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DEFORMACION

VOLUMÉtRICA(tr¿AS
Ivn)
21 O DEMETALES
EN ELTRABAJ
C O N I I _ N I I X )I ] E L C A P I T U L C )
2 1. l Lanrinado
'21
. 1. 1 L a n r i n a c l po l a n o y s u a n á l i s i s
2 1 . 1. ' ) L a n r i n a d od e P e r f i l e s
2 1. 1. . 1 ñ l o l i n o s l a n r i l r a d o r e s
2 1 . 1. 4 O t r a so p e r a c i o n e d s e laminado
'21 f-orjerclo
.2
2 1 " - 2 . 1F o r i a c l oe n d a d o a b i e r t o
2 1 . 2 . 2 F o r i a c l oc o n d a c l oi n r p r e s o r
2 1 . 2 . 3 F o r j a d os i n r e b a b a
prensas
2 1 . ' 2 . 4 D a c l o sc l e f o r j a d o ,t n a r t i n e t e sy
relacionadas
2 1 . 2 . 5 C ) t r a so f " | u . í o n e s d e f o r i ay o p e r a c i o n e s
2 1. 3 Extrusión
2 l . 3 . I T i ¡ l o sd e e x t r u s i ó r r
) 1 . . \ . ) A r r í r l i s icsl e l a e x t r u s i ó t r
2 1 . . 1 . . )[ J a c l o sy p r e l l s a sd e e x t r u s i ó n
) 1 . , 1 . 4 O t r o s p r o c e s o sd e e x t r u s i ó n
2 1 . . i . 5 l ) e f e c t o se t t p r o d u c t o se x t r u i d o s
2 1. 4 [ s t i r a t l oc l e a l a m b r e sY b a r r a s
2 1 . 4 . 1 A n á l i s i sd e l e s t i r a d o
2 1 . 4 . 2 l ' r á c t i c ad e l e s t i r a d o
'21.4.,\
E s L i r a c lcol e t t t b o s

capítulorealizanun cambiosignifiüativoen
Los proces.stre cleforrlacióndescrit.sen este
que raminar.La fonnasiniciales
cre'retar cr.ty.f.rrna i'iciar es rlás voruminosa
las par.tes
rectangularesy planchasasí como otrasformas
inclul,enbarras,tochtx cilí¡ldricos,toclros
clecleformación (rnasiva)
uolurnétrica que refinanlas formasori-
[-.s pr.ocesos
erernerrarcrs.
y argu'asvecesmejoranlas propiedades
gir^res.ailacre'..,,.,fr..,re¡rciafornrasgeométricas
El trabajode los procesosde
sienrpr.e
,rccárric¿rs. aclici.nanLulvaloicomercialuí pto,tu.to.
esfueizosuficie'teparahacerque éstefluya
def.rrnaciti¡lc<lrsistce, s'r'eter er nretala un
ln lirrltra clcseacla'
¡ l l e i s t i c i r r t r c t t tvc t ( ) t l l c

¡.
,.i
{
:j

) 1 I D e b n n a ri ( r nv c l l u t n é t r i c a
(-a¡rítrrlo ) n e l t r a t r a j od e m e t a l e s
(masivae
448
:ir

operacionesde trabajoen frío' o en


Los procesoscletleformaciónvolumétricase realizanen
cuandoel cambiode forma esmenossevero
caliente.El trabajoen frío o cor.rT/rn = 0.3 es apropiado
y lraynecesidadrle 'rejorar las propieclades o alcanzarun buenacabadoen la partefinal'
rnecánicas,
cn calientese t.equiere
El tr.aba.jo generalnrente cuandoinvolucrala defonnaciónvolumétricade
grandes¡riezasde trabajo.
de deformaciónvolumétricaderivan
La inrportanciatecnológicay colnercialde los procesos
delo siguiente:

fix'llraclelas partesde trabajo'

su resistencia'
talltbién¡raraitlcretrlentar

sonprocesosde/arma netao casinetaise


cle,leionna.iónvolurnétrica
Algurras,trleraciones
posterior'
alcaltzala forlnafinal con pocoo ningúnmaquinado
capítuloson: 1) laminado'2)
L.s ¡r.ocesoscleclefonnaciónvorumétricaque secubrenen este
El capítulotambiéndocumentalas variantes
fbrjatlo,3) extrusión,4) estiradode alambrey barras.
a travésde los años'
que se han desarrollado
bá.sicos
y .'cracionesar'inesa l.s cuatr. pr.ocesos

2 1. 1 LAMINADO
reduce
El lutttittod, esunprocesotle cleformaciírn en el cual el espesordel materialde trabajose
Los rodillos giran' como se
rnetliantel-uerzas de cornpresión ejercidaspor dos rodillosopuestos.
de trabajoy simultáneamente apretarlo entre ellos'
irustraen ra figura2r .r ,para jarardel material el espesorde
que se usapara reducir
El procesobásicoilustraclo en la figuraes el laminadoplano,
un procesoestrechamente relacionado es el laminadode perfiles'
ulraseccióntransversal rectangular.
en I'
e' el cual u'a secció' tra'sversalcuaclrada setransformaen un perfil tal comoen unaviga
1,. rruy.ría de los ¡rr'ccsosrrerarnirrado involucranuna alta inversiónde capital'requieren
ll¿unaclas nlorinoslaminadores o clelaminación'El alto costode inversión
piezasde equipopesaclo
en grandescantidadesde artículosestándarcomo
requiereque rosnrori.os se 'sen paraproducción- de defor-
láminasy placas.La r'ayoríaclelianrinudo serealiza!'caliente debidoa la grancantidad
Los metaleslarninados
ett r:aliettl¿. en calienteestánge-
y sc le ll¿rrna
rrrirci(,rr.et¡.cricla, rtuttittotlo
son isotrópicas'Las desventajas del
nerarr'ertelibrescreesfrer-zos resicruales y sus propiedacles
dentrode tolerancias adecuadas' y
pu.á. mantenerse
la'riracloen catierrtesor q,e el procluctono
presentauna capacleóxido característica .
la su¡rerficie

F l c t l f t A 2 1 . I P r o t e s oc l < ' l
Iarni rracititt, t's1-rec ífi<anltltrte
latttitr¡<lo ¡rlntrrl,

Dirección de avance del trabajo

Trabajo
21.1lLaminado
Sección 449

de laminación
La fabricaciónde acerorepresenta la aplicaciónmáscomúnde las operaciones
para
de pasosen un molino de laminación
(véasenotahistórica 2l.l .). Examinemosla secuencia se
hacerse.En otras industriasmetálicasbásicas
ilustrar la variedadcreproductosque pueden solidifica-
fundidoy recién
e'cue'tra, pasossinrilares. El trabaioempiezaco. un lingotede acero
por muchashoras'hastaalcan-
do. Aúr' calierrte, el lingotesecolocaen un hornodo'clepermanece durante
puedafluir consistentemente
zÍlr una terntrler.atura unifonne en toclasu extensión,paraque 'F'(1200 "c)' La
el acero.ra ternperatura de laminaciónes alrededorde2200
el ra.ri.¿rcr..I)ar¿r lla-
se llarra recalettrado, y los hornosen los cualesse llevaa cabose
operaciónde care'ranriento
rnan-fo.rrr s de recslentanietúo'
pasaal rnolinode larninación, dondeselaminaparaconvertirloen una
El lingoterec¡rlentatlo
lupias.tochoso planchas. una Iupiatieneunaseccióntrans-
tfc faslrcs lirr.rn¿rs intcnnediasllarnarl:rs
lJn tocltose laminaa partirde una lupia y
versarcuarrr.arl¿r rre6 x (l purg( l 50 x l 50 nrrn)o ,rnyor.
se laminaa partirde un
cs cr¡¿tdr¡rtr.. c.' clirne'siones cle l .5 purgpor lado á *uyor. rJnaprancha
(250 mm) o más' y
recta'gurarrte l0 pulg de ancho
li.gote ' tre u'r rupiay tieneu'a secci(r. para
intermedias se laminanposteriormente
un espesor. de 1.5 pulg (3g nlrn) o más.Estasfo.mas
convertirlas elt prodttctosfinales'
estructurales y rielesparaferrocarril.Los tochosse
La rupiasse rar'inanparagenerarperfiles parael maquinado'esti-
Éstasformasson la materiaprima
lamina. paraproduc:irbarrasy várinas. Las planchasse laminanparacon-
cre ara',Lrre , forjado y otros fro..ro, de trabajode metare.s.
rad. de
pracaslaminadas en caliente,. utun parala construcción
vertirrase. pracas,rárninasy tiras.Las y muchos
paramaquinariapesada,tubosy tuberías'
[.r¿rrc's.puertes.ca¡leras,estructurassolcladas de acero'E'l lamina-
argunosde estosproductoslaminados
otr.s procructrs.La figur a2r.2muestra por lanúnadoen
en calienteie realizafrecuentemente
rrop'steri.r rrerasplacasy lárninastrabajadas lamina-
paraoperacio.esposteriores de trabajoen lárnina(capítulo22)'El
f-inde prepararlas
.ri.ío,a estrechas del espesor'Además
do ell frío hacenlásresistente el metaly perrniteunastoleranciasmás
o copas de óxido y es ge-
fiío estálibre rle incrustaciones
la superficiedel nrateriallarni.ado en
productoslaminadosen caliente'Estascaracterísticas
nerarnre'tesuperi.r a ros .nrr.rfo,rdientes panelesexte-
en frío el materiatidealparaestampados'
'acen tle las líu'i..s, tirasy rollos lanlinados y mueblesde oficina'
riores,y otrosprocluctos qre va. descleautomóvileshastautensilios
e n n r o l i n od e l a m i n a c i ó n '
t , l c ; u R A 2 1. 2 A l g r r r , s , r . r l u c l o s r l e a r c r n rh e c h o s
Forma laminadafinal
F o r m al a m i n a d ai n t e r m e d i a
rales
Perfiles estructu
Lupia

Barras'varillas

a?
(nlasiva)en el trabajo de metales
450 2l I Defornraciótlvolunlétrica
Ca¡-ríttrlcr

Notahistórica2I.I
Laminado
r-
d a t a d e l s i g l o x t v ' L e o n a r d od a
H I r ; r r r i r r ¿ r rtrJ.e r. r . y r a p r a t ap o r m e d i o sm a n u a l e s
e n r 4 8 0 ,p e r o e s d u d o s o q u e s u
V i n c rc r i s c - . ñurn¡o d e r o s p r i m e r o sm o r i . o s d e r a m i n a c i ó n
practi cabael l ami n ado
mo c re r,s e l r¿ ¡v a c :.n s tru i cro argunavez.A rrededorder año ró00 se
p a r ae r a ñ o r 7 0 0 ,e l h i e r r oy a s e l a m i n a b ae n
d e l p r u r ' . y c l e re s t a ñ oe n m o r i n o sm a n u a r e s .
y s u e c i a .E s t o sm o l i n o s s e u s a r o np a r a
c a r i e r r t e , A r e n l a r r i aB, é r g i c aF, r a n c i aI,n g r a t e r r a
de esta época,l os úni cos mol i nos
h a c e rl á n ri ra a p a rti r c l e bi rras cl e hi erro.A ntes
m o r i n o sr a n u r a d o r e sp,a r e sd e r o d i l l o s
r a n r i r a c r . r e qs L r ee x i s t í a ne ' r a sa c e r í a se r a n
cortantes) que cortaban el hi erro y el aceroen ti ras
o p ¡e s t()sc p l l c o l l a re s(c l iscc-rs
y pro< l uctos si mi l ares' Los mol i nos ranuradoresno estaban
a rrg o s ta s¡ta ral ta c e rc l a v <-rs
c l i s e fra c l opsa ra re c l u c i re l espesordel metal '
año 17g3,cuando se expi di ó en l ngl at er r a
L a p rá c ti c am o d e rn ad e rami nacl odata der
barrasde hi erro usando rodi l l os acanal ados'
u n a p a te n rep a ra u n p ro c esoque producía de hi erro y acer o'
L a R e v o l u c i ó nIn c l u s tri acreó l una tremendademandade productos
para
E r p r i m e r m o r i n oq u e r a m i n a b ar i e l e s
e s t i r n u r a n c jeor d e s a r r o i l od e r a r a m i n a c i ó n en rancia
F
L a s p r i m e r a sv i g a se n l s e l a m i n a r o n
f e r r o c a r r isl e i n i c i ó e n I n g l a t e r r ae n 1 g 2 0 .
enlB4gAdemás,eltarnañoylacapacidaddelosmolinosdelaminadoplanose
periodo'
i rrcrer.ne n ta ro n cJrarnáticamente du rante este
p ro ceso que requi ere una fuente muy grandede potenci a'H ast ael
F .ll a n l i n a d oe s u rr
p o r a g u a p a r a m o v e rl o s m o l i n o s d e l a m i n a c i ó n '
s i g l 6 X V l lsl e L l S a r c )l an s t L l e c l aast - c i o n a d a s hast a
ra capaci dadde estos mol i nos de l ami naci ón
L a s m á c l ri n a sc rev a p o r i n creme' faron al vapor'
el éctri cosreempl azaron
p o c o c l e s p u é sc l e 1 9 0 0 ,c u ando l os motores

2 1. 1. 1 L a m i r r a c lPol a n oY s L la n á l i s i s
plilnoseilustraen lasfigurasz-i:. y 2l'3'lnvolucra.,t^lt::j:o:i?:**;Íltj;
L,lfarrrin¿Klo mavor queer
rectangurar conunancho
l;i,lillffiL.';:l;;:,:l':l:t;ffi iL...,Zn'oun,u,rsar
l¿tllltll¿rD ) lrr(rLq') se
entredos rodillos de maneraque su espesor
.- t^^ -^l:ll^- áo rvrqnefq ñile sll esDesor se

espesor.E* er r¿uninado plano,se presionael trabajo


llamadadrati:*
reclucea tllla canliclacl
d : tr - l.f
(2t.t)

inicial,pulg.(mm);?= espesor final'pulg (mm). El draft


croncre purg.(rn*); fr,= espesor
¿i= crraf't. reducción:
det "rpt'ot del materialinicial llamada
se expresaalgunasvecescotnoutrafracción
d (2t.2)
,:1,
de operaciones de larninado,la reducciónse toma
clontler.= rctl.cciri'. cua'clo se usa una serie
entreel espesororiginal'
diviclicla
cotll0 la sulnarle los aclelgazarnientos el anchodel materialde
usuaimente
Aclerrrírscrerecrucirel sspesor,er raminacloincrementa relaclones
y tiendea ser rnáspro'unciadocon bajas
trabiricr. E,sr.se ¡|a'la es¡tut.t.idt.,
1r¡r,.ondirrg). del mate-
asícor'o .on baioscoeficientes de fricción.Existela conservación
crrtrcarrcrl.y esr)esor.. al volumenque entra
rre t^r r'a'cr.a (rueer volume' de ilretalque saleclelos roclilloses igual
rial.
(c o t t s t a l t t et l c v o l t t t n e t l ) :
(2l.3)
l()tUt(rL,,: t.f w.f Lf

antes y después, pulg.(mm),Y LoY L¡.sonlas longitudes


ckrrrdelr'(,y lt'/ stltt los allchos del trabajo del materialantesy después
a rrte s1 ' c l e ,s p tt'¡ru (n rrrr)'De i gual fortna' l a u"to.i,ta¿volurnétrica
és lg

IN. del R' T'l


,,*,ccrucciri.tler eslles.r dcbid. a la larnin¿rciórr.
S ecci ónn21.1l Lami nado 451

Velocidaddel rodillo,v,
B = Radiodel rodillo

T-to
i
L = Longitud
de contacto
FIGU R A21.3 V i stal ateraldel
l ami nadopl anoi ndi candoe l espesor
antesy desPués, lasvelocidades de
trabajo,el ángulo de contacto con los
rodillosy otrascaracterísticas'

puedenrelacionarseantesy desPuésde la siguiente


debe ser la rnisrna,así que las velociclades
lnanera:
Uf lt.f
(21.4)
t¡tll)¡tUo: tf

y r/ son las velocidades


clollrler,¿r cleentraday salidaclelmaterialde trabajo'
de trabajoa lo largo de un arco de contacto
Los rodillos entranen contactocon el material velo-
radioR y su velocidadde rotacióntieneuna
clefinitlopor el ángulo0. cada r.clillo tieneun que la veloci-
ciclaclsuperficiul r,,..Estnvelclcitlad es nrayorque la velocidadde trabajovoy menor
cambiogradual en la velocidaddel
craarre s¿rrirr¿rr,¡,c-.r'. er fru.iocrerrretales continuo,hay un
un puntoa lo largodel arcodondela ve-
rrrateriarcretrab^i' e.tre rosrocliilos.sin crnbargo,existe deslizantiento'
fociclarlcleltrabajoigualala velociclad del rodilto.Estepuntose llamaputttode no
deslizamientos y fric-
tanrbiéncor.cicloco¡ror)unto tt¿:urt.o.A cuarquierladode estepunto,ocurren
cledeslizamiento entre los rodillos y el
ciíxr c.¡rrreel r.¿illo y el nrateriarde rrabaio.La canticlacl
puede.redirsepo, ,r-,.,liodel cleslizanúentolrucia adelante(forv'ar'dslip)' este
'raterial cletr.atra.io
térnlirltlse usae¡t latnitlaclo Y se defirleconto:
u.¡ - D, (2t.s)
ur

haci¿r aclelante, final del trabajo(salida)'pie/seg(m/seg);


r7 = velociclacl
rl.rrle.r = rlcslizarrric.to
(rrliseg)'
l', = \'clt)citlltltlcl rotlillo= pie/seg del materlal
[:l esr.ur:r.2. exper.irnertado
r.c¿rl por el trabajolaminadose basaen el espesor
antesv des¡rltés tlel lanlilla"lo'Erl formade ecuación'

u*lrrL (2t.6i)

er esfuerzode fluenciapromedioI/¡ apli-


cleterminar
Se ¡rtrctlcusarra creforrlació'rearpara
de la ecuación2O'2que
¡rlatro.Recordando
ett el larllillaclo
c a tl tttrl rl ta tc ri a lcletr.rrbiricr
Ke" (21.7)
Y{:l+rl
) r r e l t r a b a i od e m e t a l e s
(masivae
452 c a p í t U l c2
rl l D e f < t n n a c i < vi no l t t t ' r r é ¡ t r i c a

paracalcurarrasestimaciones de fuerzay poten-


El esfuer.zo de fluenciapromedioseráútil
cia en laminadtl ':rto de fricción,la fuerzade com-
coeficiente
._^-.¿^
pl'esettta^.- el
en or r.rrr
laminado cotrun cl(
se
La ll'icci(rll por resultadouna fuerzade
por estecoeficientede fricción)da
presióntle los r.otlillos,(nrultiplicada neutrola fuerzade fricción
entrel.s roclillos y el trabajo. En el laclode la entradadel punto
fricció,
t i e l t e u n a c l i r e c c i ó n ; e n e l o t r o l a d o , t i e n e l a d i r e c ,nuntra
c i ó n o pque
u e slat afuerza
. S i n eneta
mba jala a s d o saf u e r z a s n o s o
r g oel, ltrabajo
es mayor en la entrada, d
iguares.La fuerzacle fricción
Hay un límite parael máxi-
ros rocliilos. El larninado no seríaposiblesin estasdiferencias'
rravés cle dadopor
puecle alcanzar el lamirado planocon un coeficientede fricción'
.r, arafr p.sibre que
(21'8)
dn,í,*: PzR
y R = radio del rodillo' pulg
=
(/,,,ri* crr.r-t rrírxir'o, purg (r'nr); ¡t = coeficientede fricción
tr..ac podríaser cero y esto
irrdica,¡.'i..i ra fricción fueracero' el adelgazamiento
(r.r'). r-a ecuaci('
laminado'
haríainrposiblela operaciónde clevariosfactorescomo lubricación'
mate-
crepende
h,l coefrcienteclefricción el laminadoen
es alrededor de 0'1; en el
y temperatura,t. truu4o. En el raminadoen frío el valor
riar cretrabajo alrededorde
típico ., urrádedor cle 0.2; y en er larninadoen calientep es
trabajoen ribir. un álo," por una condiciónllamadaadheren'
en caliente secaracferizafrecuentemente
0.4 [ r 5l. Er larliraclo los rodillos sobreel arco de
ra superficie carie'te del materialde trabajose pegaa
r.i¿le' ra cuar paraaltatem-
ocurre frecuentemente en el laminadode acerosy aleaciones
contacto.Este.c.ndición ser tan alto como 0J ' La
ocune la aclherencia, el coeficientede fricción puede pueden
peratura. cu¿urdo del materialde trabajono se
cle la adherencia es que las capassuperficiales
corlsecuencia y debajode la superficiela deforma'
que la velocidaddel ro¿iiro v,';
mover a la mis'ra velocidad la aberturaentrelos rodillos'
más severa a fin cle permitir er pasode la p\ezaa travésde F requerida
ción es para realizarel laminado,la firctza
cle fricción suficiente
Dacloun coeficiente la presiónunitari¡
se puedecalcularintegrando
paranl¿ulteuer la separacióne'tre los dos rocrillos contactorodillo-trabajo'Esto st
(rnostro,ro .o''ro /, e. ra figura 21.3)robieel áreade
tre raminacr.
pttedeexprcsal'coltlo sigtte:
J r
Q1'9)
r;:tlt'f'rut
Jn
laminando'pul
larrtinaclg lb (N): n'= ancl'totlel materialde trabajoqueseestá
=
doncleIi ¡uerza cle y el tra
(MPa); y =longitud de contactoentreel rodillo
(rnrrr):¡l = presiótltle |¿tltriltaclo, tt,/pule, ,L uno a cadaladodel puntoneutr(
pulg (rru'). La i.tegraci(r,r ,-.,1r,iiedostérmi,rossepárados, L
b^io, son significativas'
ra presió, ,tel rnciigo a ro rargo¿. tu lfngitud de contacto y
La variaciones err en el punto neutro s
idea cle esta ua,liación. La piesiónalcanzavnmáximo
figura zr.4 crau'a la fricción' la presiónseincrt
racro creros pu'to, J. .nr.uday salida.Al aumetrtar
clesvarrece a cacla la fricciónel puntonet
rerativ. e'tre ros valoresde entraday salida'Al disminuir
r'erta ar r'írxi'lo en la direccióndr
la salicla a fi' clerrantener unu fu.rra netaquejale el material
tro secorrelracia en lugar c
cor.ru'ra un¡u rri..ión, el materialdé trabajopodríadeslizarse
raminacro. De otra forrna,
Pirsarentrelos roclillos' obterridospor la ecuación2l'9 conbase
¿lproxirr¿rciirn de los resultados
Sepucrre- calcul,,r urlir brechaentre k
experirneniu "r materialde üabajo en la
e' er esfuerz,o cre r-lue.cia ¡rr.onredi,, lu,
roclillos.E,sr.cs. (21.1(
F:Y¡,L
(MPa); el productowL
fluencia prornetrio la ecuaciónzr.7, enlb/pulg2
clortclef¡ = esluerzocle {e contactose puedeaproximar
c.'r¿rcto roclill'-trabajo,pulgi (mm2)' La longitud de
es el ítrea rle
:
rn c tl i ¿ tl tte
( 2 1 .l1)

I*.--
S ecci ón21.1l Lami nado 453

Presiónpico
A
/'\
lrde nodeslizamiento
I
I
I
I F I G U R A2 1 . 4 V a r i a c i o n etsí P i r : a s
I
cle presión a lo largo de la longitud
?lg":'*-9.9''fdo de contacto en el laminado Plano'
L a p r e s i ó np i c o s e l o c a l i z ae n e l
lr
punto neutro. El área bajo la curva, il
ii

l''--_-|
Entrada Salida
representadapor la integraciónde la
ecuación 21.29, es la fuerza de
lanrinaciónF.
i
i,
rl
I

lir
t

I
I
que lafuetza ejercidapor 0
E,fr'onre.to de torsiónen laminaclose puedeestimarsuponiendo r
y con un brazode palancade la if
I.s roclillosse centraen el trabajo,conformepasaentreellos actúa r{
el momentode torsiónparacadarodillo es:
nritaclclela longituclclecontacto L. Entonces,
ttl

;,$

T _O.5FL
(2r.r2) i¿1,
$
irl.,
y la
La potenciarec¡uericla para rnovercadarodillo es el productodel momentode torsión
= de rotacióndel rodillo' Así'
velociclacla¡gular.La velocidadarrgulares 2nN,dondeN velocidad
la ecuación2l.l2porel momentode torsiónen
¡raracadaroclilloesznÑr.Al sustituir
frr¡r.terrcia
er valor,dadoque un molino de laminadoposeedos
est. expr.esiti,parara pore.cia,y al crupricar
otlteltclttos
roclillos. expresión'
la sigttiente
P:2nNFL
(2t.t3)

p = porerciapulg-lb/rnin1Us);N = velocidadde rotaciónrev /min (l/seg);F = fuerzade la-


clorrrfe
nlinaclo,lb (N): L = lollgittlcl pulg (m)'
de colltacto,

EfEMPLO12.1 LaminadoPlano
a travésde un molinolaminador
una tira con r.illancho clel2pulg y 1.0pulg de espesorsealimenta
unn.El espesor
¿c ¿.s r.tlillrs rlc l0 ¡rulgdeiaclioc¡rclo elematerialde trabajosereducea 0'875pulg
una curvade fluencladeflnl-
e, u. p¿rso. a ..a velocidaclcle50 rev/min.El materialcletrabajotiene
de fricción entrelos rodillosy el
clirpor K = 40000lb/pulgt y ¡r = 0.15,se asumeque el coeficiente
pararealizarlaoperación de laminado'Si es
trabajoes 0.12.Detemlinesi la fricciónes suficiente
así.calculela t'erza clelaminaclo, el momentode torsióny la potenciaen caballosde fuerza'
es:
sofución: [_¿r reclucción or et,aft) que se intentaen estaoperaciónde laminado
clelespes

d - 1 . 0- 0 . 8 7 5- 0 . 1 2 5P u l g
dadoes:
2l .g. cl draft rnírxinloposibleparael coeficienteclefricción
I)c l. ccu¿rcirirr
: (0.I 2)2( lo) : 0' 144¡rulg
(/,,,,i*

b---
de metales
volttmétrica(trlasiva)en el trabajo
Cauíttrltr21 I Defrtrrnac'iírn
454
que se pretende'es posiblela
corno el adelgaz.amiento permisiblemáximo excedela reducción
para calcularla fuerzadelaminadonecesitamos la longitudde contactoL
operaciri' de la*inaclo. 2l'll'
y¡.Lalongitud clecontactoestádadapor la ecuación
y el esfuerzoclefluerrciapror'edio

L:e @:l'llSpulg
real:
)'7se cletermiltapor la deforrnación

e - r" n0.87.5
ll:0.r34
r5
- 25 7zg rblpure2
T r :4-0,000Í0j134)0

[-al.tlerz,¿rt|cIarlrirlaclosec|eternrinaporlaecuación2|,|o
: 184lb
F - 25 72g(l2)(I ' l l8) 345
2l'12:
de torsiónrecluericropara mover cadarodilloestádadoporla ecuación
Er rrt-rne¡rto
- 958pulg-lb
r : 0.5(345184)(I ' l l8) 192
seobfienede la ecuación 2l '13:
Y lirpotencia
- t z l 238 997pulg-lbimin
P - 2 r ( 5 0 ) ( 3 4|58 4 ) ( l ' I 1 8 )
= 000pulg-lb/min)'
Convirtientloestoa caballosdefuerza(uncaballode fuerza 396

l2l '238'997Pule-lb/min -
1.-
np: #':3o6hl I

y potenciasparael lami-
que se requierengrandesfuerzas
E' esteejer'pro se puecreobservar reclucirsela fuerzay la
i's¡rección cre ras ecuacio'es zr.r0 y z¡J 3 indica que pueclen
rracr..[_a los siguientesmedios:
rar'i'ar u*¿ttira cre a.crr. y materialdados,pn"uutquiera cle
¡rrte'cia p'ra en frío parareducirla resistencia
y el endure-
r ) 'so clerar'irr¿rdo e' carienteen rugaráe raminado del clraften cada paso'3)
cir.ierr. ¡rrr trefor.r'aci(rn (K y ¡r) dlr rnate'iarcletrabajo,2) reducción
velocidaclde laminaciónN para
rrc u. ,reror radi' *,r .i rodilroR; y 4) utiliza'clomenor
utirizació,
retlttcirla Poterrcia'

2 1. 1. 2 L a m i n a d od e ¡ l e r f i l e s
contornoen la sección
de perfiles,el rlaterial de trabajosedeformaparagenerarun como
En el lanrinaclo incluyenperfilesde construcclon
productos hechos por este práceclimiento
trarsversal.L.s y cuadradas'así
purivías de ferrocarrily banas redondas
vigas e' r. e' [. y canalesen u; rieles el material trtbnjo a travén
tle
(r,éase la figura 2r,2.).Et fro..*o se realizapasarrdo
co.ro varill^s
la fornradeseada'
de roclillOs que tienerrirnffesoel reversode aplicables al
ros pri.cipios que ,. upti.un en el larninadopla'to son también
La r'iryoría cle inicial' de forma
forrnadores sonmás.olfti'u¿os; y el material
larrinatrode perfiles.Los rocrillos trauéscle variosrodillos paraalcanzar
cuadracla, requiere una transformacióngraclualu rodillos
trstr¿rr'rerrte correspondientes
Er
r-irral. criseño de la secuencia clelas formasi.tennediasy los de
la secció, uniforme a través
de p,scs crercu,ittct.i(ttt.su nretaes lograruna deformación
se 'ar'a diseñ, reducen
ciertasporcionesde trabajose
l¿tsseccirrrestr.nsversares clecaclareclucció'.De otra forrna cleuna reduc-
La consecuencias
r¡ue.tr..s. c¿*rsarrrrou'a rl¿ryorero'gaci(1.en estasseccioltes' rodillos
,riis clelprocluctolam.inaclo'se utilizan
agrietarniento
cir.r''. urirbr.rre¡*rerre.serr.rcerlrru,,i del material de trabajo
,,,-,,r'r..jucciónconsistente
rr.r.iz.'talesv verricalespar. rogro,
S ecci ón21' 1 l Lami nado 455

2 1. 1. 3 M o li n o sl a r ni n a d c l r e s
una variedadde apli-
Se disponecrevariasconfiguraciones clemolinosclelaminaciónque manejan
El molinode larninaciónbásicocon-
caci'nesy problermas réc'icosen rosprocesosde laminación.
el cual semues-
molinode laminaciónde dosrodillos'
sistec' tlosroclillrs.puestosy secle'omina quevande 2'0 a 4'5
rodillosen estosmolinostienendiárnetros
tr.aen lasfiguras2l .5 v 21.6tí1.Los En el molino
roclillospuedeserreversibleo no reversible'
pies(0.6 ^ 1.4'r). La co.figuracióndos pasa a travésdel
direccióny el trabajosiempre
los r.clillosgiransiempree* la misrna
tr()t.(,t,(,t.,si¡1¿, de ma-
ambasdirecciones'
r'isrl, latlo.El ntolittt¡reyersil-tleperrnitela rotaciónde los roclillosen
permiteuna seriede reduc-
travésclecualquierdirección'Esto
,era qre el rrabaiopuetlepasara el trabajovarias
de rodillos,pasandosimplemente
ci'res q.e se hace' a travésclelrnisrnoiuego es momentoangu-
reversible el
de la configuración
vecesclesde ¡irecciores,puestas.La .t.ru.,riuja asociados a la
debiclo a la rotació. clegr,,ná", rodillos,! tot problemastécnicos
l.r sigrrificativ,
reversitril detresrodi-
En la configuración
arrernarivos.
lJil[lji'];.f:il,r,ron arregros
argunos de cada
de rotación
en una colunrnaverticaly la dirección
//rr,s.{igur.a2 | .6(b).hay tres roclillos se puede pasarel materialde
si' ca.lbio. paralogr¿lruna serieclereclucciones
roclir. perrarece la tira despuésde cadapaso'El equipoen
seaerevanclo o bajanclo
trabaioe' cua¡¡'ier clirecciór,yn

FIGLIRA 2 I . 5 [ ' l t rr r l o l i r r t r
en
¡ r a r al a n t i t r a c l ¡ol l a t t o
caliente, Placa l a c l e a cero
s e v e c o l l l ( l t t t l at i r a
b r i l l a r r t e( l t l e s e e x t i e t r r l e
c l i a g o n a l t n t ' t lrt leers c l el a
" r q ú i n n i t r f c r i o ri z t ¡ L r i e r c l a
(cortesí¿cle Bethleherrl
SteelCtlrnlratrY).

k
456 21 I Defonnación volurnétrica(nlasiva)en el trabaio de metales
(_a¡rítul0o

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( V7 o +
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(b) (c)

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.o)l o (e)
(d)
( a ) d o s r o d i l l o s ,( b ) t r e s r o d i l l o s ,
F l c u R A 2 1 . 6 V a r i a sc o r r f i g u r a c i o r r edse m o l i n o s d e l a m i n a c i ó n :
( c ) c u a t r o r o c l i l l o s(, c l )l n o l i n o e n c o n j u n t o y ( e ) m o l i n o d e r o d i l l o se n t á n d e m '

al mecanismoelevadorque se necesi-
un r'olino de tres roclillosse vuelvemás complicadodebido
ta paraelevaro bajar el materialde trabajo'
cor'o indicanlas ecuaciones segananalgunasventajasal reducirel diámetrode los
anteriores,
reducecon un menorradiode los ro-
roclillos.La longitudclecontactoentrelos rodillosy el trabajose
torsión,y menorpotencia'En los moli-
dillos y estoconclucea fuerzasmásbajas,menormomentode
parahacercontactocon el trabajoy
tns de .uatro rodillos se usandos rodillos de diámetromenor
21.6(c).Debido a las altasfuerzas
dos rodil¡rs cletrásco'-rorespaldo,corno se muestraen la figura
con el pasode la laminación'si
de lanrinado,los rodillos rrnor., podríandesviarseelásticamente
Otra configuraciónque permite
,' lirer.aprr los rotlillos r¡ás grandes,te respaldoque los soportan.
o racinto,figura 2l '6 (d)'
el us' tle roclillosmenore,.oñt.u el trabajoes el molino en coniunto
para lograr altasvelocidadesde rendimientoen los productosestándarse usafrecuentemente
una seriede bastidoresde rodillos'
un ttt,litt, clerodillos tátrclent.Esfaconfiguraciónconsisteen
tresbastidoresen nuestrodiagrama,
corno se apreciaen la figura zl.6(e).Aunquesólo se muestran
de rodillos, y cadauno realiza una
un rnolino laminadoren tándempuedetenerocho o diezpares
de trabajoque pasaentreellos'
reclucció'e' el espesoro un refinamientoen la forma del material
significativoel problemade sin-
A caclapasode larninaciónse incrementala velocidadhaciendo
cronizarlas velocidades de los rodillosen cadaetapa.
modernosse utilizancon frecuenciaen operaciones de coladacon-
Los ,lolinos en tándem
tinua (secciirn1.2.2,).Estasinstalaciones logranun alto gradode continuidaden los proeesosque
il;rr'r;;"i;r materiasprimasinicialesen :productos finales'Las ventajas t ^^ .,^-+^iaa

i';;dil;;"';;;
59 lgt.ltllLlvlr ['(¡¡ - ^- r^^ :-^+^l^^i^-oc rr f iprnnn(

incluyen:eliminación delespact""i
de ftrsasclerecalentado'reducción
lllvlL¡JUl¡. vr ¡rrrrtr¡
11t^11':lt::":t::T:1T:para
traducenen beneficioseconómicos
de nranutircturamás cortos. Estas ventajastécnicasse
y la laminación'
aquellost¡olinos que puedenrealizarla coladacontinua

2 1, 1. 4 O t r a so p e r a c i o n edse l a m ¡ n a d o
Algu¡os 9tr9sprocesoscledeÍorrn¿tciirn volumétricausanrodillos para formar las partesde traba-
de engranes y
.io,esrasoperacignes incluyenlautilladocleatrillos,laminadode cuerdas,laminado
perlbratltlcleroclillos.
S e c c i ó n2 1 . 1l L a m i n a d o 457

Rodillo loco

Rodillo
principal
Rodillos de borde - Alimentación

(2)
(1)

r l e s p e s o re i n c r e m e n t a sr u d i á m e t r o :
. i l r i i l Oqsu e s e L r s ar ) a r ar e c r u c i e
n c t J * ^ 2 r . z I a n r i n ¡ r i r i r rr r e ¿
( | ) i n i r i o y ( 2 ) ¡ l r o t ' e ' stoc ' r t t l i t l a d o '

es un procesode deformaciónquelaminalas
Laminaclode anillos E,llaminadode anillos
de paredestnás delgadas,pero de un diámetro
parerresg*lesas cle un anillo para obteneranillos se
conforme el anillo de paredesgruesas
n.rayor. L:r figura 2r.7 irustrael procesoantesy despues. El laminado de
qu. el diárnetrodel anillo se agrande'
se alarg.,ocasionando
crr''rirrrc, cl ,raler.i¿rl
en calienteparaanillosgrandesy en procesos
¿rnillosse aplicausralnrenteen procesosde traba;o
de trabajoen f'río¡laraanillospequeños' de bolasy rodi-
collarespararodamientos
[.as aplicaci''es.le la'rinaio de anillosincluyen y
y cinchos para tubos, recipientesa presión
llos. lra.tas de acero para ruerrascle ferrocarril rectangulares' el proceso
secciones
nráquinasrotaror.i¿rs. Las paredesde los anillosno ,, limitan a
de anillos sobre otros
Las ventajasdel laminado
perrnitela lami'ació' cleformasr'ás c'ornplejas. ideal de
ahono de materiasprimas,la orientación
'rétoclosparafabricarlas rnisrnaspartessón:"el
a travésdel trabajoen frío'
los -era¡'spat'ala aplicacióny el enclurecimiento

se usaparaformar cuerdasen partescilín-


Laminado de cuerdas El lanrinadode cuerdas parapro-
Es el procesocomercialmás importante
tlricas'rediarte s, lanrinaciónentreclosdados.
(pernosy tornillos,por ejemplo)'El proceso
.ucción r,asiv¿r rle cornpo'e'tescon cuerdasexternas de lamina-
las operaciones
c.*periclor es el r'atluirraclo tle cue*las(sección25.1.2).La mayoríade
cuerdas'Estas
fr'ío utilizandomáquinaslaminadorasde
rl., de cuerclasse realiza' por trabajoe. los
est¿i,et¡'ipadas.on d¿rdos especiales que determinanel tamañoy forma de la cuerda'
r.iíc¡uirras eutre sí' como se ilustraen
se rnuevenalternativalnente
aarl.s s.rr rlc ¡.s ri'os: l) daclos¡rlanosque de larninado'
qu, giran relativamente entresi paralograrla acción
la {.igura2 | .g: 2) rlartosreclonclos.

( l ) i r l i c i , c l e lc i c ' l t ly ( 2 ) f i n d e l c i c l o '
'(,URA ,ll.fl l ¡ r r i r r . r r k r k ' r ' t r t ' r r l . r s. r r r l , r r l ' . ¡ r l a t t r s :

Parteterminada
F o r n r ai n i c i a l

Dado móvil
458 Capítu|o')1lDet<nrraciónvo|trtnétrica(rnasiva)eneltrabajodemetales

I -*- Fuerzade comPresión

\)' C i l i n d roi n i ci al
Y
Esfuerzostensores

\
\- 1u5eterminado

(a) de la parte
t : s f t l e r z o i
s t l t e r t r < ys' ( l e ' l a c a v i c l a cpJo r c o r n p r e s i ó n
l
t l c
t l e r o t l i l l o s :( ' t ) í o r t l r ' r t i o t r p a r a p r o d u c i rt u b o s i n
costura'
F l C r U R A2 l . g l ' e r f o r ¿ r t - i ó r l c r * r a r n i n a c i ó nM a n n e s m a r n
'
c r e m
r < l r i n '
c i r í r r c r r i cya ( b ) c r i s p o s i c i ó r r

de cuerdi:p::1::":::
en el laminado
prorlucciórr
cle il:J tXtlll;il
vel.cidacles
L.as L;l;;?,ffiJ':i'tT :l
if;'T:;"J"'1I mej'ru'i
:[l:i'l:lllil'T:ilJ:::k;:u'
:xl^ 2) .u.r.ro, ru.rt.,
,r-,?, ¿ói¿o al endurecimientopor
trabajo' 3) superfi-
por compresiónque se
lización clelrnareriar, la fatiga debido a los esfuerzos
resistencia a
cies nráslisas,4) rnejor
introclucenclur¿tnte el larninado'
produceciertosengranes'
Éste es ," de fonnado en frío que
Laminacrode engranes. el laminado
r:,.:roá..sto' productos'La'instalación'para
importante usuario deformaciónde los
La incrustria¿tutor'otrizes un qul lu, "u'utrt'i'ticas de
¿. cuerdas, .xc"pto
es sirrilar ar larni'aáo de engranesheli-
creengrarres ^ .;;; (á u un ánguloen el caso
paralel^nrente lalrlinadode engranes
cirintlroso rrisc.s se orie't¿rn
coicrales).err rugar.clera .rpiroi',ül
ranlinaclo .re .u"rdas' Las vJntajasdel
rdas ro-
ve
:artas
paracr
--{o,,, asü i ;",::ri::":-.,1;'."ffi
;' l*:l* l'x* T:Tiffi
lllefor rei
tlc protlttcción'
ciclades
hacertubos
especializa¡Jocle trabajoen calientepara
Es un proceso los proce-
perforaclo cle roclillos
roclillosopuestos y por tantose agrupaentre
gr.ues"r.ti,,,ro a:, sobresu
sin c.stur.aar] ¡.rarerles el principio que ul.ro"'p'imir un.tultd:,ttlíndrico
se üor,,.n en su centro'Si
s.s clelarri'aclo.Er pr.oceso " dt'u"oilun altosesfuerzos-':":::::n
la ngu,o zi.9(a), en
circunferercia.corrloer Esteprincipiose aprovecha
alt¿rse ronru urragrietainterna'
ra c.rrrpresiti'es l. suf.iciente¡rente 21'8(b)'Los esfuerzos
ia clisposición qu' '" muestratn tu figura en
,.,-,..tin'i.
cr pcrrir.i.ro,te rocriilos cuyos ejes se orientan
ruur. er to;ho citir',¿ricopor clos-roclillos' la rotación tiende
.e c'rrr'rresi(' se a¡rlican tocho'de estamanera
(airedecror cle6o) con respe.;;ir¡r tttt y acabadode
pequeir.sá,.,g,,1,r, un ,.onáru ," "n.urgu o"r"i"i'"111::,:*"oo p,oceso
a jalar.cltrc:l* a rravés
clelos roclillos. t'otatoriode tultos y
p.r rn n..ion. Se usan roi'iirn',inos ¡:re,fot'aclo
ra ¡rerf,oracit'rcrcacla
Manncsttl¿t,I,¡[]araestiroperacióllerrlafabricaciórldetubos.

2 1. 2 FORJADo
Ett,,rju,to i: ] 'ffi'o
'r':9kl::lli:::':::::*:XiiljjllfilJ;:'r:*ff1'#,!itüiü[ii
cs.,,p,oceso il?Ji;.
i ;"'i :H
ll, ;[..';lffi
:li: i'llffi i
rjr./(/'.,r'\"
clltltts. ttsalrtltl itrll-racto
o preslon nm'lffi la actuali- rJo¡q vr-- -'
grildttal para tortnar ta P¿tlre'
l rtit'orica2l'2)'En
a'c' (véase i:ü 1:.:rlli
la noo tr":;*
1|:i',.;
^ñr 5000
),scrc-r,.rrrn,,;;;;i
rrc,..rt:rures
,urirtrtr
21.2lForjado
Sección 459

se hacenuna variedadde com-


daclel f orjacloes un procesoindustrialimportantemedianteel cual
y otrasaplicaciones' Estos
ponentestle alta resiitenciaparaautomóviles,vehículosaeroespaciales
interna, engranes'
cor"rporertes ircl¡yen flechasy barrasde conexiónparamotoresde combustión
paraaviacióny partesparaturbinas y motores a propulsión' Además'las
conlponeilres esrr-r.rctur¿rles
usanel forjadoparafijar la forma básica de grandes
inc¡rstriasrlel aceroy cleotrosnletálicoslrírsicos
y dimensiones definitivas'
corlrpo.ertesq.c ruegose rrac¡ui'a' pararograrsu forma final

Nota histórica 21.2


Foritttlo
ñ
escri tosde l a razahuman a,
E | ¡rro re s oc l e fo ri a d o s e remonta a l os pri meros regi stros
que el fori ado era usado en el anti guo E gi pt o'
h a c e c e rc ad e 7 0 0 0a ñ o s H ay evi denci asde
y o t r o s i m p l e m e n t o sE ' n esos
G r e c i a p e r s i a ,C h i n a y f a p ó n p a r a h a c e r a r m a s ,i o y e r í a
tenía en al ta esti ma'
ti e n r¡-rc -rsa lo , s a rte s a n o se n el arte de l a fori a se l es
pracas de pi edra rabrada como dados de i mpresi ónen el
E,.,ra a n ti g u a C re ta s e u saban
n ra rti i l a c roc re ro ro y ra p ra ta ,arrecrecror de ró00 a C . E sto evol uci onóa l a fabri caci ónde
a ' C E n R o m a s e u s a r o nd a d o sd e
r n o n e d a sp o r L l np r o c e s os i m i l a r h a c i ae l a ñ o 8 0 0
E l n e g o c i od e l a h e r r e r í ap e r m a n e c i ó
i r n p r e s i ó nm á s c o m p l i c a c l o ps o r e l a ñ o 2 0 0 d . c .
e l m a r t i n e t ed e f o r i ac o n p i s ó n g u i a d oa
r e r a t i v a r ' e r t es r n c a m b i o sh a s t aq u e s e i n t r o d u j o
prácti cade ra fori a a l a era i ndustri al '
fi n e s c l e rs i g ro x * r, E s te c re sarroi l otrai o ra

una manerade clasificarlas operaciones de


El firrjaclosc llevaa cabode diversasrnaneras"
de las operacionesde forja se realizanen
for.jaes rrecliartela ter'peraturacletrabajo.La mayoría
dadala deformaciónque
c¿rlierrtc(¡rorarribay por clebajoclela temperaturud. recristalización),
y la necesiclad e incrementar
clereclucirla resistencia la ductilidaddel metalde
tler'arrcla el ¡rroceso
muy común paraciertosproductos'La ven-
trabai'. sin erlhargo.el f'r-iacloen frío tambiénes
componenteque resultadel endurecimien-
ta.iatrer f .r.jirtroerr fr-íoes ra 'rayor resistenciadel
to ptlr tlefill'lltitcitilt.
por irrpactoo en forma graclual. La diferenciadependemás
E. cl firriatl, seaplicala pr.esi(rn
en la tecnologíade los procesos. una máquinade forjado
der ti¡rorreeq'ip' que clerascriferercias
mientrasla que aplicapresióngradualse
que aplicacargascleirnpactose llama nrartinetede foija,
llatn¿t pt'etlsa de loriatlo. el
otr.a dif'er.erci¿r errtrelas operaciones cleforiacloes el grado en que los dadosrestringen
de forjado:
l-lu¡o¿eI 'ret¿rlrle tr.atrajo. Atentlienclo a estaclasificaciónhay trestiposde operaciones
y c) furjadosin rebaba.Los diagramasde
¿r)firri¿ur.c' tr¿rtr.irrricrt..rr) fir{.d'en dacroirnpresor
altiertoel tratrajoseeomprime
o,r¿laclo
c.st()srf.csti'.s sc 'rcscrrtanen ln liguro2l.l0, En'elfot'iridn en unadirec-
perrnitie'crc,que-elmetalfluyasin restricciones
e,tre doscrados 'r^'.s (' casipran,Js), íntpresor, superficies
las
ciri, larer.alc.. r.cspecto a las superficiesdel dado.bn .l .foriadoen dado
irnparteal tnaterialde trabajodurantela compre-
cleltlacltrc.rlrie,c' .m¿rfonna o inrpresiónque se una parte del
siti.. r.estr.ingie'do signiflcativarreirte el ni¡o de metar.En este tipo de operación
como Semuestraen la figura. La
lrleta| 1-|tt1,gltrítsal|ír tiel clacloirnpresorformando unat.ebaba, res-
más tarde.En el foriado sinrebaba,el dado
r.ehaba es ., excesode metal que cleberecortarse
rebabaexcedente'
tringecornpletunlente cletrabaJodentroclela cavidady l1oseproduce
el rnateri¿rl
para que igualeal volumende
F-srrcccsur.i. c.¡ltr.'l¿rr el volur'er clela piezairricial
cstrecharrrc-rrte
pequeño, no llenarála cavi-
cletrabaioes cleltrasiaclo
la cavirliltltlel tlackr.si el vt)luillentlc-lnlaterial ;
{¿rrltk l lttolcle:si es clertlasilttltl puecledañaral dadoo a la prensa'
grttttcle I

i'i
i
de metales
volutnétric.a(nrasiva)etl el trabaio
Capíttrl021 I Def<tn.tlaci(rtr
460

DadosuPerior

Pieza de trabaio
l-' Punzón

Dado inferior(estacionario)
Pieza de trabaio
(a)

DadosuPerlor
l',' Piezade trabaio
Dado (

Flebaba
Dado inferior(estacionario)

(a)
fo r.i i
a ru strados de secci óntransversal : fori ado
por di agramas
21. 10 T r e sti p rs d e o p e ra < -i c
ó re
rr
FTGuRA
impresory (c)forjaclosin rebaba'
en clacloabierto,(tr)forjaclocon claclo

2 1. 2 . 1 F o r i a d oe n d a d o a b i e r t o
atrierto
entlaclo
clcforjaclo encomprtTJ:"il:t;ff
consiste
El casornírssirnple delacompresión'Estaoperación derorja-
:;;tt::tTt;i'[il-
unensavo
a
:l :il:l'il::;:':,t..fi,1:l'',ilf'1.n,.¡unre raartura trahaio e
d e l trabajo
, l r r r r ; ¡der i n c r e m e n t a stt
e incremenra stt
:::lT:i[: :ili:; ii,:lill;,i,',":;;,';;;;';;,n-,u,ot.o'',reduce
tro.
rliírnte
lleva a cabobajo
foriado en dado abierto si el forjadoen dado abiertose
Anárisis der deformación
rupTficie del dado,ocurreuna
conclici''es icreales. si'fricción entreer trabajol Lu como se en
representa
a lo largo de su altura
rrornogénea y er flujo racriarcrenrateriares uniforme el material duranteel
l. Bajo concliciones er esfuerzo rearque experimenta
icreares,
la figur* 21.l
proceso.se ¡rttetledeterllrtttar por:

,:nl Ql'14)

pulg lt =altura un puntointermetlioen el proceso


tlel trabajo, t*iil J *
clrr'cle/¡,,= altu'a irici¿rl alcanzasu
ptrlg(r'rrr).r\l f i ' a l c r e l a c ¿ r r r e r a c l e c o ' r p r e s i ó n , / , = r u v a l o r f i n a l / r ¡ y e l e s f u e r zoreal
rnítxilllo valtlr. -r -.^^^r^^,rn eo puede
se obtenerla
nreae obtener la fuerzarequerid
requerloa
ra fuerza para ejecutar el recalcacro.
Se puecree stirr¿u. el áreaco-
o ,,,.,n artura clada /r clura'teel p'ott'tl' mtrltiplica'do
para c.'ti.uar. ra c.r'pr.esió'
rrespondieltteclelaseccióntrallsvet.salporelesfuerzodefluencia:
(21'15)
f :Y1A

c l c l t l t l c / ; . = | . t l c r z a , l l r ( N ) ; z l = í t r e a c l e l apor l e | a p a (tvtpa)
s e c c i ó n t r ¿ r n s v e r s a l ctuTpulg2 g 2área
r t e , p u' lEl (mm A2 ) ; Y / = e
ar esfuerzo dacro la ecuación2l^'14'tn
tle frtrcnciac.r.r.espo'criente
Sección21.2 lForjado 461

l-' l"

(1) \¿)

cle trabajo cilíndrica bajo condicionesidealesen una


Fl(;uRA 21 .11 Def'rnraciórr homogéneacJeuna parte
con la parte de trabajo a su altura y diámetro
'¡reracirin rle f.rjaclo en daclo abiertc¡:(1) inicio clel proceso
p a r c i a ly ( 3 ) t a m a ñ o f i n a l '
o r i g i r . r a l e (s2. ) c o r n ¡ r r e s i ó n

fluencia
se ircrenre'ta continual-nente al reducirsela alturadurantela operación.El esfuerzode
clelendurecimiento por trabajo,excepto cuando el metal
r¡ se increrre'ta tanrbiéncornoresultaclo por
endurecimiento
es perfectamente plástico(trabajoen caliente).En estecaso,el exponentede
esfuerzode fluenciadel metal Y'La
deformaciónr¡ = 0, y el esfuerzode fluencia Y¡iguala al
forjado dondeel áreay el esfuerzode
fuerzaalcanzaun valor máximo al final de la.u.r.ru de
fluenciallegana su valor másalto'
Una ope'aciónrealde recalcadono ocurreexactamente como se muestraen la figura2l'll'
de los dados.E'stocreaun efec-
clebid' a que la fricciónse oponeal flujo de metalen la superficie
en formade barril,llamadoabarrilamiento, que se muestraen la figura2l'12'
to cfeabultamiento
el abanilamientoes más pronunciado'
Cuanclose realizaun trabajoen calientecon dadosfríos,
del trabajoen calientey 2) la trans-
Esto se tlebea: l) un coeficientede fricción más alto, típico
lo cual enfría el metal y aumentasu
fere'cia clecalor en la superficieclelclacloy sus cercanías,
en medio de la partey fluye más
resistenciaa l¿rrlcfornración.El rnetalrnáscalientese encuentra
al aumentarla relación
f¿icilrnenteque el nretalrnásfrío de los extremos.El efecto se acentúa
áreadecontactoen la interfasedado-
entreel rlilir'etrr y la alturade la parte,debidoa la mayor
trabaio.

parte cle trabajo en forjado en dado abierto mostrando


FlcuRA 2i.1) t)eformación cilínclricareal de una
d e f o r m a c i ó np a r c i a ly ( 3 ) f o r m a f i n a l '
r - r na b a r r i l a n r i e r r t¡,r r o n u n c i a c l o( :1 ) i n i c i o d e l p r o c e s o , ( 2 )

l'.' l-'
-T-
lht
Y

*
462 (masiva)en el trabaio de metales
Catrítulo )1 I Deloffnacirinvolr-rmétrica

qutela pronosticada
Toclosestosfactoresoriginanque la fuerzaderecalcadoseamás grande
aplicarun factorcleformaa la ecuación2l.l5 paraaproxirnar los
por la ecuaciónzl.l5. podernos
efectosclela fl'iccrió¡1'la relaciónentreel diámetroy la altura:

[' - K¡Y¡A (2t,16)

K¡es el factorde forma


c f o n c l e[r,l ' fy A ti e n e l l l a s n ti stnascl efi l l i ci onesque en la ecuación2l.l5;
del tirrjaclo,tlefilrido colllo:

Kf: | +9I# (zt.t7)

de trabajoo cualquierdimensiónque
dclrrfe ¡t = coel'icientccle fricciót"t;D = diámetro de la parte
(mm); y tt -- alturade la Parte,Pulg (mm).
represerrtela longituclclecotltacto con la superficie,pulg

O: 2'1.2
ETEMPL Foriadoen dado abierto
en forja. Lapieza inicial tiene
urra partecletrabajocilíndricase sujetaa una operaciónde recalcado
su altura reducea 1.5pulg.El mate-
se
3.0 pulg clealturay z.}pulg de diámetro.En la operación,
= 000 lb/pulg' y n = 0.17'Asuma un
rial cletrirbajotieneuna curvade fluenciadefinida porK 50
proceso'a alturasintermediasde
coeflcienteclefriccióncle0.1.I)eterminela fuerzaul".p.rarel
2.5 pulg y 2.0 pulg,y a la alturafinal de l'5 pulg'
= 9'426pulg3'En el momentoen que hacecon-
clela piezal/ = 3'0 (n 2214)
Sofución: Vtrltrtllerl
= principiode la fluencia,ft es ligeramente
tactoco' el daclosuperior,lt = 3.0 y la fuerzaF 0. Al
es:
nrenorque 3.0 pulg, y asurninrosque ra deformación= 0.002,en la cual el esfuerzode fluencia

Yt : K{ :50.000(0'002)0'r7: l 7'384 lb/pulg2

cs t.¿¿rvíaa¡rrsxir¡aclamente
Irf rfiírrrerr() D -2.0 pulg.,y el írreaA = 3.l42pulgz' Paraestascondi-
K¡ se calctllacoll"lo
ciottcseI tirctol'dc a.itrste

K f: l + 0 . 4 ( o t ) # - t - o 2 7

I-a fuerzade forjado es


F - 1.021(17 : 56'077lb
,384)(3'l4Z)
A unah - 2.5 Pttl-e,
3.0
6 : frr|, - hr(1.2):0.ltt23
" -
Yt :-s0.000(0.1823)0 37'438lb/pulgz
el abarrilamiento'
Si suponettlostll'l volttlnett constantey clespreciamos

o :ry - 3'77
Puls2y D-2.I9pulg
I tq
Kt: I+0.4(0't);f: l'035
f * 1 . 0 3 5 ( 3 7 , 4 3(83)' 1 7 \: ' 0 2l b
1 4 61
g94 lb; y a unaft = 1.5pulg,F =317 500 lb' La curva
¿l.r^ rt -z.}purg, ri =zl r
De igu.r .rarer¿r. r
de esteejemplo'
de la figura 21.13se construyócon los valores
vers.scar-rer-ír
crar.g¿r
S ecci ón21.2 l Fori ado 463

_o
300
o
O
g, 250
o
lJ
S 2oo

o)
: 150
U
c)
:f
rr 100

50
F I G U R A 2 1 . 1 3 F u e r z ad e r e c a l c a d o
e n f u n c i ó n d e l a a l t u r ah Y d e l a
2.0 1.5 h
reducción de altura h6h). A esta
I | g r á f i c as e l e l l a m a a l g u n a sv e c e s
L----l- >
05 1.0 1 . 5 (ho- hl curva car8,a-carrera.

práctica del forjado en dado abierto El forjadocalienteen dadoabiertoes un proceso


inc¡rstrialirrrportarrte. Las funnasgeneraclas por operaciones en dadoabiertosonsimples,comofle-
chas.cliscosy anillos.Los dadosen algunasaplicaciones tienensuperficiescon ligeroscontornos
debemanipularse frecuentemente (girán-
que ayuclalr a f,onlrarel nlaterialde trabajo.Éste,adernás,
paraefectuarlos cambioscleforma requeridos. La habilidaddel
cl.lo en catlap¿lso,¡ror.ejernplo)
Un ejemplo de forjadoen dado
operaclores u¡ factor i,.,rportante iara el éxito cleestasoperaciotres.
para convertirlosen
abiert. elr la inclustriaclelaceroes el formado clegrandeslingotescuadrados
que
seccio'esredonclas. Las operacionestle forja en dado abiertoproducenformasrudimentarias
pararefinarlas partesa sus dimensiones y geometría final' Una
necesitanoperaciones posteriores
contribuci(rn ir¡portanteclel forjado en calienteen dadoabiertoes la creaciónde un flujo de granos
y de unaeslr¡ciul'artletalúl'gica favorables en el metal.
relacionadas y
I-asoperacirnesclasiflcaclas en la categoríacleclacloabiertoson operaciones
como se ilustran en la
puederrr.ealizarsc con dadosconvexos,con dadoscóncavosy por secciones,
que se utiliza parareducir
I'igtrr.a 2l.l4.f:l litr.iart()(.(tt dadtts(otn,e.\oses una operacióncleforja
la seccitilrtralrsvcl.sfll y,l"edistritruir elr una partede trabajo,como preparaci6nparaopera-
el ltret¿rl
convexas'Las cavi-
cio'es ¡r'steriorescleformaclocon forja. Se realizacondadosde superficies
con rladosconvexosse diseñanfrecuentemente con múltiplescavidades
daclescleltlacloparafor.jaclo
cle i'presió¡ cle nr¿rner¿l que la barra inicial pueda formarsetoscamenteantesdel fornrado
fi'al . El lttr..judo t't¡ttdadosr'óttcat,rts es similar al anterior,exceptoque los dadostienensu-
p e r fi c i e s c t i l t c ¿ l v l l s '
por secciotte,s consisteen una secuencia de compresiones forjadas
urrir'¡.rcr-¿rciri' de.l'ttt..jado
e incrementar su longitud'se
a lo larg. rle u'¿rpiezircletrabajopararetlucirsu seccióntransversal en la
us¿le, la i'¿usrr-ia siclerúrgica pa,apro.lucirlupiasy planchasa partirde lingotesfundidos'
con un ligero contorno' con frecuen-
operaciónse utilizandaclosabiertoscoll superficiesplanaso
cia se usael térnliltoI'orjadoittt'rantenial para esteproceso'

2 1. 2 . 2 F o r i a d oc o l r c l a d oi n r p r e s o r
veces./rrriatto en datlo cerrado,se realiza con dados
El I'oriud() (ott rludtt itnpresttt',llarnacloalgtrrtas
para la parte.[iste procesoSeilustraen una secuencia
qLr eti c tte l t l i t l i rl ' trl ai rl v e l ' s ac l e la ret¡uerida
464 volunrétrica (nrasiva)en el trabajo de metales
(.apítr,rlo2l I Def<xr-rlación

Dadosuperior

Trabajo Trabajo

Dado inferior Dado inferior

(a)

Las líneaspunleadasindicanla siguientecompresión

Espesorinicial

<- Avance intermitentedel trabajo


Dado inferior->

(c) pot
convexos,(b) con dadoscóncavosy
de foriacloen clackrabierto:(a)cclnclacfos
FfcuRA 21.14 Variasoperaciorres

inicial se muestracomo una partecilíndrica


tle rr.espasoscn lil l-igura21.15.La piezade trabajo a su posición
si*ilar a las tle l¿rs,pererciones previasen clacloabierto.Al cerrarseel dado y llegar
y forma una rebabaen la pequeña abertura entre
l.iral. el rnetalfluye rnásallírclela cavicladdel dado impor-
posteriormente, tienerealmenteuna función
las placasrlel 6acl..Aunquela retrabase recorta que
éstaempiezaaformarse,la fricción seoponea
tirnrcc' cl f .r.jiltlo¡rori'rpresiír¡r.ya que cu¿urrlo trabajo a permanecer
manerafuerzaal nlaterialde
cl r'etal sig. l'luye'tlo haciirla abertt,in.y cleest¿r

d e l c o n t a c t oi n i c i a l
c l a c l oi m p r e s o r :( 1 ) i n m e c l i a t a m e n taen t e s
F l c u R A 2 \ . 1 i ) S e c r ¡ e r c i ae r e l f . r j a d o c o n ocasionando la
(2) com¡-rresiónparcial y (3) cerrarJurafinal de los dados,
c,rr la ¡rieza cretr.rtraio., brlrto,
f o r t r l a ti c i r lt l t ' r e l l ¡ l l ¡ e n t t e l a s p l a c ' r sc l e l c l a c l c l '

Dado suPerior

Partedel trabajoinicial Rebaba

Dado inferior

(1)
21.2lForjado
Sección 465

debido a que
en la cavicl¿rcl.Irn el fonnacloen caliente,la restriccióndel flujo de metal es mayor
la resistencia
la rebabaclelgacla se enfría rápidanrentecontra las placascleldaclo,incrementanclo
presionesde com-
a la defornlaci(il1. La restriccióndel flujo clelnetal en la aberturahaceque las
presiónse ircrementensigrrificativarnente, forzandoal materiala llenarlos detallesalgunasveces
i'rrircacl.s clcla cavidaclclelclaclo, con estose obtieneun productode alta calidacl'
Corr fr.ecrerci¿r se rec¡uieren varios pasosde formacloen el forjadocon cladoimpresorpara
Paracadapasose necesitancavi-
rr.a'slirrrar la lir.nraen trlancoinicial en la fonna final deseada.
la partede trabajoy
daclesseparacl:rs. Los pasosinicialesse diseñanpara redistribuirel metal en
requeridaen las etapassiguientes'
c.nseguirasí ¡¡¿rtlelornraciónunifonney la estructurametálica
pueden
[-'s úlrir.rospas()sle clalrel acabaclo a la piezafinal. Además,cuandose usamartinete,se
cotl martinetese hace a mano'
r.l¡res rlc nl¡u'lillo¡rarl c¿ulll)aso.Cuartdoel forjado
rct¡trcr-ir.\,ilr.i.s
habilicladdel operatlorparalograrresultados con-
corro suce¡ea rrrelrr¿r), se r-eq¡iercconsiderable
sisteltlesell cotldicitlltes atlversas.
impresory a las formasmás com-
I)elridoa la firnrracióltde rebabaen el forjaclocon dado
las fuerzasen esteprocesoson considerablemente más
¿e las parreshcchascon estosclaclos,
¡lle.ias
abierto.con frecuencia se usan fór-
grandesy lnásclifícilescieanalizarque en el forjado con dado
nrulasy f ^ctorestle tliseñorelativarilente sirnplespara estirnarlas fuerzasen el forjadocon dado
21.16parael forjadoen dado abier-
im¡rresrr.La frnrula de la fuerzaes la rnisrnade la ecuación
to. ¡rerosu irrterpretación es ligerarnente dif-erente:

F = KfYfA
(21.18)

parte,incluyendola
cftlrtfcli - l.verz¿r en la operación,lb (N); A = írea proyectadade la
rn¿ixirna
y K¡= factor de forma
rebab¿r. pulg21nrrn2):11= esfuerzoclefluencia del material,lb/pulg2lMPa);
o de Y¡esla resistencia
en caliente,el valor apropiacl a la fluenciadel metal
del forjaclo.En el for.jaclo
de fluenciaes
a ternperatura elevacla. En otroscasos,la seleccióndel valor apropiadodel esfuerzo
varía através de la píezade trabajo'En la
cfifícil porque para las fonnas cornplejasel esfuerzo
tomar en cuentael incrementode la fuerza
ecuaciíxr2l.lg. KTesun factor.on el"quese intenta
la escalaclevaloresde K¡para di-
requericla¡raral.{ar fbnnasconrplejas.La tabla 2l.l nluestra
el valor apropiadode K¡para
{-erentes f.r'ras clela parte.otlviarnente,el problenra,al especificar
una fbrnta clatlacletratraig,linlita la precisi(r¡de la estimación'
la operación,ya queéstadeterminará
La ec'ació' 2 | . lg se aplicaa la fuerzamírximadurante
La fterza máximase
fa capacirradrec¡uerirra de ra prensao rnarti.eteque se use en la operación.
grandey la fric-
alcarza al f inal tle lir c¿u.rer¿lo golpe tle forjaclocloncleel áreaproyectadaes más
c i ó ne sm á x i m a .

T a b l a2 1. 1 V ¿ r l o t e tsí ¡ r i t . o scle K,' Íraravariasformasde


la parteen fo rj a c k >< -trtrrl a d rr i'r.t¡rres,rr, y errcladocerrado'

F r l r ¡ l r ¿ tr l t ' l . r 1 l , lI l c '
Ki

F o r i . t t l o <o t t r l ¡ t l o i t t t ¡ l t t ' s o r
F o t l l r . t s s i t t r ¡ ; l t ' : t; ' rl t t t t ' I l . t l l ¡
6.0
Fortrtas c'oll¡llt'i,rs t otl re'lrall¿t
8.0
F t ¡ t l ' l l . t s l l l L l ) 1c o l l l l l l e i a s c - o t l r e t r a b a
10.o
F o r i a r l t ls i t r r t ' , l r . t l l a
6.0
A c r ¡ ñ a t l o( s r , r ¡ r e r f i c ist 'ttsl l e r i o re i n f e r i c l r )
B.t)
F o r n r a sc o t n ¡ r l e j a s

de trabajo y frecuentementese
corr tladt-rirn¡rresorno tiene toleranciasestrechas
E,l lirr.jar,lo
El procesode forjaclogenerala geometría
er r'ur¡uir.rkl ¡r^r-.r.grar ra precisirirnecesaria.
r.r-t¡uier.e
de precisiónque se requierenen algunaspor-
,ruiirr, lOsacabaclos
bírsicatle la par.tey cl rnac¡uinaclo
y superficiesque debencoincidir con otros
cuercras
per.firracirxres,
ci.res tre ra parte('rr-c.ierrrprro.
'
i.l
:;.
;t.
.-..¡r
(rnasiva)en el trabai<lde lnetales
466 c-apítulO21 I Deformatiórr volr¡lnétrica

(b)
(a)

n l e t á l i c o se n u n a p a r t e q u e e s :
F l ( ; t . l l { A 2 1 . I f i ( . o t ' r t ¡ l a r a c i í rrnl e l f l u j o d e S r a n o s
l o t t ¿ t a b ¡ r l t l ,',lnqtri,la,loy
(ll) con'rpletalnenternaquinada'
( . r )f o ti . t tl . t t ' t t t ; t l i c t r t t <

completode la parteson:velocidades de
clerforjaclos'lrre el rrraquitrado
corlp()re.tes). I-a verrra.jas
resiste'cia-yorientaciónmás favorable de los
r'¿is.ltas. corservaciincrelr'etal, ,rruyt,
¡rr.'dncciri,., forjado y en
,,nu .o,nparacióndel flujo granularen el
granosclenletal. En la figura 2l.l6se ilustra
el nraqdn'::1:i,,r.,,rierros
.:n,,luqot*:::ri::i:::i";"1:i:::i:t
derforjaclo
deratecrorogía
delgadas,fórmasmás cornplejas'reducción
crola ca¡raci¿acr cleproclucirforjadoscon ,...ione, más tnásestre-
de ahusamiento en los dados(sección2l'2'4)' tolerancias
t-lelos r.equerinrientos
cfrírstica con estasca-
ar maquinado.Los procesosde forjado
chas), l¿r'irtuar elirninaciónde concesiones que se ut"-" "l:i
tos metalesmás comunes
racterísticas sc conocerrcorl' forjacl0de precisión.
una comparaclon
y el iitanio. En la figura 21.17se muestra
for.iatr.rle precisiónson er alunlinio que el fo,iado de pre-
con dadoimpresor.Nótese
clelforjaclorle precisió' y el forjado.ánuencional de forja-
si las recluce.Algunasoperaciones
estee.iernplono elirni.a las rebabas,aunque
ci,sititten propiamente
rebaba.Ei forjado de precisión se clasifica
clo cre¡rrecisiti' se realizan sin producir del maquinadoparaacabar
tretao,.nsirtete dependiendode la necesidad
corro un proceso cre.t''rtrnt(r
la fortna clela P¿trte.

2 1. 2 . 3 F o r j a d os i n r e b a b a
con dacloimpresor se llama algunasvecesforjado en dado
El l l a te l ' tl ti l to l tl g íai rtd u s tri a l'el fo{aclo y forjado con
téc:nica,ntr. foriaclocon clacloimpresor
' rr c l l l tr¡l rg o 'l ta y tt l ta distillcióll
c e t' l ' a d o Si
con dado intpresor ,la piezade trabajooriginal
tlaclocerr¿tclo real' [-a distiltciórt es que en el f oriado

(b) forjadode precisión'Laslíneas


' 2 1 . 1 7 Sec<'ionestransversales cle(a)foriacloconvencionaly
FICt.JRA paraconverti una
r pi ezade f or iado I
(a ) cl emaqui nadoposteri or
ro sre queri mi entos
¡ ru rrte a c leans i n c J i c a n casostiene que recortarse
. lu cleforjadocleprecisión.En ambos
c o n v e n c i o n aeltr urraformaeqLrivalentu
l a re l ta l ta .

Extensionesde la rebaba

(b)
(a)
Sección21,2 lForiado 467

l-' l-' Punzón

P i e z ad e tra b a j oi n i c i a l Parte terminada

Dado

(1) (3)

(2)
I l ( ; l J l { ¡ \ i | . l f } [ . r j . r r l . s i r rr t . l r ¿ r l r ¿ ( rr): i n n r c r l i a t ¡ r n e r r taer ] t e ' sc l e l c o n t a c t o i n i c i a l c . n l a p i e z a c l e t r a b a i o '
y c i e r r e d e l c l a c l oL ' o s s í m b o l o sv y F i n d i c a n
r , r r r l r r . s i t i r r¡ r a * i . r l ) , ( . 1 )f i ¡ a l t l e l a c a r r e r ac l e l p u n z í r n
r.novinriento ( r , = v c l o c i t l a c l )y f t r e r z aa p l i c a d a , r e s p e c t i v a m e n t e '

y no se forma
c¡uecla contenidac:onrpletarnente clentroclela cavidaddel dadodurantela compresión
21.18. Para identificar este procesoes
rebaba.[-a secue¡ciaclel procesose ilustra en la figura
apropiaclo el térnrino.f'oriado sin rebaba'
más exi-
El l'.r.juclosin rebaba impone ciertosrequerimientossobreel control del proceso,
del material traba-
de
genresrlue el f or.iaclo con cladoimpresor.Más importantees que el volumen
pieza
j, clebeigualaral volumenclela caviclacl del dado dentrode muy estrechastolerancias'si la
dado o a la pren-
c, 5la.co irici¿rlcs tlernasiacio grancle,la presiónexcesivapuedencausardaño al
sa. si la pieza e' trlancoes clenrasiaclo pequeña,no se llenarála cavidad' Debido a este reque-
en la manufacturade partesgeornétricas simplesy
r.i'ie*to especial.el procesoes nlítsaclecuaclo forjado sin
El
sir'crtr-ic¿rs. ), p¿lr.¿l tr.abaiar rner¿rles conlo el alurninio,el magnesioo susaleaciones'
r.clrab¡r sc t.l¿rsil'ica fr.ccuerrternente cornoun procesocleforiado de ¡trecisiónI3l'
L¿rI'rcr.z'se' el f or-jatlosin rebabaalc'anzan valorescomparablesa las clelftrrjadocon dado
parael forjadocon dadoirn-
ir'pr.esur.. Est¿rs f'ucrzasse pueclenestinrarusanclolos mislnosmétodos
p r e s o re. c t l a c i í r2n1 .l 8 y t a b l a2 l ' l '
el cual se imprimen
l:l ttt.uñttrl¿r es urraaplicacióncspecialclelforjaclosin rebabamediante
el fonclode la piezadetrabajo'E'nel acuña-
los flnrs detallesdel cladoen la superficiesuperiory en
requeridasparareproducirlos detallessuper-
clohay pc)coflu jo tle metal;no obstante,las presiones
2l 'l ' una apli-
ficialesclela caviclacl clelcl¿rclo son altas,como se inclicapor el valor!" Kten la tabla
se ilustra en la figura
caci(rl c.,rú' del acr.rñado es clesdeluego la acuñaciónde monedas,'9u€
paritclaracabaclos y de precisióndimensionala algu-
superficiales
zl.lg.l1l ¡lr'c:csose usat¿unbién
lt¿rsll¿ll'tes lirbricaclas por otrasoperaciones'

2 1. 2 . 4 D a d o sc l ef o r j a d o ,l n a r t ¡ n e t eys p r e n s a s
pren-
cclrrsiste
[:r et¡ui¡locrresc ,s¿rcrr {,or.iacio en rnáquinascreforja, que se clasificanen tnartinetes,
especiales que se usanen estasntáquinas; equiposauxiliares
sas.cl'tlrs rlc lirr.j.tloy her.ranrientas el materialde
rnecánicos
el trab^j.. tlispositiv,rs paracargary descargar
c()'ro h'r.r.s ¡'r-. culerrtar
clelf'oriaclocon dado impresor'
tr.abai.\, cst,ci.rresclcr.ecortepararecortarlas rebabas
) n e l t r a b a l od e m e t a l e s
v t l l t t t r l é t r i c a( n r a s i v a e
468 C a p í t u l O2 1 I L ) e f r t r m a c i t i n

Pu n z ó n

Parte terminada

(2)
(3)
(1)

c l ec o m p r e s i óyn (3) rernoción de la ¡rarte


i r r i < i tct l e lt ' i c l o ,( 2 )t i e r n ¡ l o
() ( ) ¡ r t ' t a ti r i t l r l t ' , l t ' L l i l . t ( l r l : ( l )
Fl( it lRz\ .lI . |
Ir.tnlitt¿tl.r.

funcionan aplicandouna descargapor irnpacto.con-


Martinetesde foria Estosrnartinetes para designar
el término martineteclecaídalibre
tle trabajo'Se usa ll'ecuentenlente
tra el lnaterial 2l'20y 2l'21)' Los
(véansefiguras
f iberarla energíatle irnpacto
c s l i ts rtti i q tti l l a s p. tl r l a fi rrl l l a de

'21.2(l
Flcul(A
M a r t i n e t et l e í o r j a
. r l i m e t l t . t d (P) o r t l n
trans¡rortadorY u rlit'larles
rle c alctlt¿ltrlietrlo.t l¿t
tlt'rct lt.t tlt' l.l frlltl
(fotot orlcsí¡ tle
( .h l t n l t e r s l l t l r g
E t r ¡ ¡t ri c t ' ti r l g C o t t r r¡ at r v ) '
Sección21.2 lForiado 469

--.-- Cabezalque contieneel cilindro

Barradel Pistón

Bastidor
Pisón

Y unque
F I G U R A2 1 . 2 1 D e t a l l eds e u n
martinetede caídalibre paraforjado
r:ondado impresor.

nlarti'etesse Lrsa¡r¡írs f¡ccuentemente paraforjadocon dado impresor.La partesuperiordel dado


operación,el trabajo se coloca
de tor.jaclose fi.jaal pisírrry la parte inferior se fija al yunque.En la
Cuandolaparte
en el cl¿rcJo i¡ferier...l pirírnse elevay luegose dejacaersobrelapiezadetrabajo.
que la partetome la forma de
superi,r clel¿¿rtlogolpeael trabajo,lu .n.rgía clelimpactoocasiona
fornla'
la c¿*,idadclclrl¿rdo. Se necesitanvariosgolpesde martillo paralograrel cambiodeseadode
y martinetes de potencia' Los
L.s lrrartinetessc pueclenclasiflcarconlo martinetesde caídalibre
que cae libremente'La fuerza
,t(tt-tiret(.sclet.ttítlttliltt'c generansu energíapor el pesode un pisón
ace-
clelgofpe se tleter.¡nirra por la alturade la caídayel pesoclelpisón.Los tnarfinetesde potencia
de caídalibre es que una
leranel pisólr.u,1pr.rión de aire o vapor.Una desventajadel martinete
edificio'
gr.anl)¿rrte dc la errcrgíadel inrpactose trasnrilea travésdel yunqueal piso del

prensasde forjado L,asprensasaplicanunapresióngradual,en lugarde impactosrepenti-


pren-
'os parar.ealizarlas operaciones cleforja. Las prensasde forjadoincluyenprensasmecánicas,
por tnedio de excéntricos,
sashidrírulicasy pre¡lsastle tornillo. Las prensosnrcr'ánicasfuncionan
y.ju¡t1so arliculaciones clebisagraque convierten el movimiento giratoriode un tnotor
nrarrivelas
a los que se usanen
en nr'vinrientoscletraslaciónclelpisón.Estosmecanismosson muy similares
(sección 22.5,2).Laprensasmecánicastípicasalcanzan fuerzasmuy altas
las prerrsas de estar¡paclo
para
en el f'rrlo clel r.ecor.rirlo de f o{aclo. r,as ¡trensashidráulicas usan un cilindro hidráulico
que mueve al
acc:itxrar rlrl tontillo aplicartla fuerzapor medio de un tornillo
el ¡ris(rp.L-us¡trt,rrsu,s
las prerrsas de tolnillo como las hidráulicasoperana velocidades bajasdel
pisírr ver.tical.'Ihnto
fuerza constanlea través cle la carrera' Por tanto' estas
trlisti., ar.ierey ¡rrredensuminislrart¡na de formado) que
r'írt¡uir¡rsson ¿rpr.o¡riadas para las operacionescle forjado (y otras operaciones
recptierett graltdescarrel'as.

para el éxito de la
Dados de forjado E,sirnportanteel diseño apropiadode los dados
operaci(rncleforjackr.Las partesqu. ,. forjan debencliseñarse con baseen el conocimientode los
y
prirrcipi.sy linritaciones cleestepro...o. Nuestroobjetivoes describirpartede la terminología
algu'os li¡ea¡rierrtos c¡uese us¿ur en el cliseñoclecladosparaforja. El diseñode los dadosabiertos
Nuestroscomentarios
sirrrple. se aplicana
es gerer-^lr'e¡tetrivial ya (luesu fonna es relativ¿unenle
cerraclos.
y a los rl¿rdos La figura 21.22clefinepartede la tenninología en un
los cfar¡rsir¡¡¡.csgr'cs
dado cle irrt¡ll'esi<ítr.
volurnétric.a
21 I Defc>rnrac.iirn
Ca¡rítulr-r en el trabafode metales
(rnasiva)
47O

Angulointerior Anguloexterior

Dado superior

Líneade seParación

F l c t J R A2 1, 2 ) Membrana Dado inferior


T e r t n i t t o l o g í a¡ r a r at ¡ l r c l ¿ r c k l
c o r r v e n c i o r l ael t l f o r j a t l r r
con clado inr¡rresor.
dadosde forjado t3l se indicanalgunosde
E, la revisitinde la siguienteterminologíade los
en su diseño,quedebenconsiclerarseparael diseñode lasparteso para
ftrs¡,.irrcipirs1,lirritaciones
l¿rsclecci(¡rtlc lgs ¡r¡gcesos{e lllanttf¿tctura:

que divide la partesu-


L.arí'ea de separ'cióno particiónes el plano
I_írttt trt,.s(,rtttt.ttt.iritt.
rebabaen el forjadoc'n dadoimpre-
rlcl dad' tle la parteinferior.La llamaclalíneade
¡rcr.ior. selecciónafectael flujo
sor es er pra'o croncre seercuentranlasdosmitadesdel dado.su mala
formación de rebaba'
cleIcrsgr¿utosen la pieza,lacargarequeriday la
inclinaciónque se requiereen los ladosde
Altttstttierto (ánguloclesalida). Es el gradode en los la-
ra piez..par.apodárretirarrader cracro. El términose apricatambiénal ahusarniento
de salidason cle3" para el aluminio y el
clostlc la cavidatlclel nlolcle.Los ángulostípicos precisión
Los ángulosde tiro para forjadosde
r'ag'esi', 1,cre5o a 7o para partescreacero.
s()ll cel'c¿lltosa cero.
del forjado que es paralela
t.t¡stillus. una membranaes una porció' delgada
Metttltt.rt¿rr_'I.
perpendicular a
creseparación,
a ra rírre¿r r'ientr-asque una costiiru.r una porcióndelgada
de me-
la lírrearresepar.ció¡.E,stas clela parteproclucendificultaden el flujo
características
tal al lttlclgitzat'sc.
2l '22' Los
Los filetesy las esquinasse ilustranen la figura
.t t.tttliostle luse sr¡uirttts.
I:ilt,tt,.s
e incrementarla resistenciaen las super-
rarli's pcc¡ueñ.stienclena lirnitarel flujo de metal
ficies clelclacloduranteel forjado'
papelcrítico en el fo{ado con dadosde impre-
Rcltttl¡tt. l-¿rfirrr'¿rcitir¿e rebabajuega un llenadode
sión porc*recausau'¿l acumulac,ión de la p'esióndentrodel dadoque promueveel
parala rebabay un
la cavicl¿rd. Estaacunrulación clepresiónse controladiseñandoun campo
El campodeterminaeláreasuper-
ca'al crcrtr.o crercrad',c''ro se ,luestraen la figura 2r.22.
metal,controlandoasí el incrementode la
*ciar a r. rar.g.crelc'al ocur.reel fluio lateralclel
en excesoy evita que la carga
¡rrcsi(r,crc,rrr., cleldad'. El canalp",-it. que escapematerial
clelilriacltlse elevea valoresextrelnos'

relacionadas
2 1. 2 . 5 o t r a s o p e r a c i o n ecsl ef o r j ay o p e r a c i o n e s
hay otras
Arle.rírsclelas oper.acioncs convencionalesde forja descritasen las seccionesanteriores
con el forjado'
9¡reraci6nes clelbl'tnaclotle metalque se asocianmuy cerca

(tarnbiénllam adoforiado de recalcado)es


Recalcaclo y encabezanriento Er recalcaclo
trabajocilíndricaaumentasu diámetro
tle clelir-rr*cirinen l^ cu,.luna¡rarteo piezacle
.,r¿l()l)cr.¿tr:iírr dado abierto
ucc str lorr¡¡itrrtl.
y r.ctf sc il¡rnlizóen riuestradescripciórldel forjadoen
llrrtilo¡rerac:iírrr
Sección21.2 lForjado 471

Dado mordaza
Tope _-
Punzón --\
t

il <-

- Alambre
Avance

a r t í c u l o s i m i l a r ' E l c i c l o c o n s i s t et
f o r m a r r a r : a b e z ac l e u n p e r n o u o t r o
F l c ; u R A 2 l . i ) - \ U ' a . ' e r , r r i r i r . r, ¡ , r c l < ¿ r l r . a c¡l>' a r a m a t e r i a ly e l t o p e s e r e t i r a '
(3) el
' ¡ s r ¡ l r , l l r ' . , ( 2 ) l , s d a r k r sr . o r c l a z ar " . i " " o ' . ' a p r e t a n d oe l
, ) .1 ¡larrl)r. st,.rlirrerr.r
t t t t ' t f t t l t r l r ¡l t ' t t ' rf r l r l ' 1 1l' al rc a l l e z a '
¡ l t t t t z í r t¿t l v ¿ l l l z1¿' ( ' l )

como un
industrialque puedetambiénejecutarse
(seccitirr ,.1.r). Si, e'trargo, es,'¿r operación
en la figura2l'23'
liil.iird0crrtluikrcc[raclocomo se observa para formar cabezasde
la industriade los sujetadores
E,lrecalcadose usa anrpliamenteen se empleafrecuentemente
sirnilaresde ferretería.En estasaplicaciones
crar,.os. r)ernos1,pr'cructos variedadde apli-
ra operación.La figura 21.24ilustrauna
ef tér.rri'o cr(.artc:antietÍoparaclenotar Debido a este
variasconfiguru.ion., posiblesdel dado'
c¿rci.resdcr c'carrezarnie'to.incricancro otra operaciónde for-
partespor recalcadoque por cualquier
tipo crea¡rricaci.res,se protrucennrás o en
produ..ión en masa,en frío, en tibio
Er r.ecarcacrose rearizacomo '.a operaciónde En gene-
.jado. por for.ia,llamadasformadorasde cabezas'
carie'te.co' r'rit¡uinasespeciares de recalcacro
en lugar de las verticalesque se usan
horizontales,
'ar, esras,riic¡ui'asse equipa, cor cresrizaderas máquinas scln
corvercirxrares. E,lrnaterialcon que se alimentanestas
en r.s 'r¿rrti'eres), prens¿ls y luegose corta lapiezaala
de las barr¿rs
sc for.'rarrlas cabezasen los extremros
o ¿rla,rrrr-cs.
lri'.r.irs se usael larninadode cuerdaspara
rr'gitu¡ ¿rrrec.¡rcr¿l rracerer arrícur' de ferreteríadeseado.
r)ar.a
clepet'ttos
las ¡riczilscorn¡lletits y tornillos'
lirrnr¿rr.
(a) cabeza de clavo usando dados
rlc callezas (f9rjacl9recalcaclo):
FlCt-JltA)1.2,1 [jt'r¡¡rl9s clerfortlr¡r-iritl por el cJado'y (e) perno de
el ¡rurrzór, r.i'v r¿l cabezas formadas
¿r'ierros,(') t.ar*,za reclrrlrlaf'r'acla ¡r'r
('¡n() fortlrarlo¡ror t'l rlaclo)' el lltltrzílll'

Punzótl
Trabaio(alambre)

-t

\ J-
(d)
( r n a s i v a e) n e l t r a b a i o d e m e t a l e s
472 c a p í t t r l o 2 1 I D e f o n n a c i ó nv o l t l m é t r i c a

cletreformaciónque se puede arcanzar en el recalcado,definidos


r{ay lír'ites p¿lrara c¿urtidacl que se puedereca
longitud nláxirna
corrrt.r
tusualrnerrtc ln longituclnráxinraclelmateriala forjar.La
se dobla
de la barra inicial. De otra tnanera'el metal
car e' urr g.l¡le es tres u..., el cliiuretro
arlugaenlugarclecottlpt.irnirseparallenaradecuadamentelacavidad.
y forjado
radial El estampado(o suajeado)
Estarnpaclo(suaieado) con foria y foriado_ barra sólida'
para reducir el diálnetro dé un tubo o
radiar son procesoscreforjado que se irun para crearuna se
sc c..iecuiafrecuentenrente sobreel extremode una piezade trabajo
t,s[ttrtr¡tttrl¡r por medior
El proceso tleestont¡tado.que se rnuestraen la figura 2l'25' se realiza
citi' ah.sa¿a. ahusarlaco
de trabajoradialmentehaciadentropara
traa.s r.tat.ri.s que gorpeane' u,',npi.ru y produ
La figura 2l.26ilustra algunasde las fortnas
lir.rrc l. ¡riezaaua'za clentr.'de l.s ¿a¿or. la forma
rec¡uiere algurrasvecesun mandril para controlar
t.s que se hace. p.r estampado.Se 'Elforiado radial es similar
parte.stubularesque seestampan
tar'añ. tlel cliiir.etr..internoclelas diferenciaes que
e, su acción contra la partey se usapuru.r.ur formassimilares'La
estar'pacro en su lugar' el trabajoes el q
el for.jadorarlial los claclosno giran alreiedor de la piezadetrabajo;
glr.a,il avanzartlentrtlclelos claclos martillo.
que se usapara
con rodilloses un procesode deformación
F'rjado corr rodillos El forjaclo éstapasaa trav
sccci(rr
l¿r cle
rra'svcr.sal pi.ro de trabajocilírrárica(o rectztngular),
u,.,o
r.eaucir
''
;ffi:::T::::':l¡:Jn'""#:'i:"lx?
:i:l,llkli;,l.,,.jiT"i',i1,'ll,i::n":i*:in:l1'J,';::
cl It,rlr;rjo'
tiIlt'arrtlo
#
-Dado-

Trabajo

--
__L Diámetro
_--T-final

I ff
f
(a) cJematerial sólido' (b) ahusado de
h e c h a sp o r e s t a m J r a d o : reducción
F I C L J R A2 1 . 2 ( t E j e r n p l o sd e p a r t e s ( d ) ui¡ln¿o de un tubo y (e) estampadodel cuellor
un canal en un tullo'
r u r rt t t l r o ,( c ) e s t a r n i n t l t 'p a ' o f t i r r n a r
( ' n t t t t < i l i l r t l r ot l e g i r s '
S ecci ón21.2 l Fori ado 473

\
L-_ P¡s¿¿de trabajo

Rodillo

Pestaña
de gufa
Vista frontal
Vistalateral

F l ( i U R A) l . ) 7 F o r i a c l co o n r o c l i l l o s '

La
que igualanla forma requeridapor la partefinal'
de una seriede rodiilosopuestoscon canales como
con rodillosse clasificageneralmente
operac.iórrtípicase ilustraen la figura 21.27.Eiforjado sino sola-
un proces' cref'rja, aun cu¿ulclo utiriza rodiilos.Los rodillos no giran continuamente,
la parte'
que correspondea la deformaciónque requiere
r'ente a travéscleuna porciónclerevolución una estructuragranular
más fuertesy poseen
La partesforjadasc.n rodillos son g.n.rul*ente
como el maquinado,que puedeusarsepara
ravorabreco'r res'ecto a otros procesoscompetidores,
producirestaslltislnaspartes'

ocurrepor rnecliode un dadosuperioren


Forjado orllital E,nesteproces(),la cleforrración la
sobrela partLde trabajo'como se ilustraen
¿c c.'. t¡trc¡r-csioray gira sir'ultírreanre'te
rirr.lrr¿r tiene una cavidad'
sobre un cladoirlferior que
l-igrrra2l.2g.l,ll rrraterialde tratril.iose cornprinre del traba-
solamenteuna pequeñaí,.eatiela superficie
Debidoa que el eje clelc,.o estáincrinado, tam-
el cladosuperior,el áreabajo compresión
jo se co'rprirre errcuarqriernrornento.Al revolver sustancialen
bién gira.Estaso¡leraciones características clelforiadoorbitalproducenunareducción
la defornracióndel trabajo'
la cargarequerirlade la prensa¡laraalcattzat'

el cual se prensauna
punzonado [..rpurrzonaclo en f'rja es un procesode deforrnaciónen
procesose usa
de acerosuave(u otro metal suave)'El
for'ra e.rlurecirlacleacer-osobreun broc¡ue dados'
crernorcres para moldeo de plásticosy fundición en
frccuenterrre.rc ¡rarahacercavicratles o fresa'y está
fornrade aceroendurecidose llamapunzón
corlrose,r'esrr.ae' la figura 2l.2g.La dentro del bloque
moldear.Para forzarla fresa
nracluinacra corl la geo'etría clela parteque se va a
con una prensa
sustancial,esto se logra generalmente
de llletal suave se recluiereuna presión frecuentemente va-
hidrírulica.La liil rnacióncornplet¿i de la cavidacldel cladoen el bloquerequiere
pararemoverel endurecimiento por deformación'
rios pasos.corlo el fresacloseguiclodel recociclo como se muestraen lá
se ha clefornratloen cantidadessignificativas'
cuartl. cl hl.qrrc clelratc.r'ial
ventajadel punzortacloelt estaaplicaciónes que es
f.igtrr..sc clirrrir, cl crcesopo' *r.tluir^d.. La
Esta ventajase multiplica
l. f.r.r'a positivaque erosionarla cavidaclnegativa'
,rírs f'¿icilrrrar¡ui'ar.
tlr,rle se rie¡e¡ cluehacerlc,avidades múltiplesen el bloquedel dado'
e, lrs c¿lsos
) n e l t r a b a i od e m e t a l e s
v o l u r n é t r i c a( r n a s i v a e
474 ca¡rítulo21 I Detonnación

lado
Rutaorbitaldel eje superiordel

/
\L'I'
/ - 1
t
,- Dado suPerior

/ '
.$"....
i\\\
<--
s\ __ Trabajo
.....'..
I l''. -- Dado inferior
rt:.i'.r )..t.t .'

Área de contactoentre el
dado suPeriorY el trabajo orbital'
FIGURA 21.28 Foriado
Al final c l e l c i c l o d e d e f o r mación'
el dado i n f e r i o r s e e l e v a P ara
e x p u l s a rl a P a r t e '

t - l G t J R A2 1 . ' ) ( )
tlt' l't
I t u l r l o t t . t t l o :( I ) . t l l l t ' s
( 2 ) a l
r l t ' f o t t t r . t itr i r r Y
('s()'
r o t t t ¡ l l t ' l a t s et ' l ¡ r t ( x
'--- Pisón de la Prensa
Nótese t ¡ t l e e l l l r l ¡ t e r i ¿ r le t l
f o r n t a r l o ¡ r r l r la
ex(-()s()
i(itl tlr' la fres¡
l)erlctr;l(
rlclltt rt'trtt)vcrse lx)r
t n r t t . ¡ t t i t r al rrl '

Punzóno fresade
aceroendurecido
- *- Trabalo

RecePtáculo

(1)
S ecci ón21.3 l E xtrusi ón 475

un términoque se aplicaa
Forjado isotérmico en clado caliente Elforjado isotérmicoes
a temperaturascercanasa su
operacionesde forjaclocalienteclondela partede trabajose mantiene
que la píeza
ternperatura elev¿rda inicial clurantela defonnación,a travésde los dados.Si se evita
se haceen el forjadocon-
de lraba.iose e¡fríe al corrtactocon la superficiefría clelos dados,como
para desempeñarel proceso se
ve'cional, el l'etal fluye nrás fácilmente y la fuerza requerida
y se reservapafametales
recluce.E,lforiadc isotérnlicoes más costosoque el forjado convencional
clifícilescleforjar. co¡ro el titanio y las superaleaciones, y parapartescomplejas'El procesose lleva
del materialdel dado' Similar al for-
a cabo algu'as vecesal vacío paraevitar la oxidaciónrápida
c\n claclttCaliente,en el cual se calientanlos dadosa una temperatu-
.jadoisotérrnicoes el .for..joclo
ra algo lnetl()rt¡ttela clelntetalcletrabajo'

pararemoverla rebabade la partede


Recorta¿o Íll recrt-tttdpes ¡na operaciónque se usa
e, cl [.r.fatlocorrtlacloirrrpresor.
tralrir.jo en la mayoríarielos casosse realizapor ciza-
El recortaclo
fuerzael trabajoa travésde un dado de
flar,ic,rt)c()rlo c, r¿rfigura2r.30, e'la cual u'punzón
El recortese haceusualmentemientrasel
corte,c.yo c()rt()nrotieneel perfil de la partedeseacla.
una prensade recortadoseparadapor
traba.joest¿iaúrrcaliente,esto significaque se debe incluir
podríaclañarse por el procesode corte' el
caclar'artirelc o l,rc's¿I.En los .nro, clondeel trabajo
como esmeriladoo aserrado'
l'ecorteptteclcl',,t.ct'r.trrortttetliosalternativos,

t,

l-'
I

t,
- Rebaba

t - Bordes de code

( p r o c e s od e c i z a l l a )p a r a
F l c u R A 2 l . ] O ( ) p r r a r i ó n c l er e c o r t e
retlr()verla relt¡b¡ rlespuésclel forjado con claclOitnpresor.

trabajoes forzadoa
Ltt ettrusirjttesr¡ pr.oceso clefbr'rado [)or conrpresió'en el cual el metal de
puede
lluir a travésclela aberturacleun clacftr paraclarleforma a su seccióntransversal'El proceso
1800 (véasenota histórica
par.ecerse a aprertar un tubo cle pastade clientes.La extrusióndata cle
unagranvariedadde for-
clerosprocesosn',,r,I.*osircluyen: l) sepuecleextruir
2 | .3). [-asverrt¿r.ins es que
n1¿ls. con extru¡sitin
cs¡reciillrncirrre errcaliente:sin embargo,una lirnitaciónde la geometría
la parte;2) la estructuradel granoy las
lir seccitirrlr.'sver.salclebeser l¿rrnisnraa lo largode toJa
posiblestole-
pr.o¡rie¿atles se mejorancon la exirusiónen frío o en caliente;3) son
tlc r.esistencia
operaciones de
rarrcias'r*\,esrr.ec:lras. en especialcuanclose usaextrusiónen frío; 4) en algunas
extrusiír¡r se sctlt:t'tl de desperclicio'
lx)c0o lrirrgúnltr¿tlerial
476Ca¡lítrrlo2llDelormaciórrr,,clIltlltétric,a(masiva)eneltrabaiodemetales

Nota histórica 2I '3


I
I
t
I
I Extrusión
II .f..
,dustrialfue inventadoalrededor
laterra,
de 1800en Ingtaterra'

["::x:ffi
l*/ a extrustoncomo
I kruu'[i"Jlff
prSces:,'1..^^rn
rü1i{i*ii::*:Jia::i'x"1xi';ñü
las
r^,¡etnaísiba a lavanguardiade
innov-u^tlol-tt

I
I Ur:,:-[:;f;:::l#:iiif,1",*]:nTJfiili'#:lliu:l:]
nr*:li{r;}"',"r;rt:ü11ff
n:ti*1iít*tlí{{*:::ri,iii:{
I
*ln*:i:;;m:::';,':":?x!:iü:ii:iiT:iil1*himilJi es"rue un
erus'de
í{:x*'il:',:i[:T::::'iryi:**T:r*i''*;r'"
detrabaio
dertocho
i]ff,:lT,,l;;ffff. #:;:t" "ipi'¿'n
I

2 1. 3 . 1 Tipos de extrLlsión r , -- , c ^ , e se sa r' 'e n -


operaclon(
una f.rma de clasificarlas
se 'cv^ ¿rcab. crevarias
[_acxtr.usiírrr
rnaneras.

illli: lH
ll Íf
il'L
r:T il:[
?lJ' :T
I'J;"#h*'
;i.,.fl,l'il :'lli::il':l*'*'ü'l discreto'
puecleser continuoo
p,'ottx' tle exlrttsión
(t^rnbiénllamada
indirecta La extrusíóndirecta
versus extrusión
Extrusión directa
"r""ió''.t"'cia
17!,::"^":?,;:,lJ:i'il::#*il#H'iFi"Jl:f;ff3i
cornprlme tff11.*i:::iH:
(
Y tlll Pis(rn
oopues*,de
exrre,,r rre cipi*.^::x"bh;;Tffuil*l"jXifm
traves
y llo puecleforzarsea
lrlalrece de ra salidadel dado'
justament, árrpues
,r.r proJucto, cortándola entrela superfrciedeltra-
cubcztt,se separa grunr'irión queexiste del dado'Esta
Lr, g'.trl.,,,u.,fin.*tr,,riír,r,li;;;;i.r-r^
¿.rtiru*i"nio-¿"t tolno haciala abertura
ar forzar.i parala extrusióndirec-
ba.r.y la pirretl,t.t ,..ifie're de la rur"u i";;;;-d; la
susranciar
r.ricció,,casi.'a ,.,u,,.,.,-.,r-,enro
:l:,ottun de unacapade óxidoen
seagravapor ra p,""n'il Pararesolvereste
r¿r.E. la extrusirin en calie'te.este 1^r¡btema en io' p'óauctosextruidos'
ocasio'ar defectos del bloquees
supcrrrcic tlcl t.c'. que puetre pisón rr^i*ito de trabajo'el diámetro
un trro.¡u!sirnura¿o .nir. el v
el 'l'ipi"nte Qued'a un anillodt
sc*su
¡rr.r.rrcrrrir ¿. ,r'o*'u-uu" en
el criár'etrotlel tocho, ei produ'tofinal libre
de óxidos'
ligerar'erteule'or que .n ,;;;yo.iu), oe¡anao
crerrabaio(capasde óxido
rureral

F l G l . J R l t2 1 ' ] l E x t r t r s i ó nc l i r e t a

Contenedor

Forma final del trabaio


Pison

=>
V,F
Dado

--
Tocho de traba¡o
2 1. . t l E x t r u s i ó n
Sección 477

finaldel trabajo
Pisón

+
V,F

Tocho

, ( ; L, R A rr. rr
(b)

(a )F x trrs i t' rrr


c l i re cta
G E (c)
(b)h uecay
huecao semi hueca;
parapr,cl uci runa secci óntrarrsversal
I t ) s e n t i h t t e t¡ .

hacersecciones huecas(por ejemplo,tubos)por medio del


L,' la cxtrusiti. clirectase p'rueder
se preparacon una perforaciónparalelaa
pr.oceso q'e se irustrae, la rigura 21.32.E,ltocho inicial
simurado.Al cornprimirel tocho'
cr pnsotre,rl ,ranclrirque se fija en er broque
su e.ie. [:st. ¡rer.rritc sección
e^tie el mandril y la aberturacleldado' La
se 'rer.za¿rr.r.tcriar a l-luira travésder craro de esta misma
olras forrnasserniltuec¿ls se extruyenusualmente
r*'rsr¡cr.sirl r.cst¡lr.'tecs tuburar'.
nrallel'4.
redonclo, pero la forma final queda
El roclroinit.ialen la extrusióndirectaes generalmente
rrelrlarlo.obvianlentela clirrlensión más grandede la aberturadel dado
tlctcr.rrir.clugr.r-lu ¿rbertur.a va-
[,¿rcxt'usiílnclirectahaceposibleuna infinita
tlclrcscr.,lris 'cr¡rrcr'rr¡uecl rriírr'ct.odel r.clr'.
posibilidades se ilustranen la figura2l'33'
riecrad de rirrras e' ra secciírntrans'ers.r.Algu'as (figura
extt'usiótthacia atrás y extrusíóttinversa
E,nla e.\.Íntsióttitrclircctu.también llanlada recipiente'
efl lugarde estaren el extremoopuestodel
21.34).el clacloest¿inr'ntad. sobreel pis(rl, dirección opuesta
del claro en una
Al ¡reretr.¿r.cl pisti, e. el trabaiofueria ¿rlrnetalif'lui, a través las pare-
en
con respectoal recipiellte'llo hay fricción
a la del pistirr.g'rr, el tocho no se nlueve Las
det pisón es me'or que en la extrusióndirecta'
des clerrecipie'te. por co'siguierte, la fuerza pisón hueco y la difi-
pol.la rnenor rigidezdel
finritacionesclela extrusiónindirectason impuesta,
saledel dado'
c¡ltacltle sosfelrerel procluctoextl'uiclot¿rlconlo este
i'clirect^pueclepr.clucirsecciones huecas,colrlo las de la figura 2l'35' En
[.a extr.usit'rrr del pisótty tomar una
.rétorl. el ¡risir, ¡rr.csiorraerrer toch'. forzandoal materiala fluir alrecledor
pueden resolverse
en la longitutlde la parteextruiclaque
llay lillritaciglles prítctic¿ls
lill.illa,¡gcr:!1¿l.
un problemaa rneclida que la longitud
¡.r.r.este rrrót.d..I:l sostenir'ie'todel pisór se convierteen
tlel tl'¿ttl¿rjtlatttttc'ltta'

extrusiónse puederealizarya seaen


Extrrsirilr en frío versus extrusión en caliente La
a que se
rlel nretalde trabajoy cle la rnagnitudde la deformación
li.ío o flr culicnte.depcrrrlie'nrkr
el llroceso.Los nretales
clur¿rnle
srrictccl ,lirtcr.i¿rl típicosque se extruyenett calienteson:alumittio'
478 C a ¡ l í t u l oz l I D e f o n n a c i ó nv o l u r n é t r i c a( r n a s i v a e) n e l t r a b a j o c f e m e t a l e s

F l ( , L l R r2\ l l l , \ 1 á r ¡ t r i t r . r
p a r a t r . l h a i o tr l t ' e x t r t l s i r i t l
( c o r t e s í ¡t l e A l t l r l t i r r t t t l l
C o t n p . r r r rr l f ' \ t t t e r i r. - t ) .

Contenedor

F,V
+

-.+

Pisónhueco -- Tocho de trabaio


F I C U R A2 1 . . ] 4 E x t r t r s i ó t r
i n d i r e c . t a¡ t a r a¡ r r o d t l c i rt l n a
sec'ciírntrarrsversalsírlida- Formafinaldel trabajo

Contenedor

V,F
+

Pi s ó n
Tocho de trabajo
F I C t J R A2 1 . ] 5 F x t r r , l s i < i r t
i n r i i r e c l ap a r a ¡ l r o t l t l c i rt t t r . r
se'cr: irin traltsversa I Jruec,.r.
I Forma linal del trabajo
21.3lExtrusión
Sección 479

cobre.nragnesio,zinc, estañoy sus aleaciones.Estos mismos materialesse extruyenalgunas


vecesen frío. Las aleacionescleacerose extruyen¡sualtnenteen caliente,aunquelos gradosmás
y
s¡avesy ¡rírs clúctilesse extrnyenalgunasveces-enfrío (por ejemplo,acerosde bajo carbono
El alunlinioes probablemente el metalideal para extrusión (en calienteo en
¿lceros i¡oxiclables).
f'r-ío),r¡uc¡6s productoscornerciales tle aluminio se hacenpor esteproceso(por ejemplo,perfiles
estl'uclttrales y lrl¿ll'cos parapuertasy ventanas)'
ititt en
I-a ¿.r/r.ru.s (uliettÍe involucrael calentamientoprevio del tocho a una temperaturapor
elrcinl¿r dr-su tcntpcr¿lrura de cristalización. Esto reclucela resistencia y aurnentala ductilidaddel
,lel¿rl,pcr.¡ririe¡rlenl¿ly()r'es reclucciones clet¿rnraño y el logro de formasmás complejascon este
adicitxrales incluyerrreclucción de la fuerzadel pisón' ltlayorvelociclad tlel
'roccso. [-1 vent¿r.ias
r'isr'o. y recluccitirr cle las car¿rcterístic¿rs del flujo de grano en el productofinal. Cuandoel en-
fria'lie.t' del toclroentraen contact<; con las paredesdel recipientees ull problema,paÍasuperar-
críticode la extrusión
lo se usa .lgu¡as vecesla extrusiónisotérmica.La lubricaciónes un aspecto
(¡rorcjcrnploacero), y se han desarrollado lubricatrtesespecialesque
crrc.lic'tc r¡r cicr-tes ¡rc.talcs
agresivasde la extrusiónen caliente. Algunas veces se usa el
so, ef'ecti'osb¿r.i,las cuncliciones
ais-
'iclrio c().-r()lrhr.ic¿ulte clela extrusiónen caliente;adernásde reducirla fricción proporciona
lallrielltorénnicocf'ectivoentreel tochoy el recipientede extrusión'
Ltnecncl-¿rl. ut.fi'ío y la extrusiótten tiltio se usanparaproducirpartesdiscretas,
la t.ttt.usiritt
El términoextrusiónpor impacto
fl.ecucrte*errtee¡ firr¡r¿rten¡inacla(o en forma casi terminada).
se us¿lpara irrrlic¿lr-ulr¿r extrusiónfría de alta velocidacl, estemétodose describecon más detalleen
en frío incluyenmayor resistencia
la seccióll2 | .J.4. Algunasventajasimportantesde la extrusión
por clefonnación, tolerancias estrechas, acabados superficialesmejorados,
clebicla al errclureci'liento
La extrusiónen frío a temperatura
auserciacleca¡rascleóxidosy altasvelocidadesde producción.
arntrierrte etirninat¿rrrrtrién la ¡recesidacl de calentarel tochoinicial'

procesanrientocontinuo versus procesamiento discreto un verdaderoprocesoconti-


por un periodoindefiniclocletiempo.Algunasoperaciones de extrusión
'.Llooper.aco' estabilirlacl
se aproxilna' a este icleal,procluciendo seccioltesrnuy largasen un solo ciclo, pero estasopera-
ci.'es c¡uccl.rr clel tocho que se puedecargaren el contenedorde
¿rlI'in lirnitatraspor el larrr¿riro
mírsprecisamente como operacionessemicontinuas' En casi
exl^rsiri¡r.fislrs pr.()cesos se clescriben
t.rl.s l.s c.s.s ¡,,, 5scc:igrres largasse cort¿rnen longituclesrnáspequeñasell una operaciónposte-
t ' i t t t 't l t : c o l ' l c r l ¿ t s c t ' l ' ¿ t t l t l .
La
I¡ .r.. e¡rc6citintliscrcl¿rse prorhrceun¿lsolaparteo piezaen cadaciclo de extrusión'
discreto'
es un ejernplocleestecasode procesamietlto
irrrtrlaclo
exlr.usi(¡r¡1()r'

2 1. 3 . 2 A n á l i s i ds e l a e x t r u s i ó n
paranuestrarevisiónde algunosparámetros de extrusión'
usar.er''s la f igur.azl.36cor"norefererrci¿l
ulla redonda
sección Un
transversal'
El ¡iirgra'ra^srr.ncr (luetantoel tochocornol¿rextrusióntienen
tlt, c.rtt'ttsititttanrbiénllarnaclarelac:íónde reducción' La
es lit rcltt<'ititt
rrrr¡ror.lantc
¡.rrrr.rirrrerr.
r c l ¿ t c i o r ls c t l c l ' i r l c c o l l l o :
4,, (2r.t9)
, '. - _

'.
tl.rcle r.r= r-cluciír¡clcextr-usirirril¡¡=áreaclela secciónlransversal del tochtlinicial,pulg2(mm2);y A¡
aplicatantoparala
= ¿ir.r'^llnll rle'l¿rsccci(rnlectaclela parteextruida,pulg2(rnln2).La relaciónse
el esfuerzoreal
extr-rrsirinclirectacotllo para la inclirecta.El valor de r\-se puedeusarparadeterminar
crrl¿rcxr¡usirirr. tl¿rt¡rt¡uelu rlefonnaci(niclealocLrrre sin friccióny sin trabajoredundante:

€:lnr.. (2t.20)
480 C a ¡ r í t u l o2 l I D e k t n n a c i í r nv o l u n r é t r i c a( l n a s i v a )e n e l t r a l l a j o d e m e t a l e s

remanente

-r
P r e s i ó nd e l p i s ó n ,
L:,

F l C l f, R A ) 1 . . \ 6 [ ' r e s i í r ryr o t r a sv a r i a l l l e se n l a e x t r u s i ó nd i r e c t a '

se
por el pisón paracomprimir el tocho a travésde la aberturadel dado
a¡rlicacla
l,a llr-esitirr
la suposición de deformación idealcomo sigue:
c, l. liguia v se pueclecalculai'ba.io
rlcscr.ilre-
(2t.2t)
P:Yflttr.
lb/pulg2(MPa)'
d.rcle li = esf¡er.zoclefluenciaprornediodurantela deformación,
anterioressubesti-
De hec¡o. la extrusiónno es un procesosin fricción,y las ecuaciones
de extrusión.La fricción existe
,ra. t,talrnente la clefonnacióny la presión en una operación
cornprimey pasaa travésde la
ertr.eel claclo), el rnaterialde trotoju, a nredidaque el tocho se
fricción entrela pareddel contene-
aberturarlel clatlo.En la extrusiónáirecta,tarnbiénexistela
experimentada por el metal'
clor.yla superficie del tocho.La f'ricciónincrementala deformación
por tart', la presiónreal es mayor que la obtenidaen la ecuación21.21,que suponeuna extru-
siíln sirt liiccit'rll.
Se han sugericlovariusnrétoclos paracalcularla deformaciónreal y la presióndel pisón aso-
empíricapropuesta por Johnson
ciaclaen la extnisiírn[1. 2, 4, 10, I I y lgl. La siguienteecuación
de extrusiónha ganadoconsiderable reconocimiento:
[0] paraestiltrar'laclefgrllt¿rciírn
€.r: a*b Inr..
(21.22)

ernpír'icaspara el ángulodel dado.Los


r¡lrrrle 6r = ¡r-fi¡.1¡acitin de extrusitilt. a y b sott conslantes
Los val oresde a y b t i e n d e n a a u m e n -
v al o re sf íl ti c o sc l ec s ta sc o l l s ta l l tessot' la = 0.8 Y l t= l ' 2a l ' 5'
tar cuanclose itlcrenlelltael ángulodel clado'
La pr.esi(1,clelpisónpar.aclesernpeñar la ertrusiónindirectase puedeestimarcon baseen la
de extrusióllcomo sigue:
pilt'ala clefonnacitirl
fi'rnnulacleJghlts<)t-l
(2t.23a)
¡t:T¡ e,
ecuación21.20,en lugarde la defornta-
doncle l'¡ se calcula con base elt la deforlrlación ideal de la
citin cle c'xtl't¡sit'rll cle la ecttaci(ln 21.22'
del recipienteY el tocho oca-
E,rr!¿ra.rtt.tt,sióntlirct'ttt,el efectcl cle fricciólt entre las paredes
indirecta.Podemosescribirla
siolla que la ¡rresitirlclel pistirr sea lnás grattde que pafa la extrusión
de la extrusióndirecta:
s ig u i c l rfce x p re s i (rrlq u e a ís l a l a fuerza cl efri cci ón en el reci pi ente
p¡n Dj
:, lLpr\Í D,'L

tl.rrtlc/)/ = p¡csi(r¡r¿rcliciorral parasuperarla fricción,lb/pulg2(MPa); no?tl4= áreade la


rec¡ucricl¿r
rleI t.ch9. ¡lulg2(r¡rn2);¡t = coeficienteclefricción en la pareddel recipiente;
scccitirrt¡.:rrsr¡cr.sirl
lb/pulg2(MPa);y nD,¡L=áteaclela interfase
rlcl tot'lrocontrirla parerlclclcolltelleclor,
/)(= l)r.csit'lrr
,l.: ii

'!.j

21,3lExtrusión 4Bl
Sección

de la ecuaciónindi-
entreel tochoy la pareddel recipiente,pulg2(mm2).El miembroa la derecha
y el lado izquierdoda la fuerzaadicionaldel pisón
ca la f'uerzade fr.icci(rnentretocho- contenedor,
parasuperarclichafl-icción.En el peor de los casos,ocurrela adherencia en la pareddel recipiente
cortante del metalde trabajo:
corrlo cual el esfuerzode fricción igualala resistenciaa la fluencia
- Yrn D,,L
Flrrnr D,,L

=
a la fluenciacortante,lb/put92lMPa). Si asumimosque fs i/2, entonces
tlo¡rrlef, = l-esistcncia
/', sc lcrltlce ¿t:
* 2t.
lrf : r, u,,
pisón
Co, baseen esterazonamientose puedeusarla siguientefórmulaparacalcularla presióndel
en la extrusitilltlirecta:

¡,-Y¡(..*
T)
(2t.23b)

la presiónadicionaldebidaa la fricciónen la interfase contene-


rf.'rle ef tú,rrrri ^,2LlDt¡ representa
para extruirse Do es el diámetro
cfor-trclr../- es la porci(r¡rde la longitucldel tocho remanente Y
que clisrninuye al la
reclucirse longitud remanente del tochoduranteel
.rigirral clelt.clro. Ntitese /,
la presióndel pisón en funciónde la
proceso.En la f igura 21.31sepresentanlas curvastípicasde
ecuación21.23bprobablementesobrees-
carreradel pisriripara la extruslóndirectae indirecta.La
que los valorescalculadospor esta
tinla la presió' clel pisón. Las presionespodríanser menores
ecuacióllcotl LIllabuenaltrbricaciÓtt'
simplernentela presiónp de la
La fuerz.adel pisírrretl la extrusiótlclirectao indirectaes
e c u a c i ó n2 1 . 2 3n r u l t i p l i c a dpao r e l á r e ad e l tochoA¿2.:
¡; _ ¡tA, (21.24)

l a c a r r e r ad e l p i s ó n
F I G U R A ) 1 . 1 7 ( i r á f i < ' a st í ¡ r i c a sc l e l a ¡ r r e s i ó l tl . o n t r a
( y l . r l o r r g i l t t t l t ' l t t . l t ' t e r r t t ' < ltcoi< l l o ) ¡rara e x t r l t s i t i l l . c l i . r e ret ai n c l i r e c t aL' o s
l a e x t r u s i t i r t
l l i r e c t a r e s u l t a n d e l a fricción en las
r , ¡ k r r e sr n á s a l t o s c l e
r e ' c i ¡ r i e r l t I
e a
. f c l r t n a c l e l a a c t t r n u l a c i < i c
n l e l a p r e s i ó na l i n i c i o
¡ l a r e r l e sr l t , l
r l e l a g r i f i < - rc k , P c r r r l rel t : l á r r g u l or l e l c l a t l o
( t r t a y o r e á n g t r l o sd e l d a d o
s
si¡4rrifiian a < ' t r r l l ' t r li¡,<r t . , ecsl e l r r e s i t ' r t lr t . l t s p r o t t u r l c i a d a s )E' l i l l c r e m e n t od e
s c r e l a c i o t l a < : c - rl a
r l f o r n l a c i ó nc l e l t c l p e '
r l f i r r a lr l e ' l a < - a r r e r a
¡ - l e s i t i ra

Extrusióndirecta
c
.o
.9,
()-
o
E
.o
a Formación
o
L - E x tru s i ó ni n d i recta de tope
CL

oiezala extrusiónverdadera
Carreradel Pisón
<_-___
remanente del Pisón, L
Longitr-rcl
( n r a s i v a e) n e l t r a b a j o d e m e t a l e s
482 Ca¡rítLrl2
61t ¡ I D e f < > n n a c i ( ¡vno l u r n é t r i c a

(N). El requerimientoclepotenciapara llevara cabola


dondeF = fuerzaclelpisírnen extrusión,lb
es sintplemettte:
de exlt'ttsiíln
o¡reracititr

P - Fu (2t.2s)

= velocidad del Pisón


pulg-lb/rnin(us); F = fuerzadel pisón,lb (N); v
rlOnrlep - porencia,
pulg/rnin(nr/s).

' 21.' 3 Presionesde extrusión


EfEMPLO
seextruyeen unaoperaciónde extrusióndirec-
u' trcrl. ¿e j.0 ¡r'rg de largoy r.0 pulg de cliárnetro (medio
secciónrecta transversal'E'l ángulo del dado
ta c.g¡ unA /'\ = +.O.La extrusióntiene una = 60 000 lb/pulg2y un expo-
coeficientede resistencia
íurgulo)= 90o. El rnetalcletr.abaiotieneun =
= 0.1g.use la fórmulade Johnsoncon a = 0'8 y b l'5
nenterle ercrureci'ie'ropor defornración el
ra presiónaplicadaal extremodel tochocuando
paraestirlar.eresfuerzocleextrusión.Deternrine
llaci¿tadelante'
pis(rnsc tlltlc\¡cr
del.t:th: (l:'-:
la presiónclelpisótta laslongitudes
St¡lució¡r: [..xanrinanros real ideal,i^t*i::Y:r:i:;
la deformaciónde
- la deformación
c i r r l )L. = 2 . 0 P t r l gL' = 1 . 0p t r l gy L 0 ' calculamos
y el esfuerzo de fluencia prornedio:
extrusiílr usiltldo l¿tftirlttula tle Jlhnson

e - l n r t : l n 4 . 0- 1 . 3 8 6 3
6.v
- 0 . 8+ l . s (1 . 3 8 6 3-) 2 . 8 7 9 4 5
't
60,ün( I .38q)n . 53,gZ7lblputg2
Y f : --l.l
B
a través
se asumeque el metal del tocho seráforzado
L = 3.0 pulg c'' tur ángurotler dado de 90o, la presiónmáxi-
entoncesnuestrocálculoasumeque
de la aberturaclelclaclocasi inmediatalnente; para ángulosdel dado menoresa 90o, la pre-
n)a se arc¿rnzaa las lo'gitudes del tocho de 3.0 pulg.
comprimirseel tochoinicial den-
si('r podr.íaacunrurarse a u, máximo,como en la riluru 21.37,al
de extrusión.usando la ecuación2l'23b'
tro crefa porciónerr fbrna crecono creldado

- 478 842 lblPulg2


¡t:53 vu(2s7s4s+t
#)
L = 2 . 0 p ul g :

¡r -
o,
5-1 s27
Q.sts+s
.'#) : 370gg8 tb/pulg2

L = 1 . 0p u l g :
q
- r
s27{ 2.87e4s : 263 134tlb/pulg2
¡r-53 #)
comprimir
extrusióndirecta.En realidades imposible
L = o:La krngitucl0 es un valor hipotéticoen
su lugar,una porcióndel tocho (el tope)pefmanece
todo el Úretala travésclela aberturadel dado.En
conformeL se aproximaa cero' El in-
sin extruir y ra presiónernpiezaa aumentarrápidamente
en la gráficade la presióndel pisón contrala
cr.errenrode pre.sici.ar final crera carrerase obserua
es el valor mínimo hipotéticode la presión
carrer¿lclelpisó' en la ligura 21.37. E,lpróxirnocálculo
=
rlel pisílt cluepodríaresultarcuandoL 0'
t-r

p - 53 927 2-81945n, - lss z8olb/puls2


I
S ecci ón21.3 l E xtrusión 483

Contenedor

o

o(E
Fricciónmás alta a bajo ct
6
Ángulodel dado E

C
.o
,a
o
Trabajo redundantemás alto a mayorcr
o
lf

N
L
Optimo
o
=
LL
Ángulodel dado (a)
(b)

sobre la
en extrusión clirecta,(b) efecto clel ángulo del dado
FlcuRA 2 | .3ti (a) t).firiciírn clel árrgulo clel claclo
f u e r z ac l e l P i s ó t t '

2 1. 3 . 3 D a c l o sy P r e n s a ds e e x t r u s i ó n
y la forma del orificio' El
Los factoresinr¡rortantes en un dado <leextrusiónson el ángulo del dado
es el ángulo * de la figura
ángulo clel cracro, más precisamentela mitad del ángulo del dado,
cleldado autnenta,asícomo tanlbiénla fricción
2 | .3g(a).par..íurgul.srnenores,el áreasuperficial
en el pisón' Por otra parte' un
en la inter.f,ase tlad.-tocho.Mayor fricción significamayor fuerza
clelflujo de nletaldurantela reducción,y tam-
iurgulogr.a'trctreI cradoocasionarnayorturbulencia
El efectodel ángulodel dado sobrela fuerzadel
bié' ircrer,ert, en la fuerzarequeridarlel pisón.
en la figura21.38(b)'Existeun ánguloópti-
pis(r, es,ra lrrción en formade u como se nruestra
hipotética.Este ángulo dependede varios factores
rrr' ael ¿a¿.. corl() lo sugierenuestragráfica
cleltochoy tulr.i.ución;en consecuencia, es difícil determi-
conronraterial tlc trabaio.terrrperatura
cledaclosusanreglasempíricaspara decidirel
rrar.l.par.:r,, trallai' de extrusión.Los cliseñadores
iirrgtrlo lr¡rrolliatlt-r.
pisón,ecuaciones 2 1.23(a)y (b), se aplicana los
Las ecu¿rcio.es ¡rrevi.sparala presiórclel del pisónen
or.il.icios circul¿rr.c.s tlel daclo.L-afirrrn¿rdel orificio del dadoafectala presiórtrequerida
corrrpleja, figura2l'39,requiere más presióny
rffraol)cr.irci(r' tteextrusió¡.u¡a seccióntransversal
forma clelorificio del dado puede valorarse por el
fuerzaqre una seccióncircular.E,refecto de la
extruiruna seccióntrans-
.f.octor. conrora reraciónentrera presiónrequeridapara
trt,.fttr.,ttt,crefinicro
para una secciónredondade la misma átea'
versatcle la lor.rla claclay la presió' de extrusió'
Podelnosexl)res¿rr el f¿rctorde lorllla conto sigue:
2.25
K, :0'98 + oo2(al Qt.26)

extrui-
= perímetrode la seccióntransversal
cl''cle K, = l'a.t.r clef onna clelclacloen extrusión;C., (mm)'La
áreaque la formaextruida,pulg
tla.pulg (rnr'): c, = perímetrocleun círculode la nrisrna
en una escalade valoresde
ectr¿rción 21.2(tse lrasaen los datosernpíricosde la referenciaIll
valoresmayoresal lírnite
cercacle6.0. La ecuaciónpuecleno ser vírliclapara
c., l(., clesclc| .0 hasr¿r
str¡re l ' i otlr e e s t¿el s c a l a .
C o l tto i rl c l i c al a e c tl a c i (l rt2l ' 26. el factor de forma
es una funcióndel perímetrode la sección
de ¡na secciírncircular cle¿ireaigual.
f l ' n ¡rs v c l ' s itlrlc l tl l ¡tl t' l ' i l tlc x l rtti tl tl . tl i v i tl i cl ¿rpor el ¡tel.írrretr.t-r
= huecasde super-
I J l t¿ lti rrrrr¡c i t' c ttl ¿ tl e 's l a fi l rl tla rl tri ssi rrr¡l l ecol l ttl l valortle K,. 1.0.Lassecciolles
cl e l i l rl tl ¿t¡l títsal tos y dil-ícilescleextruir.E,laumetrto clela presiónno
l ' i c i e stl e l g l tl i tsti e ttc l l l i tc :ttl l 'es

b*
( m a s i v a )e n e l t r a b a j o d e m e t a l e s
484 C a p í t L r l o2 1 I D e f o r n r a c i ( rvno l u t n é t r i c a

de Aluminum
u n c l i s i p a d c ldr e c a l o r ( f o t o c o r t e s í a
) r . r ( ) L j l r a e x t r u s i r i , r f e s c r - r i r i r trr a r r s v e r s aclo r n p l e i af ) a r a
Fl(;uRA
C o m ¡ t a n Yo f A t n e r i c ' ¿ r ) '

parasec-
ecuaciotres parala presión,los cualesse aplicansolamente
prevl¿ls
se ittcltryeell lltlestras a la redondala expresióncorres-
ciortestraltsvcrsales ecuación2l'23' Pa.oformasdistintas
recloltclas,
t l l l a c x t t ' t r s i í r l ti l l d i r e c t a e s :
¡rorttlictltc l)ill'¿l
(2t.27a)
¡t : K.rTrrr

tl i re c ta :
) ' p a ra c -x t¡' tts i ti l t
¡t: K,T¡(.. * T) (21.27b)

p = fuerza
doncre cte (MPa);
rb/pule2
exrrusión usarbe
\:ll1:"jj:"t::xl:::l;1;J:ilil:jfi:l$
ecuaciones
"ii."i¿"sporesras pueden
[1:Í,'"i,;,,T,..',|.|"'::'ffi'l';Jii':,:,;;;g'io"
e n l a e c - t t a c i t i n 2 | , 2 4 p a r a c | e t e r m i n a r l a f u e r z a d e lincluven
p i s ó n . *ceros y Bccrot
dcherrnmierrte
rn.oli"nte |
;;;';':f::::"ly;:i::T::l"l,1l
;:ilil.1i;r-"ii,;il;"r'i..-,rusión
or.u.r.,flil:iff1fi..1,:',^,,,lffiffiffiiderproceso
ercaror
remover i,l1'J;l[l
Losmareriares
- -^- ^r+^ -ooiotant-i^ el rlessaste. alta

li111l';,i::¿I]iJ1':,1,TJ:;ffi:lffiH;;;
*-;,:
Jil':.[J';:ll* ?;üar
iffi11,,:n lF :"1"
:l:T]:
rresgas'" ::1l :il':::i.:: ;;;en
T?3iT'il'
entados. Sus oro-

fiJ:-1''::'1il::,,;iJ:''Jl'iJii,*.,*'' l1Tlli,1.:'::i::i::.ff:i'i:ff:ü:::ff-;';#
3;i:[:l:;,j|il:;':ffi;[':J:::" ii;'illlTqJi.*;, ;il
vida rarga
procrucción'
<re
uerocicraies
los clatlosy truencontroldinlensional'
o verticales,dependiendode la orienta-
Las prensasde extrusiónpueclenser horizontales
son los más comunes'La prensasde extrusión
ciórr cle l.s e.iescletrabajo.[,os tipos horizontales apropiadaparaproduc-
la cual es especialmente
s., acci.'.clas 'orr'almente ¡r,r fir"rru hidráulica, se usala im-
rresecciorresriu'gas,como en la extrusió¡r directa'Frecuentemente
ciírr st¡rric.¡rrirrun
extrusiónerrll.íotle partesinclividuales,talescomo la extrusiónpor impacto'
r'eciric¿l
¡.rulsiri,', para
Sección21.3| Extrusión 485

de extrusiÓn
21.3.4 Otrosprocesos
nombresque
Los ¡tétsclesprincipalescleextrusiónson la extrusióndirectae indirecta.Hay varios
especiales
sc rlar a alguriaso¡-reraciones de extrusiónclirectao indirectacuyosmétodossedescriben
.r¡rrí.otras o¡lcnrciones cle extrusitinson únicas.En esta secciónexaminamosestasformasde
relaciollaclos'
exlrusitillv los pl'ocesos

y carreras
Extrusión por impacto La extrusiónpor inrpactose realizaa altasvelocidades
Se usa parahacercomponentes individuales.Como su
,r¿isc'rl¿rs(lue la cxtrusiílrconvenciorral.
presión.La extrusiónpor
rr.rr5r.cl. i¡rlir.1.c-lpunztirrgol¡reaa la partecletrabaiomásque aplicar
extrusiónhaciaatráso una combi-
irrr¡-r'cl,sc prrcttcllcvara caboconlo extrusiónhaciaadelattte,
Algunose.jernplos
rlc lrntr¿rs.
,¿rcirirr se
re¡rresertt¿ttivos muestran en la figura2l'40'
l,a cxtr-¡sitinp,rr inrpacttise haceusualrncnte en frío con variosmetales,la extrusiónpor
incluyentubospara
i'rpact, haciaalráses la rnáscomún. Los productoshechospor esteproceso
que se pueden hacerparedesmuy
pastasde clie¡tes1,caiasclebaterías.Estosejemplosmuestran
rlelga¿ase. las ¡rar.tes extruiclaspor irnpacto.Las característicasde alta velocidaddel procesopor
ir'1.r.cr.pe¡-nritegrancles reduccklnesy altasvelocidacles de producción,de aquí su alta importan-
cia ctltttel'ci¿rl'

Fiqt'¡ I | {o \ ¡ r i o s t i t , r r r p l o s( l ( ' ( . x t r u s i ( i t¡tr o r i t t t p a t . t r :(ra: ) h a c i a a c l e l a n t e ,


r l l , i sV l t I r o l l r l l i l l ¡ r ' i t i t,l: l t 'l , l st l t l s .
r l r rh . t < . i . 1

l"
-Punzón
['r l" l-'
[:-
rf
Dado
Forma
inicial

Parteextruida--'''
(1)
(2)
(a)

l" l"
Forma inicial
U Parte extruida

(1) (c) (2)


( n l a s i v a )e n e l t r a b a f od e n r e t a l e s
486 C a p í t t r l o2 1 I D e t o r m a c i ó nv o l t l n l é t r i c a

Contenedor

Forma extruida

Dado

Fluido Tocho de trabajo

F I C U R A2 1 ' 4 1 E x t r u s i ( lrrni d r o s t á t i c a '


lo largode
de la extrusióndirectaes la fricción a
Extrusión hidrostática un problema el tocho
se puede solucionaral poner en contacto
la interfasetocho-conte'edor.Este problema
y '21.4L fluido por el movimientohaciaadelan-
tle un f-luidocn el interi.r clelrecipiente fr.rionancloel del
De tal nraneraque no existafricción dentro
te clelpis(rrr.c().ro se 'ruestraen ia figura fuerza del pisón es en-
en la aberturacreldado. La
r.ecipie'tcy se recruzcatarrbién la fricción sobretodaslas
clirecta. Lapresión del fluido que actúa
t.nces basta.terne'or que e' la extrusión o
pu.,t" llevar a cabo a temperaturaambiente
super.ficies rlel tocho da su nombre al proceso.se espe-
elevaclas. para temperaturaselevadasse necesitanfluidos y procedimientos
a tenrperatur.as
adaptaciónde la.extrusióndirecta'
ciales.l_aextrusió, hidrostática., unu cluctilidadclelmaterial'Por
L. 'r.esiti' hiclrostática sobreer materül cletrabajoincrementala
paraoperaciones
con metalesque son demasiadofrágiles
c,rrsiguierre. esteprocesose puedeusar hidrostáticamente' y es
clúctilestambiénpuedenextruirse
cleextr.si(rr c,r*,encional.Lós nletales es que se
desventajadel proceso
una alta relación de reducciónen esosmateriales.una
¡rosible de sus
tocho.debeformarsecon un husoen uno
prer)ararr's tochosinicialescretrabajo.?r
r.ecluiere que previene fugas
áel daclo.Ésteactúacomo un sello
extrernos'.ra ajustarloal ángulode entrada
presurizacióndel recipiente'
clerfruido a tr.¿rvésde ra at e,.ñrraclertlacro,ar iniciar ra

21 .3.5 tfefectos en pl'odLlctosextrLliclos


asociaclaa las operatciones de extrusión'puedenocurrir
I)cbitlo u l¿rcorrsidcratrle rlefOrnracitin
se pueclenclasificaren las siguientes
'rr'er.()s.s ael.ecrr)se' lrs prclt¡rctesextruiclos.Los defectos .'d
'.q

calegorías qtle se iltlslratlell la figura2l '42' :J.*

"S,It
i

desarrollacomo resultadode ,d !
((,,tt.,1 Esteclefectoes una grietainternaque se
Rct.t,tttud()
1l) la
línea central cle la parte de trabajo durante
Irs eslirer.z.scle terrsitirra lo largo cle la
parecer.irnprobablesen .un procesode
Aurrr¡uclrs csfuerr,.,*,L tensieinpuede.
cxtr.usi(rrr.
condicionesque ocaslonangran'de-
c.rrrpr.esitirrc,rrr, ra exr*rsi(xl,tiencrera ocurrir bajo

F I C U R A 2 1 . 4 2 A l g u n o sd e f e c t o s
(a) reventado
comunes en extrusión:
central, (b) tutrificación (bolsa de
contracciórrY ) (c) agrietado
superficial.
Sección21.4I Estirado y barras
de alambres 487

fonnación en regionesde trabajo apartadasdel eje central.El movim.ientode materialmás


grancleen las r..gion., exteriores,estirael materiala lo largo del centrode la'piezadetra-
bu.io.Si los esfuerzos solt lo suficientementegrandes,ocurre el reventadocentral. Las
conclicionesque pronluevenestasfallas son los ángulosobtusosdel dado, las bajasrela-
cionesde extrusióny las impurezasdel metal de trabajoque sirvencomo puntosde inicio
para las grietas.Lo difícil del reventadocentrales su detección.Es un defectointernoque
no se observageneralmente por inspecciónvisual.Otrosnombresque seusanparaesteefec-
[9 sorr.fi'uctttrude puntcrdeflecha, agrietado centraly agrietado tipo chevron.
'I'uhilit'udo
(h) (bol,sode conÍraccíórt). La tubificaciónes un defectoasociadocon la extrusión
clirecta.Colno se puedeapreciaren la figura 21.42(b),es un hundimientoen el extremodel
tochp.El uso de un bloquesimulaclo.cuyo diíunetrosealigeratnente menorque el del tocho,
(lue
ayrrtfir ¿revifnr'la tubificacitin.Otrosnonrbres sedan a estedefectosoncola de tuboy cola
dc pt'.stttdtt.
de la piezade tra-
( c ) Agriatatlo su¡tefliciol. Estedefectoes resultadode las altastemperaturas
bajo que c¿ttsanel desarrollode grietas en la superficie;ocurre frecuentementecuandola
velociclacl cleextrusiónes demasiadoalta y conducea altasvelocidadesde deformaciónaso-
ciaclascolr ge¡eraciónclecalor. Otros factoresque contribuyenal agrietamientosuperficial
sgrrla alta f¡icción y el enfriarnientorápidode la superficiede los tochosa altastemperaturas
e n l a c x t r u s i ó let l l c a l i e l l t e .

2 1. 4 OEA L A M B R EYSB A R R A S
E S T I R A DD
En el cgntextocle los procesoscledefonnaciónvolumétrica,el estiradoes una operacióndonde la
sccciílntralrsvcrsal dc una barra,varillao alambrese reduceal tirar del materiala travésde la aber-
tura cle urr tlacloco¡to se lnuestraen la figura 21.43.Las características generalesdel procesoson
sinrilara la extlrsit'¡r,la cliferellciaes que en el estiradoel materialde trabajose jala a travésdel
que en la extrusiórrse elnpujaa travésdel dado.Aunquela
dacle.nrierrll'¿rs presenciade esfuerzosde
tellsiri¡es obvia e¡ el estiraclo,la compresióntambiénjuega un papelimportanteya que el metalse
co¡rprinreal pasara travésclela aberturadel daclo.Por esta razón,ladeformaciónque ocurreen esti-
raclose llarnaalgunasvecescornpresióninclirecta.El estiradoes un términoque se usa tambiénen
el trabajode lámirrasnret¿ilicas (sección22.3).El términoestiradode alambrey barra,sse usapara
c'is'ing'ú'#:,ffi;il1:*!l,llJll;fifi:[ffi::i.'i':fff.flffint,l"i,T
i

I '

'|
que se procesa.El e.stit'tttkt I
de lsarrasse refiereal materialde diámetrogrande,mientrasque el estirado
clediálnetropequeño.Elt el procesode estiradode alambressepueden
¿c alanth," se aplicaal nrateri¿rl

F I C ; t J R A2 l . 4 \ E s l i r ¡ t l ot l e b a r r . l s ,v a r i l l a si . ,a l a t n t r r e .

Material

-r
I
I

i ,

-{>
Do
F
I
Tamañofinaldel trabajo

* l i t r e s p : r r i o lu l profundo, por lo que su nombre es


¡ r r o c e s oc l c e s t i l r r t l ot l c l i i n l i l r a s s e . l e c o n ( ) c ] ec o r n o e l n b u t i c l o o e n l b u t i d o
'l'.1
d i f e r e r r t e I. N . t l c l ¡ '
llr
I
l l
4BB Ca¡líttrltl)llDefonrraciórlvtlItlnlétrica(rlrasiva)eneItrallaIodemetales esla mismaparalo
*T).Aunque
(0.03 la mecánicldelprocqso
hasra
cliárnerros de0.00rpurg diferentesln
alc¿rnzar *n dealgunamanera la cu¡
el equip,,
,'iu t.,-inotágiu d" estiradosint¡tle,en
crosc¿rs.s,
;:ffi :"n':?lh ndiáme'ro
iarinicia*ieneutrabajo
T:iffi::
lü' ;: ; *o';ffirecraqu. .,rlottu¿u.^r'"olimita la longituddel se estira
"i* il J;l* Inrírs qt
b,.l ei alambre
, su formaes
grarrtre "". "'.*cion tipo ior"'
Por el ront'u'io'
puecleprocesars: y ",
xn:
:]].,pieza
necesaria

:;T1J[.1:#:l[tln::Tiilkr;il:*J;Jl*]l*:::llii':
(erri'glés, cttttrirurtus
t.t¡tttituttt
se usa
trt'aw'irL¡¡) para
ol.unrorJ.
describir
ron
este tipo de operación'debido
lo' rollos de alambre'
aI
ya que puedens'
p,.,.á.n
trc pr.oclucci(rn.que continua'
grirr*rcsr..r.r.irlus pora huce,tu up*orú,
vercladeratnetrte
c'rr er siguiente rollo á"t trabajo se da generalmente
crarse a t.¡le el tamaño
esrirud;,'i""rJiri.utio,r.n
h,n ura,,1.,.rn.i.i,rcle
cleárea deflnida colno sigue:
por la reclucci('n
Au - Af QI'28)
r--A:
y A¡-- á
áreaoriginal der trabajo,pulg21rnm2);
o; Ao=
cleáreaen el estirad
d.'cle r. = r.eclucci(rn
rirar* li,::1 ;* ;"
:"mf ff#: ilffi
:'J rosra
^Tfi*;6
il,:"'ffil;i::.1,",
paraoperi.,.,T:J:,[:fi:$"1J:$*.*,:,'.1TnñÉl;,:r1'1 [::T'i::
renciatle talllatttls nraterial:
los cliánretrosorrginalyiinat del Ql'29)
-
d = Du D¡
fina
= dtátmetro
pulg (mm); Df
(nrrr); Do = cliámetrooriginal del trabajo,
pulg
donde¿/= clrar.r.
trabaio'Ptrlg(rnnr)'

estirado
2 1. 4 . 1 A n á l i s i sd e l de alambres y barras'y el cálculo
de esfuer'
la mecánicadel estirado en las
de grandesreducciones
En estasecciónrevisaremos ;;¿" la posibiliclad
Consiclerarenros
zos Y fuerzasell el Proceso'
up.ia.i.'t,resde estirado'
en el estiradola defor-
ocurre fricción o trabajoredundante
Si no
. Mecánicadel estirado
coltto sigue:
cletel'lltillarse (21.30)
rttaciti¡trcirl ptrctlc 4,, I
e:ln 7; : l n
l_;
de trabajo'com' ;
transversaldel material :
A¡¡ rr¡son las áreasoriginar
y finar g..lo sección
""^r"'"ación 2t '28'Elesruerzo j
dorrde 5,
¡,revin:":n'':
setreri,rieron .1,,^:ffi:'i'r'J,Tj;T*:ryffi;
iclealesta oaou I
rle esta cleforttración
c¡treresulta (21.31)
_ Au
6 :T¡e :Tr tn ;;
21'30'¡
de la ecuación
en el valorde la deformación
basaclo
fluerciapronredio,
.e
i/ = esfuerzo
crorcre
el
ii$'l{llü'Ji'ifiT1i
Debic,o,;;.,.,:i::iu:,.;':X.iff:,.J;.,,1#,;'*i;il delesti'
enelesruerzo
::'ffi;:::
y:"1"f'::'j::ÍrffiiJlHli#n
ffi:il
,r' ho,',,ngé',ea,
::i:
;i:':Lr
jiniilln*rffi:T:
der.rnraci(r,r innu.ncia

i; i*i liriri
'ltclo stlll (:l illlElLrl
::: ffi"' p a r a t t t a t r i f e s t ¿ lurl l
canlbio tliltlensional
e n s e c c i o n e sa n t e s
y clecnués
l e s p u é sd
deea lgúnp
algún roce'
Proce'

, i l : l r é n n i n o t l r n l ' te r t i r r g l é ss c u t i l i z - a
lt.'l"l
* , . , ' , t , . ] i , , , r , , , , rl tNl o' t l c l
y barras
de alambres
Sección21.4I Estirado 489

de estosparáme-
nunrerosos tnétoclos para predecirel esfuerzode estiradocon baseen los valores
a continuaciónla ecuaciónsugeridapor Schey[18]:
t r o s[ . 2 , 1 2Y l 8 l . Presentarnos
o ,:tT r ( ' * k ) r " * (2t.32)

= coeficientede fricción dado-trabajo;a= án9u-


cfonrfeo,r= esfirer.z.de estiraclotb/pulg2(MPa); #
que seusaparadefor-
(.lctrio írrgur,) como r. ¿.nn, en la figura 21.43,yQ es un factor
r, rlel cr¿u¡r
seccióntransversal redondacomo:
'raciti' '. h.r.'rgé,rea,el cual se deterninaparauna
D (21.33)
¿ - 0 . 8 t+10 . t 2
I
longitudde con-
dontfeD = cliiirnetropr-onredio tlel trabajocluranteel estirado,pulg (mm); Y Lr'=
2l'43, pulg (mm)' Los valoresde D y L'se
tactg cleltraba¡gc..,ttel claclode estiracloen la figura
puc{err{cte¡lrillal'tle las siguie¡tesectt¿tciones:
D-ry (21.34a)

f --
D" - D.¡ (21.34b)
Lt'
2sena
del mate-
el íreade la seccióntransversal
La fucrz-¿lc()t'respondientede estiradoes entonces,
por el esfuerzode estirado:
rial estiratlolrrtrlti¡llicacla
4,, (2t.3s)
: ArTt(' *
F - Ar6¿t o t" A ¡
k)
reque-
términosse definieronpreviamente'La potencia
cloncleI; = fuerzacleestirado,lb (N); los otros trabajo'
por la velocidadde salidadel
ricfae' una oper..ciíl'cleestiradoes la fuerzamultiplicada

EfEMPLO 21.4 Esfuerzoy fuerzasen el estiradode alambre


=
estiradocon un ángulode entrada 15'' El diámetro
U' ¿rlarlbrese estiraa travésde u' cladocre tra-
final = 0.080pulg.El coeficientede fricciónen la interfase
iniciales ().1(x)pulg y el cliíunerro = lb/pulg' y un exponente
= 0.07. El nretaltie¡reun coeficiente.i. ,árirt.ncia K 30 000
ba.itr-clado y la fuerzade esti-
por clelonnaciólr
rfeerclrrrr:cirrie'tt) r¡ = 0.20.Determineel esfuerzode estirado
rarloelt estaoPet'aciirrl'
n 21.33se pueclendeterminarusandola ecuación
solución: Lrs 'alores de D y L,, paralaecuació
21.34.D = 0.090pulg Y L, = 0'0386pulg' Entonces:
0.090
ó:0.88+0.t2ffia:l'16
y seobtienenlos valoresAo= 0'00786
clelestiraclo
a'tes y después
se carcrra,rasír.easrespectivas
p u l g 2y A t = 0 . ( X ) 5 0P
3ulg2.
=
[-a clefrrr¡naci(n real resultante= ln (0.00786/0.00503) 0'446'
o l a operaci ónse cal cul a como:
E l c s l ' u c rz oc l c | ]u e n c i a p rO rl re cl i en
20
30.üu0.446\ : 21.275lb/pulg2
l'¡
1.20
estádaclopor la ecuación2l '32:
[:f esfuerzotle estiraclo

o , ¡: ( 2 t 2 1 s )( ' * 9sssssss ( r.16)


\ 1.446\
t a n1 5/
- l3.ag2lb/pulg2
490 21 I Defornraciírnvolumétrica (masiva)en el trabajo de nletales
C-.r¡rítul<r

es el esfuerzomultiplicadopor el áreade la seccióntransversal


Finalnrente.la fserzade estir¿rdo
del alanlbretle salida:

F : l3 882(0.00503): 70 lb

es qué se
Reducción máxima por pase Una preguntaque se le puedeocurrir al lector ¿por
alambre?,¿por qué no
necesitar¡ás de un pasoparaalcanzarlareduccióndeseadaen el estiradode
en la extrusión?
sc ¡ace l¿rret¡rcciílnenteraen un solo pasoa travésde un solo dadocomo se hace
I-a res¡ruesta es c¡ueresultaclaro,clelas ecuaciones precedentes,que si la reducciónse incrementa
grande,los
tanrbié' los esl'uerzosde estiradoaurnentan.Si la reducciónes lo suficientemente
tlc cslir.¿rtkr cxccrlcrí¿rn l¿rresislerrcia dcl
a la fluerrcia material que sale.Cuando estopasa,
csl'rcr-z,s
sirnplernenle se alarga,en lugarcleque el truevotnaterial se comprima a través
t l al¿rr'5r.c cslir¿ulg
rle la abertt¡-¿r ¿cl dado.paraque el estiradode alambreseaexitoso,el esfuerzomáximo de estira-
do clelreser nlenorque el esfuerzode fluenciadel materialque sale'
máxima que
Es fírcil deternrinaresteesfuerzode estiradomáximo y la posiblereducción
perfectamenteplástico
pue¿e¡acerseen un pasobajo ciertassuposiciones.Supongamosun metal
(, = 0). sin fricción y sin trabajoredunclante. En estecaso ideal, el esfuerzo de estiradomáximo
a la fluenciadel materialde trabajo.Si expresamos estousandola
positrlces igual a la resistencia
ideal, ecuación2l'31, e
ec,acitirr¡rar. cl esf'uerzode estiradobajo condicionesde rleformación
i g u a l a r n o s l-, f ( p o r q u er l = 0 ) :

o d : T ¡ t n * : v n f i : lrn l .- lr :Y

- - =
r)) l. EntoncesA6lA¡= ll(l - r)) debenser igual a los
E , s tos i -e n i fi c ac ¡u cIn (AslA¡) ln (l/(l
posiblees 1.0:
lo g a ri tm o sl ta ttlra l e s basec'.Es decir,la deformaciónmáxima
€¡náx- 1.0 (21.36a)

La relaciírlt ttl¿ixinraposiblecleáreaestítdadaPor:
Ao
: e :2.7183 (2r.36b)

y la recluccitilllttítxillla posible es:


e - l (21.36c)
' nlltx
:0.632

El valor cla¿6para la ecuación21.36(c)se usa frecuentemente como la reducciónteóricamáxima


y del trabajoredundante
posibleen u' s'lo paso,Auncuancloéstaignora: | ) los efectosde fricción
por deformación,que podría
que podríarrreducirel valor rnáxirnoposible, 2) el endurecimiento
a la salida podría ser más
i'crenrerrtarla reducciónnláxinra posible debido a que el alambre
resiste*tec¡uecl nretalirricial.En la práctica,las reducciones por pasoestánmuy por debqiode los
parecenserreducclones de 0'50 para
lírnitesleriric.s.[,es línritessuperior...,, la prácticainclustrial
sirrr¡rle
cstir.¿rcl.r y 0.30 paraesti¡adonrúltiplede alambre'
rle lrat'r¿ts

2 1. 4 . 2 P r á c t i c ac l e le s t i a
r do

E,lestir¿rclose r.ealizageneralrnenteconrounaoperaciónde trabajoen frío. se usamásfrecuentemen-


pero tarnbiénse puedenestirarsecciones cuadradas y de otras
te para'rr.¿ucir secciones reclondas,
productoscomer-
lirrnras.lll estir¿rdo de alalntrrees u,i pr.r..so inclustrialirnportanteque provee
cléclricos:¿rl¿rrnbreparacerc¿ts' ganchosde ropay carrosparasuper-
ci¿rlesconrocalllcsy alanrbres
tonrillos,renlaches,
r.cr.c^t¡rs:varillasp,,ru1r,',,,lucil'clavos, resortesy otrosartículosde ferretería'
de bar-ras
tjl estir.¿rtlo sc USAparapr'(xlucirlrarrasclellretalparamaquinadoy paraotrosprocesos'
y barras
Sección21.4 lEstiradode alambres 491

Trabajoinicial Mesade
entrada
Bastidorde dados

Barrasestiradas

Corredera

v
,t-'

C i l i n d r oh i d r á u l i c o
Armazónde salida

F I G [ . l R A2 1 . ' 1 1 B a n c - t r
rle estir¿rloo¡teraclo
h idráuI icamelrle ¡.rara
estiradocfe barras
nretáli<-as.

l,as ve'ta.i,srlel estiradoen estasaplicaciones incluyen:l) estrechocontrol dimensional,


mecítnicas como resistencia
mejoraclas, y dure
2) Suclr¿r.alrltlptlc la su¡rerficie,3)propiedades
p¿lrapr()(tucción económicaen masa o en lotes.Las velocidadesde estiradt
zit.4)a¿a¡rtabilid¿rrl
so. ta' alt¿rsc()nl()l0 000 pies/rnin (50 m/s) para alambremuy fino. En el casodel estiradodt
la maquinabilidadde las barrar
barrasse prorluccnlaterialpara maquinado,la operaciónmejora
(seccit'rn
25.7 ).
llamadabancode esti-
Equipo de estirado El estiradoclebarrasse realizaen una máquina
(quecontieneel dadode estirado)
r.t¡t que consistecn una nresacleentrada,un bastidordel dado
seusapar¡
y cl annazínde salida.El arreglosenruestraen la figura 21.44-La corredera
la correcler.a
por cilindros hidráulicoso cadenat
jalar el rnateriala travésclel claclode estiraclo.Está accionado
paracontenermás de un dado
nrovidaspor un nrotor.El bastidordel dadose diseñafrecuentemente
rle rrarera que se puedanestirarvariasbarrassimultáneamente a travésde los respectivosdados'
E,lestir¿rdo clelalambrese hacecon máquinasestiradoras continuasque contienenmúltiples
dac¡rscleestirarlgseparaclos por tamboresde acumulaciónentrelos dados'como se ilustraen la fi'
gura 2 | .45. Cadalanrbur.llanracloc¿rbrest¿urte o nlolinete,es movido por un motor que proveele

FIGURA 21.45 E s t i r a < Jcoo n t i r r l t oc l e a l a m b r e '

Caja de lubricación
Alambre inicial(en formade rol l o )
¡- Dado de estirado
' nt,r,
V1 vz'F €>
-+ -+

./,
6( \

+
G (1)
(.

Tamborcabrestante(mantienemúltiplesvueltasde alambre)
(2) (3)
\- )
(rnasiva)en el trallafo de metales
4g2 Callíttrlo 21 I Defrtrlllacitinvolt¡métrica

Entrada

AProximacion
i 1
I I
> cx'
Ángulode aProximación

f - l C ; t - , R2A1 . 4 ( ' f ) ¡ c l t r
< l ce s t i r . r r l tl) a r ¡ [ l ¿ r r ' t s
rr,<lotltl,ts tl al¿rltrlrrt''

Tambiénmantieneuna
a travésdel dado correspondiente'
fuer.z.a apr'piacr^para estirarer arambre en la serie' cada cladorealiza
rcgurar en er ¿rlarnbre que pasaar siguientedado de estirado
terrsión en la serie'Algunas
e' el arambre, y así r.ál.unra la reduccióntotal deseada
u.a ciertarecrucción la serie'dependiendodel metal
entreto, gruposcledadosen
vecesse requiererecocitloder ararnúre
total que se realiza'
que se procesay clela reclucción
de un dadotípico de esti-
2r.4|iclentificalas características
Daclosde estirado La figura l) entrada'2)ángu-
regiones der dad|que se pu.d.n Jistinguirson las siguientes:
racro.Las crarro de entradaes
superficie di cojinete (campo),4¡ relevode satida' Laregi'n
lo cleaproximacióri,3) en contactocon el trabajo'su
una abertura en forma de campunuqu. no entra
gererarr'e.te la superficiedel traba-
un embt¡do lubricante en el dadoj pr.u.nir el rayadoen
propósitoes 'acer con
Es una aberturaen forma de cono
jo. La tr¡,tt"rinntcióttes cloncre ocurreer proceso¿. ,rtirado. varíade acuer-
ángulocorrecto
fluctúantrrnalmentede 6 a z0".El
un ánguro(rnedioángulo)que o t:antpodeterminael tamaño
final del material
. L^ ntperJicie der c'oii.rtete
tro ar materialcretrabajo proveecon un relevohacia atrás
con
Finarnren re el rerev, de .satictaesla última zona.se cementado'
estirarlo. de herramientao carburo
creestiradose hacende acero
un iurgurocle 3i1".Los dados inser-
verocidad e' ras operaciones de estiradode alambreusanfrecuentemente
Los dadosparaalta de desgaste'
tos hechosclecliarnante (sintéticoo natural)paralas superficies
adecuada-
el rnaterialinicial clebeprepararse
preparación del trabaio Antesdel estirado, recocidoes
linrpiezay3)afilado'El propósitodel
rrrerrte.Estoi.vorucratrespasos:r) recociclo,2) duranteel estirado'Algunas
la cructiriclacl cler materialpuru u..prui tu deformarión
incre're'tar del materialse requiere
en el estiradocontinuo'La limpieza
vecesse ,ecesita, pas.s crerecociclo Esto involucrala remocton
.años e' ra superficie cretraba.ioy en el ,ado de estirado'
parar)reverir por mediode baños
cre la super.ficie (por ejernpro,.upusde óxido y corrosión)
crcr.s c:.rrt¿rrri'a'tes la superficiede tra-
co' crrorro cre r'Jniciones. En algurroscasosse prelubrica
c¡uír'ic.s. rir'pieza
tr^iotlcxp:ill;l?,,l,';;ffil inicialrjelmaterialdemanera que
clelexrrenro
ctelcliárnerro
reclucción esto se logra generalmente
pu* iniciar el proceso'
i'sertarse o tiuuésclel rradocreestiracr" a las mordazas
¡rueaa afilado del materialse sujeta
r'ecria.teesteu'pacro, ra'rinacloo to'leacro..Er extremo
o a otr.s clispositivos parainiciar el procesode estirado'
ae la correclera

2 1. 4 . 3 E s t i r a c lcol et r - l b o s
de la Otltl.i"^t:::,i:
o el espesor
us¿rr parareducirel diárnetro
[:l proceso cle estiratlo se puede otraoperaclon
clesptrés qtle se t',np,oaucidoel tuboinicialpor mediode alguna
costttrit v cafttls.
c ()n l o e x trtts i ti l t.Il l e s ti l ado cl el
tubosepueclellev¿tracaboconosinunmandril.Elmé

b
Referencias 493

o tul rossin
FIC U R A21.47 E sti raclde
mandri l(ental l ado
de tubos).

diámetro,como se muestraen la figura


si'r¡rre 'o ,sa .ra'clril y se aplica para la recluccióndel
paraestaoperación'
21.41.Algulrasvecesse usael términoentalladode tubo
un mandril,como se muestraen la
El proble'raque surgecuandoel tubo seestirasin utilizar
de la pareddel
figur.a21.41 ,es qre c¿lrece clecontrol sobreel diámetrointernoy sobreel espesor
de los cualesse ilustranen la figura 2l'48'En
r'br. p.r estose usanlnandrilesde variostipos,dos
a un barra de soportelargo para fijar el
la parte (a) cle la figura se usa un nmttdritfiio ajustado
durantela operación.Las limitacionesprácticas
cliánretroirrerior y el espesorde la parecl¿.1 tuuo
método restringenla longitudde los tubos que
sotrrela longituclrle la bana de soporteen este cuya forma
tipo que se muestraen la parte (b) usa un tapónflotante
¡ruetrenestirarse.E,rsegundo
en la zonadereduccióndel dado'Esteméto-
sediseñatrc .raner.aque encue'tresu posiciónnatural
que presentael métododel mandrilfijo'
tlo evita las linlitacionessobrela longitudde trabajo

H
( b ) t a p < i nf l o t a n t e '
F I G U R AZ l . 4 t \ E s t i r ¿ r r rklre t u l ; o s c o r r n l a r r r l r i l e r(sa: ) n r a n c l r i fl i j o y

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tlrt't'ittg,

P N T C U N T ADSE R E P A S O
y tecnológicas sonimportantes los procesosde deformaciónvolumétrica?
21.l. ¿,porquó razorescornerciales
laminador'
21.2. N{encione algunosde los proáuctosfabricadosen un molino
la fuerza en el laminadoplano'
21.3. ¡lcrrtifiqtre,Jlgunu,de las formasparareducir
21.4. i,Quées trrl lotttinadot'de dos rodillos?
21.5. ¿,Quées utt molitto reversibleerl laminado?
algunosprocesosadicionalesde forma-
2r.(t. Icrenrifique. adenrásder raminacloplano y laminadode perfiles,
efectuarla deformación'
cií¡t v¡lulllétrica (nrasiva)q,,. ,ron roclillospara
de forjado es por el gradoen que el dadorestringeal material
21.7. una rnanerade clasificarlas operaciones
de traba.io. Mencioltelos trestiposbírsicosde estaclasificación'
2 |.8. ¿,Ptlr qtrócs cleseable |a rebabaen el forjadocon dadoimpresor?
21.9. ¿,Cuírlcs sortlos closriposbírsictls de eqtriposde forja?
2 | . 10. ¿,Qtrí' cs el./rtrirrdo isotéttttisi!
y extrusi ólirncl i recta
2l. I l . D i s ti rrg cu rrtrec x tru s i ti lcl li l ' ecta
21 .1 2 . M e n c i o n e a l g u n o p
s ro d u ctos que se fabri canpor extrusi ón' ., r- -.^):,,^.
y el procesode peforación de rodíllos?
21.13. ¿,Quétienellen colnún el reyetttadocetttral el esfuer-
alambre,el esfuerzo deestiradonuncadebeexceder
21.14. ¿,p'r qué en una operaciónde estiradode
zo de fluellciaclelnretalde trabajo?

DEoP c l N M U L T I P L E
C uESTto N A Rlo porcentualde la
Hav urr toral de 22 respuestas correctasen el siguientecuestionario.La calificación
pruebatlebebasarseell dicho total'
parámetros?
laminadodependede ¿cuálde los siguientes
2r.r. Er rráxirno¿raftp.sibreen una operació'de rodillo y el trabajo'b) diámetro
de fricción entre el
(puecrehaberrn6screurla respresia.)a) coeficiente y coeficientede
d) espesordel material, e) esfuerzo 0
cle los r.rlillos, c) velociclaclde los roclillos,
rcsistenciaclel nretal clel trabajo' pequeños en
seasocia
ctero<titlos
ir. ',ruri,r,',* conroclillos relativamente
)t.) :l:lffll:"1,i.'l'-*;:',iil c)
continuo,
b)n,ori'orarninador
. ,-^^ r^\ -.^rl..n l^'-inarlnr m o l i n o de
r . n n t i n t l o - c ) molino de
::,llllj::Jil :iiil'* e' conjunro,
,:i;;;,;; ic rotrinos
o e) co¡figuraciónde tresro¿illos'
c,atro l.'clill,s.cl)rntli'o reversitrle.
Problemas 495

procesosde deformaciónmasiva?(Puede
2l .j. I-a pro¿'cciír' de tubosse asociacon ¿,cuálde los siguientes
c) laminadode anillos,d) forjadocon rodi-
habernráscleu'a respuesta.)a) extrusión,b) punzonaclo,
llos, e) perforaciónde rodillos,0 entalladode tubos,o g) recalcado'
básicausa la compresiónpara efectuarel
21.4. ¿Cuál de los cuatro procesoscle deformaciónvolumétiica
a) estiradode barrasy alambres,b) extrusión'
carnbio¿e forma? (pue¿ehabermás de una respuesta.)
c) forjado Y d) laminado.
ningún propósitoy es indeseableporquetieneque
21.5. La rebatraen el forjado con dacloimpresorno tiene
o b) falso
recortarseclela pariedespuésde formada:a) verdadero,
una operaciónde forja? (Puedehabermás de una
21.6. ¿,curilclelas siguientesopcionesse clasificacomo
por impacto,d) forjado con rodi-
respuesra.) a) ac'ñado, b) forjado con dadosconvexos,c) extrusión
llos, e) lalnilladocJecuerdasy 0 recalcado'
pero no en extrusióndirecta:a) verdadero'o
21.7. La pr.¿ucrciti,cletubo es pJsibreen extrusiónindirecta,
b) falso.
.l-eóricame'tela reducciónmáxima posibleen una operaciónde estiradode alambre,bajo la suposiciónde
2 Ltt.
0'63, c) l'0' o d) 2'72'
rnaterialperfectamente plástico,sin iricción y sin traúajoredundantees: a) cero,b)
volumétrica(masiva)estáninvolucradosen la pro-
21.g. ¿cuálesde los siguientesprocesoscledeformación
(Puedehabermás de una respuesta')a) estiradode ba-
cluccióncleclavosparamaclerade construcción?
rrasy alattttrres, b) extrusión,c) forjadoy d) laminado'
la fórmula de Johnson?(una sola
2l . lg. ¿,c.' cu¿iltlc krs cuatro procesoscledefor¡naciónmasivase asocia
c) forjado y d) laminado'
respucsta.)a) estiraclode barrasy alambres,b) extrusión,

PROBLEMAS
Laminaclo
mm en un pasode laminado. La velocidadde entrada= 16
r 2 l . l . ura placade 40 ,rrn de gruesose reducea 30
rotación= l8'5 rev/min.Determinea) el coeficiente
rn/nrin.El radio clelrodillo = 300 mm y la velocidadde
velocidadde salidabajo la suposición
rnírinr. requericro de fricción que haríaposibleestaoperación,b) la
haciaadelante'
de c¡trela placase ensanch a un 27odurarrt.la operación,y c) el deslizamientos
piesde rongitud.El espesorse reduce
2 t . 2 .una ¡rrarrcha dc 2.0 purg de gruesotiene l0 pulg de anchoy r2.0
pranchaunT5vo de su gruesoanterior.Paraestemetal
errlres pasos¿e rarninarión.cu,lu pasoreduie ra la
y esta recrucciónse esperaun ensanchamiento der3vo en cada paso.Si la velocidadde entradade
verocidadde los rodillos es la misma para los tres
pranclraerr er prinr., puro es de 40 pies/ min, y ra
de la planchadespuésde la reducciónfinal'
pasos,dererr'inea) ra longitud y b) ia velocidadde salida
parareducirel espesorde una placade 50 a25 mm
\ 2 t . 3 .se usaun¿rseriede operacionesde laminadoen frío = y el coeficiente de fricciónentre
e, ,' ,r.ri'. r.cversibre dc 2 rodiilos.Er diárnetroderrodiilo 700 mm
que el draft sea igual en cada paso. Determinea)
los roclillosy el trabajo= 0.15. La especificaciónes
para cada paso'
el núnreromínimo de pasesrequeridoy b) el draft
que.riá.rp..ificada una reducciónporcentualigual en cadapasoen
2 1 . 4 . En er probrenra2r.3, suponga
requerido,b) ¿cuáles el draft paracadapaso'
Iugar clelciraft:a) ¿,cuáles el núrneromínimo clepases
bastidores. El gruesoclela placainicial = l '0 pulg y el
2 t . 5 . un rnolinolaminadorcontinuoen carientetienedos
de cadabastidor= 10pulg' La velocidadde rotación
anclro= l2 'ulg. El espesorfinal será0.5 pulg y el radio
produciriíndrafts igualesde 0.25 pulg' La placaes
cfelprimer basticlor= 20 revlmin.En cadabastidorse
ancrr¿ren rcr'cién o su espenorp&raque no o€ür-r& un.incrementode la anchura'Bqio la
ro suricientenrerrte a) la velocidadv, en
suprsiciónde que el desrizanriento haciaadelantees igual en cadabastidor,determine
tambiénla velocidad salidaen cadabasti-
de
caclabasti¿'r y b) el deslizamientohaciaadelantes, c) determine
es 85 pies/min'
dor cleroclillossi la velocicladcleentradaal primer bastidor
ocho bastidores. Las dimensionesde la planchainicial son:espe-
21.6 . un rnolino clelamirraciónen calientetiene
= El espesorfinal será0.3 pulg,el diámetrodel rodi-
sor = 3.0 pulg,anclro= 15.0pulg y longitud 10.0pulg.
en el bastidornúmeroI = 30 rev/min' se ha obser-
llo en caclabastidor= 36 pulg y ta vetolidadde rotación
número| = 240 pies/min'supongaque no oculre
vacloque la velocicladde la planchaque entraal bastidor igual
ellsarc¡arnientoclela planchaclurantela secuencia de laminado.La reducciónporcentualdel espesores
Determine a) la
e' cad¿r y se suponeque el creslizamiento
b¿tsticlor haciaadelanteseráigual en cadabastidor'
del dos al
re¿ucció' porcentufllen c:acla b) la velocicladde rotaciónde los rodillosen los bastidores
basticlor,
d) ¿cuáles el draften los bastidores
lraciaaclel¿rnte,
uno y ocho' y e) ¿cuál la
es
ocho,y c) el deslizarnierrto
clcsalitl¡clela tira hnal que saledel basticlor
y veftrciclatl ocho?
I1lrrgir¡tl
496 (-a1título21 I Deft¡nnacirirrvolumétrica (masiva)en el trabaio de metales

reduceen un solo pasoen un molino de dos


21.7. u'a plac* cle l0 pulg de anchoy 1.0 pulg cleespesorse
pulg y su velocidad= 50 pies/min'El
roclillosa un espesorcle0.ti0pulg.El rodillo tieneun radio de20
= 000 lb/pulg2y un exponentede endure-
rnaterialcle trabajo tiene un .o.}i.i.nte de resistencia 35
de laminación, b) el momentode torsióny c)
cirnient, p.r clefornlación= 0.2, Determinea) la fuerza
la potenciarequeridapata realizarestaoperaclon'
2r . 8 .Re.suelva el problen n 2l .7. usanclo un radiodel rodillo = t0 pulg Ir, -
un molino de rodillos aglomerados cuyos rodillosde trabajo
2 1 . 9 . Restrelva el problerr vt 2l.7. suponienclo
el impor-
tierc' u. r.¿rclio = 2.0 pulg. conrpare los resultadoscon los dos problemasanterioresy note
de torsióny la potencia'
tanteeiect0del raclioclelclsroclillossobrela fuerza,el momento
creancrro se recluciráen un solo pasoen un molino de dos
2 1. 1 0 . ,r* ¡rr.rrch.trc .r.0purgcregrues. y 9 ¡'rrg ve locidad= 30
= y
de 2,50pul g.Los rocl i l l osti enenun radi o l 5 pul g su
rr* l i l ¡rsrl c a l t. a ,, e s p e sor
cletrabajotieneun coeficiente de resistencia igual25 000 lb/pulg2y un exponente
¡ries/rrrirr. El rr¿rleri¿rl
= a) la fuerza del laminado,b) el momentode tor-
tic crclurccirrri'rtopur defonnación 0. 16.I)eterrnine
sitittl,c)litpotenciareqttericlapararealizarestaoperación'
a l8 mm' La placa
cleun solo pasoreduceuna placa<[e20 mm de grueso
2 t . l l . urra .peracirirrclelamill¿rclo
=zjsomm y la velocidadde rotación= 12revlmin'
inicialrierreurranchode 200 rnrn.El racliodel rodillo
= 600 MPa y un exponentede endurecimiento
E,lrrateri¿rlcletrabajotieneun coeficientede resistencia y c) la poten-
= a) la fuerzade laminación,b) el momentode torsión
1r.r rfef..rrraciti, 0.22. Deterrnine
cin rec¡ttcriclaparaestaoperación'
cuyo diámetro= 24pulg. Puedeejerceruna fuerza
2 1 . 1 2 .u, ,r.f ir. tre ranri'aciónen calientetienerodillos
\¡v ¡trr.r

potenciamáxima= l!0.hp. se deseareduciruna placa


Llll lll\rlIll\,

,rirxirra = 4(X)000 libras.Er nlolino tieneuna El


inicialtienel0 pulgdeancho'
r- ^-^L^ El

:il]: Laplaca
p"'ibleenunpaso.
L l t ; | . - , il#
lruló
trL ;ffiil;;;;;;^i"'"
ér u
= ,^ ^^^ rl y un exponenteáde
t' 1 -- --- ^-.-^¡a¡ra o
endurecimien-
o-árrrpnirnien-

nraterialc¿rlierrte
lllaltf-l ¡cll tieneun coeficientede resistencia 20 000 lb/pulg2
L(lllv¡rtv rl
-^r -^^^:^l^
= 0. Deterrnine a) er adelgazamiento máximo posible,b) el esfuerzoreal asociado
t. ¡rrr cleforrnación
y,c) la Velocitlacl
lcr l Ll\'! nlirxinlaclelos rocliltosparaestaoperación'
lL¡(r\¡ |
L ,
de endure-
exceptnqu. la operaciónes laminadoen tibio y el exponente
.v L , _

. C \ t l c l v ¿ t tel
2 t . 1 3 Rcstrelva
K problenn2l.l2,
rl frl v t ' t \ . K -rn fYY)
u =20
de resistencia perrnanece 000
ci¡riert, ¡r'r cref .rmación , = 0. r5. supongaque el coeficiente
l b /¡rrrl g ' .

Forjado
en un dadoabiertoa una alturade l'5
2 1 . 1 4 urra
. p^rtecilín¿ricacon D = 2.5 pulg y lt = 2.5 pulg es recalcada
= de trabajotieneunacurva
en la i,rt.rlnr" daclo-trabajo0.10.El material
¡rulg.El cocflcicnteclefricción instantánea en la operación:
rle fluenciaclefinicla por K = 40 000 lb/pulg2y tt =0.15. Determinelafuerza
(fluenciaa la deformación = 0'002), b) si /r =
a) e, er ,ronrentoe' (ruese arca'za .i punto de fluencia
2 . 3 ¡ l r l g .c ) s i / r = 1 . 9p u l g ,y d ) s i h = l ' 5 p u l g '
D6= 50 nrm, ho- 40 mm y una alturafinal
/ 2 t . t s .[.lrrir¡'rrte cilírtlricase recalcae'frí. en un dadoabierto =0.20. El materialde trabajotieneuna
= 20 rrr'. El coeficienteclefricción en ra interfasedado-trabajo
= 0.12. Determinela fuerzaen la operación:a) cuan'
curva tle fluenciadefiniclapor K = 600 Mpa y n
= 0.002),b) h - 30 mm, c) lt = 20 mm'
close alcanzael punto de fluencia(fluenciaa la deformación =
= y una artura= 4.0 pulg. se recarcaa una altura 2'5
,/ 2 1 .1 6 . urra partecretrab^jotieneun criámetro 2.}purg curva
= 0.10.El materialde trabajotieneuna
pulg. El c.ef.iciertede fricción en la interfasedado-trabajo por
= rb/purg2 y un exponentede endurecimiento
rre r.ruenciír co, urr coeficiertecleresistencia 25 000
clelirrrrraci (¡tt= 0.22. Construynurragrúficnclefuerz,ocontronlturndel trnbnjo'
de acero'El
e. frfo para producir la cabezade un clavo
2 1 . 1.7 Se c.iec'tiru'a oper.ació'cree.caberarniento
g0 000 lb/putg2y el exponentede endurecimientopor defor'
c.er.icic.nre creresistenciaclelaceroes K =
interfa-se dado-trabajo = 0'10' El alambredel cualse
.racirrr tt =0.24.81 coeficientede fricciónen la
l r a c e c l c | a v t l c s c | e 3 / | ( l d e p t r l g c l e t | i í u r t e t r o . L a c a b e z a t i e n e u n d i para
á r n eproveer
t r o d e 3el/ 8volumen
depulgyln.:p.':l
dado
de r/r6 de p'rg: a) ¿,c¡ué ro'git,cr creararnbrese debeproyectarfuera del
b) calculela fuerzamáxima que debeaplicar
suficienteclenraterialparaestaoperaciónclerecalcado?,
de dado abierto'
el putrzti' ¡raraformar la cabezaen estaoperación
cle cabeza prana, mida el diámetrode la cabezay su espesorasícomo
2 l . 1 8 ,consiga un cl¡*,o común granrle
longituclde materialdebeproyectarse fueradel dadoparaproveer
el rliírrnctr.o clclraboclelclavo,a) ¿,clué de
coeficiente
el sul.icic.te.l¿rteri¿rl para'prorlucir el clavo'I.b) usanclolos valoresapropiadosparael
clel metal con el que se produce el clavo
tlc entlrrecirnie¡rto por clefornración
r.csisrc'ciu 1,t.l ex¡rnrrerte parafortnarlacabeza'
(rrrblrr.l..5). citlculela ftrerz.a lttítxittta ett la operaciórt cle ettcabezado
Problemas 497

lapartees
2l.lg. urra operaci(rn clerecalcaclo en calientese ejecutaenun dado abierto.El tamañoinicial de
= 2.0 pulg.A estaelevadatemperatu-
l),, = 1.0pulg y ltr¡= 2.0 pulg. La partese recalcaa un diámetro
fluye a' l2 000 lb/pulg2 (rr = 0). El coeficiente de fricción en la interfasetrabajo-
ra. cl 'rcr¿rlrle traSa.jo
b) la fuerza máxima en la operación'
rlado= ().4().Deterrilinea) la altt¡rafinal clela parte,
clefor.jaes capazde ejerceruna fuerza máxima = I 000 000 N' una partecilín-
21.20. urra prerrsalridrírulica
= mm y una altura= 30 mm' La curvade
rlrica se recalcaen fr-ío.La parteinicial tiene un diámetro 30
= la reducciónmáXimaen alturaa la
fluenciaclclrrretalse definepor K = 400 MPa y n 0.2. Determine
=
que pue¿eser.cornprinrida la partecon la prettsa,si el coeficientede fricción 0'l'
dado impresor'El áreaproyectadade la parte
2l.21 Se ¿iscira,na ¡rartepara f orjarse en caliente en un
irclul,clrtl. l¿rrc5¿rba es 15 pulg2.La parte recortacla tendrá ult área proyectadacle 10 pulg2' La
lblpulgzal calentarse y no tiende
gcorrrctr.ía rlc la ¡rartees relativarn.n,.simple.El rnaterialfluye a 9 000
requeridapara ejecutarla operaciónde
^ errlrr.eccrse'or rlelirrración. Deterrninela fuerzamáxima
[oriatlo.
de l a par t ees
o cnl i enteen un dado i mpresor'E l áreaproyectada
r raf-o r.j arlen
ll. l2. ¡rr:r l ri c l ^ s c rl i s c i r¿¡ra
,casio¡rar/r la l'rnració' clerebabacturante el Íbrjado'así que el área'
(r 5(x) ,rrrr. t.:ldiseñ<ldel d¿rclo
de la partees compleja'Al calentarse el mate-
irclurcrrtkrl. retlaba.ser¿iclc9 000 ¡nln2.La geonretría
por deformación. Determine lafuerza máxima
rial cletratra.jo fluve a 75 Mpa y no tiend. u rndurrcerse
la operación'
rcqtret'itlaparae.iecutar

E x t r uisó n
diárnetro= 1.5pulg se reducepor extrusiónindirectaa
I I .1.r. ti, r.clr. cilírrclric.clei.0 purgde largocon un
0'8 y b = l'5 pulg'
().175pulg cletli¿inretro. El árrlutocleidado= 90o.En la ecuaciónde Johnsona=
= g2y tt = 0.25.Determine a) la relación
En la cur\,¿r rle fluenciaparael letal cletrabajo, K 75 oo0 lb/pul
extrusión, d) la pre-
cleextrusitin.b) la clefornración real (deformaciónhomogénea),c) el esfuerzode
=
del pisón 20 pulg por min'
sirirrtlel pisírrr.e) fuerzaclelpisóny f) potencia,si la velocidad
cle 100rnm de largo y 40 mm de diámetro se reducepor extrusiónindirecta(hacia
2l .24. [Jn tocho,-.ilínclrico
= de Johnsontienea =
¿rtrírs)a urr rli¿inretro cle l5 nrilínretros.El ángulodel dado 90o. si la ecuación
de trabajoes K = 750 MPa y n = 0'15' determine
0.g ), lt = 1.51,la curvade fluenciaparael material
(deformaciónhomogénea),c) la deformación,d) la
a) la relaciír, cleextrusión,b) la <leformaciónreal
del pisón'
¡rrcsitittdcl pistirrY e) la ftlerza a un diámetrode20
zl.z5. LIrrt.clr. cu'1 lorrgitucl = 75 nlnl y su cliámetro= 35 mm se extruyedirectamente
= el metalde trabajo, K = 600 MPa y n = 0'25' En
¡'r'. l.ll tl¿rtl,rlc cxtr.sií¡r tierreurríurgulo 75o.Para de extrusión'
= =
y /r | '4.Deterlnine a) la relación
l:rccr.citirrtlc t sfrrtr.z.dc cxr'.sit'l' tlc Jrhrson rr 0.8 presióndel
c) la cleformación de extrusión y d) la
5) l. rlcl.*r.cirirr re,l lclefirnnaci<in lronrogénea),

= r.25pulgseextruve
y c., ,' triírnrerro rlirectamente aunctiámetró
2r.2(,.iilllij; ;Ji ;illJ#',llllli,,,cr K
rnetaldeltrabajo = 4 5 0 0 0 lbipult',nrj
c l e g . 5 p u l g . E íl r r r g u l o c l e e x t r u s i ó ndcal ec ll o = 9 0 o . P a r a e l
0.20.Errla ecuacióncledcftrrnración tle Jolrnso t1a =0.8 y ¡1= 1.5.Determinea) la relaciónde extrusión'
homogénea), c) la deformaciónde extrusióny d) la presióndel
b) la defornraciónreal (clefonnación
p i s ti rr' ¡ I- = 2 .0 . l ' 5 ' 1 .0 .0 ' 5 y 0 pul g'
sobreun tochoci l índri coconLs = 3' 0 pul g y Do=2'o
21.2 7 .u rra .' e ri rc i ó r c l ee x tru s i ó nJi rectase ej ecuta = 0'8
pulg. El írrgulotlel claclo = 45oy el cliírmetro del orificio = 0'5 pulg. En la ecuaciónde Johnsona
calientefluye a l5 000 lb/pulg2 = 0)' (rl
y h = 1.3.l.'.peraci<'rnsc llev¿i¿rc¿rboen calientey el metal
es la relaci(rncleextrusiórr?, b) ia posiciónclelpisóncuandoel metalse comprlme
I)eterrrire ^) ¿,cuail del
de la aberturadel dado,c) ¿cuáles la presión
rlerrr. clelc..cl cle,lclacloy enrpiezaa extruir a través final si el pisón
de la parte
pisír' cor.r.e-spor.rcliente a estaposición,cl) determinetarnbiénla longitud
lracia¿rclelatlte al inicitl del cono del dado'
cleticnesrttllovilt'tieltto . -. -' ^ -..
tle extrusión inclirecta enrpieza con un tocho de alulniniode 2'0 pulg de diámetroy 3'0 pulg'
2l.2g. [irr ¡r*rccs,
tl c l u rs .. l .a s c c c i ri ¡tra rrsversal fi nal cl espués cl el a extrusi ónes un cuadradode l ' 0 pul g por lado'
y el coefi ci entede resi stenc ia dgl m et al
E l :írrg u l oc l c lc l 0 tl o= g 0 o . La operaci ónse real i zaen frío
por deformaci ónn = 0.20' E n l a ec uaciónde
ft' = l (r (x X)l 5 /¡ru l g yr c l c oefl ci ente de errdureci nri ento
= l a rel aci ónde extrusi ó la def or -
n'
tl c ¡rr.rrr¿ rc1i ti-r.r.e rr x rr.u si e J.hrsor. r, = 0.8 y b 1.2.a)C al cul e
d ó'
b) ¿,cuírl es el factorde forma del producto?, c) si el topeque
,*citírr r.c^ly la ¿eforrnación de extrusi(rn,
gnteso,¿cuírl es la longitud de la sección
sc tlc.i^e' cl rc.i¡rientenl linll de lir cirrreraes 0.5 pulg cle
r-x tru i (l ¿ rl l ' 1) tl. c l c l ' rn i rre tl el pi síl nen cl proceso.
l a ¡rrcsi írrl
en el trabaiode metales
(masiva)
volr.lnrétri<:a
498 21 I Deformaciirn
ca¡rítul<r
de aluminio en el cu¿
,n perfil estructural en forma de L a partir de un tocho
zl.zg. Se extruyetlirect¿r'e.te
L t l = | 0 p u l g Y D t l = 3 . 5 p u | g . l , a s c l i r n e n s i o n e s d e l a s e c cb)i óeln tfactor
r a n s vde
e rforma' d alan elongitud
s a l s ec) nla|rgudel
raP2l.29.8|
go.. Determineul lu reraciónde extrusión,
ángurodel daao = del pisón es l '0 pulg'
en el recipienteal final de la carrera
perfil extnrido si el tope remanente

os
: l l-
I
II
2.5

I --r
I
+ t
10.5

,t -----l
l*-
F I G L J R A? ) 1 ' 2 s P a r t ep a r a e l p r o b l e m a 2 l ' 2 9 '

=
problema2l '29sonK 35 000
crera curva ae fruencia parala aleación.e aluminio del ecuaciónde
2 r .30. [-.s purÍrrrctrrs ertu operación=
g0o y ra correspondiente
=0.r(r. si eir,nguru der áa,lo.n para
lb/ purgr ! tr requerida
las constantes a = 0.g i t = r.5, calculá.ofu""umáxima
def.nnaciírntle Johnsontiene
deunpedazo dearuminioque tiene 50mm
2,:,r $,Tfi1.11'l:lll':f;iJJ:iyJi$i'l."Jl:lllil;qili, = diámetrointerie¡= 40
finaresde ra copa son:diámetroextlrior 50 mm'
climensiones
ae diá.rerr...[.as b) el factor a) la relaciónde extrusión'
- de la base= 5 mm. Dete*in"
r.'r', arlura r00 .r' y espesor rasdimensionesfinales'd) si
el metal tienecomo
pecrazo requericropu* logrur
de f.n'¿r. c) la alturacler de la ecuaciónde defor-
di fluenci a'K =¿oó üp."v n = 0.25,y las constantes
parámetrosde ra curva
n r a c i í l n p t l r e x t r u s i ó r t d e J o h n s o n S o n ¿ r =las
o . sformas
y b = l . 5del
, d eorificio
t e r m i nde
e l extrusión t rilustra
e e xse
a f u e r z a dque . la
u s i ó n en
para cada ";; d;
zr.32. netenrine el factor de forma
f i g u r aP 2 l ' 3 2 '
estándadasen mi l ímetros) :
di mensi ones
a 21' 32(l as
s e .c i ri l
rr ra n s v e rs p
a a
r raer prcl bl em
ra
Frcu R A p2r . 3. z F or m a sc re terrni tral '
( lr,)tr¡b o '(< )c a n a ly (c l )e n fri a m i etrto
(a ) b a rr ar er - t angular

u---ll*

lHlt l--60---*l
(c)
Problemas 499

Estirado
de entradade 12o'un
e' barras se estira a través cleun cladode extrusióncon un ángulo
2r.33. u' nrateriar fricción en la interfase
finar = 0.35 pulg. El coeficientede
diánrerroi.iciar = 0.50 pulg y ,n criámetro = 45 000 lb/pulg2 y el exponentede
= 0. r. El r'etal tiene un coeficientede resistencia
tratrair-crarro la fuerzade estiradopara
por endnrecinriento = 0.Zl.Determine a) er áreade reducción,b)
clefornracitin
l a o p e ra c i ó n ),c )l a p o te n ci aparareal i zl | .u:q.,uci ónsi l avel oci daddesal i dadel mater
de entrada del dado=
ia|=2pies/ seg.
con un diárn.,ro iniciar de 3.0 mm a 2.5 mm con un ángulo
2r.34. se estirau' arambre el metal de trabajoK = 500 MPa
interfas.t*uu¡o-oado= 0.07. Para
15". El coellcienreclefricción en la de estirado Y c) la fuerza de
estirado
a) la recluccióndel área,Ll ,t esfuerzo
! tt =0.r0. Detennire:

i criámetro iniciar=,:
2r35l;:':illi,li'::'lilf'ff; ryl?^'::.,,'::,::i:l,r'T,:.Í":3;:rtl"i#J:t:,'"
de entrada= l8o y su .o"fi.ienie
= 0'08'
de fricción en la interfasetrabajo-dado
estirarr.tie,e urrrirrgulo
E , | l l l e ( a I S t : c o l l l p o r t a c o t n 0 t t n m a t e r i a l p e r f e c t a m ede
n t e p l á s t i cc)o la
c ofuerza
n u n e de e r z o d erequeri-
s f uestirado fluencia=15000
Dcrcrnine: a) la reducción del área,b) el esfueizo estirado, pies/ min'
lb/pulgr. la velocidad de salida es 3
r^ .¡rcració'. d) la potencia pararealizá.ru np"ruciónsi cadadado
tr^ 1.xrr. produciendo
criírnretro iniciel = 0.rz5putg ,. "riiru a travésde dos dados'
2 | .r(r. urr ararrrrre c.yo = 40 000 lb/pulg2y un
cle área = 0.20. El metal inicial lirn. un coeficientecleresistencia de 12" y
ru.arcducciír, = 0.r5. cada dadotieneun ángulo.e entrada
eraure.inri.,,io por deformación que impulsanlos
cxporerrc crc estirnadoen 0.10. Los motores
de fricción en la interfase trabajo-¿u¿o
un coel-icierrre la velocidad
1.50 hp a90vode eficiencia'Determine
cabrestanres a la salidadel cladopuedenliberar
llrárinraposiblecle|alarnbrealsalirclelsegundodado.

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