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80 Fundamentos de transferéncia de ssa Note que, em ambas as situagdes, a presenga do soluto € insignificante se comparada do solvente, caracterizando a sua diluigdio. A resistén a ao transporte do soluto é governa da basicamente pelas cara cas do solvente. Observe que a relagdo entre as viscosida- des das espécies quimicas Ae B ¢ da formal, #itp Baseando duas piscinas C e D de mesma dimensio, A piscina C est na diferenga da viscosidade do solvente, suponha a seguinte ilustragao: va, enquanto a D, preen- jguais, mas de volumes bem menores cheia de a chi se comparados aos das piscinas. O copo E cont la com piche (H,,,# Hy.,. )- Tomaremos dois eopos m agua, enquanto o F, piche. Admitindo os contetidos dos copos como solutos ¢ aqueles das pise 2s, solventes; faremos os seguintes experimentos: Experiéncia 1: verte-se 0 copo F na piscina C (piche na égua); Experiéncia 2: verte-se 0 copo E na piscina D (égua no piche) Pergunta-se: Qual soluto difundiré com maior facilidade? F em C ou Eem D? Antes de responder, observe que os contetidos dos copos se comparados aos das pi cinas sto despreziveis, a ponto de estarem em diluigao infinita Voltando a pergunta, rece menor resisténeia 4 mobilidade do piche do que o inverso. a resposta é simples: F em C, pois a gua contida na piscina ofe- Exemplo 1.14 Estime o coef lagdes de ciente de difustio do Oy em gua a 25 °C. Utilize as corre- a) Scheibel; b) Wilke e Chang; ©) Reddy e Doraiswamy; 4d) Lusis e Ratcliff; e) Hayduk e Minhas (volume molar a7, f) Siddiqi e Lucas; g) Sridhar e Potter; h) Uemesi e Danner i) Hayduk e Minhas (raio de giro). Compare os resultados obtidos com 0 valor experimental: Dp =241x10 en AB Marco Aurélio Cremasco 81 Dados: (A = 0); B = tly = 0,904 cP. Da tab.(1.2a) temos: Espécie i M; (w/gmol) Vy, (cm'/gmol) Vc, (em?/emol) RB, (A) n= 31,999 Be 7a 0.6057 fgua=B 18,015 187 56.0 0.6150 Solugdo: Aplicagao imediata das correlagdes para T = 25 + 273,15 = 298,15K. a) Scheibel: Vo, ‘ K=82x10 [14/38] |= 82x10 41 Vox De (0.904) 189 x10-3 (298,15) (256)! a3 [oss 4] |-ta>s1 6) Assim: > De =2,11x10" om?/s AB Dewi relavo 2AbdO 241-107 | 99912458 241x107 i Do Lp 2 b) Wilke e Chang: AB ~ 74x 10° (Ms)" T oa Do_ (0,904) 2 BY -8 [(2,6)(18,015)] 5 9 —AB__*= 74x10 — Do = 239x105 em?/s (298,15) x PP RB vues 391075 — 2,41 100% cal-exp . Desvio relativo: [= p< 100% SRD. 2,41x10 y Do bp ©) Reddy e Doraiswamy AB a comoV,,, /Vp, = 0,73 > K=1,0x10— 82 Fundamentos de transferéncia de massa Do (0,904) ; AR 10x10 = 298,15) Desvio relativo: ( d) Lusis e Ratcliff: Ds 394) _ g.s2x10" 7a (298,15) aay” | al-exp (2. Desvio relativo: ( Jes +| % Do up “ 1 2) Hayduk e : pee _ 052,148 e) Hayduk e Minhas: ae x10 TUBS) py 0.282 by 2.58 112 1,12 =-0,7458 Vou Do p 0-204) i a : —Al 25 20,9 —1 __ oo tapas > 125%10 298.15)" (0,904 ep 082 Do =1,93x10 cm/s AB (cal 931075 ~2,41x107 ) = Bl S10” }<100% =-19,92% Desvio relativo: 2,41x10-> Do ; f) Siddiqi e Lucas: ate 2,98%10 T Marco Aurélio Cremasco »Do_ =1,67x107 cm/s SB 2,41x10° g) Sridhar e Potter: ye V, De, (0904) 51.10" ( 56 J!9 298,15) (73.43 38x10~ 2,41x10) cal-exp |. (exp) } Do up h) Uemesi e Danner: - “ Do (0,904 3 (06 5 Da gl.904) _ 2,75*10 Os) Do =0,78x10 (298,15) (0.6037)" AD cal—exp 0.78107 =2.41x10™ }, s oge, = 67.63% Desvio relativo: 100% exp | 2,41x10-> i) Hayduk e Minhas: Do (0,904) : —AB____ = 1,096 10 (298, (298,15) intos de transferéncia de massa 84 Fundan 12,03% 240210 |. 100% Desvio relativo: 5 2.4110 Exemplo 1.15 Estime 0 coeficiente de difusio do CCf.g em hexano a 25 °C utilizando-se @ correlagao de: a) Scheibel; b) Wilke e Chang; c) Reddy ¢ Doraiswamy; 4) Lusis e Ratcliff; ¢) Hayduk e Minhas (volume molar a T,): £) Siddiqi e Lucas; g) Sridhar e Potters h) Uemesi e Danner: i) Hayduk e Minhas (raio d 70 10) Compare os resultados obtidos com o valor experimental: Do AB Dados: (A= CCf4 ; B= hexano): [1y = 0,30 eP. O restante das informagdes encontra-se na tab,(1.2b), da qual extraimos: mel) %e (em' Jem) Espécie i M; (g/gmol) 823 102 CCEg=A 18. hhexano = B 86,178 140,062 Soluedo: Aplicagdo imediata das correlagées para T = 25 + 273,15 = 298,15K. Down K a) Scheibel: a . como Vp, / Voy = 0.73 1,75x10 De_ 030 7 gn O2) _175%107 _, p. —amax10 Sens (00: AB cal—exp ) (3.72x1075 -3,7x10~> | Desvio relativo: (© a P b100% [® er pelaor ox 3,7%10 Marco Aurélio Cremasco 85 b) Wilke e Chang: Do (0,30) arayent7e . —AB_—= 74x10 [OB617]" po =426%10S em?/s (298.15) (102)"* RB 5) i ara EXP } 100% 100% =15.4% Desvio relativo: ( exp } | Do Up mi? ) Reddy e Doraiswamy = KB Vou! Vobg = 1:37 (%, Ys) »K= 1,010 Do (0,30) ~ (g6178)!2 , —AB—— = 10x10" 66.178) 5; Do =38x10°° cm? (298, [(:40.062)(102)] AB alex 710 *| esvio relativo: 100% be1 00% = 2,7% Desvio relative: | eop } aati Do up 4) Lusis e Ratcliff: - = Do _ (0,30) 231039) (298,15) 23 2 1ao( Mane 7 40.62 {102 102 Desvio relativo: 100% = 29,19% cal—exp ) 4,78x10 exp k 100% 86 Fundamentos de transferéncia de massa Do Mp g ay 19? 02H] 9.299 e) Hayduk e Minhas: - AD * = 1,25«10 TORS) 0,29; 4 2 9558 5 ge ,12 = 1,026 Von Do (0,30) Py oo ai Gi 1 Rp 1.25% 10" (298,15)"52(0,30) “8! 55 - 0.292 (298,15) (102) Do =3,06x10™ cm/s AB calmexp 10 — SS | 100% =-17,3% Desire: exp 3,710" Page 8 £) Siddiqi e Lucas: ABS = 9,89%10 Dg (030) 7 3 (140,062)°7°5 — AB ~ 98910 ¥ (0200003 (oe) Do. =4,06x10 cm/s (298.15) (102) AB 075 -3,7x1075 eae 7 x10 boo =9,73% Desvio relativo: 3,710 g) Sridhar ¢ Pott De 030) 3311 (298,15) 276)! ( (2°55 -3,7x10' cal—exp exp ~ 100% = 50.54% Desvio relativo: ( }etoo Marco Aurélio Cremasco h) Uemesi e Danner: (0,30) De (0:30) (298,15) ealexp } 100% = (“8 exp Do tp » 5 i) Hayduk e Minhas Aa = 1751071048 Do (0,30) a 0.31 —AB_—- 17x10 (298,15)"°(0,3)”°? D (298,15) (4581) Do = 365x107 em?/s AB 100% =1,35% 1.3.2 Difusiio de nao-eletrdlitos em solugdes liquidas concentradas Adicione um copo de 200 ml de vinho tinto a uma piscina contendo agua. Verta essa mesma quantidade de vinho em uma jarra de 2 litros de Agua. Em qual situago vocé perce- ber a coloragdo rosada da solugdo? Pois ¢. No caso da piscina nem se notaré a presenga do vinho, que estard diluido na agua, a qual atua como 0 solvente assim como o meio difusivo. No caso da jarra, cuja solugo é de cor rosa, comegardo os efeitos de mistura, que se pronun- ciard na medida em que aumentamos a quantidade de vinho adicionado. O meio difusivo passa a ser a mistura de soluto ¢ solvente e, admitindo-os bem diferentes, haveremos de ter uma solugao ndo-ideal y, #1. E por se tratar de solugdo bindria liquida concentrada, temos Ya (q)- 0 efeito de mistura do par soluto/meio, na qual as espécies quimicas a caracteristica basica da difusdo em solugdes liquidas concentradas. 0 distintas, &