Aula 00
Português p/ DPRF - Agente Administrativo - 2014 - Com Videoaulas
Professor: Fabiano Sales
Curso de Língua Portuguesa - PRF Teoria e questões comentadas Prof. Fabiano Sales – Aula 00
AULA 00 - Redação Oficial: Aspectos Gerais.
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SUMÁRIO |
PÁGINA |
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01. Apresentação |
01 |
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02. Conteúdo, Metodologia e Objetivo do Curso |
02 |
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03. Cronograma do Curso |
03 |
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04. Redação Oficial – Conceito |
04 |
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05. Características |
05 |
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06. Impessoalidade |
05 |
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07. Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais |
08 |
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08. Padrão Culto da Língua |
10 |
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09. Formalidade |
19 |
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10. Concisão |
19 |
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11. Clareza |
20 |
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12. Pronomes de Tratamento |
24 |
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13. Emprego dos Pronomes de Tratamento |
27 |
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14. Fechos para Comunicações |
42 |
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15. Identificação do Signatário |
46 |
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16. Lista das Questões Apresentadas |
51 |
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17. Gabarito |
73 |
Olá, vitoriosos alunos! Sejam bem-vindos!
É com imensa alegria e empolgação que daremos início ao Curso de Língua Portuguesa para o cargo de Agente Administrativo da Polícia Rodoviária Federal. Para quem não me conhece, meu nome é Fabiano Sales. Tenho formação em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Há nove anos, iniciei minhas atividades docentes no Rio de Janeiro, onde leciono aulas de gramática, de técnicas de redação, de compreensão e interpretação de textos e de redação de correspondências oficiais. Atualmente, leciono em cursos preparatórios presenciais e virtuais, além de escrever artigos e de comentar questões para os parceiros “Eu Vou Passar” e “TECCONCURSOS”, respectivamente. Dessa forma, trabalho visando a auxiliar candidatos de diversas áreas para os principais concursos públicos do país, com destaque para a Receita Federal, Tribunal de Contas da União, Banco Central, INSS, Tribunais Regionais, Fiscos Estaduais e/ou Municipais, Polícias Federal, Civis e Militares, entre outros. Conheço o perfil das principais bancas examinadoras, dentre as quais se destacam ESAF, CESPE/UnB, FGV, FCC e CESGRANRIO. Feita minha apresentação, falaremos um pouco acerca do conteúdo e da metodologia do curso. O Curso de Língua Portuguesa para a Polícia Rodoviária Federal tem a finalidade de fornecer uma preparação ampla, visando à aprovação no certame para o cargo de Agente Administrativo da PRF. Vejam as características principais de nosso preparatório:
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Conteúdo teórico completo, apresentado de maneira objetiva; |
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Vasto |
acervo |
de |
questões |
comentadas |
de |
Língua |
Portuguesa |
(todas as questões serão comentadas!);
Não há exigência de conhecimento prévio dos conteúdos; tudo será
explicado durante as aulas;
Contato direto com o professor por meio do fórum de dúvidas.
Neste curso, abordaremos os pontos mais recorrentes nas principais bancas examinadoras, além de complementar o material com questões da banca FUNCAB, organizadora do concurso para a Polícia Rodoviária Federal. A metodologia do Curso de Língua Portuguesa para a PRF contempla, em cada tópico (sempre que possível), a exposição da teoria seguida da resolução e comentário de questões anteriores sobre o assunto. Nos comentários, poderá haver explicações novas. Assim, teoria e questões se complementam. Ao final de cada aula, serão elencadas as questões que foram comentadas, seguidas do gabarito. Assim como na maioria dos concursos públicos, a matéria de Língua Portuguesa se faz presente nas provas. Em se tratando dessa disciplina, os itens exigidos serão os seguintes:
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1. |
Compreensão e interpretação de textos. 2. Tipologia textual. 3. Ortografia oficial. |
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4. |
Acentuação gráfica. 5. Emprego das classes de palavras. 6. Emprego do sinal |
indicativo de crase. 7. Sintaxe da oração e do período. 8. Pontuação. 9. Concordâncias nominal e verbal. 10. Regências nominal e verbal. 11. Significação das palavras. 12. Redação de correspondências oficiais: Manual de Redação da Presidência da República.
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Sendo assim, seguiremos o cronograma de aulas abaixo:
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AULA |
CONTEÚDO |
DATA |
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Aula 0 |
Redação oficial: Manual de Redação da Presidência da República – Parte 1. |
14/04 |
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Aula 1 |
Redação oficial: Manual de Redação da Presidência da República – Parte 2. |
19/04 |
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Aula 2 |
Ortografia oficial. Acentuação gráfica. |
23/04 |
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AULA |
CONTEÚDO |
DATA |
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Emprego das classes de palavras – Parte |
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Aula 3 |
1. |
28/04 |
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Emprego das classes de palavras – Parte |
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Aula 4 |
2. |
01/05 |
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Aula 5 |
Sintaxe da oração e do período. |
06/05 |
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Aula 6 |
Concordância nominal e verbal. |
10/05 |
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Aula 7 |
Regência nominal e verbal. Emprego do sinal indicativo de crase. |
13/05 |
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Aula 8 |
Pontuação. |
17/05 |
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Aula 9 |
Tipologia textual. Significação das palavras. Compreensão e interpretação de textos. |
20/05 |
Com esta aula demonstrativa, teremos 10 aulas ao todo.
A equipe do Estratégia Concursos deseja que a disciplina de Língua Portuguesa seja sua aliada neste certame! Assim, é fundamental que vocês estudem com afinco e dedicação. No encontro de hoje, será possível verificar nossa didática. Iniciaremos nossa aula com os Aspectos Gerais da Redação Oficial, assunto pouco recorrente nas provas da banca FUNCAB. Por essa razão, a temática deste encontro será ilustrada por meio de questões de outras bancas examinadoras (CESPE/UnB, FCC, FGV e Fundação Cesgranrio). Espero que vocês aproveitem o curso e que sejam classificados após nossa jornada preparatória!
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Bons estudos!
Reflexão: "Não se deixe levar pela distância entre seus sonhos e a realidade. Se você é capaz de sonhá-los, também pode realizá-los."
(William Shakespeare)
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Aspectos gerais
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REDAÇÃO OFICIAL
Antes de iniciar o estudo dos princípios e dos elementos dos documentos oficiais, é necessário conceituar o que é Redação Oficial. Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, redação oficial é “a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações”.
Mas, afinal, a quem se dirigem os documentos oficiais? Bem, as comunicações oficiais podem ser dirigidas tanto ao próprio Poder Público como a particulares.
Vejamos como essa definição pode ser cobrada em sua prova:
1. (FCC-2010/Sergipe Gás S.A.) A maneira pela qual o poder público redige atos normativos e comunicações denomina-se redação:
|
(A) |
empresarial; |
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(B) |
oficial; |
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(C) |
governamental; |
|
(D) |
mercadológica; |
|
(E) |
estadual. |
Comentário: Consoante o Manual de Redação da Presidência da República, redação oficial é a “maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações”, que podem ser dirigidos tanto ao Poder Público como a particulares, com impessoalidade, padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
Do conceito acima apresentado, podemos concluir que:
a) Quem redige as comunicações oficiais é sempre o Poder Público;
b) Os destinatários das comunicações oficiais podem ser:
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- o próprio Poder Público; e/ou
particulares (conjunto de cidadãos ou instituições tratados de forma homogênea, ou seja, o público)
-
Gabarito: B.
É importante chamar a atenção de vocês para o fato de que a redação de correspondências oficiais deve sempre conter os seguintes atributos:
impessoalidade, padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Esses atributos provêm do artigo 37, da Constituição Federal de 1988, o qual aduz que:
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“A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (
Sendo assim, os princípios da impessoalidade e da publicidade devem nortear a elaboração dos atos e das comunicações oficiais.
Sintetizando os comentários iniciais, temos que:
redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações;
os destinatários das comunicações oficiais podem ser:
- o próprio Poder Público; ou
- particulares.
Os atributos (características) da redação oficial são a impessoalidade, o padrão culto de linguagem, a clareza, a concisão, a formalidade e a uniformidade.
CARACTERÍSTICAS DA REDAÇÃO OFICIAL
Conforme apresentamos acima, as características da redação oficial são a impessoalidade, o padrão culto da linguagem, a clareza, a concisão, a formalidade e a uniformidade. Vamos passar, então, ao estudo de cada uma delas.
IMPESSOALIDADE
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é
estabelecer a comunicação. O ato de comunicar se tornará possível somente quando houver os seguintes elementos:
Amigos, seja
por meio
da fala
ou
da escrita,
a finalidade da língua
alguém que comunique: em se tratando de documentos oficiais, é o serviço público;
algo a ser comunicado: assuntos referentes às atribuições do órgão que comunica;
alguém que receba essa comunicação: o órgão público ou os cidadãos.
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O Manual de Redação da Presidência da República não admite o emprego
de impressões pessoais, como, por exemplo, aquelas utilizadas em uma carta
destinada a um amigo, ou em um artigo de jornal, ou mesmo em um texto literário.
O tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos nas comunicações
oficiais surge de três fatores. Vejamos:
ausência de marcas individuais de quem comunica;
Ainda que se trate de um expediente assinado por Chefe de determinada Secretaria, Departamento, Divisão ou Seção, vocês devem ficar atentos, pois a comunicação oficial é sempre feita em nome do serviço público. Com isso, mantém-se sua elaboração padronizada e uniforme, ainda que as comunicações oficiais sejam redigidas em diferentes setores da Administração.
impessoalidade de quem recebe a comunicação;
A comunicação oficial pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido
como público, ou a outro órgão público. Independentemente dessas possibilidades, sempre haverá um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal.
caráter impessoal da mensagem tratada.
O universo das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem
respeito ao interesse público. Sendo assim, é natural que NÃO caiba qualquer
caráter particular ou pessoal na mensagem tratada.
Dica estratégica!
Pessoal, para que a comunicação oficial seja impessoal, o elaborador deve utilizar, no texto, a concisão, a clareza, a objetividade e a formalidade.
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2. (FCC-2009/TRT-7ª Região-Adaptada) É correto o que se afirma no período abaixo ?
Um dos princípios da redação oficial é a impessoalidade na comunicação de determinado assunto, considerando-se que ela é feita em nome do serviço público para um destinatário entendido como público, portanto, também impessoal.
Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, o tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos nas comunicações oficiais surge, entre outros fatores, da:
ausência de marcas individuais de quem comunica;
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Ainda que se trate de um expediente assinado por Chefe de determinada Secretaria, Departamento, Divisão ou Seção, vocês devem ficar atentos, pois a comunicação oficial é sempre feita em nome do serviço público. Com isso, mantém-se sua elaboração padronizada e uniforme, ainda que as comunicações oficiais sejam redigidas em diferentes setores da Administração.
impessoalidade de quem recebe a comunicação.
A comunicação oficial pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público. Independentemente dessas possibilidades, sempre haverá um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal.
Gabarito: Certo.
(CESPE/UnB-2010/ANEEL) Considerando a redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
3. A impessoalidade que deve caracterizar a redação oficial é percebida, entre outros aspectos, no tratamento que é dado ao destinatário, o qual deve ser sempre concebido como homogêneo e impessoal, seja ele um cidadão ou um órgão público.
Comentário: Conforme vimos, o Manual de Redação da Presidência da República não admite o emprego de impressões pessoais, como, por exemplo, aquelas utilizadas em uma carta destinada a um amigo, ou em um artigo de jornal, ou mesmo em um texto literário. O tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos nas comunicações oficiais surge, dentre outros fatores, da impessoalidade de quem recebe a comunicação. Esta, por sua vez, pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público. Independentemente dessas possibilidades, sempre haverá um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal.
Gabarito: Certo.
(CESPE/UnB-2009/TCU) Considerando a redação de correspondências oficiais, julgue item a seguir.
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4. Apesar de nomear o emissor do texto pelo nome próprio, o documento acima não fere o princípio da impessoalidade exigido nos documentos oficiais.
Comentário: O tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos nas comunicações oficiais surge, dentre outros fatores, da ausência de marcas individuais de quem comunica. Ainda que se trate de um expediente assinado por Chefe de determinada Secretaria, Departamento, Divisão ou Seção, vocês devem ficar atentos, pois a comunicação oficial é sempre feita em nome do serviço público, ou seja, não fere o princípio da impessoalidade.
Gabarito: Certo.
A LINGUAGEM DOS ATOS E COMUNICAÇÕES OFICIAIS
Por um lado, a necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre do próprio caráter público desses atos e comunicações; por outro, de sua finalidade. Os atos oficiais, aqui entendidos como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. O mesmo se dá com os expedientes oficiais, cuja principal finalidade é informar com clareza e objetividade. As comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, devemos evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos, pois um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, por exemplo, tem sua compreensão dificultada.
Língua Falada X Língua Escrita
É importante fazer uma breve distinção entre língua falada e língua escrita.
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Língua Falada |
Língua escrita |
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é extremamente |
dinâmica, |
ou |
é mais rígida, isto é, incorpora mais lentamente as transformações linguísticas; |
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|
seja, incorpora |
mais |
rapidamente |
as |
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transformações linguísticas; |
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reflete, de forma imediata, qualquer alteração de costumes e pode, eventualmente, contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, tais como os gestos, a entoação etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. |
apresenta maior vocação para a permanência, valendo-se apenas de si mesma para comunicar. |
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Aqui cabe um esclarecimento: a língua escrita, assim como a língua falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos empregar determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais, cotidianas; em um parecer jurídico, não é de se estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Em ambos os casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos. O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto (escrito) da língua.
(CESPE/UnB-2011/Correios) Tendo em vista as normas que regem a redação de correspondências oficiais, julgue os itens seguintes.
5. O emprego da linguagem técnica, com a utilização de termos específicos de
determinada área do conhecimento, deve ser privilegiado em expedientes destinados a órgãos públicos.
Comentário: A finalidade principal dos expedientes oficiais é informar com clareza e objetividade. Isso porque as comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Então, devemos evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos, pois um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, por exemplo, tem sua compreensão dificultada.
Gabarito: Errado.
6. Nas correspondências oficiais, a informação deve ser prestada com clareza e
concisão, utilizando-se o padrão culto da linguagem.
Comentário: Devido ao caráter impessoal, os textos oficiais têm a finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão. Sendo assim, requerem o uso do padrão culto da língua.
Gabarito: Certo.
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(CESPE/UnB-2010/ANEEL) Considerando a redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
7. Na comunicação oficial, o emprego da língua em sua modalidade formal decorre
da necessidade de se informar algo o mais claramente possível, de maneira concisa e não pessoal, sendo imprescindível, seja qual for o destinatário, o emprego dos termos técnicos próprios da área de que se trata.
Comentário: Estão percebendo que os assuntos se repetem ? Bem, devido ao caráter impessoal, os textos oficiais têm a finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão. Sendo assim, requerem o uso do padrão culto da língua. As comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Portanto, devemos evitar o uso de uma
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linguagem restrita a determinados grupos, porque um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, por exemplo, tem sua compreensão dificultada.
Gabarito: Errado.
(CESPE/UnB-2010/Instituto Rio Branco) Julgue o item seguinte, acerca de correspondências oficiais.
8. A redação da correspondência oficial deve-se pautar pela correção gramatical e pelo uso de linguagem clara; por isso, palavras incomuns ou desconhecidas devem ser evitadas mesmo quando o redator tem bom domínio da língua portuguesa.
Comentário: Novamente, a banca explorou o caráter impessoal dos textos oficiais, cuja finalidade é informar com o máximo de clareza e concisão, com uso do padrão culto da língua. Porém, é importante evitar o emprego de uma linguagem restrita a determinados grupos, a fim de que todo e qualquer cidadão brasileiro possa entender o que está escrito nos documentos oficiais.
Gabarito: Certo.
PADRÃO CULTO DA LÍNGUA
É provável que vocês estejam se perguntando: “o que é padrão culto da
língua ?”. Futuros servidores públicos da PRF, atenção! Há o consenso de que padrão culto é aquele:
que respeita as regras da gramática formal; e
que permite o emprego de um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma.
Dica estratégica!
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A obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato
de que ele – o padrão culto – está acima das diferenças lexicais, morfológicas
ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias (individualidades) linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
É importante, também, que vocês se lembrem de que o padrão culto nada
tem contra a simplicidade de expressão, desde que esta não seja confundida com pobreza de expressão: o uso do padrão culto não implica o emprego de linguagem
rebuscada, tampouco dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da linguagem literária. Dessa forma, podemos concluir que não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que existe é o uso do padrão culto nos atos e nas comunicações oficiais. Fiquem atentos a isso!
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É evidente que, nestes expedientes, há preferência pelo uso de determinadas expressões e pela aplicação tradicional no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada a determinado grupo. A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo fundamental evitar seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja familiarizado com eles. Devemos ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
9. (FCC-2009/TRT-7ª Região-Adaptada) Considere as afirmativas seguintes:
I. O padrão culto da linguagem é estabelecido por seu uso específico nos atos e comunicações oficiais, com preferência por determinadas expressões e formas sintáticas, tendo em vista tratar-se de uma variante da linguagem técnica.
II. A necessidade de se empregar o padrão culto da língua na redação oficial decorre tanto do caráter público dos atos emitidos quanto de sua qualidade, que é informar os cidadãos com clareza e objetividade.
É correto o que se afirma em:
|
(A) |
I, somente. |
|
(B) |
II, somente. |
|
(C) |
I e II. |
|
(D) |
nenhuma das afirmativas. |
Comentário: A afirmativa I está errada, pois o padrão culto está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias (individualidades) linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos. A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo fundamental evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja familiarizado com eles. Por sua vez, a afirmativa II está correta.
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Gabarito: B.
(CESPE/UnB-2010/AGU) Acerca das correspondências oficiais, julgue o item seguinte.
10. Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, existe um padrão oficial de linguagem que deve ser usado na redação de correspondências oficiais.
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linguagem
rebuscada, tampouco dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da linguagem literária. Dessa forma, podemos concluir que não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”. Existe, sim, o uso do padrão culto nos atos e nas comunicações oficiais.
Comentário:
O
uso
do
padrão
culto
não
implica
o
emprego
de
Gabarito: Errado.
(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue os itens a seguir, a respeito da redação de correspondência oficial.
11. Para respeitar as regras gramaticais do padrão de língua exigido em documentos oficiais, será obrigatório substituir o termo “em anexo” por anexa.
Comentário: Por padrão culto da língua compreende-se aquele que respeita as regras da gramática formal e que permite o emprego de um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. Desta forma, a expressão “em anexo”, segundo as regras de concordância nominal, é invariável, estando correto seu emprego no ofício apresentado.
Gabarito: Errado.
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12. Para que as regras gramaticais da norma culta, necessárias a esse padrão de documentos, sejam respeitadas, a preposição “de” deve ser retirada do termo “de que dispõe”.
Comentário: No sentido de “estabelecer normas; determinar, prescrever”, o verbo
“dispor” é transitivo indireto, regendo a preposição “sobre”: “A cópia da informação da Divisão de Pessoal, dispõe sobre a distribuição dos referidos servidores”. Logo,
no trecho “(
distribuição dos referidos servidores.”, o emprego da preposição “de”, antes do relativo “que”, está em desacordo com o padrão culto da língua.
a cópia da informação da Divisão de Pessoal, de que dispõe sobre a
)
Gabarito: Certo.
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13. Por causa da continuidade do texto, integrando o fecho ao corpo do documento, o ponto final depois de “servidores” deve ser substituído por vírgula ou ponto e vírgula.
(a)
Comentário: Segundo o padrão culto da língua, o ponto final deve ser empregado, entre outras possibilidades, para marcar o fim de um período, que sempre será iniciado por letra maiúscula e finalizado por ponto final.
Gabarito: Errado.
(CESPE/UnB-2008/TRT-5ª Região) Com base na elaboração de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo abaixo, julgue o item a seguir.
14. Para que o documento respeite as regras gramaticais da norma padrão, adequada à elaboração de documentos oficiais, deve-se substituir a expressão “na medida que”, na primeira linha do texto, por “à medida que”.
Comentário: O correto seria empregar a locução conjuntiva proporcional “à medida que”, pois “na medida em que” é uma locução conjuntiva causal. É importante lembrar que não existe a locução “à medida em que”.
Gabarito: Certo.
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15. (CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF) Considerando que a mesóclise é desaconselhável em expedientes oficiais, é preferível iniciar período com a construção “Lhe enviaremos mais informações oportunamente” a iniciá-lo com a construção “Enviar-lhe-emos mais informações oportunamente”.
houver
exigência de próclise e a forma verbal estiver ou no futuro do presente ou no futuro
do pretérito, devemos empregar o pronome oblíquo átono no meio do verbo, ao que
Segundo as regras gramaticais, o
chamamos de mesóclise: “Enviar-lhe-emos (
período não deve ser iniciado por pronome oblíquo átono.
Comentário:
Em
se
tratando
de
colocação
)”.
pronominal,
quando
não
Gabarito: Errado.
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16. (Cesgranrio-2008/Caixa Econômica Federal)
José de Arimatéia subiu a escada de pedra do alpendrão, e deu com Seu
Tonho Inácio na cadeira de balanço, distraído em trançar o lacinho de seis pernas com palha de milho desfiada. A gente encontrava aquelas trançazinhas por toda
parte (
namorando a criação e fiscalizando a camaradagem no serviço. Com a chegada do dentista, Tonho Inácio voltou a si da avoação em que andava:
espera que a Dosolina quer lhe
E entrou pelo corredor do sobrado,
acompanhado do rapaz. Na sala - quase que sempre fechada, naturalmente por causa disso aquele sossego e o cheiro murcho de coisa velha - a mobília de palhinha, o sofá muito
grande, a cadeirona de balanço igual à outra do alpendre. Retratos nas paredes:
os homens, de testa curta e barbados, as mulheres de coque enrolado e alto ( gola do vestido justa e abotoada no pescoço à feição de colarinho. Povo dos
Inácios, dos Gusmões: famílias de Seu Tonho e Dona Dosolina. Morriam, mas os retratos ficavam para os filhos os mostrarem às visitas - contar como aqueles antigos eram, as manias que cada qual devia ter, as proezas deles nos tempos das primeiras derrubadas no sertão da Mata dos Mineiros. De seus pais, José de Arimatéia nem saber o nome sabia. Lembrava-se mas era só do Seu Joaquinzão Carapina, comprido e muito magro, sempre de ferramenta na mão - derrubando árvore, lavrando e serrando, aparelhando
E ele, José de Arimatéia, menininho de tudo ainda, mas já agarrado
madeira. (
no serviço, a catar lascas e serragem para cozinhar a panela de feijão e coar a água rala do café de rapadura, adjutorando no que podia.
a
- naqueles lugares onde o velho gostava de ficar, horas e horas,
)
- Hã, é o senhor? Pois se assente falar também. Vamos até lá dentro
Hum
),
)
Das frases a seguir, retiradas de correspondências oficiais, só uma está corretamente pontuada. Qual?
|
(A) |
Comunico que a funcionária, teve de suspender as férias. |
|
(B) |
Agradecendo a pronta resposta, enviamos cordiais saudações. |
|
(C) |
Nesta oportunidade; encaminhamos o material solicitado. |
|
(D) |
Vimos solicitar, que nos informe, a data da reunião. |
|
(E) |
O documento em anexo, deve ser analisado pelo Sr. Gerente. |
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Comentário: As correspondências oficiais são marcadas pelo padrão culto da
língua, o qual respeita as regras da gramática formal. Sendo assim, um texto oficial deve ser corretamente pontuado. É o que ocorre na assertiva B: a vírgula foi empregada porque a oração subordinada reduzida de gerúndio está deslocada. Nas demais opções:
A) A vírgula foi empregada de forma incorreta, pois não se separam sujeito e verbo.
C) O ponto e vírgula deve ser substituído por uma vírgula para isolar o adjunto adverbial deslocado.
D) Ambas as vírgulas foram incorretamente empregadas por separar os verbos dos
respectivos complementos.
E) A vírgula após a expressão “em anexo” foi empregada incorretamente, pois está
separando sujeito e verbo.
Gabarito: B.
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17. (Cesgranrio-2011/FINEP)
Uma das características de um documento oficial bem redigido é o(a):
|
(A) |
discurso acadêmico |
|
(B) |
jargão burocrático |
|
(C) |
padrão culto da língua |
|
(D) |
linguagem figurada |
|
(E) |
linguagem rebuscada |
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Comentário: Os documentos oficiais devem ser redigidos com impessoalidade,
Entretanto, é importante frisar que o uso do padrão culto não implica o emprego de linguagem rebuscada, tampouco dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da linguagem literária. Dessa forma, podemos concluir que não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que existe é o uso do padrão culto nos atos e nas comunicações oficiais. Nos expedientes oficiais, há preferência pelo uso de determinadas expressões e pela aplicação tradicional no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se
|
consagre |
a utilização |
de |
uma |
forma |
de |
linguagem |
burocrática. |
O jargão |
|||||
|
burocrático, |
como todo |
jargão, |
deve |
ser |
evitado, |
pois |
terá sempre |
sua |
|||||
compreensão limitada a determinado grupo. A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo fundamental evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja familiarizado com eles.
Gabarito: C.
18. (Cesgranrio-2008/ANP) As sentenças abaixo foram retiradas de documentos oficiais. Em qual delas a concordância está de acordo com a norma culta?
(A)
justificativas.Dado as recomendações da Comissão de Ética, as licitações serão revistas.
de motivos ficou meia prejudicada pela ausência de
A
exposição
|
(B) (C) |
Dado as recomendações da Comissão de Ética, as licitações serão revistas. É necessário ainda muitos estudos para que o projeto se viabilize. |
|
(D) |
Segue anexo as cópias dos documentos requisitados pela gerência. |
|
(E) |
Solicito que me sejam enviadas as publicações o mais recentes possível. |
Comentário: As correspondências oficiais são marcadas pelo padrão culto da língua, o qual respeita as regras da gramática formal. A obediência aos cânones gramaticais é encontrada na assertiva E. Na alternativa, houve respeito à sintaxe de colocação (o pronome oblíquo “me” foi anteposto ao verbo “ser” em virtude do pronome relativo “que”) e à de concordância (o verbo “ser” concordou, corretamente, com seu sujeito “as publicações”).
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Gabarito: E.
19. (FGV-2008/Senado Federal) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a afirmativa INCORRETA.
(A) De nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
(B) A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam,
sendo de evitar o seu uso indiscriminado.
padrão
culto
da
língua,
clareza,
concisão,
formalidade
e
uniformidade.
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(C) Na revisão de um expediente, deve-se avaliar se ele será de fácil compreensão
por seu destinatário.
(D) Existe adequadamente um “padrão oficial de linguagem”, independentemente do
padrão culto nos atos e comunicações oficiais. (E) A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade.
Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que esta não seja confundida com pobreza de expressão: o uso do padrão culto não implica o emprego de linguagem rebuscada, tampouco dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da linguagem literária. Dessa forma, podemos concluir que não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que existe é o uso do padrão culto nos atos e nas comunicações oficiais. Logo, a assertiva D está incorreta.
Gabarito: D.
20. (FGV-2010/CODESP) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas a seguir:
I. O padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundido com pobreza de expressão. De nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada.
II. Não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
III. A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração em expedientes dirigidos aos cidadãos.
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Assinale:
|
(A) |
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. |
|
(B) |
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. |
|
(C) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(D) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(E) |
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. |
Comentário: Em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República, temos que:
- o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que esta não seja confundida com pobreza de expressão: o uso do padrão culto não implica o emprego de linguagem rebuscada, tampouco dos contorcionismos sintáticos e
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figuras de linguagem próprios da linguagem literária. Dessa forma, podemos concluir que não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que existe é o uso do padrão culto nos atos e nas comunicações oficiais. Portanto, a afirmativa I está correta. - nos expedientes oficiais, há preferência pelo uso de determinadas expressões e pela aplicação tradicional no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada a determinado grupo. Logo, a afirmativa II também está correta. - a linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo fundamental evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja familiarizado com eles. Devemos ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos. Logo, a afirmativa III também está correta.
Gabarito: C.
21. (FGV-2008/Senado Federal) A respeito do Manual de Redação da Presidência da República, analise os itens a seguir:
I. A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Além disso, incorporam-se os jargões jurídicos. II. A transparência do sentido dos atos normativos, bem como sua inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de Direito: é inaceitável que um texto legal não seja entendido pelos cidadãos. III. Além de atender à disposição constitucional, a forma dos atos normativos obedece a certa tradição. Há normas para sua elaboração que remontam ao período de nossa história imperial, como, por exemplo, a obrigatoriedade de que se aponha, ao final desses atos, o número de anos transcorridos desde a Independência. Essa prática foi mantida no período republicano.
Assinale:
|
(A) |
se somente os itens I e III estiverem corretos. 00624108813 |
|
(B) |
se nenhum item estiver correto. |
|
(C) |
se todos os itens estiverem corretos. |
|
(D) |
se somente os itens II e III estiverem corretos. |
|
(E) |
se somente os itens I e II estiverem corretos. |
Comentário: A afirmativa I é a única errada devido ao trecho “incorporam-se os jargões jurídicos”. As comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, devemos evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos, pois um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, por exemplo, tem sua compreensão dificultada. O jargão burocrático, como todo jargão, inclusive o jurídico, deve ser evitado.
Gabarito: D.
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FORMALIDADE
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A formalidade é outra característica dos textos oficiais. As comunicações
expedidas devem ser sempre formais, ou seja, obedecer a certas regras de forma. E como obter a formalidade? Ora, por meio da união entre padrão culto, impessoalidade e estrutura do documento (também chamada de padronização). Além das já mencionadas exigências de impessoalidade e uso do padrão culto de linguagem, também é essencial o emprego de certa formalidade de tratamento. Aqui é importante chamar a atenção de vocês para o fato de não se tratar somente do emprego dos pronomes de tratamento para uma autoridade de
determinado nível; a formalidade diz respeito também à polidez, à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual trata a comunicação oficial.
A formalidade de tratamento vincula-se, ainda, à necessária uniformidade
das comunicações. Já que a Administração Pública é una, é natural que as comunicações expedidas sigam um padrão. Esse estabelecimento é uma das metas do Manual de Redação da Presidência da República e exige que se atente para todas as características da redação oficial e que se cuide, ainda, da apresentação dos textos. A clareza datilográfica, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo e a correta diagramação do texto são indispensáveis para a padronização.
CONCISÃO
A concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial.
Conciso é o texto que consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras. Não se deve, de forma alguma, entender por concisão a economia de pensamento, isto é, não se devem eliminar passagens substanciais do texto com a intenção de reduzi-lo em tamanho. Trata-se exclusivamente de cortar palavras inúteis, redundâncias, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
Dica estratégica!
Para que se redija um texto conciso, é fundamental que se tenha, além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve, o necessário tempo para revisar o texto após sua elaboração. É com a releitura que se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de ideias.
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(CESPE/UnB-2011/PC-ES) Tendo o fragmento de texto abaixo como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das normas que regem a redação de correspondências oficiais.
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22. O uso do padrão culto da linguagem em um texto oficial reduz o tempo
despendido com sua revisão, que passa a ser dispensável.
Comentário: Conforme vimos, para empregar o padrão culto da língua nos textos oficiais, é preciso que se tenha o necessário tempo para revisá-los após sua elaboração, além de conhecer o assunto sobre o qual se escreve. Logo, o uso desse padrão requer um maior tempo para a elaboração dos textos. É importante frisar que durante a releitura é que se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de ideias.
Gabarito: Errado.
CLAREZA
A clareza é a qualidade básica de todo texto oficial. Podemos definir como claro aquele texto que possibilita a imediata compreensão pelo leitor.
depende
basicamente das demais características da redação oficial. Para a obtenção da clareza contribuem:
No
entanto, a
clareza
não
é
algo
que
se
atinja
por
si
só:
a) a impessoalidade, que evita a duplicidade de interpretações que poderia decorrer de um tratamento pessoal dado ao texto;
b) o uso do padrão culto da linguagem, em princípio, de entendimento geral e, por
definição, contrário a vocábulos de circulação restrita, como a gíria e o jargão;
c) a formalidade e a padronização, que possibilitam a imprescindível uniformidade
dos textos;
d) a concisão, que faz desaparecer do texto os excessos linguísticos que nada lhe
acrescentam.
23. (FCC-2010/TRT-12ª Região) Ao se redigir um documento oficial, deve-se
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atentar para as seguintes recomendações:
I. Praticar a concisão e a clareza, de modo a que poucas palavras possam trazer muita informação, não deixando dúvida quanto à significação do conjunto do texto. II. A comunicação oficial não exime o redator de manifestar claramente sua subjetividade, por meio de opiniões criativas e do posicionamento estritamente pessoal diante de uma questão. III. A formalidade da linguagem é uma característica imprescindível da redação oficial, fazendo-se notar, por exemplo, pela observância da norma culta e pelas formas protocolares de tratamento.
Está correto o que consta APENAS em:
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e III.
(E) II e III.
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Comentário: Afirmativa I – a concisão é uma qualidade do texto oficial. Conciso é
o texto que transmite o máximo de informações com o mínimo de palavras. Já
a clareza é uma qualidade básica de todo texto oficial. Um texto claro é aquele
texto que possibilita a imediata compreensão pelo leitor. Correta. Afirmativa II – A comunicação oficial deve ser marcada pela impessoalidade. Não
se admite o emprego de impressões pessoais, como, por exemplo, aquelas utilizadas em uma carta destinada a um amigo, ou em um artigo de jornal, ou mesmo em um texto literário. O texto oficial deve ser marcado, portanto, pela ausência de marcas individuais de quem comunica. Errada. Afirmativa III – As comunicações oficiais expedidas devem sempre apresentar formalidade, obedecendo a certas regras de forma: padrão culto, impessoalidade e estrutura do documento (também chamada de padronização).
essencial, também, o emprego de certa formalidade de tratamento. Não se trata
É
somente do emprego dos pronomes de tratamento para uma autoridade de determinado nível; a formalidade diz respeito, também, à polidez, à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual trata a comunicação oficial. Correta.
Gabarito: D.
24. (FCC-2010/Banco do Brasil-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. O texto deve ser redigido em linguagem clara e direta, respeitando-se a formalidade que deve haver nos expedientes oficiais.
Comentário: Para a obtenção da clareza, contribuem a impessoalidade, que evita a duplicidade de interpretações que poderia decorrer de um tratamento pessoal dado ao texto; o uso do padrão culto da linguagem, em princípio, de entendimento geral e, por definição, contrário a vocábulos de circulação restrita, como a gíria e o jargão; a formalidade e a padronização, que possibilitam a imprescindível uniformidade dos textos; e a concisão, que faz desaparecer do texto os excessos linguísticos que nada lhe acrescentam.
Gabarito: Certo.
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25. (FCC-2011/TRE-RN) Considerando-se as qualidades exigidas na redação de documentos oficiais, está INCORRETA a afirmativa:
(A) A concisão procura evitar excessos linguísticos que nada acrescentam ao objetivo imediato do documento a ser redigido, dispensando detalhes irrelevantes e evitando elementos de subjetividade, inapropriados ao texto oficial. (B) A impessoalidade, associada ao princípio da finalidade, exige que a redação de um documento seja feita em nome do serviço público e tenha por objetivo o interesse geral dos cidadãos, não sendo permitido seu uso no interesse próprio ou de terceiros. (C) Clareza e precisão são importantes na comunicação oficial e devem ser empregados termos de conhecimento geral, evitando-se, principalmente, a possibilidade de interpretações equivocadas, como na afirmativa: O Diretor informou ao seu secretário que os relatórios deveriam ser encaminhados a ele.
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(D) A linguagem empregada na correspondência oficial, ainda que respeite a norma
culta, deve apresentar termos de acordo com a região e com requinte adequado à importância da função desempenhada pela autoridade a quem se dirige o documento.
(E) Textos oficiais devem ser redigidos de acordo com a formalidade, ou seja, há
certos procedimentos, normas e padrões que devem ser respeitados com base na observância de princípios ditados pela civilidade, como cortesia e polidez, expressos na forma específica de tratamento.
Comentário: O padrão culto de linguagem está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias (individualidades) linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos. As demais opções estão corretas.
Gabarito: D.
(CESPE/UnB-2010/TCU) Considerando que a redação de documentos oficiais deve caracterizar-se, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, pela impessoalidade, uso do padrão culto da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade, julgue o seguinte item.
26. Respeita os quesitos de clareza, objetividade e uso do padrão culto da língua portuguesa o seguinte parágrafo em um documento oficial.
verbal
transitiva indireta, intransitiva ou de ligação, a partícula SE será classificada como índice (ou partícula) de indeterminação do sujeito. Nesse caso, o verbo deverá permanecer na terceira pessoa do singular: “Trata-se de irregularidades
)”. (
que vêm sendo
Comentário:
Segundo
as
regras
da
gramática,
quando
houver forma
Além disso, o verbo “vir” refere-se ao termo “irregularidades”. Por essa razão,
)”.
)
deveria ter sido empregado na terceira pessoa do plural: “ (
insistentemente (
Gabarito: Errado.
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(CESPE/UnB-2009/TCU) A partir do texto hipotético abaixo, julgue o item a seguir.
27. Trechos com informações vagas, como “e de outros decorrentes de aposentadorias e vacâncias”, e com uso de tempo verbal de futuro, como “deverá ser publicado” e “disporá sobre”, provocam falta de clareza e concisão, características estas que devem ser respeitadas nos documentos oficiais.
Comentário: Com relação ao trecho “e de outros decorrentes de aposentadorias e vacâncias.”, o redator foi claro e conciso ao abranger, de forma genérica, os casos que ocasionam “claros” dos cargos públicos, indicando de onde as vagas surgirão. Quanto à clareza, as formas verbais “deverá” e “disporá” estão corretamente conjugadas no futuro do presente do modo indicativo, o qual transmite a ideia de certeza, de fato certo.
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Gabarito: Errado.
28. (Cesgranrio-2011/FINEP)
O trecho abaixo foi extraído de um convite oficial.
O trecho se distancia da redação oficial, pois:
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|
(A) |
contém erros ortográficos |
|
(B) |
tem traços de intimidade |
|
(C) |
apresenta pouca clareza |
|
(D) |
é repetitivo e prolixo |
|
(E) |
omite o endereço |
Comentário: Nos expedientes oficiais, não é admitido o emprego de impressões pessoais, como, por exemplo, aquelas utilizadas em uma carta destinada a um amigo. No trecho em destaque, entretanto, há traços de intimidade, por meio da forma verbal “Gostaria” e da forma pronominal “você”. Esses traços devem ser evitados em correspondências oficiais.
Gabarito: B.
29. (Cesgranrio-2006/PETROBRAS-Adaptada)
Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. A impessoalidade, a clareza, a concisão e o paralelismo gramatical são qualidades necessárias à boa redação.
Comentário: As correspondências oficiais são marcadas por características, entre as quais se incluem a impessoalidade, a clareza e a concisão. O paralelismo gramatical se inclui no padrão culto da língua, que respeita as regras da gramática formal.
Gabarito: Certo.
COMUNICAÇÃO OFICIAL
Antes de tudo, a redação das comunicações oficiais deve seguir os preceitos já explicitados. Além disso, há características específicas de cada tipo de expediente, que serão estudadas na aula 01 (Especificidades dos documentos). Agora, veremos outros aspectos comuns a quase todas as modalidades de comunicação oficial: o emprego dos pronomes de tratamento, a forma dos fechos e a identificação do signatário.
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PRONOMES DE TRATAMENTO
Concordância
Os pronomes de tratamento representam a 2ª pessoa do discurso (com quem se fala), porém toda a concordância deve ser feita com a 3ª pessoa (singular ou plural).
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Exemplos:
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Vossa Excelência saístes com vossos assessores. (errado)
Vossa Excelência saiu com seus assessores. (correto)
Vossa Senhoria nomeareis o vosso substituto. (errado)
Vossa Senhoria nomeará o seu substituto. (correto)
Dica estratégica!
Com relação aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se o receptor/destinatário do texto oficial pertencer ao sexo masculino, o correto será “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se pertencer ao sexo feminino, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.
Devemos usar o pronome VOSSA, quando nos dirigirmos diretamente à autoridade, e o pronome SUA, quando nos referirmos a ela.
Exemplos:
Vossa Excelência, Senhor Prefeito, discursou muito bem. – dirige-se ao prefeito. (“com quem se fala”)
Sua Excelência, o prefeito, discursou muito bem. – refere-se ao prefeito. (“de quem se fala”)
Uniformidade de Tratamento
A forma pronominal você refere-se à segunda pessoa do discurso (com quem se fala). Embora seja de segunda pessoa, tanto o verbo quanto o pronome (oblíquo, possessivo) devem ser correlacionados na terceira pessoa. Esse pronome é marca de informalidade do discurso.
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Exemplo:
Você conheces vossa necessidade. (errado) Você conhece sua necessidade. (correto)
Se você chegar tarde, irei ao teu encontro. (errado) Se você chegar tarde, irei ao seu encontro. (correto)
O pronome pessoal tu refere-se à segunda pessoa do discurso (com quem se fala). Nesse caso, tanto o verbo quanto o pronome (oblíquo, possessivo) devem ser correlacionados na segunda pessoa.
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Exemplos:
Tu conhece suas necessidades. (errado) Tu conheces tuas necessidades. (correto)
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Se tu chegar tarde, irei ao seu encontro. (errado) Se tu chegares tarde, irei ao teu encontro. (correto)
Dica estratégica!
Se preferires, apresenta-me tua amiga. (Uniformidade correta)
No exemplo acima, há o sujeito desinencial “tu”, marcado pela desinência número-pessoal “-s” do verbo “preferir”. Sendo assim, o verbo “apresentar” e o pronome possessivo devem ser empregados em segunda pessoa, conforme ocorreu no período.
30. (FCC-2009/TRT-16ª Região)
"A correspondência oficial não dispensa nem os protocolos de rigor que lhe são próprios, nem a máxima objetividade no tratamento do assunto em tela. Não cabendo o coloquialismo do tratamento na pessoa você, é preciso conhecer o emprego mais cerimonioso de Vossa Senhoria e Vossa Excelência, por exemplo, para os casos em que essas ou outras formas mais respeitadas se impõem. Quanto à disposição da matéria tratada, a redação deve ser clara e precisa, para que se evitem ambiguidades, incoerências e quebras sintáticas."
(Diogénes Moreyra, inédito)
Quanto ao emprego das formas de tratamento, está correta a seguinte construção:
(A) Se preferires, adiaremos o simpósio para que não nos privemos de sua coordenação, Excelência, bem como das sugestões que certamente tereis a nos oferecer. (B) Sempre contaremos com os préstimos com que Vossa Senhoria nos tem
honrado, razão pela qual, antecipadamente, deixamos-lhe aqui nosso profundo reconhecimento.
(C) Vimos comunicar a Vossa Excelência que já se encontra à vossa disposição o
relatório que nos incumbiste de providenciar há cerca de uma semana.
(D) Diga a Vossa Senhoria que estamos à espera de suas providências, das quais
não nos cabe tratar com o seu adjunto - grande, embora, seja a consideração, meu caro senhor, que lhe dispensamos.
(E) Esperamos que Vossa Senhoria sejais capaz de atender aos nossos reclamos,
ao nosso ver justos e precisados de toda a vossa atenção.
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Comentário: A questão mesclou conhecimentos acerca do emprego das formas e uniformidade de tratamento. Vamos analisar as opções.
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A – Resposta incorreta. O erro ocorreu devido ao emprego das formas verbais
“preferires” (2ª pessoa do singular) e “tereis” (2ª pessoa do plural). Seria correto empregá-las na terceira pessoa do singular, mantendo a uniformidade com o
pronome “sua”: Se preferir, adiaremos o simpósio para que não nos privemos de sua coordenação, Excelência, bem como das sugestões que certamente terá a nos oferecer. Outra possibilidade seria manter as formas verbais na 2ª pessoa do singular (“preferires” e “terás”), usando o pronome de 2ª pessoa “tua”: Se preferires, adiaremos o simpósio para que não nos privemos de tua coordenação, Excelência, bem como das sugestões que certamente terás a nos oferecer.
B – Resposta correta. Está perfeito o emprego da forma e da uniformidade de
tratamento.
C – Resposta incorreta. Há o uso inadequado do pronome “vossa” em “(
encontra à vossa disposição (
)”.
O correto é o emprego do pronome “sua”.
)
se
D – Resposta incorreta. A forma pronominal “Vossa” está empregada inadequadamente, já que se fala sobre a pessoa. O correto é o emprego de “Sua Senhoria”.
E – Resposta incorreta. Ocorreu o emprego inadequado da forma verbal “sejais”
na segunda pessoa do plural. O correto é o emprego na terceira pessoa do singular:
“(
)
que Vossa Senhoria seja capaz (
)”.
Gabarito: B.
EMPREGO DOS PRONOMES DE TRATAMENTO
O emprego dos pronomes de tratamento obedece à tradição secular. São de uso consagrado:
Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:
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a) do Poder Executivo;
- Presidente da República;
- Vice-Presidente da República;
- Ministros de Estado;
- Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;
- Oficiais-Generais das Forças Armadas;
- Embaixadores;
- Secretários de Estado dos Governos Estaduais;
- Prefeitos Municipais;
- Secretários-Executivos de Ministérios; e
- demais ocupantes de cargos de natureza especial.
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b) do Poder Legislativo:
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- Deputados Federais e Senadores;
- Deputados Estaduais e Distritais;
- Ministros do Tribunal de Contas da União;
- Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais;
- Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.
c) do Poder Judiciário:
- Ministros dos Tribunais Superiores;
- Membros de Tribunais;
- Juízes;
- Auditores da Justiça Militar.
O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário) é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:
- Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
- Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,
- Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.
As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:
- Senhor Senador,
- Senhor Juiz,
- Senhor Ministro,
- Senhor Governador,
- Senhor Prefeito.
No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:
A Sua Excelência o Senhor
Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70064-900 – Brasília. DF
00624108813
A Sua Excelência o Senhor
Senador Fulano de Tal Senado Federal 70165-900 – Brasília. DF
A Sua Excelência o Senhor
Fulano de Tal Juiz de Direito da 10ª Vara Cível Rua ABC, nº 123 01010-000 – São Paulo. SP
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Dica estratégica!
Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD) às autoridades arroladas na lista anterior. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
31. (FGV-2011/TRE-PA) Segundo o Manual de Redação da Presidência da
República, NÃO se deve usar Vossa Excelência para:
|
(A) |
Embaixadores. |
|
(B) |
Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais. |
|
(C) |
Prefeitos municipais. |
|
(D) |
Presidentes das Câmaras de Vereadores. |
|
(E) |
Vereadores. |
Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, a expressão Vossa Excelência deve ser empregada para Embaixadores, Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais, Prefeitos Municipais e Presidentes das Câmaras de Vereadores. Entretanto, para Vereadores, emprega-se a expressão Vossa Senhoria.
Gabarito: E.
32. (FGV-2011/TRE-PA) De acordo com o que rege o Manual de Redação da
Presidência da República, em um envelope dirigido ao fictício juiz eleitoral Caio Mévio, o tratamento deve ser:
(A) A Vossa Excelência o Senhor
Caio Mévio
(B) A Sua Excelência o Senhor
Caio Mévio
(C) A Sua Excelência o Juiz
Caio Mévio
(D) A Vossa Excelência o Juiz
Caio Mévio
(E) A Vossa Excelência o Sr. Juiz
Caio Mévio
00624108813
Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, juízes
são autoridades do Poder Judiciário tratadas como Vossa Excelência. No envelope,
o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:
A Sua Excelência o Senhor
Caio Mévio
Gabarito: B.
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Vossa
Senhoria
é
empregado
particulares. O vocativo adequado é:
Senhor Fulano de Tal,
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para
as
demais
autoridades
e
para
No envelope, deve constar do endereçamento:
Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC, n o 123 12345-000 – Curitiba. PR
Como se depreende do exemplo acima, fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.
33. (Cesgranrio-2010/BB-Adaptada) Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue os itens a seguir.
I. usar o pronome "vosso", no caso de ter sido escolhida a forma de tratamento "Vossa Excelência".
|
II. |
escolher a forma de tratamento "Vossa Senhoria", se o destinatário for mulher. |
|||||||||
|
III. |
usar |
a |
expressão |
"Digníssimo |
Senhor" |
para |
o |
destinatário |
em |
posição |
hierárquica superior.
Comentário: Vamos analisar os itens.
I. Os pronomes de tratamento representam a 2ª pessoa do discurso (com quem
se fala), porém toda a concordância deve ser feita com a 3ª pessoa. Sendo assim, o pronome usado deve ser “seu(s)” ou “sua(s)”: Vossa Excelência saiu com seus
assessores. Logo, o item está errado.
00624108813
II. A
autoridades e para particulares. Se o destinatário do texto oficial pertencer ao
sexo feminino, o correto será “Vossa Senhoria está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”. Logo, o item está errado.
demais
forma
de
tratamento
Vossa
Senhoria
é
empregada
para
as
III. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD),
pois a dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo
desnecessária sua repetida evocação. Portanto, o item também está errado.
Gabarito: Errados.
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34. (FGV-2011/TRE-PA) Analise as afirmativas a seguir:
I. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo
(DD), às autoridades. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
II. Fica dispensado o emprego do superlativo Ilustríssimo para as autoridades
que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.
III. Doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Deve-se evitar usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, deve ser empregado apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado.
Assinale:
|
(A) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(B) |
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. |
|
(C) |
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. |
|
(D) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(E) |
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. |
Comentário: Vamos analisar as afirmativas.
I. O item reproduz fielmente o transcrito no Manual de Redação da Presidência da República, ou seja, para se referir às autoridades, não se usa o tratamento digníssimo, uma vez que a dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público. Portanto, a afirmativa está correta.
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II. Conforme vimos nas lições, o superlativo Ilustríssimo fica dispensado para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para os particulares. Nesses casos, é suficiente o emprego do pronome de tratamento Senhor. Logo, a afirmativa II também está correta.
III. De fato, doutor não é forma de tratamento; é apenas um título acadêmico, podendo ser empregado apenas em comunicações oficiais dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. Sendo assim, a afirmativa III está correta.
Gabarito: D.
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35. (FGV-2008/Senado Federal) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas a seguir:
I. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento “digníssimo”. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
II. Em comunicações oficiais, é correto usar o vocativo “Excelentíssimo
Senhor Senador”.
III. É recomendável evitar expressões como “Tenho a honra de”.
Assinale:
|
(A) |
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. |
|
(B) |
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. |
|
(C) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(D) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(E) |
se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. |
Comentário: Vamos analisar as afirmativas.
I. Novamente, a banca examinadora reproduziu fielmente o transcrito no Manual de Redação da Presidência da República, ou seja, para se referir às autoridades, não se usa o tratamento digníssimo, uma vez que a dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público. Portanto, a afirmativa está correta.
II. Em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário), o vocativo a ser empregado é Excelentíssimo Senhor, seguido do respectivo cargo. Entretanto, as demais autoridades devem ser tratadas com o vocativo Senhor, seguido do respectivo cargo:
- Senhor Senador,
- Senhor Juiz,
- Senhor Ministro,
- Senhor Governador,
- Senhor Prefeito,
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Sendo assim, o item está incorreto.
III. Para não comprometer a concisão e a impessoalidade, características das redações oficiais, é necessário evitar o uso da expressão “Tenho a honra de”. Logo, o item está correto.
Gabarito: A.
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A forma Vossa Magnificência é empregada, por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade.
Corresponde-lhe o vocativo:
Magnífico Reitor,
Os pronomes de tratamento para religiosos, de acordo com a hierarquia eclesiástica, são:
Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao Papa.
O vocativo correspondente é:
Santíssimo Padre,
|
Vossa |
Eminência |
ou |
Vossa |
Eminência |
Reverendíssima, |
em |
|
comunicações aos Cardeais. |
||||||
|
Corresponde-lhe o vocativo: |
||||||
|
Eminentíssimo Senhor Cardeal, |
ou |
|||||
Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal,
Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos.
O vocativo correspondente é:
Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Arcebispo,
Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Bispo,
00624108813
Vossa
religiosos.
Reverendíssima,
para
Como vocativo, emprega-se:
Reverendíssimo Monsenhor,
Reverendíssimo Cônego,
Monsenhores,
Cônegos
e
superiores
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Vossa Reverência é empregado em documentos oficiais encaminhados a sacerdotes, clérigos e demais religiosos.
O vocativo correspondente é:
Reverendíssimo Senhor Sacerdote,
Reverendíssimo Senhor Clérigo,
A seguir, apresento a vocês uma tabela-resumo com os pronomes e as autoridades a que se referem, bem como as abreviaturas, os vocativos e os endereçamentos empregados nas comunicações oficiais:
|
PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO |
|||||||||
|
Tratamento |
Abreviatura |
Cargo ou |
Vocativo |
||||||
|
Função |
|||||||||
|
Chefes de |
|||||||||
|
V. Exª. |
Poder (Presidente da República, Presidente do Congresso Nacional, Presidente do STF) |
Excelentíssimo Senhor + cargo |
|||||||
|
Vossa |
Nota: |
Para |
o |
Presidente |
da |
República, |
o |
||
|
Excelência |
Presidente do Senado, o Presidente da Câmara dos Deputados e o Presidente do STF, a forma de tratamento NÃO deve ser abreviada, ou seja, deve ser escrita por extenso. |
||||||||
|
Demais |
|||||||||
|
autoridades |
Senhor + cargo, |
||||||||
|
Demais |
|||||||||
|
Vossa Senhoria |
V.Sª. |
autoridades e Particulares |
Senhor + nome, |
||||||
|
HIERARQUIA ECLESIÁSTICA |
|||||||
|
Tratamento |
Abreviatura |
Cargo ou |
Vocativo |
Endereçamento |
|||
|
Função 00624108813 |
|||||||
|
Ao Santíssimo |
|||||||
|
V. S. |
Padre |
||||||
|
ou |
|||||||
|
Nota: |
Para |
o |
A |
Sua Santidade |
|||
|
Papa, a forma |
o |
Papa |
|||||
|
Vossa |
de tratamento |
Papa |
Santíssimo Padre, |
Nome |
|||
|
Santidade |
não |
deve |
ser |
Endereço: |
|||
|
abreviada, |
ou |
||||||
|
seja, |
deve |
ser |
|||||
|
escrita |
por |
||||||
|
extenso. |
|||||||
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|
HIERARQUIA ECLESIÁSTICA (continuação) |
|||||||||
|
Tratamento |
Abreviatura |
Cargo ou Função |
Vocativo |
Endereçamento |
|||||
|
Eminentíssimo |
Ao |
Senhor Cardeal |
|||||||
|
Senhor |
ou |
||||||||
|
Vossa Eminência |
Cardeal, |
A |
Sua |
Eminência |
|||||
|
V. |
Emª. |
ou |
Reverendíssima |
||||||
|
ou |
Cardeais |
Eminentíssimo |
Nome |
||||||
|
Vossa Eminência Reverendíssima |
ou |
||||||||
|
V. Emª. Rev ma . |
e |
Cargo: |
|||||||
|
Reverendíssim |
Endereço: |
||||||||
|
o |
Senhor |
||||||||
|
Cardeal, |
|||||||||
|
Ao |
Senhor |
||||||||
|
Excelentíssimo e |
Arcebispo |
||||||||
|
(ou Bispo) |
|||||||||
|
Vossa |
Reverendíssim o Senhor |
ou |
|||||||
|
Excelência |
V.Ex.ª Rev ma . |
Arcebispos e Bispos |
A Sua Excelência |
||||||
|
Reverendíssima |
Arcebispo (ou Bispo), |
Reverendíssima Nome Cargo: |
|||||||
|
Endereço: |
|||||||||
|
Reverendíssim |
|||||||||
|
o Monsenhor |
Ao |
Senhor |
|||||||
|
Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima |
V. Rev ma . ou V. Revma. |
Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos |
(ou Cônego etc.), ou Reverendíssim |
Monsenhor (ou Cônego etc.) Nome Cargo: |
|||||
|
o |
Senhor |
Endereço: |
|||||||
|
Cônego, |
|||||||||
|
Ao |
Senhor |
||||||||
|
Sacerdote |
(ou |
||||||||
|
Pastor etc.) |
|||||||||
|
Reverendíssim |
ou |
||||||||
|
Vossa |
V. |
Rev a . |
Sacerdotes, Clérigos e demais religiosos |
o |
Senhor |
Ao Reverendíssimo |
|||
|
Reverência |
Sacerdote (ou |
Padre |
(ou |
Pastor |
|||||
|
Clérigo etc.), |
etc.) |
||||||||
|
Nome |
|||||||||
|
Cargo: |
|||||||||
|
Endereço: |
|||||||||
AUTORIDADES MONÁRQUICAS
00624108813
Tratamento
Abreviatura
Cargo ou Função
Vocativo
Endereçamento
Vossa Alteza
V.A.
Arquiduques, Duques e Príncipes
Sereníssimo
+ Título
A Sua Alteza Real
Nome:
Cargo:
Endereço:
Vossa
Majestade
V.M.
Reis e Imperadores
Majestade
A Sua Majestade
Nome:
Endereço:
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|
OUTROS CASOS |
||||
|
Tratamento |
Abreviatura |
Cargo ou |
Vocativo |
Endereçamento |
|
Função |
||||
|
Vossa |
Reitores de |
Ao Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor Nome Endereço: |
||
|
Magnificência |
V. Magª. |
universidades |
Magnífico Reitor, |
|
|
Senhor + nome, ou Senhor + cargo respectivo, |
Ao Senhor |
|||
|
Vossa Senhoria |
V.Sª. |
Presidentes e Diretores de |
Nome: Cargo: |
|
|
empresas |
Endereço: |
|||
|
Ao Senhor |
||||
|
Vossa |
||||
|
Senhoria |
V.Sª. |
Cônsul |
Senhor Cônsul, |
Cônsul Nome: Cônsul da Embaixada Local Endereço: |
|
Outras |
||||
|
autoridades |
||||
|
Vossa Senhoria |
V.Sª. |
(incluem-se as patentes militares inferiores a |
Senhor + cargo respectivo, |
Ao Senhor Nome: Cargo: Endereço: |
|
coronel) |
||||
(Fontes: Manual de Redação da Câmara, Manual de Redação da Presidência da República, Manual de Redação Oficial do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Manual de Redação da PUCRS e Manual de comunicação e escrita oficial do estado do Paraná.)
36. (FCC-2006/TRT-20ª Região) Considere o final de um pedido endereçado a um industrial, em que um Diretor Cultural busca patrocínio para suas atividades.
atenção a nosso pedido, tornando
possível a montagem de tão importante peça que, sem dúvida, atrairá grande público.
Dirijo-me a
para solicitar
00624108813
Atenciosamente, Diretor do Grupo de Teatro Raios e Trovões
A
Senhor Peri dos Montes Verdes Diretor-Presidente da Artefatos Quaisquer Nesta Cidade
As lacunas estão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
|
(A) |
V. Exª. - vossa – Vossa Excelência. |
|
(B) |
S. Exª. vossa – Sua Excelência. |
|
(C) |
Sua Sª. - vossa – Vossa Senhoria. |
|
(D) |
V.Sª. - sua – Sua Senhoria. |
|
(E) |
V.Sª. - sua – Vossa Senhoria. |
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Diretor-
-Presidente da Artefatos Quaisquer (com quem se fala). Como se trata de uma autoridade particular, deve ser empregada a forma “Vossa Senhoria” (V. S a .). Na
Comentário:
No
convite,
o
Diretor
Cultural
dirige-se
diretamente
ao
segunda lacuna, o pronome possessivo deve ser empregado na terceira pessoa:
“sua”. No envelope, o endereçamento deve ser preenchido por “Sua Senhoria“.
Gabarito: D.
37. (FCC-2006/TRT-20ª Região) Se o convite estiver sendo enviado ao Prefeito
de sua cidade, as lacunas estarão corretamente preenchidas por:
|
(A) |
V. Exª. – sua - Sua Excelência |
|
(B) |
V. Sª. – vossa - Vossa Senhoria |
|
(C) |
Sua Sª. – vossa - Vossa Excelência |
|
(D) |
A Sua Sª. – sua - Sua Senhoria |
|
(E) |
a Sua Sª. - vossa - Vossa Senhoria |
Comentário: Se o convite do Diretor Cultural fosse enviado ao Prefeito (com quem se fala), deveríamos empregar a forma “Vossa Excelência” (V. Exª.). Na segunda lacuna, o pronome possessivo a ser empregado deveria ser de terceira pessoa:
“sua”. No envelope, o endereçamento deveria ser preenchido por “Sua Excelência”.
Gabarito: A.
38. (FCC-2005/TRT-24ª Região) Atenção: Para responder à questão, considere
o fragmento, transcrito abaixo, como parte de um convite enviado a uma Autoridade.
Enviamos
Cultural, no próximo sábado. Esperamos contar com a sociedade.
o convite para a cerimônia de inauguração do nosso Espaço
presença nesse evento, tão importante para nossa
A Senhor Leonardo Pataca.
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Se o convite estiver sendo enviado ao Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, as lacunas estarão corretamente preenchidas por:
|
(A) |
a V. Exª. – sua – Sua Excelência |
|
(B) |
a V. Exª. – vossa – Sua Excelência |
|
(C) |
a V. Exª. – sua – Vossa Excelência |
|
(D) |
a vós – sua – Sua Senhoria |
|
(E) |
a vós – vossa – Vossa Senhoria |
Comentário: Na primeira lacuna, o pronome de tratamento é dirigido diretamente à autoridade. Portanto, devemos empregar “V. Ex a .”. Na segunda lacuna, o pronome deve se referir ao pronome de tratamento em terceira pessoa: “sua”. Por fim, na
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última lacuna, o endereçamento deve ser feito com referência à terceira pessoa:
“Sua Excelência”.
Gabarito: A.
39. (FCC-2007/TRE-PB) Considere o final de um documento dirigido ao
Prefeito de um município pelo Presidente da Associação Agropecuária do Semi-Árido, solicitando a cessão de um local para o encontro anual de seus representantes.
Diante da relevância dos fatos apontados, vimos solicitar a especial atenção no atendimento ao nosso pleito.
Atenciosamente,
, portanto,
José do Campo Limpo Presidente da Associação Agropecuária
A Senhor Luís Chaves Prefeitura do Município Nesta
As lacunas do documento acima estarão corretamente preenchidas por:
|
(A) |
S. S a . - sua – Sua Senhoria. |
|
(B) |
V. S a . - vossa – Vossa Senhoria. |
|
(C) |
S. Ex a - vossa – Vossa Excelência. |
|
(D) |
S. Ex a - sua – Vossa Excelência. |
|
(E) |
V. Ex a . - sua - Sua Excelência. |
Comentário: Na primeira lacuna, o pronome de tratamento é dirigido diretamente à autoridade (Prefeito). Portanto, devemos empregar “V. Ex a .”. Na segunda lacuna, o pronome deve se referir ao pronome de tratamento em terceira pessoa: “sua”. Por fim, na última lacuna, o endereçamento deve ser feito com referência à terceira pessoa: “Sua Excelência”.
Gabarito: E.
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40. (CESPE/UnB-2010/DPU) Suponha que o general José da Rocha seja
assessor do Ministro da Defesa. Com relação à forma de endereçamento que deve constar no envelope de ofício ao general, assinale a opção correta:
a) Excelentíssimo Assessor José da Rocha;
b) Ilustríssimo Senhor General José da Rocha;
c) A Sua Excelência o Senhor General José da Rocha;
d) Eminente Senhor General José da Rocha;
e) Senhor General José da Rocha.
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Comentário: Oficiais-generais das Forças Armadas devem ser tratados por Vossa Excelência. No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas a essas autoridades terá a seguinte forma:
A Sua Excelência o Senhor
General José da Rocha
Vale frisar que, segundo o Manual de Redação da Presidência da República,
do superlativo ilustríssimo fica dispensado para as autoridades
o emprego
que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente
o uso do pronome de tratamento Senhor.
Gabarito: C.
41. (CESPE/UnB-2010/DPU) Faz jus ao tratamento formal de magnífico, em redações oficiais, um:
a) presidente de nação estrangeira;
b) insigne artista popular que tenha sido convidado para participar de espetáculo promovido pelo Estado;
c) ex-presidente da República;
d) cardeal;
e) reitor de universidade.
Comentário: Segundo as lições de pronomes de tratamento contidas no Manual de Redação da Presidência da República, a forma Vossa Magnificência é empregada, por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade. O vocativo Magnífico Reitor é exclusivamente empregado para reitores.
Gabarito: E.
(CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF) A respeito da redação de expediente, julgue o próximo item.
42. Em ofício dirigido a uma senadora e cujo signatário seja um diretor de um órgão público, deverão ser empregados o vocativo "Senhora Senadora," e o pronome de tratamento "Vossa Excelência", devendo estar flexionados no feminino os adjetivos que se refiram à destinatária, como se verifica no seguinte enunciado: "Vossa Excelência ficará satisfeita ao saber que foi indicada para presidir a sessão."
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Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, os Senadores devem ser tratados como Vossa Excelência, tendo como vocativo “Senhor(a)”, seguido do respectivo cargo: Senhor(a) Senador(a). Com relação aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Logo, é correta a redação "Vossa Excelência ficará satisfeita ao saber que foi indicada para presidir a sessão".
Gabarito: Certo.
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43. (CESPE/UnB-2009/Fiscal-CE) No caso de o destinatário de expediente oficial ser uma alta autoridade do Poder Executivo, Legislativo ou Judiciário, o remetente, quando a ele se dirigir, deve empregar o pronome de tratamento Vossa Excelência.
Comentário: Em se tratando de expediente oficial destinado a Chefes de Poder (Executivo, Legislativo ou Judiciário), o pronome de tratamento a ser empregado é Vossa Excelência.
É
importante
ressaltar
que
o
vocativo,
para
essas
autoridades,
é
Excelentíssimo Senhor, seguido do respectivo cargo:
- Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
- Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,
- Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.
Gabarito: Certo.
(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue o item a seguir.
44. O tratamento de “Vossa Excelência” é exigido no corpo do documento porque está compatível com o tratamento de “Digníssimo”, dado ao diretor, e os dois termos respeitam o uso no padrão ofício.
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Comentário: Conforme vimos, devemos empregar o pronome de tratamento Vossa Excelência para as autoridades do Poder Executivo (Presidente da República, Vice-Presidente da República, Ministros de Estado, Governadores e Vice- Governadores de Estado e do Distrito Federal, Oficiais-Generais das Forças Armadas, Embaixadores, Secretários de Estado dos Governos Estaduais, Prefeitos Municipais, Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial), do Poder Legislativo (Deputados Federais e Senadores, Deputados Estaduais e Distritais, Ministros do Tribunal de Contas da União, Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais, Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais) e do Poder Judiciário (Ministros dos Tribunais Superiores, Membros de Tribunais, Juízes, Auditores da Justiça Militar). Porém, em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD) às autoridades apresentadas acima. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
Gabarito: Errado.
45. (Cesgranrio-2007/EPE) Assinale a correlação INCORRETA entre o cargo/título e o referido pronome de tratamento.
|
(A) |
Papa: Vossa Santidade. |
|
(B) |
Reitor: Vossa Magnificência. |
|
(C) |
Senador: Vossa Excelência. |
|
(D) |
Príncipe: Vossa Majestade. |
|
(E) |
Diretor de escola: Vossa Senhoria. |
Comentário: Príncipes, Arquiduques e Duques recebem o tratamento de Vossa Alteza. A forma Vossa Majestade é atribuída a Reis e Imperadores.
Gabarito: D.
46. (Cesgranrio-2007/EPE) Assinale a opção em que o pronome pessoal de tratamento referente ao cargo NÃO deve ser abreviado.
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|
(A) |
Presidente da República e Papa. |
|
(B) |
Cônsul e Deputado. |
|
(C) |
Ministro de Estado e Reitor de Universidade. |
|
(D) |
Chefe de empresa e Prefeito. |
|
(E) |
Representante militar e Embaixador. |
Comentário: Conforme vimos na tabela-resumo, com base em diversos Manuais de Correspondência Oficial, o pronome pessoal de tratamento referente aos cargos de Presidente da República e de Papa não devem ser abreviados. As formas de tratamento relativas aos cargos apresentados nas demais opções podem ser abreviadas.
Gabarito: A.
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47. (FGV-2010-CODEBA-Adaptada) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item a seguir.
Deve-se tratar o Governador por Vossa Excelência.
Comentário: Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal pertencem à estrutura do Poder Executivo, recebendo o tratamento de Vossa Excelência. Portanto, o item está correto.
Gabarito: Certo.
FECHOS PARA COMUNICAÇÕES
O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria n o 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Contudo, com a finalidade de simplificá-los e uniformizá-los (e para facilitar a
o Manual de Redação da Presidência da República estabelece o
vida de vocês
emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:
rs),
a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:
Respeitosamente,
b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:
Atenciosamente,
Dica estratégica!
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Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tradição próprios, devidamente disciplinados no Manual de Redação do Ministério das Relações Exteriores.
48. (FCC-2010/Banco do Brasil-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. O fecho deverá caracterizar-se pela polidez, como por exemplo:
Agradeço a V. Sa. a atenção dispensada.
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Comentário: O Manual de Redação da Presidência da República estabelece o
emprego
comunicação oficial:
de
de
somente
dois
fechos
diferentes
para
as
modalidades
a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:
Respeitosamente,
b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:
Atenciosamente,
Devemos observar que ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tradição próprios, devidamente disciplinados no Manual de Redação do Ministério das Relações Exteriores.
Gabarito: Errado.
49. (FCC-2010/DPE-SP-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. O fecho deve conter as expressões Respeitosamente ou Atenciosamente, de acordo com a autoridade a que se destina o documento.
Comentário: O Manual de Redação da Presidência da República estabelece o
emprego
comunicação oficial:
de
de
somente
dois
fechos
diferentes
para
as
modalidades
a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:
Respeitosamente,
00624108813
b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:
Atenciosamente,
Gabarito: Certo.
(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue o item a seguir, a respeito da redação de correspondência oficial.
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50. No fecho de um ofício ou memorando entre autoridades de mesma hierarquia, como é o caso de diretores, recomenda-se substituir “Com os meus maiores respeitos e consideração” por Atenciosamente.
Comentário: O Manual de Redação da Presidência da República estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:
a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:
Respeitosamente,
b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:
Atenciosamente,
Sendo assim, o emprego de “Com os meus maiores respeitos e consideração” não está em conformidade com o Manual, devendo ser substituído por Atenciosamente.
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Gabarito: Certo.
51. (CESPE/UnB-2010/ANEEL) O fecho das comunicações é obrigatório em qualquer tipo de documento oficial e restringe-se a apenas dois:
Respeitosamente e Atenciosamente, a depender da relação hierárquica existente entre o remetente e o destinatário.
Comentário: A afirmação do item é incorreta, pois ficam excluídas dessa fórmula – o emprego dos fechos Respeitosamente, quando se tratar de autoridades superiores, inclusive o Presidente da República, e Atenciosamente, para autoridades de mesma hierarquia ou hierarquia inferior – as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tradição próprios,
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devidamente disciplinados no Manual de Redação do Ministério das Relações Exteriores.
Gabarito: Errado.
52. (Cesgranrio-2010/Banco do Brasil) Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. É certo fechar o texto com "respeitosamente", para pessoas do mesmo nível hierárquico.
Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, o fecho “Respeitosamente” deve ser empregado para autoridades superiores, inclusive para o Presidente da República.
Gabarito: Errado.
IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO
Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, TODAS as demais comunicações oficiais devem trazer:
o nome da autoridade que as expede; e
o cargo da autoridade que as expede.
É importante frisar que tanto o nome quanto o cargo da autoridade deve localizar-se abaixo do local de sua assinatura.
Exemplo:
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(espaço para assinatura) NOME Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República
Dica estratégica!
Em comunicação oficial expedida pelo Presidente da República, o espaço relativo à identificação deve conter apenas a assinatura.
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53. (FCC-2010/DPE-SP-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de
correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. Deve haver identificação do signatário, constando nome e cargo abaixo da assinatura, exceto se for o Presidente da República.
Comentário: Conforme vimos, excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, as demais comunicações oficiais devem trazer:
o nome da autoridade que as expede; e
o cargo da autoridade que as expede.
É importante frisar que tanto o nome quanto o cargo da autoridade deve localizar-se abaixo do local de sua assinatura.
Gabarito: Certo.
(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue o item a seguir.
54. Apesar de a assinatura já identificar o signatário, na redação de
documentos oficiais, como um ofício ou um memorando, são obrigatórios também o nome e o cargo do signatário, como se verifica no exemplo.
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Comentário: Conforme as lições acerca da identificação do signatário, em geral, as comunicações oficiais devem trazer:
o nome da autoridade que as expede; e
o cargo da autoridade que as expede.
É importante chamar a atenção de vocês para o seguinte: as comunicações assinadas pelo Presidente da República fogem à regra geral, isto é, não contêm o nome e o cargo da autoridade que as expede; deverão conter, apenas, a assinatura.
Gabarito: Certo.
(CESPE/UnB-2011/Correios) Tendo em vista as normas que regem a redação de correspondências oficiais, julgue o item seguinte.
55. Como medida de proteção aos servidores da Administração Pública, a identificação do signatário é facultativa nos expedientes oficiais.
Comentário: Não há que se falar em proteção aos servidores da Administração Pública, haja vista o princípio da impessoalidade: ainda que se trate de um expediente assinado por Chefe de determinada Secretaria, Departamento, Divisão ou Seção, a comunicação oficial é sempre feita em nome do serviço público. Sendo assim, as comunicações oficiais devem apresentar, em regra, o nome e o
A exceção ocorre nas comunicações
cargo da autoridade que as expede.
expedidas pelo Presidente da República, devendo constar somente a assinatura.
Gabarito: Errado.
56. (CESPE/UnB-2010/DPU) Em comunicação oficial expedida pelo Presidente da República, o espaço relativo à identificação deve conter:
a) apenas a assinatura do presidente;
b) a assinatura do presidente, em linhas sucessivas, do nome por extenso (Luís Inácio Lula da Silva) e do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;
c) apenas a assinatura do presidente e, na linha seguinte, o nome por extenso (Luís
Inácio Lula da Silva);
d) apenas a assinatura do presidente e, na linha seguinte, o nome do cargo:
PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;
e) apenas a assinatura do presidente e, na linha seguinte, o nome do cargo: CHEFE
DO PODER EXECUTIVO FEDERAL.
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Comentário: Em comunicação oficial expedida pelo Presidente da República, o espaço relativo à identificação deve conter apenas a assinatura.
Gabarito: A.
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57. (Cesgranrio-2010/BB-Adaptada) Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. É certo identificar o autor da correspondência com seu nome e cargo abaixo da assinatura.
Comentário: Em regra, as comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede. Essas informações devem ficar abaixo da assinatura. A exceção deve-se àquelas expedidas pelo Presidente da República, em que o espaço relativo à identificação deve conter apenas a assinatura.
Gabarito: Certo.
58. (Cesgranrio-2006/EPE-Adaptada) Em relação à redação de correspondências oficiais, julgue o item abaixo.
I. As comunicações oficiais, incluindo as assinadas pelo Presidente da República, devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local da assinatura.
Comentário: Excetuando-se as comunicações oficiais expedidas pelo Presidente da República, os demais expedientes devem conter o nome e o cargo da autoridade que os expediu abaixo da assinatura.
Gabarito: Errado.
59. (Cesgranrio-2010/Banco do Brasil) Em redações oficiais, é certo:
(A) usar o pronome "vosso", no caso de ter sido escolhida a forma de tratamento "Vossa Excelência". (B) escolher a forma de tratamento "Vossa Senhoria", se o destinatário for mulher. (C) fechar o texto com "respeitosamente", para pessoas do mesmo nível hierárquico. (D) usar a expressão "Digníssimo Senhor" para o destinatário em posição hierárquica superior. (E) identificar o autor da correspondência com seu nome e cargo abaixo da assinatura.
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Comentário: Conforme estudamos, a identificação do signatário deve ser feita, em regra, com a indicação do nome e do cargo da autoridade que expediu a comunicação oficial. Essas informações devem se localizar abaixo da assinatura. Vale frisar que os expedientes emanados do Presidente da República fogem a essa regra, devendo conter somente a assinatura.
Gabarito: E.
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60. (FGV-2010-CODEBA) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas a seguir:
I. O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho foram regulados pela Portaria nº 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelece quinze padrões.
II. Para o Presidente da República, deve-se usar Respeitosamente.
III. Deve-se tratar o Governador por Vossa Excelência.
Assinale:
|
(A) |
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. |
|
(B) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(C) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(D) |
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. |
|
(E) |
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. |
Comentário: Vamos analisar as afirmativas.
I. O excerto “O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário.” está correto, pois o fecho das comunicações tem como finalidade principal a saudação ao destinatário. Entretanto, a afirmativa do examinador está errada no período “Os modelos para fecho foram regulados pela Portaria nº 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelece quinze padrões”. A mencionada portaria estabelecia, e não mais estabelece, quinze padrões de fechos para comunicações oficiais. Atualmente, o Manual de Redação da Presidência da República estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para as modalidades de comunicação oficial:
a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:
Respeitosamente,
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b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:
Atenciosamente,
Logo, a afirmativa está incorreta.
II. Conforme vimos acima, o fecho Respeitosamente deve ser empregado para autoridades superior, inclusive o Presidente da República. Portanto, a afirmativa está correta.
III. Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal pertencem à estrutura do
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Poder Executivo, recebendo o tratamento de Vossa Excelência. Por isso, a afirmativa está correta.
Gabarito: A.
61. (FGV-2008/Senado Federal) Contemporaneamente, os fechos para comunicação, com base no Manual de Redação da Presidência da República, são:
|
(A) |
somente “atenciosamente” e “respeitosamente”. |
|
(B) |
preferencialmente “atenciosamente” e “cordialmente”. |
|
(C) |
somente “cordialmente” e “respeitosamente”. |
|
(D) |
preferencialmente “cordialmente” e “respeitosamente”. |
|
(E) |
somente “atenciosamente” e “cordialmente”. |
Comentário: Atualmente, o Manual de Redação da Presidência da República
estabelece
para
autoridades superiores, inclusive o Presidente da República – e Atenciosamente – para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.
o
emprego
de
somente
dois
fechos:
Respeitosamente
–
Gabarito: A.
62. (CESPE-2012/TRT-10ª Região) Com relação ao formato e à linguagem das comunicações oficiais, julgue os itens que se seguem, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.
I. O envio de correspondência oficial a cidadão brasileiro configura
desrespeito à impessoalidade que norteia a redação dos textos oficiais, mas essa situação está prevista no MRPR e é aceita em alguns casos.
Comentário: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, as comunicações oficiais que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Os expedientes podem ser dirigidos a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público. Em ambos os casos, temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal. Percebe-se, portanto, que o envio da correspondência oficial a cidadão brasileiro não configura desrespeito à impessoalidade. Logo, o item está errado.
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Gabarito: Errado.
II. O emprego do padrão culto da linguagem nem sempre concorre para a
clareza do texto de uma correspondência oficial, já que, no Brasil, nem todos dominam essa variante da língua.
Comentário: O emprego do padrão culto visa a atingir a clareza, um dos atributos dos expedientes oficiais. Em consonância com o Manual de Redação da Presidência da República, o uso do padrão culto de linguagem é, em princípio, de
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entendimento geral e por definição avesso a vocábulos de circulação restrita, como a gíria e o jargão. Portanto, este item está errado.
Gabarito: Errado.
63. (ESAF-2012/Ministério da Fazenda) Assinale a opção em que o trecho, adaptado do Editorial de O Estado de S. Paulo, de 13/8/2012, está correto e adequado para compor um documento oficial, como um ofício.
a) Esclarecemos que, com as finanças equilibradas, a dívida abaixo dos limites fixados pela legislação e gastos com pessoal igualmente contidos nos
parâmetros definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a maioria dos Estados pode se habilitar a contrair novos empréstimos para executar seus programas de investimentos em infraestrutura.
b) Lembramos, na oportunidade, que a gradual recuperação da capacidade de
endividamento dos Estados é consequência da negociação de suas dívidas
com a União, na década de 1990, em condições beleza para o devedor, mas com a exigência de comprometimento de parcela de suas receitas líquidas para a amortização do saldo devedor.
c) Viemos informar ainda que essa negociação foi essencial para evitar que,
com o aumento vertiginoso do custo de rolagem de suas dívidas — dada a
crescente desconfiança dos investidores quanto a sua capacidade de honrar os compromissos financeiros que estava assumindo —, boa parte dos Estados perdesse por completo o controle sobre suas finanças.
d) Como é do teu conhecimento, com a vigência da LRF, a partir de 2000, um
novo jeito de gestão financeira foi imposto ao setor público, com critérios rigorosos para as despesas públicas, a fixação de limites para a dívida pública e regras para o castigo de gestores distraídos.
Comentário: Vamos analisar as opções.
a) Correta. Não houve qualquer incorreção gramatical e/ou violação aos atributos
dos expedientes oficiais no trecho apresentado.
b) Incorreta. Na expressão "condições beleza", o vocábulo destacado transgride a
formalidade exigida na redação de correspondências oficiais.
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c) Incorreta. O trecho "dada a crescente (
pessoalidade, o que deve ser evitado nos expedientes oficiais.
)
assumindo" apresenta subjetividade,
d) Incorreta. O trecho "Como é de teu conhecimento (
pessoalidade, isto é, transgride a impessoalidade, um atributo que deve ser observado na redação oficial.
denota marca de
)"
e) Incorreta. Por fim, a assertiva apresentou erro de concordância no trecho "A boa
têm assegurado", pois o verbo "ter" deve permanecer na terceira pessoa
do singular para concordar com o núcleo do sujeito "gestão".
gestão (
)
Gabarito: A.
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64. (FUNCAB-2013/SUDECO/Agente Administrativo) Considerando que os termos de correspondência oficial seguem as normas do padrão culto da língua, analise as frases a seguir e assinale a alternativa correta.
A) Assim que recebermos a lista do material solicitado, Vossa Senhoria serás
comunicada. – DIRETOR DE EMPRESA
B) Acreditamos que a decisão de Vossa Eminência afetará a qualidade dos
programas de pós-graduação desta universidade. – REITOR DE UNIVERSIDADE
C) Remetemos à Sua Senhoria as determinações do Senhor Diretor relativas
ao funcionamento do setor administrativo de tua responsabilidade. – GERENTE DE DEPARTAMENTO
D) Solicitamos a Vossa Excelência, representante da banca examinadora, a
revisão da prova de Língua Portuguesa. – BANCA EXAMINADORA DE CONCURSO PÚBLICO
E) Enviamos a Vossa Senhoria a estatística do atendimento ao consumidor
realizada por nossa empresa no primeiro semestre deste ano. – FUNCIONÁRIO PÚBLICO GRADUADO
Comentário: A questão foi bem abrangente, abordando diversos assuntos. Portanto, vamos analisar cada opção.
a) Errada. Nesta assertiva, a banca abordou a concordância com os pronomes de
tratamento. Conforme estudamos nas lições teóricas, as formas de tratamento exigem que tanto o verbo quanto o pronome sejam empregados na terceira pessoa.
Assim, o trecho “Vossa Senhoria será comunicada” deve ser reescrito da seguinte
. Vale destacar, ainda, que o adjetivo
“comunicada” foi empregado de maneira inadequada, pois o destinatário do expediente oficial é o diretor da empresa. Portanto, o adequado é Vossa Senhoria será comunicado. Ademais, é importante frisar que a forma de tratamento “Vossa Senhoria” foi corretamente empregada, sendo direcionada ao diretor da empresa.
maneira: Vossa Senhoria
será
(
)
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b) Errada. Inicialmente, o trecho “acreditamos que” exprime um juízo de valor, uma
marca de pessoalidade, transgredindo um dos principais atributos dos expedientes oficiais, qual seja, a impessoalidade. Em um segundo momento, é importante
destacar que o expediente oficial tem como destinatário o reitor de universidade. Desse modo, a forma de tratamento adequada é Vossa Magnificência, e não Vossa Eminência, conforme consta da redação do item.
c) Errada. Primeiramente, a norma-padrão não abona o emprego do acento grave
antes das formas de tratamento “Sua” e/ou “Vossa”. Posteriormente, vale destacar que o expediente oficial está sendo endereçado dão Gerente de Departamento, ou
seja, com quem se fala, tornando obrigatório o emprego da forma “Vossa”. Portanto,
o trecho “Remetemos à Sua Senhoria” deve ser grafado da seguinte maneira:
Remetemos a Vossa Senhoria (
Ademais, o pronome possessivo “tua” transgride
o atributo da impessoalidade dos expedientes oficiais, devendo ser suprimido do
contexto: Remetemos a Vossa Senhoria (
).
)
setor administrativo dessa gerência.
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d) Errada. Por se tratar de uma autoridade particular, o representante da banca
examinadora deve receber a forma de tratamento Vossa Senhoria.
e) Esta é a resposta da questão. A redação do item observou o padrão culto da
língua ao empregar a forma de tratamento “Vossa Senhoria” ao dirigir o expediente oficial a um funcionário público graduado. Logo, este é nosso gabarito.
Gabarito: E.
65. (FUNCAB-2013/Pref. de Cacoal-RO/Agente Administrativo) Há correta correspondência entre a forma de tratamento e a forma abreviada entre parênteses em:
A) Vossa Eminência (V. Em.)
B) Vossa Excelência (V. Exc.)
C) Vossa Excelentíssima (V. Exma.)
D) Vossa Alteza (V.Alt.)
E) Vossa Majestade (V. Maj.)
Comentário: A letra (C) é a resposta da questão. A forma de tratamento Vossa Excelentíssima foi abreviada da maneira correta: V. Exma .
Nas demais opções, as formas corretamente abreviadas são:
|
a) |
Vossa Eminência (V. Emª) ; |
|
b) |
Vossa Excelência (V. Exª.) ; |
|
d) |
Vossa Alteza (V.A.) ; |
|
e) |
Vossa Majestade (V.M.) . |
Gabarito: C.
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LISTA DAS QUESTÕES APRESENTADAS
1. (FCC-2010/Sergipe Gás S.A.) A maneira pela qual o poder público redige atos normativos e comunicações denomina-se redação:
|
(A) |
empresarial; |
|
(B) |
oficial; |
|
(C) |
governamental; |
|
(D) |
mercadológica; |
|
(E) |
estadual. |
2. (FCC-2009/TRT-7ª Região-Adaptada) É correto o que se afirma no período abaixo ?
Um dos princípios da redação oficial é a impessoalidade na comunicação de determinado assunto, considerando-se que ela é feita em nome do serviço público para um destinatário entendido como público, portanto, também impessoal.
(CESPE/UnB-2010/ANEEL) Considerando a redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
3. A impessoalidade que deve caracterizar a redação oficial é percebida, entre outros aspectos, no tratamento que é dado ao destinatário, o qual deve ser sempre concebido como homogêneo e impessoal, seja ele um cidadão ou um órgão público.
(CESPE/UnB-2009/TCU) Considerando a redação de correspondências oficiais, julgue item a seguir.
4. Apesar de nomear o emissor do texto pelo nome próprio, o documento acima não fere o princípio da impessoalidade exigido nos documentos oficiais.
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(CESPE/UnB-2011/Correios) Tendo em vista as normas que regem a redação de correspondências oficiais, julgue os itens seguintes.
5. O emprego da linguagem técnica, com a utilização de termos específicos de
determinada área do conhecimento, deve ser privilegiado em expedientes destinados a órgãos públicos.
6. Nas correspondências oficiais, a informação deve ser prestada com clareza e
concisão, utilizando-se o padrão culto da linguagem.
(CESPE/UnB-2010/ANEEL) Considerando a redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
7. Na comunicação oficial, o emprego da língua em sua modalidade formal decorre
da necessidade de se informar algo o mais claramente possível, de maneira concisa e não pessoal, sendo imprescindível, seja qual for o destinatário, o emprego dos termos técnicos próprios da área de que se trata.
(CESPE/UnB-2010/Instituto Rio Branco) Julgue o item seguinte, acerca de correspondências oficiais.
8. A redação da correspondência oficial deve-se pautar pela correção gramatical e
pelo uso de linguagem clara; por isso, palavras incomuns ou desconhecidas devem ser evitadas mesmo quando o redator tem bom domínio da língua portuguesa.
9. (FCC-2009/TRT-7ª Região-Adaptada) Considere as afirmativas seguintes:
I. O padrão culto da linguagem é estabelecido por seu uso específico nos atos e comunicações oficiais, com preferência por determinadas expressões e formas sintáticas, tendo em vista tratar-se de uma variante da linguagem técnica.
II. A necessidade de se empregar o padrão culto da língua na redação oficial decorre tanto do caráter público dos atos emitidos quanto de sua qualidade, que é informar os cidadãos com clareza e objetividade.
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É correto o que se afirma em:
|
(A) |
I, somente. |
|
(B) |
II, somente. |
|
(C) |
I e II. |
|
(D) |
nenhuma das afirmativas. |
(CESPE/UnB-2010/AGU) Acerca das correspondências oficiais, julgue o item seguinte.
10. Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, existe um padrão oficial de linguagem que deve ser usado na redação de correspondências oficiais.
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(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue os itens a seguir, a respeito da redação de correspondência oficial.
11. Para respeitar as regras gramaticais do padrão de língua exigido em documentos oficiais, será obrigatório substituir o termo “em anexo” por anexa.
12. Para que as regras gramaticais da norma culta, necessárias a esse padrão de documentos, sejam respeitadas, a preposição “de” deve ser retirada do termo “de que dispõe”.
13. Por causa da continuidade do texto, integrando o fecho ao corpo do documento, o ponto final depois de “servidores” deve ser substituído por vírgula ou ponto e vírgula.
(CESPE/UnB-2008/TRT-5ª Região) Com base na elaboração de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo abaixo, julgue o item a seguir.
14. Para que o documento respeite as regras gramaticais da norma padrão, adequada à elaboração de documentos oficiais, deve-se substituir a expressão “na medida que”, na primeira linha do texto, por “à medida que”.
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15. (CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF) Considerando que a mesóclise é desaconselhável em expedientes oficiais, é preferível iniciar período com a construção “Lhe enviaremos mais informações oportunamente” a iniciá-lo com a construção “Enviar-lhe-emos mais informações oportunamente”.
16. (Cesgranrio-2008/Caixa Econômica Federal)
José de Arimatéia subiu a escada de pedra do alpendrão, e deu com Seu Tonho Inácio na cadeira de balanço, distraído em trançar o lacinho de seis pernas com palha de milho desfiada. A gente encontrava aquelas trançazinhas por toda
parte (
namorando a criação e fiscalizando a camaradagem no serviço. Com a chegada do dentista, Tonho Inácio voltou a si da avoação em que andava:
espera que a Dosolina quer lhe
E entrou pelo corredor do sobrado,
acompanhado do rapaz. Na sala - quase que sempre fechada, naturalmente por causa disso aquele sossego e o cheiro murcho de coisa velha - a mobília de palhinha, o sofá muito
grande, a cadeirona de balanço igual à outra do alpendre. Retratos nas paredes:
os homens, de testa curta e barbados, as mulheres de coque enrolado e alto ( gola do vestido justa e abotoada no pescoço à feição de colarinho. Povo dos Inácios, dos Gusmões: famílias de Seu Tonho e Dona Dosolina. Morriam, mas os
retratos ficavam para os filhos os mostrarem às visitas - contar como aqueles antigos eram, as manias que cada qual devia ter, as proezas deles nos tempos das primeiras derrubadas no sertão da Mata dos Mineiros. De seus pais, José de Arimatéia nem saber o nome sabia. Lembrava-se mas era só do Seu Joaquinzão Carapina, comprido e muito magro, sempre de ferramenta na mão - derrubando árvore, lavrando e serrando, aparelhando
madeira. (
E ele, José de Arimatéia, menininho de tudo ainda, mas já agarrado
no serviço, a catar lascas e serragem para cozinhar a panela de feijão e coar a água rala do café de rapadura, adjutorando no que podia.
), a
- Hã, é o senhor? Pois se assente falar também. Vamos até lá dentro
- naqueles lugares onde o velho gostava de ficar, horas e horas,
)
Hum
)
Das frases a seguir, retiradas de correspondências oficiais, só uma está corretamente pontuada. Qual?
|
(A) |
Comunico que a funcionária, teve de suspender as férias. 00624108813 |
|
(B) |
Agradecendo a pronta resposta, enviamos cordiais saudações. |
|
(C) |
Nesta oportunidade; encaminhamos o material solicitado. |
|
(D) |
Vimos solicitar, que nos informe, a data da reunião. |
|
(E) |
O documento em anexo, deve ser analisado pelo Sr. Gerente. |
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17. (Cesgranrio-2011/FINEP)
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Uma das características de um documento oficial bem redigido é o(a):
|
(A) |
discurso acadêmico |
|
(B) |
jargão burocrático |
|
(C) |
padrão culto da língua |
|
(D) |
linguagem figurada |
|
(E) |
linguagem rebuscada |
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18. (Cesgranrio-2008/ANP) As sentenças abaixo foram retiradas de documentos oficiais. Em qual delas a concordância está de acordo com a norma culta?
(A)
justificativas.Dado as recomendações da Comissão de Ética, as licitações serão revistas.
de motivos ficou meia prejudicada pela ausência de
A
exposição
|
(B) (C) |
Dado as recomendações da Comissão de Ética, as licitações serão revistas. É necessário ainda muitos estudos para que o projeto se viabilize. |
|
(D) |
Segue anexo as cópias dos documentos requisitados pela gerência. |
|
(E) |
Solicito que me sejam enviadas as publicações o mais recentes possível. |
19. (FGV-2008/Senado Federal) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a afirmativa INCORRETA.
(A) De nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem
rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
(B) A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam,
sendo de evitar o seu uso indiscriminado.
(C) Na revisão de um expediente, deve-se avaliar se ele será de fácil compreensão
por seu destinatário.
(D) Existe adequadamente um “padrão oficial de linguagem”, independentemente do
padrão culto nos atos e comunicações oficiais.
(E) A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e
expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade.
20. (FGV-2010/CODESP) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas a seguir:
I. O padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundido com pobreza de expressão. De nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada.
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II. Não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
III. A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração em expedientes dirigidos aos cidadãos.
Assinale:
|
(A) |
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. |
|
(B) |
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. |
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|
(C) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(D) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(E) |
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. |
21. (FGV-2008/Senado Federal) A respeito do Manual de Redação da Presidência da República, analise os itens a seguir:
I. A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Além disso, incorporam-se os jargões jurídicos. II. A transparência do sentido dos atos normativos, bem como sua inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de Direito: é inaceitável que um texto legal não seja entendido pelos cidadãos. III. Além de atender à disposição constitucional, a forma dos atos normativos obedece a certa tradição. Há normas para sua elaboração que remontam ao período de nossa história imperial, como, por exemplo, a obrigatoriedade de que se aponha, ao final desses atos, o número de anos transcorridos desde a Independência. Essa prática foi mantida no período republicano.
Assinale:
|
(A) |
se somente os itens I e III estiverem corretos. |
|
(B) |
se nenhum item estiver correto. |
|
(C) |
se todos os itens estiverem corretos. |
|
(D) |
se somente os itens II e III estiverem corretos. |
|
(E) |
se somente os itens I e II estiverem corretos. |
(CESPE/UnB-2011/PC-ES) Tendo o fragmento de texto abaixo como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das normas que regem a redação de correspondências oficiais.
22. O uso do padrão culto da linguagem em um texto oficial reduz o tempo
despendido com sua revisão, que passa a ser dispensável.
23. (FCC-2010/TRT-12ª Região) Ao se redigir um documento oficial, deve-se
atentar para as seguintes recomendações:
I. Praticar a concisão e a clareza, de modo a que poucas palavras possam trazer muita informação, não deixando dúvida quanto à significação do conjunto do texto. II. A comunicação oficial não exime o redator de manifestar claramente sua subjetividade, por meio de opiniões criativas e do posicionamento estritamente pessoal diante de uma questão.
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III. A formalidade da linguagem é uma característica imprescindível da redação oficial, fazendo-se notar, por exemplo, pela observância da norma culta e pelas formas protocolares de tratamento.
Está correto o que consta APENAS em:
|
(A) |
I. |
|
(B) |
II. |
|
(C) |
III. |
|
(D) |
I e III. |
|
(E) |
II e III. |
24. (FCC-2010/Banco do Brasil-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. O texto deve ser redigido em linguagem clara e direta, respeitando-se a formalidade que deve haver nos expedientes oficiais.
25. (FCC-2011/TRE-RN) Considerando-se as qualidades exigidas na redação de documentos oficiais, está INCORRETA a afirmativa:
(A) A concisão procura evitar excessos linguísticos que nada acrescentam ao
objetivo imediato do documento a ser redigido, dispensando detalhes irrelevantes e evitando elementos de subjetividade, inapropriados ao texto oficial.
(B) A impessoalidade, associada ao princípio da finalidade, exige que a redação de
um documento seja feita em nome do serviço público e tenha por objetivo o interesse geral dos cidadãos, não sendo permitido seu uso no interesse próprio ou de terceiros. (C) Clareza e precisão são importantes na comunicação oficial e devem ser empregados termos de conhecimento geral, evitando-se, principalmente, a
possibilidade de interpretações equivocadas, como na afirmativa: O Diretor informou ao seu secretário que os relatórios deveriam ser encaminhados a ele.
(D) A linguagem empregada na correspondência oficial, ainda que respeite a norma
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culta, deve apresentar termos de acordo com a região e com requinte adequado à
importância da função desempenhada pela autoridade a quem se dirige o documento.
(E) Textos oficiais devem ser redigidos de acordo com a formalidade, ou seja, há
certos procedimentos, normas e padrões que devem ser respeitados com base na observância de princípios ditados pela civilidade, como cortesia e polidez, expressos na forma específica de tratamento.
(CESPE/UnB-2010/TCU) Considerando que a redação de documentos oficiais deve caracterizar-se, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, pela impessoalidade, uso do padrão culto da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade, julgue o seguinte item.
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26. Respeita os quesitos de clareza, objetividade e uso do padrão culto da língua portuguesa o seguinte parágrafo em um documento oficial.
27. Trechos com informações vagas, como “e de outros decorrentes de aposentadorias e vacâncias”, e com uso de tempo verbal de futuro, como “deverá ser publicado” e “disporá sobre”, provocam falta de clareza e concisão, características estas que devem ser respeitadas nos documentos oficiais.
28. (Cesgranrio-2011/FINEP)
O trecho abaixo foi extraído de um convite oficial.
O trecho se distancia da redação oficial, pois:
|
(A) |
contém erros ortográficos |
|
|
(B) |
tem traços de intimidade |
|
|
(C) |
apresenta pouca clareza |
|
|
(D) |
é repetitivo e prolixo |
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|
(E) |
omite o endereço |
|
29. (Cesgranrio-2006/PETROBRAS-Adaptada)
Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. A impessoalidade, a clareza, a concisão e o paralelismo gramatical são qualidades necessárias à boa redação.
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30. (FCC-2009/TRT-16ª Região)
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"A correspondência oficial não dispensa nem os protocolos de rigor que lhe são próprios, nem a máxima objetividade no tratamento do assunto em tela. Não cabendo o coloquialismo do tratamento na pessoa você, é preciso conhecer o emprego mais cerimonioso de Vossa Senhoria e Vossa Excelência, por exemplo, para os casos em que essas ou outras formas mais respeitadas se impõem. Quanto à disposição da matéria tratada, a redação deve ser clara e precisa, para que se evitem ambiguidades, incoerências e quebras sintáticas."
(Diogénes Moreyra, inédito)
Quanto ao emprego das formas de tratamento, está correta a seguinte construção:
(A) Se preferires, adiaremos o simpósio para que não nos privemos de sua
coordenação, Excelência, bem como das sugestões que certamente tereis a nos oferecer. (B) Sempre contaremos com os préstimos com que Vossa Senhoria nos tem honrado, razão pela qual, antecipadamente, deixamos-lhe aqui nosso profundo reconhecimento.
(C) Vimos comunicar a Vossa Excelência que já se encontra à vossa disposição o
relatório que nos incumbiste de providenciar há cerca de uma semana.
(D) Diga a Vossa Senhoria que estamos à espera de suas providências, das quais
não nos cabe tratar com o seu adjunto - grande, embora, seja a consideração, meu caro senhor, que lhe dispensamos.
(E) Esperamos que Vossa Senhoria sejais capaz de atender aos nossos reclamos,
ao nosso ver justos e precisados de toda a vossa atenção.
31. (FGV-2011/TRE-PA) Segundo o Manual de Redação da Presidência da
República, NÃO se deve usar Vossa Excelência para:
|
(A) |
Embaixadores. |
|
(B) |
Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais. |
|
(C) |
Prefeitos municipais. |
|
(D) |
Presidentes das Câmaras de Vereadores. |
|
(E) |
Vereadores. |
|
32. |
(FGV-2011/TRE-PA) De acordo com o que rege o Manual de Redação da 00624108813 |
Presidência da República, em um envelope dirigido ao fictício juiz eleitoral Caio Mévio, o tratamento deve ser:
(A) A Vossa Excelência o Senhor
Caio Mévio
(B) A Sua Excelência o Senhor
Caio Mévio
(C) A Sua Excelência o Juiz
Caio Mévio
(D) A Vossa Excelência o Juiz
Caio Mévio
(E) A Vossa Excelência o Sr. Juiz
Caio Mévio
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33. (Cesgranrio-2010/BB-Adaptada) Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue os itens a seguir.
I. usar o pronome "vosso", no caso de ter sido escolhida a forma de tratamento "Vossa Excelência".
II. escolher a forma de tratamento "Vossa Senhoria", se o destinatário for mulher.
III.
hierárquica superior.
usar
a
expressão
"Digníssimo
Senhor"
para
o
destinatário
em
posição
34. (FGV-2011/TRE-PA) Analise as afirmativas a seguir:
I. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo
(DD), às autoridades. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
II. Fica dispensado o emprego do superlativo Ilustríssimo para as autoridades
que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.
III. Doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Deve-se evitar
usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, deve ser empregado apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado.
Assinale:
|
(A) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(B) |
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. |
|
(C) |
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. |
|
(D) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(E) |
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. |
35. (FGV-2008/Senado Federal) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas a seguir:
I. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento “digníssimo”. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
II. Em comunicações oficiais, é correto usar o vocativo “Excelentíssimo
Senhor Senador”.
III. É recomendável evitar expressões como “Tenho a honra de”.
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Assinale:
|
(A) |
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. |
|
(B) |
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. |
|
(C) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(D) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(E) |
se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. |
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36. (FCC-2006/TRT-20ª Região) Considere o final de um pedido endereçado a
um industrial, em que um Diretor Cultural busca patrocínio para suas atividades.
atenção a nosso pedido, tornando
possível a montagem de tão importante peça que, sem dúvida, atrairá grande público.
Dirijo-me a
para solicitar
Atenciosamente, Diretor do Grupo de Teatro Raios e Trovões
A
Senhor Peri dos Montes Verdes Diretor-Presidente da Artefatos Quaisquer Nesta Cidade
As lacunas estão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
|
(A) |
V. Exª. - vossa – Vossa Excelência. |
|
(B) |
S. Exª. vossa – Sua Excelência. |
|
(C) |
Sua Sª. - vossa – Vossa Senhoria. |
|
(D) |
V.Sª. - sua – Sua Senhoria. |
|
(E) |
V.Sª. - sua – Vossa Senhoria. |
|
37. |
(FCC-2006/TRT-20ª Região) Se o convite estiver sendo enviado ao Prefeito |
de sua cidade, as lacunas estarão corretamente preenchidas por:
|
(A) |
V. Exª. – sua - Sua Excelência |
|
(B) |
V. Sª. – vossa - Vossa Senhoria |
|
(C) |
Sua Sª. – vossa - Vossa Excelência |
|
(D) |
A Sua Sª. – sua - Sua Senhoria |
|
(E) |
a Sua Sª. - vossa - Vossa Senhoria |
|
38. |
(FCC-2005/TRT-24ª Região) Atenção: Para responder à questão, considere |
o fragmento, transcrito abaixo, como parte de um convite enviado a uma Autoridade.
00624108813
Enviamos
Cultural, no próximo sábado. Esperamos contar com a sociedade.
o convite para a cerimônia de inauguração do nosso Espaço
presença nesse evento, tão importante para nossa
A Senhor Leonardo Pataca.
Se o convite estiver sendo enviado ao Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, as lacunas estarão corretamente preenchidas por:
|
(A) |
a V. Exª. – sua – Sua Excelência |
|
(B) |
a V. Exª. – vossa – Sua Excelência |
|
(C) |
a V. Exª. – sua – Vossa Excelência |
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|
(D) |
a vós – sua – Sua Senhoria |
|
(E) |
a vós – vossa – Vossa Senhoria |
|
39. |
(FCC-2007/TRE-PB) Considere o final de um documento dirigido ao |
Prefeito de um município pelo Presidente da Associação Agropecuária do Semi-Árido, solicitando a cessão de um local para o encontro anual de seus representantes.
Diante da relevância dos fatos apontados, vimos solicitar a especial atenção no atendimento ao nosso pleito.
Atenciosamente,
, portanto,
José do Campo Limpo Presidente da Associação Agropecuária
A Senhor Luís Chaves Prefeitura do Município Nesta
As lacunas do documento acima estarão corretamente preenchidas por:
|
(A) |
S. S a . - sua – Sua Senhoria. |
|
(B) |
V. S a . - vossa – Vossa Senhoria. |
|
(C) |
S. Ex a - vossa – Vossa Excelência. |
|
(D) |
S. Ex a - sua – Vossa Excelência. |
|
(E) |
V. Ex a . - sua - Sua Excelência. |
40. (CESPE/UnB-2010/DPU) Suponha que o general José da Rocha seja
assessor do Ministro da Defesa. Com relação à forma de endereçamento que deve constar no envelope de ofício ao general, assinale a opção correta:
a) Excelentíssimo Assessor José da Rocha;
b) Ilustríssimo Senhor General José da Rocha;
c) A Sua Excelência o Senhor General José da Rocha;
d) Eminente Senhor General José da Rocha;
e) Senhor General José da Rocha.
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41. (CESPE/UnB-2010/DPU) Faz jus ao tratamento formal de magnífico, em redações oficiais, um:
a) presidente de nação estrangeira;
b) insigne artista popular que tenha sido convidado para participar de espetáculo
promovido pelo Estado;
c) ex-presidente da República;
d) cardeal;
e) reitor de universidade.
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(CESPE/UnB-2009/DETRAN-DF) A respeito da redação de expediente, julgue o próximo item.
42. Em ofício dirigido a uma senadora e cujo signatário seja um diretor de um órgão público, deverão ser empregados o vocativo "Senhora Senadora," e o pronome de tratamento "Vossa Excelência", devendo estar flexionados no feminino os adjetivos que se refiram à destinatária, como se verifica no seguinte enunciado: "Vossa Excelência ficará satisfeita ao saber que foi indicada para presidir a sessão."
43. (CESPE/UnB-2009/Fiscal-CE) No caso de o destinatário de expediente oficial ser uma alta autoridade do Poder Executivo, Legislativo ou Judiciário, o remetente, quando a ele se dirigir, deve empregar o pronome de tratamento Vossa Excelência.
(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue o item a seguir.
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44. O tratamento de “Vossa Excelência” é exigido no corpo do documento porque está compatível com o tratamento de “Digníssimo”, dado ao diretor, e os dois termos respeitam o uso no padrão ofício.
45. (Cesgranrio-2007/EPE) Assinale a correlação INCORRETA entre o cargo/título e o referido pronome de tratamento.
|
(A) |
Papa: Vossa Santidade. |
|
(B) |
Reitor: Vossa Magnificência. |
|
(C) |
Senador: Vossa Excelência. |
|
(D) |
Príncipe: Vossa Majestade. |
|
(E) |
Diretor de escola: Vossa Senhoria. |
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46. (Cesgranrio-2007/EPE) Assinale a opção em que o pronome pessoal de tratamento referente ao cargo NÃO deve ser abreviado.
|
(A) |
Presidente da República e Papa. |
||||||
|
(B) |
Cônsul e Deputado. |
||||||
|
(C) |
Ministro de Estado e Reitor de Universidade. |
||||||
|
(D) |
Chefe de empresa e Prefeito. |
||||||
|
(E) |
Representante militar e Embaixador. |
||||||
|
47. |
(FGV-2010-CODEBA-Adaptada) Com |
base |
no |
Manual |
de |
Redação |
da |
Presidência da República, julgue o item a seguir.
Deve-se tratar o Governador por Vossa Excelência.
48. (FCC-2010/Banco do Brasil-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. O fecho deverá caracterizar-se pela polidez, como por exemplo:
Agradeço a V. Sa. a atenção dispensada.
49. (FCC-2010/DPE-SP-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de
correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. O fecho deve conter as expressões Respeitosamente ou Atenciosamente, de acordo com a autoridade a que se destina o documento.
(CESPE/UnB-2007/TCU) Com base na normatização de redação de documentos oficiais, e tomando como exemplo o modelo de ofício abaixo, julgue o item a seguir, a respeito da redação de correspondência oficial.
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50. No fecho de um ofício ou memorando entre autoridades de mesma hierarquia, como é o caso de diretores, recomenda-se substituir “Com os meus maiores respeitos e consideração” por Atenciosamente.
51. (CESPE/UnB-2010/ANEEL) O fecho das comunicações é obrigatório em
qualquer tipo de documento oficial e restringe-se a apenas dois:
Respeitosamente e Atenciosamente, a depender da relação hierárquica existente entre o remetente e o destinatário.
52. (Cesgranrio-2010/Banco
estabelecidas para correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
do
Brasil)
Com
relação
às
características
I. É certo fechar o texto com "respeitosamente", para pessoas do mesmo nível hierárquico.
53. (FCC-2010/DPE-SP-Adaptada) A respeito dos padrões de redação de correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. Deve haver identificação do signatário, constando nome e cargo abaixo da assinatura, exceto se for o Presidente da República.
54. Apesar de a assinatura já identificar o signatário, na redação de
documentos oficiais, como um ofício ou um memorando, são obrigatórios também o nome e o cargo do signatário, como se verifica no exemplo. (CESPE/UnB-2011/Correios) Tendo em vista as normas que regem a redação de correspondências oficiais, julgue o item seguinte.
55. Como medida de proteção aos servidores da Administração Pública, a
identificação do signatário é facultativa nos expedientes oficiais.
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56. (CESPE/UnB-2010/DPU) Em comunicação oficial expedida pelo Presidente da República, o espaço relativo à identificação deve conter:
a) apenas a assinatura do presidente;
b) a assinatura do presidente, em linhas sucessivas, do nome por extenso (Luís Inácio Lula da Silva) e do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;
c) apenas a assinatura do presidente e, na linha seguinte, o nome por extenso (Luís
Inácio Lula da Silva);
d) apenas a assinatura do presidente e, na linha seguinte, o nome do cargo:
PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL;
e) apenas a assinatura do presidente e, na linha seguinte, o nome do cargo: CHEFE
DO PODER EXECUTIVO FEDERAL.
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57. (Cesgranrio-2010/BB-Adaptada) Com relação às características estabelecidas para correspondências oficiais, julgue o item a seguir.
I. É certo identificar o autor da correspondência com seu nome e cargo abaixo da assinatura.
58. (Cesgranrio-2006/EPE-Adaptada) Em relação à redação de correspondências oficiais, julgue o item abaixo.
I. As comunicações oficiais, incluindo as assinadas pelo Presidente da República, devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local da assinatura.
59. (Cesgranrio-2010/Banco do Brasil) Em redações oficiais, é certo:
(A) usar o pronome "vosso", no caso de ter sido escolhida a forma de tratamento
"Vossa Excelência".
(B) escolher a forma de tratamento "Vossa Senhoria", se o destinatário for mulher.
(C) fechar o texto com "respeitosamente", para pessoas do mesmo nível hierárquico. (D) usar a expressão "Digníssimo Senhor" para o destinatário em posição hierárquica superior. (E) identificar o autor da correspondência com seu nome e cargo abaixo da assinatura.
60. (FGV-2010-CODEBA) Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas a seguir:
I. O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho foram regulados pela Portaria nº 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelece quinze padrões.
II. Para o Presidente da República, deve-se usar Respeitosamente.
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III. Deve-se tratar o Governador por Vossa Excelência.
Assinale:
|
(A) |
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. |
|
(B) |
se todas as afirmativas estiverem corretas. |
|
(C) |
se nenhuma afirmativa estiver correta. |
|
(D) |
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. |
|
(E) |
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. |
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61. (FGV-2008/Senado Federal) Contemporaneamente, os fechos para comunicação, com base no Manual de Redação da Presidência da República, são:
|
(A) |
somente “atenciosamente” e “respeitosamente”. |
|
(B) |
preferencialmente “atenciosamente” e “cordialmente”. |
|
(C) |
somente “cordialmente” e “respeitosamente”. |
|
(D) |
preferencialmente “cordialmente” e “respeitosamente”. |
|
(E) |
somente “atenciosamente” e “cordialmente”. |
62. (CESPE-2012/TRT-10ª Região) Com relação ao formato e à linguagem das comunicações oficiais, julgue os itens que se seguem, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.
I. O envio de correspondência oficial a cidadão brasileiro configura
desrespeito à impessoalidade que norteia a redação dos textos oficiais, mas essa situação está prevista no MRPR e é aceita em alguns casos.
II. O emprego do padrão culto da linguagem nem sempre concorre para a
clareza do texto de uma correspondência oficial, já que, no Brasil, nem todos dominam essa variante da língua.
63. (ESAF-2012/Ministério da Fazenda) Assinale a opção em que o trecho, adaptado do Editorial de O Estado de S. Paulo, de 13/8/2012, está correto e adequado para compor um documento oficial, como um ofício.
a) Esclarecemos que, com as finanças equilibradas, a dívida abaixo dos limites fixados pela legislação e gastos com pessoal igualmente contidos nos
parâmetros definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a maioria dos Estados pode se habilitar a contrair novos empréstimos para executar seus programas de investimentos em infraestrutura.
b) Lembramos, na oportunidade, que a gradual recuperação da capacidade de
endividamento dos Estados é consequência da negociação de suas dívidas com a União, na década de 1990, em condições beleza para o devedor, mas com a exigência de comprometimento de parcela de suas receitas líquidas para a amortização do saldo devedor.
c) Viemos informar ainda que essa negociação foi essencial para evitar que,
com o aumento vertiginoso do custo de rolagem de suas dívidas — dada a
crescente desconfiança dos investidores quanto a sua capacidade de honrar os compromissos financeiros que estava assumindo —, boa parte dos Estados perdesse por completo o controle sobre suas finanças.
d) Como é do teu conhecimento, com a vigência da LRF, a partir de 2000, um
novo jeito de gestão financeira foi imposto ao setor público, com critérios rigorosos para as despesas públicas, a fixação de limites para a dívida pública e regras para o castigo de gestores distraídos.
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64. (FUNCAB-2013/SUDECO/Agente Administrativo) Considerando que os
termos de correspondência oficial seguem as normas do padrão culto da língua, analise as frases a seguir e assinale a alternativa correta.
A) Assim que recebermos a lista do material solicitado, Vossa Senhoria serás
comunicada. – DIRETOR DE EMPRESA
B) Acreditamos que a decisão de Vossa Eminência afetará a qualidade dos
programas de pós-graduação desta universidade. – REITOR DE UNIVERSIDADE
C) Remetemos à Sua Senhoria as determinações do Senhor Diretor relativas
ao funcionamento do setor administrativo de tua responsabilidade. – GERENTE DE DEPARTAMENTO
D) Solicitamos a Vossa Excelência, representante da banca examinadora, a
revisão da prova de Língua Portuguesa. – BANCA EXAMINADORA DE CONCURSO PÚBLICO
E) Enviamos a Vossa Senhoria a estatística do atendimento ao consumidor
realizada por nossa empresa no primeiro semestre deste ano. – FUNCIONÁRIO PÚBLICO GRADUADO
65. (FUNCAB-2013/Pref. de Cacoal-RO/Agente Administrativo) Há correta
correspondência entre a forma de tratamento e a forma abreviada entre parênteses em:
A) Vossa Eminência (V. Em.)
B) Vossa Excelência (V. Exc.)
C) Vossa Excelentíssima (V. Exma.)
D) Vossa Alteza (V.Alt.)
E) Vossa Majestade (V. Maj.)
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GABARITO
|
1. B |
32. B |
||
|
2. CERTO |
33. ERRADOS |
||
|
3. CERTO |
34. D |
||
|
4. CERTO |
35. A |
||
|
5. ERRADO |
36. D |
||
|
6. CERTO |
37. A |
||
|
7. ERRADO |
38. A |
||
|
8. CERTO |
39. E |
||
|
9. B |
40. C |
||
|
10. ERRADO |
41. E |
||
|
11. ERRADO |
42. CERTO |
||
|
12. CERTO |
43. CERTO |
||
|
13. ERRADO |
44. ERRADO |
||
|
14. CERTO |
45. D |
||
|
15. ERRADO |
46. A |
||
|
16. B |
47. CERTO |
||
|
17. C |
48. ERRADO |
||
|
18. E |
49. CERTO |
||
|
19. D |
50. CERTO |
||
|
20. C |
51. ERRADO |
||
|
21. D |
52. ERRADO |
||
|
22. ERRADO |
53. CERTO |
||
|
23. D |
54. CERTO |
||
|
24. CERTO |
55. |
ERRADO |
|
|
25. D |
56. A |
||
|
26. ERRADO |
57. CERTO |
||
|
27. ERRADO |
58. ERRADO |
||
|
28. B |
59. E |
||
|
29. CERTO |
60. A |
||
|
30. B |
61. A |
||
|
31. E |
62. I – ERRADO |
||
|
00624108813 |
|||
|
II – ERRADO |
|||
|
63. A |
|||
|
64. E |
|||
|
65. C |
|||
Bons estudos e até a próxima aula!
Abraços!
Fabiano Sales.
Prof. Fabiano Sales
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