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INTRODUÇÃO ESTUDO DO DIREITO II

Direito - O que é direito?
Direito – sistema de normas de conduta imposto por um conjunto de
instituições para regular as relações sociais. Relacionam-se com outras
ciências, como sociologia, filosofia, economia e política.
No Estado laico o direito não se confunde com religião – o estado laico não
tem religião oficial, as pessoas tem liberdade religiosa.
O direito considera a implantação do zigoto na parede do útero como inicio
da vida (zigoto sem implantação não é vida). E a morte cerebral é
considerada, para o direito, como sendo o fim da vida – critério utilitarista
(aproveitar os órgãos).
TEORIA DO ESTADO DE DIREITO
Para que serve o estado moderno?
O liberalismo cria a teoria do direito
Criado para atender ao homem - o estado é criado através de um contrato
social (documento jurídico) => ESTADO DE DIREITO porque é criado por
meio de um documento jurídico com a finalidade de proteger o direito das
pessoas => proteção individual.
Para os liberais a lei é feita pelo povo através dos parlamentares legislativos
=> entende-se que de acordo com o interesse do povo.
O direito moderno tem compromisso com a ordem correspondente à lei, ou
seja, o direito é a lei (a lei feita pelo povo => necessariamente justa). A lei é
necessariamente justa e legitimada. Direito é obrigatoriamente lei.
O Estado é criado pelo direito para proteger o direito e o estado é limitado,
ou seja, só pode fazer o que esta na lei.
Na modernidade temos então a segurança jurídica – porque o Estado tem
vinculação com a legalidade.
Teoria do direito predominante: é a LEI
Aplica-se o direito se os fatos se encaixam na lei.
Lei é escrita, ou seja, lei positivada => positivismo ligado à filosofia liberal
Positivismo é a teoria de direito hegemônico.

 Se acreditar que o direito é lei - compromisso com a ordem =>
raciocínio positivismo liberal.
 Se acreditar que o direito é justiça - compromisso com a justiça =>
racionalismo
TEORIA DO DIREITO
Para entender a teoria do direito é preciso entender a evolução histórica do
direito.
História é dividida em:
·
Filosofia Clássica;
·
Filosofia Medieval;
·
Filosofia Moderna.
A divisão do tempo é feita de acordo com o SISTEMA ECONOMICO.
ANTIGUIDADE
 Filosofia Clássica: antiguidade
 Filosofia clássica: filosofia grega/romano
 Filosofia Socrática: Sócrates, Platão e Aristóteles.
 Teoria do Direito => filosofia
Entender as premissas filosóficas: Platão e Aristóteles. Olhavam o direito a
partir de um pensamento que dividia o mundo em:

Metafísico (Abstrato) => não pode aprender o mundo com os 05
sentidos => mundo das ideias

Físico (concreto) => o mundo pode ser aprendido através dos 05
sentidos: ver, ouvir, tocar, falar e paladar.

Para responder as duas perguntas:
O que é direito?
Dentro do contexto do mundo dividido em metafisico e físico, quando o
direito é sinônimo de justiça abstrata perfeita = metafisica. Para resolver
uma situação nesse caso, tem que tentar fazer o que é perfeito absoluto
para o mundo real.
Mundo físico = direito aplicado na realidade das pessoas.
Critérios utilizados para decidir os fatos: tentativa de fazer o conceito de
justiça do mundo ideal para o mundo concreto - levam em conta os critérios
de justo de quem aplicava o direito. Logo, a aplicação do direito variava de
acordo com os conceitos de justiça pessoal.
No direito MORAL e RELIGIÃO se confundem.
Método de aplicação do direito?

Compreensão filosófica, ou seja, trazer os conceitos de justiça do mundo
metafisico para o mundo real o método dialético - não tinha sistema de
decisão.
IDADE MÉDIA
SISTEMA ECONOMICO: Feudalismo
ESTRUTURA: igreja católica mantinha o poder religioso e ideológico - única
forma que as pessoas tinham de ver o mundo.
TEORIA DO DIREITO: Nasce da filosofia e, no mundo medieval é a teologia
(vontade de Deus - Bíblia que era escrita só em latim - usava o método de
Platão e Sócrates para compreender a Bíblia).
Teoria do direito => Teologia
Direito e religião eram unidos
Sexo era regulamentado por ser considerado pecado => só podia transar
para procriação.
Método de aplicação do direito => escrita as palavras de deus, ou seja,
compreensão da bíblia que só o clero podia praticar.
Observação: O direito brasileiro não veio do direito romano.
Eram decisões aleatórias de acordo com decisões pessoais. Na idade Média
o rei mesmo, sendo um tirano, era respeitado pelas pessoas porque estas
eram tementes a Deus e, acreditavam que o rei era escolhido por Deus e,
não podia ser contestado.
MODERNIDADE
Inicio no século XV o término será quando o capitalismo for substituído.
Modo de produção de riqueza => CAPITALISMO.
Corrente filosófica => RACIONALISMO
Criação da razão humana e, não de Deus – mudou a perspectiva entre séc.
XV a XVIII tem racionalismo, mas, não tem ESTADO – é o estado que cria as
normas, logo, não tem direito ainda.
O direito encarado como perspectiva racional no primeiro momento de
filosofia racional => Surge o Estado século XVIII.
Construção racional => direito natural (jus naturalismo) a primeira teoria da
direito completa (autor Pufendorf).
Maquiavel para ajudar o rei a manter o poder, visto que, neste período
devido à racionalidade a domínio da coroa começa a ser ameaçado, escreve
“O Príncipe” uma espécie de “receita” de manter o poder.
De acordo com Maquiavel há 02 formas:

tributos. quando a pessoa ataca o direito de outra pessoa em um de seus direitos fundamentais. Se com o Rei é difícil pior será sem ele. Perspectiva individualista . O estado pode tirar a liberdade das pessoas? Sim. para ele só faz sentido se o povo também tiver vantagens. Surge o estado para manter a ordem => através da representação de um monstro bíblico “o Leviatã” leva os homens a acreditar que tem que obedecer ao estado se não. A vantagem esta no estado em proteger os três direitos fundamental das pessoas: · · · Liberdade Liberdade Propriedade privada Proteger contra quem?  Primeiro contra o estado mesmo – constituindo um estado limitado => LIMITE ESTATAL – proteger contra o poder do estado. O movimento teórico para obedecer ao estado chama-se CONTRATUALISMO.  Segundo proteger contra as ameaças do rei. porque para ele não faz sentido criar um estado tirano que corta a cabeça das pessoas. John Lock concorda com Tomas Hobbes na questão CONTRATUALISTA => Transfere a liberdade para o estado em troca de vantagem. Então chegou Tomas Hobbes que criou a teoria do poder racional. . por exemplo. quando isso acontecer vai surgir uma guerra de todos contra todos => caos absoluto. ele poderá cobrar.significa que o estado não pode mexer na vida das pessoas? Não. A proteção é INDIVIDUALISTA das pessoas. O animal que devemos tomar cuidado é o homem => “homem é o lobo do homem” As pessoas que acabam com o estado de natureza criam => organização politica para colocar ordem social – eleger uma pessoa que representa todos é necessário criar um estado tirano para colocar ordem. Estado => Monarquista e Absolutista. No estado de natureza => pessoas livres. pois.  Terceiro proteger das próprias pessoas. As pessoas livres vão querer as mesmas coisas “melhores coisas” e. faz parte do contrato social as pessoas sustentar o estado.· · Amor Poder (medo) Observação: Este plano de Maquiavel era ruim. ia conhecer o caos.

nacionais escolheu constituir o estado. No século XVII. restringir a liberdade. XVIII Teorias iluministas Proposta de duração .direito público. FORMAÇÃO DO ESTADO LIBERAL Estado foi a primeira pessoa jurídica criada . não fazer sexo com todo mundo. * Antes ninguém tinha direito em face do estado o rei podia fazer o que bem queria.Os direitos fundamentais não tem hierarquia – o povo que escolhe qual é a pena sobre estes crimes: liberdade. Surge o Estado Liberal.conceito de poder sobre nação e território Pessoas que fizeram um pacto:  Primeira vinculada ao conceito de nação . Variável: varia de sociedade para sociedade Todo homem racional sabe diferenciar o certo do errado naturalmente não precisa de lei para dizer.limitação especial e geografia. FORMAÇÃO DO ESTADO LIBERAL => Propriedade Território Soberania . 2º Proteger garantias individuais .pessoa pela qual o estado pode exercer soberania. propriedade e vida => todos estão no mesmo nível. Modelo Pacto Social .Estrutura do estado jurídico Teorias Modelo Estatal séc. Direito Subjetivo => direito do sujeito .o estado para proteger os direitos individuais.  Segunda vinculada ao território . Características: 1º Estado Contratual (pactuado) . A lei não precisa dizer o homem já sabe que matar roubar.substituição do estado monarquia por outro. Puffendorf – faz uma teoria em que o direito natural pode ser:   Absoluto: quando corresponde à manutenção para a vida em sociedade.

. Para evitar a tirania => vinculação na atuação dos três poderes. Estratégia: separar o estado em três poderes: Legislativo. estas pessoas que constituíram o estado de direito. ou seja. ou seja. O estado só pode mexer nos direitos individuais com justo motivo e legalidade.o legislativo) para os liberais e que vai garantir que o estado não se desvie de seus ideais). Jusnaturalismo O que é vontade popular . executivo e judiciário. Estado pega as regras do direito natural e aplica a ordem que o próprio povo estabeleceu. Aparece a manifestação de ordem jurídica e caracteriza a implantação.pessoas racionais que pode fazer a legislação.garantia que o estado não vai se desviar de sua atividade originária (que é representar a vontade popular => representa por um conjunto de representantes que faz leis . Poder Judiciário não pode agir por vontade própria só age quando é chamado para agir.O estado não pode mexer nos direitos individuais somente em casos de você ferir os direitos individuais do outros. Lei significa representação de vontade popular. O poder legislativo é o mais importante dentre os três para o estado as regras que o estado deve ou não seguir. 4º O Estado só pode funcionar nos limites do direito.SISTEMA REPRESENTATIVO (chamado parlamento . 3º Estado de Direito em sentido obrigatório . ou seja. Vontade Popular => escrita na lei .criado pelo direito de para proteger direito. Direito construído por um acordo de vontades racionais que ira variar de sociedade para sociedade Método de aplicação do direito => pelo estado com obediência fiel às regras estabelecidas em sociedade. vontade popular esta cima das vontades individuais esta vinculada a uma ideia de interesse público. Documento que cria o Estado é o DOCUMENTO CONSTITUTIVO DO ESTADO Constituição (contrato social). O estado é representante da vontade coletiva. Poder executivo é operacional do que esta escrita na lei. o povo obedece às regras que ele mesmo criou. JUSNATURALISMO E JUSPOSITIVISMO Jus Naturalismo/ Jus racionalismo O direito é um direito natural de 02 espécies:   Absoluto Moral: que se manifesta em qualquer inteligência humana (não precisa ser compactuada).

O direito não tem que ser justo nem moral .não pode matar roubar. A lei não é direito => lei é a representação escrita . Constante em todas as sociedades.o direito é anterior a lei. Direito Natural => Produto da razão coletiva. Durante todo o século XIX tem movimento de positivação do direito na forma de códigos. O direito é sempre razão do sujeito coletivo. regras.. Código: conjunto de leis. A lei é um instrumento para evitar a tirania estatal. só considera direito o que esta escrito na lei .Juspositivismo => direito = lei total * Jusnaturalismo => lei é a expressão da vontade das pessoas. Direito Público: * Vontade popular * Supremacia de interesse público Juspositivismo Surge a nova teoria do direito => Juspositivo.tipos de penas. O pioneiro em fazer essa positivação em formas de código foi Napoleão => Códigos Napoleônicos . * Juspositivismo => lei é lei porque este escrito na lei. para eles a lei é o direito natural que esta no racionalismo humano. O direito sempre terá legitimidade.. Função é escrever a lei é garantir que vai vincular. Varia no tempo e no espaço porque representa vontade geral daquela nação formado por racionais também. O que é direito? Para o Juspositivismo o direito é a lei. Para o Jusnaturalismo direito => lei.que tem certo ou errado bem definido.Juspositivismo/ jusnaturalismo Chamado de jus racionalismo = racional .. * Direito Natural: Não varia . sistema dentro do código tem regras que complementa o sistema para evitar conflitos com as leis específicas para solucionar os problemas. ou seja..O direito tem compromisso com a ordem no Juspositivismo. * Direito Natural Específico: Varia de sociedade para sociedade .

A Teoria da norma é o conteúdo que vai veicular depende da ordem constituída => direito forma. * Função de desoneração (o sujeito não se responsabiliza por suas funções . A teoria da norma para Kelsen é forma jurídica um moldura.Teoria de Norma Para Tércio: Dogmática: * Função pedagógica.porque o Brasil tinha comércio com todos os países europeus e. uma caixa. eles exigiram um código comercial em 1958 . Qual é a forma de aplicação do direito? Para evitar desvitalizarão da lei trabalhista com NEUTRALIDADE ABSOLUTA do juiz. LEI É A PREMISSA MAIOR P > LEI FATO É A PREMISSA MENOR P < FATO IMPLICA EM CONCLUSÃO LÓGICA Evolução do Juspositivismo Normalismo . Para Kelsen: A dogmática vai por si mesmo ganhar contornos de ciência TEORIA DA NORMA O que é direito? Hans Kelsen diz que direito é uma ciência.não se compromete com o caso). ESCOLA EXEGE Contribui com método de aplicação do direito.No Brasil o primeiro código foi o comercial . Método de aplicação do direito (específico) => SILOGISMO (garante que o juiz só vai aplicar o que esta na lei) = raciocínio lógico -> exato = lógica matemática.dizer o direito.foi uma tradução do código Napoleônico. FORMAL. O que é direito? Direito é a lei que existe na forma de código. ou seja. uma forma de bolo . No caso do direito é a NORMA. Por que ciência? Porque toda ciência tem um objeto de estudo exclusivo e um método. Neutralidade => para garantir essa neutralidade o juiz não pode criar a lei "Juiz é boca de lei" (Napoleão) de onde sai o direito . Toda Norma tem que ser: Positiva – escrita .

Para a teoria de Kelsen tem explicação para o estado nazista agia assim. As perspectivas faz com que entendamos porque o direito é assim. súmula. RESGATE DA FORMAÇÃO DO DIREITO Direito corresponde ao ordenamento jurídico deve olhar sempre por várias perspectivas no direito nunca por apenas em apenas uma. A norma deu poder ao estado de positivar normas => Constituição. vigência e eficácia. Ex.: decreto. Ciência é diferente de tecnologia: Ciência é o conhecimento ex. porque é um ESTADO DE DIREITO. O Irã não é um estado de Direito => os países ocidentais são ESTADOS TEOCRÁTICOS. Norma => Juízo de DEVE SER Fato => Juízo de SER Para Kelsen a norma não tem compromisso com juízo moral.: Se a ordem for Nazista . Tecnologia é transformar o conhecimento em finalidade ex.Sanção  Eficácia – Aplicabilidade TODA NORMA É UMA LEI? Não.: saber o movimento dos átomos. Tecnologia é instrumentalidade do conhecimento científico direcionado a uma finalidade. “Dogma Cientifico” foi convertido em tecnologia. O direito não muda a realidade.ordem em que estiver instituída. A Norma tem compromisso com a ordem . . produzida pelo estado se cumprir os requisitos da norma: validade. portaria. pode ter normas que não sejam leis que tenham sido produzidas de outras formas que lei determina.Formal  Vigência .: fazer uma bomba com os movimentos dos átomos. justifica o direito tem que ser forma. Requisitos de existência da Norma  Validade . TODA LEI É UMA NORMA? A lei é norma especifica produzida pelo legislativo (estado) positivo. Ex.deve se matar judeus e ciganos.Estado pode positivar a lei.

em que a pessoa está aplicando. Ex.transforma a ciência em tecnologia. A norma não corresponde a realidade.aplica fato dentro da norma sem questionamento.: art 121 .esta na norma porque as pessoas matam uns aos outros porque se ninguém matasse não teria sentido esta na norma. porque o fato ocorre. A dogmática da ciência de Tércio . Principal aspecto para Tércio => é a decisão Toda dogmática da decisão => aplica o direito na realidade Decisão => direito => instrumento da realidade Toda ciência da dogmática é estudada para saber como aplicar a norma no momento de tomar uma decisão jurídica. O que é o descumprimento da ordem (norma)? É descumprir o dever. . A norma não muda a realidade (ex. Se encarar o direito como tecnologia tem outra perspectiva. Só esta escrita na norma. Dogmática  Zetética DOGMÁTICA Dogmas . A função da norma é manter a ordem e aplicar a pena (sinaliza qual é a ordem vigente). não tem possibilidade de reflexão porque já tem regras preestabelecidas e que a pessoa tem que seguir estritamente o que tem na regra..matar alguém é crime . vigência e eficácia => Juízo de DEVE SER.: ninguém deixa de matar porque esta escrita na norma). direito tributário. Porque juízo de DEVE SER porque a norma esta em um mundo diferente de um mundo real (só esta no mundo do deve ser porque não tem no mundo do ser). fundamental para a compreensão do direito.) forma o ORDENAMENTO JURÍDICO. Quem descumpre a ordem recebe sanção. A norma tem que ter: Validade. Técnico => regra Um jurista técnico age apenas na aplicação da lei e. conhece a norma e as tentativas e pode aplicá-lo de diferentes maneiras. Dizer que a norma é uma tecnologia é uma operação. ou seja. se tratar o direito como técnica não é possível extrair possibilidades diferentes dentro do ordenamento jurídico.. O profissional do direito não pode ser um técnico. operador do direito que trabalha apenas com o procedimento técnico. O conhecimento Sistemático (direito civil. O direito esta fundamentado na norma com juízo de DEVE SER.

Norma Válida como não tem norma acima dela ela busca a validade como requisito fundamental a validade dela é dada pela LEGITIMIDADE . PJ. Ex. Segundo Tércio. ou seja. O critério para identificar é a previsão expressa de sanção:  Se tiver sanção estabelecida é norma de comportamento. Descumpre-se o dever => sanção => essa é a regra. Mas.) devem seguir => o que a norma considera desejável.Conceito de dever: o dever é a conduta contrária àquela que a norma considera desejável. Como pode ter uma norma sem sanção nos casos das normas programáticas? Lei de diretrizes orçamentárias . Todas as normas tem uma redação (norma => pena)? Não. Quando prevê um crime ou violação dos direitos fundamentais.esse fundamento de legitimidade dele do ponto de vista teórico . ou seja. Normas Objetivas => normas programáticas. como as normas programáticas podem ser normas se não tem sanção? Tem duas vertentes:  Normas Constitucionais são autoaplicáveis => a CF esta no topo da pirâmide.norma hipotética . é norma superior.são as que estabelecem condutas que as pessoas (PF. etc.. Normas de condutas => normas de comportamento.  Normas Programáticas . Dever => objeto => sistema para cumprir requisitos. Dever é a conduta contrária à ordem estabelecida pela norma.: CF => as normas não estabelecem sanção.se a administração pública descumprir a norma ele vai ser responsabilizado => vai trazer de outras legislações a sanção. Há casos ainda que a sanção não esteja prevista no ordenamento jurídico. Por isso toda norma tem que ter uma norma sancionatória => força vinculante (força congente) => cumprimento obrigatória. algumas normas não tem sanção porque há diferentes tipos de normas. Tipos de normas:  Normas de comportamento . Ex.: A norma diz que matar alguém é crime => então o dever é NÃO matar alguém. são normas do tipo programáticas. Dever => conduta => sanção  Se não tem sanção na norma preestabelecida é norma programática.estabelece o quanto dever objetivo a serem cumpridos. um programa => modelo de funcionamento para o direito brasileiro.

vontade do povo de constitui o modelo por isso de validade validade pressuposta e absoluta. Tércio. Só que é um sistema a sanção não esta vinculada com o descumprimento da norma (a sanção é generalizada) Ex.direito subjetivo (aquele que podemos exercer ou não).Norma constitucional não tem sanção.: ações trabalhistas . é fundamental. Norma estabelecem obrigações . ou seja. mas. Características: delimita exatamente a conduta contrária a norma . mas. norma máxima do ordenamento jurídico.a proibição é o dever.: Normas penais e administrativas (normas que estabelecem multa .: racismo esta na CF e CP lei penal => conduta => pena. Toda norma é FORMA. tem que fazer a interpretação do texto para saber se é norma proibitiva ou obrigatória. O dever deles é o CUMPRIMENTO da norma (estrito cumprimento da norma) o descumprimento desta norma de obrigações possa ou não ter sanção. Normas que estabelecem:    Proibição Obrigação Permissões Norma de proibição .é o conteúdo material que vai dentro da forma jurídica. . DEÔNTICO: dever relacionado a proibição ou obrigação. Tércio diz que para compreender a ideia de sanção => a sanção não é absoluta. não deixam de serem normas porque são MERAMENTE programáticas porque o legislador prevê (projetou) orientações desejáveis ao estado brasileiro para usar isso como jurista tem que fazer normas INFRACONSTITUCIONAIS e nestas sim tem que colocar a sanção.poderá sofrer a sanção.sanção administrativa).conduta contrária ao que a norma proíbe necessariamente tem previsão de sanção. Legitimidade . Diferenças:  Direitos Objetivos (Law) . Ex. Ex. FUNTOR: elemento de linguagem que vai estabelecer qual é a função da norma. Vigência . A norma CF só tem aplicabilidade se tiver uma norma regulamentadora. Forma + conteúdo = direito objetivo.não esta relacionada a sanção e da uma faculdade (escolha) .Obriga condutas .fundamental (NHF) não é norma de direito positivo.podem ter sanção ou não. Norma Permissiva . Segundo.a força vinculante da norma CF vem do fato dele ser uma norma de CF que é o máximo.  Normas Constitucionais . por isso é hipotético.para uma norma ser aplicável tem que ter sanção .

a educação.: direito a ação (a pessoa exerce se quiser). Tércio diz que são possíveis combinações nas normas: Proibições (A). . algumas dessas normas atribui direitos ao sujeito.se eu não pagar o vendedor pode ou não entrar na justiça. Obrigações (B) e Permissões (C). O sujeito de direito pode ser:  Pessoa Física: Ex. por exemplo.atribuem faculdade ao sujeito de direito.todas as normas são de direito subjetivo mas. Direito de recorrer a justiça . embora seja um direito complicado porque gera proibições para outras pessoas pode a pessoa pode escolher se quer ou não o direito ao qual tem direito. Observação: cuidado! Nem toda norma de direito subjetivo é uma norma permissiva. direitos humanos.  Pessoa Jurídica: pública ou privada => tipos de direito subjetivos: direito de personalidade. a norma proíbe que outras pessoas te tirem a vida e obriga o estado a cuidar da pessoa .: O sujeito despersonalizado é sujeito de direito porque a norma diz . As normas permissíveis .: direito de propriedade => tipos de direito subjetivo: direito a saúde. Para que tenha o anulamento de uma norma proibitiva tem que ter uma norma permissiva. Ex.é um meio/canal para conquistar outros direitos.: Quando nasce a pessoa não pode renunciar a vida.  Despersonalizado ( massa falida/ herança) => tipos de direito direito de propriedade. Ex.. Benefícios no direito de pena é faculdade ou congente? Direito cogente porque cumpre os requisitos legais e tem direito ao livramento. Quando atribui uma garantia ao sujeito de direito ele é direito subjetivo. Direito Subjetivo (Rigth) .  Faculdade => direito de ir e vir.. (Obs. Ex. C + B = Eu comprar um caro gera obrigações .eu tenho que pagar . direito de propriedade ( não pode ter direito a saúde e direitos humanos). A norma de direito subjetivo pode estabelecer dois tipos de direito:  Direito inviolável e Cogenente (congente) => estabelece quando no momento de um direito você gera para outras proibições e obrigações.rs).: Norma que faz recorrer ao poder judiciário.direitos relacionados aos direitos fundamentais => são invioláveis. logo não é facultativo. O direito processual é direito faculdade.coisa abstrata que nem existe tem direitos.

fizer tem a obrigação de ser punido. Se eu estou diante de um FUNTOR (permitido. proibido e obrigatório) é norma. FUNTOR DEÔNTICO => permissão => interpretação lógica: * gera proibição ou * gera obrigação Fonte do direito => permite integrar a norma no ordenamento jurídico através da validade.porque prescreve uma conduta de Validade.conteúdo normativo O conteúdo Material pode ser:  Direito Objetivo  Direito Subjetivo Sujeitos que podem ter direitos subjetivos: . Para Kelsen: Norma:  Interna  Externa A variabilidade que vem dentro da norma? É a NORMA HIPOTÉTICA FUNDAMENTAL (NHF) que vai transferir para a norma mais elevada da CF a lógica de legitimidade que funda a estrutura estatal (estado => organizado nos moldes do direito .estado de direito desde o fim do séc. Quando eu permito algo ou gero proibição de outro => quando o funtor deôntico é permissão a interpretação lógica não gera proibição. NHF * Informa o conceito de normalidade * Informa o conceito de estrutura estatal * Discurso de justiça Ideia de validade => ex. XIX).tem que estar de acordo com a CF de acordo com o que determina a NHF Material . norma descritiva . XVIII e inicio do séc.A + B = a norma proíbe cometer um crime se.porque trabalha a partir da lógica de que é permitido ou obrigatório.: se você estaciona o carro em frente a uma banca de jornal e vem o jornaleiro e fala que é proibido estacionacionar aqui. Formal . A norma jurídica é PRESCRITIVA . Isso é uma norma? Sim. Quando gera é obrigação.

tem direitos e obrigações requisito originário para direitos subjetivo:   Ser humano. dever). Qual seria os direitos subjetivos? São os direitos que a norma pode atribuir ao sujeito de direito.só pode ter direitos patrimoniais.  Pessoa Jurídica .sujeito racionais (homens brancos) . moradia. econômico trazidos para forma jurídica (comprar. Ser capaz de assumir direitos e obrigações (racionalidade). Sujeito de direito é aquele ou aquilo que a norma diz que é . imagem). .direitos humanos positivados (vida. Direitos patrimoniais .sujeito de direito pleno . Obs. Pessoa Física .coisa que existe. DS => é aquele que a norma atribui com conjunto de direito Capacidade e Competência A norma cria o sujeito de direito da para ele o direito objetivo e direito subjetivo e é a norma que da capacidade ou não. transporte). Capacidade é o conceito jurídico que esta vinculada com a ideia de racionalidade . Diferenças entre direito objetivo e subjetivo: DO => é todo conteúdo material que vai dentro do conjunto de normas jurídicas.direito financeiros. tais como:    Direitos fundamentais .era o discurso de direito para o sujeito de direito que transferiram sua racionalidade para pessoa jurídica. jurídica . mas a mostra atribui direito subjetivo. ter patrimoniais. PF => tem os três direitos PJ => tem direito a personalidade e patrimoniais Despersonalizado => não é pessoa física nem. vender.sujeito de direito .tem capacidade formal o critério.compreender os direitos e obrigações que a norma deu para ele. Sujeito de direito é aquele entidade a qual a norma atribui direitos subjetivos.modelo século XVIII e XIX.direitos relativos as pessoas positivados (nem honra.: só será sujeito de direito => homem branco e proprietário no estado de direito . Direitos a personalidade . temos sujeitado de direito despersonalizado . Hoje. Sujeito capaz. liberdade.

o dever é o contrário ao proibido.descumprimento do contrato.não importa se o mesmo sujeito que descumpriu o dever é o que vai sofre a responsabilidade . O Funtor deôntico .é proibido matar alguém .o dever é garantir o exercício do permitir Ex. ou seja. Casamento gera feitos civis => se a pessoa casou no religioso pode ir ao cartório e pedir a certidão de casamento.estão associados à competência. .sujeito de direito . Toda norma permissiva gera um dever para o estado . 121 (matar alguém é crime) com o art.não está vinculado a direito subjetivo e sim a objetivo é a atribuição para que determinado órgão de exercerem para o exercício do poder.o dever é o obrigatório. Na norma obrigatória . * para o estado . se eu deixar de fazer eu não estou descumprindo o dever. Ex.só pode ser compreendida sobre o direito subjetivo capacidade de se opor.a norma considera ilícito. Competência . Na norma proibitiva . Funtor deôntico é extraído da interpretação Dever => contrário do que é licito.I ( matar alguém em legitima defesa é permitido) mas não é obrigatório matar alguém em legítima defesa.o dever de não perseguir o sujeito de direito. Na norma permissiva .: é permitido fumar em áreas descobertas . Funtor deôntico é permitido => combina o art. Responsabilidade => atribuição da sanção pela norma Tipos de responsabilidade que a norma elege variam de acordo com as funções do direito: * DO => é constituído exclusivamente pela norma .associada à capacidade e ao exercício do meu direito. 1º Estrutura Burocrática de Constituir o Estado => 3 poderes Dever e Responsabilidade Dever . Dever é a conduta contrária ao que a norma considera licito. ou seja. Normas geram dever: * para a pessoa . o dever é cumprir a norma.: O casamento é permitido e não obrigatório.é o descumprimento do que a norma considera licito a norma esta vinculada ao "deve ser" da norma.Requisitos de Capacidade e Competência Capacidade . 123 .permitido nunca gera um dever para o estado não me punir caso eu faça.

é quando obrigatoriamente o mesmo sujeito que descumpre o dever sofre a sanção. Percepção do direito público e privado depende do sujeito de direito que a norma estabelece dentro das obrigações. Se as normas estão convergindo para um sujeito de direito que têm autonomia sua finalidade é outra que não satisfaz o interesse público.quem descumpre a norma é o mesmo que sofre a sanção Atípica . Sujeito de direito => ponto de convergência de normas que estabelecem direitos e obrigações.quando a norma estabelece deveres a um sujeito e outro terá a responsabilidade. Requer nexo causal fundamentalmente para aferição da responsabilidade do sujeito. * Existem para uma finalidade que é o Interesse público. ou seja.e para ele a legalidade não é a mesma (legalidade vinculada a liberdade de fazer tudo que é permitido => norma de direito privado. e sim ao próprio interesse . Vinculação para o sujeito de direito:   Típica .responsabilidade => subjetivo No direito civil . Identificar se a norma é de Direito Objetivo e Direito Subjetivo: DO = todas as normas DS = aquela norma que atribui direito ao sujeito de direito. Qual é o critério para saber se uma norma é pública ou privada? Sujeito de direito que elas vinculam.responsabilidade => objetiva DOGMÁTICA INTERNA DA NORMA Toda vez que se deparo com uma norma eu consigo ver do ponto de vista do conteúdo normativo.* DS => esta vinculado ao sujeito de direito .fora da administração estatal . Sujeito (conduta que descumpre o dever) => norma objeto responsabilidade do sujeito => Norma Objetiva Sujeito (conduta que descumpre o dever) => nexo causal reponsabilidade => Norma Subjetiva A responsabilidade Subjetiva tem as seguintes características: * Intenção => => . Não há temas EXCLUSIVOS de direito público ou de direito privado. só pode fazer o que esta estritamente na norma. * Não tem autonomia por causa da estrutura do sujeito de direito veiculados ao principio da legalidade absoluta. No direito penal . Quais são os sujeitos de direito que vinculam. Não é apenas o conteúdo normativo que define. Sujeito de direito vinculado à administração estatal (pública) significa que é sujeito do estado.

Todas as normas proibitivas geram obrigação. Ordenamento jurídico a estrutura é a pirâmide .relações de normas permissivas com obrigações. Toda relação jurídica é uma relação entre normas. Ex.com regras de funcionamento . É possível que uma norma proibitiva gere uma permissão e não uma obrigação para o Estado? Não.quando uma norma obrigatória gera outra norma obrigatória . Dependendo do funtor deôntico vai gerar relações diferentes na estrutura.relação congente todos tem que cumprir . ZETÉTICA . Discricionalidade . Ex.cumprido os requisitos é obrigatório o estado de ação penal. Exemplo: Direito penal => divórcio . Dois tipos de relação:  Potestade . O que a dogma externa vai estudar? Relações entre normas.funtor deôntico permissivo Direito Processual civil => ação de divórcio .vinculação obrigatória. porque o Estado esta vinculado com a estreita legalidade o que pode ocorrer é uma lacuna de discricionalidade.funtor deôntico para o estado é ação obrigatória. Olhar as normas e compreender como elas interagem.: Estrutura da sala de aula => elementos que o acompanhem.regras preenchida pelos elementos. esta relação é sempre de subjugação.* Nexo Causal * Culpa ou dolo Dogma externo da norma Dogmática interna estuda os conteúdos normativos. ordenados e com finalidade para a qual ela se própria. Essas regras de integração das normas é a primeira característica da estrutura.: norma proibitiva gera direito de ação penal . ou seja. O ordenamento jurídico – é um repertório e estrutura de todas as normas que existe não é permanente (porque entra e sai leis constantemente).quando uma norma permissiva gera uma norma obrigatória .verificar se estão presentes todas as possibilidades de entrar com a ação penal se o estado tem escolhas para fazer.  Subjugação .

Regra de Funcionamento: Repertório do sistema jurídico – são todas as normas do ordenamento jurídico brasileiro. Ordenamento jurídico é sistema jurídico:  Repertório: conjunto de elementos do ordenamento jurídico composto pelas normas (positiva produzida pelo Estado de direito e com validade. Elementos não normativos: definições. . linguístico. preâmbulos.validade.. È uma situação jurídica porque tem previsão no sistema jurídico. O que há em comum em todos os sistemas? Repertório e Estrutura estão presentes em qualquer sistema: musical. Não precisam preencher os requisitos . A finalidade deles não é vinculares condutas e. A Zetética é dividida em ciência jurídica:  Empíricas . De todas as disciplinas Zetética a mais importante é a TEORIA DO DIREITO porque toda teoria do direito deve responder duas perguntas: · · O que é direito? Qual é o método de aplicação do direito? Um advogado tem que se especializar em visão Zetética porque as disciplinas Zetéticas são as dimensões do direito fundamental. princípios..estuda: história do direito. filosofia do direito. 2º BIMESTRE NORMA E ORDENAMENTO TEORIA DO ORDENAMENTO Entendimento das regras de combinação das normas.  Analítica – estuda: Filosofia do direito e teoria do direito.A Zetética parte de perguntas: Porque o direito se encontra dessa maneira? Por que foram estes critérios utilizados? Olhar estético (perguntar/ indagar) sobre situação. sociologia do direito e antropologia. vigência e eficácia). sim dar uma definição hermenêutica das legislações. vigência e eficácia.  Estrutura: regras de elementos para combinar e formar novos elementos.

sim a forma) .são positivados e produzidos pelo estado. é um mito. A lei não expressa a vontade do povo e sim dos legisladores . Forma de dominação de controle das pessoas .a finalidade do ordenamento jurídico brasileiro Princípios . vigência e eficácia (não importa o conteúdo e. inquestionável. Regras de funcionamento – repertório A norma é forma jurídica .Preâmbulo Brasileiro . Regras gerais para a combinação das normas: * * * * * Hierarquia Tempo Finalidade Verificação de validade (principal) Funtores deônticos . ou seja.quando eles não tiverem positivado. * Elementos não normativos: não tem funtores deônticos .teoria de controle social – legalidade. vigência e eficácia Imperativas (obriga as pessoas as normas) . Sistema é a forma de combinação dos elementos dentro do repertório. pois.sistema referente de dominação. Repertório = Elementos normativos + elementos não normativos Positivados e produzidos pelo Estado de direito.o Estado moderno esta a serviço do sistema econômico capitalista. Diferenças: * Elementos normativos: tem que ter validade. Reconhece a artificialidade do sistema jurídico na modernidade Legitimidade do Direito positivo pelo Estado é Inquestionável porque foi produzido pelo Estado de Direito.funtores deônticos. o direito esta a serviço do capitalismo. Modelo contratualista da legitimidade absoluta ao Estado de Direito independente da ordem vigente.juízo de dever ser Regras sistêmicas para combinar elementos normativos: Estrutura => regras de combinação de repertório Essa ideia de legalidade é uma justificativa do poder.validade. sendo assim. Porque é assim de acordo com Tércio => Porque o mundo é Capitalista . Teoria do Contrato Social é "ficção" . é um mecanismo de dominação da era moderna.porque as pessoas nunca se uniram para fazer este acordo.

Incide sobre o requisito material (conteúdo).traz a possibilidade de fazer o controle constitucional . CF . 59 lei das contravenções penais . não de projetos de lei. O judiciário só faz controle repressivo e não preventivo. Todos os conteúdos que trouxerem para o ordenamento jurídico (forma jurídica) é porque é a favor Unidade e Coesão dentro do Ordenamento Jurídico Positivação . O direito concilia problemas antagônicos. por exemplo. ou seja. Repressivo porque obedeceu aos requisitos formais para ser feito.  Resolve todas as demandas da sociedade . Norma jurídica é diferente de norma moral. Exige como validade a validade formal e material.Na antiguidade o sistema jurídico era estático.teoricamente tem vigência porque ainda não foi revogado . Todas as ditaduras da modernidade foram feitas dentro do Estado de Direito. A estrutura monta a coesão dentro do ordenamento jurídico o capitalismo é dinâmico . tem cumprimento obrigatório. Validade é o principal requisito para dizer o que o direito.concilia estrutura contraditória que resolve problemas sociais no âmbito do direito.prender mendigos em Franca. Na Modernidade o sistema jurídico é dinâmico: Qualquer conteúdo poder tirar ou incluir normas o tempo todo. Não é o tema tratando pela norma que faz ser jurídica. O direito:  Promove a pacificação social. A norma mais hierárquica tem que ser apenas uma a CF .controle repressivo da lei que esta pronta e. Quem da validade para uma norma é a norma hierarquicamente superior a ela.direito será dinâmico positivado.toda a norma busca em apenas uma a validade. A norma tem imperatividade. . Art.solução única e imperativa para fazer com que o poder se manifesta regulando a vida das pessoas. A validade associada à positivação ao Estado de Direito é o principal requisito da norma jurídica.

obedecendo aos requisitos de validade da norma . então a validade é um caminho de ida e volta. . Validade => esta de acordo com o que o direito .esta no acima do topo constitucional.  As leis quando aplicadas elas cumprem a imperatividade Reforçando a validade da norma de origem ser vinculante.diz que todas as normas para ter validade busca validade em outra norma de Reconhecimento.origem.frente ao ordenamento jurídico . . NHF  Norma pressuposta (não positividade) por isso é hipotética pressuposto racional de validade para todo ordenamento jurídico.  Hierarquicamente superior . Imperatividade => cumprimento obrigatório Se a norma é validade => ela é imperativa. Norberto Bobbio e Herbert trazem novas propostas para tentar explicar NHF: Bobbio propõe a visão do ordenamento jurídico como caracol e não como pirâmide. Representação gráfica => caracol . A norma de reconhecimento não é pressuposta ela existe e é posta através de relação lógica. assim:  Origem que forma o estado de direito ela é obrigatoriamente validade .  As outras normas derivam dela .confere validade imediata sobre a norma permite que tenha multiplicidade de reconhecimento jurídico Não é necessário fazer esquema piramidal.constituição. Quando a norma da imunidade a outra norma torna esta imune de qualquer alteração.hierarquia é a principal regra para Kelsen Imunização da norma segundo Tércio é a imperatividade conferida a uma norma por uma norma hierarquicamente superior a ela através do cumprimento da validade. Imperatividade => as pessoas se submetem a ela.o direito é auto referencial o tempo todo.Quanto mais baixa a hierarquia mais normas terá .hierarquia no sentido vertical. Herbert Hart Criou outro modelo . Reconhecimento => quantidade diversas de normas de reconhecimento dentro do ordenamento jurídico.

crime é um conceito jurídico. A imperatividade é erga omnes .perda da validade .relação estabelecida entre a imunização da norma e vinculação de conduta. Fica imune a qualquer tipo de questionamento.não recepção. ou seja.permite essa mudança de regra de origem interesse do poder . . A validade imuniza nova hierarquia para que ninguém possa desobecer a norma gerando vigor força. Não pode ser validade formal porque são as regras para produzir uma lei regra já esta pronta para produzir a lei.  Impretação . Tércio:  Norma de origem . Alguém só é culpado após a sentença transitado em julgado .todas as pessoas estão submetidas. Ideias de:  Causalidade . A CF recepciona a nova norma Uma lei que não atende a norma origem automaticamente não foi recepcionada . Subsunção dos fatos a norma . Ex. política e econômica estabelecida.é a possibilidade de encaixar os fatos no direito se projeta sobre a realidade. ou seja.possibilidade de refazer o ordenamento jurídico muda a NHF tem que refazer todo o ordenamento jurídico.: Matar alguém é uma conduta cometimento porque a cumpriu o que esta na norma . possibilidade de trocar a norma de origem para conseguir manter o compromisso com o direito positivo .ocorre quando renova a CF .validade material.Kelsen ideia de ser da norma e a norma sendo do mundo.encaixar os fatos na norma.  Imunização . Ela precisa ser substituível.poder que a norma da para outra quando ela considera validade e jamais de ser descumprida.quando muda a ordem social.  Cometimento . só faz sentido criar uma norma imperativa porque a realidade não corresponde a ela. DINÂMICA DO ORDENAMENTO JURÍDICO Perda da validade 1º hipotética .é ilícita.é a regra de submissão entre a imperatividade da norma e a submissão de todas estas normas .  Regras de calibração .é a primeira norma que funde o ordenamento jurídico.Validade é diferente de imperatividade => quando a norma ganha validade ela passa a ter imperatividade. Imunização da norma é a imperatividade.

a lei posterior revoga a anterior. Revogação tácita varia conforme o âmbito de incidência da norma. ou seja. Isso chama repristinação . Isso é o fenômeno da revogação. As normas podem ser:  Gerais  Específicas Via de regra. Autentica cessa a vigência da norma. quando fatos da vida real. Repristinação .limitação espaço/tempo Espaço .resgata o efeito de vigoração da lei. Vigência e vigor condicionada no espaço e tempo.vinculado à ideia de soberania território do ente de poder que emanou a norma. se mencionar o tempo é uma norma temporária.conceitua a relação.: Lei 1 ===> vem a lei 2 ===> aparece a lei 3 se revoga a lei 2 . Se for uma situação especial em circunstâncias especiais . Ex.pra para terminar. Quando uma norma há vigência da norma através da revogação sofre o processo de anulação dos seus efeitos através da norma posterior.Especificamente do fenômeno da revogação é a perda do efeito da norma vinculante. Vigência – é a ideia de vigor vinculada ao espaço e tempo . Fenômeno da Repristinação. Classificação da vigência  Normas perenes  Normas temporais . muda se eles quando produzir efeitos”.  Normas especiais .hipótese de incidência da norma. Quais efeitos . ou seja. “facs especies .retirado de vigência por uma lei posterior que disciplina a mesma matéria.efeitos desvinculantes. .então a lei 1 volta a vigorar.se não menciona considera perene (eterno).retorno da vigência por força de uma lei que revoga os efeitos de uma lei revogadora de lei ordinária. Revogação Tácita . Tempo .norma condicionada à situação de fato. Normas perenes também perde a vigência quando outra norma posterior. quando a situação de fato cessar.

comportamento contra a lege.substitui uma lei por outra porque ela trata da mesma matéria. Sub-rogação seria apenas a ab-rogação tácita . Teoria da Eficácia Caudicidade da norma Descreve o costume negativo relacionado à norma .: no RJ todos tem costume de jogar no lixo mesmo em barracas na rua embora o jogo do lixo seja crime contra a lei.tipo de revogação tácita também chamada de implícita quando se faz uma norma para regular exatamente a norma anterior.era na verdade um crime contra a honra dos pais da moça . X pirataria de produtos.reiterado pelos tribunais. Interpretação: Teoria da norma positivista .perdendo assim.Via de regra a lei especial prevalece sobre a lei geral e a lei posterior prevalece sobre as antigas.a ideia de costume .: crime de rápido de mulher para atos libidinosos . ela pode reiterar algumas normas. a eficácia e deixando de ser norma. Revogação Expressa . Fonte do direito é a decisão jurisprudencial não cria novas normas a não ser que for súmulas veiculantes. Ex. Hipótese em que o costume cria a perda da eficácia da norma . Consistência do Sistema O sistema é sempre consistente .a norma menciona expressamente o dispositivo ou a totalidade da lei anterior O professor Tércio crítica à técnica expressa do que expressar claramente a lei anterior.pode ser expressa ou tácita O professor Tércio não trabalha com conceito de sub-rogação acha inútil e confuso. Revogação Global . Ex.neste caso não é a fonte direta do direito que gera a perda da eficácia da norma. Mas.lacunas e antinomias são aparentes .a norma não é aplicada reiteradamente durante certo tempo pelos tribunais ou órgãos competentes.inovar o ordenamento jurídico . Costume negativo ou costume contra a lege .o judiciário podia criar inovação nesta hipótese.pode ser expressa ou tácita . Penal => a lei que prevalece é a BENÉFICA ao réu em relação ao tempo.revogação parcial de uma norma  Ab-rogação .revogação total de uma norma .  Derrogação .nestes casos os tribunais deixaram de aplicar sanções para este fato deixou de tratar este fato como relevante . Jurisprudência .

 Redução amplificadora.Tércio diz: Lacunas .quando pega um conceito restrito e amplia a compreensão deste conceito. Violação de correspondência (correspondência eletrônica?) qualquer espécie de correspondência.relevância para o ordenamento jurídico então. Modos de integração do ordenamento jurídico. Critérios de aplicação âmbito o aplicação da norma através de duas técnicas:  Hermenêutica  Analogia Se não conseguir aplicar nestas hipóteses porque de fato tem lacunas.  Extensiva . não tenha uma norma especificamente vai haver alguma outra norma parecida que possa alcançar este fato através de mecanismo integradores do ordenamento jurídico.: Aplicar um crime de vinculação de interceptores. porém. Hermenêutica => interpretação  Integradora . Ex.: no país presidente .amplia a situação de fato . Ex. ou seja.âmbito de aplicação da norma. Fontes do Direito Princípios Gerais de Direito Direito adquirido. sua intenção era discipliná-lo. Norma de ser:  Promulgação . é lacuna aparente embora.ausência de existência de uma norma em todo o repertório do ordenamento jurídico para incidir sobre determinado fato.é a positivação (escrita) é dado o conhecimento geral através da publicação no órgão de imprensa oficial para ganhar .Aplicação de uma hipótese de existência de norma a um fato semelhante. um fato que reúna todas as condições de tutelar que o fato originário possui. Quando tem lacuna . ato jurídico perfeito e coisa julgada. Analogia .suponha que o legislador deixou de mencionar algum aspecto no texto normativo.  Publicada .  Analogia: Integradora e extensiva.emanações de norma pela autoridade competente.plena de validade dentro do ordenamento jurídico. Lacunas => não têm .

ou seja. Os fatores sociais é que determina um tratamento para a norma sob uma hipótese de fato.presidente da república que positivava incisos como lei. RS.a norma só pode exercer vigor espaço e tempo.  Federais  Estadual  Municipal Vigor => imunidade . A diferença entre decreto lei e decreto: .via de regra as normas emanadas por um estado nacional só tem vigência dento deste estado. juízo de dever ser para regular a vida das pessoas . Legislativo faz dois tipos de normas:  LO ..servem para complementar as normas constitucionais de eficácia contida. mencionar expressamente a terminologia “formas da lei". foi abolida a figura do decreto lei a partir da CF de 1988 . Lei podem ser de acordo com a vigência três tipos de norma: Histórica.validade . "limites da lei".imunização (protege a norma inferior contra qualquer tipo de desobediência) Legislação ao mesmo tempo norma (juízo de dever ser) é legislado (promulgado e publicado).aquelas que são produzidas pelo legislativo (congresso bicameral). Constituição => um dos entes federados (estados membros . RJ. A constituição diz que precisa que o legislador faça uma lei que tenha eficácia plena ao dispositivo na lei infraconstitucional para dar aplicabilidade.leis infraconstitucionais que vão estabelecer normas de conduta.só o legislativo pode legislar.SP. ou seja.era um decreto do executivo .no Brasil. Decreto lei .lei que constitui o estado de direito (diferencial de todas as outras leis). "dispositivos da lei". sociológica e evolutiva . Princípio da reserva legal .porque os positivistas não admitem que procure fora do sistema jurídico interpretação da norma.LO => normas de condutas (estatais/privadas).  LC . Os três tipos de normas vão ter vigência dentro do território de direito espacial Federais .. Princípio da Extra territoriedade .) que compõe a união constitui o tipo de pirâmide jurídica .somente a lei pode regulamentar sobre determinados materiais .direitos fundamentais .

Os ramos da dogmática jurídica . regulamenta uma determinada situação à nível administrativo. Antinomias .dentro do sistema amplo que é o ordenamento jurídico. Na CF/88 não está mais permitido a emissão de decretos-lei pelo executivo.: direito civil.regras:  Hierarquia  Cronologia  Especificidade Ex.não pode chamar de lei porque quem faz leis no Brasil é só o legislativo.Microssistemas têm detalhes específicos.pode ser feito pela lei delegada com todos os requisitos de normas com a função exclusiva de regulamentar uma lei emanada pelo executivo . mas pode ter especificidade. O decreto . Obs. Medida provisória . regulamentar conduta. penal.divide as disciplinas ex. Códigos.Lei e Decreto Lei residem no fato de que a lei deve seguir todo o rito normativo de seu processo pelo poder legislativo. compilações e consolidações => são microssistemas . Código do consumidor faz a mesma coisa.princípio da ultratividade da lei mais benéfica. Ambos têm a mesma hierarquia não pode usar o critério de tempo porque o código do consumidor não revogou o CC usa a especificidade então.pode ser emanados pela administração púbica direta e indireta (autarquias/fundações) . Decretos podem ser feitos por: Federal. por serem emanadas pelo executivo não podem ser chamados de lei . por exemplo. que é ato do executivo quando. Não confundir com Decreto. Estadual e Municipal. mas.pode fazer a mesma coisa que a LO. . ou seja.única e exclusiva regulamentar uma lei Decretos.ganho o que mais beneficiar o réu .são as normas que compõem a legislação. Regulamentos e portarias . São fontes primárias do direito. Exceto em circunstancia qualificadora Como que estabelece os microssistemas dentro do ordenamento? .considerando-se genericamente atos normativos do executivo. O decreto-lei ocorria na época em que o executivo assumiu também o legislativo.como o tempo e a especificidade estão no mesmo nível .: CC e código consumidor: CC regulamenta os contratos de prestação de serviços de compra e venda. trabalhistas que são microssistemas com regras de estrutura particulares que não podem contrariar a regra de estrutura geral.: no código penal . regulamentos e portarias => chamados de atos normativos do executivo . o que ocorreu durante a ditadura militar.

Quando se desfaz essa titularidade o sujeito não pode ser atingido. ou seja. Debate mais importante: Princípios . Pós-positivistas (neoconstitucionais) .código é sempre a melhor estratégia. Ato jurídico perfeito . Positivistas clássicos .É a estratégia de fazer código porque estabelece regulamentação específica . uma hipótese de fato concreto sobre o qual incidiu uma norma por meio de uma sentença com transito em julgado . Direito adquirido .  Hermenêutica doutrinária – são estudos científicos sobre o conteúdo normativo e funcionamento estrutural do ordenamento jurídico que tem por objetivo propor paradigmas de aplicação das normas sobre os fatos.quando a norma da titularidade é direito adquirida. Só tem direito adquirido se a norma posterior mexer na titularidade de direito sem mexer com o sujeito adquirido.vinculando efeito.se os sujeitos de direito da relação jurídicas. Princípios gerais do direito => princípio do direito estão positivados pelo ordenamento jurídico .consideram positivados os princípios como elementos não normativos. Hermenêutica segundo Kelsen:  Hermenêutica autêntica – é a aplicação da norma enquanto proposição de dever ser sobre hipótese de fato no qual pretende incidir pelo órgão competente.vão funcionar como costumes ou jurisprudência majoritária para poder fazer a integração linguística da legislação para dar aplicabilidade.estabelece titularidade de direito . Só é direito adquirido se mexer na titularidade.esta escrita na totalidade na previsão das normas.mais aplicados pelos juristas. Consolidação . Coisa julgada .já as consolidações é um monte de legislação esparsa que o legislador constitui juntando todas as leis que tratam do mesmo assunto. mas nunca é suficiente.existe o sujeito de direito para o qual a norma atribui objetivo . Não pode ser mais objeto de apreciação sobre a mesma matéria para uma nova ação judicial.porque o código o próprio legislador já constitui regras de estrutura e parte especial . Interpretações hermenêuticas autênticas: .fazem parte do repertório do ordenamento jurídico .é uma objetividade jurídica.dizem que os princípios são normativos para vigor e aplicabilidade . Compilações CF mais código mais toda legislação penal => é a editora que faz essa junção.

são aquelas utilizadas para compreender os conteúdos normativos em relação a todo o conjunto do ordenamento jurídico. art.trabalha com a estrutura de combinação dos nomes principalmente em conjunto com os funtores deônticos em combinação com outras normas.  Gramatical .  Interpretação divergente . sociológica e evolutiva .a lei é conteúdo textual é um sintagno linguístico então é pura interpretação da escrita linguística .  Sistemático .para verificar a vontade da lei . Interpretação verdadeira . Segundo Tércio:  Vontade do legislador .hermenêutica gramatical . Ex. A própria língua é um sistema independente .meiótica jurídica .  Lógica . 1 e 2 .são aqueles utilizados para compreender os conteúdos normativos em relação a todo o conjunto do ordenamento jurídico.verificar. ou seja.conjunto finito de elementos com regras de combinação .  Histórica.nível avançado de interpretação jurídica.critério hermenêutico para a aplicação da lei.  Vontade da lei . Método hermenêutico .norma origem fundamentos da ordem.sistema linguístico para compreender os conteúdos normativos.porque os positivistas não admitem que procure fora do sistema jurídico interpretação da norma.ordenamento jurídica brasileira consignado na própria norma CF. . 121 CP esta inserido no sistema.gerando infinita possibilidade de combinação.não tem possibilidade de mais de uma interpretação.quando busca a vontade do legislador é a intenção semântica linguística .abre a possibilidade de diferente aplicação normativa de caráter obrigatório. .analítico compreende toda parte e todo o todo .olha para o ordenamento como sistema obrigatório fazendo uma ponte com o processo analítico com o sistema . Os fatores sociais é que determina um tratamento para a norma sob uma hipótese de fato. art.estrutura . a língua é um sistema também .