Guía Nro.

2: Historia
de la lingüística
1 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
GUÍA NRO. 2
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
• de Saussure, F.
• 1916. Curso de lingüística general. Buenos
Aires, Losada, 1982. Capítulo 1: Ojeada a
la historia de la lingüística.

• Benveniste, E.
• 1963.Ojeada al desenvolvimiento de la
lingüística. En Problemas de Lingüística
General I. México, Siglo XXI, 1980: 20-32

• Coseriu, E.
• 1973. Lecciones de Lingüística General.
Madrid, Gredos, 1999, 20

• Halliday, M. A. K.
• 1977. Ideas sobre el lenguaje. En M. A. K.
Halliday. On Language and Linguistics.
Editado por J. Webster. London,
Continuum, 2003: 92-115



Periodizaciones
2 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
TRES FASES SUCESIVAS
1era. Fase: GRAMATICAL

de Saussure, F.
1916.
Curso de lingüística general.
Buenos Aires, Losada, 1982.
Capítulo 1: Ojeada a la historia de la lingüística.

Se comenzó por organizar lo que se llamaba la «gramática». Este
estudio, inaugurado por los griegos, continuado principalmente por los
franceses, está fundado en la lógica y desprovisto de toda visión
científica y desinteresada de la lengua misma; lo que la gramática se
propone únicamente es dar reglas para distinguir las formas correctas de
las formas incorrectas; es una disciplina normativa, muy alejada de la
pura observación, y su punto de vista es necesariamente estrecho.
3 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
TRES FASES SUCESIVAS
2da. Fase: FILOLÓGICA

de Saussure, F.
1916.
Curso de lingüística general.
Buenos Aires, Losada, 1982.
Capítulo 1: Ojeada a la historia de la lingüística.

Después apareció la filología. Ya en Alejandría existía una escuela
«filológica», pero este término se asocia sobre todo con el movimiento
científico creado por Friedrich August Wolf a partir de 1777, que se continúa
en nuestros días. La lengua no es el único objeto de la filología,
que quiere sobre todo fijar, interpretar, comentar los textos; este primer
estudio la lleva a ocuparse también de la historia literaria, de las costumbres,
de las instituciones, etc.; en todas partes usa el método que le es
propio, que es la crítica. Si aborda cuestiones lingüísticas, es sobre todo
para comparar textos de diferentes épocas, para determinar la lengua
particular de cada autor, para descifrar y explicar inscripciones redactadas
en una lengua arcaica u oscura. Sin duda estas investigaciones son las
que prepararon la lingüística histórica: los trabajos de Ritschl sobre Plauto
pueden ya llamarse lingüísticos, pero, en ese terreno, la crítica filológica
falla en un punto: en que se atiene demasiado servilmente a la
lengua escrita y olvida la lengua viviente; por lo demás, la antigüedad
grecolatina es la que la absorbe casi por entero
4 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
1/19
05/006/052 - 19 COP.
(Lingüística)
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
T R E S F A S E S S U C E S I V A S
3 e r a F a s e : H I S T Ó R I C A
E l t e r c e r p e r í o d o c o m e n z ó c u a n d o s e d e s c u b r i ó q u e s e p o d í a n c o m p a r a r l a s l e n g u a s e n t r e
s í . É s t e f u e e l o r i g e n d e l a f i l o l o g í a c o m p a r a t i v a o « g r a m á t i c a c o m p a r a d a » . E n 1 8 1 6 , e n u n a
o b r a t i t u l a d a S i s t e m a d e l a c o n j u g a c i ó n d e l s á n s c r i t o , F r a n z B o p p e s t u d i ó l a s r e l a c i o n e s q u e
u n e n e l s á n s c r i t o c o n e l g e r m á n i c o , e l g r i e g o , e l l a t í n , e t c . N o f u e B o p p e l p r i m e r o e n s e ñ a l a r
e s a s a f i n i d a d e s y e n a d m i t i r q u e t o d a s e s a s l e n g u a s p e r t e n e c í a n a u n a m i s m a f a m i l i a : e s o y a s e
h a b í a h e c h o a n t e s q u e é l , e s p e c i a l m e n t e p o r e l o r i e n t a l i s t a i n g l é s W i l l i a m J o n e s ( † 1 7 9 4 ) ; p e r o
a l g u n a s a f i r m a c i o n e s a i s l a d a s n o p r u e b a n q u e e n 1 8 1 6 f u e r a n y a c o m p r e n d i d a s d e m o d o
g e n e r a l l a s i g n i f i c a c i ó n y l a i m p o r t a n c i a d e e s t a v e r d a d .
B o p p n o t i e n e , p u e s , e l m é r i t o d e h a b e r d e s c u b i e r t o q u e e l s á n s c r i t o e s p a r i e n t e d e c i e r t o s
i d i o m a s d e E u r o p a y d e A s i a , p e r o f u e é l q u i e n c o m p r e n d i ó q u e l a s r e l a c i o n e s e n t r e l e n g u a s
p a r i e n t e s p o d í a n c o n v e r t i r s e e n l a m a t e r i a d e u n a c i e n c i a a u t ó n o m a . A c l a r a r u n a l e n g u a p o r
m e d i o d e o t r a , e x p l i c a r l a s f o r m a s d e u n a p o r l a s f o r m a s d e l a o t r a , e s o e s l o q u e t o d a v í a n o s e
h a b í a e m p r e n d i d o . E s m u y d u d o s o q u e B o p p h u b i e r a p o d i d o c r e a r s u c i e n c i a — p o r l o m e n o s
t a n p r o n t o — s i n e l d e s c u b r i m i e n t o d e l s á n s c r i t o . E s t a l e n g u a , a l l l e g a r c o m o t e r c e r t e s t i m o n i o
j u n t o a l g r i e g o y e l l a t í n , l e p r o p o r c i o n ó u n a b a s e d e e s t u d i o m á s a m p l i a y m á s s ó l i d a ; y e s a
v e n t a j a s e e n c o n t r ó a u m e n t a d a p o r l a c i r c u n s t a n c i a p o r s u e r t e i n e s p e r a d a , d e q u e , e l s á n s c r i t o
e s t á e n c o n d i c i o n e s e x c e p c i o n a l m e n t e f a v o r a b l e s p a r a a c l a r a r e s t a c o m p a r a c i ó n .
5 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
B e n v e n i s t e , E . 1 9 6 3 . O j e a d a a l d e s e n v o l v i m i e n t o d e l a l i n g ü í s t i c a . E n
P r o b l e m a s d e L i n g ü í s t i c a G e n e r a l I . M é x i c o , S i g l o X X I , 1 9 8 0 : 2 0 - 3 2 .
e s p e c u l a t i v o
( d e S i g l o V a . C a S i g l o X V I I I )
h i s t ó r i c o
( S i g l o X I X )
e s t r u c t u r a l
( S i g l o X X )

T R E S M O M E N T O S
6 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a



C o s e r i u , E . 1 9 7 3 . L e c c i o n e s d e L i n g ü í s t i c a G e n e r a l . M a d r i d ,
G r e d o s , 1 9 9 9 , 2 0
T E O R Í A Y D E S C R I P C I Ó N C O M P A R A C I Ó N E H I S T O R I A
O r í g e n e s R e n a c i m i e n t o
S i g l o X V I I I S i g l o X I X
S i g l o X X
7 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
H a l l i d a y , M . A . K . 1 9 7 7 . I d e a s s o b r e e l l e n g u a j e . E n M . A . K . H a l l i d a y . O n L a n g u a g e
a n d L i n g u i s t i c s . E d i t a d o p o r J . W e b s t e r . L o n d o n , C o n t i n u u m , 2 0 0 3 : 9 2 - 1 1 5
G
L e n g u a j e c o m o
s i s t e m a d e r e g l a s




L e n g u a j e
e n r e l a c i ó n c o n
p e n s a m i e n t o



L e n g u a j e c o m o
s i s t e m a d e r e c u r s o s




L e n g u a j e
e n r e l a c i ó n c o n
l a a c c i ó n y
l a i n t e r a c c i ó n
8 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
2 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Lingüística
como parte de la
filosofía


Gramática
como parte de la
lógica
Lingüística
como parte de la
antropología


Gramática
como parte de la
retórica
9 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Ideal
y
prescriptivo
Adecuado
y
descriptivo
REGLAS
FILOSOFÍA
LÓGICA
RECURSOS
ANTROPOLOGÍA
RETÓRICA
10 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
1. Griegos

Si (como dice el griego en el Cratilo)
El nombre es arquetipo de la cosa
En las letras de rosa está la rosa
Y todo el Nilo en la palabra Nilo

Borges, J. L. El golem.
En El otro, el mismo, (1964) en OC p.885
11 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
1. 1. Platón: Cratilo

Hermógenes: ¡Sócrates! Cratilo, aquí
presente, dice que la rectitud de un nombre
esta fijada por naturaleza a cada uno de los
seres, y que, por tanto, no es nombre aquel
con que algunos lo denominan, a saber, una
parte de la voz por ellos emitida, porque con
ella hayan convenido denominarlo. Que, por
el contrario, hay una rectitud connatural
de los nombres y que ésta es la misma
para todos los hombres, tanto griegos
como bárbaros.

Platón, Cratilo o del lenguaje. Edición y traducción de Atilano Domínguez. Madrid,
Trotta, 2002: 74-75
12 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
3/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
D o s p r o b l e m a s s e d i s c u t i e r o n e n f o r m a g e n e r a l :

a ) s i g n i f i c a d o : h a s t a q u é p u n t o e l l e n g u a j e e r a n a t u r a l
i m p u e s t o p o r l a n a t u r a l e z a d e l m u n d o y h a s t a q u é p u n t o
c o n v e n c i o n a l a s u m i d o t á c i t a m e n t e p o r c o m u n i d a d e s
l i n g ü í s t i c a s p o r n e c e s i d a d e s c o m u n i c a t i v a s ;

b ) a n a l o g í a v s a n o m a l í a h a s t a q u é p u n t o e l l e n g u a j e e s t á
i n h e r e n t e m e n t e e s t r u c t u r a d o y o r d e n a d o m e d i a n t e r e g l a s
( a n a l ó g i c o ) y h a s t a q u é p u n t o e s i r r e g u l a r , v a r i a b l e e
i m p r e d e c i b l e ( a n ó m a l o )




1 3 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
C r a t i l o d e P l a t ó n

D o s p o s t u r a s :

1 . n a t u r a l i s t a s : e m p i r i s t a s

2 . c o n v e n c i o n a l i s t a s : r a c i o n a l i s t a s

1 4 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
1 . 2 . A r i s t ó t e l e s

- r e l a c i ó n c o n r e t ó r i c a y p o é t i c a

- i n c i p i e n t e f o n o l o g í a d e l g r i e g o
á t i c o ( a t e n i e n s e ) b a s a d a e n l o s
v a l o r e s d e l a l f a b e t o g r i e g o

- p r i m e r a n á l i s i s d e l a e s t r u c t u r a
o r a c i o n a l ( l o g o s ) e n F N y F P . ( A
p a r t i r d e e s t a p r i m e r a d i c o t o m í a
a s i s t i m o s a l o s i n i c i o s d e c l a s i f i c a r
l a s c l a s e s d e p a l a b r a s )




1 5 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a




E l l e n g u a j e e s p o r c o n v e n c i ó n ,
y a q u e n i n g ú n n o m b r e
s u r g e e n f o r m a n a t u r a l
( 1 8 a 2 7 )


A r i s t ó t e l e s . D e I n t r e p r e t a t i o n e
1 6 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
4 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
1. 3. Estoicos

- reconocen a la lingüística como rama
separada de la filosofía (en sentido amplio)




- concebían al lenguaje como la clave para
entender el funcionamiento de la mente
humana
17 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Distinción entre:

Semainómenon
(significado)





Semainon Pragma
(significante) (la cosa)

18 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
1.4 Alejandría y Pérgamo (simultaneidad con
los estoicos):

-escuelas de enseñanza del griego; preservación del
griego literario y de los valores de la gramática
griega en momentos de expansión de KOINÉ (la del
Nuevo Testamento)

-actitud didáctica y literaria

-ocho clases de palabras (nombre, verbo, artículo,
participio, pronombre, adverbio, preposición y
conjunción)

19 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Entre estoicos y alejandrinos comienza
una polémica nunca resuelta:





Resultados obtenidos
por observación o por especulación.
EMPIRISMO vs RACIONALISMO
20 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
5/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
2 . R o m a n o s :

- a d o p t a n l o h e r e d a d o p o r l o s g r i e g o s

- a m p l i a c i ó n d e l n ú m e r o d e c a s o s

- c l a s i f i c a c i ó n d e p a l a b r a s


2 1 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
V a r r ó n D e l i n g u a l a t i n a
e s t u d i a l a s d e r i v a c i o n e s f l e x i v a s y d e r i v a t i v a s
e n t é r m i n o s d e p r o d u c t i v i d a d .

L a s p r o d u c t i v a s , e s d e c i r , l a s f l e x i v a s , s e d i v i d e n e n r e l a c i ó n c o n c a s o y t i e m p o :



n o m b r e s


+ c a s o


- t i e m p o


v e r b o s


- c a s o


+ t i e m p o


p a r t i c i p i o s


+ c a s o


+ t i e m p o


a d v e r b i o s


- c a s o


- t i e m p o

2 2 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
‰ V a r r ó n s o s t i e n e q u e e l l e n g u a j e e s
i n h e r e n t e m e n t e r e g u l a r y e s t á
g o b e r n a d o p o r r e g l a s .

‰ L a t a r e a d e l l i n g ü i s t a e s d e s c u b r i r y
f o r m a l i z a r l a s r e g l a s .

‰ A p a r i c i ó n d e g r a m á t i c a s l a t i n a s c o n
f i n e s d i d á c t i c o s . ( D o n a t o y P r i s c i a n o )
2 3 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
3 . M e d i o e v o


‰ B a s e : L A T Í N ; I g l e s i a : ú n i c o s o s t é n l i n g ü í s t i c o e n
f u n c i ó n d e l a p e r m a n e n c i a d e l a l e n g u a . C r u z a d a s :
c o n t a c t o c o n e l E s t e .

‰ G r a m á t i c a e n t r o n c a e n l a t r a d i c i ó n f i l o s ó f i c a m á s q u e
d i d á c t i c a y l i t e r a r i a .


2 4 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
6 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

‰-Formulación de Gramáticas Especulativas: tratan de
explicar por qué la gramática tiene la forma que tiene
(se toma la de Donato como modelo).


‰-Proponían una descripción en función de una
explicación
25 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Modistae
Legado de gramática universal o universales lingüísticos
Tres niveles













relación
con el mundo :
modi
essendi

Relación
con capacidades
de lamente
de comprender :
modi
intelligendi


relación con
Comunicar
esa comprensión :
modi
significandi
(pertenecían
a la gramática
específicamente)


26 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
4. Siglo XV-XVII-Renacimiento:

Gramáticas en lengua vulgar


1492
Gramática de la
lengua española.
Antonio Elio de Nebrija
27 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
28
Prólogo

(….)Cuando bien comigo pienso, mui
esclarecida Reina, i pongo delante los ojos el
antigüedad de todas las cosas que para nuestra
recordación et memoria quedaron escripta,una
cosa hállo et sáco por conclusión mui cierta: que
siempre la lengua fue compañera del imperio; et
de tal manera lo siguió, que junta mente
començaron, crecieron et florecieron, et
después junta fue la caida de entrambos (…)
7/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
G r a m á t i c a s - S i g l o X V I
• 1 5 1 6 . F o r t u n i o , G i o v a n n i . R e g o l e g r a m m a t i c a l i d e l a v o l g a r
l i n g y a . B e r n a r d i n o V e r c e l l e s e , A n c o n a .

• 1 5 2 1 . B a r c l a y , A l e x a n d e r . H e r e b e g y n n e t h t h e i n t r o d u c t o r y
t o w r y t e , a n d t o p r o n o u n c e F r e n c h c o m p y l e d b y A . B . R o b e r t
C o p l a n d e , L o n d o n .

• 1 5 3 9 . B a r r o s , J o a o d e . G r a m m a t i c a d a L i n g u a P o r t u g u e s a
c o m o s m a n d a m i e n t o s d a S a n t a M á d r e I g r e j a . L i s b o a .

• 1 5 5 8 . G i l b e r t i , M a t u r i n o . A r t e d e l a l e n g u a d e M i c h u a c á .
I u a n P a b l o s i m p r e s s o r , M e x i c o ( T a r a s c á n ) .

2 9 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a

• 1 5 6 0 . d e S a n t o T o m á s , D o m i n g o . G r a m m a t i c a o A r t e d e l a
l e n g u a g e n e r a l d e l o s i n d i o s d e l o s r e y n o s d e l P e r ú . F r a n c i s c o
F e r n á n d e z d e C o r d o u a . V a l l a d o l i d .

• 1 5 7 1 . M o l i n a , A l o n s o d e . A r t e d e l a l e n g u a m e x i c a n a y c a s t e l l a n a .
P e d r o O c h a r t e , M e x i c o . ( N a h u a t l )

• 1 5 7 8 . C ó r d o v a , J u a n d e . A r t e e n l e n g v a z a p o t e c a . P e d r o B a l l i ,
M e x i c o .

• 1 5 8 6 . B u l l o k a r , W i l l i a m . B r e f g r a m m a r f o r E n g l i s h . E d u m u n d
B o l i f a n t , L o n d o n .
3 0 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
5 . S i g l o X V I I - X V I I I : R a c i o n a l i s m o


1 6 6 0 A r n a u l d , A y L a n c e l o t C . G r a m á t i c a g e n e r a l y
r a z o n a d a ( P o r t R o y a l ) .

1 7 5 1 . H a r r i s , J . H e r m e s o u n a i n d a g a c i ó n a c e r c a d e l l e n g u a j e y
l a g r a m á t i c a u n i v e r s a l .

1 7 7 2 . H e r d e r , J . G . T r a t a d o s o b r e e l o r i g e n d e l l e n g u a j e .

1 7 8 2 . R o u s s e a u , J . J . E n s a y o s o b r e e l o r i g e n d e l l e n g u a j e


3 1 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a

W i l h e l m v o n H u m b o l d t
( 1 7 6 5 - 1 8 3 5 )


A s p e c t o c r e a t i v o d e l l e n g u a j e



3 2 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
8 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Lenguaje puede
entenderse como


G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
“ H a y u n f a c t o r c o n s t a n t e y u n i f o r m e d e b a j o
d e e s t e “ t r a b a j o d e l e s p í r i t u ” ;
e s e l q u e H u m b o l d t d e n o m i n a “ f o r m a ” d e l l e n g u a j e .
S o n s o l a m e n t e l a s l e y e s b á s i c a s d e l a g e n e r a c i ó n
l a s q u e e s t á n f i j a s e n e l l e n g u a j e . ”
C h o m s k y , N . 1 9 6 6 . L i n g ü í s t i c a c a r t e s i a n a . M a d r i d , G r e d o s , 1 9 6 9 , 5 2


C o n c e p t o c e n t r a l :
I n n e r e S p r a c h f o r m
( F o r m a )
3 4M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística




35 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
1era. parte
ROMANTICISMO
2da. Parte
POSITIVISMO
36 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
9/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
¾ N o e s s e n c i l l o s e p a r a r l o s t é r m i n o s
c o m p a r a t i v o e h i s t ó r i c o

¾ T h o m a s Y o u n g ( 1 7 7 9 - 1 8 2 3 )
- c r e a d o r d e l t é r m i n o i n d o e u r o p e o e n
1 8 1 3 - a f i r m a b a q u e e r a n l o s a s p e c t o s
a r t i f i c i a l y n a t u r a l d e u n m i s m o
f e n ó m e n o i n t e r l i n g ü í s t i c o .
3 7 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
E l e s t u d i o c o m p a r a t i v o i n v o l u c r a b á s i c a m e n t e
l a c o m p a r a c i ó n a p a r t i r d e l a s i m i l i t u d d e l a s
f o r m a s l i n g ü í s t i c a s a b a r c a n d o t r e s a s p e c t o s
f u n d a m e n t a l m e n t e
( q u e n o s i e m p r e f á c i l e s d e s e p a r a r e n t r e s í ) :





a )
t i p o l ó g i c o
b )
e v o l u c i o n i s t a
c )
g e n é t i c o
3 8 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a

p e r m i t e l a d i s t r i b u c i ó n d e l a
l e n g u a s d e a c u e r d o c o n m o d e l o s
g e n e r a l e s d e c ó m o l a f o n o l o g í a , l a
m o r f o l o g í a , l a s i n t a x i s y l a
s e m á n t i c a o p e r a n .

a ) t i p o l ó g i c o :
3 9 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
b ) e v o l u c i o n i s t a
l l e v a e n p r i n c i p i o a d e m o s t r a r q u e
l o s c a m b i o s e s p e c í f i c o s e n l a s
f o r m a s r e a l e s e n y e n t r e l a s l e n g u a s
p a r a p o s t u l a r t e o r e m a s u n i v e r s a l e s
s o b r e s u d e s a r r o l l o
4 0 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
1 0 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
c) genético
lleva a establecer el origen, es decir,
la genealogía de las lenguas, los
movimientos geográficos de sus
hablantes e incluso las características
de sus sociedades primitivas.
41 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Dos hechos importantes:


descubrimiento de
la Gramática del sánscrito
de Panini (siglo V a.C)


42 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

*disertación de William Jones en la
que señala
semejanzas
entre el latín,
el griego
y el sánscrito.

43 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

William Jones. 1786 East India Company.
Royal Asiatic Society. Calcuta

El sánscrito, más allá de la antigüedad que pueda
tener, tiene una estructura espléndida; más perfecta
que el griego, más abundante que el latín y más
refinada que ambos; pero guarda con ellos una
afinidad tan fuerte en las raíces verbales como en las
formas gramaticales que no puede decirse que se
haya producido por accidente;

44 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
11/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
t a n f u e r t e e s q u e n i n g ú n f i l ó l o g o p u e d e
e x a m i n a r e l s á n s c r i t o , e l g r i e g o y e l l a t í n s i n
a f i r m a r q u e p r o c e d e n d e u n a f u e n t e c o m ú n
q u e , t a l v e z , y a n o e x i s t a . H a y u n a r a z ó n
s i m i l a r , a u n q u e n o t a n f u e r t e , p a r a s u p o n e r q u e
e l G ó t i c o y e l C e l t a t i e n e n u n o r i g e n s i m i l a r a l
s á n s c r i t o .


4 5 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
G R A M Á T I C A
d e P A N I N I
( c . 3 5 0 A C )
O r g a n i z a d a a p a r t i r d e :

A s t a d h y a y i :
s i s t e m a d e a l r e d e d o r d e c u a t r o m i l r e g l a s g r a m a t i c a l e s
S i v a s u t r a s :
i n v e n t a r i o d e s e g m e n t o s f o n o l ó g i c o s
D h a t u p a t h a :
l i s t a d e c e r c a d e d o s m i l r a í c e s v e r b a l e s c o n
m a r c a d o r e s d e s u b c l a s i f i c a c i ó n y d i a c r í t c o s
q u e c o d i f i c a n s u s p r o p i e d a d e s m o r f o l ó g i c a s y s i n t á c t i c a s
G a n a p a t h a :
i n v e n t a r i o d e c l a s e s d e í t e m s l e x i c a l e s q u e d e p e n d e n
i d i o s i n c r á t i c a m e n t e d e v a r i a s r e g l a s .

4 6 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a


N i n g u n o d e l o s c o m p o n e n t e s
p u e d e e n t e n d e r s e a i s l a d a m e n t e .


T o d o s c o n s t i t u y e n
u n s i s t e m a g r a m a t i c a l i n t e g r a d o

4 7 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
R e g l a s d e l a g r a m á t i c a c o n t i e n e n :

™ D e f i n i c i o n e s ( s a m j n a )
™ M e t a r e g l a s ( p a r i b h a r a )
™ E n c a b e z a d o r e s ( a d h i k a r a )
™ R e g l a s o p e r a t i v a s ( v i t t i )

4 8 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
1 2 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Sobre un sistema de casos:
A= Genitivo; B= Nominativo; C=Ablativo; D= Locativo






A → B / C _ D => CBD
No *CAD

El Genitivo se reescribe como Nominativo
cuando en el contexto precedente
aparece un Ablativo y en el siguiente un Locativo
49 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

¾Algunos hechos relevantes

¾1808. Friedrich Schlegel (1772-1829) monografía
sobre el sánscrito debe mayormente sus logros a Jones.

¾ Franz Bopp (1791-1867) el principal propulsor del
método genético-comparativo durante la primera mitad
del siglo XIX.

¾1803. Friedrich y August Wilhelm Schlegel (1767-
1845) utilizan ya el término gramática comparativa y
proponen su tipología de lenguas F. considera que las
lenguas son organismos.

50 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
August Schlegel propone (siguiendo la postura de von Humboldt)
una distinción tipológica
basada en la relación forma-significado (morfológica)




uno
por palabra
LENGUAS
AISLANTES
(chino)




más de uno
por palabra
separados sin
modificación
LENGUAS
AGLUTINANTES
(quechua)
más de uno
por palabra
modificado
LENGUAS
FLEXIVAS
(latín, español)

51 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística








Comrie, Bernard. 1988. Las tipologías lingüísticas. En Newmeyer, F
(ed.) Panorama de la lingüística moderna de la Universidad de
Cambridge. Volumen I: Teoría lingüística y fundamentos. Madrid: Visor,
1990

mrie Bernard 1988 Las tipologías lingüísticas En Newmeyer F d 1988 L i l í li í i N i E N
52 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
13/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
L E N G U A S A I S L A N T E S :
u n m o r f e m a p o r p a l a b r a

E j e m p l o : v i e t n a m i t a

T u y n g h è o n h u n g a n h t h í c h g i ú p b a n
A u n q u e p o b r e s i n e m b a r g o é l g u s t a a y u d a r a m i g o s

( A u n q u e p o b r e l e g u s t a a y u d a r a l o s a m i g o s )

5 3 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
L E N G U A S A G L U T I N A N T E S :
l a s p a l a b r a s v a r í a n p a r a i n d i c a r d i f e r e n t e s c a t e g o r í a s
m o r f o l ó g i c a s , p e r o e l m o r f e m a i n d i c a d o r d e c a d a
c a t e g o r í a e s f á c i l m e n t e s e g m e n t a b l e
a p a r t i r d e l o s m o r f e m a s a d y a c e n t e s .
R e s u l t a d o : s e c u e n c i a l i n e a l d e m o r f e m a s q u e
c o r r e s p o n d e a u n o r d e n d e c a t e g o r í a s g r a m a t i c a l e s .





E j e m p l o : t u r c o

e l - l e r - i m - e
m a n o p l u r a l 1 e r a . P e r s o n a d a t i v o
( a m i s m a n o s )
5 4 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
L E N G U A S F L E X I V A O
F U S I O N A N T E :
l a s p a l a b r a s v a r í a n
p e r o e s m á s d i f í c i l o i m p o s i b l e l a
s e g m e n t a c i ó n

E j e m p l o : l a t í n
c a n - u m
p e r r o g e n i t i v o / p l u r a l

( d e l o s p e r r o s )
5 5 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
L E N G U A P O L I S I N T É T I C A :
u n a p a l a b r a e x p r e s a
t o d a s l a s c a t e g o r í a s m o r f o l ó g i c a s .




E j e m p l o : y u p i k ( l e n g u a d e l g r u p o e s q u i m a l )

a n g y a - g h l l a - n g - y u g - t u g
b a r c a g r a n d e c o n s e g u i r q u e r e r 3 e r a . s i n g u l a r

( É l q u i e r e c o n s e g u i r u n a b a r c a g r a n d e )

5 6 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
1 4 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

1816
Franz Bopp publica su primera comparación de la
morfología verbal del sánscrito, latín, iranio y germánico.
Luego, entre el 33 y el 52 agregará a la comparación el
lituano, el eslavo y el armenio. Su análisis es descriptivo y
sumamente detallado
Hace una disección de las formas
(la relación del término de las
ciencias naturales no es casual).
Los distintos elementos tienen una
vida en el que nacen, se
desarrollan y decaen

57 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
1818. Raimund Rask (1787-
1832) publica su monografía
premiada por la Academia Danesa de
Ciencias sobre el origen genético del
islandés a partir del estudio fonológico
de las formas. Sus puntos de vista se
basaban en los cambios de los sonidos
desde una perspectiva genética ya
que consideraba que los sonidos
era el cuerpo central de evidencia
para llevar a cabo la reconstrucción.

58 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Jacob Grimm (1785-1863)
publica entre 1819 y 1837 una
Gramática germánica en cuatro
volúmenes en la que establece el
marco general para la lingüística
histórica.

Convencido por Rask de la
utilidad de la fonología, en 1822
encuentra un principio de
sistematización en cambios
consonánticos reflejados en
germánico que se dio en llamar
la Ley de Grimm


59 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Ley de Grimm




corresponden a



Oclusivas
sonoras
en latín
(b-d-g)

Oclusivas
sordas
en germánico
(p-t-k)

60 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
15/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
L a t í n

G e r m á n i c o

S u e c o
m o d e r n o

I n g l é s

s c a b o


* s k a p a n

s k a p a

s h a p e

d e c e m


* t e x u n

t i o

t e n

i u g u m


* i u k a

o k

y o k e

e j e m p l o s t o m a d o s d e M a l m b e r g , B . ( 1 9 6 7 ) L o s n u e v o s c a m i n o s d e l a
l i n g ü í s t i c a . 2 d a . E d i c i ó n . M é x i c o , S i g l o X X I , 1 9 9 3 : 8 )

6 1 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
A . S c h l e i c h e r
( 1 8 2 1 - 6 8 )

1 . E s e l p r i m e r o q u e
e n u n c i a q u e l o s
p r i n c i p i o s d e l e n g u a j e
o p e r a n
d e a c u e r d o c o n r e g l a s
e s t r i c t a s ( 1 8 5 0 )

2 . P u b l i c a e n e l 6 1 - 6 2
C o m p e n d i u m d e
l e n g u a s i n d o e u r o p e a s
6 2 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
3 . E s t a b l e c e q u e c o m p a r a c i ó n e n t r e l a s l e n g u a s
d e b e l l e v a r s e a c a b o a p a r t i r d e c á l c u l o s
s i s t e m á t i c o s y n o a p a r t i r d e a g r u p a m i e n t o s
a z a r o s o s ( 1 8 6 3 ) ( e l i n v e n t a e l a s t e r i s c o * )
4 . D e m u e s t r a r e c o n s t r u c c i ó n e n u n a l e n g u a d e b e
p r e c e d e r a l a r e c o n s t r u c c i ó n b a s a d a e n d o s o m á s
l e n g u a s
5 . S o s t i e n e q u e e l e m e n t o s p u e d e n d e r i v a r d e m á s
d e u n a f u e n t e ( p o l i g é n e s i s )
6 3 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a





( K a r l B r u g m a n n , H e r m a n n P a u l )
E s c u e l a e n l a q u e s e f o r m a
F e r d i n a n d d e S a u s s u r e


E s c u e l a e n l a q u e s e f o r m a
F d i d d S
6 4 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
1 6 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
Sostenían:

i) que el lenguaje es una aspecto de la
cognición humana y de interacción social
que debe estudiarse no en polvorientos
escritorios de bibliotecas sino en los labios
de los hablantes (Brugmann 1878,1897, Paul
1880).

El lenguaje no es un fenómeno
orgánico (Brugmann 1897)

65 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
ii) la uniformidad en la concepción
del hombre es deseable como teoría de
control, es decir, los aspectos
psicológicos y fisiológicos del hombre
han debido de ser idénticos en todas
las épocas.
66 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística
iii) que los cambios formulados
adecuadamente no aceptan
contraevidencia ya que los cambios
de sonido (en particular) operan de
acuerdo con leyes que no reconocen
excepciones. Se aceptan dos
procedimientos: los cambios sin
excepción y la analogía.

67 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

Consecuencias:

de i): los ciclos de las lenguas (crecimiento,
madurez, decadencia) no tienen sentido. Se
valoriza la evidencia del habla real de un
tiempo determinado y lo que puede deducirse
de los procesos de cognición humana;

68 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
17/19
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
d e i i ) :
• l o s c a m b i o s c a t a s t r ó f i c o s s o n r a r o s ;

• m e j o r a m i e n t o o d e t e r i o r o d e u n c a m b i o n o t i e n e u n a
r e l a c i ó n c r o n o l ó g i c a l i n e a l ;

• l o s c a m b i o s c o n t e m p o r á n e o s y p e r c i b i d o s c o m o t a l e s s o n
e v i d e n c i a i m p o r t a n t e ;

• t o d o s l o s p r o c e d i m i e n t o s p u e d e n s e r m e d i d o s y f i j a d o s ;

• e s p o s i b l e e s t a b l e c e r r e g l a s g e n e r a l d e l c a m b i o : l e y e s . L a
m o t i v a c i ó n i n t e r n a p r e c e d e a l a e x t e r n a .

6 9 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
d e i i i ) :

q u e l o a n t e r i o r n o d e b e s e r c o n s i d e r a d o p o r e s t a r
e r r a d o p o r q u e l o s c o n t e x t o s y c o n d i c i o n a m i e n t o s
e r a n i n a d e c u a d o s . F a l t a e x p l i c a r f a c t o r e s c o m o l a
r e l a c i ó n d e l c a m b i o c o n l a c l a s e s e m á n t i c a , l a
f r e c u e n c i a d e u s o , l a s r e s t r i c c i o n e s s o c i a l e s o l a
i n f l u e n c i a g e o g r á f i c a . ( E n l a m a y o r í a d e l o s c a s o s
e l l o s n o s i g u i e r o n h a s t a e l f i n a l s u s p r o p i o s
p o s t u l a d o s )

7 0 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
‰ I g n o r a r o n l a s c a u s a s d e l
c a m b i o y s u s e f e c t o s s o b r e e l
s i s t e m a .

‰ T r a b a j a r o n , m á s a l l á d e l a s
c r í t i c a s , e n u n s e n t i d o
e v o l u c i o n i s t a y n o g e n e t i s t a


7 1 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
G u í a N r o . 2 : H i s t o r i a
d e l a l i n g ü í s t i c a
A v a n c e s p o s i t i v o s :

M e m o r i a s o b r e
e l s i s t e m a v o c á l i c o
i n d o e u r o p e o
d e F e r d i n a n d
d e S a u s s u r e
( 1 8 7 8 )
7 2 M e n é n d e z - L i n g ü í s t i c a B - C u r s o
2 0 1 3
1 8 / 1 9
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

Fines del XVIII: cantidad de datos, entusiasmo, confianza.

El XIX será el momento de conectar, relacionar, buscar causas,
codificar métodos.

Ejemplos:
Taxonomía botánica de Linneo es de 1735
Tratado de química de Lavoisier es de 1789
Anatomía comparada de Cuvier es de 1800-1805
Zoología sistemática de Lamarck es de 1801.


EL MODELO DE CIENCIA DE LA
LINGÜÍSTICA DEL SIGLO XIX
73 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
Guía Nro. 2: Historia
de la lingüística

ŽPrincipios del siglo XIX: ciencias naturales
Modelo: taxonomías
LENGUA COMO UN ORGANISMO

Mitad del siglo XIX
Modelo: teoría de la evolución de Darwin
EVOLUCIÓN DE LAS LENGUAS

Última parte del siglo XIX:
Modelo: ciencia positiva
(experimentación y verificación de datos)
CAMBIO DE LAS LENGUAS



74 Menéndez - Lingüística B -Curso
2013
19/19

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