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MINISTERIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI
COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA DE CONCURSOS

EDITAL Nº 06/2016–UFPI, de 10 de Abril de 2016.
CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE DO MAGISTÉRIO SUPERIOR

TEMAS E SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
CENTRO/
CAMPUS

ÁREA

1.

CCHL

FILOSOFIA

2. LETRAS LIBRAS/
ESTUDOS DA
TRADUÇÃO E
INTERPRETAÇÃO EM
LÍNGUAS DE SINAIS

TEMAS
1. Essência e Aparência.
2. Existência e Possibilidade.
3. Conhecimento e Justificação.
4. Fundacionismo e Antifundacionismo.
5. Teorias Morais Deontológicas.
6. Bioética e Ética Animal.
7. Justiça Redistributiva e Justiça como
Reconhecimento.
8. O Contratualismo.
9. Linguagem e Realidade.
10. Linguagem e Comunicação.

1. Teorias da Tradução.
2. Formação do tradutor intérprete de Libras
3. Aspectos linguísticos da Libras e do Português
4. Tradução/Interpretação interlingual, intermodal e
intersemiótica no contexto da Língua de Sinais.
5. Estudos da interpretação de Língua de Sinais no
Brasil.
6. Procedimentos técnicos da tradução/interpretação de
Língua de Sinais.
7. O papel do intérprete/tradutor de Língua de Sinais
no contexto educacional.
8. Tradução cultural.
9. Cultura e identidades surdas.
10. Tendências deformadoras da tradução.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
1. CHISHOLM, R. M. Teoria do conhecimento.
2. FRASER, Nancy. Da redistribuição ao reconhecimento
3. GADAMER, Hans G. A universalidade do problema
hermenêutico.
4. KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes.
5. KRIPKE, Saul. O nomear e a necessidade.
6. LEHRER, Keith. Theory of knowledge.
7. PLATÃO. Parmênides.
8. ROUSSEAU, Jean-Jacques. O contrato social.
9. RUSSELL, Bertrand. Da denotação.
10. SINGER, Peter. Ética prática

1. ALBRES, N. de A.; SANTIAGO, V. de A. A. (orgs.). Libras em
estudo: tradução/interpretação. São Paulo: FENEIS, 2012.
2. ALVES, F.; MAGALHÃES, C.; PAGANO, A. Traduzir com
autonomia: estratégias para o tradutor em formação. São Paulo:
Contexto, 2000.
3. BERMAN, A. A tradução e a letra ou o albergue do longínquo.
2. ed. Tubarão: Copiart; Florianópolis:PGET/UFSC, 2013.
4. BRASIL. Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta
a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais – Libras.
5. Cadernos de Tradução, v. 35, n. 2 (2015): Estudos da Tradução e
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6. PEREIRA, M. C. P. Interpretação interligue: as especificidades da
interpretação de língua de sinais. Cadernos de Tradução XXI, Vol. 1,
p. 135-156. Florianópolis: UFSC, PGET: 2008. Disponível em:
<http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/arti
cle/view/8231/7587>.
7. QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira:
estudos linguísticos. Porto Alegre: ArtMed, 2004.

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MACHADO. 9. 5. 6. 6ª ed.. L. KRAIGE. Metalurgia do Pó. Introdução aos processos de fabricação de produtos metálicos. 3. C. 1. S. MERIAM. 3. 2. 1ª ED. J. Dinâmica do ponto material. 6. LTC. Mecânica para Engenharia: Estática. G. HIBBELER. 4. Ensaios mecânicos de materiais metálicos. 2013. Processo de Conformação Volumétrica de Metais. Adriano Fagali de. 8. 2009.Tração. 6. FITZPATRICK. 3. 2011.A. 8. Centro de Massas. 4ª Ed. Teoria da Usinagem dos Materiais. 2013. KRAIGE. Álisson R et al. 9. 2009. Conformação de Chapas Metálicas.. J. Pearson Education. R. 5. J. 6ª Ed. 7ª Ed. R. T. 7. São Paulo: Blucher... Forças Distribuídas e treliças. MECÂNICA GERAL PROCESSOS DE FABRICAÇÃO MECÂNICA 1. L. KIMINAMI. 1.. 2. Compressão e Cisalhamento. Sidnei Domingues da. A Metalurgia do Pó: alternativa econômica com menor impacto ambiental. v. 5. 4. P. HIBBELER. 2009. Forças internas: diagramas de momento fletor e força cortante. .. 2008. Prototipagem Rápida. Cinemática do movimento plano do corpo rígido. Michael. L. 5. G. MERIAM.2012. 1. CASTRO. Fundição de Metais. R. Ciência dos Materiais. RODRIGUES. São Paulo: Edgard Blucher. SOUZA. Processos de Usinagem Convencionais. 2. OLIVEIRA. Pearson Education. HIBBELER.MINISTERIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA DE CONCURSOS EDITAL Nº 06/2016–UFPI. 4. 2006. 8ª ED.. Estática: Mecânica para Engenharia. Mecânica para Engenharia: Dinâmica. E. 3. 12ª Ed. SILVA. Porto Alegre: Amgh Editora. GROOVER. Dinâmica do Movimento tridimensional de um corpo rígido. CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Companhia Editora Ltda. Pearson Education. ULBRICH. 5.. C. Cristiane Brasil Lima. Trabalho Virtual. Metalurgia da Soldagem. Tecnologia da Deformação Plástica. Usinagem CNC. R. Introdução aos processos de fabricação. BEER. 4. Claudio Shyinti. CNC: Programação de comandos numéricos computadorizados: Torneamento. 2. Centróides e Momentos de Inércia. Gurpo setorial de metalurgia do pó. 2010. Equilíbrio de Corpo Rígido. 7. MARTINS. 14. Resistência dos Materiais. de 10 de Abril de 2016. 2008. 10. J.. 8. SHACKELFORD. 7.. 2. Tecnologia mecânica. Microfabricação e nanotecnologia de fabricação. Resistência dos Materiais. 2011. 13.F. Mikell P. F.. 6ª Ed. 12ª Ed. Dinâmica: Mecânica para Engenharia. São Paulo: Edgard Blücher. SOUZA. Processos de Usinagem Não-Convencionais. Rio de Janeiro: LTC. 1982. Walman Benício. Introdução à usinagem com CNC. Jorge. Paulo. Marcelo Falcão de. 2ª edição. JOHNSTON. McGrawHill. 6. L. 2009. DeWOLF. 2010. Cinética do movimento plano do corpo rígido. 4. São Paulo: Pearson Prentice Hall. São Paulo-SP. São Paulo: Érica. C. Processos de Soldagem. 2014. LTC.

Emílio. 1974. Vanderley de O. econômicos sociais e ambientais. São Paulo: Edgard Blücher. Baldam. Gildo A. 7. Alain. Estéfano Aparecido. 1ª ED. fluxograma. 10. A sustentabilidade aplicada aos projetos arquitetônicos e sua inserção no contexto urbano. função. São Paulo: Hemus. 10. Ernst. 10. 1981. 1984.. NEUFERT. LEGISLAÇÃO URBANA DE TERESINA 9. . 446p. 6. São Paulo: Projetos. Roquemar de Lima. 11. 7. 2001. IZARD. Desenho arquitetônico. Fundamento do Desenho Técnico. Estudo dos critérios de funcionalidade. 2. 8. Desenho arquitetônico contemporâneo. São Paulo: Gustavo Gili do Brasil. K. 11. Frak R. São Paulo: Érica. Desenvolvimento de concepção arquitetônica visando um conjunto de unidades a partir de seus aspectos programáticos. 2004. São Paulo: Edgard Blucher. MONTENEGRO. técnica e meio físico. Arte de projetar em arquitetura. Neri. Introdução à metodologia do processo de projetação: programa de necessidades. 3. 153p 5. Ennio C. Relações entre a forma. São Paulo. Desenho arquitetônico. Gildo. São Paulo: Artliber. 6. de 10 de Abril de 2016. ed. Edgar A. 1999. 1986. MELO. Edifício. 2. MONTENEGRO. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. Arquitetura Bioclimática. Gustavo Gili. Sao Paulo: EPU. Barcelona. Verticalização da arquitetura. Projeções sobre planos ortogonais e Vistas ortográficas. espaço e ordem. Sérgio D. GRAEFF. 2007. Fundamentos do desenho arquitetônico 5. 9. Jean-Louis. 21.. 11. Ernst. 1980. São Paulo: Blucher. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA E PROJETO ARQUITETÔNICO 1. 2009. 431p. 2013. CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Engenharia Integrada por Computador e Sistemas CAD/CAM/CNC. WAINER. Edgard Blücher. Edgar Blücher. 3. Estudo dos sistemas construtivos e estruturais aplicando as noções de novas soluções. Arquitetura. VIEIRA. 8. 1997. CHING. Prototipagem Rápida-Tecnologias e Aplicações. Francis D. 4. condicionantes físicos. NEIZEL. Elementos e Normas Técnicas do Desenho.MINISTERIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI COMISSÃO CENTRAL ORGANIZADORA DE CONCURSOS EDITAL Nº 06/2016–UFPI. Desenho arquitetônico. 2004. Soldagem – Processos e Metalurgia. forma. 1. São Paulo: Martins Fontes. 9. OBERG. Arquitetura Ecológica. GUYOT. COSTA. São Paulo. L. DAGOSTINO. 6. Coleção Cadernos Brasileiros de Arquitetura. 168p. 399p. Desenho técnico para a construção civil. 4. VOLPATO. BRANDI. Fundição: Processos e Tecnologias Correlatas.

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