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SOBE

SAÚDE ORAL
BIBLIOTECAS ESCOLARES
Livro de Instruções
do Kit SOBE
Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral
SOBE - Saúde Oral Bibliotecas Escolares
Uma iniciativa da Direção-Geral da Saúde,
Plano Nacional de Leitura e da Rede Bibliotecas Escolares
Apoios
selo DGS.pdf 1 21/08/12 10:44
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© uCS, ÞnL, 88L, 2012
Saúde Oral Bibliotecas Escolares
Kit SOBE - Livro de instruções
!"#$% '(#)"#%

(uCS) ulreção-Ceral da Saude
8ul Calado - Coordenador naclonal do Þrograma naclonal de Þromoção da Saude Cral
Márlo 8ul Arau[o - 8esponsável Lecnlco do documenLo
Ana Margarlda do Ceu
Crlsuna lerrelra Cádlma
Margarlda !ordão
ÞnL (Þlano naclonal de LelLura):
lernando ÞlnLo do Amaral (Comlssárlo)
Manuel lernando Conçalves
88L (8ede de 8lblloLecas Lscolares):
1eresa Calçada (Coordenadora)
AnLónlo noguelra
Þrograma Nac|ona| de Þromoção da Saúde Cra|
Þortuga| a Sorr|r, uma |n|c|anva do M|n|stór|o da Saúde
SOBE
Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral
SOBE - Saúde Oral Bibliotecas Escolares
Uma iniciativa da Direção-Geral da Saúde,
Plano Nacional de Leitura e da Rede Bibliotecas Escolares
Apoios
selo DGS.pdf 1 21/08/12 10:44
"O RISO BROTA
DOS DENTES QUE
MORDEM."TEIXEIRA PASCOAES
ÍNDICE
"*+,-./01-
% 23453
6,783,3*.- 3 949:4-+723
8lblloLeca promoLora da Saude Cral
8lblloLeca mals apelauva
AuLocolanLes
;< :4=,-<
Acervo
; !"#$ >>>?<-97?8+
@3*/3: 7 A/43 83,3 7./23.-,7<
#B<
C-D-
; %"# $4D47*7 ;,3:
5
© mra2012

"Apesar dos problemas dentários não serem os principais medos dos pais, estando estes
associados a situações congénitas ou a doenças graves como as cardíacas, meningites, entre
outras, os problemas dentários têm como consequência o desgaste da resistência das
crianças. A hemorragia gengival e dentes cariados são situações de rotina para algumas...
As crianças ficam acostumadas a sentir dores constantes, dormem com elas, vão para a
escola com elas... As crianças vivem durante meses com dores que os adultos achariam
insuportáveis. O desgaste gradual desta aceitação da dor, corrói a sua energia e
aspirações... Para mim, o mais chocante é ver uma criança com um abcesso dentário há
várias semanas e saber que ela tem simplesmente vivido e aceita essa situação como mais
uma rotina da sua vida. Muitos professores já devem ter visto isso.
É quase um lugar comum”.
(‘Savage Inequalities: Children in America's Schools’, Kozol, Jonathan)
6
&$ "()*"+)(,! -( .)("+/,0
).1$2"#)(,! !$1 3,!!45$6 3$1.,11786,9
LnLre as conversas e as palavras que se
vão solLando das ldelas e se lnsLalam no papel,
percebemos que uma das verLenLes da nossa
função como educadores deve conLemplar a
noção de que, ao conLar de uma hlsLórla, as
palavras Lambem se escrevem com o coração e
lôem-se com a boca Loda. nos nossos dlas, são
l nquesuonável s e Lornam-se vl Lal s as
lnLerdependônclas enLre os mecanlsmos de
desenvolvlmenLo da saude, da hlglene, da
llLeracla, uns em sequôncla dos ouLros.
C lmpacLo da cárle denLárla no dla-a-dla
da população e subul mas peneLranLe,
lnßuenclando a allmenLação, o sono, o esLudo e
os papels soclals. A sua prevalôncla e o slnal
recorrenLe com que se manlfesLa consuLuem
problemas serlos de saude da população
lnfanul e [uvenll, sendo mesmo conslderada
uma epldemla sllenclosa.
A ulreção-Ceral da Saude, o Þlano
naclonal de LelLura e a 8ede de 8lblloLecas
Lscolares celebraram, em !ulho de 2011, um
proLocolo que vlsa desenvolver ações de
promoção da lelLura, da fellcldade, do saber e
da saude, no enfoque do Þrograma naclonal de
Þromoção da Saude Cral, Þlano 8.
Crlámos, em con[unLo com uma serle de
parcelros prlvados, maLerlals e auvldades de
lelLura e da aprendlzagem com que queremos
c o n L r l b u l r p a r a a a l L e r a ç ã o d o s
comporLamenLos llgados a saude oral. A
lnLegração currlcular, [á LesLada com sucesso
em ouLros palses e conLexLos, [muluplos
esLudos demonsLram que os alunos aprendem
mel hor quando a aprendl zagem esL á
lnLerllgada] val permlur aos alunos abordar as
dlversas áreas Lemáucas de uma forma mals
rlca, compeLenLe e eñcaz: unldades ou pro[eLos
baseados em saude oral podem fornecer
conLexLos lnLenclonals para aprender e praucar
a arLe da llnguagem, da escrlLa, capacldades
m a L e m á u c a s e c r l a u v a s .
Cueremos que esLe L|vro de
Instruções vos a[ude a aunglr
esLe ob[euvo e a uullzar
me l h o r o s ma L e r l a l s
colocados agora a vossa
dlsposlção.
INTRODUÇÃO
7
© mra2012
8
© Nuno Bettencourt
uesde a prlmelra hora que qulsemos dar uma
personalldade dlferenLe ao %"# SC8L.
LsLa calxa, na memórla da parábola da Sopa
de Þedra, e o nosso poLe e lá denLro esLão os
lngredlenLes que fazem do SC8L uma sopa de ldelas,
capaz de dellclar qualquer educador.
Þrocurámos evlLar que esLe maLerlal se
Lornasse mals um desperdlclo, como LanLas ouLras
embalagens que, na presunção de serem decorauvas, apenas servem para a[udar a polulr o
planeLa. LsLa calxa, que conLem a malorla dos maLerlals do SC8L, e, por sl só, uma ñlosoña e uma
auvldade do pro[eLo. Cuando o arusLa nuno 8euencourL crlou a sua lmagem concepLual e nos
mosLrou o prlmelro desenho, percebemos, desde logo, que deverla ser consLrulda com maLerlals
reclclávels, reuullzávels e reduzldos.
A orlglnalldade do desenho, a sua conoLação
com a !"#$%%# '$#( e a proposLa de produção aLraves
de meLodos arLesanals e amlgos do amblenLe ñzeram-
nos, de lmedlaLo, perceber que Lraduzlam a nossa
lnLenção. LsLe fabrlco, uullzando a Lecnlca mals pura
da serlgraña, e uma consequôncla da ldela que Lemos
para o SC8L: e preclso mexer com as mãos para
aprender a fazer, a crlar ou a escovar os denLes. A
Lampa da calxa, baseada num desenho orlglnal de
8euencourL, poderá ser plnLada e emoldurada e
Leremos, asslm, uma serlgraña de apenas 2300
exemplares, LanLas quanLas as 8lblloLecas escolares
em ÞorLugal. Þor ouLro lado, o lnLerlor da calxa e Lodo
felLo de carLão canelado e hablLado por dlversas
personagens de uma hlsLórla que vos convldamos a crlar, a plnLar e a levar a cena. 1odos os
desenhos e personagens da calxa esLarão dlsponlvels em www.sobe.pt. A calxa do %"# SC8L, e
uma pequena peça de arLe, e uma porLa para um mundo onde o llmlLe e a lmaglnação.
AprovelLe-a ao máxlmo!
9
A CAIXA
Ca|xa %"# SC8L
- ÞlnLar a calxa e fazer um desenho orlglnal para a 8lblloLeca
- lmprlmlr as personagens da calxa [www.sobe.pt] para plnLar ou crlar uma hlsLórla de banda
desenhada. !á lmaglnaram o nome dlverLldo que cada personagem pode Ler? L as hlsLórlas por
deLrás desLas caras e ob[eLos?
- uLlllzar as personagens que hablLam o lnLerlor da calxa para crlar uma peça de LeaLro de
marloneLas. uLlllzar a calxa para crlar um palco que, depols, pode flcar em exposlção na blblloLeca
Sugestões
NO EGIPTO,
AS BIBLIOTECAS
ERAM CHAMADAS
"TESOURO DOS
REMÉDIOS
DA ALMA".
DE FACTO, É NELAS
QUE SE CURA
A IGNORÂNCIA,
A MAIS PERIGOSA
DAS ENFERMIDADES
E A ORIGEM
DE TODAS AS OUTRAS”
JACQUES BOSSUET
10
PREPARANDO
A BIBLIOTECA
Biblioteca Promotora
da Saúde Oral.
LsLe carLaz represenLa o esforço que e lmperaLlvo as
escolas fazerem em prol da Saude Cral. ConsLlLul-se como
homenagem e reconheclmenLo desse labor, compromeLe-
as a dar-lhe conLlnuldade e responsablllza Loda a
comunldade (dal os várlos slmbolos usados) sobre a sua
próprla saude oral ou, num senLldo mals laLo, a sua saude,
que deve ser prevenlda e planlflcada e merecer uma
aLenção Lrabalhada de forma conLlnua e slsLemáLlca, ao
abrlgo de parcerlas cada vez mals amplas: escolas,
enLldades de saude, poder pollLlco, famlllas, lnsLlLulções
prlvadas e cada um de nós. As escolas e as suas blblloLecas
merecem esLa placa que as dlgnlflca:
8I8LIC1LCA ÞkCMC1CkA DA SA0DL CkAL
11
Þ|aca: 8|b||oteca Þromotora da Saúde Cra|
- Coloque esLa placa a enLrada da blblloLeca. uLlllze os suporLes que esLão embuLldos na parLe de
Lrás. Lla pode ser colada na parede ou apenas presa por um ponLo, de forma a ser reLlrada a nolLe
(blblloLecas cu[a a porLa se[a no exLerlor)
- LsLe e um slmbolo oflclal do esforço e do empenho desLa blblloLeca em relação a saude oral e a sua
esLrelLa llgação com o prazer de ler de Lodos os seus frequenLadores. 1enha orgulho nela.
Mantenha-a v|s|ve| e em bom estado!
Sugestões
biblio
teca
-
A rógua de a|tura da saúde ora| e da |e|tura. LsLá
dlsponlvel, no %"# SC8L, uma regua de 2.20 m que deve
ser colocada em local vlslvel, de forma a que os alunos se
possam medlr e, ao mesmo Lempo, ver quals são os
conselhos mals lndlcados para a sua ldade em relação a
saude oral e aos háblLos de lelLura.
-
C percurso de autoco|antes para a estante dos ||vros de
saúde ora|. no %"# SC8L esLá Lambem dlsponlvel um
con[unLo de auLocolanLes que permlurá decorar e Lornar
alnda mals apelauva a blblloLeca escolar em relação a
saude oral e a mouvação para a lelLura. Cs auLocolanLes
devem ser colados no chão da blblloLeca, sempre pela
sequôncla recomendada e em con[unLo, como forma de
chamar a aLenção dos uullzadores para o local onde esLão
exposLos os llvros que Lôm a ver com a boca, o sorrlso e a
saude oral. A ldela e crlar uma especle de slnallzação
orlglnal e dlveruda que desempenhe, slmulLaneamenLe,
dlversas funções: decore a blblloLeca, dlvlrLa, enslne e crle
lmpacLo.
-
&#,33$1. uullze esLe º)#*++%$" para colocar na esLanLe da
blblloLeca onde esLe[am os llvros de saude oral. na
real l dade, el e deverá ser o ñm do percurso.
Þara ler, brlncar e experlmenLar...
Mais apelativa
12
Com o patrocínio de:
Cs desenhos dos auLocolanLes esLão dlsponlvels no
",#% SC8L e poderão ser uullzados para dlversas
auvldades: plnLuras, como base de uma banda
desenhada, posLers, eLc.
A ex|stônc|a desLes
maLerlals na blblloLeca pode levar a
crlação de várlas auvldades,
nomeadamenLe: -%../0+'+%$",
crlação de hlsLórlas, locals de
recolha de lnformação para as aulas,
local para a recolha de lnformação
por parLe das famlllas, uullzação,
(nomeadamenLe a regua) pelas
equlpas de saude, para medlrem as
crlanças.
Se uverem sugesLões e ouLras ldelas
para uullzar os auLocolanLes, façam
o favor de ser orlglnals, mas conLem
as vossas experlônclas em
www.sobe.pt. CosLarlamos mulLo
de receber as foLograñas das vossas
blblloLecas [á preparadas,chelas de
lmaglnação, llvros e mulLa saude
oral. Þarulhem connosco os vossos
ºpercursos".
8om traba|ho e boas co|agens!
13
&#,33$1
Autoco|antes
Póster OMD
“NÃO PODE
HAVER AUSÊNCIA
DE BOCA
NAS PALAVRAS:
NENHUMA FIQUE
DESAMPARADA
DO SER
QUE A REVELOU”
MANOEL DE BARROS
14
Cs concelLos de Saude Cral podem ser reforçados de
dlversas formas, nas dlferenLes áreas dos currlculos
escolares. A educação para a saude e mals eñcaz quando e
lnLegrada nas auvldades normals da sala de aula em vez de
ser apresenLada fragmenLada ou menclonada apenas na
presença de proñsslonals da saude oral. As sugesLões
segulnLes são baseadas na uullzação do llvro e das suas
componenLes relaclonadas com a lelLura e a escrlLa:
Crlar uma banda desenhada baseada nos llvros de saude oral, por exemplo no llvro: ºSorrlso
de LsLrela"
Lscrever poemas acerca dos denLes ou da boca. Cu hlsLórlas curLas. Þarulhe-os connosco
Þedlr aos alunos para lerem, em casa, um llvro especlñco do %"# SC8L e depols conLarem na
aula como e que a famllla reaglu a hlsLórla
Ler de forma crlauva alguns dos llvros do %"# Sobe. 8eßeur como dlferenLes formas de ler e de
nos exprlmlrmos, podem levar a perceções Lão dlferenLes das hlsLórlas
Lscolher um dos llvros, fazer uma foLonovela da hlsLórla e publlcá-la em www.sobe.pt
Crlar um dlclonárlo de parede sobre os Lermos mals esLranhos e mals desconhecldos da saude
oral
ver, com os alunos, se em suas casas exlsLem llvros Lemáucos da saude oral. Þedlr para Lrazer
esses llvros e parulhar a hlsLórla com a Lurma. uebaLer, na Lurma, assunLos decorrenLes da
hlsLórla
AdapLar o llvro ºSorrlso de LsLrela", ou ouLro, para ser uullzado como gulão
15
L|vros
- Sempre que posslvel aconselhe, para a blblloLeca, um llvro da llsLa que consLa nesLe manual. Alguns
deles [á são recomendados pelo ÞnL [ LlsLa na pg. 37]
- MulLos dos llvros sobre saude oral são dlverLldos e moLlvanLes - faça uma llsLa dos que conhece e
suglra aos pals que adqulram um ou ouLro, p. ex. como prenda de anlversárlo
- MulLas das composlções e flchas de lelLura, pedldos aos alunos do 1° clclo, poderlam ser de llvros
sobre esLa LemáLlca
Sugestões
OS
LIVROS
Kiko, o Dentinho de Leite
klko, o uenunho de LelLe, e um llvro sobre a hlglene oral e
a cárle denLárla dos mals pequenos. Com muslca e leLra a
acompanhar a hlsLórla do llvro e do klko, esLe e um dos
llvros presenLe em Lodos os %"#! SC8L. ue Manuela MoLa
8lbelro e Mafalda Sá, edlLado em 2010.
Sorriso de Estrela
C llvro escrlLo por lsabel Alçada e Ana Marla Magalhães
para o pro[eLo SC8L, faz-nos olhar para a boca e pensar
nela como uma avenLura e algo que e lmporLanLe culdar.
vale a pena descobrlr que a aparôncla começa na boca,
mesmo que se[as, apenas, uma esLrela de 1v
Outros livros nos Kits
'1oca a |avar os dentes - C Þequeno Mundo de k|ta', uufresne, uldler, llusLr. Modere, Armelle,
Ld. Zero a ClLo
'Com um sorr|so aprenda a |avar os dentes', AA e llusLr. Conçalves, Sandra, 8ulhosa, !ose lrlas,
SanLos, Luclo Lara, Ld. un. lernando Þessoa.
'C pe|xe do copo dos dentes que quer|a nadar no mar', Laran[elra, AnLónlo, llusLr. 8lbelro,
Susana, Ld. ÞláLano LdlLora, Col. Calaró
'C|ara no Dennsta', Schnelder, Llane, versão ÞorLuguesa, Þerelra, !ullana, llusLr. Wenzel-8urger,
Lva, Ld. Þrollber, Col. Þomar
'A Iada que perdeu o dente', Selxas da lonseca, Ana 1eresa, llusLr. Moura Þaes, lnôs, Ld. Cásls
'As aventuras do Super 8|bas, A v|s|ta da fada dennnho', LsLeves Cardoso, 1rlsLana, llusLr.
CaLalá, Mónlca, Ld. LdlLorlal LsLampa
'As m|| cores do sorr|so da Mar|a', uanlela Soares, Ana, Lulsa CosLa, Ana, Carlos 8amos, !oão,
llusLr. uanlela Soares, Ana, Ld. unlversldade de Colmbra
[não esLão em Lodos os !"#$ por não Ler sldo posslvel, as respeuvas edlLoras, cobrlr o numero LoLal de blblloLecas
escolares do pals]
16
17
www.sobe.pt
C !"#$
- 1odos os maLerlals do %"# SC8L esLão dlsponlvels para .*123*'. no ",#% SC8L
- C ",#% serve para Lrocar ldelas e pro[eLos. ALraves do seu %04',3 poderemos colocar duvldas, pedlr
a[uda e, essenclalmenLe, parLllhar pro[eLos com o mundo
- C ",#% desLlna-se, prlnclpalmenLe, a professores, educadores e proflsslonals de saude que, aLraves
das 8lblloLecas Lscolares, do ÞnL, da 88L ou da uCS, poderão requlslLar as suas 3)!!:,12! de
forma a Lerem acesso aos maLerlals excluslvos
Sugestões
O
SITE
#
E
.
4
D
-
<

F
G
C ob[euvo desLe ",#% e o de
proporclonar a Lodos os uullzadores reglsLrados
(professores, educadores e proñsslonals de
saude) a uullzação de maLerlals de educação e
promoção da saude oral.
Paverá, no enLanLo, uma área do ",#%
que será de acesso llvre ao publlco em geral, de
forma a poderem consulLar lnformação e ver os
pro[eLos que as escolas esLão a desenvolver.
no ",#%, para alem de se obLerem Lodos
os maLerlals em formaLo dlglLal que exlsLem no
%"# SC8L (manuals, desenhos, muslcas e as suas
leLras e llvros em formaLos dlglLals) Lambem e
posslvel aceder a maLerlal que só esLá
dlsponlvel por essa vla:
-
I||mes:
Cár|o & 8actór|o. Cuem não se lembra desLe
clásslco da saude oral, que enslna e promove a
adoção de comporLamenLos saudávels com
grande eñcácla, agora em formaLo dlglLal.
A m|nha |da ao dennsta, um ñlme onde se
desmlsuñca a lda ao denusLa. um bom
exerclclo para reduzlr medos que [á não Lôm
INSPIRE-SE E DESCUBRA.
DIVULGUE O SITE...
18
C reg|sto no !"#$ faz-se atravós da chave
fornec|da pe|a b|b||oteca esco|ar. Cs
professores ou educadores das esco|as
púb||cas contactam a b|b||oteca esco|ar
do seu agrupamento a qua| |hes
fornecerá uma chave de anvação para se
poderem reg|strar e esco|her o seu
-!$1+)($ e 3)!!:,12. Cs professores e
educadores do ens|no pr|vado e das IÞSS
terão de contactar a k8L
(anton|o.nogue|raQdge.mec.pt) ou o ÞNL
(fernando.gonca|vesQp|anonac|ona|de|e|
tura.gov.pt) segu|ndo o mesmo
proced|mento. Lm re|ação aos
prohss|ona|s de saúde o processo ó o
mesmo mas a chave de anvação ó obnda
atravós da DGS (mcr|snnacQdgs.pt).
© mra2012
IDEIAS, FILMES, FOLHETOS
E MUITO MAIS...
19
razão de exlsur. A muslca ºnão Lenho medo de lr ao denusLa" e Lambem uma boa forma de
Lrabalhar o Lema. não se esqueçam de envlar as melhores hlsLórlas sobre a prlmelra lda ao
denusLa para o %04',3 do ",#%.
A Lscovagem na esco|a, LsLe ñlme, reallzado pela uCS, mosLra que a escovagem dos denLes nos
[ardlns de lnfâncla e escolas e posslvel, fácll de lmplemenLar e e fundamenLal para a saude oral das
crlanças. um óumo maLerlal para a[udar a lmplemenLar pro[eLos de saude oral.
-
Mater|a|s de apo|o:
uma coleção de documenLos da uCS, onde se lnclul o
Þlano 8, folheLos, posLers e ouLros maLerlals.
-
8o|sa de Þro[etos:
Ao longo do ano leuvo serão lançados pro[eLos que as
escolas podem escolher para Lrabalhar a Lemáuca da
saude oral e ganhar premlos ou hablllLar-se a uma serle
de auvldades exLra, nomeadamenLe: peças de LeaLro, e
vlagens para apresenLação de pro[eLos crlados no
âmblLo do SC8L e mulLas ouLras lnlclauvas. 1udo será
dlvulgado nesLe espaço.


-
Iórum de |de|as:
val ser posslvel, aLraves do ",#% SC8L, dar vlslbllldade aos vossos Lrabalhos. LsLamos a organlzar,
para 2013, a Ga|a SC8L, onde as melhores escolas poderão vlr mosLrar as suas auvldades e, se for
caso dlsso, represenLar, canLar, dançar ou expor Lrabalhos.
© mra2012
1ambóm aqu| as esco|as tambóm poderão
env|ar o seu pro[eto de saúde ora| e com e|e
requ|s|tar ;"#! de h|g|ene ora|. As normas de
cand|datura a estes mater|a|s de n|g|ene Cra|
está exp||cada no !"#$ e os pro[etos devem,
sempre que poss|ve|, ser fe|tos em co|aboração
com o Centro de Saúde da área da |nsntu|ção.
"A VIAGEM
DA DESCOBERTA
CONSISTE
NÃO EM ACHAR
NOVAS PAISAGENS,
MAS
EM VER
COM NOVOS OLHOS.”
Marcel Proust
20
%HAI@ B;J @%'KG"%"J
B"J6;)LMK"J ); &<=>
21
Folhetos
Posters
um programa de educação para a saude em amblenLe escolar deverá, enLre ouLros
conslderandos, acenLuar a lmporLâncla da saude oral como parLe lnLegranLe da saude em geral.
LsLa esLraLegla não poderá, porem, delxar que a lnformação especlñca sobre saude oral se Lorne
fragmenLárla e perdlda num lablrlnLo de concelLos, mas slm algo que se possa lnLegrar em dlversas
aprendlzagens ao longo da vlda. C prlnclpal ob[euvo da crlação desLes maLerlals (manual e gula) e o
de LenLar crlar esLraLeglas dlferenLes de lnLegração da educação para a saude oral no currlculo
escolar e provldenclar algumas llnhas de orlenLação para o desenvolvlmenLo de dlversos maLerlals e
auvldades pedagóglcas que possam a[udar os educadores.
Com e|es, esperamos, então:
- a[udar a cr|ar novos p|anos de au|as
- propor anv|dades práncas que reforcem os temas abordados
- aumentar o |eque de mater|a|s d|spon|ve|s para os professores poderem traba|har a saúde ora|,
de forma |ntegrada, nos curr|cu|os esco|ares
- susc|tar novas |de|as, quer para educadores quer para educandos, que propomos se[am
parn|hadas
Cs mater|a|s que vão enconLrar no manual e no gula, lncluldos no %"# SC8L, Lôm ambos uvus de
apolo as suas aLlvldades. Cs uvus esLão na calxa mas o seu conLeudo pode, Lambem, ser recolhldo
no ",#% SC8L. LxlsLem dlversos exerclclos de porLuguôs, maLemáLlca, clônclas e llnguas esLrangelras
dlsponlvels em ambos os manuals
22
MANUAL E GUIA
PARA EDUCADORES
- C manual e o gula foram concebldos para o pre-escolar e os 1° e 2° clclos.
- As aLlvldades neles proposLas podem levar a lmaglnar um sem flm de ouLras ldelas. ÞarLllhem os
novos exerclclos que uLlllzarem ou crlarem, quer aLraves do ÞnL, da 88L, da uCS ou do ",#% do
pro[eLo
- C manual e o gula esLão dlsponlvels para .*123*'. em www.sobe.pt
Sugestões
A Lenda do ke|no
dos Dentes
nesLe Gu|a pode enconLrar um pouco de
Ludo que o pode a[udar a Lornar as suas aulas
mals lnLeressanLe, esLando, ao mesmo
Lempo, a Lrabalhar a promoção da saude.
LsLa lnLegração funclona como uma
ferramenLa de aprendlzagem eñcaz e
dlveruda. uesde Lrabalhos manuals a
experlônclas clenuñcas, são várlas as
auvldades que se podem enconLrar nesLe
gula que Lem como base o uvu ºC 8elno dos
uenLes" que se enconLra no ñnal do manual
e que ñcará na blblloLeca. Þode coplá-lo ou
fazer o .*123*'. no ",#% SC8L.
Super Dente
LsLe Manua| conLôm auvldades escolares
que vão desde o enslno pre-escolar aLe ao
4° ano do prlmelro clclo. !ogos e pro[eLos
são algumas das auvldades proposLas. Pá
Lambem uma orlenLação lmporLanLe sobre
a escovagem dos denLes nas escolas.
LscrlLo de forma apelauva, e uma
ferramenLa que pode a[udar os educadores
a enconLrarem alLernauvas para as
auvldades escolares com o ob[euvo de
aprender e promover a saude oral. Þode
fazer o seu .*123*'. no ",#% SC8L.
23
"(...) NO MEIO DAS
AMIGAS, APRENDE-SE
AINDA MAIS
VAI-SE MAIS LONGE
QUE OS SONHOS E
QUE A IMAGINAÇÃO
AS CIÊNCIAS
NATURAIS, CABEM NA
PALMA DA MÃO (...)
A SEITA TEM UM RADAR - CABEÇAS NO AR
24
-
Cu "Þro[eto SC8L" - LsLe Cu conLem dlversos maLerlals
que se enconLram dlsponlvels no %"# SC8L. Þoderá
enconLrar os desenhos dos auLocolanLes crlados para o chão
das blblloLecas e uullzá-los como maLerlal para desenho,
plnLuras ou para crlar uma banda desenhada. LsLão Lambem
dlsponlvels dols ñlmes: um sobre a Lecnlca de escovagem
dos denLes e ouLro sobre a a Lecnlca do uso do ño denLárlo.
Ambos podem ser usados na sala de aulas para exempllñcar
esLas Lecnlcas especlñcas. um dos manuals Lambem esLá
dlsponlvel nesLe Cu de forma a ser lmpresso ou coplado
para 5'63%#, Mac ou ÞC.
-
Cu "L se a m|nha escova cantasse?" - Se uvermos em
conLa a abordagem consLruuvlsLa de educação de 8runner
(1966), exlsLem 4 faLores essenclals para que o processo de
aprendlzagem se[a eñcaz:
?@ =$( 2$ /)5$1 31$2"!3,!"AB, 3)1) )31$+2$1
C@ D )E-"!"AB, 2$ .,+/$."($+#, 2$5$ !$1 $!#1-#-1)2, 2$
F,1() ) /)5$1 1$.,+/$."($+#, 1G3"2, 3$6, )6-+,
H @ I$5$ !$1 .1")2) -() ($#,2,6,*") $J.)K 3)1)
)31$!$+#)1 )! )!!-+#,!
L @ I$ F,1() ) 3,2$1 /)5$1 $!#1-#-1)AB, 2, .,+/$."($+#,0
2$5$8!$ F).-6#)1 ),! )6-+,! ) ()+"3-6)AB, 2) "+F,1()AB,
25
CD’S
Os CD’s
- Þara alem das canLlgas que podem ser felLas em con[unLo, com o Cu ºL se a mlnha escova
canLasse?" são várlos os [ogos que se podem desenvolver aLraves das muslcas: o caça palavras -
quanLas vezes dlsseram a palavra denLe? L a palavra escova?
- C Cu ºÞro[eto SC8L", conLem, para lá do manual, um con[unLo de vldeos sobre Lecnlca de
escovagem e como uLlllzar o flo denLárlo. nesLe Cu esLão Lambem dlsponlvels, para lmprlmlr, os
auLocolanLes que esLão no chão da blblloLeca
Sugestões
emoções. Ainda segundo esses autores, é importante realçar que muitas das nossas memórias mais
antigas são
C uso da muslca em esLraLeglas de
educação para a saude e algo mulLo uullzado.
Segundo alguns esLudos, a muslca oferece aos
esLudanLes a oporLunldade de desenvolverem a
sua lmaglnação, aumenLa a capacldade
concenLração, de ouvlrem mals aLenLamenLe e
de expressarem melhor as suas emoções. Alnda
segundo esses esLudos, e lmporLanLe realçar que
mulLas das nossas memórlas mals anugas são
felLas de leLras de muslcas que aprendemos na
nossa lnfâncla.
uesLa forma, decldlmos lnLroduzlr a
muslca como componenLe do pro[eLo. Com a
muslca e as auvldades lnerenLes a esLe suporLe,
esperamos aunglr alguns ob[euvos: aumenLar a
adesão aos programas de saude oral nas escolas
e a eñcácla da capacldade de reLenção das
mensagens de saude oral.
A crlação desLe Cu Leve como base uma
frase de 8aoul vanelgem (789 '" %":*3'" 2;2:'
%"#'$<* =%$.'.%,$'4%2#% '* "%$=,>* .*" '3;2*"
%2?;'2#* 2<* %"@4;3'$%4 ' ,4'A,2'><*B *
+$'C%$ % ' ,2*='><*B 2* "%; +%$:;$"* .%
'+$%2.,C'A%4D E +$%:,"* F'C%$ "%2@$ '*" '3;2*"
?;% '" %":*3'" "<* .%3%" % ?;% '" %"#$'#GA,'" .%
%2",2* "<* .,2H4,:'" 789(

Serla lnLeressanLe que as auvldades
resulLanLes desLe Cu reßeussem esLa ñlosoña:
lnovação, dlnamlsmo, crlauvldade e a acuva
paruclpação de famlllas, alunos e professores.
As leLras esLão dlsponlvels no ",#%
www.sobe.pt e poderão servlr para decorar
depressa as canções bem como o exerclclo de
lelLura e escrlLa com rlma.
Cuem sabe a escola não pode crlar um
muslcal, ñlmá-lo e parulhar connosco no ",#%?!...
Se for dos mals orlglnals. lr apresenLá-lo, num
grande LeaLro?...
1udo e posslvel! vão consulLando as
lnformações dlsponlvels na 8olsa de Þro[eLos em
www.sobe.pt
26
Ficheiros,
músicas e,
saúde oral...
Lscovar os dentes
NKO3*/7:P @G% 7 'E @3,43 M4*Q3<R
L Lão fácll
L Lão fácll
1er uns denLes de Larar
L preclso LraLar deles
ue manhã e ao delLar
ALe vals fazer lnve[a
Þor Ler denLes asslm
Com Loda essa brancura
Com Loda essa brancura
1ambem os quero para mlm
S T U 7<2-=3 /O .7 23.3 =7V
W X Y -< +7/< .7*+7< Z[ <1- ,74<
\ ] ^ /<3 /O3 7<2-=3 *-=3
-/+,3 =7V <E 83,3 +4 *1- 3 ._<`
Cuando senLlres o fluor
uenLes forLes Lu vals Ler
Cue bem sabe esLa pasLa
Como vals senLlr prazer
!á fuglu a blcharada
!á fuglu delxá-la lr
Cue allvlo que allvlo
Cue allvlo que allvlo
Agora podes sorrlr.
S T U 7<2-=3 /O .7 23.3 =7V
W X Y -< +7/< .7*+7< Z[ <1- ,74<
\ ] ^ /<3 /O3 7<2-=3 *-=3
-/+,3 =7V <E 83,3 +4 *1- 3 ._<`
nora de |avar os dentes
NKO3*/7:P @G% 7 'E @3,43 M4*Q3<R
Lscova na mão
L pasLa Lambem
L um rlLual, que aLe sabe bem.
Começa em clma, [unLo aos molares
L vem calmamenLe, sem acelarares
K<2-=3, a .4=7,+4.-
b /O3 D,3*.7 2/,+401-
@3< +7*< .7 +7, 2/4.3.-
K<2-=3, 2-O 3+7*01-
N94<R
K<2-=3, K<2-=3, K<2-=3,
( .4=7,+4.-???
N94<R
Agora em balxo
na mesma rlma
Lscova os denLes
Como os de clma
ue um lado ao ouLro
Þor denLro e por fora
Mas com calma, alnda não e hora.
K<2-=3, a .4=7,+4.-
b /O3 D,3*.7 2/,+401-
@3< +7*< .7 +7, 2/4.3.-
K<2-=3, 2-O 3+7*01-
N94<R
K<2-=3, K<2-=3, K<2-=3,
( .4=7,+4.-???
27
A
L
G
U
M
A
S
L
E
T
R
A
S
Só para vos m
ouvar a canLar e a encanLar na sala
de aula. A
s leLras de Lodas as m
uslcas em




.sobe.pL
"PODEMOS
DESCOBRIR MAIS
A RESPEITO
DE UMA PESSOA
NUMA HORA
DE JOGO
DO QUE
NUM ANO DE
CONVERSAÇÃO."
PLATÃO
28
C [ogo tem fe|to, desde sempre, parte da
aprend|zagem dos papó|s soc|a|s
uesde os Lempos mals remoLos e nas socledades
mals dlversas que sabemos da exlsLôncla de [ogos
como forma de ocupação, de lazer e de aprendlzagem.
A uLulo de exemplo, podemos desLacar a compreensão
da uullzação e função do arco e ßecha nas socledades
lndlgenas, nas quals as crlanças receblam repllcas
menores de arcos e ßechas para lrem asslmllando o
seu correLo mecanlsmo de execução. Cu se[a, aLraves
de brlncadelras€[ogos, as crlanças aproprlavam-se de
uma lmporLanLe ferramenLa que garanurla,
posLerlormenLe, a sausfação de algumas das suas
necessldades mals báslcas, por exemplo a allmenLação.
8rlncar e [ogar eram, asslm, mecanlsmos para a
aqulslção de compeLônclas fundamenLals da fuLura
vlda adulLa. C desenvolvlmenLo de compeLônclas
aLraves dos [ogos, posslblllLa as crlanças aproprlarem-
se de regras lmporLanLes para o desenvolvlmenLo
soclal.
uesLa forma, a lnLeração aLraves do [ogo e uma mals-
valla que sugerlmos como abordagem na educação
para a saude.
29
JOGO
C [ogo fol crlado a pensar na capacldade de cada crlança de sonhar e de lmaglnar hlsLórlas
chelas de heróls fanLásLlcos, fadas dos denLes, monsLros, ob[eLos máglcos, escovas de denLes, cárles,
Lubos de pasLas de denLes e de avenLura maravllhosas.
LsLas carLas Lôm um mlsLerlo: uma especle de magla que advem do facLo de Lerem lmagens
sugesLlvas e palavras forLes e poderosas. Com elas exlsLe um numero sem flm de aLlvldades que
podem ser execuLadas, para alem do facLo slmples de [ogar: crlar hlsLórlas e escrevô-las, peças de
LeaLro, gulões para pequenos fllmes, hlsLórlas para parLllhar em famllla e €ou hlsLórlas crladas em
famllla para parLllhar com os colegas.
Sugestões
Jogo de Cartas Jogo de Cartas
Mostra o teu
S
O
RRIS
O
S
O
RRIS
O
“NÃO
TENHAMOS
PRESSA, MAS
NÃO PERCAMOS
TEMPO.” JOSÉ SARAMAGO
30
A escovagem dos dentes nos Iard|ns de Infânc|a e
nas Lsco|as |evanta, por vezes, a|guma po|óm|ca. Cs
dados mostram que ó um ato seguro e mu|to
recomendáve|.
Lscovar os denLes com um denufrlco ßuoreLado e
conslderado, ho[e em dla, um dos melos mals eñcazes na
prevenção da cárle denLárla. Se esLe meLodo for efeLuado
nos !ardlns de lnfâncla e nas Lscolas, esLamos a conLrlbulr
para alLerar os háblLos de mllhares de crlanças porLuguesas
e a fazer com que Lenham denLes saudávels a vlda lnLelra.
no enLanLo, levanLam-se, por vezes, duvldas sobre a
segurança da escovagem dos denLes nos esLabeleclmenLos
de enslno. Será que escovar os dentes pode ser per|goso
para a saúde?
A resposLa e: não, não e perlgoso e nunca houve
nenhum documento |nsntuc|ona| que desaconselhasse a
escovagem dos denLes nas escolas, desde que exlsLam
condlções para Lal, o que acontece na sua grande ma|or|a.
31
KIT
HIGIENE
ORAL
; %"# $4D47*7 ;,3:
- A uCS adqulrlu 3•0.000 klLs de Plglene Cral para dlsLrlbulr pelas escolas e [ardlns-de-lnfâncla que
Lenham pro[eLos de saude oral, prlnclpalmenLe para aquelas lnsLlLulções onde os alunos escovam
os denLes dlarlamenLe nas suas lnsLalações. Vão S ;"#! de nC no %"# SC8L. L|es são uma amostra
do mater|a| que estará d|spon|ve| para os pro[etos de escovagem na sua esco|a.
- Crlem pro[eLos que lncluam as famlllas. Pá sempre alguem dlsposLo a a[udar e a supervlslonar a
escovagem dos denLes
- Lscovar os denLes na escola ou [ardlm-de-lnfâncla Lrabalha a moLrlcldade, a responsabllldade, a
crlaLlvldade e aumenLa a llLeracla da saude oral. L, claro, proLege a boca da cárle denLárla e das
doenças genglvals...
Sugestões
Escovar os dentes no Jardim de
Infância e na Escola é um benefício
para a saúde das crianças!
© mra2012
Escovar os dentes
Kit HO
Ve[amos a|guns factos:
ALe esLe momenLo, não são conhecldos dados clenuñcos ou lndlcações
oñclals que slnallzem alguma especle de pre[ulzo para a saude llgado a
escovagem dos denLes com um denufrlco ßuoreLado.
Cu|dar bem das escovas de dentes, ó o ma|s |mportante!
ÞrlnclpalmenLe nos !ardlns de lnfâncla e nas Lscolas do 1° Clclo, o
culdado com as escovas dos denLes deve ser rlgoroso. A escovagem dos
denLes em lnsuLulções de educação deve ser felLa sob supervlsão de
professores ou monlLores, educadores, auxlllares de
educação ou de ouLros elemenLos, nomeadamenLe de pals
volunLárlos. uesLa forma, evlLar-se-á a Lroca de escovas e
será mals fácll lmplemenLar Lecnlcas de escovagem mals
correLas e eñcazes.
Nunca parn|har a escova de dentes. A escova de dentes ó
pessoa| e |ntransm|ss|ve|,
uepols da escovagem e lmporLanLe, passar bem a escova
de denLes por água correnLe e reurar os resLos de
denufrlco. As escovas devem ser guardadas com os pôlos
vlrados para clma num lugar are[ado e abrlgado do pó. Se
for preclso guardar mulLas escovas no mesmo suporLe,
esLas não devem Locar umas nas ouLras. uma placa de
esferovlLe e um exemplo de um upo de maLerlal que pode
ser uullzado para armazenar as escovas, que devem esLar
culdadosamenLe e devldamenLe ldenuñcadas.
As escovas devem ser subsntu|das, em mód|a, todos os
3 meses.
32
© mra2012
ESCOVA NA ESCOLA
33
kegras bás|cas para um programa de escovagem d|ár|a num Iard|m de Infânc|a ou numa Lsco|a:
-
ConLacLar o CenLro de Saude da área geográñca do LsLabeleclmenLo de enslno e, se
necessárlo, pedlr apolo para a lmplemenLação da auvldade. A próprla escola, aLraves da
blblloLeca escolar do agrupamenLo, poderá, ao abrlgo do pro[eLo SC8L no ",#% www.sobe.pL
crlar um pro[eLo de escovagem dlárla e pedlr o maLerlal para o efelLo, segulndo as regras que
esLão deñnldas no ",#%
-
Caranur que cada crlança Lem uma escova ldenuñcada com o seu nome
-
Assegurar que a quanudade de pasLa ßuoreLada usada na escovagem não será mals do que o
Lamanho da unha do dedo mlndlnho da crlança ou, a parur dos 6 anos, Ler cerca de 1cm
-
Se for usado um Lubo de denufrlco comum a Lodas as crlanças, deve ser prevenlda a
conLamlnação do denufrlco. Se for essa a opção, a Lqulpa de Saude Cral da uCS poderá
presLar Lodos os esclareclmenLos necessárlos a prevenção da conLamlnação
-
A forma como a crlança lava a escova de denLes depols
de a usar e lmporLanLe. Lnslne-a a lavar bem a escova, de
forma a remover eñcazmenLe os resLos de denufrlco. nas
crlanças mals novas, esLa Larefa deve ser supervlslonada
-
uepols da escovagem dos denLes, as crlanças podem
remover a pasLa bochechando com água ou podem apenas
cusplr (bem) o excesso de denufrlco para um copo
descarLável
-
LsLão dlsponlvels 2S k|ts de n|g|ene Cral no I,# SC8L. laça
uma experlôncla e ponha uma Lurma a escovar dlarlamenLe.
uepols, aLraves de www.sobe.pt, submeta um pro[eto de
escovagem no II ou esco|a e a[ude a consLrulr um fuLuro
mals saudável.
Lscovar os dentes ó um ato fundamenta| para o contro|o da
cár|e dentár|a e das doenças geng|va|s. Nas esco|as, para
a|óm de se aprender a |er, a contar e mu|tas outras
co|sas...tambóm se aprende a ter saúde.
Lqulpa de Saude Cral
da ulreção Ceral da Saude
!"#$%& $()*)+&, -./!0 12"2+3&1& 4$( 56+$ /272+#$6(8 9
© mra2012
34
Semana Nacional
da Leitura
Introduz|r a saude oral como um
dos Lemas da Semana da Le|tura e um
desaño que vos gosLávamos de propor aLe
ao dla em que essa semana lhe se[a,
efeuvamenLe, dedlcada, por lnLelro. Þara
2013 o Mar e o Lema escolhldo. Sugestões:
-
Como serla vla[ar anos e anos sem
Lomar banho e lavar os denLes?
-
Þara onde nos leva um mar de sallva?
-
As hlsLórlas do mar exlsLem porque
de boca em boca se conLaram as avenLuras dum Lempo sem llvros.
5 coisas que nunca deve deixar de fazer para manter
a sua biblioteca de porta aberta à Saúde Oral...
l. Crgan|zar a semana da saude oral, Lodos os anos...
ll. V|s|tar o www.sobe.pt e ver a 8o|sa de Þro[etos, val ver que val haver colsas glras
lll. Conv|dar os denusLas ou hlglenlsLas da zona para fazerem sessões de lelLuras anlmadas e
ou debaLes, ações de formação para famlllas, proñsslonals do !l da escola, eLc.
lv. Contactar o CenLro de Saude da área em caso de dores de denLes de algum lelLor
v. Imag|nar e acredlLar sempre que a boca e a base da comunlcação, a[ude-a a manLer-se
saudável...
MAIS
IDEIAS
© mra2012
C pro[eLo SC8L (Saude Cral 8lblloLecas
Lscolares) propõe um desaño:
na qualldade da dlvulgação da saude oral,
no numero de parcerlas com as escolas e
ouLras lnsuLulções,
no grau de perceção da lmporLâncla que
esLa área da saude Lem para as famlllas e as
crlanças.
A marca de água do pro[eLo SC8L e fazer com
que a lnLegração da LemáLlca da saude oral nos
currlculos escolares se Lorne lnevlLável. Crlámos
esLe con[unLo de maLerlals, pensados para
Lrabalhar a LemáLlca da Saude Cral de uma
forma flexlvel, lnLegrada, dando auLonomla
crlaLlva as escolas, as blblloLecas e aos seus
responsávels. Asslm, a lnLenção do SC8L e
permlLlr que os professores usem o Lempo de
forma mals eflclenLe, aprovelLando-se desLas
sobreposlções enLre as áreas, evlLando
fragmenLar o dla com maLerlas separadas e
aumenLando as oferLas de aprendlzagem. As
escolas devem funclonar como canals
lmporLanLes para as comunldades. A escola
pode e deve Lambem dlreclonar as aLlvldades
de promoção da saude oral para as famlllas e
para a comunldade. Cs alunos são elemenLos
caLallsadores das mensagens de promoção da
saude para os membros da famllla. L as escolas
podem assumlr a llderança na crlação dessas
mensagens para a vlsuallzação de saude oral
como parLe lnLegranLe do processo de
cresclmenLo e aprendlzagem dos esLudanLes.
Lste pro[eto va| envo|ver as b|b||otecas
esco|ares e, aprox|madamente, 1 m||hão de
cr|anças. AumenLar o numero de lndlvlduos
lnformados e capazes de lnLeraglr de forma
dlnâmlca numa socledade e, de facLo, uma
responsab|||dade |nst|tuc|ona| que va|e a pena
assum|r.
35
© mra2012
BIBLIOTECAS
1 000 000 DE CRIANÇAS
sub|r
A imaginação é o limite...

DIZ A FORMIGA
PAI, TENHO MEDO, TENHO
TANTO MEDO.
VÁ LÁ, JÁ ESTÁS
A MEIO DA ESCADA, JÁ CONSEGUISTE
METADE, JÁ CONSEGUISTE
TANTO.
PAI, MAS AINDA FALTA
METADE, AINDA FALTA TANTO.
SE OLHARES PARA O QUE AINDA
FALTA, NÃO VAIS CONSEGUIR.
MAS SE OLHARES
PARA O QUE JÁ CONSEGUISTE.”
HELDER MOURA PEREIRA
36
A boca que gr|tava dema|s, vllela 8., 2‚ Ld. Þaulus, 2010
A bruxa Arreganhadentes, MeroLo 1., Cuarello Maurlzlo AC., Ld.
Culdnovl, 2007
A Iada dos Dentes e o dente perd|do, Cella Lourenço, lsabel
8ocha, Ld. AlfabeLo, 2011
A h|stór|a do kenato um men|no mu|to chato, uenLes bonlLos,
Almelda AC., Ld. 8oma, 200•
A m|nha pr|me|ra v|s|ta ao dent|sta, Ld. Clrassol, Col. A mlnha
prlmelra... 2010
A Þ|ranh|ta desdentada, CanhoLo C. Þlrá, Ld. Þe de Þáglna, 2007
A saúde dos teus dentes: o sorr|so da tua boca, Marrelros, Clórla
Marla, neves, Lduardo CorLez, Ld. Campo das LeLras, 200ƒ
Agora só me fa|tava ter de usar apare|ho nos dentes, Popklns C.,
Ld. Þresença, 2007
Ca|u um dente ao dragão, 8odrlgues L., Ld. Cráclo 2011
Dentes de kato, AugusLlna 8L., Ld. Culmarães, 2000
Dentes, uubovo„ S., Ld. LveresL, Col. Advlnha quem e, 200•
Dent|sta não ó co|sa do outro mundo, 8ulz., nova Cuanabara, 2006
Dento|a, Dent|nho e Dentão, !ose lanha, Ld. Calllvro, 2011
D|ogo va| ao dent|sta, Caelro 8., Þapa LeLras, Col. A saude do ulogo, 2003
Dora va| ao dent|sta, Ld. Asa, Col. uora a Lxploradora, 2009
Lscovar os dentes, Ld. Clvlllzação, Col. C meu llvro, 200ƒ
Lavar, escovar, esfregar, CransLrom 8. Mannlng M. Ld. Camlnho, Col. Mll descoberLas, 2002
C dente do Artur, Spellbound, lrmãos koala, Ld. Þl, 2010
C Duarte faz tudo ao contrár|o, Correla uM., Ld. Campo de LeLras, 2001
C Leone| tem dor de dentes, Caramel, Ld. 1exLo, 2011
C men|no que detestava escovas de dentes, Zehra Plcks, Ld. Þresença, 2011
C 1err|ve| engana a fada dos dentes, Semon l. Penrlque, Ld. Calllvro, 2007
C 2ó va| ao dent|sta, várlos A., Ld.1exLo, Col.10 mlnuLos com o seu fllho, (4€• anos), 2007
Cs crocod||os não |avam os dentes, lanc„ C. Wllson k., …mbar, 200•
Cs dentes do avð, Gasol A., Ld. Þaullnas, 200•
Þ||u, Þ||u! lsern, Susanna, Sleg, kaharlna, Ld. CCC LdlLora, 2012.
Þromoção da saúde ora|, Almelda M. 8arros L., Ld. Colsas de Ler, 2010
Vou ao dent|sta, SlreLL u., Ld.Clvlllzação, 200ƒ
Mais livros
37
LsLe pro[eLo val envolver as
blblloLecas escolares de ÞorLugal e,
aproxlmadamenLe, 1 mllhão de
crlanças. C Þrograma naclonal de
Þromoção da Saude Cral assume,
desLa forma, uma esLraLegla cada
vez mals Lransversal, com o
ob[euvo de crlar um con[unLo de
boas práucas que consolldem
háblLos e comporLamenLos. Cs
maLerlals que darão subsLâncla a
esLe pro[eLo lrão auvar um
con[unLo de processos de parulha
de recursos, conheclmenLos e vonLades que, acredlLamos, lrá
beneñclar a saude oral das crlanças abrangldas. Lspera-se que
desLa lnlclauva resulLem lmporLanLes ganhos de saude, em
especlal na área da llLeracla da saude oral. AumenLar o numero de
lndlvlduos lnformados e capazes de lnLeraglr de forma dlnâmlca
numa socledade e, de facLo, uma responsabllldade lnsuLuclonal
que vale a pena assumlr.
SA0DL CkAL 8I8LIC1LCAS LSCCLAkLS
%&#& ( )*+, *-.&/0"1+ 2+ 34 1+ 43 5,6 1-
7+2#+ 8+*"+ 1&$ 9/":+"$, ;<& 5=>5
38
© uCS, ÞnL, 88L, 2012
Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral
SOBE - Saúde Oral Bibliotecas Escolares
Uma iniciativa da Direção-Geral da Saúde,
do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares
Apoios

Intereses relacionados