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11/07/2015

Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet

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Elegibilidade e inelegibilidade
Levantamento dos pressupostos de elegibilidade e das hipóteses de
inelegibilidade de acordo com o Direito Constitucional e o Direito Eleitoral.

Por Myrian Aparecida Bosco Massarollo
Condições de elegibilidade
São os pressupostos necessários para que uma pessoa possa participar de um pleito eleitoral
no papel de candidato, ou seja, tem a natureza jurídica  de requisitos para o exercício da
capacidade eleitoral passiva.
As Condições de Elegibilidade estão dispostas na Constituição Federal de 1988, no artigo 14, §
3º.
§ 3º - São condições de elegibilidade, na forma da lei:
I - a nacionalidade brasileira;
II - o pleno exercício dos direitos políticos;
III - o alistamento eleitoral;
IV - o domicílio eleitoral na circunscrição;
V - a filiação partidária; Regulamento
VI - a idade mínima de:
a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;
b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;
c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, VicePrefeito e juiz de paz;
d) dezoito anos para Vereador.
Em verdade, as condições de elegibilidade são inerentes a três lapsos temporais distintos:
condições necessárias no momento do registro, condições necessárias um ano antes da data
da eleição, ou seja, da data do pleito eleitoral e condições necessárias no momento da posse.
Condições necessárias no momento do registro
As condições necessárias no momento do registro se subdividem em três áreas: Cidadania
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bastando que se tenha um endereço no local. Presidente do PPS. estando impedido apenas de ser votado. o atual Deputado Federal Roberto Freire. é necessário que ele seja brasileiro nato. mas não à sua capacidade ativa. Assim. Assim. na hipótese de estar seu http://www. não se confunde domicilio eleitoral com domicílio civil. Sendo que apenas depois de cumprida esta formalidade administrativa de alistamento eleitoral que o individuo adquire efetivamente a condição de cidadão brasileiro. de acordo com o Estatuto de reciprocidade firmado entre o Brasil e Portugal. No entanto. Trata-se de uma exceção. Pleno Exercício dos Direitos Políticos Trata-se da ausência de impedimentos para votar e ser votado. expressa os cargos eletivos que só podem ser exercidos por brasileiro nato: Presidente da República e Vice. no seu § 3º. Para que o indivíduo possa ser candidato ele tem que estar no pleno gozo dos direitos políticos na data do pedido de registro da candidatura. Cidadania Brasileira Para que o individuo possa efetivamente exercer a capacidade eleitoral passiva. Importante ressaltar que os demais cargos elencados no artigo em tela não são cargos eletivos. até as 19 horas do dia 5 de julho do ano eleitoral e não na data da posse como querem alguns. inciso I. que é de Pernambuco. ou seja. O pretenso candidato à cargo eletivo deverá obrigatoriamente ter no mínimo um ano de domicilio eleitoral na circunscrição onde disputará o pleito. ou seja.com. mas disputou uma vaga no Congresso e foi eleito por São Paulo. o inelegível pode votar. é só após o alistamento. Domicílio eleitoral Domicílio eleitoral é aquele onde o título de eleitor do cidadão foi emitido. Não é necessário morar no domicílio eleitoral. que o indivíduo pode efetivamente ter analisada sua condição eleitoral passiva. Condições necessárias um ano antes da data da eleição Um ano antes do pleito eleitoral no qual pretende se candidatar a cargo eletivo o cidadão deve estar apto a preencher duas condições: domicílio eleitoral na circunscrição e filiação partidária. e.direitonet. Alistamento Eleitoral e Pleno Exercício dos Direitos Políticos. Ressalte-se que é vedada a cassação dos direitos políticos no Brasil. após obter a condição eleitoral ativa. Assim. uma vez que via de regra. o estrangeiro não pode se candidatar a cargo eletivo no Brasil. O artigo constitucional 12. Alistamento Eleitoral O alistamento eleitoral tem natureza jurídica de direito administrativo. Podemos citar a guisa de exemplo. portanto não fazem parte do tema abordado no presente trabalho. a capacidade para ser votado. o indivíduo inelegível esta impedido no que tange à sua capacidade passiva. naturalizado ou português equiparado. efetivamente reside lá. Ou seja. Entende-se que português equiparado é aquele que se equipara ao brasileiro naturalizado. não se confunde inelegibilidade com suspensão dos direitos políticos.br/artigos/exibir/6941/Elegibilidade­e­inelegibilidade 2/7 . ou seja. A suspensão dos direitos políticos incide na capacidade eleitoral ativa e passiva.11/07/2015 Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet brasileira. Portanto.

considerando-se ambas nulas para todos os efeitos. 30 anos na hipótese de http://www. Revisão do Título é a mudança do local de votação.Comprovando-se nos autos que houve desligamento dos requerentes dos seus partidos originários antes que fosse enviada à Justiça Eleitoral a lista anual da segunda semana do mês de outubro do ano de 2007. desde que isso conste do Estatuto Partidário.com. deverá o mesmo ser transferido antes de setembro do ano anterior ao da eleição pretendida. PROVIMENTO. desde que tenha efetivamente cumprido sua obrigação de comunicar ao juiz da zona eleitoral a sua desfiliação do antigo partido e sua filiação no novo partido no dia imediato da nova filiação. nos termos do art. será considerada para efeito de filiação partidária a data de filiação do candidato ao partido de origem. Improvimento. Condições necessárias no momento da posse Os requisitos exigidos na data da posse estão diretamente ligados à idade cronológica do candidato. REFP RECURSO ELEITORAL 64 TO DUPLA FILIAÇÃO PARTIDÁRIA. Ressalte-se que circunscrição na eleição municipal é o município. da zona eleitoral. não há que se falar em duplicidade de filiação. sob pena de caracterizar-se a dupla filiação. NÃO CONFIGURAÇÃO.Unânime. não ficará configurada a inelegibilidade prevista pela CF/88.AUSÊNCIA DE COMUNICAÇÃO AO PARTIDO E AO JUIZ DA ZONA ELEITORAL . Cada partido político tem a prerrogativa de estabelecer prazo de filiação superior a um ano para a possibilidade de candidatura de filiado. dentro do mesmo município. desta forma estar filiado a um partido político é requisito obrigatório com antecedência mínima de um ano da data do pleito eleitoral para o indivíduo que tenha pretensão de se candidatar à cargo político. 22 da Lei n. Na hipótese de lei infraconstitucional sancionar a dupla filiação com a nulidade de ambas. na hipótese de presidente. Assim. ou seja. para que possam ser empossados os candidatos devem ter no mínimo 35 anos. reconhece-se a duplicidade de filiações.DUPLA FILIAÇÃO PARTIDÁRIA . para presidente. Registre-se que não existe transferência de domicilio eleitoral dentro do mesmo município. RECURSO ELEITORAL REL 7766 RN . Ausente qualquer comunicação. é o país como um todo.º 9. na eleição federal e estadual e o estado membro ou DF e na eleição nacional. o que existe é Revisão do Título.direitonet. o candidato poderá sim concorrer a cargo eletivo.br/artigos/exibir/6941/Elegibilidade­e­inelegibilidade 3/7 .096/95.IMPROVIMENTO. .CONFIGURAÇÃO . Filiação partidária No Brasil é proibida a candidatura avulsa. onde não mais constavam os seus nomes inclusos. Já ficou definido pelo TSE e pelo STF que a titularidade do mandato é do partido e não do candidato. Na hipótese de ocorrer fusão ou incorporação de partidos dentro deste prazo de um ano.11/07/2015 Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet título registrado em outro local. vice-presidente e senadores. sendo proibida a alteração deste prazo durante o ano eleitoral.[1] Aquele que se filia a outro partido político deve comunicar ao partido ao qual era anteriormente filiado e ao juiz de sua zona eleitoral o cancelamento de sua filiação no dia imediato ao da nova filiação. sendo cancelada uma de suas filiações partidárias. Assim.[2] .

São duas as espécies de inelegibilidade: as absolutas e as relativas. e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função.  Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação.CF/88. e não ao pleito ou mesmo ao cargo pretendido. a fim de proteger a probidade administrativa. Inelegibilidades Absolutas Consistem no impedimento eleitoral para qualquer cargo eletivo e independem de qualquer condição para que se verifiquem. o art. não se confundem as inelegibilidades com as incompatibilidades. que nasceu em 1930.com. os conscritos durante o serviço militar obrigatório. Não existe veto para que cidadãos com mais de 70 anos sejam candidatos. deve ter mais de 35 anos. No entanto. acerca das inelegibilidades. ao direito de votar. que por sua vez são impedimentos ao exercício do mandato. § 9° da própria Carta Magna prevê a possibilidade de lei complementar dispor à respeito. Desta forma. Da mesma forma. § 4º . cargo ou emprego na administração direta ou indireta. com 80 anos de idade. para que o deputado federal possa ser presidente da Câmara dos deputados. Ressalte-se que as inelegibilidades não se confundem com as inalistabilidades.11/07/2015 Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet governadores e vice-governadores. Hipóteses de inelegibilidade Podemos definir as inelegibilidades como sendo uma série de circunstâncias impeditivas do exercício do sufrágio passivo criadas pelo texto constitucional.br/artigos/exibir/6941/Elegibilidade­e­inelegibilidade 4/7 . Art. portanto ao direito de ser eleitor. conforme expressa previsão constitucional. Observe-se que ainda que a idade mínima para que o cidadão seja empossado deputado federal seja de 21 anos.direitonet. Inalistabilidades são impedimentos à capacidade eleitoral ativa. taxativamente. São inalistáveis aqueles que não podem votar: os estrangeiros. Conforme a colocação de Alexandre de Moraes[3] a finalidade da inelegibilidade é a proteção da normalidade e da legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou do abuso de exercício de função. São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. 14. os menores de 16 anos e os presos condenados. os inalistáveis e os analfabetos. Exemplo disso foi a candidatura no último pleito do Senador José Sarney do PMDB. (Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 4. 21 anos na hipótese de deputados federais e deputados estaduais. De acordo com os ensinamentos de Alexandre de Moraes[4] a inelegibilidade absoluta “é excepcional e somente pode ser estabelecida. Art. e 18 anos na hipótese de vereadores. além do estabelecido na Constituição Federal. Esta espécie refere-se à determinada característica da pessoa que pretende pleitear algum mandato eletivo. além de Resoluções do TRE e do TSE. também temos o texto da Lei Complementar 64/90. 14. nos §§ 4º a 7º. pela própria Constituição Federal”. isso ocorre em virtude de constituírem uma restrição à direitos políticos. a moralidade para exercício de mandato considerada vida pregressa do candidato. configuram-se o como portadores de inelegibilidade absoluta no ordenamento jurídico pátrio. cargo ou emprego na administração direta ou indireta. de 1994) Assim. http://www. de acordo com o § 4º do artigo constitucional 14. 14. § 9º .CF/88.

Inelegibilidade por reeleição Da análise do § 5º do art. Inelegibilidades Relativas Por sua vez as inelegibilidades relativas podem ser determinadas tanto pela Constituição Federal quanto por lei complementar. Ressalte-se. No entanto.Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. assim como prazos de vigência e cessação.CF/88 . Desse modo. http://www. em relação ao cidadão. parágrafos estes que tratam especificamente das inelegibilidades relativas. conforme vimos no parágrafo 9 do artigo 14. são de aplicabilidade imediata e eficácia plena.direitonet. é que poderão ser modificadas as hipóteses de inelegibilidades disciplinadas no texto constitucional. As hipóteses de inelegibilidade previstas na Constituição Federal no artigo 14. os Prefeitos e quem os houver sucedido. 6º e 7º do artigo constitucional 14. no parágrafo 6º do art. uma vez que são vistos como normas de eficácia plena e aplicação imediata. Art.11/07/2015 Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet Art. Façamos uma breve analise dos parágrafos 5º. e sim constituem restrições à elegibilidade para certos pleitos eleitorais e determinados mandatos. podemos depreender que os portadores de mandato eletivo para cargo executivo são inelegíveis apenas para um 3º mandato consecutivo para um mesmo cargo. ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subseqüente. prevista no § 9° do referido artigo para que possam incidir. os Governadores de Estado e do Distrito Federal. § 5º.com. com o fim de proteção aos valores do regime democrático. 14. nesse caso. em razão de situações especiais existentes. Desincompatibilização Conforme o disposto na Constituição Federal. 14 da Constituição. mantendo os existentes intactos. portanto apenas através de emenda à constituição. para Presidente da República. na mesma circunscrição em período subseqüente. durante o período do serviço militar obrigatório. § 2º . Prefeitos e seus Vices.br/artigos/exibir/6941/Elegibilidade­e­inelegibilidade 5/7 . Outra característica a ser ressaltada é o fato de que elas são válidas apenas para os candidatos a cargos eletivos do Poder Executivo. que não existe impedimento que lei complementar posterior estabeleça outras hipóteses de inelegibilidade relativas. é fundamental a compreensão de que eventuais normas que possam vir a ser criadas para disciplinar outros casos de inelegibilidades não poderão alterar as regras já expressas pelos parágrafos do artigo 14. § 4° a 7°. 14. 14. Desta forma. desconsiderando-se. ou seja.O Presidente da República. não precisam de lei complementar posterior com a finalidade de regularizá-las. poderiam ser eleitos para um 3º mandato. Em relação à inelegibilidade relativa coloca Alexandre Moraes[5] que não estão relacionadas a característica pessoal do pretenso candidato. no entanto. o Presidente da República. A Constituição é una e rígida. os Governadores dos estados membros. Assim. os direitos políticos como garantias e direitos fundamentais. no momento da eleição. os conscritos. para que possam concorrer a outros cargos. Governadores. que autoriza a regulamentação de outros casos de inelegibilidade. dispensam a elaboração de lei complementar. desde que haja um lapso temporal de pelo menos um período eletivo. As novas normas poderão somente inserir novos casos.

Existem exceções para as regras de inelegibilidade supra estudadas. podendo se candidatar apenas para o cargo do qual era vice. São inelegíveis. http://www. Ressalte-se que a regra é pertinente também aos vices. ou seja. Contudo. ainda que seja de uma capital. ou seja. pois a circunscrição estadual abrange a circunscrição municipal. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição. ficam inelegíveis na mesma circunscrição o cônjuge. ressaltese que este item abarca também os filhos de união diversa da 2ª esposa ou companheira. § 6º .br/artigos/exibir/6941/Elegibilidade­e­inelegibilidade 6/7 . No entanto. · O parente de portador de mandato eletivo de cargo de chefia do Poder Executivo. situações específicas que afastam a inelegibilidade reflexa. Segundo ele. devem renunciar aos respectivos mandatos no prazo de seis meses antes do pleito eleitoral que pretendem disputar. pode se candidatar ao cargo de Governadora do mesmo estado-membro. No entanto. como irmãos da esposa ou sogros. até o segundo grau ou por adoção. ou seja. que podem concorrer a outros cargos sem a necessidade de desincompatibilização. 14.direitonet. 14. aqueles que substituíram os Chefes do Executivo também tem seus cônjuges. ele se torna inelegível para outros cargos. Art. os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito. Art.com. inelegíveis nas mesmas circunstancias do detentor do mandato que substituiu. do Distrito Federal.11/07/2015 Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet e os Prefeitos. assim como os parentes consangüíneos até o 2º grau ou parentes oriundos do casamento. no território de jurisdição do titular.CF/88. o inverso não se sustenta. o Presidente da República. a regra constitucional estabelecida pelo parágrafo em tela não atinge os vices. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins. quando já era detentor de mandato eletivo antes que o Chefe do Executivo assumisse e opta-se por tentar a reeleição. ou seja. Para concorrerem a outros cargos. uma vez que a posição do Presidente da República é nacional. também tem a hipótese de inelegibilidade reflexa afastada. Da mesma forma são inelegíveis os parentes cujos laços tenham sido estabelecidos por adoção. a circunscrição é o país. · A inelegibilidade do cônjuge e do parente por afinidade é afastada na hipótese de rompimento da sociedade conjugal através de divorcio ou separação de fato do titular do cargo executivo antes do período eleitoral. São elas: · A renúncia do portador de mandato eletivo de cargo de chefia do Poder Executivo afasta a inelegibilidade reflexa. parentes consangüíneos e afins até 2º grau ou por adoção. Inelegibilidade Reflexa O instituto da inelegibilidade reflexa esta contemplado no parágrafo 7º do artigo 14 da Constituição. se o vice efetivamente exerceu o cargo. se ele substituiu o Chefe do Executivo em suas funções nos seis meses anteriores ao pleito. A esposa do Presidente da República não pode candidatar-se a nenhum cargo eletivo em nenhuma circunscrição. § 7º . do Presidente da República. não abarcando a circunscrição estadual. Contudo.CF/88. uma vez que a circunscrição do prefeito é apenas o município. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito. a esposa de um prefeito. assim a esposa do Governador do Estado não pode se candidatar a cargo eletivo no estado. de Governador de Estado ou Território. ficando ai compreendidos os companheiros de união estável.

br/artigos/exibir/6941/Elegibilidade­e­inelegibilidade 7/7 .br/jurisprudencia/3899776/recurso-eleitoral-rel7766-rn-tre-rn [2] Disponível em: http://www. Direito Constitucional. 239 [4] MORAES. Alexandre de. Pág.com. Pág. para membros de uma mesma família na mesma circunscrição.com. Direito Constitucional.com. 240 http://www. Alexandre de.11/07/2015 Elegibilidade e inelegibilidade ­ Artigo jurídico ­ DireitoNet Segundo entendimento do STF e TSE é vedado o 3º mandato eleitoral consecutivo. Alexandre de. 240 [5] MORAES. [1] Disponível em: http://www.jusbrasil. Pág.direitonet. ainda que haja divórcio. Direito Constitucional.br/jurisprudencia/3994950/filiacao-partidaria-refprecurso-eleitoral-64-to-tre-to [3] MORAES.jusbrasil.