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Órgano

de!

Ejércit o

Revolucionario

dtef Pueblo

Número

3

3unie de

1971

La detencifin del cónsul Silvester

tisn* cene fin es -

menzar a

aplicar

la Justicia

popu-

lar a una

empresa

imperialista*•*.«• (Del comunicado (¡a

5 del

E.R.P.)

ACTÚA

LA

m

«ir -

 

POP

ICIA

 

E l

2 9

d e

 

May o

d e

1969 *

fech a

 

his -

 

á

libra r

 

lo s

órgano s

 

de .

l a

 

vanguar

-

 

tóric a

d e

l a

clas e

obrer a

 

y

e

l

pue -

d

i

a

armada ;

per o

d e

l a

cua l

 

forma n

b

l

o

argentino ,

mare a

e

l

comienz o

d e

párt s

inseparabl e

io s

enfrentamien -

.un a

nuev a

etap a

 

e n

e

l

proces o

 

revo -

 

t o s

de l

puebl o

desarmad o

contr a

 

su s

lucion a

rio

.

 

explotadores .

D e

es

a

maner a

iremo

s

 

E s e

 

dí a

caerí a

hech a

pedazo s

 

l a

i_

ensanchand o

e l

camin o

dé.l a

 

guerra ,

máge n

d e

"autoridad "

 

qu e

 

pretendí a

d e

 

es a

maner a

iremo s

 

construyend o

mantene r

l

a

dictadura .

E s

deci r

,

e l

gra n

Ejércit o

de l

Pueblo ,

 

hast a

l

a

image n

d e

u n

puebl o

 

.sumiso ,

 

qu e

q u e

ést e

est é

constituid

o

po r

 

tod o

aceptar a

si n

protesta r

todo s

lo »

a -

e

l

;

puebl o

 

e n

armas ,

 

únic

a

garantí a

 

tropello s

y

humillacione s

 

qu e

 

qui

-

siera n

infligirl e

 

ios.gobernanta s

militare s

 

e n

nombr e

d e

la

s

monopo -

lio s

 

imperialista s

y

d e

lo s

 

grande s

jcapltalé s

"nacionales "

bu s

 

so n

 

su s

socio s

menore s

y

servidore s

 

e n

e l

país .

 
 

L a s

 

barricada s

 

cordobesa s

de

l

2 9

d

e

May o

constituye n

e l

símbol o

má s

"alt o

 

d e

le s

lucha s

qu e

sacudiero

n

a

tod o

e

l

paí s

e n

la

s

histórcea s

 

jor -

nada

s

d e

mayo

,

cuand o

tod o

e

l

pue -

 

b l o

dij

o

"Basta!!" a

l a

polític a

 

d e

hambr e

y

represió n

de l

 

imperialismo .

 

P o r

as o

decimo s

qu e

es a

fech a

 

de s

lind a

 

clarament e

 

do s

etapas :

 

d e

 

l a

 

jasivida d

 

relativ a

d e

la s

 

masa s

a l

»nfrentamient q

abiert o

 

y

combativ o

 

c

o n

e l

régimen ;

 

de l

pacifism o

 

a

l

a

luch a

 

armada .

 

d

e

alcanza r

i a

victori a

 

final .

 

Úni -

 

Porqu e

e l

camin o

qu e

abriero n

 

la s

c

a

garantí a

d e

conquista r

 

e l

gobie £

 

isa s

e

 

e l

2 9

d e

may o

s s

e

l

camin o

 

n o

 

d e

lo s

 

obrero s

y

d e

tod o

 

a l

pue -

> o r

l

cua l

habría n

d e

transita r

p o

b l

o

qu e

no s

permitir á

 

expulsa r

d e

c

o

despué s

 

la s

organizacione s

 

árma -

 

nuestr a

Patria -

 

a

io s

explotadore s

r ;daa .

 

La s

molotov s

y

la

s

-

piedra

s

extranjero s

y

construi t

 

un a

 

socie -

? u e

s e

utilizaro n

 

entonce s

 

e n

la

s

d

a d

 

justa ,

dond e

n o

s e

manteng

a

e l

barricadas ,

s e

convirtiero n

a

corr o

luj

o

y

í a

riquez a

d a

uno s

 

poco

s

a

plaz o

 

e n

la s

arma s

co n

qu e

 

la s

 

org a

cost a

d.e¡

 

sudo r

y

lo e

 

sufrimiento s

-nizacioee s

hermana s

primer o

y

e l

E -

d

e l a

inmens a

mayoría .

 

Jércit o

 

Revolucionari o

 

de l

 

Pueblo "

 

P o r

aso ,

a

do s

año s

 

d e

aquell a

jfa_

poc o

 

después ,

recogería n

 

e l

fusi

l

cha

,

queremo s

rendi r

homenaj e

 

a

Má -

d

e l

Che ,

recogería n

la

s

mejoras ,

 

es

-

xim

o

Mena- ,

jua n

3os s

 

Cabral ,

Lui s

piracione s

 

d e

la s

masa s

qu e

 

lucha

-

Norbert

o

Blanc o

y

lodo s

 

io s

demá s

r o n

desarmada s

e

l

2 9

d e

Mayo .

 

mártire

s

d s

Maye ,

io s

qu e

 

sellaro

n

 

P o r

 

esoconsideramo s

iagítin o

 

de -

c

o n

 

su s

vida s

e l

compromis o

irrenu

n

c

i r

qu e

e n

 

es a

fach a

s e

adr a

 

e l

ca -

ciabl e

d s

lucha r

po r

i a

liberació

n

min o

 

d e

l a

Guerr a

RevoIUcionarl

   

naciona l

y

socia

l

d s

nuestr a

 

patria .

nuestr a

Patria ,

 

l a

guerr a

si n

 

s e n cuar -

E l

 

compromis o

qu e

nosotro

s

hemo s

r e

t

e

l

contr a

 

lo s

explotadore s

y

ases i

cogid o

« n

nuestr o

grit o

 

d e

batalla

:

nos .

 

L a

guerr

a

qu e

hemo s

 

comenzad o

 

r A

 

VENCE R

 

.-MORIR

POR

L A

ARGENTINA !

Las fuerzas represivas, no.fuero n jr

r; s i

dí a d a la.fecha,: s n l a se -

 

d a

hcasnajs

a Luis

M* 81anee ,

 

cora&nds

qu a

llev a

s u

nsmbr e

ds

l

detuve

y

pus®

a

disposición

3

lu8 : iicia ; . : R ®veiuci®narí a a

i S s

StanlsySylvsster . -gerente d« l

  • i ¡ : ¿

y Cónsul Hena.ra'ri-.m Británica

riüssira ciudad."

Cemand© Lula -,M«-81»nc.e

 

jirel te Re v eluc iene. r ie- dsl

Pueble

0B

c a ta manarsy

cen . u n

brav a ,--.men~

j

?

r l puebla ,

s i .cumplirse'- de s a - \

:.:

6-ri

asas inste 'dsl sbrere meta -

reit. o

Lula FU Blenda

sn^Eanc s

d e

 

pslicía

. essa'í»»,' « a -inicié be'.-'en '

ocrie. ur¡ episodio ;sls d e i a

qm ¿

 

:

- :v r lusxorarla

que. m i púsolo s r

nti 5 o

y 5 h a eoáan¿edo.'.»' o"s£s arro»

..

ar con.t'r©'- éu» enss.igósí los. axpio

i

dores* lo s

monopolios' .y la ,Dicta-

.....

c í

t !A.t?->í: ¿

»

£!" £»R.P, e

coso parto

d s sa a gue -

 

.

~->nz-sba~.

a

aplicar

la justí ~

rawoiuc l ^ná r i a s n :1a psrsona d e

~&r?.ra'sentent¿'. tís. un o d a lo s mon o

les;

¿zss

íefta i

d s largs' trayectoria- chupa

e n e l páfe:'-Deiteo /.Interna»

de l qué . depenes e i frígerffi

Swift».

:>-.- —¡te

te i/- un a

sa^sna, e l qafe

::,-'«e

kí s

pgndísnts d é la

i5n

llevada

e ca-fee po r nuestro ,.

j*rei ' _ 3

que : tís Is desaparición d e

cG~o • Ministro tía 'Economía,

o 3 nfsraneiasd e • prenes-Vda pa, .-

orno' Paladino

act o dsl¿día

y Salhín o " de l

de l Ejército <

jena s

a

asta

 

inusitad o

interés :

u n

tremend o

 

aparat a

policia

l

desat ó

u -

na brutal? indiscriminad a

s impotsn

 

t e

represión "

 

sobr e

vasto s

 

saetores : ;

d

e l

pueblo.

 

K Tropa s

especiel ment e

entrenada;» contra

l a

guerrill a

 

urb a

n a r ocypa-ron prletieaments

 

l a

ciu

-

dad, ,

atronándol a co n aireña s

 

co

n l

a

ven a

intenció n

d s mete r

miado»

.

S a

sucediero n

lo

a

alíanamiirntGS;, la s

détencionss, .

ducha s

casa s

 

fuero n

ve'rd»d.»rament» :

saqueada s

 

po

r

l a

 

Po

-

licí a

Federal ,

sobr e

tod o

 

la

s

me a

humildes j

mucha s

persona s

inocente s

fuera n

 

apaisada s ...y

torturadas '

 

baj

o

 

s i

-. pretext o

 

.d e . la -

búsqued a

 

de

l

Se -

n o s

Syiveeter .

 

Est o

mostr ó

co n

cla

-

rida d

al

:

pueblo

cua l

e s e l

 

misera

-

ble, pape

l

d »

la s

llamada s

 

"fuerza

s

d

s l orden", cuyo

pape l a s

protege

r

a

lo s ©xpiotatíorsa . Ningún; policía.^

ningún militar s a préseup S po r l a

desaparición : tía

l/allsse, Baldó , ñar_

tina*

Zsntsno

 

y

tanto s

otro s

 

patrio

tas .

'

 

Lo e

burócrata s

siñdicals s

 

com o

C a

Prars

y

cía«s e

 

apresuraro n

a

.emiti r

comunicados

derramando .

lágrima s

d e

cocodril o

compungido s

po

r

l a

 

suert e

de

s u patrón, y".* r sou d i a ndo"e e

t a

ac

-

to

que

viola

lo s dársenos: y l

a

dig -

nidad

 

d e

la. person a

humana* .

Per

o

éstos "trai-dor.se- n o abriero n

 

l

a

boc a

par»

rapúdiar

la

ci a , , la

wisl ancl a

verdadera' '

de

- lo a •;expíotedo -

violen

rss,

la q-us deja a tila s d e

 

obrero s

daso-cup-ados--'-'. sn' la s calles ,

 

l a

que .

dej a

s ¡alias

 

da. familia» humilde s

e n

la -miseria

.

{

ARGENTINO- »

 

A

LA S ARMAS

HAST A

 

HACE R

D E

CAD A

CIÜOAOAfl C

U N

COMBATIENTE» .

D E

CAC A

FABR I

 

|

CA ,

BARRIO " v

UNIVERSIDAD . UN A

I

FORTALEZA .

 

.

i

|

(De l comunicad o

«2

5

de

l

i

Ejércit o

 

Revolucionari o

|

ds

l

Pueblo }

 

£

• ~ M -., W ^ > ) ,,

mu nmi '-

Todo él pueblo estaba

a la

expec-

El -nareado

carácter popular del;

tativa

de cuales eran

los

objetivos

secusstro.de Sylvaster as p*--;do com-

do

ssts accién. La mayoría pensaba

probar

también

en el apoyo

total-de

qos nuestra organización pediría pa

vasatoe

saeteras: del pueblo a/nüsé-

ra liberar

al 5efíqr Sylyesier

la li.

tra organización, 6 n la aaplia. dí'fu'

bsrt-3d de detenidoa o una

determina

•ion ds nuestro» comunicados que

áz

?uts8 de dinero.

La prensa, las radíos, la televi-

sirviaren para inhumana

.CLO N

denunciari a explota sometidos

a

que 30 n

sión, fieles

representantes de .les

ios .' obrare»' cfs la carne,

la

r»la-

explotadores, estaban

prontos psrs

cíón dirset»

an.trsr

la

faesii

" ds i

tratarnos de delincuentes,ladronee,

 

ate. desvirtuando

así

al papel

da

General

Alejandro Agustín Lanusse •

los revolucionarios. Grande

fue

si

y el «tonopolio Oeltec,

las condicie.

comu- nicado NSS aparecieron nueétrés 8 * 1

asofflbrc de

todos cuando an .al

nes ¡siserables en que vivan

grandes

sefctoras dal pueblo argentino.

gencias, cuando

pudieron comprobar

Cuando

si

frigorífico

Swift

sa

que todos ios esfuerzas de esta

ac-

vio obligado

a comenzar

los

rapar-

ción

estaban

dirigidos por antsro

tos

de alimentos*útiles y frazadas

al pueblo, que nuestra

guerra

u-

por

los sarrios qua nuestra

organi-

ns

guerra

verdaderamente popular,

'•28 CLO N había deterwinado se sucedía

dirigida

a la

dafensa de loa "inte ra,

ron sscersee dramáticas ds daaesperjs

asa ds la gran «syerfa

explótads.

clon'. -.-.-.No fueron "actos dé' vandalis-

Es así que cuand o el Swíft

aceptó

 

mo*

o "d e

incultura" como se. apreso

las exigencias

y comenzó a

darles

~?aran a; informar los diario» burgue

cumplimiento/

se

pedia

escuchar

®se; lo que ocurría en los barrio»

"adonde estaban los 25 millones

del

psssos cuando

el Swift

se declaró

fueron hachos producidos par el ham bre, por is desesperación. Eran mi-

quiebra", "ADOND E

en «ataba ssa dinero

las ds -niñea/ descalzos

los qua

ss a.

cuando se

lea adsudaba ia garantía

apipaban alrededor

dé loa.-camiones

horaria

y lo s

salarios

a les

obra-

da útílsa,

era» miles ds ma.drss la.a.

ros áal frigorífieo" c

El puebla

-'-humilde/--

que

habita las villas

(sisa-

rlas

fue. él objefv o

prirv

eipel de la represión

po-

licial. Los pobres siempre son sospechosos»

¡ue clamaban

a las puertas

cía i fri-

mente

los

hechos,da ."vandalismo",

 

gorífico

per un poco ds

alimento.

hachos producidos

por

la '-mi8aria

y

£ 1

temor da que las•directoras

de

si h-as.br a. qus /esos '.-mi sus o a explotado

las

escuelas .'.-djeyoiviarcn' despule

res provocan t

los útiles a la policía come ya ha-

¿Gualas fueron

entonces las anaa- •

bía ocurrido en

ras, lleva -el esmién los quitaran.

acciones antsrid -

fianzas

de

esta acción

ds

justicia

la gante

asaltara

popular? ,

 

evitar así que'se

'T")"Que-'-o,uao en evidencia-al-, inhuma--

n-c 'alatama'' de explotacién

a que . ss

ünfteu a los trabajadores

ds una

em

presa ••monopolista da capitales yan-

kis , igual s otras tantas que. opa -

•ran-'an'-el ..

país

y que

son

, responsa-

bles de tst a opresión.

situación d V miseria y

2)Qua

lo s "dirigentes sindicales "

ai estilo

de Cabrera

y cia.son. trai

doras

y enemigos- - de- la.'clase obrera'"

•y.-qua

con sus

tratat-ivas con lo s ax_

ota do ras - a espaldas

del pueblo to_

llenarse ds dinero

los bolsi-

gran llos nagociando

las huelgas y

no

convocando.a

la lucha

por el

mejora

sniénto ds las condiciones jo.

da

traba-

3 ) H a

mostrado:

también

í a

complici

dad entra

la Dictadura, los

monopo

ilos,

las

fuerzas policiales y -mili,

taras, y. la diplomacia británica.

i»perialista

4 } Q u s las: conquistas

para

ai. pueblo,

a qua

para

Otro aspecto

de la reacción

popu-

lar, que

los diarios

celiarer; y

oeu l

taron

fueron, los verdaderos actos"

espontáneos ds justicia popular que

distintos barrios de

sucedieron en Rosario: la

gente les quitaba

ali-

mentos

y frazadas a personas

que.as apropiaban

ines-

crupulosas

de al »

ds las qua necesitaban.

Estos

verda

daros sjampios de moral revoluciona

ria, nadie

loa menciona, la

da difusión

lo

preñas

y ios .-medios

ocul-

tan; fieles sirvientes

da los

inte-

reses explotadores mostraron sois -

Los. repartes

que se

vio

obligado a hacer

si

Suift

Las conquistas

no se

nage

cian;ae -iogran

por

la

vio

lene ia aje reí da. -sobre .1 o s

explotadores

no sa "msódigan,aa arrancan .mediante

la violencia.

5)Qua la Dictadura Militar títere

y

su

aparato

policíaco-militar

sdn

ineficaces para l a

represión de.

la

incontenible guarra qua ya; ha comenzado ,tr ia.

revolucionaria sn nuestra pá-.-'

SjUue

sólo el pueblo

unido,

organi»

'-zade y'-armado a través de una

larga

guerra, revolucionaria

destruirá, a

s j

S

anamigos poniendo fin s.asta so

piedad

injusta, 1 / finalmente la

cons

..

trúcción

. ds

justa, llore- "p-lotadore.s n:

.un e

"aro e n tin a

núe s

socialista, sin ex- ¡Dictados-. ,

LAS MEDIDAS ECO

NUESTRO

PROGRAMA

PRIMERA PARTE

Al terminar

la explicación so.;;

 

empresas que

ao n

d e

capitale s

de l

lea medida»

políticas que

propene

imperialismo:

l a

Shell ,

l

é

ES » o ,

e

l

al

E.R.P., decíamos

que

la

rique*"

Swift, «te ,

son

 

alguna »

d e

siles

.

! ÍS

produce

el pueblo con eu

traba-

Estas, compañías obtiene n

 

fabulosa s

jo debía eervir para desarrollar

1

ganancias explotando

a

lo

»

obrero e

.conomía

del

país, de

tal maner?:

argentinos y esas ganancia s

le

e en

-

que-

sata dejara

ds ser un

paraiec

vían a EE.UU. Da esa

form e

 

milldne

e

para

loa explotadores y una

fuente

y

millones

de

 

peeo e

po r

silo .

t|u

e

d/e miseria

y dolor

para

los

trabaja

producen

e l

trabaj o

de

l puebl o

va n

lores.

a parar

a

lee arca »

d e

Iqt

grande »

h a hacerlo

es

nec

 

monopolios yankis .

 

Para comenzar lo primeramente

romper todos

lo

El

cas o

má s

típic o

d e

tip o

•jardo» que los gobernantee títe

:

de empresa s

e l

Swift .

 

esfce Hsc e N50

»-

*ran Tirmado. con. él-.imperialismo. :i

os

que

tien o

eu e

f ábric » e

inetei* -

mperialiamo

busca

en

forma

perma-

d s e

a n

l a

Argentine .

Durent e

¿ee»

ante

la manera

de logrer

mayores

 

Tañeficios de"los países que explo-

ra.

Para

eso no le basta

con

tener

•¡obernantes qué son fíelee servid

 

es. su y os.

También le_

totalmente

gs

la

ñecas?-

ntrolar

acono ;

1

Esvjjecir. esteblecer -- .

 

_.

peía* tdu»trias

hay qus desarrollar,

 

cuales

no hay que desarrollar.

 

P:.

supuesto, al decidir

una cosa

o

la

Otra,

lo hace pensando

en sus

inte-

 

ceses, no en loe del psíe.

Así

al

"imperleliemo, puede

deserrollar la

 

industria del automóvil, porqu» eso

le

da

ganancias, o puede

impedir

que

se trabajen

lac minas

de tal o

 

Asamblea

del 8 .I.D. :

aquí

loe

jhual

mineral, porque

deeea mant £

monopolios deciden loe deeti-

 

nerlaa como reserva para

sí.

nos de nuestra economíe.

 

También setableee

el valor

de la

 

monede,

para

que dé sea manera

 

brnf;

ficie a lo» monopolio».

tiesnpo se

 

a l

máe

redon -

Para

eso, para cumplir

esa

tarea,

do de los

ha dediced o negocios :

vende r

e l

exte -

satán

el F.M.I., el B.I.D. ,

etc. A

rio r

lae carne »

ergentine» .

Per o

 

e

saos organismos que controlan núes*

au

vez

ha sid

o

siempr e

 

l e

empres a

trs economía

está adherido nuest" •

que más

inhumanament e

explot ó

e

lo »

país. Romper

lee relaciones con

trabe jatíore »

argentinos ,

y

»

pesa r

lio», decidir libremente nuestra ps

tía

sus

fabulosas

gsnsneie s

jema »

iítica economice

es un

derecho

de

renovó su

equip

o

industrial .

Siem -

todo peí» independiente

y ee a

la

pre

envió

tode s

sus ganancia s

al

forme para

que

si

peí»

exterior ;

hoy, cuend o

 

po r

l e

anti -

vez la única progrese y

haya

bienestar para te-

güedad de

eu e

equipo s

n o

pued e

com -

do el

pueblo.

petir con

los frigorífico s neciona -

Además

de

esto» organismos,

qrn

les,

encuentr a

 

como

eiempr e

u n

go -

ice

dicen desde afuera

que

deber

bierno

entregad o

a lo s monopolios ,

hacer, hay

en nuestro

peí» muchas

que

tome tetÉ M

isa medida s

necesa »

rias para favorecerlo;

la vede,

por

ejemplo,

tiene como único objeto

e-

baratar la carne en ei mercado

de

hacienda,¡; para

como

que

los monopolios

si Swift,

la compren

barata y

al vendarla al 8xterior

a

precioa

altos, consigan buenas ganancias .

El E.R.P. propone

que todas

esas

cnrprssas sean expropiadas

sin

pago

alguno, que. se ^as convierta

en

em-

presas nacionales

y los obreros y

el gobiernpTf*^-e í J, gobierno

obrero y

popular- ^e.^atiminiatre. Esta justa

ít3did a

debe también sar aplicada

a

las empres&s nacionales

que

heyan

prestado sy*,^apo.yo al imperialismo .

La

participación de los obreros en

la

administración de laa empreeaa ^

permitirá

que estos

sean

loe qué

cidan qua es lo que va a producir

cada

fábrica, teniendo

en

cuenta

las necesidades

del país, y no

las

.ssñsncias de líos prbpistariqa priva,

dos.

Para

que estas medidas

sean

real-

ment e efectivas,

cionalizar los

también hay que

no

sen

de los

monopolios,

bancos, qus temblón

propiedad

porque

estos bancos

son

en

general

-dueñOai. de muchas de

esas empresas

y

adsmás como tienen

en sus cajae

la

mayoría del

dinero destinado a

loe

créditos,

loe dan de tal manera

que

son silos

los que deciden

qua

acti-

vidad

hay

qua

desarrollar y dual

de,

>e sar arruinada.

Por eso es necesario nacionalizar

La miseria

y ei atraso

es

la parte

que

ie

corresponde

al

país

en -ios planes

de H d £

sarrolio"de los monopolios.

'

y además

lo utiliza

para comprar

o-

tros bancos. Así

absorvió al Banco

Argentino

del Atlántico, al

Sanco

de Bahíe Blanca,

8tc .

Todoa

esos bancos sirven para

con

seguir el dinero que.se deposita

en

ellos

y qus

forman

la rsasa de

dine-

ro

destinada al

crédito. Pero las

Empresas

como Ths First

National

City Banck

no prestan a cualquiera, ->

Sue préstamos

están destinados a djs

saos bancos

y

todo

al sistema

de

terminadas empresas,-casi

siempre

créditos, para que sesmos noeotros,

monopolios

yankis

como la

General

I ~ 3

trabajadores

argentinos

, los

Motors

que así utilizc

al dinero

de

qus decidamo s

que vamos a hacer

con

los argentinos para ampliar

sus

fá-

nuestro dinero.

 

bricas, y euando presta.a alguna

em

Tenemos

por

ejemplo

el caaaT.d»;

presa nacional

lo hace con el

propÓ

yhr,' First

National City Banck.Eete

sito

de

convertirse en dusñ V de

la

2 3

i^zqiblemente

un modelo

de

banco

misma.

de ios monopolios; pertenece

el

gru

0 e

esa

forma opsran

los bancos ex,

p o

nqrgan, un supermagnate norteante

tranjaros, adueñíndoss ds la econo-

ricano. Loa depósitos

que este

ben-

mía

del país

y utilizando

los

pro-

co

recibe

superan los 1.000 'millo »

pios capitales nacionales para bañe

ñas

de pesos

anuales, mientras

su

ficio tía ios monopolios. Ningún

capital no

alcanza ni

al

156 de

esa

pian serlo

de dssarrollo indapen-

cifra. De esta

manera

dinero

el banco

negó

diente del país puede encerarse

sin

cia prestando

que no es

euyo

antee haberlos nacionalizado.

I C A

D E L A

GUERR A

REVOLUCIONARIA j

* £ i Ejército de Liberación

ííacio-

nal hace esta11ar

una

bomba

an

el puente

que

une Santo Tomé

con

La Redonda

en Santa

Fé.

*E1

"Comando pro vuelta

de Perón"

expropia

an la ciudad

de Las

Ro-

sas {Santa Fé) un camión

que

transporta productos lácteos, pa_

ra luego distribuir

 

su

carga

en

un barrio humilde.

 

*Un comando

del E.R.P. haca

esta-

llar

un petardo

que arroja

pan-

fletos

en el cine

Astro .da Bus-

nos Aires

y en

la casilla

tslefó

nica ubicada

en Corrientes

y Es-

meralda

de esa

ciudad.

 

*E9talia en Buenos

Airas, en

una

caseta

de Segba,

una bomba

colo-

cada

por

un comando

del

E.R.P.

*En

Salta él

"Comando Díaz "

del

E.R.P. hace

estallar

una bomba

en el

domicilio del Coronel

(R)

Mario Eliseo Cabanillas,

en

.el

local

de

ios repressntsntea

de

los laboratorios

Ocefa

y eñ

los

depósitos

de

la

firma

flasalin y

Gelazco, ubicados

en

la

locali -

dad

de Rosario

da

Lerna.

* E 1

"Comando Luis

Taborda"

del E.

R.P. coloca

una bomba

en el

lo-

cal

de Asicsna,

«n

 

l a

ciudad de

La Banda, Santiago

dsl

Estero

,

como

demostración

de apoyo

a la

lucha del pueblo vietnamita

en

la semana de solidaridad interna^

•-clona 1 con Vietnam.

*ün comando de "Acción Revolucio-

naria da secundarios

8 da

octu -

bre"eoloca bombas incendiarias y

da

alquitrán

an

una

dependencia

del Ministerio de Educación ,'an

Buenoa

Airas

,

solidarizándose

con el paro docente.

10. *Es

atacado

sn Córdoba

 

por un

Co-

mando

del

E.R.P.

el

jeep

n 3

11855

del ejército, recuperánd£

se para

ia. lucha revolucionaria

una ametralladora. Pam

con

das

cargadores, un

sable

.bayoneta

para

fusil

Faí, un

casco

y 96

cartuchos

calibre

9 mm,,

y

se

procede

luego a incendiar

el

vehículo.

  • 11 *Ei "Comando Emilio Daúregui" del

E.R . P .

coloca

bombas- en

cinco

instalaciones

de Segba,

en

Bue-

nos Aires,

sn

apoyo

a ios

traCa_

jadores de Luz y-Fuerza.

 
  • 12 del E.R.P.,

*Un

Comando

en

Córd ¿

i

,

despoja

a

un cabo, de

poli -

cía

de

la diuisión

tránsito y

caminara del

arma reglamentaria

(~colt

n8 97.641

calibre

1 1, 25} ...

tres ;

cargadores con 18 proyectl

les,

al

correaje, ei

capote

y

Xa Qor.ra.

 
  • 12 la

*En

ciudad

da Buenos Aires,

un

comando de las -fuerza s

Argsrv

tinas

ds Liberación

procede a

tomar

la Emprssa-Spmmer S .-A'.-, d«r

dicada

a

l a

administración ds

cisnes

de

terceros , retirando

de

la

misma dinero; y documenta-

ción .

 

5

*£ 1

"Comando

Luis M.Blanco"del

E.

R.P. entrega

a los pobladora»

de

una villa

de emergencia ubicada

en el

sur

de

la ciudad

oe

Rosa-

rio,

650

chapas

y cajas

de

cla-

vos por

valor

ds $72.120,

adqui-

ridos

con parte

del

diñara

 

ex-

propiado al camión blindado

en

Córdoba.

 

5 *En

Rosario,

un

comando del

E.R.

P. despoja

a un

sargento

de

la

policía caminera del arma

 

regla-

mentaria y, tres cargadoras.

*

U n

comando

 

las Fuerzas Argen-

19

*Un ccmandO

de las

Fuerzas Argén

tinas d® Liberación

despoja

a; :

tinas de Liberación recupera ar-

-r policía

 

de la comisaría

11 o

mas

y dinero y pinta

las

siglas,

en

la

Ciudad- as

' Buenos- .Aires.»

 

de ia organización en el

domici-

de

la \ p i atol a

reglamentaria y

lio del Sr.Paz Cestino, adminis-

el uniforrae-

 

trador del Hospital ftslchor Roine

 

ro,

en la ciudad

ds La

Plata.

 

S *Un

coscndo ¿ol E.R.P.

reparte

 

la

Villa ds. EEsrgsncl s

Sen

21

*£n

la ciudad de Córdoba, un co-

*a*>i"* ( en' Rosario,

100 barriljr

mando del E.R.P., procede

a

to

tcrr

'

co n

la insignia

 

ds la erga.

 

atar la

da ómnibua

Ciu-

 

empresa dad ú & Córdoba

, quema

documen-

tos, pinta

la estrella

de

cinco

puntas con

las siglas da le orga

nizaeión y expropia

cumentos»

en apoyo al

dinero y do-

conflicto

del personal de conductores.

 
 

22

*En. la

secuela

ttuyuri ubicada

 

en

el

barrio

Los Sauces da la

ciudad

de Salta, un cemando

del

útiles «'acolares

E.R.P. entrega a ios alumnos

, adquiridos

 

con

parte

del

dinero expropiado al

camión

blindado

en -Córdoba. Ss--

distribuyen

volantes y banderi-

nes

con y la sigla

la

estrella

ds la

puntas

ds

cinco

organi

ta

t r a c p

el seto ra 1

 

zación. Luego

es izada

la

banda

de

la dictadura

no

en el mástil

de

detiene la guerra