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f sBN 84-458-O427-8
Índice de capítulos

Parte l. Rocas detríticas terrígenas I

Parte 2. Rocas carbonatadas 33

Parte 3. Otras rocas sedimentarias 75

Apéndice l. Preparación de una lámina delgada de roca 97

Apéndice 2. Tinción de una lámina de roca carbonatada 99

Apéndice 3. Preparación de una réplica en acetato teñida de una roca carbonatada 100

Apéndice 4. Clasificaciones de rocas detríticas 101

Apéndice 5. Minerales comunes en rocas sedimentarias 102

Bibliografía 103

Índice alfabético de materias 105


Rocas detríticas terrígenas

Introducción

Los sedimentos detríticos terrígenos están constituidos por fragmentos Tabla l. Clasificación granulométrica de las rocas sedimentarias y sedi-
transportados,resultantes de la alteración de rocas ígneas, sedimentarias o mentos cletríticos
metamórficas existentespreviamente. Estas rocas pueden clasificarse, en pri-
mer lugar, atendiendo a su granulometría, según la escala propuesta por J. A.
Diámetro límite
Udden y C. K. Wentworth (tabla 1). (en milímetros Denominación Denominación de la roca
En los sedimentos terrígenos de granulometría intermedia -las limolitas
de la clase) de la clase según su granulometría
gruesas,las arenitas y los conglomerados y brechas de grano más fino-, es
donde más útil puede ser el estudio petrográfico mediante el microscopio.
bloque
Los principales componentes de los granos son fragmentos de cuarzo, fel-
rudita
despatosy de rocas. Los espacios entre estos granos pueden estar ocupados bloquepequeño
conglomerado
bien por una matriz original (formada por los productos de alteración de gra- canto brecha
no fino de las rocas madres, como los minerales arcillosos) o diagenética,
cantopequeño
bien por un cemento. )
Las arcillas y las pizarras arcillosas tienen una granulometría demasiado arenamuy gruesa
fina para estudiarsecon el microscopio petrográfico y deben estudiarse con l-
arenagruesa arenita
el microscopio electrónico o mediante difractometría de rayos X. Los com- 0,5('/,)
ponentes de los conglomerados y las brechas pueden identificarse con facili- arena arenisca
v,¿) \ ti arena
dad, debido a su mayor granulometría, con una simple lupa, pero un estudio arenafina
completo incluirá el estudio microscópico. 0,125('/")-
arena muy fina
En la descripción de las rocas sedimentariasdebe considerarsela forma de 0,0625('/,")
los granos y su grado de redondez. En la figura A se indican 5 tipos de re- lmo grueso
dondez en granos con dos categorías límites de esfericidad. En la página 24 0,0312('/.,)
limo medio argilita
se discuten las texturas sedimentarias. 0,0156('/,) limolita
imo fino lutita
0,0079('/,,,) pelita
imo muy fino
0,0039('/,,0)
arcilla arcillita

5. Muy redondeado 4. Redondeado 3. Subredondeado 2. Subanguloso Anguloso 0. Muyanguloso

{4Í>
\\----J
o
Om

o
a

E>
p
o

Fig. A. Categorías de redondez en granos con baja y alta esfericidad (según Pettijohn y cols., 1973).

N. de los T. Hoy día es frecuente la ruodificación de Lewis (Practical Sedimentologl, 1984),


por su conversión de lq escalq de milímetos de unidades (D, donde la unidad @ = -log. x dió-
metro de srano en milímetos.
Rocas detríticas terrígenas 1,2

Cuarzo (S¡Or)

-) El cuarzo es el mineral más abundante en las arenitas y los


conglomerados. Adernás del tamaño y la forma de los granos
individuales de cuarzo, para obtener infbrr¡ación sobre el ori-
g e n d e l s e d i m e n t o i n i c i a l , t a m b i é n d e b e n c o n s i d e r a r s el a s s i -
.'ñ' guientes características:

l . S i l o s g r a n o s d e c l l a r z o s o n c r i s t a l e ss i m p l e s ( m o n o -
.{...
c r i s t a l i n o s )o c o n s t a n d e n u m e r o s o sc r i s t a l e sc o n o r i e n t a c i ó n
d i f e r e n t e( p o l i c r i s t a l i n o s ) .
2 . S i l a e x t i n c i ó n e s u n i f b r m e ( e l c r i s t a l s e e x t i n g u ec o m -
p l e t a m e n t ee n u n a p o s i c i ó n c o n c r e t aa l g i r a r l a p l a t i n a d e l m i -
c r o s c o p i o )u o n d u l a n t e( e l g r a n o p r e s e n t ue x t i n c i o n e sp a r c i a l e s
en una gama angularal menosde 5", al girar la platina).
3 . L a p r e s e n c i ao a u s e n c i ad e i n c l u s i o n e s .
4 . E n e l c a s o d e g r a n o sp o l i c r i s t a l i n o s ¿ , l o s b o r d e sd e s u s
cristales son rectos o suturados?

La fbtografía l, con luz polarizada sin analizador (LPNA) y


la fotografía 2, con luz polarizada y analizada (LPA), muestran
granos de cuarzo bien individualizados y con morfología sub-
redondeada. La matriz dispuesta entre los granos de cuarzo
c o n s t a d e ó x i d o s d e h i e r r o ( o p a c o s )y a l g o d e c a l c i t a ; e s t a ú l -
tir¡a (en granos subredondeadosdispersos en la roca) presenta
colores de interferencia rosas v verdes de orden elevado.

I y 2: formación de Red Mountain, Silúrico, Birmingham,


Alabama, Estados Unidos; alrmento: x 38; l, LPNA y"2, LPA.
3, .t, 5 Rocas detríticas terrígenas

Cuarzo(S¡O,)
(continuación)

L o s t r e s g r a n o s r c d o n d c a d o sd c c u a r z o . s i t u a d r ¡ se r t c l c c l r -
t r o d c l a s l o t o g f a l ' í a s3 y 4 . c s t i n c o n s t i t u i d o sp o r v a l i o s c r r s -
t a l e sd e c u a r z o c o n o r i e n t a c r í r nt ' r p t i c ad i s t i n t a y s o n . p o r t a n t o .
cLtarzos(ontl)t!('.sto.;t't¡ntlit ri.r¡¿¿li¡ro,s. Su naturaleza collpues-
t a s ó l o e s r c c o n o c i b l c r n e d i a n t ee l n r i c r o s c o p i o .t a l v c o n r o s c
m u e s t r ae n l a l i r t o g r a l ' í at o n r ¿ r d ac o n n i c o l e s c r u z a d o s( [ - P A ) .
O b s é r v e n s ek r s b o r c l e si n d e n t a c l o cs n t r e l o s c r i s t a l e sc o n t i r u r r s
d e c u a r z o . h a b i t u a l c se n k r s c u a r z o s d c o r i g e n n r c t a n r r i r l ' i c o .
L o s c u a r z o sc o n r p u c s t o so p o l i c r i s t a l i n o sp r o c e d c n t c sc l c r o c l s
í g n e a st i c n c n . h a b i t u a l n r e n t cs. u s l í n r i t c s c r i s t a l i n o sr c c t o s . E l
s e d i m e n t od e g r a n o n r u y f i n o c ¡ u er ' o d e aa l o s - u r a n o sp o l i c l i s -
t a l i n o s c s t í c o n s t i t u i d o p o r c u i r r r o s m o n o c r i s t a l i n o sy u n o s
f i - a g n r e n t opsa r d u s c o s .d e g r a n o l ' i n o . c l u e p r o b a b l c n r c n t cs o n
l i u g t t t c t t l , r tsl c p i z l r r t ' r trs) c \ q u i \ l ' ) \ .
L a l i r t o g r a f ' í a5 u r u e s t l a .e n n i c o l c s c r u z a d o s( L P A ) . u n g r a -
n o d e c u a r z o p o l i c r - i s t a l i n oc o r t c k r sr a s g o s :l o s l í n r i t c s c l c l o s
c r i s t a l e si n c l i v i d u a l c se s t ¿ í ni n d c n t a d o sy l o s c r i s t l l c s p r c s t : n t i l n
e l o n g a c r t i ns c g r i n u n a d i r e c c i r í np r c l ¡ r e n t e . E s t o s c r i s t u l c ss o n
fos denonrinacit)scuarzos ci:.ullttdt¡.so cLrarzosnt¿tttnttit'fico.s
e . s t i n u l t nL. , n c s t c c a s o . l o s c r i s t a l c si n d i v i d u l l e s n r . r c s t r ¿ lunn a
e x t i n c i ( i no n c l u l a n t e( c o n d e l i r r r n a c i t i nc l e s u r e d c r i s t a l i n a i n i -
c i a l y b i a x i c i d a dr i p t i c a ) a c r u s ¿ rd e l a c l e f i r r m ¿ c i t i nE. s t a p r o -
p i e d a ds c r c l ' l cj a e n l o s c o k r r c s d c i n t e l f ' e r e n c i ¿nro u n i l i r r n e s
e n l a r n a y o r í ad e s u s c r i s t a l c si n t l i v i t l u a l e s .

3 t 4: ttt¡trt.sde Tricltrug, Silúrico, Pontarllecltuu. Dtfed,


Gales, Gr¿ut Rretuño: oLünetllo: x l6: 3, LPNA 1'4, LPA.
5: Carbonífent, Angleset, Gulcs, Gnut Bretoltu: ount(nto:
x43. LPA.
Rocas detríticas terrígenas 6,7,8

Cuarzo (SiOr)
(continuación)

En el centro de la fotografía 6 (LPNA) parece que el grano


de cuarzo sea un único cristal homogéneo pero con.LPA (fo-
tografía 7) se aprecia que este mismo grano está coonstituido
por partes de dos cristales. Una parte, en el extremo superior
izquierdo del grano de cuarzo, muestra un color de interferen-
cia gris medio mientras que el resto del grano está formado por
un cristal con varias zonas con colores de interf'erencialigera-
mente distintos. En este último caso puede verse que las áreas
izquierda y derecha están en posición de extinción y los colo-
res de interferencias se vuelven, gradual y progresivamente,
más pálidos hacia el centro del cuarzo. Los granos de este tipo
presentan una extinción variable, que no es uniforme, al girar
la platina del microscopio. Este fenómeno, denominado e¡¡ü¡-
ción ontlulante, es la respuestaa esfuerzos aplicados a la roca
(y, en definitiva, a sus granos) y se observa en granos de cuar-
zo de origen ígneo y metamórfico.
En ocasiones,los cristales de cuarzo pueden contener inclu-
siones minerales cuya identificación aporta información muy
útil sobre el origen del sedimento. El grano de cuarzo situado
en el centro de las fotografías 6 y 7 contiene muchas inclusio-
nes aciculares que, dado su reducido tamaño, no son identifi-
cables con los aumentos empleados para la fotografía (en oca-
s i o n e s ,s u i d e n t i f i c a c i ó ns ó l o e s p o s i b l e c o n a n á l i s i sp o r m i -
crosonda electrónica y empleando un haz electrónico muy
fino). En muchos cristales de cuarzo son comunes las inclusir¡-
nes fluidas incorporadas durante su cristalización. La fotogra-
fía 8 muestra un cristal de cuarzo con muchas inclusiones flui-
das, apreciables en forma de puntos finos oscuros que, en el
ejemplo, se concentran según líneas (en este caso, subparalelas
al borde inf'erior de la fotografía). Las inclusiones fluidas pre-
sentes en los cuarzos componentes de filones hidrotermales
(que cristalizan a baja temperatura) dan a dichos cuarzos un as-
pecto lechoso en muestra de mano. La fotografía 8 permite
identificar también un mineral verde, con composición de clo-
rita, en la matriz que rodea al grano de cuarzo.

6 ¡'7: localidad ¡'era desconocidas; atonento: x72;


6, LPNA y 7, LPA.
8: Coal Measures, Carbonífero superior, Lancashire, In-
glaterra, Gran Bretaña; aLtmento: x 72, LPNA,
La extíncíón ondulante se puede observar tambíén en Iafo-
tografía 5.
.-
9, 10 Rocas detríticas terrígenas

Feldespato

i¿a,
Los feldespatos son componentes importantes de muchas
arenitasy conglomerados. Los f'eldespatosalcalinos son más
frecuentesque las plagioclasas cálcicas en parte debido a su
mayor resistenciaa la alteración química y también porque el
origen de muchas rocas detríticas son rocas graníticas o gneí-
sicasque contienen, sobre todo, feldespatos alcalinos. La alte-
ración química de los feldespatos puede ser un proceso rápido
que genera micas secundariasy minerales arcillosos. Los fel-
despatosson, por tanto, más abundantesy están mejor conser-
vados en rocas formadas por disgregación mecánica. La iden-
tificación microscópica de los f'eldespatoses sencilla, pues las
plagioclasaspresentan las típicas maclas polisintéticas, la mi-
croclina suele presentarsu enrejado característicoy, fiecuente-
mente,pueden reconocersetexturas pertíticas en los feldespa-
t o sa l c a l i n o sL
. a d i s t i n c i ó ne n t r e l a o r t o s a s i n m a c l a y e l c u a r -
zo puede ser difícil pero, en este caso, son útiles los cl'iterios
siguientes:

l . L a a l t e r a c i ó n :l a o r t o s a e s s e n s i b l ea l a a l t e r a c i ó nq u i
mica y adquiere unos tonos turbios o coloreados parduscos en
Iuz polarizadano analizada, mientras que el cuarzo es límpido i::f
r¡: .
(no se altera). -.:
2. El índice de refiacción: el del cuarzo es muy próximo
al del adhesivo de la lámina, o ligeramente superior, mientras
que la ortosa tiene un índice de refracción siempre inferior al
del adhesivo.
3. Las figuras ópticas: la ortosa es biáxica con un ángulo
2V moderado y el cualzo es uniáxico (excepto si está defor-
mado;en este caso, puede ser biáxico).

Las fotografías 9 y 10 muestran un grano grande de plagio-


clasa, fácil de identificar por sus maclas polisintéticas (10,
LPA). En detalle, esta plagioclasa muestra la combinación de
dos leyes de macla: la de Carlsbad (macla simple) y la de al-
bita (macla múltiple o polisintética).
El aspectoturbio visible en LPNA (9) se debe a la altera-
ción, dispuestaen parches inegulares en la plagioclasa. El mi-
neral de alteración es, probablemente, sericita, una mica de
granomuy fino y binefringencia alta.

9 y l0: conglomerado Caban, Silúrico, Rlta,v-ader,Gales,


Gran Bretaña: aunTento: x 25: 9, LPNA t' l0 LPA.
Rocas detríticas terrígenas ll,12, 13

Feldespato
(continuación)

Las fotografías ll y 12 muestran un fragmento de roca con


tamaño de grano de canto, casi completamente constituido por
microclina, que puede ser identificada fácilmente por el ma-
clado en forma de <enrejado> o <parrilla> que es característi-
ca. La microclina se altera poco, mientras que los granos visi-
bles en la parte superior izquierda son plagioclasas (con ma-
clas polisintéticas, v. 12) que, por alteración, adquieren colores
parduscos pálidos. El cuarzo (v. ángulo superior derecho), se
observa límpido, dada su inalterabilidad.
Los granos que muestran entrecrecimientos pertíticos, con
morfología de gotículas o lamelas de feldespato sódico inclui-
das en el feldespato potásico, no son raros en las rocas sedi-
mentarias. Las fotografías 13 y 14 muestran un fragmento, con
tamaño de grano de arena muy gruesa, de feldespato potásico
pertítico. La mayoría de los granos restantesde la roca son de
cuarzo y la matriz consta de granos minerales, con birrefrin-
gencia alta, demasiado pequeños para ser identificados con el
aumento empleado en este caso.
Las fotografías 15 y 16 (pág. siguiente) muestran granos de
ortosa y cuarzo. Los feldespatos pueden ser identificados en
LPNA por su aspecto turbio debido a la alteración. El cuarzo
es límpido y no alterado. En la fotografía 15 (LPA) puede
apreciarse que uno de los f'eldespatospresenta una macla de
Carlsbad (v. ángulo derecho superior de la fotografía) pero la
mayoría de los granos no están maclados. Pueden verse tam-
bién dos cristales de plagioclasa con maclas polisintéticas.
14, 15, 16 Rocas detríticas terrígenas

Feldespato
(continuación)

I1 y 12: Torridoniense, Precámbrico, isla de Sxl\e, Escocia,


Gran Bretaña; aumento: x 16; 11, LPNA y 12, LPA.
13 y 14: Torridoniense, Precámbrico, Torridon, Estucia,
Gran Bretaña; aumento: x 36; 13, LPNA y 14, LPA.
15 y 16: Tórrid¿tniense, Precámbrico, Escocia, Gran Breta-
ña; aumento: x72; 15, LPNA y 16, LPA.
Véanse otros feldespatos en las fotografías 54, 55, 58, 59,
64 t¡ 65.
Rocas detríticas terrígenas 17,18,19

Fragmentosde roca

Los fragmentosde roca y especialmente, los de rocasmeta-


mórficas, son componentesimportatesen muchasrocasdetrí-
ticas.
Las fotografías 17 y 18 muestranuna roca detrítica com-
puestapor muchosfragmentosde roca.Los dos fragmentossi-
tuadosen el centrode ésta,encimadel cuarzo,estánconstitui-
dos por un material de grano fino que no puedeser identifica-
do con los aumentosque se empleanen estecaso.Se tratade
fragmentosde pizarra o de esquistoy su forma aplanadaca-
racterísticaresultade la fragmentación de una roca madrees-
quistosaquecontieneunaelevadaproporciónde mineralescon
hábitolaminar.La roca estámuy mal clasificada(es muy pa-
tente la variedadde tamaños)y constade muchosfragmentos
pequeñosde roca,de granosde cuarzoy, al menos,una pla-
gioclasa(v. en el centro, hacia la parte superiorde la fotogra-
fía, situadaentredos cristalesde cuarzo),así como un cristal
grandede cuarzoque apareceparcialmenteen estafotografía.
Los fragmentosde rocasmetamórñcasde grano gruesoson
frecuentementeesquistosos.Las fotografías19 y 20 muestran
un fragmentode roca rico en cuarzoy moscovita.Las lamini-
llas de mica muestranuna alineaciónpreferente,que define
una texturaesquistosa.En algunasocasiones,estosfragmentos
son clasificadoscomo cuarzosesquistosos y no como frag-
mentosde rocasmetamórficas.
Los fragmentosde rocassedimentarias, salvolos de silexi-
tas, son relativamentepoco frecuentesen las rocassedimenta-
rias terrígenas,ya que se disgreganfácilmente en sus granos
constituyentes.Las fotografías2l y 22 muestranun fragmento
grandede una arenita.Obsérveseque, aunquetodas sus partí-
culascomponentes son de cuarzo,éstasson claramente distin-
guibles,inclusoobservadas en LPNA, a diferenciade lo que se
observaen el granode cuarzocompuesto(policristalino) de las
fotografías3 y 4, cuyos cristalesindividualesson invisiblesen
LPNA. La fotografía 22 (LPA) presentagranosde cuarzo in-
dividualesque estánseparadospor un cementocon coloresbri-
llantesde interferenciaque, posiblemente, corresponden a un
mineral de la arcilla.

10
20,21,22 Rocas detríticas terríqenas

Fragmentosde roca
(continuación)

17 y 18: conglonterado Caban, Silúrico, Rhayacler, Gales,


Gran Bretaña; aumento: x27; 17, LPNA y 18, LPA.
19 y 20: conglomerado Caban, Silúrico, Rluyader, Gales,
Gran Bretaña; aumento: x28; 19, LPNA ¡'20, LPA.
21 y 22: conglomerado del Arenig, Rhosneigr, Anglesey'
Gales, Gran Bretaña; aumento: x 16; 21, LPNA y 22, LPA.
Rocas detríticas terrígenas 23,24,25

Fragmentosde roca
(continuación)

La diversidad de tiagmentos de rocas ígne¿isencontradosen


las rocas sedimentariasdetríticas es tan grande como la propiu
variedad de rocas ígneas y sólo la falta de espacio impide in-
cluir aquí un número más amplio de ejemplos. En el Atlus de
rocas ígtteos l sLtstexturus (Masson, 1996) se indican nume-
rosos ejemplos de rocas ígneas y su consulta puede ser de gran
ayuda para identiflcar los fiagmentos de estas rocas. Los mr-
nerales ferromagnesianos,comunes en las rocas ígneas bhsicas
( o l i v i n o , p i r o x e n o , e t c . ) , s o n r e l a t i v a m e n t ei n e s t a b l e se n l a s
condiciones propias de la superficie terrestre y suelen aparecer
alterados. haciendo relativamente difícil la identificación de
l o s f r a g m e n t o sq u e c o n t i e n e nt a l e s m i n e r a l e s( e n l a p r á c t i c a ,e l
estudio de la morfblogía de estos minerales y, también, una co-
r r e c t a i d e n t i f i c a c i ó nd e s u s m i n e r a l e ss e c u n d a r i o sc o m u n e s .r e -
s u e l v e p a r c i a l m e n t ee s t e p r o b l e r n a ) .
Las lbtografías 23 y 24 muestran un fiagrnento de roca vol-
cánica en el centro del campo de imagen. Está constituido por
c r i s t a l e st a b u l a r e sd e p l a g i o c l a s ai n c l u i d o s e n u n a < p a s t a >a l -
terada cuyo tamaño de grano es demasiado fino para posibili-
tar la identificación de sus componentes con este aumento. A
la derecha del centro de la fbtografía. y del fragmento anterior.
se observa un segunclofragmento de roca cornpuesto por cris-
tales de cuarzo dispuestos en una matriz con alta birrefiingen-
+ cia, fbrmada por minerales arcillosos. La roca estírconstituida,
también, por algunos granos de f'eldespatos-algunos de ellos
son plagioclasas con maclas polisintéticas- y por granos de
cuarzo monocristalinos y policristalinos. La matriz de esta roca
contiene minerales arcillosos o micas. con elevada birrefrin-
gencla.
Las fotografías 25 y 26 muestran dos fragmentos de rocas
ígneas distintas. En la parte superior izquierda de la fotografía
puede verse un fragmento de roca, probablemente volcánica,
básica y de grano flno. Está constituida por rnicrofenocristales
de plagioclasa dispersos en una matriz de f'eldespatoalcalino,
piroxenos muy pequeños y minerales opacos. También se pue-
5 de observar una clorita verde pálida. que probablemente relle-
naba las cavidades originales (tiene forma elíptica y puede ver-
7
* se próxima al borde inferior derecho en el interior de este frag-
mento). Esta clorita presenta color negro en LPA debido a su
'i:
,_1 baja birrefringencia. La parte inf'erior de esta fotografía está
ocupada, en gran parte, por un fragmento de roca plutónica de
grano grueso, constituida principalmente por plagioclasasy pi-
:;, roxenos. Los feldespatoscon una única macla (simple) pueden
ser feldespatos alcalinos si bien, en este caso, no se detecta
ninguna diferencia en el índice de retiacción entre éstos y las
plagioclasas, con maclas polisintéticas. Valga este ejemplo

12

\
26,27, 28 Rocas detríticas terrígenas

Fragmentosde roca
(continuación)

p a r a i l u s t r a r l a s d i f i c u l t a d c sq u c p u e d e ns u r g i r p a r a i c l c n t i f i c a r ii r"
con precisión los fiagmentos dc rocas ígncas. Además dc los ":.':!. .
l r a g m e n t o sd e r o c a n t á s p e q u c ñ o s .e l c o n g l o r n e r a d oe s t ác o n s -
t i t u i d o p o r g r a n o sd e c u a r z o s u b a n g u l o s o sy . e n e l b o r d e s u p e -
r i o r d e r c c h o .u n ú n i c o c r i s t a l d e u n n t i n e r a l l ' c r o m a g n e s r a n o .
p f o b a b l c n r e n t eu n a n f ' í b o l( v . s u e x l b l i a c i ó n ) d e c o l o l v e r d o s o
(LPNA, lirtogral'ía 25) con tonos naranjas en LPA (lirtogral'ía '.i" _;:
26). Los li'agrnentosde roc¿rsígneas (subangulososy con ntala
't',
c l a s i f i c a c i r i n )y l a p r e s e n c i ad e m i n e r a l e s t ' e r r o m a g n e s r a n o s +:'í
¡l ¡il
i n a l t e r a d o ss u g i c r e nq u e c l s e d i n t e n t os u f i í r u n t r a n s p o i l eb a s -
tante reducido tras la erosión <Jelos liagmenk)s a partir de la
Íoca ma0re.
Los tragmentos de silexitas son muy fl'ect¡cntesen lts roc¿rs
s e d i m e n t a r i a sp, u c s l a s s i l e x i t a ss o n e s t a b l e sy r e s i s t e n t e sa l a
altcracirin. Las lirtogral'ías27 y 28 muestran r.rnaliunina delga-
da de conglonrcrado, en el que los fi'agntentosredondeadosson
de silexita. La lirtografía 28 (con nicoles cruzados. LPA)
muestra que estos fragrnentos están fi)rm¿ldos por cuarzo de
grano muy fino (microcuarzo. plig. U2). Los fiagrnentos pc-
q u e ñ o sd e s i l e x i t a sp u e d e n s e r d i f í c i l e s d e d i s t i n g u i r d c l o s d e
r o c a s v o l c á n i c a s ¿ ' r c i d ads e g r a n o f i n o , s i b i e n e s t a s ú l t i r n a s
suelen prcsentar texturas por{'íclicasy otros rasgos texturales
propios dc rocas ígneas (para identificar estos car¿rcteres.pue-
d c s e r n e c e s a r i ru) t i l i z a r g r a n d e sa u m e n t o s ) .E n e s t a r n u e s t r a l,a
m a t r i z e s t á c o n s t i t u i d a p o r g r a n o s d e c u a r z o s u b a n g u l o s o s0
s u b r e d < ¡ n d e a d oys f r a g r n e n t o sp e q u e ñ o s d e s i l e x i t a s . u n i d o s
por un cemento con alto contenido en rixido de hierro (marrtin
en LPNA).

23 t'21: arenitu de gruno gnreso de GLtstutltttutt,Ordot,íci-


t'o, Clogvt'rt, Gu'ttterld, Gales, Crtut Rretüñu; auntento: x 25:
23, LPNA y 21, LPA.
25 t' 26. conglomerudo de Glen App. Ortlor'ít'ict¡, Atrshire,
Escocitt, Gran Bretañu: uuntento: x I 1: 25, LPNA 1' 26, LPA.
27 t'28: pudingu de Hert.fbrd.sltire, Terciario, Chiltent
Hills, Inglaterru, Grutt Bretuñu: .tunenÍo: x l3; 27, LPNA t
28. LPA.
En lus .ftttografías 3, 1, 33, 31, 56-61, 66 r 67 sc ilusfrutt
olros Ji'ttgrnent)s de roca.

13

--
Rocas detríticas terrígenas 29,J0

Micas

29 t'30: tilestones,Siltirico, Llangudog, Dyfe{ Gales' Gran


Bretaña: alrmento: x 16; 29, LPNA y 30, LPA-
Véanse otras micas en hs fotografías 68 ¡' 69
Rocasdetríticas terrígenas

de la arcilla
Minerales

Los mineralesde la arcilla constituyenuna parte importan-


te de las arenitasy son constituyentesprincipalesde rocas ar-
cillosas.Puedenser detríticoso autigénicos.
Su identificación medianteel microscopio petrográfico no
es siempreposible, ya que su tamañode grano suele ser muy
pequeño.Por este motivo, no son tratadosen detalle en este
manual.Esta dificultad de estudio se resuelveaplicandootras
técnicas(difractometríade rayos X, estudiospor microscopia
electrónica-SEM- o incluso mediante análisis químicos
puntualescon microsondaelectrónica).En la bibliografía se
indican manualesespecíficosque facilitan esteestudio.
Los mineralesde la arcilla puedenidentificarseen las foto-
grafías22-24,45, 46 y 62-67.
Rocas detríticas terrígenas 31,32

Clorita
Fórmula general: (Mg,Fe,Al),,(S¡,Al).O,0(OH),6

La clorita es un fllosilicato abundante en las rocas sedimen-


tarias. Puede presentarseen laminillas detríticas procedente,de
forma habitual, de rocas metamórficas de bajo grado o como
producto de alteración de fragmentos de rocas volcánicas o, in-
cluso, como mineral autigénico* rellenando los poros en rocas.
Las fotografías 3l y 32 muestran una roca sedimentariade gra-
no fino donde son visibles muchos fiagmentos pequeños, con
diámetro inferior a I mm a estos aumentos y, por lo tanto, de
difícil identificación. La roca es, por tanto, una limolita. Los
granos redondeados mayores, que son incoloros en LPNA y
muestran colores de interferencia gris azulados ligeramente
anómalos, son de composición clorítica. En este caso, la clori-
ta se ha formado en la roca como consecuenciade la descom-
posición de pequeñosfragmentos de roca y de la matriz de gra-
no fino durante un metamorfismo de bajo grado.

'rN. de los T. Autig¿n¡o (del grie¡1t authigenés: irtdígcnu) se rcJiere t


t trttlt¡uier ntinercl .fornntb ett lu rr¡cu tktttle se cnt'uentm. Suele oplít cu'se
u los tttittenrles que hut cristuli:ttdo en unu ro('u selinenturüt por dütgéne-

3I y 32: Ordovícico,Llangranog, DyJbd,Gales, Gran Bre-


taña: aumento:x72; 31, LPNA y 32, LPA.
Véasetambiénla clorita en lasfotografías 8, 58 y 59.

16
33,34,3s Rocas detríticas terrígenas

Glauconita
Fórmulageneral:
(K,Ca,
Na),,0 Fe*,Al),(Si,Al)"O,0(OH),
uu(Fe3.,Mg,

L a g l a u c o n i t a e s u n a l u n t i n o s i l i c a t oh i d r a t a d o d e h i e r r o y
p o t a s i oq u e s e t b r n ¡ a e x c l t ¡ s i v a m e n t e n ¡ n e d i o ss e d i m e n t a r i o s
m a r i n o sy h a b i t u a l n t e n t ee n a g u a s p o c o p r o f u n d a s .S c p r e s e n -
'a
L

í:vfu
ta, ptrr fo general, en fonna de pcllct,s redondeados,firrmados
por a,uregadosde cristales ¡requerlos.Las firtografías 33 y 34
m u e s t r ¿ rvna r i o s 7 r a l / r , / .di c g l a u c o n i t ae n u n a a r c n i t a d e g r a n o
g r u e s o .L a g l a u c o n i t a p u c c l ei d e n t i f i c a r s ec o n l i r c i l i d a d e n l a s
fbtografías con LPNA a causa dc su color verde o azul verdo-
s o . E l g r a n o s i t u a d o e n e l c e n t r o d c l a p a r t e s u p e r i o rd c l a f o -
t o g r a l í ac o n t i c n e n t u c h o sc r i s t a l e sp e q u e ñ o sd e c u a r z o c o n t a -
m a ñ o d e l i n l o . L a g l a u c o n i t a t i e n e u n r b i r r e l i ' i n g e n c i am e d i a
pero. según muestr¿lnlas firtogral'íascon LPA. los colores dc
i n t e r f ' e r e n c icas t á ne n r n a s c a r a d opso r e l c o l o r n a t u r a ld o l n r i n e -
lal. El resto clc la roca est¿'rconstituidt) poÍ granos dc cuarzo
n r o n o c r i s t a l i n oys c n e l á n g u l o i n f ' c r i o rd e r c c h op u e d e v c r s e u n
liagrnento de roca scdimentaria. El cemcnto! que presenta co-
l o r e sd e i n t e r l é r ' e n c i a
d e o r d e n e l e v a d o .e s d e c a l c i t a .
L a f o t o g r a f ' í a3 5 n r t ¡ e s t r au n a a r e n i t ar i c a e n g l a u c o n i t a .q u e
c o n t i e n et a m b i ó n g r a n o s d e c u a r z o s u b r e d o n d e a d o (sc o n b a j o
relievc), ¿rsíconro cernento y granos de carbonato (con relieve
a l t o ) .O b s é r v e s eq u c r n u c h o sg r a n o sd e g l a u c o n i t a- v e r d e b r i -
Ilante- tienen un borde paldo. collpucsto por lirnonita.quc
r e s u l t ad e l a o x i d a c i < i nd e l h i c r r o f ' e r r o s od e l a g l a u c o n i t a .
( L a g l a u c o n i t ae s d e c o l o r v e r d e o b s e r v a d aa l m i c r o s c o p i o :
en granos es verdc y varía desde el verde oliva hasta cl verde
n e g r u z c o ;s i e s t á a l t e r a d a .t o m a u n c o l < ¡ rm a r r t ' r n .U n c s t u d i o
más prcciso de su cornposicirin difl'actometría de rayos X-
i n d i c aq u e r n u c h o s< g r á n u l o sv e r d e s r a t r i b u i d o ss ó l o a g l a u c o -
n i t a p u e d e ne s t a r c o t n p u e s t o s a . d e n r á s .p o r m e z c l a s c o t n p o s i -
c i o n a l e sc o n i l l i t a , m o n t m o r i l l o n i t ao c l o r i t a . )

33 y 34: Green.sun¿lltfbrior, Cretáciu¡ itfbrior, Folkes-


tone, Inglaterrd, Grun Breturia; uLonetúo: x22: 33, LPNA t'
34, LPA.
35; Crettícico irtferior, Condutlo de Antrint. Irlantla del
Norte; oLmlenfo:x22, LPNA.
Véuse tanúién lu glaucrsrita ert las Jittografíus 211 t 215.

17
rf Rocas detríticas terrígenas 36, 37, 38

Arenitas;matriz
y cemento

En el momento de su depósito, la mayoría de las arenitas


contienen poco sedimento matriz entre los granos. En algunas
rocas detríticas, sin embargo, cierta cantidad de lodo terrígeno
puede ser depositado junto con los granos; los sedimentos en
los que la matriz supera el 15 o/cse denominan grauwacas (fo-
tografías 62-67; v. Apéndice 4). Excepcionalmente, algunas
arenitas pueden presentar una matriz de lodo carbonatado.Las
tbtografías 36 y 37 muestran una roca que contiene granos
grandes de cuarzo redondeadosy otros granos más pequeños.
de subangulosos a subredondeados,en una matriz de grano
fino con relieve alto. Esta, en la fbtografía en LPA, presenta
colores de interf'erenciade orden elevado. característicosde la
calcita. La roca es, por tanto, una arenita con una matriz de
lodo carbonatado que, probablemente,se clepositóen el mismo
momento que los granos, ya que no parece que haya sido in-
troducida posteriormente en forma de cemento.
La cementación es el principal proceso que conduce a la
disminución de la porosidad de las arenitas (y de las rocas de-
tríticas en general); los cementos más tiecuentes son de cuar-
z o , c a l c i t a y m i n e r a l e sd e l a a r c i l l a . L a s e n v u e l t a sd e m i n e m -
les arcillosos en las superficies de lós granos componentes son
importantes en la diagénesis* de los sedimentosporque pueden
inhibir el crecimiento de cementos de cuarzo o de calcita de re-
lleno de poros. El estudio detallado de estas texturas requiere
emplear un microscopio electrónico.
Las fbtografías 38 y 39 muestran una arenita muy porosa
que contiene granos de cuarzo redondeados.Las áreas motea-
das que aparecen negras en la tbtografía tomada en LPA son
poros rellenos por el adhesivo de la preparación. Aunque la
roca presenta una textura con bajo empaquetamiento de gra-
nos, presenta una buena cementación por cuarzo secundario
(autigénico) que forma bordes de recrecimiento en los granos
detríticos. Las superficies de los granos originales están seña-

a'N. de los T. Dittgéilesis: ujLutto de procesos que aJbcttm un sedütten-


tu \- lo tru[fbntlatt, de fonwt progresiwt, en rocu sedintentu'ie compe(l.l. Et1
gerterul, los.ftrctures uubietúttles <¡ueiten'iettett son lu ¡tresión, kt ternpenr
tn'o, el qtriminno tle los fluitltts cliagetúticos t el tiempo. Dettro de kn.fac-
tu'es intríns(cos tr los propíos vdimetú¡ts cabe citar la utnposición, tcxtu-
ra, porcsitkrd t pernteabilitlutl. Los tunbientes ditrgetúticos ntús cil'acterísÍi-
ctts sott: I ) medit¡ ttuttinetúul, cotr aguus tneteórices, que ¡tuecleser de típo
ltrtl<tsoo.fi'eútico, 2) nedio nurino, dorule cabe di.stinguir el tnarino wtd<tso
o dontittio itúermureql y el tnurirto freútico o tktntittiu subnuu'eal¡' 3) el me-
dio proliutckt. Los pntcesos tliogenéti<tts mós relevantes xtt la contpacta-
ciótt, tlísolttcíótt, tenrctúttcüitt t' transJbrmación (recristaliz.ución ¡t reempLa-
:enriento tnineral).

18
39. 40. 4l Rocas detríticas terrígenas

Arenitas;matnz
y cemento
(continuación)

l a d a s p o r u n b o r d c f i n o p a r d o - r o . j i z oc l c ó x i d o d e h i c r r o . L o s
¡r +t
b o r d e s d e c r c c i n r i c n t oy l o s n ú c l c o s d c t r í t i c o s c l e c a d l g r a n c r
Inuestl'¿lnru'loscoklres dc intcrf crcnci¿rhomogérrcos.inclicando
l a c o n t i n r ¡ i c l a rdi p t i c ad e l o s r c c r c c i n r i e n t o sc o n l a s p r o p i a sp a r -
t í c u l a sc ¡ u ch a n s c n ' i d o d e n u c l e a c i r i n E . s t e t i p o d e c e n r e n t oe n
c o n t i r r t r i c i arci lp t i c a e s e l d e n o r n i n a d o( c n t e t r t o, r i ¡ ¡ ¿ ¿ , r ' i(¿r 'r.1e n
132 y 133 ccnrcntosy bordes sintaxialcsclecalcita). Cabc obser-
v a r q u c , c u a n d o l o s b o r d c s c l c c r c c i n r i c n t oe s t á n b i c n d c s a r r o -
llados, la nrorlirlogía gcncral clc los ,rrranosl.ro qs rcclonclcada
s i n o h i p i d i r u l r r l i t . E n c l í r n g u k rs u p c r i o r d e r e c h o d e l a l i r t o -
g r a l í a p u c d c o h s c r v a r s eu n b u c n c j c m p l o d e l ú ¡ i t e s c r i s ( a l i n o s
c o n c o n t o r n o si t l i o n r o r l i r s .
L o s c c m en t o s d e c a l c i t a c n l a s a r en i t a s e s t í r nl i r r n r l d o s . e ¡ r
g e n e r a l ,p o r c r i s t a l e sd e g r a n t a n r a ñ o ( e s p a r i t a .p í r g . . l . l ) . E n
itiS
..#:i,it
o c ¿ r s i o n c su.n ú n i c o c r i s t a l g r a n d c d c c c m e n t o r o d c a ¿ t n u u r e - '**:,$
rosos gf'¿lnosdctríticos conclucicndo a Ia textura poitltrilíticu t:t.
a p l i c a n d oe l t é r m i n o e s p c c í l ' i c op a r ' ¿rlo c ¿ l ss e d i r n c n t a r i a s7.' r r l -
quilrúó¡tit u. Las lixografías 40 y 4l nruestranuna arcnita cn la
q u e l o s g r a n o s d e c u a r z o d c t r í t i c o s s o n d e s u b a n g u l o s o sa
s u b r e d o n d c a c k rE s .l c c m c n t o p o i c l u i l o t r i p i c od e c a l c i t a p r e s e n -
ta un tanraño tle -rtranotan dcsarrolhdo que srilo l¡rlos pocos
c r i s t a l c ss o n v i s i b l e s e n e l c a n r p o d e l a f b t o g r a l ' í a .L o s c l i s t a -
l e s i n c l i v i c l L r a l cdsc l c e m c n t o p u c d e nd i s t i n g u i r s cc n l a l i r t o g r a -
f í a ( e n L P A ) p o l s u s c o l o r e s c i c i n t c r f ' e r e n c i al i g c r a n r e n t ed i s - *:'1 '. -Cr$i1nj'';s +f
".
F.q?- : r t{ t

tintos(gris y rosade orden clevado). --*t ñ,


,t Ú *, .*¡t.l":.¡
:'s:i

'''ir
36 t 37. Lt¡culidctd y edud dc.stt¡ttot'idn.s:uutnatt¡t¡:x l6;
36, LPNA t 37, LPA.
1.,.
¿. . :
38 t 39. urenisctt de Pettritlt, Pérntico, Pettritlt, Cunúria, :r-Q..,r
htgluterru. Gnrrt Bretuñu; uunettto: x27: 38, LPNA t'39, LPA.
.-F
10 ,- 11. .lurtí.siconte¿lir¡,bultíu de Bearreraig, islu tle Sk¡e, ::a'-

Esct¡t'itt, Gnut Bretctñct:ulrnctúo: x20; 40 en LPNA t 4l ett


LPA.

19
Rocas detríticas terrígenas 42,43,44

Cementos
(continuación)

La lixografía 42. tonrada con un objetivo cle gran aurnento.


m u e s t r a u n a a r e n i t a d e g r a n o f i n o c ¡ u ep r e s e n t ac e n r e n t o sd e
cuarzo y de calcita. El ccnrento dc cuarzo fbrnra bordes de re-
crecimientoen los granos tle¡'íticos(cementosintaxial) y su
existenciaqueda patente por el desarrollode caras planares
q u e c l e l ' i n e nc o n t o r n o s i c l i o r n o r f b se n a l - { u n o sg r a n o s ( a l g u n o s
buenos ejenrpkrs pueden vclse justo cncima clcl centro clc la tb-
t o g r a l í a ) . A l c o n t r a r i o d c l o i l u s t r a d oe n e l c a s o d e l c u a r z o d e
las lifografías 38 y 39. la lirrrna dc las partículas detríticas on-
- q i n a l e sn o e s v i s i b l e c u ¿ r n c ksre p r c s c n t a nb o r d c s s i n t ¿ r x i ¿ r l eEsl.
c e m e n t o d e c a l c i t a e s p o s t c r i o ra l o s b o r d e sd c c r e c i m i c n t od e l
c u a r z o y r e l l c n ¿ rl o s p o r o s . L a l i l n r i n a d e l g a d a h a s i d o t e ñ i d a
con rojo de alizarina S y con f'errocianuro potírsico (v. pirgi-
n a 3 . 1 ) ;l a c a l c i t a e s l e v c m c n t et e r r o s ¿ rc,o m o i n c l i c as u t i n c i ó n
en color rnalvamuy piilido.
Las lbtogral'ías 43 y 44 rnuestr¿lnuna arenita de grano fino
c e m e n t a d ap o f y e s o . E l y e s o t i e n c . a p r o x i r n a c l a r n e n t lea, r n i s -
m a b i r r e f i i n g c n c i r q u e c l c u a r z o y p o r e l l o s < i l os e d i s t i n g u e
con claridad cn la fbtografía en LPA. En la fixogral'ía con
L P N A . e l r e l i e v e n r á sa l t o c l e ly e s o y s u e x l i r l i a c i ó np e r r n i t e n
d i s t i n g u i r l o d e l c u ¿ u ' z oA. l g u n o s c r i s t a l e sc l e l c c n r e n k rd c y c s o
e n v u e l v e na v a r i o s g r a n o sd e t r í t i c o s .L a p a r t e s u p e r i o ri z t l u i c ' r -
da de la fbto-qrafíaestrí ocupada por un cristal dc yeso con co-
lorcs de intert'erencia c r i s o Í r l i d oe n L P A .

12: Jurásitt¡ Medio, Yorksltire. Inglaterru, Gran Bretuñct:


Iuilte tlto: x72, LPNA.
43 y 41: Cretítico, Ttítte.: ctumento: x24; 43, LPNA t'14,
LPA.

20

I\
45,46 Rocas detríticas terrígenas

Gementos
(continuación)

Las fbtografías45 y 46, realizadasa gran aumento,mues-


tran una arenitacuarcíticaen la que se puedeobservaruna lá-
minade micaen el centrode la fotografía.En el campode ima-
gen se observantambiénmuchosporosintergranulares huecos
(p. ej., los que aparecenabajoy a la izquierda)que en LPA ad-
quierecolor negro.Sin embargo,los granosde cuarzoy la lá-
mina de mica en el centrode dicha fotografíaestánrodeados
por muchoscristalespequeñoscon relievedébil y coloresde
interferencia de primer orden:son mineralesde la arcilla que
constituyenun cemento.Habitualmente, se hace necesarioel
uso del microscopioelectrónicode barrido (MEB) para de-
mostrar,por su morfología,que se tratade cristalesde minera-
les de la arcilla y han de aplicarsetécnicascomo la difracto-
metríade rayosX para identificarsu composiciónexacta.En
el ejemplofotografiadoen estecaso,el tamañode los cristales
es suficienteparaobservarla baja birrefringenciatípica de la
caolinita,al igual que Ia texturahojosa,definidapor el con-
junto de los cristalesplanaresapilados.Esto último puedeob-
servarseen el contactosuperiory a la derechade la laminilla
de mica.

45 y 46: Carboníferoinferior, Fifeshire,Escocia,Gran Bre'


taña; aumento:x90;45, LPNA y 46, LPA.
t Rocas detríticas terrígenas 47.48.49

Compactación;
disoluciónpor pres¡ón

L a s a r c n i t a sq u e n o h a n c e r n e n t a d oe n u n a e t a p ad i a g e n é t i c a
precoz habitualnrentemllestran señalesde cornpactacirin.Como
la rnayoría de sus,eranosson rígidos. por lo general hay pocas
evidencias cle rtxuras y fiacturas en ellos (v. la compactación de
las calizas, pr'rg.58). Por tanto. excepto ligcras rnodificacioncs
cn el ernpaquetamientode los granos quc se producen durante
la diagénesis precoz. los procesos más ef'ectivosde compacta-
ciírn son los procesos tle di.v¡lutión por ¡trcsitirt.Este tórnrino
designa a los procesos por los cuales un sedimento bitjo carga
l i t o s t á t i c ad e s a r r o l l af e n ó n r c n o sd e d i s o l u c i í t ns e l e c t i v a .
La lbtografía 47 muestla una arenita con alta porosidad in-
t e r g r a n u l a r( l a s z o n a s d e c o l o r g r i s m o t e a d o s o n l o s p o r o s d e
l a r o c a . r e l l e n o s p o r e l a d h c s i v o d e l a l i r ¡ n i n a ) .L a r n a y o r í ad e
I o s g r a n o sd e c u a r z o e s t í r nf e v e s t i d o sp o r u n a d e l g a d ap c l í c u l a
p a r d a d e c e r n e n t od e h e r n a t i t e s .E n m t ¡ c h n s c l e l o s c o n t a c t o s
:!-'l r¡
entre los granospuede vcrse que el cuarzo ha experitncntado
.:-t¡1 u n a d i s o l u c i ( r nl o c a l . o f i e c i e n d o c o m o r e s u l t a d ol a i n t c r p e n e -
¿:itr \rr
:, \.;ij-
t r a c i ó n d e l o s g r a n o s e n c o n t a c t o ( c o n t a c t o sc t i n c a v o - c o n v e -
x o s ) . E n l a p a r t c s u p e r i o r i z q u i e r d ad e e s t a t b t o g r a f í as c p u e -
d e n i d e n t i f i c a r b u e n o s e j c n r p l o sd e e s t a i n t e r p e n e t r a c i í r nó;s t a
c s l a p r i r . n e r ae t a p a d e l a c l i s o l u c i ó np o r p r e s i ó n .
Cuando la disolución pot ptesión es rn/rsintensa.se clesarrc>
llan contactosst¡turadosentre los -9ranos.Las lbtografías48 y 49
nruestran una arenita donde krs contack)s son irregulat'esy si-
nllosos a causa de la disolucirin por presión. La sílice clisuclt¡r
durante este procesopuede prccipitar en otros puntos -fircra del
contacto entre los granos en fbrma de ccnrento.lo que conclu-
ce al cierre (oclusión) de la potosidad. Según puede verse,el re-
sultado de este proceso es una textura en la que no se pueden
identificar los límites originales de los gllnos. La roca ilustrada
en este caso es poco habitual, ya que una delgadapelícula de ar-
cilla o mica rodea los granos de cuarzo indentados.Esta pelícu-
la tiene un relieve mayor que el cuarzo y se ve claramenteen la
fotografía 48, tomada con LPNA. La existencia de esta finl pe-
lícula así cor.¡roel carícter suturado de los contactos,pennite l
los granos de cuarzo una ligera movilidad relativa. Esta última
característicaconfiere a este tipo de arenitascierta flexibilidad.
que puede comprobarseen muestrade mano. Las arenitasde este
tipo se denorninanitucolunitu.s (de Itacolurni. en Brasil; también
se conocen rocas similares en la India) o urenittts flexibles.

17: New Red Sandstone, Tri¿ísit:r¡, Clteshire, In.qlaterro,


Gran Brefuñu: aLunetúo:x4-1, LPNA.
48 v 49: itctcolumita, Br¿tsil; awnento; x3l; 48, LPNA v
49. LPA.

22

I¡'.
50,51,52 Rocas detríticas terrígenas

Disolución
y reemplazamiento
de granos

La lotografía 50 muestra una arenita porosa. En esta roca, el


adhesivo de la lámina ha sido irnpregnadocon un colorante de
color malva, que facilita reconocsr los poros. Obsérveseque los
bordesde algunos granos dc cuarzo presentanentrantes(golfbs).
I:*
que son el resultadode la con'osi<in(por disolución¡ de los cuar- ,a
zos durante la diagénesis:la porosidad de la roca. por tanto. ha .Á
r lii

aument¿ldoen este proccso. Los tipos de porosidad ntís fi'ecuen- '.t

t e s e n l o s s e d i m e n t o ss e i l u s t r a ne n l a f i g u l a F ( v . p í r g . 6 - 5 )y e n
las fbtografías 151-160 en e.jenrplostomados en roc¿lscarbona-
tadas. Muchos de los tén¡inos puede ser aplicados, tar¡bién, a
las arenitas.
Las fixografías 5l y 52 nlucstrun una arenita cenrentadapor
un reducido número de cristalesgrandesde calcita. Obsérveseen
la firtografía52 (LPA) los colores de interl'erenciade orden ele-
vado, típicos de la calcita. Los granos detríticos dc cuarzo, tanto
policristalino como monocristalino,están revestidospor una pe-
lícula delgada de óxido de hierro. La textura de esta roca es in-
fiecuente,ya que es una textur¿lsin matriz y no gmnosoportada,
constituidaaproximadamentepor el 30 Va rJegranos de cuazo y
el 70 o/rde cemento de calcita. Esta peculiar textura cs. en parte,
r*fl;$
el resultado del reemplazamicnto de algunos granos detríticos
originales por la calcita; en algunclsde los monocristalesde cal-
cita, se identifican áreas contorneadaspor óxidos de hierrcl.que
cabe interpretarcomo los <<fantasmas>> de los granos originales.
iffi
+'.t.\:tF,'
¡:
Un buen ejernplo puede verse en el centro de la ftxografía 51. {ñ

50: forntoción Saltwick, Jurá.sico Medio, Eskdule,


re, Inglaterra, Gran Brefañu; {tLtmenÍo: x 132, LPNA.
5I t 52: New' Recl Sandstotte, Triásico, Bri,rhun, Derott, Itt-
glaferra, Gran BreÍaño; uumetúo: x13: 51, LPNA t' 52, LPA.
Rocas detríticas terrígenas

Clasificación de las arenitas Madurez de los sedimentos

Las clasificaciones actualesde las arenitas requieren el cálculo de las pro- El concepto de madurez de un sedimento hace ref'erencia al grado de
porciones de los tipos de granos principales realizado en lámina delgada (se desarrollo que han alcanzado los procesos generadoresde ese sedimento y
recomienda realizar una cuenta modal, con un número de puntos identifica- que conducen, en su máxima expresión, a sedimentos estables composicio-
dos superior a 300; no obstante, en muchos casos, es suficiente una estima- nalmente y texturalmente homogéneos (sedimentos maduros). Habitualmen-
ción semicuantitativa). te, en los sedimentos se dif'erencianlos conceptos de madurez textural y ma-
La clasificación de Folk (1974), clásica, indicada en la figura B para ro- durez mineralógica.
cas que contienen menos del 15 o/ode matriz con grano fino, implica la de- La madurez mineralógica implica la retención por la roca de sus compo-
terminación de los contenidos de cuarzo 1Q) -sin incluir el cuarzo silexíti- nentesmineralesmás estables,es decir, los sedimentosmineralógicamentemás
co-, f'eldespatos(F) -incluidos los fragmentos de gneis y de granito- y maduros son aquellos que contienen un porcentajemayor de mineralesquími-
fragmentos de roca o clastos líticos (FR). Las rocas detríticas que contienen camente estables y físicamente más resistentes,como el cuarzo, fiagmentos si-
más del l5 Vo de matriz fina se denominan grauwacas y su clasificación se lexíticos y minerales pesadosultraestables(circón, turmalina, etc.). En conse-
indica en la figura C y, por último, las lutitas representanmás del 15 Vo de cuencia,los sedimentosmás inmaduroscontienenmineralespoco estables,como
matriz fina. (En el Apéndice 4 se indica la clasificación completa, modifica- los feldespatos o fiagmentos de roca que no están formados sólo por cuarzo.
da de Dott Il964l). En cualquier caso, al aplicar una clasificación concreta, La madurez textural representa el grado de desarrollo que han alcanzado
es necesariodetallar qué tipo de componentes se han incluido en cada uno de los procesosde transportey sedimentación,y si éstos han sido o no selectivos.
los polos del diagrama. La madurez textural puede ser evaluadamedianteparámetros,como el grado de
clasficación, la proporción de matriz y el redondeamientode los granos (de-
pende del tamaño y la resistenciamecánicade los granosy, en general,aumenta
con el transporte).Folk (1951) propone una escalade madurez que comprende:
(Cuarzo,exceptoel silexítico)
o l. Estadoinmaduro'.el sedimentocontienemás del 5 7c de matriz arcillosa:los
Cuar arenlta granosestánr¡al clasificadosy con escasoredonde¿rmiento.
^- ^.
-/o,H/\.-'vuarzo
VC 2. Estadosubmaduro:< 5 7ode matrizarcillosa:los granosestÍrnmal clasitlcacbs
subarcosa y con poco rcdondeamiento.
d | -\- ",orrlarenrla
75yo / | \75o/o 3. Estadomaduro: de escasoa nulo contcnidode arcillal los granosestánbien
clasiflcados aunqueno bien redondeados.
4. Estadosupermaduro:el sedintentocarecede arcilla;los gr¿lnosestín bicn cla-
¡il'icadosy con buenaredondez.

L a e s t i m a c i ó n v i s u a l d e l g r a d o d e c l a s i f i c a c i ó no s e l e c c i ó nq u e p u e d e n
'."$
/ i.g la-\ \ presentar los sedimetos, observados en lámina delgada, puede realizarse por

.d l; l-"s-a\"n^'
comparación con los esquemas indicados en la figura D.
(Debe recortkrrse que Ji'ecuenfemente se presentot nteaclos de sedimenk¡s
/"n I'AÉ\"u o, también, superposición de ¡trocesos. Es ttecesarir¡ tener presente sien¡tre,
en el estudio cle rocas, que Ios ¡trocexts diugenéticos hun podido motlifit'ar
F 3:1 1:1 1:3 FR tttLtchostle los rasgos origirtales del sedimento l generar o clesÍruir ¿teternti-
(Feldespatos+ fragmentos (Cualquierotro nuclos cotrt¡tottentes: Lul ejentplo corocterístiu) es la Jornnción de matri:. tlia-
de granitoy gneis) fragmentode roca) genétictt o lrurtir ele conrpottentes inesfubles clel setlimento.)

Arenitavolcánica Filoarenita

FR volcánicos FR metamórficos

Fig. B. Clasificación de arenitcts. EI tritingulo superior ntuestra la clu-


sific'ación para sedimenfos con menos del I5 Vocle matriz de grano Jino. Estu
clasificacitin implica no tener en cuentu Ia mc¿triz.,el cenrcnto, micas, etc. \
recalcular los ¡torcentajes de los componentes al nuevo valor del 100Vo
(constituido por Q + F + FR). EI tritingulo inferior m.testra lu clasiftcaci(tn Muy bien clasificado
de las Iitarenitas (según Folk, 1974).

Cuarzo
95 o/"
Cuarzograuwaca

Grauwaca Grauwacalítica
feldespática

Feldespatos 1:1 Fragmentosde roca Moderadamenteclasificado

Fig. C. Clasilicación de las arenitas cr¡n más del I5 Vode mutrí7 de gra- Fíg. D. Grado de clasdicación o selección en sedimentos, vistos en lá-
no.fino (grauwaca). minas delgaclas (según Pettijohn y cols., 1973).

24
53, 54, 55 Rocas detríticas terrígenas

arcosa
Cuarzoarenita,

La fbtografía 53 muestra una roca que contiene casi exclu-


sivamente cuarzo y que puede ser clasificada como una cuar-
zoarenita.Estas arenitas se denominaban cuarcitas en las clasi-
ficaciones antiguas, si bien es más adecuado ()' necesario) res-
tringir este término a las rocas metamórflcas. Puesto que
contienen más del 95 Vo de cuarzo, estas arenitas cuarcíticas
son casi siemple mineralógicamente maduras. La roca repre-
sentadaen este caso es texturalmente de madura a submadura;
no contiene arcilla y está bastante bien clasificada. El redon-
deamiento de los granos es difícil de evaluar ya que la com-
pactación y la cementación ocultan la forma de los granos ori-
ginales.
Las fotografías 54 y 55 muestran una roca en la cual más
del 50 7o de sus granos son de feldespatos,fácilmente identifi-
cables en LPNA por su color pardusco resultante de la altera-
ción (v. pág. 7) y en LPA por los restos de maclas polisintéti-
cas en muchos granos. Un sedimento o una roca que contenga
un alto porcentaje de granos feldespáticos relativamente ines-
tables es mineralógicamente inmaduro. La matriz contiene
abundanteóxido de hierro (opaco).

53: arenita de Millstone. Carbonífero superior, Craíg-y-Di-


nas, Sur de Gales, Gran Bretaña; aumento: x27, LPA.
54 y 55: Torrridoniense, Precámbrico, Escocict, Gran Bre-
taña; aumento: x20; 54, LPNA y 55, LPA.
Rocasdetríticasterrísenas 56,57, 58

Litarenitas

Las litarenitas son arenitas que contienen menos del 95 %


de cuarzo y con una proporción de fiagmentos de roca superior
a la de fesldespatos.Se las puede clasificar según la naturale-
za petrográfica de los fragmentos de roca (sedimentarios,vol-
cánicos o metamórficos) (fig. B, pág. 24).
Las fotografías 56 y 57 muestran una sedarenita,en la cual
los fragmentos de roca proceden de rocas carbonatadas. El fiag-
mento de grano fino situado justo encima del centro de la fbto-
grafía procede de una roca dolomítica y en el cuadranteinf'erior
derecho pueden verse otros ejemplos de fragmentos carbonata-
dos. Esta roca también contiene cuarzos monocristalinos y res-
tos de placasde equinodermos;estasúltimas se identifican como
granos de aspecto moteado con colores de interferencia unifor-
mes (v. pág. 44) y, en esta roca, parece que se trata de restos re-
movilizados de una caliza más antigua y no de fragmentosde fó-
siles que vivían en el momento del depósito. Se les considera,
pues, fragmentos de roca sedimentariay no material fósi..
Las fotografías 5E y 59 muestran una roca inmadura mine-
ralógicamente formada, sobre todo, por fragmentos de rocas
ígneas cementados por una clorita de color marrón pálido. Se
observan diversos tipos de granos y todos muestran signos de
alteración. Las áreas claras en la fotografía con LPNA mues-
tran colores de interferencia de orden alto en LPA y son car-
bonatos. Muchos de los fragmentos de roca contienen t'eno-
cristales de plagioclasa, parcialmente alterados, dispuestos en
una pasta de cristales tabulares de plagioclasa y otro mineral
con tamaño de grano demasiado fino para ser identificado
-podría ser clorita-. Varios de los granos están compuestos
por cristales individuales de plagioclasa, con morfblogía varia-
ble, desde prismas bien cristalizados hasta granos hipidiomor-
fos. La textura porfídica de las rocas ígneas sugiere una roca
inicial volcánica y la roca sería, por tanto, una arenita volcáni-
ca. Este tipo de sedimento inmaduro estaría próximo a la roca
fuerte y, muy posiblemente, pueda tratarse de una roca volca-
noclástica removilizada localmente.
Las fotografías 60 y 61 muestran una roca sedimentaria que
contiene más del'707o de cuarzo. El resto de los granos son
fragmentos de roca y esta roca puede ser clasificada, por tan-
to, como una sublitarenita. Los fragmentos de roca provlenen
de rocas sedimentariasy metasedimentariasde grano fino.

26

\r
T
I s9, 60, 6l Rocas detríticas terrígenas

I Litarenitas
(continuación)

i", t.
ir )::

i'&, :t;

56 y 57: Brockram, Pérnico, Appleb¡,, Cnnbria, InglaÍerra,


Gran Bretaña; oumento: x l6; 56, LPNA t'57, LPA.
58 1'59: Ordovícico, Builth Wells, Powls, Gales, Gr¿m Bre-
taña; aumento: x 12; 58, LPNA t'59, LPA.
60 y 61: CoaL Measures, Lancashire, Inglaferra, Gnut Bre-
taña; aumenfo: x 14; 60, LPNA t 6I, LPA.
Rocas detríticas terrígenas 62,63,64

Grauwacas

Las grauwacas son rocas detríticas cuyo contenido en matriz


de grano fino varía entre el I 5 y el 75 Vo (v. su clasificación en
la fig. C -pág.24- y el Apéndice 4).
Las fotografías 62 y 63 muestran una grauwaca típica, con
escasa clasificación, y que contiene una matriz de grano fino
abundante (en LPNA dicha matriz es casi opaca). Los frag-
mentos son, sobre todo, granos de cuarzo monocristalinos y
policristalinos, aunque también hay un pequeño porcentaje de
fragmentos de roca (partículas de aspecto turbio constituidas
por material de grano fino) idicando, por tanto, que se trata de
una grauwaca lítica.
Las fotografías 64 y 65 muestran una roca que contiene el
l5 7o aproximadamente, de matriz junto a granos de cuarzo y
muchos granos de feldespato. Estos feldespatos son tanto pla-
gioclasas (con macla polisintética) como feldespatos alcalinos
pertíticos. La roca es, por tanto, una grauwaca feldespática.
Las fotografías 66 y 67 muestran una grauwaca en la cual el
cuarzo, los feldespatosy los fragmentos de roca son claramen-
te visibles. Los granos de cuarzo son límpidos en LPNA, mren-
tras que los feldespatos son parduscos a causa de la alteración.
La fotografía en LPA permite apreciar que algunos granos de
feldespato son plagioclasas con macla polisintética, mientras
que otros son microclina con su maclado de .eniejado> típico
(v. en la mitad derecha de la fotografía 67). El grano situado
en el centro del campo de la fotografía es un fragmento de roca
ígnea formada por plagioclasa y anfíbol. El anfíbol se recono-
ce, muy bien, por su color verde y sus dos planos de exfolia-
ción formando un ángulo de 120". También hay fragmentos
más pequeños de rocas ígneas con grano fino y unos granos in-
dividuales de ferromasnesianos.

t*
".

28
65,66,67 Rocas detríticas terrígenas

Grauwacas
(continuación)

62 y 63: Ashgilliense, Dyfed, Gales, Gran Bretaña; aumen-


to: x 16; 62, LPNA y 6j, LPA.
64 y 65: edad y localidad desconocidas; aumento: x 16;
64, LPNA y 65, LPA.
66 y 67: Silúrico, Peebleshire, Escocia, Gran Bretaña; au-
mento: x43; 66, LPNA y 67, LPA.
Rocas detríticas terrígenas 68, 69

Limolitas

Las limolitas son rocasdetríticascompuestas mayorltarla-


mentepor granoscon un diámetrocomprendidoentre0,062y
0,0039mm (tabla l, pág.3). Las fotografías68 y 69 muestran
una limolita de granogrueso(el aumentoen estecasoes mu-
cho mayor que en la mayoríade las fotografíasanteriores)que
contieneabundantes granosde cuarzoy pequeñas laminillasde
mica. Estasmicasson moscovitas(incoloras)y biotitas(ama-
rillas o pardas).La moscovitaes másabundante y presentaco-
loresde interferenciade 2." ordenen LPA. El sedimentoestá
cementado por calcitacon fuerterelieveen LPNA y coloresde
interferencia altosen LPA.

II 68 y 69: edad y localidad desconocidas; aumento: x 72;


68, LPNA y 69, LPA.

I
I'
30
70,71 Rocasdetríticasterrígenas

Limolitas
I (continuación)

Muchaslimolitas presentan,a pequeñaescala,estructuras


sedimentarias.La fotografía70 muestrauna limolita con lami-
nación,cuyasláminascomponentes estándefinidaspor cam-
bios de granulometría.Las capasoscuras,visiblesen la zona
próximaa la basede dicha fotografíaestáncompuestas, casi
completamente, por materialcon un tamañode arcillamientras
que la bandaclara,situadaencimadel centrode la fotografía,
estácompuestapor cuarzolímpido de tamañode arenafina.
Estafotografíatambiénmuestracapascon variaciónde granu-
lometría(v. por debajoy encimade la bandacon granomás
grueso).Se puedeapreciarun granode crecimientoen sentido
ascendente, indicadopor la disminuciónde la proporciónde
cuarzoy por el aumentode la arcillade color oscuro.
La fotografía71 muestrauna limolita en la que se puede
apreciarunalaminacióncruzadaque indicaun flujo de derecha
a izquierda.Estalaminaciónes la estructurainternapropiade
lasrizaduraso ripple marksy quedaregistradapor la alternan-
cia de láminasoscuras(ricasen arcilla)y claras(pobresen ar-
cilla).

70: Coal Measures, Carbonífero superior, lttncashire, In-


glaterra, Gran Bretaña; aumento: x 15, LPNA.
71: Ashgilliense, Llangranog, Dyfed, Gales, Gran BreÍaña:
aumento: x9. LPNA.
Rocas carbonatadas

Introducción

Al contrario de lo que ocurre con las rocas terrígenas, las rocas carbona- puesto que la dolomita no reacciona en fiío con ácidos diluidos, mientras que
tadas están compuestas por material fbrmado mayoritariamente en el mismo la calcita sí lo hace, lo cual produce un contraste de relieve entre los dos mi-
l u g a r d o n d e s e p r o d u c e l a a c u m u l a c i ó nf i n a l d e l s e d i m e n t ó .o p l ó x i m o a é 1 . nerales. Los resultados del proceso de ataque y tinción se muestran en la ta-
Gran parte del sedimento se produce por procesos biológicos. En las calizas bla 2. Los detalles acerca del procedimiento se indican en el Apéndice 2.
antiguas. los dos carbonatos más comunes son la c¿¡l¿'l¡a,CaCO,, y la dolo- La intensidad del color de tinción está relacionada,en parte, con la inten-
rnllrr CaMg(CO,),, ambos romboédricos. En los sedimentos carbonatadosre- sidad del ataque con el ácido. Las rocas con texturas de grano fino, con mu-
ciéntes de ambiente marino somero, el aragonito tar¡bién CaCO, (ortorróm- chos bordes cristalios, resultan atacadascon más rapidez y por tanto mues-
bico) es abundante. Este mineral es metaestableen las condiciones que pre- tran colores de tinción más intensos que las texturas de grano grueso, con es-
v a l e c e nn o r m a l m e n t ee n l o s s e d i m e n t o sy , d e r r o d o h a b i t u a l .s e d i s u e l v e e n casos bordes cristalinos.
cuanto el sedimento o roca que lo contiene entra en contacto con lguas cir- Los colores obtenidos por tinción se encuentran particularmente bien ilus-
culantes de origen meteórico. Otra posibilidad de transformación es la inver- trados en las tbtografías 100,124,131, 16l y 165.
siírn directa de su cstructura a la de la calcita. La dolomita es normalmente O t r o s t i p o s d e t i n c i o n e sh a n s i d o e m p l e a d o sp a r a d i s t i g u i r e n t r e a r a g o n i t o
un mineral secundario por reemplazamiento del carbonato de calcio, si bien y calcita, y para identificar la calcita magnesiana; la infbrmación detallada
esta sustitución (dolornitización) puede producirse en los sedimentos muy puede encontrarse en algunos manuales sobre técnicas en petrología sedi-
poco despuésde su depósito. Tanto la calcita como la dolomita pueden con- m e n t a r i a ,c o m o e l d e C a r v e r ( 1 9 7I ) .
t e n e r a l g u n a p r o p o r c i ó n d e h i e r r o d i v a l e n t e ,e n c u y o c a s o s e e m p l e a e l s u f i - Las rocas sedimentariastambién pueclenserestudiadascon la ayuda de ré-
jo.fcrrosa, tras la denominación del mineral, para marcar este carácter. pficas en acetL\to(peels), en las que queda registrada una impresión de la su-
L a s p r o p i e d a d e só p t i c a s d e l a c a l c i t a y l a d o l o m i t a s o n m u y s i r n i l a r e sy perficie de la roca, atacadae incluso teñida, sobre una delgada lámina de ace-
por tanto pueden ser difíciles de distinguir ópticanrente. Frecuentemente,los tato. Las réplicas en acetato tienen la ventaja de ser baratasy sencillas de rea-
sedimentólogos especializadosen rocas carbonatadasemplean alguas técni- lizar. pero debido al carácter isótropo del acetato, los minerales no pueden
c a s s i m p l e sd e t i n c i ó n q u e l e s p e r r n i t e nd i s t i n g u i r l a c a l c i t ad e l a d o l o m i t a a s í ser identificaclos por sus propiedades ópticas, como el relieve o la birrefiin-
corno las variedades f'errosasde estos dos minerales. gencia. En el Apédice 3 se encuentra una exposición detallada del procedi-
El colorante rutjo de aliT.arinrr5' se emplea para distinguir la calcita de la rniento que debe seguirse para realizar réplicas en acetato.
dofonrita, en tanto que el .fernxiunuro poÍá.ti. r) permite dif'erenciar los mi-
nerales f'errososy no f'errosos.Estos colorantes se disuelven en una solución
ligeramente ácida, que también ayr.rdaa dif'erenciar entre dolomita y calcita, Componentes

Tublu 2. Caructcrí,sfit'astlcl ¿tfuuuey tint'ititt de los curbtnuüos Los tres componentes más importantes de las rocas carbonatadasson los
u)ntpotrcnte.\uloquúnitos,la calcita nticn¡cristalinu y la culcitu esparíticct.
Color
Color de tinción l. Los componentes uloquhnicos son agregados estructurados de sedi-
de tinción con mento carbonatado que se han formado dentro de la cuenca de sedimenta-
Efecto con rojo Resultado ción. Incluyen los ooides, bioclastos, peloides, intraclastos y oncoides, y se-
Mineral del ataque de alizarina S potásico final rán descritos en detalle en las páginas siguientes (de la'72 a 120).
2. La calcita microcristalina o micritct es el sedimento carbonatado en
C a l c i t a( n o Considerable Rosa a marrón N i n g u n o Rosa a ma- forma de granos de diámetro menor de 5 ¡rm. La mayor parte se forma den-
f'errosa) (reducción rojizo rrón rojizo tro de la propia cuenca de sedimentación, bien como precipitado a partir del
de relieve) agua del mar, bien por desintegración de las partes duras de algunos orga-
nismos, como por ejemplo las algas verdes. El término <barro carbonatado'
Calcita ConsiderableRosaa marrón A z u l p á l i d o M a l v a a a z u l también suele ser empleado para referirse a este sedimento fino (el término
f'errosa (reducción rojizo o lntenso, barro, en castellano, no presenta las connotaciones granulométricas que tie-
de relieve) s e g ú ne l ne su equivalente inglés mucl, y es un término de uso frecuente). La micrita
contenido está ilustrada en las fotografías 84, 89, lll y 157.
en hiero 3. La calcita esparíticao esparita se presentaen cristales de más de 5 ¡rm
Dolornita (no Escaso (se Ninguno Ninguno S i ncolorear de diámetro. La mayor parte es de grano grueso, con cristales que fácilmen-
f'errosa) mantiene te alcanzan dimensiones de I mm. Habitualmente es el componente princi-
el relieve) pal del cemento de relleno de poros y, por tanto, puede haberse formado en
la roca muy posteriormente al depósito original de los aloquímicos y la mi-
Dolomita Escaso(se Ninguno Azul muy Azul muy crita. La esparita se ha ilustrado en las fotografías 73, 82, 124 y l3l.
ferrosa mantlene pálido pálido (se
el relieve) ve verdo- La clasificación de las rocas carbonatadasimplica la identificación previa
so o tur- de los aloquímicos que presenta y la estimación de las proporciones de mi-
quesa) crita y esparita (v. pág.62).

34

d
72,73,74 Rocas carbonatadas

Ooides

Los ooides u oolitos (este segundo término ha de evitarse si


no se puede establecerla génesis de estas partículas), son gra-
nos esféricos o elipsoidales,con diámetro menor de 2 mm, que
presentanláminas concéntricas regulares, desanolladas alrede-
dor de un núcleo. Los ooides en rocas antiguas suelen presen-
tar tanto las láminas concéntricas como una estructura radial.
No siempre se puede dilucidar si Ia estructura radial cores-
ponde a una estructura primaria o si se fbrmó durante la inver-
sión de aragonito a calcita.
72 muestra ooides con estructurasradial y concéntrica bien
desarolladas. Los núcleos son granos de carbonato micrítico.
La muestra presenta cierta variedad de ooides, desde aquellos
con un núcleo pequeño y un córtex -o envoltura oolítica-
grueso, aquellos otros con un núcleo de gran tamaño y una en-
vuelta oolítica laminar. Estos últimos son los denominados
ooides superficiales. La matriz entre los ooides es una mezcla
de barro carbonatado y cemento de esparita.
73 ilustra ooides con una estructura concétrica bastante mal
preservada.La estructura puede haber sido destruida parcial-
mente por micritización (pág. 54). Las placas de aspecto mo-
teado, con delgadas envolturas de micrita, son placas de equi-
nodermos (un ejemplo se encuentra a mitad del margen dere-
cho de la fotografía). El cemento, teñido levemente de rosa, es
calcita esparítica no ferrosa. Los granos que aparecensin color
y con bajo relieve son de cuarzo secundario (autigénico) que
reemplaza a la calcita.
74 muestra ooides con envolturas relativamente delgadas,
que se desarrollan sobre núcleos de cuarzo detrítico. Obsérve-
se cómo las láminas de micrita rellenan las irregularidadespre-
sentes en las superficies de los granos de cuarzo y están au-
sentesen las aristas angulares.El cemento es de calcita no fe-
rrosa esparítica,de color rosado por tinción.

72: lámina delgada teñida, Jurásico Superior, Cap Rhir,


Marruecos: aumento: x31, LPNA.
73: Iámina delgada teñida, unidad oolítica de la bahía de
Hunt, Carbonífero Inferior, Gales del Sur, Gran Bretaña: au-
mento: x13, LPNA.
74: Iámina delgada teñida, caliza del Carbonífero, Llango-
IIen, Clwyd, Gales, Gran Bretaña: oumento: x27, LPNA.
Otros ejemplos de ooides se encuentran en 125,127,137,
146.147v 155.
Rocas carbonatadas 75,76,77
g

Peloidese intraclastos

Una gran parte de los aloquímicos en las rocas carbonatadas


son granos compuestos parcial o totalmente de micrita. pero no
presentan láminas concéntricas en sus zonas externas. Se han
empleado diversos términos para clasificar este tipo de granos,
la mayor parte de los cu¿ilesdependen de la interpretación que
se haga del origen de este tipo de grlnos.
L o s g r a n o sc o m p u e s t o sd e m i c r i t a y q u e c a r e c e nd e n i n g ú n
tipo de estructura interna reconocible son los denominados pe-
I o i d e s . 7 5 m u e s t r a u n a c a l i z a e n l a c u a l l o s a l o q u í m i c o ss o n ,
fr¡ndamentalmente, peloides, con secciones de circulares a
e l í p t i c a sy c o n u n d i á m e t r o p r o m e d i o d e 0 , I m r n . A e s t e t i p o
de peloides se le atribuye, generalmente, un origen f'ecal (res-
t o s f ' e c a l e sd e o r g a n i s m o ss e d i m e n t í v o r o s )y s o n l o s d e n o m i -
nados pellets. La fotografía muestra pcllefs con un diámetro
próximo al límite inf'erior del rango de tamaños de los ltellets
típicos. que pueden alcanzar diámetros mírximos de 0,-5mm.
76 muestra peloides de rnayor t¿imaño,rnás irregulares, al-
gunos de los cuales presentan trazas de estructuras internas,
aunque no se puede precisar su naturaleza. En la parte inferior
de la fbtografía se aprecian algunas placas de equinodermos.
con aspecto moteado y en la parte interrnedia del margen de-
recho de la fbtografía se observan algunos segmentos del alga
dasicladáceaKonincko¡toru (v. ll3). Tanto los equinodermos
c o m o l a s a l g a s m u e s t r a ni n d i c i o s d e r e e m p l a z a m i e n t om i c r í t i -
c o e n s u s z o n a s m a r g i n a l e s( v . t t r i c r i t i : u t i t i n , p í g . 5 4 ) . E s p r o -
bable que los peloides se fbrmaran por un proceso de micriti-
z a c i ó n i n t e n s ad e b i o c l a s t o s ,l o c u a l j u s t i l ' i c a r í al a p r e s e n c i ad e
los relictos de estructura que presentan.
Los itúrac'lctstosestán tbrm¿ldos por fiacciones de sedimento
que, inicialmente depositadoen el fbndo de la cuenca sedimen-
taria y, parcialmentelitificado. fue posteriormenteremovilizado,
fbnnando así nuevos granos sedimentarios.77 muestraun grano
de gran tamaño que podría ser descrito como un <bioclastorecu-
biefo>. Comprende un núcleo, que en este caso es un fragmen-
to de la concha de un braquiópodo,rodeado por una envoltura de
calcita microcristalina (micrita). Esta envuelta no presentalami-
nación. por lo cual este grano no es un oncoide (v. pág. 38); por
otra parte. la envuelta recubre externamentela concha y el con-
tacto entre ambos es neto. por lo cual debe excluirse que se haya
formado por micritización (v. pá8. 54). Por tanto, es probable
que se trate de un fragmento de sedimento removilizado local-
mente. La concha de braquiópodoestabaincluida en el sedimen-
to, que fue erosionadoposteriormentey generó intraclastos.

75: Iámina delgada teñicla, Jurtisit'o Su¡terior, Cap Rihr,


Marrttecos: aunlento: x 33, LPNA.
76: lámina delgada sh teftir, c¿tliz.ade Woo Dale, Carboní
fero Inferior, Long Dale Derbyshire, Inglaterra, Gran Breta-
ña; alrmento: x21, LPNA.
77: lámina delgada teñida, culiz.a de Urswick, Carbonífero
Inferior, Trovvbarrow, Cumbria, Ing,laferra, Gran Bretaña; au-
ntento:x 15. LPNA.
O Í ros i l Lrst rac ¡ones d e p el o i d es: E6, 123, 130, 134, 147, 158
r 162.

36

t
78, 79, 80 Rocas carbonatadas

Agregadosde granos
y litoclastos

En 78 y 79 se muestran agre¡4utlostle gnuros. Estos están


constituidos por agregados irregulares de un número reducido
de partículasreconocibles,cementadaspor rnicrita o esparita de
grano fino. En 78 se aprecia la nrorfblogía botrioidal típica de
estos agregados.Las partículas componentes de estos agrega-
dos son ooides (p ej., el grano a la derecha del centro). peloi-
des y algunos bioclastos. Estos agregados son similares a los
denominadosen racimo (gra¡tesnnes) descritos en algunos me-
dios sedimentariosactuales.en los cuales las partículas resultan
cementadasen el fondo en áreasde baja tasa de sedimentación.
El material opaco situado algo por encima del centro de la fb-
tografíaes bitumen (v. 160). 79 ilustra agregadosde granos de
gran tamaño, con una morfología externa redondeada.no bo-
trioidal. El material micrítico que une las partículas. a su vez.
las envuelve completamente y es, volumétricamente, más im-
portanteque el material cementantede los glanos mostrado en
78. Es improbable que la agregaci(rnhaya tenido lugar por ce-
mentaciónen el fondo de la cuenca y parece más adecuadopen-
sar que estos agregados sean granos retrabajadosy, por tanto.
deberíanser descritoscomo intraclastos.La matriz de Ia roca es
micrítica,con algo de esparita y escasosbioclastos.
Los litoclustos o extroclusÍos son fiagmentos erosionados de
sedimentolitificado que han sido transportadosy redepositados.
E0 presentalitoclastos que están constituidos por ooides y bio-
clastoscementadospor una calcita no i'errosaesparítica.teñida
en rosa muy pálido. Tanto las partículas como el cemento que
los componenresultan truncadosen el margen. indicando que el
sedimentoretrabajadoya estaba litiflcado. El cemento de espa-
rita equigranularque se sitúa dentro de los litoclastos es típico
de la cementacióna partir de aguas meteóricas(pág. 55), luego
estosfragmentos comespondena una caliza que no fue cemen-
tadani en el ambiente original de depósito de los componentes
de los litoclastosni en el ambiente sedirnentarioen el cual se de-
positaronestosclastos.Son fragmentos de una caliza del Carbo
nífero,retrabajadadurante el Jurásico. El cemento final es de
calcitafenosa esparíticagruesa,de color lila debido a la tinción.

78: kimina delgada sin teñir, Culi:.u cle Bee Lovt', Carboní-
fero Inferior, Wütdt' Koll, Derbtshire, Inglaterra, Gran Breta-
ña; aumento: x27, LPNA.
79: Iátnina delgada teñitlcr,Jorntoción Ounamane, Jur¿isico
Medio, Ait Clrchrid, AIto Atlas occidetúal, Marnrecos; awnen-
to: x 14, LPNA.
80: Irin'tina delgada teñida, ¡tieclra de Sutton, Jurásico Infe-
rior, Ogmore-by-sea, Gales clel Sur, Grun Bretaña; alünento:
x28, LPNA,

37
Rocas carbonatadas 81, 82, g3

Pisoidesy onco¡des

La nomenclaturade los granosde carbonatoque tienendiá-


metrossuperioresa 2 mm y presentanuna capaextemacon lá-
minasconcéntricasdependeen cierto modo de la interpretación
que se hagade su origen.Así, el términopisoideo pisolito hace
referenciaa granosque, presumiblemente, se han formado por
procesosinorgánicos,en condicionessubaéreas. Por otra parte,
los oncoidesu oncolitosson probablemente biogénicos,genera-
dos por la acciónde algasverde-azuladas que, en su desarrollo
sobrela superficiede los granos,atrapany fijan partículasfinas
de sedimento.
8l es una fotografíade una secciónpulida de roca,en la que
se observanoncoides.Obsérveseel tamañode los granos,su
crecimientoasimétrico,y el carácteronduladode muchasde las
láminas,todo ello caracteísticode los oncoides.Las áreasde
color gris-azulado,asícomo las de color marrón-anaranjado son
de calcitaesparítica.Los tonosmanonessedebena la presencia
de óxidos de hierro que coloreanla calcita.
82 y 83 muestrangranoscon laminaciónconcéntricacuyo
origen es mucho más difícil de interpretar.En 82 se observan
granosde unos2 mm de diámetro,cuyassuperficiesexternasno
son tan suavescomo las de la mayor partede los ooides,aunque
la laminaciónconcéntricaes muy regular.Los granosque seob-
servanen la partesuperiorderechade la fotografíamuestranen-
vueltasexternasirregularesde micrita; pareceque otraspartícu-
las han crecido conjuntamentepara formar granoscompuestos
(p. ej., el grano visible en la parte inferior izquierda).Esta últi-
ma característica es muy improbableque se presenteen los ooi-
des, en los cualesla lámina de carbonatoprecipitamientrasel
granoestáen suspensiónen el agua.Cabeinterpretar,por tanto,
que estosgranossononcoides.El cementoesesparítico.Estafo-
tografíacorrespondea una lámina delgadarealizadapor Sorby
en 1849e ilustra la elevadacalidadde sus láminasdelgadas.
83 permite identificar granos,de hasta5 mm de diámetro,
con una envolturaconcéntricaregular,bien definida. Estasca-
racterísticasson típicasde la precipitacióninorgánicay por tan-
to estosgranospodían ser pisoides.Los pisoidesse observan
frecuentemente fracturadoso rotos y, de hecho,en la parte su-
perior derechade la fotografía se pueden identificar algunos
fragmentosrotos de envolturaspisoidales.

8l: supetficiepulida, formación Llanelly, CarboníferoInfe-


rior, BlaenOnneu,Galesdel Sur, Gran Bretaña;aumento:x 1,8.
82: lámina delgada si feñir, caliza del Wenlock, Silúrico,
Malvern Hills, Inglaterra,Gran Bretaña;aumento:x 13,LPNA.
83: lámina delgada teñida, Junisico Inferior, Grecia; au-
mento:xll, LPNA.
-
i
Rocas carbonatadas

Partículas esqueletales (bioclastos)

Introducción

Las partículasesqueletaleso bioclastosson los restos,completoso frag-


mentados,de las partesdurasde organismossecretoresde carbonato.La va-
riedaden cuantoa mineralogía,estructuray morfología de las partículases-
queletaleses tal que se podríanescribirvarioslibros con esteúnico tema.
Cuandosetratade identificarun bioclasto,es necesario poneratenciónen
las siguientescaracterísticas:

1. La morfologíay tamañogenerales de la partícula.


2. La estructurainterna de la pared de carbonoen la partícula.Algunas
son de identificaciónmás fácil en LPA (nicolescruzados)que en
estructuras
LPNA. Es importantedistinguiraquellosbioclastosque originalmenteesta-
ban compuestos por calcitay que presentan por tantoestructurasde la pared
bienpreservadas,de aquellosotros,originalmente compuestos por aragonito
y cuya estructuraha sido modificadao reemplazada durantela alteracióna
calcita.

En estasecciónhemosintentadomostrarla elevadadiversidadde estruc-


turasesqueletales presentesen calizasantiguas,centrandola atenciónen
ejemplosde algunosgruposque sonparticularmente frecuenteso se encuen-
tran distribuidosen un amplio rangoen la escalaestratigráfica.
Descripcio-
nese ilustracionesmásdetalladas sobreestetipo de elementossepuedenen-
contraren las obrasde Majewske(1969),Horowitzy Potter(1971),Bathurst
(1975)y Scholle(1978).

39
Rocas carbonatadas 84, 85, 86

Bioclastos
Moluscos

Los restos de bivalvos y gasterópodosson componentes co-


munes de las calizas. La mayor parte de sus conchas estuvieron
compuestaspor aragonito, de modo que, aunque estabanconfi-
guradas según diversas estructuras,éstas no son observablesen
las calizas antiguas. La mayor parte de los moluscos original-
mente aragoníticos se presentanen forma de ntokles, es decir,
una vez que el aragonito se disuelve durante la diagénesis,deja
una cavidad móldica que posteriormente resulta rellena total o
parcialmente por cemento esparítico. No obstante, existen im-
portantesgrupos de moluscos, especialmenteentre los bivalvos,
cuya concha estaba constituida originalmente por calcita y que
presentanestructurasde la concha bien preservadas.
84 muestra una caliza con abundantesmoldes de moluscos.
En este caso, las cavidades móldicas han sido ocupadas por un
reducido número de cristales de calcita. Se pueden identificar
algunos gasterópodos,tanto en sección longitudinal (parte in-
ferior derecha),como transversal(parte inf'erior izquierda). Las
estructuras alargadas con morfblogías rectas o ligeramente in-
curvadas son fragmentos de bivalvos. Una observación deta-
llada permite apreciar que las valvas alargadas en la parte su-
perior izquierda presentan una estructura en dos capas, una
más gruesa constituida por macroesparita y otra más delgada
con una estructura diferente. Esta última podría haber sido ori-
g i n a l m e n t ec a l c í t i c a , i n d i c a n d o q u e , p o s i b l e m e n t e e
, l organis-
mo tenía una concha mixta de aragonito y calcita. La matriz de
l a r o c a e s t á c o n s t i t u i d ap o r m i c r i t a .
E n 8 5 s e a p r e c i aq u e e s t a c a l i z a e s t á c o n s t i t u i d ac a s i c o m -
pletamente por iiagmentos redondeados de bilvalvos, preser-
vados en forma de moldes. La morfología de los fragmentos se
puede identificar por la presencia de delgados bordes micríti-
cos en las zonas externas de las conchas. Se trata de envueLtas
micrítictts, formadas por la acción de algas endolíticas que pro-
ducen la micritización (v pág 54) de los carbonatos esquele-
tales. El cemento que ocupa las cavidades móldicas de los bi-
valvos y los espacios entre ellas es una esparita de grano fino,
inicialmente de calcita no ferrosa, teñida en rosa, pero que evo-
luciona hacia calcita ferrosa en el interior de los espacios inter
e intraparticulares, tal y como lo indica Ia coloración azulada
que adquiere.
8ó ilustra una sesción a través de un gasterópodode concha
gruesa de gran tamaño, de nuevo preservado en forma de mol-
de. El borde externo de la concha queda bien definido por una
delgada película de calcita que, vista con este aumento, pre-
senta menos de 0,5 mm de espesor, pero el borde intenor so-
lamente se aprecia con claridad en aquellos casos en los que el
sedimento ha rellenado total o parcialmente la cavidad interna.
El sedimento de alrededor de las conchas contiene abundantes
peloides de pequeño tamaño.

84: ltimina clelgada teñida, c'aliza de Eyam, Carbonífero In-


ferior, cantera de Ricklow, Derbyshire, Inglaferra, Gran Bre-
t a ñ a : d u m e n t o : x 1 3 ,L P N A .
85: lámina delgada teñido, Jurásico Superior, Dorset, In-
glaterra, Gran Bretaña; aumento: x 14, LPNA.
86: réplica en ucetato teñida, caliza de Martin, Carbonífe-
ro Ird'erior, Míllom, Cumbri¿t, Inglaterra, Gran Bretaña; au-
mento: x7. LPNA.

40

L
87, 88, 89 Rocas carbonatadas

Bioclastos
Mofuscos (continuación)

Las fotografíasde estapáginapresentanbivalvos que fueron


totalo parcialmente calcíticosen su origen.
Los ostreidosson uno de los gruposmás importantesde bi-
valvos calcíticos.E7 muestrados grandesfragmentosde os-
treidosteñidosde rosa,cadauno de ellos con estructurainter-
na laminar.Los fragmentosde ostreidospuedenser difíciles de
distinguir de los restos de braquiópodos,si bien las conchas
gruesascon estructuralaminar irregular son bastantecaracte-
rísticasde los ostreidos.Obsérvese tambiénque el extremoiz-
quierdo del fragmento superior se presentaincurvado hacia
aniba y tiene algunashendidurasentre las láminasde su es-
tructura.El restode la roca estáconstituidopor fragmentosde
bioclastoscementadospor calcita ferrosaque se observateñi-
da de azul. Las zonasblancasen la fotografía correspondena
huecosen la lámina delgada.
La conchade algunosbivalvos contieneuna capa gruesa
formadapor prismasde calcita elongadosperpendicularmente
a la superficiede la concha.La fotografía 88 muestraun frag-
mentode un bivalvo mesozoicomuy frecuente,Inoceramus(a
la derechade la fotografía).La conchase presentaseccionada
de modo más o menosparalelo a su longitud, por lo cual los
prismasindividualesse observanen seccióntransversal. Los
cristalesprismáticosindividualesse desprenden fácilmentede
las conchas,de ahí que, en esteejemplo,la mayor parte del se-
dimento esté constituidapor estos cristales,identificablesen
diversassecciones.
89 presentaejemplosde conchasmuy delgadasde bivalvos,
conocidascomo filamentos.Se trata de las valvas individuales
de algunosbivalvos planctónicosy son frecuentesen las cali-
zas pelágicas mesozoicas.El sedimento micrítico entre las
conchascontiene pequeñaszonas circulares de esparitaque,
probablemente,son moldes calcíticosde microfósiles silíceos,
en estecaso,radiolarios(pág.82).

87: Iámina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurási-


co Medio, Leckhampton Hill, Gloucestershire, Inglaterra,
Grdn Bretaña; aumento: x 8, LPNA.
88: himina delgada teñida, Cretácico Superior, Strathaird,
Slqe, Escocia, Gran Bretaña: aumento: x 14, LPNA.
89: Iámina delgada teñida, Triásico, Grecia; aumento:
X 16, LPNA,
Otras ilustraciones de moluscos se presentan en 105,12,4,
135,136,1.43,153,15óy 159.

41
Rocas carbonatadas 90,91,92

*;t'v, ?t Bioclastos
Braquiópodos

il;t--." r
't.
l* .l\'
Los braquiópodos articuladosson constituyentes importan-
tes de las calizaspaleozoicas y mesozoicas. Originalmente, su
conchaera calcíticay, por tanto,susestructuras se suelenen-
contrarbien preservadas. Típicamente, los braquiópodos tienen
unaconchaestructurada en doscapas:unacapainternagruesa,
de fibrasde calcitaalineadaslongitudinalmente que formanun
bajo ángulocon la paredde la concha,y unacapaexternafina
de calcitaprismática,que puedepreservarse o no.
90 muestraun fragmentode braquiópodo,del cual se ob-
servanpartede las dos valvas,rodeadaspor una envueltami-
crítica (v. pá9. 54). La estructurafibrosa es claramentevisible,
como tambiénlo son unosdelgadostúbulosperpendiculares a
las paredesde la concha,rellenospor el cementode calcitafe-
rrosa,teñidoen azul. Estostúbulosson los denominados ci¿-
gos o endopunctaey caracteÍizana algunos grupos de bra-
quiópodos(los denominados intraperforados). La muestraper-
mite apreciarun buenejemplode cementode calcitaferrosade
granogrueso,que se presentateñidoen azul.
9l muestrados fragmentosde gran tamañode braquiópodos
seudoperforados. La paredde la conchapresentaunasintemrp-
cionesperiódicasde la estructurafibrosa,en estecasono por tú-
bulos sino por varillas de calcita (las denominadas taleolas).El
fragmentoque seobservaen la parteizquierdamuestraestatalee
las seccionadas longitudinalmente.Obsérvesela naturalezaon-
duladade las fibrasadyacentes a las taleolas.El fragmentositua-
do a la derechamuestrauna seccióntransversalde las taleolas.
92 ilustra un fragmentode braquiópodoque conservasu
capaprismáticaexterna.La estructurafibrosa de la capainter-
na se aprecia también con claridad. La morfología del frag-
mento permitesuponerque se tratabade una conchacon costi-
llas. Por otra parte,se trataríade un braquiópodoimperforado,
puestoque carecetanto de ciegoscomo de taleolas.La combi-
nación de estascaracterísticas, en un braquiópododel Jurásico
Superior,indica que estefragmentoconespondea un rinconé-
lido. La matriz calcíticade grano fino contiene,además,abun-
dantecuarzo,incoloro, de tamañode grano arenafinalimo.

90: lámina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurási-


co Medio, Leckhampton HiLl, Gloucestershire,IngLaterra,
Gran Bretaña; aumento:x 32, LPNA.
9l: lámina delgada teñida, caliza de Monsal Dale, Carbo-
nífero Inferior, CressbrookDale, Derbyshire,Inglaterra, Gran
Bretaña;aumento:x 16, LPNA.
92: lámina delgada teñida,Jurásico Superior,Jebel Amsit-
ten, Marruecos: aumento:x40, LPNA.

42
93,94,95 Rocas carbonatadas

Bioclastos
Braquiópodos (continuación)

En la fotografía 93 se muestran varios braquiópodos imper-


forados, en los que se aprecian, completas, tanto la valva pe-
duncular, de mayor tamaño, como la valva braquial, menor. El
fragmento, aproximadamente elíptico en la zona central infe-
rior, muestra una sección transversala las fibras de la pared de
la concha y presenta el típico aspecto reticulado.
La concha de algunos espiriféridos y pentaméridos presenta
una capa interna compuesta pol prismas paralelos de calcita,
perpendicularesa la longitud de la concha. En este caso, las
capas externas fiblosa y prismática se presentan fuertemente
reducidas en espesor. En 94 se pueden apreciar dos grandes
fragmentos de conchas con una gruesa capa prismática interna,
uno de ellos en posición horizontal algo por debajo del centro
de la fotografía y otro casi vertical a la izquierda de ésta. La
roca contiene también fragmentos de braquiópodos con la es-
tructura fibrosa normal, en una matriz de esparita de grano fino
(microesparita),probablemente de origen neomórfico (v. pági-
na 60), que contiene cristales grisáceos de dolomita de reem-
plazamiento.
Algunos braquiópodos seudoperforadosposeen espinas hue-
cas. 95 muestra seccionestransversalesde varias de estasespi-
nas. Tienen una estructura similar a la de las valvas, con una
capa fibrosa interna y una capa plismática externa que, ocasio-
nalmente, se conserva. La sección de espina que se observa en
la parte superior izquierda de la fotografía muestra parte de la
capa externa prismática preservada.Obsérveseque la forma de
la espina condiciona que la capa fibrosa adopte una estructura
concéntrica. Una sección longitu<Jinalde una espina de bra-
quiópodo se observa en la esquina superior izquierda de la fb-
tografía 94.

93: réplica en acetato teñida, caliza de Et'ary Carbonífero


Inferbr, cantera de Rickk¡w, Derby-shire, Inglaterra, Gran
Breteña: aumento: x 20. LPNA.
94: réplica en acetato teñida, caliu de Eyam, Corte He-
adstone, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento:
X27, LPNA.
95: Iámina delgada teñida, cctliza de Eyam, Carbonífero In-
Jbrior, cantera de Ricklow, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bre-
taña; aumento: x 28, LPNA.
Otros braquiópodos y espinas de braquiópodos se pueden
identificar en 77, 103, 106, 120, 123 _v183.

43
Rocas carbonatadas 96.97,98

Bioclastos
Equinodermos

Las partesdurasde los equinodermos, particularmente los


equínidosy los crinoideos,representan una destacada contri-
bucióna la fracciónaloquímicade las calizasmarinas.Son fá-
cilesde identificar,ya que se fragmentanen placasque,si bien
puedenpresentaruna elevadavariedadmorfológica,son mo-
nocristalesde calcita con extinciónuniforme.Habitualmente
presentanun aspectomoteadoo sucio,debidoal relleno,por
materialdiverso,de los finos porosque atraviesan las placas.
96 y 97 muestranuna calizade crinoides,en la cual éstos
representan el 75 Vodel sedimento.Obsérvese el aspectomo-
teadode las placas,la mayorpartede las cualesmuestranco-
loresuniformesde interferencia y, por tanto,son monocristali-
nas; el osículo con seccióncircular en la parte superioriz-
quierdade la fotografíaestácompuestopor dos cristales,uno
con color de interferenciaverdosoy otro con color de interfe-
renciarojo, en la imagenen nicolescruzados(LPA). La espa-
rita de tono claro que se apreciaalrededorde algunosde los
fragmentosde crinoideses un cemento.La fotografíaen LPA
(97), permiteobservarque el color de interferencia de estece-
mentoes el mismoque el que presentael fragmentode crinoi-
de adyacente. Por lo tanto,es probableque dicho cementose
encuentreen continuidadóptica con el crinoide.Este tipo de
cementosson frecuentes en las rocassedimentarias con crinoi-
des y son los denominadosbordesde cementosintaxial (pági-
na 57). El restode la muestraestácompuestopor sedimento
micrítico y fragmentosde briozoosfenestélidos(visibles,p.
ej., en la esquinainferior derecha).
Las espinaso radiolasde los equínidosson muy frecuentes,
sobretodo en las calizasmesozoicasy cenozoicas.98 muestra
una seccióntransversal completade una espina(parteinferior
derechade la fotografía),junto con un fragmentoroto más pe-
queño.Las espinasde los equinoideosson circulareso elípti-
casen seccióntransversal y presentan unagranvariedadde es-
tructurasradiales;al igual que otrosfragmentosde equinoder-
mos,tambiénestánconstituidas por monocristales.

96 y 97: lámina delgada teñida, caliza de Eyam, Carboni


fero Inferior, cantera Once-a-week, Derbyshire, Inglaterra,
Gran Bretaña; aumento: x 13;96, LPNA: 97, LPA.
98: lámina delgada teñida, Cuatemario de Cap Rhir, Ma-
rruecos; aumento: x31, LPNA.
Otros ejemplos de fragmentos de equinodermos se muestran
en 73,76,78, 132, 133, 139, 148, 154, 178, 183 y 184.

44
99, 100 Rocas carbonatadas

Bioclastos
Corales

Los coralesson fácilmenteidentificablespor su morfología


general.Los coralestabuladosy rugososdel paleozoicotenían
estructuracalcíticay, por tanto, sus microestructuras se con-
servan.Las paredesson habitualmentefibrosas y, cuando se
observanfragmentosque carecende la morfología completa
del coral,puedenserdifícilesde identificar.
99 muestrauna seccióntransversaly parte de dos secclones
longitudinalesdel coral rugoso colonial Lithostrotion. Obsér-
vesela gruesaparedexternay los tabiquesen la seccióntrans-
versal,asícomo la columnillay las delgadastábulasen la sec-
ciónlongitudinal.Algunaspartesdel coralhan resultadosilici-
ficadasy se aprecianen color marrón-anaranjado. El material
querellenalas porosidades en estaroca es un cementoesparí-
tico,junto con algo de sedimentomicríticoretenidoentrelos
coralitos.
100 muestrauna secciónlongitudinalde un coral tabulado.
Se identifican las paredesque separabana los coralitos, así
comotábulasmuy delgadas, pero no se identificaningunaotra
estructura.El relleno de las cavidadeses de cementoesparíti-
co, inicialmentede calcitano ferrosa(teñidaen rosa)y, final-
mente,calcitaferrosa(teñidaen azul).
Los coralesescleractínicos mesozoicos y cenozoicostienen
unaestructuracompuestapor aragonitoque, por tanto,no se
sueleconservaradecuadamente en las calizas.Algunosejem-
plosde coralesescleractínicosse presentanen 126, t44 y 145.

99: l¿Ímina delgada teñida, caliza de Monsal Dale, Carbo-


nífero Inferior, Coombs Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran
Bretaña: aumento: x 16. LPNA.
100: Iámina delgada teñida, caliza Devónica de Torquay,
Brixham, Devon, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x 16,
LPNA.
Rocas carbonatadas 101.102.103

Bioclastos
Briozoos

Los restosde briozoosestáncasi siemprepresentes en las


calizasmarinasy son particularmente frecuentesen los com-
plejos arrecifalespaleozoicos.La mayor parte de los briozoos
tienenuna estructurarígida formadapor calcitay se preserva
la estructuralaminadade la pared.
Entre los briozoosmás característicosse encuentran los fe-
nestélidos,coloniales,con un exoesqueleto muy ramificado,
del cual se puedenidentificaralgunosfragmentos en 101.Des-
taca la gruesaparedlaminarde calcita,que rodealas cavida-
des vitales(zoecias),rellenasde cemento.La mayor partede
los fragmentosque se observanson seccionestransversales,
pero el fragmentode mayor tamañohaciala parteinferior iz-
quierdade la fotografíaes una secciónlongitudinal.
102 presentauna seccióntransversal de una coloniacolum-
nar de briozoos,mostrandola morfología redondeadadel <ta-
llo> y de las zoeciasde su interior.Algunasde ellashan sido
rellenaspor sedimentofino (partederechade la sección),pero
la mayor parte presentanun rellenode calcitaferrosa,teñido
en azul.
En 103, las dos estructurasredondeadas. con laminación
concéntricay teñidasen rojo-pardoson espinasde braquiópo-
do (v. 95), que,a su vez,seencuentran recubiertaspor un brio-
zoo incrustante. ObsérveseIa gruesaparedcalcíticadel brio-
zoo y los porosde diferentestamañosen su estructura,rellenos
por un cementode calcitano ferrosa,teñidaen rosa.En el la-
teral izquierdode la fbtografíase puedenidentificarvanos
fragmentosde briozoosfenestélidos.

101: l¿ímina delgada teñitla, caliza de Eyam, Carbonífero


Inferior, cantera de Ricklow, Derbyshire, Inglaterra, Gran
Bretaña: aumento: x 16. LPNA.
102: lámina delgada teñida, Formación Ounamane, Jurósi-
co Medio, AIto Atlas Occidental, Marruecos; aumento: x 27,
LPNA.
10i: lámína delgada teñida, unidad oolítica de Red Hill,
cante ra de El I is cale s, Dalton- in- F urne ss, C umb ria, I ng late r ra,
Gran Bretaña; aumento: x 20, LPNA.
Otros briozoos se pueden obser¡ar en 961 97,132, 133 y
178.

46
104.105.106 Rocas carbonatadas

Bioclastos
Artrópodos

Ostrácodos
Estasfotografíasmuestranejemplos de microfósiles de ar-
trópodos,concretamente de ostrácodos,bioclastosmuy fre-
cuentessobretodo en rocasdepositadas en condicionessalo-
breso hipersalinas.Los ostrácodostienendos valvasmuy del-
gadas,con una microestructuraprismáticafina o granular.
104 muestraun grupo de conchascompletas,con las dos
valvas,algunasrellenaspor cementode esparita,otras por se-
dimentomicríticoy algunascon ambos.En algunasde las sec-
cionesse apreciaun solapamiento de las valvas,característica
habitualde muchosostrácodos.
En 105 se observanvalvas de ostrácodosdesarticuladas
(conchascurvasmuy delgadas), junto con bioclastosde mor-
fologíarecta,de mayorlongitud,que son fragmentosde un bi-
valvo calcíticode aguadulce.

104: Límina delgada teñida, unidad oolítica de Red Hill,


Carbonífero Inferior, cantera de Elliscales, Dalton-in-Fume ss,
Cumbria,Inglaterra, Gran Bretaña; aumento:x40, LPNA.
105: lámina delgada sin teñir, Carbonífero superior, Co-
bridge Brickworks, Hanley, Staffordshire, Inglaterra, Gran
Bretaña: aumento:x 16, LPNA.
Otros ejemplosde ostrúcodosen 117, I19 y 136.

Trilobites

Las partesduras de los trilobitesteníanuna composición


originalmente quitinosa,parcialmente calcificaday, frecuente-
mente,sepreservauna microestructura granular(de modo muy
f'recuente,se encuentran reemplazados por diversosminerales:
cloritas,sulfuroso, por oxidaciónde éstos,óxidose hidróxidos
metálicos).Los pequeñoscristalesde calcitatienenuna orien-
tación similar entre sí, pero no idéntica,de modo que, median-
te el microscopio,da origena una extinciónincompletacuan-
do se gira la muestraen LPA.
106 muestrauna seccióntransversal de un trilobite(centro)
y partede una valva de un braquiópodo(abajo).Destacala for-
ma en ganchoque se observaen el extremoizquierdodel frag-
mentode trilobite,producidapor una incurvacióndel margen
del exoesqueleto de estosartrópodos.El margensuperiordel
fragmentode trilobite está remarcadoen parte de su longitud
por una venilla de calcitaferrosa,teñidaen azul. Obsérvese
que el caparazónse presentateñido en color malva, luego se
trata de calcita levementeferrosa.Esta composicióncontrasta
con la del fragmentode braquiópodo,formado por calcita no
ferrosa.En algunasrocas se piensaque los bioclastosque ori-
ginalmenteconteníancalcitacon alto contenidoen magnesio
(HMC) son reemplazadospor calcita ferrosa, mientras que
aquellosformadospor calcita con bajo contenidoen magnesio
(LMC) no son reemplazados.

106: kimina delgada teñida, caliza del Wenlock,Silúrico,


Inglaterra, Gftm Bretaña; aumento:x 21, LPNA.

47
Rocas carbonatadas 107.108.109

Bioclastos
Foraminíferos

Los foraminíferos son muy frecuentes en las rocas carbona-


tadas marinas. La mayor parte son calcíticos, pero con una
gran variedad de fbrmas y estructurasde la pared. Presentamos
a continuación una selección de algunos ejemplos que ilustran
la gran variedad morfológica y estructural que presentan los
foraminíferos.
Los foraminíferos de mayor tamaño y, tal vez, los más co-
nocidos, son los nummulítidos del Terciario lnferior, de los
cuales se muestra un ejemplo en 107. Las paredes son gruesas
y presentan una estructura fibrosa radial, con las fibras dis-
puestas perpendicularmente a la pared principal. La matriz es,
fundamentalmente, sedimento micrítico, además del escasoce-
mento de calcita f'errosa.teñido en azul.
En 108 se ilustran foraminíferos discociclínidos, caracteri-
zados por el gran número de pequeñascámaras. La matriz está
constituida por micrita, junto con un gran número de fragmen-
tos de bioclastos.
109 ilustra una caliza de fbraminíferos, en la cual los bio-
clastos son caparazonesformados por carbonato de grano muy
fino (este tipo de caparazón se denomina porcelanáceo,dado
su aspecto externo), micrítico, de miliólidos. El cemento es de
esparita de grano tlno, si bien se pueden observar algunos po-
ros sin cementar (p. ej., en la parte central de la fotografía). Se
identifican algunos moldes de bivalvos, parcialmente rellenos
de cemento esparítico y delimitados por finas envueltas micrí-
ticas; ejemplos de estos moldes son los granos curvos elonga-
dos que se observan en la parte derecha de la fotografía.

107: lámina delgada teñida, Eoceno, San Salvador, MaLlor-


ca, España; aumento; x 15, LPNA.
108: lámina delgada teñida, Eoceno, Grecia; aumento:
x 16. LPNA.
109: lámina delgada teñida, Mioceno superior, Cala Pi,
Mallorca, España; ciumento: x 27, LPNA.
ll0,111 Rocas carbonatadas

Bioclastos

I Foraminíferosbontinuación)

l;

En ll0 se observandiversasespeciesde foraminíferosde


caparazónmicrítico (endotirácidos).
Obsérveseque las diver-
sas seccionesmuestrandiferentesordenaciones aparentesde
lascámaras.Granpartede la roca estáconstituidapor bioclas-
tosfragmentados en una matrizde calcitano ferrosa,teñidade
rosa.
Los caparazones de los foraminíferosrepresentan una im-
portanteaportacióna los sedimentospelágicos.En 111 se
muestrannumerosos foraminíferospelágicos,incluidosen una
matrizmicríticacasiopaca.Las morfologíascarenadas de ma-
yor tamañoson globorrotálidos,
mientrasque las de menorta-
mañoson globigerínidos con cámarasredondeadas.

Il0: Iámina delgada teñida, caliza de Woo Dale, Carboní


fero Inferíor, Dam Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran Breta-
ña: aumento: x 19. LPNA.
lll: Idmina delgada teñida, Cretácico Superior, zona de
Pindos, Grecia central; aumento: x 35, LPNA.
Otros foraminferos se pueden observar en 116,120 y 157.

49
Rocas carbonatadas tt2, ll3, tt4

Bioclastos
Algas

Se denominan algas calcáreas esqueletalesaquellas en las


cuales todo o parte de su estructura resulta endurecido por cal-
cificación. Su contribución a los sedimentos carbonatadosa lo
largo de todo el Fanerozoico es muy destacada y pueden pre-
sentarse con gran variedad de formas. Las álgas verdes son uno
de los grupos más importantes,del cual presentamostres ejem-
plos en las fotografías de esta página, uno de cada uno de los
grupos más importates: Codiáceas, Dasicladáceas y Carofíceas.
Una información más detallada sobre las algas calcáreasse pue-
d e e n c o n t r a re n J o h n s o n( 1 9 6 1 ) , W r a y ( 1 9 ' 7 7 )y F l ü g e l ( 1 9 8 2 ) .
En l12 se pueden identificar varios segmentosde una de las
formas más comunes de alga codiácea, Halimeda, género que
aún pervive en la actualidad. Las especiesvivas presentanfila-
mentos orgánicos envueltos por aragonito. El ejemplo que en
este caso se muestra proviene de un sedimento cuaternario, es-
casamenteconsolidado, que hubo de ser impregnado con resi-
na de poliéster previamente a la realización de la réplica en
acetato. Las áreas de color gris verdoso entre los fragmentos
de algas y en las posiciones ocupadas originalmente por los fi-
lamentos corresponden a la resina de impregnación. En esta
muestra, los fragmentos de Halimeda son todavía aragoníticos,
aunque no se llega a identificar la estructura de la pared, dado
el escaso aumento. Habitualmente, los fragmentos de Halime-
da se encuentran mal preservados, dada Ia destrucción de la
microestructura que se produce durante el reemplazamiento
del aragonito por calcita.
En l13 se muestran dos tipos de algas. El fragmento de ma-
yor tamaño, con estructura en panal y paredes de calcita de
grano fino, corregpondea Koninckopora, un alga dasicladácea
muy frecuente en el Carbonífero. Por debajo del fragmento de
Konirrckopora, se pueden identificar varios fragmentos algales
de diferente tipo que, a este nivel de observación (pocos au-
mentos), presentan paredes sin ninguna estructura aparente,
ofreciendo el aspecto de fragmentos de equinodermos. En rea-
lidad, tienen una pared con estructura fibrosa muy fina y no
son monocristalinas. Pueden presentarmorfologías ramificadas
y un ejemplo de ramificación con forma de Y puede observar-
se en la zona inferior derecha de la fotografía. Este tipo de al-
gas pertenecea un grupo problemático, al que se interpreta ha-
bitualmente como representantesancestralesde las algas cora-
linas, pero que, en otras ocasiones, son clasificadas dentro de
los foraminíferos o de los estromatopóridos.
El tercer grupo de algas verdes son las carofitas, si bien se
trata de un grupo que, en algunos casos, se clasifica aparte. Se
trata de plantas de agua dulce, que aparecen en las rocas del
Mesozoico y Cenozoico y de las cuales, generalmente,sólo se
preserva el órgano reproductor (oogonio) que estaba calcifica-
do. Los oogonios presentan morfologías ovoidales, con orna-
mentos externos muy variados. En la fotografía 114, se mues-
tran tres oogonios en sección transversal.

112: réplica en acetato teñida, Cuaternario, Mombasa, Ke-


nia: aurnento: x 13. LPNA.
113: Iámina delgada teñida, Chee Tor Rock, Carbonífero
Inferior, cantera de Tunstead, Derbyshire, Inglaterra, Gran
Bretaña: aumento: x 17. LPNA.
114: lámina delgada teñida, formación lggui el Behar, Ju-
rásico Superior, Alto Atlas Occidental, Marruecos; aumento:
X 56, LPNA.

50

EI
ll5. 116.ll7 Rocas carbonatadas

Bioclastos
Algas (continuación)

Un gran númerode especiesde algasposeenun tallo cen-


tral, encostrado por carbonatode calcio,a travésdel cual los
filamentossalenal exterior.l15 muestranumerosas secciones,
tantolongitudinales como transversales, de estetipo de algas,
en una matriz micrítica,teñidaen color pardo.Las secciones
transversales sonsubcirculares o elípticasy las partescentrales
seencuentran rellenaspor micrita.En la parteexternade la pa-
red se puedenidentificarlos orificios ocupadosoriginalmente
por los filamentos,ahoraocupadospor micrita.No se hancon-
servadodetallesde la estructurade la pared,luego ésta era,
probablemente, aragonítica.Las seccioneslongitudinalesper-
mitenapreciar,en la partecentraldel tallo, moldes-mal pre-
servados-, de los filamentosalgales.Las algasrojas(rodofi-
ceas)son algas esqueletales calcáreasmuy importantes.Un
grupo de ellas,las algascoralinas,representan una destacada
contribucióna los sedimentos. e inclusoa los arrecifes.duran-
te el Cenozoico.l16 muestraun fragmentode un alga corali-
na,con el aspectoreticuladocaracterístico, definidopor delga-
das paredesmicríticasque individualizanpequeñasceldillas
máso menosrectangulares. Los espaciosocupadospor espari-
ta en el esqueletode estetipo de algas,denominados concep-
táculos,sontambiéncaracterísticos. A la izquierdadel algaco-
ralinase identificaun fragmentode un foraminíferonummulí-
tido, con su gruesaparedfibrosorradiada.
Las algasverde-azuladas fbrmanfilamentosalargadosy es-
trechos,y sóloalgunasespeciesse preservan calcificadas. Glr-
vanella,ilustradaen l17, es muy frecuentey se encuentraen
un intervaloestratigráficomuy amplio. Está constituidapor
hacesde túbulosmuy estrechos, de aproximadamente I mm de
diámetro,vistosa esteaumento,con una delgadaparedmicrí-
tica. En esta fotografíase puedenobservaren secciónlongitu-
dinal(p. ej., en la partesuperior)y transversal (p. ej., en la par-
te inferiorderecha).El restode la roca estáconstituidapor al-
gunosbioclastos(p. ej., se identificaun ostrácodoen la zona
inferioriziluierda)y una mezclade matriz micríticay cemen-
to esparítico,esteúltimo, constituidoparcialmente por calcita
no ferrosa,teñida en rosa y, por otra parte, por calcita ferrosa
con coloraciónazuladapor tinción.

115: lámina delgadateñida,CretácicoSuperior, Túnez;au-


mento:x 19, LPNA.
116: Iámina delgada teñida, Eoceno, Grecia: aumento: x
23. LPNA.
I17: lámina delgada teñida, Caliza de Chatburn, Carboní-
JeroInferior, Chatburn,Lancashire,Inglaterra, Gran Bretaña;
aumento:x 37, LPNA.
Otros ejemplosde algas se muesÍranen 76, 128,130 y 150.

51
Rocas carbonatadas 118.119.120

Bioclastos
Calcisferasy tubos de gusanos

Tubos de gusanos
Aunqueraravezaparecen de modoabundante, los tuboscal-
cáreosde gusanos(generados principalmente por gusanos anéli-
dos),son muy frecuentes en las calizasmarinassomerasy de
aguadulce.ll8 muestraunacalizabioclástica en la cualel frag-
mento mayor estáconstituidopor numerosostubosde gusanos,
la mayoríarellenospor micrita,vistosen seccióntransversal. La
faunaasociadaincluye briozoos(en el centrodel margensupe-
rior de la fotografía),moldesde moluscos(partesuperiordere-
cha), un fragmentode equinodermo(partesuperiorderecha)y
braquiópodos(abajo).El cementoes de calcitaferrosa,colorea-
da en azul por tinción.En l19 se puedenobservarsecciones de
los tubos de Spirorbis,que presentandesarrollosconvoluciona-
dos. Los tubosestánrellenospor cementode calcitaesparítica;
el restode Ia rocaestáconstituidopor micritay escasos ostrá-
codos(se identificansecciones de las finas valvasde estosor-
ganismos, p. ej., en el íngulo superiorizquierdo).

118: lámina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurú-


sico Medio, LeckhamptonHill, Gloucestershire,Inglaterra,
Gran Bretaña:aumento:x 13, LPNA.
119: lámha delgada sin teñir, caliza de Ardwick, Carboní-
.fero Superior,Manchester,Inglaterra, Gran Bretaña; aumen-
to: x 17. LPNA.
Otros ejem¡tlosde tttbos de gusanosse presentanen 214 y
215.

Calcisferas
Las calcisf'erasson cuerposcalcíticos,esféricosy huecos,
habitualmente con paredmicrítica.Sonespecialmente frecuen-
tes en las calizasdel PaleozoicoSuperiory son interpretadas
como las partesreproductivas, calcificadas,de las algasdasi-
cladáceas. En 120 se observannumerosas -los ob-
calcisferas
jetos circularescon paredteñidaen manón rojizo intenso-
junto con foraminíferosendotirácidos de paredmicríticay una
conchade braquiópodo,con su característicaestructurafolia-
da, que atraviesael campode imagen.

120: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Carbo-


nífero Inferior, Long Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bre-
Íaño. aumento: x 21. LPNA

52

¡T
t2l,122 Rocas carbonatadas

Algas no esqueletales
Estromatolitos

Los estromatolitosson rocas laminadasque se interpretan


como tapicesalgalesfosilizados(estetipo de rocascontinúa
generándose hoy día, permitiendola interpretaciónfiable de su
origen).Estostapicesalgalesestánconstituidospor algasfila-
mentosasverde-azuladas. Las láminasen los estromatolitoses-
tán definidaspor alternanciasde barro carbonatadoy sedimen-
to más granular,frecuentementepeletizado;el espesorde estas
láminases, como mucho,de unos pocos milímetrosy habi-
tualmentese identificanmás fácilmenteen muestrade mano
que en láminadelgada.Tambiénes frecuentela presenciade
laminaciónfenestral(pág. 68) asociadacon los estromatolitos.
121 es una fotografía de una secciónpulida de un estroma-
tolito. Obsérveseque el bandeadoes irregular y, en parte,está
destacadopor las diferenciasde color. La inegularidad de las
láminassirvede criterioparadiferenciarlos sedimentos lami-
nadosgeneradospor tapicesde algas,de aquellosformados
por procesosfísicos.Las láminasde los estromatolitos pueden
definir estructurasplanasu onduladaso bien puedengenerar
formascolumnareso en domo. Las laminacionesalgalescon-
céntricasalrededorde un núcleo generanlos granos denomi-
nadosoncoides(páe.38).
En la fotografía122 se muestrael aspectoen láminadelga-
da de la mismamuestraque se ha ilustradoen 121. La lami-
naciónestádefinidapor una alternanciade delgadascapasde
micritay otrascapasquecontienenunamezclade micritay es-
parita.En algunaszonas,la micrita presentauna estructurape-
loidal poco definida,que es característicade los estromatolitos.
Las capasen las que se apreciauna distribuciónirregular de la
micritaposiblemente fueronnivelesen los que la micrita en-
volvíaa los filamentosalgalesque, al morir, dejaronun mol-
de,posteriormenterelleno por cementoesparítico.

121y 122: CarboníferoInfe¡ior, Carriére de la ValléeHeu-


reuse,Boulonnais,Francia; 12I muestrade mano, aumento:
x 1,8; 122, Lóminadelgada teñida, aumento:x 12, LPNA.

53
Rocas carbonatadas 123,124,125

Algasno esqueletales
Micritización

E n l o s a l ¡ b r e n t e s s e d i n r e n t ¿ r r i onsl a r i n o s s o n r e r o s ,a l g u n a s
algas verdcazulatlas no esqueletalespuedcn perlbrar el nrate-
r i a l e s c ¡ u e l c t a(lp . e j . , c o n c h a st l t ' m o l r ¡ s c o s ) .E s t r s s o r rl l s d e -
nonrinadasulgus crulolíticu.r.Las pertirraciones.de unos l0 pnr
d e d i i u n e t r o . u n ¿ rv e z c ¡ u ee l a l g a m u c r c . s o n r c l l e n a sp u r r u i -
c r i t a . S i e l p r o c e s oc o n t i n ú a .e l b o r d e d e l g r a n o a f ' e c t a d op u e -
d e q u e < J acro m p l e t a m e n t er c e m p l a z a d op o r r n i c r i t a .E l p r o c e s o
se conoce con el nombre de tnicriti:ucitfir y el borde del grirno.
una vez reenrplazado.se denornina enyuellu tnicrítictt.
1 2 3 m u c s t r a c n v u c l t a s r n i c r í t i c a sd e s a r r o l l a c l as o b r e c o n -
c h a s d e b r a q u i r i p o d o s( c o n e s t l u c t u r ¿ si n t e r n a s l a n r i n a r e s )y
l}agnrcntos cle ecluinoclermos(placas con rspecto moteado). Es
c a r a c t c r í s t i c al a i r r e g u l a r i d a dd c l o s c o n t a c t o sc n t r e l a e n v u e l -
t a m i c r í t i c a y e l f } a g n r e n t oc s q u c l e t a ls i n t r a n s l i r r n r a rE . stc as-
pecto permitc dil'erenciarl¿rsenvueltas rnicríticasgencradaspor
n r i c r i t i z a c i t i na l g a l d c l a s p c l í c u l a sd e c e m o n t on r i c r í t i c oq u c e n -
vt¡elvcn el c.rterior dc algunos li'agmcntos csclucletales(v. 77).
La actuaci<inrepetida de los procesos de micritizaciírn puedc
producir, como resultaclo,granos sin ningún tipo dc cstructura
reconocible. que cleber/rnser denominldt)s. por tanto. pekrides
( 7 6 ) . L o s l r a g m e n t o sd e a l g a se s q u e l e t a l esso n m u y s u s c e p t i b l e s
a este tipo de micritizaciírn completa: es probable que lclsgranos
rnicríticosclue se observanen 123. con rnolfirlogíasirregularesy
trazasde estn-rcturainterna, fueran firrrnadospor dicho proceso.
1 2 4 p e r m i t e a p r e c i a rl a i r r p o r t a n c i ad e l a s c n v u e l t a sn r i c r i -
ticas como prescrvadores de los fragmentos clc moluscos du-
r a n t e l a d i a g é n c s i s .L l c o n c h a a r i r g o n í t i c ao r i , s i n a ld e l n r o l u s -
c o I ' u c c o r n p l e t a m e n t cd i s u e l t a y e l r n o l t l e , d e f i n i c l o p o l ' u n a
d e l g a d ae ¡ r v u e l t am i c r í t i c a . l ' i n a l m e n t cf u e r e l l c n o p o r c e n r e n t o
t l e c a l c i t a e s p a r í t i c a .A u n q u e l a m a y o r p a r t e d c l a e s p a r i t l t i e -
n e u n ¿ lc o n l p o s i c i ó nt l e c a l c i t a f e r r o s a ,e v i d e n c i a d ap o r s u t i n -
c i ó n e n a z u l , e x i s t e n a l g u n l s z o n a s .d e e s c a s oe s p e s o r .d e c a l -
cita no f'errosa teñicla en rosa. Este ¿lspectosc aprecia clara-
nrente en el tiagmento dc concha. algo por deba.io y r ll
izquierda del centro de la fbtografía.
Además de los bioclastr)s.otros aloquínricos pueclenresultar
m i c r i t i z a d o s .E n 1 2 5 s e i d e n t i f i c a nv a r i o s g r a n o sc o n c l i f e l e n t e s
grados de conservaci(rndc las texturas raclialesy concéntricas
p r o p i a sd e l o s o o i d e s ( v . p r ' r g3. 5 ) . E s p o s i b l eq u e l a p é r d i d ad c
l a t e x t u r a o r i g i n a l s e h a y a p r o c l u c i d op a r c i a l m e n t ep o r m i c r i t i -
zación. pero también puede dehersea la inversión de un ooidc
originalmente aragonítico a calcita (neomorfisnro. phg. 60).

123: ltitninu delgudu sitt teltir, culi:u ¿le Wr¡o Dule, Curbo-
ttífero IrtJcrior, Peuk Ft¡rest, [)erbysltirc, Irtgluferru, Grurt
Bretuño: unlenÍl: x25. LPNA.
121: Iúntinu tlelgutla ¡elti¿lu, uttitkttl oolítit'u inJerior, .lurtí-
.sito Medio, Lctkluntpttsn Hill, Glouce.stersltire.IrtgluÍerru,
Grcut BreIuñct; {tLunento:x 12, LPNA.
125: Iámina delgutla teltida, t'uli:.u de Llurtdrfcut. Carl:¡t¡ttí-
.fbro lnferior, Block Mountains, Gules tlel Sur, Grun Bretctñu:
Iunrctúo: x1-1. LPNA.

54
126,127 Rocas carbonatadas

Cementosde carbonato

La morfología y la mineralogía de los cristales que componen


el cemento que ocupa los poros en una roca carbonatadapueden
aportar información acerca del ambiente de cementación. Los
cementos precipitados a partir del agua marina retenida en los
poros, cerca de la interfase agua-sedimento, pueden estar com-
puestospor aragonito o calcita con alto contenido en magnesio
(HMC), pero en cualquier caso están constituidos por cristales
de pequeño tamaño con una relación longitud/anchura grande.
Estos cristales se presentanalineadosen posición perpendicular
a la superficie sobre la que ha nucleado el cemento. Si dicha su-
perticie es curva, como sucede en muchos carbonatosmarinos,
el cemento presentará una típica estructurafárrr sorrudiadct.
126 muestra una sección transversaldel esqueleto de un co-
ral (de color anaranjado-marrónpor tinción; la estructura no se
aprecia con claridad), en la cual la primera generación de ce-
mento está compuesta por ara¿4onitoacicular con textura fibro-
sorradiada. Obsérvese la variabilidad en longitud de los dife-
rentes cristales que genera una superficie externa muy inegular
(hacia el interior del poro) para esta generación de cemento.
Este tipo de cemento muy difícilmente se conserva en las rocas
carbonatadasantiguas, dada su composición aragonítica. Si se
ve afectado por procesos de neomorfismo (v. pág. 60), la es-
tructura fibrosorradiada general se conservará, pero se perderá
gran parte de la estructura fina. En la muestra que en este caso
se ilustra se observa una segundageneraciónde cemento de es-
parita calcítica de grano fino (teñida en rosa), que ocupa los po-
ros dejados por el anterior cemento. Este tipo de textura es tí-
pica de la cementación a partir de aguas meteóricas.
127 muestra una caliza en la que se pueden identificar, tam-
bién, dos generacionesde cemento. La primera se identifica como
un reborde de cristales con igual espesor alrededor de todos los
granos (unos 2 mm de espesoren Ia fotografía) y constituye el de-
nominado cemento isopaco. Este cemento presenta una estructu-
ra fibrosorradiada, si bien la relación longitud/anchura de los cris-
tales no es tan elevada como en el ejemplo mostrado en 126. Este
hecho puede deberse bien a que estaba compuesto originalmente
por aragonito y parte de los detalles de la estructura se han perdi-
do durante la inversión a calcita, o bien a que se tratara de un ce-
mento marino de HMC, formado por cristales prismáticos alarga-
dos y no aciculares. El cemento que finalmente ocupa los poros
es una esparita equigranular, teñida en azul y, por lo tanto, con
composición de calcita f'errosa. Este último cemento es caracte-
ístico de la precipitación a partir de aguas meteóricas o de aguas
connatas, en condiciones relativamente profundas en el subsuelo,
ya que la incorporación de hierro divalente en la red de la calci-
ta, es decir, la formación de una calcita ferrosa se produce en
condiciones reductoras, que se alcanzan más fácilmente en las
zonas profundas que en los niveles próximos a la superhcie. Si
las aguas que ocupan los poros fueran oxidantes, el hierro di-
valente presente sería oxidado rápidamente a hierro trivalente y
precipitado en forma de hidróxido de hierro. Otros cementos de
calcita ferrosa de grano grueso se ilustran en 80,87,90 y l?4.

126: réplica en acetato teñida, Cuaternarío, Mombasa, Ke-


nia; aumento: x70, LPNA.
127: réplica en acetato teñida, formación Ounamane, Jurá-
sico Medio, Alto Atlas Occidental, Marruecos: aumento:
x 122, LPNA.

55
Rocas carbonatadas 128.129.130

Cementosde carbonato
(continuación)

La cementaciónpuede comenzar tempranamenteen zona


vadosa(por encima del nivel freático o zona de saturación),
donde los porosen el sedimentono se encuentrancompleta-
menteocupadospor agua.El aguay por tanto los cementosre-
sultantespor precipitacióna partir de ésta ocupanlas posicio-
nes alrededorde los granosen forma de meniscos.
En 12E se ilustra una roca sedimentariaformada mayorita-
riamentepor segmentos del alga codiáceaHalimeda(v. 112).
La roca es muy porosay aunquese ha impregnadopreviamen-
te (el materialde color gris parduscoque se observaentrelos
granoses la resinade impregnación),la realizaciónde la ré-
plica en acetatoes difícil, de ahí que se observennumerosas
burbujasde aire. Los fragmentosalgaleshan sido cementados
por pequeñosvolúmenesde calcita esparítica(teñida en rosa),
en las zonasde contactoentrelos granos.Estadistribuciónes
característicade la cementacióna partir de aguasmeteóricasen
la zona vadosa.Es destacable el efectode la cementación en
meniscoque produceel redondeamiento de los espaciosinter-
granulares,situaciónque se apreciaclaramenteen los granos
situadosa la izquierdadel centro de la fotografía.
Otro procesoquepuedeproducirseen la zonavadosaes la for-
mación de cementosespeleotémicos o microestalactíticos. En
estecaso,las gotículasde aguay, por lo tanto,los cementosre-
sultantesse ubicanmayoritariamente en las superficiesinferiores
de los granos.129 muestrauna roca sedimentariaen la cual la
cii t,tl primerageneraciónde cementoaparecesolamenteen las superfi-
.{'1.-4*'.;
- cies inferioresde algunosgranos.En la fotografía,estecemento
se apreciaen forma de delgadaspelículas,de espesorno superior
t:\.;;d

(' a I mm y color marrón muy pálido. Los cementosvadososse


puedengenerara partir de aguasintersticialesmarinasen las zo-
nasintermarealy supramareal, asícomo a partir de las aguasme-
teóricas;en esteúltimo caso,el cementoformadopresentará una
estructurafibrosorradiada. En el ejemplomostradoen estecaso,
el cementovadosoesde granodemasiadofino paraidentificarsu
estructuraa estosaumentos.Los poros son ocupadosfinalmen-
te por una generaciónde cementoesparíticode granogrueso.
Los cementos,especialmente aquellosformadosen ambientes
marinos,tambiénpuedenser micríticos.En las calizasantiguas.
en las cualesla porosidadesüícompletamente ocluida,es difícil
distinguirlos cementosmicíticos que han nucleadosobrelas su-
perficiesde los granosy crecidohaciafuerapararellenartotal o
parcialmentelos poros,del sedimentomicútico depositado junto
con los granos.130 muestrauna roca sedimentaria que contiene
fragmentosde algasy peloidesmicíticos, incluidosdentrode una
mezclade micrita (marrón-verdoso) y esparita(incolora).La mi-
crita envuelvea algunosgranose inclusoforma <<puentes> entre
granosadyacentes y puedetratarse,por lo tanto,de un cemento.
No obstante,tambiénes posibleque el sedimentomicrítico,de-
positadojuntocon los granos,fuera litificado parcialmente y que
la texturade estaroca seadebidaa la acciónposteriorde un flu-
jo a travésdel sedimento,que eliminó la micrita no litificada.

128: réplica en acetatoteñida, Cuaternario,Mombasa,Ke-


nia: aumento:x9. LPNA.
129: lámina delgadasin teñir, caliza de Woo Dale, Carbo-
nífero Inferior, Long Dale, Derbyshire,Inglaterra, Gran Bre-
taña: aumento:x22. LPNA.
130: lámina delgadasin teñir, Coal Measures,Carbonífero
Superior, M etallic Tileries, Chesterton, Staffordshire,Inglate-
rra, Gran Bretaña: aumento:x20, LPNA.

56
131,132,133 Rocas carbonatadas

Cementosde carbonato
(continuación)

Los cementos precipitados dentro de la zona freática me-


teórica (por debajo del nivel freático) presentanuna textura ca-
racterística,definida por cristales que aumentan el tamaño des-
de las zonas periféricas de los poros hacia su interior. Este tipo
de textura es la denominada en ntosaico drúsico y es el resul-
tado de la competencia durante el crecimiento entre los crista-
Ies nucleados,conforme la cementación avanza hacia el centro
de los poros. La textura resultante está definida por cristales
más o menos equidimensionales,denominada en ocasioneses-
parita equidimensional o en bloques.
En 131 se ilustra un ejemplo de un mosaico drúsico en el cual
los cristales de cementación muestran un zonado composicional,
evidenciadopor la tinción, que pone de manifiesto las variaciones
en el contenido en hieno de la calcita, posiblemente relacionadas
con cambios en la composición de las aguas freáticas circulantes.
Tal como se explicó en la página 55, los cementosde calcita fe-
¡Tosa se generan en condiciones reductoras. El zonado indica la
posición de las caras cristalinas durante el crecimiento y permite
apreciar que los cristales, inicialmente idiomorfos, crecieron has-
ta ocupar completamente los poros, resultando finalmente en cris-
tales alotriomorfos. Los límites entre cristales generados de este
modo reciben el nombre de bordes cristalinos de compromiso.
En aquellos casosen los que los granos componentes de una
roca carbonatadaestán constituidos por unos pocos cristales de
gran tamaño es bastantefrecuente poder observar cementos es-
paríticos en continuidad óptica con los granos sobre los cuales
han nucleado. Éstos son los denominados recrecimientos sm-
taxiales o cementos circungranulares sintaxiales, según sea su
distribución, y son fácilmente observablescuando se han desa-
nollado sobre fragmentos de equinodermos. 132 y 133 mues-
tran una roca sedimentaria en la cual el cemento está consti-
tuido completamente por recrecimientos sintaxiales sobre pla-
cas de crinoideos, que pueden ser identificados por su aspecto
moteado, en tanto que el cemento presenta un aspecto limpio.
El carácter sintaxial del cemento se aprecia en LPNA por la
continuidad de los planos de exfoliación entre el bioclasto y el
cemento. En LPA se identifica la uniformidad de los colores
de interferencia y de la posición de extinción entre los bioclas-
tos y los cementos de recrecimiento. Los fragmentos de brio-
zoos fenestrélidos son, también. abundantesen la muestra.

I3I: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Carbo-


nífero Inferior, Wolfscote Dale, Staffordshire, Inglaterra, Gran
Bretaña: aumento: x22. LPNA.
132 y 133: Iámina delgada teñida, caliza de Eyam, Carbo-
nífero Inferior, cantera de Once-a-week, Derbyshire, Inglate-
rra, Gran Bretaña: aumento: x27: 132, LPNA: 133, LPA.

57
Rocas carbonatadas 134,135,136

Compactación

Además de la cementación, el principal proceso que condu-


ce a la reducción de la porosidad en los sedimentos es la com-
pactación. Las etapasmás tempranasde la compactación en se-
dimentos sin cementar comprenden procesos como el reajuste
de los granos con estructuras laxas para generar fábricas más
empaquetadas, la rotura de las conchas delicadas, el aplasta-
miento de los granos menos competentesy la expulsión de par-
te del agua de imbibición del barro carbonatado.
134 muestra una caliza peloidal en la cual bien la capa más
externa de los peloides bien una película de cemento de gene-
ración muy temprana se han desprendido de los granos, a
modo de escamas, durante la compactación. No obstante, los
granos micríticos se han comportado rígidamente ya que, en
caso contrario, se habrían deformado durante la compactación.
La compactación fue seguida por la precipitación de un ce-
mento esparítico de grano grueso que <cicatriza>>las fracturas
generadasal desprenderselas capas externas de los granos.
En 135 se muestra una sección transversal de un gasterópo-
do, conservado en forma de molde. La pared interna del orga-
nismo está marcada por una delgada envuelta micrítica y una
fina capa de cemento temprano (visible, p. ej., en la zona de la
concha de la parte superior de la fotografía). La pared de la con-
cha se fracturó y algunos de los fragmentos se reorientaron du-
rante la compactación. Tanto la envuelta micrítica como el ce-
mento temprano se presentan fracturados y las fracturas se en-
cuentran, a su vez, ocupadas por un cemento esparítico de grano
grueso. Por tanto cabe interpretar que, tras el depósito, este gas-
terópodo fue micritizado y cementado por una primera genera-
ción de carbonato de grano fino. La concha aragoníticase disol-
vió posteriormente, produciéndose la fracturación del molde, an-
tes que la roca fuera cementada en su totalidad. En la muestra
se puede observar, además, una vena que discurre desde el ex-
tremo superior izquierdo hasta el inferior derecho de la fotogra-
fía, así como cristales de dolomita de reemplazamiento, con co.
loración manón, repartidos por todo el campo de imagen.
136 ilustra una roca sedimentaria bioclástica fuertemente com-
pactada, compuesta por ostrácodos con las dos valvas unidas,
también valvas desarticuladas de estos organismos y fragmentos
muy delgados y alargados de bivalvos. La mayor parte de los
fragmentos se presentan alineados paralelamente a la estratifica-
ción, si bien algunos estánplegadosy fracturados(v. p. ej., en la
esquina superior izquierda de la fotografía). Los ostrácodos con
las dos valvas completas han soportado una presión considerable;
no obstante, la mayor parte de ellos se encuentran fracturados.

134: réplica en acetato teñida, uniclad oolítica de Red Hill,


Carbonífero Inferior, Cumbria, Inglaterra, Gran Bretaña: au-
mento: x3l, LPNA.
135: ldmina delgacla sin teñir, caliza de Woo DaLe, Carbo-
nífero Inferior, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumen-
to: x 14, LPNA.
136: lómina delgada sin teñir, Coal Measures, CarboníJ'ero
Infe rio r, Cobridge Brickworks, Hanley, Staffo rdshi re, Inglate-
rra, Gran Bretaña: aumento: x 19, LPNA.

58
137.138.139 Rocas carbonatadas

Disoluciónpor presión
y deformación

La disolucirin por presión es el proceso por el cual un sedi-


m e n t o d a d o q u e s e e n c u e n t r as o m e t i d oa u n a p r e s i ó n( é s t ap u e -
d e s e r s i m p l e r r e n t e l a c a r g a l i t o s t ¿ ' r t i c as) u
, fre una disolución
selectiva de sus cornponentes. En las rocas carbonatadas. el
material que sc disuelve con mayor facilidad es el carbonati¡ de
c a l c i o y l o s m i n e r a l e s m e n o s s o l u b l e s .c o m o e l c u a r z o o l o s
minerales arcillosos. quedan concentrados en las zonas donde
se ha producido la disolución del carbonato.
E n 1 3 7 s e i l u s t r au n e j e m p l o d e d i s o l u c i ó np o r p r e s i ó ne n l o s
contactos entte granos. Durante las etapas que preceden a la
cementación de los poros en una roca sedimentaria. el esfuer-
zo se concentra en los puntos de contacto entre los granos y
parte de uno o de los dos granos en contacto en cada caso pue-
den resultar parcialmente disueltos. En el ejernplo. los granos
af'ectadosson ooides. El cemento que finalmente ocupa los po-
ros es una espalita ligerarlente f'errosa,teñida en color rnalva.
Las pequeñas zonas esparíticas con sección en fbrma de rclm-
b o s o n s e u d o m o r f b sc a l c í t i c o sd e c r i s t a l e sd e d o l o m i t a o r i g i -
n a d o sp o r d e d o l o m i t i z a c i ó n( v . p á g . 7 z l ) .
138 muestra una caliza que ha sido af'ectadaintensamente
por procesos de disolución por presi<in,hasta tal exfremo que
la mayor parte de los bordes de grano originales han desapare-
cido y la roca se encuentra al'ecladapor gran cantidad de del-
g a d a sl á m i n a s o s c u r a s ,f o r m a d a s p o r l o s m i n e r a l e si n s o l u b l e s .
r '. :
Muchas de estas láminas muestran el aspecto en dientes de sie- ,:,s-tr
ts.Y-:.:ri;.+;;.:
i-'-+8._'=.:-:. :.-.:,i.:Í
aal::t-:,: ¿. :' -1
rra característicode los estilolitos. Este tipo de disolución pe-
netrativa por presión se denomina disolución en contacto sutu- *-i)íii4--+3
rado. '+' -:+Z;¡:'-:ffi
?--':
---
r '-i. - ¿ . - '
a-- - r
139 muestra una caliza que ha sutiido cierta detbnnación.
Se pueden reconocer todavía las placas de equinodernro, con el
típico aspecto moteado, así como los recrecimientos sintilxia-
les sobre ellas. La mayor parte de los cristales de calcita están
maclados y algunos de los planos de macla se presentan a su
vez alabeados, caracteresque pueden ser debidos a la defbr-
mación.

137: Iámina del¡4ada teñida, Jur¿ísíco Superior, Cap Rhir,


Marruecos; aumentq: x 52, LPNA.
138: réplica en ucetafo teñida, cctli:a de Woo Dale, Carbo-
nífero Inferior, Long Dale, Derbysltire, Inglaterra, Grtut Bre-
taña; awnento: x3l LPNA.
139: lámina delgada teñida, caliz.a de Torquat, Devrjttico,
Hope's Nose, Devon, Inglaterra, Grun Bretañct; aumento:
, { ' e
x 3l, LPNA.

59
Rocas carbonatadas 140.t4t.142

Neomorfismo
Microesparita,seudoesparita

El término neomofismo hace referencia a las transformacro-


nes que se producen a partir de un mineral y generan o bien el
mismo mineral o bien otro de la misma composición general(en
cualquier caso, con modificaciones de las características morfo-
lógicas o estructurales).Durante la diagénesis,el aragonitocom-
ponente de las calizas puede transformarse en calcita, sin desa-
nollo de una porosidad significativa. Habitualmente,esta trans-
formación conlleva un aumento en el tamaño de grano
(neomorfismo agradante).Muy frecuentemente,la micrita com-
ponente de las calizas puede resultar transformada en calcita de
grano más grueso. Los términos microesparita y seudoesparita
se emplean para describir los mosaicos de origen neomórfico
con tamaño medio de grano de 4-10 gm y > l0 ¡rm, respectiva-
mente. No siempre es posible distinguir entre las texturas de neo-
morfismo y los cementos esparíticos de grano fino, o los sedi-
mentos cuyas partículas originalmente tenían un tamaño de gra-
no de limo. En general, la esparita de neomorfismo presenta
bordes cristalinos irregulares y una distribución de tamaños de
grano aleatoria, caracteres que frecuentemente aparecen asocia-
dos con la presenciade relictos de micrita y con granos esquele-
tales que pueden aparecer <flotantes> en un mosaico esparítico.
140 ilustra una caliza en la cual la matriz está compuesta
por seudoesparitade grano fino. Ésta se presenta con un as-
pecto anubarrado, que contrasta con el aspecto limpio del mo-
saico esparítico de grano grueso que reemplaza la pared y re-
llena la cavidad interna del molusco que se identifica en la par-
te derecha de la fotografía. Su tamaño de grano varía
inegularmente y, por tanto, es probable que su origen sea neo-
mórfico, a partir de un sedimento originalmente micrítico.
l4l muestra una caliza de grano muy fino (téngaseen cuen-
ta el aumento empleado) compuesta en su práctica totalidad por
granos de carbonato de calcio con tamaño de microesparita. No
parecen existir relictos micríticos y esta textura podría ser, por
tanto, primaria y resultaría del depósito de barro carbonatado
compuesto por partículas de tamaño limo, en lugar de tratarse de
una microesparita generada por neomorfismo de una micrita.
En 142 se muestra una caliza con algunos romboedros de
dolomita (con coloración oscura) en una <matriz>>de seudoes-
parita con parches de microesparita y micrita. Destaca la dis-
tribución irregular en el mosaico, tanto del tamaño como de la
morfología de los cristales. Este aspectoes característicode las
texturas de neomorfismo.

140: lámina delgada teñida, caliza del Carbonífero, Llan-


gollen, Gales del Norte, Gran Bretaña; aumenfo: x43, LPNA.
141: réplica en acetato teñida, Lías azul, Jurásico Inferior,
Lavemock Point, Gales del Sur, Gran Bretetña; aumento: x72,
LPNA.
142: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Derbys-
hire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x43, LPNA.
Otra textura originada por neomotfismo se muestra en 161.

60
r43.tu. t4s Rocas carbonatadas

Neomorfismo
Bioclastos

La mayor parte de los bioclastosaragoníticosse conservan


en formade moldescalcíticos,sin ningúnrestode la mlcroes-
tructuraoriginalde la pared(v. pág.40). Sin embargo,ocasio-
nalmente,los bioclastosaragoníticos resultaninvertidosa cal-
cita in situ, siendoésta otra forma de neomorfismo.
En 143 se aprecianfragmentosde conchasde bivalvosque
han sufridoneomorfismo.Las conchasestáncompuestas por
un mosaicode cristalesde calcita ferrosa esparítica,pero se
aprecianlíneasde inclusionesque atraviesan los bordesde los
cristalesy que reflejan la estructuralaminar orginal de la con-
cha.Algunos de los cristalespresentantambiénun aspectopar-
duscodebidoa su contenidoen inclusiones.El sedimentoen-
tre las conchases de grano fino y contieneabundantecuarzo
lno teñido).
144 y 145 muestransecciones transversalesde un coral co-
lonial escleractínico, originalmentearagoníticoy actualmente
transformado a calcita.En 144 se muestrael coral,tal y como
se ve a pocos aumentos.Las paredesy tabiques del coral
sonricos en inclusionesy estáncompuestos por calcitano fe-
nosacuyaestructura en detalleno se apreciacon claridad.Los
porosestánocupadospor un cementoesparíticolibre de inclu-
siones,levementeteñido en color malva, y por tanto de calcita
ligeramenteferrosa.En 145 semuestraestacolonia a mayor au-
mento,en una secciónque ha sido pulida a un espesorligera-
mentemenordel usual.Las paredesdel coral estánconstituidas
por un mosaicoirregularde cristales,de tamañosy morfologías
variadas,que no representanla microestructuraoriginal ni
tampocose trata de un mosaicodrúsico, sino que más bien se
hanformadopor neomorfismo.Es remarcableel hechode que
algunosde los bordescristalinosson continuosentrela espari-
ta de relleno de poros y los tabiquesdel coral y, por tanto, al-
gunosde los cristalesdebenser en parte neomórficosy en par-
te de cementación.

143: ldmina delgada teñida, Facies Weald, Cretácico Infe-


rior, Sur de Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x2l, LPNA.
144 y 145: Iáminas delgadas teñidas, formación lggui el
Behar, Junisico Superior, Immouzer des lda-ou-Tanane, Alto
Atlas Occidental, Marruecos; aumentos: 144, x 12; 145, x43,
LPNA.

61
Rocas carbonatadas

Clasificacién de las rocas carbonatadas

Dos de las clasificaciones más ampliamente empleadas son las de Folk


(1959,1962) y Dunham (1962), que se han resumido en las tablas 3 y 4, y
en la figura E.

Tabla 3. Clttsificación de lcts rocas carbonatadas según


Componentes unidos
orgánicamente durante
Dunham (1962). Lus denominaciones que se emplean para las
Componentesoriginalesno unidos orgánicamenteduranteel depósito el depósito rocas se han indicado en letras mayúsculas.
(N. del T. En la actualidad, la clasificación más empleada
Contienelodo carbonatado(micrita) Sin micrita
para este tipo de rocas, incluye varias modificttciones a la
Soportadopor la matriz micrítica propuesta por Dunham y puede ser consultadct en MacKenzie
Granosoportado
& A ¿ l a m s ,1 9 9 7 , p á g . 2 0 1 . )
< 1 0 V ad e >lOVode
aloquímicos aloquímicos

MUDSTONE WACKESTONE PACKSTONE GRAINSTONE BOUNDSTONE

Tabla 4. Cktsdicación de las rocas carbonatadas basada en


> l0 Vo de aloquímicos < lO 9o de aloquímicos
d
el método de Folk (1959, 1962). Los nombres que se emplean
Proporciones <17ode para las rocas se han indicado en letras mayúsculas.
volumétricas Calcitaesparítica Micrita > calcita l-10 Vo aloquí-
de aloquímicos > micrita esparítica de aloquímicos micos E

Intraclastos a
>25 a/ode o MICRITA CON ñ 6
E
intraclastos INTRAESPARITA INTRAMICRITA INTRACLASTOS o
'o
Ooides
>25 Vo
MICRITA CON
de ooides OOESPARITA OOMICRITA
OOIDES
o
E 3- t < e
-
.= v
0 Bioclastos ;L 0 <
ar
I MICRITA
ñq
á=
E*
+o
>3:l BIOESPARITA BIOMICRITA FOSILÍFERA €v u¿a ñ
a G
oñ '6
ñA .:g o
?.=
e! o
c.l de 3: Peloides F
eo
a l : 3 BIOPELESPARIT/ BIOPELMICRITA MICRITA F F
ÑE E J
O
': > < l:3 PELESPARITA PELMICRITA
U

Más de 2/3 de matrizmicrítica Más de 2/3 de cementoesparítico

trlatrizmicrítica Cementode calcitaesparítica


I N

Fig. E. Rango de texturas que se presentan en las rocas carbonatadas, ilustradas usando los términos de Ia clasificación de Folk (modificado de Folk,
I 959).
-
146,147 Rocas carbonatadas

Clasificación
de las rocas
carbonatadas
(continuación)

En 146 se ha ilustrado un grainstone. Se trata de una roca


de textura granosostenida,con cemento esparítico. Los granos
que constituyen el sedimento presentan un escaso empaqueta-
miento, sugiriendo que la cementación se produjo antes que se
pudiera desarrollar una compactación significativa. Los com-
ponentesaloquímicos son ooides (algunos de ellos son ooides
superficiales,v. pág. 35) y bioclastos. Se trata, por tanto, de
una ooesparittt según la clasificación de Folk y, dado que los
aloquímicos se presentanredondeados,se puede clasilicar esta
roca como una rxtesparita redondeada, según el término del es-
pectro textural de Folk. La roca ilustrada en 147 es un packs-
tone compuesto por granos de dos tamaños predominantes,que
en este caso son peloides. Los peloides de mayor tamaño pre-
sentan localmente trazas de una estructura oolítica y podrían
ser ooides micritizados (pág. 54). Los peloides de menor ta-
maño son probablemente pelletsfecales. La roca contiene ade-
más cierta proporción de cemento esparítico de calcita f'errosa
y también, una importante proporción de matriz micrítica. En
cualquier caso, la textura es granososteniday por tanto es un
packstone. Según la clasificación de Folk, se trataría de una
ooesparit u e scu.sum
cnt e I a vadu.

146: l¿ímina delgada sin teñir, Jurásico, It¡caliclad descono-


cida, Inglaterra, Gran Bretaña; aumento: x23, LPNA.
147: réplica en acetato teñida, unidad oolítica Inferior, Ju-
rásico Medio, Cooper's Hill, Gloucestershire, Inglaterra,
Gran Bretaña; aumenlo: x 13, LPNA.
Otros grainsfones se ilustran (clasificación segLin Folk en-
tre paréntesis) en 73 (ooesparita),74 (ooesparita),75 (peles-
parita bien seleccionada), 77 (intraesparita no seleccionada),
87 (bioesparita no seleccionada) y I24 (bioesparita no selec-
cionada).
otros packstones se muestrdn en 72 (ooespurifa escasct-
mente lavada), 79 ( intramic rita empaquetada), 96 ( bioe spari-
ta escasamente lavada) y ll5 (biomicrita empaquetada).

63
Rocas carbonatadas r48, 149,150

Clasificación
de las rocas
carbonatadas
(continuación)

La roca ilustrada en 148 es un wackestone. Los granos son


bioclastos. principalmente placas de equinodermos junto con
a l g u n o s b r i o z o o s ( i d e n t i f i c a b l e s ,p . e j . , e n l a p a r t e i n f ' e r i o ri z -
quierda de la fbtografía). Estos granos se encuentran sostenl-
d o s p o r l a m a t r i z m i c r í t i c a , e n l a c u a l s e i d e n t i f i c a ne s t o s a u -
mentos, otras pequeñas partículas aloquímicas de composición
carbonatada.
En 149 se ilustra un mudstone, roca con textura soport¿lda
por la matriz y con menos del l0 o/ade componentes aloquí-
micos. En este caso, los aloquímicos son microfósiles -fbra-
miníf-erosy rnoldes calcíticos de radiolarios-. La roca se en-
cuentr¿latravesadapor delgadas venillas de calcita f'errosa,te-
ñ i d a e n a z u l m u y p á l i d o . S e g ú n l a c l a s i f i c a c i ó nd e F o l k , e s t a
muestra es una.tnic ritu .fbsi l (e ra.
Un boundstone es Llna roca carbonatadaen la cual el sedi-
mento ha sido fijado y unido por la acción de organisrnos vi-
vos, como sucede, por ejemplo, en muchos arrecit'es.Las tex-
turas de este tipo de rocas se aprecian mejor en muestra de
mano que mediante el microscopio. 150 muestra el aspecto en
l á m i n a d e l g a d ad e u n a c a l i z a a r r e c i f ' a le, n l a c u a l s e i d e n t i f i c a n
restos y crecimientos de organismos de identificación proble-
rnática (probablemente, algas o tbraminíf'eros)que, con un de-
sarrollo incrustante, se fijaron mutuamente a la vez que incor-
;in;: poraban sedimento de grano fino a la estructur¿lde Ia roca.
'r'"',,,r¡

148: réplico en acetoto teñida, caliza de Wenlock, Silúrico,


Shropshire, Inglaterra, Gron Bretaña; aLtmento: x l l, LPNA.
149: lámha delgada teñida, Cretácico Sttperior, zona tle
Pinclos, Grecia: alunenÍo: x13, LPNA.
150: Iámina delgada teñida, unidad oolítica de Red Hill,
Ca rb onífe ro Infe r i o r, cutte ra de Ell i scale s, D alt on- in' F ume ss,
.; Cunbria, Inglaterra, Gron Brefaña; aLlmento: x 12, LPNA.
,-,t0,4".--,
s"ii$
'r:l ,:J;r;fu. Otros wctckestonesse ilustran (clasificación según Folk en-
rre pttréntesis) en 105 (biomicrita) y 156 (biomicritct).

64
Rocas carbonatadas

Porosidad de las rocas carbonatadas

Cualquierdescripciónde una roca carbonatadadebeincluir


una estimaciónde la cantidady tipo de la porosidaden el se-
dimentooriginal. La porosidadpuedeser primaria ---+s decir,
estabapresenteya en el sedimentooriginal- o secundaria,de-
sarolladacomo resultadode la diagénesis. Una clasificación
de los tipos de porosidadse muestraen la figura F. La termi-
nologíaaplicablea los tipos de porosidadque en estecasose
presentaes aplicabletambiéna las arenitas.

Deoendientede la fábrica de la roca

ffiWWWEffiW
InterpartÍcula IntrapartÍcula Intercr¡stalina Móld¡ca Fenestral En zonas protegidas En eslructuras
de crecimiento
o Intefgranutar

No deoendientede la fábrica de la roca

WETil
Defractura Canales- Cavidades. Cavernas'

*Eltérminocaverna se aplica a los poros de grandes dimensiones (del tamaño de una persona o mayor), lengan morlologÍa de canales o de cavidades.

DeDendiente
o no de la fábricade la roca

ffiGHM
Brechoide Perforaciones Galerías De desecac¡ón

Fig,F. Tiposbósicosde porosidad en los sedimentos.Los poros se han sombreadoen negro (segúnChoquettey Pray, 1970)

65
Rocas carbonatadas l5l, 152,153

Porosidadde las rocas


carbonatadas
(continuación)

151 y 152 muestran una roca oolítica/peloidal en la cual


gran parte del espacio sedimentario entre los granos aparece
sin rellenar por sedimento o cemento. Esta roca presenta,por
tanto, lo que se denomina porosidad primaria intergranular.
Cuando se produce el depósito, un sedimento de este tipo pue-
de presentar una porosidad hasta del 50 o/c.Esta porosidad ini-
cial ha sido reducida por compactación y por la cementación
de algunos de los poros. Se pueden identificar dos tipos de ce-
mentos: un cemento de esparita de grano fino que forma en-
vueltas alrededor de la mayor parte de los granos (a estos au-
mentos se aprecia como una película de aproximadamente
0,5 mm de grosor que se distingue mejor en LPA) y, por otra
parte, un cemento de recrecimiento sintaxial sobre placas de
equinodermos (visible en el extremo inf'erior izquierdo de la
fbtografía). Aunque este último cemento se presentc en zonas
muy concretas, volumétricamente es más importante que el
primero.
Un tipo de porosidad secudaria muy fiecuente es la porosi-
dad nuilclit'u, generada habitualmente por la disolución de los
bioclastos aragoníticos. En 153 se muestra una roca carbonata-
da que presenta porosidad intergranular primaria y porosidad
secundariamóldica. Los moldes de los bioclastos han sido pre-
servados por las envueltas micríticas que presentaban,aunque
en algún caso, como por ejemplo en el bioclasto identificable
en la parte inferior de la fotografía, dichas envueltas micríticas
se colapsaron parcialmente durante la compactación.
Los colores de interferencia gris-azulados que se observan
en los poros intergranularesy en los moldes de conchas en 152
y 153 se deben a que el adhesivo de la preparación ha sido ten-
sionado, presentandopor tanto una ligera anisotropía.

151 y 152: kímina delgada teñida, piedra Portland, Jurási-


co Superíor, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aLtmento: x27,
151. LPNA: 152. LPA.
153: lámina delgada teñidu, piedra Portland, Jurásico Su-
perior, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aLonento: x ll,
LPA.

66
154.155.15ó Rocas carbonatadas

Porosidadde las rocas


carbonatadas
(continuación)

La fbtografía 154 muestra una caliza constituida principal-


mente por fragmentos de equinodermos, óementadospor espa-
rita de calcita no ferrosa, teñida en rosa. También se identifi-
can algunos granos cuyo núcleo está fbrmado por un fragmen-
to de equinodermo, rodeado por una zona de cemento de
calcita t'errosa,teñida en azul. Este cemento se puede interpre-
tar como un relleno tardío del poro dejado por la disolución de
las envueltas aragoníticas<¡ueoriginalmente rodeaban los fiag-
mentos de equinodermos. Dichas envueltas probablemente te-
nían carácter oolítico y, tras su disolución, la roca habría pre-
sentadouna porosidad oomóldica.
La porosidad puede ser, también, debida a la actividad de
los organismos, capacesde generar perforaciones y galerías en
el sedirnento.155 muestra una sección de una perforación ge-
neradapor un organismo en una roca oolítica. Obsérvese que
algunos de los granos en contacto con la perforación se en-
cuentranseccionados,indicando que el sedimento ya estaba li-
tificado cuando se produjo la actividad del organismo y, por
tanto, esta estructura es una perfbración y no una galería. Esta
perforación se encuentra rellena por cemento de calcita f'erro-
sa,parte del cual se ha desprendido al hacer Ia lámina delgada.
La porosidad en zonas protegidas es aquella que se produce
debajode fragmentos de conchas que se conservan con la con-
cavidadhacia abajo. 156 muestra una roca compuesta por frag-
mentosde bivalvos en una matriz de barro carbonatado.Aque-
llos fragmentos de conchas que se han conservado con la con-
cavidad hacia abajo, entre los cuales destaca el fragmento de
mayor tamaño que atraviesa completamente el campo de ima-
gen,presentandebajo de ellas zonas de cemento esparítico que
precipitó como relleno de Ia cavidad protegida generada a fa-
vor de la superficie cóncava. El sedimento no pudo penetrar en
dicha cavidad debido al ef'ecto <paraguasode la concha.

154: répLica en acetúto teñida, grupo oolítico, Carbonífero


Inferior, Daren Cilau, Llangattock, Cules del Sur, Gran Bre-
taña: awnento: x 15. LPNA.
155: Ltímina delgada teñida, unidad oolítica inferior, Jurá-
sico Medio, Cooper's Hill, Gloucestershire, Inglaterra, Gron
Bretaña;aumento: x 16, LPNA.
156: lámina delgada teñida, Carbottfero Inferior, Arbi-
gland, Dumfries, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x 16,
LPNA,

67
Rocas carbonatadas 157,158

Porosidadde las rocas


carbonatadas
(continuación)

Los porosen un sedimentoo roca carbonatada que tienen


dimensionesmayoresque las de los espaciosgranosoportados
son denominados fenesfrae(en singular,fenestra).Habitual-
menteresultanocupadospor sedimentointernoo cemento,o
por unacombinaciónde ambos.El tamañoy la formade las/e-
nestraepuedenser muy variados,segúncuál haya sido su me-
canismode formación.
En 157 se ilustra una micrita confen¿slra¿rellenasde es-
parita. La mayor parte de ellas presentanmorfologíasirregula-
res y probablementese generaronpor atrapamientode fluidos
en el sedimentodurantela desecación,aunquelafenestra alar-
gada en la parte central de la fotografía podría habersido una
galería.Este tipo defenestrae son las denominadasen algunas
ocasionesestructurasen ojo de pájaro. La roca contienetam-
bién algunosforaminíferosde paredmicrítica(porcelanáceos).
Las micritasfenestralesquedaían incluidasdentrode la clasifi-
caciónde Folk, dentrodel grupo de las dismicritas(v. tabla4).
En 158 se ilusrranfenestra¿ en un grainstonepeloidal de
granoñno. En estecaso,lasfenestraetiendena teneruna mor-
fología alargadaparalelamentea la estratificación.Este tipo de
estructurasueleserdenominadalaminaciónfenesfraly su ori-
gen puedeestarrelacionadocon la descomposición de la ma-
teriaorgánicaasociada con los estromatolitos algales(pág.53).

157: Iámina delgada teñida, Jurásico Inferior, Alto Atlas


Central, Marruecos; aumento: x 14, LPNA.
158: réplica en acetato teñida, caliza de Woo Dale, Carbo-
nífero Inferior, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bretaña; aumen-
to: x7, LPNA.

68

i-_
159,160 Rocas carbonatadas

Porosidadde las rocas


carbonatadas
(continuación)

Los poros en las rocas carbonatadaspueden estar ocupados


por sedimento o por cemento. El sedimento que ocupa parcial-
mente las cavidades, especialmenteen el caso de fósiles o /e-
nestrae, puede indicar la posición del plano horizontal en el
momento del depósito. Estos rellenos de sedimento son los de-
nominados rellenr¡sgeopetales. En 159 se muestra una concha
de gasterópodoocupada palcialmente por sedimento geopetal.
En el momento del depósito, el gasterópodo tenía una porosi-
dad primaria propia, consistente en la cavidad de su concha
(¡torosidad inlragranular). Ésta parcialmente fue rellenada por
sedimento micrítico y finalmente la cavidad restante resultó
ocupada por cemento de calcita ferrosa. La disposición de las
inclusiones en la pared de la concha, tanto en el gasterópodo
como en los bioclastos que lo rodean, sugieren que la textura
que observamos se trata del resultado de la inversión neomór-
f i c a ( p á g . 6 l ) d e a r a g o n i t oa c a l c i t a y n o d e l r e l l e n o p o r c e -
mento de una porosidad móldica.
Algunos poros incluyen hidrocarburos en su interior o pre-
sentan evidencias de haberlos incluido en algún momento. En
160 se ilustra una roca carbonatadaen la cual algunos de los
poros están rellenos por un hidrocarburo de color negro y otros
presentanuna fina lámina de éste recubriendo sus paredes.Un
estudio detallado de la relación entre el hidrocarburo y los ce-
mentos permite apreciar que el hidrocarburo entró en contacto
con la roca despuésde una etapa de cementación isopaca tem-
prana (¿marina?) y previamente a la cementación final de la
roca por cemento de esparita de grano grueso en bloques (me-
teórica).

159: lámina delgada teñida, caliza omamental del Purbeck,


Jurásico Superior, Dorset, Inglaterra, Gran Bretaña; aumen-
to: x 12, LPNA.
160: l¿ímina delgada sin teñir, caliza de Bee Low, Carboní
J'ero Inferior, Windy Knoll, Derbyshire, Inglaterra, Gran Bre-
taña; aumento: x 16, LPNA.

69
Rocascarbonatadas

Dolomitización

Introducción

La dolomita, CaMg(COr)r,es un componentedestacadode


las rocascarbonatadas. Habitualmentees secundaria,reempla-
zandoa los mineralescarbonatadosprevios.Al contrariode lo
que ocurre con la calcita, frecuentemente desarrolla cristales
idiomorfos con secciones en forma de rombo. De cualquier
modo, como sus propiedadesópticas son muy similaresa las
de la calcita,puederesultarmuy difícil distinguirlasy, por este
motivo, se realiza rutinariamente el ataque y tinción de las 1á-
minas delgadascon rojo de alizarinaS (v. pág. 34).
Las rocas dolomíticas se clasifican según su contenidoen
dolomita, con los cuatro términos siguientes:

Del 0 al lO Vode dolomita Caliza


Del l0 al 5OVode dolomita Caliza dolomítica
Del 50 al 9OVode dolomita Dolomía calcítica
Del 90 al IOOVode dolomita Dolomía

En los manualesen lenguainglesa,el mismo térmi¡o -do-


lomite- se emplea para hacer referencia al mineral dolomita y
a la roca formada por este mineral (dolomía), motivo por el
cual algunos autores prefieren emplear el término dolostone
para hacerreferenciaa la roca, si bien estetérmino no es uni-
versalmenteaceptadoy no se ha adoptado en este manual.
16l,162 Rocas carbonatadas

Dolomitización
(continuación)

L a r o c a i l u s t r a d ae n l 6 l e s u n a c a l i z a d o l o m í t i c a .c o n s t i t u i -
da en ef 20-30 Vo por dolomita. La dolomita permanece sin te-
ñir y se idcntifican claramente sus cristales idiomorfos. con
seccionesen fbrma de rotnbo, que contienen inclusiones, pro-
bablemente de calcita y que presentan por tanto un aspecto
anubarrado.La roca no dolomitizada que rodea estos cristales
está constituida por calcita no ferrosa, teñida en rosa, y pre-
sentauna [extura en parches de micrita y esparita, en la cual se
reconocen muy pocos granos. Esta textura es de origen neo-
mór'fico (pág. 60).
E n 1 6 2 s e i l u s t r a u n a d o l o m í a c a l c í t i c a ,e n l a c u a l l a m a t r i z
calcítica original ha sido reemplazada completamente por do-
l o m i t a ( s i n t i n c i ó n ) ; l o s a l o q r . r í r n i c om
s i c r í t i c o s ( p e l o i d e s )h a n
resistido a la dolomitización y se pt'esentanreernplazadossólo
p a r c i a l m e n t c( l a d o l o m i t a n o s e a p r e c i at e ñ i d a y l a c a l c i t a p r e -
s e n t at i n c i ó n e n r o j o ) . E n l a s z o n a s d o n d e c l r e e m p l a z a m i e n t o
h a s i d o i n c o m p l e t o s e i d c n t i f l c a n c r i s t a l e si d i o m o r f o s c o n s e c -
ciones en rombo, mientras que en las zonas con reemplaza-
m i e n t o c o m p l e t o e l c r e c i n r i e n t oc o m p e t i t i v o d e l o s c r i s t a l e sh a
obliterado las morfoloeías idiomorf'as.

16I: lántina delgada ¡eñida, caliz.a de Woo Dale, Carboní-


.fbro Inf'erior, Derb¡-shire, Ingluterra, Grrut BreÍaña; autnento:
X 20, LPNA.
162: lámina delgada teñida, Jurásico Medio, Jebel Amsit-
ten, Marruecos; aumento: x 11, LPNA.

71
Rocas carllonatadas 1 6 - 1l.6 t . 1 6 5

Dolomitización
(cont¡nuac¡on)

1 6 3 n r r r c s t l lu n u r ( ) c r .o l i g i r t ¿ r l n r c nt lrcl l r c ¡ l i z l r .t ¡ u c h l r s i t k r
c o n r p l c l l l n l c n l cr c c l r ¡ r l l z l r d a p o r t k r l o r i l i t l . E l | c s u l l l r l o c s u n
n r o s ¿ i c od c c r i s t a l c su l o t r i o n r o r l i rdsr ' c s l c n t i n c n r l .A u l t ¡ u c l a
l l i r u i r r at l c l g a t l u l i r c s L r r r c l g i c l a c n l ¡ s o l L ¡ c i r i rd c t i n c i t i n . n o s c
l p r c c i l r n i n g t i n g l l r L k rL l cl i n c i t i n c n l o s c l i s l i l l c s . i n L l i c a r r c lto¡ u c
c l r c c n r ¡ r l i r z l r n i e nht ou s i t l o c o r r r ¡ r l c l o .
[ - a n r c l r i l u s l l l r t l ac n l ó J c s L ¡ r utrl o l o n r í ¿ re. n l i r e u a l l o s c n s
t l l c s l l r c s c n t a nu r z o r l d o l r r u t c r i d c n t c . r \ r r r r r ¡ L rl cl t c x t r r r r d c
l a l o c l ¡ r l c s c r r t lr n u c l ) o sc o n t i l c t o sc r i s t l l i r t o s i n t c r p c n c t n r t k r s .
l u n r o r l i r l t u í l Lr o n r b o ó t l r i c ad c l o s c l i s t r r l c sr ¡ u c d ut l c l i r t i d r rc l u -
l a n r c l l t c ¡ r o l c l t o n l d o . I l l z o n l r d od c k r s c l i s t ¿ r l c s¡ r u c t l cl c l l c
. j l r r r l i l L ' r ' c r r c i l rt lsc c o n r ¡ r o s i c i t i rrrl L r i r i c r r c n l l t l o l o r r i t i r . ¡ r c r - o
l r i l l d l r n t c r t t a l r n c n lpcl r f c c ct ¡ L r cc s t l i r c l r r c i 0 t r r r l oe 0 n l a i n c o r p o -
l a c i r i n t l c p r o ¡ r o l c i o t ' t crsl r r i a b l c st l c i n c l t t s i o n c si l t r a t t t c c l el c -
clllllclllo.
l - l r t l o l o n r i l l r ¡ r L r c d cc o r l c n c r ' l r i c r r o c n \ L r s l i t L l c i ( i n tlcl rnlg
n c s i o . ( ' t r ¿ u r c k ll a ¡ r r o ¡ r o l c i t i n r n o l l r c l c l r i c l r r r s u ¡ r c l a c l I 0 7 , c l
n r i n c l r L l s c c l c r r o r n i n a t u t l ; t , ti t t t . l - l l i r t o g l a l í a 1 6 5 i l u s t l l e l i : t r r
l c s t l c d o l o n t i l l r l c n o : l t . c o t t u n i r e o n r ¡ { , \ i r ¡ ( i n ¡ r r i r r i n r r r; . tl l t d c
I a a n k c r i t a . l - l r n r t r r n r l c z a l c r l o s l r r l c l r r r i r r e r a lc ¡ t r e r l at l e r n l r n i
licsto ¡rol cl eolor-lulrlLrc\u t¡rrc hl lrtlt¡ttilirkr¡ror lineiort
i r . p i i u . . l J ) . s i b i c n h u r t ¡ u c i n t l i c a l t ¡ L r cc l t i c r t t ¡ r o t l c t i l t c i r i n
c r u ¡ r l c r t l o ¡ r a r - i rl a k i r n i n i r l u c s L r ¡ r c l i o r ¿ r ll r r t r i t u l r l . r l o t i v o ¡ r o r c l
c u r r l l l r c l r l c i t l r I r f c \ e r l l c s c o b s c ¡ t r l r o j l t c r l L t g l t tt l c l c o l o l t o s l i
. l l c o l r t c n i c k rc n h i c l l o d c l a t l o l o n r i l u s c n r l r r i l i c s t a
h l r b i t L r l r lF
t l l n b i r t n p o l c l c o l o l r n l L r r t i n o s c L r n r r l u c p r c s en t l u r l o s r r r r i r t c
n c s t l c l r l g L r t t o rc f i \ t i l l c \ \ L l u c c ( ) r f c \ p o n t l c r t l n r i n c l a l l i r l n r a d o
c o l r t o ¡ r r o d t t c t o r l e I a o r i t l a c i r i t t i l c l h i c r r o : e n c s l c c ¿ r s o .s c t r ¿ l
1l clc linronita.

l 6 - J . l t í t t t i t t t tt l c l , V t t l t tt t ' ñ i l u . t ¿ t l i - t t t l t ' P e n n t t t t ' nR ¡ r ¡ . r t r t r ' . r ,


Curbttttílcru ltt.lt'rior. IJtLltíutlc (.u.snL'll,(lule.s dtl Sttr, (irun
R r e t u i t t t .d L ! n t ( n t o :x 1 - 1 . L P N A .
161; !útninu tlt'lgultt .;in rt'ñir. [)r¡!ot¡tí¿tdt l|t¡t¡ Dult. ('ur-
bortíft'nt Itrfi'tirtr, Wt¡o Dule, I)e rl¡.¡ltirc, lrt,qluferrtt. ()nrn
Ilr¿tttñtt: dt!nl(ttt(): x -5ó.LPN,\.
165; lúntintt delgultt tL'ñilu, I)t¡!t¡t¡títtdc ll't¡t¡ Dule, ('ttrht¡
t t í l e n t I r t l e r i t s t , \ V t ¡ t ¡D u l ¿ , D L ' r l . r . s l t i r cl r, t g l u t c r n r , C n t n B r ¿ -
l r t i t t t .t u u t t t n l t t . r .?/. 1./'\4.
t66,167,168 Rocas carbonatadas
-jiy'-- :,,'#*r"
Dolomitización
(continuación)
.:
{
-='-.;.+
.'-9:
.;. ffi
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' :4f:s
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En 166 se ilustra una roca constiluidapor una retículade


c r i s t a l e si d i o m o r f b s d e d o l o t n i t a , l i g e r a m e n t ei n t e r p e n e t r a d o s ,
e s t a n d ol o s e s p a c i o si n t e r c r i s t a l i n c losc u p a d o sp o r u n c e m e n t o
d e c a l c i t a e s p a r í t i c ad e g r a n o g r u e s o ( t e ñ i d o e n r o s a ) .
E n a l g u n o s c a s o s . l a s t e x t u r a s s e d i m e n t a r i a sc u ' i g i n a l e ss e
c o n s e r v a ne n u n a c a l i z a , a u n q u eé s t a h i r y a s i d o c o m p l e t a m e n -
t e r e e r n p l a z a d ap o r d o l o m i t a . 1 6 7 m u e s t r a u n a d o l o m í a e n l a
cual la dolomita que ha reenrplazadoa la matriz presentaun ta-
m a ñ o d e c r i s t a l e sm u c h o m e n o r q u e l a q u e h a r e e m p l a z a d oa
l o s a l o q u í m i c o s( t a l v e z , o r i g i n a l m e n t eo o i d e s ) .E l r e s u l t a d od e
este reemplazamiento mineral, preservando los caracterestex-
turales. es una textura <<f'anlasma>.
La fbtografía 168 muestra una dolomía muy porosa, algunos
d e c u y o s p o r o s h a n s i d o o c u p a d o sp o r u n c e m e n t o d e c a l c i t a
l e v e m e n t ef ' e r r o s a( t e ñ i d ae n c o l o r r r a l v a p á l i d o , v i s i b l e e n l á -
mina delgada demasiado tenue para ser reproducido adecuada-
mente en la fbtografía). La dolonrita es de grano rnuy fino y
los contornos de los aloquírnicos originales han sido preserva-
dos como textura fantasrna. La porosidad en una roc¿rreem-
p l a z a d ap o r d o l o m i t a e s l a d e n o m i n a d ap o r o s i d a di n t e r < ' r i s t u l i -
ira (fig. F, v. pág. 65).

166: ltiminu delguda teñitlu, dolt¡míu de Woo Dule, Curbo-


nífero Inferbr, Cunning Dale, Derb,,-shire, lngktterra, Gran
Bretañd; oLunentq:x 15, LPNA.
167: Lámina delgada teñidu, .fbrmaciótt Ounamane, Jurási-
co Medio, Ouadirn, Alu¡ Atlas Occidentul, Murruecos; uLrntert-
to: x 23, LPNA.
168: láminct delgada teñidu, cali:a Magrtesiarn, Pénntcr¡,
Yorkshire del Sur, Ingluterru, Grut Brefuñtt: aLotlento: x 3¿J,
LPNA.

73
Rocas carbonatadas 169,170

Dedolomitización

La dolomita puede ser reemplazada por la calcita, normal-


mente debido a la interacción con aguas meteóricas oxidantes.
Este proceso de dedok¡mitización genera como resultado bien
cristales de calcita con sección en rombo bien áreas con forma
de rombo ocupadas por un mosaico de calcita de reemplaza-
miento (dedolomita).
En 169 se identifican grandes áreas con contorno en rombo
que, actualmente, son cristales de calcita teñidos en rosa. La
m o r f o l o g í a d e e s t a si r e a s s u g i e r eq u e . p r e v i a m e n t e .e r a n c r i s -
tales individuales de dolomita. Cabe destacar que la <dedolo-
mita> presenta una gran cantidad de inclusiones marrones de
óxidos de hierro. Esta es una característicamuy común, pues-
to que la dedolomitización frecuentemente se produce en con-
diciones oxidantes, de tal modo que el hierro presenteen la do-
lomita resulta oxidado a Fet. y forma óxidos de hierro en lugar
de ser incorporado en la red de la calcita de reemplazamiento.
Además de la dedolomita, se identifica un cemento de calcita
esparítica junto con numerosas secciones hexagonales de un
mineral incoloro de bajo relieve que es cuarzo autigénico. Pre-
viamente a la dedolomitización, esta roca habría sido similar a
la dolomía calcítica ilustrada en 166.
170 ilustra una en la cual los cristales de do-
"dedolomía>
lomita previos han sido reemplazados por un mosaico de pe-
queños cristales de calcita. El material que se observa entre las
áreas romboidales es una micrita calcítica.

169: lámina delgada teñida, caliza de Woo Dale, Carboní-


Jbro InJbrior, Cunning Dale, Derbyshire, Inglaterra, Gran
Bretaña: aumento: x 27. LPNA.
170: lámina delgada teñida, Jurásico Superior, Jebel Am-
sitten, Marruecos; aumento: x 12, LPNA.
La dedolomita se ouede observar también en 137.

74

t,
Parte 3

OTRAS ROCAS SEDIMENTARIAS


Otras rocas sedimentarias

Introducción

En estaparte del libro incluimos fotografíasde rocasferruginosas,evapo-


ritas, silexitas,rocasfosfatadasy carbones.Incluso consideradosen conjun-
to, todos estostipos de rocas representanuna proporción muy pequeñadel
registrosedimentario.De cualquiermodo, estosgruposde rocashan suscita-
do estudiospetrográficosen una proporciónmucho mayor que la quejustifi-
ca su abundancia,en parte porque incluyen rocas de gran importanciaeco-
nómica y, también, porque presentanalgunas característicaspetrográficas
que han generadoun considerableinterés.

77
Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas l7l,172

Rocasferruginosas

Las rocas sedimentariasque contienen más del l5 c/ccJehie-


rro se denominan rocas.fbrruginosas y habitualmente han sido
explotadas como menas de este elemento. Las rocas ferrugino-
sas del Fanerozoico son con frecuencia acumulaciones locales
de depósitos oolíticos fosilíferos y se suelen denominar ¡oc'r¿.r
.fbrrugirtosus oolíÍic¿tstpor el contrario, Ias rocas ferruginosas
del Precámbrico presentan desarrollos areales muy extensos y
de modo habitual una estructuración en bandas alternantesde
silicatos y minerales de hierro. Son las denominadas.formucut-
nes .fbr rífb ras bandeudas (FFB).
Las fbtografías l7l y 172 muestlan una roca f'erruginosa
oolítica del Jurásico. El mineral de color verde-oliva que cons-
tituye la mayor parte de los ooides y el material de cementa-
ción temprana es chamosiÍa. La chamosita es un silicato de
hierro con una estructura similar a la de la clorita (en rigor, la
chamosita es una clorita trioctaédrica con Fet- como catión oc-
taédrico principal). En este caso se presentaen forma de agre-
gados cristalinos de grano muy fino que, como se puede apre-
ciar en la fotografía inferior, tienen una birrefringencia prácti-
camente nula. Las áreas de color marrón que se observan en
algunos de los ooides y que presentan una birrefringencia ele-
vada están compuestaspor siderita, carbonato de hierro. El ce-
mento intergranular es de calcita.

17I v"172: roca ferruginosa de Northampton Sand, Jurósi-


co Medio, Northamptonshire, Inglaterra, Gran Bretaña; au-
mento: x37: 171. LPNA: 172. LPA.

78
173.171 Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas

Rocasferruginosas
bontinuación)

[ - a c h l r n o s i t i r s c o x i t l ¿ rr r r u t l ¿ i c i l r n e n t cr r l i n r o n i t a . a l g u n l r s ,{
v c c c s e n c l n r i s n r ol i r n d o t l c h c r r c n c ap o c o d e s p r r ó si l e s u t l c -
¡ ' x i s i l o¡ . r c l o .c l c r n o r l o n r u c h o n t i s l l ' c c u c n t c .l a o x i d ¿ c i r í n s c
p l o i l t t c c r . l n l lv c r r ¡ r r cl a r o c l r s a l e a l u s u p e r ' l i c i ev c o n r i e n z al a
n l c t c o l i z a c i r i n .L ¡ l i r t t x l r - aí a
l 1 7 3 n r u c s t r ar ¡ n a r ( ) c i rl L ' n ' u -i rLr:o s u
c o l l ) l l u c s t a t. a n t o p o r r x r i d c sd c c l r a ¡ l o s i t u ¡ r a r - c i a l n r e nat cl t c l u
( l i l . c l L t cp r c s c n t a l lc o l o t a r n a r i l l oa n t a r r r i nd o r a d o . c o n a l g r r r a s
z o n a s n r ¿ i so s c u r a sr l c I i r t t o n i l l re. ¡ ) n r ( )n ( ) r ' ! l r r l o s e r r n r p l c t l r -
n l c r t t cr - c c D r ¡ r l ¿ l z a dp(O) sr l i t D ¡ r n i t l IrL r f l r .( l u e \ ¡ ) n e l \ i ( ) l ) i r c o \ .[ r l
c c n r c n l o c s r l c c a l c i t ¿ rL. l r r o c a c s r c l ¿ l t i v i l n r c n tbc l a n t l u .¡ r o r l o
c u a l a l g u n o sg n l n o s s c h a n c l c s p r c n c l i duol I r a c c rl a l l i n l i n a t l e l -
g r r d l rd. t ' j a n d ol t u c c o sc ¡ u cs c o b s c l r ' ¿ r inn c o k l r r s c n l a l i l t o g l t r íl a .
[ : n l 7 - l s c i l u s l n r u n a l o c l r l c r l u g i n o s a c n l a c r r ¿ rllo s l n r n o s
c l i ¡ r s o i c l a l chs a u s i c k rc o n r p l c t a r n c n t cl c c n r ¡ r l l z a d o s¡ r o l J i r n o r r i -
t a o l l l c a . [ - ¿ ln r . r c s ( r ¡c o r r t i c r r ca l g L r r r o sl l ' a g n r c n t o sd c c o n c h l t
r c t k l l d c ¡ t k r s ( p . e ' j . .c n c l l a r k r r z t ¡ u i c r d oc l c l a l i r t o _ e l a l í ai r. l g o
¡ . r o lc n c i n l r t l c l c c n l r o ) y g r l n o s r l e c u a r z o c l i s p c r s o sr [ r c . a u l r
t ¡ t t c i n c o l o r o s ¡ r c o n b a j o r - c l i c r c .s c ¡ r u e c l c rird c n t i l i c ¡ r e n a l -
l : u n o s c A S o sp o r I a ¡ r r e s c n c i ad c c l c l g a c l apse l í c u l a st l c l i n r o n i l r
c ¡ u cl o s r o d c a n( s c ¡ . r L r c d eonb s c r v a rc ' i c r n p l o sc n l a l o n a c en t r a l
c l c l l l i r t o g l l l í u) . E l c en r c n t o c s c l c c a l c i t a .

s¡-'Á.
e'

I 73: roctr .lcrnr,qirtosudc Norflttrrrtltton Stttttl,.lurú.riu¡ M¿-


tl itt, No rÍl tu ttt¡tf¿¡n.slt
i rc, Itt,qluterru. Crun IJrcÍüñd: ut!ntento:
x.17, LPNA.
171: n¡t tt .t'errtr,qirtosult Frodittgltarn, .lurti.sict¡ Inlerior,
St tttttlnr¡tc. Irtglutarra. Cnut Breluñtt; úttritetrto:x-l-i. Lf i\á. Lt 'Ll^
r

79

I
Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas 175,176,177

Rocasferruginosas
(continuación)

En 175 se puedeapreciarla abundantefauna marinapre-


senteen muchasrocasferruginosasoolíticas.Los bioclastos
con aspectomoteadoson placasde equinodermos (una placa
de gran tamañose identificajusto debajodel centro).La es-
tructuraconcéntricade los ooidesse ve remarcadapor la alter-
nanciade bandasde chamosita-verde- y de óxidosde hie-
rro -opacos-. La matriz contieneóxidos de hierro y peque-
ños granosde cuarzo(incoloros,con bajo relieve).
Los ooidesen las rocasferruginosas fanerozoicas frecuente-
menteresultanaplastados durantela compactación, hechoque
sugiereque,probablemente, no se produjosu litificaciónhasta
pasadocierto tiempo tras el depósito,situaciónque contrasta
con sus equivalentescarbonatados, que se comportancomo
granosrígidosdurantela compactación y quepor lo tantoman-
tienensu forma.En 176 y 177 se ilustranooideschamosíticos
con morfologíasaplastadas y en gancho,resultadode la com-
pactación.Estetipo de granosse denominanespastolitos. Los
coloresde interferenciagris oscuroque presentala chamosita
en la fotografíaen LPA indicansu birrefringencia, muy baja.
La matriz entre los ooidesestáconstituidapor barro de cha-
mosita de color verde-pardusco oscuroy pequeñoscristales
equidimensionales con alta birrefringencia.Estos,en algunos
puntosde la fotografía,presentan seccionesen romboy pode-
mos deducirque se tratade siderita(carbonatode hierro).Se
puedenidentificaralgunoscristalesde sideritade mayortama-
ño reemplazando las partesexternasde algunosde los ooides.

175: Jurásico Inferior, Slqe, Escocia, Gran Bretaña; au-


mento: x 16. LPNA.
176 y 177: roca ferruginosa de Raasay, Jurásico Inferior,
Raasay, Escocia, Gran Bretaña; aumento: x43; 176, LPNA;
T77, LPA.

80
1 7 8 , 1 7 91,8 0 Otras rocas sedimentarias: rocas ferruginosas

Rocasferruginosas
(continuación)

vr;!

ii..-*,

l T l l m u e s t r au n a c a l i z a e n l a c u a l l o s b i o c l a s t o sh a n r e s u l t a -
d o i n t p r e g n a d o sp o r < i x i d od e h i e r r o . o p a c o . E I ó x r d o d e h i c r r o
h a r e l l e n a d ol o s p o r o s d e l o s f r a g m e n t c l sd e c r i n o i d c o sy h a r e -
e m p l a z a d op r r c i a l m e n t e s u s e s q u e l e t o s d. e s a r r o l l a n t l ou n a e s -
t r u c t u r ar e t i c u l a d ac l ¿ l r a m e n t d e i s t i n t i v a .T a r n b i é n l o s r e s t o sd e
b r i o z o o s h a n s i d o i n r ¡ r r e g n a d o sp o r c i x i d o c l e h i e r r o y p u e d e n
i d e n t i f i c a r s ed o s e j e n r p l o sj u s t o e n c i r n a y a l a i z c ¡ u i e r d ad e l
centro de la lirtogral'ía.
179 rnuestra una lírnrina tlclgada cle u¡l¿¡roc¿r f'errugrnosa
b a n d e a d ad e l P l e c ¿ i n l b r i c oc. o n s t i t u i c l ap o r u n a a l t e r n a n c i ad e
cap¿lsoscuras ricas en rixidcls de hierro y otras capas incoloras
d e c o n r p o s i c i r i ns i l e x í t i c a . l t l O e s L r n al b t o _ q r a l ' íaa n r a y o r ¿ r u -
m e n t o d e u n a p a r t e d c l a m i s n r a l á m i n a . t o n r a d ae n L P A y c ¡ u e
p e r m i t c i d e n t i l i c a r c l c u a r z o d c g r a n o f i n o c ¡ r - rceo n s t i t u y e l a s
b a n d a ss i l e x í t i c a s .

178: mena de hierro de Rltiwbinu, Curbonílbro InJerior, Cu


les del Sur, Gnut Bretultrt: uLtilrctúo:x20, LPNA.
179 v"180: n¡ca del Preccíntl¡rico tle Trattst'aul, República Su
dafricunu;179, uumentr¡:x9, LPNA; 180, auntento: x -12,LPA

81
Otras rocas sedimentarias: silexitas r8r,182

Silexitas

L a s s i l e x i t a ss o n r o c ¿ l sc o m p u e s t a sp o r s í l i c e a u t i g é n i c a ,h a -
bitualmente en fbrma de cuarzo de grano fino. Las silexitas
pueden ser prirnarias, en cuyo caso la mayor parte de la sílice
se encuentra fbrmando las partes duras de algunos organlsmos
s i l í c e o s .c o n r o l o s r a d i o l a r i o s .d i a t o m e a sy l a s e s p í c u l a sd e a l -
gunas esponjas.Gran parte de las silexitas, no obstante. son se-
cundarias, fiect¡entemente por reemplazarniento de roc¿rscar-
bonatadas. En las rocas carbonatadas no son infrecuentes los
g r a n o s d i s p e r s o sd e c u a r z o a n t i g é n i c o d e r e e m p l a z a m i e n t o ,
f r e c u e n t e m e n t ec o n s e c c i o n e sh e x a g o n a l e sy q u e s e i l u s t r a ne n
73 y 169.
L o s r a d i o l a r i o ss o n m i c r o f ó s i l e ss i l í c e o sq u e s c a c u r n u l a ne n
los sedimentos de los fbndos oceánicos profundos (los micro-
fósiles calcáreosresultan disueltos por debajo del nivel de
compensaci<in c l e l a c a l c i t a ¡ . l 8 l y 1 8 2 m u e s t r a nu n a s i l e x i t a
d e r a d i o l a r i o se n l a c u a l s e i d e n t i f i c a n l o s c a p a r r z o n c sc s l é r i -
c o s d e l o s r a d i o l a r i o s ,r s í c o m o s u s f i n a s e s p i n a sa l a r g a d a s L. a
m a t r i z c o n t i e n eí r x i d o d e h i e r r o d e g r a n o f i n o , d e a h í e l c o l o r
marrón-rojizo. Los caparazonesde los radiolarios estíln consti-
t u i d o s o r i g i n a l r n c n t ep o r s í l i c e o p a l i n a ,u n a f b r r r a d e s í l i c e i s ó -
t r o p a q u e c o n t i e n ea g u a . E s t a s í l i c e o p a l i n a e s i n e s t a b l ed u r a n -
te la diagénesis y ha resultado transformada a cuarzo de grano
fino (rnicroct¡arzo), que sc identifica en LPA por sus colores
de interf'erencia.de la parte baja del primer orden.

181 y 182. Creftícicr¡Inferior, Grecict; aLtnrcnto:x 32;


ISL LPNA: 182. LPA.
En 89 se ilustrutt noldes calcíticr¡sde radiolarü¡s.

82
I tl-l. l8;l O l r : r s r o t ' l ¡ ¡ s e d i n r r , n t u r i a ss:i l c r i t ¿ r s

Silexitas
(continuación)

[ - l s l i r t o g r a f í a s 1 8 3 y 1 8 4 i l u s t l ' a n ¿ r l g u n a sc a n r c t c r í s t i c u s
c ¡ t t cs c p u e d c n i c l c r t t i l ' i c a r - el n s r o c ¿ r sc a r b o n a t l r t l a sl c. r n r r : i n , ' -
s l s . c l c t r ' í t i c l sy l a n r b i c < nc n l l r s s i l c r í t i c a s . [ - a l o c a c o n t i c n c
g r a n o sc l c c u a r z o c l c t r í t i c o .t a n t o n r o n o c r i s l ¿ r l i l lcoo l . t . r¡ol r l i c r i s -
t a l i n o ( p i i l r . 5 ) r ¡ u c s e i c l c n t i f i c a np o r s u ¿ l s p c c t (l )i r ¡ ¡ r i , t e r r
L P N A . A d c r n h s . l a n r b i ó n c o n t i c n c [ r i o c l a s t o sc n t l e l o s c u a l c s
d c s l a c a nt ¡ r t l l ' ¿ t g n r c n tdoc c o n c h l rd c L r nl ' r r - a c ¡ t r i t i ¡ r oi nc tl o rapcr'-
l i r r l t l o ( a r - r i b aa l a i z q u i c l d a ) y p l a c u s t l c e r ¡ u i n o d e r - r r r oisr n.
p t ' c g n a d a sc l c t i x i c k r c l c h i c ¡ ' r ' o( p . t ' . j . .l u p l a c u t l c s n r n t u l l . r r L ñ u
a r r i b l r a l a d c r c c h ¿ r )S. r r c o n r p o s r c i r i nc s c a l c í t i c l r .c r i c l c n c r a t l a
p o r c l c o l o l r o s a q u c h a n a d c ¡ u i l i d oa l a ¡ r l i c a r - l at i n c i t j n c o l r
n r j o d c a l i z l r i n a S t p í r g .3 J ) .
[ - a r o c u c o ¡ r t i c r r ct a n r b i ó ng r a n o s s i l i c i l i c a d o s .t l c c o l o l '
p r t r d u s c o .r l u c a l ) a f c c c ns i n t c ñ i r ' . E n t f c c s t o s s r a n o s s c p u c
d e n t l i l c r c n c i a ra- c ¡ u c l l o (sl r . l c r l c c c n d e c s t r u c t u r i lc. o n s t l t u r
c l o s p o r g n r l t o s c l e n t i c r - o c t r a r z coo n r l r i e n l a c i o l t c st i ¡ . l t i c l r sv l r -
r i a c l ¿ r(sr , . ¡ . r c. ' j . .a l l o p o l c l c b u j oc l c l c c n t r o c l c l u l i r t o u n t l í a ) .t l c
l o s r ¡ t t cp r c s c n t l u r l l n ú c l c o c l ec u a r z o t l c t r í t i c o y l J n ar o n a c \ -
t e l n a ( l e s í l i c c c o n c s t n l c l u r ¿ol o l í t i c a ( p . e ' . j .c. r r l a r o n ¿ ts u p c
r i o r c l c l a l i r t o g r a l ' í ua. l g o u l u i z r ¡ u i c r d a ¡ .[ ] s t o s r i l t i n r o ss o n i ¡ t -
t c r p r c l a d o sc o n r o o o i d e s s i l i c i l i c a c k r s .l - a o b s c ¡ - r , a c i r irlltc t a l l ¡ -
c l ac l c l a l i r t o g r a l ' í rcrn L P A s u l i c l c r ¡ u c l t l n r e n o sc n ¿ r l g L l l o st l c
l o s r x l i d c s l ¿ ts í l i c c c ¡ u eh a l c e n r p l u z ¿ t c lIoa c r r v o l l u r ao o i t h l h a
c r c c i c l o s i n t a x i a l n r c r r l es o b r e c l n ú c l c o r l e c r r a r - z ot l e t r - í t i c o .
c o n l r e v i c l c n c i ¿l a r u n i t i r n l i c l a dc l c l c o k r r d e i n t c r l e r - c n c i u
cntrc
a t r b o s ( v . p . c . i . .c l g l a n o s i l u a r k r¿ rl ¿ rd c r c c h a c l c l c e n l n r d e l a
l b t o g r - a l ' í a . . j u na t ou n g m n o d e c u u r z o c l e t r - í t i c o ) .

183 ¡ 181: Itírrtirtudel.qudctteriidrt. Cu rbortíft'ro, At I tt.sM e


tlio, Murruett¡.s cenÍrul: uutnenft¡; x l7 : 1 8 3 .L P N A : 1 8 1 . L P t \

83
Otras rocas sedimentarias: silexitas 185.186

Silexitas
(continuación)

1 8 5 y 1 8 6 i l u s t l a n u n a c a l i z a s i l i c i f i c a d a .c n l a c u a l e l p r o -
c e s o d e s i l i c i f i c a c i í r nn o h a s i d o c o n r p l e t o .L o s g r a n o sq u e p r e -
scntan color pardusco en LPNA. son de calcita inalterada.
c o m o i n d i c ¿ rl a c l e v a d a b i r r e f r i n g e n c i aq u c m u e s t r a ne n L P A ,
L o s g n t n o s q u e a p a r e c e nl í n r p i d o se n L P N A n r u e s t r a nc o k r r e s
d e i n t e r f e r e n c i ad e p r i n r c r o r d e n e n I - P A , y a q u e h a n s i d o c o l ¡ -
p l e t a m e n t er e e m p l a z a d o sp o r c l l a r z o . A u n q u e l a s i l i c i f i c a c i í r n
d c l a c a l i z a h a s i c l o n r u y d e s t a c a d a s. e i d e n t i f i c a u n a t e x t u r a
l a n t a s n r aq u e p e r r n i t ec l e d u c i rq u e l a r o c a o r i g i n a l c o n t e n t t p e -
q u e ñ o s g r a n o s r e d o n d e a d o s( p e l o i d e s ) y a l g u n o s f i a g m e n t o s
de conchas.

185 t 186: edul y lt¡r'alidu¿l¿lesc'onr¡cid¿t.s:


auntetúo: x22
185. LPNA: 186. LPA.

84
187.188 Otras rocas sedimentarias: silexitas

Silexitas
(continuación)

Las lirtogral'ías 187 y 188 nruestran varios tipos de cuarzo.


L a s i t r e r s c i r c u l a r e sa e l í p t i c a s d e c u a r z o d e g r a n o f i n o ( m i -
c r o c u a r z o )p u c d e n r c p r e s e n t a rl o s c o r n p o n e n t e so r i g i n a l c s d e l
s c d i m e n t o ,r e c r n p l a z a d o sp o r s í l i c c . L a s z o n a s c l u c l o s r o d e a n ,
c o n a s p e c t ol í m p i d o e n u n o s c a s o s .o c o n a b u n d a n t e si n c l u s i o -
n c s e n o t l o s e s t h nc o n s t i t u r d ¿ lpso r c u a r z o l i b r o s o r r a d i a d o d . e-
norninadrr r'alt'cdoniu. La generacirin r¡ís tardía de sílice de
c o l o r p a r d u s c op e n n i t c a p r e c i a rc o n m a y o r c l a r i d a d l a t c x t u r a
f i b r o s o r r a d i a d aL. a c a l c e d o n i a- r ¡ e n e f a l m e n tsee p r e s e n t ac o m o
r e l l e n o d c p o r o s y n o c o n r o r e e m p l a z a m i e n t oE. l c ' . j e m p l oi l u s -
t r a d o a p o y a e s t a a f l r m a c i ó n , p u e s t oq u e s c i d e n t i f i c a n l í l n i t e s
-':. *l -.,?-
.'.;,
r e c t o s e n t r e c r e c i m i e n t o sa d y a c e n t c sd e c a l c e d o n i a .a s í c o m o ?
puntos triples cn las zonas en las que coincidcn tres crecr- , f':
r n i e n t o s . E s t o s l ú n i t c s p o l i g o n a l e s s o n c a r a c t e r í s t i c o sd e l o s
c e r l r e n t o sl ' i b r o s o r r a d i a d <d>cs r e l l e n n d e p o r o s . E n l a z o n a s u -
p c l i o r d c r e c h ad e l a s l i r t o g r a l ' í a s c i d e n t i f i c a c u a l z o d e g r a n o \
g r u e s o e q u i g r a n u l a r( n r a c r o c u a r z o ) q . ue contiene incltrsitrnes
d e c a r b o n a t o- c o n r l t a b i r r c l i r n g e n c i a - , i n d i c a n d oq u e l a s í -
l i c e h a r e e m p l a z a d op . r o b a b l e r n e n t ea. u n a r o c ¿ rc a r b o n a t a d a .

*,'
*{'l i.
tkf

187 t 188. Jurásito Superior, Dor.set,Inglaterru, Grun Bre-


tutfio; alunento; x13: 187, LPNA; 188, LPA.

85
Otras rocas sedimentarias: evaporitas 189,190,l9l
-'f
Evaporitas j

f
ft
\
¡
I

Las evaporitls son roc¿rscornpuest¿lspor mineralcs que pre-


c i p i t a n a p a r t i r d e l a s a g u a sn a t u r a l c s .c o n c e n t r a d a sp o r e v a p o -
r a c i ó n . A u n q u e e n l o s d e p ó s i t o s e v a p o r í t i c o sm a r i n o s s o l a -
mente unos pocos minerales son fiecuentes, pueden desarrollar
t e x t u r a sr n u y c o r n p l e . j a sc.o m o r e s u l t a d od e l r e e m p l a z a r n i e n t o
c l eu n m i n e r a l p o r o t r o d u r a n t el a d i a g é n e s i sE . n la evapollción
d e l a g u a m a r i n a , l o s p r i n r e r o sm i n e r a l e se n p r e c i p i t a r ,d e s p u é s
d e l c a r b o n a t o .s o n l o s s u l t a t o sd e c a l c i o : d e e l l o s . l a t i r n n a h i -
d r a t a d a .e l l c . r r ; ( C a S O , . 2 H , O ) ,e s e s t a b l es ó l o c e r c a d e I a s u -
perficie terrestre. mientras clue la unhitlrita (CaSO,) se tbrma
prinrariamente en la superficie y también puede aparecer.
como r.nincral secundario. reernplazancloal yeso en profundi-
dad. I
1 8 9 y 1 9 0 m u e s t r a nc r i s t a l e st a b u l a r c sd e y e s o , o c u p a n d o
parcialmcntcuna cavidad cn una dolonría. La dolonrita pre-
s e n t a L l n r e l i e v e y u n a b i r r e f r i n g e n c i am u y e l e v a c l o s p , ropios
d e u n c a r b o n a t o .m i e n t r a s q u e e l y e s o m u e s t r ar e l i e v e b a j o y
débil birreliingencia. La fbtografía tornada en LPA pernrite
a p r e c i a r l o s c o l o r e s d e i n t e r f ' e r e n c i at í p i c o s d e l y e s o , q u e a l -
c a n z a nc o m o r n á x i m o a l g l i s p á l i d o c l c p r i n r e r o r d e n .
E n 1 9 l y 1 9 2 s e m u e s t r au n a l i ' i m i n ad e l g a d ad e u n a r o c a s e -
d i n r e n t a r i ac o m p u e s t ac l s i c o m p l e t a r n e n t ep o r a n h i d r i t a . E s t e
n r i n e r a l p u e c l es e r d i s t i n g u i c l od e l y e s o p o r s u m a y o r r e l i e v e y
f u e r t e b i r r e f i i n g c n c i a . E n c l e . i e m p l oi l u s t r a d o ,l a a n h i d r i t a s e
prcsenta en lirrma de cristales tabulares con disposición radia-
da. La fbtografía tomada en LPA perrnite apreciar los brillan-
tes colores dc interferencia de segundo orden. típicos de la an-
hidrita.
E n 1 9 3 y 1 9 4 s e i l u s t r a u n a r o c ¿ rs e d i m e n t a r i ¿cio m p u e s t a
por yeso y dolorrita. La dolomita es de grano muy fino y se
aprecia casi opaca en la fbtografía. El yeso se presentacon dos
tipos texturales. En las zonas inferior y superior de la fbtogra-
fía, forma una retícula de cristales irregulares, mientras c¡ueen
la zona central se presenta en forma de fibras subparalelas.
orientadas perpendicularrnente a la estratificación. El prrmer
tipo textural es característico del yeso de reemplazamiento de
anhidrita. nlientras que el yeso fibroso es un relleno de una
v e n a s u b p a r a l e l aa l a e s t r a t i f i c a c i ó n .

86
192,193,194 Otras rocas sedimentarias: evaporitas

Evaporitas
(continuación)

' .+t
-'i--

189 y 190. caliza del Carbonífbru, T¿ll's Well, Gales del


Sttr,Gran Bretañu; aumento: x20; 189, LPNA; 190, LPA.
191 y 192: Pérmico, Billhghant, Teesside, Ingluferra, Gran
Bretaña; aumento: x I6; I9l, LPNA: 192. LPA.
193 y 194: Pénnico, Billingham, Teessíde, IngloÍerra, Grtut
Bretaña; aumento: x9; 193, LPNA; 194, LPA.
Otras rocassedimentarias:evaporitas 195, 196

Evaporitas
(continuación)

El yesopuedereemplazarla anhidritacuandolas secuencias


evaporíticasalcanzanniveles próximos a la superficie como
consecuenciade su elevación(bien sea por tectónicao diapi-
rismo) bien cuandose producela erosiónde los materialessu-
prayacentes.Las texturas,en estos casos,son similares a las
mostradasen 193 y 194, formadaspor pequeñoscristalesirre-
gularesde yeso, si bien en algunos casosse forman grandes
cristalesidiomorfos. Las fotografías195 y 196 muestranporfi-
doblastosde yeso que reemplazananhidritade grano muy fino
(afanítica).Obsérveseque los cristalesde yeso presentancon-
tornos idiomorfos de seis lados, bajo relieve y colores de in-
terferenciade primer orden, que contrastancon la anhidrita,
alotriomorfay que presentaun relieve moderadoy coloresbri-
llantes de interferenciade segundoorden. La distribución de
las inclusionesrelictas de anhidrita dentro de los porfidoblas-
tos de yeso define una textura similar al zonadoen <reloj de
areno), una característicamuy frecuenteen algunosminerales
de rocas ígneasy metamórficas.

195 y 196: Pérmico, Durham meridional, Inglaterra, Gran


Bretaña; aumento: x8; 195,LPNA; 196, LPA.

88
197. 198,199 Otras rocas sedimentarias: evaporitas

Evaporitas
(continuación) :'
.i\".r,.f,
',rE:,5¡4- " -r

,:'1,1
,ffi t

ü:
l

'--j:i'

t, ,,'
r"¿,

L o s t k r s n r i n c t t l c s c l o r t r n r r l o sr ¡ l i s l l c c L ¡ c n t c sc l t I l s s c c L r c n -
c i a s c r a ¡ r o r - í t i c rsso n l u / ¡ ¿ r 1 ¡ (¡ N ¿ ra ( ' l ) ¡ , l u r l l r ' l i r r( K C l ) . l - l i l i r -
t t u l a l í l 1 9 7 r n r r c s l l ar r n r h o sn r i n e r ' ¿ r l cFs -. l í n d i c c r l c r c l l ' l r c c i r i ¡ l
d c l a l u r l i l r tr' s r n L r ¡s i r n i l a r¿ r cl l c la r l l ¡ c s i r o( l e l a l l f c p a f i l ( i ( ) n \.
p ( ) f I a n l ( ) .¡ l r ¡ c s t l au n l c l i c r c r n t n ' b : r j o :] a s i l r i l l ¿ r ¡. . r o cl l c o n
:' ,'
l l i l r i o .t i c n c L ¡ rlrc l i c r c n c l a l i r o n r o d c n r t l o. .\ l g r u l o sd e l o s el i :
l r t l c sd c s i l v i n r ¡ r r c s c n l l runn c o l o r n r a r l r i nl o j i z o . t l e b i t l ol r l ¿ r
p r e s c n c i l cLl c i n c l t r s i o n c sc l c h c n l r t i l c s .s i l ¡ i c l t c l c r i s l u l c ¡ t r c
o c u ¡ n c l c \ l r c n l o i n l c r i o r d c r c c h o c l e l t r l i r t t u l a l í l c u r c c c c l cc s -
t u s i n c l u s i o n c sI .- a c r l i r l i a c i r i l st c g r i l { I ( X ) } .¡ r c l l c c t uc l t u l n h o s
l n i n c l l t l e ss. c ¡ r t t c r l lc¡ r r c c i l r r - c l l r r a n r c cr rnl c¿ i l g t ¡ r r or i:c l t , : e l i s -
t l r l c s .l - a h a l i l r r¡ r l e s c n l rc r i t l c n c i a sr l c z o n r r k r .l l r l r c o n r o i n
t l i c a l a t l i s ¡ r o s i c i r ittl tc l l r s i n c l L ¡ s i o n cesn s r r i n t c l i o r ' .I ' t r n t ol l r
h u l i t uc o r n o l l t s i l v i n l rs o r tc r i b i c o sv p o r t i l n l o .i s t i l r o p o s .
':,'r¡
l - a s l o l o g l r l í l t sl 9 t l r 1 9 9 i l u s l l i u ru n l l o c a b ¿ r n t l c a ccl ol tn t - 'S,;'"¡{
I ) u c s t ul ) o r a r r l r r r l l i t¡a h t r l i l t r I. - l r sd c l l a d t r sc a ¡ t a sr l c a n h i t l r i t ¡
t l c s t a c a np o r - s r rl c l i c v c r n o r l c n r r l oc n I - l ) N t \ t ¡ r o l l o s c o l o r - c s
t l c i n t c l l l ' r ' c n c i lbr f i l l u n t c sc n I - l ) A . l - ¿ rl l t r l i t uc s l l i c i l n r c n t c
i d c n t i l i c u b l e¡ r o l s u b u j o r c l i c r c r c l c a n i c t c ri s i i t r o p o .l ) c r r t r o
r l c l a s c l r ¡ r a lsr a l í t i c a s c i d c n t i l i c a n¿ r l ! u n o :c r i s l a l c sr c c l i L n g u -
l l r l c s .t l i s ¡ r c r s o sd. c ¡ n h i t l r i t r r . \ ' - \ i1 . , . - , . . 1 . ' ' ' j '
.
' '3i..
l
.'\ -
:,i -, .¿'

1 9 7 : l ) l n n i t o . S r ¡ n t l ¿ td t t I'i.son. hultítt tle Ilt¡bin Ht¡txl.


Y r ¡ r k s l t i r c . s e ¡ t t t ' t t t r i o r t It r tl ,g l u t c r r u . ( i r u t t I l r t , t u ñ u : u u n t ( n t o ;
x 20, LPN,\.
198 y 199. I't;nníto, St¡nlt't¡ fonlt¡n n. l,.Sturbr¡h¡uclt.
Y r ¡ r k . s l t i r c . s t ' ¡ t t t ' r t t r i o rItnt tc! ,l d Í t ' r r u , ( i r u t t I l r e t u ñ t t . u L t r n ( n t o ;
xt); 198, LP¡".\: 199, LPA.
Otras rocas sedimentarias: evaporitas 200.201

Evaporitas
(continuación)

Las fbto-srafías20ll y 201 n.lucstr¿lnuna evaporita en la cual


l o s n r i n e l a l e sa c t u a l r n e n t ep r e s e n t c ss o n h a l i t a ( b a . j or e l i c v e e
i s t i t r o p o ¡y a n h i d r i t a ( r e l i e v e m o d c r a d o a a l t o y c o l o r e s c l e i n -
t e r l c r e n c i ad e s c g u n c l oo r c l e n ) .T a n l b i é n h a y a l g o d e c a r b o n a t o
e n t l c l o s p e q u e ñ o sc l i s t a l e sd e a n h i d r i t a ,p e r o e s d c t a m a ñ o d e
s r a n o d c n l a s i a d of i n o p a r a s e r i d c n t i l ' i c a d o¿ rs s t o s ¿ r u r n c n t o s .
L a s n r a s a si r r e g u l a r c sc o n s e i s l a d o s , c o r . n p u e s t aasc t u a l n r e n t e
e n s u m ¿ r y o rp a r t e p o r h a l i t a . y q u e i n c l u y e n a l g u n o sc l i s t a l e s
t a b u l a r e sc l i s p e r s o ds e a n h i c l r i t at,i e n e n l a r r o r f i r l o g í ap r o p i a d e
l o s p o r l ' i d o b l a s t o sd e y e s o ( v . 1 9 5 y 1 9 6 ) . P o l t a n t o , c a b e i n -
tcrpretal que se trat¿lde cristales de yeso que fueron reempla-
z a d o s . D i c h o y e s o p r o b a b l c r n e n t cn e c r a p r i n r u r i o . s i n o q u e
r n ¿ i sb i e n d e b í a t r a t l r s e c l e u n r e e m p l a z a m i e n t od e a n h i d r i t a :
v a l g a e s t e c j e n r p l o p a r a i l u s t r i u 'l a c o m p l e j i d a c d
l e l a s r e r c ei o -
n e s d i a g c n é t i c a sc ¡ u ep u e d e np r o c l u c i r s ee n l a s e v a p o r i t a s .

,j'l !Íl

200 t 201: Pénttito. Sotuleo tle Havsker, cercu tle Whitbl,


Yorksltire septetrtr¡ottutl,Irtglaterro, Gran Brefoñu: ounlento:
x,9: 200, LPNA: 201, LPA.

90
202.20-r.201 O t r a s r o c a s s e d i n r e n t a r i a se: r a p o r i t a s

Evaporitas
(continuación)

l t ¡ t t l i l ¡ ¡ ¡ l i ¡ , ¡ .l < .l \ l r : ( l r . ( S O ) l l l O . c s L ¡ n r r i n c r L l I l c c L r c n
1 c c n l t l l u n l t s : c c u c n c i l r s c r l r ¡ r o l i l i r ' l r rr r i r i n l r s . | - r r r r e l i i l u s l l r r
t l i t c n l l r l o t o l l l r l í : r 2 0 2 c r t l i e i l l s t i t r r i t l l r I L r n t l l r l e n t l r l n t c n l c¡ r o r

l ) ( ) l i l l i r l r lri t l l i l i t l L . . \ l l h o : n t i l t r l l r l e sl i c n r n L r n r e l i c i c ' i r l i l i u
" 'itt
t s r ¡ st r i s l l r l c sn i , : o n l l i t i l c s t l c t l i : t i r l r u i r e r l . l ) \ . \ . ¡ r o r l i r '''.+. 1t
," ijl.,l.r¡*i,;
e t I r l s t i l o \ c I l r c \ c r ] t l l e D e s l c r ' 1 r \ ( )l l r i r r l r g c 0 l o n I r i l t r c n I - l ) , \ .
:*,r..,
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l . l r l t : r l i t l cr s i s o t n , p l r\ \ ( ' o b \ a t \ l t e l t c o l o l l t c L l r r .I . l r ¡ r o l i l r i r l i -
l i r t \ l l i l ) r ( \ e l l e ( l l n t ( )( ' l l i r t n t i tt l e t l i r l l t l c r t l c ! l l r n o L l t t c r o . : r l - t-
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l . r t : l o l o . l l L l i : r s 2 0 - l r 2 0 - l I ) r e s e n l i t l ru l l l ¡ ) ( r e ( ) n s l i { L t i r l l l t.
¡ r t i l c i ¡ l t l n r t t t t c ¡ r o r ' ¡ r o l i l r : r l i l lLr i e ! l u r o l i n o s o b ¡ e I l r t l L r cr l r s l l r
e l u r t i o s g u ¡ n r l c : ¡ r o l l i t l o h l l r : t o st l e l u r l r i t l r i t l i .e o n s r r n r o r l i r l i r g í l r
t l l r u l l r rc ; u l r e l e l i s l i t l rI.. l r n l r r c l r t l l r l i l e l r n r ' i l t l e r c l i e r c i ¡ L r c : c 'i*f'"'
i t l ) r e ! i i (r r ) l r e l t r : i l o : r ' r i : l l r l c :t l e l r n l r i r l r i t cl Ls L i c l r i t l ;i ir s L rt l i l c -
r c r t l e i r r i e r t l l t t i i i l ll c \ l ) e ( l ( ) r L I¡ r o l : r t i z : r i i r r r ' ( P l e i r e r r i i s nt lrco r c l i c .+-'.,
r.
61. ;1
r t ) . l r l t l i s t l r l r l c l r n l t i t l l i l l cr n I l l l ) i r ¡ l ci r f c l i o r t l e l l r l i r l o l l r L l i l r

¡ r c t t l i t el r ¡ r t c c i l ul l r r ' r l o l i l r t i o n t e ( t l t 1 ! u l l u r l c c r t e l l i l r r l l r l . I . l r s
it
t c l r r e i o n c r l e r t t n l r l t ' s s L r l i e r c r rt l L r e l l r l r n l r i t l ri l l r e s l r i s i c n t l o l c -
e n t ¡ r l l r z l r t l ¡l rr r r r l l t ¡ r o l i l l t l i l l t . I - 0 r p t U t t 0 s ( ) \ f L l t ( ) \ ( l ü e s c i r l c n l i
4¿
1.¡
1," .t tr,L;
f i c l u re ¡ t 2 0 - l : o n u l i n L r l o : i l c t n r t l l l r o n i r l o h i l u l n i l r o s o .

2 0 2 . l ' t ; t n ¡ i t t ¡ , . \ t , t ¡ t l <l :, t, , ¡ l t , n t ¡ . 1 . . \ L L t ¡ l t t ¡ ¡ t ¡ t r 2\ lot t, k . s l t t t t


. \ ( ' l ) l r i l t r í t ) i l d 1 l.n , q l d t ( t n ! . O t t u t l l f t t t t ñ t t : ( t t ! i l t ( ' t t t ( ) .x l ( ¡ . L l ' , \ .
2 0 . 1 y 2 0 1 : P / n ¡ t i L ¡ ¡ . S t ¡ n l t , t ¡ l t , l l 1 1 ¿ r b r ' ,L t ' t t t t t l t \ l l t i t l l
Y t ¡ r l ' . s l t i n ' . \ ( l ) l ( t l l t i t ) t t l(tttl g, l L t l t ' t t L(t l.t L t t t l J t t ' l t t ñ t t L. ! I I 1 t t ( t t l ( ) .
x:0, 20.1,LP.\"\.201. LP.\

91
t{)i. 2t)6. 2l)7

Evaporitas
(continuación)

-.
..5,l.:r.1_.v'' ,-:'r l-lt: lLrlrrlIrlIrs ]05. l0ó r 107 i l U r t r r i l t L [ ) i t r . ( ) r . :( t. o l ] r l ) u e \ t i l
i¡ ,,slq|)) , ,
p o r l t n l t i t l r i l l Lr t l i s l i t l e s : r l l l L : r t i o s r e s l t . t , t . l t i rt sj r , e l u . l r o l t : r l o
I :r
rrllllitllillt \e l)t('\altlit ell l¡l ll¡r ile er isl:rlr.s il¡LlirirlL¡rles 1..,..t:¡l

- ! t l l i L l r ' \\ . l l l t t l r i e i l l .¡ 1 r ¡ ¡ ¡ 1 Jr 1 ; 1 ¡ ¡ sL I e t . r . i r l l r J c rl l r l ¡ ¡ l l ¡ e : s L t l r l t l ¡ l r
It'los. I Ito rla t.slo: ltittes. r.irn t.rrlolt', tle illler.lt,l.ettcilt,Llis
tlt.
()lil(il.
l)illltLt l ) u ( . ( l e ( ) l ) \ e t \ i ü \ e ( ' l t l i t ¡ l r t l C i n l e r i o r ( l ( , t e ( . l t i(l t e
llr l0lrrtllrJilt l.lr lltlrr,,l
l ) i t | t t r l t ' l L r : t . r . i : l l r J c .t l e l i l t l t i , l l i l l t
llltle\lriln l o s 1 l o 5 s ¡ ¡ 1 ¡ ¡ ¡ 1¡ : r l c r ' r l i i i i l r r . i I n ()0
lr i r.0lri|t,: ltri
Ill[rtes rlt'iltl(.llttr't]r'ilrijt s.rllllrl,, ttrtt.l ,,lrlt.llt,r l.il: tlos
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l r r l r r o ¡, 1 , . , ' I t r l l l r t l l r s e l l I-1,\ \ lrltrteilrr llt llllt.lrtllr
l.elllilcll
\lttlir(r()n rle lt'Jicrt'tltl e l r t l l t ¡ l L r l i i .t r l l i l i u . t l
l)oliil.i/lt(l()t.g0
\,1' I:ll ltt lotolllrlllr 207. lL¡t¡rtjtrelt Ll),\. \( ilpteeiit rl.L.esl(.eltl
l r r r t t ¡ ¡ 1 ,1, ¡ ¡ . . " , , , I L [ ] ( ) \ ( { ) l ( ) t e \ , l r ' i n l a t l r ' t a i l ( i i l ( l r , ( ) t r l r , ¡ t
lltLl\
r'lr'\ it(l(r. \t' lt:r iLltltlil irlt(l(r (.¡¡l¡ ///¿/(/l(.\l/¡/. \l!('( )

205, 2()6 ¡ )07; l ' L : t . t ¡ t i t t ¡ ., \ t ¡ n t f t . o t l t , . \ i : l t t l t t . r t , t . t . t t l t


\l/r'l . ) , . , / \ . ¡ / , . , , 1 , t , , . t 1 t , , . , .t . , . , ! . , , . t ( t t . 1 i , , . . . , .
r t t n t ( n t t ) : \ . : O . 2 0 5 t 2 0 ó . 1 . 1 , . \\,; 2 0 7 , l . p . \ .

92
208,209 Otras rocas sedimentarias: evaporitas

Evaporitas
(continuación)

Ltt turnalita (KCl.MgCl,6H,O) cs uno de los minerales ,.,ü


e v a p o r í t i c o sr n á s s o l u b l e s .d c a h í q u e l a r e a l i z a c i ó nd e l i i n r i n a s
delgadas que contengan este mineral. es dil'ícil. 208 y 209
m u e s t r a nu n a l á m i n a d e l g a d a d e u n a r o c a e v a p o r í t i c a ,c o n u n
e s p e s o ra l g o s u p e r i o ra l o s 3 0 p m e s t á n d a r 'L. a c a r n a l i t ar n u e s -
t r a c o l o r e sd c i n t e r l ' e r e n c i ba r i l l a n t e s .L o s c r i s t a l e se n l a s z r ¡ n a s
c c n t r a l c i n l ' c r i o l d e l a l o t o g r a f í a p e r m i t e n a p r e c i a rc l m a c l a d o
m ú l t i p l c ( p o l i s i n t é t i c o )q u e e s c a r a c t e r í s t i c od c e s t e r n i n e r a l .E l
n r i n e r a l i s ( r t r o p oe s h a l i t a ; l a r o c a c o n t i c n e a d e m á s a l - u u r r o s
c l i s t a l e s r e c t a n g u l a l e sp e c ¡ u e ñ o sd e a n h i d r i t a , q u e p r e s e n t a n
u n r b i r r e l ' r i r r g e n c ieal e v a d a .
i'\.
r',
'oi" f'.


{.0
:e\
' 1,.-
r.,.;I 'ir..lr,
.i\.,-

208 y 209: Pénnicr¡, Sondeo de Fison, bctltíct de Robin


Hood, cerca de Whitby, Yorkshire septenfrional, Inglcúerro,
(]ran Bretaña; oLtnlenÍo: x I9; 208, LPNA; 209, LPA.

93
Otras rocas sedimentarias: rocas fosfatadas 210.2rr.2r2
Fi -*i".,1; .f
i¡d;.e'&.:'
:. l\' Rocasfosfatadas

{¡_l
,'-\l
t,'d¿
'j{i.
:-d.

4t

A l g u n o s s e d i m e n t o sm a r i n o s c o n t i e n e n f b s f a t o a u t i g é n i c o .
habitualmente en forma de carbonato-hidroxil-fluorapatito
c r i p t o c r i s t a l i n o .f b r m a m i n e r a l d e n o m i n a d ah a b i t u a l m e n t ec o -
l o f i ' r r r r rN. o r r n a l m e n t e .c o n s t i t n y eo o i d e s o p e l o i d e s ,o b i e n r e s -
t o s e s q u e l é l i c o sb i o g é n i c o s .c o m o d i e n t e so e s c a m a sd e p e c e s .
o tiagrnentos de huesos. Las rocas sedimentariasricas en fbs-
fato son conoci<lascomúnmente como fitsforitus.
Las fbto-erafías210 y 2ll muestran una roca fbsfatada c.¡ue
contiene pequeños peloides de colof'ana. de color marrón gri-
s á c e o .c e m e n t a d o sp o r c a l c i t a d e g r a n o g r u e s o .L a i m a g e n e n
LPA evidencia el carácterisótropo de la colofana y perrnite
identificar la calcit¡ por sus colores de interf'erenciade orden
e l e v a d o .E n e l c u a d r a n t ei n f ' e r i o ri z q u i e r d os e i d e n t i f i c au n g r a -
no dc cuarzo secundario, con color de interf'erencia-urisde pri-
mer orden.
2 1 2 y 2 1 3 i l u s t r a n u n a f b s f b r i t a c o n s t i t u i d ap r i n c i p a l m e n t e
por granos peloidalcs de colof'ana, con color rnarrón e is<itro- l
p o s . L o s f r a g r n e n t o si n c o l o r o s . a l g u n o s d e l o s c t ¡ a l e s t i e n e n
t
una birrefiingenciarnuy débil, tienen también una comp()\i-
i
citin lbsfirtada. Algunos de ellos muestran trazas de cierta es-
t r u c t u r ai n t e r n a( p . e j . , e l g r a n o s i t u a d oa l g o a l a d e r e c h ay a b a -
jo del centro de la fbtogral'ía) y probablemente se trata de
fiagmentos de dientes de peces y dc huesos.A dif'erenciade lo
que se observa en las fbtografías 210 y 211, en las clue el ce- fr
mento es calcítico. en este caso el cemento es de cuarzo de
grano fino.
Las fbtografías 214 y 215 muestran una caliza teñida con
rojo de alizarina S y f'errocianuro potásico (v. pág 34). Los
bioclastos son principahnente fiagmentos de ostreidos (teñidos
de rosa) y secciones de tubos de gusanos (teñidos en cc¡lor
malva), cementados por calcita ferrosa (teñida en azul). La
roca contiene también granos rcdondeados de colofana de co-
lor marrón (isótropos), que incluyen pequeños granos de cuar-
z o y p e l o i d e s d i s p e r s o sd e g l a u c o n i t a , v e r d e s ( v . p á g . l 7 ) .
También se identifican algunos granos de cuarzo redondeados,
de gran tamaño (v p. ej., el grano situado en el extremo supe-
rior derecho de la fbtografía).

94
2r3,2r4,2rs Otras rocas sedimentarias: rocas fosfatadas

Rocas fosfatadas
(continuación)

,h
{


¡'

.,'1l,i

" ¡ -a\¿

210,'' 211: Carbortífero, Routlford, r'ondado de Clare, Re-


pLíblicu de Irluntltt; úutlrento: x 2-l: 210, LPNA, 2l I, LPA.
212 t 2l3: Fonnucitin Fo.sfhtutlutle Duwi, Eoceno. costa tlel
Mur Rojo. Egipfo; úanetüo: x 10; 212, LPNA, 213, LPA.
211 t'215. cu¡tu rtotlulostt tle Tour de Croi, Jurósico Srrye-
rior, Witnereu.r,Frurtciu; dt.ilttento:x I I: 211, LPNA: 215, LPA.

95
Otras rocas sedimenlarias: rocas carbonosas 216,217

Carbonesy nódulos
de carbón

E l e s t u d i o p e t r o g r á f i c od e l o s c a r b o n e ss u e l e r e a l i z a r s ec n
luz reflejada, cnrpleando grancles¿rumentosy objctivos dc in-
mersión en aceite y, por tanto. su pctro,srafíadetallada c¡uctla
f u e r a d e l o s o b j e t i v o s d e e s t e m a n u a l . 2 l 6 m u e s t r au n a l h n r i n a
delgada de t¡n carbón. vista en luz transmitida. La lbtogral'ía
muestra un tipo cle carbón denornin¿td<'¡ tlureno, el componente
mate del carb<in,fbrmado por las paltes más resistentesde la
p l a n t a . L o s f r a g m e n t o sd e c o k r a n r a r i l k l b r i l l a n t e s o n l a s c i i p -
s u l a s q r - r cc o n t e n í a n l a s e s p o r a s ,d c l i r r t n a d a sd u r a n t o l x c o n r -
pactaci(rndel carbrin.
Los nridulos de carbón son concreciones de carbonato tirr-
r r a d a s p r e v i l n r e n t ea l a c o m ¡ r a c t a c i ó nd e l a m a t e r i a v c g c t l l c n
carbírn. Pucdcn tener diámetros clel orden de algunos tlecíme-
tros. La lrxografía 217 nruestra una lírmina delgaclade partc clc
uno dc cstos ntidulos. La lotogral'ía pcrrnite apreciiu' clr-rccon-
t i e n e n t c i i c l o sc e l u l a r e sv e g e t a l c sb i e n c o n s e r v a d o s .

216: Cutl Measure.s, Curbonífero Superior, In!:lutcrru,


Gratt BreÍulttt: ounrcnto: x 14, LPNA.
217: Cutl Measures, Carbottífero Su¡terior, Loncusltire. Itt-
gluferru, Gratt Brefaña; úLunento:x9, LPNA.

96

Descargado de http://sites.google.com/site/chichofaim/
Apéndice 1. Preparación de una lámina delgada de roca

El equipo básico para realizar láminas delgadas de rocas (con un espesor fracción de las resinas epoxi son variados, pero siempre algo superiores a
estándarde 0,03 mm) no es demasiado complejo ni costoso. Es más, su sen- 1,54: en todo caso, es necesario conocer el índice de refracción de la resina
cillez facilita la realización por el aficionado provisto de paciencia y perse- en frío, si se van a realizar estudios en los que se compare el índice de re-
verancia. Si se dispone de una siera con un disco diamantado, para cortar fracción de los minerales y la resina. El principal inconveniente de este mé-
una sección de roca con espesor en torno a I o 2 mm, el proceso se ve re- todo es la dificultad de separar la roca y el vidrio portaobjetos si, por ejem-
ducido considerablementeen tiempo. Si no es así, no suele ser complicado plo, es necesario cambiar el portaobjetos (no es infrecuente que éste se rom-
obtener un fragmento de la muestra con espesor entre 8 y l0 mm usando un pa durante el proceso de pegado o posteriormente).
pequeño martillo (en la práctica, los laboratorios disponen de dos sierras,una La otra posibilidad, es usar un adhesivo <Lakeside 70C>, disponible en
de mayor radio permite obtener tabletas con espesor centimétrico y la otra, barritas que se funden en una placa calefactora (este adhesivo inicia su fu-
con menor radio y grosor, facilita seccionesde pocos milímetros). sión a unos 86 "C, por lo cual es suficiente una placa que alcance los 100 "C).
En una primera etapa, la tableta de roca es objeto de un pulido grueso de El vidrio portaobjetos y la sección de roca pulida se ponen a calentar sobre
una de sus caras, proceso que se realiza utilizando, como agente abrasivo, la placa calefactora y, cuando se encuentran bastante calientes -en cuanto
una mezcla de carborundo de grano grueso (de grano de 100 ¡rm o grano no se pueden tocar con los dedos-, se aplica la barrita de adhesivo Lakesi-
120) hurnedecido levemente con agua y, como superficie plana, una pieza de de, fundiendo una pequeña cantidad sobre el vidrio portaobjetos y sobre la
vidrio -con dimensiones de 30 x 30 cm y espesor de hasta I cm-. Presio- sección de roca pulida.
nando con los dedos una de las caras de la muestra sobre el vidrio, y ejer- En cualquiera de los dos casos, bien utilizando resina epoxi o bien con
ciendo un movimiento rotatorio, el abrasivo va desgastandola roca. Al cabo Lakeside, al poner en contacto el portaobjetos y la tableta de roca, con una
de unos instantes de comenzar este proceso (el tiempo dependerá de la irre- pequeña cantidad de adhesivo entre ellos, hay que ejercer una ligera presión
gularidad inicial de la muestra), el abrasivo pierde parte de su efectividad y con los dedos (y un movimiento circular) hasta asegurar que el adhesivo
puede ser necesario lavar el vidrio y la muestra, y volver a comenzar el pro- -si es Lakeside, todavía caliente- se distribuya de manera homogénea en la
ceso con una nueva mezcla de carborundo y agua. superficie de adhesión. Daremos la vuelta al conjunto adherido y, mirando
Cuando la superficie de la tableta de roca ya se presentaplana, se lava con a través del portaobjetos, veremos si se observan irregularidades o burbujas
un chorro fuerte de agua eliminando así, completamente, cualquier grano de de aire en el adhesivo. Si es así, habrá que separar el portaobjetos y la mues-
carborundo adherido a la superficie de la roca (este proceso puede mejorar- tra (calentando en el caso de usar Lakeside) y repetir el proceso asegurán-
se sumergiendo la tableta de roca en una cubeta de ultrasonidos). Una vez dose de obtener una homogeneidad perfecta con ausencia de burbujas. El
verificada la planaridad de la superficie de roca, se repite igual operación con Lakeside endurece muy rápidamente; si se utiliza resina epoxi, es conve-
un carborundo de grano más fino (60 ¡rm o grano 220); el tiempo de abra- niente dejar que endurezca completamente antes de continuar, proceso que
sión dependeráde la composición de cada roca aunque, por lo general, no su- puede durar algunas horas. Realizada con éxito esta etapa, si se dispone de
pera unos pocos minutos. Tras un lavado a chorro, esta operación se repite otra una sierra de diamante, se puede cortar el exceso de roca adherido al vidrio,
vez empleando un carborundo con grano de l2 pm (n.'3F o grano 1.200) y, dejando un espesor aproximadamente de I mm. Si no es así, ha de proce-
tras un lavado final con chorro de agua, es opcional realizar un último puli- derse a eliminar tal exceso de roca. mediante abrasión. hasta alcanzar dicho
do empleando óxido de cerio (tamaño de grano 0,8 ¡rm). (Los laboratorios espesor.
convencionales están equipados con discos giratorios y dispositivos de fija- El proceso siguiente consiste en pulir la otra cara de la tableta de roca (sin
ción [ejerciendo una presión constante en la roca] de la tableta al abrasivo y cubrir por el portaobjetos) empleando abrasivos de carborundo de grano muy
a la superficie de vidrio -o de aleación metálica- que sustituyen esta acti- fino hasta conseguir espesores cada vez menores, desde I mm hasta 0,2 mm
vidad manual y aseguran obtener una superficie perfectamente plana, y re- (usando carborundo de grano 100); a este espesor ya se pueden ver algunos
ducen los riesgos de extracción indebida para algún volumen de roca o de minerales transparentes;para reducir el espesor de 0,2 a 0,1 mm, se emplea
mineral en la superficie pulida de la tableta.) carborundo de grano de 60 pm; a este espesor (0,1 mm), el cuarzo y los fel-
Realizado lo anterior, se procede a pegar la sección de roca pulida a un vi- despatos muestran, si se observan al microscopio petrográfico con nicoles
drio portaobjetos (el tamaño estándar es de 47 x 2J mm y I ,5 mm de espe- cruzados (LPA), colores de interferencia de segundo orden. La reducción de
sor). Una posibilidad consiste en emplear una resina epoxi ----rn frío- que, espesor hasta 0,03 mm requiere usar carborundo de grano de l2 pm y traba-
habitualmente se compone de dos líquidos (la resina y un catalizador) que jar con extremo cuidado, para garantizar que la sección de roca tenga el mis-
deben mezclarse hasta obtener un fluido perfectamente homogéneo. Es im- mo espesor en todos sus puntos. Para ello es necesario aplicar una presión
portante seguir, con todo cuidado, las instrucciones del fabricante, tanto para uniforme, al realizar el pulido, sobre todos los puntos de la lámina. Si hay
la mezcla de los componentes como para su manipulación, puesto que suele una presión excesiva en el centro de la lámina, esta zona resultará sobre-
tratarse de sustancias irritantes o tóxicas oor inhalación. Los índices de re- adelsazada o. en el caso contrario. los bordes de la lámina resultarán más

97
desgastados. Es necesarioir controlandoestasvariacionesde espesorcon un
microscopiopara intentarcorregir cualquierdefectoduranteel proceso.
En la realizaciónde una lámina delgada,se asumegeneralmenteque la
roca contienealgo de cuarzoo feldespatosy estosmineralesson utilizadosa
modo de indicadordel espesorde la lámina. Si estosmineralesmuestranco-
lores de interferenciaamarillos,rojos o azulesde primer orden,la lámina es-
fará todavíademasiadogruesa.Si, por el contrario, muestrancolores de in-
terferenciagris oscuro,se habrádesgastadoen excesoy el espesorseráinfe-
rior a los 30 pm de espesorestándar.
En otras rocas (p. ej., calizas o evaporitas,sin cuarzo ni feldespatos)es
muy difícil estimarel espesorde la lámina con precisióny habitualmentere-
quiere una considerableexperienciapor parte del preparador(más aún, si la
roca es una evaporitaaltamentesoluble).En las calizas,procesode reducción
en espesor,debe detenerseen el momento en que los cristalesde esparitay
las estructurasinternasde los bioclastosse observencon claridad. La micri-
ta no suele ser útil para precisarel espesorcorecto, puestoque, incluso a
grandesaumentos,sus caracteresópticos puedenser indiscernibles.
Finalizado 1o anterior,se cubre la lámina de roca con un vidrio de poco
espesoro cubreobjetos(preferible alalaca de celulosatransparente,que se
{ragmenta con facilidad) unido a la roca, bien seausandoresinaepoxi o bien
uba laca límpida, pero evitandosiempreque se formen burbujasen el adhe-
sivo, sobrela superficiede la roca. Un métodoadecuadopara conseguireste
resultadoconsisteen dejar caer una gota de resinao laca sobrela superficie
de la lámina y, apoyandoel cubreobjetossobreuno de sus lados,dejarlo caer
suavemente.Si la resinaes 1o suficientementefluida, irá extendiéndosesua-
vementesobrela superficiede la roca expulsandotodo el aire hacia el exte-
rior. La cantidadde resinaepoxi o de laca empleadaen estaoperacióndebe
serla menorposiblepara garantizarque la lámina puedaser enfocadacon los
objetosde mayor aumento(cuya distanciade enfoquees muy pequeña);si se
produceun excesoy rebosapor los extremosdel cubreobjetosde vidrio, se
puedeeliminar con una cuchilla de afeitar o un objeto equivalente.(Actual-
mente, la confecciónde l¿íminasdelgadases una técnica automatizadaque
asegurauna gran precisióny rapidezy, por lo general,la automatizacióndel
pulido sucesivopermite actuar, simultáneamente,sobre varias láminas de
roca. Si bien su conocimientoes una práctica docenteadecuada,no anima-
mos al estudiantea su realizaciónhabitual aunquesí a la verificación óptica
del espesorcorrecto,así como a la comprobaciónde la completaausenciade
burbujasu otras inegularidades[p. ej., la formación de huecospor un des-
bastedemasiadoagresivoo mala adherenciade la resina,etc.l. En estalínea
para el aprendizajede habilidadestiene interésrealizar otrasdos actividades
complementarias: las tincionesy las impregnacionesen resina-previas a su
cofie con la sierra- para el caso de rocas disgregadaso insuficientemente
consolidadas.Interesallamar la atenciónsobrela gran utilidad de realizarlá-
minas delgadascon una superficiedoble a la estándarpara estudiarlos ras-
gos texturales,de gran importanciaen las rocas sedimentarias.)

98
Apéndice 2. finción de una lámina de roca carbonatada

El lector puedeampliar el resrmen aquí expuestocon la consultade War-


ne (1962),Dickson (1965),Hutüison (1974) y, más especialmente, el Apén-
dice 12 del Atlns en color de rocas y minerales en himina delgada(Mac-
Kenzie y Adams; Masson, 1997).La técnicaque describimosa continuación
da buenosresultadosy es la que ha sido empleadapara teñir las rocas ilus-
tradasen este libro. Se requierendos colorantes:el rojo de alizarina S y el
ferrocianuropotásico.Las etapasson:

l. Prepararla lámina delgadade roca, segúnlo indicadoen el Apéndice


l, pero sin colocarel cubreobjetosy asegurándose
una adecuadalimpieza en
su superficie(ausenciade polvo y de grasa-no tocar con los dedos-, etc.).
2. Preparardos disolucionesde colorantes:

Solución A: rojo de alizarina S en una concentraciónde 0,2 9/100 ml de


ácido clorhídrico al 1,5 Vo(o 15 ml de ácido en I I de aguadestilada).
SoluciónB: ferrocianuropotásicoen una concentraciónde 2 9/100 ml de
ácido clorhídrico al 1,5 7o.

3. Mezclar las solucionesA y B en la proporción de 3 partesen volu-


men de A y 2 partesde la B.
4. Sumergirla lámina delgadaen la solución mezcla durante30-45 seg
y agitar-suavemente- evitandola formación de burbujasde gas en la su-
perficie de la roca.
5. Lavar la superficiede roca teñida con un chorro de agua (preferible
con aguadestilada,si bien puederealizarsecon aguacorriente)duranteunos
segundos.
6. Esperarhastael secadocompletode la lámina.
7. Ponerel cubreobjetosde vidrio segúnla forma habitual.

Nota: Lasolución ácidade rojo de alizarinaSsepuedeconservarun tiem-


po razonable(v. la fecha escritade su última preparación),pero el ferrocia-
nuro potiísicodebeprepararsede nuevo en cadacaso.Es frecuentela tinción
sucesivade un acopio de láminasen un recipientecon unos 250 ml de solu-
ción colorante.
Resultadosobtenidos.Se tiñen: a) de rojo (calcita, whiterita calcita mag-
nesianay aragonito),b) de púrpura (ankerita,ferrodolomita,estroncianitay
cerusita)y c) no se tiñen los otros carbonatosni los sulfatos(siderit¿,dolo-
mita, rodocrosita,anhidrita,magnesita,smithsonitay el yeso).Véasetabla 2,
pág.34.

99
Apéndice3. Preparación de una répüca en acetato
teñida de una roca carbonatada

Esta técnica da buenos resultados en rocas carbonatadas consolidadas 9. Cubrir con acetona la superficie teñida de la roca.
poco porosas,pues las calizas porosasdeben ser impregnadaspreviamente en 10. Aplicar suavementeel acetato en la superficie de roca evitando la
resinapara evitar que la evaporaciónde la acetonaarraste aguahacia la su- formación de burbujasde aire (o expulsándolas),pero sin ejerceruna presión
perficie teñida despuésde la etapa6 (v. abajo). fuerte.
ll. Esperarmedia hora (por lo menos),para que el acetatovuelva a en-
1. heparar un fragmento de roca (tableta) y pulir la superficie que hay durecer.
que replicar, usandovarios carborundosde tipo medio (v. Apéndice 1); el 12. Extraer con suavidadla película de acetato.
pulido final debe realizarse con el de grano fino (n." 3F). 13. Recortar el acetato sobrante en los laterales e introducir inmediata-
2. Preparar las soluciones colorantes A y B segrín las indicaciones del mente la réplica enFe dos liáminasde vidrio (sirven dos portaobjetos norma-
Apéndice2. les, si se trata de una réplica de pequeñotamaño).
3. Mezclar las solucionesen la proporción 3 de A y 2 deB vertiendo
la mezcla en un recipiente poco profundo y de gran superficie para facilitar Realizado lo anterior, podemos estudiar la replica en acetato mediante el
el contactode la roca con la solución. microscopio.
4. Tras limpiar bien la superficiede roca (eliminandolas partícúlasde Notas:
polvo y la grasa adheridas) sumergir bien la roca en la solución de tinción
durante unos 90 seg moviendo suavementela roca (dentro de la solución) a) La realización de otra réplica en la misma roca requiere volver a pu-
para evitar la formación de burbujas de aire en su superñcie inferior. lir su superficiecon carborundofino antesde realizarlas etapas4 a 13 indi-
5. Acl¿rar con un chono de aguadestiladala superficieteñida y espe- cadas.
rar un tiempo suficiente hasta la evaporación del agua (secadoal aire). b) Con 500 ml de la solución de tinción, se pueden realizar réplicas
6. Verter acetonasobre la superficie de roca teñida, dejando que fluya, en acetato de unas 10-15 láminas estándar(de 5 cm'de superficie), pero
para eliminar el excesode tinción. posteriormentela solución se debilita (pierde parte del carácter ácido) y
7. Cortar una píeza de la película de acet¿to (un espesoraproximada- deberáser desechadao reconstituida,mediantela adición procurandoaña-
mente de 0,01 mm es adecuado)algo mayor que la superficie de roca que dir de 2 a 3 ml de HCI concentradopara restituir la progresiva pérdida de
hay que replicar. acidez.
8. ColocarIa superficiede roca (sin tocarlacon los dedos)teñida hacia c) Usar guantesen cada manipulación (roca, solucionesy acetato)y
arriba y horizontalmente. nunca inhalar los vapores de acetona.
Apéndice 4. Clasificaciones de rocas detúticas

Las clasificacionesde rocas detríticaspropuestasen la página 24 de este


mdnualquedanincluidas,con algunasmodificaciones,en la clasificaciónque
se adjuntay que, en la práclca, es la de más amplio uso. Esta clasificación
fue propuestapor Pettijohn et al. (1987), modificando la propuestaoriginal
de Dott (1964).En el vértice Q se contabilizael cuarzomonocristalino,en el
vérticeFs la totalidadde los feldespatosy en el vértice FR los fragmentoslí-
ticos de todo tipo y cuarzopolicristalino.

Fragmentosde
ro€ (FB)
Apénüce 5. Minerales comunesen nocassedimentarias

Minerales (según grupos) Fórmula


Cuarzo (Qtz) SiO,
Microclina (K,Na)AlSi,O,
Ortosa(Or) K(Na)AISLO,
Albita (Ab) Na(Ca)AlSi,O,
Moscovita (Ms) K,AI4[SióAI,O4](OH,F).
Biotita (Bt) K(Mg, Fe),AISi,O,0(OH,F),
(chr)
crorita
[üif;,d:;,#i]:"'
Kaolinita (Kln) AlolSioO,ol(OH),
Illita (I1l) K,.5.¡.oAln[Sió.s.,.Á1,r.,pO20](OH)o
Montmorillonita(Mnt) (Mg,Ca)O.Al,O,.5SiO,.nH,O
Berthierina./chamosita Fe3*AlrSirO,o.3HrO
Glauconita(Glt) (K,Ca,Na).,.u(Fe',Al,Mg,Fe'-)oo
si?3Alo?om(oH)o
Aragonito (Arg) CaCO,
Calcita (Cal) CaCO,
Dolomita (Dol) CaMg(CO,),
Siderita(Sd) FeCO,
Yeso (Gp) CaSO..2H,O
Anhidrita (Anh) CaSO,
Halita (Hl) NaCl
Colofana Ca,o(POn,COr)uF,-.

Pirita (Py) FeS,


Hematites(Hem) Fero,
Magnetita(Mag) Fe.Oo
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104
Índice alfabético de materias

Nt¡Íu.Los númerosen redondahacenref'eren- Botrioidal(morfología),37, 78 Coadiáceas, 50, ll2


cia a las páginasy los númerosen negrita a las Boundstone, 62,64,150 Colofana,94
figuras. B r a q u i ó p o d o4,1 , 4 2 , 5 2 , 7 7 , 8 7 , 9 0 - 9 2 , 1 0 3 , Conglomerado,'7, 26,27, 28
106,120,123, lg3 Compactación, 58
Agregadode granos,37,78-79 Braquiópodointraperforado, 83 Coral,45, 55
Alga calcáreaesqueletal, 50 Briozoo, 46, 52, 96,97, l0l, lO2, 103, 132, 133, Coral escleractínico,45, 126, 144, 145
Alga codiáceaHalimedu, ll2, 128 178 Coral rugosocolonialLithostrotion,45,99
Alga dasicladácea, 36, l13 Coraltabulado,45,100
Alga endolítica,-54 Calcisferas, 52,120 Crinoideos,44
Alga no esqueletal. 123-125 Caolinita,2l , 45,46 Cuarzo,4
Afgas,50, 51, 76, ll2-114, l2E, 130, 150 Calcedonia, 85 Cuarzoautigénico,74
Aloquímico(componente), 34, 36, 44, 62 Calcificación,50 Cuarzoarenita,25,53
Aloquímicomicrítico,7I Calcita,34,39,127 Cuarzocizallado,5
Anélido.52 Calcitaesparítica, 34, 35, 52, 54,73,74,124,128 Cuarzoesquistoso,l0
Anhidrita,86, 89, 90, 92, 93 Calcitamicrocristalina, 34 Cuarzometamórficoestirado,5
Ankerita,72 Calizabioclástica, 52 Cuarzomonocristalino, 4, 23, 24, 33, 34, 52
Aragoniro,34, 39, 127 Calizade crinoides,96, 97 Cuarzopolicristalino.3, 4, 5, 23,24, 52,183-lE4
Aragonitoacicular,55, 126 Calizadolomítica, 7l Cuarzosecundario, 18,35,73
Arcilla (mineralesde), 15,22-24,45, 46,62-67 Calizapeloidal,134 Cuarzosilexítico,24
Arcosa,25, 54-55 Calizasilicificada, 84
Arenita,1, 19,20, 21, 22, 22, 24, 33, 34, 36, 37, Carbonatada (clasificación), 62 Dasicladáceas,50, 52
38, 42, 53 Carbonatada (roca),34 Dedolomía,170
Arenitacuarcítica,21,45, 46 Carbonatobituminoso,9 I Dedolomita,74
Arenitaf'lexible,22, 48 Carbonato-hidroxil-fl uorapatito,94 Dedolomitizaci ón, 59, 74
Arenitaporosa,23,50 Carbonosa(roca), 216-217 Defbrmación,59
Artrópodo, f04-105 Cargalitostática,59 D i a g é n e s i1s 8, , 6 0
Autigénico,| 6 Carnalita,93 Dismicrita,62, 68
Carofíceas, 50 Disoluciónpor presión,22,48,49,59, 138
Barro carbonatado,34 Cementaciónisopaca,69 D o l o m i t ai ,4 , 7 0 , 7 1 , 7 2 , 8 6
Bioclástica(roca),136 Cemento,55 Dolomitización , 34, 70, 71, 72, 73
Bioclasto,37,39, 40, 44, 45, 46, 47, 48, 49, Cementocircungranular sintaxial,57 Dolostone,70
50,52,57,61,80,80 Cementode calcita,80, 87, 90, 124, 127 Dureno,96
Bioclastoaragonítico,62 Cementode calcitaesparítica, 62
Bioclastorecubierto,36, 77 Cementode carbonato,128-130,131-133 Efecto <paraguas", 67
Bioesparita,62 Cementode esparita,69 Endolítica(alga),40, 85
Bioesparitaescasamente lavada,62 Cementode recrecimiento, 57 Etrdopunctae, 42,90
Bioesparitabien seleccionada,62 Cementoesparítico,38, 63, 66, 82-83 Endotirácidos (foraminíferos), 49, ll0
Bioesparitamal seleccionada, 62 Cementoespeleotémico, 56 Envoltura oolírica,35, 72
Bioesparitaredondeada, 62 Cementoisopaco,55, 127 Envueltamicrítica,54, 66
Biomicrita,62 Cementomicrítico,56 Equínidos,44
Biomicritaempaquetada, 62 Cementomicroestalactítico, 56 Equinodermos,44, 56-57
Biomicritafosilífera,62 Cementosintaxial,18, 38, 39, 42,44, 5'7, 66, Escleractínido,144-145
Biopelmicrita,62 96-97,132,133 Esfericidad,3
Biorita,30 Cementovadoso,56 Esparita,34, 44, 5l, 68, 73, E2,96-97,124, l3l
Biopelesparita,
62 Chamosita,78, 79, 80 Esparitade neomorfismo,60
Bivalvo,40 Ciego (fiibnlo), 42,90 Esparitaequidimensional (o en bloques),57
Bordescristalinosde compromiso,57, 131 Clorita,16, l7 Espastolitos,S0
i . C,¡-'.,
t- ¡-.
Índice

Espinas(de equínidos), 44, 98 Laminaciónalgal.53 Packestone, 62, 72, 79, 96, ll5, 147
Espiriférido,43, 93 Larninacióncruzada,3 I Peels(réplicasde acetato),34
Esqueletal(partícula),39 Laminaciónfenestral,68 Pelesparita, 62
Estilolito,59 Limolita, 16, 30, 31, 32, 6g-69,70-71 Pellet. 17, 33, 34, 36, 63
Estromatolito,53, 68, l2l-122 Limonifa,12,79 Pelmicrita,62
Estructuraen ojo de pájaro,68 Litarenita, 26, 27 P e l o i d e3, 6 , 5 4 , 7 5 , 7 6 , 8 4 , 8 6 , I 2 2 , 1 2 3 , 1 3 0 ,
Equinodermos, 73, 76, 78, 96-9E,132,133,139, Litoclastos, 37,80 134,147, l5g,162
l4g, I54,179, 193, 194 Lodo carbonatado, l8 Peloidal(roca),66
Evaporita, lEg, 190, lgl, lg2, lg3, lg4, Ig5, Lutita,24 Pentamérido, 43
196, 197, 198, 199,200-201, 202-204,205_ Pisoide,38,83
207,208-209 Macrocuarzo,85
Pisolito,38
Extinciónondulante,6 Madurezade sedimentos, 24
Poiquilítica,l9
Extraclastos,37 Madurezmineralógica,24
Poiquilotópica, l9
Madureztextural,24
Polihalita,9l
Maduro (estado),24
Feldespatos, 7, 8, 9 Porcelanáceo (caparazón), 48, 109
Magnesita,92
Fenestélido (briozoo),46, 57, 101,103,132-133 Porfidoblasto de anhidrita,9l
Matriz micrítica,62
Fenestra,6S Porfidoblastode yeso,195-196
Metamorfismogradobajo, l6
Ferruginosa (roca),78, 79, 80, 81, 178-lB0 Porosidad,23, 65, 66, 67, 69, 15l-160
Micrita, 34, 36, 5 l, 62, 69,79, 79, u, Eg,lll, 157
Ferruginosa oolítica(r.oca),18,80, l7l-172 Porosidadintercristalina, 73
Micrita calcítica,74
Fibroso-radiada (estructura),5-5 Porosidadintergranular primaria,65, 66,69
Micrita con intraclastos, 62
Foraminífero, 48, 49. 110-ll1, 116,120, lS7 Porosidadmóldica,66, 69
Micrita con ooides,62
Foraminíferodiscociclínido, 48, 108 Porosidadoomóldica,67
Micrita fenestral,68
Foraminíferoendotirácido,52, 120 Porosidadplimaria,65
Micrita fbsilífera,62
Formaciónferrífera bandeada,78 Porosidadsecundaria, 65
Micrítica(envuelra), 40,42,54,E5,90, ll0, 135
Fosfatada(roca), 210-212,213-215 Porosidadsecundaria móldica,66
Micritización, 35, 36, 40, 54,72,85
Fosf'atoautigénico.94
Microcuarzo,85
Fosforita,94 Radiolas(de equínidos),44, 98
Microesparira, 43, 60, 94
Fragmentode roc¿r,10, | | , 12, 17, 18, 25, 26 Radiolarios,4l, 82,E9
Miliólido,48, 109
Recrecimiento sintaxial,5'7,59, 139
Molde, 40, 64,84-86
Gasterópodo, 40 Rellenogeopetal,69
M o l u s c o s3,4 - 8 6 ,1 0 5 ,1 2 4 , 1 3 5 , 1 3 61, 4 3 ,1 5 3 ,
Girvanella,51, ll7 Rinconélido,42, 92
1 5 6 ,t 5 9
Glauconira,17, 33, 34, 35 Rizadura(ripple mark),3l
Montmorillonita, l7
Globigerínido,49, lll Rodofíceas (algas).5 l. I 16
Mosaicodrúsico(textura),57, 6l
Globorrotálido,49, lll Moscovita,30
Gradode redondez,3 Sedarenita, 26,56-57
Mud, 34
Grainstone,
62, 73, 74, 75, 77, 87, 124, 146 Seudoesparita, 60, 140, l4l,142
Mudstone,62, 149
Grainstonepeloidal,158 Seudomorfocalcítico,59
Granode crecimiento,3l Neomórfico(origen),43, 60, 94, 7 | Seudoperforado (braquiópodo), 42, 9 I
Granosoportado (espacio),68 Neomorfismo,54, ó0, 61, 143-145 Silexita, 10, 13, 27, 181-182,183-184,185-
Glapestones,37,78 Neomorfismoagradante, 60 186, 187-lg8
Grauwaca,18,24, 28, 29, 62-67 Nummulítido,48, 51, 107,1ló Silexítica(banda),8l
Grauwacafeldespática, 64-65 Síliceautigénica,82
Grauwacalítica,62-63 Oncoide,36, 38, 77, 81, l2l Síliceopalina,82
Oncolito,37, El Silvina,89
Osículo,44,96-97 Spirorbis, ll9
Halimeda, ll2, 128
Ostrácodos,46, 52, 104-105,ll7, ll9, 136 Sublitarenita, 26, 60-61
Halira,89, 90, 9t, 93
Ooesparita,62, 63 Submaduro(estado),24
Ooesparita escasamente lavada,63 Supermaduro (estado),24
Illira, l7
Ooesparitaredondeada, 63
Imperforado(braquiópodo),42, 92, 93
Oogonio,50, l14 Taleola,42,91
Inclusiónfluida, 6
Ooidal (envoltura),83 Textura<fantasma>,
73
Inmaduro(estado),24
Oomicrita,62 Texturagranosostenida,
63
Inoceramus,41,88
Ooide,35, 54, 59, 72-74,80 Trilobites,
47,106
Intraclasto,36, 37 Ooidede chamosita,79
Intraesparita, 6 Ooide micritizado,54, 63 Wackestone,
62, 105, 148, 156
In|'lamicrita,2, 62
Ooide superficial, 35, 72
Intraperforado(braquiópodo),42, 90
Oolito, 35 Yeso,20, 43,44,86
Inversiónneomórfica,69
Oolítica(estructura),63, 83 Yesode reemplazamiento,
86
Itacolumita, 22,48,49 Oolítica(roca),66,67 Yeso fibroso,86
Ostrácodos,136
Koninckopora,ll3 Ostreido,4l,87 Zoecia(cavidadviral), 46, lO2

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