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A Prática do Estudo Social e da Perícia Social no Judiciário Catarinense junto aos Procedimentos da Infância e da Juventude

(Atualizado conforme o Novo Códi o Civil ! "ei n# $%&'%()*%%*+
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Alce.ir ,al Pizzol
/ono rafia a0resentada no Curso de Pós!1radua23o em nível de Es0ecializa23o em /etodolo ia de Atendimento da Crian2a e do Adolescente em Situa23o de 4isco5 0romovido 0ela 6unda23o Instituto e E7tens3o de Pes8uisas Educacionais 9 :,ESC!SC& ;rientadora< ,ra& Josiane 4ose Petr= >eronese 4evis3o< Carmem ?erezin@a Ara onez de >asconcellos 6il@a 6lorianó0olis 9 *%%A

A0resenta23o
A presente monografia “A Prática do Estudo Social e da Perícia Social Judiciária Catarinense junto aos Procedimentos da Infância e Juventude” de autoria de Alce!ir "al Pi##ol so! a orienta$%o da professora Josiane &ose Petr' (eronese enri)uece so!remaneira a fonte !i!liográfica so!re tema t%o relevante* + estudo social e a perícia social emergiriam indistintamente no plano jurídico, processual- Assim n%o entendido restringir,se,ia o primeiro aos procedimentos voluntários e a .ltima aos de caráter contencioso-+ tema a)ui proposto enfim suscita )uest/es )ue est%o a merecer a aten$%o dos profissionais do "ireito* A )ualidade da presta$%o jurisdicional na área da família e da infância e juventude passa necessariamente pelo estudo social do fato* A e0emplo dos laudos m1dico psicol2gico e contá!il entre outros o laudo social a cargo do assistente social su!sidia o magistrado no seu julgado “o )ue aumenta o seu compromisso t1cnico,profissional”* + autor,acad3mico com a e0peri3ncia ad)uirida ao longo de seus )uin#e anos de atividade como assistente social a )ue se soma a sua forma$%o tam!1m como !ac4arel em "ireito com este tra!al4o empresta valiosa contri!ui$%o aos operadores do direito* Sem pretender esgotar o assunto como 1 enfático o autor o presente estudo ro!ustecido por esc2lios doutrinários e proveitosa pes)uisa reali#ada junto aos juí#es de direito das varas da 5amília Infância e Juventude do Estado serve so!retudo de refle0%o tanto ao Assistente Social )ue procura “sa!er mais e mel4or so!re o estudo social e perícia social e anseia por con4ecimentos s2cio,jurídicos específicos” como aos Jui#es de "ireito )ue na prática precisam valer,se de elementos pro!at2rios ade)uados em face 6s decis/es )ue se pretendem justas e efica#es* "esem!argador Alcides dos Santos Aguiar 7JSC A miúdo, a simples colocação de um problema é muito mais essencial que a sua

solução, que pode ser apenas uma questão de habilidade matemática ou experimental. Fazer novas perguntas, suscitar novas possibilidades, ver velhos problemas sob um novo ngulo são coisas que exigem imaginação criadora e possibilitam verdadeiros adiantamentos na ci!ncia. Albert "instein Para meus fil4os Carina e Andr1* Para 8átia esposa e compan4eira desta e de outras jornadas*

A radecimentos
9 min4a esposa 8átia com )uem compartil4o uma vida 4armoniosa agrade$o o jeito com )ue enfrentamos nossos dias nem sempre juntos* Somente o respeito a ami#ade e a valori#a$%o pessoal e profissional 1 capa# de mantermo,nos unidos criando os fil4os e vivendo nosso prop2sito de amor*+!rigado pela aten$%o e contri!ui$%o* Aos meus fil4os Andr1 e Carina a )uem pe$o desculpas pela aus3ncia* Agrade$o pela compreens%o fa#endo votos )ue encontrem seus camin4os pelo estudo e pelo tra!al4o e )ue e0ercitem a ami#ade e o respeito todos os dias de suas vidas* Agrade$o a min4a m%e +lga linda na juventude agora com grandes virtudes )ue me ama muito e com )uem gostaria de compartil4ar mais 4oras juntos apesar de t3,la em meus pensamentos todos os dias de min4a vida* 7e amo muito tam!1m* 9s colegas profissionais do Setor de Servi$o Social do 52rum da Capital Ang1li:a Arlete e 7ânia o!rigado pelo incentivo e pelas primeiras discuss/es so!re o assunto estudado neste tra!al4o* Agrade$o 6s distintas profissionais 5lávia Isa!el e principalmente a Ana ;aria ;afra "al, <2 por terem confiado em min4a pessoa e em meu tra!al4o convidando,me a participar da ent%o Assessoria Psico,social do 7ri!unal de Justi$a* 5oi com a ajuda de voc3s )ue iniciei os meus primeiros escritos so!re este tema* +!rigado pela ajuda e incentivo* Ao amigo incentivador magistrado grande con4ecedor e divulgador do Estatuto da Crian$a e do Adolescente "r* Pedro Caetano de Carval4o* ;uito o!rigado* Aos professores pela incansável contri!ui$%o* A todos os magistrados e colegas assistentes sociais )ue cola!oraram na reali#a$%o da pes)uisa contida neste tra!al4o meu respeito e agradecimento* Agrade$o 6 professora e orientadora desta monografia "ra* Josiane &ose Petr' (eronese fa#endo votos de podermos continuar estudando )uest/es s2cio,jurídicas )ue envolvem a atua$%o da justi$a infanto,juvenil* Aos colegas acad3micos e demais pessoas )ue de uma forma ou outra contri!uíram com este tra!al4o meu respeito e meu a!ra$o*

Sumário
&esumo Introdu$%o

= Aspectos legais e doutrinários da estudos social e da perícia social judiciária =*= >uest/es introdut2rias =*? A Perícia =*@ A Perícia Judicial =*A A Perícia Social =*B A Perícia Social Judiciária =*B*= Cm !reve )uadro 4ist2rico =*B*? + tradicional Estudo Social =*B*@ + despertar para um tra!al4o de perícia social =*B*A Afinal estudo social ou perícia social?* + Estudo social e a Perícia social Junto ao Estatuto da Crian$a e do adolescente , >uest/es Degais e doutrinárias ?*= + Procedimento de Coloca$%o em 5amília su!stituta , Euarda 7utela e Ado$%o ?*? + Procedimento da Perda da e Suspens%o do Pátrio Poder Fsegundo o GCCH suspens%o e e0tin$%o do poder familiarI ?*@ + Procedimento de destitui$%o de 7utela ?*A + Procedimento de Apura$%o de autoria de Ato Infracional Atri!uído a Adolescente ?*B + Assistente Social e a E)uipe Interprofissional na Jrea da Infância e da Juventude @* A Pes)uisa Aplicada , Aspectos >uantitativos e &elevantes A* Propostas e Perspectivas aos +peradores da Justi$a Infrator,Juvenil 5rente a "etermina$%o e &eali#a$%o do Estudo Social e da Perícia Social Considera$/es 5inais &efer3ncia <i!liográficas Ap3ndice = PES>CISA 5+G7ES CI7A"AS

4esumo
7ítuloH A prática do Estudo Social e da Perícia Social no Judiciário Catarinense junto aos procedimentos da Infância e Juventude AutorH PIKK+D Alce!ir "al* +rientadoraH (E&+GESE Josiane &ose Petr' F"raI* A presente monografia versa so!re a prática do Estudo Social e da Perícia Social no Judiciário Catarinense principalmente junto aos Procedimentos da Infância e da Juventude* Inicialmente desenvolveram, se estudos so!re o tema Perícia Perícia E0tra,Judicial e Judicial* Posteriormente adentrou,se nos procedimentos preconi#ados no Estatuto da Crian$a e do Adolescente emitindo considera$/es e sugest/es* Atrav1s de pes)uisa foram col4idas as opini/es de BL magistrados e LM assistentes sociais atuantes nas (aras da 5amília Infância e Juventude de todo o Estado com representa$%o percentual dos resultados o!tidos os )uais demonstram como os servi$os v3m sendo conce!idos e operacionali#ados*Em!ora detectada uma prática “)ue vem dando certo” o!servou,se )ue a perícia social 1 pouco con4ecida e por este motivo )uase n%o utili#ada*Por conta disto restou evidente o desejo de juí#es e assistentes

sociais de !uscarem maiores esclarecimentos so!re o tema* Sem pretens%o de esgotar o assunto outro n%o foi o o!jetivo perseguido neste tra!al4o )ue n%o o de estudar esta área de atua$%o profissional junto 6 justi$a infanto,juvenilH a aplica$%o mais ade)uada do estudo social e da perícia social* Gos procedimentos específicos a!ordados neste estudo fe#,se em caráter contri!utivo sugest/es )ue parecem ade)uadas tanto na determina$%o )uanto na e0ecu$%o do tra!al4o de estudo social ou perícia social* As considera$/es te2rico,práticas tam!1m possuem caráter contri!utivo e apontam aspectos )ue podem ser e0perimentados )uestionados e propositadamente colocados 6 disposi$%o para discuss%o* Por fim vislum!ra,se encontrar ressonância para novos estudos !em como o aprimoramento dos servi$os jurisdicionais da infância e juventude catarinense* Ao tempo da conclus%o do presente estudo N outu!ro de ?OO? N e esta pu!lica$%o passou a vigorar o Govo C2digo Civil <rasileiro FGCCI Dei nP =O*AOMQ?OO? restando o presente te0to revisado diante dos preceitos legais pertinentes*

Introdu23o
+ presente tra!al4o de monografia tem por o!jetivo apresentar estudos pes)uisas )uestionamentos e considera$/es acerca da prática do estudo social e da perícia social reali#ada nos procedimentos infanto,juvenis na Justi$a catarinense* + acad3mico vem atuando no servi$o social forense 4á mais de =B anos em várias comarcas do Estado inclusive na capital perce!endo diferentes maneiras como s%o determinados os servi$os ao assistente social !em como as formas como este e0erce suas fun$/es* "iante de uma prática diferenciada tanto de determinar como de reali#ar estudo social e perícia social !em como dos poucos con4ecimentos demonstrados so!re os conte.dos legais e processuais por parte do assistente social em rela$%o 6 perícia social o tema passou a merecer aten$%o dos profissionais atentos a esta )uest%o* + acad3mico )ue tam!1m possui gradua$%o em direito atualmente e0erce suas fun$/es junto ao G.cleo de Estudos so!re )uest/es da 5amília Infância e Juventude do 7ri!unal de Justi$a do Estado de Santa Catarina* Entre outros tra!al4os desenvolve pes)uisa e presta apoio aos colegas nas mais diversas comarcas do Estado no sentido de contri!uir para um servi$o mais ade)uado 6s necessidades judiciais* +s estudos reali#ados com contri!ui$/es advindas de profissionais de outros Estados F&io Erande do Sul e S%o PauloI e respaldados tam!1m por alguns doutrinadores entre eles ;arcos (alls 5eu &osa demonstram a necessidade de se !uscar con4ecimentos legais a fim de possi!ilitar mel4or compreens%o de como os servi$os podem ser desenvolvidos e assim facilitar a atividade prática* A temática despertou curiosidade em conversas com assistentes sociais de todo o Estado nas )uais perce!eu,se )ue n%o o!stante a previs%o legal )ue faculta ao jui# determinar a reali#a$%o de estudo social ou perícia por e)uipe interprofissional Fart*=M= parágrafo .nico do Estatuto da Crian$a e do AdolescenteI pouco se sa!e so!re o assunto e se)uer está claro se 1 possível reali#ar,se a perícia social na aus3ncia dos demais t1cnicos )ue comp/em a e)uipe interprofissional* (islum!rou,se ent%o a necessidade de ela!orar,se al1m do estudo te2rico uma pes)uisa junto aos assistentes sociais e juí#es atuantes nas (aras da 5amília Infância e Juventude dispostos a responder perguntas para contri!uir com este estudo* +!jetivou,se con4ecer o em!asamento legal e a prática tanto das pessoas )ue determinam )uanto das )ue e0ecutam o tra!al4o de estudo social e de perícia social na Justi$a catarinense com foco principal nos feitos infanto,juvenis* Concomitante ao desenvolvimento da pes)uisa ela!orou,se estudos )ue se desdo!ram em )uatro etapas*

se um resgate 4ist2rico de como o assistente social iniciou seus servi$os no Judiciário catarinense com refer3ncias so!re a amplia$%o do n.se N dada 6 4ist2ria intervencionista do profissional de servi$o social N )ue na reali#a$%o de estudo social 1 permitido ao assistente social interagir com os interessados na !usca da solu$%o ao passo )ue ao perito social judiciário o campo de atua$%o 1 restrito a investiga$%o análise e diagn2stico* 9 tais indaga$/es pertinentes ao tema em )uest%o se fa# necessário um estudo complementar e específico* 5rente ao conte. lo para a perícia reali#ada no campo judiciárioR igualmente estuda.se a perícia social em sua vis%o glo!ali#ada para posteriormente adentrar no campo da perícia no judiciário* 5a#. Com o desenvolvimento dos povos e frente 6s novas estruturas de administra$%o das sociedades os reinados e posteriormente os governos tomaram para si o poder de di#er o direito .se !reves considera$/es* A )uarta etapa da pes)uisa a!orda os aspectos )ue se destacaram efetuando.A primeira trata dos aspectos legais e doutrinários do estudo social e da perícia social judiciária* <usca.se estudar o tema perícia em seu sentido mais amplo e em seguida direcioná.se este tra!al4o de monografia com sucintas considera$/es desejosos de )ue o entrela$amento do "ireito e o Servi$o Social ven4am a render mel4ores frutos frente a uma presta$%o jurisdicional mais ade)uada* $ As0ectos le ais e doutrinários do estudo social e da 0erícia social judiciária $&$ ! BuestCes introdutórias Consta da 4ist2ria da civili#a$%o romana )ue a resolu$%o dos conflitos estava ao cargo das pessoas )ue dirigiam suas famílias os tam!1m c4amados pater #amilie.mero de profissionais !em como do tipo de servi$os prestados* E0p/e. prática 4oje em e0ecu$%o no mundo civili#ado* Como ocorre na maioria dos países ocidentais o Estado <rasileiro 1 constituído por tr3s poderes )uais sejamH o e0ecutivo o legislativo e o judiciário* A este . GCCIR destitui$%o de tutelaR e apura$%o de autoria de ato infracional* 5inali#a.ltimo por for$a constitucional ca!e o poder e o dever de desenvolver todo o sistema da justi$a* Este poder 1 institucionali#ado para o julgamento dos interesses e litígios entre os cidad%os !rasileiros* 7oda a organi#a$%o do Estado está norteada na Constitui$%o da &ep.!lica 5ederativa do <rasil de OB .se ter reunido dentro do possível su!sídios legais e doutrinários )ue possi!ilitam tecer assertivas a serem refor$adas ou rec4a$adas pelos dados levantados* A terceira etapa apresenta a pes)uisa reali#ada por meio de )uestionário )ue se constitui fonte importante deste tra!al4o* Esta se desenvolve junto a jui#es e assistentes sociais atuantes nas (aras da 5amília Infância e Juventude do Estado de Santa Catarina os )uais em sua maioria gentilmente aceitaram o convite para participar deste estudo Fap3ndice =I* Em um primeiro momento ap2s cada pergunta demonstra.se tecendo considera$/es a respeito do tra!al4o do assistente social na atividade pericial en)uanto integrante de uma e)uipe interprofissional* Acredita.juvenilH coloca$%o em família su!stitutaR perda ou suspens%o do pátrio poder Fsuspens%o ou e0tin$%o do poder familiar segundo o Govo C2digo Civil .se proposi$/es dirigidas tanto aos )ue determinam )uanto aos )ue e0ecutam o servi$o de estudo social e da perícia social nas demandas judiciais principalmente nas )uest/es da infância e juventude* Ao t1rmino mas já sem tempo para alargar o foco da discuss%o vislum!ra.nos a cren$a na importância desta pes)uisa* A segunda parte verifica a participa$%o do assistente social na prática do estudo e da perícia social diante dos principais procedimentos reali#ados na justi$a infanto.se a fase e os motivos )ue despertaram este estudo tanto em rela$%o 6 previs%o )uanto 6 prática de determina$%o e de reali#a$%o do estudo social e da perícia social* A escasse# de material doutrinário disponível principalmente no campo da perícia social judiciária refor$a.se os resultados levantados efetuando.do ora e0posto encerra.

inist1rio P.uitos s%o os ramos do con4ecimento científico ainda mais em um momento 4ist2rico em )ue as ci3ncias se desenvolvem rapidamente* Ct2pico seria imaginar )ue de um magistrado seja e0igido o con4ecimento científico de todas as áreas do sa!er para decidir so!re os litígios )ue se l4e apresentam na justi$a* "aí a necessidade cada ve# mais evidente por parte do magistrado de ser assessorado por peritos para )ue possa dirimir d.!lico* Em alguns casos )uando o jui# considera necessário pode ele mesmo ordenar a produ$%o de provas em !usca da decis%o mais justa possível* Entre as provas possíveis de serem produ#idas est%o a prova documentalU@V a prova testemun4alUAV e a prova pericialUBV* A prova documental consiste nos documentos )ue s%o juntados pelas partes ao processo e )ue ser%o analisados pelo magistrado* >uando n%o 1 possível demonstrar ou apurar os fatos articulados pelas partes atrav1s de documentos a lei faculta )ue sejam produ#idas provas testemun4ais )ue nada mais 1 do )ue ouvir pessoas so!re o assunto de )ue trata o processo* Em regra as provas testemun4ais s%o feitas em juí#o atrav1s de audi3ncias podendo em casos e0cepcionais serem col4idas em outros locais como em 4ospitais e at1 mesmo na casa da pessoa* A prova pericial como se o!servará no decorrer deste estudo 1 ela!orada por profissional especialista em alguma área do con4ecimento 4umano com o o!jetivo de assessorar o jui# no esclarecimento da )uest%o em litígio para um julgamento mais acertado* .de outu!ro de =STT* "esde sua promulga$%o as mais diversas leis )ue regulamentam o direito desde )ue n%o estejam em desarmonia com a mesma continuam vigentes e garantem o Estado de "ireito* A Carta .agna esta!elece )ue “a lei n%o e0cluirá da aprecia$%o do Poder Judiciário les%o ou amea$a a direito” U=V* Por outro lado segundo o C2digo de Processo Civil o jui# 1 a autoridade )ue representa o Poder Judiciário encarregado de prestar a jurisdi$%o Fdi#er o direitoI independente da instância em )ue atuaU?V* Algumas destas leis tratam do direito em si Fdireito materialI como o C2digo Civil FCCI por e0emplo* +utras se referem 6 forma como este direito pode ser postulado F!uscadoI em juí#o com a devida tramita$%o Fdireito processualI* A principal delas para as )uest/es civis 1 o C2digo de Processo Civil FCPCI* Wá igualmente em nossa ordem jurídica certas leis )ue cont3m regras de direito material e de direito processual como 1 o caso da Dei M*B=BQLL tam!1m con4ecida por Dei do "iv2rcio* + magistrado no e0ercício da judicatura em se tratando de mat1ria civil geralmente segue as regras dispostas no CPC* Conforme o caso deve estar atendo aos comandos dispostos nas Deis Especiais para )ue o seu tra!al4o seja reali#ado conforme a previs%o legal devidamente aplicada ao caso concreto em )ue está atuando* Para au0iliar o jui# em seu tra!al4o elenca o CPC em seu art* =@S uma s1rie de profissionais designados “au0iliares da justi$a” entre eles o escriv%o o oficial de justi$a e os peritos judiciais* Como visto o magistrado tem o dever de apreciar )ual)uer )uest%o em litígio entre os cidad%os* Para o julgamento das )uest/es se vale de provas 6s ve#es apresentadas pelas partes 6s ve#es re)ueridas por elas ou pelo representante do .vidas e !em decidir uma )uest%o* X imprescindível )ue todos os profissionais )ue s%o c4amados a desenvolver o relevante tra!al4o de perito judicial ten4am con4ecimento t1cnico e 1tico so!re o assunto de )ue vai se ocupar* Em um tra!al4o feito por um especialista a servi$o da justi$a n%o !asta )ue se atente t%o somente ao con4ecimento t1cnico profissional pois este deve tam!1m se desenvolver segundo as regras estipuladas no CPC* Entre os profissionais do con4ecimento científico está o assistente social cuja profiss%o devidamente recon4ecida e regulamentada 4á muito vem contri!uindo com a justi$a catarinense desenvolvendo uma s1rie de tra!al4os entre eles o de perícia social judiciária* .

se )ue muitas das atividades 4umanas se desenvolvem mais pela arte do )ue pelo con4ecimento t1cnico e científico* Como e0emplo no campo da pintura da escultura e da m. se reali#ar a perícia atrav1s de vistoria ou e0ame* Apesar de o autor ter demonstrado dois m1todos de reali#a$%o de perícia considera.oura &oc4a a considera “atividade )ue re)uer particulares con4ecimentos em determinadas ci3ncias ou artes”UTV* A partir deste entendimento o!serva.se lem!rar portanto )ue nos tempos mais remotos os con4ecimentos eram repassados mais pela viv3ncia e e0peri3ncia do )ue pela aprendi#agem acad3mica* Woje a 4a!ilidade e0igida de um perito deve advir n%o somente da e0peri3ncia mas tam!1m e principalmente pelo con4ecimento científico* +!serva.sica* Cma perícia nestas áreas somente 1 possível se for reali#ada por pessoa )ue domina igualmente este tipo de arte independente de )ue o con4ecimento adven4a do ramo científico e sim pelo desenvolvimento de uma 4a!ilidade artística* Partindo dos conceitos e0postos so!re perícia deve.ltimos anos em todos os ramos das ci3ncias* A e0pectativa 1 de )ue este desenvolvimento ven4a a permitir )ue o 4omem possa viver mais e mel4or* Para tanto profissionais est%o se especiali#ando nos mais diversos ramos do sa!er e de forma cada ve# mais aprimorada* Este fato oportuni#a um con4ecimento mais apurado so!re )uest/es específicas o )ue leva a crer )ue cada ve# mais 4averá especialistas em áreas at1 ent%o inimagináveis* Como se pode ver o campo das especialidades 1 amplo e remete a todos os ramos do con4ecimento desde as )uest/es de caráter )ue e0igem con4ecimento das ci3ncias e0atas assim como das )uest/es de cun4o moral e psicol2gico* Segundo o Govo "icionário Aur1lio da Díngua Portuguesa o termo perícia 1 4a!ilidade destre#a* X vistoria ou e0ame de caráter t1cnico e especiali#adoULV* Gum entendimento moderno e contemporâneo pode.se )ue foi e0emplificativo visto )ue a perícia pode vir a ser reali#ada de outras formas como por e0emplo pela avalia$%o como prev3 o CPC em seu art* A?O* Cm outro conceito de perícia remete a um campo supostamente diferente* Jos1 de .se o!servar )ue a perícia re)uer 4a!ilidade e destre#a e deve ser operada por pessoa com con4ecimento t1cnico especiali#ado* Consoante este dicionário pode.se )ue o con4ecimento 4umano tem se desenvolvido so!remaneira nos .la sa!er como vem sendo conce!ida assim como a )ual prática se destina* Segundo Jlvaro 5igueiredo “a e0press%o Zperícia[ 1 originária do latim perítia )ue significa Zcon4ecimento[ )ue por sua ve# 1 ad)uirido pela e0peri3ncia”UMV* Como visto um dos elementos )ualificadores da perícia 1 o con4ecimento de um determinado assunto e segundo a análise da palavra originária do latim deve este advir da e0peri3ncia* "eve.Ainda )ue a doutrina n%o seja farta 4á alguns tra!al4os escritos so!re perícia judicial* Entretanto as men$/es 6 área social s%o raras e com su!sídios )ue pouco cola!oram para a reali#a$%o do presente estudo* Imprescindível portanto 1 estudar discutir criar rever e aprimorar o tra!al4o de perícia social a servi$o do processo judicial em conformidade com a t1cnica e 1tica profissional assim como as regras )ue norteiam o processo para )ue criando referencial o assistente social possa prestar mel4ores servi$os 6 justi$a e por conse)Y3ncia aos jurisdicionados* $& * A Perícia + tema perícia remete a um campo de estudos aparentemente restrito o )ue n%o 1 verdade* + estudioso da mat1ria ao se deparar com a pretens%o de con4ec3.la mel4or n%o poderá dei0ar de conceituá.se considerar )ue ela pode se operacionali#ar em diversos campos da atividade 4umana e cumprindo os mais diferentes pap1is conforme a necessidade )ue se apresenta* .

inist1rio P.se citar as perícias contá!eis cuja prática 1 muito utili#ada em empresas para averiguar a situa$%o econ\mica situa$%o de cai0a capacidade de endividamento etcR no campo das empresas de seguros 1 muito comum reali#a$%o de perícias Fatrav1s do sistema de e0ame e vistoriaI para averiguar em )ue circunstância ocorreu a fatalidade )uem deu causa ao evento e apurar o valor a ser perce!ido pelo segurado ou seus !eneficiáriosR e ainda 4á as perícias voltadas ao campo social .Como se perce!e os servi$os de perícia t3m por o!jetivo elucidar situa$/es fa#er averigua$/es e assim por diante* A perícia 1 e0ercida por especialistas da sociedade em geral )ue conforme o interesse a desenvolvem para esclarecer as mais diversas situa$/es* Eil!er &u!im &angel citado por .arcos (alls 5eu &osa e0plica )ue 4á diversos tipos de perícias tais como a perícia judicial administrativa e0trajudicial ar!itral e interprofissionalUSV* A título e0emplificativo pode.se considerar )ue perícia 1 um tra!al4o t1cnico.se )ue a reali#a$%o de perícia 1 comum em nossa sociedade tendo esta o fim de constituir.se em um documento capa# de em!asar algumas decis/es* Gum conceito amplo pode. reali#adas por institutos previdenciários com o o!jetivo de incluir como dependentes de seus filiados algumas pessoas de suas rela$/es* "iante desses fatos perce!e.!lico assim como a seu crit1rio ordenar a reali#a$%o de perícia a fim de ampliar o campo das provas )ue o au0iliar%o na decis%o da causa* Wá de ficar claro o entendimento de )ue perícia poderá ser feita tanto na esfera judicial a crit1rio do jui# e a servi$o do processo assim como no campo e0trajudicial com o prop2sito de constituir. as perícias sociais Festudos sociaisI .se em um documento a servi$o de )uem a solicitou para elucidar uma )uest%o de interesse pr2prio ou administrativo* $&A A Perícia Judicial Como já mencionado ao Jui# no e0ercício da judicatura ca!e di#er o direito F)uem tem ra#%oI nas causas em )ue 1 c4amado a decidir ou ent%o em casos )ue n%o tratam de litígio mas nos )uais a lei e0ige sua deli!era$%o* Segundo as regras do CPC art* ?T? (I ca!e 6 parte ao ingressar com um pedido em juí#o provar o alegado mediante os meios )ue a legisla$%o l4e faculta* Por outro lado ao re)uerido ca!e o direito de defesa ou seja a faculdade de contestar os fatos alegados pelo autor para )ue posteriormente o jui# possa fa#er o julgamento da )uest%o* Ga linguagem jurídica 1 c4amado de direito ao contradit2rio )ue nada mais 1 do )ue se contrapor 6s alega$/es feitas pelo autor e com as )uais o r1u n%o concorda* 7anto as alega$/es iniciais )uanto as defesas devem ser demonstradas com as provas pertinentes* Afinal o processo e0iste para )ue o jui# ap2s ouvir as ra#/es das partes com igual aten$%o decida a )uest%o* Gada mais correto do )ue oportuni#ar de forma justa )ue am!os e0pon4am seus argumentos para posteriormente proferir a decis%o conforme a lei e diante dos argumentos )ue considerou mais convincente* .profissional ou artístico ela!orado por )uem tem con4ecimento so!re o assunto o )ual deverá servir para elucidar uma )uest%o o!scura ou duvidosa* +corre )ue como já apontado o Poder Judiciário representando o Estado c4amou para si o poder de “di#er o direito” em casos de interesses ou de litígios e0istentes entre pessoas da sociedadeU=OV* "o jui# n%o 4á de ser.l4e e0igido o domínio das diversas áreas do con4ecimento 4umano* Go entanto por possuir o mister de di#er o )ue tem como certo diante do caso específico n%o possuindo o con4ecimento t1cnico para a resolu$%o de uma )uest%o deve !uscar elucida$%o com pessoas )ue o det3m a fim de !em decidir a )uest%o conflituosaU==V* Segundo as regras do C2digo de Processo CivilU=?V o jui# poderá se entender necessário acatar o pedido das partes ou do .

inist1rio P.!lico nas lides processuais atua como fiscal da lei acompan4ando os processos em )ue o Estado tem interesse* Pode ocorrer )ue em outros casos o promotor de justi$a ven4a a ingressar em juí#o como parte o )ue ocorre em uma A$%o de "estitui$%o de Pátrio Poder Fe0tin$%o do poder familiar segundo o GCCI em defesa do incapa#R ou na A$%o Civil P.Como visto a produ$%o de provas pode e deve ser feita por am!as as partes* 9s ve#es o autor já apresenta algumas provas )uando ingressa com a a$%o podendo tam!1m ocorrer no desenrolar do processo* + r1u pode apresentar as provas na oportunidade da contesta$%o assim como algumas delas tam!1m podem re)uerer ao jui# para )ue sejam produ#idas posteriormente em momento processual pr2prio* + .inist1rio P.!lico podem re)uerer a produ$%o da prova pericial por1m o profissional )ue irá efetuá.!lico tam!1m pode re)uerer a produ$%o de provas visto )ue acompan4a representando o interesse da sociedade em alguns tipos de processos como por e0emplo os )ue di#em respeito 6s )uest/es de família* Al1m das partes e do promotor de justi$a tam!1m o jui# pode determinar a produ$%o das provas )ue entender pertinente a seu livre ar!ítrio visto )ue 1 a ele )ue as provas s%o dirigidas para a futura decis%o* Como já dito as partes e o .inist1rio P.se so!re a )uest%o em discuss%o* + jui# poderá rece!er o referido documento Fperícia socialI assim como os demais* Por1m tal documento n%o tem for$a de perícia judicial* Entretanto nada o!sta )ue o jui# ven4a a considerá.se ent%o a importância )ue tem para o direito a produ$%o de provas processuais* + sistema de produ$%o de provas em nossa legisla$%o tem como meios a forma testemun4al a documental e a pericial* Em síntese a prova testemun4al se fa# atrav1s de ouvida FoitivaI de pessoas Ftestemun4asI e a prova documental 1 a )ue se apresenta no processo por meio dos documentos )ue as partes fa#em c4egar aos autos* >uanto a pericial temos ent%o )ue poderá ser produ#ida toda ve# )ue para o julgamento da )uest%o o magistrado precise se assessorar de pessoas entendidas no assunto )ue está sendo discutido* Jos1 Carlos ]avier de A)uino consideraH “A perícia judicial 1 instrumento tra#ido ao processo para revelar ao jui# a verdade de um fato ou em outras palavras elemento )ue direta .!lica em !enefício da coletividade* Como se pode o!servar por ve#es o Par)uet funciona como fiscal da lei e em outras como parte* 7anto em um caso )uanto em outro este pode re)uerer ao jui# a produ$%o de provas em geral dentre elas a prova pericial* +portuno a!ordar )ue um processo judicial poderá estar instruído com diversos documentos )ue as partes podem considerar importantes para a causa* Pode inclusive ser instruído com “perícia social” produ#ida unilateralmente pelo interessado efetuada por algum especialista manifestando.la 1 da confian$a do jui#* "entro do possível o jui# deve procurar nomear profissional especiali#ado de sua confian$a e )ue responda fidedignamente de forma imparcial e com o devido con4ecimento t1cnico* Em regra o representante do .lo como suficiente para a elucida$%o da )uest%o e n%o determine a reali#a$%o da perícia judicial* Pode tam!1m o jui# com o poder )ue l4e faculta a legisla$%o determinar a perícia judicial por profissional igualmente )ualificado e de sua confian$aU=@V com o prop2sito de averiguar a veracidade dos fatos e o confronto das informa$/es* X neste sentido o entendimento de (icente Ereco 5il4o para )uem “a parte pode juntar pareceres t1cnicos e0trajudiciais mas estas pe$as n%o pertencem 6 perícia nem s%o perícias* S%o apenas para encamin4ar o pensamento do jui#”U=AV* +portuno registrar )ue n%o 4á 4ierar)uia entre as provas apresentadas ao processo* Cada uma delas t3m a sua importância e 1 a análise do seu conjunto )ue deverá contri!uir para o livre ar!ítrio do jui# sem )ue esteja restrito a considerar preponderante alguma delas* Assim trata o art* @@? do CPCH “7odos os meios legais !em como os moralmente legítimos ainda )ue n%o especificados neste C2digo s%o 4á!eis para provar a verdade dos fatos em )ue se funda a a$%o ou a defesa”* (3.

se ent%o )ue se o jui# )ue 1 autoridade má0ima no processo deve ater.l4es clare#a para )ue possam desenvolver a atividade judicante* 7em.ou indiretamente pode justificar os fatos )ue se investigamR elemento atrav1s do )ual se ad)uire o con4ecimento de um o!jeto de prova”U=BV* .oac'r Amaral Santos e0plica )ue ap2s estudos tal autor concluiu )ueH “A perícia consiste no meio pelo )ual no processo pessoas entendidas e so! compromisso verificam fatos interessantes 6 causa transmitindo ao jui# o respectivo parecer”U=LV* Em conclus%o aos seus estudos .se 6s normas processuais tanto mais o seu au0iliar FperitoI deve estar de acordo com as regras pertinentes 6 reali#a$%o de seu tra!al4o* $&' A Perícia Social + tema perícia social vem sendo gradativamente estudado por assistentes sociais )ue se deparam com determina$/es ou solicita$/es da autoridade judicial a fim de emitirem parecer so!re uma )uest%o de cun4o social ao falta.arcos (alls 5eu &osa di# )ueH Perícia judicial portanto 1 atividade t1cnica e processual )ue se materiali#a no processo atrav1s de laudo ou de )ual)uer outra forma legalmente prevista na condi$%o de instrumento* Perícia judicial 1 atividade 1 tra!al4o t1cnico desenvolvido em processo judicial dentro das normas aplicáveis* A perícia judicial portanto resulta tanto de uma atividade t1cnica como de uma atividade processualU=TV* + ensinamento de .arcos (alls 5eu &osa 1 muito pertinente com a temática em estudo* (ejamos )ue a perícia judicial n%o 1 atividade t%o somente t1cnica profissional assim como n%o essencialmente jurídica* A perícia judicial pressup/e a e0ist3ncia de um processo judicial* Como o processo se desenvolve por meio de um procedimento s%o as normas )ue o regulam )ue ir%o nortear todo o desenvolvimento da a$%o judicial* + jui# segundo as regras processuais 1 o diretor do processo Fart* =?B do CPCI ou em outras palavras 1 ele o administrador por1m o fa# seguindo as regras estipuladas na lei* Pondere.arcos (alls 5eu &osa ensina )ue “a perícia judicial se distingue da perícia e0trajudicial em rela$%o ao meio em )ue s%o produ#idas sendo perícia judicial a)uela )ue 1 feita em processo judicial e e0trajudicial a)uela )ue n%o 1 feita em processo judicial”U=MV* &osa mencionando .se con4ecimento )ue at1 pouco tempo nos cursos de gradua$%o de Servi$o Social o tema n%o vin4a sendo estudado pelo menos com esta nomenclatura* + )ue sempre 4ouve e ainda ocorre s%o ensinamentos para reali#a$%o de estudo social* Wá )uem diga talve# por terem concluído a gradua$%o em 1poca anterior aos anos TO )ue n%o tiveram forma$%o específica inclusive para reali#a$%o do referido estudo social* + estudo social tem sido no decorrer da atividade profissional o documento pelo )ual o assistente social tem manifestado o seu tra!al4o t1cnico e científico frente uma realidade específica* Segundo &egina C1lia 7amaso .iottoH ”+ estudo social no âm!ito do Servi$o Social 1 um instrumento largamente utili#ado nas mais diferentes áreas e modalidades de interven$%o cuja finalidade 1 a orienta$%o do processo de tra!al4o do pr2prio assistente social”U=SV* Em outro momento esta mesma autora acrescentaH “+ estudo social 1 o instrumento utili#ado para con4ecer e analisar a situa$%o vivida por determinados sujeitos ou grupo de sujeitos sociais so!re a )ual fomos c4amados a opinar”U?OV* 7ril4ando por estes camin4os e ensinamentos os tra!al4os do assistente social vieram se desenvolvendo no longo dos anos e a demonstra$%o dos seus servi$os sempre se deu atrav1s do estudo social al1m 1 claro de relat2rios mapas estatísticos informa$/es entre outras formas de manifesta$/es escritas* A nova concep$%o surge com a o!servância de )ue profissionais de outras áreas do con4ecimento )uando s%o c4amados a desenvolver um tra!al4o de cun4o t1cnico e científico utili#am como meio para demonstrar o seu servi$o o .

se de todo o instrumental t1cnico e operativo usado para ela!orar um estudo social* &eali#ado o tra!al4o de averigua$%o e depois de estudada e diagnosticada a situa$%o deve o assistente social manifestar.se )ue desta forma deve ser conce!ido por seus operadores primando pela valori#a$%o dos seus servi$os assim como os desenvolvendo cada ve# com mais #elo e responsa!ilidade profissional* A atividade de )uem ela!ora uma perícia social ou um estudo social a princípio n%o 1 diferente* Am!os os tra!al4os devem ser feitos com profissionalismo primando pela aplica$%o de m1todos e t1cnicas ade)uadas ao caso específico* Acontece )ue para a reali#a$%o de perícia o profissional fa# uso de todo o instrumental t1cnico utili#ado para a reali#a$%o do estudo social* >uando o tra!al4o de investiga$%o e diagn2stico do profissional do servi$o social constitui.se ser um erro profissional desenvolver um tra!al4o de perícia social e no momento de ela!orar o documento dei0ar de fa#e.se ent%o )ue para a reali#a$%o de uma perícia social o profissional deve utili#ar.documento c4amado “laudo”* Assim temos o laudo m1dico o laudo psi)uiátrico o laudo psicol2gico o laudo contá!il entre outros* Esta tam!1m 1 a nomenclatura utili#ada pelo judiciário )uando se vale de peritos das mais diversas áreas do con4ecimento para au0iliar o jui# nos processos judiciais* Se )ual)uer perito ap2s reali#ar o seu tra!al4o se manifesta atrav1s de laudo por certo esta mesma prática poderá ser utili#ada pelo profissional de servi$o social* Acredita.se )ue o estudo social será sempre uma valiosa forma pela )ual o profissional de servi$o social irá demonstrar o seu tra!al4o frente uma situa$%o específica* (erifica.ltimos anos o tra!al4o passou a ter maior importância no campo relacional emocional moral e econ\mico e por isso a atividade profissional vem sendo mais visada assim como os interessados v3m e0igindo servi$os mais aprimorados* Gormalmente )uando o tra!al4o do assistente social implica em produ$%o de prova )uer no campo administrativo )uer no campo judicial esse servi$o 1 c4amado de perícia social* (islum!ra.-.jo manifestaH “Assim a perícia social en)uanto e0press%o judicial do estudo social visa esclarecer situa$/es consideradas pro!lemáticas eQou conflituosas no plano dos litígios legais”U??V* 7em./.se no entanto )ue o tra!al4o do assistente social vem sendo re)uisitado para esclarecer )uest/es conflituosas cujo resultado ven4a determinar entre outras coisas vantagens ra#%o con)uista ou perda de demandas judiciais* Gos .se com o!jetivo de formar prova para su!sidiar decis/es dei0a de ser t%o somente um estudo social e toma característica de perícia social* . porém o estudo social não é em princ%pio uma per%cia.se )ue o assistente social ao se deparar com um servi$o de perícia social deve ir assimilando a nova terminologia conforme o tra!al4o )ue reali#a* Acredita.arcos (alls 5eu &osaH “A Dei n* T*MM? de OL de jun4o de =SS@ prev3 )ue constituem atri!ui$/es privativas do Assistente Social a reali#a$%o de vistorias perícias t1cnicas laudos periciais informa$/es e pareceres so!re a mat1ria do Servi$o Social F***I”U?@V* "iante disso o!serva. Gesta lin4a de pensamento ao discorrer so!re o tra!al4o de perícia social no âm!ito do judiciário &osângela de Ara.lo atrav1s do instrumento ade)uado c4amado laudo social* Esta n%o 1 a e0ig3ncia profissional ao reali#ar um estudo social )ue via de regra utili#a o documento enca!e$ado com o mesmo nome )ual sejaH estudo social* . &or que' &orque a per%cia tem uma #inalidade prec%pua. que é a emissão de um parecer para subsidiar a decisão de outrem (muito #req)entemente o *uiz+ sobre uma determinada situação.iotto ensina )ueH A distinção estabelecida baseia$se na observação que a realização de uma per%cia social implica na realização do estudo social.se atrav1s de “laudo social” instrumento pr2prio para demonstra$%o de um tra!al4o de perícia* Consta na legisla$%o e na doutrina )ue o perito se manifesta atrav1s de laudo* Segundo .

Averigua$%o de "epend3ncia Econ\mica .se de um tra!al4o a ser reali#ado por vários especialistas em geral )uando a situa$%o a ser tratada mere$a aten$%o de profissionais de diferentes áreas de forma$%o t1cnica* Esta prática tem previs%o legal e ainda 1 pouco utili#ada no judiciário* Considera.se de aspectos legais a serem o!servados pelos peritos a servi$o do juí#o* Go entanto acredita.se os ensinamentos de Jos1 AlonsoH “+ perito deve evitar )ual)uer interfer3ncia )ue possa constrang3.operativo assim como os preceitos contidos no C2digo de Xtica Profissional* Como se viu a perícia judicial reveste.se da possi!ilidade de acordo em uma possível contenda ou da necessidade de interven$%o deve demonstrar tais considera$/es no final de seu tra!al4o* +utra situa$%o em )ue pode se deparar o perito social 1 no momento em )ue a perícia deva ser feita por e)uipe interprofissional* 7rata.Servi$os de perícia social v3m sendo desenvolvidos tanto na esfera administrativa assim como na judicial* +s )ue di#em respeito 6 esfera judicial ser%o vistos com mais detal4es visto fa#er parte da temática principal do presente estudo* Ga esfera administrativa os tra!al4os mais comuns decorrem em processos de Pedido de "epend3ncia junto aos institutos previdenciários .se aos motivos contidos na solicita$%o do servi$o* Go desenvolvimento das perícias sociais 1 comum )ue o profissional em suas averigua$/es perce!a a possi!ilidade de interven$%o inclusive vislum!rando solu$/es ou acordo frente 6 temática em )uest%o* Considera. deve ser serena.se ainda )ue o tra!al4o do perito social 1 desenvolvido com muita percep$%o e su!jetividadeR o poder do seu tra!al4o está no con4ecimento t1cnico so!re o assunto e na forma com )ue os utili#a* "aí a importância do instrumental e da estrat1gia utili#ada para a coleta de dados !em como a forma clara e o!jetiva com )ue deva e0pressar o seu tra!al4o* Especificamente 6 perícia social efetuada na esfera administrativa deve o profissional ater. especialmente na #ormação de seu laudo.se no entanto )ue o tra!al4o deva ser reali#ado por cada profissional em separado* Ainda )ue a coleta de dados e a o!serva$%o ven4am ser conjuntas acredita.se .se )ue dentro do possível tais aspectos devem ser o!servados tam!1m nos tra!al4os de perícia social na esfera privada* Aspectos como impedimento e suspei$%o se o!servados mant1m a lisura e imparcialidade a )ue deve se revestir todo o tra!al4o pericial* Entre os cuidados de )ue deve ter o perito social destaca. convindo que o &erito evite o quanto poss%vel a intimidade com o pessoal das partes interessadas e não se deixe persuadir com argumentos que *ulgue inconveniente. agindo com independ!ncia. #irme e #ora de qualquer dúvida.se )ue servi$os de perícia n%o se prestam para efetuar interven$%o e sim para tomar con4ecimento e analisar uma situa$%o concreta emitindo parecer a fim de )ue a autoridade solicitante tome uma decis%o segundo o entendimento t1cnico demonstrado* Por outro lado ao perce!er.lo no seu tra!al4o n%o admitindo em nen4uma 4ip2tese su!ordinar sua aprecia$%o a )ual)uer fato ou situa$%o )ue possa comprometer sua independ3ncia intelectual e profissional”U?AV* &essalta o referido autor acerca do profissional ao )ual se confiou a reali#a$%o de uma períciaH 0uanto 1 sua conduta. Pedido de inclus%o em Au0ílio Crec4e . que não deve so#rer press2es e in#lu!ncias. Pondera.se ao fim a )ue se destina* Pode ocorrer )ue o pedido da perícia ven4a acompan4ado de perguntas )ue devam ser respondidas* 7ais perguntas con4ecidas por )uesitos na linguagem jurídica servem de norte a ser seguido pelo perito* Em n%o 4avendo como comumente ocorre na esfera judicial o profissional deve ser o suficiente diligente para ler atentamente toda a documenta$%o )ue l4e fora apresentada e ater. Averigua$%o de Conviv3ncia para fins de pagamento de seguro de vida pens%o entre outras )uest/es de direito* Importante destacar )ue o tra!al4o de perícia social deve ser reali#ado levando em conta todo o con4ecimento t1cnico.-3/.

n%o ser possível redigir o laudo conjuntamente at1 em respeito 6 especificidade de cada área profissional e a forma de demonstrar seus posicionamentos na linguagem escrita* &ecomenda.se o!servado )ue se usa o termo laudo m1dico laudo psicol2gico laudo contá!il etc* Ademais segundo dicionaristas laudo 1 o instrumento de manifesta$%o de uma perícia daí a evid3ncia de )ue )uando se utili#a o referido termo para e0pressar um servi$o 4á de se su!entender )ue 1 o instrumento ade)uado para se demonstrar um tra!al4o pericial* A forma de redigir o documento deve ser peculiar a cada profissional* Pode ser por meio de reda$%o em )ue os parágrafos se sucedem assim como em forma de itens para mel4or visuali#a$%o e compreens%o* Por1m deve desenvolver. C&ESS assim como ru!ricando todas as laudas )ue fa#em parte do documento* $&D A Perícia Social Judiciária .se )ue o documento seja enca!e$ado com o nome Daudo Social* 7em. se )ue o tra!al4o de um especialista vai muito al1m do simples relatar dos fatos visto )ue o fa# com ol4os ouvidos e percep$%o profissional* Acredita.se )ue em 1poca de valori#a$%o do tempo o laudo deve conter o suficiente para responder 6 e0pectativa e necessidade da autoridade* Wavendo )uesitos devem ser todos respondidos da forma mais clara possível sem prejuí#o de )ue o perito ven4a a e0por so!re demais )uest/es )ue considerar importante para a mel4or solu$%o da )uest%o e0posta* Estando o assistente social diante de um tra!al4o de perícia social 4á de estar certo de )ue a autoridade solicitante necessita de um parecer t1cnico e )ue ven4a cola!orar com a decis%o )ue deva tomar* As respostas aos )uesitos n%o podem ser evasivas a menos )ue alguns dados n%o forem possíveis de se verificar* Em n%o 4avendo )uesitos deve o perito manifestar.se atrav1s do laudo social* Sugere.uito se tem discutido acerca de o assistente social dever ao n%o se manifestar no final de um tra!al4o de estudo social ou de perícia social emitindo um ou n%o um parecer* Considera.mero do registro junto ao Consel4o &egional de Servi$o Social .se de forma clara e coordenada para )ue a autoridade solicitante n%o encontre dificuldade de compreender o conte.se visto diversos tra!al4os com o nome Perícia Social Daudo Pericial os )uais se acredita n%o serem impr2prios* Go entanto ao )ue parece estar ocorrendo com outros servi$os periciais 1 a linguagem mais ade)uada 6 vista de ter.se de forma clara so!re o )ue entenda ser o ponto central da )uest%o* .do do laudo* +!serva. se )ue mesmo )uando a determina$%o da autoridade seja para )ue a perícia seja reali#ada por uma e)uipe interprofissional no momento da feitura do laudo deva ser redigido individualmente por cada profissional* &eali#ado todo o tra!al4o de con4ecimento do o!jetoQsitua$%o a ser periciada geralmente feito atrav1s da leitura do material encamin4ado pelo solicitante 4á a necessidade de escol4a do instrumental ade)uado para a reali#a$%o do servi$o de investiga$%o e diagn2stico* Elucidadas a contento todas as informa$/es necessárias 1 c4egado o momento de manifestar.se )ue o parecer do perito social 1 importante e deva contri!uir su!stancialmente com a autoridade )ue pretendeu se assessorar do especialista para mel4or proferir sua decis%o* >uest%o de destacada importância 1 a clare#a de )ue o parecer do perito e a senten$a da autoridade s%o coisas de forma e valores diferentes* + perito social deve em seu parecer ou em suas conclus/es e0pressar o seu posicionamento t1cnico so!re os fatos e se for o caso sugerir a mel4or solu$%o para o caso concreto sem )ue pretenda ou almeje adiantar o )ue poderá ser decidido* + tra!al4o do perito social n%o passa de efetuar investiga$%o diagn2stico e sugest%o* A decis%o )ue a autoridade solicitante deva tomar por certo fa# parte do )ue l4e assegura ou do )ue l4e o!riga a fun$%o )ue desempen4a* Por fim o laudo social deve ser assinado pelo profissional )ue reali#ou o tra!al4o contendo o seu nome acompan4ado do n.

se a compreender a temática assim como a visuali#a$%o a pertin3ncia e significa$%o do tra!al4o do assistente social como perito nos processos judiciais* As d.enores <rasileiro F=S?LI* Como a profiss%o do assistente social criou.ltimos anos a atua$%o profissional veio se aprimorando principalmente com a cria$%o da Assessoria Psico.enores de =SLS a participa$%o do assistente social teve grande desta)ue* Em seu art* AP inciso III previa )ue para a aplica$%o da referida lei deveria ser levado em conta o estudo de cada caso reali#ado por e)uipe )ue participe pessoal t1cnico sempre )ue possível* Entre outros tais como os artigos ?? IU@=VR SL ^ ?PU@?VR e =OO inciso (U@@V restava previsto a reali#a$%o de estudo social ou se fosse o caso de perícia por e)uipe interprofissional* + Estatuto da Crian$a e do Adolescente continuou adotando a mesma linguagem o )ue pode ser o!servado no conte.reve 8uadro @istórico + assistente social no judiciário catarinense teve seus primeiros tra!al4os reali#ados no ano de =SL? por duas profissionais )ue atuaram junto ao 52rum da Capital na ent%o (ara de .joU@BV contando a e0peri3ncia dos servi$os periciais )ue vin4am sendo desenvolvidos na Comarca da Capital do &io Erande do Sul* + assunto despertou o interesse de alguns t1cnicos do judiciário catarinense* Ap2s os primeiros estudos passou.enoresU?MV* Ga 1poca estava em vigor o =o* C2digo de .se conforme contido no livro + Servi$o Social no Poder Judiciário de Santa Catarina p* ?? )ue as atri!ui$/es do assistente social est%o sendo revistas ca!endo a de reali#ar perícia social em processos mediante determina$%o judicial* + tema perícia social judiciária )ue vin4a sendo estudado e praticado por alguns assistentes sociais foi tratado em grupo pela primeira ve# no II Seminário de Assistentes Sociais 5orenses reali#ado no município de 7re#e 7íliasQSC em setem!ro de =SSS* + tema foi e0posto pela assistente social &osângela de Ara.social junto ao 7ri!unal de Justi$a atrav1s da &esolu$%o OOBQSL )ue entre outros servi$os tratava do apoio e capacita$%o t1cnica aos assistentes sociais* A partir de ent%o cursos grupos de estudo encontros e seminários entre t1cnicos foram tomando importância pelos assuntos )ue vin4am sendo a!ordados visto o aprimoramento e mel4oria da atividade prática* +!serva.se em meados do s1culo ]] por certo a lei n%o podia prever sua participa$%o* Go entanto como consta dos artigos MS U?LV e =LBU?TV o legislador falava da necessidade de )ue o jui# fosse informado a respeito da situa$%o social assim como atrav1s do art* =M= ^ @PU?SV podia ordenar a produ$%o de e0ame pericial do menor U@OV* Já no C2digo de .$&D&$ :m .vidas em geral a constata$%o da importância do tra!al4o as implicâncias legais a )ue o perito 1 su!metido as leituras )ue foram sendo reali#adas assim como a o!servância de tra!al4os mais específicos pu!licados por colegas de outros estados foi determinante para )ue a mat1ria viesse a ser e0aminada mais profundamente* .do dos artigos =M= ^=PR =M? ^=P e =ML sempre se referindo 6 reali#a$%o de estudo social ou se necessário perícia por e)uipe interprofissional* Eradativamente os tra!al4os do assistente social foram se tornando con4ecidos no meio jurídico* Certamente por iniciativa de alguns magistrados mais sensíveis 6s )uest/es sociais considerados tam!1m os !ons tra!al4os desenvolvidos estes profissionais foram sendo c4amados a atuarem em outros processos em )ue eram tratadas )uest/es familiares* 5oi ent%o )ue iniciou o tra!al4o do assistente social em outros processos )ue n%o di#iam respeito t%o somente aos )ue envolviam menoresU@AV 4oje crian$as e adolescentes* Apesar do crescimento em diferentes áreas de atua$%o associado ainda ao fato de )ue está presente em todas as comarcas do Estado o assistente social vem utili#ando o tradicional estudo social como forma de registrar e apresentar a maioria dos seus tra!al4os* Gos .

enores de =SLS em seus arts* ?? inciso IR SL ^ ?PR e =OO inciso ( e apesar da previs%o do Estatuto da Crian$a e do Adolescente em seus artigos =M= ^ =P =TM entre outros raramente acontece* Aliás ainda 4oje s%o raras as comarcas )ue contam com e)uipe interprofissionalR e mais rara ainda 1 a reali#a$%o de perícia* 7alve# pela falta de e)uipe interprofissional pode.se a necessidade de )ue cada profissional !us)ue con4ecimentos ainda )ue gen1ricos das atividades profissionais do colega da e)uipe* (islum!ra.se no entanto ao longo da atua$%o profissional )ue os magistrados t3m solicitado estudo social com diferentes finalidadesH para constituir prova em um processo litigioso para verifica$%o e análise a fim de mel4or decidir um procedimento voluntário como 1 o caso de pedido de alvará judicial )uando n%o em procedimento de apura$%o de ato infracional a fim de concluir pela aplica$%o da medida s2cio.se )ue o servi$o profissional geralmente e0pressado atrav1s do estudo social em muito tem cola!orado para as decis/es judiciais* +!serva.Ao lado disto o!serva. se um aparato de t1cnicas e formas )ue devidamente articuladas com m1todos específicos aplicados ao caso concreto proporcionam respostas 6s necessidades da atua$%o profissional* +s assistentes sociais do Judiciário catarinense v3m reali#ando estudos sociais desde =SL? atendendo determina$%o judicial com caráter de assessoramento em demandas )ue e0igem o parecer profissional* Acredita. tradicional Estudo Social + assistente social vem utili#ando o estudo social nas mais diversas áreas e modalidades orientando o seu tra!al4o tanto na fase de planejamento de certas interven$/es assim como para demonstrar a situa$%o so!re uma realidade investigada ou tra!al4ada* Estudado na gradua$%o o instrumento de tra!al4o )ue sempre serviu 6s mais diversas situa$/es n%o necessitou ser )uestionado no decorrer dos tempos* Para a sua reali#a$%o criou.se )ue a atua$%o interprofissional engrandece )ual)uer tipo de servi$o o )ue 1 perce!ido tam!1m na atividade judicial* Al1m da recon4ecida interdisciplinaridade para mel4or resolu$%o de algumas )uest/es )ue se apresentam no Judiciário verifica.educativa mais ade)uada* Em todas estas atividades judiciais da mesma forma 1 determinada a reali#a$%o do costumeiramente c4amado estudo social* Como n%o podia dei0ar de ser mesmo os assistentes sociais mais atentos t3m dificuldades de tra!al4ar de forma segura clara e eficiente em situa$/es t%o peculiares* Como se n%o !astasse a e0ig3ncia profissional em dispensar tratamento ade)uado a cada caso o t1cnico 1 levado a encerrar o seu tra!al4o n%o simplesmente relatando fatos mas emitindo parecer ou sugest%o )ue au0iliem no deslinde da )uest%o* Erande n.se )ue diante dessa premissa todos possam tra!al4ar de maneira mais 4arm\nica direcionados para o mesmo fim o )ual na atividade judiciária n%o 1 outro sen%o di#er o direito e proporcionar a 4armonia e a tran)Yilidade 6 popula$%o* A proposta deste estudo 1 salutar na medida )ue a prática vem cola!orando para se compreender mel4or a atividade de perícia social judiciária pois se perce!e )ue poderá ser mais !em desenvolvida em processos oportuni#ando mel4ores respostas aos jurisdicionados* Donge de se preterir adentrar na esfera jurídica como possam considerar colegas assistentes sociais e mesmo alguns profissionais do direito move.profissional* Em )ue pese ser antiga a previs%o legal de proceder perícia por e)uipe interprofissional tanto no C2digo de .nos o desejo de sermos mel4ores parceiros juntamente com magistrados advogados e promotores de justi$a nesta árdua tarefa de universali#a$%o da justi$a* $&D&* .enores de =S?L Fart* =M= ^ @PI !em como no C2digo de .mero de magistrados valori#a so!remaneira a opini%o do assistente social em seus julgados o )ue aumenta o seu compromisso t1cnico.se e)uivocadamente entender )ue o tra!al4o de perícia n%o possa ser reali#ado* Wá de se ponderar )ue o assistente social assim como )ual)uer outro profissional n%o pode responder por si s2 com a reali#a$%o .

nico t1cnico possa o jui# determinar constatada a necessidade a reali#a$%o de estudo social ou de perícia social conforme conven4a* "isp/e o Estatuto da Crian$a e do Adolescente FECAIH Art* =B?H Aos procedimentos regulados nesta Dei aplica.el4or seria )ue o assistente social con4ecendo mais profundamente a mat1ria pudesse reali#ar am!os os servi$os com as características )ue l4e s%o peculiares* Parece prudente )ue a utili#a$%o da t1cnica processual seja a mais ade)uada possível* +!serva.se )ue em n%o 4avendo uma e)uipe interprofissional 6 disposi$%o do juí#o e sendo o assistente social o ..se )ue jui#es assistentes sociais advogados e promotores de justi$a com raras e0ce$/es usam o mesmo termo estudo social para )ual)uer atividade do profissional de servi$o social re)uerido ou determinado nos processos judiciais* Por outro lado como já se a!ordou o assistente social judiciário vem estudando para )ualificar cada ve# mais a sua prática !uscando justamente compreender mel4or a sua atua$%o )uando 1 c4amado a participar nos mais diferentes processos* G%o compreender tal necessidade 1 o mesmo )ue conce!er )ue o jui# possa aplicar o mesmo rito ou o mesmo procedimento em todo tipo de processo )ue ven4a a instruir e decidir* Sa!e.se atrav1s de laudo* Apesar da evidente previs%o legal Fart* =M= ^ =o* do ECAI sa!e.se a necessidade de )ue tanto os formadores do con4ecimento )uanto os operadores do direito devam !uscar e aprimorar ensinamentos e práticas o!jetivando mel4or e0ercício profissional e por conse)Y3ncia a presta$%o de servi$os mais )ualificados 6 popula$%o* $&D&A .se )ue a perícia social tem sido muito pouco utili#ada* X de se indagarH se o jui# conta s2 com o assistente social este será capa# de fa#er apenas estudo social.ne condi$/es t1cnicas para reali#ar perícia social* Ga prática processual por1m o!serva.se )ue em se tratando de procedimento contradit2rio processado segundo o Estatuto os servi$os do assistente social poder%o ser re)uisitados e desenvolvidos em forma de estudo social ou perícia social conforme faculdade contida nos arts* =M= ^ =P =M? ^ =P e =ML da referida lei* "edu#.1todo estatal regido pelo "ireito Processual empregado para a solu$%o de conflitos de interesses”U@MV* Por outro lado 1 o jui# )uem dirige e administra o processo Fart* =?B do CPCI atento ao e)uilí!rio das partes oportuni#ando )ue e0pressem suas ra#/es !em como a produ$%o de provas para )ue no final possa decidir a )uest%o apresentada* Gem sempre o caso 1 caracteri#ado por litígio podendo ser de cun4o voluntário FadministrativoIR mesmo assim o magistrado necessita )ue os fatos sejam claramente e0pressos os interesses demonstrados e )ue tudo seja devidamente provado para )ue possa tomar sua decis%o* Para desenvolver o seu tra!al4o o magistrado conta com cola!oradores os au0iliares da justi$a Fart* =@S do CPCI entre eles o perito* 7oda ve# )ue necessita assessorar.se su!sidiariamente as normas gerais previstas na legisla$%o processual pertinente* Por outro lado prev3 o art* =M= ^ =P do mesmo institutoH Art* =M=H F***I* . des0ertar 0ara um tra.se tam!1m )ue 1 recente a preocupa$%o das universidades em preparar o acad3mico de servi$o social para a fun$%o pericial at1 por)ue a atividade específica envolve )uestionamentos e aprimoramento t1cnicos e operacionais* Go entanto v3.de uma perícia interprofissional* Go entanto re.se de pessoas )ue entendam de específicas áreas do con4ecimento ou arte determina a reali#a$%o da atividade pericial devendo o perito manifestar.al@o de 0erícia social 7odo o tra!al4o )ue se desenvolve no judiciário se fa# atrav1s de um processo* Consta do "icionário Jurídico )ue processo 1 “a$%o m1todo sistema* .

4 . a autoridade *udiciária poderá determinar a realização de estudo social ou per%cia por equipe interpro#issional.se )ue a )uest%o n%o tem levantado ainda grandes discuss/es em fun$%o da prática do estudo social na esmagadora maioria dos processos em )ue atua o assistente social judiciário* A falta de )uestionamentos so!re a necessidade ou n%o de perícia social para alguns casos resulta da identifica$%o so!re a diferen$a entre os dois institutos* Ainda )ue aceitável esta prática outro n%o 1 o o!jetivo deste estudo sen%o a discuss%o o aprimoramento e a possi!ilidade de mel4orar o tra!al4o do assistente social no campo judiciário* A 4ist2ria do Servi$o Social conforme já a!ordado a)ui mostra )ue suas primeiras interven$/es se deram em processos ligados 6 área menorista Fd1cadas de =SLO N =STOI em )ue os procedimentos contradit2rios eram praticados em n.arcos (alls 5eu &osa perícia judicial 1 atividade t1cnica e processual )ue se materiali#a no processo atrav1s de laudo ou de )ual)uer outra forma legalmente prevista na condi$%o de instrumentoU@LV* Perícia judicial 1 atividade 1 tra!al4o t1cnico desenvolvido em processo judicial dentro das normas aplicáveis* A perícia judicial portanto resulta tanto de uma atividade t1cnica como de uma atividade processual* As regras )ue norteiam o estudo social s%o de cun4o meramente t1cnico e 1tico ao passo )ue ao reali#ar uma perícia social no âm!ito da justi$a deve o profissional al1m de o!servar estes aspectos ater.5 $ 6avendo necessidade.se 6s regras processuais constantes no CPC e )ue se aplicam a )ual)uer tipo de perícia judicial* $&D&' Afinal5 estudo social ou 0erícia socialE Acredita.esmo assim em!ora a 4ist2ria demonstre )ue magistrados e t1cnicos possuem uma prática de entendimentos )ue vem dando certo poderá ser mais !em operacionali#ada* Parece )ue a )uest%o n%o 1 simplesmente de nomenclatura* Ao reali#ar um estudo social o assistente social n%o utili#a as regras )ue norteiam a perícia judicial e por isso n%o está adstrito 6s )uest/es do impedimento e da suspei$%o de compreender a figura do assistente t1cnico de responder )uesitos ou de ser penali#ado por agir com dolo ou culpa em desfavor de uma das partes entre outros aspectos igualmente importantes* Segundo . G%o tivesse o legislador atentado para a diferen$a do )ue seja e de como se processa um estudo social e uma perícia interprofissional n%o teria sua aplica$%o alternativa permitindo ao magistrado tril4ar pelos dois camin4os conforme considerasse necessário* Por outro lado a fonte para !uscar os con4ecimentos de como deve ser feita uma perícia judiciária 1 o C2digo de Processo Civil FCPCI* +utra n%o 1 a o!serva$%o na oportunidade em )ue o assistente social atua nos processos da área civil principalmente )uando se trata de jurisdi$%o contenciosa* Por ve#es alguns profissionais s%o surpreendidos com apresenta$%o de )uesitos a serem respondidos )uando da solicita$%o de estudo social ou ainda com pedido de suspei$%o e impedimento linguagem descon4ecida na forma$%o de gradua$%o e pr2prias do instituto de )ue trata a perícia no CPC* Atentos a tais aspectos )ue constam da legisla$%o especificamente aos instrumentos e recursos com os )uais o magistrado opera o!servou. bem como a oitiva de testemunhas.mero ine0pressivo* + o!jetivo sempre foi de assessoramento e como n%o podia dei0ar de ser o estudo social sempre funcionou como documento uma ve# )ue integra um processo judicial* Com o advento do Estatuto da Crian$a e do Adolescente conforme art* =BO e seguintes refor$ou.se )ue o profissional de servi$o social como )ual)uer outro au0iliar da justi$a tam!1m desenvolve servi$os de perícia* Go entanto raramente a atividade do assistente social 1 solicitada e desenvolvida como se perícia judicial fosse* .se a possi!ilidade de reali#a$%o de tra!al4os por e)uipe interprofissional com a .

l4e determinada a reali#a$%o de perícia social* Com a amplia$%o dos tipos de processos em )ue o assistente social vem atuando passou a ser do con4ecimento do t1cnico )ue seu tra!al4o e0presso sempre atrav1s do estudo social tem importância al1m de ser simples documento* +!servou.atri!ui$%o de fornecer su!sídios ver!almente ou por escrito mediante laudos assim como prestar servi$os de aconsel4amento e orienta$%o entre outros* Ao mencionar a apresenta$%o de laudos por e)uipe interprofissional vislum!rava.se )ue contri!ui com a produ$%o de provas e )ue o documento 1 levado em conta na formula$%o da decis%o judicial* 7ais processos já n%o s%o os antigos procedimentos de (erifica$%o da Situa$%o do .!licos e )ue desenvolvem tra!al4os )ue engrandecem os servi$os nas (aras de 5amília Infância e Juventude* Apesar disso a realidade 1 )ue em todos os juí#os do Estado a desejada e)uipe ine0iste restando a figura do assistente social como .se ent%o )ue muitos dos tra!al4os )ue o assistente social vem desenvolvendo t3m característica de perícia ou pelo menos deveria ser reali#ado como se perícia judicial fosse com o!servância de todas as pertin3ncias legais e processuais )ue a )uest%o re)uer* 7em.se a cria$%o de e)uipes de profissionais em todos os jui#ados da infância e juventude para a reali#a$%o de perícias* Perce!esse )ue isto ainda n%o está sendo possívelR onde a situa$%o 1 mel4or e0iste o assistente social* +utros profissionais como o psic2logo e o pedagogo ainda n%o fa#em parte do )uadro funcional do Poder Judiciário catarinense* X !em verdade )ue algumas comarcas contam com estes profissionais advindos do pr2prio )uadro funcional !em como de outros 2rg%o p.lo e deve ser.se claro )ue o assistente social judiciário vem atuando em uma variedade de processos com rito e procedimentos diversos e )ue seu tra!al4o deve ser reali#ado de forma específica conforme o o!jeto jurídico em )uest%o* Conv1m refor$ar mais uma ve# )ue para proferir as suas decis/es o jui# necessita de )ue os fatos articulados pelas partes sejam demonstrados por elas atrav1s de provas documentais testemun4ais ou periciais* Estas .nico profissional* 7alve# por isso o jui# aca!e determinando sempre a reali#a$%o de estudo social por ser o documento com )ue esse profissional costumeiramente se manifesta* Perce!e.ltimas em!ora podendo ser re)ueridas pelas partes ou ent%o pelo promotor de justi$a geralmente s%o produ#idas por perito de confian$a do juí#o )ue deverá efetuar um tra!al4o com a!soluta imparcialidade atendendo t%o somente aos interesses da causa e a servi$o da justi$a* >uanto maior ou mais comple0o o conflito mais diligente e importante se fa# a produ$%o da prova pericial* Gos processos de rito ordinário previsto no C2digo de Processo Civil Fcampo largo para produ$%o de provas por se tratar de )uest/es conflitantesQlitigiosasI e na)ueles em )ue 1 previsto o procedimento contradit2rio em Deis Especiais o entendimento generali#ado vem sendo de )ue o tra!al4o do assistente social deva ser feito atrav1s de perícia social* Por e0emploH separa$%o judicial div2rcio modifica$%o de guarda processo de interdi$%o mudan$a de curador regulamenta$%o de visitas destitui$%o de pátrio poder Fe0tin$%o do poder familiar nos termos do GCCI reintegra$%o de posse alimentos entre parentes e outros de n%o menos importância* .se )ue o assistente social poderá efetuar estudo social )uando for o casoR em sendo necessário pode fa#3.enor nem os Procedimentos de Ado$%o de (erifica$%o de Situa$%o de &isco ou de Apura$%o de Ato Infracional* A contri!ui$%o do assistente social no processo civil e criminal parece gan4ar mais importância na medida em )ue o seu servi$o pode constituir prova relevante e influenciar na decis%o judicial* Por ve#es advogados )ue demonstraram ser mais diligentes com seus clientes passaram a formular )uesitos para serem respondidos no estudo social ou levantamento de suspei$%o como já colocado* (3.

1 cultura.se em provas convincentes a fim de proferir sua decis%o de maneira mais acertadaR por ve#es com o o!jetivo de certificar.se )ue todo o tra!al4o de estudo social reali#ado em processos judiciais funciona como documento a ser apreciado pelas partes pelo promotor de justi$a e principalmente pela autoridade judiciária* Gestes casos o t1cnico se manifesta atrav1s do documento c4amado estudo social e ao final emite parecer ou ent%o sugest%o* Como vem acontecendo desde =SL? principalmente em processos litigiosos o tra!al4o funciona como meio de prova com importância e)uivalente a )ual)uer outra contida nos autos* Em outras ve#es o mesmo estudo social tem características de prova pericial mas n%o 1 re)uerida nem determinada como tal ainda )ue na prática assim ven4a sendo conce!ida e em!ora )ue sua produ$%o possa ser eivada de descuidos pertinentes a )uais)uer outros tra!al4os de perícia judicial N o documento de manifesta$%o t1cnica utili#ado tam!1m 1 o tradicional estudo social* Caso o tra!al4o fosse re)uerido como perícia social o documento de manifesta$%o n%o deveria ser estudo social e sim laudo social instrumento )ue todo perito judicial utili#a para demonstrar o seu tra!al4o t1cnico . 1 pro#issionalização. 1 alimentação.Anote. 1 saúde. Estudo social e a Perícia social Junto ao Estatuto da Crian2a e do Adolescente ! BuestCes "e ais e .se )ue o estudo social 1 totalmente ade)uado para demonstrar toda situa$%o )ue demande acompan4amento e cujas informa$/es sejam importantes em )ual)uer tipo de processo* A rigor considera.enores F=S?LI foi a Constitui$%o 5ederal de =STT )ue segundo Josiane &ose Petr' (eronese “significou um grande avan$o nos direitos sociais e isto por sua ve# !eneficiou entre outros a crian$a e o adolescente”U@TV* A Constitui$%o 5ederal de =STT disp/e em seu art* ??L caputH 7 dever da #am%lia. com absoluta prioridade. 1 educação. ao respeito. da sociedade e do "stado assegurar 1 criança e ao adolescente. 1 .l4e deferido o direito de visitas* Aliás considera.se )ue o C2digo de Processo Civil n%o menciona o termo estudo social* + art* =AB do CPC 1 gen1rico e assim esta!eleceH >uando a prova do fato depender de con4ecimento t1cnico ou científico o jui# será assistido por perito segundo o disposto no art* A?=* Em regra s%o processos em )ue o jui# necessita respaldar.jurídica apresentada* >uando se trata de )uest/es em )ue o jui# necessita de um parecer profissional em )ue n%o está em evid3ncia o contradit2rio em )ue n%o 4á conflitos e sim interesse somente da parte autora n%o fa# sentido reali#ar perícia social* Pode ser o caso de um estudo social em pedido de li!era$%o de valores em nome de crian$as ou adolescentes por meio de alvará judicial* Pode ser o caso tam!1m em )ue o magistrado necessite de informa$/es so!re a conviv3ncia )ue está tendo uma crian$a com seus av2s em cujo processo foi. ao lazer. 1 dignidade.profissional* Acredita.outrinárias Em )ue pese a e0ist3ncia no <rasil de legisla$%o específica so!re crian$as e adolescentes com o advento do =P C2digo de .se )ue a prática processual tanto de solicitar estudo social ou perícia social assim como de desenvolv3.los deve ser estudada principalmente com a ouvida dos )ue a desenvolvem* (islum!ra.se so!re as provas já produ#idas pelas partesR em outras circunstâncias para verificar in loco )uest/es de )ue deva sa!er* >uando n%o como 1 o caso da maioria das ve#es para )ue o especialista em servi$o social verifi)ue o!serve e emita sugest%o t1cnica para mel4or solu$%o da situa$%o s2cio. o direito 1 vida.se )ue possa ser aprimorada e mel4or operacionali#ada sendo o camin4o )ue poderá ser indicado com o presente tra!al4o* *& .

viol!ncia. crueldade e opressão.+ I( N garantia de pleno e formal con4ecimento da atri!ui$%o de ato infracional igualdade na rela$%o processual e defesa t1cnica por profissional 4a!ilitado segundo dispuser a legisla$%o tutelar específicaR < = obedi!ncia aos princ%pios de brevidade.. 4 95 $ : direito a proteção especial abrangerá os seguintes aspectos. Para regulamentar o preceito constitucional do art* ??L o legislador ordinário criou o Estatuto da Crian$a e do Adolescente F=SSOI contendo normas de direito material !em como de cun4o processual* Por outro lado o Estatuto criou capítulo especial N II para tratar so!re a Justi$a da Infância e da Juventude* Previu cria$%o de (aras especiali#adas nos estados em )ue fosse necessário Fart*=ABIR definiu ser o jui# a autoridade Fart*=AMI para o trato da Dei Estatutária !em como suas compet3ncias Farts* =AL e =ATI* 7ratou so!re os au0iliares da autoridade judicial para a aplica$%o da referida lei Fart*=B=I destacando a importância de e)uipe interprofissional para fornecimento de su!sídios t1cnicos* Em!ora n%o ten4a especificado )uais os profissionais )ue devam constituir a e)uipe interprofissional como já colocado neste tra!al4o a doutrina vem se ocupando de nominá.!lico Fart* =B@I* Col4e. sob a #orma de guarda. ao acolhimento..juvenil ac4ou por !em mencionar a aplica$%o su!sidiária das normas gerais da lei processual pertinente Fart*=B?I* Ao a!ordar so!re a legisla$%o mencionada tanto a Carta Constitucional o ECA assim como as demais )uest/es processuais da legisla$%o !rasileira pretendeu. através de assist!ncia *ur%dica. nos termos da lei. Seguindo o princípio da prote$%o integral estampado no caput do referido artigo preferiu o constituinte dar 3nfase ao princípio da prioridade a!soluta mencionando alguns preceitos de cun4o processual conforme segueH Artigo --8. incentivos #iscais e subs%dios. de criança ou adolescente @r#ão ou abandonado> <?? = programas de prevenção e atendimento especializado 1 criança e ao adolescente dependente de entorpecentes e drogas a#ins. além de colocá$los a salvo de toda a #orma de neglig!ncia.inist1rio P. exploração. excepcionalidade e respeito 1 condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.los tendo claro de )ue dentre eles deve e0istir o assistente social o psic2logo o pedagogo o soci2logo o m1dico psi)uiatra entre outros de áreas afins* Criou procedimentos !asilares Fart* =BB a =SLI e para )ue )uest%o alguma dei0asse de ser apreciada por falta de procedimento específico previu a possi!ilidade de investigar fatos e ordenar provid3ncia ouvido sempre o . discriminação.se daí )ue os au0iliares da justi$a Infanto. quando da aplicação de qualquer medida privativa da liberdade> <? = est%mulo do &oder &úblico.se demonstrar )ue o tra!al4o do assistente social fa# parte de um aparato de atos )ue al1m de serem reali#ados com aten$%o ao conte.juvenil entre eles o assistente social n%o deve ficar surpreso por ser c4amado a atuar em casos at1 ent%o n%o vistos e por mais estran4os )ue possam parecer* A contri!ui$%o t1cnica deverá ser sempre no intuito de contri!uir com a autoridade solicitante* Ainda atento a )ual)uer omiss%o )ue viesse prejudicar o direito infanto. (.do t1cnico e 1tico devem estar de acordo com as regras procedimentais o!servadas por todos os )ue atuam no processo* A seguir trata.se do papel do assistente social en)uanto um dos profissionais au0iliares da justi$a tanto )uando 1 c4amado a reali#ar estudo social ou perícia social assim como )ual poderáQdeverá ser a sua postura e contri!ui$%o frente a um tra!al4o de perícia por e)uipe interprofissional* .liberdade e 1 conviv!ncia #amiliar e comunitária.

"ecretada a separa$%o judicial ou o div2rcio sem )ue 4aja entre as partes acordo )uanto 6 guarda dos fil4os será ela atri!uída a )uem revelar mel4ores condi$/es para e0erc3. o *uiz de#erirá a sua guarda 1 pessoa que revele compatibilidade com a natureza da medida.do do ECA e do GCC no trato da mat1ria algumas )uest/es contidas no Estatuto n%o foram mencionadas na nova lei tais como por e0emplo a proi!i$%o da ado$%o por procura$%o o estágio de conviv3ncia a irrevoga!ilidade do ato entre outros* Por outro norte o GCC trou0e como novidade entre outras a pro!a!ilidade de ado$%o a partir dos de#oito anos a ado$%o de maiores atrav1s de senten$a judicial constitutiva* Como a lei )ue criou o Govo C2digo Civil n%o revogou a Dei Estatutária acredita.se estar atentos tanto ao art* ?T e seguintes assim como ao art* =MB e seguintes sem desconsiderar a tudo o )ue se refere 6 autoridade judiciária e aos servi$os au0iliares* As )uest/es referentes 6 ado$%o de crian$as e adolescentes vin4am sendo tratadas t%o somente pelo Estatuto da Crian$a e do Adolescente at1 o advento do Govo C2digo Civil* Ga nova legisla$%o o assunto está previsto no art* =*M=T e seguintes* +!serva.se con4ecer as tr3s modalidades previstas no Estatuto em seu art* ?T )uais sejam a guarda a tutela e ado$%o* + referido artigo e seguintes tratam de dispositivos gerais 6s tr3s modalidades* Em seguida os institutos s%o a!ordados separadamente mencionando todas as )uest/es pertinentes a cada procedimento com suas peculiaridades e )ue devem ser do con4ecimento de todos os operadores do direito )ue se deparam com casos desta nature#a* +s artigos =B? a =BA tratam dos procedimentos em geral* As normas procedimentais )ue tratam da coloca$%o em família su!stituta iniciam no art*=MB e se estendem at1 o art* =LO* 5rente a peculiaridade especifica da lei estatutária ao tratar da )uest%o da coloca$%o em família su!stituta deve.stituta ! 1uarda5 ?utela e Ado23o Para se tratar de procedimento de coloca$%o de crian$a e adolescente em família su!stituta necessita.juvenil art* @M e seguintes assim como pelo Govo C2digo Civil art* =*L?T e seguintes devendo 4aver por parte dos seus operadores uma ade)ua$%o na interpreta$%o e procedimento* Já o instituto da guarda N em se tratando de família su!stituta está previsto no Estatuto da Crian$a e do Adolescente em seu art* @@ e seguintes* Em regra destina.la* &arágra#o único. Procedimento de Coloca23o em 6amília su. <eri#icando que os #ilhos não devem permanecer sob a guarda do pai ou da mãe.se ao contido na Dei do "iv2rcio N M*B=BQ=SLL em seu art* =O ^ ?PH “(erificando )ue n%o devem os fil4os permanecer em poder da m%e nem do pai deferirá o jui# a sua guarda a pessoa notoriamente id\nea da família de )ual)uer dos c\njuges”* Al1m disso )ue 1 muito comum em direito de família ocorrem os processos de disputa e mudan$a de guarda )uando am!os os pais n%o vivem juntos* + Govo C2digo Civil em seu art* =*BTA trata da prote$%o da pessoa dos fil4osH Art* =BTA . de pre#er!ncia levando em conta o grau .se )ue os operadores da justi$a ao tratar da ado$%o 4%o de conviver com os dois fundamentos legais aplicando seus dispositivos no )ue for pertinente* Ga legisla$%o !rasileira a )uest%o da tutela 1 tratada tanto pela lei infanto.*&$ .se )ue apesar da semel4an$a entre o conte.se a regulari#ar a posse de fato nos casos em )ue as partes estejam pleiteando a tutela ou a ado$%o de uma crian$a ou adolescente Fart* @@ ^ =PI* E0cepcionalmente pode ser re)uerida para atender situa$/es peculiares ou suprir a falta eventual dos pais ou responsável Fart*@@ ^ ?PI* +utra situa$%o legal a )ue está ligada a )uest%o da guarda refere.

inist1rio P. de acordo com o disposto na lei espec%#ica.!lico .ia ent%o duas situa$/esH uma noticiando o possível acordo outra emitindo parecer sugestivo em caso de )ue seja imprescindível o julgamento da )uest%o* Donge de simplesmente criticar a prática de colegas profissionais )ue respondem determina$%o de perícia social com termo de acordo por ele redigido considera.vidas aventadas nos autos prestando sugest/es t1cnicas ao magistrado )ue preside a causa atento ao contido nos autos nos )uesitos porventura formulados e tendo como norte principal os princípios da prote$%o integral e dos mel4ores interesses das crian$as e dos adolescentes* ?*? + Procedimento da Perda da e Suspens%o do Pátrio Poder Fsegundo o GCCH suspens%o e e0tin$%o do poder familiarI + procedimento da perda e suspens%o do pátrio poder Fsuspens%o e e0tin$%o do poder familiar segundo o GCCI está previsto no Estatuto da Crian$a e do Adolescente art* =BB e seguintes* +s motivos da suspens%o e da e0tin$%o do poder familiar est%o descritos no Govo C2digo Civil do art* =*M@B a =*M@T* Pode ser re)uerido pelo representante do .9A/.se )ue isto n%o seja de !oa t1cnica* + acordo deve ser noticiado ficando a cargo do magistrado do promotor de justi$a assim como dos procuradores se manifestar so!re a nova possi!ilidade informada nos autos* + tra!al4o do assistente social judiciário nos procedimentos de coloca$%o em família su!stituta )uer na modalidade de estudo social ou perícia social deve voltar.se a dirimir d.se )ue o jui# possa determinar a reali#a$%o de estudo social a fim de averiguar a situa$%o tanto dos )ue est%o se e0imindo das responsa!ilidades como dos )ue pretendem assumir o encargo da cria$%o do infante ou do adolescente* Instalado o contradit2rio no )ual está estampada a diverg3ncia de interesses 4á a necessidade de forma$%o de prova t1cnica isenta de vícios processuais* Considera.se )ue a interven$%o mais ade)uada do assistente social seja atrav1s da reali#a$%o de perícia judicial* C4amado a atuar como perito o assistente social deve desenvolver seu tra!al4o utili#ando todos os m1todos e t1cnicas profissionais !em como con4ecer e seguir as regras legais e processuais referentes 6 perícia judicial* Em!ora em um processo litigioso pode ocorrer )ue diante de fatos ou situa$%o nova o perito perce!a a possi!ilidade de acordo . Gestes casos portanto a mat1ria 1 tratada na (ara de 5amília a n%o ser )ue o caso se en)uadre na 4ip2tese do art* ST do ECA cuja compet3ncia 1 do jui# da Infância e da Juventude conforme art* =AT da legisla$%o estatutária* "iante de tais circunstâncias jurídicas podem ocorrer casos em )ue parentes principalmente av2s re)ueiram a guarda dos netos para deles tomarem conta* Isto n%o )uer di#er )ue demais parentes assim como pessoas fora dos la$os de família n%o possam ter a guarda de uma crian$a ou adolescente para atender situa$/es peculiares* Wá casos em )ue ocorre a concordância entre )uem concede )ue seu fil4o seja colocado em família su!stituta* Por1m nem sempre isto 1 feito de forma amistosa e com o consentimento das diversas pessoas envolvidas no caso principalmente os pais* A pedido das partes ou do promotor de justi$a como já visto neste estudo ou simplesmente entendendo o magistrado de )ue deva solicitar au0ílio de pessoal t1cnico pode determinar a reali#a$%o de estudo social ou perícia por e)uipe interprofissional Fart* =ML do ECAI conforme entenda mais ade)uado* >uando n%o está presente o litígio acredita.se.de parentesco e a relação de a#inidade e a#etividade.se por1m )ue se o tra!al4o determinado foi perícia social 1 atrav1s de laudo social )ue o profissional deve se manifestar* Como já se a!ordou nada impede )ue noticie o possível acordo* Go entanto diante da 4ip2tese de )ue por )uais)uer motivos o acordo n%o ven4a se efetivar o perito deverá da mesma forma concluir o tra!al4o de perícia sugerindo ao magistrado a mel4or solu$%o )ue possa vir a tomar* Gos dados conclusivos do laudo ter. deve informar o fato novo em seu laudo* &egistre.

se em encontrar sugest/es práticas principalmente junto aos parentes a fim de )ue a destitui$%o do pátrio poder n%o ocorra* &egistre. para que as medidas pertinentes (orientação.nciaR tampouco assumir uma postura de manter o vínculo a )ual)uer pre$o impondo 6 crian$a am!iente de e0trema vulnera!ilidade* : que se pode propor como dese*ável e compat%vel com os direitos da criança é que todos os casos de vitimização se*am detectados e estudados em pro#undidade. tratamento com vistas 1 manutenção de v%nculo ou.se por oportuno )ue uma crian$a ou adolescente cujos pais foram destituídos do pátrio poder Fsuspens%o e e0tin$%o do poder familiar segundo o GCCI restará sem . quando necessária.julgamentos pois muitas ve#es os motivos )ue deram origem ao processo Fmesmo )ue ten4am sido apresentados em estudo social reali#ado anteriorI podem configurar. A medida estudada e sugerida n%o deve ser tomada como forma de punir os pais visto )ue a puni$%o maior aca!a sendo sempre para a crian$a e o adolescente )ue ter%o por senten$a judicial seu vínculo jurídico desfeito com a família de sangue* Em caso de crian$a parece possível encontrar uma família su!stitutaR já em se tratando de adolescente 1 !em mais difícil devendo o profissional esmerar.ou por pessoa )ue ten4a legítimo interesse Fparente por e0emploI* + procedimento 1 ordinário prevalecendo o contradit2rio* Conforme consta do art* =M= parágrafo =P do Estatuto “Wavendo necessidade a autoridade judiciária poderá determinar a reali#a$%o de estudo social ou perícia por e)uipe interprofissional !em como a oitiva de testemun4as”* Ao )ue se perce!e o profissional de servi$o social competente )ue 1 para reali#a$%o de estudo social restou destacado para o devido assessoramento ao magistrado no procedimento em estudo* Alternativamente a e)uipe interprofissional poderá ser c4amada 6 au0iliar na )uest%o provavelmente em casos em )ue a necessidade re)uer estudos e pareceres de outros profissionais )ue o magistrado julgar pertinente ao caso específico* Como já estudado o assistente social 1 um dos profissionais a compor a mencionada e)uipe interprofissional* 7em.se de toda sua destre#a 4a!ilidade t1cnica e espírito de justi$a* 7anto a suspens%o )uanto a perda do pátrio poder Fconforme o GCC suspens%o e e0tin$%o do poder familiarI s%o atos drásticos implicando al1m de rompimento definitivo na rela$%o parental na altera$%o da situa$%o jurídica da crian$a* Assim o assistente social deverá proceder ao mais amplo estudo da situa$%o sem pr1. a perda ou a suspensão do pátrio poder+ se*am aplicadas a tempo e com equanimidade.BC/.se ent%o )ue o assistente social poderá tanto reali#ar estudo social assim como fa#er parte na reali#a$%o de perícia por e)uipe interprofissional conforme o caso e a disponi!ilidade do juí#o* G%o sendo suficiente o estudo social e n%o 4avendo a desejada e)uipe interprofissional n%o 1 possível reali#ar a perícia interprofissional* Por1m diante do )ue vem sendo a!ordado neste estudo o assistente social poderá reali#ar perícia social se necessário e se assim for determinado* Para reali#ar seu tra!al4o o assistente social deverá estar !em instrumentali#ado com todo o referencial te2rico e legal acerca das )uest/es )ue envolvem o foco do processo Fneglig3ncia a!andono a!uso se0ual drogadi$%o entre outrosI* "eve tam!1m estar atento ao contido no artigo ?@ do Estatuto )ue c4ama aten$%o de )ue por falta de recursos materiais n%o constituem motivos suficientes para a suspens%o ou e0tin$%o do poder familiar* Em se tratando de tra!al4o emergencial por uma situa$%o grave pode o jui# em liminar Fart* =BL do ECAI determinar )ue a averigua$%o e o parecer t1cnico anteriores 6 tomada de decis%o sejam feitos em poucas 4oras* Gesse caso tal parecer poderá ser col4ido oralmente em audi3ncia Fart*=M? ^ ?P do ECAI devendo o profissional de Servi$o Social utili#ar.se numa situa$%o já superada e redefinida no conte0to familiar* G%o se pode estigmati#ar a família diante de uma primeira den.

ltimo caso o pr2prio coordenador do a!rigo at1 )ue se encontre família su!stituta* Como já o!servado dentre os casos em )ue a justi$a infanto.se )ue o assistente social reali#ando estudo social perícia social ou ainda fa#endo parte de uma e)uipe interprofissional deve esmerar. Procedimento de destitui23o de ?utela + procedimento de destitui$%o de tutela encontra.se su!stituídos na tutela concedida* + autor deste processo pode ser o representante do .representante legal* Ainda )ue a lei n%o determine parece conveniente )ue a senten$a )ue destitui o pátrio poder Fconforme o GCC suspens%o e e0tin$%o do poder familiarI constitua o novo vínculo )uest%o o!servada em procedimento de pedido de destitui$%o de pátrio poder Fsuspens%o e e0tin$%o do poder familiar nos termos do GCCI com ado$%o* Caso a destitui$%o do pátrio poder Fconforme o GCC e0tin$%o do poder familiarI seja imprescindível e n%o 4avendo possi!ilidade de ado$%o imediata pode o jui# concomitantemente nomear um tutor conforme art* =*L?T e seguintes do GCC* Em )ue pese estarem o magistrado e o promotor de justi$a atentos a essa )uest%o nada o!sta )ue o assistente social sugira em seu parecer final um guardi%o provis2rio podendo ser em .se previsto no art* =MA do Estatuto da Crian$a e do Adolescente* Para a operacionali#a$%o desta previs%o legal o legislador remete 6 aplica$%o do comando do art* =*=SA e seguintes do CPC* 7rata.!lico por defender interesses individuais indisponíveis ou outra pessoa )ue ten4a legítimo interesse* A$/es judiciais desta nature#a costumam ocorrer devido a interesses contradit2rios entre )uem pleiteia e )uem está e0ercendo o encargo* Por certo a dilig3ncia com )ue a )uest%o deverá ser tratada merece cuidadosa aten$%o por parte de todos os profissionais )ue atuam na causa* Gestes casos o assistente social deverá analisar a conviv3ncia e o relacionamento entre a crian$a ou o adolescente e seu curador assim como as inten$/es prop2sitos e o relacionamento entre eles* X possível uma situa$%o decorrente da mudan$a de tutor sem )ue as partes envolvidas estejam em disc2rdia* Pode ser o caso de um tutor )ue deseja se e0imir das responsa!ilidades pela mudan$a de endere$o para local distante tornando difícil cumprir ade)uadamente o .se de procedimento no )ual prevalece o contradit2rio* Geste tipo de processo ocorre diverg3ncia de interesses e por isso 1 instruído em regra com vários tipos de provas dentre elas a pericial* A prova t1cnica pode ser re)uerida pelo promotor de justi$a pelas partes assim como pode ser determinada pelo interesse do pr2prio magistrado a fim de certificar.se )ue o C2digo Civil de =S=M Fart* A??I vin4a dedicando aten$%o especial aos 2rf%os o )ue continuou com o Govo C2digo Civil criando.inist1rio P.se em encontrar alternativas )ue mel4or ven4am resguardar os interesses da crian$a ou adolescente* "eve envidar esfor$os para informar e sugerir ao magistrado o )ue mel4or l4e pare$a so! o enfo)ue social pois o contido no documento poderáQdeverá contri!uir para uma senten$a mais justa e ade)uada* *&A .se )ue por se tratar de procedimento contradit2rio no )ual a prova deve ser produ#ida sem )ual)uer vício processual ser mais ade)uado a reali#a$%o de perícia e se for o caso de perícia social* (ários s%o os motivos )ue podem ensejar pedido de destitui$%o de tutela* (eja.se o!riga$/es aos tutores FGCC art* =*LA=I sempre vigiados pela autoridade judicial* +s faltosos a estes compromissos e)uivalentes 6s o!riga$/es paternas podem ver.juvenil atua a suspens%o e a perda do pátrio poder está entre os )ue merecem os maiores cuidados 4aja vista o rompimento definitivo dos vínculos legais entre o fil4o e seus pais* Em sendo adotado irá se romper tam!1m toda a cadeia parental Fav2s tios primos***I resultando em fato e0pressivo na vida de )ual)uer pessoa* Perce!e.se dos fatos ou por sentir necessidade do parecer de um profissional )ue entenda ade)uado* Acredita.

vida ou lacuna )ue dificulte sua atua$%o por omiss%o da referida lei o jui# deve !uscar su!sídios na legisla$%o em geral Fart* =B? do ECAI* Conforme consta do art* =BO do Estatuto deve o Poder Judiciário com recursos pr2prios manter e)uipe interprofissional destinada a assessorar a Justi$a da Infância e da Juventude* Em!ora o legislador n%o ten4a especificado )uais os profissionais )ue devem compor tal e)uipe interprofissional o "esem!argador Ant\nio 5ernando do Amaral e Silva um dos ideali#adores do Estatuto assim se manifestaH “A peculiaridade da jurisdi$%o a!arca servi$os e 2rg%os au0iliares diferentes* Al1m do escriv%o e do oficial de justi$a 4á a e)uipe t1cnica composta via de regra por assistente social psic2logo e educador”UA=V* Al1m destes conforme a especificidade da )uest%o podem ser c4amados a atuar o psi)uiatra o soci2logo e o antrop2logo* Consta do art* =B= do Estatuto )ue tais profissionais devem manifestar. Procedimento de A0ura23o de autoria de Ato Infracional Atri.se por escrito ou ver!almente em audi3ncia contri!uindo com tra!al4os de aconsel4amento orienta$%o encamin4amento preven$%o !em como outros so! imediata su!ordina$%o do jui# assegurada a livre manifesta$%o do ponto de vista t1cnico* Col4e.se )ue a men$%o feita nos artigos =BO e =B= se presta a todos os procedimentos especificamente presentes no Estatuto sem prejuí#o de )ual)uer outro )ue possa vir a ocorrer Fart* =B@ do ECAI* Ao tratar do procedimento referente 6 Apura$%o de Ato Infracional Atri!uído a Adolescente o legislador mencionou a participa$%o dos t1cnicos com termo específico antes n%o manifestadoH estudo do caso Fart* =TM ^ ?PI )ue na linguagem do Servi$o Social e)uivale a Estudo SocialR no parágrafo AP do mesmo artigo menciona a juntada de relat2rio da e)uipe interprofissional* Acredita.se por meio de relat2rios informa$/es laudos e outras formas conforme o caso* +!serva.se a )uest/es de ordem social e de relacionamento entre o tutor e o pupilo* +utros peritos poder%o estar igualmente tratando do caso como o contador por e0emplo e cujas áreas profissionais devem ser respeitadas* A atua$%o do perito social deve ocorrer de forma eminentemente profissional atento 6s )uest/es t1cnicas 1ticas e de ordem processual contri!uindo com o magistrado atrav1s de sugest/es )ue l4e pare$a mais justas e ade)uadas fiel aos princípios da prote$%o integral e dos mel4ores interesses contidos no Estatuto da Crian$a e do Adolescente* *&' .uído a Adolescente + procedimento de apura$%o de ato infracional atri!uído a adolescente consta no Estatuto da Crian$a e do Adolescente em seu art* =L= e seguintes* Como nos demais procedimentos previstos no Estatuto o jui# 1 a autoridade judiciária )ue administra e decide )ual)uer procedimento de verifica$%o de ato infracional Fart* =AT II* Em caso de d.se )ue em!ora n%o utili#ando linguagem semel4ante contida nos demais procedimentos e0iste a inten$%o do legislador de )ue os t1cnicos contri!uam tam!1m no procedimento em )uest%o so! a forma de Estudo Social Perícia Social e Perícia pelos demais t1cnicos )ue comp/em a e)uipe 6 disposi$%o do juí#o* .se )ue o assistente social nestes casos deve ater.se daí )ue o profissional pode manifestar.encargo* Por acordo os interessados ingressam em juí#o para )ue seja transferida a responsa!ilidade* Interessado em verificar os fatos in loco o magistrado poderá determinar a reali#a$%o de estudo social como forma mais ade)uada de au0ílio do assistente social para )ue possa proferir sua decis%o com maior seguran$a* 7anto no e0ercício de um estudo social assim como de perícia social todo o instrumental t1cnico deve ser cuidadosamente selecionado e estrategicamente operacionali#ado a fim de verificar )ual 1 a mel4or solu$%o )ue a justi$a possa tomar para defender os interesses da crian$a e do adolescente* Pondere.

enores F=SLSI e o Estatuto da Crian$a e do Adolescente F=SSOI prevejam )ue o magistrado pode valer.se )ue a interven$%o profissional deva ocorrer na forma de perícia judicial feita pelo assistente social e por demais t1cnicos com )ue o juí#o possa contar* (eja.se por meio de perícia judicial* +!serva.inist1rio P. estar do adolescente* Ao .se )ue neste tipo de procedimento atuam vários profissionais com responsa!ilidades específicas em!ora todos devam pautar.l4e a priva$%o da li!erdadeI s%o antag\nicos daí merecer produ$%o de prova t1cnica livre de vícios processuais conforme vem sendo o!servado neste estudo* "o e0posto vislum!ra.se pela Justi$a com vistas ao !em.se o contradit2rio devam os profissionais )ue comp/em a e)uipe t1cnica ou )ual)uer deles manifestar.se )ue n%o se trata mais de !reve estudo social como o efetuado antes da &epresenta$%o* + interesse do .!lico )ue oferece &epresenta$%o e o do adolescente )ue se defende Fde possível medida )ue poderá custar.lo na defesa dos interesses individuais difusos e coletivos relativos a infância e juventude* Por tratar.!lico no art* ?OO e seguintes do Estatuto )ue para instaurar procedimentos administrativos pode o promotor re)uisitar informa$/es perícias dilig3ncias investigat2rias servi$os de assist3ncia social !em como demais servi$os )ue possam au0iliá.se do estudo social ou da perícia interprofissional para o devido assessoramento a perícia vem sendo pouco utili#ada* Constata.>ual seria a maneira mais ade)uada para o magistrado determinar a cola!ora$%o do t1cnicoEm atua$%o na comarca de Capin#al F=SSAI o representante do .se )ue nos procedimentos de apura$%o de ato infracional em )ue n%o ten4a sido possível a concess%o da remiss%o Fart* =TM ^ =P do ECAI e )ue por isso instalou.inist1rio P.se )ue talve# pela presen$a mais efetiva do assistente social s2 1 re)uerida e conse)Yentemente determinada a reali#a$%o do tradicional estudo social* &aramente outros profissionais s%o c4amados a opinar e com menor fre)Y3ncia ainda por meio de perícia judicial* G%o estivesse o legislador consciente da diferen$a entre estudo social e perícia interprofissional n%o teria feito a previs%o legal dos artigos =B=R =M= ^ =PR =M? ^ =P e =ML todos do Estatuto* Afinal em procedimento de apura$%o de ato infracional )uando ca!eria estudo social ou perícia social.Como já visto neste estudo a manifesta$%o por meio de laudo su!entende o!rigatoriamente a reali#a$%o de perícia a )ual deve seguir as regras previstas no CPC no )ue l4e concerne* Em!ora o C2digo de .!lico costumava solicitar a reali#a$%o de !reve estudo social )uando rece!ia o Auto de Apreens%o ou o <oletim de +corr3ncia em seu ga!inete* Em tra!al4o sucinto o assistente social se manifestava informando so!re a estrutura familiar do adolescente situa$%o escolar se seu comportamento tendia para o delito as conse)Y3ncias do fato no conte0to de sua ocorr3ncia emitindo no final o seu parecer t1cnico* Afinal constam das fun$/es do .inist1rio P.!lico ca!e preponderantemente demonstrar a autoria e a materialidade da infra$%o sugerindo a mel4or medida so! o enfo)ue jurídico* Ao advogado compete defender o adolescente pugnando por seus direitos postulando no )ue cou!er o contido no art* =TS do ECA re)uerendo se for o caso a aplica$%o de medida mais !randa* Aos peritos judiciais compete estudar os fatos e suas conse)Y3ncias para o adolescente sua família e comunidade cada )ual so! o enfo)ue profissional sugerindo ao magistrado se cou!er a .inist1rio P.se de procedimento administrativo por)uanto o adolescente ainda n%o 4avia sido representado e por conse)Y3ncia n%o e0istia o contradit2rio era considerada sensata a atitude da Promotoria de Justi$a* Sensato tam!1m o pedido de estudo social como instrumento mais ade)uado para prestar a informa$%o e a devida sugest%o t1cnica* Go entanto como a &epresenta$%o 1 deflagrada contra o adolescente Fart* =T? do ECAI a partir da instala$%o do contradit2rio situa$%o )ue merece defesa t1cnica Fart* =TM ^ ?P do ECAI acredita.

B-/.se destacado como primeiro a atuar nos processos judiciais* Assim 1 )ue na prática inicialmente os magistrados v3m determinando estudo social e em sendo necessário a reali#a$%o de perícia por e)uipe interprofissional* "iante disto o profissional de Servi$o Social precisa compreender a necessidade de cada caso e sugerir ao jui# da causa a nomea$%o de outros profissionais )ue entender conveniente para mel4or elucida$%o* Ga realidade catarinense constata.mel4or medida a ser aplicada e informando os servi$os comunitários disponíveis* 5ica ao jui# a tarefa de julgar e )uando for o caso determinar a mel4or medida a ser adotada* Go mesmo sentido Josiane Petr' (eronese assim se manifestaH DEodas as #iguras que atuam no processo de apuração de ato in#racional praticado por adolescente. ps%quicas e sociais+F. o advogado.se )ue a prática do tra!al4o por e)uipe interprofissional costuma depender de sugest%o do assistente social* .ltimos tempos e em várias áreas da atividade 4umana vem crescendo a importância da interdisciplinaridade como recurso para mel4orar a )ualidade dos servi$os* Gas regras práticas do tra!al4o com )uest/es da infância e da adolesc3ncia já o legislador do C2digo de . Assistente Social e a E8ui0e Inter0rofissional na Frea da Infância e da Juventude Gos .se )ue no )uadro da justi$a catarinense e0iste apenas o assistente social* As vagas no cargo de Pedagogo criadas em =SSS ainda n%o foram providas* Em algumas comarcas do Estado o magistrado conta com a cola!ora$%o de psic2logos e pedagogos advindos do pr2prio )uadro funcional Fcom forma$%o profissional na áreaI ou de profissionais de outros 2rg%os estaduais cedidos para prestar servi$os na área da família e da infância e juventude* + legislador n%o especificou )uais profissionais poderiam compor a e)uipe interprofissional* Go entanto em algumas passagens Fart* =M= ^ =PR =MLR =MTR =TM ^ ?P do ECA entre outrasI aventa a possi!ilidade de ser reali#ado estudo social e como forma alternativa e complementar ser reali#ada perícia por e)uipe interprofissional* 7alve# pelo fato de )ue 4á alguns anos o profissional de Servi$o Social ven4a atuando no judiciário em )uest/es s2cio.se primordialmente de seu papel específico* Segundo Josefina <ec:erH “Ca!e nesta fase do processo 6 e)uipe t1cnica manifestar. Acredita. todos convergem ou devem convergir em #avor deste adolescente in#rator.enores F=SLSI demonstrou preocupa$%o de )ue em certos casos pudesse o magistrado nomear e)uipe interprofissional para atrav1s de perícia t1cnica indicar o mel4or camin4o em determinada situa$%o específica* Entendendo a importância do recurso 6 disposi$%o do magistrado o legislador estatutário manteve a previs%o legal de reali#a$%o de perícia por e)uipe interprofissional* Em!ora passada mais de uma d1cada da vig3ncia do ECA constata.Juvenil e )ue atuam em processo desta nature#a desejam o mel4or para o adolescente em conflito com a leiR por1m cada )ual deverá ocupar. o promotor de *ustiça (este último é o responsável pela representação+.se a respeito do tipo de medida mais compatível com os interesses e direitos das crian$as e adolescentes”UA@V* &efor$a.l4e* *&D .l4e tomar a mel4or decis%o e se for o caso a medida mais ade)uada para a recupera$%oQeduca$%oQinclus%oQreeduca$%o do adolescente enfim para )ue possa conviver da mel4or forma possível diante do )ue sua família a comunidade e o Estado possam oferecer. se*a o *uiz. levando em consideração as circunst ncias em que ocorreu o ato delituoso e as condiç2es do agente (biol@gicas. jurídicas tem.se assim ser o papel do assistente social tanto no e0ercício de estudo social ou de perícia social assessorar o magistrado sugerindo.se )ue todos os profissionais )ue comp/em o sistema de Justi$a Infanto. na busca da melhor medida a ser aplicada.

se uma apostila com informa$/es específicas* Em contato com integrante da e)uipe este informou )ue o laudo 1 feito em conjunto num .se )ue o sistema de coleta de dados de análise !em como de e0posi$%o dos fatos s%o diferenciados )uest%o )ue deve remeter ao respeito 6 especificidade a fim de )ue o produto final dos servi$os profissionais n%o reste prejudicado* Acredita.se etapas )ue descrevem a tramita$%o do processo at1 o encamin4amento 6 e)uipe interprofissionalR a!ordando a classifica$%o dos processos menciona o papel do t1cnico na justi$a a perícia nos processos de apura$%o de atos infracionais !em como nos processos cíveisUAAV* Pode.o e assumindo os compromissos decorrentes de sua forma$%o* Gada o!sta )ue cada profissional efetue em separado o seu documento entregando.se levar em conta os con4ecimentos profissionais e o !om senso t1cnico sem dei0ar de atri!uir importância aos preceitos legais do CPC so!re perícia judicial !em como dar aten$%o ao segredo de justi$a o!rigat2rio nos feitos da família e da infância e juventude* Conforme se verifica no art* A?? do CPC a nomea$%o de perito 1 personalíssima por ser da confian$a irrestrita do jui# nomeante* Entende.se )ue cada profissional possaQdeva atuar conforme a t1cnica e a 1tica pr2prias tendo em comum a efici3ncia profissional e o compromisso de contri!uir da mel4or forma possível com o magistrado e com o adolescente* + limite t1cnico e 1tico deve ser compromisso constante dos integrantes da e)uipe devendo.o ao jui# no pra#o determinado* Poucas s%o as comarcas no estado )ue contam com e)uipe interprofissional* "entre elas pode.se o!servar )ue os peritos se manifestam atrav1s de laudo pericial indicando a medida s2cio.(islum!ra.se daí )ue mesmo )ue a perícia efetuada pela e)uipe interprofissional seja demonstrada em um .nico documento FlaudoI cada profissional 6 sua maneira deve redigir o seu te0to assinando.nico documento e ap2s consenso do grupo so!re o diagn2stico e a sugest%o da medida a ser apresentada ao magistrado* Wá uma e0peri3ncia parecida no =P Jui#ado da Infância e Juventude do 52rum central de Porto Alegre onde a perícia 1 reali#ada por uma e)uipe interprofissional* Gesta criou.educativa mais ade)uada* G%o mencionam se o laudo 1 feito em conjunto ou cada profissional separadamente* Ao final do documento entre outras considera$/es mencionaram )ue a perícia tem por finalidade assessorar as decis/es judiciaisUABV* Consta do art* =BO do Estatuto da Crian$a e do Adolescente )ue 6 e)uipe interprofissional ca!erá so! a imediata su!ordina$%o da autoridade judiciária fornecer su!sídios a fim de cola!orar com suas decis/es respeitado o posicionamento t1cnico* Como n%o podia dei0ar de ser segundo a tradi$%o do direito !rasileiro o jui# presideQdirige o processo ouve as partes analisa as provas podendo tam!1m a seu crit1rio determinar a produ$%o de prova t1cnica a fim de prestar sua decis%o* Ao lado disso n%o 1 tol4ido o poder e o dever do especialista )ue se manifestará segundo o seu con4ecimento e convic$%o* >uanto mais su!sídios t1cnicos um magistrado possa ter a fim de elucidar uma )uest%o )uanto mais justa e ade)uada poderá ser a sua decis%o* A A Pes8uisa A0licada 9 As0ectos Buantitativos e 4elevantes .se )ue demais profissionais )ue tratam das ci3ncias sociais e 4umanas Fpsic2logos pedagogos soci2logos antrop2logos psi)uiatras entre outrosI poder%o contri!uir com a Justi$a catarinense atrav1s de seus con4ecimentos e sugest/es* Ainda )ue n%o e0istam no momento esses profissionais no )uadro judicial a lei faculta ao jui# nomear como peritos os porventura e0istentes na comunidade* .ontada a e)uipe 1 preciso ter em mente as peculiaridades de cada profiss%o* Ao criar a possi!ilidade legal da perícia interprofissional o legislador n%o previu a o!rigatoriedade de serem os laudos ela!orados de forma conjunta* (eja.se citar a de Joinville e <lumenau )ue entre outros tra!al4os possuem uma e)uipe para reali#ar perícia em processos de verifica$%o de autoria de ato infracional* Em!ora n%o 4aja ao )ue se sa!e e0peri3ncia escrita so!re o tra!al4o con4ece.

=O_ G%o respondeu . =T_ G%o respondeu .E5 S. SO_ Perícia Social .J4E ES?:.Para a reali#a$%o da pes)uisa foram encamin4ados =SM )uestionários =O@ para assistentes sociais e S@ para jui#es de direito am!os atuantes nas (aras da 5amília Infância e Juventude de todas as comarcas do Estado de Santa Catarina* 7anto para os jui#es como para os assistentes sociais foi solicitada cola!ora$%o por meio de uma carta enviada pelo acad3mico cujas respostas foram efetuadas voluntariamente Fc2pia dos instrumentos em ane0oI* "os =O@ assistentes sociais )ue rece!eram os formulários LM responderam montante so!re o )ual efetuou.se o presente estudo* "os S@ magistrados BT responderam ao )uestionário* Pode. LM_ G%o . @M_ @M_ n%o se manifestaram so!re a necessidade de )ue o assistente social ao fa#er uma perícia social seja con4ecedor e atue conforme as regras processuais )ue norteiam )ual)uer perícia judicial* ??_ consideram )ue o assistente social n%o necessita de con4ecimento .mero considerável de )uestionários respondidos o suficiente para aferir so!re o con4ecimento e a prática do estudo social e da perícia social no territ2rio catarinense* Para a análise efetuou. O_ +!serva.ICIF4IA $ ! Buando deseja ser assistido 0elos con@ecimentos tKcnicos do assistente social5 >& E7a& determina a ela.CIA" ) PE4HCIA S. A. A?_ G%o .??_ G%o respondeu .S J:IGES CA?A4INENSES5 A?:AN?ES NAS >A4AS .A 6A/H"IA5 IN6INCIA E J:>EN?:.O_ Estudo Social ou Perícia Social conforme o caso .se sucintas o!serva$/es ap2s o resultado de cada )uest%o* "emais comentários ser%o feitos no t1rmino do tra!al4o* Como segue* PESB:ISA 4EA"IGA. S. M_ 7ranspareceu ser costume na prática da magistratura catarinense determinar sempre a reali#a$%o de estudo social* M_ n%o responderam* =T_ dos )ue se manifestaram disseram )ue n%o o fa#em por costume de linguagem* A 9 Caso determine Perícia Social5 considera necessário 8ue o Assistente Social seja con@ecedor e atue conforme as normas le ais 0revistas no CPC e 8ue se referem a 8ual8uer ti0o de 0erícia judicialE Sim .CIA" J:.A J:N?.se di#er )ue 1 um n..se )ue todos os magistrados se manifestaram so!re a )uest%o* Gingu1m respondeu )ue procura ser assistido atrav1s de perícia social unicamente* =O_ disseram )ue determinam ora estudo ora perícia conforme o caso* A grande maioria determina a reali#a$%o de estudo social )uando deseja a cola!ora$%o do profissional de servi$o social* * 9 Caso solicite sem0re Estudo Social5 K 0or8ue considera ser costume esta lin ua em na 0rática forenseE Sim .ora23o de< Estudo Social .

Km material de 0rova+5 considera 8ue o 0rofissional necessite dar aten23o ao art& $'D e demais 0ertinente 0revistos no CPCE Sim . @A_ G%o . ?M_ Cm n.mero considerável de entrevistados ??_ n%o respondeu 6 )uest%o* Apenas A_ disseram )ue n%o* Go entanto LA_ a grande maioria considera )ue o magistrado deva ser .servando a diferen2a entre Estudo Social e Perícia Social5 ao determinar Estudo Social5 como documento de assessoramento (tam. @M_ G%o respondeu . ?_ A omiss%o a esta resposta foi de apenas . consideram )ue na prática estudo social e perícia social s%o a mesma coisa* 7odavia a maioria acredita )ue na prática estudo social e perícia social s%o coisas diferentes* + dado 1 significativo e merece ser considerado diante do conjunto das respostas* ( 9 Em o. ?_* @A_responderam )ue sim . MA_ G%o respondeu . @M_ G%o respondeu . @T_ G%o . =?_ Como se apurou em )uest%o anterior a grande maioria dos magistrados determina a reali#a$%o de estudo social por costume acreditava. ??_ Cm n. LA_ N3o ! 'M G%o respondeu .se tam!1m )ue em certas ocasi/es desejavam col4er prova pericial mas mesmo assim determinavam a reali#a$%o do tradicional estudo social* +!serva.jetivo de constituir 0rova 0ericial 0revista no arti o $'D do CPC5 acredita 8ue o Assistente Social deva ser con@ecedor e a ir conforme as normas le ais a serem o. B?_ G%o .se das respostas 6 )uest%o )ue a maioria considera )ue em se almejando constituir prova pericial devem as regras pertinentes ser o!servadas mesmo )uando determina )ue isto seja feito atrav1s de estudo social* Cm n.mero considerável de magistrados @M_ considera )ue n%o N o assistente social n%o necessita o!servar o contido no instituto jurídico da perícia mesmo )uando irá produ#ir prova pericial atrav1s do tradicional estudo social* D 9 Acredita 8ue na 0rática5 Estudo Social e Perícia Social s3o a mesma coisaE Sim .servadas em 8ual8uer ti0o de 0erícia judicialE Sim .processual acerca de perícia social* A maioria FA?_I considera )ue sim N ao reali#ar perícia social o profissional deve con4ecer e estar atento 6s regras processuais )ue norteiam o referido instituto jurídico* ' ! Ao determinar a realiza23o de Estudo Social5 com o o.mero e0pressivo de entrevistados n%o respondeu a )uest%o F?M_I* Por outro lado @M_ disseram )ue n%o N em se tratando de estudo social como servi$o de assessoramento n%o 1 necessário dar aten$%o ao art* =AB do CPC )ue trata do instituto jurídico da perícia judicial* Go entanto a maioria @T_ considera )ue mesmo reali#ando estudo social com o o!jetivo de forma$%o de prova deve sim prestar aten$%o aos preceitos atinentes 6 perícia* L 9 Ao ver a diferen2a considerada na 8uest3o D5 acredita 8ue o Juiz(a+ deva ser claro(a+ em seu des0ac@o5 8uando deseja um Estudo Social ou uma Perícia Social E Sim .

mero e0pressivo de ?O_ considera )ue em se tratando de mat1ria civil cujo processo se desenvolve so! o rito ordinário deve o caso merecer a reali#a$%o de perícia social* A maioria considerou )ue em se tratando de processos civis em )ue se desenvolve o rito ordinário ou em procedimentos previstos em leis especiais nas )uais prevalece o contradit2rio pode ser determinado estudo social ou perícia social conforme o caso* $% 9 Entende 8ue na ausOncia de uma e8ui0e inter0rofissional (art& $D$ do ECA+5 8ual8uer dos tKcnicos 8ue a com0Ce5 0ode realizar 0erícia judicial5 conforme a área de forma23oE Sim . ?A_ G%o . ?M_ G%o respondeu . M_ Apenas M_ n%o responderam* ?A_ disseram )ue sim N a manifesta$%o “mediante laudo” contida no art* =B= do ECA remete o!rigatoriamente a reali#a$%o de perícia judicial* A grande maioria LO_ entende )ue n%o está claro de )ue a manifesta$%o “mediante laudo” possa remeter o!rigatoriamente 6 reali#a$%o de perícia judicial* + dado revela coer3ncia com os .juvenis n%o 1 possível a reali#a$%o de perícia judicial* A maioria por1m considerou )ue 1 possível na aus3ncia de uma e)uipe interprofissional para au0iliar o magistrado nos feitos da infância e juventude )ue )ual)uer dos t1cnicos )ue a comp/em possa reali#ar perícia judicial conforme sua área de atua$%o* $$ 9 Entende estar claro 8ue a manifesta23o Pmediante laudoQ (art& $D$ do ECA+5 remete o. M?_ G%o . ?O_ G%o . M_ Pode ser determinado Estudo ou Perícia Social conforme o caso .ri atoriamente R realiza23o de 0erícia judicialE Sim .se em conta o apurado na )uest%o seguinte* T N Se compreende )ue e0ista diferen$a entre Estudo Social e Perícia Social mas n%o v3 com clare#a considera )ue a temática mere$a ser mais estudadaSim . LA_ G%o . =M_ =M_ n%o se manifestaram* Somente =O_ consideraram )ue a temática n%o merece maiores estudos* A grande maioria FLA_I no entanto considera )ue a temática merece ser mais estudada* N 9 Entende 8ue nos 0rocessos da área civil5 desenvolvidos so.claro em seu despac4o se deseja )ue o profissional de servi$o social reali#e o tra!al4o atrav1s de um estudo social ou de perícia social* + fato 1 significativo principalmente levando. =?_ =?_ n%o se manifestaram* ?M_ disseram )ue n%o N em n%o 4avendo uma e)uipe interdisciplinar para assessoramento do magistrado nas )uest/es infanto. =O_ G%o respondeu . =?_ =?_ n%o responderam* Apenas M_ disseram )ue n%o* Cm n. M?_ G%o respondeu . o rito ordinário5 ou em "eis Es0eciais onde 0revalece o contraditório5 devam5 onde for o caso5 merecer a realiza23o de Perícia SocialE Sim . LO_ G%o respondeu .

demais apurados o )ue poderá ser elucidado atrav1s de maiores estudos igualmente recon4ecidos como necessários neste tra!al4o de pes)uisa* PESB:ISA J:N?.S ASSIS?EN?ES S. =_ Insuficientes para a prática tanto do Estudo Social como para a reali#a$%o da Perícia Social .se )ue somente ==_ dos profissionais de servi$o social )ue se manifestaram e )ue fa#em parte do )uadro do Poder Judiciário Catarinense tiveram forma$%o em outros Estados* "os demais AA_ foram formados pela Cniversidade 5ederal de Santa Catarina os outros AB_ pelas demais Cniversidades e0istentes no interior do Estado* * 9 Em seus estudos na radua23o5 rece. AB_ Em Cniversidade eQou 5aculdade de outros Estados . =_ Somente uma pessoa n%o se manifestou so!re o assunto* "entre os entrevistados somente uma rece!eu informa$%o so!re a reali#a$%o de perícia social* "os demais a metade disse )ue rece!eu informa$%o suficiente para iniciar os servi$os de estudo socialR outra metade disse n%o ter tido orienta$%o suficiente para a reali#a$%o prática tanto do estudo como da perícia social* Parece ser um dado significativo para )ue as universidades reavaliem seus currículos a fim de suprirem as necessidades do mercado de tra!al4o tendo em vista )ue o 7ri!unal de Justi$a 1 o maior empregador deste profissional no Estado de Santa Catarina* ( S + D 9 Buanto ao termo Perícia Social< . CA?A4INENSE S. LO_ G%o . AA_ Em uma das 5aculdades eQou Cniversidades do interior do Estado . S. J:.se )ue a grande maioria TM_ n%o tiveram forma$%o na gradua$%o de como se processa uma perícia social* ' 9 Ao iniciar os tra.al@os no Judiciário catarinense5 os con@ecimentos rece. @O_ @O_ dos entrevistados disseram )ue n%o tiveram forma$%o de como reali#ar um estudo social* A grande maioria LO_ tiveram forma$%o específica so!re o assunto* A 9 Em seus estudos na radua23o5 rece..ICIF4IA F ` I Gas )uest/es onde consta o asterisco os pes)uisados responderam em mais de um campo fato pelo )ual n%o foi possível aferir o percentual e0ato de =OO_* $ 9 A sua forma23o 0rofissional ocorreu< Ga C5SC .eu con@ecimentos so.re Perícia SocialE Sim . TM_ G%o respondeu .eu con@ecimentos so. AS_ Suficientes para iniciar os servi$os de Perícia Social .re Estudo SocialE Sim .idos na radua23o foram< Suficientes para iniciar os servi$os de Estudo Social .. A. S_ G%o .CIA" J:.J4E ES?:. B_ B_ n%o se manifestaram so!re o assunto* S_ rece!eram forma$%o so!re como se reali#a perícia social* Go entanto verifica. ==_ +!serva.ICIF4I.CIAIS .CIA" ) PE4HCIA S. AS_ G%o respondeu .

T=_ Csa a mesma sistemática e os mesmos cuidados )uando fa# Estudo Social ou Perícia Social . T_ Já ouviu falar mas n%o con4ece !em o assunto . O_ .aseia!se nos fatos e 0rovas contidas nos autos& ?em con@ecimento da diferen2a entre 0rova documental5 testemun@al e 0ericialE Sim . =_ Em )ue pese )ue =@_ disseram )ue estudo social e perícia social na prática s%o a mesma coisa a maioria M?_ disse )ue acredita ter diferen$a* "o total @T_ disseram )ue gostariam de ter mel4ores con4ecimentos so!re o assunto* T ! U do seu con@ecimento 8ue o Estudo Social K um documento 8ue constitui 0rova junto aos 0rocessos judiciais e 8ue serve 0ara assessorar o juiz em sua decis3oE Sim .se )ue todos os profissionais demonstraram ter algum tipo de con4ecimento so!re o termo perícia social* (eja. @_ Como vem se o!servando diante das respostas 6s perguntas anteriores tam!1m nesta A?_ dos entrevistados consideram )ue ao se reali#ar uma perícia social o profissional deve agir conforme as regras legais previstas no CPC e )ue se referem a )ual)uer tipo de perícia judicial* MO_ dos entrevistados se manifestaram di#endo )ue gostariam de ter mel4ores con4ecimentos so!re o assunto* ( S + L 9 Acredita 8ue na 0rática5 Estudo Social e Perícia Social s3o a mesma coisa E Sim . A?_ G%o .re Perícia Social5 considera necessário 8ue o Assistente Social deva con@ecer e a ir conforme as normas le ais 0revistas no Códi o de Processo Civil5 como o arti o $'D5 entre outros5 e 8ue se referem a 8ual8uer ti0o de 0erícia realizada nos 0rocessos judiciaisE Sim . =L_ Eostaria de ad)uirir maiores con4ecimentos .G%o 1 do seu con4ecimento . =@_ G%o . =A_ Já ouviu falar e tem !oa na$%o so!re o assunto . @T_ G%o respondeu .se )ue ?A_ ouviram falar por meio de colegas do judiciárioR =A_ já ouviram falar mas n%o con4ecem !em so!re o assunto* Ga mesma )uest%o restou estampado )ue T=_ desejam ad)uirir maiores con4ecimentos so!re o assunto* ( S + ( 9 Caso já 0ossua al uma informa23o so. O_ Eostaria de ter mel4ores con4ecimentos . MO_ G%o respondeu . =B_ G%o respondeu . =_ G%o respondeu . @_ >uase a totalidade dos entrevistados SM_ disseram )ue entendem )ue o estudo social 1 um documento )ue constitui prova junto aos processos judiciais e )ue ajudam o magistrado ao tomar sua decis%o* ( S + N ! Para o juiz decidir uma 8uest3o5 . ?A_ Já usa )uando o Jui# determina a sua reali#a$%o . O_ Pelos dados col4idos perce!e. M?_ Eostaria de ter mel4ores con4ecimentos . SM_ G%o . O_ +uviu falar por colegas profissionais do Judiciário . LM_ G%o .

=_ G%o respondeu . MA_ "e uma a tr3s ve#es . @A_ Considera indiferente para o tra!al4o do Assistente Social .Eostaria de ter maiores esclarecimentos . O_ Indiferente .servados 8uando da realiza23o de Perícia Social< Dendo material doutrinário . O_ G%o respondeu . O_ Em )ue pese )ue a grande maioria dos entrevistados ten4a dito )ue t3m con4ecimento so!re a diferen$a entre prova documental testemun4al e pericial @A_ tam!1m responderam )ue so!re o assunto gostariam de ter maiores esclarecimentos* ( S + $% ! Já teve al um con@ecimento dos 0receitos le ais 8ue devem ser o.se de assistentes sociais )ue atuam em ramo específico na área do servi$o social* $* ! Já estudou ou teve informa2Ces so.al@o de 0eríciaE Gunca . O_ Já ouviu falar mas n%o con4ece muito so!re o assunto . =T_ G%o respondeu . =_ Indagados so!re a diferen$a entre estudo social e perícia social e o interesse em estudar a )uest%o somente um entrevistado n%o respondeu e um outro demonstrou ser indiferente* ST_ dos entrevistados disseram )ue desejam estudar a temática* + dado 1 significativo e merece considera$%o visto tratar. @S_ "escon4ece )ual)uer dispositivo legal so!re o assunto . ST_ G%o .re os limites tKcnicos5 le ais e Kticos 8uando da realiza23o de Estudo Social ou Perícia SocialE "escon4ece o assunto . =B_ . @_ . =_ Gingu1m demonstrou descon4ecer so!re o assunto* =_ n%o respondeu* T_ ouviram falar mas n%o con4ecem muito so!re o assunto* A grande maioria S=_ considera )ue o assunto merece maiores estudos* . MO_ Participando de reuni%o de estudos ou reali#ando curso . =A_ G%o respondeu =_ Indagados so!re os preceitos legais )ue devem ser o!servados )uando da reali#a$%o de uma perícia social =_ dos entrevistados n%o respondeu e =A_ descon4ecem so!re o assunto* Por1m ?=_ t3m no$%o lendo material doutrinárioR MO_ lendo material escrito por colegas de profiss%o e @S_ participando de cursos ou reuni/es de estudo* +s dados s%o significativos e demonstram )ue os assistentes sociais do Poder Judiciário de Santa Catarina est%o interessados em estudar so!re o assunto* $$ 9 Se acredita 8ue @aja5 mas n3o vO com clareza5 a diferen2a entre Estudo Social e Perícia Social5 considera 8ue a temática mere2a ser mais estudadaE Sim .uitas ve#es .ais uma ve# está evidenciado o interesse em estudar o tema a!ordado* $A 9 Em sua carreira 0rofissional5 já fez 0arte de uma e8ui0e inter0rofissional (art& $($5 V *# do ECA5 0or e7em0lo+ 0ara realiza23o de um tra. S=_ G%o respondeu . T_ Considera )ue o assunto mere$a maiores estudos . ?=_ Dendo material escrito por algum colega profissional .

se conter manifesta$/es de )ue os estudos )ue est%o sendo reali#ados ven4am a contri!uir para a mel4or )ualidade da atividade prática* >uanto aos magistrados registrou. ?=_ G%o respondeu .Pelas respostas col4idas o!serva.Juvenil 5rente a "etermina$%o e &eali#a$%o do Estudo Social e da Perícia Social "iante dos estudos desenvolvidos no presente tra!al4o e considerados os dados levantados na pes)uisa torna.juvenilH >uase todos os assistentes sociais atuantes na Justi$a catarinense foram formados na Cniversidade 5ederal e nas Cniversidades e0istentes no interior do Estado* Cm n. L@_ G%o . ?B_ G%o respondeu .mero de @_ n%o respondeu a esta indaga$%o* ?B_ dos entrevistados disseram )ue con4ecem pouco so!re o assunto* @B_ disseram )ue sim N t3m clare#a de )ue a manifesta$%o “mediante laudo” termo contido no art* =B= do Estatuto remete 6 reali#a$%o de perícia judicial* A maioria por1m disse )ue n%o tem clare#a o )ue se dedu# )ue o assunto deve ser mel4or estudado como apontado reiteradamente em )uest/es já comentadas* A pes)uisa dirigida tanto para assistentes sociais )uanto para jui#es contin4a um campo a!erto 6 considera$/es )ue julgassem pertinentes* + espa$o foi pouco utili#ado pelos pes)uisados* Go entanto por parte dos assistentes sociais o!servou. @L_ Con4ece pouco so!re o assunto . @_ Cm pe)ueno n.ri atoriamente R realiza23o de 0erícia judicialE Sim .se )ue =B_ disseram )ue fi#eram parte de uma e)uipe interprofissional para reali#ar um tra!al4o de períciaR =T_ participaram muitas ve#es* A maioria no entanto MA_ disse )ue nunca reali#ou um tra!al4o de perícia em e)uipe interprofissional* + dado revela )ue alguns profissionais já possuem esta prática e )ue e0peri3ncias de colegas catarinenses podem ser demonstradas e estudadas* $' 9 Entende 8ue na ausOncia de uma e8ui0e inter0rofissional5 8ual8uer dos tKcnicos 8ue a com0Cem5 0ode realizar individualmente uma 0erícia judicial5 conforme a área de forma23oE Sim .juvenil* A* Propostas e Perspectivas aos +peradores da Justi$a Infanto.mero e0pressivo rece!eu forma$%o em estudo social por1m a grande maioria n%o teve forma$%o de como reali#ar perícia social* .se oportuno pontuar alguns aspectos relevantes principalmente no tocante ao e0ercício da justi$a infanto. M_ M_ dos entrevistados preferiram n%o opinar so!re o assunto* ?=_ disseram )ue na aus3ncia de uma e)uipe interprofissional n%o 1 possível )ue um deles possa reali#ar a referida perícia mesmo )ue seja em sua área de forma$%o* Por1m a grande maioria L@_ entendeu )ue um entre os profissionais )ue poderia compor a e)uipe interprofissional na aus3ncia desta pode por si s2 reali#ar uma perícia judicial conforme a sua área de forma$%o* $D ! Possui clareza 8ue a manifesta23o Pmediante laudoQ (art& $D$ do ECA+5 remete o. @B_ G%o .se contri!ui$/es )ue confirmavam ou refutavam o contido em suas respostas* Wouveram manifesta$/es formais em documento 6 parte incentivadoras 6 iniciativa do estudo em )uest%o al1m de outros aspectos )ue demonstraram comprometimento com a causa infanto.

enores poucos eram os casos em )ue o procedimento se desenvolvia atrav1s do contradit2rio* Por este fato 4ist2rico justifica. + Estatuto da Crian$a e do Adolescente prev3 a reali#a$%o de Estudo Social atividade privativa do Assistente social assim como a possi!ilidade de reali#a$%o de Perícia por e)uipe interprofissional* 7em. Gos processos )ue se desenvolvem segundo o rito ordinário previstos no C2digo de Processo Civil !em como nos procedimentos contidos em Deis especiais entre elas o ECA no )ual prevalece o contradit2rio considera.se a prática costumeira de )ue os magistrados determinam assim como os assistentes sociais utili#am o tradicional estudo social para se manifestarem nos processos )ue tramitam nos 52runs de todo o Estado conforme apontado na pes)uisa* Evidenciou.se tam!1m 6s )uest/es legais e processuais específicas do instituto da perícia judicial contidas no CPC* . Gos processos e procedimentos de jurisdi$%o voluntária nos )uais a atua$%o do Assistente Social volta.se mais ade)uado a reali#a$%o de Estudo Social* .se so!re a reali#a$%o de perícia por e)uipe interprofissional jui#es e assistentes sociais em sua maioria consideram )ue na aus3ncia de uma e)uipe a perícia pode ser feita por )ual)uer dos t1cnicos )ue a comp/e resguardada 6 sua área de atua$%o* Para a maioria dos jui#es n%o está claro )ue a manifesta$%o “mediante laudo” contido no art* =B= do Estatuto remete o!rigatoriamente 6 reali#a$%o de perícia judicial* Esta percep$%o tam!1m n%o 1 clara para a maioria dos assistentes sociais consultados o )ue demonstra 4aver necessidade de constru$%o doutrinária para colocar o tema em discuss%o* +s dois grupos profissionais pes)uisados em sua maioria consideram )ue as )uest/es referentes ao estudo social e perícia social no âm!ito do judiciário catarinense devem ser mel4or estudadas* 5rente ao estudo doutrinário demonstrado no presente tra!al4o e as considera$/esQcontri!ui$/es advindas com a reali#a$%o da pes)uisa apresenta. 7endo em vista )ue ao Jui# compete decidir as )uest/es contidas ser acatadas e0ceto nas )uest/es em )ue se apresentem nos processos judiciais todas as determina$/es devem limita$/es de ordem 1tica e legal* .anifestando. se as seguintes proposi$/esH .se )ue a atua$%o do Assistente Social deva ser em forma de Perícia Social* .se clare#a )ue o Assistente Social fa# parte desta e)uipe e )ue na falta desta tem compet3ncia para reali#ar por si s2 a Perícia Social* .se frente os dados apurados junto aos assistentes sociais )ue atrav1s de estudos Fseminários cursos palestras grupos de estudo leitura de doutrina produ#ida por colegas do pr2prio 7ri!unal de Justi$aI o assunto passou a ser assimilado pelo profissional* Devantou.se mais ao assessoramento esclarecimento sugest%o ou opini%o t1cnica em medidas )ue o magistrado deva tomas considera.se )ue muitos consideram )ue ao ser necessário produ#ir prova pericial deve ser feito com o!servância 6s regras t1cnicas e 1ticas consideradas igualmente as )uest/es legais )ue norteiam o referido instituto jurídico* A grande maioria dos jui#es ponderou )ue devem ser claros em seus despac4os se desejam )ue seja reali#ado um estudo social ou uma perícia social por1m esta mesma maioria considera )ue a temática deve ser mel4or esclarecida* .Como o início dos tra!al4os do assistente social no Judiciário catarinense se deu na d1cada de LO )uando estava em vigor o C2digo de . Gas )uest/es atinentes 6 Infância e Juventude o Assistente Social deve com o mesmo esmero reali#ar Estudo Social ou Perícia Social conforme determinado por1m ao reali#ar Perícia Social al1m de utili#ar os con4ecimentos 1ticos e t1cnicos comuns 6 am!os os tra!al4os deve ater.se ser e0pressivo o interesse em o!ter maiores con4ecimentos so!re o assunto* Por outro norte dos dados col4idos junto aos jui#es o!servou.

se .juvenil acumulada pelo acad3mico )ue su!screve o presente estudoR a forma$%o em servi$o social e direitoR o con4ecimento mais de perto da Institui$%o Judiciária do .!lico da Advocacia e de uma centena de Institui$/es P. uma camada maior de estudiosos de diferentes áreas assim como a popula$%o em geral passou a ter maior interesse so!re a legisla$%o infanto.do s2cio.!licas e Privadas )ue tratam do assunto s%o fatores )ue estimularam.do do art* ??L nasceu o Estatuto da Crian$a e do Adolescente contendo regras de conte.juvenil tanto no aspecto operacional assim como no oferecimento de su!sídios t1cnicos deve contri!uir su!stancialmente com o magistrado para )ue a senten$a ven4a a ser a mais justa e0e)Yível e ade)uada* Enfocando.se )ue a prática deve ser )uestionada diante dos aspectos legais !em como )ue os servi$os ven4am a se desenvolver de modo diferenciado resultando numa presta$%o jurisdicional mais ade)uada* "entre as o!riga$/es da Justi$a está a de operacionali#ar devidamente os procedimentos contidos no Estatuto* &estou demonstrado na pes)uisa a dificuldade dos magistrados ao efetuarem seus despac4os a fim de o!ter dos seus au0iliares Fassistentes sociais comissários da infância e juventude psic2logos pedagogos e demais peritosI servi$os contri!utivos e desprovidos de vícios )ue possam dar causa 6 anula$%o de atos processuais* Evidencia. Go encerramento do Estudo Social como da Perícia Social o Assistente social deve emitir sua opini%o em forma de parecer conclus%o sugest%o ou termo e)uivalente com o )ue de mel4or for possível diante da t1cnica profissional a fim de contri!uir su!stancialmente com a necessidade do jui# e com uma ade)uada e eficiente presta$%o jurisdicional* Considera2Ces 6inais Considerando )ue o Estatuto da Crian$a e do Adolescente entra em sua adolesc3ncia completando do#e anos de idade ainda 4á muito a ser feito para )ue a prática do dia a dia ven4a a demonstrar de fato o e0ercício dos princípios da prote$%o integral e dos mel4ores interesses* Gesse conte0to o!serva.nos a adentrar num campo específico da atividade jurisdicional )ual sejaH o da prática de determinar e e0ecutar estudo social e perícia social nos feitos da infância e juventude* Apesar de se verificar )ue o tra!al4o desenvolvido entre magistrados e assistentes sociais vem dando resultado vislum!ra.jurídico comprometendo a família a comunidade a sociedade e o poder p.!lico no oferecimento da prote$%o integral 6s crian$as e adolescentes !rasileiros* Em )ue pese ter ocorrido grandes avan$os ainda 1 longín)ua a situa$%o favorável e igualitária do necessário desenvolvimento de condi$/es dignas de cria$%o e educa$%o neste emaran4ado de desigualdades sociais* A e0peri3ncia de tra!al4o como au0iliar da justi$a infanto.se portanto a importância de reunir sa!eres das diversas disciplinas das ci3ncias 4umanas e sociais para responder 6s comple0idades destas demandas* +s au0iliares judiciais por sua ve# devem ser con4ecedores do compromisso e da miss%o da Justi$a* "evem ter ci3ncia dos servi$os )ue l4es compete e da ade)uada aplica$%o de seus con4ecimentos profissionais diante da )uest%o judicial em andamento* + tra!al4o do au0iliar da justi$a infanto.se )ue n%o o!stante valorosas e0peri3ncias isoladas a preocupa$%o e o trato das )uest/es legais vin4a ocorrendo mais por parte de pessoas com forma$%o jurídica* Gas . Carta Cidad% .inist1rio P..se especificamente o profissional de servi$o social um dos integrantes da e)uipe interprofissional )ue está presente em todas as unidades judiciais do Estado o!serva.juvenil* "ecorrente da C5QTT e fiel ao conte.ltimas d1cadas mais precisamente ap2s a Constitui$%o 5ederal de =STT . Cma determina$%o para ela!ora$%o de Estudo Social deve ser respondida por meio do documento denominado Estudo Social* Cma determina$%o para a reali#a$%o de Perícia Social deve ser respondida pelo documento denominado Daudo Social ou Daudo Pericial Social* .

?B jan*Qjun*=SSA* cccccc* Perícia Social JudiciáriaH + modelo de Porto Alegre* Porto Alegre =SSS* M p* F&elat2rio t1cnicoI .se por outro lado )ue o poder da Justi$a n%o está mais em si mesma ou t%o. &S ano M nP = p* ?O.práticas apontadas possuem igualmente caráter contri!utivo N s%o aspectos )ue poder%o ser e0perimentados )uestionados e propositadamente colocados 6 disposi$%o para discuss%o* Por fim os esfor$os empreendidos )ue oportuni#aram crescimento pessoal e profissional ao acad3mico podem encontrar ressonância para novos estudos e para o aprimoramento dos servi$os jurisdicionais da infância e juventude catarinense* 4eferOncia Ji.!licas o poder está no sa!er na atua$%o consciente na capacidade e na transpar3ncia de mostrar o )ue se deve fa#er e o )ue vem sendo feito admitindo.se com transpar3ncia )ue a comunidade catarinense já 1 mais culta* A interiori#a$%o da educa$%o principalmente do ensino superior tem oportuni#ado um salto de )ualidade aprimoramento e por conse)Y3ncia de e0igi!ilidade no e0ercício dos direitos* Por outro lado tam!1m vem se o!servando )ue a preocupa$%o dos )ue administram assim como dos )ue operam a Justi$a catarinense tem se destacado nos .se )ue nen4um organismo )ue opera as )uest/es da infância e juventude 1 capa# de atuar so#in4o e )ue as parcerias s%o necessárias e indispensáveis* (erifica.ltimos anos tanto diante da pretens%o de ser mais ágil e econ\mica !em como de oferecer uma presta$%o jurisdicional mais pr20ima e ade)uada 6 realidade social* "enota.lio ráficas AD+GS+ Jos1* Gormas e procedimentos de Perícia Judicial* S%o PauloH Ed* Atlas SQA =SLB* ==B p* A&AaJ+ &osângela deR 8&bEE& Diara DopesR <&CG+ "enise "uarte* + 7ra!al4o de Perícia Social* &evista de "ivulga$%o Científica Canoas .se claramente a e0ist3ncia de uma lacuna apontada neste tra!al4o )ual seja a de !uscar con4ecimentos dos aspectos legais e processuais a serem praticados no servi$o da perícia social judiciária* A )uest%o deve ser perseguida por )uem deseja ver entrela$ados estes dois campos do con4ecimento em !usca de uma ade)ua$%o t1cnica imprescindível no e0ercício do servi$o social no âm!ito da Justi$a* Gos procedimentos específicos a!ordados neste estudo fe#. somente nos seus representantes* Como outros 2rg%os )ue e0ecutam políticas p.jurídicos específicos )ue l4e oportuni#e ser contri!utivo para um servi$o jurisdicional de mel4or )ualidade* +!serva.)ue desenvolve ramo específico da atividade do servi$o social ra#%o pela )ual deve primar pelo ade)uado e0ercício profissional* &estou estampado na pes)uisa )ue o assistente social deve !uscar sa!er mais e mel4or so!re estudo social e perícia social N )ue está sedento por con4ecimentos s2cio.se em caráter contri!utivo sugest/es )ue parecem mais ade)uadas tanto ao “determinar” )uanto ao “e0ecutar” o tra!al4o de estudo social ou perícia social* As considera$/es te2rico.se )ue magistrados tanto da primeira como da segunda instância !em como servidores de todo Estado v3m aprimorando con4ecimentos nas mais diversas áreas do con4ecimento !uscando oferecer mel4ores servi$os aos jurisdicionados* Ga esteira deste movimento e sem pretens%o de esgotar o assunto outro n%o foi o o!jetivo perseguido neste tra!al4o a n%o ser o de estudar esta área específica de atua$%o profissional junto 6 justi$a infanto.juvenil N a aplica$%o mais ade)uada do estudo social e da perícia social* Evidenciou.

ene#es de* &oteiro prático das perícias judiciais* &io de JaneiroH 5orense =SSS* ATA p* EA.árcia Cristina (a# dos Santos eindtR Dui# Eduardo Alves de Si)ueira* BO* ed* S%o PauloH Saraiva =SSS* =*O@T p* cccccc* Constitui$%o da &ep.2dulo II N para forma$%o de Assistentes sociais e Psic2logos do 7ri!unal de Justi$a do Estado de S%o Paulo =SSS* =A p* FApostilaI* PIG7+ Ana C1lia &oland Euedes* .unirR SID(A Ant\nio 5ernando do AmaralR .AEADWiES Wum!erto Piragi!eR .enores* S%o PauloH Divraria e Editora Cniversitária de "ireito Dtda* =SLA* ?LL p* CC&g .A&&Eg* Adriano* Et al* .odelos* S%o PauloH Ed* &evista dos 7ri!unais =STB* @=A p* .alta C4rist2v%o Piragi!e* Processo* "icionário jurídico* A* ed* &io de JaneiroH Edi$/es 7ra!al4istas SQA =STA* PIKK+D Alce!ir "alR SID(A Simone &egina .enoresH Degisla$%o* Estudos das medidas judiciais e das medidas de caráter social do C2digo de .anual de Procedimentos 71cnicos* 5lorian2polisH 7ri!unal de Justi$a de Santa Catarina ?OO=* =@ p* <&ASID* C2digo Civil* +rgani#a$%o dos te0tos notas remissivas e índices por Ant\nio Dui# de 7oledo PintoR .B=* =SSL* "AD.arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática* Porto AlegreH S* A* 5a!ris =SSS* ?SB p* .InH Cadernos de Servi$o Social ano (II nP =O p* @L.árcia Cristina (a# dos Santos eindtR Dui# Eduardo Alves de Si)ueira* BO* ed* S%o PauloH Saraiva =SSS* =@AL p* cccccc* C2digo Penal* +rgani#a$%o dos te0tos notas remissivas e índices por Ant\nio Dui# de 7oledo PintoR .afra* F+rg*I* Servi$o Social no Poder Judiciário de Santa Catarina N Construindo indicativos* 5lorian2polis =STT* ?? p* &+SA .afra* .!lica 5ederativa do <rasil de B de outu!ro de =STT* M* ed* atual* At1 a Emenda Constitucional n* @=Q?OOO* S%o PauloH &evista dos 7ri!unais ?OO=* cccccc* Govo C2digo Civil* +rgani#ado por Jos1 Euil4erme Soares 5il4o* &io de JaneiroH "PfA ?OO?* @?M p* CWA(ES Antonio* .attos* .anoel Arruda* 7ratado de "ireito Processual Civil* ?* ed* S%o PauloH &evista dos 7ri!unais UsQpV J(IDA Eliedite .<d Ana .<d Ana .aria .anual do Curso de Inicia$%o 5uncional para Assistentes Sociais e Psic2logos Judiciários* S%o Paulo =SS?* p* =?M.+&AES ealter* C2digo de .A &icardo &odrigues* Govo C2digo Civil* CampinasH <oo:seller ?OO?* ATL p* JESCS "amásio Evangelista de* C2digo de Processo Penal Anotado* ==* ed* S%o PauloH Saraiva ?*OO? LBS p* .edeiros da* + servi$o social e sua prática* InH "AD.aria* A atua$%o do Assistente Social como Perito junto 6s (aras da 5amília e Sucess/es* InH Curso de inicia$%o funcional ](III N .=A@* F&elat2rio t1cnicoI .al4eiros ?OO=* LT@ p* 5E&&EI&A Aur1lio <uar)ue de Wolanda* Govo "icionário Aur1lio da Díngua Portuguesa* ?* ed* @?* imp* S%o PauloH Editora Gova 5ronteira SQA =STM*=T@T p* 5IECEI&E"+ Jlvaro Gelson .EG"EK Emílio Earcia* Estatuto da Crian$a e do Adolescente Comentado* ?* ed* S%o PauloH . Jos1 .enores* Anota$/es* hndices analíticos* .árcia Cristina (a# dos Santos eindtR Dui# Eduardo Alves de Si)ueira* @T* ed* S%o PauloH Saraiva ?*OOO* SAM p* cccccc* C2digo de Processo Civil* +rgani#a$%o dos te0tos notas remissivas e índices por Ant\nio Dui# de 7oledo PintoR .I+77+ &egina C1lia 7amaso* Perícia SocialH proposta de um percurso operativo* InH Servi$o Social f Sociedade* S%o PauloH Corte# Editora ?OO=* ?=A p* PE&CCCI .AD(I.aria .edia$%o 5amiliar N 5orma$%o de <ase* 5lorian2polis ?OOO* M= p* F&elat2rio t1cnicoI <&CG+ "enise "uarte* Servi$o Social Judiciário N E0istimos*** A )ue será )ue se destina.

Eradua$%o em "ireito da Cniversidade 5ederal de Santa Catarina 5lorian2polis* (E&+GESE Josiane &ose Petr'* +s "ireitos da Crian$a e do Adolescente* S%o PauloH D7r =SSS* ?OT p* (E&+GESE Josiane &ose Petr'* 7emas de "ireito da Crian$a e do Adolescente* S%o PauloH D7r =SSL* =?M p* (ICEG7E Cenise .operativo na atividade do Estudo e da Perícia Social junto aos processos judiciais* Go final do tra!al4o nos propomos a divulgar o resultado conclusivo da pes)uisa a todos os )ue prestarem a valorosa cola!ora$%o* "esde já agradecemos* +!s* Caso deseje n%o precisa responder as perguntas )ue parecerem contradit2rias ou impertinentes* As respostas podem ser encamin4adas atrav1s do assistente social do juí#o* "esde já agradecemos* + C2digo de Processo Civil em seu art* =AB prev3 )ue “>uando a prova depender de con4ecimento t1cnico ou científico o jui# será assistido por perito segundo o disposto no art* A?=”* Por outro lado em alguns preceitos legais a assist3ncia ao jui# com o mesmo o!jetivo eQou semel4ante se dá com a reali#a$%o de Estudo Social como por e0emplo prev3 o art* =M= parágrafo =P do Estatuto da Crian$a e do Adolescente* "iante dissoH $ ! Buando deseja ser assistido 0elos con@ecimentos tKcnicos do assistente social5 >& E7a& .etodologia de Atendimento da Crian$a e do Adolescente em Situa$%o de &isco 5lorian2polis SC* PESB:ISA AlunoH Alce!ir "al Pi##ol .agistrados e Promotores de Justi$a da Infância e da Juventude =SSL* v* ? ?OA p* (E&+GESE Josiane &ose Petr'* Acesso 6 justi$aH a defesa de interesses difusos da crian$a e do adolescente N fic$%o ou realidade-* =SSA* ?ML f* 7ese F"outorado em "ireitoI N Curso de P2s.etermina a ela. Assistente Social N <ac4arel em "ireito N Integrante do Erupo de Estudos so!re 5amília Infância e Juventude do 7ri!unal de Justi$a* +rientadoraH "outora Josiane Petr' (eronese Pes)uisa junto aos jui#esFasI catarinenses atuantes nas (aras da 5amília Infância e Juventude so!re Estudo Social Q Perícia Social Judiciária Sen4oresFasI jui#esFasI Go e0ercício da judicatura catarinense os servi$os de Estudo SocialQPerícia Social v3m sendo !astante praticados merecendo a temática )uestionamento tanto por parte de )uem determina a feitura dos tra!al4os assim como por parte dos )ue os e0ecutam* Com o!jetivo de estudos em desenvolvimento junto ao curso de P2s.onte* + direito 6 conviv3ncia familiar e comunitáriaH uma política de manuten$%o de vínculos* InH 5amília <rasileiraH a !ase de tudo* ?* ed* <rasíliaH Corte# =SSA* UsQpV A0Ondice $ C"ESC .ora23o de < .P N Associa$%o <rasileira de . Eradua$%o a Gível de Especiali#a$%o em . 5IEPE .gradua$%o so!re .etodologias de Atendimento a Crian$a e ao Adolescente em Situa$%o de &isco N C"ESC solicitamos o au0ílio de todos osFasI magistradosFasI catarinenses atuantes ou n%o nas (aras de 5amília Infância e Juventude respondendo o presente )uestionário )ue muito 4á de contri!uir para o aprimoramento t1cnico.SID(A Ant\nio 5ernando do Amaral e et al* Cadernos de "ireito da Crian$a e do Adolescente* 5lorian2polisH A<. 5unda$%o Instituto e E0tens%o de Pes)uisas Educacionais P2s.

jetivo de constituir 0rova 0ericial 0revista no arti o $'D do CPC5 acredita 8ue o Assistente Social deva ser con@ecedor e a ir conforme as normas le ais a serem o.F I Estudo Social F I Perícia Social F I Estudo Social ou Perícia Social conforme o caso * 9 Caso solicite sem0re Estudo Social5 K 0or8ue considera ser costume esta lin ua em na 0rática forenseE F I Sim F I G%o A 9 Caso determine Perícia Social5 considera necessário 8ue o Assistente Social seja con@ecedor e atue conforme as normas le ais 0revistas no CPC e 8ue se referem a 8ual8uer ti0o de 0erícia judicialE F I Sim F I G%o ' ! Ao determinar a realiza23o de Estudo Social5 com o o.servadas em 8ual8uer ti0o de 0erícia judicialE F I Sim F I G%o D 9 Acredita 8ue na 0rática5 Estudo Social e Perícia Social s3o a mesma coisa E F I Sim F I G%o ( 9 Em o. o rito ordinário5 ou em "eis Es0eciais onde 0revalece o contraditório5 devam5 onde for o caso5 merecer a realiza23o de Perícia SocialE F I Sim F I G%o F I Pode ser determinado Estudo ou Perícia Social conforme o caso* .Km material de 0rova+5 considera 8ue o 0rofissional necessite dar aten23o ao art& $'D e demais 0ertinentes 0revistos no CPCE F I Sim F I G%o L 9 Ao ver a diferen2a considerada na 8uest3o D5 acredita 8ue o Juiz(a+ deva ser claro(a+ em seu des0ac@o5 8uando deseja um Estudo Social ou uma Perícia Social E F I Sim F I G%o T 9 Se com0reende 8ue e7ista diferen2a entre Estudo Social e Perícia Social5 mas n3o vO com clareza5 considera 8ue a temática mere2a ser mais estudadaE F I Sim F I G%o N 9 Entende 8ue nos 0rocessos da área civil5 desenvolvidos so.servando a diferen2a entre Estudo Social e Perícia Social5 ao determinar Estudo Social5 como documento de assessoramento (tam.

ESC ! 6IEPE .etodologia de Atendimento da Crian$a e do Adolescente em Situa$%o de &isco 5lorian2polis SC PESB:ISA AlunoH Alce!ir "al Pi##ol .ri atoriamente R realiza23o de 0erícia judicialE F I Sim F I G%o Se desejar favor colocar o seu nome e fa#er as considera$/es )ue entender pertinentes* :.Eradua$%o a Gível de Especiali#a$%o em . Integrante do Erupo de Estudos so!re 5amília Infância e Juventude do 7ri!unal de Justi$a* +rientadoraH "outora Josiane Petr' (eronese Pes)uisa junto aos Assistentes Sociais do Judiciário Catarinense so!re Estudo Social Q Perícia Social Judiciária Pre#adas colegas Go judiciário catarinense as atividades de Estudo Social QPerícia Social v3m sendo !astante praticadas merecendo a temática )uestionamento tanto por parte de )uem determina a feitura dos tra!al4os assim como por parte dos )ue os e0ecutam* Com o!jetivo de estudos em desenvolvimento junto ao curso de P2s. 5unda$%o Instituto e E0tens%o de Pes)uisas Educacionais P2s. operativo na atividade do Estudo e da Perícia Social nos processos judiciais* Go final do tra!al4o propomo.nos a divulgar o resultado conclusivo da pes)uisa a todas as )ue prestarem informa$/es* +!s* Caso deseje n%o precisa responder as perguntas )ue parecerem contradit2rias ou inconvenientes* + C2digo de Processo Civil em seu art* =AB prev3 )ue “>uando a prova depender de con4ecimento t1cnico ou científico o jui# será assistido por perito segundo o disposto no art* A?=”* Por outro lado em alguns preceitos legais a assist3ncia ao jui# com o mesmo o!jetivo eQou semel4ante se dá com a reali#a$%o de Estudo Social como por e0emplo prev3 o art*=M= parágrafo =P do Estatuto da Crian$a e do Adolescente* "iante disso indaga.etodologias de Atendimento a Crian$a e ao Adolescente em Situa$%o de &isco N C"ESC solicitamos a cola!ora$%o de todas as Assistentes Sociais catarinenses atuantes no Judiciário para responderem o presente )uestionário )ue muito 4á de au0iliar no aprimoramento t1cnico.gradua$%o so!re . Assistente Social Judiciário N <ac4arel em "ireito .seH $ 9 A sua forma23o 0rofissional ocorreu< F I Ga C5SC F IEm uma das 5aculdades eQou Cniversidades do interior do Estado F I Em Cniversidade eQou 5aculdade de outros Estados .$% 9 Entende 8ue na ausOncia de uma e8ui0e inter0rofissional (art& $D$ do ECA+5 8ual8uer dos tKcnicos 8ue a com0Cem5 0ode realizar 0erícia judicial5 conforme a área de forma23oE F I Sim F I G%o $$ 9 Entende estar claro 8ue a manifesta23o Pmediante laudoQ (art& $D$ do ECA+5 remete o.

* 9 Em seus estudos na radua23o5 rece.aseia!se nos fatos e 0rovas contidas nos autos& ?em con@ecimento da diferen2a entre 0rova documental5 testemun@al e 0ericial E F I Sim F I G%o F I Eostaria de ter maiores esclarecimentos F I Considera indiferente para o tra!al4o do Assistente Social .al@os no Judiciário catarinense5 os con@ecimentos rece.re Estudo Social E F I Sim F I G%o A 9 Em seus estudos na radua23o5 rece.eu con@ecimentos so.idos na radua23o foram< F I Suficientes para iniciar os servi$os de Estudo Social F I Suficientes para iniciar os servi$os de Perícia Social F I Insuficientes para a prática tanto do Estudo Social como para a reali#a$%o da Perícia Social D 9 Buanto ao termo Perícia Social< F I G%o 1 do seu con4ecimento F I +uviu falar por colegas profissionais do Judiciário F I Já usa )uando o Jui# determina a sua reali#a$%o F IJá ouviu falar mas n%o con4ece !em o assunto F I Já ouviu falar e tem !oa na$%o so!re o assunto F I Eostaria de ad)uirir maiores con4ecimentos F I Csa a mesma sistemática e os mesmos cuidados )uando fa# Estudo Social ou Perícia Social* ( 9 Caso já 0ossua al uma informa23o so.re Perícia Social E F I Sim F I G%o ' 9 Ao iniciar os tra.re Perícia Social5 considera necessário 8ue o Assistente Social deva con@ecer e a ir conforme as normas le ais 0revistas no Códi o de Processo Civil5 como o arti o $'D5 entre outros5 e 8ue se referem a 8ual8uer ti0o de 0erícia realizada nos 0rocessos judiciaisE F I Sim F I G%o F I Eostaria de ter mel4ores con4ecimentos L 9 Acredita 8ue na 0rática5 Estudo Social e Perícia Social s3o a mesma coisa E F I Sim F I G%o F I Eostaria de ter mel4ores con4ecimentos T ! U do seu con@ecimento 8ue o Estudo Social K um documento 8ue constitui 0rova junto aos 0rocessos judiciais e 8ue serve 0ara assessorar o juiz em sua decis3o E F I Sim F I G%o N ! Para o juiz decidir uma 8uest3o5 .eu con@ecimentosso.

al@o de 0eríciaE F I Gunca F I "e uma a tr3s ve#es F I .!lica 5ederativa do <rasil de B de outu!ro de =STT* M* ed* atual* at1 a Emenda Constitucional n* @=Q?OOO* S%o PauloH &evista dos 7ri!unais ?OO=I* U?V Cf* <&ASID* C2digo de Processo Civil* +rgani#a$%o dos te0tos notas remissivas e índices por Ant\nio Dui# de 7oledo PintoR .uitas ve#es $' 9 Entende 8ue na ausOncia de uma e8ui0e inter0rofissional5 8ual8uer dos tKcnicos 8ue a com0Cem5 0ode realizar individualmente uma 0erícia judicial5 conforme a área de forma23oE F I Sim F I G%o $D ! Possui clareza 8ue a manifesta23o Pmediante laudoQ (art& $D$ do ECA+5 remete o.servados 8uando da realiza23o de Perícia Social< F I Dendo material doutrinário F I Dendo material escrito por algum colega profissional F I Participando de reuni%o de estudos ou reali#ando curso F I "escon4ece )ual)uer dispositivo legal so!re o assunto $$ 9 Se acredita 8ue @aja5 mas n3o vO com clareza5 a diferen2a entre Estudo Social e Perícia Social5 considera 8ue a temática mere2a ser mais estudadaE F I Sim F I G%o F I Indiferente $* ! Já estudou ou teve informa2Ces so.ri atoriamente R realiza23o de 0erícia judicialE F I Sim F I G%o F I Con4ece pouco so!re o assunto Se desejar favor colocar o seu nome e fa#er as considera$/es )ue entender pertinentesH 6.N?ES CI?A.AS U=V "isposi$%o do art* Bo ]]]( da C&5<* F<&ASID* Constitui$%o da &ep.ene#es de* &oteiro prático das perícias judiciais* &io de JaneiroH 5orense =SSS* p* BB* .$% ! Já teve al um con@ecimento dos 0receitos le ais 8ue devem ser o.re os limites tKcnicos5 le ais e Kticos 8uando da realiza23o de Estudo Social ou Perícia SocialE F I "escon4ece o assunto F I Já ouviu falar mas n%o con4ece muito so!re o assunto F I Considera )ue o assunto mere$a maiores estudos $A 9 Em sua carreira 0rofissional5 já fez 0arte de uma e8ui0e inter0rofissional (art& $($5 V *# do ECA5 0or e7em0lo+ 0ara realiza23o de um tra.árcia Cristina (a# dos Santos eindtR Dui# Eduardo Alves de Si)ueira* BO* ed* S%o PauloH Saraiva =SSS* U@V Art* @MA e seguintes do CPC* UAV Art* AOO e seguintes do CPC* UBV Art* A?O e seguintes do CPC UMV 5IECEI&E"+ Jlvaro Gelson .

arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* =M* U=OV =O . So!re este fato (E&+GESE apresenta alguns aspectos 4ist2ricosH “Em consonância Com a Constitui$%o de =T?A N arts* =B= a =MA N a Justi$a !rasileira tin4a sua !ase de sustenta$%o na legisla$%o ordinária* Pela referida Carta Política a pessoa do Imperador era sagrada e inviolável n%o estando sujeito a )ual)uer tipo de responsa!ilidade Fart* SSI* + Poder .se a f2rmula tripartite da divis%o do poder ca!endo ao Poder Judiciário a promo$%o da 4armonia e da pa# social* F(E&+GESE Josiane &ose Petr'* Acesso 6 justi$aH a defesa de interesses difusos da crian$a e do adolescente N fic$%o ou realidade-* =SSA* ?ML f* 7ese F"outorado em "ireitoI N Curso de P2s.Eradua$%o em "ireito da Cniversidade 5ederal de Santa Catarina 5lorian2polisI* U==V Gesse sentido a li$%o de Arruda AlvimH “4á fatos )ue e0igem con4ecimentos especiais de )ue o jui# normalmente 1 carecedor tornando indispensável o concurso de pessoa 4a!ilitada para su!stituir o jui#*” FAD(I.arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática* Porto AlegreH S* A* 5a!ris =SSS* p* ?T USV &AGEED Eíl!er &u!im &angel* A Ela!ora$%o de Perícias* InH &evista &W pp*==.oac'r Amaral* Prova Judiciária no Civil e Comercial* (* B p* A=* ApudH &+SA .se.=@* ApudH &+SA .I+77+ &egina C1lia 7amaso* Perícia SocialH proposta de um percurso operativo* InH Servi$o Social f Sociedade* S%o PauloH Corte# Editora ?OO=* p* =BT U?OV .mplice de facto )ualificado crime ou contraven$%o )ue contar mais de =A annos e menos de =T será su!metido a processo especial tomando ao mesmo tempo a autoridade competente as precisas informa$/es a respeito do estado p4'sico mental e moral delle e da situa$%o social moral e econ\mica dos paes tutor ou .ULV Cf* 5E&&EI&A Aur1lio <uar)ue de Wolanda* Perícia* InH Govo "icionário Aur1lio da Díngua Portuguesa* ?* ed* @?* imp* S%o PauloH Editora Gova 5ronteira SQA =STM* p* =@OS UTV &oc4a Jos1 de .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* @T* U=BV A>CIG+ Jos1 Carlos E* ]avier de* A Prova 7estemun4al no Processo Penal <rasileiro p* =O* ApudH &+SA .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* =L* U=LV SAG7+S .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* M=* U=MV &+SA .edeiros da* + servi$o social e sua prática* InH "AD.se como a c4ave de toda a organi#a$%o política do <rasil do Imp1rio* + imperador era o C4efe Supremo da Ga$%o e o seu primeiro representante Fart* STI* 7am!1m tin4a so! a sua dire$%o a C4efia do Poder E0ecutivo atri!uindo.l4e a nomea$%o dos magistrados Fart* =O? IIII*” Segue di#endo )ue com o advento da &ep.I+77+ &egina C1lia 7amaso* Perícia SocialH proposta de um percurso operativo* InH Servi$o Social f Sociedade p* =BT* U?=V .orador constituía.!lica consagrou.aria .anoel Arruda* 7ratado de "ireito Processual Civil* ?* ed* S%o PauloH &evista dos 7ri!unais UsQpVI* U=?V Artigo A?O e seguintes do CPC* U=@V Artigo A?O do CPC U=AV E&EC+ 5IDW+ (icente* "ireito Processual Civil <rasileiro* v* ? p* =LS* ApudH &+SA .afra* F+rg*I* Servi$o Social no Poder Judiciário de Santa Catarina N Construindo indicativos* 5lorian2polis =STT* p*=* U?LV “Art* MS* + menor indigitado autor ou c.oura* Processo de Con4ecimento* v* ? p* T@@* ApudH &+SA .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* BB* U?AV AD+GS+ Jos1* Gormas e procedimentos de Perícia Judicial* S%o PauloH Ed* Atlas SQA =SLB* p* =@* U?BV AD+GS+ Jos1* Gormas e procedimentos de Perícia Judicial p* =L U?MV Cf* PIKK+D Alce!ir "alR SID(A Simone &egina .<d Ana .I+77+ &egina C1lia 7amaso* Perícia SocialH proposta de um percurso operativo* InH Servi$o Social f Sociedade p* =BL U??V A&AaJ+ &osângela deR 8&bEE& Diara DopesR <&CG+ "enise "uarte* U?@V &+SA .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* ?L U=SV . Jos1 .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* =L* U=TV &+SA .

A&&Eg* Adriano* Et al* .Eradua$%o em "ireito da Cniversidade 5ederal de Santa Catarina 5lorian2polisI* U@=V “Art* ?? N Preceder%o a decis%o 4omologat2riaH I estudo social do casoH I N F***I”* FCWA(ES Antonio* .se atrav1s do "ecreto n* =M* ?L? de ?O de de#em!ro de =S?@” F(E&+GESE Josiane &ose Petr'* Acesso 6 justi$aH a defesa de interesses difusos da crian$a e do adolescente N fic$%o ou realidade-* =SSA* ?MLf* 7ese F"outorado em "ireitoI N Curso de P2s.esmo no campo jurídico 4á diversas defini$/es seja no C2digo Civil C2digo Penal Consolida$%o das Deis do 7ra!al4o !em como no Estatuto da Crian$a e do Adolescente* Go mesmo estudo aponta )ue a Constitui$%o 5ederal de =STT passou a usar a terminologia crian$a e adolescente a pessoas com idade inferior a =T anos terminologia adotada pelo Estatuto ponderando )ue todo o aparato normativo deve ser lido conforme a linguagem adotada pela Carta 5ederativa* FCf* (E&+GESE Josiane &ose Petr'* +s "ireitos da Crian$a e do Adolescente* S%o PauloH D7r =SSS* p* ATI* U@BV Assistente Social do Servi$o Social Judiciário do 52rum Central de Porto AlegreQ&S* U@MV .enores* Anota$/es* hndices analíticos* . ps'c4ologico e pedag2gico informar.á do seu estado f4'sico mental e moral e da situa$%o moral social e econ\mica dos paes tutor encarregado da sua guarda nomeará defensor se o n%o 4ouver e ouvirá o curador depois do )ue conforme o caso podeH I julgar sem maiores formalidades o menor )uando se tratar de contraven$%o )ue n%o revele vicio ou má índole podendo entrega.lo aos paes tutor ou encarregado depois de advertir o menor sem proferir condena$%oR II proceder sumariamente a outras dilig3ncias para a instru$%o do processo )uando se tratar de crimeR III proceder aos termos do julgamento independente de denuncia em caso de flagrante delicto*” Sic* FCWA(ES Antonio* . “A partir dos anos vinte deste s1culo 1 )ue se inicia um processo de democrati#a$%o do Poder Judiciário* Período este )ue coincide com a implanta$%o do primeiro jui#ado de menores no <rasil na cidade do &io de Janeiro gra$as 6s incansáveis lutas em favor da crian$a desvalida do jurista .enoresH Degisla$%o* Estudos das medidas judiciais e das medidas de caráter social do C2digo de .alta C4rist2v%o Piragi!e* Processo* InH "icionário jurídico* A* ed* &io de JaneiroH Edi$/es 7ra!al4istas SQA =STA* p* L=?* U@LV Cf* &+SA .se.+&AES ealter* C2digo de .pessoa incum!ida de sua guarda*” Sic* FCWA(ES Antonio* .+&AES ealter* C2digo de .enores p* =LSI* U?SV “Art* =M= ^ @P* Se o jui# )uiser mais amplos esclarecimentos como e0ame pericial ou outros ordenará sua e0ecu$%o no mais curto pra#o*” FCWA(ES Antonio* .inist1rio P.enores deu.!lico ca!endo.+&AES ealter* C2digo de .AEADWiES Wum!erto Piragi!eR .l4es formular peti$%o devidamente instruída com os documentos necessários e com a indica$%o da provid3ncia pretendida* F***I ^ ?P .+&AES ealter* C2digo de .enores p* =MAI* U@OV .enores p* @@I* U@?V Art* SL N + procedimento contradit2rio terá início por provoca$%o do interessado ou do .enores p* S?I* U@@V Art* =OO N + procedimento da apura$%o de infra$%o cometida por menor de de#oito e maior de )uator#e anos compreenderá os seguintes atosH F***I ( N se ficar evidente )ue o fato 1 grave a autoridade judiciária fi0ará pra#o nunca superior a trinta dias para dilig3ncias e para )ue a e)uipe interprofissional apresente relat2rio do estudo do caso*” F.odelos* S%o PauloH Ed* &evista dos 7ri!unais =STB* p* SBI* U@AV Conforme ensinamentos de Josiane Petr' (eronese a palavra menor a!arca uma s1rie de defini$/es conforme a área do con4ecimento em )ue 1 mencionada* .attos* A cria$%o deste Juí#o privativo de .arcos (alls 5eu* Perícia Judicial N 7eoria e Prática p* L* . Apresentada ou n%o a resposta a autoridade judiciária mandará proceder ao estudo social do caso ou 6 perícia por e)uipe interprofissional se possível* FCWA(ES Antonio* .ello .+&AES ealter* C2digo de .enores* S%o PauloH Divraria e Editora Cniversitária de "ireito Dtda* =SLA* p* LBI* U?TV “Art* =LB* &ece!endo o in)u1rito policial o jui# su!meterá o menor a e0ame medico.

agistrados e Promotores de Justi$a da Infância e da Juventude =SSL* v* ? p* =LM* UABV Cf* SID(A Ant\nio 5ernando do Amaral e et al* Cadernos de "ireito da Crian$a e do Adolescente* v* ? p* =T=* .U@TV (E&+GESE Josiane &ose Petr'* 7emas de "ireito da Crian$a e do Adolescente* S%o PauloH D7r =SSL* p* ==* U@SV EA.unirR SID(A Ant\nio 5ernando do AmaralR .unirR SID(A Ant\nio 5ernando do AmaralR .onte* + direito 6 conviv3ncia familiar e comunitáriaH uma política de manuten$%o de vínculos* InH 5amília <rasileiraH a !ase de tudo* ?* ed* <rasíliaH Corte# =SSA* p* AL* UA=V SID(A Antonio 5ernando do Amaral* ApudH CC&g .* Josefina* ApudH CC&g .EG"EK Emílio Earcia* Estatuto da Crian$a e do Adolescente Comentado* ?* ed* S%o PauloH .al4eiros ?OO=* p* ALT* UA?V (E&+GESE Josiane &ose Petr'* 7emas de "ireito da Crian$a e do Adolescente* P* =O=* UA@V <EC8E& .A &icardo &odrigues* Govo C2digo Civil p* @S=* LM UAOV (ICEG7E Cenise .P N Associa$%o <rasileira de .EG"EK Emílio Earcia* Estatuto da Crian$a e do Adolescente Comentado p* AB?* UAAV Cf* SID(A Ant\nio 5ernando do Amaral e et al* Cadernos de "ireito da Crian$a e do Adolescente* 5lorian2polisH A<.