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Cultura do cajueiro

Flores

Fruto maduro

descendo até o Sul da Bahia e Mato Grosso.  Cultivando As sementes devem ser semeadas na posição vertical. DICA DE CULTIVO: A planta é muito rústica as condições de solo. O solo deve ter o pH entre 4.5 a 6. Uma árvore bastante variável. como é conhecido pelos povos indígenas. Prefere temperatura que fique entre 20 e 30 graus. . podendo ser um arbusto de 2 m de altura e chegar a formar uma árvore grande de 20 m de altura com copa proporcional variando entre 3 a 8 metros.Variedade clonada e implantada em Mato Grosso no município de Campo Novo de Parecis (Caju anão precoce) Acaju “fruta do caroço que se come”. Suas características. Uma planta nativa do Brasil. Algumas variedades começam a frutificar com 12 a 15 meses. dunas e praias do nordeste brasileiro desde o Maranhão até o Piauí e Ceará. ocorre nos solos arenosos da caatinga. com a ponta voltada para baixo em substrato arenoso com 40% de matéria orgânica. o tronco que é tortuoso e as folhas alternadas com textura rija de couro. apreciando muito solos arenosos de rápida drenagem. restinga. neste caso as plantas produzem menos por causa de chuvas periódicas e desordenadas que causam doenças fúngicas que provocam a queda de flores e frutos.5 e o pomar deve ficar protegido dos ventos. mas popularmente conhecido por caju. embora algumas plantas se adaptem a climas subtropicais e resistam à mínima de até 0 grau e a máxima de até 35 graus por períodos curtos. A germinação se dá em 20 a 30 dias e as mudas atingem 40 cm com 9 meses de idade. são peculiares.

outra no meio do período chuvoso e a última no final das chuvas. Completa-se a cova com a terra retirada e comprime-se levemente com o pé. 500 gramas de superfosfato simples e 200 gramas cloreto de potássio Após 5 anos Usar a mesma quantidade de adubos do 4° ano OBS: A quantidade de ureia e de cloreto de potássio deve ser repartida para ser aplicada em 3 vezes. Também acrescentar 100 g de calcário no fundo da cova. Se a muda estiver em saco plástico deve-se retirá-lo antes do plantio. Completar a cova com a terra retirada. . uma no início das chuvas. 450 gramas de superfosfato simples e 150 gramas de cloreto de potássio Após 4 anos Aplicar 310 gramas de ureia.As covas devem ser abertas num espaçamento de 6 x 6 ou 10 x 10 m (um mês antes) e ser preparada com uma mistura de terra superficial. Cova em solo argiloso (barrento): 50cm de profundidade. ou misturar 500 g de superfosfato simples ou 300 g de superfosfato triplo com a terra superficial retirada da cova.  Adubação após plantio Após 60 dias Aplicar 30 gramas de cloreto de potássio no pé da muda Após 1 ano Aplicar 130 gramas de ureia e 70 gramas de cloreto de potássio Após 2 anos Aplicar 180 gramas de ureia. Abre-se o buraco da cova que foi feito um mês atrás. É aconselhável colocar matéria orgânica seca (palha. mas desta vez na mesma profundidade da muda. capim) ao redor da muda. e do 5° ano em diante a aplicação dos adubos devem ser feitos a lanço (nas entrelinhas do plantio). mais 100 g de calcário + 10 litros de esterco animal bem curtido.   Cova em solo arenoso: 30cm de profundidade. 300 gramas de superfosfato simples e 100 gramas de cloreto de potássio Após 3 anos Aplicar 270 gramas de ureia. o superfosfato simples deve ser aplicado em uma única vez.

O oxicloreto de cobre. Roçar as entrelinhas (espaço entre uma linha de plantio e outra). quando o ataque é muito severo. irregulares. Frutifica de dezembro a fevereiro. Controle: pulverizações semanais alternadas com benomil. A castanha do Caju é consumida após retirada da casca. retorcidas e posteriormente caem. Diversas pragas e doenças atingem pomares comerciais. com enormes prejuízos no pomar. inicialmente de cor parda em folhas jovens e posteriormente de coloração avermelhada em folhas mais velhas. Os pseudofrutos são consumidos in-natura e podem ser aproveitados para fazer sucos e doces. os que nascerem voltados para o interior da copa e aqueles ramos que se cruzarem com outros galhos já formados. As folhas jovens ficam enegrecidas. apresenta excelentes resultados quando aplicado preventivamente. cujo intervalo de segurança é de 21 dias.  Doenças fúngicas (mais comuns no caju anão precoce – cultivo comercial) Antracnose Sintomas: lesões necróticas. Também causa queda das flores e frutos jovens. e com mancozeb (150 g/ 100L d’água). na dosagem de 100 g/ 100L d’água. Realizar a poda de galhos secos ou doentes. . cujo intervalo de segurança também é de 21 dias.rico em biodiversidade . É recomendável fazer a pulverização nas plantas com oxicloreto de cobre após as podas. em dosagens que variam de 200 a 400 g/ 100L d’água. dependendo do produto comercial. mas num pomar coleção .não precisa se preocupar muito com isso. e podar os galhos superiores e laterais para controlar a formação da copa da árvore (deve ser realizado após a colheita e antes da floração).As podas visam eliminar os galhos que nascerem na base do tronco. Ambos são enquadrados como pouco tóxicos. Alguns cuidados:     Realizar a limpeza ao redor da muda quando for necessário (capina).

atacando preferencialmente as folhas mais velhas. produzindo um bolor negro de aspecto similar ao feltro. Controle: pulverizações quinzenais alternadas com oxicloreto de cobre (3 g/ L de água) e benomil (1 g/ L de água). que se forma na parte inferior das folhas. Oidio .Mofo preto Sintomas: ocorre geralmente no início da floração. daí a denominação de mofo-preto. É encontrado mais comumente no cajueiro anão precoce do que no tipo comum.

não necessitando medidas de controle. ocasião em que não é tão prejudicial como quando ataca as inflorescências.Sintomas: presença de um revestimento pulverulento. No Brasil é considerada de importância secundária. Entretanto. pulverizações com produtos à base de enxofre e benomil podem controlar o fungo. branco-acinzentado. nas folhas. . A ocorrência é centralizada nas folhas adultas.