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Prof.

Ahyrton Lourenço Neto
Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil
Aulas 01 a 24

Código de Defesa do Consumidor (Técnicas de Venda) – Escriturário
do Banco do Brasil Professor: Ahyrton Lourenço neto
Aulas: 01 a 24

Prof. Ahyrton Lourenço Neto
Atualizado em abr./2015

www.aprovaconcursos.com.br

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Prof. Ahyrton Lourenço Neto
Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil
Aulas 01 a 24

Apresentação
Ahyrton Lourenço Neto
Advogado.
Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
Especialista em Administração Tributária pela Universidade Castelo Branco.
Professor de Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito Internacional Público desde 2005.
Professor da Escola Superior da Magistratura Federal do Paraná - ESMAFE/PR.
Parecerista da Revista da Escola Superior de Guerra e do Caderno de Estudos Estratégicos,
ambos da Escola Superior de Guerra (ESG) do Ministério da Defesa.
Broadcaster of Radio United Nations – NY.
Autor dos livros: Direito Civil para Concursos: parte geral. 1ª ed. Curitiba: Iesde Brasil S.A., 2011.
v1.; e,
Direito do Consumidor para Concurso. 1ª ed. Curitiba: Iesde Brasil S.A., 2011. v1.

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o que importa em que o custo das operações ativas e a remuneração das operações passivas praticadas por instituições financeiras na exploração da intermediação de dinheiro na economia estejam excluídas da sua abrangência. DA CB/88. O preceito veiculado pelo art. O Tribunal. e do voto do Senhor Ministro Néri da Silveira. justificadamente.) Código de Proteção e Defesa do Consumidor: Lei nº 8. 8.Prof.br Página 3 de 24 . MOEDA E TAXA DE JUROS. nesta preliminar.) TÉCNICAS DE VENDAS: (. Plenário. solicitou vista o Senhor Ministro Nelson Jobim. § 2º.BB.A. As instituições financeiras estão. Presidência do Senhor Ministro Maurício Corrêa. 4. financeira e de crédito. MARTINS E OUTROS REQDO. V. da taxa base de Prof. 9. : CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO SISTEMA FINANCEIRO .3. justificadamente.com. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 BANCO DO BRASIL S. sem prejuízo do controle. CARLOS VELLOSORelator(a) p/ Acórdão: Min. julgando improcedente o pedido formulado na inicial. é toda pessoa física ou jurídica que utiliza. EDITAL DE ABERTURA SELEÇÃO EXTERNA 2014/002 EDITAL N. (. para os efeitos do Código de Defesa do Consumidor. isto é. o Dr.) ATENDIMENTO: (. DA LEI N. DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ADI 2591 / DF . EXIGÊNCIA DE LEI COMPLEMENTAR EXCLUSIVAMENTE PARA A REGULAMENTAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO. o funcionamento das instituições financeiras.aprovaconcursos. nos termos do disposto no Código Civil. CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL.4. Decisão: Renovado o pedido de vista do Senhor Ministro Nelson Jobim. quando não respeitem ao funcionamento das instituições financeiras. SUJEIÇÃO AO CÓDIGO CIVIL. como destinatário final. Walter do Carmo Barletta. ILEGALIDADE DE RESOLUÇÕES QUE EXCEDEM ESSA MATÉRIA. Decisão Decisão : Após o voto do Senhor Ministro Carlos Velloso. 192. em especial na estipulação contratual das taxas de juros por elas praticadas no desempenho da intermediação de dinheiro na economia. (.) Resolução CMN nº . ART.. pelo Poder Judiciário. afastando-se a exegese que submete às normas do Código de Defesa do Consumidor [Lei n. O Conselho Monetário Nacional é titular de capacidade normativa --.. por maioria. INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. 8. 6. : CONGRESSO NACIONAL EmentaEMENTA: CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR.. VIII. DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 CARREIRA ADMINISTRATIVA CARGO ESCRITURÁRIO (. atividade bancária. a promoção do desenvolvimento equilibrado do País e a realização dos interesses da coletividade. O Banco Central do Brasil está vinculado pelo dever-poder de fiscalizar as instituições financeiras. interpretação conforme a Carta da República. Relator. 11. 192 da Constituição do Brasil consubstancia normaobjetivo que estabelece os fins a serem perseguidos pelo sistema financeiro nacional. consubstanciando afronta à legalidade. o Senhor Ministro Celso de Mello. § 2º. : IVES GANDRA S..2002. FUNCIONAMENTO E FISCALIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. para dar interpretação www. de 11 de setembro de 1990. Eros Grau e Carlos Britto. NORMAOBJETIVO. Ausente.078/90] a definição do custo das operações ativas e da remuneração das operações passivas praticadas por instituições financeiras no desempenho da intermediação de dinheiro na economia. 1. EXCLUÍDAS DE SUA ABRANGÊNCIA A DEFINIÇÃO DO CUSTO DAS OPERAÇÕES ATIVAS E A REMUNERAÇÃO DAS OPERAÇÕES PASSIVAS PRATICADAS NA EXPLORAÇÃO DA INTERMEDIAÇÃO DE DINHEIRO NA ECONOMIA [ART.. ART. DEVER-PODER DO BANCO CENTRAL DO BRASIL. DA CB/88. DA CB/88. o Tribunal. Tudo o quanto exceda esse desempenho não pode ser objeto de regulação por ato normativo produzido pelo Conselho Monetário Nacional. A produção de atos normativos pelo Conselho Monetário Nacional. emprestando ao § 2º do artigo 3º da Lei 8. entendeu não estar prejudicada a ação. Ação direta julgada improcedente. de 25/03/10 -Dispõe sobre a instituição de componente organizacional de ouvidoria pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. para excluir da incidência a taxa dos juros reais nas operações bancárias.04.º 02 .) ANEXO III CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Observação: Considerar-se-á a legislação vigente até a data da publicação do Edital de Abertura das Inscrições. 170.078/1990 (versão atualizada).a chamada capacidade normativa de conjuntura --. "Consumidor". por unanimidade..2004. o desempenho de suas atividades no plano do sistema financeiro.595/64.. 7. pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro . e. XXXII. 17. desde a perspectiva macroeconômica.) CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS (. em cada caso. de eventual abusividade. ART.. 10.849. 5. Ao Conselho Monetário Nacional incumbe a fixação. 4º. e do controle e revisão. Após o voto do Senhor Ministro Nelson Jobim (Presidente). o Professor Ives Gandra da Silva Martins. pela Advocacia-Geral da União.no exercício da qual lhe incumbe regular../2015 juros praticável no mercado financeiro. é abusiva. indeferiu o requerimento do IDEC-Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. todas elas. vencidos os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence. 3º. Decisão: Preliminarmente. 5o. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. 2. Falaram. A exigência de lei complementar veiculada pelo art. O preceito veiculado pelo art. Presidência do Senhor Ministro Marco Aurélio. de 15 de dezembro de 2003. SUJEIÇÃO DELAS AO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. 4... 192 da Constituição abrange exclusivamente a regulamentação da estrutura do sistema financeiro. DO CDC]. ART. 28. 3º. Plenário.078. além da constituição e fiscalização. EROS GRAUJulgamento: 07/06/2006 Órgão Julgador: Tribunal Pleno Publicação DJ 29-09-2006 02249-02 PP-00142 PP-00031EMENT VOL- Parte(s) REQTE. nos termos do § 1º do artigo 1º da Resolução nº 278. ou a sua fixação em 12% (doze por cento) ao ano. alcançadas pela incidência das normas veiculadas pelo Código de Defesa do Consumidor.CONSIF. que acompanhava o voto do relator pela procedência parcial da ação. do Código de Defesa do Consumidor deve ser interpretado em coerência com a Constituição. pelo Banco Central do Brasil. CAPACIDADE NORMATIVA ATINENTE À CONSTITUIÇÃO. onerosidade excessiva ou outras distorções na composição contratual da taxa de juros..CONSIF ADVDOS. 3.DISTRITO FEDERALAÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADERelator(a): Min. : PRESIDENTE DA REPÚBLICA REQDO.

078. diz STF Celso de Mello. Carlos Ayres Britto e Sepúlveda Pertence). pediu vista dos autos o Senhor Ministro Eros Grau. Os bancos tentavam. e do voto do Senhor Ministro Néri da Silveira. 170. O Congresso Nacional.06. 1° O presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor. A ordem econômica. ressaltou que proteção ao consumidor qualifica-se como valor constitucional.. que argumentava que. justificadamente.. de ordem pública e interesse social.2006. nos termos dos arts.Prof. "que se dará com a publicação do respectivo acórdão". neste julgamento. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. a defesa do Consumidor. o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie. julgou improcedente a ação direta. Os ministros do STF julgaram. Marco Aurélio de Mello. elaborará o código de defesa do consumidor. conforme os ditames da justiça social. justificadamente. dentro de cento e vinte dias da promulgação da Constituição. faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Folha de São Paulo . 5°.2006. que haja intervindo nas relações de consumo. Plenário. Não participa do julgamento o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski por suceder ao Senhor Ministro Carlos Velloso que já proferiu voto. 48. no que foi acompanhado pelo Senhor Ministro Nelson Jobim. 07. O julgamento da ação (proposta em dezembro de 2001) foi iniciado em abril de 2002. Ausente.) XXXII – o Estado promoverá na forma da lei. como a de concessão de descontos na liquidação antecipada de financiamentos e a devolução de cobranças indevidas. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências REPERCUSSÃO NA IMPRENSA NACIONAL Bancos têm de seguir consumidor. www. Decisão: Após o voto-vista do Senhor Ministro Eros Grau. uma lei complementar deveria regulamentar o sistema financeiro. 22. mas ficou suspenso por vários meses. Ausente.2006. 48 de suas Disposições Transitórias. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 conforme a Constituição. pediu vista dos autos o Senhor Ministro Cezar Peluso. segundo decisão dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).aprovaconcursos.. por nove votos a dois. de acordo com o artigo 192 da Constituição. LEI Nº 8. Redigirá o acórdão o Senhor Ministro Eros Grau. Celso de Mello e Ellen Gracie. Hoje também votaram contra a Adin os ministros Cezar Peluso. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. neste julgamento. tem por fim assegurar a todos a existência digna. improcedente a ação proposta pela Consif (Confederação Nacional de Sistema Financeiro). o Senhor Ministro Gilmar Mendes. fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa. Ausente. "as atividades econômicas estão sujeitas à ação de fiscalização e normativa do poder público. Relator do presente feito. DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 – Código de Defesa do Consumidor O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Plenário. este último em antecipação. Art. Se a ação fosse aprovada. Parágrafo único. neste julgamento.br Página 4 de 24 . vencido parcialmente o Senhor Ministro Carlos Velloso (Relator). da Constituição Federal e art.com. nas relações com os seus clientes. Art. 04. ao anunciar seu voto.07/06/2006 . e estabelece punições em caso de descumprimento das regras. pois o Estado é agente regulador da atividade negocial e tem o dever de evitar práticas abusivas por parte das instituições bancárias". o que já indicava a derrota das instituições financeiras. os bancos ficariam livres de algumas obrigações. Carlos Britto e Sepúlveda Pertence. Para o ministro. Em vigor há mais de 15 anos. como determina o código. TÍTULO I Dos Direitos do Consumidor CAPÍTULO I Disposições Gerais Art.02. 5º (. que acabou votando favoravelmente à ação. que a julgava improcedente. por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal). Eros Grau. Apenas dois votos haviam sido parcialmente favoráveis aos bancos (dos ex-ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim). ainda que indetermináveis./2015 Na avaliação da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) ainda é preciso aguardar a conclusão do julgamento. o julgamento havia sido paralisado no último dia 4 de maio com cinco votos contrários aos bancos (Néri da Silveira. Não participou da votação o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski por suceder ao Senhor Ministro Carlos Velloso. e não o código. no que foi acompanhado pelos Senhores Ministros Joaquim Barbosa.05. deixar de ser regulados pelo código do consumidor. Joaquim Barbosa. observados os seguintes princípios: (. após pedido de vista do ex-ministro Nelson Jobim. entre outras coisas. 170. por maioria. Decisão: Prosseguindo no julgamento. justificadamente. seguradoras e financeiras. o Senhor Ministro Gilmar Mendes. o código protege os consumidores ao regulamentar. Devido a um pedido de vista do ministro Cezar Peluso.16h17 código Os demais ministros entenderam que a aplicação do Código não colocaria em risco o sistema financeiro nacional. Votou a Presidente. Ministra Ellen Gracie. que julgava improcedente a ação. inciso V. cláusulas abusivas nas relações entre consumidores finais e empresas.) V – defesa do consumidor ADCT Art. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. inciso XXXII. Prof.. Constituição da República Art. Plenário. o Tribunal. de defesa do O Código de Defesa do Consumidor deve ser aplicado aos bancos.

VII . quanto aos seus direitos e deveres.a proteção da vida. individuais. que desenvolvem atividade de produção. o respeito à sua dignidade. III . c) pela presença do Estado no mercado de consumo. nacional ou estrangeira. d) pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade. entre outros: III .a facilitação da defesa de seus direitos. construção. durabilidade e desempenho.3. no âmbito do Ministério Público.a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. atendidos os seguintes princípios: (Redação dada pela Lei nº 9. integral e gratuita para o consumidor carente. assegurada a proteção Jurídica.educação e informação de fornecedores e consumidores. exportação. segurança. VI . coletivos e difusos. V . transformação.concessão de estímulos à criação e desenvolvimento das Associações de Defesa do Consumidor. no processo civil. saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos. § 1° Produto é qualquer bem. criação. V . individuais. b) por incentivos à criação e desenvolvimento de associações representativas. assim como de mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo. de 2012)1 IV . a melhoria da sua qualidade de vida. material ou imaterial. asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações. for verossímil 1 VII . sempre com base na boafé e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores. bem como sobre os riscos que apresentem. (Redação dada pela Lei nº 12. Dos Direitos Básicos do Consumidor Art. quando. pública ou privada.Prof.manutenção de assistência jurídica.reconhecimento da vulnerabilidade consumidor no mercado de consumo. a proteção de seus interesses econômicos. IV . § 2º (Vetado). o respeito a sua dignidade. Da Política Nacional de Relações de Consumo Art. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. Art. a critério do juiz./2015 Publicação: 8/12/2012 | Vigência: 09/06/2013 | Punição: 10/06/2014.a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. mediante remuneração.008. VIII . que possam causar prejuízos aos consumidores. VI . com especificação correta de quantidade.com. III . bem como a transferência e harmonia das relações de consumo. características. III . 170.1995) CAPÍTULO III I . I . VIII .741. tributos incidentes e preço. características. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços. V .criação de Juizados Especiais de Pequenas Causas e Varas Especializadas para a solução de litígios de consumo. qualidade e preço.coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo.a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. montagem. saúde e segurança. de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 Art. do II . de crédito e securitária.a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais. bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços. II . a seu favor. administrativa e técnica aos necessitados. CAPÍTULO II IV .harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico. qualidade.estudo constante das modificações do mercado de consumo.a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços.racionalização e melhoria dos serviços públicos. composição. de 21.br Página 5 de 24 .ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor: a) por iniciativa direta. II .criação de delegacias de polícia especializadas no atendimento de consumidores vítimas de infrações penais de consumo. financeira. inclusive as de natureza bancária. métodos comerciais coercitivos ou desleais.a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva. bem como sobre os riscos que apresentem. saúde e segurança. inclusive a concorrência desleal e utilização indevida de inventos e criações industriais das marcas e nomes comerciais e signos distintivos. composição. a proteção de seus interesses econômicos. contará o poder público com os seguintes instrumentos. 4° A Política Nacional de Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica.instituição de Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor. atendidos os seguintes princípios: Art. coletivos ou difusos. com vistas à melhoria do mercado de consumo. com especificação correta de quantidade. 6º São direitos básicos do consumidor: I . § 1° (Vetado). móvel ou imóvel.aprovaconcursos. § 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. a melhoria da sua qualidade de vida. 5° Para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo. importação. bem como a transparência e harmonia das relações de consumo. bem como os entes despersonalizados. www.o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais. inclusive com a inversão do ônus da prova. da Constituição Federal). Prof. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores.

Art. sem prejuízo da adoção de outras medidas cabíveis em cada caso concreto. § 1° O produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera. 13. produtor. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. os Estados./2015 III . IX . nos termos do artigo anterior. Art.o fabricante. construtor ou importador. 11. X . pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. III . Parágrafo único. II . 8° Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores. embora haja colocado o produto no mercado. § 4° A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. III . quando: I .o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam. da legislação interna ordinária. levandose em consideração as circunstâncias relevantes. de maneira ostensiva e adequada. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 a alegação ou quando for ele hipossuficiente.que. a respeito da sua nocividade ou periculosidade. 12. o produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar: I .a época em que foi colocado em circulação. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário. Tendo mais de um autor a ofensa. CAPÍTULO IV Da Qualidade de Produtos e Serviços. fórmulas. através de impressos apropriados que devam acompanhar o produto. Art. mediante anúncios publicitários. Em se tratando de produto industrial. construção. SEÇÃO II Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço Art. o construtor. 9° O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar. O fabricante. em qualquer hipótese.a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.a época em que foi fornecido. 16. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. da Prevenção e da Reparação dos Danos SEÇÃO Da Proteção à Saúde e Segurança I Art. II . o Distrito Federal e os Municípios deverão informá-los a respeito. independentemente da existência de culpa. § 2º O produto não é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado. o construtor. montagem. § 3° Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou segurança dos consumidores. Art. II . II . (Vetado). analogia. II . posteriormente à sua introdução no mercado de consumo. o produtor ou o importador não puderem ser identificados. www. segundo sua participação na causação do evento danoso. tiver conhecimento da periculosidade que apresentem. rádio e televisão. § 1° O serviço é defeituoso quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar. § 3° O fabricante. § 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar: I .com.(Vetado).que não colocou o produto no mercado. Prof. independentemente da existência de culpa.br Página 6 de 24 . bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos. (Vetado). III . entre as quais: I . Art. obrigando-se os fornecedores. fabricação. ao fabricante cabe prestar as informações a que se refere este artigo. o construtor. O comerciante é igualmente responsável. costumes e eqüidade.não conservar adequadamente os produtos perecíveis. 10. entre as quais: I . nacional ou estrangeiro. 14.Prof.a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. Art. e o importador respondem. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. Parágrafo único. exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição. § 1° O fornecedor de produtos e serviços que. 15. a União. § 2º O serviço não é considerado defeituoso pela adoção de novas técnicas. Art. segundo as regras ordinárias de experiências.aprovaconcursos. o defeito inexiste. tendo prestado o serviço.o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante. deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores. Parágrafo único.que. Art. às expensas do fornecedor do produto ou serviço.o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam.sua apresentação.o modo de seu fornecimento. O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. levando-se em consideração as circunstâncias relevantes.a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. Aquele que efetivar o pagamento ao prejudicado poderá exercer o direito de regresso contra os demais responsáveis. o defeito inexiste. o produtor. de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes. todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo. bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito. § 2° Os anúncios publicitários a que se refere o parágrafo anterior serão veiculados na imprensa. O fornecedor de serviços responde. a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito. manipulação. (Vetado).

a reexecução dos serviços. com a indicações constantes do recipiente. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. Art.Prof. Art. II . marca ou modelo. Parágrafo único. IV . em perfeitas condições de uso. 20. total ou parcial. § 1° A reexecução dos serviços poderá ser confiada a terceiros devidamente capacitados. assim como por aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária. II .os produtos que. rotulagem ou de mensagem publicitária.os produtos deteriorados. Art. da embalagem.o abatimento proporcional do preço. 19. sem os aludidos vícios.aprovaconcursos. autorização em contrário do consumidor. Art.a restituição imediata da quantia paga. exceto quando identificado claramente seu produtor. III .complementação do peso ou medida. § 5° No caso de fornecimento de produtos in natura. será responsável perante o consumidor o fornecedor imediato. por qualquer motivo. em razão da extensão do vício. sem prejuízo do disposto nos incisos II e III do § 1° deste artigo. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. www. § 4° Tendo o consumidor optado pela alternativa do inciso I do § 1° deste artigo.a restituição imediata da quantia paga. e não sendo possível a substituição do bem./2015 III . corrompidos.o abatimento proporcional do preço. falsificados. permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento. não podendo ser inferior a sete nem superior a cento e oitenta dias. monetariamente atualizada. mediante complementação ou restituição de eventual diferença de preço. I . Art. alternativamente e à sua escolha: I . pode o consumidor exigir. quanto a estes últimos. das obrigações referidas neste artigo. quanto aos essenciais.a restituição imediata da quantia paga. fraudados. § 3° O consumidor poderá fazer uso imediato das alternativas do § 1° deste artigo sempre que. a substituição das partes viciadas puder comprometer a qualidade ou características do produto. § 6° São impróprios ao uso e consumo: I . poderá haver substituição por outro de espécie.os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos. § 2° Sendo o dano causado por componente ou peça incorporada ao produto ou serviço. 18. Para os efeitos desta Seção. II . bem como aqueles que não atendam as normas regulamentares de prestabilidade. É vedada a estipulação contratual de cláusula que impossibilite. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor. alternativamente e à sua escolha: Prof. Os órgãos públicos. avariados. são responsáveis solidários seu fabricante. são obrigados a fornecer serviços adequados. III . alternativamente e à sua escolha: I .a substituição do produto por outro da mesma espécie.a substituição do produto por outro da mesma espécie. monetariamente atualizada. 21. ainda. nocivos à vida ou à saúde. diminuir-lhe o valor ou se tratar de produto essencial. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. Art. aqueles em desacordo com as normas regulamentares de fabricação. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. ou que mantenham as especificações técnicas do fabricante. monetariamente atualizada. distribuição ou apresentação. seguros e. Nos casos de descumprimento. da embalagem. Os fornecedores respondem solidariamente pelos vícios de quantidade do produto sempre que. III . § 1° Aplica-se a este artigo o disposto no § 4° do artigo anterior. No fornecimento de serviços que tenham por objetivo a reparação de qualquer produto considerar-se-á implícita a obrigação do fornecedor de empregar componentes de reposição originais adequados e novos. perigosos ou. salvo. seu conteúdo líquido for inferior às indicações constantes do recipiente. 22. alterados. podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. se revelem inadequados ao fim a que se destinam. eficientes. por conta e risco do fornecedor. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. concessionárias. por meio de manifestação expressa do consumidor. § 2° São impróprios os serviços que se mostrem inadequados para os fins que razoavelmente deles se esperam. contínuos. a cláusula de prazo deverá ser convencionada em separado. equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento. todos responderão solidariamente pela reparação prevista nesta e nas seções anteriores. vedada a exoneração contratual do fornecedor. 25. sem custo adicional e quando cabível. § 1° Havendo mais de um responsável pela causação do dano. § 1° Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias.br Página 7 de 24 . 24. 23. exonere ou atenue a obrigação de indenizar prevista nesta e nas seções anteriores.o abatimento proporcional do preço. podendo o consumidor exigir. SEÇÃO III Da Responsabilidade por Vício do Produto e do Serviço Art.com. serão as pessoas jurídicas compelidas a cumpri-las e a reparar os danos causados. 17. A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços não o exime de responsabilidade. assim como por aqueles decorrentes da disparidade. por si ou suas empresas. adulterados. II . marca ou modelo diversos. § 2° Poderão as partes convencionar a redução ou ampliação do prazo previsto no parágrafo anterior. construtor ou importador e o que realizou a incorporação. na forma prevista neste código. rotulagem ou mensagem publicitária. A garantia legal de adequação do produto ou serviço independe de termo expresso. § 2° O fornecedor imediato será responsável quando fizer a pesagem ou a medição e o instrumento utilizado não estiver aferido segundo os padrões oficiais. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 Art. Nos contratos de adesão. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. podendo o consumidor exigir. Art.

trinta dias. (Incluído pela Lei nº 11. Se o fornecedor de produtos ou serviços recusar cumprimento à oferta. prazos de validade e origem. mesmo por omissão. 34. Prof. § 3° Tratando-se de vício oculto. 26. que deve ser transmitida de forma inequívoca. O fornecedor. II . serão gravadas de forma indelével. a oferta deverá ser mantida por período razoável de tempo. Parágrafo único. técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem. iniciandose a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria. por qualquer outro modo. entre outros dados. 31. ou.a instauração de inquérito civil. o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito. manterá. (Vetado). Toda informação ou publicidade. 29. ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características. § 1° (Vetado).aprovaconcursos. inteira ou parcialmente falsa. apresentação ou publicidade. nos termos da oferta. bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores. 35. na forma da lei. publicidade e em todos os impressos utilizados na transação comercial. claras. de 2008). 36. Os fabricantes e importadores deverão assegurar a oferta de componentes e peças de reposição enquanto não cessar a fabricação ou importação do produto. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas. 28. até seu encerramento.a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor de produtos e serviços até a resposta negativa correspondente. composição. As informações de que trata este artigo. 27.noventa dias. quantidade. fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. excesso de poder. suficientemente precisa. SEÇÃO III § 5° Também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for. Cessadas a produção ou importação. são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste código. houver abuso de direito. III .(Vetado). apresentação ou publicidade. precisas. preço. encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração. § 4° As sociedades coligadas só responderão por culpa. a identifique como tal. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 SEÇÃO Da Decadência e da Prescrição IV SEÇÃO II Da Oferta Art. obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores. SEÇÃO V Da Desconsideração da Personalidade Jurídica Art. II . III . qualidades. § 3° As sociedades consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste código. 30. estado de insolvência. equiparam-se aos consumidores todas as pessoas determináveis ou não. de alguma forma.800. alternativamente e à sua livre escolha: I . O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: I . (Incluído pela Lei nº 11. com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada. O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando.exigir o cumprimento forçado da obrigação. em seu poder. 37. Parágrafo único. garantia. capaz de induzir em erro o www. obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado. tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. para informação dos legítimos interessados. expostas às práticas nele previstas. em detrimento do consumidor. monetariamente atualizada./2015 Da Publicidade § 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário. § 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços. Parágrafo único. os dados fáticos.aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente. II . É proibida a publicidade de bens e serviços por telefone. de 2009) Art. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço prevista na Seção II deste Capítulo. quando a chamada for onerosa ao consumidor que a origina. Art.989. § 2° As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas. o consumidor poderá. veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados. 32.Prof. A desconsideração também será efetivada quando houver falência. nos produtos refrigerados oferecidos ao consumidor. A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor. Art. Parágrafo único. Em caso de oferta ou venda por telefone ou reembolso postal. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. Parágrafo único. Art. tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis. Das Práticas Comerciais SEÇÃO I Art. 33. Art. e a perdas e danos. infração da lei. Art.br Página 8 de 24 . na publicidade de seus produtos ou serviços. fácil e imediatamente. Art. O fornecedor do produto ou serviço é solidariamente responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes autônomos.rescindir o contrato. Para os fins deste Capítulo e do seguinte. § 2° Obstam a decadência: I . Das Disposições Gerais Art. CAPÍTULO V Art.com. deve constar o nome do fabricante e endereço na embalagem.

de 23. o valor orçado terá validade pelo prazo de dez dias. Art. o orçamento obriga os contraentes e somente pode ser alterado mediante livre negociação das partes. Prof. 42.1994) I . (Incluído pela Lei nº 12.3. se normas específicas não existirem. no mercado de consumo.(Incluído pela Lei nº 9.1994) XI .11. características. SEÇÃO IV Das Práticas Abusivas Art 39. saúde. na exata medida de suas disponibilidades de estoque. IX . de conformidade com os usos e costumes.1999. o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo. Parágrafo único.6. a limites quantitativos. diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento. explore o medo ou a superstição.aplicar fórmula ou índice de reajuste diverso do legal ou contratualmente estabelecido. sem prejuízo de outras sanções cabíveis. o endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ do fornecedor do produto ou serviço correspondente.recusar a venda de bens ou a prestação de serviços. Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro). 43. 41. O ônus da prova da veracidade e correção da informação ou comunicação publicitária cabe a quem as patrocina. bem como as datas de início e término dos serviços.Prof. VII .elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços. III . (Redação dada pela Lei nº 8. ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança. podendo o consumidor exigir à sua escolha. dentre outras práticas abusivas: (Redação dada pela Lei nº 8. para impingir-lhe seus produtos ou serviços. ainda. www. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. tendo em vista sua idade. deverão constar o nome. responderem pela restituição da quantia recebida em excesso. sem solicitação prévia.11.Dispositivo incluído pela MPV nº 1. qualquer produto. qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou. SEÇÃO V Da Cobrança de Dívidas Art. § 4° (Vetado).008./2015 X . de 11.1999) Parágrafo único. Art. de 2009). § 2° É abusiva.890-67. preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.enviar ou entregar ao consumidor. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. VI .870. O consumidor. referente a ato praticado pelo consumidor no exercício de seus direitos.6. propriedades. 40. de 11. nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços. de 23.039. e. de 21.exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva.repassar informação depreciativa. IX .870. quando da converão na Lei nº 9.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele. bem como sobre as suas respectivas fontes. a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço. 39. § 1º Salvo estipulação em contrário. desrespeita valores ambientais. Na cobrança de débitos. IV .com.(Vetado).6. acrescido de correção monetária e juros legais. dos materiais e equipamentos a serem empregados. se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança. ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais. II .recusar atendimento às demandas dos consumidores. fichas.1999 XII . o desfazimento do negócio. Em todos os documentos de cobrança de débitos apresentados ao consumidor. No caso de fornecimento de produtos ou de serviços sujeitos ao regime de controle ou de tabelamento de preços.br Página 9 de 24 . Os serviços prestados e os produtos remetidos ou entregues ao consumidor. 86.prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor. sem prejuízo do disposto no art. contado de seu recebimento pelo consumidor. de 11. inexistindo obrigação de pagamento. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 consumidor a respeito da natureza. a que incite à violência. pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia. os fornecedores deverão respeitar os limites oficiais sob pena de não o fazendo. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito. sem justa causa.deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a seu exclusivo critério. SEÇÃO VI Dos Bancos de Dados e Cadastros de Consumidores Art. as condições de pagamento. qualidade. § 3° Para os efeitos deste código. equiparam-se às amostras grátis.10. na hipótese prevista no inciso III.deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a seu exclusivo critério.condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço.884.884.colocar. ou fornecer qualquer serviço. por valor igual ao dobro do que pagou em excesso. (Incluído pela Lei nº 8. § 3° O consumidor não responde por quaisquer ônus ou acréscimos decorrentes da contratação de serviços de terceiros não previstos no orçamento prévio. transformado em inciso XIII.1995) XIII . conhecimento ou condição social. 42-A. VIII . V . bem como. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços: Art. O fornecedor de serviço será obrigado a entregar ao consumidor orçamento prévio discriminando o valor da mão-de-obra. terá acesso às informações existentes em cadastros.884. quantidade. Art.1994) X .aprovaconcursos. dentre outras a publicidade discriminatória de qualquer natureza. origem. 38. salvo hipótese de engano justificável. (Incluído pela Lei nº 9. Art. monetariamente atualizada. de 22. § 2° Uma vez aprovado pelo consumidor.

49. XII . VII .obriguem o consumidor a ressarcir os custos de cobrança de sua obrigação. entre outras. 46. monetariamente atualizados. A divulgação indicará se a reclamação atendida ou não pelo fornecedor. as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: I . sem que igual direito lhe seja conferido contra o fornecedor. não serão fornecidas. Art. XVI .deixem ao fornecedor a opção de concluir ou não o contrato. acompanhado de manual de instrução. sem que igual direito seja conferido ao consumidor. pelos respectivos Sistemas de Proteção ao Crédito. a vontade que: I . Parágrafo único. 48. § 2° A abertura de cadastro. comunicar a alteração aos eventuais destinatários das informações incorretas. não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos. recibos e pré-contratos relativos às relações de consumo vinculam o fornecedor. o prazo e o lugar em que pode ser exercitada e os ônus a cargo do consumidor. embora obrigando o consumidor. os valores eventualmente pagos. no prazo de cinco dias úteis. II . ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance. poderá exigir sua imediata correção. CAPÍTULO VI VIII .possibilitem a renúncia do direito de indenização por benfeitorias necessárias. 47. § 4° Os bancos de dados e cadastros relativos a consumidores. devendo o arquivista. direta ou indiretamente. no ato do fornecimento. nos casos previstos neste código. § 5° Consumada a prescrição relativa à cobrança de débitos do consumidor.autorizem o fornecedor a cancelar o contrato unilateralmente.Prof. exonerem ou atenuem a responsabilidade do fornecedor por vícios de qualquer natureza dos produtos e serviços ou impliquem renúncia ou disposição de direitos. após sua celebração. Parágrafo único. nos termos do art. VI . As cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor. de tal modo a ameaçar seu objeto ou equilíbrio contratual. bem como a forma. de maneira adequada em que consiste a mesma garantia. durante o prazo de reflexão. XV .estabeleçam inversão do ônus da prova em prejuízo do consumidor. abusivas. as mesmas regras enunciadas no artigo anterior e as do parágrafo único do art. www. variação do preço de maneira unilateral. serão devolvidos. se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo. Art. devendo divulgá-lo pública anualmente. Da Proteção Contratual IX .imponham representante para concluir ou realizar outro negócio jurídico pelo consumidor.permitam ao fornecedor. registro e dados pessoais e de consumo deverá ser comunicada por escrito ao consumidor. devendo ser-lhe entregue. 44. com ilustrações. de instalação e uso do produto em linguagem didática. SEÇÃO I Disposições Gerais Art. Nas relações de consumo entre o fornecedor e o consumidor pessoa jurídica. que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada. SEÇÃO II Das Cláusulas Abusivas Art. do de de e foi § 1° É facultado o acesso às informações lá constantes para orientação e consulta por qualquer interessado.com. 50. quaisquer informações que possam impedir ou dificultar novo acesso ao crédito junto aos fornecedores.transfiram responsabilidades a terceiros. Art. Os órgãos públicos de defesa consumidor manterão cadastros atualizados reclamações fundamentadas contra fornecedores produtos e serviços. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores. § 2° Aplicam-se a este artigo. ficha. sempre que encontrar inexatidão nos seus dados e cadastros.autorizem o fornecedor a modificar unilateralmente o conteúdo ou a qualidade do contrato.ofende os princípios fundamentais do sistema jurídico a que pertence. Prof. quando não solicitada por ele. 45.estabeleçam obrigações consideradas iníquas. § 3° O consumidor.restringe direitos ou obrigações fundamentais inerentes à natureza do contrato.estejam em desacordo com o sistema de proteção ao consumidor. Art. ensejando inclusive execução específica. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. em situações justificáveis. verdadeiros e em linguagem de fácil compreensão. O termo de garantia ou equivalente deve ser padronizado e esclarecer. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. § 1º Presume-se exagerada. devidamente preenchido pelo fornecedor. especialmente por telefone ou a domicílio. São nulas de pleno direito. XIII . Art. III .determinem a utilização compulsória de arbitragem. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 § 1° Os cadastros e dados de consumidores devem ser objetivos. a indenização poderá ser limitada. claros. no que couber.subtraiam ao consumidor a opção de reembolso da quantia já paga. 22 deste código. 51.impossibilitem. Art. X . Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo. II . sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. O consumidor pode desistir do contrato. As declarações de vontade constantes de escritos particulares. XI . V . ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a eqüidade.infrinjam ou possibilitem a violação de normas ambientais. IV . os serviços de proteção ao crédito e congêneres são considerados entidades de caráter público.aprovaconcursos.(Vetado). entre outros casos./2015 XIV . 84 e parágrafos. (Vetado).br Página 10 de 24 . A garantia contratual é complementar à legal e será conferida mediante termo escrito. a qualquer título. de imediato.

54.multa. o interesse das partes e outras circunstâncias peculiares ao caso. industrialização. § 4° Os órgãos oficiais poderão expedir notificações aos fornecedores para que.1996) § 2º É assegurado ao consumidor a liquidação antecipada do débito. sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo. permitindo sua imediata e fácil compreensão. www. § 3o Os contratos de adesão escritos serão redigidos em termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis.número e periodicidade das prestações. V . § 2° (Vetado). apesar dos esforços de integração. SEÇÃO III VI . da segurança.suspensão de fornecimento de produtos ou serviço. Art. A União. II . 53. cabendo a escolha ao consumidor. conforme o caso.Prof. decorrer ônus excessivo a qualquer das partes. considerando-se a natureza e conteúdo do contrato. às seguintes sanções administrativas. V . de 21008) § 4° As cláusulas que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque. na forma deste artigo. sendo obrigatória a participação dos consumidores e fornecedores. Art. § 1° As multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigação no seu termo não poderão ser superiores a dez por cento do valor da prestação.aprovaconcursos. resguardado o segredo industrial. Nos contratos de compra e venda de móveis ou imóveis mediante pagamento em prestações. Contrato de adesão é aquele cujas cláusulas tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor de produtos ou serviços. informá-lo prévia e adequadamente sobre: I . terá descontada. Prof. § 3° Os contratos de que trata o caput deste artigo serão expressos em moeda corrente nacional.inutilização do produto. entre outros requisitos. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 III . baixarão normas relativas à produção. Dos Contratos de Adesão Art. em caráter concorrente e nas suas respectivas áreas de atuação administrativa. IV . § 1° A União. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. em razão do inadimplemento.298. de 1993) Art. II . industrialização. o fornecedor deverá. da informação e do bem-estar do consumidor. prestem informações sobre questões de interesse do consumidor. § 1° As multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação. § 3º (Vetado). consideram-se nulas de pleno direito as cláusulas que estabeleçam a perda total das prestações pagas em benefício do credor que. os Estados. IV .suspensão temporária de atividade. a publicidade de produtos e serviços e o mercado de consumo. 56.acréscimos legalmente previstos.(Redação dada pela Lei nº 9. desde que a alternativa. sem prejuízo das de natureza civil. § 3° (Vetado).revogação de concessão ou permissão de uso. revisão e atualização das normas referidas no § 1°. estaduais. de modo a facilitar sua compreensão pelo consumidor. § 4° É facultado a qualquer consumidor ou entidade que o represente requerer ao Ministério Público que ajuíze a competente ação para ser declarada a nulidade de cláusula contratual que contrarie o disposto neste código ou de qualquer forma não assegure o justo equilíbrio entre direitos e obrigações das partes.soma total a pagar. distribuição e consumo de produtos e serviços.proibição de fabricação do produto. 52. além da vantagem econômica auferida com a fruição. o Distrito Federal e os Municípios fiscalizarão e controlarão a produção.se mostra excessivamente onerosa para o consumidor. exceto quando de sua ausência. § 2º Nos contratos do sistema de consórcio de produtos duráveis. de 1º.preço do produto ou serviço em moeda corrente nacional. (Redação dada pela nº 11. os prejuízos que o desistente ou inadimplente causar ao grupo. § 3° Os órgãos federais. III .8. da saúde. com e sem financiamento. Art.cassação do registro do produto junto ao órgão competente. de modo a facilitar sua compreensão pelo consumidor. 55. cujo tamanho da fonte não será inferior ao corpo doze. ressalvando-se o disposto no § 2° do artigo anterior. no interesse da preservação da vida. penal e das definidas em normas específicas: I . § 1° (Vetado). § 2° A nulidade de uma cláusula contratual abusiva não invalida o contrato.com. sob pena de desobediência. VII . do Distrito Federal e municipais com atribuições para fiscalizar e controlar o mercado de consumo manterão comissões permanentes para elaboração. § 5° (Vetado) CAPÍTULO VII Das Sanções Administrativas (Vide Lei nº 8. § 2° Nos contratos de adesão admite-se cláusula resolutória./2015 § 1° A inserção de cláusula no formulário não desfigura a natureza de adesão do contrato. III .785. As infrações das normas de defesa do consumidor ficam sujeitas. VIII .montante dos juros de mora e da taxa efetiva anual de juros. mediante redução proporcional dos juros e demais acréscimos. os Estados e o Distrito Federal. a compensação ou a restituição das parcelas quitadas. bem como nas alienações fiduciárias em garantia. total ou parcialmente.656. No fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor. § 3° Os contratos de adesão escritos serão redigidos em termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis.br Página 11 de 24 . distribuição. baixando as normas que se fizerem necessárias.apreensão do produto. pleitear a resolução do contrato e a retomada do produto alienado.

imposição de contrapropaganda. § 2° (Vetado) XII .interdição. mediante recomendações escritas ostensivas. X .Detenção de seis meses a dois anos e multa. inclusive por medida cautelar. (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 8. A pena de multa. § 1º Incorrerá nas mesmas penas quem patrocinar a oferta. Constituem crimes contra as relações de consumo previstas neste código. Executar serviço de alto grau de periculosidade. freqüência e dimensão e. imediatamente quando determinado pela autoridade competente. Art. Art. de estabelecimento. ou índice equivalente que venha a substituí-lo. não haverá reincidência até o trânsito em julgado da sentença. XI . (Redação dada pela Lei nº 8.703. 66.347. de forma capaz de desfazer o malefício da publicidade enganosa ou abusiva.cassação de licença do estabelecimento ou de atividade. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 IX . As penas de cassação de alvará de licença. quando violar obrigação legal ou contratual. Art. 60. os valores cabíveis à União.1993) Parágrafo único. Art. assegurada ampla defesa. 59. nos termos do art. sempre às expensas do infrator. A pena de multa. sem prejuízo do disposto no Código Penal e leis especiais. Parágrafo único. de 6. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança: Pena . Parágrafo único. § 2º Se o crime é culposo. (Vetado).Detenção de seis meses a dois anos e multa. Art. A multa será em montante não inferior a duzentas e não superior a três milhões de vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir). espaço e horário. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. de suspensão do fornecimento de produto ou serviço. quando forem constatados vícios de quantidade ou de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço. antecedente ou incidente de procedimento administrativo. 61. Pena Detenção de um a seis meses ou multa. quantidade. 36 e seus parágrafos. § 1° Incorrerá nas mesmas penas quem deixar de alertar. a interdição ou suspensão da atividade. de cassação do registro do produto e revogação da concessão ou permissão de uso serão aplicadas pela administração. a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor. Deixar de comunicar à autoridade competente e aos consumidores a nocividade ou periculosidade de produtos cujo conhecimento seja posterior à sua colocação no mercado: Pena . Parágrafo único. revertendo para o Fundo de que trata a Lei nº 7. 58. § 2° Se o crime é culposo: Pena Detenção de um a seis meses ou multa. Omitir dizeres ou sinais ostensivos sobre a nocividade ou periculosidade de produtos. Art. Fazer afirmação falsa ou enganosa. segurança. 63. graduada de acordo com a gravidade da infração./2015 www.br Página 12 de 24 . de 24 de julho de 1985.Detenção de três meses a um ano e multa. § 1° A pena de cassação da concessão será aplicada à concessionária de serviço público. desempenho. contrariando determinação de autoridade competente: Pena Detenção de seis meses a dois anos e multa. sobre a periculosidade do serviço a ser prestado. 62. § 3° (Vetado). Parágrafo único. preferencialmente no mesmo veículo. será aplicada mediante procedimento administrativo.aprovaconcursos. os produtos nocivos ou perigosos. nas embalagens. podendo ser aplicadas cumulativamente. de proibição de fabricação de produtos. Art. 64. nos invólucros. § 3° Pendendo ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa. de 21.Detenção de seis meses a dois anos e multa: Prof. assegurada ampla defesa. As sanções previstas neste artigo serão aplicadas pela autoridade administrativa. recipientes ou publicidade: Pena . serão aplicadas mediante procedimento administrativo. na forma deste artigo. (Vetado).intervenção administrativa. sendo a infração ou dano de âmbito nacional. total ou parcial. de inutilização de produtos. de 24 de julho de 1985.1993) Art. Incorrerá nas mesmas penas quem deixar de retirar do mercado. As penas deste artigo são aplicáveis sem prejuízo das correspondentes à lesão corporal e à morte. ou índice equivalente que venha substituí-lo. mediante procedimento administrativo.5. A imposição de contrapropaganda será cominada quando o fornecedor incorrer na prática de publicidade enganosa ou abusiva. 57. Art. a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor será aplicada mediante procedimento administrativo nos termos da lei. durabilidade. As penas de apreensão. local. ou para os Fundos estaduais ou municipais de proteção ao consumidor nos demais casos.9. A multa será em montante nunca inferior a trezentas e não superior a três milhões de vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional (BTN). 68. Parágrafo único. Art. característica. § 2° A pena de intervenção administrativa será aplicada sempre que as circunstâncias de fato desaconselharem a cassação de licença. 57. graduada de acordo com a gravidade da infração.656. § 1º A contrapropaganda será divulgada pelo responsável da mesma forma. Art. ou para os fundos estaduais de proteção ao consumidor nos demais casos. 65. revertendo para o fundo de que trata a Lei n° 7.347. qualidade. 67. quando o fornecedor reincidir na prática das infrações de maior gravidade previstas neste código e na legislação de consumo. no âmbito de sua atribuição. preço ou garantia de produtos ou serviços: Pena .Prof. as condutas tipificadas nos artigos seguintes.com. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva: Pena Detenção de três meses a um ano e multa. Art. de interdição e de suspensão temporária da atividade. ou omitir informação relevante sobre a natureza. bem como a de intervenção administrativa. de obra ou de atividade. TÍTULO II Das Infrações Penais Art.

banco de dados. ainda que sem personalidade jurídica. Art. cumulativa ou Prof.a União. constrangimento físico ou moral. de natureza indivisível. oferta. b) em detrimento de operário ou rurícola. será fixado pelo juiz. Impedir ou dificultar o acesso do consumidor às informações que sobre ele constem em cadastros. Art. assim entendidos. 78./2015 alternadamente. a ridículo ou interfira com seu trabalho.interesses ou direitos coletivos. Na individualização desta multa.interesses ou direitos individuais homogêneos. podem ser impostas. Art. são legitimados concorrentemente: (Redação dada pela Lei nº 9. (Vetado). II . IV . sem autorização do consumidor: Pena Detenção de três meses a um ano e multa. Parágrafo único. TÍTULO III Pena Detenção de um a seis meses ou multa. de ameaça. 69. afirmações falsas incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor. Art. A defesa coletiva será exercida quando se tratar de: I . 60. Art.1995) I . Deixar de corrigir imediatamente informação sobre consumidor constante de cadastro. para efeitos deste código. os legitimados indicados no art. na cobrança de dívidas. II . assim entendidos.3. 72.br Página 13 de 24 . bem como a outros crimes e contravenções que envolvam relações de consumo.o Ministério Público. são legitimados concorrentemente: Art.dissimular-se a natureza ilícita do procedimento. do Código Penal: Da Defesa do Consumidor em Juízo CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. ou índice equivalente que venha a substituí-lo. 70. banco de dados.Prof. III . técnicos e científicos que dão base à publicidade: Pena Detenção de um a seis meses ou multa. os transindividuais. Deixar de organizar dados fáticos. assim entendidos os decorrentes de origem comum. ou a título coletivo. os Municípios e o Distrito Federal. de notícia sobre os fatos e a condenação. coação. 80. bem como o diretor. V . parágrafo único. Parágrafo único. categoria ou classe de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica base.aprovaconcursos. Pena Detenção de um a seis meses ou multa. correspondente ao mínimo e ao máximo de dias de duração da pena privativa da liberdade cominada ao crime. Para os fins do art. III . b) aumentada pelo juiz até vinte vezes. 81. 100. III . de qualquer forma. concorrer para os crimes referidos neste código. 44 a 47. Art. Utilizar. 73. 81. às expensas do condenado. direta ou indireta. especificamente destinados à defesa dos interesses e direitos protegidos por este código. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 Parágrafo único. permitir ou por qualquer modo aprovar o fornecimento. Se assim recomendar a situação econômica do indiciado ou réu. nas infrações de que trata este código. de menor de dezoito ou maior de sessenta anos ou de pessoas portadoras de deficiência mental interditadas ou não.as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos por este código. de natureza indivisível de que seja titular grupo. Art. 82. observado odisposto nos arts. descanso ou lazer: Pena Detenção de três meses a um ano e multa. III . os transindividuais. 74. administrador ou gerente da pessoa jurídica que promover. como assistentes do Ministério Público. exposição à venda ou manutenção em depósito de produtos ou a oferta e prestação de serviços nas condições por ele proibidas. dispensada a autorização assemblear.a prestação de serviços à comunidade. Empregar na reparação de produtos. Art. Art. os Estados.com. para efeitos deste código. Art 82. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. Art.quando cometidos: a) por servidor público. Além das penas privativas de liberdade e de multa.serem praticados em operações que envolvam alimentos. 71. www.interesses ou direitos difusos. fichas e registros: Pena Detenção de seis meses a um ano ou multa. incide as penas a esses cominadas na medida de sua culpabilidade. O valor da fiança.a interdição temporária de direitos.as entidades e órgãos da Administração Pública. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente. São circunstâncias agravantes dos crimes tipificados neste código: I . IV . 82. 77. medicamentos ou quaisquer outros produtos ou serviços essenciais . inciso III e IV.008. 75. peça ou componentes de reposição usados.ocasionarem grave dano individual ou coletivo. Deixar de entregar ao consumidor o termo de garantia adequadamente preenchido e com especificação clara de seu conteúdo. Para os fins do art. §1° do Código Penal. parágrafo único. Art. II . fichas ou registros que sabe ou deveria saber ser inexata: I . entre cem e duzentas mil vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional (BTN). poderão intervir. aos quais também é facultado propor ação penal subsidiária.a publicação em órgãos de comunicação de grande circulação ou audiência. 79. ou pela autoridade que presidir o inquérito.serem cometidos em época de grave crise econômica ou por ocasião de calamidade. Quem. de 21. de que sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato. A pena pecuniária prevista nesta Seção será fixada em dias-multa. ou por pessoa cuja condição econômico-social seja manifestamente superior à da vítima. II . o juiz observará o disposto no art. Art. se a denúncia não for oferecida no prazo legal. 76. a fiança poderá ser: a) reduzida até a metade do seu valor mínimo. injustificadamente. No processo penal atinente aos crimes previstos neste código.

inclusive no que respeita ao inquérito civil. 88. a destinação da importância recolhida ao fundo Prof.1995) § 1° A execução coletiva far-se-á com base em certidão das sentenças de liquidação. A execução poderá ser coletiva.008. no caso de execução individual. 85. Art 98. Aplicam-se às ações previstas neste título as normas do Código de Processo Civil e da Lei n° 7. 82. Art. (Vetado) Art. Em caso de concurso de créditos decorrentes de condenação prevista na Lei n. Art. Art. além de requisição de força policial. remoção de coisas e pessoas. poderá o juiz determinar as medidas necessárias. fixando prazo razoável para o cumprimento do preceito. atuará sempre como fiscal da lei.no foro do lugar onde ocorreu ou deva ocorrer o dano. sendo promovida pelos legitimados de que trata o art. impor multa diária ao réu./2015 www. ação civil coletiva de responsabilidade pelos danos individualmente sofridos. ação civil coletiva de responsabilidade pelos danos individualmente sofridos. se for suficiente ou compatível com a obrigação. Art. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 § 1° O requisito da pré-constituição pode ser dispensado pelo juiz. a ação de regresso poderá ser ajuizada em processo autônomo. é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou após justificação prévia. Para a defesa dos direitos e interesses protegidos por este código são admissíveis todas as espécies de ações capazes de propiciar sua adequada e efetiva tutela. a associação autora e os diretores responsáveis pela propositura da ação serão solidariamente condenados em honorários advocatícios e ao décuplo das custas. Art. 82. de 24 de julho de 1985 e de indenizações pelos prejuízos individuais resultantes do mesmo evento danoso. Para efeito do disposto neste artigo. A execução poderá ser coletiva. Art. 83. § 5° Para a tutela específica ou para a obtenção do resultado prático equivalente. 91. 90. 97.Prof. de 24 de julho de 1985. § 2° (Vetado). Em caso de litigância de má-fé. 287. sendo promovida pelos legitimados de que trata o art. sem prejuízo do ajuizamento de outras execuções. 95. II . sem prejuízo da responsabilidade por perdas e danos. 98. Na ação que tenha por objeto o cumprimento da obrigação de fazer ou não fazer. (Vetado). (Vetado). Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. nas ações previstas nos arts. é competente para a causa a justiça local: I . Na hipótese do art. estas terão preferência no pagamento.1995) Art. abrangendo as vítimas cujas indenizações já tiveram sido fixadas em sentença de liquidação.br Página 14 de 24 . Ressalvada a competência da Justiça Federal. impedimento de atividade nociva. § 1° A conversão da obrigação em perdas e danos somente será admissível se por elas optar o autor ou se impossível a tutela específica ou a obtenção do resultado prático correspondente. aplicando-se as regras do Código de Processo Civil aos casos de competência concorrente. 93.° 7. do Código de Processo Civil). § 3° (Vetado). Art. (Vetado). nem condenação da associação autora. parágrafo único deste código. ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido. da qual deverá constar a ocorrência ou não do trânsito em julgado.3. Art. assim como pelos legitimados de que trata o art. Art. 89. custas e despesas processuais. 82 poderão propor. 91 e seguintes. Proposta a ação. Parágrafo único. 84. tais como busca e apreensão. abrangendo as vítimas cujas indenizações já tiverem sido fixadas em sentença de liquidação. para os danos de âmbito nacional ou regional. Art. § 2° A indenização por perdas e danos se fará sem prejuízo da multa (art.da liquidação da sentença ou da ação condenatória. O Ministério Público. 92. a fim de que os interessados possam intervir no processo como litisconsortes. será publicado edital no órgão oficial. Art. quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano. naquilo que não contrariar suas disposições. 86. Parágrafo único. se não ajuizar a ação.aprovaconcursos. § 3° Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justificado receio de ineficácia do provimento final. Os legitimados de que trata o art. independentemente de pedido do autor.347. de 21. § 2° É competente para a execução o juízo: I . (Redação dada pela Lei nº 9. na hipótese do § 3° ou na sentença. 87. em honorários de advogados.008. Nas ações coletivas de que trata este código não haverá adiantamento de custas. 81. em nome próprio e no interesse das vítimas ou seus sucessores. o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. (Vetado).347. desfazimento de obra. 94. Em caso de procedência do pedido. 96. 99.3. quando coletiva a execução.no foro da Capital do Estado ou no do Distrito Federal. sem prejuízo de ampla divulgação pelos meios de comunicação social por parte dos órgãos de defesa do consumidor. Art. citado o réu. sem prejuízo do ajuizamento de outras execuções. de acordo com o disposto nos artigos seguintes. vedada a denunciação da lide. emolumentos. Art. facultada a possibilidade de prosseguir-se nos mesmos autos. de 21. quando de âmbito local. Os legitimados de que trata o art. II . A liquidação e a execução de sentença poderão ser promovidas pela vítima e seus sucessores. Art. honorários periciais e quaisquer outras despesas. em nome próprio e no interesse das vítimas ou seus sucessores.da ação condenatória. Das Ações Coletivas Para a Defesa de Interesses Individuais Homogêneos Art 91. fixando a responsabilidade do réu pelos danos causados. de acordo com o disposto nos artigos seguintes.com. (Redação dada pela Lei nº 9. § 4° O juiz poderá. 81 poderão propor. (Vetado). a condenação será genérica. CAPÍTULO II Parágrafo único. Parágrafo único. (Vetado). 13. Art. Parágrafo único. salvo comprovada má-fé.

O Departamento Nacional de Defesa do Consumidor. O produto da indenização devida reverterá para o fundo criado pela Lei n. propor. Art. Art. Art.com.erga omnes.br Página 15 de 24 . § 3° Os efeitos da coisa julgada de que cuida o art. X . cujo uso ou consumo regular se revele nocivo ou perigoso à saúde pública e à incolumidade pessoal.347 de 24 de julho de 1985. 96 a 99. 81. 81. 105. bem como auxiliar a fiscalização de preços. II . na hipótese do inciso I do parágrafo único do art./2015 individuais dos integrantes da coletividade. ou individuais dos consumidores. com idêntico fundamento valendo-se de nova prova. TÍTULO IV Do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor Art. hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação.347. denúncias ou sugestões apresentadas por entidades representativas ou pessoas jurídicas de direito público ou privado. os órgãos federais.informar. 82 promover a liquidação e execução da indenização devida. divulgação distribuição ou venda. mas os efeitos da coisa julgada erga omnes ou ultra partes a que aludem os incisos II e III do artigo anterior não beneficiarão os autores das ações individuais. a sentença fará coisa julgada: I . avaliar e encaminhar consultas. quantidade e segurança de bens e serviços. 80 do Código de Processo Civil. coordenar e executar a política nacional de proteção ao consumidor. III . ou a determinar a alteração na composição.a ação pode ser proposta no domicílio do autor. sem prejuízo do disposto nos Capítulos I e II deste título. § 1° (Vetado). fórmula ou acondicionamento de produto. nos termos do inciso anterior. Parágrafo único. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. IX . Os legitimados a agir na forma deste código poderão propor ação visando compelir o Poder Público competente a proibir. do grupo. do Distrito Federal e Municípios.solicitar à polícia judiciária a instauração de inquérito policial para a apreciação de delito contra os consumidores.prestar aos consumidores permanente sobre seus direitos e garantias. ficará sustada enquanto pendentes de decisão de segundo grau as ações de indenização pelos danos individuais. conscientizar e motivar o consumidor através dos diferentes meios de comunicação. VII . Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 criado pela Lei n°7. apenas no caso de procedência do pedido. poderão os legitimados do art. quando se tratar da hipótese prevista no inciso II do parágrafo único do art.Prof. 106. inclusive com recursos financeiros e outros programas especiais. ou órgão federal que venha substituí-lo. a formação de entidades de defesa do consumidor pela população e pelos órgãos públicos estaduais e municipais. nos termos da legislação vigente. Nas ações coletivas de que trata este código. os interessados que não tiverem intervindo no processo como litisconsortes poderão propor ação de indenização a título individual. II . para beneficiar todas as vítimas e seus sucessores.(Vetado). VI . do Distrito Federal e municipais e as entidades privadas de defesa do consumidor. CAPÍTULO IV Da Coisa Julgada Art. § 2° (Vetado) orientação IV . 81. analisar. Integram o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC). a produção. abastecimento. categoria ou classe. Decorrido o prazo de um ano sem habilitação de interessados em número compatível com a gravidade do dano. previstas nos incisos I e II e do parágrafo único do art. se não for requerida sua suspensão no prazo de trinta dias. cabendo-lhe: I . da Secretaria Nacional de Direito Econômico (MJ). 81. propostas individualmente ou na forma prevista neste código. na hipótese do inciso III do parágrafo único do art. nos termos dos arts. categoria ou classe. estaduais. não induzem litispendência para as ações individuais. coletivos. III . é organismo de coordenação da política do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. II . § 1° Os efeitos da coisa julgada previstos nos incisos I e II não prejudicarão interesses e direitos Prof. beneficiarão as vítimas e seus sucessores. vedada a denunciação da lide ao Instituto de Resseguros do Brasil e dispensado o litisconsórcio obrigatório com este. de 24 de julho de 1985. VIII . a sentença que julgar procedente o pedido condenará o réu nos termos do art. em caso afirmativo.aprovaconcursos.erga omnes. facultando-se. Art. se procedente o pedido.representar ao Ministério Público competente para fins de adoção de medidas processuais no âmbito de suas atribuições. a contar da ciência nos autos do ajuizamento da ação coletiva. mas.planejar.incentivar. V . Nesta hipótese.levar ao conhecimento dos órgãos competentes as infrações de ordem administrativa que violarem os interesses difusos. As ações coletivas. de 24 de julho de 1985.o réu que houver contratado seguro de responsabilidade poderá chamar ao processo o segurador. Na ação de responsabilidade civil do fornecedor de produtos e serviços. 103. § 4º Aplica-se o disposto no parágrafo anterior à sentença penal condenatória. 101. combinado com o art. o ajuizamento de ação de indenização diretamente contra o segurador.receber. em todo o território nacional. mas limitadamente ao grupo. salvo na hipótese de o patrimônio do devedor ser manifestamente suficiente para responder pela integralidade das dívidas.° 7. Estados. 104. elaborar. salvo improcedência por insuficiência de provas. § 2° Na hipótese prevista no inciso III.solicitar o concurso de órgãos e entidades da União. www. em caso de improcedência do pedido. exceto se o pedido for julgado improcedente por insuficiência de provas. 13 da Lei n° 7. vedada a integração do contraditório pelo Instituto de Resseguros do Brasil. que poderão proceder à liquidação e à execução. 102. 100. Se o réu houver sido declarado falido. o síndico será intimado a informar a existência de seguro de responsabilidade. estrutura. CAPÍTULO III Das Ações de Responsabilidade do Fornecedor de Produtos e Serviços Art. 16.347. serão observadas as seguintes normas: I . não prejudicarão as ações de indenização por danos pessoalmente sofridos.ultra partes.

da Lei n. TÍTULO VI "Art. sem prejuízo da responsabilidade por perdas e danos”. 17 da Lei n° 7.347. Aplicam-se à defesa dos direitos e interesses difusos. JUIZ (168º) TJ/SP – 1997 2) Tendo em vista o Código de Defesa do Consumidor: 2 Os Exercícios foram compilados para atender aos requisitos do Edital. 113.347.2007 EXERCÍCIOS 2 JUIZ (167º) TJ/SP – 1997 1) Em face do Código de Defesa do Consumidor. de 24 de julho de 1985. 15 da Lei n° 7. de 24 de julho de 1985: Brasília.347. Art. o fabricante ou o produtor responde pela reparação dos danos causados ao consumidor por defeitos decorrentes da fabricação ou acondicionamento de seu produtos a) desde que cumpridamente provada a sua culpa./2015 Este texto não substitui o publicado no D. o Ministério Público ou outro legitimado assumirá a titularidade ativa".347. 169° da Independência e 102° da República. 11 de setembro de 1990.° 7.Retificado no DOU de 10. honorários periciais e quaisquer outras despesas. histórico.9. Art. 18 da Lei n° 7. a associação autora e os diretores responsáveis pela propositura da ação serão solidariamente condenados em honorários advocatícios e ao décuplo das custas.com. 107. de 24 de julho de 1985: "§ 4. b) ainda a que a culpa seja exclusiva do consumidor ou de terceiro. ao patrimônio artístico. coletivos e individuais.O.347. TÍTULO V Da Convenção Coletiva de Consumo Art. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 XI . ao consumidor. à qualidade. no que for cabível. passa a ter a seguinte redação: XII . quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano. Revogam-se as disposições em contrário. Art.1. de 12. de 24 de julho de 1985. em honorários de advogado. Este código entrará em vigor dentro de cento e oitenta dias a contar de sua publicação. § 2° A convenção somente obrigará os filiados às entidades signatárias. passando o parágrafo único a constituir o caput.347. Nas ações de que trata esta lei. a proteção ao meio ambiente. FERNANDO COLLOR Bernardo Cabral Zélia M. § 3° Não se exime de cumprir a convenção o fornecedor que se desligar da entidade em data posterior ao registro do instrumento. Art. Acrescente-se o seguinte inciso IV ao art. 17. 117. o seguinte dispositivo. de 24 de julho de 1985. à quantidade. 109.1990 . c) independentemente da existência da culpa.(Vetado) XIII . passa a ter a seguinte redação: "II . entre suas finalidades institucionais. salvo comprovada má-fé.° Admitir-se-á o litisconsórcio facultativo entre os Ministérios Públicos da União. 111. Cardoso de Mello Ozires Silva Art. Acrescente-se à Lei n° 7. Art. O inciso II do art. por convenção escrita. "IV . bem como à reclamação e composição do conflito de consumo. facultada igual iniciativa aos demais legitimados". de 24 de julho de 1985. 15. Art.br Página 16 de 24 . O art.inclua. Suprima-se o caput do art.(Vetado). 5° da Lei n° 7. As entidades civis de consumidores e as associações de fornecedores ou sindicatos de categoria econômica podem regular. 112.STJ) § 6° Os órgãos públicos legitimados poderão tomar dos interessados compromisso de ajustamento de sua conduta às exigências legais. emolumentos. Em caso de litigância de má-fé. mediante combinações. que terá eficácia de título executivo extrajudicial". com a seguinte redação: “Art. 116. 17. passa a ter a seguinte redação: "§ 3° Em caso de desistência infundada ou abandono da ação por associação legitimada. os dispositivos do Título III da lei que instituiu o Código de Defesa do Consumidor". (Vide Mensagem de veto) (Vide REsp 222582 /MG . de 24 de julho de 1985. d) somente quando comprovado o dolo ou a culpa grave.desenvolver outras atividades compatíveis com suas finalidades. “Art. do Distrito Federal e dos Estados na defesa dos interesses e direitos de que cuida esta lei.Prof. estético. sem que a associação autora lhe promova a execução. 110. Art. de 24 de julho de 1985: "Art.347.STJ) Prof. 21. § 1° A convenção tornar-se-á obrigatória a partir do registro do instrumento no cartório de títulos e documentos. Parágrafo único.347. ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido. 18. não haverá adiantamento de custas. renumerando-se os seguintes: "Art. ou a qualquer outro interesse difuso ou coletivo". 5° e 6° ao art. § 5. 1° da Lei n° 7. Art. o Departamento Nacional de Defesa do Consumidor poderá solicitar o concurso de órgãos e entidades de notória especialização técnico-científica. 115. O § 3° do art. Decorridos sessenta dias do trânsito em julgado da sentença condenatória. à garantia e características de produtos e serviços. Disposições Finais Art. Art. (Vide Mensagem de veto) (Vide REsp 222582 /MG . Dê-se a seguinte redação ao art. Para a consecução de seus objetivos.a qualquer outro interesse difuso ou coletivo".U. deverá fazê-lo o Ministério Público.aprovaconcursos. nem condenação da associação autora. www. 108. custas e despesas processuais". 5º. Acrescente-se os seguintes §§ 4°. 119. Art. 118. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. 114. turístico e paisagístico.° O requisito da pré-constituição poderá ser dispensado pelo juiz. (Vetado). 5° da Lei n° 7. (Vetado). relações de consumo que tenham por objeto estabelecer condições relativas ao preço.

Assinale a alternativa correta. 52./2015 responsáveis pelos danos causados ao consumidor. são: a) o fabricante. desde que fundada no princípio da vulnerabilidade e da plausibilidade da alegação do consumidor. julgue os itens subseqüentes (Certo – C / Errado – E). b) as regras de responsabilidade objetiva do Código Civil não foram alteradas. não está configurada a relação de consumo. "as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação" (art. aqui prevista. em situações justificáveis. 1) Nos processos em que se pleiteia direito relativo a consumidor. a) a inserção de cláusula individual desfigura a natureza de adesão do contrato. que regula a relação de consumo. c) a interpretação das cláusulas contratuais é a mais favorável ao predisponente. já o obriga a reparar o dano causado por esta mesma atividade. § 1o). determinar a inversão do ônus da prova se o consumidor for hipossuficiente. como destinatário final. a responsabilidade sem culpa. obrigatoriamente.de 1990). a favor do consumidor.078. e) havendo cláusulas abusivas. b) admite-se a cláusula resolutória como alternativa em favor do aderente. 4) Contempla o Código de Defesa do Consumidor (CDC). d) a critério do juiz. JUIZ SUBSTITUTO (CESPE) TJ/MT – 2005 11) Entre os princípios que regem a Política Nacional das Relações de Consumo. JUIZ SUBSTITUTO (CESPE) TJ/MT 2004 9) Em relação às provas. Esta pode ser determinada: a) a critério do juiz. mas a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. de alguma forma. c) poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica quando. 8) Nas relações de fornecimento de produtos e serviços. desde que escritas de forma clara. na condição de vendedora.078. financeiros. b) Essa limitação incide nos contratos celebrados entre as escolas e seus alunos. indique a alternativa incorreta. de crédito e de seguros. como compradora. c) o fabricante. b) o fabricante. JUIZ TJ/SP – 2000 3) Nos termos do Código de Defesa do Consumidor (CDC). a inversão do ônus da prova. exercida pelo fornecedor.aprovaconcursos. em mais de uma hipótese nas relações de consumo. a) O CDC é um microssistema. o contrato é nulo. de 1990). é errado afirmar que: a) a inversão do ônus da prova. 5) Considerando-se que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) introduziu no ordenamento jurídico normas de direito material e processuais. como norma de natureza processual. produtor. o importador e o construtor. segundo o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8. está a previsão de ação www. b) Nada impede que. visto que a incorporadora não se amolda à definição de consumidor. o comerciante e o construtor nacional. a sua personalidade representar obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.br Página 17 de 24 . ainda que a hipótese não verse sobre interesse difuso ou coletivo. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. as pessoas solidariamente Prof. d) Essa limitação é inaplicável aos contratos bancários. tendo esta o intuito de revender esse bem. d) O CDC consagra. c) A cláusula penal moratória. d) as cláusulas impressas preponderam sobre as individuais. o construtor e o comerciante.Prof. pelo fato do produto. b) pelo juiz. se dará quando. exclui a possibilidade de incidência de juros. segundo as regras ordinárias de experiência. as partes estabeleçam que a inversão do ônus da prova só ocorra na hipótese de a responsabilidade ser transferida a terceiros. b) determinem a utilização compulsória de arbitragem. situando-se no campo de sua prudente discricionariedade. d) violem normas ambientais. d) cláusula contratual de natureza não adesiva pode restringir o alcance da responsabilidade pelo vício do produto. e a empresa incorporadora. c) Se alguém adquire um imóvel diretamente da construtora. a critério do Juiz. construtor ou importador. são admitidas cláusulas contratuais que: a) estabeleçam a inversão do ônus da prova em prejuízo do consumidor. c) a critério do juiz. d) as sociedades consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. Se essa venda é realizada entre a construtora. b) as sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes do Código de Defesa do Consumidor. a) Essa limitação é válida só para o fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou cessão de financiamento ao consumidor. 2) O Ministério Público tem legitimidade para propor ação civil pública em defesa do direito do consumidor. ao despachar a inicial. JUIZ SUBSTITUTO (CESPE) TJ/DF 2001 10) Nos contratos de adesão. segundo o Código de Defesa do Consumidor. o juiz deve. caracterizada está a relação de consumo. no contrato. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 a) a simples existência de atividade econômica no mercado. o comerciante e o importador. segundo as regras ordinárias de experiência. dentro do macrossistema que é o CC. devendo tal circunstância constar do mandado de citação do réu. mas individual homogêneo. 6) Quando o produto durável é fornecido com identificação clara do seu fabricante. for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente. c) limitem as indenizações. nas relações de consumo entre fornecedor e consumidor pessoa jurídica. c) independente para a responsabilização pessoal dos profissionais ser a obrigação de meio ou de resultado. para aferição da veracidade e correção de informação ou comunicação publicitária. JUIZ TJ/SP – 2002 7) Segundo o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8. d) o importador.com. só na hipótese de estar o consumidor no pólo ativo da demanda.

aprovaconcursos. máximo de quinze dias. para beneficiar todas as vitimas e seus sucessores. Você só deverá marcar qualquer proposição quando tiver certeza de que ela é verdadeira. em perfeitas condições de uso. para beneficiar todas as vítimas e seus sucessores. de até trinta dias. Após certo período. valendo-se de nova prova. o produto era: a) não-durável e a reclamação se deu mais de 15 dias após o fornecimento. salvo improcedência por insuficiência de provas. ultra partes. 04. com idêntico fundamento. os princípios a serem atendidos pela Política Nacional das Relações de Consumo não incluem o(a) a) incentivo à criação de meios eficientes de controle de qualidade e segurança de produtos e serviços. a) Somente é caracterizado vício de produto se ele tiver natureza durável. a sentença fará coisa julgada: 01. ou o abatimento proporcional do preço. erga omnes. hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação. quando se tratar de interesses ou direitos difusos. Acerca do vício de produto. contendo 5. pode o consumidor exigir a substituição da produto por outro da mesma espécie. 17) Nas ações coletivas de que trata o Código de Defesa do Consumidor. 04. b) incentivo à criação de mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo. categoria ou classe. d) Configura vício de produto a disparidade existente entre o produto e as indicações constantes de mensagem publicitária. perderá toda a questão. 18) Não sendo sanado o vício de qualidade no prazo: 01. com idêntico fundamento. ultra partes. porém. Nesse âmbito. 32 e 64. e já haviam se passado mais de 90 dias. Prof. indicadas pelos números 01. c) durável e já se haviam passado mais de 120 dias. 02. apenas no caso de procedência do pedido.Prof. 16. hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação. quando se tratar de interesses ou direitos individuais homogêneos. valendo-se de nova prova. d) racionalização e melhoria dos serviços públicos. 14) As formas de repressão aos abusos na relação d e consumo incluem a responsabilização por vícios de produtos./2015 TJ/BA JUIZ SUBSTITUTO . c) É vício de produto tanto aquele que torna o produto impróprio para consumo como o que o faz inadequado ao consumo. 16. como ocorre com um aparelho eletrodoméstico. 08. 04. monetariamente atualizada.br Página 18 de 24 . O máximo da soma de cada questão é 99. 6 ou 7 proposições. alternativamente. as formas de ação governamental previstas na legislação não incluem: a) iniciativas para proteger os consumidores. sob alegação de caducidade do direito de reclamação. c) inventos e criações industriais de forma indevida. pois se marcar um número que contenha alguma proposição falsa. em perfeitas condições de uso. com idêntico fundamento. c) atuação do Estado no mercado de consumo. erga omnes. fixado no certificado de garantia. valendo-se de nova prova. máxima de trinta dias. apenas no caso de procedência do pedido. hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação. ultra partes. 02. 16) Determinado consumidor adquiriu um produto que apresentava vício aparente.com. a restituição da quantia paga ou o abatimento proporcional do preço. c) exigir abatimento proporcional do preço. erga omnes. Na hipótese que permitiria tal alegação por parte do fornecedor. pode o consumidor exigir o abatimento proporcional do preço. b) durável e a reclamação ocorreu mais de 60 dias após o fornecimento. mas limitadamente ao grupo. monetariamente atualizada. exceto se o pedido for julgado improcedente por insuficiência de provas. no que não foi atendido. www. 02. mas limitadamente à categoria ou classe. d) exigir restituição imediata da quantia paga. salvo improcedência por insuficiência de provas. b) propaganda silente no que se refira a qualidade ou quantidade do produto. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 governamental de proteção ao consumidor. Não é objeto de expressa disposição legal a repressão à utilização de: a) marcas e nomes comerciais indevidamente. quando se tratar de interesses ou direitos coletivos. com idêntico fundamento. 32. valendo-se de nova prova.1999 Código de Defesa do Consumidor São questões múltiplas. c) incentivo à veiculação de publicidade destinada ao esclarecimento social a cerca dos abusos nas relações de consumo. b) pleitear pagamento por perdas e danos. d) signos distintivos que causem prejuízo ao consumidor. d) incentivo à criação e ao desenvolvimento de associações representativas. quando se tratar de interesses ou direitos individuais homogêneos. exceto se o pedido for julgado improcedente por insuficiência de provas. 12) Previsto s no Código Brasileiro de Defesa do Consumidor. quando se tratar de interesses individuais homogêneos. pode o consumidor requerer a substituição da quantia paga. somar os números a elas correspondentes e passar para a Folha de Respostas o resultado obtido. assinale a opção incorreta. pode o consumidor exigir. b) incentivos à criação de cooperativas de consumo. 08. dirigiu-se ao fornecedor para reclamar. estava em curso inquérito civil relativo ao fornecimento daquele mesmo produto. caso em que abre mão do direito de pleitear eventuais perdas e danos. 13) A legislação de proteção ao consumidor prevê a busca da coibição e da repressão eficientes d e práticas com diversas características. Você deverá identificá-las. 15) As faculdades legalmente conferidas ao consumidor em decorrência de vício de produto não incluem a possibilidade de o referido consumidor: a) exigir a substituição do produto por outro da mesma espécie. Cada questão poderá conter uma ou mais proposições verdadeiras. b) O vício pode ser tanto de quantidade quanto de qualidade. 08. d) semi-durável. hipótese em que qualquer legitimado poderá intentar outra ação. quando se tratar de interesses ou direitos coletivos. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr.

01.OAB/PR . a partir do término da entrega efetiva do produto durável e caduca em noventa dias. sete dias a contar de sua assinatura.3º EXAME DE 2006 25) Sobre a proteção das relações de consumo. 19) O comerciante é igualmente responsável pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de fabricação de produtos. ou o abatimento proporcional do preço. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. 04. e portanto. da efetiva constatação pelo consumidor. determinem a utilização facultativa de arbitragem. no prazo de: 01. ou fornecer qualquer serviço. a limites qualitativos. enviar ou entregar ao consumidor. três dias úteis a contar de sua assinatura. quinze dias a contar do ato de recebimento do produto. sendo identificado o fabricante do produto perecível. a respeito do indébito. e como indenização a quantia correspondente a duas vezes o valor da restituição. o consumidor poderá optar pela restituição da quantia paga. b) exceto no caso de engano justificável. sempre que a contratação de fornecimento de produto ocorrer por telefone. o consumidor que for cobrado em quantia indevida terá o direito à repetição do indébito. 21) É vedado ao fornecedor de produtos e serviços: 02.br Página 19 de 24 . possibilitem a renúncia do direito de indenização por benfeitorias necessárias.com. á restituição simples do valor que pagou em excesso. sem justa causa. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer por via postal. 16. 02. 23) O consumidor pode desistir do contrato. sete dias a contar do ato de recebimento do produto. 04. o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante. 02. sem justa causa. no dobro do valor que pagou em www. de até noventa dias. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer por telefone. 04. amostra grátis de qualquer produto 16. qualquer produto. acrescido da multa de 20% (vinte por cento). 08. quando: 04. 64. 08. a partir da aquisição do produto ou serviço e caduca em noventa dias. 16. a responsabilidade pela comercialização do produto.Prof. obriguem o consumidor a ressarcir os custos de cobrança de sua obrigação. 16. este não for conservado adequadamente. máximo de sessenta dias. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço. a limites quantitativas. 20) No que se refere à contagem do prazo decadencial para reclamar pelos vícios aparentes. deixar de exigir do fabricante o certificada de qualidade expedido pelo órgão competente. 01. deixem de fornecer a opção de concluir ou não o contrato. 16. 01. 08. 32. 01. estabeleçam a inversão do onus da prova em prejuízo do fornecedor. a titulo de repetição de indébito. sempre que a contratação de fornecimento de produto ocorrer a domicílio 16. acrescida de juros legais e correção monetária. ao dobro do que pagou em excesso.aprovaconcursos. 08. infrinjam ou possibilitem a violação de normas ambientais. o valor que pagou em excesso. a receber a título de restituição. sem que igual direito lhe seja conferido contra o fornecedor. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 16. imponham representante para concluir ou realizar outro negócio jurídico pelo consumidor. nulas de pleno direito. sem solicitação prévia. do inicio da execução do serviço e caduca em quinze dias úteis. a partir da entrega efetiva do produto não durável e caduca em tinta dias. pelo simples fato de assumir de forma implícita. assinale a alternativa INCORRETA: a) as vítimas de acidentes de consumo são consideradas consumidores equiparados. condicionar o fornecimento de serviço. entregar ao consumidor. Prof. 02.a receber em restituição o valor que pagou em excesso. 32. 32. acrescido de 50% (cinqüenta por cento). juros legais e correção monetária. mesmo sendo identificado o fabricante. 04. quinze dias a contar de sua assinatura. deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a critério exclusivo do consumidor. 08. por valor igual ao que pagou. juros legais e correção monetária. 08. seja do produto ou do serviço e caduca em quarenta e cinco dias. 02. 22) O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito: 01. condicionar o fornecimento de produto. sem solicitação prévia. 02. é certo que inicia-se: 04. a partir do término da execução do serviço durável e caduca em noventa dias. 32. o consumidor poderá solicitar o abatimento proporcional do preço./2015 EXAME DE ORDEM . dez dias a contar de sua assinatura. aquelas que: 32. sempre que a contratação ocorrer fora do estabelecimento comercial. 24) Em matéria de defesa do consumidor é INCORRETO afirmar serem cláusulas abusivas. o fabricante não puder ser identificado. monetariamente atualizada.

aprovaconcursos. aquela que veicula informação falsa capaz de induzir em erro o consumidor.2º EXAME DE 2005 27) Sobre a disciplina das relações de consumo. 48. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. 50. seguida de uma assertiva a ser julgada. iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria. respectivamente. d) a partir da promulgação do Código de Defesa do Consumidor a prática de manutenção de cadastro de inadimplentes tornou-se ilegal. Prof. construção. características. d) o juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando. a substituição do produto ou o abatimento do preço. em detrimento do consumidor. 49. propaganda e promoção. 43. 42. considerado legislação avançada para o comércio convencional. uma vez que falsa a informação sobre a quantidade caracteriza propaganda abusiva. fez diversas alterações físicas em suas agências. assinale a alternativa CORRETA: a) as sociedades integrantes de grupos societários e as sociedades controladas poderão vir a responder por danos causados ao consumidor por outras empresas do mesmo grupo ou pela controladora. ante a existência de culpa. BANCO DO BRASIL – (CESPE) . Acerca das normas gerais e dos critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida e do CDC. analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA: I – Na responsabilidade pelo fato do produto e do serviço.1º EXAME DE 2005 28) Sobre os direitos do consumidor e respectivo Código. especialmente no tocante à relevância de aspectos como direitos do consumidor. qualidade e preço é um dos direitos básicos do consumidor./2015 b) sobre a responsabilidade por vício do produto e do serviço. bem como por informações insuficientes ou inadequados sobre sua utilização e riscos. os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. é apresentada uma situação hipotética. Nessa situação. telemarketing e etiqueta empresarial para as empresas. d) quando o consumidor adquire um produto essencial e este apresente vício. com especificação correta de quantidade. excesso de poder. desde que determináveis e que intervenham nas relações de consumo. julgue os itens seguintes. estão sujeitas ao CDC porque são consideradas produtos. pode imediatamente ser exigida a devolução do dinheiro. EXAME DE ORDEM . julgue os itens subseqüentes. os fornecedores de produtos duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam.2008 Julgue os itens seguintes. d) a alternativa IV está incorreta. III e IV estão corretas. fabricação. www. houver abuso de direito. b) a propaganda enganosa. IV – É correto afirmar que os contrato que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo. BANCO DO BRASIL – (CESPE) . EXAME DE ORDEM . venda. sob pena de prescrição. mostrou-se totalmente inadequado para abranger as novas modalidades de transação comercial possibilitadas pelo advento da Internet. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. c) prescreve em 20 (vinte) anos a pretensão à reparação pelos danos causados pelo fato do produto ou serviço.OAB/PR . II – A informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. como cheque especial e financiamentos.OAB/PR . não estão sujeitas ao referido código. Luís sofreu sérios prejuízos financeiros em decorrência dessa aplicação. mas as operações acessórias. Luís. c) condicionar a venda de um produto à aquisição de outro caracteriza venda casada. as alegações do consumidor forem verossímeis e. se o consumidor for hipossuficiente. II.com. É lícito que certa instituição bancária condicione a celebração de contrato de conta-corrente à contratação de plano de previdência complementar. o fabricante.OAB/PR . assinale a alternativa INCORRETA: a) consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. coibida pelo Código de Defesa do Consumidor. acerca do Código de Defesa do Consumidor.br Página 20 de 24 . Com relação a atendimento.Prof. III – No que concerne à responsabilidade por vício do produto ou do serviço. a contar da ocorrência do evento danoso. c) as afirmativas I e III estão corretas. mesmo que não tenha tido a intenção de prejudicá-lo. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 excesso. O consumidor que sofrer dano físico grave por manusear objeto que tenha defeito de fabricação deve acionar o fabricante do objeto defeituoso no prazo máximo de dois anos. acerca do Código de Defesa do Consumidor. marketing. cumulativamente. que são as prestações de serviços e não produtos. gerente do banco. mas particularmente em promover a acessibilidade de seus clientes portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida. condicionar à aquisição de um serviço à realização de outro ao à aquisição da matéria prima não se enquadra na proibição. é considerada contrária aos interesses do consumidor quando a informação estiver relacionada à qualidade do produto ou serviço. acerca do qual havia recebido informações inadequadas e insuficientes de Breno. acrescido de correção monetária e de juros legais. preocupado não só em atender às normas legais vigentes. Breno poderá ser responsabilizado pelos danos causados a Luís. aplicou grande soma de dinheiro em certo fundo de investimentos considerado muito arriscado. c) a inversão do ônus da prova pode ser decretada pelo juiz se. montagem de produtos. b) as afirmativas II e IV estão corretas. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. como recibo de depósito bancário (RDB) e poupança. O Código de Defesa do Consumidor. 57. o construtor nacional ou estrangeiro. também. a) as afirmativas I. A observância ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) também tem sido um ponto importante no tratamento com seus clientes.1º EXAME DE 2006 26) Sobre os direitos do consumidor. composição. Em cada um dos itens a seguir. Posteriormente. EXAME DE ORDEM . porém. satisfação dos clientes.2007 O BB. correntista do Banco Próspero. fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. respondem. e as operações bancárias passivas. As operações bancárias ativas. infração de lei. o produtor.

76% ao mês.com.078/90). apenas. Nesse caso.078/90 − Código de Defesa do Consumidor. Procurou um funcionário do banco. pois a eventual nulidade de uma cláusula não invalida o contrato. pois contém cláusulas abusivas. para efetuar uma obra em uma de suas salas comerciais. 69. sendo proibida a exigência da contratação de seguro. ilegal. II e III. mas sem alteração das condições contratuais de juros. o que impede o pagamento antecipado. antecipando dez parcelas. pois as instituições financeiras são isentas do cumprimento do Código de Defesa do Consumidor. II. apenas.As cláusulas contratuais que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque. Prof. correção monetária pela TR e multa de 2% em caso de mora ou inadimplemento. sendo.Serviço compreende qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. no mercado de consumo. apenas. após prévia notificação. para ela. b) pagamento parcial antecipado é possível. independente de remuneração. c) não contém qualquer cláusula abusiva. são feitas as afirmações a seguir. o contrato de mútuo a) pode ser declarado válido ou nulo pelo Judiciário. foi inscrito em cadastro restritivo de crédito e seu contrato foi encaminhado ao Jurídico para a propositura de ação judicial. apenas. Estão corretas as afirmativas a) I. mediante remuneração. No mês de dezembro. III e IV. d) é válido. e pediu o desconto dos juros. contraiu empréstimo de quarenta mil reais para pagamento em trinta e seis meses. Sérgio contratou os serviços da JJ Construtora Ltda. pois os contratantes estão livres para escolher os meios de solução dos conflitos. 73) Caio. portanto. III e IV. apenas.aprovaconcursos. a responsabilidade do Banco a) pode ser afastada apenas na hipótese de prova de culpa exclusiva da vítima. II . d) II. o que configura ilegalidade. I . públicas ou privadas. o mutuário contratou também um seguro de crédito e restou pactuado que eventual discussão acerca do contrato deveria ser feita obrigatoriamente por meio da arbitragem. aquilo era um defeito na prestação do serviço./2015 b) Os juros superam o valor máximo de 1% ao mês previsto na legislação. pois há apenas o direito de cobrar o crédito. por expressa disposição do Código de Defesa do Consumidor. e) quitação antecipada deve ser total e sem redução dos juros efetivamente contratados. c) Os juros cobrados e a negativação são ilegais frente ao Código de Defesa do Consumidor. de acordo com o Código de Defesa do Consumidor? a) Não há ilegalidade alguma no caso descrito. b) I. II e IV. e) A cláusula de juros é abusiva e a notificação configura cobrança por meio indevido. II . inclusive as decorrentes de relações de caráter trabalhista. De acordo com o caso descrito. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – (CESGRANRIO) 2008 66. analise as afirmativas a seguir sobre conceito legal de consumidor. b) configura venda casada. 76. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 58.2010 70) José é correntista do Banco da Brasil há dois anos e tem crédito disponível para utilização no cheque especial. II e IV. tendo direito ao ressarcimento em razão da responsabilidade do Banco. II. há alguma ilegalidade.2010 Habilidades no Atendimento Atenção: As questões abaixo referem-se à Lei no 8.As cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor. mas não o de negativar o nome do consumidor. contados a partir do dia 6 de novembro de 2007. Nessa situação.Consumidor compreende apenas as pessoas físicas que adquirem ou utilizam serviços como destinatários finais. d) A inscrição em cadastro restritivo de crédito foi ilegal. b) independe da existência de culpa. e) I. III . BANCO DO BRASIL – (CESGRANRIO) . IV.As cláusulas contratuais que estabeleçam inversão do ônus da prova em prejuízo do consumidor são nulas de pleno direito. e) é nulo. José ultrapassou seu limite de crédito. I . ainda que parcial. 71) Maria é poupadora do Banco Ypsilon e constatou o saque de valores em sua conta poupança. o(a) a) contrato tem prazo determinado. e) é inexistente. Seu nome. e) I. permitindo sua imediata e fácil compreensão. que não pode afastar a validade de cláusulas. III .Prof. III e IV. apenas. c) I. mesmo que seja celebrado com outra seguradora. apenas. Nessa situação. São direitos básicos do consumidor: www. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s) a) III. salvo concordância expressa do Banco. quando o advogado reparou que os juros eram superiores a 12% ao ano. fornecedor e serviço. IV . Considerando as definições previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei no 8. para exercer esse direito. caso Sérgio tivesse precisado reclamar de eventuais vícios aparentes decorrentes da obra realizada. Acerca dos contratos de adesão destinados a regular relações de consumo. Caio resolveu quitar parcialmente sua dívida. II e III. c) I. d) é factível. A obra começou no dia 6 de novembro de 2007 e terminou quinze dias depois. com juros de 1. e tem direito à redução proporcional dos juros. desde que comprovada sua culpa ou negligência. c) cliente pode fazer a liquidação antecipada. c) é integral e não há excludentes. Nesse caso. BANCO DO BRASIL – (FCC) .As cláusulas contratuais que exonerem a responsabilidade do fornecedor por vícios de qualquer natureza são nulas de pleno direito.Serviço compreende as atividades de natureza securitária fornecidas. desde que seja quitação total. afirmando que não havia sacado as referidas quantias e que. apenas. 72) Ao celebrar contrato de mútuo com o Banco Toada. que desenvolvem atividade de comercialização de produtos ou prestação de serviços. d) cliente poderá fazer a quitação antecipada e com redução de juros. III e IV. Passados oito meses. b) II e III. cliente do Banco Argent. d) I.br Página 21 de 24 . Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr.Fornecedor compreende pessoas jurídicas. teria tido noventa dias.

métodos comerciais coercitivos ou desleais. preço ou garantia de produtos ou serviços. B) É vedada à instituição financeira expressar em seu estatuto ou contrato social o compromisso de criar condições adequadas para o funcionamento da ouvidoria. qualidade e preço. João constatou que as alterações solicitadas não haviam sido efetuadas. inclusive com a inversão do ônus da prova. Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 I. João nada poderá fazer. (C) I. 89) Um cliente do Banco ZZY enfrenta um problema referente à tarifação indevida sobre seu extrato bancário. Inicialmente. ou omitir informação relevante sobre a natureza. a seu favor. IV e V. (E) 360 dias. (D) II. composição. com base no Código de Defesa do Consumidor. atribuindo-se. característica. e) ao dobro do que pagou em excesso. características. (B) 90 dias. João. V. www. A modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. II. III e IV. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. sem custo adicional e quando cabível. A restituição imediata da quantia paga. 83 Considere a seguinte situação hipotética. III e V. monetariamente atualizada. desempenho. pois o código é omisso com relação a esse tipo de problema. IV e V. salvo hipótese de engano justificável. especialmente por telefone ou a domicílio. A restituição imediata da quantia paga. acrescido de correção monetária e juros legais. (B) I e IV. A informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. passada uma semana. O art. (D) 180 dias. pode ser confiada a terceiros devidamente capacitados. depois de fazer ameaças a um consumidor. b) 3 (três) meses a 2 (dois) anos. c) ao triplo do que pagou em excesso. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. c) 6 (seis) meses a 1 (um) ano. INSS – TÉCNICO – (CESPE) .Prof. II e III. alegar que foi exposto a constrangimento. no prazo de: (A) 7 dias. Nessa situação. 78. O abatimento proporcional do preço. em procedimento de cobrança de dívida. seus clientes e usuários de seus produtos e serviços. exceto contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos.br Página 22 de 24 . 85) O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito. Sem solução para a questão. II. 20 dispõe que: O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor. o consumidor pode. 84 Considere-se que uma empresa de águas e esgotos. caracteriza corretamente a ouvidoria: A) A ouvidoria deve desempenhar a função de canal de comunicação entre o banco. IV.2008 Acerca dos direitos dos usuários de serviços públicos. a critério do juiz. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I.2011 Atenção: Para responder às questões de números 85 e 86 considere a Lei 8. 79. pena de detenção de: a) 3 (três) meses a 1 (um) ano. A reexecução dos serviços. podendo o consumidor exigir. Prof. Nessa situação. Tratando-se de fornecimento de serviços e de produtos não duráveis. somente depois de muita insistência./2015 (C) 21 dias. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. bem como sobre os riscos que apresentem. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. assim como aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária. que segue rigorosamente as determinações contidas na Resolução CMN nº 3. (C) 120 dias. isenta de atualização monetária. d) 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. 77. com custo adicional e quando cabível. decida deixar de recolher parte dos esgotos produzidos na moradia desse cidadão.849 de 25/03/2010. A reexecução dos serviços. por valor igual: a) ao quádruplo do que pagou em excesso. Segundo esta Resolução do CMN. V. (B) I e III. b) à metade do que pagou em excesso.aprovaconcursos. III. qualidade. por conta e risco do fornecedor. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I. II e III. III. que dispõe sobre as ouvidorias das instituições financeiras. o atendente dificultou-lhe o acesso aos dados e.078/1990. IV. durabilidade. (E) III e IV. (B) 14 dias. o consumidor pode desistir do contrato sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. (C) II. no processo civil. A educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços. o direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em (A) 30 dias.com. for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente. 86) Constituem crimes contra as relações de consumo fazer afirmação falsa ou enganosa. (D) 28 dias. quando. a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. (D) II. João conseguiu convencê-lo da necessidade de alterar alguns dados no referido documento. Tratando-se da proteção contratual. segundo as regras ordinárias de experiências. e) 9 (nove) meses a 1 (um) ano. julgue os itens subseqüentes. d) a ¼ do que pagou em excesso. Entretanto. alternativamente e à sua escolha: I. não sendo asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações. A proteção contra a publicidade enganosa e abusiva. por ter constatado erros em sua ficha hospitalar. segurança. além de multa. dirigiu-se ao setor de registros do hospital e solicitou ao atendente que lhe mostrasse a ficha. quantidade. (E) III e V. resolve encaminhar sua reclamação à ouvidoria do Banco. BANCO DO BRASIL – ESCRITURÁIO – (FCC) . (E) 56 dias. com especificação correta de quantidade. do ponto de vista do Código de Defesa do Consumidor. A facilitação da defesa de seus direitos.

sendo o seu nome inscrito em cadastro de proteção ao crédito. 94) Cliente que deseje processar seu dentista em razão de erro ocorrido em procedimento de colocação de prótese dentária não poderá recorrer ao CDC porque. sobre as relações do consumidor bancário com as instituições financeiras. a: A) dez B) seis C) cinco D) quatro E) três CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – (CESPE) . Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 C) A ouvidoria tem a atribuição de receber as reclamações dos clientes e usuários de produtos e serviços do Banco. E) instituições financeiras devem ter serviço de ouvidoria para receber as reclamações dos clientes.078/1990 —. o qual não pode ultrapassar quarenta dias corridos. B) clientes devem receber cópias impressas ou por meio eletrônico dos contratos firmados com as instituições financeiras./2015 Julgue os itens subsequentes à luz do CDC e da Resolução CMN/BACEN n. assinale a opção correta. www. sabe-se que os(as) A) recibos e demais documentos comprobatórios das transações bancárias devem ficar sob a guarda da instituição. de mora e de administração.2014 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – (CESGRANRIO) 2010 91) Com relação ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) — Lei n. D) O Banco não tem a incumbência de garantir o acesso gratuito aos clientes e usuários de produtos e serviços ao atendimento da ouvidoria. 96) O CDC determina que. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr. ter seu nome inserido em cadastro de beneficiários e receber produtos ou serviços sem solicitação expressa do cliente. não há situação que caracterize a vulnerabilidade do cliente. Prof.Prof. tem amparo no CDC. (E) A ouvidoria deve informar aos reclamantes o prazo previsto para resposta final. Gabarito dos Exercícios3: 1 C 2 A 3 A 4 D 5 B 6 C 7 B 8 C 10 B 28 C 9 1C 2C 19 02 04 16 29 C 11 B 12 C 13 B 14 A 15 D 16 D 18 01 08 21 02 04 16 31 E 41 E 51 C 61 E 22 01 23 08 32 24 16 64 25 C 26 B 17 02 04 32 27 A 32 E 42 E 52 E 62 E 33 C 43 E 53 C 63 C 34 C 44 C 54 C 64 C 35 E* 45 C 55 E 65 C 36 E 46 C 56 C 66 B 37 E 47 E 57 C 67 B 38 C 48 E 58 E 68 E 39 E 49 E 59 C 69 E 40 C 50 E 60 E 70 A 3 As questões retiradas do gabarito pertencem a matéria de Atendimento / Técnicas de Venda. D) contratos devem possuir clareza e formato que permitam fácil leitura.br Página 23 de 24 20 01 08 32 30 C .com. valores negociados. como forma de cobrança.º 3.694/2009. A) Em contratos de empréstimo bancário. C) números da Central de Atendimento ao público do Banco Central do Brasil ficarão de posse dos gerentes e serão acessados pelos clientes. taxas de juros. tem amparo no referido código o uso de cláusula que estabeleça a arbitragem como forma compulsória de resolução de problemas entre as partes. E) É vedado o condicionamento da celebração de um contrato de empréstimo bancário à aquisição de outro produto ou serviço. tal como título de capitalização. sem acesso ao consumidor por conta do sigilo bancário. D) A disponibilização do nome do cliente inadimplente em relação afixada em área comum de uma agência bancária. C) O cliente de instituição bancária que possuir título de capitalização poderá. Dez anos após o evento. em anos. caso solicitados. nesse caso. 93) Caio realiza contrato de empréstimo bancário com a instituição financeira WW e torna-se inadimplente.o 8. contados da data da protocolização da ocorrência.aprovaconcursos. 95) O envio de cartão de crédito ao cliente de instituição financeira. é considerado como prática irregular (vedada) de acordo com a resolução em apreço. mas não estão contempladas no último Edital do Banco do Brasil. com amparo no CDC. o consumidor inadimplente não deve ser ridicularizado nem submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. na cobrança de débitos. não havendo necessidade de especificação de prazos. o tempo máximo de permanência de informações negativas do consumidor em cadastro de proteção ao crédito corresponde. cláusula que permita a rescisão unilateral pelo banco não é vedado pelo CDC. realizado dez anos antes. B) Em contratos de empréstimo bancário. Caio dirige-se à instituição financeira YY para obter empréstimo bancário e é surpreendido pela informação de que seu nome estava inscrito como devedor pelo não pagamento do empréstimo à instituição financeira WW. sem prévia solicitação. mas não a de lhes dar qualquer tratamento formal. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – (CESGRANRIO) 2012 92) Nos termos da normatização editada pelo Conselho Monetário Nacional. vedada a reclamação na agência do correntista. Consoante às normas do Código de Defesa do Consumidor. desde que desobrigue o cliente do pagamento dos juros devidos.

com.Prof. Ahyrton Lourenço Neto Atualizado em abr./2015 75 E 85 E 95 C 76 D 86 A 96 C 77 C 87 D 78 A 88 C 79 A 89 A 80 C 90 D www.br Página 24 de 24 . Ahyrton Lourenço Neto Direito do Consumidor p/ Banco do Brasil Aulas 01 a 24 71 B 81 E* 91 E 72 D 82 B 92 B 73 C 83 E 93 C 74 E 84 C 94 E Prof.aprovaconcursos.