
dos
cestos
e
o
do
peito.
passe
será
Receção
a
efetuado para o 1º
X, para o jogador
duas mãos.
Finalização
que
virá
do
triângulos.
Passe
para
o
X,
e
depois para o 3º.
O
jogador
finaliza.
Jogo Formal
5x5
Treino de passe e
transição defesa-
ataque.
passes
Mínimo de 3
antes
15
minutos
da
finalização.
Proibido
driblar
e
caminhar
com bola.
Sessão
de
Em
fila indiana,
3
Lançamento
5
Lançamentos
lançamentos cada 1.
parado
minutos

Dia 30-05-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol Orientador: João Paulo Martins Conteúdos a abordar: Passe, drible,
Internato Dr. Victor Fontes
Basquetebol
Orientador: João Paulo Martins
Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento
Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes
Número de clientes: 11
Duração da sessão: 30 minutos
Exercício
Organização
Objetivos
Componentes
Duração
Críticas
Aquecimento
Bola
começa
Passe picado
10
debaixo
de
um
feito a partir
minutos
dos
cestos
e
o
do
peito.
passe
será
Receção
a
efetuado para o 1º
duas mãos.
X, para o jogador
Finalização
que
virá
do
triângulos.
Passe
para
o
X,
e
depois para o 3º.
O
jogador
finaliza.
Jogo Formal
5x5
Treino de passe e
transição defesa-
ataque.
Mínimo de 3
antes
15
passes
minutos
da
finalização.
Proibido
driblar
e
caminhar
com bola.

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Sessão

de

Em

fila indiana,

3

Lançamento

5

Lançamentos

lançamentos cada 1.

parado

minutos

Dia 3-06-2016

Internato Dr. Victor Fontes Basquetebol Orientador: João Paulo Martins Conteúdos a abordar: Passe, drible,
Internato Dr. Victor Fontes
Basquetebol
Orientador: João Paulo Martins
Conteúdos a abordar: Passe, drible, lançamento
Material: 20 sinalizadores, 4 bolas, 7 coletes
Número de clientes: 11
Duração da sessão: 30 minutos
Exercício
Organização
Objetivos
Componentes
Duração
Críticas
Aquecimento
Bola
começa
Passe picado
feito a partir
10
debaixo
de
um
minutos
dos
cestos
e
o
do
peito.
passe
será
Receção
a
efetuado para o 1º
X, para o jogador
duas mãos.
Finalização
que
virá
do
triângulos.
Passe
para
o
X,
e
depois para o 3º.
O
jogador
finaliza.
Jogo Formal
5x5
Treino de passe e
transição defesa-
ataque.
passes
Mínimo de 3
antes
15
minutos
da
finalização.
Proibido
driblar
e
caminhar
com bola.
Sessão
de
Em
fila indiana,
3
Lançamento
5
Lançamentos
lançamentos cada 1.
parado
minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Planos Aulas de Grupo

Dia 23-02-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aulas de grupo

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: Flexibilidade geral, coordenação óculo-manual e pedal Material:

 

Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

 

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Caminhada

Caminhada

pelas

Criação de um à- vontade com o estagiário

 

30

instalações

da

minutos

instituição

Internato Dr. Victor Fontes Aulas de Grupo (Ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, força dos MI Material: 20 sinalizadores, 6 bolas de ténis, 6 sticks de hockey, 2 balizas pequenas Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

 

Objetivos

Componentes

Duração

 

Críticas

Aquecimento

Sessão de passes entre

Preparação

 

10

os

clientes

e

os

2

muscular

minutos

técnicos

 

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Exercício 1

Remates. 1 a 1, com a bola parada, rematar com a maior força possível, e tentar fazer golo

Força

dos

Stick

10

membros

minutos

superiores

agarrado com as 2 mãos

Relaxamento

Sessão

de

Relaxamento

 

5

alongamentos nos tapetes de ioga

muscular

minutos

Dia 26-02-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aulas de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, força dos MI Material: 20 sinalizadores, 6 bolas de ténis, 6 sticks de hockey, 2 balizas pequenas Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Sessão de passes entre

Preparação

   

10

os

clientes

e

os

2

muscular

minutos

técnicos

   

Exercício 1

Remates. 1 a 1, com a bola parada, rematar com a maior força possível, e tentar fazer golo

Força

dos

Stick

10

membros

minutos

superiores

agarrado com as 2 mãos

Relaxamento

Sessão

de

Relaxamento

5

alongamentos nos

muscular

minutos

tapetes de ioga

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 1-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, força dos MI Material: 20 sinalizadores, 6 bolas de ténis, 6 sticks de hockey, 2 balizas pequenas Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Sessão de passes entre

Preparação

   

10

os

clientes

e

os

2

muscular

minutos

técnicos

   

Exercício 1

Remates. 1 a 1, com a bola parada, rematar com a maior força possível, e tentar fazer golo

Força

dos

Stick

10

membros

minutos

superiores

agarrado com as 2 mãos

Relaxamento

Sessão

 

de

Relaxamento

   

5

alongamentos nos tapetes de ioga

muscular

minutos

Dia 4-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de Grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, força dos MI Material: 20 sinalizadores, 6 bolas de ténis, 6 sticks de hockey, 2 balizas pequenas Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Aquecimento

Sessão de passes entre

Preparação

   

10

os

clientes

e

os

2

muscular

minutos

técnicos

   

Exercício 1

Remates. 1 a 1, com a bola parada, rematar com a maior força possível, e tentar fazer golo

Força

dos

Stick

10

membros

minutos

superiores

agarrado com as 2 mãos

Relaxamento

Sessão

 

de

Relaxamento

   

5

alongamentos nos tapetes de ioga

muscular

minutos

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 11-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

Dia 15-03-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

Dia 18-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Dia 21-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 28-3-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Dia 1-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar:

 

Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Caminhada

       

pela

cidade

até

ao

Parque

Aquilino

Ribeiro

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 8-06-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Dia 11-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 15-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de Grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Dia 18-04-2016

 

Caminhada pela cidade até ao Parque Aquilino Ribeiro

Dia 22-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

1-

1 bola para cada um, trocar a bola de uma mão para a outra levantando-a

Coordenação

 

Sessão

óculo-

óculo-manual

inteira

manual

2-

Bater a bola no chão e apanhar

3-

Bater a bola no chão e apanhar com a outra mão

4-

Bater a bola 2 vezes no chão

5-

Bater a bola 3 vezes no chão

6-

Bater a bola contra a parede e apanhar

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

Dia 29-04-2016

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (Ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis, 6 raquetes Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Coordenação

Com a bola no chão, conduzir a bola com a raquete

Coordenação

 

Manter

a

10

óculo-

óculo-manual;

bola

numa

minutos

manual

adaptação

à

linha reta

 

raquete

 

Bola

na

mão,

dar

1

Coordenação

 

Raquete

10

toque com a raquete e

óculo-manual

virada

para

minutos

apanhar.

   

cima

Repetir com

a

outra

mão

 

Marcha

e

30

segundos de marcha,

Trabalho

   

10

Corrida

30

de corrida

 

cardiovascular

minutos

Dia 6-05-2016

 

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (Ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis, 6 raquetes Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

Componentes

Duração

Críticas

Coordenação

Com a bola no chão, conduzir a bola com a raquete

Coordenação

Manter

a

10

óculo-

óculo-manual;

bola

numa

minutos

manual

adaptação

à

linha reta

 

raquete

 

Bola

na

mão,

dar

1

Coordenação

Raquete

10

toque com a raquete e apanhar.

óculo-manual

virada

para

minutos

cima

Repetir com

a

outra

mão

 

Marcha

e

30

segundos de marcha,

Trabalho

 

10

Corrida

30

de corrida

 

cardiovascular

minutos

Dia 10-5-2016 Caminhada pela cidade até ao Parque Aquilino Ribeiro.

Dia 13-5-2016

Dia 17-05-2016 Caminhada pela cidade até ao Parque Aquilino Ribeiro

Dia 23-05-2015

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (Ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis, 6 raquetes Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

Objetivos

 

Componentes

Duração

 

Críticas

Coordenação

Com a bola no chão, conduzir a bola com a raquete

Coordenação

 

Manter

a

10

óculo-

óculo-manual;

bola

numa

minutos

manual

adaptação

à

linha reta

Relatório de Estágio em Desporto e Atividade Física

   

raquete

   
 

Bola

na

mão,

dar

1

Coordenação

Raquete

10

toque com a raquete e apanhar.

óculo-manual

virada

para

minutos

cima

Repetir com

a

outra

mão

 

Marcha

e

30

segundos de marcha,

Trabalho

 

10

Corrida

30

de corrida

 

cardiovascular

minutos

Dia 27-05-2015

Internato Dr. Victor Fontes Aula de grupo (Ginásio IVF)

 

Orientador: João Paulo Martins

 

Conteúdos a abordar: flexibilidade dos membros superiores, coordenação óculo- manual Material: 6 bolas de ténis, 6 raquetes Número de clientes: 6 Duração da sessão: 30 minutos

Exercício

Organização

 

Objetivos

 

Componentes

Duração

   

Críticas

Coordenação

Com a bola no chão, conduzir a bola com a raquete

Coordenação

 

Manter

a

10

óculo-

óculo-manual;

bola

numa

minutos

manual

adaptação

à

linha reta

 

raquete

 

Bola

na

mão,

dar

1

Coordenação

 

Raquete

10

toque com a raquete e

óculo-manual

virada

para

minutos

apanhar.

   

cima

Repetir com

a

outra

mão

 

Marcha

e

30

segundos de marcha,

Trabalho

   

10

Corrida

30

de corrida

 

cardiovascular

minutos