CASO SOLAR SANTANA

EXISTE OBRIGATORIEDADE e NOVOS VÍNCULOS JURÍDICOS NAS DECISÕES DE GRUPOS PAGADORES DE DÍVIDAS DA BANCOOP?
(mesmo com assembléias?)

Conselheiro Marcos S. Migliaccio novogruposolar@gmail.com

04/2014

VITÓRIAS EM UBATUBA AJUDAM COMPRADORES DO SOLAR SANTANA
Novo grupo de luta SOLAR DE SANTANA INFORMA:

24/04/14
Estas vitórias abaixo ajudam a todos que moram em SECCIONAIS BANCOOP com problemas de documentação e desejam se ABSTER DE PAGAR QUALQUER NOVO VALOR... por já terem quitado (a anos) com a Bancoop.

Estes casos abaixo se referem a UBATUBA, que estava pronto mas faltava regularizar a documentação, como no SOLAR DE SANTANA! Um grupo de pagadores de dividas da Bancoop se formou e sob pretextos diversos alegaram querer pagar pelo o que a Bancoop NÃO havia pago.

Montaram um grupo (comissão de escritura) – mas surgiu a duvida: seria OBRIGATÓRIO todos pagarem ou participarem de tal PACTO de pagamentos criados pelo grupo mesmo com assembleias? Os pagadores sempre falam (para ‘assustar’) que uma assembléia foi feita e que (tudo) que foi decidido é obrigatório, mas é mesmo? Precisamos olhar o que os DESEMBARGADORES disseram no caso para entendermos que: Não é obrigatório qualquer novo pagamento. Mesmo com assembleias dos ‘’amigos’’ da Bancoop tendo sido feita! Veja o que os Desembargadores decidiram, para não ficar refém de informações ERRADAS.

UBATUBA e COMISSÃO PARA REGULARIZAR DOCUMENTAÇÃO Entenda a vitória de Taylor e atente para palavras que decidiram o caso:

Os DESEMBARGADORES deram uma aula para quem tem contrato quitado com a Bancoop, e se vê confrontado com cobranças CRIADAS grupos que se reúnem no salão de festas para PAGAR AS DIVIDAS DA BANCOOP e colocar ainda dinheiro na mão da incorporadora Bancoop.
015178066.2009.8.26.0100 São Paulo, 20/ 08/ 2013. DESEMBARGADOR RELATOR: Viviani Nicolau Neste processo os DESEMBARGADORES deixam claro:

Mesmo um grupo assumindo a finalização da obra (naquelas reuniões no salão de festas) continua valendo seu contrato com a Bancoop. Se ela deve a escritura ela deve finalizar o contrato lhe entregando a quitação. O novo grupo não tem poderes sobre seu contrato.
Veja espetacular decisão que ajuda todos que já moram em SECCIONAIS onde falta regularizar a documentação!

O CASO: TAYLOR (UBATUBA) MOVEU AÇÃO CONTRA A BANCOOP... Desembargador explica: a BANCOOP requereu a sua substituição no polo passivo (da ação) pela COMISSÃO DE OBRAS DA SECCIONAL PRAIAS DE UBATUBA, tendo em vista que firmou com integrantes dos seus quadros de cooperados o “Termo de Acordo de Encerramento e Extinção da Seccional Praias de Ubatuba Residencial com Definição de Saldo Devedor de Obrigação da Comissão de Obras em favor da BANCOOP e Transferência de Obrigações para a Comissão de Obras da Seccional Praias de Ubatuba”, que expressamente assumiu as demandas judiciais em curso, liberando a BANCOOP de todo e qualquer vínculo jurídico existente com os cooperados adquirentes, acordo este HOMOLOGADO judicialmente

Perceba uma coisa:
É o mesmo procedimento se repetindo. Um grupo faz ‘’acordo’’ com a Bancoop, assume a regularização no lugar da Bancoop em acordo com a Bancoop, HOMOLOGA o acordo, encerra processos, e pior de tudo, assinam documentos na Bancoop que lhe vinculam juridicamente a uma entidade com milhões em dividas... ...já que no ‘acordo’ você é obrigado a reconhecer (assinando documentos na Bancoop) que ela é uma verdadeira cooperativa e abrir mão do código de defesa dos consumidores (CDC). Tudo isso não lhe ajuda, apenas lhe prejudica!

Na decisão o Desembargador continua....

O Desembargador Dr. Viviane Nicolau diz, comentando a atuação do GRUPO interessado em regularizar documentos em acordo com a Bancoop: Preliminarmente, antes de se adentrar na análise das razões de apelação do autor (SR TAYLOR), de rigor deixar consignado que a forma como a Comissão de Obras do Condomínio Praias de Ubatuba assumiu as obrigações decorrentes do acordo firmado com a BANCOOP é, no mínimo, sui generis , ignorando, na prática, todos os contratos firmados com os cooperados, ao fundamento de que a Comissão é parte interessada em regularizar a documentação do empreendimento e encerrar e extinguir a Seccional Praias de Ubatuba Residencial com definição de saldo devedor de obrigação da comissão de obras em favor da Bancoop, conforme se depreende das cláusulas 3.1 e 3.4 do referido acordo... Desta forma, a Comissão de Obras impôs aos cooperados, sob pena de serem eliminados do grupo, na forma da cláusula 10.4, ratearem as despesas decorrentes das obrigações assumidas por ela na cláusula 8.1.1, inclusive demandas jurídicas, em especial as trabalhistas.

LEMBRE-SE: ignorando, na prática, todos os contratos firmados com os cooperados (BANCOOP COOPERADOS)

AULA PARTE 1
DESEMBARGADORES DIZEM: JUDICIÁRIO NÃO COMPARTILHA Ocorre que, recentemente, esta 3ª Câmara de Direito Privado, no julgamento da Apelação nº 900005974.2010.8.26.0100 realizado em 19 de fevereiro de 2013, onde foi Relator o ilustre Des. BERETTA DA SILVEIRA, tendo participado o eminente Desembargador EGÍDIO GIACOIA e o subscritor deste acórdão, com relação um acordo semelhante firmado entre a BANCOOP e a OAS Empreendimentos S.A. assim decidiu:
“Explica-se: seria bastante confortável à ré BANCOOP, descumpridora de suas primitivas obrigações, transmitir as tarefas à ré OAS sem qualquer ônus para si, carreando-se o dano a que deu causa aos ditos “cooperados”, representado pela imoderada elevação do valor do preço de cada unidade. Pior. Mencionada transferência só criou direitos às apeladas e deveres aos “cooperados”, o que não pode ser referendado pelo Judiciário.” É da Carta Constitucional o comando brandido a respeito da proteção conferida ao ato jurídico perfeito contra a lei nova (art. 5º, XXXVI), a irradiar por natural obviedade seus efeitos a outros atos jurídicos. “Se o negócio realizado entre as apeladas (Bancoop e OAS) não lhes satisfaz ou contém qualquer condição financeira imprópria, cabe a elas (Bancoop e OAS) redesenharem o ajuste, que, torne-se a dizer, é res inter alios acta, não cabendo vulnerar (alterar) o regular contrato celebrado entre o apelante (COOPERADO) e a ré BANCOOP’’.
(termo de adesão com preço fixado e pago)

Tem-se, pois, que o contrato firmado com a Comissão de Obras da Seccional Praias de Ubatuba (COM A BANCOOP) não alcança o acordo firmado entre as litigantes. (TAYLOR E BANCOOP no TERMO DE ADESÃO ORIGINAL
PAGO )

Por esta razão, indefere-se o pedido de substituição processual.
VIVIANI NICOLAU / Relator (original aqui: http://es.scribd.com/doc/168149964/Taylor-Ubatuba-Reversao-OAS-Bancoop )

O que aprendemos?
Quitou com a Bancoop, e não assinou aceite algum, com comissão ou condomínio de obras ou construtora de politico, esta livre! Não há alteração contratual só porque eles querem. Use advogados confiáveis! Você precisa de um advogado(a) que tenha RESULTADOS, falar e falar é fácil, você precisa de RESULTADO. Neste caso acima, o DESEMBARGADOR entendeu que jogar nas costas dos cooperados dividas e acordos particulares de grupos NÃO PODE SER REFERENDADO (ACEITO) pelo judiciário. Desmentindo por vez os coop-nóquios.

Veja aqui na integra:
http://es.scribd.com/doc/168149964/Taylor-Ubatuba-Reversao-OAS-Bancoop

ODUVALDO TAMBEM VENCE e DESEMBARGADOR CITA a COMISSÃO de ESCRITURA
ARTIGO 299 TE LIVRA DE COMISSÕES
Agravo de Instrumento nº 011489557.2012.8.26.000

Em que pese a transferência de direitos e obrigações acordada entre a Agravante (BANCOOP) e a Comissão (escritura) Seccional Praias de Ubatuba, a ausência do expresso consentimento prescrito pelo artigo 299 do Código Civil não permite que tal acordo transfira à comissão a obrigação assumida pela Agravante (BANCOOP) em contrato celebrado com o Agravado (ODUVALDO) e, portanto, inviabiliza a pretensão de substituição do polo passivo. Ressalte-se que a mera participação do Agravado (ODUVALDO) na assembleia que aprovou a transferência ora discutida não permite deduzir o consentimento exigido por lei, pois, além de eventual consentimento havido naquele momento não ser individualmente expresso (a própria Agravante (BANCOOP) confessou que o Agravado apenas permaneceu silente na assembleia), o contrato celebrado entre a Agravante (BANCOOP) e o Agravado (ODUVALDO) não foi objeto específico de discussão e deliberação na assembleia.
http://bancoop.forumotion.com/t5608-0114895-5720128260000-oduvaldo-ubatuba#5656

É oportuno salientar que, conforme já decidido por este Juízo e confirmado pelo E. Tribunal de Justiça, não é possível a alteração do polo passivo pela Comissão de Obras do Condomínio Praias de Ubatuba, razão pela qual o acordo firmado entre a ré (BANCOOP) e a referida comissão de obras, sem o consentimento expresso do autor (ODUVALDO) (CC, artigo 299), não produz qualquer efeito em relação às obrigações assumidas pela cooperativa... (descritas no termo de adesão pago)
http://bancoop.forumotion.com/t3500-02316714420068260100-nao-foi-aceita-substituicao-processual-no-polo-art299-ubatuba#3540

COOP-NÓQUIOS PENSAM QUE VOCE É BURRO E MENTEM DIZENDO QUE ASSEMBLEIA VINCULA A TODOS!
Num outro caso, onde ocorreu homologação de ‘acordo’ após ASSEMBLEIA em salão de festas e na Bancoop, num primeiro momento tudo parecia certo e obrigatório, mas veja o que o DESEMBARGADOR DISSE:
Apelação nº 0149270-12.2011.8.26.0100 / Apelante(s): Daniela e Fabio

Apelado(s): Coop. Habit. (Bancoop) e outra Comarca: São Paulo 19ª Vara Cível Juíza: Fernanda Gomes Camacho É certo que a afirmada nulidade da assembleia, ou mesmo de que seja “ato inexistente”, por irregularidades formais, não tem como ser discutida aqui. Mas é tão certo quanto que, irregular ou não, não podia vincular todos os cooperados, impondo novas obrigações “ad infinitum”. .. de rigor reconhecer a quitação do imóvel adquirido pelos apelantes (Daniela e Fabio) e, por conseguinte, a inexigibilidade do débito 'sub judice', bem como o dever das rés (Bancoop e OAS) em outorgar a escritura definitiva do imóvel REPETINDO: ASSEMBLEIA não podia vincular todos os cooperados
DESEMBARGADOR : DES DR.WALTER BARONE /Relator http://bancoop.forumotion.com/t4432-0149270-1220118260100-583002011149270-daniela-e-fabio-reversaobutanta-oas#4478B RESUMO: Se o Desembargador disse que ASSEMBLEIAS não mudam nada, você vai acreditar no COOP-NÓQUIO MENTIROSO?

NOVO GRUPO SOLAR CONCLUSÃO:

Que se você não aceitar tal acordo (para novos pagamentos) você esta livre para acionar a Bancoop e obter sua escritura. Se já tem processo vencedor ótimo, os pagadores de dividas da Bancoop (em acordo com ela) podem se sentir livres para PAGAR. O novo grupo SOLAR não irá aceitar, pagar, compartilhar, assinar nada na Bancoop. Aceitamos apenas decisões judiciais e em hipótese alguma abriremos mão de nossas SENTENÇAS (como aliados da Bancoop querem) que nos protegem da situação de caos que vive a Bancoop. Ninguém pode assumir o LUGAR da Bancoop e mandar boletos, então ficamos tranquilos e resta deixar que eles paguem por dívidas da Bancoop, se vinculem a Bancoop, abram mão de seus direitos conquistados e nós continuaremos no judiciário e livres da Bancoop. Pense: se as decisões (dos pagadores de dívidas Bancoop) fossem OBRIGATÓRIAS (mesmo com assembleias) você não acha que os DESEMBARGADORES diriam isso e obrigariam TAYLOR e ODUVALDO a atenderem os ‘’acordos/novos pagamentos’’ criados entre ‘’COMISSÕES’’ e a Bancoop? Ocorreu exatamente o contrário, e juízes fizeram criticas duras a comissão de escritura por: ignorar, na prática, todos os contratos firmados com os cooperados (BANCOOP COOPERADOS) – Se eles (comissões de pagadores) IGNORAM o seu contrato com a Bancoop então você pode pagar na mesma MOEDA, ignorando-os e ouvindo os juízes – QUITOU MERECE A ESCRITURA! Não assine nada e ficará LIVRE!
Fórum-MCB / Movimento dos Clientes Bancoop FÓRUM: http://bancoop.forumotion.com / TWITTER : https://twitter.com/verdadesbancoop BLOG: https://verdadesbancoop.wordpress.com / FACEBOOK https://www.facebook.com/Vitimasbancoop EMAIL: forumdoscooperados@gmail.com

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