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Ejercito_Alemania

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Índice

El Imperio alemán . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 Batallas de la campaña de Alemania . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Cómo usar esta guía . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 Escuadrones de infantería . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7
Volkssturm...............................................................................................................7 Infantería de asalto .................................................................................................7 Infantería regular ....................................................................................................7 Paracaidistas ..........................................................................................................8 Panzergrenadier ......................................................................................................8 Zapadores ................................................................................................................8 Batallón Panzergr . mecanizado ...............................................................................9 Ingenieros (AP) ........................................................................................................9 Ingenieros (AT) ........................................................................................................9 División Brandenburgo.......................................................................................... 10 Fallschirmjager ..................................................................................................... 11 Stosstrupp ............................................................................................................. 12 Fusilero .................................................................................................................. 13 Subfusil .................................................................................................................. 13 Ametrallador .......................................................................................................... 13 Equipo con rifle antitanque ................................................................................... 14 Equipo antitanque ................................................................................................. 14 Tripulación ............................................................................................................ 14 Equipo lanzallamas ................................................................................................ 15 Oficial ..................................................................................................................... 15 Francotirador ......................................................................................................... 16 Francotirador veterano ......................................................................................... 16 Operador de radio .................................................................................................. 16

Soldados especializados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Armas fijas y artillería . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17
Ametralladora pesada Ametralladora ....................................................................... 17 Flak 38 AA Defensa AA .............................................................................................. 17 Mortero sGrW 34 Mortero ........................................................................................ 17 AT Pak 41 Cañón AT .................................................................................................. 18 AT Pak 38 Cañón AT ................................................................................................. 18 AT Pak 40 Cañón AT ................................................................................................. 18 FlaK 37 Defensa AA / Cañón AT ................................................................................... 19 Obús FH 18 M Obús de campaña ................................................................................. 20 Obús sFH 18 Obús de campaña ................................................................................... 20 Nebelwerfer 41 Artillería de cohetes ........................................................................... 20

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Vehículos ligeros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
PzKpfw I Ausf .B Vehículo de exploración ...................................................................... 21 SdKfz 222 Vehículo de exploración ............................................................................... 22 SdKfz 223 Vehículo de exploración ............................................................................... 23 PzKpfw II Luchs Tanque ligero ................................................................................... 23 SdKfz 234 Puma Vehículo de exploración ..................................................................... 24 Wirbelwind Vehículo AA ............................................................................................ 25 Flakpanzer I Vehículo AA ........................................................................................... 26 Pz III Sapper Barreminas ........................................................................................... 26

Cazacarros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
Hetzer Cazacarros medio ............................................................................................ 27 StuG IV Ausf .G Cazacarros medio ................................................................................ 28 Nashorn Cazacarros medio......................................................................................... 29 Jagdpanzer IV Cazacarros medio ................................................................................ 30 Jagdpanther Cazacarros pesado ................................................................................ 31 Elefant Cazacarros superpesado .................................................................................. 32 Jagdtiger Cazacarros superpesado .............................................................................. 33 Wespe Obús autopropulsado....................................................................................... 34 Hummel Obús autopropulsado .................................................................................... 35 Panzerwerfer Artillería de cohetes autopropulsada......................................................... 36 Sturmtiger Obús autopropulsado ................................................................................ 37 PzKpfw III Ausf .F Tanque medio ................................................................................. 38 PzKpfw III Ausf .J Tanque medio .................................................................................. 39 PzKpfw IV Ausf .F1 Tanque medio ................................................................................ 40 PzKpfw IV Ausf .G Tanque medio ................................................................................. 42 PzKpfw IV Ausf .H Tanque medio ................................................................................. 43 PzKpfw VI Tiger Tanque pesado ................................................................................. 44 PzKpfw V Panther Tanque medio ............................................................................... 46 PzKpfw VI Kingtiger Tanque superpesado ................................................................... 48 Tiger veterano Tanque pesado .................................................................................. 50 BMW R12 Motocicleta ................................................................................................ 51 Kubel VW82 Automóvil .............................................................................................. 51 SdKfz 251/1 Semioruga blindado ................................................................................. 51 Opel Blitz 3 .6 (transporte) Camión de suministros ...................................................... 52 Opel Blitz 3 .6 (suministros) Camión de suministros ................................................... 52 Opel Blitz 3 .6 (ingenieros) Camión de suministros ..................................................... 52 Goliath.................................................................................................................... 53

Artillería autopropulsada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34

Tanques . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .38

Transporte e intendencia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51

Ataques especiales . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .53

El Imperio alemán
El 1 de septiembre de 1939 las tropas alemanas invaden Polonia. En respuesta, Francia y Gran Bretaña declaran la guerra a Alemania. La II Guerra Mundial había comenzado. Semanas después, el ejército germano conquistaba Varsovia y Alemania y la Unión Soviética se repartían el territorio de Polonia.
Foto: Bundesarchiv, Bild 183-L20582 / Schmidt / CC-BY-SA

En abril de 1940 Alemania ocupa Dinamarca y Noruega sin encontrar apenas resistencia. Poco después inicia la conquista de los Países Bajos, Bélgica y Luxemburgo. Los ejércitos francés y británico se retiran a Dunkerque. El 10 de junio de 1940 Italia declara la guerra a Francia y Gran Bretaña. Cuatro días más tarde las tropas alemanas entran en París, obligando al mariscal francés Pétain a firmar un armisticio. Entre agosto y octubre de ese mismo año tiene lugar la batalla de Inglaterra, en la que la resistencia británica consigue rechazar la ofensiva aérea de la Luftwaffe. A partir de junio de 1941 las tropas alemanas se introducen en territorio de la URSS, atraviesan la línea Stalin, conquistan Leningrado y Kiev y se dirigen hacia Moscú, donde son rechazadas por la resistencia soviética. Mientras tanto, el Afrika Korps, al mando del general Rommel, toma posiciones en el norte de África. En 1942 Alemania gana la batalla de Stalingrado. Sin embargo, la llegada del invierno coincide con la contraofensiva soviética, que se salda con la capitulación del mariscal alemán von Paulus el 3 de febrero de 1943. El desembarco aliado en Normandía en junio de 1944 precipitó el final de la contienda. Alemania respondió con nuevas ofensivas en Alsacia y las Ardenas, pero el ataque soviético sobre territorio germano supuso el golpe definitivo para el exhausto ejército germano. La caída de Berlín en mayo de 1945 desencadenó la rendición incondicional de Alemania.

Batallas de la campaña de Alemania
Batalla de Caen . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 de junio de 1944.
Tras el desembarco aliado en las playas de Normandía, los esfuerzos de las tropas alemanas bajo el mando del general Edwin Rommel se centran en la defensa de Caen, un importantísimo nudo de comunicaciones en la ruta hacia París, capital de Francia.

Cronología
1 septiembre 1939 Invasión de Polonia 9 abril 1940 Invasión de Dinamarca y Noruega 10 mayo 1940 Invasión de Países Bajos, Bélgica y Luxemburgo 28 mayo 1940 Batalla de Inglaterra 14 junio 1940 Conquista de París
Foto: Bundesarchiv, Bild 101I-646-5188-17 / Opitz / CC-BY-SA

Batalla de Saint Hilaire . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 de agosto de 1944.
Al comprobar que, en contra de lo que esperaban, el gran desembarco aliado no se había producido en el paso de Calais, las divisiones Panzer alemanas apostadas en ese punto estratégico lanzan el contraataque. La villa de Saint Hilaire es testigo del enfrentamiento entre ambos ejércitos.

Operación Market Garden . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17 de septiembre de 1944.
El control de los puentes sobre el Rin y los ríos de la región de Arnhem es una de las claves para el avance aliado en el norte de Europa. Las tropas alemanas se preparan para hacer frente a las divisiones aerotransportadas enemigas que, apoyadas por fuerzas blindadas terrestres, maniobran para lanzar el ataque definitivo.

22 junio 1941 Campaña de Rusia 28 junio 1942 Batalla de Stalingrado 6 junio 1944 Batalla de Normandía 16 diciembre 1944 Batalla de las Ardenas 7 mayo 1945 Caída de Berlín

6

Ejército de Alemania: Cómo usar esta guía

Cómo usar esta guía
Nombre de la unidad Icono Icono del arma Cantidad Nombre del arma
Guía de combate
Infantería de asalto M 135 C 25 H 10 X 2

M Puntos de Mando (Especial) C Puntos de Control

H Número de hombres que conforman la unidad X Destreza con las armas
49

6 Guía de combate
Inventario:

4
Rifle semiautomático M1 Garand

Subfusil Thompson

49

Equipo de la unidad

16x

6x

Infantería de asalto 8x M 135 C 25 4xH 10 X 2

6
Subfusil Thompson

4
M5A1 Stuart Tanque ligero M 300 C 13
Rifle semiautomático M1 Garand

Nombre de la unidad L Calibre del arma R Tiempo de recarga A Alcance máximo Penetración en el blindaje en función de la distancia (en mm de acero) Blindaje (en mm de acero)
Casco Torreta Frontal Lateral Trasero

Inventario:

Icono

AP:

Principal: 16x

66

R 6x L 37 mm 8x 3
63 54
30 70

Tipo

V 35

V Velocidad Tripulantes D4 S S Pasajeros Y Puede remolcar / ser remolcado

110 A 4x m 44
110 m

10

M Puntos de Mando (Especial) C Puntos de Control

Blindaje:

1 29 2 25 3ligero M5A1 Stuart Tanque 25 M 300 6 25 4 38 5 32 C 13
Principal: L 37 mm R 3 G 2x calibre .30
10 30 70

V 35

D4 S-

A 110 m
110 m

AP: 66 63 54 44 Los británicos emplearon el apellido del general del ejército confederado Jeb Stuart para denominar a toda la serie de tanques ligeros M3 y M5 estadounidenses. El M5A1 porta el mismo arma de 37 mm que el Greyhound; aunque su velocidad es menor, está mejor blindado y Blindaje: dispone de casi el doble de munición de reserva. Resulta eficaz para proporcionar apoyo cercano a la infantería además de enfrentarse a

1 4 2 5 3 6
Ametralladoras montadas

1 29 2 25 3 25 Inventario: 4 38 5 32 6 25
79x G 2x calibre .30 68x 5x

vehículos de exploración enemigos que estén ligeramente armados, como los SdKfz 223 y Panzer I alemanes o los Tipo 92 japoneses.

3.400x

1x

Los británicos emplearon el apellido del general del ejército confederado Jeb Stuart para denominar a toda la serie de tanques ligeros M3 y M5 estadounidenses. El M5A1 porta el mismo arma de 37 mm que el Greyhound; aunque su velocidad es menor, está mejor blindado y dispone de casi el doble de munición de reserva. Resulta eficaz para proporcionar apoyo cercano a la infantería además de enfrentarse a vehículos de exploración enemigos que estén ligeramente armados, como los SdKfz 223 y Panzer I alemanes o los Tipo 92 japoneses.

Inventario:

79x

68x

5x

3.400x

1x

Equipo de la unidad

Guía de combate

7

Escuadrones de infantería
Volkssturm C 16 M 60 H8 X1

6
Fusil 98K Inventario:

2
Subfusil MP 3008

10x Infantería de asalto M 120 C 25 H 10 X 2

1
Rifle de asalto StG 44 Inventario:

4
Fusil 98K

5
Subfusil MP 40

16x

6x

8x

4x

Infantería regular M 165 C 26 H 10 X 2

3
Subfusil MP 40 Inventario:

6
Fusil 98K

1
Ametralladora MG 42

12x

3x

2x

10x

8
Paracaidistas M 250 C 30

Ejército de Alemania: Escuadrones de infantería

H 10 X 3

5
Fusil 98K Inventario:

3
Rifle semiautomático G43 con mira

2
Rifle de asalto FG-42

25x

20x

16x

2x

3x

Panzergrenadier M 385 C 35 H 10 X 4

2
Subfusil MP 40

2
Rifle semiautomático G43

6
Rifle de asalto StG 44 Inventario:

4
Panzerfaust

32x

14x

16x Zapadores M 50 C6

4x

H2 X2

2
Subfusil MP 40 Inventario:

2x

Guía de combate
Batallón Panzergr . mecanizado M 480 C 35 H 10 X 4

9

2
Subfusil MP 40

2
Rifle semiautomático G43

6
Rifle de asalto StG 44 Inventario:

4
Panzerfaust

32x

14x

16x Ingenieros (AP) M 150 C 12

4x

H4 X2

4
Subfusil MP 40 Inventario:

60x Ingenieros (AT) M 200 C 12

H4 X2

4
Subfusil MP 40 Inventario:

28x

10

Ejército de Alemania: Escuadrones de infantería
División Brandenburgo H8 X3 M 2 C 24
Este cuerpo de operaciones especiales fue fundado por Theodore von Hippel, especialista en espionaje y sabotaje que sirvió al ejército alemán durante la Primera Guerra Mundial. Estudioso de las técnicas empleadas por el coronel T.E. Lawrence (conocido como

División Brandenburgo
En 1940 el batallón intervino en operaciones encubiertas en Dinamarca, Noruega, Bélgica, Holanda y Francia. Un año más tarde, actuaron tras las líneas enemigas en misiones destinadas a preparar el terreno para la Operación Barbarroja. En el año 1942 se convierten oficialmente en división del ejército alemán. Fueron notorias sus intervenciones en el teatro de operaciones africano, donde sendos comandos se movilizaron para enfrentar a las tribus beduinas contra los británicos.

Lawrence de Arabia), von Hippel se enroló de forma voluntaria en el Servicio de Inteligencia tras la primera gran guerra. En 1939 recibió autorización para conformar un cuerpo de élite especializado en incursiones en territorio enemigo. Sus hombres eran instruidos en artes como la captura de puentes y caminos, el sabotaje o la neutralización de enemigos clave. El batallón creado por vin Hippel entró en escena en la invasión de Polonia, actuando tras las líneas enemigas para allanar el camino al avance de las tropas alemanas. La eficacia demostrada por los hombres de von Hippel llevó al ejército alemán a institucionalizar el batallón: así fue como el 15 de octubre de 1939 nació la Compañía de Instrucción y Construcción para Operaciones Especiales nº 800, capitaneada por el propio von Hippel y con cuartel general en la ciudad de Brandenburgo. Los integrantes de este cuerpo de élite fueron siempre voluntarios dotados de habilidades y conocimientos específicos: el dominio de varios idiomas, una excelente condición física y una asombrosa agilidad mental.

3
Rifle semiautomático G43

4
Fusil 98K

1
Ametralladora MG 34 Inventario:

4
Panzerfaust

14x

3x

4x

1x

1x

Guía de combate
Fallschirmjager H 10 X 3 M 3 C 30
El término “Fallschirmjäger” significa paracaidista en alemán. Estas unidades formaban parte de las Fuerzas Aéreas y contaban generalmente con las mejores armas del ejército. Con una organización similar a las de las divisiones de infantería motorizada, las divisiones de paracaidistas fueron empleadas mayoritariamente como unidades de asalto. En el año 1944 el devenir de la guerra condujo al cese del adiestramiento de los Fallschirmjäger como paracaidistas. No obstante, siguieron desempeñando labores propias de la infantería, como se pudo comprobar durante la Batalla de Monte Cassino, donde la tenacidad de los Fallschirmjäger les ganó el apodo de “diablos verdes”. Equipados con fusiles de asalto y rifles semiautomáticos, y desplegados en un SdKfz 251/1 armado con una ametralladora MG 42 y con suministros adicionales para la infantería, , estas unidades de paracaidistas de élite están entrenadas en la captura de posiciones ligeramente defendidas para, a continuación, atrincherarse y defender el terreno capturado.

11

Fallschirmjäger
Al comienzo de la contienda eran pocos los batallones de paracaidistas; no obstante, la Luftwaffe creó tres regimientos para conformar una unidad conocida como la 7ª División del Aire.

6
Fusil 98K Inventario:

2
Rifle semiautomático G43 con mira

2
Rifle de asalto FG-42

26x

22x

16x

2x

2x
Foto: Bundesarchiv, Bild 101I-559-1076-29 / Haas / CC-BY-SA

12
Stosstrupp M 4 C 35

Ejército de Alemania: Escuadrones de infantería

H 10 X 4

Los Stosstrupp son las tropas de infanterría de choque más poderosas con las que cuenta el ejército alemán para asaltar posiciones enemigas fuertemente defendidas. Están armados con fusiles de asalto, subfusiles y numerosos Panzerfaust, con los que pueden hacer frente a cualquier amenaza en combate cuerpo a cuerpo y entornos urbanos. Se despliegan junto con un semioruga blindado SdKfz 251/17, armado con un cañón automático de 20 mm, que les proporciona una superior potencia de fuego contra infantería y vehículos blindados ligeros.

5
Rifle de asalto StG 44 Inventario:

5
Subfusil MP 40

10
Panzerfaust

30x

10x

20x

5x

Tropas especiales
Todos los ejércitos cuentan con cuerpos especiales de soldados mejor entrenados y equipados que las fuerzas regulares. Los Rangers americanos o los Panzergrenadier alemanes son un ejemplo de estos cuerpos. Armados con rifles de asalto y carabinas semiautomáticas, cuentan además con armas antitanque para poder enfrentarse a blindados a distancia, así como una generosa provisión de granadas y dinamita para abrirse paso a través de cualquier obstáculo que se les presente. El superior entrenamiento de estas tropas les otorga una mayor resistencia física y superior precisión con sus armas de fuego. Tanto en defensa como en ataque, las tropas especiales Foto: Bundesarchiv Bild 146-2007-0144 sobresalen y superan en rendimiento a las escuadras regulares de infantería. A veces estos cuerpos de infantería forman unidades motorizadas que se despliegan directamente con sus propios vehículos blindados de transporte. Estos semiorugas aportan potencia de fuego adicional y velocidad de desplazamiento para llegar al frente de batalla lo antes posible, además de un suministro adicional de granadas y munición que cualquier pelotón aliado puede aprovechar para rearmarse.

Guía de combate

13

Soldados especializados
Fusilero C 2.5 M 11 H1 X2

1
Fusil 98K Inventario:

1x

1x Subfusil M 12 C 2.5

H1 X2

1
Subfusil MP 40 Inventario:

2x

1x

1x Ametrallador M 60 C 3.5

H1 X2

1
Ametralladora MG 42 Inventario:

1x

14
Equipo con rifle antitanque C6 H2 X3 M 60

Ejército de Alemania: Soldados especializados

2
Subfusil MP 40 Inventario:

1
Rifle antitanque Pzb39

2x

2x

1x

Equipo antitanque M 90 C6 H2 X3

2
Subfusil MP 40 Inventario:

1
Panzershreck

2x

2x

1x

11x

Tripulación M 10 C4

H2 X2

2
Pistola Walther Inventario:

Guía de combate
Equipo lanzallamas C5 H2 X2 M 75

15

1
Subfusil MP 40 Inventario:

1
Lanzallamas

2x

1x

1x Oficial M 160 C 8

H1 X3

1
Pistola Walther Inventario:

1
Pistola lanzabengalas

1x

1x

4x

1x

Oficiales
Los oficiales son útiles para planificar el movimiento de tus tropas y solicitar fuego de apoyo. El arma más poderosa con la que cuentan son sus prismáticos; con ellos pueden explorar el campo de batalla a grandes distancias. Para ello, activa el Control Directo y dirígelos hacia la zona a reconocer; la niebla de guerra se levantará allá donde dirijas los prismáticos, descubriendo incluso enemigos ocultos en la maleza o entre escombros. Esta información será compartida con cualquier unidad cercana al oficial para así coordinar el ataque. Los oficiales cuentan además con la capacidad de solicitar apoyo desde fuera del campo de batalla. Pueden usar un marcador de humo para solicitar el lanzamiento en paracaídas de una caja de suministros sobre cualquier punto del mapa. En el interior de la caja habrá pertrechos para la infantería y proyectiles de mortero. Por último, con su pistola lanzabengalas los oficiales pueden solicitar un ataque de artillería sobre cualquier objetivo.

16
Francotirador M 160 C 8

Ejército de Alemania: Soldados especializados

H1 X4

1
Fusil 98K de francotirador Inventario:

3x

1x

1x

Francotirador veterano M 1 C 8 H1 X4

1
Fusil 98K de francotirador Inventario:

3x

1x

1x

Operador de radio M 4 C 11 H3 X2

3
Subfusil MP 40 Inventario:

1
Pistola lanzabengalas

4x

2x

2x

1x

21x

Guía de combate

17

Armas fijas y artillería
Ametralladora pesada Ametralladora M 120 C 5
Principal:

L 7.92 mm R Auto A 80 m

Inventario:

1120x

1x

Flak 38 AA Defensa AA M 200 C 5
Principal: AP:

Y

L 20 mm R Auto A 100 m
27
30

29
10

21
70

18
100 m

Inventario:

930x

1x Mortero sGrW 34 Mortero M 350 C 5

Principal: AP:

L 81 mm R 5
15
30

A 110 m
15
110 m

15
10

15
70

Inventario:

121x

1x

18
AT Pak 41 Cañón AT M 140 C 5
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Armas fijas y artillería

Y
32

L 42 mm R 3
46
30

A 110 m
110 m

52
10

38
70

Inventario:

51x

50x

5x

AT Pak 38 Cañón AT M 350 C 5
Principal: AP:

Y

L 50 mm R 4
86
30

A 130 m
35
130 m

84
10

69
70

Inventario:

51x

50x

5x

AT Pak 40 Cañón AT M 435 C 5
Principal: AP:

Y

L 75 mm R 5
119
30

A 150 m
66
150 m

124
10

108
70

Inventario:

51x

50x

5x

1x

Guía de combate
FlaK 37 Defensa AA / Cañón AT M 700 C 10
Principal: AP:

19
Cañones FlaK
La producción de los cañones FlaK 18 comenzó en 1933; algunos incluso fueron enviados por el ejército alemán a España durante la Guerra Civil. Tras su entrada en servicio se analizaron sus puntos débiles y se implantaron mejoras que fueron aplicadas ya en el FlaK 36. El último modelo diseñado, el FlaK 37, incorporó un novedoso sistema que sincronizaba el arma con un controlador de disparo central. Este dispositivo permitía monitorizar varios cañones de forma simultánea, lo que permitía controlar detalles como el ángulo y la inclinación exactas de los cañones, lo que redujo el tiempo empleado para fijar el blanco y mejoró notablemente la precisión de los disparos. En las fases iniciales de la batalla de Francia los ocho-ocho se vieron obligados a combatir contra blindados cuya coraza frontal no podía ser atravesada por los cañones antitanque de calibre medio de la época.

Y

L 88 mm R 5
136
30

A 160 m
75
160 m

142
10

124
70

Los cañones FlaK 18, 36 y 37 fueron empleados por el ejército alemán como armas antiaéreas y antitanque durante toda la Segunda Guerra Mundial, llegando a convertirse en uno de los símbolos de su artillería. Debido a su cañón de 88 mm fueron apodados “ocho-ocho” por las tropas alemanas. En la Primera Guerra Mundial las armas antiaéreas fueron mayoritariamente adaptaciones de cañones de medio calibre modificados para poder disparar en ángulos elevados. A medida que la guerra del aire evolucionó y mejoraron las prestaciones de las aeronaves, este tipo de armas se mostró obsoleto. Fue entonces cuando el ejército alemán se propuso diseñar cañones de mayor calibre y velocidad de disparo con capacidad de lanzar proyectiles a grandes alturas. Fue así como nació el primer prototipo del FlaK 18 de 88 mm, fabricado en 1928. Su cañón de 4.9 metros incorporaba un sistema de expulsión automática de cartuchos que aumentaba considerablemente la cadencia de fuego. Asimismo, la base con forma de cruz permitía disparar en cualquier ángulo, característica indispensable para un arma antiaérea. En 1944 había alrededor de 10.700 cañones FlaK 18, 36 y 37 en servicio. Debido al incremento de los bombardeos aéreos aliados, la mayoría de estas armas fueron empleadas para su propósito antiaéreo original. En este papel, el ocho-ocho no resultó tan eficaz como los modelos homólogos de otras naciones, capacitados para disparar proyectiles más pesados a mayor altura. No obstante, gracias a su mayor ligereza y movilidad, fueron finalmente los más empleados de la contienda.

Sus proyectiles antitanque de alta velocidad le convirtieron en un arma insuperable contra blindados en las primeras etapas de la guerra, papel que seguirían desempeñando con gran eficacia hasta el final de la contienda. Este éxito condujo al desarrollo de una línea de cañones antitanque para vehículos que se convirtieron en el armamento principal de tanques como el Tiger I. Inventario:

51x

50x

5x

Foto: Bundesarchiv, Bild 101I-443-1574-26 / Zwilling, Ernst A. / CC-BY-SA

20
Obús FH 18 M Obús de campaña M 750 C 10
Principal:

Ejército de Alemania: Armas fijas y artillería

Y

L 105 mm R 70

A 220 m

Inventario:

66x

1x Obús sFH 18 Obús de campaña M 900 C 10

Y

Principal:

L 150 mm R 75

A 250 m

Inventario:

36x

12x

1x

Nebelwerfer 41 Artillería de cohetes M 5 C 5
Principal:

Y

L 150 mm R 60

A 180 m

Tras las investigaciones realizadas a lo largo de la década de 1920, Alemania dio con una novedosa técnica para lanzar ataques masivos con humo, gas venenoso o cabezas explosivas. Estos estudios dieron como resultado el desarrollo de un mortero de 100 mm concebido para disparar proyectiles de gas: el denominado Nebelwerfer, o “lanzador de niebla”, nombre elegido para generar confusión entre los espías enemigos. El Nebelwerfer 41, que constaba de una lanzadera de seis tubos montada sobre el chasis de un cañón antitanque, entró en servicio tras la Batalla de Francia. Sus cohetes estaban provistos de elementos estabilizadores que aumentaban su alcance y precisión y compensaban el bajo número de proyectiles lanzados. A lo largo de la contienda se fabricaron aproximadamente 6.000 lanzaderas Nebelwerfer y alrededor de cinco millones y medio de cohetes que fueron empleados en los principales teatros de operaciones. El Nebelwerfer 41 puede disparar una salva entera de seis cohetes en rápida sucesión, pero debe recargar entre cada descarga. No obstante, el tiempo de recarga es menor que en otros sistemas lanzacohetes de mayor tamaño.

Inventario:

66x

1x

Guía de combate

21

Vehículos ligeros
PzKpfw I Ausf .B Vehículo de exploración M 180 C 9
Blindaje:

V 30

D2 S3

1 13 2 10 3 10 4 15 5 15 6 15
G 2x MG 34
Diseñado originalmente para labores de adiestramiento destinadas a preparar a las tropas alemanas para la nueva guerra motorizada, el Panzer I acabó convirtiéndose en un vehículo emblemático utilizado tanto en la Guerra Civil Española como en la Segunda Guerra Mundial.

El Panzer I puede dar apoyo a la infantería con sus dos ametralladoras, pero no está suficientemente blindado para hacer frente al fuego de rifles antitanque, especialmente en los flancos y la torreta, cuyo blindaje no está tan inclinado como en la parte frontal del casco.

PzKpfw I Ausf.B
Fabricado por primera vez en 1934, desempeñó un papel relevante en las victorias germanas entre los años 1939 y 1941.

Inventario:

2.200x

1x

22

Ejército de Alemania: Vehículos ligeros
SdKfz 222 Vehículo de exploración M 240 C 9
Principal: AP:

V 41

D2 S- Y

L 20 mm R Auto A 90 m
27
30

29
10

21
70

18
90 m

Blindaje:

1 20 2 14 3 14 4 20 5 14 6 14
G 1x MG 34 SdKfz 222 y 223
Tanto el SdKfz 222 como el 223 son automóviles militares blindados diseñados para el reconocimiento del campo de batalla. El diseño con ruedas favorece el movimiento del vehículo por carreteras. En los frentes de Rusia y África se vieron limitados por su pobre rendimiento todoterreno, por lo que fueron gradualmente reemplazados en las labores de reconocimiento por vehículos semiorugas. Armado con un cañón automático de 20 mm y una ametralladora MG 34, el SdKfz 222 está capacitado para llevar a cabo incursiones rápidas en los momentos iniciales del combate. Su maniobrabilidad le permite atravesar el campo de batalla para atacar las tripulaciones de armas fijas y acabar con otros vehículos de exploración. Igualmente, resulta un vehículo idóneo para sorprender a pelotones de infantería enemiga en campo abierto.

Inventario:

410x

800x

Guía de combate
SdKfz 223 Vehículo de exploración M 200 C 9
Blindaje:

23

V 41

D2 S- Y

1 20 2 14 3 14 4 20 5 14 6 14
G 1x MG 42
El modelo 223 es la versión destinada a las comunicaciones; equipado con una MG 34, puede enfrentarse a grupos de infantería y amenazar los flancos enemigos, pero carece del armamento necesario para enfrentarse a otros vehículos blindados.

Inventario:

1.400x PzKpfw II Luchs Tanque ligero M 240 C 11
Principal: AP:

V 38

D3 S3

L 20 mm R Auto A 90 m
27
30

29
10

21
70

18
90 m

Blindaje:

1 30 2 15 3 15 4 30 5 15 6 15
G 1x MG 34
El ejército alemán fabricó 100 unidades de este tanque ligero entre 1943 y 1944. Bautizado con el nombre de Panzerspähwagen II, fue apodado Luchs ("lince") por las tropas germanas. Está equipado con un cañón de 20 mm idéntico al montado en el SdKfz 222, aunque resulta más lento que este último debido a su mayor blindaje. Puede ser empleado en labores de exploración o para hostigar al enemigo en las fases iniciales del combate.

Inventario:

330x

2.380x

1x

24

Ejército de Alemania: Vehículos ligeros
SdKfz 234 Puma Vehículo de exploración V 38 M 300 C 11
Principal: AP:

D3 S- Y

L 50 mm R 4
86
30

A 130 m
34
130 m

94
10

67
70

Blindaje:

1 30 2 10 3 10 4 15 5 10 6 10
G 1x MG 34
Armado con un cañón de alta velocidad de 50 mm diseñado para tanques ligeros, el Puma tiene suficiente potencia de fuego

SdKfz 234 Puma
Tras comprobar la ineficacia de los vehículos de reconocimiento de ocho ruedas en las invasiones de Polonia y Francia, el ejército alemán inició en 1940 un programa destinado al diseño de nuevas unidades blindadas. Uno de los principales aciertos de este programa fue sin duda el SdKfz 234 Puma.

para destruir cualquier vehículo de reconocimiento que el enemigo pueda desplegar. El blindaje frontal inclinado de 30 mm lo protege del impacto de rifles antitanque y cañones de 20 mm, pero los flancos no están suficientemente blindados y pueden ser destruídos fácilmente. Por ello, el SdKfz 234 actúa mejor como respuesta rápida a vehículos blindados enemigos y no como apoyo a la infantería. No obstante, la vida útil del Puma va más allá del combate contra vehículos ligeros. Su velocidad y maniobrabilidad le permiten superar a tanques medios y pesados para atacarles por los flancos y la retaguardia, causando graves daños antes de desaparecer para evitar el fuego de respuesta. Si el enemigo está dominando una zona de combate con un tanque medio o pesado pero no cuenta con el suficiente apoyo de la infantería, el Puma puede ser un elemento clave para la victoria.

Inventario:

51x

27x

5x

1.300x

Guía de combate
Wirbelwind Vehículo AA M 350 C 13
Principal: AP:

25

V 24

D4 S-

L 20 mm R Auto A 100 m
27
30

29
10

21
70

18
100 m

Blindaje:

1 80 2 30 3 30 4 20 5 20 6 20
G 1x MG 34
El Wirbelwind es una adaptación del Panzer IV, equipado con un cañón cuádruple antiaéreo de 20 mm que sustituye a la torreta original. Aunque muy vulnerable contra tanques enemigos, el Wirbelwind resulta excelente como vehículo de apoyo contra infantería y cañones fijos. Sus cuatro cañones pueden barrer en segundos una zona y acabar con la tripulación de cualquier arma fija enemiga antes de que pueda disparar. La torreta y el casco están suficientemente blindados como para protegerse de armas ligeras y rifles antitanque, pero su perfil alto ofrece un blanco perfecto a cualquier cañón antitanque que sobreviva.

Wirbelwind
La supremacía aérea de la Luftwaffe en el inicio de la contienda hizo que la Wehrmacht descartara el desarrollo de un vehículo antiaéreo. El primer Flakpanzer IV Wirbelwind fue fabricado en 1944, cuando las fuerzas aéreas aliadas comenzaban a ganar terreno. A pesar de su demostrada eficacia en combate, solo llegaron a fabricarse 100 unidades.

Inventario:

3.320x

1.450x

1x

26
Flakpanzer I Vehículo AA M 260 C 11
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Vehículos ligeros

V 24

D3 S-

L 20 mm R Auto A 100 m
27
30

29
10

21
70

18
100 m

Blindaje:

1 10 2 10 3 10 48 56 66
Esta adaptación del Panzer I estaba equipada con un cañón antiaéreo Flak 38 de 20 mm montado sobre una plataforma giratoria descubierta. Sola 24 vehículos fueron convertidos y enviados al frente, donde la excasa protección para la tripulación se convirtió en un peligroso talón de Aquiles. Resulta especialmente eficaz contra la infantería enemiga y en labores de cobertura a las tropas contra vehículos ligeros. No obstante, carece de la velocidad necesaria para actuar como vehículo de intervención rápida, papel que desempeñan mejor el SdKfz 222 o el SdKfz 234 Puma.

Inventario:

630x

1x Pz III Sapper Barreminas M 250 C 4

V 18

D1 S4

Blindaje:

1 40 2 30 3 50
G 1x MG 34
El chasis del Panzer III fue adaptado para fabricar varios vehículos auxiliares, entre ellos este barreminas. Sus rodillos frontales desentierran y detonan las minas que encuentra a su paso sin ocasionar daños en el propio vehículo. Cuenta con una ametralladora frontal para su defensa, pero debe actuar apoyado por tropas que velen por su seguridad mientras limpia el camino de minas para el resto de vehículos de ataque.

Inventario:

1.600x

1x

Guía de combate

27

Cazacarros
Hetzer Cazacarros medio M 500 C 23
Principal: AP:

V 31

D4 S-

L 75 mm R 6
100
30

A 150 m
55
150 m

104
10

90
70

Blindaje:

1 60 2 20 3 20
G 1x MG 42
La característica más notable del Hetzer es su pequeño tamñao y bajo perfil, que lo hacen fácil de ocultar y lo convierten en un blanco muy difícil de alcanzar por los tanquistas enemigos. Su blindaje está tan inclinado que ofrece una protección efectiva muy superior a lo que cabría esperar de sus 60 mm de grosor. Al igual que en el resto de cazacarros alemanes, el cañón está montado en el casco, lo que limita su capacidad de apuntar y lo deja fuera de servicio si llega a ser inmovilizado. Cuenta con una ametralladora superior dirigira por control remoto desde el interior del vehículo y puede disparar hacia cualquier ángulo sin que ningún miembro de la tripulación tenga que exponerse al fuego enemigo.

Hetzer
Este cazacarros ligero, dotado de planchas inclinadas de blindaje en todo el casco, contaba con un cañón de 75 mm de alta velocidad. Fue concebido como alternativa económica a otros modelos más caros como el Jagdpanther y el Jagdtiger.

Inventario:

30x

25x

5x

2.975x

1x

28

Ejército de Alemania: Cazacarros
StuG IV Ausf .G Cazacarros medio M 600 C 23
Principal: AP:

V 28

D4 S-

L 75 mm R 6
114
30

A 150 m
64
150 m

119
10

104
70

Blindaje:

1 80 2 30 3 30
G 1x MG 42
Comparado con el Hetzer, el StuG ofrece un cañón ligeramente superior y un blindaje más reforzado tanto en el frontal como en los laterales. Sin embargo, las planchas del casco no están tan inclinadas como en el Hetzer, especialmente en los flancos. Cuenta además con una ametralladora montada en la torre que únicamente puede disparar al frente lo que, unido a la falta de torreta, limita su defensa contra ataques de infantería.

StuG IV Ausf.G
Diseñado como cañón para dar apoyo a la infantería, el StuG IV se hizo famoso ejerciendo labores de cazacarros. Este modelo, el más extendido y fabricado, era en realidad una adaptación del Panzer IV. Desde la entrada en servicio del primer StuG IV, que se produjo en 1943, llegaron a fabricarse aproximadamente 1.100 unidades.

Inventario:

37x

27x

5x

650x

1x

Guía de combate
Nashorn Cazacarros medio M 900 C 38
Principal: AP:

29

V 27

D4 S-

L 88 mm R 8
221
30

A 180 m
92
180 m

229
10

202
70

Blindaje:

1 30 2 30 3 30 4 30 5 15 6 15
El primer prototipo de este cazacarros fue fabricado en Berlín empleando componentes del Panzer III y el Panzer IV. Su diseño tenía como objetivo contrarrestar el potencial mostrado por los tanques soviéticos en la Operación Barbarroja. El Nashorn (“rinoceronte” en alemán) contaba con un cañón PaK 43 L/41 protegido por un escudo y montado sobre la parte trasera del chasis. El Nashorn porta uno de los cañones anticarro más efectivos que existieron durante la guerra, el mismo que monta el temible Tiger II. Su capacidad de alcanzar al enemigo a grandes distancias compensa las desventajas de su blindaje ligero y su perfil alto, fácil de localizar y alcanzar en movimiento. La combinación única de blindaje extremadamente débil, potente cañón y alto coste operativo hacen que el Nashorn deba ser desplegado y manejado con extremo cuidado, siempre manteniéndolo en los alcances máximos de disparo, donde su arma principal puede destruir casi cualquier tanque medio. A media distancia puede penetrar y destruir cualquier tanque pesado y superpesado que el enemigo despliegue, siempre que dispare primero. Al no contar con ametralladoras de defensa, es muy vulnerable a vehículos ligeros armados con cañones automáticos y de 37 mm, que pueden atravesar el débil blindaje y matar a la tripulación.

Inventario:

36x

22x

5x

1x

30

Ejército de Alemania: Cazacarros
Jagdpanzer IV Cazacarros medio M 1150 C 38
Principal: AP:

V 27

D5 S-

L 75 mm R 6
149
30

A 160 m
79
160 m

155
10

135
70

Blindaje:

1 80 2 40 3 20
G 1x MG 42
Este cazacarros, cuyo primer prototipo fue fabricado en 1943, es una modificación del Panzer IV armado con el cañón de 75 mm empleado por el Panther. Para aumentar su protección frente a proyectiles penetrantes, se sustituyó la plancha frontal vertical por una inclinada de idéntico grosor.

Jagdpanzer IV
Entró en servicio en 1944 y participó en escenarios míticos como Normandía o las Ardenas. Mostraron un alto rendimiento como cazacarros, pero su falta de torreta impidió que resultasen igualmente efectivos como tanques.

El perfil extremadamente bajo del Jagdpanzer IV puede llevar al enemigo a confundirlo con un Hetzer, pero ese error puede costarle caro.

Cuenta con una ametralladora frontal para defenderse del ataque de la infantería.

El cañón de 75 mm puede atravesar el blindaje frontal de cualquier tanque medio a distancias normales de combate, y su frontal inclinado y bien blindado lo hacen muy resistente en el intercambio de disparos. Inventario:

Su punto débil es la falta de torreta, aunque el cañón puede apuntar en un amplio ángulo frontal incluso tras quedar inmovilizado, por lo que sigue siendo un enemigo peligroso.

33x

22x

5x

700x

1x

Guía de combate
Jagdpanther Cazacarros pesado M 1800 C 38
Principal: AP:

31

V 32

D4 S4

L 88 mm R 8
221
30

A 180 m
92
180 m

229
10

202
70

Blindaje:

1 80 2 50 3 40
G 1x MG 34
Su producción comenzó en 1944, llegando a fabricarse cerca de 400 unidades. Empleados mayoritariamente en el Frente Oriental, participaron también en batallas clave como las de Normandía y las Ardenas. El Jagdpanther mejora al Jagdpanzer en casi todos los aspectos. Posee mayor blindaje y velocidad y está mejor armado. Es más alto que el Jagdpanzer IV, lo cual le expone más al fuego enemigo. El cañón de 88 mm, el mismo montado en el Nashorn y el Elefant, es el arma antitanque más efectiva de la contienda, capaz de disparar a distancias extremadamente largas con una capacidad de perforación insuperable. Aunque caro, el Jagdpanther puede destruir cualquier blindado pesado enemigo, aunque sigue dependiendo del camuflaje y la sorpresa para disparar antes que el enemigo.

Jagdpanther
Esta adaptación del Panther montaba un cañón de 88 mm y contaba con un poderoso motor de 700 CV. Dotado de un blindaje inclinado tanto en el frontal como en los laterales, el Jagdpanther fue uno de los cazacarros más temidos por las tropas aliadas.

Inventario:

33x

25x

5x

650x

1x

32
Elefant Cazacarros superpesado M 2000 C 48
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Cazacarros

V 16

D4 S3

L 88 mm R 8
221
30

A 180 m
92
180 m

229
10

202
70

Blindaje:

1 200 2 80 3 80
G 1x MG 34
Los prototipos iniciales del Tiger, diseñados en 1941 por la compañía Porsche, fueron posteriormente adaptados por la empresa Henschel para fabricar el Elefant. Equipados con un cañón PaK 43 de 88 mm, el diseño final incorporó una plancha adicional de blindaje frontal, aumentando su grosor total hasta alcanzar los 200 mm. Su bautismo de fuego tuvo lugar en la Batalla de Kursk, donde diversos fallos mecánicos hicieron replantear algunas particularidades de su diseño. Tras realizar algunas mejoras, como la incorporación de una ametralladora frontal, el Elefant fue empleado nuevamente en operaciones llevadas a cabo en Italia, Polonia y Berlín. Junto con el Jagdtiger, el Elefant es sin duda una de las armas defensivas más temibles de cualquier arsenal de la Segunda Guerra Mundial. Su blindaje frontal es prácticamente impenetrable desde cualquier distancia, y su cañón puede derribar a los carros blindados más pesados. El coste de desplegar uno de estos inmensos vehículos es significativo y su actuación depende mucho de que la disposición del campo de batalla genere cuellos de botella que el Elefant pueda defender sin exponer sus flancos y sus orugas, mucho menos protegidos que el montaje del cañón y el frontal del casco En distancias cortas, el enemigo puede intentar un disparo preciso contra el montaje del cañón principal. Protegido por sólo 125 mm de grosor de blindaje, es el punto débil de su coraza frontal; si bien no asegura la destrucción del carro, un disparo que perfore la armadura dañará el cañón principal dejando al tanque indefenso.

Inventario:

30x

20x

5x

2.600x

1x

Guía de combate
Jagdtiger Cazacarros superpesado M 2300 C 48
Principal: AP:

33

V 16

D4 S4

L 128 mm R 15
209
30

A 180 m
103
180 m

213
10

198
70

Blindaje:

1 250 2 80 3 80
G 1x MG 34
Diseñado en 1943, este cazacarros fue el blindado más pesado de la guerra: aunque el ejército alemán ordenó la producción de 150 unidades de este vehículo de 76 toneladas, finalmente solo llegaron a fabricarse 88. La coraza frontal del Jagdtiger es simplemente infranqueable: no tiene ningún punto débil. Su masivo cañón de 128 mm posee el mismo alcance que el de 88 mm que montan el Elefant y el Tiger II, aunque con una velocidad de salida menor, lo que reduce ligeramente su capacidad de perforación. Sin embargo, su mayor calibre provoca daños mucho más graves cuando penetra la armadura de un blindado enemigo y ofrece una excelente potencia de fuego disparando proyectiles explosivos. Al igual que el Elefant, el Jagdtiger es extremadamente lento. Esto lo hace vulnerable al flanqueo, convirtiendo sus laterales y orugas en blancos fáciles para el enemigo. Otro punto débil es su tiempo de recarga: al tener que insertar el proyectil y la carga propulsora de forma separada en el cañón, la cadencia de fuego es baja, como ocurre en los modelos IS-2 e IS-3 soviéticos.

Inventario:

26x

14x

5x

3.400x

1x

34

Ejército de Alemania: Artillería autopropulsada

Artillería autopropulsada
Wespe Obús autopropulsado M 900 C 13
Principal: Blindaje:

V 24

D4 S-

L 105mm R 70

A 220

1 30 2 20 3 20
En el año 1940 se demostró que el principal blindado del ejército alemán, el Panzer II, ya no era apto para el combate directo contra carros enemigos. A pesar de una excelente mecánica, carecía del blindaje y armamento necesario para hacer frente a los tanques más modernos. No obstante, el emblemático carro encontró la oportunidad de alargar su vida útil siendo reconvertido en vehículo de artillería autopropulsada. La conversión era sencilla y económica: bastaba con sustituir la torreta por un cañón de 105 mm e instalar planchas de blindaje para la protección de los tripulantes. Ligeramente blindado, el Wespe goza de una buena movilidad para seguir a las divisiones acorazadas y escapar del fuego enemigo. Asimismo, cuenta con un cañón de gran calibre y excelente alcance montado en una cubierta sin techo.

Wespe
Foto: Bundesarchiv, Bild 101I-219-0553A-15 / Koch / CC-BY-SA

El primer Wespe fue empleado en el Frente Oriental en 1943 y su éxito fue rotundo. A partir de ese momento, todos los Panzer II operativos fueron reservados para la producción de nuevos Wespe, fabricándose un total de 680 unidades entre 1943 y 1944.

Inventario:

66x

1x

Guía de combate

35

Hummel Obús autopropulsado M 1100 C 13
Principal: Blindaje:

V 24

D4 S-

L 150mm R 75

A 250

1 30 2 20 3 20
Las Divisiones Panzer revolucionaron la guerra al crear batallones cuya composición debía ser íntegramente motorizada. No obstante, no pudieron contar con artillería autopropulsada hasta la entrada en servicio del Wespe y el Hummel. Al igual que sucediera con el Wespe, el Hummel fue una adaptación de uno de los carros emblemáticos del ejército alemán: el Panzer IV. Sobre el chásis de este tanque se montó un cañón ampliamente utilizado por la Wehrmacht, el sFH-18 de 150 mm.

Hummel
Los primeros Hummel, modelo del que llegaron a fabricarse más de 500 unidades, fueron empleados a comienzos de 1943 en la ofensiva liderada por las Divisiones Panzer en la Batalla de Kursk.

Inventario:

36x

12x

1x
Foto: Bundesarchiv, Bild 101I-219-0583A-07 / Harschneck / CC-BY-SA

36

Ejército de Alemania: Artillería autopropulsada
Panzerwerfer Artillería de cohetes autopropulsada V 26 M 1300 C 19
Principal: Blindaje:

D2 S-

L 150mm R 120

A 180

1 15 2 15 3 15 4 15 5 6 6 6
Este vehículo de artillería nace con la necesidad de dotar de mayor movilidad a las lanzaderas de cohetes Nebelwerfer, pues las estelas de humo que producían sus disparos lo convertían en un blanco fácil para el enemigo. Para ello se eligió el chasis del semioruga SdKfz 4, rápido y con buenas prestaciones en todo tipo de terrenos. El Panzerwerfer puede disparar dos salvas de cinco cohetes antes de recargar. Los proyectiles disparados, más pesados que los de otras naciones, no producen tanto efecto de saturación pero resultan individualmente más poderosos.

Panzerwerfer
Se fabricaron cerca de 300 unidades del Panzerwerfer entre 1943 y 1944, algunos de los cuales fueron destinados al transporte de munición.

Inventario:

30x

Guía de combate
Sturmtiger Obús autopropulsado M 10 C 48
Principal: Blindaje:

37

V 20

D4 S4

L 380mm R 90

A 130

1 150 2 82 3 82
G 1x MG 34
Diseñado como arma de apoyo para la infantería, su producción resultó escasa: entre agosto y diciembre de 1944 se fabricaron únicamente 18 unidades adaptando el chasis de los Tiger I dañados en combate. El lanzacohetes que monta, adaptado a partir de un lanzador naval de cargas de profundidad, dispara proyectiles que contienen hasta 125 kg de explosivo y son capaces de destruir grandes fortificaciones de hormigón. Su excelente blindaje frontal le protege del impacto de cualquier arma antitanque a largas distancias, lo cual compensa el gran tiempo de recarga del arma. Aunque no está diseñado como arma antitanque, el impacto cercano de un cohete de 380 mm es tan poderoso que puede destruir incluso a los carros mejor blindados.

Sturmtiger
La necesidad de destruir edificaciones y posiciones fortificadas se hizo patente tras las experiencias de combate urbano en la Batalla de Estalingrado, lo que motivó la fabricación de este cañón de asalto construido sobre el chasis de un Tiger I y armado con un lanzacohetes naval de 380 mm.

Inventario:

14x

700x

1x

38

Ejército de Alemania: Tanques

Tanques
PzKpfw III Ausf .F Tanque medio M 280 C 23
Principal: AP:

V 24

D5 S4

L 50 mm R 4
59
30

A 130 m
27
130 m

65
10

47
70

Blindaje:

1 30 2 30 3 21 4 50 5 30 6 30
G 2x MG 34
El desarrollo del Panzer III comenzó en los años 30. Concebido para enfrentarse a otros carros de combate blindados, las primeras versiones (del Ausf. A al Ausf. E), equipadas con un cañón corto de 37mm, ofrecieron un rendimiento más que satisfactorio hasta 1940. Sin embargo, los modelos posteriores al Ausf. F incorporaron el cañón de 50mm Kwk38 L/42 para dar respuesta a la mejora de blindaje y armamento de los carros británicos Matilda y Churchill y, sobretodo, al poderoso T-34 soviético. En cuanto a blindaje, las primeras versiones contaban con planchas de acero de 15mm en el casco y la torreta. Sin embargo, los modelos D y F vieron doblaron el espesor de estas planchas. Por su parte, la torreta estaba protegida con 30mm de acero en los laterales y 50mm en su parte frontal, un blindaje que el armamento antitanque con el que contaban los aliados hasta 1942 era incapaz de penetrar. Sin embargo, el avance de la guerra en el frente oriental demostró que el Panzer III se había quedado obsoleto para hacer frente al T-34. Aunque se decidió continuar su producción como vehículo de apoyo, lo cierto es que Alemania centró todos sus esfuerzos en mejorar las prestaciones de su hermano mayor, el Panzer IV. El Panzer III es un excelente tanque medio para los primeros compases de la batalla. Aunque inferior, es capaz de enfrentarse con posibilidades de éxito a los Sherman americanos y a los T-34 soviéticos, y a un coste mucho menor. Excelente como apoyo cercano a las unidades de infantería, su cañón de 50mm puede mantener a raya a cualquier tanque ligero y vehículo de exploración enemigo.

Inventario:

51x

27x

5x

850x

1x

Guía de combate
PzKpfw III Ausf .J Tanque medio M 320 C 23
Principal: AP:

39

V 30

D5 S4

L 50 mm R 4
86
30

A 130 m
34
130 m

94
10

67
70

Blindaje:

1 50 2 30 3 50 4 50 5 30 6 30
G 2x MG 34
La irrupción del T-34 soviético en el frente oriental obligó al ejército alemán a acelerar la evolución del Panzer III. Así, entre 1941 y 1942 se fabricaron 1.500 unidades del Ausf. J, que incorporaba el cañón KwK 39 de 50mm, más largo, preciso y con mayor capacidad de penetración que su predecesor. Además, en el Ausf. J se sustituyó el blindaje frontal y trasero del casco por una plancha de acero de 50mm. Además, se instalaron planchas de blindaje espaciado en la torreta y el casco para protegerse de los rifles antitanque rusos y se incorporó un nuevo y potente motor de 320 caballos (90 caballos más que sus predecesores). A partir de 1943 el Panzer III fue relegado a misiones de apoyo, cediendo el protagonismo al Panzer IV y al Panther. El Panzer III Ausf. J es un excelente tanque medio con capacidad para destruir otros tanques medios mejor armados y blindados, como el T-37 soviético y el M4 Sherman americano. Su potente motor le permite alcanzar mayores velocidades que anteriores modelos y le proporciona una excelente movilidad. Precisamente, este tanque necesita la velocidad para sobrevivir, porque pese al refuerzo de blindaje en el casco, sus planchas rectas y sin inclinación ofrecen poca protección frente a las armas de los tanques y cañones pesados enemigos, y su blindaje lateral es insuficiente para enfrentarse a casi cualquier arma antitanque coetánea.

Inventario:

56x

44x

5x

2.450x

1x

40
PzKpfw IV Ausf .F1 Tanque medio M 360 C 25
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Tanques

V 28

D5 S4

L 75 mm R 6
47
30

A 130 m
34
130 m

50
10

42
70

Blindaje:

1 50 2 30 3 20 4 60 5 20 6 20
G 1x MG 42 G 2x MG 34

PzKpfw IV Ausf.F1
Foto: Bundesarchiv, Bild 146-1979Anh.-001-10 / Unknown / CC-BY-SA

El Panzer IV fue el carro de combate alemán más utilizado durante la II Guerra Mundial. Inicialmente fue diseñado como carro medio de apoyo a la infantería, pero con el devenir de la contienda reemplazó al Panzer III como vehículo anticarro, pues el mayor tamaño de su torreta le permitía montar armas antitanque más poderosas.

El primer Panzer IV A disponía de un blindaje de 30mm de acero sin apenas inclinación en la parte frontal de la torre y el casco, de 15mm en los flancos y de 10mm en la parte superior de la torre y en la panza.

El Panzer IV Ausf.F1 es el último modelo de Panzer equipado con un cañón KwK 37 L/24 de baja velocidad, lo que acarrea diversos inconvenientes pero también alguna ventaja.

La experiencia en combate obligó a incrementar hasta los 50mm de espesor el blindaje frontal del casco de los modelos E y F.

Guía de combate
Hasta el desarrollo del modelo Ausf.F1, todas las versiones disponían del KwK 37 L/24, un cañón corto de 75mm que disparaba munición de alto explosivo contra cañones antitanque, barricadas y posiciones escasamente protegidas. Sin embargo, acusaba su falta de precisión, baja velocidad de los proyectiles y discreta capacidad de penetración. Cumpliendo con su papel de tanque de apoyo, no puede luchar cara a cara contra otros tanques medios pues el cañón principal no tiene suficiente capacidad de penetración. Sin embargo, ese mismo cañón le permite atacar los emplazamientos de los cañones enemigos disparando en parábolas bajas por encima de pequeñas colinas u obstáculos del terreno tras los que puede ocultarse sin apenas exponerse al fuego hostil. Y con un poco de suerte, podría impactar en la parte superior de un tanque enemigo, donde el blindaje es más débil. La velocidad de desplazamiento del Panzer IV es ligeramente inferior a la del Panzer III y equiparable a la del T-34 soviético, lo que le permite maniobrar con rapidez para permanecer a cubierto y continuar ofreciendo apoyo a sus unidades de infantería.

41

Inventario:

30x

45x

5x

2.450x

1x

42
PzKpfw IV Ausf .G Tanque medio M 400 C 25
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Tanques

V 28

D5 S4

L 75 mm R 6
107
30

A 130 m
75
130 m

110
10

99
70

Blindaje:

1 50 2 30 3 20 4 50 5 30 6 30
G 1x MG 42 G 2x MG 34
Junio de 1941. El ejército alemán se enfrenta por primera vez a los carros soviéticos y comprueba que el T-34, con su armadura inclinada de 45mm que favorece el rebote de los proyectiles que impactan en ella, y el KV-1, con su blindaje frontal de 100mm, son difíciles de derrotar. En noviembre de ese mismo año se ordenó la fabricación de un cañón equivalente en rendimiento al cañón antitanque PaK 40 para instalarlo en el Panzer IV, cuya torreta podía alojar un arma superior. En marzo de 1942 vieron la luz las primeras unidades bajo el nombre de Panzer IV Ausf.F2, pero poco después de entrar en servicio fueron rebautizadas como Ausf.G. Dado su excelente rendimiento frente al Sherman y al T-34 aliados, su bajo coste y su fiabilidad mecánica, la producción del Panzer IV continuó incluso después de que entrara en servicio el tanque medio Panther, mejor blindado y armado. En definitiva, el Panzer IV Ausf.G es un ejemplo de la excelente ingeniería alemana, con un excepcional equilibrio entre armamento, blindaje y movilidad. Puede realizar perfectamente tareas de tanque de apoyo a la infantería y destruir carros medios, aunque su blindaje frontal sin inclinación sigue haciéndolo tan vulnerable a las armas antitanque de gran calibre como los modelos anteriores.

Inventario:

56x

32x

5x

1.500x

1x

Guía de combate
PzKpfw IV Ausf .H Tanque medio M 600 C 25
Principal: AP:

43

V 27

D5 S4

L 75 mm R 6
115
30

A 150 m
64
150 m

120
10

104
70

Blindaje:

1 80 2 30 3 20 4 50 5 30 6 30
G 1x MG 42 G 2x MG 34 PzKpfw IV Ausf.H
Desde junio de 1943, todos los nuevos modelos del Panzer IV recibieron un blindaje de 80mm en su parte frontal. Además, un número considerable de Ausf.H fue equipado con planchas de blindaje adicionales separadas del casco y de la torreta. El objetivo de este refuerzo era proteger a los vehículos de los rifles antitanque rusos y de los proyectiles de carga hueca que disparaban los bazukas y los PIAT (lanzadores antitanque de infantería) aliados. El Panzer IV Ausf.H incorporó el cañón KwK 40 L/48, el doble de largo que su predecesor y que, gracias a la velocidad de salida del proyectil (790 m/s), aumentaba notablemente la capacidad de penetración y el alcance de disparo. Comparado con el modelo G, el nuevo blindaje frontal del Ausf.H aumenta notablemente su capacidad de supervivencia y su cañón incrementa la probabilidad de provocar daños a media distancia y de alcanzar blancos situados aún más lejos. Sin embargo, la coraza de la torreta no presenta ninguna mejora, por lo que un impacto en esa zona podría inutilizar su arma principal y dejar al vehículo indefenso.

Inventario:

56x

32x

5x

1.825x

1x

44
PzKpfw VI Tiger Tanque pesado M 1100 C 40
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Tanques

V 22

D5 S4

L 88 mm R 6
136
30

A 160 m
75
160 m

142
10

124
70

Blindaje:

1 100 2 82 3 82 4 100 5 82 6 82
PzKpfw VI Tiger
Hacia 1941, el curso de la guerra obligó a Alemania a diseñar un nuevo modelo de carro de combate que renunciara a la movilidad y velocidad de desplazamiento a cambio de incrementar su potencia de fuego con un cañón más pesado y su protección con un blindaje mayor. Pzkw VI Ausf. H era el nombre original elegido para el futuro tanque y entre los prototipos diseñados nacieron, entre otros, el Elefant y el Tiger.

G 1x MG 42

G 2x MG 34

Una de las características más destacadas del Tiger I era su resistente blindaje frontal de 102mm en comparación con los 80mm de espesor que tenían los últimos modelos del Panzer IV.

Su diseño con planchas sin inclinación apenas sufrió variaciones, razón por la cual algunos proyectiles podían rebotar contra las partes menos protegidas del vehículo, como la parte superior del casco o la unión con la torreta.

Foto: Bundesarchiv, Bild 183-J14953 / CC-BY-SA

El cañón KwK 36 de 88mm, uno de los más poderosos de la II Guerra Mundial, destacaba por su gran precisión incluso a larga distancia y su excelente capacidad de perforación.

Como los laterales estaban protegidos por planchas de acero de 80mm, el vehículo estaba preparado para repeler los proyectiles de la mayoría de los cañones antitanque enemigos.

Guía de combate
El Tiger I entró en servicio a finales de 1942 y permaneció en activo hasta la rendición de Alemania. Sin duda, sus elevados costes de fabricación (el doble que el Panzer V y cuatro veces más que el Stug III) condicionaron su producción y, quién sabe, quizá impidieran que Alemania cambiara el rumbo de la contienda en Europa. En total se fabricaron 1.350 Tiger I y 500 Tiger II. En ese mismo período Estados Unidos produjo más de 40.000 Sherman y la Unión Soviética 80.000 T-34. El Tiger I ofrece un excelente rendimiento en campo abierto y disparando a los blindados enemigos desde larga distancia. Aunque no es tan lento como el monstruoso Tiger II, su escasa velocidad de desplazamiento lo hacen muy vulnerable a maniobras de flanqueo y en combate cerrado. Sólo un reducido número de armas aliadas podrían penetrar la coraza frontal de un Tiger a media distancia: el M4A3E8(76)W y M26 Pershing estadounidenses, el cañón antitanque QF 17-pdr británico y los IS-2 e IS-3 rusos, así como los cazacarros M36 Slugger estadounidense y SU-100 soviético. El M4A4 VC Firefly británico, una variante del Sherman armada con un masivo cañón antitanque, es uno de los pocos tanques medios capaces de destruir un Tiger I a larga distancia.

45

Inventario:

51x

27x

5x

3.275x

1x

46
PzKpfw V Panther Tanque medio M 1350 C 40
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Tanques

V 32

D5 S4

L 75 mm R 6
149
30

A 160 m
79
160 m

155
10

135
70

Blindaje:

1 82 2 50 3 40 4 110 5 45 6 45
PzKpfw V Panther
En septiembre de 1942 comenzó la fabricación en serie del Panzerkampfwagen V Panther, el tanque diseñado para dar respuesta al poderoso T-34 soviético. De hecho, los ingenieros alemanes optaron por dotar al Panther de las características principales del carro enemigo: blindaje inclinado, orugas anchas y ruedas de mayor tamaño para mejorar la movilidad en el terreno blando propio del invierno ruso, y cañón de gran calibre.

G 1x MG 42

G 2x MG 34

El cañón principal, un KwK 42 de 75mm fabricado por Rheinmetall, no destacaba por su calibre, pero su longitud y su gran cartucho lo convirtieron en una de las armas antitanque más poderosas de la guerra, pues contaba con mayor capacidad de penetración que cañones como, por ejemplo, el de 88mm que portaba el Tiger I.

Sin duda, uno de los elementos más destacados de este tanque era su potentísimo motor Maybach de 23 litros y 700 caballos, capaz de impulsar las 43 toneladas del vehículo a velocidades equivalentes a las del T-34 y superiores a las de cualquier otro carro pesado.

Compensa su escasa protección lateral, sensiblemente inferior a la del Tiger I, con un blindaje frontal extraordinario, impenetrable para los cañones de los aliados a distancias medias.

Guía de combate
Alemania asignó la prioridad máxima a la producción de este vehículo, involucrando a varias fábricas de diferentes compañías. En 1943 se fabricaron una media de 150 unidades al mes (380 en julio) y el número total de unidades producidas hasta marzo de 1945 fue de 6.000. Los primeros modelos tenían como blindaje una placa de acero homogénea y soldada de 60mm, aunque pronto se aumentó a 80mm en la parte frontal. Además el casco iba recubierto con zimmerit, un material antimagnético que le confería su inconfundible apariencia rugosa. Sobresaliente como cazacarros, el Panther puede aprovechar su movilidad y excelente cañón de batalla para destruir cualquier tanque medio de un solo disparo y para rodear tanques pesados con el objetivo de atacar sus flancos vulnerables. Su único punto débil es el escaso blindaje lateral, lo que aconseja que no haga frente a dos amenazas situadas en posiciones distintas. El Panther está considerado uno de los mejores tanques de la II Guerra Mundial. De hecho, una vez finalizada la contienda, la excelente combinación de movilidad, potencia de fuego y protección siguió inspirando el diseño de nuevos tanques.

47

Inventario:

51x

27x

5x

1.600x

1x

48

Ejército de Alemania: Tanques
PzKpfw VI Kingtiger Tanque superpesado V 21 M 2400 C 50
Principal: AP:

D5 S4

L 88 mm R 8 A 180 m
221
30

229
10

202
70

92
180 m

Blindaje:

PzKpfw VI Kingtiger
En principio Porsche recibió el encargo de fabricar 170 unidades, pero tras detectarse algunas deficiencias mecánicas, el contrato se canceló. A finales de 1943, la marca Henschel comenzó la producción en cadena, aunque los continuos ataques de la aviación aliada sobre las fábricas alemanas frenaron el ritmo de producción. En total se fabricaron 487 unidades: tres en 1943, 377 en 1944 y 107 en 1945. Cada unidad llevaba impreso su número de serie en la torreta.

1 150 2 80 3 80 4 180 5 80 6 80
G 1x MG 42 G 2x MG 34

Para aumentar la potencia de fuego, se sustituyó el cañón de 88mm del Tiger I por uno nuevo del mismo calibre pero capaz de atravesar una plancha de blindaje de 100mm a máxima distancia de combate.

A efectos prácticos, el blindaje frontal del Tiger II es impenetrable para casi cualquier arma aliada, incluidas las armas antitanque de infantería. Sólo el cañón fijo antiaéreo QF 3.7 de 93mm británico tiene alguna posibilidad de atravesar su coraza, y esta arma raramente era usada en combate contra carros.

También se optó por aumentar el blindaje todo lo posible, sin que el exceso de peso le restara maniobrabilidad en el campo de batalla.

Guía de combate
En mayo de 1941 se realizaron los primeros diseños del Tiger II, pero la producción no comenzó hasta octubre de 1942. El objetivo era crear un tanque más poderoso que los carros de combate enemigos. Rebautizado por los soldados alemanes como Königstiger (tigre de bengala), el primer Tiger II entró en combate el 18 de julio de 1944 en Normandía, tras el desembarco aliado. También participaron en la batalla de las Árdenas, en Polonia, Hungría y en la defensa de Berlín. Entre los aliados fue conocido como King Tiger o Royal Tiger. Cualquier enfrentamiento frontal contra el Tiger II acaba con la destrucción de su oponente, pues su excelente cañón de 88mm y sus ópticas de máxima precisión son letales para los carros blindados enemigos. Sólo el M-26 Pershing americano y el IS-2 soviético pueden rivalizar con el Königstiger. A pesar de su gran tonelaje, el Tiger II posee buena movilidad, equiparable a la del Tiger I y a la de otros blindados aliados. La torreta gira lentamente, lo que puede ser un problema en combates a corta distancia. Aún así, el blindaje lateral y trasero, aunque menos poderoso que el frontal, es capaz de resistir el impacto de las armas montadas en tanques ligeros y muchos tanques medios. Sin embargo, el sistema de almacenamiento de munición puede provocar que el tanque estalle si un proyectil perfora la parte posterior de la torreta. Destruir un Tiger II requiere de la coordinación de varias amenazas situadas en ángulos de ataque distintos. Sin duda, la presencia de un Tiger II en el campo de batalla siempre atrae la atención del enemigo.

49

Inventario:

51x

27x

5x

900x

1x

50
Tiger veterano Tanque pesado M 7 C 40
Principal: AP:

Ejército de Alemania: Tanques

V 22

D5 S4

L 88 mm R 4
136
30

A 130 m
75
160 m

142
10

124
70

Blindaje:

1 100 2 82 3 82 4 100 5 82 6 82
G 1x MG 42 G 2x MG 34
A lo largo de la guerra, por cada Tiger I destruido en combate, el tanque alemán derrotaba a una media de 5,74 blindados enemigos. Algunas unidades, como la 13 Compañía Panzer Grossdeutschland (16,67 a 1), la SS-Panzer-Abteilung 103 (12,28 a 1) y la PanzerAbteilung 502 (13,08 a 1) superaron con creces ese promedio. Diez comandantes de Tiger consiguieron destruir más de 100 tanques enemigos. A Kart Knispel se le atribuyen 168 bajas, a Otto Carius, más de 150. Otros comandantes destacados fueron Johannes Bölter (139) y Michael Wittmann (138). Al final de la guerra había tripulaciones de Tiger I integradas por hombres que habían luchado juntos en decenas de batallas. Precisamente una de esas tripulaciones experimentadas es la que maneja el Tiger veterano. Aunque se trata de un vehículo técnicamente idéntico al resto de carros Tiger, la experiencia en combate de estos hombres les permite disparar su temible cañón de 88mm con mayor eficacia y precisión y, además, reducir el tiempo de recarga, con la ventaja que eso supone en el campo de batalla. El Tiger veterano dispone también de mayores cantidades de la escasa y cara munición APCR (perforante de tipo compuesto), ideal para disparar contra carros enemigos extremadamente blindados en combates a media y corta distancia.

Inventario:

51x

27x

10x

3.275x

1x

Guía de combate

51

Transporte e intendencia
BMW R12 Motocicleta C5 M 60 G 1x MG 42
Inventario:

V 45

D2 S1

650x Kubel VW82 Automóvil M 110 C 7.5 G 1x MG 42
Inventario:

V 40

D3 S-

1.250x SdKfz 251/1 Semioruga blindado M 125 C 5
Blindaje:

V 33

D2 S8 Y

1 15 2 15 3 15
G 1x MG 42
El SdKfz 251 se diseñó para el traslado de los panzergrenadiers de las divisiones de infantería mecanizada alemanas al campo de batalla. Fue el semioruga blindado más numeroso de la guerra, con más de 15.200 vehículos y variantes en servicio, producidos por diferentes firmas. El SdKfz 251 fue empleado como base en el diseño de multitud de adaptaciones: transportes de munición y artillería, morteros autopropulsados, vehículos de reconocimiento e ingeniería e incluso vehículos de mando.

Inventario:

3.550x

24x

12x

12x

12x

1x

52
Opel Blitz 3 .6 (transporte) Camión de suministros C5 M 50
Transporta munición y suministros para las tropas de infantería.

Ejército de Alemania: Transporte e intendencia

V 36

D 2 S 10 Y

Inventario:

5.000x

2.000x

500x

10x

20x

10x

10x

15x

1x

Opel Blitz 3 .6 (suministros) Camión de suministros M 150 C 5
Transporta suministros para la infantería, así como munición para todos los tipos de cañones y grandes armas usados por el ejército alemán. Cuenta además con bidones adicionales de combustible.

V 36

D2 S- Y

Inventario:

5.000x 100x

2.000x

500x

10x

20x

10x

10x

30x

2x

Munición para todos los tipos de armas y cañones usados por el ejército alemán Opel Blitz 3 .6 (ingenieros) Camión de suministros M 250 C 5

V 36

D2 S- Y

Transporta suministros para la instalación de elementos defensivos, así como minas y combustible de respuesto.

Inventario:

14x

24x

24x

30x

20x

2x

5x

Guía de combate

53

Ataques especiales
Goliath M 2 C 0
El Sdkfz 302, primer prototipo del Goliath, con motor eléctrico y capacidad para 60 kg de explosivos, fue creado en 1940. Esta primera versión medía 120 cm de largo y solo 30 de alto y se controlaba a través de un mando conectado al vehículo mediante un cable de acero, que transmitía las órdenes del operario remoto. El SdKfz 302 contaba con un motor eléctrico para operar, pero este resultaba caro de fabricar y mantener en combate, por lo que se diseñó un nuevo modelo equipado con un motor de gasolina más fiable y tres veces más barato de producir, pasando a denominarse SdkFz 303a y aumentando su carga explosiva a 75 Kg. Una última versión con una carga explosiva de 100 Kg fue producida, denominada SdkFz 303b. En 1942, el Estado Mayor del Ejército Alemán aprobó el diseño definitivo, propulsado por gasolina, del que se fabricaron 7.564 unidades. Entró en servicio en la primavera de 1942, demostrando su eficacia en la demolición de puentes y edificios y la destrucción de tanques. Además del éxito que supuso su uso durante la contienda, la tecnología empleada en el diseño del Goliath sentó las bases del futuro desarrollo de vehículos operados por control remoto. El Goliath 303 pesa 430 Kg y puede alcanzar una velocidad de 12 Km/h por terreno estable, la velocidad del paso ligero humano. Aunque insuficiente para alcanzar tanques en movimiento o esquivar el fuego enemigo, su pequeño tamaño le ayuda a camuflarse entre la maleza y avanzar por acequias o desniveles sin ser detectado. Sin embargo, su bajo perfil le obliga a rodar por terreno relativamente llano, pues no puede sobrepasar obstáculos elevados ni avanzar a través de ruinas. Toda su estructura esta blindada con 10 mm de acero, lo que lo protege del fuego de armas ligeras. El vehículo cuenta con varios arbustos de camuflaje en su inventario, para ocultar el arma y tender emboscadas. La potencia explosiva del Goliath es suficiente para demoler edificios enteros y destruir cualquier tanque próximo por muy fuertemente blindado que esté.

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