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0 Citgo Gi rtem a sun dissolug €) Adquitir estabele war a explorac: 580; 4)" Entrar om soci por acgées: Contraic obrigacies eam le em nome colective ow qo a excl loados ou deivadon £0 e) Dp ) 4) Contraic obrigacées eujo cumprimento se deva ve Aepois da maioridade: i) Coder direitos de crédito: la mesmo em relagio amt Bons que Amtepro rg. 33 © artigo 108 do Cédiga espa 230 Havia, no entanto, ema dilerenga profond, sobretw tava a precsfo de conceitos, entre a disposig4o (art 150.°) do Cédigo de 1867 (artigo 150.2 do antigo Cédigo comezava por referir, mas d mito gros 9 priméria, para os quaaros da cifncia moderna, fs actos que, por natureza, estavam em principio fora do alcance do poder safratudrios dos {qualquer outro modo obrigar os bens do menor. jendia, o Sando, dito com o rigor da moderna cit ‘dp urgente necessidade ou de provei ‘Mas a concrotizagio dos actos de disposigdo era assim dads, como hoje todos sabem, em termos do manifesta imperfisto, "3, Couhecendo estas imparfigées esabendo quelainda hojeremanescem bastantes dividas sobre a exacta qualificagto de muites actos jurdicos fntoressam a0 patriménio do menor, o legislador de 1968 procedew, na ado e eriterioso dos actos relativos ao patriménio do filho me: 4 previa autorizago do tribunal de menores (mas j& sem audiéncis obrigat6- ria do Ministério Pablico) Entre esses actos em princi tos aos pais figuravam, peas particulares dfiewldades qe poderiam criar ao intoresado, no terme do fo de empréstimos (a. g) don 1 do ho em obrigagies eujo.cumprimento rma de 77 jade de outorizagto judicial), a Re is] do CBdigo (art. 1897.9. "As alteragGes introduzidas na matérin pelo texto actual do artigo 1889.* visam apenas questdes secundérias ou aspectos de pormenor. ‘Quanto ao tribunal competente para conceder a auto por exemplo, eliminov-se a referéncia especificada 20 im fontrogue As regras da organizagio sa 1, al ge silia 208 que ds Tei Orginica dos Tr ‘bunais de menores. 0 de coisas susceptiveis colsus mévels, mas também fo que também a estas (embora i da ressalva. menos veros) so pode aplicar a ratio “capitulo T— Efeitos Wa Biagio statutes da sociedace Mantive a 0 imrisbrio aditaront 129 227/94, do 8 de Setembro, absol no elonco dessa fatea vermetha — com i do texto de 1968 com o de 1977 1 por endosso, de garantia ou de ‘de convensio ou de requerimento em julzo da nos socials 1, Seao filho for deixa posta de doagio que necessite de ser aceite, devem os tar a liberalidade, se 0 puderem fazer legalmente, on ao tribunal, no prazo de trinta dias, autorizago para a rejeitar. 2. Se, decorrido aquele prazo sobre a abertura da ou sobre a proposta de doagio, os pais nada tiverem ciado, pode o filho ou qualquer dos seus parentes, o } Piiblico, 0 doador ou algum interessado nos bens deixads rer ao tribunal a notificagio dos pais para darem cum a0 disposto no nimero anterior, dentro do prazo que assinado. 3, Se os pais nada declararem dentro do prazc a liberalidade tem-se por aceite, salvo se o tribunal jul conveniente para o menor a rejeigao, 4. No processo em que os pais requeiram autoriza | para aceitar a heranga, quando dela necessitem, poder izagdo para convencionar a respectiva partill bem como a nomeagio de curador especial y ‘outorgar, em representagio do menor, quando com ele c ast " C6digo Civil Anotado sucesso ou a ela concorram varios incapazes por cles repre- sentados, (Redacgdo do Dec-Lei n.9 49677, de 25 de Novembro, com o aditamento do n.® 4, proveniente do Dee.-Lei n.2 227/94, de 8 de Setembro). fguslo deste modo ‘cada, momento. a ‘materia 1, Pires de Lima, Projecto cit, artigo 115.0; Gomes da Silva, Anle- Projecto cit, artigo 18.8; Rodrigues Bastes, ob, cil, v, p&g. 40. 2, O artigo 1890.2, na sua actual redacgto, proveniente do Decreto- ‘Lei n.° 496/77, quanto a0s n.% 1, 2¢ 8, ¢ do Decreto-Lei n.© 227/94, quanta 0 a. 4, corresponde a0 artigo 1988.9, na sua primitiva redaesao, 0s termos em que este 88.° foi redigido, aa sua versio inicial, revelam que a heranga ou 0 legadlo deixados ao filha menor necossitawam fe ser sempre acstes pelo pai, a0 pasto que a dongio 34 necessitava do ser aceite quando se tratasse de doagas onerosa (ox eom epcargos), nos termos Chtrajudicial da beranga tu qual o metor pe ‘Aparentementedeslumbrado com a Cecobeta que fer coe ules ter aventado a pélvora, o DecretoLei ne 227/08 de® ds Ss tatew & porta de tolas as diposiges importantes con fu julgou te reflxo a nova slug, para em ‘ols das ropitar Ses patente , em boa verdade, desde que na partiha extrajudicial hi sempre transagées entre om interessadon,tstaria © digoste oa conipanhacla de encargos, o pai ial para acodar (art. 1897.°, al. e) fn para repudiar a horanga ou 0 deste fazer sem necossidade de autorizagi ju devin o pai aceitar« liberalidade feita ao filho menor. Nio 0 som autorizaglo, dovia 9 pai roquerar a autorizagao do triburs ‘dentro do prazo de trinta dias, para aceits E para evitar que 0 pai, por negligtnci aceitar a Whee lidade, om pre} ho, estabeleciam artigo 1888.° quo, no caw de 08 Abertura da sucesso ow sobre a propesta 1 daago terein deco “directamente interessado, partlha, deixan Anmico 1891.0 (Nomeasao de eurador especial) 1, Seo menor nao tiver quem legalmente o represente, Quer das pessoas mencionadas no n,° 2 do artigo anterior tem timidade para requerer ao tribunal a nomeagio de um cu, especial para os efeitos do disposto no n° 1 do mesmo a 2. Quando o tribunal recusar autorizagio aos pais para tarem a liberalidede, seré também nomeado oficiosamente um dor para o eftito da sua aceitagio, (Redaccdo do Dec.-Lei n.° 49677, de 25 de Novem Cir. eartigo 321 do Cédigo it a a redacgto,