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Violências

Violência urbana é a expressão que designa o fenômeno social de comportamento
deliberadamente transgressor e agressivo ocorrido em função do convívio urbano. A
violência urbana tem algumas qualidades que a diferencia de outros tipos de violência; e
se desencadeia em conseqüência das condições de vida e do convívio no espaço urbano.
Sua manifestação mais evidente é o alto índice de criminalidade; e a mais constante é a
infração dos códigos elementares de conduta civilizada.
A violência urbana é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e
morais de uma sociedade. No entanto, ela incorpora modelos copiados dos países de
maior influência na esfera internacional.
As populações de países subdesenvolvidos, por exemplo, aprendem e reproduzem, com
pequenas modificações, procedimentos violentos originários de expressões artísticas que
têm o desrespeito e a violência como tema principal ou instrumento de ação, (filmes,
novelas, mini-séries etc.).
As manifestações mais extremadas da violência urbana ocorrem em sociedades nas quais
há uma tradição cultural de violência e acentuada divisões étnicas, sociais e econômicas.


Outros Assuntos


A violência urbana é grande em países em que funcionam mal os mecanismos de controle
social, político e jurídico. Em países como o Brasil, de instituições frágeis, profundas
desigualdades econômicas e uma tradição cultural de violência, a realidade do cotidiano
das grandes cidades é violenta. São freqüentes os comportamentos criminosos graves,
como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios entre quadrilhas
rivais e corrupção, além do desrespeito sistemático às normas de conduta social
estabelecidas pelos códigos legais ou pelo costume.
Uma das causas do crescimento da violência urbana no Brasil é a aceitação social da
ruptura constante das normas jurídicas e o desrespeito à noção de cidadania. A sociedade
admite passivamente tanto a violência dos agentes do estado contra as pessoas mais
pobres quanto o descompromisso do indivíduo com as regras de convívio. Ficam impunes
o uso da tortura pela polícia como método de investigação; a ocupação de espaços
públicos por camelôs e donos de carros; as infrações de trânsito; a incompetência
administrativa; a imperícia profissional; a negligência causadora de acidentes e o
desrespeito ao consumidor. Entre os cidadãos habituados a esses comportamentos,
encontram eco as formas violentas de fazer justiça, como a pena de morte, linchamentos
e mesmo o fuzilamento sumário. É freqüente a aprovação popular da punição violenta
sem direito a julgamento.

http://www.renascebrasil.com.br/f_violencia2.htm







Violência Urbana

A mulher ainda é vítima de violência doméstica
A violência urbana é o mal que assola as comunidades que vivem em centros urbanos.
Abrange toda e qualquer ação que atinge as leis, a ordem pública e as pessoas. Muitas são as
causas da violência, como: adolescentes desregrados e ilimitados pelos pais, crise familiar,
reprovação escolar, desemprego, tráfico em geral, confronto entre gangs rivais, falta de
influência política, machismo, discriminação em geral e tantos outros.

Apesar de todas as causas citadas acima, a mais importante delas é a má distribuição de renda
que resulta na privação da educação e melhores condições de moradia. Todo esse círculo
vicioso se origina a partir da falta de condições de uma vida digna que faz com que as pessoas
percorram caminhos ilegais e criminosos.

Existem autoridades que acreditam na solução da violência por meio de reforço policial,
equipamentos de segurança e na invasão de regiões onde o tráfico se localiza, porém tais
situações somente geram maiores problemas, pois nessas situações pessoas inocentes que são
vítimas dessa situação acabam sendo “confundidas” e condenadas a pagar por algo que não
cometeu.

A violência urbana engloba uma série de violências como a doméstica, escolar, dentro das
empresas, contra os idosos e crianças e tantos outros que existem e que geram esse
emaranhado que se tem conhecimento. Inúmeras são as idéias e os projetos feitos para
erradicar a violência urbana, porém cabe a cada cidadão a tarefa de se auto-analisar para que
a minúscula violência que se tem feito seja eliminada a fim de que grandes violências sejam
suprimidas pela raiz.
http://www.alunosonline.com.br/sociologia/violencia-urbana.html




Violência urbana no Brasil
É inegável que vivemos dias difíceis, a violência em toda sua plenitude tem envolvido grande parte da
sociedade mundial. No Brasil, a violência tem feito milhares de vítimas, em alguns casos esse ato é
praticado pela própria família, além de inúmeros outros ocorridos nas ruas.

Ao observarmos o quadro atual da violência urbana, muitas vezes não nos atentamos para os fatores que
conduziram a tal situação, no entanto, podemos exemplificar o crescimento urbano desordenado. Em
razão do acelerado processo de êxodo rural, as grandes cidades brasileiras absorveram um número de
pessoas elevado, que não foi acompanhado pela infraestrutura urbana (emprego, moradia, saúde,
educação, qualificação, entre outros); fato que desencadeou uma série de problemas sociais graves.

A violência urbana tem ocasionado a morte de milhares de jovens no Brasil, é o principal fator de
mortandade dessa faixa etária.
A criminalidade não é um “privilégio” exclusivo dos grandes centros urbanos do país, entretanto o seu
crescimento é largamente maior do que em cidades menores. É nas grandes cidades brasileiras que se
concentram os principais problemas sociais, como desemprego, desprovimento de serviços públicos
assistenciais (postos de saúde, hospitais, escolas etc.), além da ineficiência da segurança pública. Tais
problemas são determinantes para o estabelecimento e proliferação da marginalidade e,
consequentemente, da criminalidade que vem acompanhada pela violência.

Os bairros marginalizados das principais cidades brasileiras respondem por aproximadamente 35% da
população nacional, nesses locais pelo menos a metade das mortes são provocadas por causas
violentas, como agressões e homicídios. Isso é explicado quando nos deparamos com dados de São
Paulo e do Rio de Janeiro, onde 21% de todas as mortes são provenientes de atos violentos.
Essa situação retrata a ineficiência do Estado, que não tem disponibilizado um serviço de segurança
pública eficaz à sua população. Enquanto o poder do Estado não se impõe, o crime organizado se institui
como um poder paralelo, que estabelece regras de ética e conduta própria, além de implantar fronteiras
para a atuação de determinada facção criminosa.

Algumas cidades do país apresentam um percentual de mortandade proveniente de atos de violência que
equivale aos do Iraque, país em guerra.
O Brasil responde por 10% de todos os homicídios praticados no mundo, segundo dados de um estudo
realizado a pedido do governo suíço, divulgado no ano de 2008, em Genebra.