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COLOMBIA

ESQUEMA DE ORDENAMIE NTO TERRITORIAL DEL MUNICIPIO DE SIMITI - BOLIVAR

TABLA DE CONTENIDO

  • 2. DESCRIPCION DEL MEDIO NATURAL Y ANTROPICO

................

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  • 2.1. GEOLOGÍA

..................................................................................................

¡ERROR! MARCADOR NO DEFINIDO.

2.1.1.

Geología Estructural

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2.1.2.

Geología Estructural

¡Error! Marcador no definido.

2.1.3.

Estratigrafía

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2.1.3.1.

Formación Simití (Kms)

..........................................................................................

¡Error! Marcador no definido.

2.1.3.2.

Formación la Mesa (TpLm)

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2.1.3.3.

Formación Real (Tmr)

.............................................................................................

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2.1.3.4.

Formación La Luna (Ksl)

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2.1.3.5.

Formación Tablazo (Kit)

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2.1.3.6.

Depósitos Cuaternarios (Q)

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2.1.3.7

Conjunto Volcánico Jurásico de Santa Rosa (JRsv)

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2.1.3.8.

Rocas Intrusivas Batolito de Norosí (JRcd)

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2.1.4.

Geología Económica

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  • 2.2. GEOMORFOLOGÍA

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2.2.1.

Paisaje de Montaña

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2.2.2.

Paisaje de Lomerío

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2.2.3.

Paisaje de

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2.2.4.

Paisaje de Planicie

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2.2.5.

Paisaje de Valle

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  • 2.3. CLIMATOLOGÍA

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2.3.1.

Climatología regional

.....................................................................................

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2.3.2.

Características climáticas locales

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2.3.2.1.

Precipitación

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3.2.2.2

Temperatura

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Marcador no definido.

2.3.2.3.

Humedad relativa

¡Error!

Marcador no definido.

2.3.2.4.

Evaporación

¡Error!

Marcador no definido.

2.3.2.5.

Balance hídrico

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2.3.3.

Calidad del Aire

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  • 2.4. HIDROGRAFÍA

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2.4.1.

Sistema de Aguas

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2.4.2.

Sistema de Aguas

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2.4.2.1.

Ciénaga de Simití

.....................................................................................................

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2.4.2.2.

Clasificación de los sistemas de Aguas Lénticas

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2.4.3.

Usos del Agua

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  • 2.5. SUELOS

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2.5.1.

Alcance y enfoque general

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2.5.2.

Criterios

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2.5.2.1.

Provincia fisiográfica

¡Error!

Marcador no definido.

2.5.2.2

Unidad climática

¡Error!

Marcador no definido.

2.5.2.3.

Gran Paisaje (o unidad de Relieve)

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2.5.2.4.

Paisaje

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2.5.2.5.

Subpaisaje ................................................................................................................

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2.5.3.

Fisiografía suelos

...........................................................................................

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2.5.4.

Características de los suelos

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2.5.4.1.

Suelos del paisaje de montaña en clima medio muy húmedo

¡Error! Marcador no definido.

2.5.4.2.

Suelos del paisaje de montaña, en clima cálido húmedo

¡Error! Marcador no definido.

2.5.4.3.

Suelos del paisaje de lomerío en clima cálido húmedo

¡Error! Marcador no definido.

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  • 2.5.4.4. Suelos del paisaje de piedemonte en clima cálido húmedo

.....................................

  • 2.5.4.5. Suelos del paisaje de valle en clima cálido seco

......................................................

  • 2.5.4.6. Suelos del paisaje de planicie en clima cálido húmedo

...........................................

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  • 2.5.5. Uso Potencial del

Suelo. .................................................................................

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  • 2.5.5.1. Suelos de la Clase IIs

...............................................................................................

  • 2.5.5.2. Suelos de la Clase IV ...............................................................................................

  • 2.5.5.3. Suelos de la Clase VI ...............................................................................................

  • 2.5.5.4. Suelos de la Clase VII .............................................................................................

  • 2.5.5.5. Suelos de la Clase VIII

............................................................................................

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  • 2.6. ASPECTOS BIOTICO -

ECOLOGICOS. .........................................

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  • 2.6.1. Ecosistemas Terrestres y Formaciones

Vegetales. .........................................

  • 2.6.2. Cobertura Vegetal y Uso de los Suelos

..........................................................

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  • 2.6.2.1. Unidades de bosque primario Intervenido (Bpi)

......................................................

¡Error! Marcador no definido.

  • 2.6.2.2. Unidades de bosque secundario (Bs)

49

  • 2.6.2.3. Unidades de pastos Naturales (Pn)

50

  • 2.6.2.4. Unidades de pastos Mejorados (Pm)

50

  • 2.6.2.5. Unidades de Misceláneos (M)

...............................................................................................................................

51

  • 2.6.2.6. Unidades de Rastrojos Altos (Ra)

...........................................................................................................................

52

  • 2.6.2.7. Unidades de Rastrojos Bajos (Rb)

52

  • 2.6.2.8. Ciénagas, humedales, zonas de inundación y cuerpos de agua

52

Islas

  • 2.6.2.9. (I) ....................................................................................................................................................................

53

Zona urbana (Zu)

  • 2.6.2.10. .....................................................................................................................................................

53

  • 2.6.2.11. Unidades erosionadas (E)

53

  • 2.6.3. Ecosistemas

Acuáticos

53

  • 2.6.3.1. Dinámica de los Ecosistémas acuáticos

.6.3.2.

 

53

Limnología de los Ecosistémas acuáticos

56

  • 2.6.3.3. Macrófitas Acuáticas

57

  • 2.6.4. Recursos Faunísticos

58

  • 2.6.4.1. Antecedente evolutivo y biogeográfico

60

  • 2.6.4.2. Mastozoofauna

60

  • 2.6.4.3. ............................................................................................................................................................

62

  • 2.6.4.4. Herpetofauna. ...............................................................................................................................................

65

Ictiofauna

  • 2.6.4.5. ................................................................................................................................................................

66

  • 2.6.4.6. Recursos Hidrobiológicos

68

  • 2.7. SUBSISTEMA SOCIAL Y CULTURAL DEL MUNICIPIO

......................

¡ERROR! MARCADOR NO DEFINIDO.

  • 2.7. SUBSISTEMA SOCIAL Y CULTURAL DEL MUNICIPIO

.............................................................................

69

  • 2.7.1 Fundación del municipio

...................................................................................................................................

69

  • 2.7.2 Ubicación geográfica y político administrativa

69

 

Límites municipales

  • 2.7.2.1. ................................................................................................................................................

69

División territorial

  • 2.7.2.2. ..................................................................................................................................................

69

  • 2.7.3 Demografía

70

  • 2.7.3.1. Distribución de la población según edades y sexo

70

  • 2.7.3.2. Distribución de la población según grupos etáreos

70

  • 2.7.3.3. la población ........................................................................................................................................

Densidad de

73

  • 2.7.3.4. Evolución de la población

74

Migraciones

  • 2.7.3.5. ............................................................................................................................................................

75

  • 2.7.3.6. Proyecciones de población (2000 2005) ..............................................................................................................

76

2.7.4.

Componente urbano del Municipio de Simití

77

  • 2.7.4.1 Conformación territorial

.............................................................................................................................................

77

  • 2.7.4.2 Infraestructura de servicios públicos y sociales

77

2.7.4.3.

Vivienda

80

2.7.5

Componente rural del municipio de Simití

81

  • 2.7.5.1 Descripción física

y

administrativa .............................................................................................................................

81

  • 2.7.5.2 Infraestructura de servicios públicos y sociales

82

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  • 2.7.5.3 Vivienda

85

2.7.6.

Infraestructura vial y de transporte

..............................................................................................................

85

  • 2.7.7 Servicios de asistencia social y extensión comunitaria

86

  • 2.7.7.1 Salud ...........................................................................................................................................................................

86

  • 2.7.7.2 Educación

92

  • 2.7.7.3 Recreación y Deportes ................................................................................................................................................

96

  • 2.7.7.4 Servicios de extensión comunitaria

96

  • 2.7.8 ACTIVIDAD ECONÓMICA

100

Sector Agropecuario

  • 2.7.8.1 .............................................................................................................................................

100

  • 2.7.8.2 Producción pesquera .............................................................................................................................................

101

Minería

  • 2.7.8.3 .................................................................................................................................................................

102

Microempresa

  • 2.7.8.4 .......................................................................................................................................................

102

  • 2.7.8.5 Tenencia de la tierra: Tamaño y propiedad

102

  • 2.7.8.6 Relaciones económicas .............................................................................................................................................

103

  • 2.7.9 Subsistema administrativo

e institucional

104

  • 2.7.9.1 Estructura de la Administración Municipal

104

  • 2.7.9.2 Presencia institucional

105

2.7.10.

Aspectos Culturales

106

2.7.10.1

Bienes Tangibles ...........................................................................................................................................

106

2.7.10.2.

Bienes

107

  • 2.7.11 Conflico sociopolítico

110

  • 2.7.11.1 Violencia Sociopolítica

110

  • 2.7.11.2 Cultivos ilícitos

......................................................................................................................................................

110

  • 2.7.11.3 Resolución de conflictos

111

  • 2.7.12 Relaciones de la población con el entorno

111

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TABLA 2/10 ESPECIES ARBÓREAS Y SU LOCALIZACIÓN EN EL MUNICIPIO DE SIMITÍ.

NOMBRE DE LAS ESPECIES

MONTAÑA

PIEDEMONTE

COLINA

LLANURA NO

LLANURA

 
       

INUNDABLE

INUNDABLE

 

BOSQUE PRIMARIO INTERVENIDO

   

Yarumo

X

x

x

x

x

 

Caracolí

X

x

x

     

Cedro rosado

X

x

       

Ceiba tolua

x

x

x

     

Ceiba bonga

x

x

x

     

Guacimo

x

x

x

x

   

Guayacan

x

x

x

     

Cedro amarillo

x

x

x

     

Nacero

x

         

Algarrobo

x

x

x

x

   

Maíz cocho

     

x

x

 

Naranjuelo

     

x

x

 

Roble

x

         

Abarco

x

         
 

BOSQUE SECUNDARIO

   

Palma iraca

 

X

x

x

   

Palma cera

x

         

Palma Vino

 

X

x

x

   

Bambú

     

x

x

 

Cana Brava

     

x

x

 

Guamo Cienaguero

     

x

x

 

Guamo Machete

 

X

x

     

Naranjuelo

     

x

x

 

Maíz Cocho

     

x

x

 

Achote

     

x

x

 

Ceiba Bonga

     

x

x

 

Roble

x

X

x

x

x

 

Pascualito

     

x

x

 

Orejero

 

X

x

x

x

 

Pimiento

     

x

x

 

FUENTE: Diagnóstico Agropecuario Municipal. 1998.

TABLA 2/11 LOCALIZACIÓN DE UNIDADES DE BOSQUES POR CORREGIMIENTOS

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CLASES

LOCALIZACIÓN

 

TIPO DE PAISAJE

   

DE BOSQUES

CORREGIMIENTOS)

MONTAÑA

PIEDE

COLINAS

LLANURA NO

LLANURA

 
     

MONTE

 

INUNDABLE

INUNDABLE.

Bosque primario

Las Brisas

X

         

sin intervenir

Santa Lucia

X

         

San Joaquin

X

         

Diamante

X

         

Bosque primario

Las Brisas

X

         

Intervenido

Santa Lucia

X

         

San Joaquín

X

         

El Paraíso

X

         

El Diamante

X

         

Cabecera

X

 

X

X

X

 

Bosque

Los antes mencionados

X

X

X

X

X

 

Secundario

más la cabecera

FUENTE: UMATAM SIMITÍ. 1999

REPUBLICA DE COLOMBIA ESQUEMA DE ORDENAMIE NTO TERRITORIAL DEL MUNICIPIO DE SIMITI - BOLIVAR CLASES LOCALIZACIÓN

FOTO 7.

Panorama del municipio de Simití, al fondo se observa el bosque que conforma la serranía de San Lucas y la zona de pastos y rastrojos en cercanías del municipio.

Entre

los

árboles

usados

con

fines

comerciales tenemos: cedro, roble, guayacán, ceiba tolua, ceiba bonga, yarumo, bambú, entre otros.

La tala indiscriminada del bosque y su quema han producido una erosión severa, hasta el punto de descubrir los afloramientos rocosos en todo el relieve del municipio. Se ha perdido la capa vegetal y parte del suelo, que han sido arrastrados por las lluvias y han ido a parar a las fuentes de agua, donde producen contaminación por los sedimentos, turbidez y

disminución de la profundidad; todo esto esta llevando a que los canos estén convertidos en unos hilos de agua, que en un futuro no muy lejano, solo mostraran el cauce por donde corrían.

2.6.2.2. Unidades de bosque secundario (Bs)

Corresponde a aquellas unidades de bosque

que han sido introducidas para el

aprovechamiento de especies maderables o

en su defecto, son unidades de rastrojo alto

que

han

sido repobladas

y

con

un

estado

sucesional tan alto

que

alcanzan

la

denominación de Bosque Secundario.

Estas unidades de Bosque, agrupan todas aquellas coberturas cuyo estrato dominante está conformado principalmente de especies de tallo o tronco leñoso, siendo producto de la dinámica ecológica y que evolucionan hacia estadios sucesionales; la característica florística más importante es su heterogeneidad en especies; originando un variado número de estratos que van desde árboles dominantes (parte alta), medio y bajo con vegetación trepadora, parásitos y herbáceos. Su área dentro del Municipio es de 135.21 km² , representando el 10.19% del

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área; estas zonas se localizan principalmente en los corregimientos de: las Brisas, Santa Lucia, San Joaquín, Paraíso, Diamante, Paredes de Oraría y la Cabecera Municipal; en zonas de montaña, llanuras no inundables e inundables, piedemonte y colinas. La flora de estos relictos de naturaleza boscosa, están constituidos por árboles maderables y otros nativos de la región como ceibas, arrayanes de clima templado, robles, pimientos, guamos, guasimos, yarumos, entre otros.

En algunas zonas subsisten algunos relictos de vegetación nativa que protegen los cauces de los principales ríos, quebradas, caños o ciénagas. Existe un tipo de vegetación propia de las áreas bajas de la llanura inundable del Río Magdalena, las cuales se encuentran afectadas por inundaciones frecuentes u ocasionales. Las especies más comunes de estas áreas son Platanillo o Bijao (Heliconia bijao), buchón de agua (Eichornia crassipes), barsal, enea, junco (Tifa Latifolia), verdolaga (Portulaca Sp,), tripa de pollo, coquito (Dichromena ciliata), puntero (Hyparrenia rufa) y yerba admirable (Pennisetum purpureum).

Los principales reclictos de Bosque de galería, se localizan principalmente hacia los ríos Boque, Magdalena y Santo Domingo.

2.6.2.3. Unidades de pastos Naturales (Pn)

Dentro del Municipio de Simití, existen en el sector centro-occidental, norte y central principalmente, zonas cubiertas por pastos naturales sin ninguna práctica de manejo o de tecnificación, en los cuales se desarrolla la ganadería extensiva. Estos sectores de pastos Naturales, son en su mayoría áreas donde en alguna ocasión existió un bosque primario o secundario, o zonas donde la tierra ya no cuenta con las propiedades físicas y químicas para el sustento de lo que fué un cultivo. Estos pastos, especialmente en las

zonas planas y de piedemonte, son en su mayoría quemados al final de las épocas

secas para que "reverdezca" con las lluvias que llegan a mediados de año. Las zonas de pastos que se localizan en las zonas planas o de media pendiente, no cuentan con alteraciones mayores de procesos morfodinámicos, en tanto que las definidas en las zonas de montaña, presentan zonas

erosionadas con escurrimientos

difusos

o

erosión "pata de vaca"

lo

cual arrastra los

suelos hacia las vertientes de las quebradas.

Estas unidades de pastos, generalmente se encuentran con algunas viviendas y cerca de ellas se tienen pequeños cultivos de pancoger de yuca, plátano, maíz, cacao o algunos frutales, los cuales se tienen para subsistencia de las familias o capataces.

Dentro del municipio los pastos naturales cuentan con un área de 217.11 km² que representa 16.37% del municipio.

REPUBLICA DE COLOMBIA ESQUEMA DE ORDENAMIE NTO TERRITORIAL DEL MUNICIPIO DE SIMITI - BOLIVAR área; estas

FOTO 8.

Pastos naturales para actividad ganadera en inmediaciones del corregimiento de San Blas.

2.6.2.4. Unidades de pastos Mejorados (Pm)

Son áreas

de pastos naturales

o zonas

de

antiguos

cultivos

en

los

cuales

se

han

realizado

prácticas de mejoramiento

agronómico para aumentar su rendimiento y

producción.

En

muchos

sectores

se

han

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introducido especies de mayor resistencia y forraje. El área de las unidades de pastos mejorados es aproximadamente de 90.11km², equivalentes al 6.79% del total de extensión del municipio y una combinación de pastos naturales con pastos manejados con un área de 36.28 Km².

extensiones en el territorio del municipio y son la base de sustento de los campesinos (en predios no mayores a cuatro hectáreas). Según el URPA - Bolívar en el segundo semestre de 1995 ((junio-diciembre), se cultivaron 650 has de yuca, y 2000 de frijol, estas estadísticas no disponen del área

Igualmente, se tienen especies frutales para

Es de destacar, las tendencias culturales de

2.6.2.5. Unidades de Misceláneos (M)

Area en la cual se encuentra pastos naturales, rastrojos y cultivos de subsistencia donde se encuentra en algunos sectores vegetación arbórea para el sombrío del ganado o para delimitación de fincas o caminos. Esta unidad comprende cultivos de pancoger como maíz, arroz y sorgo y algunos árboles frutales en menor escala. Estas zonas poseen un área de 36.8 km², un 2.8% aproximadamente del total del municipio.

Las actividades agrícolas de mayor relevancia en el Municipio son el cultivo de maíz, yuca plátano, frijol y cacao, en promedio se cultivan anualmente 9.315 hectáreas. Según información registrada en el diagnostico agropecuario municipal, estas actividades se desarrollan en las áreas bajas e inundables como en la Cabecera Municipal, y los corregimientos de el Garzal, Cerro Burgos, Campo Payares y San Joaquín.

sembrada de los otros productos, sin embargo en el Diagnostico Agropecuario Municipal se estipula un promedio de 2.500 has de maíz, 625 de cacao, aquí se destaca el área sembrada de plátano que en promedio es de 4200 has, las cuales son severamente afectadas por inundaciones periódicas.

el sustento de las familias que se encuentran en las áreas cercanas a la viviendas y que básicamente son: tamarindo, guayaba, limón, naranja, guama, níspero, chirimoya, ciruela, cereza, mango, patilla, papaya, coco, zapote, entre otros. Estas especies y su producción en el municipio es de subsistencia, y en algunas ocasiones la venta de los excedentes en los centros poblados más cercanos.

cultivar plantas medicinales usadas en la zona como medicamentos caseros, recetas y en ocasiones empleadas en tratamiento naturistas y homeopáticos. En la TABLA 2/12 se listan las principales Plantas medicinales

Dentro

de

los

cultivos de subsistencia, se

utilizadas por la población.

tienen sembradíos de yuca, plátano, maíz,

frijol

y

el

cacao

ocupan importantes

TABLA 2/12

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PLANTAS MEDICINALES UTILIZADAS EN EL MUNICIPIO DE SIMITÍ

ESPECIE

USOS DADOS POR LA POBLACION

 

ORÉGANO

Digestivo y adobos

 

LLANTEN

   

VERBENA

Digestivo Fiebre

 

SABILA

   

HIERBABUENA

Tos, quemaduras, cabello Cólicos

 

MATARRATON

   

SAUCO

Bano, gripa, tos Fiebre, tos

 

TORONJIL

Digestivo, cólicos

 

ALBAHACA

Nervios

 

ANAMU

Gripa, asma

 

CARANA

Golpes

 

HIERBA LIMÓN

Presión baja

 

FUENTE: Información primaria. 2000

2.6.2.6.

Unidades de Rastrojos Altos (Ra)

 

Esta

zona

se

encuentra definida como

aquellas áreas

en

las

cuales

se presentan

procesos

de alta

intervención

de

bosques

secundarios

o

por

el

contrario,

por

el

poblamiento y aumento estado sucesional de

los

Rastrojos

bajos.

Estos

rastrojo

altos

contienen en su mayoría especies no

comerciales de las zonas de bosque las cuales son dejadas para sombrío o cercas

vivas,

las

Unidades

de

Rastrojos

Altos,

poseen un área total del municipio.

de 56.32 km²,

un 4.2%

del

2.6.2.7.

Unidades de Rastrojos Bajos (Rb)

En el área no se representa como una unidad única, en el mapa se puede observar mezclada con pastos naturales (Pn/R), esta unidad comprende vegetación arbórea, herbácea y arbustiva con unidades de pasto natural, lo cual indica una alta degradación

genética a la que se vieron sometidos los bosques riparios de la zona; como producto de la acción ántropica intensiva ocasionada por la tala de bosques. El área ocupada por este uso es aproximadamente de 280.11 km² y representa el 21.11% del municipio.

2.6.2.8. Ciénagas,

humedales,

zonas

 

de

inundación y cuerpos de agua lóticos.

 

Los

ecosistemas

de

aguas

lénticas

(permanentes

y

semipermanentes)

y

de

cuerpos de agua corrientes e intermitentes constituyen el mayor potencial del municipio,

ya que entre los principales cuerpos de agua

corrientes

se

tienen:

los ríos Magdalena,

Santo Domingo, Boque y un sinnúmero de quebradas, caños y arroyos

(aproximadamente

1400

drenajes

contados

por SIG); igualmente, se tiene un sistema de ciénagas y humedales (aproximadamente 170 espejos de agua permanentes y semipermanentes) entre las que se destacan

las Ciénagas de: Simití, el Piñal, El Popal, San

Antonio, el Potrero. San Luis, Gallinazo, Brava, Las Pampas, el muñeco, María Antonia, Pita, Burgos, Nueva,
Antonio,
el
Potrero.
San
Luis,
Gallinazo,
Brava, Las Pampas, el muñeco, María
Antonia, Pita, Burgos,
Nueva,
Zipata, El
Paraíso, Salobre, El Antojo, Cimarronera y el
Tigre. Estos Ecosistemas presentan un área
PAG. 5 2
CAPITULO II

FOTO 9. (59)

Se observa una vegetación de pastos y rastrojos bajos a altos en cercanías al corregimiento de Animas Altas

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aproximada de 278.10 km² representando un 21.0% del área total del municipio.

REPUBLICA DE COLOMBIA ESQUEMA DE ORDENAMIE NTO TERRITORIAL DEL MUNICIPIO DE SIMITI - BOLIVAR aproximada de

FOTO 10.

Bajo inundable de la Ciénaga de Simití.

REPUBLICA DE COLOMBIA ESQUEMA DE ORDENAMIE NTO TERRITORIAL DEL MUNICIPIO DE SIMITI - BOLIVAR aproximada de

FOTO 11.

Ciénaga de San Luis. Area de inundación, se observa gran cantidad de residuos sólidos.

2.6.2.9. Islas (I)

Dentro de las principales ciénagas se tienen varias islas las cuales se encuentran pobladas y algunas de ellas con aprovechamiento del suelo en cultivos y pastos para ganadería.

Dentro de la ciénaga de Simití, se encuentran

las

islas El Cerrito, Narcisa, de Mollar y

mantequera; y dentro de la ciénaga Cimarronera la isla Cimarronera. Estas islas cuentan con unas zonas de amortiguación para aguas altas, en tanto que existen

ciénagas en las cuales las islas sólo se tiene en épocas de verano.

  • 2.6.2.10. Zona urbana (Zu)

Las zonas urbanas establecidas dentro del

uso del suelo se tienen el casco urbano de

Simití,

y

los

corregimientos

de

Brizas

de

Mendoza, Paredes de Ororia, Campo Payares, Cerro Burgos, Garzal, San Luis, san

Blas, Santa Lucia, Animas Altas, Animas

Bajas, San Joaquín, Monterrey, Paraíso y el Diamante. Estas zonas definidas

cartográficamente,

cuentan

con

un

área

aproximada de 0.81 km² equivalente al 0.06%

de la extensión total del municipio.

  • 2.6.2.11. Unidades erosionadas (E)

Estas áreas presentan por la remoción de la capa vegetal del suelo o causadas por la actividad minera, constituida por la extracción de oro en forma de filón o aluvión.

  • 2.6.3. Ecosistemas Acuáticos

Para el municipio de Simití, la mayor atención de ecosistémas acuáticos se localizan especialmente en la zona plana del Municipio,

es decir en la zona fisiográfica del valle aluvial del Magdalena, la cual comprende Ciénagas, humedales y demás zonas inundables que periódicamente cumplen una función ecológica tanto en la renovación de materia vegetal y animal, como de intercambio eco sistémico.

2.6.3.1. Dinámica de los Ecosistemas acuáticos

Para el caso de las ciénagas, se cumplen fenómenos de Estiaje o Limnofase (nivel de aguas de las ciénagas mayores a las del río) y de Creciente o Pomatofase (nivel de aguas de las ciénagas menores a las del río) por lo cual las dinámicas ecosistémicas se producen en dos épocas del año; la primera una Dinámica

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implica la importación de paquetes de energía

FOTO 12.

Suelos erodados por explotación aurífera en inmediaciones del municipio de Ánimas Altas.

de Invierno y la Segunda una Dinámica de Verano las cuales cumplen con las siguientes características ecosistémicas:

producidos en otros ecosistemas los cuales compensan la baja tasa de producción primaria. Un evento de gran importancia de las inundaciones, es la llegada de la ictiofauna para realizar su ciclo biológico (alimentación y reproducción).

Dinámica de Verano

Dinámica de Invierno

En la época alta de lluvias el río se desborda sobre los planos inundables aledaños a sus riberas. Esto aumenta la concentración de oxígeno disuelto, aunque también aumenta la concentración de nutrientes aumentando el consumo de oxígeno. A esto se le suma la descomposición de materia orgánica acumulada en el período de aguas bajas, la cual aumenta la concentración de ácido sulfhídrico.

El aporte

de nutrientes se manifiesta por el

color

y

la

turbidez de las aguas.

Esta gran

cantidad

de

sólidos

suspendidos

limita

la

cantidad de luz solar sobre las poblaciones de

algas

disminuyendo

así

la

fotosíntesis,

proceso base de corriente

trófica del

ecosistema.

La

entrada

de

agua también

En la época de aguas bajas, se muestra de decrecimiento en la concentración del oxígeno disuelto debido a la temperatura del agua y a la intensificación de la tasa de descomposición de la materia orgánica. Parámetros como la conductividad, alcalinidad y dureza total, alcanzan sus máximos valores.

Al bajar las aguas de las ciénagas son devueltas al río con una carga grande de nutrientes, enriqueciendo las aguas del río. Los sólidos suspendidos se depositan en las ciénagas, permitiendo un mejor paso de la luz solar aumentando la productividad primaria. Este incremento acelera el consumo de oxígeno. En esta época el evento biológico más importante es el retorno de los peces a los ríos o la conocida subienda (Ver FIGURAS 2/9 y 2/10).

FIGURA 2/9 ESQUEMA DE LA DINAMICA DE UNA CIENAGA - TEMPORADA DE LLUVIAS

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ABUNDANTE Fuerte corriente Alta trubidez NUTRIENTES LLANURAS DE CIENAGAS Y INUNDACION MOVIMIENTOS ECOSISTEMA MATERIAL APORTE DE
ABUNDANTE
Fuerte corriente
Alta trubidez
NUTRIENTES
LLANURAS DE
CIENAGAS Y
INUNDACION
MOVIMIENTOS
ECOSISTEMA
MATERIAL
APORTE DE
estos factores
MIGRACION
LATERALES
TERRESTRE
Productividad del perifiton por
PECES
BAJANZA DE
RIO
PRINCIPAL DEL
CANAL
PECES
PRODUCTIVIDAD
A MACROFITAS
PRIMARIA
CONDICIONES AMBIENTALES
DE PECES
Movimientos longitudinales y
Variedad de comunidades
FAUNA ASOCIADA
NUTRIENTES
ESCORRENTIA DE
MAYOR
COMUNIDAD DE
laterales
Máxima producción

FUENTE: Estudio De Impacto Ambiental y Plan De Manejo Ambiental del Programa Sísmico Cantagallo Norte

FIGURA 2/10 ESQUEMA DE LA DINAMICA DE UNA CIENAGA - TEMPORADA DE SEQUIA

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CONDICIONES AMBIENTALES

Mayor productividad primaria

Concentración alta de O 2

Baja trubidez

PRINCIPAL DEL CANAL RIO
PRINCIPAL DEL
CANAL
RIO
CONDICIONES AMBIENTALES Mayor productividad primaria Concentración alta de O 2 Baja trubidez PRINCIPAL DEL CANAL RIO

POCA ESCORRENTIA

Y POCOS NUTRIENTES

MIGRACIONES
MIGRACIONES

LLANURAS DE INUNDACION

CONSUMIDORES PRODUCCION ECOSISTEMA AVANCE DEL TERRESTRE PRIMARIA CONDICIONES AMBIENTALES  Reducción del ambiente  Confinamiento 
CONSUMIDORES
PRODUCCION
ECOSISTEMA
AVANCE DEL
TERRESTRE
PRIMARIA
CONDICIONES AMBIENTALES
Reducción del ambiente
Confinamiento
Reducción general de O 2

FUENTE: Estudio De Impacto Ambiental y Plan De Manejo Ambiental del Programa Sísmico Cantagallo Norte

En los sistemas de aguas lénticas la llegada

2.6.3.2. Limnología de los Ecosistemas acuáticos

del

agua

a

las

ciénagas

conlleva

a

un

incremento

en

el

aporte

de

sólidos

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suspendidos, modificando las condiciones fisicoquímicas al igual que los nutrientes. Las ciénagas presentan una temperatura que varía entre los 24º y 32º celsius, permitiendo clasificarlas como lagos tropicales polimícticos calientes.

Los aspectos más importantes de la ciénaga son la distribución espacio temporal del agua, la renovación de la biomasa y la continuación de los ciclos biológicos. De esta forma se condiciona la oferta ambiental, rigiendo la dinámica ecológica de las poblaciones hidrobiológicas y animales.

El componente vegetal ejerce una dinámica particular. La presencia masiva de Eichornia crassipes (buchón de agua), reduce la

entrada de luz solar disminuyendo la tasa de fotosíntesis producida por las algas, así como la oxigenación produciendo turbidez. A la vez produce también una acción descontaminante ya que las raíces colgantes absorben nutrientes, metales pesados, desechos tóxicos y pesticidas.

Las aguas del río Magdalena se desbordan inundando zonas adyacentes, este evento históricamente sucede en los meses de Abril a Junio y con menor intensidad en los meses de Septiembre y Octubre. Esto produce una serie de cambios en la limnología. Desde el punto de vista ecológico (TABLA 2/13) se presentan tres zonas bien definidas para las ciénagas.

TABLA 2/13 CLASIFICACION ECOLOGICA DE LAS CIENAGAS DE SIMITI

 

TIPO

 

CARACTERISTICAS

 
     

Aguas abiertas

 

Zona de mayor extensión en la ciénaga

 

Profundidad variable

 

Contiene macrófitos acuáticos sumergidos o flotantes

Bahías

Conformada por la topografía del fondo de las ciénagas.

 

Profundidad menor que en aguas abiertas

Arbitrariamente se establece un área de 25 há. Mayor a esto es aguas abiertas.

Zona

marginal

de

Presenta aglutinamiento de la vegetación en la orilla de la ciénaga.

 

vegetación

Puede variar de 1 a 6 metros.

 

Esta comunidad cumple un papel

importante

2.6.3.3. Macrófitas Acuáticas

dentro de la dinámica,

prestando refugio y

alimento

a

la

fauna.

También

controla

la

Se define como toda aquella vegetación

erosión

de

las

riberas

atrapando

los

acuática tropical que desarrolla su ciclo biológico en lugares proclives a inundaciones temporales o permanentes y en cuerpos de agua superficial. Fisiológicamente esta

sedimentos que llegan por escorrentía. Se clasifican según sus adaptaciones morfológicas en:

comunidad está sometida a deficiencias de

Macrófitas

sumergidas:

Durante el

oxígeno debido al exceso de agua.

transcurso de su ciclo biológico mantienen

todas

sus

estructuras morfológicas

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cubiertas por

agua,

algunas están

enraizadas al fondo y otras deambulan a

Macrófitas

emergentes:

Directamente

la deriva.

asociadas con el sedimento de una forma

 

radicular,

conserva

sus

estructuras

Macrófitas flotantes: Caracterizadas por

 

vegetativas sobre la lamina de agua.

desarrollar diferentes adaptaciones que

Ayuda

a

dar

estabilidad

a

las

riberas,

les permite flotar en la superficie del agua.

atrapando los sólidos llevados por

la

Pueden presentar raíces libres o ancladas al fondo.

escorrentía.

 

TABLA 2/14 MACROFITOS ACUÁTICOS

FAMILIA

ESPECIE

NOMBRE COMUN

Alismataceae

Sagittaria rotundifolia

Lengua de vaca

Apocynaceae

Enredadera de agua

Araceae

Rabdadenia sp. Pistia stratiotes

 

Compositae

 

Lechuga de agua Enredadera

Hydrocharitaceae

Mikanis sp. Limnobium stoloniferum

Buchón

Convolvulaceae

Murrenia sp.

Enredadera

Lentibulariaceae

Utricularia foliosa

Majate

Lemnaceae

Lemna gibba

Lenteja, cuartillo

Lemna minor

 

Malvaceae

Sida sp.

Lenteja, Oreja de ratón Escobilla

Mimosaceae

Mimosa pigra

Zarza

Neptunia prostata

Dormidera

Najadeceae

Najas minor

Agalla

Nymphaceaceae

Cabomba aquatica

 

Onagraceae

Ludwigia sp.

Tripa de pollo

Jussiaea natans

Clavo de agua, Triple babilla

Papilionaceae

Vigna sp.

 

Poaceae

Hymenache amplexicaulis

Frijolillo Gramalote

Paspallum repens

Batatilla acuática

Panicum maximun

Arrocillo

Polygonaceae

Polygonum hidropiperoides

Tabaquillo

Pontederiaceae

Eichornia crassipes

Taruya, buchón

Rotamogetonaceae

   

Salvinaceae

Potamogeton sp. Salvinia auriculataanejo

Hierba de agua Salvinia

FUENTE: E.I.A. y P.M.A. Programa Sísmico Cantagallo Norte, Ecopetrol, 1998.

  • 2.6.4. Recursos Faunísticos

Concordantemente con las zona de vida establecidas, los ecosistemas terrestres y sus características climáticas se tienen definidos

hábitats de fauna y de sus poblaciones

animales; no obstante,

en

el municipio de

Simití, la fauna ha sido muy afectada por la actividad antrópica, especialmente la

deforestación que ha ocasionado la desaparición de especies y la migración de otras hacia lugares distantes o inaccesibles. Aún existen lugares donde la fauna silvestre es muy variada, especialmente en zonas de bosque primario y secundarios en cercanías de la Serranía de San Lucas.

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Igualmente se tienen en zonas de ciénagas, humedales y áreas inundables especies faunísticas propias de estos ecosistemas tropicales, los cuales se caracterizan por una gran diversidad y poca abundancia, también por diferentes especializaciones de las especies.

Debido a la falta de controles eficientes por parte de las entidades encargadas, se ha facilitado que algunas especies se hayan reducido considerablemente y otras estén en peligro de extinguirse. La caza y la pesca incontrolada, la destrucción de sus refugios (hábitats) y la falta de alimento para los animales son las causas fundamentales de este fenómeno, sin embargo, todavía quedan algunos ejemplares en sitios donde se

conserva la vegetación arbórea, arbustiva y cuerpos de agua.

A lo anterior le podemos anexar que algunas especies son sometidas al cautiverio y comercializadas ilegalmente a nivel regional, nacional e internacional, como especies exóticas, entre ellas tenemos: los micos, pericos ligeros, guacamayos, ardillas, loros, cotorras, canarios, picos gordos, azulejos, tigrillos, iguanas, babillas, entre otras

La contaminación de las aguas, ya sea por sedimentos, desechos orgánicos o químicos, han producido la muerte de las riquezas hidrobiológicas.

Entre las principales especies reportadas para la región tenemos.

TABLA 2/15 ESPECIES FAUNISTICAS

ESPECIE

NOMBRE CIENTÍFICO

ABUNDANTE

ESCASA

 
 

AVES

Sangre toro

   

X

 

Pato quilla

   

X

 

Garza blanca

   

X

 

Garza morena

   

X

 

Garza garrapatera

Bubulcus ibis

X

   

Pato aguja

   

X

 

Azulejo

   

X

 

Cotorra

   

X

 

Garza ganadera

   

X

 

Garrapatero

   

X

 

Golondrina

   

X

 
 

MAMÍFEROS

 

Manatí

Trichechus manatus

 

X

 

Chiguiro

Hydrochaeris hydrochaeris

 

X

 

Nutria

   

X

 

Marteja

Aotus lemurinus griseimembra

 

x

 

Armadillo

   

X

 

Ñeque

Dasyprocta punctata

 

X

 

Tinajo

Agouti paca

 

X

 

Zaino

   

X

 

Tigrillo

Tyassu tajacu Felis wiedii

 

X

 

Tigre

Leo onca

 

X

 

Zorro

   

X

 

Ardilla

   

X

 

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ESPECIE

NOMBRE CIENTÍFICO

ABUNDANTE

ESCASA

Borugo

X

Fara

   

X

Mico colorado

Alouatta seniculus seniculus

 

X

Mico titi

Sanguinus oedipus

 

X

Mico cariblanco

   

X

 

Cebus capucinus ANFIBIOS Y REPTILES

Caimán

Crocodylus acutus

 

X

Babilla

   

X

Icotea

Caimán crocodylus Geochelone carbonaría

 

X

Morrocoy

   

X

Camaleón de ciénaga

   

X

Anguila

 

X

 

Lobo pollero

 

X

 
 

Cicrura sp

 

X

Iguana Lagarto

Anolis sp

 

X

FUENTE UMATAM Simití

Según el libro rojo de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN). La especie llamada caimán aguja (Crocodylus acutus), se encuentra en la categoría E o taxa en peligro de extinción. El caimán o babilla (Crocodylus fuscus), se encuentra en la categoría V o en peligro. La especie, considerada endémica, tortuga del Magdalena (Podinemis lewyana) se encuentra en la categoría I, significado de especie rara o vulnerable.

2.6.4.1. Antecedente evolutivo y biogeográfico

La región fisiográfica del valle del Magdalena, es una zona de intercambio para elementos del Alto Magdalena y elementos centroandinos, posiblemente penetraban en el valle del río Magdalena por la ruta del piedemonte desde la Orinoquía, cruzando la cuenca del río Catatumbo. Posteriormente, hace dos millones de años aproximadamente, la cordillera oriental se levantó separando el Alto Magdalena de la planicie de la Amazonía.

Sobre la margen izquierda del río Magdalena se configura un corredor biológico para la mastozoofauna, que involucra especialmente al río Magdalena y sus tributarios, los complejos de ciénagas, humedales y áreas

inundables, la serranía de Santo Domingo y la serranía de San Lucas.

2.6.4.2. Mastozoofauna

Representada por animales terrestres mamíferos y los anfibios de gran tamaño. Directamente relacionados con la vegetación existente debido al refugio y alimento brindado por esta. Dentro de esta clasificación se tiene el jaguar (Panthera onca), han visto reducir su número debido a la intervención de su hábitat y a la disminución de especies pertenecientes a su dieta. Es cazado por su piel o por sus ataques al ganado de los pobladores. El ponche o chigüiro (Hydrochaerys sp.) es perseguido por su carne y se considera extinto en las zonas inundables del medio y bajo Magdalena. El Zaino (Tayassu sp.), guartinaja (Agouti paca), en ñeque (Dasyprocta punctata), zorro guache (Nasuella olivacea), el armadillo (Dasypus novemcictus); son especies también perseguidas por su carne.

Las poblaciones de dantas y venados son mínimas. El manatí antillano (Trichechus manatus), fue casi extinto por la intervención de su hábitat. Actualmente esta protegido.

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Existe un endemismo para la zona el mico titis o tití gris (Saguinos leucopus), reside en los

parches de bosque aún existentes.

TABLA 2/16 MASTOZOOFAUNA PRESENTE EN EL AREA

ORDENES

FAMILIA

GENERO

NOMBRE COMUN

 

PRIMATES

Callitrichidae

Cebus sp.

Mico

 

Saguinud leucopus

Tistis, tití gris

 

Cebidae

Saimiri sciureus

Titi

 

Ateles belzebuth

Marimonda

 

Ateles geoffroyi

Marimonda

 

Aotus lemurinus

Marteja

 

Alouatta seniculus

Mono colorado, Cotudo

 

EDENTATA

Myrmecophagidae

Myrmecophaga tridactyla

Oso hormiguero

 

Tamandua mexicana

Oso colmenero

 

Bradypodidae

Bradypus variegatus

Perezoso

 

Megalonychidae

Choloeùs sp.

Perezoso

 

Dasypodidae

Dasypus novemcinctus

Armadillo

 

CARNIVORA

Canidae

Cerdocyon thous

Zorro perro, Bayo

 

Procionidae

Nasuella olivacea

Zorro guache, Mocoso

 

Potos flavus

Perro de monte

 

Mustelidae

Lutra longicaudis

Nutria, Perro de agua

 

Felidae

Panthera onca

Jaguar, Tigre

 

Felis tigrina

Tigrillo

 

ARTIOCACTYLA

Tayassuidae

Tayassu pecari

Pecari

 

Tayassu tajacu

Zaino

 

Cervidae

Odocoileus sp.

Venado

 

Mazama sp.

Venado rojo

 

RODENTIA

Sciuridae

Sciurus sp.

Ardita

 

Muridae

Mus musculus

Ratón

 
 

Rattus rattus

Ratón común

 

Erethizontidae

Equinoprocta rufences

Erizo

 

Agoutidae

Agouti paca

Guartinaja

 

Dasyproctidae

Dasyprocta punctata

Ñeque

 

Hydrochaeridae

Hydrochaeris sp.

Ponche, Chigüiro

 

MARSUPIALIA

Didelphidae

Didelphis sp.

Zorra cucha

 

CHYROPTERA

Sternodermatinae

Artibeus lituratus

Murciélagos

 

Artibeus cinereus

y

 

Chiroderma trinitatum

Vampiros

 

Desmodontinae

Desmodus rotundus

Chimbila, vampiro

 

PERISSODACTYLA

Tapiridae

Tapirus terretris

Danta, tapir

 

Tapirus pinchaque

Tapir

 

SIRENIA

Trichetidae

Trichechus manatus

Manatí

 

ORDENES

 

9

 

FAMILIAS

 

23

 

GENEROS

 

37

 

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FUENTE: E.I.A. y P.M.A. del Programa Sísmico Cantagallo Norte, Ecopetrol, 1998.

 

caracara,

el

garrapatero

entre

otros.

2.6.4.3. Ornitofauna.

Incluyendo una

especie

migratoria

perteneciente a la familia Anangidae.

La ornitofauna se encuentra definida al grupo de aves existente en la zona, estas son las especies faunísticas las más sobresalientes

Especies como las guacamayas y los loros son perseguidos por su carne o por

en la zona del municipio, su gran mayoría se

comercialización.

 

Los

paujiles

y

pavas

de

encuentra asociada con los cuerpos de agua,

monte

han

desaparecido

localmente.

En

aunque se observa una estratificación de

cercanías

de

la

ciénaga,

se

observan

acuerdo a las características fisiográficas de la zona. Algunos de los ejemplares de mayor número dentro de la avifauna existente son La garza morena, la blanca y la real, pato aguja, el cuervo, pato yuyo, la viudita,

ejemplares del Chavarrí (Chauna chavarria), cuyos nidos son saqueados debido al gran tamaño de sus huevos.

TABLA 2/17 ORNITOFAUNA PRESENTE EN EL AREA

ORDENES

FAMILIA

GENERO

NOMBRE COMUN

PELECANIFORMES

Phalacrocoracidae

Phalacrocorax olivaceu

Pato yuya, Cuervo

Anhingidae

Anhinga anhingas

Pato aguja, Pato culebra

CICONIFORMES

Ardeidae

Casmerodius albus

Garza real

Egretta caerulea

Garza azul

Ardea herodias

Garza morena

Tigrisoma lineatum

Garzón, Vaco

Agamia agami

Garcipolo colorado

Ciconiidae

Jabiru mycteria

Coyongo

Ciconia maguari

Cigüeña, Gabán

Threskionithidae

Eudocimus albus

Ibis blanco

Himosus infuscatus

Ibis negro

Ajaia ajaja

Pato paleta, Patúla

ANSERIFORMES

Anhimidae

Chauna chavaria

Chavarrí

Anatidae

 

Pato pisingo

Dendrocygna autumnalis Oxygura dominica

Pato tigre

Dendrocygna viudata

Viudita

Anas discors

Barraquete, pato Canadiense

Anas acuta

Pisingo

FALCONIFORMES

Cathartidae

Cathartes aura

Guala

 

Zamuro, Chulo

Accipitridae

Caoragyps atratus Buteo magnirostris

Gavilán

Rosthramus socialbilis

Caracolero

Herpetotheres cachinnans

Gavilán culebrero

Heterospizias meridionalis

Halcón

Pandionidae

Pandion haliaetus

Aguila pescadora

Falconidae

Polyvorus plancus

Caracara

Milvago chimachima

Garrapatero

Falco sparverius

Cernícalo

Falco peregrinus

Halcón

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ORDENES

FAMILIA

GENERO

 

NOMBRE COMUN

   

GALLINIFORMES

Cracidae

Ortalis momot

Guacharaca

   

Crax alberti

Paujil

 

GRUIFORMES

Eurypygidae

Eurypyha helias

     

Rallidae

Aramides cajanea

Pájaro sol Gallito de agua

   

Porphyrio martinica

Tingua

 

CHARADRIFORMES

Jacanidae

Jacana jacana

Gallito

de

ciénaga,

jacana,

 

cheleca

Charadriidae

Vallenus chilensis

Coclí, Alcaraván

   

Scolopacidae

Gallinago undulata

Caica

 

Actitis macularia

Playero, arenero

   

PSITTACIFORMES

Psittacidae

Pionus menstruus

Loro real

 

Ara ararauna

Guacamaya azul y amarilla

 

Ara chloroptera

Guacamaya aliverde

   

Forpus conspicillatus

Perico

 

Aratinga pertinax

Perico

 

Brogoteris cyanoptera

Perico

 

Brotogeris juglaris

Perico

 

CUCULIFORMES

Cuculidae

Crotophaga ani

Garrapatero

   

Crotophaga major

Cocinera

   

STRIGIFORMES

Strigidae

Bubo virginianus

Buho real

   

Rhynoptynx clamator

Buho

 

Tytonidae

Tyto alba

Lechuza

 

CORACIIFORMES

Alcedinidae

Chloroceryle amazona

Martín pescador

   

Megaceryle torquata

Martín pescador

   

Momotidae

Chloroceryle aenea

Chana, Chanita

   

Baryphthengus ruficapillus

Barranquillo

   

Momotus momota

Barranquero

   

PICIFORMES

Ramphastidae

Andigena nigrirostris

Diostedé

 

Picidae

Campephilus melanoleucos

Carpintero

   

Melanerpes rubricapillus

Carpintero

   

PASSERIFORMES

Tyrannidae

Fluvicola pica

Monjita

 

Myiozetetes cayanenses

Reinita

 

Myiozetetes similis

--

 

Tyrannus melancholicus

Sirirí

 

Tyrannus dominicensis

Pitirre

 

Pyrocephalus rubinus

Cárdenal

   

Pitangus lictor

--

 

Pitangus sulfuratus

--

 

Elaenia flavogaster

--

 

Elaenia chiquiquensis

--

 

Machetornis roxosus

--

 

Atalotricus pilaris

--

 
 

--

 

Myircias ferox Sayornis nigricans

--

 

Hirundinidae

Progne chalybea

Golondrina

   

Progne tapera

Golondrina

   

Troglodytidae

Donacobios atricapillus

Baqueo

 

Troglodytes aedon

Cucarachero

   

Thryothorus nigricapillus

--

 

Thryothorus spadix

--

 

Thryothorus rufalbus

--

 

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ORDENES

FAMILIA

GENERO

NOMBRE COMUN

 
 

Thryothorus fasciatoventris

--

 
   

Microcerculus marginatus

Cucarachero

 

Mimidae

Mimus polyglottus

Sinsonte

 

Turdidae

Turdus ignobilis

Mayo

 

Turdus grayi

Mirlo

 

Sylvidae

Poplioptila plumbea

Brujito

 

Icteridae

Molothrus bonariensis

--

 

Molothrus armenti

--

 

Quiscalus mexicanus

--

 

Cacicus cela

--

 

Icterus nigrogularis

--

 

Icterus mesomelas

--

 

Icterus galbula

--

 

Icterus auricapillus

Monjita

 

Agelaius icterocaphalus

Toche

 

Parulidae

Dendrocaica castanea

Reinita

 

Dendrocaica petechia

Reinita

 

Dendrocaica fusca

   

Dendrocaica striata

   

Steophaga ruticilla

Turpial

 

Wilsonia canadensis

   

Vernivora peregrina

Reinita

 

Mnotilta varia

Reinita

 

Coerevidae

Coereba flaveola

Mielerito

 

Choophanes spiza

Mielerito

 

Dacnis lineata

Mielerito

 

Dacnis cayana

Mielerito

 

Thraupidae

Euphonia lannirostris

Reinita

 
 

Euphonia chlorotica

   

Tangara vitriolina

Fósforito

 

Tangara inormata

   

Tangara gyrola

Guerrerito

 

Tangara cyanicollis

Azulejo

 

Thraupis sayaca

Azulejo

 

Rhamphocelus dimidiatus

Toche

 

Rhamphocelus icteronotus

Toche

 

Eucometis penicillata

   

Fringillidae

Saltator maximus

   

Saltator albicollis

   

Saltator coerulescens

   

Sorophila nigricolis

   

Sorophila schistacea

   

Sorophila minuta

   

Sorophila intermedia

   

Sorophila aurita

   

Tiaris olivacea

   

Volatinia jacarina

   

Sicalis flaveola

   

Spinus psaltria

   
     

Oryzoborus crassorostris Arremon aurantirostris

   

Arremon schegelli

   

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ORDENES

FAMILIA

GENERO

NOMBRE COMUN

   

Spiza americana

 

Zonotrichia capensis

 

Pheucticus ludovicianus

 

ORDENES

 

13

FAMILIAS

 

36

GENEROS

 

139

FUENTE: Estudio de Impacto Ambiental y Plan de Manejo Ambiental del Programa Sísmico Cantagallo Norte. Ecopetrol, 1998.

2.6.4.4. Herpetofauna.

Algunos de estos individuos tienen su origen en la región de la Orinoquía de donde migraron hace miles de años, constituyendo poblaciones numerosas. En la actualidad la población de estos ha disminuido considerablemente debido a la intolerancia y el desconocimiento de las especies por parte del hombre. Es común en las ciénagas encontrar restos óseos de babillas y caimanes los cuales fueron sacrificados en pos de su piel.

Según el libro rojo de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN). La especie llamada caimán aguja (Crocodylus acutus), se encuentra en la categoría E o taxa en peligro de extinción. El caimán o babilla (Crocodylus fuscus), se encuentra en la categoría V o en peligro. La especie tortuga del Magdalena (Podinemis lewyana), considerada endémica, se encuentra en la categoría I, significado de especie rara o vulnerable.

TABLA 2/18 HERPETOFAUNA PRESENTE EN EL AREA

ORDENES

FAMILIA

GENERO

NOMBRE COMUN

 

CLASE REPTILIA

 

CROCODRYLIA

Crocodylidae

Crocodylus fuscus

Babilla

 

Crocodylus acutus

Caimán

 

SQUAMATA

Boidae

Boa constrictor

Boa

 

Epicratres cenchria

Mapaná tigre, Mapaná

 

Hortulana cooki

Tigre

 

Suborden:

Colubridae

Clelia clelia

Cazadora negra

   

SERPENTES

Spilotes pullatus

Toche

 

Leptoderia annulata

Falsa

mapaná,

Mapaná

 

ramera

 

Falsa coral

   

Erytrolampus sp. Oxyrhopus sp.