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Análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das

Bibliotecas Escolares.

Dado que me encontro frente a um novo desafio e a um novo


instrumento de trabalho que implica uma nova metodologia de trabalho e de
atitude , vou procurar comentar os pontos que nos foram solicitados, uma
análise crítica do Modelo que nós, professores bibliotecários vamos ter que
aplicar nas nossas bibliotecas.
.
O modelo enquanto instrumento pedagógico e de
melhoria
Apesar de ser um documento novo para mim, este modelo é essencial
para que o professor avalie o seu trabalho, um instrumento pedagógico para
que ele (PB) avalie a qualidade e a eficácia da BE e a melhoria continuada do
seu trabalho. Ele (PB) poderá identificar quais as áreas onde o seu trabalho
não foi tão positivo, ver quais foram os pontos fracos e melhorá-los, quais as
áreas curriculares onde não foram alcançados os resultados desejados,
levando o professor bibliotecário a reformular novas metodologias, novas
práticas.
O modelo poderá contribuir positivamente para o sucesso do aluno. O
professor bibliotecário pode, através das novas práticas pedagógicas, como
seja a interacção com os vários Departamentos, na escolha de recursos e no
desenvolvimento de actividades conjuntas, conhecendo os diversos
currículos integrar-se no planeamento das actividades lectivas.

Pertinência da existência de um Modelo de


Avaliação para as Bibliotecas Escolares

Quanto à importância que este modelo tem, ele é da maior importância para
o novo perfil do professor bibliotecário. Com ele, o professor poderá
articular melhor o seu trabalho, as suas práticas e poder ter a exacta noção
dos seus pontos fortes e melhorar os fracos. Com a nova avaliação que
implica os registos sistemáticos das suas actividades, do seu desempenho e
com os dados obtidos das evidências recolhidas, o professor bibliotecário
tem a sua própria avaliação feita, podendo conhecer o impacto que a BE teve
no processo ensino/ aprendizagem dos alunos.

Organização estrutural e funcional. Adequação e


constrangimentos
Na minha opinião o Modelo de Auto-Avaliação apresenta uma estrutura bem
delineada e definida. Os seus domínios A / B / C / D representam as quatro
áreas essenciais para que a BE na pessoa do professor bibliotecário e equipa
cumpram, de forma correcta e efectiva os objectivos de todo o processo
educativo. No entanto, este modelo aponta para uma utilização flexível e
que implicará uma adaptação a cada escola. Ele aponta, no entanto para
melhorar e inovar a qualidade da aprendizagem do aluno, articular com os
departamentos, professores e alunos, a planificação e desenvolvimento das
actividades educativas.
Quanto aos constrangimentos, poder-se-á referir a pouca participação de
departamentos e docentes que não valorizam o professor bibliotecário, a
falta de formação que é disponibilizada à equipa.

Integração/ Aplicação à realidade da escola


A integração deste Modelo de Auto-Avaliação vai trazer uma
mudança na forma de estar, de trabalhar, de agir e de avaliação do
professor bibliotecário.
O PB vai passar a criar, na sua escola uma nova mobilização, vai
procurar alterar a forma de ver, por parte dos docentes, do seu espaço, ou
seja, a Biblioteca.
“School libraries as schools’ information and knowledge centers are
essential for addressing curriculum standards, the complexities of learning,
and quality teaching in information-intensive 21st-century schools”

Competências do professor bibliotecário e estratégias


implicadas na sua aplicação
O professor bibliotecário vai assumir uma nova função, passa a ter um
papel diferente daquele que teve até agora.
Ele deve ser capaz de trazer uma mudança à escola e, acima de tudo,
à Biblioteca. Ele terá de participar no processo de aprendizagem do aluno,
de mudar atitudes e modos de ver o papel da biblioteca. Ele terá de formar
os novos utilizadores, de apresentar a nova perspectiva no Conselho
Pedagógico, junto de todos os Coordenadores de Departamento.
Tal como Ross Todd disse: If school librarians’ can´t prove they
make a difference, they may cease to exist”. Será que poderemos mostrar
o nosso valor e fazer esta diferença? Temos de tentar.

Cândida Oliveira