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CÂMARA
DOS DEPUTADOS
TÉCNICO LEGISLATIVO
ATRIBUIÇÃO: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

Língua Portuguesa
Direito Constitucional
Direito Administrativo
Regimento Interno
Noções de Protocolo e Arquivo
Noções de Administração de Pessoas
Noções de Administração de Recursos Materiais
Noções de Administração Orçamentária e Financeira

01/2015 – Editora Gran Cursos
GS1: 789 860 535 0 476

GG EDUCACIONAL EIRELI
SIA TRECHO 3 LOTE 990, 3º ANDAR, EDIFÍCIO ITAÚ – BRASÍLIA-DF
CEP: 71.200-032
TEL: (61) 3209-9500
faleconosco@editoragrancursos.com.br
AUTORES:
Bruno Pilastre / Márcio Wesley
Ivan Lucas
J.W. Granjeiro / Rodrigo Cardoso
Luiz Cláudio
Zé Carlos / Flavio de Sousa / Thiago Vesely

PRESIDÊNCIA: Gabriel Granjeiro
DIRETORIA EXECUTIVA: Rodrigo Teles Calado
CONSELHO EDITORIAL: Bruno Pilastre e João Dino
DIRETORIA COMERCIAL: Ana Camila Oliveira
SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO: Marilene Otaviano
DIAGRAMAÇÃO: Oziel Candido da Rosa e Washington Nunes Chaves
REVISÃO: Juliana Garcês, Luciana Silva e Sabrina Soares
CAPA: Pedro Wgilson

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – De acordo com a Lei n. 9.610, de 19.02.1998, nenhuma parte
deste livro pode ser fotocopiada, gravada, reproduzida ou armazenada em um sistema de recuperação de
informações ou transmitida sob qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico sem o prévio
consentimento do detentor dos direitos autorais e do editor.

AUTORES
BRUNO PILASTRE
Mestre em Linguística pela Universidade de Brasília.
Professor de Redação Discursiva e Interpretação de
Textos.
Autor dos livros Guia Prático de Língua Portuguesa e
Guia de Redação Discursiva para Concursos pela editora
Gran Cursos.
IVAN LUCAS
Pós-graduando em Direito de Estado pela Universidade
Católica de Brasília, Ivan Lucas leciona Lei 8.112/90, Direito
Administrativo e Direito do Trabalho. Ex-servidor do Superior
Tribunal de Justiça, o professor atualmente é analista do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região.
Possui grande experiência na preparação de candidatos a concursos públicos.
É autor, pela Editora Gran Cursos, das obras: Direito
do Trabalho para concursos – Teoria e Exercícios; Lei n.
8.112/90 comentada – 850 exercícios com gabarito comentado; Lei n. 8.666/1993 – Teoria e Exercícios com gabarito
comentado; Atos Administrativos – Teoria e Exercícios com
gabarito comentado; 1.500 Exercícios de Direito Administrativo; 1.000 Exercícios de Direito Constitucional; Legislação
Administrativa Compilada, dentre outras.
J. W. GRANJEIRO
Reconhecido por suas obras, cursos e palestras
sobre temas relativos à Administração Pública, é professor
de Direito Administrativo e Administração Pública.  Possui
experiência de mais de 26 anos de regência, sendo mais de
23 anos preparando candidatos para concursos públicos e
17 de Serviço Público Federal, no qual desempenhou atribuições em cargos técnicos, de assessoramento e direção
superior.
Ex-professor da ENAP, ISC/TCU, FEDF e FGV/DF.
Autor de 21 livros, entre eles: Direito Administrativo Simplificado, Administração Pública - Ideias para um Governo
Empreendedor e Lei nº 8.112/1990 Comentada. 
Recebeu diversos títulos, medalhas e honrarias. Destacam-se os seguintes: Colar José Bonifácio de Andrada,
patriarca da Independência do Brasil (SP/2005), Professor
Nota 10 (Comunidade/2005), Comendador (ABACH/2003),
Colar Libertadores da América (ABACH/2003), Gente que
Faz (Tribuna 2003), Profissional de Sucesso (Correio Braziliense/2003), Medalha do Mérito D. João VI (Iberg/Ibem/
Fenai-Fibra/Aidf/Abi-DF/2006), Cidadão Honorário de Brasí-

lia (Câmara Legislativa do DF/2007), Empresário do Coração 2006, 2007, 2008, 2010, 2011 e 2012, Master in Business Leadership 2006, 2007 e 2009 conferido pela World
Confederation of Business.
LUIZ CLAUDIO
Mestre em Ciência Política, Especialista em Processo
Legislativo, Analista Legislativo com dezoito anos de atuação no Congresso Nacional como servidor concursado
da Câmara dos Deputados. O autor exerce, entre outras
funções, a de Assessor da Diretoria do Departamento de
Comissões – Núcleo de Processo Legislativo e de professor do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento
da Casa. Já ministrou cursos profissionalizantes no Senado
Federal e preparatórios para concurso. Clareza e didática
no ensino do processo legislativo são peculiares ao autor,
que já publicou diversos artigos e outros seis livros relacionados ao assunto. Dentre suas obras destacam-se o Curso
de Regimento Interno, publicado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2011, assim como o livro Câmara
dos Deputados: o Regimento em Exercícios e o Regimento
Comum do Congresso Nacional Comentado, recém publicados pela Editora Gran Cursos.
MÁRCIO WESLEY
Leciona no Brasil para concursos e vestibulares há
mais de quinze anos. É instrutor da ESAF (Escola Superior
de Administração Fazendária, do Ministério da Fazenda).
Ministra cursos e palestras de Língua Portuguesa e Redação Oficial para formação e aperfeiçoamento de servidores
federais, no Tesouro Nacional, no Tribunal de Contas do DF
e na Controladoria-Geral da União. Compõe o corpo docente
do Instituto dos Magistrados do Distrito Federal.
É autor de várias obras: Redação Oficial, em 2004,
Interpretação de Textos, em 1999 e Curso de Redação, em
2002. Escreveu também: Redação para todos os cargos do
Senado Federal (2008), Gramática e Texto em questões da
FGV para o Senado Federal (2008).
Atua como consultor de Língua Portuguesa da FOLHA
DIRIGIDA.
Compõe o conselho editorial da Editora Justilex, especializada na área jurídica. Publica artigos de redação jurídica na revista JUSTILEX. É membro do quadro de grandes cursos do Brasil. É professor universitário em diversas
instituições do país, ministra cursos de extensão, inclusive
quanto a técnicas de redação de normas jurídicas.

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Atua junto a órgãos públicos onde ministra a técnica
legislativa. É palestrante, escritor e conferencista. Juntamente com o Dr. Gil Dutra, coordena a TVCONCURSOS,
pela qual atende a mais de 200 mil estudantes no Brasil e no
exterior. Escreve para diversos jornais e revistas do Brasil.
RODRIGO CARDOSO
Servidor do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª
Região, o professor Rodrigo Cardoso é graduado em Direito
pela Universidade Católica de Brasília e especialista em
Direito Administrativo e Direito Constitucional.
Professor de Direito Administrativo, Lei 8.112/90 e
palestrante, possui grande experiência na preparação de
candidatos a concursos públicos.
É coautor do livro Direito Administrativo Simplificado
com o professor J. W. Granjeiro.
THIAGO VESELY
Thiago Andrigo Vesely é professor de Orçamento
Público e Finanças (AFO) e Lei de Responsabilidade Fiscal
(LRF) no Gran Cursos. Instrutor do Siafi e de Orçamento
no Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da
Câmara dos Deputados (CEFOR).
É coordenador de orçamento de liderança partidária,
atuando no ciclo orçamentário da União desde sua elaboração até a execução e controle. Especialista em Administração Orçamentária e Financeira e em Contabilidade Pública
e Responsabilidade Fiscal.
Especialista em Política e Representação Parlamentar;
mestrando em Educação; gestor público e técnico em contabilidade.
É autor, pela Editora Gran Cursos, dos livros LRF
Comentada, Glossário de Finanças Públicas e Administração Orçamentária e Financeira Contemporânea.
ZÉ CARLOS
José Carlos Guimarães Junior é professor universitário
há 21 anos e atua em cursos preparatórios para concursos
há 9 anos. Formado em Administração de Empresas pela
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ,
com habilitação em Empresa Pública e Privada. Foi pesquisador do Programa de Pré-Iniciação e Iniciação Científica na
mesma universidade, onde desenvolveu um projeto inédito
no Brasil de Gerenciamento para Pequenas Propriedades
Produtoras de Leite no Estado do Rio de Janeiro, além de
ser o precursor e coordenador do 1º Laboratório de Informática do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ.
É Especialista em Administração Rural pela Universidade Federal de Lavras – FAEPE e Mestre em Planejamento e Gestão Ambiental pela Universidade Católica de
Brasília – UCB.
Atuou também como coordenador de diversos cursos
de Administração em faculdades de Brasília.
É professor convidado pela Universidad de Léon – Fundação Universitária Iberoamericana – como orientador dos
Programas de Especialização e Mestrado.

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É autor dos livros Administração de Materiais e Patrimônio para Concursos, Administração Geral para Concursos,
Série Granpockets: Arquivologia, Série Granpockets: Contabilidade, Recursos Humanos para Concursos, 1500 Questões de Administração Geral, Recursos Humanos, Material e
Patrimônio e Arquivologia, todos pela Editora Gran Cursos.
Desenvolve atividades acadêmicas em faculdades em
Brasília.
No setor público, atua como Analista de Políticas
Governamentais do Governo do Distrito Federal.

.................................................................... ...................................................................................................................65 EMPREGO DAS CLASSES DE PALAVRAS................. COM DOMÍNIO DAS RELAÇÕES MORFOSSINTÁTICAS...................................................................................................... ................. .............................................77 REDAÇÃO OFICIAL.......................................................................................................................... INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS................. FORMAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DAS PALAVRAS................................................27 PROCESSOS DE COESÃO TEXTUAL........15 SIGNIFICAÇÃO LITERAL E CONTEXTUAL DOS VOCÁBULOS..........................................................................................53 ORTOGRAFIA OFICIAL.............................................................2 TIPOLOGIA TEXTUAL.......................... .............................................................61 REGÊNCIA............................................. ........................ SEMÂNTICAS E DISCURSIVAS.................................63 ESTRUTURA.............. .................87 .. .........................................LÍNGUA PORTUGUESA S U M ÁR I O COMPREENSÃO.............................................................. ...30 COORDENAÇÃO E SUBORDINAÇÃO......................................................... ................................................................................................ ........................37 PONTUAÇÃO...........................57 CONCORDÂNCIA.........................................................................................................................................................................

sem floreios e sem rapapés”. mas sempre com o virtuoso comedimento. como se espera. tinham cerca de cinco ou seis laudas. veio a máquina de escrever. precisamos de uma Justiça “sem firulas. publicado no jornal Folha de São Paulo no dia 1º de janeiro de 2013: Objetividade. concisão e comedimento. conciso e comedido discurso de posse na presidência do Supremo Tribunal Federal. A primeira para tomar con­ tato com o assunto. a ideia mais impor­ tante (tópico frasal). energia e recursos. de linguagem redundante e com adjetivos demais e de mesuras desmedidas. Objurgar que o comedimento agride a tradição é rapapé. preenche-o de redundâncias. 6 Os profissionais do direito não têm conseguido resistir à tentação de fabricar alentados escritos abusando dos recursos da informática. assim. A leitura do texto se faz importante pelo fato de ressaltar a importância da linguagem em nossa sociedade. Lamentar que a concisão importa perda de certo tempero literário das peças processuais é floreio. VI – Escrever. No tempo do manuscrito e da datilografia. incorreto. IV – Ler com muito cuidado os enunciados das questões para entender direito a intenção do que foi pedido. Nas primeiras décadas do século passado. o contrário dos floreios é a concisão. deve-se examinar com atenção a introdução e/ou a conclusão. IX – Se o enunciado mencionar argumentação. ao lado de cada parágrafo. O oposto da firula é a objetividade. o tamanho do texto era sempre proporcional ao tempo gasto na produção do papel. há questões de grande complexidade. tem todo o sentido no contexto do aprimoramento da Justiça. usados como expediente diversionista. Arrazoados jurídicos e decisões longas são relativamente recentes. ela também impunha limites físicos à extensão. V – Sublinhar palavras como: erro. floreios e rapapés são perniciosos porque redundam em inevitável desperdício de tempo.. II – Observar que um parágrafo em relação ao outro pode indicar uma continuação ou uma conclusão ou. aliás. A salutar receita do ministro Barbosa recomenda discursos objetivos. oral ou escrita.COMPREENSÃO (OU INTELECÇÃO) E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS BRUNO PILASTRE Iniciamos nossos trabalhos com o artigo de Fábio Ulhoa Coelho. VII – Não levar em consideração o que o autor quis dizer. escreveu. a sua posse na presidência do Supremo Tribunal Federal se tornará ainda mais histórica. ou de cada estrofe. a ideia mais importante contida neles. Apegos a detalhes formais sem importância é um exemplo de firula. por isso. Mas é um bom indicativo destes vícios. Clientes incautos ainda são impressionáveis e ficam orgulhosos com a robustez das peças de seu advogado. X – Tomar cuidado com os vocábulos relatores (os que remetem a outros vocábulos do texto: pronomes relativos. Claro. Tamanho exagerado nem sempre. Para o novo presidente da Corte Suprema. mas sim o que ele disse. É uma recomendação dirigida a todos os profissionais jurídicos: magistrados. para não se confundir no momento de respon­ der à questão. o autor do anteprojeto do Código Civil de 1916. hipérboles e adjetivações. E rapapés são mesuras desmedidas que mal escondem um servilismo anacrônico. gerando inevitavelmente textos mais extensos. promotores e advogados. porque os casos realmente difíceis correspondem à minoria e são facilmente reconhecidos pelos profissionais da área. Embora tenha tornado a confecção de textos menos cansativa. floreio ou rapapé. pronomes pessoais. O computador rompeu decididamente este limite. Todos devemos nos tratar com respeito e cordialidade. o autor observa que há em nossa Justiça excesso de argumentos desimportantes. Se a receita do ministro Barbosa melhora a Justiça. correto etc. uma falsa oposição. Isso por si só já estabelecia um limite (por assim dizer. Com o “recorta e cola” dos programas informatizados de redação. deve pre­ocupar-se com o desenvolvimento. No artigo. a renovação da linguagem jurídica. concisos e comedidos. VIII – Se o enunciado mencionar tema ou ideia principal. elas ainda eram escritas à mão. Firulas. Depois. Floreios são exageros no uso da linguagem. vejamos o que Evanildo Bechara nos diz sobre como analisar um texto: Os dez mandamentos para a análise de textos I – Ler duas vezes o texto. conciso e comedido. desenvolvido. Após a leitura do texto de Fábio Ulhoa Coelho. Alegar que estimular maior objetividade fere o direito de acesso ao Judiciário ou à ampla defesa é firula. produzem-se textos de extraordinárias dimensões em alguns poucos segundos. Não se justifica grande gasto de papel e tinta na significativa maioria dos processos em curso. a segunda para observar como o texto está articulado. São discursos que. para dizerem mais. que exigem dos profissionais do direito maiores digressões e fundamentações. Precisam todos escrever e falar menos. para impedir ou retardar a apreciação da essência das questões em julgamento (o mérito da causa). então a questão passa a ser a identificação de medidas de incentivo ao discurso objetivo. Combater esses vícios de linguagem. Se a exortação do ministro Barbosa desencadear. Firulas são argumentos artificialmente complexos. é sinônimo de firula. Não poderia ter sido mais feliz a receita para o aperfeiçoamento da Justiça brasileira formulada pelo ministro Joaquim Barbosa. Pois bem. a negação dos rapapés é o comedimento. em cada parágrafo. III – Sublinhar. Expediente empregado em geral no disfarce da falta de conteúdo do discurso. A renovação da linguagem jurídica necessita de vigorosos estímulos. físico) aos arroubos. pronomes demons­ trativos etc. dentro e fora dos ambientes judiciários. Os pareceres de Clóvis Beviláqua. .). ainda. costumam primar pela elegância. em seu objetivo.

. O texto possibilita deduzir-se que. está incorreta. no entanto. f) Espero que o pessoal reflete sobre o significado desta Copa do Mundo (Rivelino. redução e contradição. (Uso do indicativo pelo subjuntivo). p.1989...09. TV Bandeirantes). O autor afirma que.. fica muito difícil..1990. Os “erros” a seguir prejudicam a comunicação.. Ocorre quando se interpreta o que não está escrito. b) Qual é a personagem que mais lhe atrai no filme? (O Estado de S.Compreensão ou intelecção de texto Consiste em analisar o que realmente está escrito.04. 29. faz pouca diferença. Interpretação de Texto Consiste em saber o que se infere (conclui) do que está escrito. sendo o prefeito uma autoridade governamental. O enunciado normalmente é encontrado da seguinte maneira: O texto possibilita o entendimento de que. em nome de todos os comediantes e humoristas. infere-se que. agora. p. pois a fórmula para conquistar jovens platéias com um interesse maior em sexo do que em música. posso adiantar que já tivemos uma conversa no sábado. Pretende o texto mostrar que o leitor. da loirinha e agora chegou a vez da ruivinha. 8)... ou seja. • Redução É o fato de se valorizar uma parte do contexto. pobres mortais. no segundo parágrafo. (Uso de forma de 3ª pessoa do singular em lugar da de 1ª pessoa do plural). deixando de lado a sua totalidade. coletar dados do texto. Deixa-se de considerar o texto como um todo para se ater apenas à parte dele.. “não”. (Uso inadequado do pronome relativo: o correto seria cuja entrada ele próprio tinha autorizado).1995.1995.. publicada pela Fundação Alexandre de Gusmão. De acordo com o texto. Programa Bate-bola. Muitas vezes são fatos reais. pois o leitor fica sem saber o que quis dizer quem escreveu a frase. g) Dá licença que eu tenho que me lavá a louça da janta. Com apoio no texto. aplicar os “Dez mandamentos” à leitura do texto de Ulhoa. onde já evoluiu bastante (Goleiro Zetti.. 31.07. É bom que se tome cuidado com algumas palavras. 2006. mas que não estão expressos no texto.. verbo “ser” etc.. 24. O enunciado normalmente assim se apresenta: As considerações do autor se voltam para. Tendo em vista o texto. igualar-se à verve oficial (Jô Soares.. (Uso do pronome oblíquo dativo – que indica objeto indireto – em lugar do pronome oblíquo acusativo – que manifesta objeto direto).. Paulo. Falta da preposição em diante do relativo com função de adjunto adverbial de tempo). Segundo o texto. Paulo. (Observe que. • Extrapolação É o fato de se fugir do texto.04. 5-2). c) Nem os seguranças de Mário Covas acreditam na falta de cerimônia do patrão. a oração iniciada por pois não tem predicado: não se sabe de que fórmula falava o enunciador).. apud Unicamp 1989). todos os anos. O texto encaminha o leitor para.. na obra “Manual do candidato: português”. (Nesse período não há oração principal: a primeira oração iniciada por embora é subordinada adverbial concessiva.1995. Bechara.. TV Gazeta. há três erros capitais na análise de textos: extrapolação. Evanildo.. provocando prejuízos que chegam a milhões de dólares. pois. está correta. 10. Rio de Janeiro. 95).1995. SAVIOLI & FIORIN (2001). Programa Apito Final.1993).. (Uso do onde no lugar de que). é incorreto. Se o Zé descobre que dormi na cama dele. A cor do cabelo. d) Sobre a minha renovação de contrato com o São Paulo. Paulo. 08. 12. a segunda é uma subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio).. 7 LÍNGUA PORTUGUESA Proponho. Gramática escolar da língua portuguesa. b) Embora as enchentes. continuem a destruir cidades inteiras em algumas regiões do Nordeste. é certo. Que foi surpreendido em pleno fuça a fuça no gabinete do Bandeirantes com dois vendedores de plano de saúde – que ele próprio tinha autorizado a entrada (Folha de S.. como Bechara define compreensão e interpretação de texto: ... e) Há momentos na vida que você não pode errar (Propaganda da Agroceres.05. Três erros capitais na análise de textos Para o gramático. (Com adaptações) A propósito da noção de erro. Veja. O autor sugere ainda. apresentam a seguinte análise: Nos textos em que é de rigor a utilização da norma culta. • Contradição É o fato de se entender justamente o contrário do que está escrito. 17.01. O segredo do sucesso na música pop é um rostinho – e um corpinho – feminino bonito e bem sensual (Folha de S. Vejamos. Vejamos alguns exemplos: a) Já houve o tempo da moreninha. me mata eu e me mata você (Falas da novela A próxima vítima. D10).05. De acordo com o texto. gostaria de lançar este pequeno protesto. Veja. Deve-se ater somente ao que está relatado. como: “pode”. “deve”. para nós. como exercício. o uso das construções abaixo seria inaceitável: a) Por isso.

mas que se alteraram e que a escola considera ainda como fatos reais do português. entram aqueles fatos linguísticos que pertenciam à norma culta da língua. de 25. Letícia Spiller com Túlio. É um estouro. porque não houve. Gosta de fama de bad boy (garoto mal) e faz tudo o que pode para mantê-la (Folha de S. Estão reclamando. é ensinado como unipessoal. pode-se dizer que temos verdadeiras agramaticalidades discursivas. no sentido de “ser custoso”.11. Viola com Edmundo e. já sob o efeito das rodadas de chopinho que de dez em dez minutos o garçom renovava. vizinha dele.1995. se houve. Se ela vai um pouco mais longe. Começaram a comparar Sharon Stone com Romário.01. no próximo vestibular. D2). de Mário de SáCarneiro. Portanto.1989. d) Há meses não chove em Brasília. (Nesse caso.. Nesse caso. o adjetivo inexistente parece estar referindo-se a exame). uma bomba atômica! Se ela sai de casa e vai até a esquina. 30. É tudo isso e mais um pouco.. 11.1995. b) Os estudantes que pretendem ingressar na Unicamp. Paulo. famosa pelas curvas do corpo e pela generosidade do coração. o mais fofoqueiro dos seis. Angélica com Viola e Xuxa com Edmundo. . 09. ela é tudo isso. no caso dos países de língua portuguesa. exaltaramse. – Vocês precisam conhecer a Adriana. E vencidos. Sharon Stone foi comparada com Letícia Spiller. E ela topa qualquer parada. resultam de acordos entre os diferentes países. apud Unicamp 1992). se chegou àquela conclusão de sempre: nenhuma. b) agramaticalidade da estrutura da frase ou do período. Nesse caso. só se considera correto custou-me perceber o problema). a rua toda treme. não há e nunca haverá assunto melhor para o brasileiro do que mulher e futebol. Até o momento. eles mudaram um pouco o debate. explode todo o quarteirão. há uma ambiguidade: pode-se entender que PC Farias responde na Polícia Federal a 30 inquéritos de corrupção ou responde a 30 inquéritos por ter corrompido agentes da Polícia Federal). ou seja. vimos que três fenômenos de natureza diferente são considerados erros: a) desvio da norma adequada a uma dada situação de comunicação. concordam com o decreto do governo. As normas de ortografia são coercitivas para todos os falantes. Na mesa do bar. quase se desentenderam e no fim chegaram ao mesmo resultado do debate anterior: nenhum. a única regência considerada correta pela tradição gramatical é sem a preposição). Discutiram. um petardo. a forma correta do adjetivo que significa “que faz rir” é hilariante). que a Universidade de Campinas está exigindo a leitura de um livro que entrará no exame inexistente no Brasil: A confissão de Lúcio. (Aqui temos dois problemas: hilária escreve-se com h. a) Erros de ortografia. o governo não pensa em racionamento de água.] produziu um espetáculo cinematográfico em novembro passado na Arábia Saudita. A ortografia é o conjunto de convenções que regem a grafia das palavras.BRUNO PILASTRE Além dos casos de agramaticalidade. (Nesse caso.06. E felizes ficaram até que um deles. outros fenômenos distintos que também são erros linguísticos. onde comeu peru fantasiado de marine no mesmo bandejão em que era servido aos soldados americanos (Veja. (Isto é Senhor. Já namorou com o bairro inteiro.1993). Não houve vencedores. c) O presidente americano [. Há. Vejamos alguns exemplos: a) PC Farias responde a mais de 30 inquéritos de corrupção na Polícia Federal (Jornal Nacional. em que um desses erros por imposição da tradição de ensino é analisado com muita graça. de relações entre partes e segmentos do texto: por exemplo. 22. o uso de conectores argumentativos inadequados. quanto como transitivo indireto com a preposição em. conversavam disso mesmo. o que se deveria era usar o adversativo mas). Não tenho nenhuma dó de criminosos. (Há hoje uma oscilação na regência do verbo implicar: é usado tanto como transitivo direto. foram os chopinhos e os salaminhos. todos catedráticos em mulher e futebol. mesmo? Então a gente precisa conhecer. Essas convenções.04. (Tem-se a impressão de que fantasiado se refere a peru e de que o presidente era servido aos soldados). A noite estava quase tão gostosa quanto o chope e o salaminho.1991. O atraso no pagamento implicará em multa.05. no entanto. apenas. a criação de enunciados ambíguos etc. Tudo isso e mais bastante. Leia esta crônica de Raul Drewnick. Angélica com Xuxa. Estavam felizes. os seis amigos. Romário com Túlio. Custei a perceber o problema. (Pela posição em que foi colocado. (O substantivo dó é ensinado como masculino). é completamente despropositado o uso do conector conclusivo portanto. (O verbo custar. 14. (O adjetivo é grafado com u (mau) e o advérbio com I (mal)). constituem também erros as violações de relações discursivas. apud Unicamp 1989). b) Erro por imposição de uma tradição do ensino. 4-5). Paulo. 8 Escrevi crônica pedindo aos leitores que sugerissem formas do ex-deputado se matar e recebi cerca de 1300 cartas com as propostas mais ilárias (O Estado de S. dizimados assim que se atreviam a aparecer. – Ela não é tudo isso. publicada em O Estado de S. Paulo.1995.09. c) violação de relações discursivas. Duas horas mais tarde. depois de muito bate-boca. – Nossa. começou a contar a história de uma garota.

– Não estou censurando o comportamento dela. como os outros. O Aurélio admite tudo: nóis vai. o Cordeiro. A Adriana é uma devoradora de homens.. que é o sujeito. – Ah. Você está massacrando o Cordeiro à toa. Vejamos alguns exemplos: Não haverão recursos suficientes para o término das obras. Paulo. nóis fumo. que de fato não existem. acrescenta-se a ele auto. diga uma asneira como essa. Quem namora. já rubro de cólera. Antônio Morimoto (PTB-RO) Folha de S. que eram previsíveis os percalços que enfrentariam qualquer programa de estabilização [.1992. o Praxedes.. por conseguinte. por isso. No início do debate. que retoma o substantivo percalços. entre certas formas da língua.10. quanto o gramático de plantão. namora alguém. Aristarco. é impessoal. Portanto. – Mas é verdade. cada vez mais nervosos. você está certo. 1-4). Acordou dali a dez minutos.. apresentasse sua contraargumentação. É aquele erro cometido por uma análise inadequada da frase. c) Hipercorreção. sobretudo porque todos terminam em-er). d) Falsa análise do enunciado.1). e) Falsas analogias. que sem querer tinha provocado a confusão. 07. Pode-se argumentar. quando se atribui a uma palavra ou expressão uma função sintática que ela não exerce. apud Unicamp 1991). Vejamos alguns exemplos: Vai chover multas na volta do feriado (Folha da Tarde. não namora com alguém. no entanto. mas da falsa pressuposição de simetrias entre formas da língua. para quem a pratica. protestou: – Espere aí. ainda tentou acompanhar os argumentos dos dois gramáticos.1990.. E daí? – Daí que isso é uma barbaridade. Muitas vezes. – Disse. – Você está querendo dizer. a construção correta seria Não haverá recursos suficientes para o término das obras. Sou clara e definitivamente pela admissibilidade do impeachment – correndo o risco até do auto-suicídio político (Dep. porque os verbos que aparecem antes no futuro do subjuntivo. eu não esperava que você me viesse com essa. Quando ele resolver apresentar-se. o Cordeiro resolveu mostrar-se grato ao seu advogado: – É isso aí.09. que significa “si mesmo”). Aristarco.1992. São aquelas formas criadas por analogia com as regularidades da língua ou pelo estabelecimento de correspondências. com a voz trovejante de seu defensor. Enquanto o acusado de crime contra a gramática assumiu um triste ar de réu para merecer a clemência dos amigos. um deles. No entanto. Você sabe muito bem que o Aurélio não é uma boa fonte. – Que asneira? – Que a menina namora com todo mundo. numa regra de uso: por exemplo. [. é que ela acaba resultando. Deixe de ser chato. quando se realizam analogias improcedentes dentro do período. – Com o meu desconhecimento gramatical? Você pode me explicar isso? – Você disse que ela namora com. com expressão de espanto: . (Atribui-se ao pronome relativo que. É o uso de uma forma vista como correta no lugar de uma outra considerada indevidamente errada. o verbo irregular obter contagia-se da regularidade dos anteriores. Praxedes. A diferença.– O que foi que você disse? – Eu disse que a menina é um avião e namora com todo mundo. quase tão empertigado. que até namorar contra é gostoso. Aristarco. a função de sujeito e não de objeto direto e faz-se a concordância do verbo com o antecedente percalços e não com o verdadeiro sujeito qualquer programa de estabilização).. 31. não se realiza a concordância. O que é que você está estranhando? – Eu estou estranhando que você. atribui-se à palavra. não se trata aqui de relações indevidas estabelecidas entre termos no interior de um período.] necessário no Brasil (Folha de S.. mas tão bom. A frase correta seria Vão chover multas na volta do feriado). também a hipercorreção resulta de uma falsa análise do enunciado. Estou é indignado com o seu desconhecimento gramatical. em palavras como calça. Diferentemente do caso anterior. é certo. (O verbo haver. que você tem mais autoridade do que o Aurélio? – Não. imagina-se que o sujeito seja recursos suficientes e que o verbo deva concordar com ele). O dicionário do Aurélio diz que namorar com é perfeitamente válido. talvez seja inocentado (usa-se obter no lugar de obtiver. a função de objeto direto e. maldade. pensa-se que a forma correta de garfo seja galfo). O verbo namorar é transitivo direto. calcanhar. no sentido de “existir”. O que eu estou querendo dizer é que em nenhum outro dicionário você vai achar esse absurdo de namorar com. quando se estabelecem relações sintáticas inexistentes. Você quer saber de uma coisa? Namorar é tão bom. certas pessoas nunca usam impessoalmente o verbo fazer indicando tempo passado (dizem sempre fazem muitos dias e não faz muitos dias). O galfo escapou-lhe das mãos (como em certas camadas sociais troca-se o l por r. oferecer explicações convincentes e obter o apoio da opinião pública. Depois ele acabou dormindo. 24.12. por serem regulares. Dos 8 aos 80 não escapa um. 9 LÍNGUA PORTUGUESA Nesse ponto. o mais empertigado dos seis amigos arregalou os olhos e perguntou.] Antes que o Aristarco. apresentam uma forma igual à do infinitivo. (Nesse caso. (Analisa-se suicídio como um termo não-reflexivo e. Paulo. Praxedes. um sujeito com instrução.

atualmente. STX – Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir “acelerar” (l. STX – Os vocábulos “organizadas” e “agrupadas”. como o rol de procedimentos. organizadas e agrupadas por temas e por operadora. 5). 5. o pronome “lo” é elemento coesivo que se refere ao antecedente “serviço” (l.br> (com adaptações). C C E E E E . 4. Além do descumprimento dos prazos de atendimento para consultas. 14. 3. 13. inclui os novos critérios para suspensão temporária da comercialização de planos de saúde. os reajustes de mensalidades e a mudança de operadora. exames e cirurgias. 10 1. 14). IT – Trata-se de texto de natureza subjetiva. Internet: <www. Em relação às informações e estruturas linguísticas do texto acima.6 milhões de pessoas têm planos de saúde com cobertura de assistência médica e 18.ans. os clientes que já haviam contratado o serviço continuam no direito de usá-lo. 9) e “carência” (l. FN – Os acentos gráficos empregados em “Agência” e em “Saúde” têm a mesma justificativa. 15) por acerca de.4 milhões têm planos exclusivamente odontológicos. 5. que. e avaliatório. considerando evolutivamente seus próprios resultados. 15. julgue os itens subsequentes. 6. e quatro é a pior avaliação possível do serviço. 22/3/2013.791 processos de reclamações de consumidores sobre o atendimento dos planos de saúde estão em tramitação na agência. 11. Os planos de saúde recebem notas de zero a quatro: zero significa que o serviço atendeu às normas. IT – Depreende-se das informações do texto que. o período de carência. previstas na RN 259. dentro do mesmo segmento e porte.2013/ ANS/ SUPERIOR 1 5 BRUNO PILASTRE 10 A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou o último relatório de monitoramento das operadoras. o reembolso e o mecanismo de autorização para os procedimentos. SE – A substituição dos travessões das linhas 10 e 11 por vírgulas ou por parênteses preservaria a correção gramatical do período. 12. 7. é realizada de acordo com dois critérios: comparativo. 2. STX – O segmento “que já haviam contratado o serviço” (l. a ANS. 10. 1 AANS vai mudar a metodologia de análise de processos de consumidores contra as operadoras de planos de saúde com o objetivo de acelerar os trâmites das ações. 3. já adotava como um dos critérios para a suspensão provisória de comercialização de planos de saúde o descumprimento dos prazos de atendimento para consultas. SE – As vírgulas empregadas logo após “procedimentos” (l. IT – Segundo as informações do texto. julgue os itens que se seguem. no monitoramento das operadoras. antes do último relatório. SE – Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir “cerca de” (l. STX – Na linha 8. IT – De acordo com o texto. 7. no momento em que foram publicadas. 2. 8. em que a opinião do autor está evidente por meio de adjetivos e considerações de caráter pessoal. 1 A avaliação das operadoras de planos de saúde em relação às garantias de atendimento. 15. 3) por realiza-se. 8. os processos dos consumidores contra as operadoras de planos de saúde serão julgados individualmente. 13-14) tem natureza restritiva. 9. SE – O sinal de dois-pontos logo depois de “critérios” (l. pela primeira vez. 13). GABARITO Julgue os itens a seguir. 3) por acelerarem. No que se refere às informações e às estruturas linguísticas do texto acima. 14. Segundo a ANS. 6. as novas medidas já estavam sendo aplicadas nos processos de consumidores contra as operadoras de planos de saúde. 1. C C C E C C C E C 10. 12. Entre os principais motivos que levaram às queixas estão a negativa de cobertura. STX – Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir “é realizada” (l. Uma das novas medidas adotadas será a apreciação coletiva de processos abertos a partir de queixas dos usuários. cotejando-as entre si. 5  10 15  10 15 Valor Econômico. 9.ans. reunindo várias queixas. 11. 4. o sinal indicativo de crase em “à negativa” é empregado porque a regência de “relacionados” exige complemento regido pela preposição a e o termo “negativa” vem antecedido de artigo definido feminino. cerca de 48. Os processos serão julgados de forma conjunta.gov. Quando isso ocorre. 8. Os planos com pior avaliação — durante dois períodos consecutivos — estão sujeitos à suspensão temporária da comercialização. exames e cirurgias. estão no feminino plural porque concordam com “queixas” (l. IT – Em “usá-lo” (l. 10) isolam elementos de mesma função sintática componentes de uma enumeração de termos.gov. No Brasil. 13. passaram a ser considerados todos os itens relacionados à negativa de cobertura. previstos na RN 259. a rede de atendimento. ambos na linha 7.  5 Internet: <www. relativos às estruturas linguísticas e informações do texto a seguir. mas a operadora não pode aceitar novos beneficiários nesses planos.br>. 4) está empregado para anunciar uma enumeração explicativa.

e não por deficiência da ciência (e ciência demais). o que e confirmado pelo uso da palavra “lisura” (l. aliás. 1). 3. E a ética é o domínio desse enfrentamento. Ora. 18) poderia ser deslocado para imediatamente após a forma verbal “coloca” (l. 12. pequenos e grandes. adultos e jovens. 16) e “mal-educadas” (l. a longo prazo. IT – O objetivo do texto. é a mais moderna forma de objetividade de que dispomos. é informar o leitor a respeito do surgimento da “bomba limpa” (l. 16-17) poderia 11 LÍNGUA PORTUGUESA 2013/ DPRF/ SUPERIOR . 18). passamos boa parte da vida tendo de optar entre o certo e o errado. SE – A forma verbal “podem” (l. Mas a opção entre o certo e o errado não se coloca apenas na esfera de temas polêmicos que atraem os holofotes da mídia. In: Histórias sobre a ética. a expressão “pequenos e grandes” (l. sem riscos para o atacante. uma sujeira. Trata-se. Na realidade. que cumprirão sua missão com lisura: destruirão o inimigo. entre o que consideramos bem e o que consideramos mal. a previsão da pena de morte autoriza o Estado a matar em nome da justiça. No que se refere aos sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima. Mas vamos ao definitivo transitório. homens e mulheres. 4. escravizarem-se povos” (l. escravizarem-se povos. serão em breve substituídas pelas bombas n. 3-4) caráter explicativo. podendo ser interpretada como equivalente a expressão “adultos e jovens” (l. que se escravizassem povos. o direito a vida é inviolável e nem o Estado nem ninguém tem o direito de tirar a vida alheia. STX – Mantendo-se a correção gramatical e a coerência do texto. já que a própria ciência não o faz — o que. 5. sem dúvida. ou seja. considerava-se legítimo que se espancassem mulheres e crianças. a conjunção “e”. 8). 16) em referência às bombas que liberam “estrôncio 90” (l. em oposição ao emprego de palavras como “indisciplinadas” (l. julgue os itens a seguir. 22) não se refere a tamanho.1 1 5  10 15  20 Leio que a ciência deu agora mais um passo definitivo. 6. 5  10 15  20  Todos nós. da seguinte forma: coloca-se. 2. a supressão da conjunção “e” empregada logo após “inviolável”.ª ed. Em outras sociedades. E claro que o definitivo da ciência é transitório. STX – Dado o fato de que nem equivale a e não. estas sim consideradas desastrosas por atingirem indistintamente países considerados amigos e inimigos. Os cientistas afirmam que podem realmente construir agora a bomba limpa. imundas) porque. 18) e positiva. 18) para se referir a esse tipo de bomba. 10) expressa a razão de as bombas serem sujas. 8) está empregada no sentido de têm autorização. entre o bem e o mal. 12-14) poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: Há tempos. STX – Tendo a oração “que se supera a si mesma a cada dia” (l. esses comportamentos são publicamente condenados na maior parte do mundo. poderia ser substituída por mas. o trecho “esses comportamentos são publicamente condenados na maior parte do mundo” (l. Entre o bem e o mal. o que se considera certo e o que se considera errado muda ao longo da história e ao redor do globo terrestre. Apesar da longa permanência da questão. A partir das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima. de trabalho escravo. 5. STX – A oração introduzida por “porque” (l. em “e não por deficiência da ciência” (l. 13. depois que explodem. de uma fabulosa conquista. que certo e errado se enfrentam. Não indaguemos para que. 109. Muitas e muitas vezes e na solidão da consciência de cada um de nós. homens e mulheres. IT – No texto. o pronome “se” (l. que se supera a si mesma a cada dia. IT – A visão do autor do texto a respeito das “bombas n” (l. manteria a correção gramatical do texto. julgue os itens que se seguem. deixam vagando pela atmosfera o já famoso e temido estrôncio 90. Sabemos todos que as bombas atômicas fabrica das até hoje são sujas (aliás. não? Ferreira Gullar. em referência a faixas etárias. isso é desagradável: pode mesmo acontecer que o próprio país que lançou a bomba venha a sofrer. São Paulo: Ática. 8. mal-educadas. portanto.. 10. em certos lugares. IT – Infere-se do texto que algumas práticas sociais são absolutamente erradas. Ainda hoje. 7. 1. STX – O trecho “Tempos atrás era tido como legítimo espancarem-se mulheres e crianças. embora ainda se saiba de casos de espancamento de mulheres e crianças.. Hoje em dia. Pois bem. Tempos atrás era tido como legítimo espancarem-se mulheres e crianças. o vocábulo “que” poderia ser corretamente substituído por pois ou porque. FN – O emprego do acento nas palavras “ciência” e “transitório” justifica-se com base na mesma regra de acentuação. Marisa Lajolo. 2008 (com adaptações). Maravilha. ainda que o conceito de certo e errado seja variável do ponto de vista social e histórico. p. STX – Devido à presença do advérbio “apenas” (l. 19). STX – Sem prejuízo para o sentido original do texto. sem prejuízo do sentido original do período. as consequências mortíferas da proeza. de caráter predominantemente dissertativo. O que é. 1989. 9. 2-3). na linha 11. 12). 11. In: A estranha vida banal. Rio de Janeiro: José Olympio. essas bombas indisciplinadas.

Internet: <www. antes mesmo que pelos espiões. é tácito o rompimento da fronteira da privacidade. pela imprensa marrom e pelas revistas cor-de-rosa. 3. Hoje. Portal Software Livre no Governo do Brasil.) entretenimento legítimo” (l. respectivamente. IT – A substituição de “continuemos” (l. 3. GABARITO 1. não mais havendo. Dos conectados. 16-20). 2. 4). em sua ânsia de aniquilar o adversário. o direito à impetração de ações na justiça sob a alegação de invasão de privacidade. 2.com. STX – Na linha 1. este deve receber o acento grave. 4. 12. embora por inércia continuemos utilizando a palavra escândalo. Aposentem os espiões.observatoriodaimprensa. Hoje. portanto. STX – No trecho “o que consideramos bem” (l. precisamente 41%. Apenas dois países.) da mídia” (l. intrigas. 1 Uma pesquisa realizada em maio de 2001 pelo IBOPE nas nove principais regiões metropolitanas brasileiras indicou que apenas 20% da população estava conectada à rede mundial de computadores. conexão de alta velocidade. O cientista político canadense Arthur Kroker já havia alertado. como o núcleo desse complemento é um substantivo feminino determinado pelo artigo feminino a.) são escassas” (l. concentravam quase a metade do acesso mundial à Internet. BRUNO PILASTRE 14. 9. o vocábulo “já” fosse deslocado para imediatamente antes da expressão “faz tempo”.tivo “direito”. Esse direito foi desmantelado. escândalos de famí-lia. o emprego do sinal indicativo de crase em “à privacidade” deve-se à presença do substan- 12 5 10  15 20  25 BRASIL. percebe-se que a tecnologia da informação não está tornando a sociedade mais equânime.. em 1994.gov. Mário Vargas Llosa. formuladores e executores da telemática. não hesitam em expor à luz suas intimidades mais secretas — e por um público ávido por invadir o âmbito do privado a fim de saciar sua curiosidade com segredos de alcova. depreende-se que. 18-20) que nem todos “os temas polêmicos” recebem a atenção dos meios de comunicação. 15. Internet: <www. porque sabem que as possibilidades de que os juízes lhes deem razão são escassas. 18) retoma a expressão “a palavra escândalo” (l. embora existam leis que na aparência protegem a privacidade. Desse modo. 14. pela ferocidade dos debatedores políticos — que.. Essa nova elite comandaria uma sociedade partida entre inforricos e infopobres.. Estados Unidos da América (EUA) e Canadá. Inclusão digital. IT – Infere-se do período “Mas a opção (. vícios. apresentação de argumentos e conclusão —. STX – As relações semânticas textuais seriam mantidas caso. 5. E C C E E E C C C C E E E C C CESPE/ 2013/ MC/ SUPERIOR 1 5 10 15 20 O direito à privacidade já desapareceu faz tempo no mundo em que vivemos. assim: “O direito à privacidade já desapareceu faz tempo no mundo em que vivemos” (l. IT – O texto está dividido em três partes — apresentação de tese. a fronteira entre o privado e o público se eclipsou e.softwarelivre. ser corretamente reescrito da seguinte forma: publicamente. 18) e exerce a função sintática de objeto.. julgue os itens seguintes. 7. esses comportamentos consideram-se condenados em quase todo o mundo. A sociedade rica usa com intensi dade as redes informacionais para se comunicar. 15. 8. 17) por continuamos não prejudicaria a coesão e a correção textual. poucas pessoas apelam para os tribunais a fim de reclamá-la. Acerca da organização das ideias e da estruturação linguística do texto acima. o vocábulo “que” classifica-se como pronome e exerce a função de complemento da forma verbal “consideramos”. somente 87% navegavam por banda larga. demarcadas. sobre a constituição de uma nova classe dirigente composta de administradores. nas sociedades atuais. armazenar e processar informações. enquanto os países pobres e em desenvolvimento têm suas populações distantes dos benefícios das redes informacionais. 11. software livre e globalização contra-hegemônica.br> (com adaptações). 6. cujo complemento deve ser introduzido pela preposição a e. 4. STX – O pronome “a” em “a esvaziou” (l.. 5. 10. tudo aquilo que antigamente parecia vedado à exposição pública. 13. 1. ao contrário. 2-16) e “Desse modo (. uma verdadeira classe virtual.. 6. . 1-2). relações perigosas. “Esse direito (. IT – Das ideias apresentadas no texto. Sua hipótese se chocava com as inúmeras promessas de que o mundo teria encontrado uma tecnologia intrinsecamente incorporadora e democratizante. seu rápido espraiamento pelo planeta está causando mais desigualdade e dificuldade de superá-la. na linha 1. a realidade a esvaziou do seu conteúdo tradicional e da censura moral que implicava e passou a ser sinônimo de entretenimento legítimo.br> (com adaptações).

14. STX – As formas verbais “afirma” (l. . 22) são núcleos de predicados de orações que mantêm relação de justaposição e contam com o mesmo sujeito: “Ronaldo Lemos” (l. o prefixo “info-”. o uso do futuro do subjuntivo em “comandaria” (l. 11. STX – SE – Na linha 9. do Google. a maioria da população brasileira tinha acesso à Internet em 2001. STX – A forma verbal “navegavam” (l. mas também a infraestrutura de 25 comunicações. no Rio de Janeiro. 5) poderia ser usada no singular — navegava — sem prejuízo para a correção gramatical do texto. Falta de legislação brasileira para a Web gera dúvida. IT – De acordo com o texto.  Sobre a suposta espionagem norte-americana. STX – Na linha 1.sem que houvesse alteração semântica ou sintática do texto. 11. SE – No segundo parágrafo. 9. o tema envolve não só leis. 19). em ambas as ocorrências. Ronaldo Lemos. No Brasil. Segundo eles. “hipótese” e “rápido” seguem a mesma regra de acentuação gráfica. pelas leis brasileiras. como centros armazenadores de dados e condições de gerenciar o tráfego de informações. 13. Para um grupo de especialistas e professores de direito.uol. 18). afirma que “a questão ultrapassa o campo jurídico e vai para o de política internacional” e mostra as complexidades para os Estados nacionais legislarem sobre a rede. mantêm-se as relações sintáticas e semânticas do texto ao se deslocar o termo “pelas leis brasileiras” para depois de “que” e antes de “é crime”. 15. 10. o emprego das aspas marca a mudança de discurso do autor do texto. 1 Enquanto o Brasil se apressa para tentar aprovar uma legislação que regule o uso da Internet após denúncias de interceptação de dados no país pelo governo dos EUA. MF – No trecho “uma sociedade partida entre inforricos e infopobres” (l. C C E C E E E C E E E E E E C Flávia Marreiro e Isabel Fleck. 12. a even 10 tual entrega de informações de cidadãos a um governo estrangeiro sem autorização legal local. 8. GABARITO 1. 5. 13. 8. não há dúvidas de que é crime. 3. 15. FN – Os vocábulos “Político”. 4. Internet: <http://www1. 18) indica uma situação factual.com. 12. com as devidas adaptações de pontuação. especialistas divergem sobre a capacidade 5 da Constituição e do Código de Defesa do Consumidor nacionais de proteger a privacidade dos usuários de redes sociais e de serviços de email e busca. poderia ser substituído por tecno. 20) e “mostra” (l. o pronome “se” é elemento integrante da forma verbal pronominal “apressa” e indica reciprocidade. 9. nem mesmo a anuência com os termos de adesão de redes como Facebook e Twitter ou de serviços como o Gmail.7. relativos às estruturas linguísticas e à organização das ideias do texto acima.folha. MF – No texto. 13 LÍNGUA PORTUGUESA Julgue os itens a seguir. 6. tornaria legal a transmissão de dados ao governo norte-americano. colunista da Folha e fundador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio 20 Vargas. Julgue os próximos itens com relação à estrutura linguística e à organização das ideias do texto acima. que pressupõem armazenagem e 15 processamento de informação nos EUA. 10. 2. 7.br> (com adaptações). 14.

.57/76/81 TÍTULO VI – DA TRIBUTAÇÃO E DO ORÇAMENTO................. CAPÍTULO III – DO PODER JUDICIÁRIO.......................................... SEÇÃO I – DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA E SEÇÃO II – DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA.......................................................................... SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES GERAIS.................... SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES GERAIS E SEÇÃO II – DOS SERVIDORES PÚBLICOS............................ CAPÍTULO II – DO PODER EXECUTIVO....................................................................... CAPÍTULO III – DOS ESTADOS FEDERADOS........................................2 TÍTULO II – DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS....................................... CAPÍTULO II – DAS FINANÇAS PÚBLICAS...................... CAPÍTULO V – DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS.............. CAPÍTULO I – DO PODER LEGISLATIVO..........9 TÍTULO III – DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO.........DIREITO CONSTITUCIONAL S U M ÁR I O TÍTULO I – DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS............................103 .. CAPÍTULO II – DA UNIÃO.................................................... CAPÍTULO VII – DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA....... CAPÍTULO I – DA ORGANIZAÇÃO POLÍTICOADMINISTRATIVA.49 TÍTULO IV – DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES... CAPÍTULO IV – DOS MUNICÍPIOS.............. SEÇÃO II – DOS ORÇAMENTOS...................................................

1º A República Federativa do Brasil. que é considerado entidade de grau misto ou sui generis (2º e 3º grau). 1º da Constituição coloca.PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Art. a Carta Maior estabelece. formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal. o governante deve buscar o bem público. No parlamentarismo. IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa. o . ao Rei ou Presidente é atribuída à chefia de Estado e ao Primeiro Ministro a chefia de Governo. além de possuir um ente híbrido (DF). igualdade de todos perante a lei. de forma complementar. onde os Estados ou são principados (monarquias) ou repúblicas. onde o poder político é centralizado. • Estados: entidades de 2º Grau. Municípios e Distrito Federal. poderes regionais (estados). ou seja. em seu caput. portanto. Cabe observar que a forma federativa de Estado. aponta que a República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel. característica do Estado brasileiro: Estado democrático de direito. Ressalte-se que no art. existem em um mesmo território unidades que são dotadas de autonomia política e que possuem competências próprias. A monarquia é caracterizada pelos princípios da hereditariedade e vitaliciedade. Nesta forma de Estado é que ocorre a centralização política. IVAN LUCAS Forma de Estado: – Estado Federal – Estado Unitário A forma de Estado que se adota no Brasil é a federação. o Chefe do Executivo pode governar de forma diferente das concepções adotadas pelos membros do legislativo. 18. Temos. a Monarquia e a República. não existindo dependência entre eles. res publicae. O Brasil adota a República como forma de governo e tal forma de governo não é cláusula pétrea. Já no sistema parlamentarista as funções de chefia de Estado e chefia de Governo são de pessoas distintas. que acumula os poderes regionais e locais. II – a cidadania. que “a organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União. como no caso do parlamentarismo. as principais características do Estado brasileiro: forma de Estado: Federação. em uma mesma pessoa. o Distrito Federal e os Municípios. A Federação brasileira constitui-se de um poder central (União). no Brasil. dos Estados. é cláusula pétrea. nos termos desta Constituição. e. o que implica em um equilíbrio maior entre os poderes. e significa coisa pública. III – a dignidade da pessoa humana. O art. No sistema presidencialista os poderes de chefia de Estado (representação internacional do Estado) e chefia de Governo (gerenciar e administrar assuntos internos) se concentram no Presidente da República. e tais mandatos terão prazos predeterminados. ou seja. pela eletividade e temporariedade dos mandatos. V – o pluralismo político. Distrito Federal e Municípios. Todo o poder emana do povo. ou seja. forma de Governo: República. constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I – a soberania. e os entes que compõe a Federação: União. em que quaisquer cidadãos que preencham os requisitos legais poderão concorrer a um mandato. 1º da Constituição. em seu caput. e locais (municípios). O Chefe de Estado. qual seja: • União: entidade de 1º Grau. alternância entre os poderes. Nesse caso. Por eletividade podemos entender que a escolha dos governantes se dará por meio de eleição. A palavra República vem do latim.  Obs. ainda. nos termos desta Constituição”. não podendo ser objeto de deliberação propostas de emendas constitucionais tendentes a aboli-la. Importante mencionar também que Existe a forma de Estado Unitário. afirma-se que o Brasil possui o federalismo tríade (ou de 3º grau). O art. Brasil → Federação Forma de Governo: • República • Monarquia A forma de governo representa o modo como os governantes são escolhidos. os Estados. controla todas as coletividades regionais e locais. que significa que não pode haver separação ou secessão. Brasil → República Sistema de Governo: • Presidencialista • Parlamentarista O sistema de governo representa a maneira com que os poderes estão relacionados. é escolhido pelo princípio da hereditariedade e irá deter o poder de forma vitalícia. todos autônomos.: Consequências decorrentes da forma republicana de governo: obrigação de prestação de contas por parte dos administradores. Estados.: Portugal. Sistema de Governo: Presidencialista. que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. que no caso será o rei ou monarca. Parágrafo único. Por isso. Hoje prevalece a classificação de Maquiavel. 2 Estado Unitário: somente um poder político central exerce sua competência por todo o território nacional e sobre toda a população. e por fim o Distrito Federal. Já a República é caracterizada pela alternância entre os poderes. • Municípios: entidades de 3º Grau. como eles se interagem. Ex. e não os interesses próprios. havendo apenas uma esfera de poder.

à intimidade etc. a Monarquia também pode adotar um dos dois sistemas de governo. o direito de defesa. Jurisprudência: “O Estado de Direito viabiliza a preservação das práticas democráticas e. O trabalho é entendido como um instrumento da dignidade humana e a livre iniciativa caracteriza o direito de propriedade. O poder do Estado fica limitado a estas leis e ao Direito. mas sim na forma socialdemocrata. O povo participa diretamente do processo de tomada de decisões. Obs. É uma mistura da democracia direta e indireta. Democracia Indireta e Democracia Semidireta. Importante destacar que no presidencialismo a funções de chefia de Estado e Chefia de Governo se referem a uma mesma pessoa. salvo circunstâncias excepcionais. e no âmbito internacional. Direito a. sendo votado. Esse capitalismo. Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa Esse inciso compatibiliza a livre iniciativa com a valorização do trabalho humano. portanto. divide-se em Democracia Direta. o povo tem. causando certa supremacia do Parlamento. referendo e iniciativa popular). das normas jurídicas e da Constituição. Brasil → Presidencialista Característica do Estado Brasileiro: Estado Democrático de Direito O “Estado Democrático de Direito” traz a ideia de império da lei e do Direito. ou democracia. ninguém está acima da lei. no Brasil o povo exerce o poder por meio de seus representantes eleitos ou diretamente. nos termos desta Constituição”. em que não temos a participação do povo. enquanto que no parlamentarismo trata-se de pessoas distintas. grupos que representem interesses e ideologias políticas sejam tidas como legítimas para democracia. ou participativa. fazendo valer seus direitos e cobrando-os de seus representantes. Temos cidadania como forma de integração do indivíduo na vida estatal. Cidadania Essa expressão foi utilizada de forma abrangente. o Estado brasileiro encontra-se em igualdade com os demais Estados. Regime Político O regime político traduz a forma com que o poder é exercido. O povo elege seus representanDemocracia Indireta (ou Repretes. usu- 3 DIREITO CONSTITUCIONAL Primeiro-Ministro depende do apoio parlamentar para estabilidade de seu governo. Esta. a existência do mercado e o regime capitalista. 1º da Constituição temos que “todo o poder emana do povo. a ditadura. ou seja. Dignidade da pessoa humana A razão de ser do Estado brasileiro consagra-se na pessoa humana. Conforme nos ensina Alexandre de Moraes. Por isso. especialmente. Reconhece-se que o ser humano detém um mínimo de direitos que são invioláveis. a titularidade do poder.: A República pode ser tanto presidencialista quanto parlamentarista. por sua vez. em detrimento da liberdade individual”. por meio dos institutos da democracia direta (plebiscito. . ou seja. ou seja. à exceção das que contrariem a Carta Magna. Têm-se duas formas. ele visa reconhecer e garantir que as diversas formas de pensamento. Brasil → Democracia Semidireta REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Forma de Estado: Federado Forma de Governo: Republicano Sistema de Governo: Presidencialismo Descentralização política Eletividade. e interferindo na vida política do Estado. Democracia Direta O art. porém. indivíduos e poderes. Vale destacar que no parágrafo único do art. temporariedade de mandato e responsabilização do governante Presidente da República: Chefe de Estado e Chefe de Governo Fundamentos da República Federativa do Brasil: Soberania Significa que o poder do Estado brasileiro não é superado por nenhuma outra forma de poder. estão sujeitos a esse império. os quais tomarão decisões sentativa) em seu nome. como direito à vida. Pluralismo político Esse fundamento não se resume apenas ao pluripartidarismo. em que o poder é exercido pelo povo. 1º da Constituição permite concluir que o Brasil adota a democracia semidireta. Não expressa apenas os direitos políticos ativos e passivos do indivíduo. na qual além dos representantes eleitos pelo povo. todos. não sermos presos senão após a efetiva comprovação da prática de um crime. à imagem. votando. “esse fundamento afasta a ideia de predomínio das concepções transpessoalistas de Estado e Nação. Diversos direitos decorrem deste fundamento. que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. não se refere a sua forma mais liberal. temos também a partiDemocracia Semidireta cipação do povo nas decisões políticas do Estado.

alertá-los contra a influência eventualmente malsã de certas organizações não governamentais estrangeiras. posto que não é tópica a sua localização. distrofias musculares. interpretação e integração de textos normativos estaduais. o bem-estar.2008) “Inexistente atribuição de competência exclusiva à União. sendo descabida a classificação dos princípios em ‘federais’ e ‘estaduais’. DJ de 29. julgamento em 16. o mesmo não se pode afirmar quanto aos princípios federais extensíveis e aos princípios constitucionais estabelecidos.2010) “A pesquisa científica com células-tronco embrionárias.. instruí-los (a partir dos conscritos). Em nenhuma sociedade na qual a desordem tenha sido superada.” (ADI 246. companhias e agentes. Rel. é.2010) “Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia.” (Pet 3. promover a ação penal pública (art. a expansão de poderes jurídicos na esfera das coletividades autônomas locais. embora disseminados pelo texto constitucional. principalmente) se façam também presentes com seus postos de vigilância. que representa. admite-se que todos cumpram as mesmas funções.2009. a divisão do trabalho. ou que tenha potencialidade para tanto. III.009. por um lado. a permanente alocação indígena nesses estratégicos espaços em muito facilita e até obriga que as instituições de Estado (Forças Armadas e Polícia Federal. Não há princípios jurídicos aplicáveis no território de um. Celso de Mello.. sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.” (ADI 216-MC. Plenário. DJE de 28. das normas e princípios inerentes ao processo legislativo. por outro. com isso.” (ADI 3.] A Lei de Biossegurança caracteriza-se como regração legal a salvo da mácula do açodamento. Plenário. são terras que se submetem unicamente ao primeiro dos princípios regentes das relações internacionais da República Federativa do Brasil: a soberania ou ‘independência nacional’ (inciso I do art. [.07. a serem aproveitados como oportunidade ímpar para conscientizar ainda mais os nossos indígenas. se um irmão.. Ayres Britto.05. sob pena de responsabilidade disciplinar. julgamento em 06. no contexto de nosso ordenamento positivo. infelicitam. de frustrar e de inviabilizar a implementação de políticas públicas definidas na própria Constituição – encontra insuperável limitação na garantia constitucional do mínimo existencial. o respeito incondicional a padrões heterônomos por ela própria instituídos como fatores de compulsória aplicação. compreende um complexo de prerrogativas cuja concretização revela-se capaz de garantir condições adequadas de existência digna.. ou não.fruímos a tranquilidade que advém da segurança de sabermos que. Sem precisar de licença de quem quer que seja para fazê-lo. 1º. emanação direta do postulado da essencial dignidade da pessoa humana. I). provoca a discussão sobre o alcance do poder jurídico da União Federal de impor. Rel.” (Súmula Vinculante 11) “A cláusula da reserva do possível – que não pode ser invocada.. justificada a excepcionalidade por escrito. privativamente. com exclusividade. 3º. DJE de 1º.] A noção de ‘mínimo existencial’. do direito brasileiro. autorizada pela Lei 11. p/ o ac. Inexistência de ofensas ao direito à vida e da dignidade da pessoa humana. em ordem a .. os quais. Eros Grau. amigo ou parente próximo vier a ser acusado de ter cometido algo ilícito. as neuropatias e as doenças do neurônio motor).11.2008. a denotar. desesperam e não raras vezes degradam a vida de expressivo contingente populacional (ilustrativamente.388. Min. a igualdade e a justiça’ como valores supremos de uma sociedade mais que tudo ‘fraterna’. Plenário.” (HC 95. porém uma mais firme disposição para encurtar caminhos que possam levar à superação do infortúnio alheio.. de determinados preceitos constitucionais (CF.1990. Plenário.510. mas não de outro ente federativo. compassiva ou fraternal legalidade que. objetiva o enfrentamento e cura de patologias e traumatismos que severamente limitam. julgamento em 29. A Lei de Biossegurança não conceitua as categorias mentais ou entidades biomédicas a que se refere. ou não. cuja identificação – até mesmo pelos efeitos restritivos que deles decorrem – impõe-se realizar. a segurança. Min. [. 129. não ofende a CB norma constitucional estadual que dispõe sobre aplicação. III). O que já significa incorporar o advento do constitucionalismo fraternal às relações humanas. Ayres Britto. mas nem por isso impede a facilitada exegese dos seus textos. O combate à criminalidade é missão típica e privativa da administração (não do Judiciário). 1º da CF). Isto. filosófica e eticamente sensível como a da biotecnologia na área da medicina e da genética humana. A escolha feita pela Lei de Biossegurança não significou um desprezo ou desapreço pelo embrião in vitro. por implicitude.03. Rel. configuram acervo expressivo de limitações dessa autonomia local. [. por parte do preso ou de terceiros. pelo Poder Público. Min. DJE de 19.12. e do Ministério Público. a monopolização da tributação e da violência física. [. 144 da Constituição. atormentam. da insuficiência protetiva ou do vício da arbitrariedade em matéria tão religiosa. com o propósito de fraudar. os índios. Princípios são normas jurídicas de um determinado direito. às demais pessoas estatais que integram a estrutura da Federação. esses. Mecanismos. art. Plenário. Min. a quem compete. no caso. batalhões. pelos Estados-membros. julgamento em 23. que resulta. equipamentos.] O que caracteriza a sociedade moderna.. E como tudo o mais que faz parte do domínio de qualquer das pessoas federadas brasileiras.] Da resolução dessa questão central..105/2005.04. que em toda nossa história contribuíram decisivamente para a defesa e integridade do território nacional) e até hoje dar mostras de conhecerem o seu interior e as suas bordas mais que ninguém.. julgamento em 19. como se lê nos incisos do art.05. a esclerose múltipla e a lateral amiotrófica. pois a pesquisa com células-tronco embrionárias (inviáveis biologicamente ou para os fins a que se destinam) significa a celebração solidária da vida e alento aos que se acham à margem do exercício concreto e inalienável dos direitos à felicidade e do viver com dignidade (Min. longe de traduzir desprezo ou desrespeito aos congelados embriões in vitro.2004. Min.12.05. significa apreço e reverência a criaturas humanas que sofrem e se desesperam. Contexto de solidária. Trata-se de um conjunto normativo que parte do pressuposto da intrínseca dignidade de toda forma de vida humana. o desenvolvimento. emergirá a definição do modelo de Federação a ser efetivamente observado nas práticas institucionais. permitindo o aparecimento do Estado moderno. [. atrofias espinhais progressivas.] Há compatibilidade entre o usufruto de terras indígenas e faixa de fronteira.2008. civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere. Rel. não será arrebatado de nós e submetido a ferros sem antes se valer de todos os meios de defesa em qualquer circunstância à disposição de todos. Longe de se pôr como um ponto de fragilidade estrutural das faixas de fronteira. DJ de 07. mobilizá-los em 4 defesa da soberania nacional e reforçar neles o inato sentimento de brasilidade. pois é de se presumir que recepcionou tais categorias e as que lhe são correlatas com o significado que elas portam no âmbito das ciências médicas e biológicas. Rel. em conformidade com a Lei de Introdução ao Código Civil.05.1993) “As ‘terras indígenas’ versadas pela CF de 1988 fazem parte de um território estatal-brasileiro sobre o qual incide. a traduzir verdadeira comunhão de vida ou vida social em clima de transbordante solidariedade em benefício da saúde e contra eventuais tramas do acaso e até dos golpes da própria natureza. Eros Grau. o Direito nacional. A questão da necessária observância. Não há falar-se em quebra do pacto federativo e do princípio da interdependência e harmonia entre os Poderes em razão da aplicação de princípios jurídicos ditos ‘federais’ na interpretação de textos normativos estaduais. Celso de Mello). e art. através da polícia.2005) IVAN LUCAS “Se é certo que a nova Carta Política contempla um elenco menos abrangente de princípios constitucionais sensíveis. no âmbito de um ordenamento constitucional que desde o seu preâmbulo qualifica ‘a liberdade. Missão favorecida pelo fato de serem os nossos índios as primeiras pessoas a revelar devoção pelo nosso país (eles.

qualificando-se. Plenário. DJ de 23. tais como o direito à educação. Assiste. Min. por isso mesmo.2011. b. Mais do que simples instrumento de governo. a qualquer pessoa. da segurança jurídica e do postulado constitucional implícito que consagra o direito à busca da felicidade.” (ARE 639. que ficaria responsável por elaborar as leis. 3º e 170.06.08. d. Celso de Mello. notadamente no campo previdenciário. do pluralismo. Rel. [. Plenário. 1º.06. em função de sua própria teleologia. à cultura e ao desporto (arts.05.277 e ADPF 132. Porém. a todos. a assertiva de que o Estado só intervirá na economia em situações excepcionais. verdadeiro estatuto de cidadania. da autodeterminação. pois permite ao povo escolher os responsáveis pela condução das decisões políticas de um Estado.2011) “O direito ao nome insere-se no conceito de dignidade da pessoa humana. 215 e 217. gozo e expansão dos direitos fundamentais. DJ de 02. por isso mesmo. com adaptações. §3º. independência nacional. Min. 208.2004) “É certo que a ordem econômica na Constituição de 1988 define opção por um sistema no qual joga um papel primordial à livre iniciativa. não a privilegia. Min.” (RE 248. Se de um lado a Constituição assegura a livre iniciativa. da intimidade.2003.” (ADI 1. Min.11. aquele que mais adequadamente se relaciona à ideia acima exposta é a: soberania. executiva. havendo proclamado.337-AgR. em ordem a permitir que se extraiam. o pensador Aristóteles vislumbrava uma divisão das funções estatais onde haveria uma Assembleia. 3º.554-AgR. 2º São Poderes da União. na esfera das relações sociais e familiares. Rel. em favor de parceiros homossexuais. 23. julgamento em 07. à pessoa. Eros Grau.10. Resposta: c Art.. O STF – apoiando-se em valiosa hermenêutica construtiva e invocando princípios essenciais (como os da dignidade da pessoa humana. Eros Grau.869. a Constituição. verdadeiro postulado constitucional implícito. 1º. a plena legitimidade ético-jurídica da união homoafetiva como entidade familiar. Rel. John Locke esboçou a separação dos poderes.2011) . V. o direito à saúde. expressamente previstos na Constituição. o Executivo e o Judiciário. A extensão. da dignidade. interesse público primário. independentes e harmônicos entre si. até mesmo. julgamento em 03. de modo expressivo. da liberdade. art. e art. III). atribuindo-lhe.2006.2011). julgamento em 23. caberia a Montesquieu consagrar esta teoria. Plenário. portanto.08. Maurício Corrêa. a nossa Constituição enuncia diretrizes. Segunda Turma. entre nós.2011. Resposta: CERTO (2012/ TRT 6ª Região (PE)/ Analista Judiciário/Execução de Mandados) O voto é uma das principais armas da Democracia. prevalência dos direitos humanos. no entanto. 1º. um dos fundamentos em que se assenta. como nos casos de plebiscito e referendo. em consequência.] O princípio constitucional da busca da felicidade. informado pelos preceitos veiculados pelos seus arts. o direito à moradia. viabilizadoras da plena fruição de direitos sociais básicos. julgamento em 05. Essa circunstância não legitima. Declaração Universal dos Direitos da Pessoa Humana.03.512. como fator de neutralização de práticas ou de omissões lesivas cuja ocorrência possa comprometer. a ordem republicana e democrática consagrada pelo sistema de Direito Constitucional positivo. que decorre. mas também pelo trabalho.) No mesmo sentido: (ADI 3. DJE de 15. [.“Reconhecimento e qualificação da união homoafetiva como entidade familiar. o direito fundamental à orientação sexual. dos princípios constitucionais da igualdade. do núcleo de que se irradia o postulado da dignidade da pessoa humana. o direito à assistência social. afetar ou. Postula um plano de ação global normativo para o Estado e para a sociedade. a prestações positivas originárias do Estado. os quais configuram. ao contemplá-la. DJE de 14. verdadeiro valor-fonte que conforma e inspira todo o ordenamento constitucional vigente em nosso País. Entre os fundamentos da República Federativa do Brasil. sem qualquer exclusão. 205. DJ de 12. da Constituição). às uniões homoafetivas. julgamento em 16. Min. Ayres Britto. esterilizar direitos e franquias individuais.] O postulado da dignidade da pessoa humana. ao esporte e ao lazer são meios de complementar a formação dos estudantes. Inicialmente. DJE de 26. Segunda Turma. que representa – considerada a centralidade desse princípio essencial (CF.2005. da liberdade. O direito ao acesso à cultura. a. como bem pertinente apenas à empresa. o que afeta a essência do Estado Democrático de Direito. cogita também da ‘iniciativa do Estado’. de 1948 (Artigo XXV). o direito à alimentação e o direito à segurança. o Legislativo. No mesmo sentido: (ADI 4.. o direito à busca da felicidade. de outro determina ao Estado a adoção de todas as providências tendentes a garantir o efetivo exercício do direito à educação. Rel. Por isso. um Corpo de Magistrados e um Corpo Judicial. acesso efetivo ao direito geral de liberdade e. julgamento em 15-2-2006. Quem faz mau uso do voto deixa de zelar pela boa condução da política e põe em risco seus próprios direitos e deveres. o direito à proteção integral da criança e do adolescente.2011. e. entre outros. por implicitude. dignidade da pessoa humana. do mesmo regime jurídico aplicável à união estável entre pessoas de gênero distinto justifica-se e legitima-se pela direta incidência. Celso de Mello. da igualdade. assume papel de extremo relevo no processo de afirmação. ao propor a classificação entre funções legislativa. IV). III.950.. da não discriminação e da busca da felicidade) – reconhece assistir. voto do Rel. Na composição entre esses princípios e regras há de ser preservado o interesse da coletividade. art.08.” (RE 477. cidadania. programas e fins a serem realizados pelo Estado e pela sociedade.. fundamentos autônomos e suficientes aptos a conferir suporte legitimador à qualificação das conjugalidades entre pessoas do mesmo sexo como espécie do gênero entidade familiar. também.08. A livre iniciativa é expressão de liberdade titulada não apenas pela empresa. judicial e confederativa. relevantes consequências no plano do Direito. Rel. III) – significativo vetor interpretativo. tivemos a consolidação do conceito da Teoria da Separação de Pode- 5 DIREITO CONSTITUCIONAL assegurar.2006) QUESTÕES DE CONCURSO (CESPE/ STJ/ Técnico Judiciário/ Telecomunicações e Eletricidade/ Conhecimentos Básicos) O povo exerce o poder por meio de representantes eleitos ou de forma direta.09. que se qualifica como expressão de uma ideia-força que deriva do princípio da essencial dignidade da pessoa humana. No Século XVII. numa estrita dimensão que privilegia o sentido de inclusão decorrente da própria CR (art. Plenário. também. princípio alçado a fundamento da República Federativa do Brasil (CF. A partir de Montesquieu. 1º. traduz. c. Min.

Executivo. 4. b. aquele que mais adequadamente se relaciona à ideia acima exposta é a a.2ª REGIÃO/ Técnico Judiciário/ Segurança e Transporte) Quanto às relações internacionais. soberania. c. separação de poderes. c. e. Executivo. (TRT . Dentre os fundamentos da República Federativa do Brasil.1. o Executivo. construção de uma sociedade livre. b.6ª Região-(PE)/ Técnico Judiciário/ Segurança) No que concerne à organização dos Poderes da União. sem preconceitos de origem. o Legislativo e o Judiciário. e. EXERCÍCIOS (TRT . 9. b. construir uma sociedade livre. e. (TRT . e. d. 6. 8. o Judiciário é hierarquicamente superior ao Executivo e ao Legislativo. que todo povo tem um direito imprescritível e inalienável. expressamente previstos na Constituição. c. b. é correto afirmar. independência nacional. idade e quaisquer outras formas de discriminação. impondo. da sucumbência. é o da a. na medida em que àquele incumbe decisão final sobre a constitucionalidade das normas vigentes. (TRF .6ª Região (PE)/ Técnico Judiciário/ Área Administrativa) A Constituição Federal reconhece que são Poderes da União. captar tributos mediante fiscalização da Receita Federal. da concentração. cor. c. permitindo que a mulher receba um tratamento jurídico preferencial em relação ao homem nas situações de violência doméstica e familiar. o Legislativo é hierarquicamente superior ao Executivo. b. Legislativo e o Executivo. (TRF . o Brasil rege-se. b. 5. independentes e harmônicos entre si. com base na Constituição Federal. cidadania. que a. o que afeta a essência do Estado Democrático de Direito.6ª Região/ Analista Judiciário/ Área Judiciária) O princípio constitucional. igualdade material. garantir o desenvolvimento nacional. segurança jurídica. Quem faz mau uso do voto deixa de zelar pela boa condução da política e põe em risco seus próprios direitos e deveres. cidadania.se influências e limitações recíprocas que se prestam à limitação do poder estatal. justa e solidária. (TRE-PR/ Técnico Judiciário/ Área Administrativa) A Carta Africana dos Direitos do Homem e dos Povos. c. função social da propriedade. concessão de asilo político. o Judiciário e o Ministério Público. erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais. APENAS o a. da igualdade entre os Estados. liberdade individual. na medida em lhe é autorizado legislar por meio de medidas provisórias. d. . (TRT . b. c. prevalência dos direitos humanos. decorre do princípio constitucional da a. c. d. pelo qual determina livremente seu estatuto político e garante seu desenvolvimento econômico e social pelo caminho que livremente escolheu. Legislativo. e.1ª REGIÃO/ Técnico Judiciário/ Área Administrativa) Dentre as proposições abaixo. a. são independentes e harmônicos entre si. b. (TRE-SP/ Técnico Judiciário/ Área Administrativa) O mecanismo pelo qual os Ministros do Supremo Tribunal Federal são nomeados pelo Presidente da República. na medida em que pode derrubar o veto do Chefe do Executivo a determinada lei. segundo expressamente disposto no artigo 4º da Constituição Federal brasileira de 1988. tornando-a vigente. enuncia. Judiciário e o Legislativo. promover o bem de todos. o Executivo é hierarquicamente superior ao Legislativo. devendo eventual conflito ser dirimido por organismo supranacional. justa e solidária. 3. são independentes e harmônicos. raça. autodeterminação dos povos. é INCORRETO afirmar que a República Federativa do Brasil tem como 1 DIREITO CONSTITUCIONAL c. e. d. soberania. assinada por Estados do continente africano em 1981. pois permite ao povo escolher os responsáveis pela condução das decisões políticas de um Estado. após aprovação da escolha pelo Senado Federal. (TRT . solução pacífica dos conflitos. inafastabilidade do Poder Judiciário. d. o teor de referido enunciado encontra equivalência no princípio de regência das relações internacionais de a. d. d. erradicação da pobreza e da marginalização. 2. não se relacionando entre si. dignidade da pessoa humana. 7. em seu artigo 20. o Judiciário. o Ministério Público e a Defensoria Pública. o Legislativo. sexo. Na Constituição da República Federativa do Brasil. pelo princípio a. relacionado aos direitos fundamentais.6ª Região) Analista Judiciário/ Execução de Mandados) O voto é uma das principais armas da Democracia. previsto expressamente na Constituição Federal. que embasa a “Lei Maria da Penha”.14ª Região/ Técnico Judiciário/ Área Administrativa) NÃO constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil. e. d. do juiz natural. repúdio ao terrorismo e ao racismo. inviolabilidade domiciliar. do efeito mediato. e.

III – Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. que o exerce por meio de representantes ou diretamente. só poderão ser realizadas mediante expressa previsão legal. (TRF . repúdio ao terrorismo e ao racismo. d. a cidadania e o pluralismo político. e. e. a soberania e a dignidade da pessoa humana. possibilitam ao Senado Federal julgar o Presidente da República por crime de responsabilidade. b. a determinação dos povos.5ª REGIÃO/ Técnico Judiciário/ Segurança e Transporte) NÃO constitui princípio fundamental da República Federativa do Brasil a. a dignidade da pessoa humana. prevalência dos direitos humanos. III. pois ferem a harmonia e a independência dos Poderes. d. apenas. independência nacional. solução bélica dos conflitos e da soberania. c. e. a defesa da paz. relacionadas à teoria da separação de poderes. a. a. É uma forma de Estado freqüente: há mais de duas vezes estados federais que unitários.fundamentos. do pluralismo político. mantém sua soberania. de acordo com a Constituição Federal de 1988. autodeterminação dos povos. c. d. b. as funções atípicas. I.1ª REGIÃO/ Técnico Judiciário/ Área Administrativa/ 2006) Dentre as proposições abaixo. da erradicação da marginalidade e redução das desigualdades sociais. vedação ao asilo político. b. (TRF . Consiste na divisão de poder entre governo central e governos regionais na qual cada ente federativo. é INCORRETO afirmar que a República Federativa do Brasil. Não permite diferentes formas de governo entre as unidades regionais ou locais componentes da federação e as unidades centrais. (MPU/ Analista/ Orçamento) A República Federativa do Brasil rege-se. b. previsto na Constituição Federal: a. (DPE-SP/ Defensor Público/ 2006) Quanto ao federalismo é correto afirmar: a. da dignidade da pessoa humana. c. d. (AL-SP/ Agente Legislativo de Serviços Técnicos e Administrativos) Constitui um dos fundamentos da República Federativa do Brasil. II e III. 13. 10. da não-intervenção. dentre outros. IVAN LUCAS 11. nos termos da Constituição. o pluralismo político. dentre outros. (TRF . busca de integração econômica. permitem aos Tribunais Superiores aprovar súmula com efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário. a soberania. b. a garantia do desenvolvimento nacional. concessão de asilo político. dependência nacional e do pluralismo político. a dignidade da pessoa humana e o valor da livre iniciativa. 14. a autonomia e a dependência nacional. b. a.5ª REGIÃO/ Analista Judiciário/ Tecnologia da Informação) Nas suas relações internacionais. e. d. da garantia do desenvolvimento nacional. rege-se pelo princípio da a. a não intervenção. não intervenção. o pluralismo político e a valorização social do trabalho. c.4ª REGIÃO/ Analista Judiciário/ Taquigrafia) NÃO constitui princípio que rege a República Federativa do Brasil nas suas relações internacionais. Municípios e Distrito Federal. são consideradas inconstitucionais. d. (TRF . e. c. d. autodeterminação dos povos. 17. É costumeiro em países relativamente extensos ou . nas suas relações internacionais. apenas. c. d. o valor social do trabalho e da livre iniciativa. pelo princípio da a. pelo princípio. b. dentre outros. c. c. a construção de uma sociedade livre. Está correto o que se afirma em a. (AL-SP/ Agente Técnico Legislativo Especializado/ Direito) No Brasil. II – Todo o poder emana do povo. a. dentre outros. e. I. c. justa e solidária e a garantia do desenvolvimento nacional. 12. autodeterminação dos povos. intervenção e da cidadania. 16. vedação de asilo político. e. b. b. a Repú- 2 blica Federativa do Brasil rege-se. nas suas relações internacionais. e. e. II. a igualdade entre os Estados. apenas. 15. I e II. c. (TCE-GO/ Técnico de Controle Externo/ Área Administrativa) Considere as seguintes afirmações sobre os princípios fundamentais da Constituição da República: I – A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados. b. definido geograficamente. apenas. d. d. garantem ao Poder Executivo prerrogativa para apurar fato determinado e por prazo certo com poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. independência nacional. o pluralismo político. 18.

apenas. estabelece que a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais. Essa reunião será considerada lícita desde que a. Segundo entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal. como meio de prova em processo judicial. (TRF . e. à igualdade. 25. d. ser evitado em demandas judiciais. delegado de polícia. sem autorização do morador. mandado de injunção. No caso.2ª REGIÃO/ Técnico Judiciário/ Contabilidade) O sindicato dos aeroviários realizou passeata pacífica e sem armas na Lagoa Rodrigo de Freitas. determinação dos povos quanto à dignidade da pessoa humana. (TJ-GO – Juiz) Relativamente à desapropriação por interesse social. e. O pedido para obtenção da certidão é indeferido. tenha sido previamente autorizada pela autoridade competente e não seja vinculada a greve ilegal. o conceito normativo de “casa” deve ser entendido de forma abrangente. o orçamento fixará a cada dois anos o volume total de títulos da dívida agrária. de rito sumário. vedação de asilo e de exílio político-partidário. na defesa de direitos. sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. d. para fins de reforma agrária. . não critique os atos administrativos da União. As pessoas presas. de forma a alcançar qualquer compartimento privado não aberto ao público. é possível afirmar: a. b. c. a identificação dos autores das referidas denúncias. em razão de processo penal. prevista pela Constituição Federal de 1988 como fundamento da República Federativa do Brasil. para fins de reforma agrária. e. Para efeitos do disposto no artigo 5º. a fim de que a certidão em questão possa ser utilizada. ação popular. cabe à lei ordinária estabelecer procedimento contraditório especial. não tenha frustrado outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. Pompeu. portanto. (TRT . para que a prisão de Júlio seja válida. à liberdade. b. na Cidade Rio de Janeiro. b. são. à segurança e à propriedade. Flávio 24. c. arrebentaram a porta de entrada e efetuaram sua prisão. da Constituição Federal de 1988. o decreto que declarar o imóvel como de interesse social. 23. c. a. juiz de direito e jornalista. mas não deve ser estendido a “barracos” construídos irregularmente. É suficiente para sua realização o respeito aos direitos individuais clássicos: direito à vida. Em tal situação. (DPE-SP/ Defensor Público/ 2006) Em relação à dignidade da pessoa humana. b. d. pelo princípio da a. respectivamente. 21. d. é correto afirmar: a. Júlio. a fim de ver sua pretensão acolhida perante o órgão correicional. são isentas de impostos federais. Otaviano. Flávio e Otaviano. sem estar em estado de fragrante delito. 22. estaduais e municipais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária. 20. não se considera cláusula cons- 3 DIREITO CONSTITUCIONAL aqueles de menor diversidade social e cultural. mas não as úteis. (DPE-SP/ Defensor Público) A respeito dos direitos e das garantias fundamentais pré-vistos na ordem constitucional brasileira vigente. c. apenas. solução bélica e não arbitral dos conflitos. não podendo. e. d. Exprime um conceito extremamente vago que comporta ampla discricionariedade judicial. É um direito público subjetivo expresso numa norma regra. ainda que provisoriamente. não intervenção. e. b. é necessária a prévia determinação de a. onde alguém exerce profissão ou atividade. apenas. não critique os atos administrativos dos Estados e dos Municípios. assim como o montante de recursos para atender ao programa de reforma agrária no biênio. policial civil. tenha sido previamente autorizada pela autoridade competente. Cesar b. Por ser uma norma programática a sua efetivação dependerá de políticas públicas que venham a ser adotadas pelos governantes. as benfeitorias necessárias serão indenizadas em dinheiro. mandado de segurança. A autonomia federativa assenta-se na existência de órgãos governamentais próprios e com competências exclusivas.19. c. dependência nacional condicionada. no capítulo reservado aos princípios fundamentais. Pompeu. devendo. c. em áreas públicas. exercer direito de voto. dentre outras hipóteses. (TRF . por meio de certidão. e. d. ao contrário da busca domiciliar e da decretação da prisão. ressalvada a situação de flagrância penal. para o processo judicial de desapropriação.2ª REGIÃO/ Técnico Judiciário/ Contabilidade) Caio. (MPE-AP/ Técnico Administrativo) A Constituição Federal. habeas corpus. por exemplo. promotor de justiça. um indivíduo formula pedido junto ao órgão para obter. Caio. b.4ª REGIÃO/ Juiz do Trabalho) Tendo sido noticiado pela imprensa que haviam sido formuladas denúncias contra si perante a Corregedoria-Geral da União. e. inclusive. poderá o indivíduo valer-se judicialmente da impetração de a. Cesar. c. têm seus direitos políticos suspensos. Por ser fundamento e princípio constitucional estruturante é densificada ao longo do texto constitucional. as quais afirma serem inverídicas. XI. foi preso no interior de casa durante o dia por policiais militares que. autoriza o Município a propor a ação de desapropriação. habeas data.

protegeu o direito adquirido. III – É permitido penetrar na casa quando houver flagrante delito. (CESGRANRIO/ BACEN/ Técnico do Banco Central/ Area 1) Juan. ninguém será preso. da Constituição Federal de 1988. tendo conhecimento e podendo evitá-la. III e V. em caso de crime comum. A prática de racismo. não podendo ser submetida a nenhum tipo de maltrato ou humilhação. I. dirigiu-se ao Banco Central a fim de encaminhar uma petição dirigida a determinada autoridade. c. 30. III e IV. mesmo sem o consentimento do morador. 5º. III – um suspeito. e. XI). não incluindo. (CESGRANRIO/ TJ-RO/ Técnico Judiciário) O chamado princípio do Juiz Natural assegura que a. da Constituição Federal de 1988. IVAN LUCAS 26. mandado de segurança coletivo. (CESGRANRIO/ BACEN/ Técnico do Banco Central/ Área 2) A Constituição Federal de 1988. nenhum brasileiro será extraditado. 5. O disposto no artigo 5º. um cidadão brasileiro. IV – um meliante. II. senão pela autoridade competente. 29. condiciona o exercício deste direito ao pagamento de taxa correspondente ao serviço. assegura esse direito apenas aos brasileiros (natos ou naturalizados). c. II. e. segundo o qual “a lei não prejudicará o direito adquirido. se omitiram. II b. c. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. b. com o fim de obtenção de informações ou confissão. à liberdade. Estão corretas APENAS as afirmações a. ao ser detido pela segurança de uma instituição. pode ajuizar a. se assim o desejar. desde que haja autorização judicial para tanto. praticado antes da naturalização. Tendo em vista o direito fundamental citado. II – É permitido penetrar na casa. a ação de grupos armados. ação popular. b. quarto de hotel. poderá solicitar a identificação de seus detentores. detida pela segurança. II – a prática de racismo constitui crime inafiançável e somente será tolerada em comunidades de imigrantes. I e III. d. salvo o naturalizado. II e IV e. e. a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. b. ao ser detido. Nesse caso. aos litigantes. não assegura tal direito. habeas data. 27. I e IV d. I – É permitido penetrar na casa. pode-se afirmar que I – qualquer pessoa. por exemplo. em cuja cultura essa prática seja permitida. é (são) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s) a. apenas.titucional de reserva de jurisdição a interceptação telefônica. (CESGRANRIO/ TJ-RO/ Oficial de Justiça) A Constituição afirma que “a casa é asilo inviolável do indivíduo. mas também os mandantes e os que. ninguém nela podendo penetrar sem o consentimento do morador” (Art. estabelece os direitos e deveres individuais do cidadão: “Todos são iguais perante a lei. XXXVI. por ela respondendo não 4 só os executantes. III e IV . deverá ser informado de seus direitos. IV – O conceito de casa deve ser interpretado de forma restritiva.” Tendo como base este artigo da Constituição. IV e V. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada de eventual ação retroativa de lei. c. e. em processo judicial ou administrativo. (CESGRANRIO/ BACEN/ Analista do Banco Central/ Todas as áreas) Na hipótese de o Banco Central vir a praticar ato manifestamente ilegal e lesivo ao patrimônio público. inclusive. será considerada crime inafiançável. à segurança e à propriedade. podendo esta ser determinada. em caso de desastre ou para prestar socorro. ninguém será processado nem sentenciado. III c. b. deverá ser imediatamente entregue aos órgãos policiais. a qualquer hora do dia. d. V – a prática de tortura contra presos. a qualquer hora do dia. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático e a prática do tráfico ilícito de entorpecentes e de drogas afins são considerados crimes imprescritíveis. e com a jurisprudência do STF. d. A esse respeito. em seu Art. nos termos do artigo 58. mas. por Comissão Parlamentar de Inquérito. ação civil pública. mandado de injunção coletivo. cidadão argentino residente no Brasil. civis ou militares. sem distinção de qualquer natureza. não proibiu a retroatividade da lei. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país. mas somente durante o dia. os vigilantes não são obrigados a fazê-la. IV e V. II. à igualdade. são assegurados o contraditório e a ampla defesa. permite a Juan exercer tal direito. reclamando sobre a conduta abusiva de um funcionário. a Constituição a. e. senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente. 28. d. §3º . I. a inviolabilidade do direito à vida. I. considere as afirmativas a seguir. contudo. de acordo com a própria Constituição. assegura esse direito apenas aos brasileiros no gozo dos direitos políticos. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada”. inclusive o de permanecer calado. d. indignado com o ocorrido e com o propósito de anular o referido ato.

20. 6. 21.GABARITO c b c c d a d d e e c e e c d b a e b a e e e c e b b b a a DIREITO CONSTITUCIONAL 1. 24. 11. 18. 17. 9. 5 . 12. 8. 26. 30. 2. 19. 23. 15. 29. 22. 14. 13. 28. 25. 7. 3. 4. 16. 5. 27. 10.

...2 LEI N.............. 1º......32 ................. 8..........112/90 E ALTERAÇÕES POSTERIORES.... SEÇÃO I – DAS MODALIDADES........666/93 E ALTERAÇÕES POSTERIORES: ....DIREITO ADMINISTRATIVO S U M ÁR I O REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS – LEI N. 6º.. 2º....... LIMITES E DISPENSA – ARTS.................. ARTS....... 8.. 25 E 26............... 4º E 5º...... SEÇÃO II – DAS DEFINIÇÕES. 20..... CAPÍTULO II – DA LICITAÇÃO........ 24.........CAPÍTULO I – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS.. 3º.. 23....................... ART.... 21....................... 22.... SEÇÃO I – DOS PRINCÍPIOS.

Gabarito: errado. devem ser cometidas a um servidor. 840/11.W. por exemplo: nomeação. VI – aptidão física e mental. alguns direitos garantidos ao servidor ocupante de cargo efetivo não são estendidos aos ocupantes de cargo em comissão como. não há direito adquirido pela manutenção do regime. 8.LEI N. Por fim. regime disciplinar etc. . CF). limite de idade etc. previstas na estrutura organizacional. As funções de confiança são destinadas a servidores titulares de cargos de provimento efetivo. (STJ/ TÉCNICO JUDICIÁRIO) A referida lei estabeleceu. Portanto. CF. o § 1º do art. Os cargos públicos podem ser: de carreira ou isolada. V – a idade mínima de dezoito anos. É oportuno registrar que o art. A dúvida é a seguinte: a Lei n. efetivos ou em comissão. se houver compatibilidade de horários e se for observada a remuneração do teto constitucional estabelecido pela CF no inciso XI do art. Decorre então que a lei pode fixar outros requisitos. chefia e assessoramento. §5º. Cada ente pode criar seu próprio regime. a regra é a proibição da acumulação de cargos públicos. 8. No entanto. Justificativa: Foi visto que a vitaliciedade é prerrogativa de cargos definidos na Constituição. a. Gabarito: certo. poderá haver acumulação de cargos públicos.112/1990. por exemplo: estabilidade.112/1990 são direcionadas aos ocupantes de cargo em comissão como. também.460/88.112/1990 abrange apenas os servidores ocupantes de cargo efetivo (aquele provido mediante concurso público)? A resposta é negativa. qualquer alteração na lei altera o regime jurídico. para algumas carreiras específicas. Vale lembrar que. É de saber que os estatutos devem obediência à Constituição Federal quando esta regulamenta assuntos relacionados a servidores. 8. exercício.112/1990).112/1990 estabelece os seguintes requisitos para a investidura do cargo: I – a nacionalidade brasileira. I. no Distrito Federal a Lei Complementar n. O cargo efetivo é provido mediante concurso. 8. Tanto a função de confiança como o cargo em comissão são destinados às atribuições de direção. No entanto.112/1990 INTRODUÇÃO A presente seção tem como objetivo detalhar os dispositivos constitucionais referentes ao servidor público e. O titular do cargo em comissão pode ser exonerado a qualquer momento pela autoridade que o nomeou (exoneração ad nutum). instituído pela Lei n. Consiste em uma prerrogativa para seus titulares. O regime estatutário alcança os cargos de provimento em comissão (aquele de livre nomeação e exoneração). 8. por esse motivo tem característica de permanência. 8. tais como exame psicotécnico. investigação social. Distrito Federal e Municípios) podem criar seu regime estatutário. julgue os itens subsequentes. CF). Justificativa: Esse é o conceito de cargo público. Para fixar: Com base no Regime Jurídico dos Servidores Civis da União. Os cargos vitalícios são aqueles que os ocupantes têm maior garantia de permanência. Cada ente federativo tem a prerrogativa de adotar regime estatutário próprios para disciplinar a relação funcional entre o ente e o servidor.112/90. 8. os afastamentos. denominadas carreiras de Estado. grande parte das determinações da Lei n. no Estado de Goiás é a Lei n. 73. Cargo de carreira é aquele em que há progressão funcional dos servidores através de diversas classes. Não há que se falar em estabilidade para o detentores de cargo em comissão. a previdência etc. Já os cargos em comissão são de ocupação transitória. Como já foi dito. ACUMULAÇÃO DE CARGO PÚBLICO Segundo o texto constitucional. o direito à vitaliciedade e à inamovibilidade. e essa contemplou como detentor de cargos vitalícios os magistrados (art. IV – o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo. posse. Cabe lembrar que os entes políticos (União. Já o cargo isolado não admite a promoção. GRANJEIRO/ RODRIGO CARDOSO CARGO PÚBLICO Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor (art. enquanto os cargos comissionados podem ser ocupados por servidores efetivos ou não. 5º da Lei n. À vitaliciedade é necessária para que seus ocupantes tenham maior independência. 5 autoriza a exigência de outros requisitos: “As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei”. algumas licenças. logo alterado unilateralmente. §3º. J. são de livre nomeação e exoneração. os membros do Ministério Público (art. Dessa forma. Outra característica dos cargos públicos é que podem ser: vitalícios. III – a quitação com as obrigações militares e eleitorais. (CESPE / TRE-ES/ ANALISTA JUDICIÁRIO) Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades que. 8. Estados. 95. 8. 95. I. II – o gozo dos direitos políticos. 128. CF) e os membros dos Tribunais de Conta da União (art. sem que sejam 2 sujeitos à gerência de grupos de pessoas. 37. REGIME ESTATUTÁRIO Regime estatutário é o conjunto de regras que disciplinam a relação jurídica funcional entre o servidor público estatutário e o Estado. neste capítulo estudaremos o regime estatutário dos servidores civis federais (União). Essa progressão funcional se dá por meio de promoção. Não há contrato. Servidor regido pela Lei n. Vale registrar que tais garantias são prerrogativas dos juízes conforme consta no art. 3º da Lei n. 10. abordar as disposições legais referentes aos servidores públicos estatutários federais contidas na Lei n.112/1990 não tem a garantia à vitaliciedade e à inamovibilidade. O regime adotado na União é a Lei n. tem natureza estanque. O regime estatutário é um regime legal (não contratual).112/1990. as funções de confiança são destinadas apenas a servidores efetivos. A vitaliciedade decorre da Constituição.

Os ocupantes de cargo em comissão são de livre nomeação e exoneração – ad nutum – decorre então que a permanência fica vinculada a critérios subjetivos – conforme a vontade/ arbítrio – da autoridade competente. II. Exemplo: considere que determinado concurso tenha prazo de validade fixado em edital de um ano. poderá prorrogá-lo por mais um ano. 120 da Lei n. em outro cargo de confiança. Justificativa: Foi visto que interinamente o servidor pode exercer mais de um cargo em comissão. III – vereador com cargo público (havendo compatibilidade com horário). d – membros do Ministério Público e magistério. por igual período.112/1990. fundações. Simplificando: • servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão. que é o ato administrativo mediante o qual a autoridade competente certifica que o procedimento do concurso foi legal/legítimo. interinamente. em outro cargo de confiança. 8. 38. a) a de dois cargos de professor. Nesse caso. da Constituição. 8. • servidor que acumular dois cargos licitamente e for nomeado para um outro cargo em comissão. da CF. No entanto. Características 3 DIREITO ADMINISTRATIVO O inciso XVI. 128. podendo ser prorrogado uma única vez. §5º. Outros casos de acumulação. com profissões regulamentadas. No entanto. 8. interinamente. 37 da CF). empresas públicas. Vale registrar que a lei não estabeleceu prazos mínimos ou máximos para a permanência do interino em suas funções. ficará afastado de ambos os cargos efetivos. sociedades de economia mista. o art. O prazo de validade do concurso é contado de sua homologação. c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. II. É permitida a acumulação de cargo efetivo com uma função de confiança. o servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício. e abrange autarquias. suas subsidiárias. Pode ocorrer que o servidor que acumular dois cargos de maneira lícita seja nomeado em um cargo em comissão. quando houver compatibilidade de horários. Com efeito. a saber: II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. sem prejuízo das atribuições de que atualmente se ocupa. 95. hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade (parágrafo único do art. da Lei n. na forma prevista em lei. Gabarito: errado. Para fixar: (CESPE /TJ-ES/ ANALISTA JUDICIÁRIO) A CF veda a acumulação ilegal de cargos públicos. ficará afastado dos dois efetivos. 37. (TRE-ES/ TÉCNICO JUDICIÁRIO/ ÁREA: ADMINISTRATIVA) Ainda que interinamente. 12. permitidos. 119.112/1990). quando autorizados pelos órgãos envolvidos. parágrafo único. b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. Justificativa: Em regra é vedada a acumulação de cargos públicos. A proibição de acumular estende-se a empregos e funções. temos como exemplo a proibição de acumular cargos em uma empresa pública estadual e em um Ministério. pois o cargo comissionado é de dedicação exclusiva. o servidor poderá exercer um cargo efetivo com o outro em comissão ou função de confiança. Trata-se de regra constante no art. Gabarito: certo. estabelece que o concurso público terá validade de até dois anos. O art. o bom senso nos leva a um prazo razoável/necessário. exceto. 9º da Lei n. previstos na Constituição Federal: • Art. o servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão. e sociedades controladas. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI. do art. 8. direta ou indiretamente pelo Poder Público (XVII do art.112/1990. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego. permite que um servidor venha a acumular um cargo efetivo com uma função de confiança. ACUMULAÇÃO DE CARGO EM COMISSÃO Segundo o art. • Art. é vedado ao servidor público exercer mais de um cargo em comissão. se as autori- dades máximas dos órgãos envolvidos autorizarem. da Lei n. No entanto. quando investido em cargo de provimento em comissão. os cargos em comissão podem ser ocupados por servidores não detentores de cargo público. 37. inciso I – juiz e magistério.XVI – é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. Se a Administração achar conveniente a sua prorrogação (discricionariedade administrativa). • servidor ocupante de cargo em comissão poderá ser nomeado para ter exercício. O concurso será de provas ou de provas e títulos. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles. Por força desse mandamento. ou em uma autarquia federal e em uma prefeitura. tem a seguinte redação: . • Art.112/1990 disciplina que o servidor que acumular licitamente dois cargos efetivos. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos. CONCURSO PÚBLICO Os cargos públicos ou empregos públicos devem ser preenchidos após prévia aprovação em concurso público.

37. Justificativa: Foi visto que o aprovado dentro do número de vagas oferecidas em edital de concurso tem direito subjetivo (de exigir) sua nomeação. Após a assinatura do termo de posse o servidor terá quinze dias para entrar em exercício. Rel. Min. 8. será exonerado de ofício. VIII).420-PR (jul. Assim. RESERVA DE PERCENTUAL DE CARGOS E EMPREGOS PÚBLICOS AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS J. em 06. se o edital constasse 100 vagas. após a nomeação.2007). estabelece que a posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento (nomeação). na carreira”. em até 30 dias.345-GO (DJ 24. da Lei n. A posição tradicional do STF sustentava que o candidato tinha mera expectativa de direito à nomeação.112/1990). • o inciso IV. se assim não o fizer. A exigência é que apenas sejam nomeados os antigos aprovados. o ato de nomeação será tornado sem efeito. estabelece que “durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. 32). necessariamente.478-SP. 8. 37. ou seja.04. GRANJEIRO/ RODRIGO CARDOSO Primeiro é importante registrar que a Constituição de 1988. 7º da Lei n. a nomeação é o ato unilateral da Administração por meio do qual o Estado demonstra interesse em que determinada pessoa passe a ocupar determinado cargo público. O ato de provimento (nomeação) será tornado sem efeito se a posse não ocorre no prazo previsto. terá de nomear todos os candidatos aprovados dentro do número de vagas previstas no edital.2008). ou mesmo não nomear ninguém. Se esse tema for cobrado em provas de concursos o candidato deverá observar se a banca examinadora está abordando o tema conforme a Constituição ou conforme o estabelecido na Lei n. IMPORTANTE A Administração. vinte. só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo. A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento (nomeação). ou seja. 5º. poderia a Administração nomear dez. Devemos ressaltar que a Lei n. da CF. com vista a promover ações à garantia dos direitos da pessoa portadora de necessidades especiais. 13. 6ª Turma. Gabarito: certo. NILSON NAVES. QUESTÕES REFERENTES À POSSE • A posse poderá dar-se mediante procuração específica (§3º do art. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. • A posse dependerá de prévia inspeção médica oficial e. O §1º. NOMEAÇÃO Para Cavalcante Filho (2008. mesmo no prazo improrrogável. segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal. • não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado (art. Com o objetivo de regulamentar esse tema na esfera federal. No entanto. 8. fica a critério da Administração nomear o número de candidatos que achasse necessário.112/1990). 13 da Lei n.112/1990). e não na inscrição para o concurso público”. assegura que “a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão” (CF. p. §2º da Lei n.05. o posicionamento atual mudou de modo à existência de direito subjetivo (direito de exigir a nomeação) à nomeação quando o candidato for classificado dentro do número de vagas previstas no edital. 8. 12. §1º. A partir da posse se passa a ser servidor público. §2º). do art. • Súmula n. não é proibida a abertura de um novo concurso público para cargo ou emprego dentro do prazo de validade de um concurso anterior realizado pela mesma administração. 8.W. do art. Temos como exemplo as decisões: RMS 19. Por esse posicionamento.112/1990.04. 8. a Lei n. Para fixar: (MPE) Candidato aprovado em concurso público dentro do número de vagas previsto no edital possui o direito subjetivo à nomeação. Esse dispositivo proíbe que seja realizado um novo concurso enquanto houver candidatos aprovados em concurso anterior. 226 do STJ: “o diploma de habilitação legal para o exercício do cargo deve ser exigido na posse. art.112/1990. Se não for assinado o termo de posse dentro do prazo de trinta dias.112/1990 não ofende a Constituição ao disciplinar a não abertura de concurso no prazo de validade.• o edital do concurso deverá ser publicado no mínimo um vez no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação (art.2008. 8. A nomeação para cargos 4 de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concursos público obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. IMPORTANTE A Constituição apenas estabeleceu prioridade para a nomeação de aprovados em concurso anterior – ainda dentro do prazo de validade – sobre os aprovados no novo concurso para o mesmo cargo ou emprego. estabelece que “às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras. 17. POSSE A investidura em cargo público ocorrerá com a posse (art. . para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso (art. RMS 15. 12. Deve-se lembrar que esse dispositivo é válido para a contratação de servidores públicos federais.112/1990). RMS 15.

dentro do período de três anos. só iniciando novamente a contagem após o retorno do servidor em suas atividades. 41 da CF disciplina que é condição obrigatória para a aquisição da estabilidade avaliação especial de desempenho por comissão. 8.. iniciam-se a contagem do período do estágio probatório e do da estabilidade. o prazo da contagem da estabilidade será suspenso. 8. julgado em 08. 19) I – assiduidade. durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo. Desse modo. portanto. É o que consta no seguinte julgado do Superior Tribunal de Justiça: ESTABILIDADE. o STJ entende que apenas o efetivo exercício no cargo permite a “referida avaliação.12. de modo a permitir a referida avaliação. 15 da Lei n. ESTABILIDADE São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público (art. 41. V – responsabilidade. Conforme o §1º do art. 20. suspende a contagem para aquisição da estabilidade até o retorno do servidor a seu cargo. a doutrina dominante advoga que o do art. Conforme consta no art. 451-452) leciona que estágio probatório de três anos “é o período de exercício do servidor durante o qual é observado e apurada pela Administração a conveniência ou não de sua permanência no serviço público (. 41 da CF/1988. Precedentes citados: RMS 9. ESTÁGIO PROBATÓRIO O art. 19/1998. o prazo da posse será prorrogado quando o nomeado estiver de: licença por motivo de doença em pessoa da família. 41 introduzida pela EC n.112/1990 regulamenta o estágio probatório nos seguintes termos: Art. AVALIAÇÃO. é requisito objetivo para a aquisição da estabilidade o efetivo exercício do servidor no cargo para o qual foi nomeado. à gestante. 20 da Lei n. a estabilidade não é alcançada por mero decurso temporal. Diante disso. Vimos que o servidor empossado que não entrar em exercício no prazo de quinze dias será exonerado de ofício. 8. DJ 15. não há que se falar em estabilidade para servidores ocupantes de cargo comissionado ou para empregados públicos (CLT). Em síntese: considere que um servidor já tenha cumprido um ano de exercício para fins de contagem de tempo para aquisição da estabilidade. bem como nos afastamentos em virtude de férias. p. sendo que o prazo para posse (30 dias contados do ato de provimento) será contado do término do impedimento. A estabilidade é alcançada apenas pelos servidores estatutários. DJ 17. RMS 19.1999.884-DF. à paternidade. esse prazo deverá ser prorrogado pelo mesmo lapso de tempo em que perdurar o afastamento ou licença. DESEMPENHO. Vimos que o estatuto dos servidores públicos federais estabelece que o estágio probatório é de vinte e quatro meses. IV – produtividade.)”. o estágio probatório deve ser de três anos para coincidir com o prazo da estabilidade. ou seja.931-PR. 13 da Lei n. O §4º do art. para o serviço militar. Afinal. III – capacidade de iniciativa. II – disciplina.580-DF. Hely Lopes Meirelles (2008. o servidor fará jus à retribuição pecuniária referente ao cargo. 19/1998) for impossibilitada em razão de afastamentos pessoais. A estabilidade é a garantia constitucional de permanência no serviço público outorgada ao servidor após três anos de efetivo exercício. Após entrar em exercício.10. o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses. o servidor precisou pedir licença para acompanhar cônjuge que foi removido para outro ponto do território nacional. Portanto. a avaliação de desempenho do servidor (art. da CF. para capacitação.Para fixar: (CESPE/CÂMARA DOS DEPUTADOS/POLÍCIA LEGISLATIVA/ 2014) Um cidadão aprovado no cargo de técnico legislativo da Câmara dos Deputados que não possa comparecer à sua posse por motivos de foro pessoal poderá tomar posse mediante procuração específica. . 5 DIREITO ADMINISTRATIVO O §2º do art. 41 da CF). Quando. impossível aproveitar aqueles períodos de licença ou afastamento.112/1990 autoriza a prorrogação da posse quando o nomeado já for servidor público e se encontrar em licença ou nas hipóteses legais de afastamento.. o STJ já se pronunciou que se o servidor afastar do seu cargo efetivo em razão de licenças ou afastamentos. No entanto.112/1990 “é de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício. pois o efetivo exercício da função é-lhe condição”. Questão a ser destacada é em relação ao prazo do estágio probatório. Gabarito: certo EXERCÍCIOS O exercício representa o efetivo desempenho das atribuições do cargo público. Contudo. Nesse período é avaliado se o servidor tem aptidão para o cargo ao qual desempenha suas funções. Nesse caso.112/1990 não foi recepcionado pela nova redação do art. de pós-graduação stricto sensu no país e para participar em competição desportiva. e REsp 173. 20 da Lei n. com a redação dada pela EC n. Felix Fischer. Rel. Mostra-se. pois é exigido que o servidor seja avaliado por comissão de avaliação criada com essa finalidade. contados da data da posse”. LICENÇA. pois o efetivo exercício da função é-lhe condição.11. por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. à adotante. Justificativa: foi visto que a posse poderá ocorrer mediante procuração específica.2007. observados os seguinte fatores: (vide EMC n. 8. Min.2001. PRAZO. Ao entrar em exercício.

a modalidade concorrência.000. a concorrência.  (TRT 21ª Região (RN)/ Analista Judiciário) Para que um órgão público licite determinada obra de engenharia estimada no valor de R$ 600.  (TCE-BA/ Procurador) Para alienar ações de sociedade de economia mista negociadas em bolsas de valores. em qualquer caso. leilão. 12.  (ANEEL/ Técnico Administrativo) Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que. na fase inicial de habilitação preliminar. jurídica e financeira exigidos no edital. em qualquer caso. por entender inexigível a licitação.  (TRT 21ª Região (RN)/Analista Judiciário/ 2010) Para que a administração pública contrate diretamente advogado para patrocinar determinada causa. a administração poderá utilizar a tomada de preços e. 15. 21. 20. 14.000. deverá realizar licitação para contratação de obras. desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública. 10. mas não tenha havido interessados. para contratar um escritório de contabilidade para desempenhar atividades contábeis gerais.00. mediante parecer de comissão especialmente designada pela autoridade máxima do órgão. desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.  (TRT 21ª Região (RN)/ Analista Judiciário) As hipóteses de inexigibilidade de licitação previstas em lei não se exaurem. o Poder Executivo do estado da Bahia deverá obter prévia autorização legislativa. nos casos em que couber convite. 2. diretamente ou por meio de empresário exclusivo. 3.  (DPE-BA/ Defensor Público) Os casos de dispensa de licitação previstos em lei somente podem ser ampliados. 11. para aquisição de bens e serviços e obras de engenharia. diretamente ou por meio de empresário exclusivo. pagando mensalmente o valor de R$ 10. a modalidade de licitação pode ser a tomada de preços ou a concorrência. 8. cumulativamente. 4.  (ANEEL/ Técnico Administrativo) O pregão constitui modalidade de licitação para aquisição de serviços comuns. 17. poderá utilizar a tomada de preços. contudo.  (MPU/ Técnico de Informática) É inexigível a licitação para fornecimento de bens e serviços produzidos ou prestados no país. pertinente e suficiente para justificar tal conduta. é necessário que o serviço profissional seja especializado e que o serviço contratado tenha natureza singular. a administração pública pode utilizar a tomada de preços e. concurso e compra direta são modalidades de licitações públicas. 16. na modalidade convite.  (TRE-BA/ Analista Judiciário/ Taquigrafia) Denomina-se licitação deserta àquela em que.  (TRE-BA/ Analista Judiciário/ Taquigrafia/ 2010) Há inexigibilidade de licitação na hipótese de contratação de profissional de qualquer setor artístico. independentemente de importarem tais atos perda ou não do controle acionário. embora nesses casos esteja dispensado do procedimento licitatório. é correto afirmar que. devido a interesse público decorrente de fato devidamente comprovado. a administração poderá utilizar.  (TRT 21ª Região (RN)/ Técnico Judiciário) Em qualquer caso. pela autoridade competente.  (ANEEL/ Técnico Administrativo) É inexigível a licitação para contratação de profissional de qualquer setor artístico. comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação técnica. a concorrência.  (MPU/ Técnico Administrativo) Considere que o governo de determinado estado-membro da Federação tenha realizado licitação. qualquer que seja o valor estimado da contratação.  (DETRAN-ES/ Contador) Concorrência é a modalidade de licitação reservada exclusivamente para a contratação de obras de grande vulto. 18. apesar de terem comparecido interessados.00. 6. alta complexidade tecnológica e defesa nacional. na hipótese de cabimento do convite. pois consignam situações exemplificativas.  (TRT 21ª Região (RN)/ Analista Judiciário/ 2010) A administração pública é dispensada de realizar certame licitatório nas compras de hortifrutigranjeiros. nos casos em que couber convite. nenhum é selecionado em decorrência da desclassificação do certame.  (TRT 21ª Região (RN)/ Analista Judiciário/ 2010) É vedada a combinação das modalidades de licitação previstas em lei. que envolvam. 7. é permitida a contrata- 1 DIREITO ADMINISTRATIVO EXERCÍCIOS .  (ANEEL/ Técnico Administrativo) Convite.  (TRT 21ª Região (RN)/ Analista Judiciário) Quando um particular ocupa parte de imóvel de órgão público para o serviço de lanchonete ou restaurante. 13. mas.  (DETRAN-ES/ Contador) A União pode realizar a compra de produtos com dispensa de licitação se houver necessidade de intervir no domínio econômico para a regulação de preços ou para a normalização do abastecimento. 9.  (TRE-BA/ Analista Judiciário/ Taquigrafia) Acerca das modalidades de licitação. 5. 19.  (DETRAN-ES/ Contador ) Se determinado órgão público pretende contratar uma empresa para realizar a reparação de trabalhos artísticos de valor histórico. a licitação é dispensável. em substituição.1. Nesse caso.

na modalidade convite. 28. então.  (MS/ Técnico de Controle Externo) A venda de bens integrantes do patrimônio público pode ser processada por meio de concorrência. 34. independentemente do valor do bem. 33. quando tal condição de exclusividade for indispensável para a vigência da garantia.W. seja diretamente ou por meio de empresário exclusivo. não puder ser repetida sem prejuízo para a administração.  (MS/ Todos os Cargos) É dispensável a licitação para a contratação de profissional de qualquer setor artístico. tal alienação estará subordinada à existência de interesse público devidamente justificado. 23. desde que se adote o procedimento licitatório na modalidade de concorrência ou tomada de preços.  (MS/ Analista Técnico Administrativo) Quando houver dispensa de licitação para execução de obras e serviços por força de uma situação de emergência ou de calamidade pública. em local apropriado. podem ser alienados por meio de leilão.  (INCA/ Assistente em Ciência e Tecnologia) É dispensável a licitação quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta. desde que o artista seja consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública. qualquer que seja o valor de seu objeto. e sim da natureza do contrato a ser celebrado.  (MS/ Técnico de Controle Externo) Caso a União tenha de intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. nesse caso.  (INCA/ Assistente em Ciência e Tecnologia) Considere que o administrador de determinada autarquia tenha promovido a abertura de licitação. mas há previsão legal de que seja observada também em determinadas circunstâncias que não dependem do valor. a licitação tenha sido considerada deserta. 38. 22. 30. em lugar adequado.  (MS/ Todos os Cargos) Os bens imóveis da administração pública. desde que observados os requisitos legais. no máximo.  (ANEEL/ Todos os Cargos/ Nível Superior/ 2010) De acordo com a Lei de Licitações. justificadamente. cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até vinte e quatro horas da apresentação das propostas. a licitação será dispensável. podem ser alienados por ato da autoridade competente. por exemplo. 35. O processo de dispensa deverá ser instruído com a razão da escolha do fornecedor ou executante e a justificativa do preço. Licitações com abrangência internacional.  (MS/ Analista Técnico Administrativo) É inexigível a licitação para aquisição de bens e contratação de ser- 2 viços quando visar ao atendimento dos contingentes militares das forças singulares brasileiras empregadas em operações de paz no exterior. sempre deverão adotar a modalidade concorrência.  (INCA/ Assistente em Ciência e Tecnologia) Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto. ao fornecedor original de tais equipamentos. sob pena de descaracterizar a situação de licitação dispensável.  (INCA/ Assistente em Ciência e Tecnologia) É cabível a modalidade concorrência. que o administrador.  (MS/ Analista Técnico Administrativo) A concorrência é a modalidade de licitação cabível em contratações de grande vulto.  (PGM-RR/ Procurador Municipal) O convite é uma modalidade de licitação em que a convocação se faz por carta-convite. para a compra e alienação de bens imóveis e nas licitações internacionais. 31. 25. é inexigível a licitação nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem.  (MS/ Técnico de Controle Externo) Caso a administração pública pretenda vender bens móveis. cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento.  (TCU/ Auditor Federal de Controle Externo) É dispensável licitação para a aquisição de componentes ou peças de origem nacional ou estrangeira. cadastrados ou não. 36. será precedida de avaliação e de licitação e dependerá de autorização legislativa para órgãos da administração direta e entidades autárquicas e fundacionais. 37. por isso. todas as condições preestabelecidas. 26.  (TCU/ Auditor Federal de Controle Externo) É inexigível licitação para a prestação de serviços de informática a pessoa jurídica de direito público interno por órgãos ou entidades que integrem a administração pública criados para esse fim específico. mantidas. conforme . Os bens imóveis da administração pública. 24.ção com dispensa de licitação. tal execução deve ser concluída em.  (BASA/ Técnico Científico/ Engenharia Civil) É dispensável a licitação para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos que sejam inerentes às finalidades do órgão ou entidade. Nessa situação. para a ampliação da sede regional desse ente e que não tenha havido interessados no primeiro certame e. a qual afixará. escolhidos e convidados em número mínimo de 3 pela unidade administrativa. ainda. tenha encaminhado o processo administrativo à Procuradoria Federal para análise acerca da possibilidade de se dispensar a licitação para a contratação da empresa de engenharia. 32. uma cópia do instrumento convocatório. J. necessários à manutenção de equipamentos durante o período de garantia técnica. 180 dias consecutivos e ininterruptos. 27. GRANJEIRO/ RODRIGO CARDOSO 29. mas a lei exige que a unidade administrativa afixe. Considere. Ele dispensa a publicação em edital. cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento.

criados para esse fim específico. para a locação de imóvel destinado ao atendimento de suas finalidades precípuas. pode dispensar a licitação.  (FUB/ Bibliotecário Documentalista) É inexigível a licitação para a aquisição. de bens destinados exclusivamente à pesquisa científica com recursos recebidos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).  (TJ-ES/ Analista Judiciário/ Taquigrafia) Suponha-se que.  (STM/ Analista Judiciário/ Economia) Considerando-se que um bem imóvel tenha sido recebido pela União como forma de pagamento de dívida de particular. 8.  (STM/ Técnico Judiciário/ 2001) As diversas situações em que é possível aplicar a hipótese de dispensa de licitação prevista na Lei n. estando o ato em consonância com a legislação de regência.  (PREVIC/ Analista Administrativo) A União. independentemente do prazo para a sua conclusão.  (EBC/ Analista/ Contabilidade) É inexigível a licitação para serviços de publicidade e divulgação. mediante inexigibilidade de licitação. 56. Nessa situação. visando afastar risco de danos a bens. de forma direta.  (TRE-ES/ Técnico Judiciário) É hipótese de dispensa de licitação a aquisição de materiais que só possam ser fornecidos por produtor exclusivo. cujas ne- 3 DIREITO ADMINISTRATIVO entendimento firmado pela AGU. Considere. por determinado órgão público. integrem a administração pública.  (FUB/ Bibliotecário Documentalista) A inviabilidade de competição é o principal fundamento para que uma autarquia federal dispense a realização de procedimento licitatório para aquisição de material. o licitante deve ser cadastrado até três dias úteis antes da habilitação preliminar. 58. a única modalidade de licitação admitida é a concorrência.  (EBC/Analista/ Administração) Para as licitações internacionais. 45. deverá haver licitação na modalidade de concorrência ou leilão. um estado-membro dessa Região resolva decretar estado de calamidade pública. 59. 50. é correto afirmar que a alienação desse bem poderá ocorrer por meio de dispensa de licitação.666/1993 incluem a caracterizada pela urgência concreta e efetiva de atendimento a situação decorrente de estado emergencial ou calamitoso. para a contratação.39. razão pela qual passe a ser urgente o atendimento das demandas da comunidade atingida. 46. 49. 48. 51. uma obra pública poderá ser iniciada. 43. 47. 54. com dispensa de licitação. é dispensada a licitação para a prestação de serviços de informática a pessoa jurídica de direito público interno por órgãos ou entidades que. ainda que nas hipóteses de dispensa previstas na Lei de Licitações. 40.  (Correios/ Analista de Correios/ Contador) Considere que um órgão público tenha contratado.  (TRE-BA/ Analista Judiciário) Não é admitida a dispensa de licitação na concessão de serviço público. .  (CNPQ/ Analista em Ciência e Tecnologia Júnior) Suponha que a União pretenda promover a concessão de direito real de uso de bens públicos imóveis para fins residenciais no âmbito de um programa habitacional. concorrência ou pregão. determinada empresa.  (PREVIC/ Analista Administrativo) É considerada inexigível a licitação para a aquisição de um produto de marca consagrada e notoriamente preferida no âmbito da organização pública que realiza a licitação. haverá inexigibilidade de licitação quando se configurar inviabilidade de competição. ao intervir no domínio econômico para normalizar o abastecimento ou regular preços.  (EBC/ Analista Contabilidade) Na escolha da modalidade de licitação para a realização da compra de material de expediente cujo valor se enquadre na modalidade convite. que. por tratar-se da contratação de serviço técnico especializado e ser inviável a competição. 57.  (TRE-ES/ Analista/ Engenharia Civil) A licitação é dispensável para a compra de imóvel destinado ao atendimento das finalidades de serviço público. 53. 52. resta evidenciada hipótese legal de inexigibilidade de licitação.  (FUB/ Bibliotecário Documentalista) Para que possa participar de licitação na modalidade concorrência. Nessa situação. tenham sido levadas em conta a localização do prédio e a compatibilidade do valor da locação com o praticado no mercado.  (STM/ Cargos de Nível Superior) A contratação do arquiteto Oscar Niemeyer para realizar um projeto arquitetônico em Brasília é um exemplo de situação que enseja dispensa de licitação. é cabível a realização de tomada de preços.  (BRB/ Advogado) De acordo com a referida lei.  (FUB/ Bibliotecário Documentalista) A dispensa de licitação para a compra de hortifrutigranjeiros por fundação pública federal é permanente. 44. ainda. 55. Nesse caso hipotético. à saúde ou à vida das pessoas. não pode ser dispensada a licitação.  (Correios/ Analista de Correios/ Contador) De acordo com a lei. 41. 42. diante das fortes chuvas de verão no Sudeste do Brasil. de acordo com avaliação prévia.  (CNPQ/ Analista em Ciência e Tecnologia Júnior) Configura-se hipótese de dispensa de licitação a contratação realizada por instituição científica e tecnológica (ICT) ou por agência de fomento para a transferência de tecnologia e para o licenciamento de direito de uso ou de exploração de criação protegida.

24.  (TRE-ES/ Analista Judiciário/ Área Administrativa) É dispensável a licitação caso haja possibilidade de comprometimento da segurança nacional nos casos estabelecidos em decreto do presidente da República. 17. 60. 8. 20. 34. 67. 58. 54. 25. 45. 62. 42. 44. aéreos e terrestres. 5. proposição e habilitação. 4. 48. 28. prestação ou obtenção de serviços.  (TRE-ES/ Analista Judiciário/ Área Administrativa) Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao objeto a ser licitado. GRANJEIRO/ RODRIGO CARDOSO 66. 49. 43. 63. cadastrados ou não. 41. 53. 55. 13.  C  C  C  E  E  C  E  E  E  C  C  E  C  E  C  C  C  C  E  E  C  E  E  C  E  E  C  C  C  C  C  C  C  E  E  C  E  E  E  E  E  E  E  E  E  C  E  E  C  E  C  E  C  C  E  E  E  E  C . dispensando-se a comissão de licitação.  (STM/ Analista Judiciário/ Administração) Configura-se situação de inexigibilidade de licitação a contratação realizada por empresa pública ou sociedade de economia mista com suas subsidiárias e controladas. 2. 10. 4  C  E  C  C  C  C  E  E 9. 52. 59. 37. 15.  (MMA/ Analista Ambiental – I) Concorrência. 23. 47. ouvido o Conselho de Defesa Nacional.W. em número mínimo de três. 56. cadastrados ou não. 38. pela unidade administrativa. 46.  (PC-ES/ Delegado de Polícia) O procedimento do convite é simplificado e pode ser realizado por servidor designado pela autoridade competente. 61. 39. 57. 26. tomada de preços e convite são modalidades de licitação que apresentam estruturação diversa para as fases de divulgação. 32. 64. é inexigível a licitação para as compras de material de uso das Forças Armadas. para a aquisição ou alienação de bens. 11. desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.  (STM/ Analista Judiciário/ Área Judiciária) Na modalidade convite. 65. 29. 64. na impossibilidade de obtenção do número mínimo de licitantes exigidos. 62. 50. 7. 67. devendo. 22. 14. J.  (STM/ Analista Judiciário/ Área Judiciária) Quando houver a necessidade de manter a padronização requerida pela estrutura de apoio logístico dos meios navais. 33.cessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha. 21. 35. 65. 51.  (STM/ Analista Judiciário/ Administração) Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto. 63. 19. apenas as empresas convidadas poderão apresentar propostas. 18. 30. 6. 60. escolhidos e convidados. 16. 12. 31. 3. 27. escolhidos e convidados em número mínimo de três pela unidade administrativa responsável pelo certame. a administração eleger outra modalidade para a realização do ato. 40. 36. GABARITO 1. 66. 61.

....27 TÍTULO III – DAS SESSÕES DA CÂMARA........................................ CAPÍTULO III – DA PROCURADORIA PARLAMENTAR......... SEÇÃO II – DAS COMISSÕES PERMANENTES E SEÇÃO III – DAS COMISSÕES TEMPORÁRIAS..........REGIMENTO INTERNO S U M ÁR I O TÍTULO I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES.................................................................... SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES GERAIS................................................57 .......................................... CAPÍTULO II – DOS COLÉGIOS DE LÍDERES.......................................... CAPÍTULO I – DA MESA................................................3 TÍTULO II – DOS ÓRGÃOS DA CÂMARA...................... CAPÍTULO IV – DAS COMISSÕES.....

. De início. . §§7º e 8º....... há diferença entre essas normas quando se trata de deliberação em sessão legislativa extraordinária do Congresso Nacional (CF.........PAES DE ANDRADE. suas alterações e demais disposições em contrário... Art. com a promulgação da Emenda Constitucional n.. 51. 57. Em alguns casos.. Art.. pertinentes ao cumprimento dos arts........ DE 1989 Aprova o Regimento Interno da Câmara dos Deputados A CÂMARA DOS DEPUTADOS... RESOLVE: Art. 65 a 99)..... 30.. CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO RESOLUÇÃO N... Art. 6º Até 15 de março de 1990....... a Câmara dos Deputados elaborou seu Regimento Interno para adaptar o seu funcionamento e processo legislativo próprio à Constituição Federal.... 3º A Mesa apresentará projeto de resolução sobre o Código de Ética e Decoro Parlamentar... CF/1988: ”art. na forma das disposições regimentais anteriores.... até o final da legislatura em curso. O Regimento Interno da Câmara dos Deputados foi instituído pela Resolução n. II..com.. .... de 2004) §1º Somente serão apreciadas conclusivamente pelas Comissões. III). de 2001. Vamos começar logo o nosso estudo regimental? O Regimento Interno da Câmara dos Deputados será apresentado de acordo com o conteúdo cobrado no Edital de 2007 para o cargo de Técnico Legislativo/Assistente Administrativo da Câmara dos Deputados. Utilizamos esse assunto como exemplo.... 8º Revogam-se a Resolução n..... . 59. art.. 7º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. art..... de 1989.. o candidato deve compreender que nem sempre as normas do Regimento Interno estarão em harmonia com o texto da Constituição Federal. 14 a 38 apenas) e Título III (arts... Ficam mantidas as normas administrativas em vigor. até a data da promulgação do Regimento Interno. pois.. 21 DE SETEMBRO DE 1989 . considerando a necessidade de adaptar o seu funcionamento e processo legislativo próprio à Constituição Federal. 2º Dentro de um ano a contar da promulgação desta resolução....... 1º O Regimento Interno da Câmara dos Deputados passa a vigorar na conformidade do texto anexo.. de 1989. PRESIDENTE............... Art..... 25.... com a redação oferecida pela Resolução n.. data da instalação da Assembleia Nacional Constituinte... §2º Excetuam-se do prescrito no parágrafo anterior os projetos em trâmite na Casa....... com seus atuais Presidente e Vice-Presidentes.. art.... que terão competência em relação às matérias das Comissões que lhes sejam correspondentes ou com as quais tenham maior afinidade...... (Vide Resolução n. 17.... VII. as Comissões Permanentes criadas e organizadas na forma da Resolução n... portanto.. REGIMENTO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS PARA TÉCNICO LEGISLATIVO APRESENTAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS A Constituição Federal confere à Câmara dos Deputados competência privativa para elaborar seu Regimento Interno (CF..... além das seis emendas constitucionais de revisão... na conformidade do art...... e a não atualização do RICD quanto .. III)..... 2º.. 50 e 59 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.. Eis a seguir a transcrição da Resolução n. 5º Ficam mantidas. 109.. 4º Ficam mantidas. 5.. principalmente em razão das 84 emendas constitucionais promulgadas..... conforme discriminação constante do texto regimental anexo (art..... 32)........ De acordo com essa Resolução. até o final da sessão legislativa em curso..br). do novo Regimento.. (Vide Resolução n.. art.... de 1989.. constitui a Maioria a legenda ou composição partidária integrada pelo maior número de representantes... existirá conflito entre o texto da Constituição e o texto do Regimento Interno. São 22 videoaulas. é norma jurídica e possui eficácia de lei ordinária (CF.. §4º). de 2011) Art..... Dessa forma serão transcritos e comentados os seguintes dispositivos regimentais: Título I (arts. Compete privativamente à Câmara dos Deputados: .. Título II (arts. recomendo meu curso em vídeoaulas no Gran Cursos (http://www. e convalidados os atos praticados pela Mesa no período de 1º de fevereiro de 1987... c/c RICD. 32... candidato! Parabéns por ter decidido se preparar para uma das melhores carreiras públicas do nosso país: a carreira legislativa da Câmara dos Deputados.. Parágrafo único... para ajustá-los às diretrizes estabelecidas no Regimento.” Art.. de 1972. 1º a 13)... 17.... 51.. a Mesa elaborará e submeterá à aprovação do Plenário o projeto de Regulamento Interno das Comis- 2 sões e a alteração dos Regulamentos Administrativo e de Pessoal.. 20.... 17............ e RICD...... em relação aos quais o Presidente da Câmara abrirá o prazo de cinco sessões para a apresentação de emendas nas Comissões incumbidas de examinar o mérito das referidas proposições. as lideranças constituídas....... BRASÍLIA...... Para complementar sua preparação... art.. Por exemplo. III – elaborar seu regimento interno.... 2........... considerando-se Minoria a representação imediatamente inferior..... de 2001.....grancursosonline... com duração média de 30 minutos cada. até o início da vigência desta resolução. Art.. as proposições distribuídas a partir do início da vigência desta Resolução.. no que não contrarie o anexo Regimento....REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS (RICD) LUIZ CLAUDIO Olá.. 24......

alíneas. contém um parágrafo único ao final. itens e. O esquema a seguir exibe as partes constitutivas do artigo. reunir-se em outro edifício ou em ponto diverso no território nacional. Agora o candidato poderá iniciar a leitura do Regimento Interno e começar logo a examinar cada um de seus artigos. Além disso. seções. o art. o conteúdo da norma regimental encontra-se defasado em relação ao estabelecido na Constituição Federal. o enunciado da questão orienta os candidatos a responderem alguns itens com base tanto nas disposições da Constituição Federal quanto nas do Regimento Interno. Parágrafo único. com as alterações promovidas pela Lei Complementar n.mudar temporariamente sua sede”. CF/1988 Art. então. capítulos e títulos. Parágrafo único. em cada Estado. Havendo motivo relevante. os artigos podem ser agrupados em subseções. Estrutura do artigo Exemplo: O art. ou seja. no ano anterior às eleições. Cada artigo pode conter as seguintes subdivisões: parágrafos. eleitos. em cada Território e no Distrito Federal. Art. . que tal entendermos brevemente sua organização e conteúdo? Então. Vamos. para fins didáticos. A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo. para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de setenta Deputados. 107. 3 REGIMENTO INTERNO ao assunto dessa emenda. proporcionalmente à população. CF/1988 Art. 1º A Câmara dos Deputados. O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional. Brasília é a Capital Federal. recomendamos o estudo do art. 32 do RICD. 1º do RICD e saber tudo sobre a sede da Câmara dos Deputados que interessa para a prova. 45. de 2001 e de manuais de Técnica Legislativa. 49. Por isso. 18. bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal. funciona no Palácio do Congresso Nacional. ainda. 2) Funcionamento da Casa. começar pelo art. 95.IMPORTANTE A Supremacia da Constituição impõe a prevalência das normas da Constituição sobre as normas previstas nos regimentos legislativos. alíneas e itens. e é o único artigo que integra o Título I do Regimento. Cada legislatura terá a duração de quatro anos. Caso o concursando se interesse em aprofundar seu conhecimento sobre esse assunto. sua estrutura. Art. o candidato deve verificar atentamente o comando da questão e a disciplina em que ela está inserida (Direito Constitucional ou Legislação Interna?). Algumas vezes. §2º Cada Território elegerá quatro Deputados. §1º. Organização do texto regimental Por ser uma norma jurídica. o conteúdo do RICD em três grupos de assunto: 1) Organização da Câmara dos Deputados (ênfase na estrutura política). será estabelecido por lei complementar. a Câmara poderá. incisos. 10 da Lei Complementar n. por deliberação da Mesa. vamos lá! CONTEÚDO E ORGANIZAÇÃO DO RICD Conteúdo regimental Podemos classificar. Em prova de concurso. que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Por sua vez. 3) Normas internas regulamentares do processo legislativo no âmbito da Câmara dos Deputados (normas interna corporis). VI – “É da competência exclusiva do Congresso Nacional: VI . incisos. ad referendum da maioria absoluta dos Deputados. divide-se em caput. de 1998. fiquem atentos como o assunto está sendo cobrado! Antes de iniciarmos a leitura do texto do Regimento Interno propriamente dito. procedendo-se aos ajustes necessários. §1º O número total de Deputados. por isso há apenas um capítulo e não há seções ou subseções nesse Título. o Regimento Interno da Câmara dos Deputados está organizado tendo o artigo como unidade básica de articulação do texto regimental. 44. 1º do RICD está subdividido em caput e parágrafo único apenas. Este artigo integra a Subseção III da Seção II do Capítulo IV do Título II do Regimento. pelo sistema proporcional. REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA SEDE Art. ou de força maior. com sede na Capital Federal.

art. b. ou de força maior. art. Em outras palavras. (FCC/ Câmara dos Deputados/ Analista Legislativo – Recursos Humanos e Técnico em Comunicação Social/2007) Havendo motivo relevante. da CF/88). parágrafo único. A sede da Câmara dos Deputados é em Brasília. c. art. local onde funciona regularmente. 5. VI. Alternativa A. caput. A reunião da Câmara dos Deputados que ocorrer em Brasília não poderá ser realizada em outro edifício que não o Palácio do Congresso Nacional. O Congresso Nacional pode alterar temporariamente sua sede pode meio de Decreto Legislativo (art. Para tanto. 3. porém. funciona no Palácio do Congresso Nacional (RICD. e. parágrafo único). determinação do Presidente da Casa. a Mesa delibera previamente em caráter provisório e. Havendo motivo relevante e força maior. Para isso ocorrer. O Congresso Nacional poderá alterar temporariamente sua sede por meio de Decreto Legislativo aprovado nas duas Casas. Sede – na Capital Federal – Brasília. 5. CERTO – RICD. 8. ERRADO. a decisão da Mesa deverá ser referendada (confirmada) por pelo menos 257 Deputados. ad referendum da maioria absoluta dos Deputados. §1º. mas fora da Capital Federal). art. 1º. 4 6. deliberação da Mesa. 3. CERTO. do RICD). Nos termos do parágrafo único do art. Pelo menos 257 Deputados deverão ratificar a decisão do Presidente que imponha reunião da Câmara em São Paulo. deliberando definitivamente para confirmar ou rejeitar a decisão adotada pela Mesa. 18. 8. 2. art. EXERCÍCIOS Bloco 1 (A Sede da Câmara e o local de suas reuniões) Julgue os itens: 1. 4. caput). a maioria absoluta dos Deputados se reúne em Plenário para confirmar essa decisão. que é a Capital Federal. da Constituição Federal. É importante ressaltar que. 1º. 2. ou em outro edifício que não o Palácio do Congresso Nacional. 1º. ERRADO – A decisão da Mesa é que deverá ser ratificada pela maioria absoluta dos Deputados (RICD. a Câmara poderá. quando possível. . 4. 1º. Em caráter definitivo. 1º. por exemplo). parágrafo único). caput). prévia aprovação da maioria simples dos Deputados. art. ou seja. d. 2. 7. GABARITO 1. A Mesa da Câmara só pode alterar o local das reuniões e não a sede da Câmara (art. VI. 7. A reunião fora da sede só é possível se houver motivo relevante ou de força maior (guerra ou calamidade pública. 3. Local de funcionamento – no Palácio do Congresso Nacional. 49.SEDE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS LUIZ CLAUDIO A Câmara dos Deputados. ERRADO – A Mesa pode decidir no sentido de que a Câmara se reúna fora de sua sede. a Mesa da Câmara poderá alterar temporariamente a sede desde que a decisão seja referendada pela maioria absoluta dos Deputados. 49. ou de força maior. a palavra final será da maioria absoluta dos Deputados (RICD. a Câmara dos Deputados pode se reunir fora da sua sede. a reunião fora da sede depende de deliberação da Mesa. CERTO – A Câmara dos Deputados tem sede na Capital Federal. 1º. 4. que é Brasília (CF. por deliberação da Mesa. determinação do Presidente da República. 7. 8. a Mesa Diretora da Câmara decide ad referendum da maioria absoluta dos Deputados. a C C E E E E C  COMENTÁRIO 1. localizada no Distrito Federal. ad referendum da maioria absoluta dos Deputados. 6. depende de a. ERRADO – Havendo motivo relevante. parágrafo único). nos termos do art. Palácio do Congresso Nacional é o edifício onde a Câmara dos Deputados funciona. Reunião fora da sede – a Câmara pode se reunir em outro edifício (um edifício outro que não o Palácio do Congresso Nacional) ou em ponto diverso no território nacional (no Brasil. é da competência exclusiva do Congresso Nacional mudar temporariamente sua sede. com sede na Capital Federal. compete à Mesa deliberar a respeito de a Câmara dos Deputados se reunir em qualquer dos vinte e seis Estados brasileiros. c/c RICD. ad referendum da maioria absoluta dos Deputados. 1º. deliberação do Senado Federal. 5. 6. Esse dispositivo disciplina a “mudança do local de reunião da Câmara dos Deputados” e não a transferência de sua sede. reunir-se em outro edifício ou em ponto diverso no território nacional (RICD. 1º do RICD. art.

que terá a duração de quatro anos (de 1º. quando.2 a 17. para preservar a continuidade histórica da instituição parlamentar no Brasil. §2º . §1º As reuniões marcadas para as datas a que se refere o inciso I serão transferidas para o primeiro dia útil subsequente quando recaírem em sábados. A SLO só será interrompida em 17.7 (primeiro período) e de 1º. 2º A Câmara dos Deputados reunir-se-á durante as sessões legislativas: I – ordinárias. Para o primeiro e o terceiro anos. art. portanto.2019). a sessão legislativa ordinária realiza-se de 2. Com isso. §4º. art.08 e 22.menciona sessão legislativa apenas e refere-se à aprovação do projeto de LDO. §3º A sessão legislativa ordinária não será interrompida em 17 de julho enquanto não for aprovada a lei de diretrizes orçamentárias pelo Congresso Nacional. 3º – [consideram-se período legislativo as divisões da sessão legislativa anual compreendida entre 15(2) de fevereiro e 30 de junho (17 de julho) e de 1º de agosto a 15 (22) de dezembro].Art. A primeira legislatura iniciou-se em 1826. I. CF: 57.01. 57. iniciou-se a 55ª Legislatura. 3/1990-CN. §1º. §3º. • CF: art.08 a 15. §4º – sessões preparatórias no primeiro ano da legislatura. podem ocorrer recessos parlamentares ou. Não se designará Ordem do Dia para a primeira sessão plenária de cada sessão legislativa. são previstas sessões preparatórias.8 a 22. 2º. §4º Quando convocado extraordinariamente o Congresso Nacional. A sessão legislativa ordinária inicia-se no dia 2 de fevereiro. de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro.06 e 1º. domingo ou feriado. 4º a 6º. No dia 2 de fevereiro. art. • CF: art. IMPORTANTE! A legislatura dura 4 anos e inicia-se em 1º de fevereiro. na Capital Federal. 1º. 50. §2º A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. 279). de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. Nesse período ocorrem quatro sessões legislativas ordinárias (SLOs). SESSÕES LEGISLATIVAS Em primeiro lugar. O Congresso Nacional reunir-se-á. pontos fundamentais sobre o funcionamento do Congresso Nacional.02 a 30.07 se for aprovado o projeto de lei de diretrizes orçamentárias (LDO) até essa data. cuja duração é de quatro anos. for convocado o Congresso Nacional. 57. FUNCIONAMENTO DO CONGRESSO NACIONAL O Congresso Nacional organiza seus trabalhos por legislatura. As reuniões marcadas para as datas de início e término dos períodos legislativos da SLO (02. No intervalo dessas SLOs. 5 REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO II DAS SESSÕES LEGISLATIVAS . art. quando recaírem em sábados. a Câmara dos Deputados somente deliberará sobre a matéria objeto da convocação. §§7º e 8º. As datas anteriores eram 15. A matéria para a qual foi convocado + medidas provisórias em vigor na data da convocação.02. 50.07.12) devem ser transferidas para o primeiro dia útil subsequente sempre que recaírem em sábado. §1º As reuniões marcadas para essas datas serão transferidas para o primeiro dia útil subsequente. 85. anualmente. §§6º a 8º. foi inaugurada a Primeira Sessão Legislativa Ordinária dessa Legislatura em sessão conjunta do Congresso Nacional (CF. domingos ou feriados. • Resolução n. a partir dela as demais legislaturas são designadas pelo respectivo número de ordem (RICD. de 2006.12 (segundo período).12. 57. §2º A primeira e a terceira sessões legislativas ordinárias de cada legislatura serão precedidas de sessões preparatórias. que é composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Em primeiro de fevereiro de 2015. o período destinado ao recesso parlamentar foi bastante reduzido. • RICD: arts. 17. pois o funcionamento da Câmara dos Deputados se baseia no funcionamento do Congresso Nacional. vale apresentar. 57. parágrafo único. domingos ou feriados. divididas em dois períodos legislativos cada.2015 a 31. Vedado o pagamento de parcela indenizatória. 2º – A Comissão Representativa do Congresso Nacional não atua nas sessões preparatórias. e 65. • RICD: art. I). 57. (Vide Emenda Constitucional n. 3/90-CN. Desde a promulgação da Emenda Constitucional (EC) n. se o Congresso Nacional for convocado extraordinariamente. de maneira sucinta.02. com este caráter. sessões legislativas extraordinárias (SLEs). • CF: art. II – extraordinárias. • RICD: art. • Resolução n. • CF: art. de 2006) • CF/1998 Art. 57.

11. 3. Nessa situação. EXERCÍCIOS . Projeto de lei de iniciativa popular ou em regime de urgência não se sujeitam à apreciação conclusiva das Comissões. 19. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Consultor Legislativo – Área II) Um terço dos membros da Câmara dos Deputados requereu ao presidente da Casa a constituição de comissão parlamentar de inquérito para apurar determinado fato. excluído o presidente. estabelecerá o número de membros efetivos das comissões permanentes. 12. Nessa situação.Bloco 8 (Dos Órgãos da Câmara – Comissões) 1. no máximo. caberá recurso ao Plenário da Câmara dos Deputados da decisão do presidente. desde que esteja presente mais da metade de seus membros. por entender que não haviam sido satisfeitos os requisitos regimentais necessários. Ao receber o requerimento. 14. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Consultor Legislativo) Apesar de a CF atribuir às comissões parlamentares de inquérito (CPIs) poderes de inves- 10. 2. no âmbito de seu campo temático. seminários. 16. de duas Comissões Permanentes. as turmas terão poder decisório nos assuntos que lhe forem distribuídos. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Consultor Legislativo – Área II) Um projeto de lei sobre sistema estatístico. Caso a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprecie conclusivamente uma proposta de emenda à Constituição. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Consultor Legislativo) Às comissões permanentes da Câmara dos Deputados é dado o poder de convocar ministros de Estado. independentemente do princípio da proporcionalidade partidária. integrantes da estrutura institucional da Câmara. projetos de lei ordinária e complementar. Nessa situação. salvo se houver recurso de um décimo dos membros da Casa. 17. e a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania deverá ser ouvida. no início dos trabalhos das sessões legislativas de cada legislatura. As Comissões Permanentes da Câmara terão 17 Deputados. o recurso deverá ser interposto no prazo de cinco sessões. o Deputado que se desvincular de sua bancada perde automaticamente o direito à vaga que ocupava em razão dela. a Mesa deverá refazer o cálculo de vagas nas Comissões para garantir o princípio da proporcionalidade partidária. esse projeto constituía campo temático da Comissão de Ciência e Tecnologia. A Minoria deverá ser representada nas Comissões da Câmara. em vez de em subcomissões. A Câmara dos Deputados tem em sua estrutura 22 Comissões Permanentes. As Comissões poderão apreciar. 1 REGIMENTO INTERNO tigação próprios das autoridades judiciárias. ouvido o Colégio de Líderes. 9. o Poder Judiciário tem entendido que nem todos os poderes dessa natureza são atributos das CPIs. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Consultor Legislativo) Em caso de urgência regimental. As Comissões Permanentes podem realizar audiências públicas e promover. 6. As Comissões da Câmara poderão convocar ministro de Estado e solicitar depoimento de autoridade e cidadão. prevalecendo o quantitativo anterior enquanto não for modificado. Comunicação e Informática. bem como autoridades e cidadãos. como membro titular. 18. em caráter conclusivo. 5. conferências e palestras. As Comissões da Câmara são Permanentes e Temporárias. 4. caberá recurso ao Plenário. o presidente devolveu-o ao autor. O número de membros efetivos das Comissões Permanentes será fixado por Ato da Mesa no início de cada legislatura. 13. (CESPE – 2012 – Câmara dos Deputados – Analista Legislativo – Técnica Legislativa) São permanentes as comissões de caráter técnico-legislativo. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Analista Legislativo – Consultor de Orçamento e Fiscalização Financeira) Ato da Mesa Diretora. e são temporárias as comissões externas. 20. no mínimo. cabe às comissões permanentes apreciar projeto de lei em caráter conclusivo. em duas turmas. cartográfico e demográfico nacional tramitou na Câmara dos Deputados. 21. exposições. Nas Comissões da Câmara. 15. e 61. 7. (CESPE – 2014 – Câmara dos Deputados – Consultor Legislativo – Área II) A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados decidiu dividir-se. Julgue os itens: 8. Havendo modificação na composição numérica nas bancadas dos Partidos ou Blocos Parlamentares. Cada Deputado Federal poderá fazer parte. dispensada a competência do Plenário.

31. 33. o orçamento anual e os créditos adicionais. 23. prorrogáveis. 21. 6. 16. redações finais. 2012 – Câmara dos Deputados – Analista Legislativo – Taquígrafo) Sessão plenária da Câmara para discutir projeto de lei de iniciativa popular será transformada em comissão geral. 32. matérias constantes da ordem do dia. cabendo ao Presidente da Câmara fazer a designação. para que promova a responsabilidade civil e crimina dos infratores. 31. desde que o orador responsável pela defesa desse projeto esteja presente à sessão. a requerimento de qualquer Deputado. O Partido que obtiver 8 vagas de titulares na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania terá igual quantidade de Suplentes nessa Comissão. 34. 24. 14. quanto à sua compatibilidade ou adequação com o plano plurianual. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania é competente para admitir proposta de emenda à Constituição. Em funcionamento simultâneo. 28. excluído seu Presidente. 5. As Comissões Parlamentares de Inquérito têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais e.LUIZ CLAUDIO 22. 36. sem poder decisório. O projeto de lei que verse matéria de competência de três Comissões que devam se pronunciar sobre o mérito será apreciado por Comissão Especial. requerimentos de comissão sujeitos a votação. 30. somente podem existir cinco CPIs na Câmara dos Deputados. GABARITO 1. de ofício ou a requerimento de Deputado. no máximo. podem utilizar subsidiariamente as normas contidas no Código Penal. 7. Os membros da Mesa e os Líderes de Partidos ou Blocos Parlamentares não têm direito fazer parte de Comissão. 24. 19. As Comissões podem criar subcomissões permanentes e temporárias. 30. 26. O Presidente da Câmara somente poderá fazer a designação dos membros das Comissões mediante a indicação feita pelos Líderes. 29. 22. 23. certificada mediante verificação de quórum. A Turma existente no âmbito Comissão Permanente será presidida por um Vice-Presidente da Comissão. 3. 2012 – Câmara dos Deputados – Analista Legislativo – Taquígrafo) Quando no plenário da Câmara dos Deputados estiver presente a maioria absoluta dos deputados. 32. 9. 25. 10. A Comissão de Educação poderá se dividir em duas Turmas. 37. 38. E E C E C C C C C C C E C C E C C C C 20. não terá poder decisório e concluirá seus trabalhos por um relatório. 4. 29. 12. Ao Líder compete indicar os membros da bancada respectiva para compor as Comissões. poderá instituir Comissão Externa para cumprir missão temporária autorizada no exterior por até 30 sessões. 2 38. O relatório com as conclusões da CPI deverá ser encaminhado exclusivamente ao Ministério Público. . 18. 26. 35. 13. 28. a lei de diretrizes orçamentárias. 2. 35. 34. O Regimento Interno da Câmara dos Deputados impõe que o prazo para funcionamento de Comissão Parlamentar de Inquérito será de 120 dias. 27. E E C E C E E E C C E C E E C E C C E EXERCÍCIOS Bloco 9 (Das Sessões da Câmara) Julgue os itens: 39. 33. 27. O Presidente da Câmara dos Deputados. em seus trabalhos. 15. 17. (CESPE. 11. O Regimento Interno prevê a criação de Comissão Especial para dar parecer sobre proposta de emenda à Constituição e projeto de código. 37. 8. 40. 36. (CESPE. requerimentos de deputados dependentes de votação imediata. 25. poderá instituir Comissão Externa para cumprir missão temporária autorizada no Brasil por 8 dias. À Comissão de Finanças e Tributação cabe examinar e emitir parecer sobre sistema financeiro da habitação e aspectos financeiros e orçamentários públicos de quaisquer proposições que importem aumento ou diminuição da receita ou da despesa pública. O Presidente da Câmara dos Deputados. no prazo de cinco sessões. a apreciação da pauta deverá ser iniciada na seguinte ordem: requerimentos de urgência.

61. falará a. antes dos oradores inscritos para seu debate. d. o Plenário deliberará se o assunto que motivou a convocação deva ser tratado sigilosa ou publicamente. cada partido ou Bloco Parlamentar poderá indicar. c. o Deputado deve fazer comunicação à Mesa ou ao Plenário oralmente. no máximo três vezes por semestre. 2007 – Câmara dos Deputados/Analista Legislativo – Técnico em Comunicação Social) Nas Sessões Públicas. em pé. 43. 63. Se inexistir quórum para votação ou se sobrevier falta de quórum durante a Ordem do Dia. Quando forem convocados períodos de sessões extraordinárias. no máximo uma vez por mês. 59. Ao final da sessão secreta. Ao se referir a outro Deputado. desde que presente o orador que irá defendê-lo. os debates ocorridos em sessão secreta devem ser mantidos em sigilo. no máximo cinco vezes por semestre. Ordem do Dia e Comunicações Parlamentares. no máximo três vezes por mês. mas não à Mesa. podem ser admitidos convidados em Plenário. depois do relator. a Bíblia Sagrada e a Constituição Federal deverão ficar sobre a mesa à disposição de quem delas quiser fazer uso. Durante todo o tempo da sessão. No Pequeno Expediente. A sessão ordinária compreende: Pequeno Expediente. 58. qualquer que seja a ordem do projeto na pauta. 66. ou quem este tiver indicado para defendê-lo. e. o Deputado poderá falar no Grande Expediente a. O Deputado que estiver inscrito para as Comunicações Parlamentares não poderá falar por mais de dez minutos. o parlamentar utilizará o tratamento de “Excelência”. As sessões preparatórias precedem a inauguração dos trabalhos de cada sessão legislativa da legislatura. 65. As sessões de debates são classificadas como sessões não deliberativas e constituem-se apenas de Pequeno Expediente. 60. os demais Deputados. O Plenário poderá deliberar para quem sejam realizadas quatro sessões solenes num determinado mês. Não será designada Ordem do Dia para a primeira sessão plenária de cada sessão legislativa. 50. salvo se fisicamente impossibilitados.42. Quando a ele se dirigir. o Plenário não realizará sessão ordinária e as Comissões Permanentes não funcionarão. 49. 54. A ordem de uso da palavra em Comissão Geral destinada a debate de matéria relevante é: 1) o autor do requerimento. a apreciação da pauta inicia-se pelos requerimentos de urgência. com precedência sobre outras dos grupos a que pertençam. 55. . Grande Expediente e Comunicação Parlamentar. Na Comissão Geral que debata matéria relevante. A Câmara dos Deputados poderá transformar as reuniões de Comissão e as sessões plenárias em Comissão Geral para comparecimento de ministro de Estado. 3) os convidados e. Na Ordem do Dia. depois que todos os inscritos tiverem usado da palavra. 46. caso em que poderá fazer a juntada de documentos. 2) os Líderes. o Presidente fala sentado e. 51. 62. o primeiro signatário deverá obrigatoriamente indicar um Deputado Federal para defendê-lo. A ordem de apreciação da pauta da sessão não poderá ser alterada ou interrompida. (Cefor – Analista Legislativo da Câmara dos Deputados – Atribuição Analista de Informática Legislativa – 1998) Durante o período da convocação de sessão legislativa extraordinária não serão realizadas sessões ordinárias. 3 REGIMENTO INTERNO 41. podendo o presidente convocar quantas forem necessárias a cada dia. (FCC. o parlamentar deve fazer preceder o seu nome do tratamento de “Senhor” ou de “Deputado”. na ordem em que se inscrever para falar. em último lugar. quartas e quintas-feiras. (FCC. Em sessão solene. Constarão da Ordem do Dia as matérias não apreciadas da pauta da sessão ordinária anterior. 57. no máximo. o primeiro subscritor do projeto. c. Grande Expediente. 68. b. Em qualquer hipótese. b. dois convidados. No caso de discussão de projeto de iniciativa popular. 45. 67. Falecimento de Deputado Federal em exercício é motivo que justifica o encerramento da sessão do Plenário. ou redigi-la para publicação no Diário da Câmara dos Deputados. 4) os demais deputados. o Presidente anunciará o debate das matérias em discussão. A sessão plenária será transformada em Comissão Geral para discussão de projeto de lei de iniciativa popular. 53. Nas sessões plenárias. 48. no início da sessão. 47. As sessões ordinárias são admitidas às terças. em todas as sessões. d. e. 44. 56. 64. 2007 – Câmara dos Deputados/Analista Legislativo – Técnico em Documentação e Informação Legislativa) Estando na Ordem do Dia projeto de iniciativa popular. 52.

C E C E C E E E E C . 57. 76. portanto. o Deputado dispõe de três minutos. A ata da sessão secreta será arquiva pela Mesa. 46. 75. 47. 75. 81. 79. 81. 41. 67. 73. Com a devida autorização e pelo tempo necessário apenas. 70. 51. 73. Os discursos proferidos em sessão deverão ser reproduzidos integralmente pela Taquigrafia para publicação. 77. 80. 60. ser impressa ou datilografada. 69. 79. Da ata deve constar a lista dos Deputados presentes e ausentes às sessões ordinárias e extraordinárias. 4 74. 52. 49. 40. 72. não sendo recolhida ao Arquivo da Câmara dos Deputados. Reclamação e Ata da Sessão) Julgue os itens: 72. quando publicados. E C A C E E E C E C C E C C C E E C E E C C C E C C E E E E E C E 39. Em regra. 55. poderão ensejar representação por quebra de decoro parlamentar a ser examinada pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. 76. não serão admitidos pedidos escritos de retificação. Caso o Deputado pretenda recorrer da decisão da Presidência em questão de ordem. lida e considerada aprovada independentemente de votação. Os pronunciamentos ou expressões atentatórias do decoro parlamentar. 50. o Presidente deverá decidi-la imediatamente. 78. O recurso a questão de ordem em Plenário somente poderá ter efeito suspensivo se o pedido contar com o apoiamento de um terço dos presentes na sessão. Para formular questão de ordem. A ata da sessão deve reproduzir os acontecimentos ocorridos em sessão. A ata da sessão secreta será etiquetada e recolhida ao Arquivo da Câmara dos Deputados com a assinatura do Presidente e Vice-Presidentes da Mesa. a ata de sessão deve obedecer a padrão uniforme definido pelo Mesa. não se admitindo que o Deputado proceda à sua revisão. 63. Declaração de guerra. deverá fazê-lo perante a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. 48. 56. 80. 64. GABARITO 77. Se um Deputado formular questão de ordem em Plenário de objetiva. 53. GABARITO EXERCÍCIOS Bloco 10 (Das Questões de Ordem. acordo sobre a paz e projeto de fixação ou modificação dos efetivos das Forças Armadas são assuntos que devem ser apreciados em sessão secreta. 59. LUIZ CLAUDIO 71. 45. 68. somente concedendo a palavra a outro parlamentar para contraditá-la após a decisão. servidores em serviço de apoio à Mesa poderão permanecer em Plenário durante a realização de sessão secreta. 74. 44. 54. 42. 58. 70. 66. 78. 61.69. 71. 62. 65. claramente formulada e com a indicação precisa das disposições regimentais. 43.

..... PROTOCOLOS...................... CONCEITUAÇÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO..... O PATRIMÔNIO DAS EMPRESAS E ÓRGÃOS PÚBLICOS.................................. CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE DOCUMENTO................24 NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL....... ARQUIVOS CORRENTES E INTERMEDIÁRIOS.. ALFABETAÇÃO.................68 ............... VISÃO ESTRATÉGICA E OPERACIONAL.............. APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL... CLIMA ORGANIZACIONAL........... AUTOMAÇÃO................. PRESERVAÇÃO................ ARQUIVOS PERMANENTES..... ATIVIDADES BÁSICAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL.............. POLÍTICAS DE RH................. MÉTODOS DE ARQUIVAMENTO............................46 NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA: ORÇAMENTO PÚBLICO: CONCEITOS E PRINCÍPIOS............................CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOÇÕES DE PROTOCOLO E ARQUIVO: ORGANIZAÇÃO........... NOÇÕES BÁSICAS DE TIPOLOGIAS DOCUMENTAIS E SUPORTES FÍSICOS: MICROFILMAGEM................ AS COMPRAS NAS ORGANIZAÇÕES...........2 NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS: O HOMEM E A ORGANIZAÇÃO: OBJETIVOS INDIVIDUAIS E ORGANIZACIONAIS........ O CICLO ORÇAMENTÁRIO............... LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTO....... CRÉDITOS ADICIONAIS...... ESTÁGIOS DA DESPESA PÚBLICA: EMPENHO.........

relatórios de atividades.FUNDAMENTOS DA ARQUIVOLOGIA Os documentos estão presentes em diversas ações realizadas diariamente por órgãos públicos e privados. em seu art. o acúmulo desordenado e a falta de normas e procedimentos arquivísticos efetivos comprometem o acesso à informação e. Principalmente a partir do século XX. públicas ou privadas. pública e/ou privada. pública ou privada. Arquivos = Instituições Entidade administrativa. independente da natureza ou do suporte. antigamente. São organizadas por meio de um código próprio para estudo. Não se produz documentos sem uma razão específica ou uma necessidade emergente. A Lei n. tendo em vista que o acesso à informação é essencial e exigido pela sociedade. tendo sempre relação com os direitos das instituições ou dos indivíduos. responsável pela custódia. Vale dizer que os documentos são únicos em termos de conteúdo. como instrumento de apoio à administração. A necessidade de se registrar as atividades humanas produz um grande número de documentos.159/1991 (anexo A). levando em conta a democracia e o exercício da cidadania. dessa forma. Diante do texto da Lei n. pois tinham a mesma função: guardar os documentos produzidos pelo homem. os arquivos eram apenas depósitos de papéis de qualquer espécie. independente do objetivo que esses documentos tinham em sua criação. 1º. Embora arquivo. O QUE É UM ARQUIVO? Arquivo = Conjunto de documentos Segundo Marilena Leite Paes. que dependerá do grau de importância ou sigilo do documento. a informação tem se multiplicado devido à evolução por que passa a sociedade e se acumulado nos Arquivos. MUSEU e BIBLIOTECA? Vamos saná-las então! Durante muito tempo essas três instituições se confundiam. Isso significa que os conjuntos de atas de reuniões. Os arquivos podem ter também o que se chama de “Restrição de Acesso”. Os arquivos deixam de ser um depósito de papéis empoeirados e acumulados e começam a dar espaço a grandes centros de informação. Com a otimização dos processos é mais provável alcançar a efetividade nas atividades realizadas. à cultura. Já a Maria Alexandra Miranda Aparício. museu e biblioteca tenham como finalidade a guarda de documentos. eles foram se diferenciando quanto ao seu objetivo e cada um deles foi absorvendo características próprias. Os arquivos se acu1 Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências mulam diariamente de acordo com as atividades que cada setor da organização desenvolve. 8. os documentos de cada setor refletem os trabalhos realizados pelos funcionários dessa repartição. qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos”. dessa maneira. a produção documental tem crescido a níveis muito elevados fugindo. Dessa forma. arquivo é a “designação genérica de um conjunto de documentos produzidos e recebidos por uma pessoa física ou jurídica. arquivos são “Conjuntos de documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos. cada instituição guarda documentos diferenciados. são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pessoas físicas ou jurídicas. sob um contexto específico. em decorrência do exercício de atividades específicas. pelo tratamento documental e pela utilização dos arquivos sob sua jurisdição. do controle por parte das organizações e exigindo novas alternativas para gerir essa produção documental. memorando. Ex. Com o passar dos anos e a evolução da sociedade.” Existem para atender a administração. Com o passar dos anos. caracterizado pela natureza orgânica de sua acumulação e conservado por essas pessoas ou por seus sucessores para fins de prova ou informação”. produzido em virtude de uma necessidade. aumentam custos operacionais devido à guarda de informações desnecessárias. ofícios. pesquisa e consulta.: Arquivo Público do DF. podendo ser produzidos em exemplares únicos ou em número limitado de cópias. o que impossibilita o acesso às informações relevantes no processo de tomada de decisão. As bibliotecas podem possuir temas específicos e carac- 7 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOÇÕES DE PROTOCOLO DE ARQUIVO . projetos de pesquisa e as resoluções e processos produzidos e/ou recebidos pela instituição constituem seu Arquivo e eles devem naturalmente refletir as suas atividades. Gerenciar as informações minimiza o tempo perdido durante os processos de execução de uma atividade. A desarticulação no processo de controle da produção e tramitação documental. Arquivo = Local de armazenamento Móvel ou armário destinado ao armazenamento dos documentos. ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação”. 8159/1991 1. seus documentos são resultados de atividades específicas de cada organização. bem como por pessoa física. O Princípio da Unicidade preconiza o documento como único. em sua maioria impressas. instituições de caráter público e entidades privadas. A grande quantidade de documentos e a exigência da população pelo acesso rápido a informação levou a administração pública a se preocupar a cada dia mais com o gerenciamento de seus arquivos. adquiridas por compra ou doação e não produzidas pela própria instituição. define muito bem o dever da administração: “É dever do Poder Público a gestão documental e a de proteção especial a documentos de arquivos. conceitua como “Conjunto de documentos que. AFINAL. Bibliotecas: São coleções de informações. Dúvidas sobre a distinção entre ARQUIVO. Para Marilena Leite Paes.

são espelhos das instituições e neles são refletidas suas atividades. cultural ou material o homem acaba por reunir peças por suas características e isso dá origem aos acervos de museu. Hoje em dia é um dos recursos mais importantes de uma instituição. alguns documentos adquirem um valor secundário. literários. Sem essas condições especiais esses arquivos se deterioram de forma rápida. As empresas com mais conhecimento e informações organizadas. conserva-os. e surgem no momento em que as informações são registradas em um suporte. ou seja. Documento: Qualquer informação registrada em um suporte. Arquivos especializados: São arquivos compostos por documentos referentes a determinados assuntos ou por atividades especializadas. aberta ao público e que promove pesquisas relativas aos testemunhos materiais do homem e do seu ambiente. (muito usados antigamente). sem fins lucrativos. são os arquivos instalados nos setores de trabalho. A partir do caráter histórico. Informação + Suporte = Documento . educação e prazer” (Conselho Internacional dos Museus – ICOM). a finalidade das bibliotecas e dos museus é essencialmente cultural. Em um segundo momento. fitas. O QUE SÃO ARQUIVOS ESPECIAIS X ESPECIALIZADOS? Os Arquivos não guardam somente documentos em papel.Terminologia Arquivística). Perceba que enquanto o arquivo tem finalidade funcional. após cumprir o objetivo de sua criação. para entendermos melhor. QUAIS OS TIPOS DE ARQUIVOS? ZÉ CARLOS Existem vários tipos de arquivo.unicamp. cartão de memória. o papel. DOCUMENTOS E SUAS CARACTERÍSTICAS Os arquivos. Suporte: Meio no qual a informação é registrada. Institucional: está relacionado às instituições educacionais. discos. igrejas. Familiar ou Pessoal: diz respeito ao arquivo organizado por grupos familiares ou por pessoas. filmes. Assim. necessitam de medidas especiais quanto ao seu armazenamento. fruto de grande utilização ou possibilidade de utilização no dia a dia. sociedades e associações. Exemplo: arquivos que guardam fotografias. corporações não lucrativas. adquire-os. que são formados pelos conjuntos de documentos. disquete (quase não utilizado mais). * Dica: guarde bem essa diferença. “Todo e qualquer elemento referencial contido num documento” (Dic. estadual ou municipal. temos: Arquivos Setoriais: se definem pela proximidade dos documentos a quem os produz ou utiliza. Esses arquivos demandam técnicas e materiais específicos para sua organização (disponível em http://www. CD . e possuir grande quantidade de exemplares e são abertas ao público. devemos antes conhecer três conceitos básicos que integram a área: informação. Arquivos centrais: são os que se destinam a receber os documentos correntes provenientes dos diversos setores que integram a estrutura de uma instituição. Arquivos Especiais: são os arquivos que por possuírem sob sua guarda documentos de formas físicas diversas ou de suportes específicos. Museu: “O museu é uma instituição permanente. os documentos de arquivo acabam perdendo seu valor administrativo. ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento. por esse motivo. suporte e documento.siarq.terísticas próprias de acordo com seu objetivo. Essa instituição é fruto do hábito de colecionar. precisam de um cuidado especial quanto a sua conservação para que não tenham suas características físicas comprometidas. Entende-se por suporte qualquer meio utilizado para gravar a informação. umidade e uso de materiais diferenciados para seu manuseio. funcionando como extensão daqueles. comunica-os e expõe-nos para estudo. Com o avanço da tecnologia é cada vez maior o número de instrumentos capazes de servirem de suporte para a informação. São exemplos os arquivos médicos. Seja pelo valor afetivo. corporações e companhias. guarda e conservação. pendrive. Informação: Pode ser definida como ideia ou conhecimento. DVD. Exemplo de suporte: o pergaminho e o papiro. são as que mais se destacam no mercado.br/siarq). de engenharia. e passam a ter caráter cultural. pois é um conteúdo que já foi cobrado em várias provas. 8 ARQUIVOS SETORIAIS X ARQUIVOS CENTRAIS Com relação à localização dos arquivos nas instituições. que se caracterizam e são diferenciados pelos seus objetivos e competências das Entidades produtoras. precisam de um ambiente específico com temperatura. CLASSIFICAÇÃO DE ARQUIVOS Público: arquivo de instituições governamentais de âmbito federal. podendo ser direcionadas a públicos específicos. Comercial: arquivo de empresas. são constituídos de documentos em formato físico diferenciado e. ou seja.

desde o momento em que são criados até a sua destinação final. relatório. Formato “Configuração Física de um suporte. intermediários e permanentes. Seu acesso é liberado apenas para seu produtor. Gênero “Configuração que assume um documento de acordo com Documentação audiovisual. Rascunho. Fonte: Como classificar e ordenar documentos de arquivo – Projeto como fazer.” “Estágio de preparação e de transmissão de documentos. Para melhor esquematizar. segundo a Lei n. documentação fonográfica. 8.) Os documentos que não forem descartados e eliminados através de tabelas de temporalidade possuem interesse histórico. Planta. Seu acesso é público. sua destinação final. Declaração de Bens. “A função primordial dos arquivos permanentes ou históricos é recolher e tratar os documentos públicos após o cumprimento das razões pelas quais eles foram gerados. Aguardam o cumprimento dos prazos de precaução e prescrição Arquivo Permanente: documentos que perderam seu valor administrativo. mas possuem valor secundário ou his- Fonte: Autor. Essa teoria tem embasamento na legislação a partir da Lei n. 2013 9 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Forma Fita magnética. possuem valor permanente e se tornam documentos históricos. Rolo de reza e o modo como foi conhecido. Dessa forma. .” Declaração de imposto de renda. (.159/1991 (anexo A). Todo documento nasce com valor primário. Folha. pergaminho. 2 TEORIA DAS TRÊS IDADES OU CICLO VITAL A chamada Teoria das três idades ou Ciclo vital. v. Minuta. documentaum sistema de signos utilizado na comunicação de seus ção iconográfica.. documentação textual. Diapositivo. acordo com a atividade que a gerou.” São os estágios ou fases por que passam os documentos dentro da instituição. É o motivo pelo qual o documento foi criado para atender as necessidades da organização no seu dia a dia. é a “Sucessão de fases por que passam os documentos. 2000). de acordo com a natu. os documentos de valor permanente são inalienáveis e imprescritíveis. por serem considerados importantes para preservar a memória ou a história da empresa ou da sociedade são conservados.159/1991 (anexo A).VALOR DOS DOCUMENTOS Primário: “Valor atribuído a documento em função do interesse que possa ter uma entidade produtora. Mapa. p. Certidão. Certidão de nascimento. pendrive. Define no art. social e cultural” (Heloísa. cessa seu uso primário e se inicia o uso científico. papel.” Original. Declaração. levando-se em conta a sua utilidade para fins administrativos. a disposição e a natureza das informações nele contidas. conteúdos. Cartaz. Dicionário de Terminologia Arquivística (2005. Arquivo Corrente: Conjunto de documentos estreitamente vinculados aos objetivos imediatos para os quais foram produzidos ou recebidos no cumprimento de suas atividades-meio e que se conservam junto aos órgãos produtores em razão de sua vigência e da frequência com que são por eles consultados.” filme.” Tipo “Configuração que assume uma espécie documental de Boletim de ocorrência. Secundário: “Valor atribuído a um documento em função do interesse que possa ter para a entidade produtora e outros usuários. tórico. que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. segundo o Dicionário de Terminologia Arquivística. 8º que os documentos públicos são identificados como correntes. 10. CD. Com o recolhimento destes documentos ao arquivo permanente.. em seu art. p. Cópia. legais e fiscais” Fonte: Dicionário de Terminologia Arquivística (2005. papiro. veja as figuras abaixo Figura 1 Arquivo Intermediário: é o arquivo constituído por documentos que não são de uso corrente e aguardam em local fora das unidades administrativas. alguns documentos mesmo depois de prescritos.” Espécie “Configuração que assume um documento de acordo com Boletim. tendo em vista a sua utilidade para fins diferentes daqueles para os quais foi originalmente produzido”. Os documentos que compõem um arquivo podem ser divididos conforme o quadro abaixo: TABELA 1 Definição técnica Exemplos Suporte “Material no qual as informações são registradas. Relatório de atividades. também conhecido como administrativo e com o tempo perde esse valor (prescrição). 8. 163). 163). documentação cartográfica. Livro.Caderno. O acesso é liberado apenas para seu produtor.

159/1991 10 . Segundo o art. o arquivo deve elaborar instrumentos de recuperação da informação com vistas à sua guarda permanente e seu acesso público. Classificação quanto ao Grau de Sigilo (natureza do assunto) Os documentos classificados como OSTENSIVOS são aqueles que contêm informações comuns. não podem ser consultados pelo público. mantendo as relações contextuais do documento e a sequência das atividades realizadas. MÉTODOS DE CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS Estrutural: toma como princípio de classificação a estrutura administrativa da entidade produtora. cuja divulgação não compromete o andamento das atividades. Assunto: nesse caso.  A classificação de documentos possibilita a recuperação do contexto original de produção dos documentos. Prazo máximo de restrição de acesso: 25 anos Secretos: Requerem alto grau de segurança e só podem ser acessados por pessoas que. Prazo máximo de restrição de acesso: 5 anos. 12. Esses documentos possuem restrição de acesso.Figura 2 Arquivo Arquivo Corrente Itermediário Primário Primário Restrito aos acumuladores Restrito aos acumuladores ou com autorização Centralizado ou Descentralizado Centralizado Valor Acesso Sistema Justificativa de conserApoio às atividades cotidianas vação Volume 100% Localização Próxima ao acumulador Física Arquivo Permanente Secundário Aberto Centralizado Razões administrativas. pois seu conhecimento pode acarretar dano à segurança da sociedade e do Estado. funções e atividades da entidade produtora. legais ou fiscais Pesquisa. na sua específica esfera de competência. ou seja. o que se considera é o conteúdo dos documentos. Fonte: apostilas. 9º da Lei n. 8. mesmo não estando intimamente ligadas ao assunto.br/apostilas/915. Os documentos sigilosos se dividem quanto ao grau de sigilo.2011.com. a eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública. “referencial de busca” é uma sequência de operações que.159/1991 (anexo A). Transferência: é o envio dos documentos para o arquivo intermediário. a identificação da atividade que determinou a sua existência. Nesta fase. Prazo máximo de restrição de acesso: 15 anos Reservados: Trata de assuntos que não devem ser de conhecimento do público em geral. de acordo com as diferentes estruturas. de 18. ou seja.11.pdf ZÉ CARLOS CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS O que é um Referencial de busca? Segundo o dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Documentos SIGILOSOS são os que contêm informações de caráter restrito e exigem medidas de segurança na sua guarda e conservação. visa a distribuir os documentos de um arquivo. A partir da Classificação é elaborado o instrumento denominado Plano de Classificação. onde aguardarão o cumprimento dos prazos de guarda e a destinação final. Funcional: é classificado de acordo com as funções desempenhadas pela entidade produtora. de forma a constituir um referencial. GESTÃO DOCUMENTAL Figura 3 Fonte: Lei n. 8. administrativa Sensível diminuição 5-10% do total acumulado Fora do setor de trabalho Instituição arquivística Fonte: Sousa (2009) Eliminação: trata-se da destruição dos documentos.netsaber. Recolhimento: é o envio dos documentos para o arquivo permanente. A Classificação consiste em organizar os documentos produzidos e recebidos pela organização no exercício de suas atividades. acompanhados de listagem. tenham autorização para tomar conhecimento.527 (anexo B). Ultrassecretos: Documentos que requerem elevado grau de segurança e que somente devem ser de conhecimento de pessoas intimamente ligadas a seu estudo e manuseio. de acordo com a Lei n.

a LRF atribui. em cada período de apuração. bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência. não poderá exceder o percentual de a. novas funções no controle orçamentário e financeiro. Com relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). em valores correntes e constantes. que permite que todos os poderes estejam sujeitos igualmente ao cumprimento de regras e à fiscalização. cargos. 7. 3% da receita total.6% da receita corrente líquida. b. relativos a mandatos eletivos. horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza. 60% e 4%. os instrumentos preconizados pela LRF para o planejamento do gasto público são os mesmos adotados na Constituição Federal: Plano Plurianual. b. para três anos. a repartição dos limites globais de despesa total com pessoal do Ministério Público da União. d. poderá fazer admissão ou contratação de pessoal das áreas de educação. Complete a sequência exata do texto contido na Lei de Responsabilidade Fiscal a respeito do Anexo de Metas Fiscais. a partir da vigência da LRF. 19 e 20 da Lei Complementar 101/00 (Lei de Responsabilidade Fiscal).1. O TCU deve alertar imediatamente o Poder Executivo. caso os resultados fiscais se distanciem das metas fixadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Contudo. 2% da receita corrente bruta. a LRF determina que receitas. “Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais. Para efeitos da LRF. 101 (Lei de Responsabilidade Fiscal). permitindo o financiamento dos estados e municípios com recursos da Previdência Social. 4. e. os órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público da União. d. subsídios. funções ou empregos. para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. 3. a LRF resgatou o orçamento público como peça de planejamento e controle. c. mas ainda demonstrar que a renúncia dela decorrente foi considerada ao se estimar a receita do orçamento e que não afetará as metas fiscais previstas na LDO. 6. 5. relativas a___________________. b. 9. não só o que dispuser a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). reformas e pensões. saúde e segurança. a LRF inovou ao introduzir o Anexo de Metas Fiscais. b. c. c. em que serão estabelecidas___________________. a despesa total com pessoal engloba o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos. tais como vencimentos e vantagens. civis. despesas e disponibilidades da previdência sejam agrupadas às contas do Tesouro Público. gratificações. resultado primário e nominal e dívida pública. contendo metas para receita e despesa. c. demonstrativo de compatibilidade do orçamento com as metas previstas no anexo de riscos fiscais. metas fiscais / receitas e despesas. à contabilidade pública. com quaisquer espécies remuneratórias. d. 50% e 10%. proventos da aposentadoria. aumento. Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei do Orçamento Anual. e. garantindo-lhe um caráter mais gerencial. 8. o Anexo dos Riscos Fiscais introduzidos pela LRF destaca fatos que impactarão os resultados fiscais estabelecidos para os exercícios seguintes. d. na elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). receitas e despesas / programas governamentais. a título de reposição em virtude de aposentadoria ou falecimento de servidores. não se pode afirmar que a. reajuste ou adequação de remuneração. A Lei de Responsabilidade Fiscal determina que os limites com gastos de pessoal do Poder Executivo e Legislativo na esfera municipal são respectivamente a. traduzido no Resultado Primário equilibrado. 11 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS d. 54% e 6%. metas financeiras / receitas e despesas. c. 0. entre outros a.” a. Sempre que a despesa total com pessoal exceder o limite prudencial. 6% da receita de capital. A LRF estabeleceu que a Lei Orçamentária Anual conterá. b. aprovada em maio de 2000. a LRF determina o corte linear de despesas. militares e de membros de poder. inclusive adicionais. a LRF traz uma nova noção de equilíbrio às chamadas “contas primárias”. resultados nominal e primário e montante da dívida pública. Nos termos dos arts. a concessão dos chamados incentivos fiscais deverão atender. A Lei Complementar n. 52% e 8%. a União fica proibida de conceder vantagem. EXERCÍCIOS . os inativos e os pensionistas. é uma importante ferramenta gerencial a serviço da administração pública. cria um sistema de controle institucional múltiplo. fixas e variáveis. sempre que as despesas de pessoal excederem 95% do limite autorizado na LRF. 2. Com relação a essa lei não se pode afirmar que a. metas anuais / receitas e despesas.

execução e controle de recursos orçamentários e financeiros. os ingressos de valores na conta única da União são efetuados por meio da GRU. Uma vez autorizado o empenho. de acordo com a doutrina e a legislação contábeis. justificados pela autoridade competente. restos a pagar. desde que essa limitação esteja prevista na LDO. b. será dispensada a emissão da nota de empenho. e. demonstrativo de compatibilidade do orçamento com as metas previstas no anexo de metas fiscais. inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida. demonstrativo de compatibilidade do orçamento com as metas previstas no anexo de metas fiscais. é correto afirmar: a. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho. julgue os seguintes itens. Reserva de contingência. 18. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos. Constatando-se. d. Poderão ser objeto de limitação de empenho as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente. ZÉ CARLOS b. 17. 16. a representação e a importância da despesa. 11. julgue os itens a seguir. d. Além do documento de arrecadação de receitas federais (DARF) e da guia da previdência social (GPS). O atendimento de despesas de exercícios anteriores poderá ser feito mediante a reabertura de créditos adicionais. demonstrativo de compatibilidade do orçamento com as metas previstas no anexo de metas fiscais. e as despesas relativas à dívida pública. para pagamento de inscrições em concursos públicos. Com relação aos estágios da despesa e à guia de recolhimento da União (GRU). podendo ficar dependendo de algumas condições ou não. Alterações na legislação tributária. após a aprovação e publicação do orçamento. Não será permitido o empenho por estimativa. e. 12 12. a liquidação e o pagamento ocorrem antes do fato gerador na ótica do regime de competência. mobiliária ou contratual. utilizada. e as despesas relativas à dívida ativa. nos termos da legislação civil. até o dia 20 de cada mês. a impossibilidade de arrecadação da receita prevista no exercício. por exemplo. b. . a inscrição de despesas em restos a pagar é válida até o encerramento do exercício financeiro seguinte. Sobre a despesa pública e seu processamento. Não é permitido o empenho global de despesas contratuais e outras. até a decisão final proferida por autoridade competente. 10. Reserva de contingência. Para cada empenho será extraído um documento denominado “autorização de empenho” que indicará o nome do devedor. desde que aprovados nos quatro últimos meses do exercício antecedente. A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe o prazo prescricional. É permitida a realização de despesa sem prévio empenho e. e as despesas relativas à dívida pública. e despesas correspondentes ao pagamento da dívida das empresas estatais. por estimativa e global. a alternativa de que dispõe o governo para cumprir a programação aprovada é a obtenção de empréstimos a título de antecipação da receita orçamentária. bem como as suas receitas (recursos para pagamento da dívida). Existem três modalidades de empenho. (UnB/ CESPE/ TCU) Com base na legislação e nas práticas atinentes a suprimento de fundos. O empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. o empenho.Receita de contingência. Com relação ao estágio empenho. c. Com base em conceitos e na legislação pertinente a programação. c. quando o montante da despesa não se possa determinar. que são: extraordinário. os direitos dos respectivos credores só prescrevem cinco anos depois. julgue os itens que se seguem. a. A despesa orçamentária deve passar por estágios. 13. bem como as suas receitas (recursos para pagamento da dívida). c. Na assinatura de um contrato de seguro para cobertura de riscos que poderão afetar o patrimônio de um ente público no exercício subsequente. De acordo com a legislação federal. fica criada a obrigação de pagamento para o Estado. 15. 14. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias destinadas ao pagamento de pessoal e encargos sociais do TCU serão entregues em duodécimos de igual valor. pela autoridade competente. É o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. identifique a única opção falsa. d. em casos especiais. mas. despesas de exercícios anteriores e rol de responsáveis. sujeitas a parcelamento. mobiliária ou contratual.

320/1964 e nos conceitos e aplicações dela decorrentes. 23. A contabilidade pública se apoia tradicionalmente em quatro sistemas de contas que constituem a referência para registro. A referida lei determinou que o planejamento contábil deve permitir a apuração dos custos dos serviços industriais. possibilita. as despesas daí decorrentes terão de ser enquadradas entre as despesas de pessoal e computadas para efeito de cálculo do respectivo limite. De acordo com as características do regime contábil adotado no Brasil. 27. o levantamento daquelas demonstrações. Se um município. Se o aumento acentuado e inesperado do número de matrículas na rede pública de ensino obrigar a administração a efetuar a contratação de novos professores mediante terceirização. 24. Com base na Lei n. mera transferência da propriedade de bens já produzidos. da programação financeira. A lei em questão distinguiu as aplicações em imóveis ora como investimentos ora como inversões financeiras. gera-se um incremento no PIB. Daí a diferença entre a construção e a simples aquisição para uso de imóveis já concluídos e em utilização. No que diz respeito ao Sistema de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI) e ao seu subsistema Contas a Pagar e a Receber (CPR). Entre as chamadas transferências legais. visando à elaboração do fluxo de caixa e. em ato normativo. 32. ainda assim o parecer do órgão técnico deverá ser contrário à implementação imediata do referido programa. ele deverá reduzi-la em R$ 200 milhões. 31. ao final do exercício. julgue os itens. incluem-se aquelas realizadas fundo a fundo. apurar os saldos orçamentários e financeiros. que se caracterizam pela descentralização de recursos mediante convênios. sujeitos à tributação na fonte mediante aplicação de tabela progressiva. por conseguinte. Receitas 21. apresentados na tabela a seguir. entretanto. exceto se inscrita em dívida ativa. a receita lançada e não arrecadada será apropriada no exercício de seu recebimento. hipótese em que o resultado econômico será imediatamente afetado. Serão arrolados como responsáveis nos processos de contas os titulares e seus substitutos durante a gestão de que tratam as contas. No primeiro caso. Despesas Receitas tributárias – R$ 350 Pessoal e encargos – R$ 75 Novos empréstimos – R$ 120 Outros custeios – R$ 70 Rolagem da dívida – R$ 60 Juros – R$ 65 Investimentos – R$ 130 Amortizações – R$ 180 Total R$ 530 Total R$ 520 Com fundamento na Lei de Responsabilidade Fiscal e em seus desdobramentos. não se aplicando às transferências de capital. 29. e mesmo considerando que haja disponibilidade de recursos na fonte indicada. a responsabilidade se transfere exclusivamente à autoridade delegada. Considerando os saldos orçamentários de determinado ente. ao final do primeiro quadrimestre de 2009. sofrem a retenção com base no regime de caixa. sob pena de ficar impedido de receber transferências voluntárias a partir de setembro. até o final de agosto. a realização de um programa iniciando-se em 2009 e com conclusão prevista para 2011. 13 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 19. é correto concluir que o superávit do orçamento corrente foi de R$ 205 milhões. O subsistema CPR do SIAFI permite cadastrar documentos referentes aos valores a receber e a pagar. nos casos de delegação de competência. Considerando que o Poder Executivo tenha determinado. tiver ultrapassado o limite da sua dívida consolidada em R$ 600 milhões. Os rendimentos auferidos por pessoas físicas prestadoras de serviços à administração.A respeito da retenção e do recolhimento de tributos incidentes sobre bens e serviços. como permite. julgue os próximos itens. controle e análise dos eventos relacionados à administração pública: patrimonial. orçamentário-financeiro e de compensação. em milhões de reais. isso significará que. 26. no segundo. implicando despesas de custeio ao longo de todo o período. O SIAFI abrange a emissão das demonstrações contábeis mensais e anuais. A retenção da contribuição para o PIS/PASEP incidente sobre receitas governamentais é devida sobre transferências correntes. mas. julgue os itens subsequentes. 30. 28. 20. destinadas à educação. julgue os itens seguintes. pois este dependerá de prévia inclusão no plano plurianual ou de lei que autorize sua inclusão. 4. o que foi definitivamente implementado a partir da adoção do Plano de Contas Único no âmbito da administração federal. 22. 25. também a qualquer tempo. a qualquer momento. de resultados. .

contrato e demais comprovantes. por ordem bancária. contrato. 41. ajuste e opcionalidade comprovantes de entrega ou de prestação de serviço. Cabe ao SIAFI integrar e compatibilizar as informações no âmbito dos governos federal. A Liquidação da despesa pública é o processo de a. proporcionar a transparência dos gastos públicos. É permitida a realização de despesa sem prévio empenho e. 45. e. Conforme dispõe o art. empenho. Conforme a Lei n. 14 d. d. otimizando a utilização dos recursos do Tesouro Nacional. Para cada empenho será extraído um documento denominado “autorização de empenho” que indicará o nome do devedor. será dispensada a emissão da nota de empenho. o ato que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor. financeira e patrimonial do governo federal. ajuste ou acordo respectivo. registro. 44. liquidação e pagamento. b. 34. Ordinário é o tipo de empenho utilizado para as despesas de valor fixo e previamente determinado. julgue os itens a seguir. cujo pagamento deva ocorrer de uma só vez. c. em seu art. comprovante de entrega similar. 4. principalmente. b. previsão. b. licitação. autorização. d. acompanhamento e controle da execução orçamentária. o empenho consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito. II – permitir que a Contabilidade Aplicada à Administração Pública seja fonte segura e tempestiva de informações gerenciais para todos os níveis da Administração Pública. ajuste ou acordo e comprovantes de entrega ou prestação de serviço. III – os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço. c. ZÉ CARLOS 35. o a. contrato. além da nota de empenho. acordo ou similar e. é correto afirmar a. Não é permitido o empenho global de despesas contratuais e outras. 60. c. o empenho deverá ser anulado parcialmente. 4. A verificação do direito adquirido por um credor deverá ser realizada tendo por base. 38. II – a nota de empenho.320/1964 veda. 40. 42. fixação. contrato. 63 da Lei n. através da unificação dos recursos de caixa do Governo Federal. c. a realização de despesa sem prévio(a) a. pagamento ao credor. b. e. conferência e verificação do direito adquirido pelo credor. É objetivo do SIAFI padronizar métodos e rotinas de trabalho relativas à gestão dos recursos públicos. o empenho da despesa. a emissão do contrato. 36. quando o montante da despesa não se possa determinar. 37. 46. seu acesso se dá apenas pela forma on-line. 43. liquidação e recolhimento. Entre os principais objetivos do SIAFI. sujeitas a parcelamento. d. a representação e a importância da despesa. comprovante de entrega ou de prestação de serviço. . lançamento e pagamento. empenho. Caso o valor do empenho exceda o montante da despesa realizada. d. permanecendo essa atividade. b. 39. sob o total controle do ordenador de despesa de cada unidade gestora.320/1964. tendo por base o título e documento comprobatório do respectivo crédito é a. estadual e municipal. no caso de ter sido emitido incorretamente. O SIAFI é o principal instrumento utilizado para registro. b. Será anulado totalmente quando o objeto do contrato não tiver sido cumprido. c. III – integrar e compatibilizar as informações no âmbito do Governo Federal e. a liquidação da despesa. c. emissão da ordem bancária. em casos especiais. Considerando que o SIAFI é um Sistema de teleinformática. A Lei n. d. O empenho de despesa é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. São estágios da execução da despesa a. Com relação aos objetivos do SIAFI. Sobre a despesa pública e seu processamento. Não será permitido o empenho por estimativa. 4. justificados pela autoridade competente. fixação e liquidação.33. opcionalidade. empenho. ou ainda. é correto afirmar que constam: I – fornecer meios para agilizar a programação financeira. a reserva do valor para a execução da despesa.320/1964. A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base: I – o contrato. emissão da nota de empenho. no entanto.

11. 18. 20. 45. 14. 40. 32. 15. 33. 21. 34. 22. 3. 38. 24. 16. 43. 2. 25. 10. 30. 9. 36. 41. 7. 6. 5. 17. 12. 15 .GABARITO C a e C C c d d d a b E E E C C C E E E C C C E E C C E E E E C c a a c d e E C E C C E C C CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1. 37. 35. 42. 8. 28. 29. 19. 26. 39. 46. 44. 27. 23. 4. 13. 31.