Está en la página 1de 52

1

CONCEPTOS

FUNDAMENTALES

/.

Oposición

 

fonológica

 

distintiva

 

L a

ide a

d e

diferenci a

supon e

la

ide a

d e

oposición .

Un a

cos a

pued

e

diferenciars e

d

e

otr a

sól o

e n

la

medid a

e n

qu e

amba s

se

oponga n

entr e

sí,

es

decir ,

e n

la

medid a

e n

qu e

exist a

entr e

amba s

un a

relació n

d

e

oposición .

L a

funció n

distintiva ,

po r

lo

tanto ,

sól o

pued e

se r

desempe -

ñad a

po r

un a

particularida d

fónic a

e n

la

medid a

e n

qu e

ell a

s e

opong a

a

otr a

particularida d

fónica ;

es

decir ,

e n

la

medid

a

e n

qu e

se a

términ o

d

e

un

a

oposició n

fónica .

La s

oposicione s

fónica s

qu e

e n

la

lengu a

d e

q

u e

se

trat a

puede n

diferencia r

las

significacione s

intelectuale s

d e

do s

palabra s

será n

llamada s

fonológicas

 

( o

fonológicamente

distintivas

o

simplement e

distintivas' 1] .

La s

oposicione s

fónica s

que ,

po r

el

contra -

rio

,

n o

posee n

est a

faculta d

será n

designada s

no

pertinentes

desde

el

punto

de

vista

fonológico

o

no

distintivas.

E n

alemán ,

l a

oposició n

o-i

"así"-s/ e

e s

fonológic a

"ella" ,

o

Rose

distintiva ,

como ,

l o

muestra n

"rosa " - Riese

"gigante" ,

etc. ;

e n

lo s

ejemplo s

l a

so

oposi -

cambio ,

ció n

entr e

r

lingua l

y

r

uvula r

n o

es

distintiva ,

puest o

qu e

e n

alemá

n

n

o

ha y

ningú n

pa r

d e

palabra s

qu e

s e

diferencie n

po r

est a

oposició n

fónica .

 
 

H a y

sonido s

permutables

 

y

sonido s

impermutables.

 

Lo s

sonido s

permutable s

so n

los

que ,

e n

un a

lengu a

determinada ,

puede n

encon -

trars e

ejemplo s

e n

el

citado s

mism o

context o

fónic o

anteriormente) ;

(com o

la

los

sonido s

o

y

i

alemana s

impermutable s

e n

son ,

los

e n

cambio ,

los

qu e

n o

puede n

aparece r

nunc

a

e n

el

mism o

context o

fónico :

e

n

alemá n

ocurr e

esto ,

po r

ejemplo ,

co n

el

"sonid o

/cri"

y

el

"sonid o

ach":

est e

últim o

aparec e

sól o

tra s

u ,

o,

a,

au %

e n

tant

o

qu e

el

primer o

se

present a

e n

toda s

la s

demá s

posiciones .

D e

lo

dich o

result a

qu e

los

sonido s

impermutable s

n o

puede n

formar ,

e n

principio ,

oposicione s

fonológica s

( o

distintivas) :

puest o

qu e

n o

se

encuentra n

nunc a

e n

el

mism o

context o

fónic o

n o

puede n

tampoc o

constitui r

jamá s

los

único s

elemento s

distintivo s

d e

do s

palabras .

La s

palabra s

alemana s

dich

" a

ti "

y

doch

"si n

embargo" ,

po r

ejemplo ,

 

s e

diferencia n

entr e

n

o

solament e

p

o r

los

sonido s

 

en ,

sin o

tambié n

po r

la s

vocales ;

ahor a

bien ,

e n

tant o

 

2

1

E n

el

"Proje t

d e

terminologi e

phonologiqu e

standardisée" ,

TCLP,

IV ,

h a

sid o

propuest a

la

expresió

n

"phonologischcr

 

Gegensatz",

"oposition

phonoto/tique",

la

cunl

pued o

ser

conservad a

en

toda s

las

lengua s

en

qu e

el

términ o

"fonol'Vico "

n o

pued e

 

da r

lugn r

n

confusión .

E n

inglés

,

po r

e l

contrario ,

serí a

d e

recomenda r

\n

expresió n

"distinctive

 

opposition",

 

pue s

tant o

" phonoloQicñl

oppositiori*

 

com o

"phonzmicnl

opposition"

 

podría n

se r

motiv o

d e

errores .

29

30

 

LA

PUNCIÓ N

FÓNIC A

DISTINTIV A

q

u e

e n

alemá n

la

diferenci a

entr e

i

y

o

aparec e

e n

mucho s

otro s

pare s

d

e

palabra s

com o

facto r

difcrenciativ o

únic o

e

independient

e

(po i

ejempl o

e n

stillen

"tranquilizar " - Stoílen

 

"pat a

(d e mueble)" ,

riss

"(él )

desgarra " - J Ro5 s

"caballo" ,

Mitte

 

"mitad " - Mot

te

"polilla" ,

 

bit

"soy"-Bon n

(nombr e

d e

ciudad) ,

Hirt

"pastor " - Hort

"tesoro" ,

etc.) .

la

oposició n

entr

e

e l

sonid o

ich

y

e l

sonid o

ach

aparec e

e n

alemá n

 

sól o

e

n

concomitanci

a

co n

un a

oposició n

d e

la s

vocale s

precedente s

y

n o

pued e

po r

l o

tant o

presentars

e

nunc a

com o

e l

único

medi o

d e

diferen -

ciació n

entr e

do s

palabras .

L

o

mism o

ocurr e

co n

toda s

la s

oposicione s

entr e

sonido s

impermutable s

(véase

,

si n

embargo ,

abajo) .

L o s

sonido s

permutables ,

po r

s u

parte ,

puede n

forma r

tant

o

oposi -

cione s

distintiva s

com o

oposicione s

n o

distintivas .

Est o

depend e

exclu -

sivament e

d e la

funció n

qu e

desempeña n

tale s

sonido s

e n

la

lengu a

d e

q

u e

s e

trata .

E n

alemán ,

po r

ejemplo ,

la

altur a

musica l

relativ a

d e

la s

vocale s

d e

un a

palabr a

n o

e s

pertinent e

par a

s u

significació n

(e s

decir ,

par a

s u

funció n

representativa) .

La s

diferencia s

d e

altur a

musica l

d e

l

a s

vocale s

puede n

a

lo

sum o

se r

aprovechada s

e n

alemá n

par a

la

funció n

sílabas ,

voca l

r a

apelativa :

po r

d e

la

significació n

n o

sílab a

cambi a

e s

e n

lo inverso ,

o

intelectua l

absolut o

d e

la

d e

ejemplo ,

si

la

la segund a

o

si

ocurr e

má s agud a

si

qu e

sílaba ,

amba s

sílaba s

un a

altur a

la

s e

voca l

palabr a

d e

musica l

d e

la

d e

do s

la

prime -

co n

la

pronuncia n

mism a

altura .

Si

consideramos ,

pues ,

la

u

grav e

y

la

ti agud a

com o

do s

sonido s

distintos ,

podemo s

deci r

qu e

son ,

e n

alemán ,

sonido s

permuta -

bles ,

per o

qu e

n o

forma n

un a

oposició n

distintiva .

E n

cambio ,

lo s

sonido s

r

y

/

so n

tambié n

permutable s

e n

alemán ;

pero ,

e n

est e

caso ,

s

e

trat a

d e

sonido s

qu e

forma n

un a

oposició n

distintiva ,

com o

lo

mues -

tra n

lo s siguiente s

pare s

d e

palabras :

Rand

"borde " - Land

"país" ,

führen

"conducir " - fühlen

"sentir" ,

scharren

 

"raspar " - schallen

"resonar" ,

wirst

"llega s

a

ser"

- willst

"deseas" ,

etc. ,

e n

lo s cuale s

l a

diferenci a

d e

signifi -

cació n

s e

produc e

sól o

po r

la

oposició n

r

-/ .

L a

situació n

e s

exacta -

ment e

invers a

e n

japonés ,

dond e

/

y

r

so n

sonido s

permutable s

per o

incapace s

d e

forma r

un a

oposició n

distintiva :

e n

cualquie r

palabra ,

/

pued e

se r

reemplazad a

po r

r

o

viceversa ,

si n

qu e

est o

impliqu e

ningú n

cambi o

d e

significación .

Po r

el

contrario ,

la

altur a

musica l

relativ a

d e

l

a s

diferente s

sílaba s

es ,

e n

japonés ,

fonológicament e

pertinente .

L a

u

grav e

y

la

u

agud a

so n

aqu í

sonido s

permutable s

y

forma n

un a

opo -

sició n

distintiva ,

d e

maner a

qu e

un a

palabra ,

 

com o

po r

ejemplo ,

tsuru,

pued e

tene r

tre s

significacione s

distinta s

segú n

la

altur a

musica l

relativ a

d e

cad

a

un a

d e

la s

u:

signific a

"cuerd a

d e

arco' '

cuand o

l a

primer a

u

e s

má s agud a

qu e la segunda ,

"grulla "

cuand o

 

l a

primer a

u

e s

má s

grav e

q

u e

l a

segunda ,

y

"pescar "

cuand o

amba s

a

tiene n

la

mism a

altura .

Puede n

distinguirse ,

po r

consiguiente ,

do s

clase s

d

e

sonido s

permuta -

bles :

lo s

qu e

e n

la

lengu a

d e

qu e

s e

trat a

forma n

oposicione s

distin -

tiva s

y

lo s

qu e

únicament

e

forma n

oposicione s

n o

distintivas .

S e

ha

dich o

ante s

qu e

lo s

sonido s

impermutable s

n o

forman

oposicione s

dis-

tintivos .

Per o

estn

afirmació n

requier e

un o

restricción.

Lo s

sonido s

impermutable s

Concepto s

fund.imcnt.ilcs

que

n o

posee n

ningun a

pnrticulnridncl

fónica

comú n

qu e

permit a

diferenciarlo s

d e

todos

lo s

demá s

sonido s

de l

mism o

sistem a

forman ,

a

pesar

d e

se r

impermutables ,

oposicione s

distintivas .

E n

alemá n

la

oposició n

entr e

e l

sonid o

ich

y

e l

sonid o

nch

no

e s

distintiv a

porqu e

esto s

sonido s

so n

impermutable s

y

la s

particularidade s

iónicas

qu e tiene n

e n

común ,

o

se a el

se r

fricativos

dorsale s

sordos,

n o

s e

reencuen -

tran

sonido s

aparec e

e n

ningú n

y

sól o

\\

otro

(n¿)

sonid o

de l

vocal ,

de l

alemán ,

sistem a

4

U

y

C

/

ant e

except o

e

fónico

alemán .

Per o

la

oposició n

entr e

lo s

so

n

n o

tambié n

acentuadas ,

impermutable s

mientra s

qu e

(puest o

»|,

po r

qu e

/?

e l

con -

trario,

aparec e

únicament e

ant e

e

y

/

n o

acentuada s

y

ant e

consonante )

es ,

n o

obstante,

distintiva ,

puest o

qu e

la

única

característic a

qu e

esto s

sonido s

posee n

e n

común ,

a

saber,

s u

condició n

d e

consonantes ,

n o

le s

e s

maner a

exclusiv a

y

n o

permite ,

po r

lo

tanto ,

distinguirlo s

d e

la s

otras

d e ningun a consonante s

alemanas .

Par a

difereciar

que

estas

oposicione s

entr e

lo s

distintiva s

sonido s

s e

establece n

d e

la s oposicione s

normales ,

permutables ,

la s

llamaremo s

e s

la s

oposicione s

decir,

d e

indirectamente

distintivas

o

indirectnrr.cnte

fonológic.ns.

E n

tant o

qu

e

In s

oposicio -

nes

normale s

o

directament e

fonológica s

(com o

e n

alemá n

o-/ ,

r - /,

etc.) ,

puede n

ser

usada s

directament e

para

diferencia r

palabras ,

est o

e s

co n

toda

evidenci a

imposibl e

para

la s

oposicione s

indirectament e

fonológicas .

Lo s

miembro s

d e

un a

oposició n

indirectament e

 

entrar

ambo s

e n

reía-

ción

d e oposició n

directament e

fonológic a

co n otro

sonid o

cualquier a

y ,

e n

especial ,

con

posee n

u n

sonid o

qu e

e n

común .

present e

igualment e

Así , e n

alemán ,

h

y

la s

particularidade s

e n

comú n

fónicas

e l

>), qu e tiene n

se r

qu e

aquéllo s

consonantes ,

se

hallan

e n

oposició n

directament e

distintiv a

co n

mucha s

otras

como ,

po

r

ejemplo ,

p

(hncken

"picotear " - pncke.n

"empaquetar" ,

Ringe

consonante s "anillos " -

Rippe

"costilla") ,

/

(hcuie

"hoy " - Lente

"gente" ,

fnnge

"(yo )

tomo " - fnlle

"caigo") ,

etc .

//.

Unidad

fonológica

(distintiva).

 

I'oncwa.

 

Variante

 

P

o r

oposició n

fonológic a

(direct a

o

indirecta )

entendemo s

tod a

oposició n

fónic a

que ,

e n

la

lengu a

d e

qu e

s e

trata ,

pued e

diferencia r

la

s

significacione s

intelectuales .

Cad a

un o

d e

lo s

término s

d e

un

a

oposició n

fonológic a

ser á

llamad o

unidad

fonológica

 

(

o

distintiva)

-

¿

   

,

D

e

est a

definició n

s e

deduc

e

qu e

la s

unidade s

fonológica s

puede n

se r

d e

extensió n

mu y

diferente .

U

n

pa r

d e

palabra s

com o

bahnc

"abro " -

banne

"excomulgo" ,

s e

diferenci a

sól o

po r

el

cort e

silábic o

( o

po r

la

diferent e

cantida d

d e

la

voca l

y

d e

la

consonante ,

la

cua l

est á

ligad a

a

dich

o

corte) ,

e n

tant o

qu e

e n

u n

pa r

d e

palabra s

com o

tausend

"mil " -

Tischler

"carpintero" ,

la

diferenci a

fónic a

s e

extiend e

a

tod o

el

cuerp o

d e

la

palabra ,

co n

excepció n

de l

sonid o

inicial ,

y

e n

Marín

"hombre " -

Wcib

"mujer" ,

amba

s

palabra s

so n

fónicament e

distinta s

desd e

el

principi o

hast a

el

fin

D

e

est o

s e

deduc e

qu e

ha y

unidade s

fonológica s

má s

gran -

d e s

 

y

má s

pequeñas ,

y

qu e

la s

unidade s

fonológica s

d e

un a

lengu a

dad a

s e

puede n

clasifica r

segú n

s u

tamañ o

relativo X

 
 

H

a y

unidade s

fonológica s

qti e

puede n

se r

analizada s

e n

un a

seri e

d e

unidade s

fonológica s

má s

pequeña s

qu e

s e

sucede n

e

n

e l

tiempo .

L

a

s

unidade s

 

[mr: ]

y

íby: ]

qu e

distingue n

e n

alemá n

la s

palabra s

 

'- 2

Véas e

"Proje t

d e

terrninologi e

phonologiqu e

standardisée" ,

TCLP.

TV ,

pñg .

311 .

E n

inglé s

e s

recomendabl e

la expresió n

"distinctive

unit".

32

LA

FUNCIÓ N

FÓNIC A

 

DISTINTIV A

M

afine

"crines "

y

Bühne

"teatro" ,

so n

d e

est e

tipo :

d e

la s

oposicione s

Mahne-gáhne

"(yo )

bostezo "

y

Máhne-mahne

 

"advertí "

 

result a

e l

siguient e

análisis :

[mr: ]

[m ]

-f

[

F :

]

,

y

d e

Bühne

- Sühne

"reconci -

liación "

y

Bühne

- Bohne

"poroto "

result a

qu e

[by: ]

=

[b ]

-f

[y:] .

E

n

cambi o

la s

unidade s

fonológica s

 

m ,

b ,

F: ,

y :

n

o

puede n

representars e

com o

serie s

d e

unidade s

fonológica s

sucesiva s

aú n

má s

pequeñas .

Desd e

el

punt o

d e

vist a

fonétic o

cad a

6

consist e

e n

tod a

un a

seri e

d e

movi -

miento s

articulatorios :

primer o

s e

acerca n

los

labio s

entr e

sí,

lueg o

se

apoya n

un o

contr a

el

otr o

d e

maner a

qu e

la

salid a

anterio r

d e

la

cavi -

d

a d

buca l

qued a

completament e

 

cerrada ;

al

mism o

tiemp

o

s e

levant

a

el

vel o

de l

palada r

y

s e

aplic a

contr a

la

pare d

d e

la

faring e

d e

mod o

q

u e

el

pas o

entr e

ést a

y

la

cavida d

nasa l

qued a

obstruido ;

las

cuerda s

vocale s

comienza n

a

vibra r

y

el

air e

qu e

vien e

d e

los

pulmone s

penetr a

e

n

la

cavida d

buca l

y

se

acumul a

detrá s

de l

obstácul o

qu e

forma n

los

labios ;

po r

fin,

ésto s

s e

separa n

bruscament e

po r

la

presió n

dei\aire .

Cad a

un o

d e

esto s

movimiento s

sucesivo s

correspond e

a

u n

efect o

acústic o

determinado ,

per o

ningun o

d e

esto s

"átomo s

acústicos "

pued e

s considerad o

e r

com o

un a

unida d

fonológica ,

y a

qu e

siempr e

s e

presen -

t todo s

a n

e n

conjunt o

y

nunc a

 

e n

form a

separada :

a

la

"implosión "

labia l

suced e

siempr e

la

"explosión "

que ,

po r

su

parte ,

v a

siempr

e

acompañad a

d e

la

implosión ;

y

la

"sonoridad "

co n

coloració n

labia l

qu

e

s

e

oy e

entr e

la

implosió n

y

la

explosió n

n o

pued e

producirs e

sin

la

.

implosió n

y

la

explosió n

labiales .

L a

ó

enter a

constituye ,

po r

lo

tanto ,

I

un

a

unida d

fonológic a

n o

disociabl e

e n

el

tiempo .

L o

mism o

pued e

decirs e

acerc a

d e

la s

otra s

unidade s

 

fonológica s

ante s

mencionadas .

L

a

y

(¿i )

"larga" ,

po r

ejemplo ,

n o

pued

e

se r

tratad a

com o

un a

seri e

d e

y

"breves" .

 

Po r

ciert o

qu e

est a

[y:]

,

considerad a

desd e

el

punt o

d e

vist a

fonético ,

e s

u n

espaci o

d e

tiemp o

 

ocupad o

po r

la

articulació n

d e

la

y.

Per o

si

s e

trat a

d e

reemplaza

r

un a

part e

d e

est e

espaci o

d e

tiemp o

po r

otr a

articulació n

vocal ,

n o

s e

obtien e

ningun a

nuev a

palabr a

aleman a

(Baüne,

 

Büane,

Biüne,

Buüne,

 

etc. ,

so n

imposible s

e n

alemán) .

L

a

ü

larg a

es,

po r

lo

tanto ,

desd

e

el

punt o

d e

vist a

de l

sistem a

fonoló -

gic

o

alemán ,

n o

analizabl e

e n

el

tiempo .

 

L a s

unidade s

fonológica s

que ,

desd e

el

punt o

d e

vist a

d e

la

lengu a

tratada ,

n o

puede n

se r

analizada s

unidade s

fonológica s

aú n

má s

pequeña s

y

sucesivas ,

será n

llamada s

e n fonemas 2 *.

E l

fonem a

es ,

d e

est e

:

E n

191 2

L .

V .

hierb a

dio ,

pág .

brev e

d

q

14) ,

d e

sentido s

la

un a

sitúa

e

u e

s e

siguient e

lengu a

y

definició n

dad a

qu e

en

d e

aú n

diferencia r

enterament e

d e

2

1

e n

Russkije

fonema :

la

"la

capacida d

.

se

dominio s

glasnyje

representació n

d e

n

(Sa

pose o

palabras

asociars e

a

fonema" .

la

psicologí a

llam a

de

Petcrsburgo ,

fónica

general

las

E n

esta

asociativa ,

y

en

1912 ,

má s

representacione s

definición ,

la

definició n

contenid a

e n

e l

Court

exposé

de

la

prononciation

 

russe

d e

Scerb a

(1911

,

pág.

2) ,

parec e

habers e

señalad o

co n

clarida d

por

primer a

ve z

la

función

del

fone -

m a

com o

diferenciado r

d e

significaciones .

E n

1928 ,

N .

F.

Jakovle v

dio

en

un

articul o

titulad o

"Matematifcsk a ja

formul a

postrojenij a

alfavita "

(e n

la

revista

Kul'turo

i

pis'mennost

Vostoka,

I,

pág .

46 )

un a

definició n

d e

fonem a

desvinculad a

y

a

d e

elemento s

psicológicos :

"Entendemo s

por

fonem a

toda

particularida d

fónica

Conceptos

fundamentales

3)

modo ,

la

unida d

fonológic a

má s

pequeñ a

d e

la

lengu a

d e

qu e

s e

trata .

L a

faz

significant e

d e

cad a

palabr a

pued e

ser

analizad a

e n

fonema s

 

y

ser

representad a

com o

un a

seri e

determinad a

d e

fonemas .

 

Naturalmente ,

n o

s e

debe n

simplifica r

demasiad o

la s

cosas .

 

N o

deb e

imaginars e

qu e

los

fonema s

sq n

alg o

 

así

com o

ladrillo s

co n

qu e

s e

compondría n

palabras .

Cad a

palabr a

 

es

má s

bie n

un a

totalida d

fónica ,

u

n a

forma,

y

e s

reconocid a

com o

ta l

po r

lo s

auditores ,

de

l

mism

o

mod o

qu e

s e

reconoce ,

po r

ejemplo ,

po r

su

aspect o

general ,

a

un

a

person a

conocid

a

qu e

encontramo

s

e n

la

calle .

E l

reconocimient o

d

e

la

form a

supone ,

sin

embargo ,

su

diferenciación ,

y

ést a

e s