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As três gerações da escola de Annales

Surge no final dos anos 1920, precisamente 1929, e se estende até os dias
atuais. Sua proposta é pensar o conhecimento histórico a partir de uma
visão que aproxima cada vez mais história, conhecimento histórico e
experiência. Iniciada pelos historiadores March Bloch e Lucien Febvre, segue
após décadas a partir de seus estudos.
Primeira geração: de 1929 até o fim da segunda guerra mundial. É
caracterizada pelos diálogos interdisciplinares onde as fronteiras da história
com as ciências sociais são rompidas a história é vista numa visão global.
March Bloch (1886-1944) se propõe a utilizar documentos bem
diversificados para suas pesquisas históricas, que vão desde documentos
arqueológicos, artísticos, numismáticos, etc... e isso incluía imagens,
crônicas, cartas, túmulos, nomes...e não somente escritos. Sua obra mais
importante foi LES ROIS THAUMATUGES (1933) abrangendo as áreas de
medicina, psicologia, iconografia e antropologia.
Lucien Febvre, outro nome importante da escola de Annales, acreditava em
um história mais ampla, diferente da Alemã, do rigor científico e estudos de
eventos apenas políticos e militares, sua pesquisa era mais interdisciplinar e
para isso o aproximava de geógrafos, antropólogos, sociólogos, economistas
e filólogos.
Com a revista LES ANNALES D´HISTORIE ÉCONOMIQUE ET SOCIALE, marcase o inicio do grupo Annales em sua primeira geração.
Segunda geração: a partir do fim da segunda guerra mundial surge uma
nova geração da escola com a figura de Fernand Braudel, historiador
especialista nos estudos sobre a Europa moderna, sua formação foi
influenciada pelas ideias de Bloch e Febvre, escreveu uma obra (tese de
doutoramento) chamada O MEDITERRÂNEO E O MUNDO MEDITERRÂNEO À
ÉPOCA DE FELIPE II (tradução), que era uma sequencia de estudos que
vinha fazendo desde 1929, abrangendo 20 anos de pesquisa. Esta tese foi
seguida por varias gerações de historiadores , ela reflete o espírito de
Annales seguindo os princípios da historial total, pode ser dividida em três
partes: 1- a história do homem nas relações que o rodeiam; 2- a história
estrutural, social, dos agrupamentos; 3- historia do individuo no contexto
histórico, nos acontecimentos.
Outros autores desta geração podemos destacar Georges Duby, que fala
sobre propriedade, estrutura social, família... e ainda Emmanuel Le Roy
Ladurie, falando sobre meio físico e estudos sobre regionalidade.
Terceira geração: iniciou em 1968, época de vários protestos estudantis na
Europa mas principalmente na França a respeito do sistema de ensino, foi
uma geração bem mais diversificada contendo muitos nomes inclusive de

alguns. “do porão ao sótão” era um ditado que designava esta nova geração da escola de Annales. as antropologias simbólicas com Roger Chaunu. acabaram trazendo ideias novas nas áreas da pisco-historia. cultura popular e antropologia simbólica. e ainda. especialmente sob o nome de Pierre Chaunu. historia econômica. ao se mudarem para a America (EUA).mulheres que foram se inserindo a partir de então. . A historia serial também é uma tendência que aparece significativamente a partir de então. como mencionado. Isso proporcionou a contemplação de uma grande multiplicidade de ideias vindas dos diferentes historiadores.