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HEGEL, G.W.F. Fenomenología del espíritu, México, FCE, 1973, trad. W. Roses Parte B. AUTOCONCIENCIA, IV, A.

IV. LA VERDAD DE LA CERTEZA DE SI MISMO

EN LOS modos de la certeza que preceden lo verdadero es para la conciencia algo distinto a ella misma . Pero el concepto de este algo verdadero desaparece en la experiencia de él; elobjeto nQ _ ~~ _ I1], _ ue§tra ser en verdad como era de un modo inmediato en sí , comoloque ~

de - la · é~g~. ~é 1~~~_ s : iQr(!,l~ ··éósaq)Ué~eta dé - la p ~ rG~ps; j ón,laJuerz"t~l

entendimiento, sino que este 1 n s lresulta ser un modo en que~s

mente para otro; el concepto del objeto se supera en el objeto real

o la primera representación inm e diata en la experiencia, y la certeza se pierde en la verdad . Pero , ahora ha nacido lo que no se producía

en estos comportamientos anteriores : unacertezaquees

v erdadypues la cer t eza e s e lla r n ! sm: l . ~ . uobjetoy J::l. < : ()I?-ci_ <:I?-

misma lo v erdadero. y e n

otro; en efecto, la concienc i a d ist i ngue , pero distingue algo que para ella es, al mismo t iempo, algo n o diferenciado. Si llamamos concepto al movimiento del saber y objeto al saber, pero como unidad quieta

o como yo, vemos que , no solamente para nosotros, sino para el saber mismo, el objeto corresponde al concepto. O bien, si, de otro modo,

llamamos concepto a lo . que el objeto es en y objeto a 10 que es

como objeto o para otro , vemos que es lo

para otro, pues el en sí es la conciencia ; pero es también aquello para lo q _tl~ otro (el _ ~ . ~í);y~p _ <!rª el1:!J~ . araJOCllleelensí del objeto

y el ser del mismo para otroS()J}JO _ g1j~}1lO;el yo es elcontenido de la relación y larelación mis!!!?; es él mismo contra otro y sobre- pasa al mismo tiempo este otro, que para él es también sólo el mismo.

sola-

iKllaLª- ill '

~H~ci<l~ s

e llo es t ambién, ciertamente, un ser

mismo el ser en sí y el ser

es

[l . La auioconciencia

en sí]

Con

dgd. Hay que ver cómo comienza surgiendo esta figura de la auto- conciencia. Si consideramos esta nueva figu~aºeL ~ ªper.J el saber de sí mismo, en relación con la anterior, con el saber de otro, vemos que este último ha desaparecido, ciertamente , pero sus momentos, al mismo tiempo, se han conservado, y la pérdida consiste en que di- chos momentos están presentes aquí tal y como son en sí. El ser de la suposición, lo singular y, contrapu e sta a ella, la universalidad de la percepción, al igual que el interior vacío del entendimiento no son

ya como esencias, sino como momentos de li autoconciencia, es de- cir, como abstracciones o diferencias que para la conciencia son ellas

107

la autoconcienciaentramos, pues, <':!l. (!tFeiI1o .P~9E!() _ ª~J~y~!:

-

10 8

AU TO CONCIE NCI A

mismas, al mi s mo t iem po , n u las o no s on tal es difere n c i as,

p u r a m e nte

haber s e p e rdido e l m o m e n to

c i a simp le ind e p e n die nt e

au toconc i e ncia

c i as qu e ti e nd en

s

in o ese n-

a d esa p a r e c e r.

pr incip a l

p

a r a

Así, p ues, ~ó-1Q_p a r ece

mi s m o, a sa b e r : la su b sis t e n-

la

se r d e l mundo sensible v el se r otro. Com o - au t"6-

P e ro,

de h ec h o,

l a co ncienci a .

qu e d es de el

_percibido, es esen c i a l me nte el r e to r n o desde

e s la r e fl e xión,

L A CERT E Z A DE sr M ISMO

1 09

inmed i ata

de

es l a dif er en ciaci ó n d e l o d i f e r e n c i ab l e o l a uni da d de lo dif e r e n c ia- (IQ , Pe r o es ta unid ad es, a si mi s m o, como hem os v i s t o, er~epel;;;sé'd~

mism a; y este c o n ce pto

auto co n ci encia y l a

es algo vivo .

E nef e c to ,

e l . e rr s íg ~ L !" ~s L llta : d _ o l l _ !? : ! y . ers al

h acia e l jn t er i o r

d e las co gs

e nt re l a

l comp o rt ami en to

dele nt e nd i m i e n t o

se es c índe e n la c o n t r a p o sición

v i d a; aquélla es l a u nidad par a l a que es la u nidad

co ncienc i a, es n 1Qy j! ! ! i f nto; per o, en cuanto se.-9js.tinglJc.,):olaml?v1.?

 

infi nit a de l as dif er enc i as; pero ésta es so lam e nt e

esta unid ad

m isma,

a si r nismo c o m o e l sí mi smo d e sí, l a dif e r e n c i a es s up e ra da pa ra

d

e t al m odo que n o es a l mis m o t ie mp o para m i s m a. T a n ind e p e n -

el l a de un mo d o in me d ia t o

como un - ser o t r o: l a di f ere n cia

d

i e n te , po r tanto , com o l a conc i e n cia

l o es e n s u o bj e t o.~a

a ut o -

l a aui oc on c ie n c ia

s in m ov i m i en t o

n o es ? y d e l y o

co

n c i enci a,

qu e es sim p l e m ent c jxrrc

s í y

ql 1e _ m ~ Eca c1 e~~

m

o do

so y yo; en cua nto

es s o l a m e nt e l a t a u to l og ía q u e par a e ll a l a dif e r e n c i a

no t i en e t ampoco

' la

in

mediat o

s u o b jeto

co n e l ca r á c ter . de JQ _ l }c : g ª . tivQ

o~S_

J lI].j:

todo

fig u ra d e l s e r , n o

e s autoconci en c i a .

ASÍ, pu es, p ara ella e l se r o tro

ap e t encia ,

se rá más bi en l a qu e pa s e p or l a ex p e r ie n cia

d e l a ind e-

es como u n ser o como un m o mento

d i f e r e n c i ad o ;

pe ro p a r a e lla es

p

ende n cia de d ich o

obje t o .

t ambi é n l a unid a d de sí mi s ma co n e s ta d i f e r e n c i a c o mo seg undo

La d et ermi nació n

de l a vi d a, ta l co m o se d er i va de l co n cep t o

o

. ¡

!

la auto co n cie n-

del

mu ndo se nsible, p e r o, a l mismo ti e mpo, sólo co mo referida a l seg un- do mom e n t o, a l a un i d a d de l a au t oc onciencia co n s i g o mis m a; p or

co n s i g u ie~ ü e ,

u

n o t ie n e e n ser a l g uno. P e r o y s u verda d só l o ti e ne po r s u

de

l a c onci e n c ia c on c i e n c i a ;

t i ene ahora, co m o a ut oco n c i e n cia,

i m n c d i a t o

señ al a d o para ella . con e l caráct e r d e lo negativ o, y el segundo ,

crsamcnte e lla mzs m a, que es l a ver dadera e s e n c ia y qu e d e mo-

pre-

m omen t o dif e r e n c i ado . cia es c o mo con ciencia

C o n a q ue l primer mome nto

y para e ll a se mantiene

toda la exte n s i ó n

e. l m un d o

se n s ibl e es p a r a ell a un a s ub s i s ten c i a,

ma n ifes t ac i ó n

o dife r e n c ia,

p e r o qu e

na s ub s i s te n c i a

que e s sol a m ente

es t a co n tra p o s i c i ó n e ntre s u f en ó m eno

es encia l a ve rd ad, o s e a l a unid ad

co n s i g o mi s m a ; es ta un i d ad d e b e s e r e s encia l a l a a ut o-

es d ec ir, que ést a es, en ge n era l , ap e t e n c la

La con c ien c ia

un doble o bj e to:

uno , e l obje to pero qu e se halla

d e la cer t eza s ensibl e y d e la percep c i ó n,

me n to sólo est á pre s en t e e n l a con trapo s i ción d e l primero . L a

a ut o c on c ienc i a

c ontrapo s i c i ón

n

d e sí

se p resen t a

a qu í co mo

el m ov imi e nt o

en que esta

s e h a s up e r a d o

y en q ue d ev i e n e l a i z u ald a d

b

"

.

psma

con S Igo mi s ma .

[2. La vida]

El o bj e t o, que par a la a ut oco n c i e ncia

=v=: en sí, a l ,g o retornad o

e s ]0 ne ga ti vo , e s a l a v e z , para

su ' p alie - ' l a

a sí mismo , coinÓ pór

con c i e n cia .

A trav es d e esta re fl e xi ó n,

en sí m ismo di s tin g ue'

dev e ni do (vidl(!.

Lo q u e la aut oconc i e ncia

el obje t o

ha

de sí mi s ma

como l o que e s t iene t a mbi én e n s i, en c u an to se

l ? qu e e s, n o só l o e l . m odo d e ,la c . er t e z a sen s ibl e y d e l a p e r ce p c i ó n ,

S I DO qu e e s ser refle j a do

lo p o n e

Corn o

e

n S I m i smo,

y e l ob j e t o d e l a a p e tencia

de l r esu l tad o u n i v ersal co n q ue hemos e n tra d o e n es t a e s f e r a b as t a

par a carac t erizar

n atu ral eza; s u ciclo se cier ra con l o s s i g uientes momen tos. La~esé1lcUi¡

es la in finitud

m

c

b qu e se di su elve n

l a vida , sin nece s i da d

de seg ui r desarroll an do

su

c o m o el se r s up erado de toda s l as di fe r e ncia s ,

d e r otación a lr e d e d o r

d e s u e j e, l a q u iet ud

e l pur o

ovi mien t o

d e sí m i sma

e n

o mo i n f in i t ud ab so l utamente

i n q u j e t g , l a i j jid e p é ii d e n cig m i s m a ,

las d if e r e n c i a s d e lmoyiU l i< ; : ! . 1 t . o; l a e s e n cia s imp l e

d

el ti empo , q ue tie n e en e s t a i g u a l dad con s i g o mi s ma la fi g u r a C0 1 11-

p

acta d el esp ac i o .

P ero , e n e s te m é dium

s i mp l e y u ni ve r s a l , l as d i f e -

renc ia s so n t amb i én

como d i f e r e ncia s,

p u c s e s ta flu i d ez

u n i ver s a l

só l o tiene su natural ez a n ega t i v a e n c u a n to e s un a s up erac i ó n de

e llas; p ero

ten c i a. Y es preci same nt e

d e e ll as ,

e n la cu al ell as so n , p o r t an to , como m i e mbr os

qu e so n pa ra sí. E l se r no ti e n e y a e l s i g nificado d e l a a b s tr acción

igu a l a s í misma, es ell a m isma l a su b sis tencia

n o pu ed e su p e r a r l as diferenci a s

s i ésta s no ti e n en s u bsis-

indep endenc ia

dich a f l u i dez la qu e, como

o la s u s tancia

dif ere n c iad os y p a rt es

d el se r, ni l a e sencial id ad

p ur a d e di c ho s m i embr os

[ l a d e la] ab s tr ac-

c

ió n d e l a u ni ve rsa l id a d ,

sin o q u e s u s e r es caba lm e n te

a q ue ll a s im-

p

l e s u st an cia fluida d el puro m o v im i e n to

en s í mi s m o .

Pero l a di fe -

r

enc i a

d e est os m i embr o s

e ntr e sí como d i f erenc i a,

n o con s i s te e n

ge

d e l o s mo m ent o s d e l a i n f i nitu d o d e l pu ro m ov i mie nt o mi s m o .

n era l

en ni n g un a

otra de t e r m i nab il i d a d

qu e l a d e t e rmin abi li da d

son para sí; p e r o es te ser p ara e s

más bie n d el mismo m o do inm e d iato su refl e xi ó n e n la unidad , e n

cuan t o

ind epen di ent es .

a

qu

L os mie mbro s in depe ndient es

es t a unid ad

es, a su v ez , e l de sdobl a mi ento

p orq u e

en l as fi g ur as es u n a u n i da d

t e n emo s

e n e ll a . E s t a

La u n i d a d se h a d e s do blad o,

n egat i v a o infinit a;

b s o l ut am ent e

y po r s e r la s u b s i s te n cia ,

inde p ende n c i a

e l a difere n cia

sól o tiene tamb i é n

110

AUTOCONCIENCIA

independencia de la figura aparece como algo determinado, como algo para otro, pues es algo desdoblado; y, en este sentido, la supe- ración de la escisión se lleva a cabo por medio de un otro. Pero, di- cha superación se da también en ella misma, ya que cabalmente aquella fluidez es la sustancia de las figuras independientes; pero esta sustancia es infinita; por consiguiente, en su subsistencia misma es la figura el desdoblamiento o la superación de su ser para sí, Si distinguimos más de cerca los momentos que aquí se contie- nen, vemos que tenemos como primer momento la subsistencia de

i\ las figuras indepelúlientes o

Ei represión de lo que es la diferencia-

ciQn 011 s,í,es elecir, el 110 ser en sí y el carecer de subsistencia proP!-ª.

El segundo mom~to ,,(;S,la Stlj~c:ic5rl.,.de aquella subsistellci~1J:Ij(?J~ L, infi l1 !t1J.cl , ª~,h!_AiJ~~.Qcia. En el primer momento la figura subsis- tente es: como algo que es para sí o sustancia infinita en su determi- nabilidad, se aparece en contra de la sustancia universal, niega esta fluidez y continuidad con ella y se afirma como algo que no ha sido disuelto en este universal, sino que más bien se mantiene al disociar- se de esta su naturaleza in orgánica y devorándola. En el médium fluido universal, que es un despliegue quieto de las figuras, la vida deviene precisamente por ello el movimiento de las mismas, se con- vierte en la vida como proceso. La fluidez simple y universal es el en sí y la diferencia entre las figuras lo otro. Pero esta fluidez deviene ella misma, por medio de esta diferencia, lo otro; pues ahora es para la diferencia, que es en y para sí misma y, por tanto, el movimiento infinito por el que es devorado aquel medio quieto, la vida como lo vivo. Pero esta inversi6n es, por ello, a su vez, la inversi6n en sí mis- ma; lo devorado es la esencia; la individualidad, que se mantiene a costa de 10 universal y que se asigna el sentimiento de su unidad con- sigo misma supera precisamente por ello su oposición con respecto a lo otro, por la que es para sí; la unidad consigo misma que se da es cabalmente la fluidez de las diferencias o la disoluci6n universal. Pero,

a la inversa, la superación de la subsistencia individual es también

su producción. En efecto, como la esencia de la figura individual es

la vida universal y lo que es para sí es en sí sustancia simple, al po-

su esencia, es decir, la

desdobla, y este desdoblamiento de la fluidez indiferenciada es precisa-

mente el poner la individualidad. Por tanto, la sustancia simple de

1a vida es el desdoblamiento de esta misma en figuras y, al mismo

tiempo, la disolución de estas diferencias subsistentes; y la disolución del desdoblamiento es, asimismo, desdoblamiento o articulación de miembros. De este modo, los dos lados de todo el movimiento que han sido diferenciados, a saber: la plasmación de figuras quietamente

ner en

sí lo otro supera esta simplicidad o

LA CERTEZA DE Sí MISMO

111

desplegadas en el médium universal de la independencia, de una parte, y de otra el proceso de la vida caen el uno en el otro; el segundo es tanto configuración como superación de la figura; y el primero, la plasmación de figuras, es tanto superación como ar- ticulación de miembros. El elemento fluido es él mismo solamente la abstracci6n de la esencia; en otras palabras, sólo es real como fi- gura; y al articularse en miembros desdobla, al mismo tiempo, lo articulado o lo disuelve. Todo este ciclo constituye la vida, que no -es lo que primeramente se había dicho, la continuidad inmediata y la solidez de su esencia, ni la figura subsistente y lo discreto que es para sí, ni el puro proceso de ellos, ni tampoco la simple agrupa- -ción de estos momentos, sino el todo que se desarrolla, disuelve su desarrollo y se mantiene simplemente en este movimiento.

[3. El yo y la apetencia]

En cuanto que, partiendo de la primera unidad inmediata y pasando por los momentos de la configuración y del proceso de retorno a la unidad de estos dos momentos y, con ello, a la primera sustancia simple, es que esta unidad reflejada es otra que la primera. Frente

a aquella unidad inmediata o expresada como un ser, esta segunda

es la unidad universal, que tiene en ella, como superados, todos estos momentos. Es el género simple, que en el movimiento de la vida

misma no existe para sí como esto simple, sino que en este resultado

la vida remite a un otro de lo que ella es precisamente, a la concien-

cia, para la que la vida es como esta unidad o como género. Ahora bien, esta otra vida, para la que el género es como tal y

que es para sí misma género,l~al1t()c:oIl_(;ie.Qciª-sóJº,.coIl!i~I?::la,sien-

. puro; a lo largo de su experiencia, que ahora hay que pararse a con- siderar, este objeto abstracto se enriquecerá para ella y adquiriráel despliegue que hemos visto en la vida. El simpleyo, sólo es este género o lo simple universal para lo que las diferencias no lo son en cuanto esla esencia negativa de los momentos independientes que sellan cQnfiguIad.Q;pordondeJa auto- conciencia sólo está cierta de sí .misma mediante ,la, superación ,de este otro, que aparece ante ella como vida independiente; es una ape- tencia. Cierta de la nulidad de este otro, pone para sí esta nulidad como su verdad, aniquila el objeto independiente y se da con ello la certeza' de sí misma como verdadera certeza, como una certeza que ha devenido para ella misma de modo objetivo. Pero, en esta satisfacción la autoconriencia pasa por la experíen-

dopara sí como esta esencia simple y se tieneporübjeto ,como

.)'Q

112

A UTOC ONCIENCIA

LA CERTEZA DE Sí MISMO

113

ci a de l a ind e p e nd e n c i a

sí m is m a a l c a n z ad a

d e s u obj e t o.

L a

ap e t e nc : ia y la cf rteza

de

sí misma en su ser otro; e l y o , que es el objeto de su concepto,

no e s

en su satisf a cc i ó n

se ' ñit I r ¡ j ' ílo" co ndici án ' a da s ' por

e

n realidad obj eto; y solamente

el objeto de la apetencia

el o bj e t o, ya que l a sati s f a c c i ón

ci ó n d e e ste o tro; para que es ta sqpemc: j QlJs~ª,

se ha o b tenido

me di a nt e l a supera -

di

ente,

pues éste es la s ustancia

un iv ersal inextinguible,

es ind e pen- la e s e n c ia

ti~p~ q1, leSeL . e st~

luida igual a sí misma.

f

En cuanto una auto conciencia

;

otro , P o r tanto , l a aut oco nci e n cian o

di a nte . s u a c titpº . nc : : ga t iv a

, - co rno

~ ~ I: >rog . !1. ~J<!~

ap e t e n c i a .

pu e de s upeT a r al objeto

E s, e n r ea li da d ,

un

otro

qu e

me-

t

o, é ste es tanto

yo comsr obj e to.

Aquí está presente

es el obje- ya para nos-

~

~l ; ,,.l e jo s d e e llo , l o r e produ ce

a sí,

l a

tros el conc epto la, experienci a

o

del e s p í ritu.

de lo que e l e s píritu

Má s tarde v endrá para la conciencia

es , es ta su s tancia

absoluta que ,

' : au to con cie n c i a,

s. ci a ha dev enido p a ra ell a misma e s ta ver d a d.

la esencia de la ap etencia ;

la sup e r ac i ó n

pue s t o

y gracia s a es t a exp e rien-

Pero, a l mis mo tie m- p a r a s í, y l o e s s ola-

p o , la aut ocou c ien cia

me nt e m edia nte ser s u s a ti s facció n,

p en den c ia d e l obj e to , la a uto concie ncia

sat i s facc i ó n

gac i ó n ; y t i e n e c ¡u e

o b jeto e s e n l o ne gat i vo y ti e n e qu e ser p a r a o tro 10 qu e él e s. En

cu a nto q ue e l obj et o e s e n s í mis m o la negaci ó n y en la neg a ción

e s a l m ismo tiemp o ind e p e ndi e nte ,

la neg ació n o bi e n es e n un otro , a sa b e r ,

en l a ap e te nc ia, o e s como d e t e rmin a bilid a d

fe re nt e,

só lo puede, p o r tanto, l og rar

P o r ra zó n de la inde-

es tam b i én ab so lu tam e nt e

d e l o bjeto y ést e tie n e qu e lleg a r a

en é l la ne-

qu e e s la ve r da d.

en c u a nt o

qu e e ste o bj e to

mis m o c umple

c umplir e n s í e s t a n egac i ó n

es con c ienci a .

de s í mis mo , pue s e l

En la vid a , . qu e es

el o bj eto d e l a a p e t e n c i a,

fr e nte a o tra figur a indi-

Pero e sta

n a tu- . n e ga-

La

o c o mo s u natura l eza

inorgá nica uni ve r s al.

ra l cz a u n iversal in de pendient e, en la que la ne g ación es como

ci ón a b s o lut a,

es e l gé n e r o co mo t a l o c om o

a utoco n cie n c i a só lo a lc anza s u s at isfacc i ó n e n o tra a ut o con c iencia.

a ut o con cie n c ia .

Sol ame nt e

en est os tr e s m o m e nt o s

sól o es co mo super ac i ó n

La sa ti s f acció n

s e ha c umplido

e l c oncepto es su pri-

d e la a utoco nc iencia m e r o bj e to in m edi a t o.

ci ó n a b so lut a, es l a apete n cia.

d

e s í: a) el puro y o no diferenciado

b) Per o e s t a inm e di a tez

es ell a mis ma me dia-

o

la

de l objeto independie nte,

e s, ciert a ment e,

d e l a a p e tenci a

re fle xi ó n de l a aut oc on c i e ncía

e n sí mism a o la cert ez a que

ha deve-

nid o ver dad . e) Pero la v e rdad d e e s t a cert e za es más bien la

refl e xión

para

l a co n c i e n c i a , qu e po n e e n sí m ism o s u se r otr o o la dif e r e n c ia como

al go nul o , siendo así ind e pendi ente.

t e viva s upe ra indudabl e ment e su propia ind e pend e ncia e n el pro - ce s o d e l a v i da mi s ma , ' p e r o al d esa par ece r s u dif e ren cia t ambi é n

e ll a d e j a de se r lo que e s ; e l o bjeto d e l a a uto c oncie ncia,

s i g ue s i e ndo t a n ind e p e ndient e d e est e modo, es p a ra sí mismo li a ri d a d de s u propia di s t in c i ó n;

du p li cada, l a d upli cac i ón

d e l a autoco n c i e n e i a.

E

s un o bj e t o

La figur a difer e nciada sola men-

en c a mbio ,

de sí mis m o; y,

en es ta neg ati v idad

gén e ro, fluidez univ e rsal e n la pecu-

vi va. Y so l a ment e

a sí d evienc para e lla la unidad

a

d

s í

e

es una aut o e o n c ienci a Es u na a ui o con c i e n c i a par a un a a ui oco nc ienc ia .

p ue s sol a m e nt e

r - "

, es, en rea l i d a d ,

e

d

l a s mism as:

só lo tiene en la autoconciencia ,

p

del más acá sensibl e y de

n la perfecta

libertad

e independencia

es

de sí que son para sí, es la unidad de

de su contrapo s ición ,

e cir, de distintas conciencias

el y o es el n o sotro s y el no s otro s el yo. La conciencia

corno el concepto

del e s píritu ,

el

colore a da

unto de viraje a partir del cual se aparta de la a parienci a

la noche vacía del más allá suprasen s ible,

p

ara marchar hacia el día espir i tual

del presente .

 

A

. I NDEPENDENCIA

Y SUJECIÓN

DE LA

 

A

U T OCONCIENCIA; SER V IDUMBRE

SE~ORIO

y

L

a autoconciencia

es en y para sí en cuanto

que y porque .t:S en . ~

y para sí para otra autoconciencia;

reconoce. El concepto de esta unidad de la autoconciencia que se realiza en la autoconciencia,

trabazón multilateral

m

p

se la

en su du- e s una

de tal modo que, de ~ ! ! !la ~a :t te , lo s

riguro s a- en

es decir, sólo es en cuanto

licación, de la infinitud

omentos

y multívoca,

que aquí se entrelazan

deben ser mantenidos deben ser,

mente separados y, ~~ . pt!ap:;l,r . te,

e s ta diferencia, tomados

que no se distinguen

s

diferenciado s e halla en la esencia de la autoconciencia

en ser infinita o inmediatam e nte

d

unidad espiritual en su duplica c i ó n

v imiento del reconocimiento;

al mismo tiempo como momento s

y reconocido s

y recono c id o s también

o tomados

en esta diferencia ,

iempre en su si g nificaci ó n contrapue s ta.

á d en la que es puesta .

El dobl e sentido

de l a

qu e consiste

10 contrario de la determinabili- ,. ;

de esta el mo -

El desdoblamiento

pre se nta

del concepto ante no s otros

[ 1. La auioc o nci e ti c ia duplicada ]

Para la autoconciencia h a y otra autoconciencia; é s ta s e pre s enta fuera

cie sí. Hay en esto una doble s ignificación; concien ci a se ha p erdido a s í mi s ma , pues s e

i á ; oen seg und o lu ga r, c o n e llo h a poco a l o otro como esencia , s ino

c

en prim e r lugar , la a uto-

encu e ntra

como otra e s en - J . ,

sup e rado a lo otro , pue s no v e t a m - que se v e a sí misma en .10 o tro.

\ ' f

114

AUTOCONCIENCIA

Tiene que superar este su ser otr o; esto es la superación del pri- mer doble sentido y, por tanto, a su vez, un segundo doble sentido; en primer lugar, debe tender a superar la otra esencia independiente, para de este modo devenir certeza de sí como esencia; y, en segundo

lugar, tiende con ello a superarse a misma, pues este otro es ella

mi s ma.

Esta superación de doble sentido de su ser otro de doble sentido es, ' igualmente, un retorno a misma de doble sentido, pues, en primer

l u gar, se recobra a sí misma mediante esta superación, pues deviene

de nuevo igual a sí por la superación de su ser otro, pero, en segundo

lugar, restituye también a sí misma la otra autoconciencia, que era en lo otro, supera este su ser en lo otro y hace, aSÍ, que de nuevo libre a lo otro.

. Este mo v imiento de la autoconciencia en su relación con otra autoconciencía se representa, empero, de est e modo, como ~Lhacer

_ de)a _ }!na; pero este hacer de la una tiene él mismo la doble signifi-

cación de ser t~I~~g . Slthacer coIlloel hac~r de la. otrt!J pues la otra es igualmente independiente, encerrada en sí misma y no hay en ella nada que no s ea por ella mi s ma. La primera autoconciencia no tiene

a nte s í e l objeto tal

apeten c i a, s ino que tie n e ante sí un objeto independiente y que es

l' l~ara.sí y s?bre el cual la a.ll!oc~nci_ ~!1ci~,por tanto, nada, puede para ' . $ 1. SI el objeto no hace en SI mismo lo que ella hace en el. El movi-

m iento es, por tanto , sencillamente el mo v imiento duplicado de

a mbas autoconciencias . Cada una de ellas ve a la otra h ac er 10 mis-

y como este objeto s ólo es al principio paraIa

mo que ella hace; cada una hace lo que exige de la otra y, por tanto, sólo ha c e lo que hace en cuanto la otra hace lo mismo; el hacer

unilateral sería ocioso, ya que lo que ha de suceder s610 puede lograr-

se

por la acción de ambas. EI ( fiaZ e r ) por tanto, no sólo tiene un doble

sentido en cuanto 'lue

es

, Eñ-este movimiento vemos repetirs e el proceso que se presen- taba como juego de fuerzas, pero ahora en la conciencia. Lo que en e l juego de fuerzas era para nosotros es ahora para los extremos mis-

mos. El término medio es la conciencia de sí, que se descompone e n lo s extremo s ; y cada extremo es este intercambio de su determi- nabilidad y el tránsito absoluto al extremo opuesto. Pero, como c onciencia, aunque cada extremo pase fuera de sí , en su ser fuera de

s í es, al mi s mo t i empo , retenido en

para él . Es para él para lo que es y no es inmediatamente otra con-

e l de lo otr o.

un hacer , tan to . hacia como hacia lo otro" sino también en cñan-

to

que ese hacer, como indivisible , es tanto el hacer de lo uno como '

.

,

.

sí, es para y su fuera de

sí es

LA CERTEZA DE SI MISMO

115

ciencia; y también para él es este 40

supera como lo que es para sí y es para sí solamente en el

í del otro. Cada extremo es para el otro el término medio a través ' ~ 1 del cual es mediado y unido consigo mismo, y cada uno de ellos es i

para sí y para el otro una esencia inmediata que es para sí, pero que, I f'" al mismo tiempo, sólo es para sí a través de esta mediación. Se reco- (

~ ; Hay que considerar ahora este puro concepto del reconocimien- 1 to, de la duplicación de la autoconciencia en su unidad, tal como " su proceso aparece para la autoconciencia. Este proceso represen- tará primeramente el lado de la desigualdad de ambas o el desplaza- miento del término medio a los extremos, que como extremos se contraponen, siendo el uno sólo lo reconocido y el otro solamente lo que reconoce .

nacen como reconociéndose mutuamente.

s

para sí solamente cuando se

ser para

[2 . L a l ucha d e l as a utoconciencias contrapuestas]

L a autoconcí enc í a es pr i II1eraII1~I1t(!siII1~l(! ser para sí, igual a sí

misma, por la exclusión d e sí de todo otro; su esencia y su objeto absoluto es para ella el y o; y, en esta inmediatez o en este ser su ser

para sí, es ii ngu.lq i i Lo que para ella es otro es como objeto no esen- cial, marcado con el carácter de lo negativo . Pero lo otro es tam- bién una auto conciencia; un individuo surge frente a otro il! ~ivi-

duo

otro a la manera de objetos comunes; l~§'f~ ~ - ~1J-~~1!.~tl~~~'!l!!~,con- ciencias hundidas en el ser de la vida -púes como VIda se ha deter- minado aquí el objeto que es-, conciencias que aún no han realizado la una para la otra el movimiento de la abstracción absoluta consis- tente en aniquilar todo ser inmediato para ser solamente el ser pura- mente negativo de la conciencia igual a sí misma; o, en otros térmi- nos, no se presenta la una con respecto a la otra todavía como puro ser para sí, es decir, como autoconciencias. Cada una de ellas está bien cierta de sí misma, pero no de la otra , por lo ql,le su propia CC!:.

teza de sí no tiene todavía ninguna

ría en que su propio ser para sí se presentase ante ella como objeto

Y, surgiendo aSÍ, de un modo inmediato, son el uno para el

verdad, pues suverdad sólo esta : -

independiente o, lo que es lo mismo, en que el objeto ~ . pres~~~as~ - l '

como esta pura certeza de sí mismo. Pero,

reconocimiento, esto sólo es posible si el otro objeto realiza para él .~ esta pura abstracción del ser para sí, como él para el otro, cada uno I en sí mismo, con su propio hacer y, a su vez, con el hacer del otro . ~ ,

según el concepto del !

sí mismo como pura abstracción de la

autocoaciencia consiste en mostrarse como pura negación de su

Pero la p . r:es~tqcj . 6 71de

116

AUTO CONCIENCIA

modo objetivo o en mostrar que no está vinculado a ningún ser

allí determinado, ni a la singularidad universal de la existencia

en general,ni

h~ .~~! c!!!Plicad9;hacer del otro y hacer por uno mismo. En cuan-

tiende , pues,. a lª . muerte del ºtrg . Pero

to hacer del otro cada cual

se está vinculado a la vida. Esta presentación es el

en esto se da tambi é n el segundo hacer, el hacer por mismo, pues aquél entraña el arriesgar la propia vida. Por consiguiente, eJ ,~<?!!1= portamiento de las dos autoconciencias se halla determinado detal modo que se comprueban por sí mismas y la una a la otra mediante la lucha a vida o muerte. Y deben entablar esta lucha, pues deben elevar " la certeza "de sí misma de ser para sí a la verdad en la otra y ~n ella misma. Solamente arriesgando la vida se mantiene la liber- tad, se prueba que la esencia de la autoconciencia no es el ser,no es el modo inmediato como la conciencia de sí surge, ni es su hun- dirse en la expansión de la vida, sino que en ella no se da nada que no sea para ella un momento que tiende a desaparecer, que la auto- conciencia sólo es puro ser para sí. El individuoque I?:9ha arriesgado lavida puede sin duda ser reconocido como persona, perono ha al- canzado la verdad de este reconocimiento como autoconciencia in- dependiente. Y, del mismo modo, cada cual tiene que tender a la muerte del otro, cuando expone su vida, pues el otro no vale para él más de 10 que vale él mismo; su esencia se representa ante él como un otro, se halla fuera de sí y tiene que superar su ser fuera de si; el otro es una conciencia entorpecida de múltiples modos y que es; y tiene que intuir su ser otro como puro ser para sí o como negación absoluta. Ahora bien, esta comprobación por medio de la muerte supera precisamente la verdad que de ella debiera surgir, y supera con ello , al mi s mo tiempo, la certeza de sí misma en general; pues como la vida es la posición natural de la conciencia, la independencia sin la negatividad absoluta, la muerte es la negación natural de la misma conciencia, la negación sin la independencia y que , por tanto, per- manece sin la significación postulada del reconocimiento. Por me- dio de la muerte llega a ser , evidentemente, la certeza de que los dos

individuos arriesgaban la vida y la despreciaban cada uno en sí mis- mo y en el otro, pero no se adquiere para los que afrontan esta lu- cha. Superan s u conciencia pue s ta en esta esencialidad ajena que es el ser allí natural o se superan a sí mismos, y son superados como extremos que quieren ser para sí. Pero, con ello, desaparece del juego del cambio el momento esencial, consistente en desintegrarse en ex- tremos de determinabilidades contrapuestas; y el término medio coin- cide con una unidad muerta , que se desintegra en extremos muer-

LA CERTEZA DE Sí MISMO

117

tos, que simplemente son y no son contrapuestos; y los dos extremos no se entregan ni se recuperan el uno al otro, mutuamente, por medio de la conciencia, sino que guardan el uno con respecto al otro la libertad de la indiferencia, como cosa ~ ", Su hacer es la nega- ción abstracta, no la negación de la conciencia, la cual supera de tal modo que mantiene y conserva lo superado, sobreviviendo con ello

a su llegar a ser superada .

."

En esta experiencia r~~ulta para l;¡autoconclepCli!; qtl_ e)a

Y mL~

para ella algo tan esencialcomo

conciencia inmediata, el simple yo es el objeto absoluto, pero que es para nosotros o en sí la media~ión a~soluta y que. tiene, , como momento esencial la independencia subsistente. La disoluci ó n de aquella unidad simple es el resulta~o ~e la primera exper~enc~a;me- diante ella, se ponen una autoconciencia pura y ~na conClencl~, q~e no es puramente para sí sino para otra , es decir , como conciencia que es o conciencia en la figura de la c~seidad. A~bos momentos son esenciales ; pero, c omo son, al comienzo, desiguales y opues- tos y su reflexión en la unidad no se ha logrado aún, tenemos que

estos dos momentos son como dos figuras contrapuestas de la con- . , _ ciencia: una es la conciencia i ndependiente que tiene por esencia ,

el ser para si, otra la conciencia dependiente, cuya esencia ~ la

v ida O el ser para otro; la primera es el señor, la segunda el siervo.

IHlm. aIJJQ~ºnq.§!!~Ja.En la auto-

.

[3. Señor y siervo]

la) El señorío]

El señor es la conciencia _g!1e _ ~para _ sít _ p~o . y~

te el concepto de ella, sino una conciencia que es para sí, _

mediación consigo a través de otra conciencia, a saber: una c~n- ciencia a cuya esencia pertenece el estar sintetizada con ~l ser m- dependiente o la coseidad en general. El seño:- se relaciona con estos dos momentos: con una cecea como tal, objeto de las ap~t(!l1

qlle.la coseidad es Jo esencial.; y ~n

cuanto que él, el señor, a) " como concepto de la autoconciencia,

es relación inmediata del ser para sí, pero, al mismo tiempo,

b) como mediación o como un

medio de un otro, se relaciona a) de un modo inmediato, con ambos momentos y b) de un modo mediato, a cada uno de ellos po~:n.:edio del otro. El señor se !~laciQIla . aL§L'?n. : .~de_ l~n , modo

siITI"p~em _ en-

gue_

_~

cias ,s con da conCien ' é ~ , ~!~Jª

ser para sí que sólo. es pa: - a sí por

"

:1

r iijediato., (Lt n D!.~ _ ª(tI _ $~r : inde. /l?JJ4umte, pues a esto precisamente esa lo que se halla sujeto el siervo; ésta es su cadena, de la que

118

AUTOCONCIENCIA

n2Pl

dependiente,

d¡t<l Pero el señor es la potencia sobre este ser, pues ha demos-

trado en la lucha que sólo vale para él como algo negativo; y, al

ser la potencia que se halla por encima de este ser y este ser, a su vez, la potencia colocada por encima del otro, así en este silogismo

tiene bajo sí a este otro. Y, asimismo, el señor serelacIQIJª

~4~_ ~1>}.!~~~~~ ~!!~lUch?,

fOIP.O_

Y po~

se demuestra _E:>r.ng

algoque _ ti~I}~ su. independ~~ciae!l _ J~ _,_~~ , ei-

ºº n

lct c()~q

4<¿ 1!:!L1Jl05!.(U!!:~ªi.cttg,.pgL!!!~dio4~L§j~!

~~~g _ L~gr.no

autoconciencia en general, se relaciona también de un. modo ne-

gatívo , - cón la- cosa y la supera; pero, al mismo tiempo, la

co.s ª

!!3i

par<l _ ~ L ~]gº _ j1!.d~-º-ºiente, por lo cual no puede consumar su destrucción por medio de su negación, sino que se limita a j ~~- -ÍQJm.gJJg. Por el contrario , a través de esta mediación la relación

para el señor, en la pura negación de la

misma o en el goce, lo que la apetencia no lograra lo logra él: aca- bar con aquello y encontrar satisfacción en el goce. La apetencia

esto a causa de la independencia de la cosa; en

él,

no hace con ello más que unirse a la dependencia de la cosa y gozar1a puramente; pero abandona el lado de la independencia

de la cosa al siervo, que la transforma. En estos dos momentos deviene para el señor su ser recono-

G.ºIl~ie , º~ _ Ü!;pues ésta se pone i en ellos

inmediata se convierte,

no podía lograr

cambio, el señor, que ha intercalado al siervo entre la cosa y

cido .por medio.sle

ºt~~

como algo no esencial, de una parte en la transformación de la cosa y, de otra parte, en la dependencia con respecto a una deter- minada existencia; en ninguno de los dos momentos puede dicha otra conciencia señorear el ser y llegar a la negación absoluta. Se da, pues, aquí, el momento del reconocimiento en que la otra conciencia se supera como ser para sí, haciendo ella misma de este modo lo que la primera hace en contra de ella. Y otro tanto ocurre con el otro momento, en el que esta acción de la segunda es la propia acción de la primera; pues lo que hace el siervo es, propiamente, un acto del señor; solamente para éste es el ser para sí, la esencia; es la pura potencia negativa para la que la cosa no es nada y, por tanto, la acción esencial pura en es te comportamiento , y el siervo, por su parte, una acción no pura, sino inesencial. Pero, para el reconocimiento en sentido estricto falta otro momento: el

de que lo que el señor hace contra el otro lo haga también contra sí mismo y lo que el siervo hace contra sí lo haga también contra el otro. Se ha producido solamente, por tanto, un reconocimiento

L - unilateral y desigual. Para e1 señor, la conciencia no esencial es aquí el objeto, que

LA CERTEZA DE SI MISMO

119

constituye la verdad de la certeza de sí mismo. Pero, .claramente

se ve que

aquello en que el señor se ha realiza?o J(le?amente .deviene para él algo totalmente otro que una cO~lC1enclamd~pendIente. ~o c::s para él una conciencia tal, sino, por el contrano, una conciencia

dependiente;

de la verdad, sino que su verdad es, por el contrario, la conciencia

no esencial y la acción no esencial de ella. La verdad de la conciencia independiente es, por tanto, la con - ciencia servil. Es cierto que ésta comienza apareciendo fuera de sí . y no como la verdad de la autoconciencia. Pero, así como el . se- ñorío revelaba que su esencia es lo inverso de aquello que qUIere ser así también la servidumbre devendrá también, sin duda, al rea-

este objeto no corresponde a su concepto, SIlla que en

el señor no tiene, pues, la certeza del ~er para sí .co~o

lízarse plenamente 10 contrario de lo que de un

es: retornará a sí como conciencia repelida sobre sí misma y se con- ~

v~rtirá en verdadera independencia.

modo inmediato "

W) El temor]

Sólo hemos visto 10 que es la servidumbre en e l comportamiento

del señorío. Pero

ramos a considerar ahora l~ ' que es en y para sí misma. )~!m~~ª-

menfe ¡ 12-~IªJªd S , (,! . l"Ó(:l~l1:l - ºI'~,~_~~ l~J.!or _ esJ, ? _ ~~~n~j~ ; por tanto, l~ verdad es, para ella, la conciencia indepen4~~-,!~~ Y_EU~ ,esp'(JI,'!:.,E, pero esta verdad para ella no es todavía enelJsz-, Sin e~b~rgo, tiene en ella misma, de hecho, esta verdad de la pura negatívidad y del ser para sí, pues ha experimentado en ella I?isma esta esencia. En

efecto, esta conciencia se ha, s~n.t~~~ , .:I.l1gust~a~~

s~ant~LsiI1() . P9!'su ~senc~a e~t ~ r~ l

plles ha sentido el miedo deIamuerte, del señor a~~()}ll!(): Ello la ha disuelto interiormente, la ha hecho temblar en SI misma y ha hecho estremecerse cuanto había en ella de fijo. Pero este movi- miento universal puro, la fluidificación absoluta de toda subsisten- cia es la esencia simple de la autoconciencia, la absoluta negatividad, el puro ser para sí, que es así en esta conciencia. Este mom~nto

del puro ser para sí es tambi,én para ella, P?es .en el señor dicho momento es su objeto. Ademas, aquella conciencia no es solamente esta disolución universal en general, sino que en el servir la lleva a efecto realmente; al hacerlo, supera en todos los momentos singu- lares su supeditación a la existencia natural y la elimina por medio del trabajo.

aquello, no por , este o por _

la servidumbre esatlt9CQIlc : ~ncia , Y debemos pa-

P~!_'(!~;!<2!l~

, '() , E~~

120

AUTOCONCIENCIA

[y) La formación cultural]

Pero el sentimiento de la potencia absoluta en general y en par- ticular el del servicio es solamente la disolución en sí, y aunqueel miedo al señor es el comienzo de la sabiduría. la conciencia es en

esto_pqme1la misIruzYIJO el - ser par(/. sí. Per~ a través del~r:ll>.:ljo

llega a sí roismª. En el momento que corresponde a la apetencia en la conciencia del señor, parecía tocar a la conciencia servidora el lado de la relación no esencial con la cosa, mientras que ésta mantiene su independencia. La apetencia se reserva aquí la pura negación del objeto y, con ella, el sentimiento de sí mismo sin mez- cla alguna. Pero esta satisfacción es precisamente por ello algo que tiende a desaparecer, pues le falta el lado objetivo o la subsistencia. El trabajo, por el contrario, es apetencia reprimida, desaparición contenida, el trabajo formativo. La relación negativa con el objeto se convierte en forma de éste y en algo permanente, precisamente

tiene independencia. Este tér-

porque _ ante el trabajador el objeto

mino medio negativo o 1:1 ezcfiQrrJQ!II1atiyaes,. al mil'ffiotierop-Q, _ M singularidad o el puro ser para sí de la conciencia, que ahorase

manifiesta en el trabajo fuerade sí

nencia; la conciencia . que trabaja llega; pues, de este modoa la in-

tuici9I : ! " d~LseJ:.i _ nE _ t:p~~di~nt(!_ comode

pªsª _ ª-L~I(!II1~tode lll-p-enn.a-

- Ahora bien, la formación no tiene solamente esta significación

positiva de que , gracias a ella, la conciencia servidora se convierte,

como puro ser para sí, en lo que

es, sino que tiene también una

significación negativa con respecto a su primer momento, al temor. En la formación de la cosa, la propia negatividad, su ser para sí, sólo se convierte para ella en objeto en tanto que supera la forma contrapuesta que es. Pero este algo objetivamente negativo es pre- cisamente la esencia extraña ante la que temblaba. Pero, ahora des-

truye este algo negativo extraño , se pone en cuanto tal en el elemen-

este modo en algo para

mismo, en algo que es para sí. En el señor, el ser para sí es para ella un otro o solamente para ella; en el temor, el ser para sí es en ella misma; en la formación, el ser para sí deviene como su pro- pio ser para ella y se revela a la conciencia como es ella misma en y para sí. Por el hecho de colocarse hacia afuera, la forma no se convierte para ella en algo otro que ella, pues esta forma es precisa- mente su puro ser para sí, que así se convierte para ella en la ver- dad. Deviene, por tanto, por medio de este reencontrarse por sí mis-

to de lo permanente y se convierte de

ma sentido propio , precisamente en el trabajo, en que sólo parecía ser un sentido extraño. Para esta reflexión son necesarios los dos

LA CERTEZA DE Sí MISMO

121

momentos, tanto el del temor y el del servicio en general como el de la formación, y ambos, de un modo universal. Sin la disciplina del servicio y la obediencia, el temor se mantiene en lo formal y no se propaga a la realidad co~s~iente de la existen~ia Sin la formación, el temor permanece intenor y mudo y la conciencia no deviene para ella misma. Si la conciencia se forma sin pasar por el temor primario absoluto, sólo es un sentido propio vano, pues su negatividad no es

l a negatividad en sí, por lo cual su formarse no podrá darle la con-

si no se ha sobrepuesto al

temor absoluto, sino solamente a una angustia cualquiera, la .esen- cia negativa seguirá siendo para ella algo e~temo, su sustanCIa. no se verá totalmente contaminada por ella. SI todos los contenidos de su conciencia natural no se estremecen, esta conciencia pertenece aún en sí al ser determinado; el sentido propio, es obstinación, una libertad que sigue manteniéndose dentro de la servidumbre. Y, del mismo modo que la pura forma no puede devenir esencia, tampoco esta forma considerada como expansión más allá de lo singular, puede ser f~rmación universal, concepto absoluto, sino un~ ha~ilidad capaz de ejercerse sólo sobre algo, pero no sobre la potencia universal

y la esencia objetiva total.

ciencia de sí como de la esencia. Y

B. LIBERTAD DE LA AUTOCONCIENCIA;

ESTOICISMO,

ESCEPTICISMO

Y LA CONCIENCIA DESVENTURADA

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[Introducción. La fase de conciencia a que aquí se llega :

el pensamiento]

Para la autoconciencia independiente, de una parte, sólo la pura abstracción del yo es su esencia y, de otra parte, al desarrollarse y

asumir diferencias esta pura abstracción, este diferenciarse no se con- vierte para dicha autoconciencia en la esencia objetiva que es en sí; esta autoconciencia no deviene, por tanto, un yo verdaderamente diferenciable en su simplicidad o que en esta diferencia absoluta permanezca igual a sí mismo. Por el contrario, la conciencia repe- lida sobre sí, se convierte en la formación, como forma de la cosa -plasmada, en objeto e intuye en el señor el ser para sí al mismo tiempo como conciencia. Pero ante la conciencia servidora en cuan- to tal, estos dos momentos -el de sí misma como objeto indepen- diente y el de este objeto como una conciencia y, por tanto, como su propia esencia- se disocian. Ahora bien, en cuanto que para

mismo y en el con-

ceptode Ja conciencia independiente el ser en sí es la conciencia,

nosatros o en sí la forma y el ser para sí son lo