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7 - MANUAL PARA EL DISEÑO DE UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS - AJUSTADA ABRIL 27-2010 UV

7 - MANUAL PARA EL DISEÑO DE UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS - AJUSTADA ABRIL 27-2010 UV

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  • MARCO LEGAL DE REFERENCIA
  • GENERALIDADES
  • 1.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO:
  • 1.2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO
  • 1.2.1 ACCESO:
  • 1.2.6 FILTRO BAÑO VESTIER VISITANTES:
  • 1.2.7 CUBICULO DE HOSPITALIZACIÓN:
  • 1.2.8 HABITACION DE AISLADOS:
  • 1.2.10 LAVADO DE PATOS:
  • 1.2.13 BAÑO VESTIER ENFERMERAS:
  • 1.2.14 DEPOSITO DE MEDICAMENTOS:
  • 1.2.20 ESTAR DE PERSONAL MEDICO:
  • 1.2.22 DESCANSO MEDICO DE TURNO:
  • 1.2.23 DEPOSITO MATERIAL ESTERIL:
  • 1.2.27 DEPOSITO TRANSITORIO DE RESIDUOS:
  • 1. 3. DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO:
  • 1.3.2 PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO:
  • 1.3.3 PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIA:
  • 1.4. DISEÑO DEL SERVICIO:
  • 1.4.1. UBICACIÓN:
  • 1.4.2. RELACIONES INTERFUNCIONALES:
  • 1.4.3. ZONIFICACION:
  • 2.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO:
  • 2.2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO
  • 2.3.3. PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIAS:
  • 2.4. DISEÑO DEL SERVICIO:
  • 2.4.1. UBICACIÓN:
  • 2.4.2. RELACIONES INTERFUNCIONALES:
  • 2.4.3. ZONIFICACION:
  • 3. UNIDAD DE CUIDADO NEONATAL
  • 3.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO:
  • 3.1.1. CUIDADO INTENSIVO NEONATAL:
  • 3.1.3. CUIDADOS MINIMOS:
  • 3.1.4. CUIDADO DE PACIENTES AISLADOS:
  • 3.2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO
  • 3.2.1. CUARTO DE ASEO DEL BEBÉ:
  • 3.2.2. SALA DE TERAPIA RESPIRATORIA:
  • 3.2.3. SALA DE MADRES:
  • 3.3.3. PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIA:
  • 3.4. DISEÑO DEL SERVICIO:
  • 3.4.1. UBICACIÓN:
  • 3.4.2. RELACIONES INTERFUNCIONALES:
  • 3.4.3. ZONIFICACION:
  • 3.5. PROGRAMA MADRE CANGURO:

SECRETARIA DISTRITAL DE SALUD D.C.

DIRECCION DE DESARROLLO DE SERVICIOS DE SALUD AREA DE ANALISIS Y POLITICAS DE SERVICIOS DE SALUD PLAN MAESTRO DE EQUIPAMIENTOS DE SALUD

MANUAL GUIA PARA EL DISEÑO ARQUITECTONICO DE UNIDADES DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS

BOGOTA D.C., 2010 SECRETARIA DISTRITAL DE SALUD D.C. 1

HECTOR ZAMBRANO RODRIGUEZ Secretario Distrital de Salud

HERMAN REDONDO GOMEZ Director de Desarrollo de Servicios de Salud

BEATRIZ HELENA GUERRERO AFRICANI Jefe Área de Análisis y Políticas de Servicios de Salud

Elaborado por Arquitecta BELCY TORRES CAMPOS Revisado por Arquitecta MAGNOLIA MUÑOZ ROBAYO Colaboración Doctora YANETH CECILIA GIRON BOLIVAR Diagramación Arquitecto JAIVER MARIN PINEDA

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CONTENIDO INTRODUCCION.............................................................................................................5 OBJETIVOS .................................................................................................................... .7 MARCO LEGAL DE REFERENCIA .............................................................................8 GENERALIDADES........................................................................................................10 1. UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS ADULTOS ...........12 1.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO: .................................................................12 1.2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO ..........................12 1.2.1 ACCESO:......................................................................................................12 1.2.2 RECEPCION Y CONTROL: ......................................................................12 1.2.3 OFICINA DE COORDINACION: ...............................................................14 1.2.4 SALA DE ESPERA Y BATERIA DE BAÑOS PUBLICOS: ........... Error! Bookmark not defined. 1.2.5 ESTACIONAMIENTO DE CAMILLAS Y SILLAS DE RUEDAS: .........17 1.2.6 FILTRO BAÑO VESTIER VISITANTES: .................................................18 1.2.7 CUBICULO DE HOSPITALIZACIÓN: ......................................................19 1.2.8 HABITACION DE AISLADOS: ..................................................................21 1.2.9 ESTACION DE ENFERMERIA: ................................................................22 1.2.10 LAVADO DE PATOS:...............................................................................24 1.2.11 TRABAJO SUCIO: ................................... Error! Bookmark not defined. 1.2.12 TRABAJO LIMPIO: ...................................................................................25 1.2.13 BAÑO VESTIER ENFERMERAS: ..........................................................27 1.2.14 DEPOSITO DE MEDICAMENTOS: ......................................................28 1.2.15 DEPOSITO DE ROPA LIMPIA: ..............................................................28 1.2.16 DEPOSITO DE ROPA SUCIA: ..............................................................29 1.2.17 DEPOSITO DE EQUIPOS:.....................................................................30 1.2.18 ESTACIONAMIENTO DE CAMILLAS Y SILLAS DE RUEDAS: ......31 1.2.19 FILTRO BAÑO VESTIER PERSONAL HOMBRES Y MUJERES ...32 1.2.20 ESTAR DE PERSONAL MEDICO: .......................................................34 1.2.21 DESCANSO ENFERMERAS DE TURNO: ..........................................34 DESCANSO MEDICO DE TURNO: ...................................................................36 1.2.20 DEPOSITO MATERIAL ESTERIL ..........................................................37 1.2.21 SALA DE PROCEDIMIENTOS: ..............................................................37 1.2.22 SALA DE JUNTAS O DE DOCENCIA..................................................38 1.2.23 CUARTO DE LA C.P.U.:.........................................................................39 1.2.24 LAVADO DE EQUIPOS ...........................................................................40 1.2.25 CUARTO DE TINTOS: .............................................................................41 1.2.26 CUARTO DE ASEO:................................................................................42 1.2.27 DEPOSITO TRANSITORIO DE RESIDUOS: .....................................44 1. 3. DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO:.................................................45 1.3.1 PARAMETROS PARA EL CÁLCULO DE CAMAS DEL SERVICIO DE UNIDADES DE CUIDADO INTENSIVO E INTERMEDIOS: ..........................45 1.3.2 PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO:.........................................45

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......... UBICACIÓN: ...............2.........................50 2.............................. UBICACIÓN: .....52 3.5..69 4............. CUIDADO DE PACIENTES AISLADOS: ........... CUIDADO INTENSIVO NEONATAL:.............. ZONIFICACION:..............................................2...........4...........65 3...................... ZONIFICACION:.......49 2.............................................................2....3................................... RELACIONES INTERFUNCIONALES: .................................67 3..4. PROGRAMA MADRE CANGURO: ... Error! Bookmark not defined........ PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIAS: . DISEÑO DEL SERVICIO: . PARAMETROS PARA EL CÁLCULO DE INCUBADORAS DE LA UNIDAD DE NEONATOS: ....52 2...........49 2............................ 3.......................................................................................................................... DISEÑO DEL SERVICIO: .......................64 3.............................59 3.......1 DESCRIPCION DEL SERVICIO: ........... PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO:..................................1... RELACIONES INTERFUNCIONALES: ......................... ESTACIONAMIENTO DE INCUBADORAS DE TRANSPORTE:.....................3..................... 70GENERALIDADES DE DISEÑO DEL SERVICIO FRENTE A LA 5......................4...................4......................4...............49 2..57 3........1 DESCRIPCION DEL SERVICIO: ..2................51 2..............3......4....... DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO:. CUIDADOS MINIMOS:.........................................2.............................................. DISEÑO DEL SERVICIO: ...3... RELACIONES INTERFUNCIONALES: ..4..........................................3.........4.............. ZONIFICACION:............................................... GENERALIDADES DE DISEÑO Y ESPECIFICACIONES DE LAS UNIDADES: ....55 3.........3....... UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS PEDIATRICO ..... UNIDAD DE CUIDADO NEONATAL ...............3........................3..2.....2.......1..............2...... PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIA:........................60 3............................... UBICACIÓN: .......2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO ..61 3....................4..............2..........3 PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIA: . CUIDADOS INTEMEDIOS: .67 3.................................................................1.. DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO:......2........................................47 1............49 2.......64 3...........67 3..5.....................................................................46 1... SALA DE MADRES: ...... SALA DE TERAPIA RESPIRATORIA: ................................. CUARTO DE ASEO DEL BEBÉ: ..........62 3.....58 3...............50 2......1..................50 2....1........2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO ...4........ PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO:...................................67 3........................................2.......................3..............3.............................1...................54 3.............................1............................................................................................3........................51 2.............................................2.........59 3........ CUARTO DE TETEROS Y SALA DE LACTANCIA:.............54 3...............................4..4................3...........47 1..........1..............61 3.....................4.........1.................................47 1..4.....1................ VULNERABILIDAD SISMICA DE LAS EDIFICACIONES HOSPITALARIAS: .................................................................3........48 2.... PARAMETROS PARA EL CÁLCULO DE CAMAS DEL SERVICIO DE HOSPITALIZACION: ...........3..............1.3.......74 4 .......................3.........64 3.........................1..

y cumplir con esto.... se han elaborado Manuales por servicios....... es fundamental que se cumplan los parámetros y normas establecidas para el buen funcionamiento de los establecimientos prestadores de servicios de salud.... La Secretaría Distrital de Salud trabaja en herramientas que aporten al mejoramiento de la infraestructura física de las instituciones prestadoras de servicios de salud con el fin de ampliar su capacidad de respuesta..BIBLIOGRAFIA . administradores.... como es el de prestar asesoría a través de la divulgación de normas y manuales actualizados tendientes a lograr una correcta formulación... como es el caso del presente manual para el Diseño del SERVICIO DE UNIDADES DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS............. Para ello ha considerado de gran importancia entregar elementos de consulta técnica a las IPS Públicas y privadas..... Desde la Dirección de Desarrollo de Servicios de Salud.7 9 INTRODUCCION El Manual se desarrolla como un documento netamente técnico en el cual se tiene en cuenta un lenguaje sencillo que permite ser entendido y usado por todas aquellas personas que trabajan en proyectos relacionados con arquitectura hospitalaria (médicos....... su competitividad en el mercado y la acreditación de los servicios......... con el fin de lograr y mantener un excelente nivel de estos y brindar una mejor atención en lo que se refiere a la prestación de los servicios de salud.... Distritales y Locales.. mediante una adecuada integración de los diferentes factores que inciden en este proceso.... Para garantizar el cumplimiento de los parámetros de calidad.. adecuación. Área de Análisis y Políticas de Servicios de Salud.. optimización de recursos y/o construcción. acabados y áreas en M2 mínimas necesarias para cada uno.... proyección y elaboración de proyectos hospitalarios.......... teniendo en cuenta para el ello el cumplimiento de la normatividad vigente. el Ministerio de la Protección Social delego a las Direcciones Seccionales.... que les permita tomar decisiones rápidas y confiables...... interrelaciones... ingenieros y arquitectos)..... La información se presenta por Unidad de servicios y espacios requeridos para la misma...... uno de los objetivos del Área.. dotación.. describiendo su funcionamiento...... contemplando en su contenido la necesidad de implementar condiciones mínimas espaciales y de funcionamiento que se cumplan en los procesos de diseño para ayudar al mejoramiento del servicio......... Debido a la importancia que tiene la salud en el logro del mejoramiento del nivel de vida de la comunidad..... suministrando la información 5 . la responsabilidad de asesorar a los establecimientos o Instituciones Prestadoras de Servicios de Salud en todo lo referente a la organización...

6 .necesaria para este fin. minimizando el hecho de no contar con literatura de consulta sobre estos temas.

adecuación. OBJETIVOS ESPECIFICOS Elaborar un manual que sea de fácil aplicación en la tarea de organización. Ofrecer al arquitecto una herramienta de gran importancia al diseñar o evaluar la infraestructura física de una Unidad de Cuidados Intensivos e Intermedios. Propender por la calidad de las instituciones en lo relacionado con la Unidad de Cuidados Intensivos e Intermedios dando a conocer mediante este Manual guía los ambientes (espacios) necesarios. con el fin de que las Instituciones Prestadoras de Servicios de Salud Humana.OBJETIVOS Contar con un documento que sirva de soporte en el proceso de diseño de una Unidad de Cuidados Intensivos en lo relacionado con el aspecto Arquitectónico. Facilitar con este instrumento a las Instituciones Prestadoras de Servicios de Salud la organización y adecuación de la Unidad de Cuidados Intensivos e Intermedios mediante un documento guía en el aspecto de recursos físicos. características y especificaciones para el mejor funcionamiento de este servicio. tengan la capacidad de proyectar un servicio con Calidad. que cumplan las especificaciones técnicas en beneficio de los usuarios. optimización de recursos físicos en la construcción de una Unidad de Cuidados Intensivos en las Instituciones Prestadoras de Servicios de Salud en la ciudad. 7 . en el cual se hayan previsto todas las variables y de esta manera poder brindar un servicio con oportunidad en la atención.

intendencias y comisarías) y a las Direcciones Locales del Sistema de salud (establecidas en los Municipios. el Distrito capital. a partir del 1 de noviembre de 2002. Se aplicarán exclusivamente a la infraestructura física creada o modificada. LEY 10 DE 1990 Mediante esta ley se establece el sistema Nacional de salud y se otorgan funciones y responsabilidades a la Dirección Nacional del sistema de salud (Ministerio de salud) a las Direcciones seccionales del Sistema de Salud (establecidas en departamentos. En caso de crear o modificar uno o más 8 . el Distrito cultural y Turístico de Cartagena y las áreas metropolitanas).MARCO LEGAL DE REFERENCIA LEY 09 DE 1979. Código Sanitario Esta ley hace referencia a las condiciones sanitarias que deben cumplir establecimientos de toda naturaleza. RESOLUCION 4445 DE DICIEMBRE 2 DE 1996 DEL MINISTERIO DE LA PROTECCION SOCIAL Por la cual se dictan normas para el cumplimiento del contenido del titulo cuarto de la Ley 09/79 en lo referente a las condiciones sanitarias que deben cumplir las Instituciones Prestadoras de servicios de Salid y se dictan otras disposiciones técnicas y administrativas. Además en el artículo 12 se establecen las funciones para las direcciones Locales del sistema de Salud correspondientes a Vigilancia y Control Sanitario en las instituciones que prestan servicios de salud. CONSTITUCION NACIONAL DE 1991 LEY 100 DE 1993 Ley de Seguridad Social en salud en Colombia DECRETO 2174 DE NOVIEMBRE 28 DE 1996 DEL MINISTERIO DE LA PROTECCION SOCIAL Por el cual se organiza el sistema Obligatorio de Garantía de Calidad del Sistema General de seguridad Social en Salud.

sólo se le aplicará la Resolución 4445 de 1996.servicios. con sus anexos técnicos 1 y 2 9 . de obligatorio cumplimiento para todas las construcciones. al servicio creado o modificado. RESOLUCION 05042 DE DICIEMBRE 26 DE 1996 DEL MINISTERIO DE LA PROTECCION SOCIAL Por la cual se modifica y adiciona la resolución 4445/96 DECRETO 1011 DE 2006 DEL MINISTERIO DE LA PROTECCION SOCIAL Por el cual se establece el Sistema Obligatorio de Garantía de Calidad de la Atención de Salud del Sistema General de Seguridad Social en Salud RESOLUCION 0686 DE 1998 DE LA SECRETARIA DISTRITAL DE SALUD Por la cual se reglamenta el procedimiento para la realización y presentación de proyectos de diseño y construcción de obras y mantenimiento de las instalaciones físicas de las instituciones públicas del orden distrital prestadoras de servicios de salud. RESOLUCION 0238 DE 1999 DEL MINISTERIO DE LA PROTECCION SOCIAL Por la cual se modifican parcialmente las resoluciones 4252/97 y 4445/96 y se dictan otras disposiciones complementarias LEY 400 DE 1997 Y NSR DE 1998 Por el cual se adoptan normas sobre construcciones sismo resistentes y se reglamenta lo relacionado con estructuras sismorresistentes. concepto definido en la RESOCLUION 1043 DECRETO 2240 DE DICIEMBRE 9 DE 1996 DEL MINISTERIO DE LA PROTECCION SOCIAL Por el cual se dictan normas en lo referente a las condiciones sanitarias que deben cumplir las Instituciones Prestadoras de servicios de Salud. LEY 1043 DE 2006 Por la cual se establecen las condiciones que deben cumplir los Prestadores de Servicios de Salud para habilitar sus servicios e implementar el componente de auditoría para el mejoramiento de la calidad de la atención”.

con su anexos 1 y 2 CIRCULAR 0076DE 2007 Modifica y adopta los formularios de inscripción y novedades (Versión 4.RESOLUCION 2680 DE 2007 Modifica parcialmente la Resolución 1043 de 2006.0) GENERALIDADES 10 . anexo técnico RESOLUCION 1448 DE 2006 Definen las Condiciones de Habilitación para las instituciones que prestan servicios de salud bajo la modalidad de Telemedicina. RESOLUCION 1315 DE 2006 Drogadicción y fármacodependencia RESOLUCION 4796 DE 2008 Reglamenta las brigadas o jornadas de salud. con sus anexos técnicos 1 y 2 RESOLUCION 3763 DE 2007 Modifican parcialmente las Resoluciones 1043 y 1448 de 2006 y la Resolución 2680 de 2007.

debe ser la elaboración de un estudio de factibilidad.El primer requisito para la formulación de un proyecto de inversión en Salud. los recursos con que se cuenta y tomar las decisiones más convenientes y rentables tanto social como económica que garantice la viabilidad y sostenibilidad del proyecto. eléctrico. analizar la oferta. red hidráulica y sanitaria. Para adelantar el diseño de una Unidad de Cuidados Intensivos e Intermedios se debe contar con un grupo que tenga conocimiento sobre el tema. el Arquitecto con amplia experiencia en Planeación y Diseño de Hospitales y el equipo de Ingenieros (Estructural. ventilación mecánica) con conocimiento y entendimiento en la aplicación de las normas que rigen en cada tema. gases especiales. 11 . basado en estadísticas claras y precisas que arrojen un acertado diagnostico para de esta manera calcular la demanda. red de voz y datos.

2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO 1. rápido. que exige monitoreo continuo.1.1 ACCESO: El acceso de pacientes al servicio de Cuidado Intensivo es de carácter interno. 1. En este servicio se encuentran los siguientes ambientes: 12 . amplio y de fácil identificación. independiente. diagnóstico y tratamiento. se relaciona básicamente con los servicios de apoyo. Este servicio debe cumplir como mínimo con los siguientes requisitos:     Contar con un área exclusiva y con circulación restringida Contar con un área de registro de los pacientes que ingresan al servicio Disponer de servicios de apoyo diagnóstico y terapéutico Disponibilidad del servicio las 24 horas La diferencia entre el cuidado intensivo e intermedio es el requerimiento de equipos. de cocina y de lavandería. UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS ADULTOS 1. asistencia medica y de enfermería permanente y utilización de equipos altamente especializados.2. obstétricos.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO: Es el servicio destinado a la hospitalización de pacientes en estado critico. quirúrgicos.

intercomunicaciones y teléfono.1.2.2 RECEPCION Y CONTROL: Medidas en centímetros Ambiente destinado a las personas que informan y controlan el acceso al servicio. sistema de Medidas en Centímetros 13 . requiere un mueble de atención al público.

Sala de espera. Cirugía. E. Ingreso familiares. Acceso médico y personal. Medidas en Centímetros 14 . Recepción. D. C. B.A.

3 OFICINA DE COORDINACION: Medidas en Centímetros Oficina para el manejo de coordinación médica y de enfermeras. área para secretaria y área para reuniones. 15 . debe contar con baño.1.2.

2.4 SALA DE ESPERA Y BATERIA DE BAÑOS PUBLICOS: Medidas en Centímetros Medidas en Centímetros 16 .1.

música ambiental y contar con baños públicos y discapacitados por sexo (hombres y mujeres) ubicados inmediatos a la sala de espera.Es el área destinada al público y familiares de los pacientes. 1. debe estar controlada visualmente por el área de recepción.5 ESTACIONAMIENTO DE CAMILLAS Y SILLAS DE RUEDAS: Medidas en Centímetros Lugar destinado a la permanencia de camillas y sillas de ruedas disponibles para el transporte de pacientes. 17 . facilidad para consecución de refrigerios.2. su solución de diseño puede ser una bahía sobre la circulación interna ubicada inmediata al acceso del área asistencial de urgencias y que no interrumpa la circulación y funcionamiento normal del Servicio. estar provisto de sistema de comunicación (teléfonos públicos). punto de televisión.

cielorrasomuros y muros deben ser en media-caña. Compreseros. D. E. área de ropa estéril. Las uniones de muros-piso. F.2. 18 . Ropa estéril zona blanca. debe ser suficientemente amplio y contar con baño. G. B. Lokers. área para disposición de ropa usada y lavamanos quirúrgico. contar con ventilación natural o mecánica. Baño Zona húmeda. los acabados de este ambiente deben ser resistentes. área de lockers. Retorno. Zona gris.6 FILTRO BAÑO VESTIER VISITANTES: Medidas en Centímetros A. pisos y cielorraso. lisos.1. C. Ambiente destinado para el cambio de ropa de calle por ropa estéril del visitante. de fácil limpieza en paredes.

G. Ropa sucia. O. Deposito de ropa limpia.7 CUBICULO DE HOSPITALIZACIÓN: Medidas en Centímetros A. Descanso médicos. Deposito de material estéril. R. Filtro visitantes. C. B. Trabajo sucio. K. I. J. Lavado de equipos. Atención. M. N. Aseo. F. Deposito de medicamentos. Trabajo Limpio. H. D. Deposito de equipos. Lava patos. E. Oficina de coordinación. Q. Sala de procedimientos. Descanso enfermeras.1. Acceso pacientes. P. 19 . L. S.2. Residuos transitorios. Cubículos.

las cuales deben estar dispuestas de tal manera que no provoquen interferencia en el uso de los gases especiales.50 metros y una profundidad de 3. El cubículo debe estar provisto además. con un ancho de 4. Es el área destinada a la hospitalización del paciente debe tener mínimo 15 M2. Recepción. o en su defecto de uno por cada dos cubículos. Filtro médicos. 20 . de un lavamanos. Estar de personal. una (1) de aire comprimido y tres (3) salidas de vacío por cama.T. Las bandejas porta equipos de monitoreo deben ser en un material liso. brindarle privacidad a través de los paneles divisorios y sistemas de cerramiento como cortinas. el control visual ni con el monitoreo o el acceso al paciente. U. contar con ventilación e iluminación natural. calibre 18. Los lavamanos quirúrgicos de accionar con rodilla o pie o electrónicamente (de censor) deben estar dispuestos a la entrada de los módulos de pacientes. resistente como en acero inoxidable. En cuanto a las redes se debe contemplar dos (2) salidas de oxigeno. V. donde se ubica la cama con sus columnas o paneles médicos que contienen los puntos de aprovisionamiento de gases especiales (aire.35 metros. oxigeno y vacío) y las tomas eléctricas que van a permitir la conexión del equipo en el cuidado y atención del paciente.

1. deben estar debidamente señalizados. con las siguientes especificaciones ó requisitos técnicos: Cuartos privados que incluyan unidad sanitaria con ducha. deberán cumplir como mínimo.8 HABITACION DE AISLADOS: Medidas en Centímetros Es el ambiente destinado al aislamiento de pacientes que por su condición presentan riesgo para los demás usuarios del servicio. con acceso directo.2. a menos que el 21 . en la Unidad de Cuidados Intermedios Deberán tener ventilación artificial que permita diez (10) cambios de aire por hora. con entrada restringida y deberá colocarse en la puerta la información con las medidas de prevención necesarias para evitar eventuales contagios y demás situaciones de riesgo. Se debe contemplar en el diseño una habitación de aislado por cada 20 camas de hospitalización. Los cuartos para aislamiento de pacientes. En su construcción deberá evitarse circulación cruzada o recirculación del aire entre el lugar de aislamiento y otras áreas del hospital.

La presión del aire de la antecámara con relación al pasillo deberá ser levemente negativa. Se construirá una antecámara entre el cuarto y el pasillo. y preferiblemente. tanto la antecámara como el cuarto de aislamiento deberán tener su propio sistema de entrada y salida del aire. especialmente en salas en las que el paciente se considera o tiene en aislamiento estricto o aislamiento respiratorio.aire pase a través de filtros de alta eficiencia que garantice la purificación del mismo. 22 . con el fin de proveer espacio para almacenamiento de elementos requeridos en estas áreas y reducir la posibilidad de propagación de agentes infecciosos cada vez que se abra la puerta del cuarto de aislamiento.

Trabajo sucio.1. Trabajo limpio. Ropa Limpia. H. La estación es proporcional en su dimensión a la cantidad de actividades que allí se van a ejecutar y debe brindar confort al personal médico y paramédico que se va a desempeñar en 23 . G. F. D. Cuarto del aseo. Ropa Sucia.2. Medias en Centímetros Espacio destinado a la labor de apoyo de enfermería delimitado por un mueble que permite al personal adelantar su trabajo de apoyo con una relación directa y visual con los pacientes y el personal médico. Deposito. B. E.9 ESTACION DE ENFERMERIA: Medias en Centímetros A. C. Deposito. Estación.

piso .2. Contar con iluminación y ventilación. Las uniones entre muros. gavetas. que permita el desecho de líquidos.muros y cielorraso . Su uso y ubicación es exclusivo del servicio con acceso inmediato para el personal que lo requiere. carro de historias. pisos y cielorraso deben ser de fácil limpieza. el secado de los mismos y el almacenamiento de estos y con un sanitario de fluxómetro. Debe contar además de los ambientes requeridos por norma y funcionamiento con espacios para terminal de computadores e impresoras. muros.muros deben ser en mediacaña. este espacio debe contar con área para la poceta del lavapatos.10 LAVADO DE PATOS: Medidas en Centímetros Ambiente para el lavado de patos que se utilizan en las salas de recuperación. cabinas y otros elementos necesarios para la actividad de vigilancia de parte del personal médico y paramédico.ella. Los acabados de muebles. 24 . 1.

que permita el lavado y desinfección. y mueble bajo en madera forrado en formica o similar.1.muros en mediacaña. 25 .11 TRABAJO SUCIO: Medidas en Centímetros Espacio destinado a la labor de aseo de los elementos usados en la atención del paciente.muros y cielorraso . Debe contar con ventilación e iluminación. con uniones entre muros. pisos y cielorraso. debe ser un ambiente independiente con un mueble con tapa. piso .2. Los acabados de este ambiente deben ser de fácil limpieza tanto en muros. poceta y salpicadero en material resistente.

Los acabados de este ambiente deben ser de fácil limpieza tanto en muros.12 TRABAJO LIMPIO: Medidas en Centímetros Espacio destinado a la preparación de los medicamentos que se van a suministrar a los pacientes. debe ser un ambiente independiente con un mueble para la preparación de medicamentos con tapa. piso .1. que permita el lavado y desinfección. con uniones entre muros. 26 . y mueble bajo en madera forrado en formica o similar.muros en mediacaña. poceta y salpicadero en material resistente.2. Debe contar con ventilación e iluminación. pisos y cielorraso.muros y cielorraso .

debe contar con baño.1.13 BAÑO VESTIER ENFERMERAS: Medidas en Centímetros Espacio para vestier del personal.muros y cielorraso . área de lockers y de disposición de ropa usada.2. piso . Medidas en Centímetros 27 . que permite el cambio de ropa de calle por ropa de trabajo. las uniones entre muros.muros deben ser en mediacaña y con ventilación natural o mecánica. los acabados deben ser de fácil limpieza.

1. Puede ser un cuarto o un mueble que permita tener los medicamentos bajo llave y sus acabados deben ser de fácil limpieza. 28 . como madera forrada en formica o similar.14 DEPOSITO DE MEDICAMENTOS: Medidas en Centímetros Espacio destinado al almacenamiento de medicamentos requeridos para los pacientes del Servicio.2.

15 DEPOSITO DE ROPA LIMPIA: Medidas en Centímetros Espacio destinado al almacenamiento de la ropa limpia necesaria para el servicio.2. 29 .1. el mueble puede ser de madera forrado en fórmica o similar y debe contar con buena ventilación. debe contar con un mueble resistente de fácil limpieza que permita tener la ropa bajo llave y organizada.

30 .16 DEPOSITO DE ROPA SUCIA: Medidas en Centímetros Espacio destinado al deposito temporal de la ropa sucia que sale de la Unidad .2. con acabados de fácil limpieza y con puerta. hasta que es conducida al servicio de lavandería. Debe contar con buena ventilación. no requiere de muebles ya que la ropa se coloca en los compreseros en los que se saca del servicio.1.

2. Debe contar con ventilación e iluminación natural. 31 .17 DEPOSITO DE EQUIPOS: Medidas en Centímetros Área para depósito de equipos que no están en uso permanente pero que son exclusivos del servicio. Este espacio debe estar provisto de tomas eléctricas que permitan mantener recargadas las baterías de los equipos del servicio para dar respuesta óptima y oportuna a las necesidades presentadas.1. el espacio debe tener una localización que permita disponer del equipo de manera rápida.

18 ESTACIONAMIENTO DE CAMILLAS Y SILLAS DE RUEDAS: Medidas en Centímetros Lugar destinado a la permanencia de camillas y sillas de ruedas disponibles para el transporte de pacientes. su solución de diseño puede ser una bahía sobre la circulación interna ubicada inmediata al acceso del área asistencial de urgencias y que no interrumpa la circulación y funcionamiento normal del Servicio. 32 .1.2.

B. C. E. piso .muros y cielorraso .1. de ser amplio y contar con baño y ducha. Ropa Estéril Zona Blanca Retorno Zona Húmeda Baños Compreseros Zona Gris Lokers Ambiente destinado para el cambio de ropa de calle por ropa de trabajo del personal asistencial. área de lockers.19 FILTRO BAÑO VESTIER PERSONAL HOMBRES Y MUJERES Medidas en Centímetros A. 33 .2.muros deben ser en mediacaña y con ventilación natural o mecánica. las uniones entre muros. D. área de ropa estéril y área para disposición de ropa usada. los acabados deben ser de fácil limpieza.

sistema de intercomunicaciones.2. mueble con instalación de cafetera.20 ESTAR DE PERSONAL MEDICO: Medidas en Centímetros Ambiente destinado al descanso del personal de turno. 34 .1. teléfono y llamado de enfermeras. debe contar con sala de estar.

2.21 DESCANSO ENFERMERAS DE TURNO: Medidas en Centímetros Ambiente para el descanso de enfermeras de turno con área para camas y baño con ducha. Debe contar con ventilación e iluminación natural.1. debe estar provisto de teléfono y sistema de intercomunicación. 35 .

36 .2. debe estar provisto de teléfono.1. Puede ser individual o colectivo de acuerdo con requerimientos del servicio. sistema de intercomunicación.22 DESCANSO MEDICO DE TURNO: Medidas en Centímetros Ambiente para el descanso del médico de turno con área para camas y baño con ducha. Y preferiblemente contar con ventilación e iluminación natural.

23 DEPOSITO MATERIAL ESTERIL: Medidas en Centímetros Ambiente destinado para el almacenamiento del material estéril requerido para los pacientes del Servicio. como madera forrada en formica o similar. pisos y cielorraso.1.2. de fácil limpieza en paredes. Las uniones de muros-piso. 37 . Los acabados de este ambiente deben ser resistentes. cielorraso-muros y muros deben ser en media-caña. lisos. debe ser un espacio aireado que permita tener los elementos bajo llave y sus acabados deben ser de fácil limpieza.

2. pisos y cielorraso en material durable de fácil limpieza. que debe contar con un área mínima de 12 M2 por norma.10 mts de alto con sus respectivos protectores para golpes de camilla y sillas de rueda y con visor en vidrio a una altura de 1.1. con ventilación e iluminación natural y/o ventilación mecánica.30 mts. con acabados de muros. esquinas redondeadas. guarda escobas y uniones de cielorraso con el muro en mediacaña. un área administrativa en la que se adelanta el informe del procedimiento realizado. un prelavado. disponibilidad de tomas de redes de gases especiales. la puerta de la sala debe tener mínimo 1. que para muros y cielo raso puede ser una pintura epoxica.21 SALA DE PROCEDIMIENTOS: Medidas en Centímetros Espacio destinado a la atención de pacientes. 38 .50 mts de ancho y 2. tomas eléctricas necesarias para conectar los equipos requeridos.

2.1. 39 .22 SALA DE JUNTAS O DE DOCENCIA: Medidas em Centímetros Espacio destinado a la educación universitaria y familiar. debe ser un espacio con ventilación e iluminación natural y sus acabados deben ser de fácil limpieza. conferencias y comités científicos multidisciplinarios.

40 . sin tener que ingresar al área asistencial.U.: Medidas en Centímetros Área destinada al deposito de la CPU del sistema computarizado de la Unidad de Cuidado Intensivo Adultos intermedios. debe contar con buena iluminación y ventilación.1.P. debe estar ubicado muy cerca al acceso de la unidad para facilitar la revisión de los técnicos cuando se requiera.23 CUARTO DE LA C.2.

muros y muros deben ser en media-caña. cielorraso. los acabados de este ambiente deben ser resistentes. debe contar con un mesón y poceta en acero inoxidable con grifería cuello de ganso y ducha teléfono que permita asear los equipos utilizados dentro de la Unidad.24 LAVADO DE EQUIPOS Medidas en Centímetros Ambiente destinado al lavado de equipos. lisos. 41 . de fácil limpieza en paredes. pisos y cielorraso.2. Las uniones de muros-piso.1.

que permita el lavado y desinfección.1. pisos y cielorraso y debe contar con ventilación e iluminación.2.25 CUARTO DE TINTOS: Medidas en Centímetros Espacio destinado al confort del personal que labora en el servicio. debe contar con un mueble tipo cocina con poceta y salpicadero en material resistente. Los acabados de este ambiente deben ser de fácil limpieza tanto en muros. 42 . estufa para calentar tintos y mueble bajo en madera forrado en formica o similar.

etc) que se utilizan únicamente en el Servicio de Urgencias.26 CUARTO DE ASEO: Medidas en Centímetros Espacio dedicado a guardar los elementos e implementos de aseo (Traperos. baldes.2. detergentes.1. debe contar con una poceta lavatraperos. 43 . resistente y de fácil limpieza. Los acabados de pisos y muros deben ser en material impermeable.

2. Su ubicación debe permitir la fácil evacuación al sitio final o general de recolección de residuos hospitalarios. 44 . los acabados de pisos y muros deben ser en material impermeable. evitando en lo posible el cruce con circulaciones asépticas. los cuales se identifican de acuerdo a los colores de las bolsas que los contienen.1. resistente y de fácil limpieza.27 DEPOSITO TRANSITORIO DE RESIDUOS: Medidas en Centímetros Es el espacio dedicado al almacenamiento temporal de los residuos generados en el Servicio de Urgencias.

1 PARAMETROS PARA EL CÁLCULO DE CAMAS DEL SERVICIO DE UNIDADES DE CUIDADO INTENSIVO E INTERMEDIOS: La cantidad de camas de las unidades esta determinada por el estudio de oferta y demanda del Servicio. DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO: Para el dimensionamiento del servicio se debe partir del análisis de oferta y demanda de atención que la población requiere.) y un arquitecto con experiencia y conocimiento de Arquitectura hospitalaria. Camas. porcentaje de ocupación. etc. necesidad de recurso humano para dar respuesta oportuna a esta demanda y de los servicios de apoyo a nivel de servicio. Para la elaboración de este programa.3. 1.2 PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO: El programa médico arquitectónico es el predimensionamiento en áreas. de acuerdo con los requerimientos de la normatividad vigente del Sector Salud y en su elaboración debe intervenir como mínimo un equipo conformado por uno o varios profesionales de la salud de acuerdo con los servicios que se van a intervenir (Ej. acordes con el estudio de oferta y demanda y la normatividad vigente del Sector Salud. Con base en el análisis realizado se proyecta el Programa Médico Arquitectónico que dimensiona la necesidad de instalación física en metros cuadrados (M2). los procedimientos que se necesitan para cumplir con las actividades finales. 45 . incluyendo la disponibilidad o necesidad de tecnología de los mismos. y se deben tener en cuenta la normas vigentes que regulen el servicio. 1.1. el mobiliario requerido y el número de usuarios y pacientes que van a ocupar estos espacios. que corresponde a los espacios o ambientes físicos necesarios que se deben tener en cuenta en los proyectos de construcción de una institución de salud. 3. En este programa se relacionan los espacios físicos con las áreas que requieren. ambientes de apoyo. se deben tener en cuenta los ambientes que conforman el servicio. con el fin de obtener un enfoque integral.3.

ARQUITECTONICO UCI ADULTOS (8 CAMAS) No. RX Portátil Deposito de equipos Lavado de equipos Cuarto de CPU SUBTOTAL UNIDAD CUIDADO INTERMEDIO ADULTOS CIRCULACIONES Y MUROS. SERVICIOS UNIDAD UNIDAD CUIDADO INTENSIVO ADULTOS (8 CAMAS) AMBIENTES POR SERVICIOS Control e información Espera visitantes (15 personas) Baño-vestier visitantes Baño-vestier personal Estar de personal Oficina Jefe de la unidad con baño Sala de Juntas o de docencia Estacionamiento de camillas Lavamanos quirúrgico Cubículos de hospitalización de 15 Mt2 c/u. Descanso de enfermeras de turno Dormitorio médicos de turno con baño. predimensionamiento de los servicios. Estación de enfermeras: a) Atención b) Baño-vestier enfermeras.3.8. Lavado de patos Baño múltiple pacientes Estacionamiento carro de paro Sala de procedimientos Cuarto de aseo Deposito de ropa limpia. 5. cómo guía para el PROGRAMA MEDICO. unidad 1 1 1 1 1 1 1 1 1 9 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 AREA EN M2 5 15 10 15 10 15 15 5 5 120 12 10 5 5 5 2 3 2 15 2 5 5 10 15 10 10 5 3 339 136 475 46 .3 PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIA: Se relaciona Programas Médico Arquitectónico. TOTAL UNIDAD CUIDADO INTENSIVO ADULTOS CANT.1. e) Deposito de Drogas. 40 % DEL SUBTOTAL. c) Trabajo sucio d) Trabajo limpio. Deposito de ropa sucia.

Ginecobstetricia.4. para que se den las relaciones interfuncionales que se requieren con los servicios de Urgencias.1. DISEÑO DEL SERVICIO: De acuerdo con el programa médico arquitectónico del servicio de Cuidado intensivo e intermedios.4. UBICACIÓN: La ubicación del servicio debe corresponder a las características del terreno. topografía.1. como son forma. vías de acceso y orientación. se procede a elaborar el diseño. para contar con acceso interno. resultante del estudio de oferta y demanda y del alcance de la prestación del servicio. HOSPITALIZACIÓN UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS GINECOBSTETRICIA APOYO DIAGNOSTICO SALA DE CIRUGIA URGENCIAS 47 .2.4. evitando las barreras arquitectónicas y logrando una buena ventilación e iluminación natural. teniendo en cuenta entre otros. los siguientes aspectos: 1. RELACIONES INTERFUNCIONALES: Se debe tener en cuenta al interior del servicio la zonificación de los ambientes . 1. Consulta externa y demás servicios) que puede ser de manera horizontal o vertical (Por ascensor).

1. ZONIFICACION: En la zonificación del servicio se deben diferenciar claramente las siguientes áreas:  AREA DE CUBICULOS DE HOSPITALIZACION  AREA DE APOYO O AMBIENTES COMUNES PARA EL SERVICIO APOYO SALA DE ESPERA.4.3. CONTROL INFORMACION CUBICULOS DE HOSPITALIZACION 48 .

y se deben tener en cuenta la normas vigentes que regulen el servicio.2. de atención al público. de cocina y de lavandería. diagnóstico y tratamiento. 49 . obstétricos. UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS PEDIATRICO 2. asistencia medica y de enfermería permanente y utilización de equipos altamente especializados. Este servicio debe cumplir como mínimo con los siguientes requisitos:     Contar con un área exclusiva y con circulación restringida Contar con un área de registro de los pacientes que ingresan al servicio Disponer de servicios de apoyo diagnóstico y terapéutico Disponibilidad del servicio las 24 horas La diferencia entre el cuidado intensivo e intermedio es el requerimiento de equipos. DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO: Para el dimensionamiento del servicio se debe partir del análisis de oferta y demanda de atención que la población requiere.2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO En este servicio los ambientes correspondientes al área administrativa. 2. necesidad de recurso humano para dar respuesta oportuna a esta demanda y de los servicios de apoyo a nivel de servicio. 2. porcentaje de ocupación.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO: Es el servicio destinado a la hospitalización de pacientes pediátricos en estado critico. asistencial y de apoyo son similares a los contemplados en la Unidad de Cuidados intensivos e intermedios adultos. se relaciona básicamente con los servicios de apoyo.3. que exige monitoreo continuo. incluyendo la disponibilidad o necesidad de tecnología de los mismos. quirúrgicos. Con base en el análisis realizado se proyecta el Programa Médico Arquitectónico que dimensiona la necesidad de instalación física en metros cuadrados (M2).

SERVICIOS UNIDAD UNIDAD CUIDADO INTENSIVO PEDIÁTRICO AMBIENTES POR SERVICIOS Control e información Espera visitantes (10 personas) Baño-vestier visitantes Baño-vestier personal CANT. de acuerdo con los requerimientos de la normatividad vigente del Sector Salud y en su elaboración debe intervenir como mínimo un equipo conformado por uno o varios profesionales de la salud de acuerdo con los servicios que se van a intervenir (Ej. PARAMETROS PARA EL CÁLCULO DE CAMAS DEL SERVICIO DE HOSPITALIZACION: La cantidad de camas esta determinada por el estudio de oferta y demanda del Servicio.3. el mobiliario requerido y el número de usuarios y pacientes que van a ocupar estos espacios. salas de parto. PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO: El programa médico arquitectónico es el predimensionamiento en áreas. los procedimientos que se necesitan para cumplir con las actividades finales. que corresponde a los espacios o ambientes físicos necesarios que se deben tener en cuenta en los proyectos de construcción de una institución de salud.3. acordes con el estudio de oferta y demanda y la normatividad vigente del Sector Salud. En este programa se relacionan los espacios físicos con las áreas que requieren. 2. Para la elaboración de este programa.ARQUITECTONICO UCI PEDIATRICA (12 CAMAS) No. recuperación de partos. Camas de trabajo de parto. cómo guía para el PROGRAMA MEDICO.2.1. unidad 1 1 1 1 AREA EN M2 5 8 10 15 50 .2. con el fin de obtener un enfoque integral.3. se deben tener en cuenta los ambientes que conforman el servicio. 2. predimensionamiento de los servicios.3. etc. PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIAS: Se relaciona Programa Médico Arquitectónico.) y un arquitecto con experiencia y conocimiento de Arquitectura hospitalaria.

Estación de enfermeras: a) Atención b) Baño-vestier enfermeras. DISEÑO DEL SERVICIO: De acuerdo con el programa médico arquitectónico del servicio de Cuidado intensivo e intermedios. c) Trabajo sucio d) Trabajo limpio. e) Deposito de Drogas. UBICACIÓN: 51 . 40 % DEL SUBTOTAL. Lavado de patos Baño múltiple pacientes Estacionamiento carro de paro Sala de procedimientos Cuarto de aseo Deposito de ropa limpia. los siguientes aspectos: 2.1. TOTAL UNIDAD CUIDADO INTENSIVO PEDIATRICO 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10 15 15 5 5 180 12 10 5 5 5 2 3 2 15 2 5 5 10 15 10 10 5 3 392 157 549 2. Descanso de enfermeras de turno Dormitorio médico de turno con baño. teniendo en cuenta entre otros. se procede a elaborar el diseño. Deposito de ropa sucia. RX Portátil Deposito de equipos Lavado de equipos Cuarto de CPU SUBTOTAL UNIDAD CUIDADO INTENSIVO PEDIATRICO CIRCULACIONES Y MUROS.4.4.(12 CAMAS) Estar de personal Oficina Jefe de la unidad con baño Sala de Juntas o de docencia Estacionamiento de camillas Lavamanos quirúrgico Cubículos de hospitalización de 15 Mt2 c/u. resultante del estudio de oferta y demanda y del alcance de la prestación del servicio.

4.2.La ubicación del servicio debe corresponder a las características del terreno. 2. topografía. vías de acceso y orientación.3. como son forma. para que se den las relaciones interfuncionales que se requieren con los servicios de Urgencias. UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS E INTERMEDIOS PEDIATRICO HOSPITALIZACIÓN APOYO DIAGNOSTICO CIRUGIA URGENCIAS 2. RELACIONES INTERFUNCIONALES: Se debe tener en cuenta al interior del servicio la zonificación de los ambientes . ZONIFICACION: En la zonificación del servicio se deben diferenciar claramente las siguientes áreas:  AREA DE CUBICULOS DE HOSPITALIZACION  AREA DE APOYO O AMBIENTES COMUNES PARA EL SERVICIO 52 . evitando las barreras arquitectónicas y logrando una buena ventilación e iluminación natural. Consulta externa y demás servicios) que puede ser de manera horizontal o vertical (Por ascensor). para contar con acceso interno. Ginecobstetricia.4.

APOYO SALA DE ESPERA. CONTROL INFORMACION CUBICULOS DE HOSPITALIZACION 53 .

UNIDAD DE CUIDADO NEONATAL 3. obstétricos. que exige monitoreo continuo. asistencia medica y de enfermería permanente y utilización de equipos altamente especializados. diagnóstico y tratamiento.3. se relaciona básicamente con los servicios de apoyo. quirúrgicos. Este servicio debe cumplir como mínimo con los siguientes requisitos:     Contar con un área exclusiva y con circulación restringida Contar con un área de registro de los pacientes que ingresan al servicio Disponer de servicios de apoyo diagnóstico y terapéutico Disponibilidad del servicio las 24 horas En una Unidad de Cuidados Neonatal se deben distinguir cuatro (4) niveles de cuidado médico:     Cuidado Intensivo Cuidado Intermedio Cuidado Mínimo Cuidado Aislado 54 . de cocina y de lavandería.1 DESCRIPCION DEL SERVICIO: Es el servicio destinado a la hospitalización de neonatos en estado critico.

1. Deposito de material estéril. Lava patos. Aseo. Acceso pacientes. H. Sala de procedimientos. N. Descanso enfermeras. L. P. Trabajo Limpio. Deposito de equipos. C. Descanso médicos. Q. J. Deposito de medicamentos. Residuos transitorios. Oficina de coordinación. E. M. F.1. S. D. B. Filtro visitantes. Trabajo sucio. K. Atención. Deposito de ropa limpia.3. Ropa sucia. O. CUIDADO INTENSIVO NEONATAL: Medidas en Centímetros A. Lavado de equipos. Cubículos. 55 . G. I. R.

Limpieza neo natos. Estar de personal. preferiblemente con colores que no distorsionen el color de la piel de los niños. La disposición de las incubadoras preferiblemente deben ser en línea visual directa con la estación de enfermería.. Dentro del mismo espacio de la Unidad de Cuidado Neonatal además del área de hospitalización o área de incubadoras. aire y vacío) y de tomas eléctricas que permitan conectar los equipos requeridos para atención en estado crítico. V. depósito de material estéril. Tanto el personal médico y paramédico. Recepción. Baño vestier enfermería El área de Hospitalización de Cuidado intensivo Neonatal. Filtro médicos. las circulaciones internas dentro del servicio de hospitalización deben ser amplias. W. muros y cielorraso lisos. como es ingresar a esta área con ropa estéril y manos previamente lavadas y desinfectadas lo cual se logra ingresando por los filtros o baño vestier de personal y de familiares. filtro o baño vestier de personal de cuidado intensivo y filtro y baño vestier de madres o familiares. tener acabo de pisos. Las uniones entre muros. Para facilitar el monitoreo de los pacientes por parte del personal médico y paramédico de la Unidad Neonatal los muros que dan a la circulación interna. apoyado por la disposición de lavamanos quirúrgico dentro del área de hospitalización. área de limpieza de neonatos. de 6 a 12 bebés. estar de personal de cuidados intensivos. depósito de medicamentos. trabajo limpio. la columna de suministro de gases y electricidad (columna UCI) no es aconsejable para la Unidad de Cuidado Neonatal porque genera obstáculo en el control visual del paciente. manejar bajos niveles de ruido. la cual debe contar con una consola o panel médico que provea al paciente de Gases especiales (oxigeno. de manera que permita el fácil desplazamiento de incubadoras de transporte. mínimo de 1. X. trabajo sucio.T. sala de terapia respiratoria. como las madres deben seguir los procedimientos de asepsia. alberga a los pacientes que requieren de un cuidado más especializado y constante. de fácil limpieza y durabilidad. En cumplimiento de la norma se deben considerar 6 M2 para cada incubadora. el ingreso del 56 . debe contar con la estación de enfermería. El ambiente de hospitalización debe contar con iluminación y ventilación natural. debe ser un área de acceso restringido. deben estar provistos de ventanas con vidrio transparente. es decir. La hospitalización debe ser limitada. piso . No deben existir barreras arquitectónicas entre incubadoras ni entre la estación de enfermería y cada uno de los pacientes.muros y cielorraso .muros deben ser en mediacaña.50 mts. U.

muros deben ser en mediacaña. demanda de los mismos ambientes y especificaciones que el área de hospitalización de cuidados intensivos a excepción de la sala de terapia respiratoria que puede estar en un punto fuera de esta área de hospitalización y que sirva también a los pacientes de cuidados mínimos. Las uniones entre muros.3.2. de recurso humano y de dotación. demanda de los mismos ambientes y especificaciones que el área de hospitalización de cuidados intensivos a excepción de la sala de terapia respiratoria que puede estar en un punto fuera de esta área de hospitalización y que sirva también a los pacientes de cuidados intermedios. Los acabados deben ser resistentes. La hospitalización de Cuidado Mínimos puede funcionar eficientemente con 8 a 12 pacientes.50 a 2. debe ser un espacio de acceso restringido dentro del mismo ambiente de la Unidad de Cuidado Neonatal. piso . 3.muros y cielorraso . Las uniones entre muros.1.muros y cielorraso . CUIDADOS MINIMOS: El área de hospitalización de Cuidados Mínimos debe ser completamente diferenciada de las otras áreas de hospitalización en el ambiente de la unidad de cuidado Neonatal. debe ser un espacio de acceso restringido dentro del mismo ambiente de la Unidad de Cuidado Neonatal. como área independiente en su conformación física. de recurso humano y de dotación. 3. piso . Los acabados deben ser resistentes.paciente al área de hospitalización debe estar controlado por puertas de 1. lisos y de fácil limpieza con iluminación y ventilación natural. La hospitalización de Cuidado Intermedio puede funcionar eficientemente con 8 a 12 pacientes.00 metros de ancho las cuales son dobles de vaivén y con visor. lisos y de fácil limpieza con iluminación y ventilación natural. CUIDADOS INTERMEDIOS: El área de hospitalización de Cuidados Intermedios debe ser completamente diferenciada de las otras áreas de hospitalización en el ambiente de la unidad de cuidado Neonatal. como área independiente en su conformación física. 57 . esta dirigida a pacientes neonatos que requieren de un cuidado no tan especializado e intensivo.muros deben ser en mediacaña.1. esta dirigida a pacientes neonatos que requieren de un cuidado no tan especializado e intensivo.

dentro de esta hospitalización se pueden manejar pacientes en área abierta y paciente en cubículos de material transparente para fácil monitoreo como área independiente en su conformación física.muros deben ser en mediacaña. Los acabados deben ser resistentes. Las uniones entre muros. la ubicación de esta hospitalización debe estar lo más cerca posible al acceso de pacientes a la unidad con el fin de no contaminar la unidad en el proceso de transporte del neonato.muros y cielorraso .1. lisos y de fácil limpieza con iluminación y ventilación natural. piso .4. de recurso humano y de dotación. 58 . demanda de los mismos ambientes y especificaciones que el área de hospitalización de cuidados intensivos. CUIDADO DE PACIENTES AISLADOS: Medidas en Centímetros El área de hospitalización de cuidado de pacientes aislados debe estar complemente diferenciada de las otras áreas de hospitalización con el fin de manejar a pacientes neonatos que padezcan alguna patología de fácil transmisión. Debe ser un espacio de acceso restringido dentro del mismo ambiente de la Unidad de Cuidado Neonatal. La hospitalización de Cuidado de pacientes aislados puede funcionar eficientemente con 6 pacientes.3.

2. son: 3. Las uniones entre muros. piso . debe ser amplio parta que sea funcional y disponer de espacio para el pesabebés y el pesa pañales. con grifería cuello de ganso y ducha teléfono con suministro de agua fría y caliente.muros y cielorraso . de atención al público. 59 .2 DESCRIPCION DE LOS AMBIENTES DEL SERVICIO En este servicio los ambientes correspondientes al área administrativa. CUARTO DE ASEO DEL BEBÉ: Medidas en Centímetros Espacio destinado al aseo del bebe.3. con superficie y poceta en fibra de vidrio o similar. asistencial y de apoyo son similares a los contemplados en la Unidad de Cuidados intensivos e intermedios adultos. Los acabados deben ser cálidos pero de fácil limpieza.muros deben ser en mediacaña. Los ambientes específicos para la Unidad y que son adicionales a los de la Unidad de Cuidado intensivo e intermedios adultos. debe contar con un mueble bajo en material de fácil limpieza que permita guardar los elementos necesarios para el aseo del bebé.1.

Las uniones entre muros. Los acabados deben ser resistentes. piso muros y cielorraso .2. como también debe contar con un depósito de elementos necesarios en la terapia. Contiguo a este espacio debe existir un ambiente de aseo de los elementos utilizados en la terapia como es un mueble bajo en madera forrado en fórmica o similar y superficie con poceta en acero inoxidable que cuente con agua caliente y agua fría.2. mueble o incubadora donde se pueda adelantar el proceso de terapia respiratoria. SALA DE TERAPIA RESPIRATORIA: Medidas en Centímetros Ambiente destinado a las terapias respiratorias.3. 60 . debe estar provisto de gases especiales o medicinales y área suficiente para la ubicación de camilla. lisos y de fácil limpieza con iluminación natural o mecánica.muros deben ser en media-caña.

Debe contar con baño completo para permitirles ducharse si lo requieren. 61 . donde puedan descansar en sillas.2. SALA DE MADRES: Medidas en Centímetros Se debe contar con una sala de estar de las mamás.3. mientras esperan para acompañar a su niño.3.

3.4. 62 . su solución de diseño puede ser una bahía sobre la circulación interna ubicada inmediata al acceso del área asistencial y que no interrumpa la circulación y funcionamiento normal del Servicio.2. ESTACIONAMIENTO DE INCUBADORAS DE TRANSPORTE: Medidas en Centímetros Lugar destinado a la permanencia de incubadoras disponibles para el transporte de pacientes.

2. Contiguo a este ambiente debe existir un espacio reservado para que las madres extraigan la leche materna para depositarla en teteros y ser suministrada más tarde a los bebés. donde se cuente con una cocineta integral y una nevera para guardar los teteros con las fórmulas previamente preparadas en el lactario. de fácil limpieza en paredes. pisos y cielorraso.muros y muros deben ser en mediacaña. debe existir contacto visual entre las madres y las auxiliares que laboran en el cuarto de teteros con el fin de que las informe y dirija en este proceso. Las uniones de muros-piso. CUARTO DE TETEROS Y SALA DE LACTANCIA: Medidas en Centímetros Se debe contemplar un ambiente destinado para teteros. lisos. es aconsejable contar con sistema computarizado para mantener informado por la red al lactario central de los bebés que cuentan con tetero de leche materna. los acabados de este ambiente deben ser resistentes. con el fin de no prepararles tetero de formula. cielorraso. 63 . independiente del lactario central ubicado en otro servicio del hospital. al mismo tiempo el espacio debe disponer de un mueble bajo mesón con superficie y poceta en acero inoxidable o en su defecto con un lavamanos.3. el espacio debe ser amplio y la madres estar confortablemente sentadas.5.

64 .2. DIMENSIONAMIENTO DEL SERVICIO: Para el dimensionamiento del servicio se debe partir del análisis de oferta y demanda de atención que la población requiere.3. el mobiliario requerido y el número de usuarios y pacientes que van a ocupar estos espacios.) y un arquitecto con experiencia y conocimiento de Arquitectura hospitalaria. incluyendo la disponibilidad o necesidad de tecnología de los mismos. En este programa se relacionan los espacios físicos con las áreas que requieren. que corresponde a los espacios o ambientes físicos necesarios que se deben tener en cuenta en los proyectos de construcción de una institución de salud. PARAMETROS PARA EL CÁLCULO DE INCUBADORAS DE LA UNIDAD DE NEONATOS: La cantidad de incubadoras esta determinada por el estudio de oferta y demanda del Servicio. 3. Para la elaboración de este programa. de acuerdo con los requerimientos de la normatividad vigente del Sector Salud y en su elaboración debe intervenir como mínimo un equipo conformado por uno o varios profesionales de la salud de acuerdo con los servicios que se van a intervenir (Ej.3. con el fin de obtener un enfoque integral. 3.1. recuperación de partos.3. y se deben tener en cuenta la normas vigentes que regulen el servicio. salas de parto. Camas de trabajo de parto.3. etc. Con base en el análisis realizado se proyecta el Programa Médico Arquitectónico que dimensiona la necesidad de instalación física en metros cuadrados (M2). necesidad de recurso humano para dar respuesta oportuna a esta demanda y de los servicios de apoyo a nivel de servicio. porcentaje de ocupación. se deben tener en cuenta los ambientes que conforman el servicio. PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO: El programa médico arquitectónico es el predimensionamiento en áreas. acordes con el estudio de oferta y demanda y la normatividad vigente del Sector Salud. los procedimientos que se necesitan para cumplir con las actividades finales.

3.3.3. PROGRAMA MEDICO ARQUITECTONICO GUIA: Se relaciona Programa Médico Arquitectónico, predimensionamiento de los servicios. cómo guía para el

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PROGRAMA MEDICO- ARQUITECTONICO UNIDAD DE CUIDADO NEONATAL (35 INCUBADORAS) CANT. No. SERVICIO S UNIDAD AMBIENTES POR SERVICIOS unidad 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 20 3 3 3 3 3 3 1 1 1 1 1 1 1 1 36 30 15 15 15 15 2 5 5 10 15 10 5 3 501 200 701 ARE A EN M2 5 10 10 15 10 15 15 5 5 96 54 54 6

UNIDAD DE Control e información CUIDADO Espera visitantes (10 personas) NEONATAL Baño-vestier visitantes (35 INCUB) Baño-vestier personal Estar de personal Oficina Jefe de la unidad con baño Sala de Juntas o de docencia Estacionamiento de incubadoras de transporte Lavamanos quirúrgico Sala de cuidado básico (16 Incubadoras 6 Mt2 c/u) Sala de cuidado intermedio (9 Incubadoras 6 Mt2 c/u) Sala de cuidado intensivo (9 Incubadoras 6 Mt2 c/u) Sala de aislado (1 Incubadora 6 Mt2 c/u) Sala de madres con baño completo Estación de enfermeras: a) Atención b) Baño-vestier enfermeras. c) Trabajo sucio d) Trabajo limpio. e) Deposito de Drogas. Cuarto de teteros Cuarto de aseo Deposito de ropa limpia. Deposito de ropa sucia. Descanso de enfermeras de turno Dormitorio médico de turno con baño. Deposito de equipos Lavado de equipos Cuarto de CPU SUBTOTAL UNIDAD CUIDADO INTERMEDIO NEONATAL CIRCULACIONES Y MUROS, 40 % DEL SUBTOTAL. TOTAL UNIDAD CUIDADO NEONATAL

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3.4. DISEÑO DEL SERVICIO: De acuerdo con el programa médico arquitectónico del servicio de Cuidado neonatal, resultante del estudio de oferta y demanda y del alcance de la prestación del servicio, se procede a elaborar el diseño, teniendo en cuenta entre otros, los siguientes aspectos: 3.4.1. UBICACIÓN: La ubicación del servicio debe corresponder a las características del terreno, como son forma, topografía, vías de acceso y orientación, para contar con acceso interno, evitando las barreras arquitectónicas y logrando una buena ventilación e iluminación natural. 3.4.2. RELACIONES INTERFUNCIONALES: Se debe tener en cuenta al interior del servicio la zonificación de los ambientes, para que se den las relaciones interfuncionales que se requieren con los servicios de Urgencias, Ginecobstetricia, Urgencias, Cirugía y apoyo diagnostico, que puede ser de manera horizontal o vertical (Por ascensor).

UNIDAD DE CUIDADO NEONATAL GINECOBSTETRICIA

APOYO DIAGNOSTICO

CIRUGIA

URGENCIAS

3.4.3. ZONIFICACION: En la zonificación del servicio se deben diferenciar claramente las siguientes áreas:

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 AREA DE CUBICULOS DE HOSPITALIZACION POR NIVELES DE ATENCION  AREA DE APOYO O AMBIENTES COMUNES PARA EL SERVICIO APOYO SALA DE ESPERA. CONTROL INFORMACION CUBICULOS DE HOSPITALIZACION  Cuidado Intensivo  Cuidado Intermedio  Cuidado Mínimo  Cuidado Aislado 68 .

Sala de espera. Adaptación neo natal. Oficina. Deposito. Atención abierta o grupal. G.5. J. C. F.3. La finalidad de este servicio es brindar el acompañamiento a las familias de los bebés nacidos prematuramente. Baño Hombres Baño Mujeres. que han pasado algún tiempo en las UCIs neonatales y que requieren de un cuidado y seguimiento especial en su crecimiento y desarrollo. B. PROGRAMA MADRE CANGURO: Medidas en Centímetros A. Estadística e historias clínicas. E. I. Atención Pacientes. H. por lo tanto la filosofía de este programa es adelantar 69 . Consultorio Psicología. K. Baño personal. Vacunación. L. D.

Sala de adaptación neonatal. donde se evitan en lo posible los muros y puertas. consultorio de psicología. El diseño debe considerar la iluminación natural y buena visibilidad teniendo en cuenta que las ventanas ocupan un aspecto importante en la orientación sensorial que refuerza 70 . manejo de historias clínicas de los bebes.Acceso. Sala de Psicología Unidades sanitarias para funcionarios y papás de los bebes. olores y otros inconvenientes que dificulten la estadía y recuperación de los pacientes y debe ser proyectada de manera que cada cubículo este vigilado por el personal médico y paramédico.una atención abierta y grupal en donde se enseña a los papas y se controla a los niños para sus actividades diarias. circulaciones y zonificación: Las Unidades se deben concebir como una gran área libre. Cada cubículo de paciente debe estar equipado con un sistema de llamado de enfermeras. teléfonos. El puesto de enfermería deberá estar centralizado con respecto a los cubículos. Oficina administrativa o de coordinación del servicio o programa 4. se debe propender por que se eviten ruidos. el desplazamiento rápido del personal de un punto a otro y del traslado del paciente al servicio de quirófanos de ser necesario y esta conformada por los cubículos de hospitalización que deben contar con unas características muy especiales o especificas para el cuidado crítico de los pacientes y con los ambientes propios para el desempeño del personal médico y paramédico especializado. preferiblemente creando una línea visual entre el cubículo y la central de enfermería. alarmas de equipo de monitoreo. en la cual enseñan a la mamá específicamente lo relacionado con la lactancia. que limiten el monitoreo del paciente. Debe contar con los muebles adecuados para desarrollar estas actividades. GENERALIDADES DE DISEÑO Y ESPECIFICACIONES DE LAS UNIDADES: a. Requiere por lo tanto de: Un salón amplio en el cual se desarrollan actividades múltiples adecuado con los ambientes de sala de estar para aproximadamente 80 personas. Deben estar localizadas de tal forma que permitan la ventilación e iluminación natural. peso y talla.

La iluminación de emergencia y procedimientos debe ser colocada en el cielorraso directamente arriba del paciente y debe iluminar completamente al paciente. donde van hasta una altura de 1. con dos cambios de aire externo por hora. La puerta de acceso a la unidad por el área pública debe tener un ancho mínimo de 1. Es conveniente instalar iluminación para lectura y debe estar instalada de manera que no interfiera con la operación de la cama o el equipo de monitoreo. con visor. en material no transparente. La temperatura debe ser ajustable a cada módulo de las unidades. b. tener visor y protector o guarda camilla.10 metros. deben abrir en el sentido de acceso a los cubículos y contar con visor a una altura de 1. piso-techo.50 metros. Los cubículos pueden separarse por medio de divisiones laterales. de público. de personal y de servicios generales. Se requiere un mínimo de seis (6) cambios totales por hora para las unidades. brindándoles privacidad y además evitar la propagación de infecciones. deben estar provistas por accesos y circulaciones de pacientes. resistente y de fácil limpieza. Para transportar al paciente en forma vertical se debe contar con un ascensor que cumpla con las dimensiones mínimas para tal fin y que sea de uso exclusivo para el desplazamiento de los pacientes. de vaivén. de 1.la orientación día/noche del paciente. El transporte de pacientes desde o por la Unidad se debe hacer a través de corredores separados de los que usa el público. El confort ambiental y la calidad del aire deben mantenerse todo el tiempo.50 metros.20 mts. Las puertas de la unidad deben tener una altura de 2. El sistema central de aire acondicionado y recirculación de aire deben pasar a través de unos filtros apropiados. con protector o guarda camillas y cerradura.Dimensionamiento: El corredor debe tener 2. Las Unidades deben funcionar independiente e interrelacionada funcionalmente con los demás servicios del hospital. En cuanto a las puertas internas que tienen relación funcional con otros servicios que sea solo de manejo de paciente. el aire acondicionado debe procurar el bienestar y confort del paciente. esta misma especificación debe ser considerada 71 .40 cms. Los cubículos deben ser individuales para aislar los pacientes entre sí. Es aconsejable ubicar los controles de luz fuera del cubículo lo que permite una iluminación afuera sin perturbar el descanso del paciente cuando duerme.40 metros. hasta el cielorraso en vidrio de seguridad para permitir la visual del paciente desde cualquier parte por el equipo médico.40 de ancho y las puertas tener un ancho mínimo de 1.20 mts. Las Unidades deben contar en lo posible con corredores perimetrales de fácil entrada y salida para proveer las actividades de visitantes y de servicio. debe tener un ancho mínimo de 1. la privacidad del paciente debe ser preservada incondicionalmente y su desplazamiento debe ser rápido y sin obstáculos.

durables y además que tengan alta capacidad de absorción de ruido. El área de los baños debe permitir el fácil desplazamiento del paciente bien sea en forma normal. deberán abrir hacia afuera por seguridad del paciente y contar con un sistema que permita ser abierta rápidamente. El sistema de registro computarizado consiste en el manejo de pacientes. red de voz y datos. red eléctrica. farmacia y laboratorio clínico. los muros se deben proteger con guardacamillas de 15 a 20 centímetros. antiadherente. salas de estar de personal. con consultas y diagnósticos en red. de un material anticombustible. Los acabados arquitectónicos en general deben propender por el manejo de la asepsia propia del cuidado de pacientes tales como superficies lisas.Sistemas de comunicaciones y registro computarizado: El Servicio debe contar con un sistema de comunicaciones que facilite el llamado de personal auditivo y visual entre la central de enfermería. que permita el fácil acceso de pacientes en sillas de ruedas. que permiten observar los resultados de los exámenes de los servicios de diagnóstico.para cada área de hospitalización. resistentes.50 metros para permitir ambientes aireados. Integrando todas las actividades y haciendo de esta manera de conocimiento del personal involucrado en la atención de los pacientes de las decisiones que se toman en el tratamiento. de ropa limpia y ropa sucia. El cielorraso debe ser de fácil remoción para la inspección de instalaciones de redes (gases especiales. Las puertas de los baños deberán tener un ancho mínimo del vano de 0. el de cielorraso debe ser liso. ordenes de entrada y salida. en material resistente a una altura de 90 centímetros del piso acabado al eje del guardacamillas. de baños deben contar con persiana en la parte inferior que permita la ventilación de estos ambientes. módulos de pacientes. El acabado del piso debe ser de tráfico pesado y fácil limpieza. d. salas de visitas. de fácil limpieza. Las puertas de depósitos. los materiales para muros y pisos deben ser resistentes y de fácil limpieza. etc. tanto audible como visible (Unidad de cuidados intermedios). manejo de datos de información. 72 . Se debe contar a nivel de hospital con un sistema interno y externo de comunicaciones para casos de emergencia. y debe ir a una altura mínima del piso acabado de 2. silla de ruedas o en muletas y contar con sistema para llamado de enfermeras.80 m. (Unidad de cuidados intermedios).Acabados y otros: En las áreas de espera de público y circulaciones. c. cuando se presenten fallas en el sistema normal.

Los acabados de pisos deben ser resistentes. Las uniones entre muros. que no generen ruido y de fácil limpieza.Detalles de puertas y muebles: Medidas en Centímetros Alzado Mueble Estación Enfermería. para facilitar el mantenimiento de estas.muros y cielorraso – muros deben ser en mediacaña. con iluminación y ventilación natural y/o ventilación mecánica. Recepción y Control o Información Medidas en Centímetros 73 . e. antideslizantes. ventilación mecánica). piso . La iluminación para todos los ambientes debe ser adecuada y suficiente. en razón a que las instalaciones de redes deben ser elevadas.red hidráulica y sanitaria.

5. por la importancia de las mismas para la atención del desastre en la ciudad. es de gran importancia considerar los estudios estructurales sismorresistentes y el cumplimiento estricto de la norma vigente. tengan en cuenta la vulnerabilidad sísmica de la construcción desde la concepción del diseño. proyección y construcción de un hospital o entidad prestadora de servicios de salud. teniendo en cuenta que las Instituciones Prestadoras de Servicios de Salud.Generalidades: Es importante que las entidades y personas involucradas en la planeación. En la ley 400 de 1998. GENERALIDADES DE DISEÑO DEL SERVICIO FRENTE A LA VULNERABILIDAD SISMICA DE LAS EDIFICACIONES HOSPITALARIAS: a. Esto compete tanto a elementos estructurales como no estructurales. el requerimiento de elaborar un estudio de vulnerabilidad sísmica de la edificación. por esta razón los elementos no 74 .  En el momento de un sismo los hospitales alojan gran número de pacientes que están inhabilitados para la evacuación. se contempla para las construcciones existentes cuyo uso clasifique como Edificaciones Indispensables y de Atención a la Comunidad. por las siguientes razones:  Las instalaciones deben mantenerse dentro de lo posible intactas en el evento de un sismo. En el caso particular de los Hospitales. deben funcionar en edificaciones sismorresistentes.

por encontrarse relacionadas internamente con el servicio de urgencias y con posibilidad de acceso directo desde la calle. oxigeno y vacío.  El Hospital debe contar con un área libre del 40% correspondiente a aislamientos. pisos. clasificación de heridos o triage. cielorrasos.estructurales. En cuanto a las condiciones de asepsia y el tamaño de las áreas también son muy apropiadas como área de expansión. redes de gases especiales.  Las salas de fisioterapia ofrecen condiciones muy positivas como áreas de expansión del servicio de urgencias en condiciones de emergencias por desastres de gran magnitud. parte de las áreas libres deben estar inmediatas al servicio de urgencias con facilidad de conexión a los servicios de agua.  Los servicios de apoyo diagnóstico y tratamiento deben estar cerca al Servicio de Urgencias y en determinado momento prestar apoyo a la expansión en caso de una emergencia. redes eléctricas. b. etc. esto con el fin de que sirvan como área de atención prehospitalaria. luz. En razón a lo anterior. aire. evitando la congestión a la llegada de pacientes. indispensable para el funcionamiento y atención de emergencias. ventilación mecánica. como también los equipos y accesorios contenidos en una construcción hospitalaria. de gas domiciliario. Por esta razón en el diseño de la estructura se debe considerar los soportes necesarios para que los movimientos causados por el sismo. situación a tener en cuenta desde el diseño. deben permanecer en completo funcionamiento. o en un momento dado de atención a los pacientes. 75 . de tal manera que se puedan considerar como áreas de contingencia en una eventual llegada de pacientes producto de catástrofes naturales o accidentes que involucren gran cantidad de personas y que este fuera del alcance normal del Servicio de Urgencias. alcantarillado. con el fin de que se pueda implementar en determinado momento unas urgencias de carpa o urgencias de guerra.Vulnerabilidad sísmica no – estructural: Hace referencia a los elementos constructivos no estructurales tales como mampostería. de voz y datos. especiales para permanecer a la intemperie. El contar con áreas libres provistas de puntos de servicios. sin que generen un riesgo para los mismos.  Los hospitales cuentan con una compleja red de instalaciones y equipamiento costoso. no presenten rupturas que paralicen la prestación normal del servicio. acabados. zonas verdes y parqueaderos. que deben permanecer intactos para evitar un colapso funcional de la institución. redes de suministro de agua. amplia la atención médica con hospitales móviles.

 Instalaciones mecánicas: Se debe tener cuidado que las instalaciones mecánica respeten las juntas de construcción y muros cortantes previstos en el diseño estructural sismorresistente. escanógrafos médicos. Tales cargas excepcionales podrán generar esfuerzos adicionales en techos y pisos que pueden causar fallas. aun si el edificio tiene un diseño sismorresistente. En los edificios hospitalarios que tienen plataformas. entre otros. es decir. etc. que la libertad de movimiento por la dilatación entre construcciones no se pierda por la rigidez de las instalaciones mecánicas. es conveniente tenerlos en cuenta en los cálculos estructurales ya que estos podrían causar colapso total o parcial.  Instalaciones de suministro de agua y electricidad: En lo relacionado con las instalaciones de suministro de agua y electricidad que son puntos vulnerables en el caso de un sismo y que en la mayoría de los casos se 76 .. poniendo en peligro la integridad de los pacientes y personal del mismo.Existen componentes no estructurales que pueden tener un efecto significativo sobre la buena respuesta estructural de un edificio durante un terremoto. Estos pesos adicionales podrán producir fuerzas excéntricas que someten al edificio a modos de rotación durante un terremoto. debe considerarse el impacto de movimientos telúricos en fachadas que pueden debilitar sus acabados en los pisos superiores y caer ocasionando grandes daños.  Elementos arquitectónicos: La mampostería no reforzada no se considera parte estructural. Los equipos de un hospital deben estar debidamente asegurados para que no sean azotados por los movimientos telúricos. Por lo tanto es de vital importancia considerarlos en el diseño estructural sismorresistente. Los elementos de fijación a muros o a techo se deben anclar adecuadamente para que no se desprendan y sean arrojados al vacío en caso de terremoto. aunque si le da rigidez al edificio. Por esta razón en cuanto a los equipos pesados vale la pena recalcar o tener en cuenta que deben ser anclados a un elemento estructural para evitar que se deslice o se volqué causando daños estructurales y perdidas de vida. Estos son:  Equipos pesados: Tales como aire acondicionado. De la misma manera los recubrimientos de fachada pueden caer durante un movimiento telúrico. pueden cambiar significativamente la respuesta dinámica de un edificio frente a un terremoto o sismo.

ubican en los pasillos por el cielorraso falso. c. Además se deben identificar claramente la ubicación de los extintores. De una buena señalización depende en gran parte una buena evacuación del edificio. de tal forma que la ubicación del hospital sea conocida e identificada por la ciudadanía desde cualquier sitio de la ciudad. poniendo en peligro la integridad de los pacientes y personal del mismo. Las instalaciones hidráulicas deben contemplar la utilización de materiales tales como mangueras flexibles.Aplicación del índice de seguridad hospitalaria: Es importante aplicar a los diseños o construcción existente la herramienta desarrollada por la OPS-OMS. cuyo propósito es contar con un documento de orientación para el cálculo del índice de seguridad hospitalaria. anaqueles de mangueras y equipos contra incendio. la trama urbana circundante.  Muebles: Los muebles de un hospital deben estar debidamente asegurados para que no sean azotados por los movimientos telúricos. que permita establecer la capacidad del 77 . etc. no solamente para la orientación de los usuarios en el momento de acudir a los servicios sino en el proceso de evacuación del edificio en el momento de desastres. cables y conectores de cierre rígido.  Señalización: Es una de las herramientas de gran importancia en un hospital. puertas y muros cortafuegos en el evento que estas existan. La señalización no solamente debe abarcar el interior del edificio sino que debe incluir el exterior del mismo. La ubicación de la misma debe ser estratégica e indicar las rutas de evacuación hacia escaleras de emergencia. conexiones con movimientos giratorios y válvulas automáticas de interrupción. Es importante dejar previstos en estos ductos puertas de inspección que permitan acceder a cambiar piezas afectadas. teléfonos de emergencia. Los elementos de fijación a muros o a techo se deben anclar adecuadamente para que no se desprendan y sean arrojados al vacío en caso de terremoto. Para las instalaciones eléctricas deben contemplarse conductores flexibles. se debe tener especial cuidado en los aspectos constructivos utilizando soportes especiales anclados a las placas para evitar que en un movimiento telúrico estas instalaciones caigan al piso. obstaculizando el paso por los pasillos o afectando a las personas que en el momento del desastre estén ubicadas o transiten por estos sectores. salidas alternas diseñadas especialmente para estos casos. convirtiéndose en un elemento de riesgo. En cuanto a los ductos verticales estos deben contar con espacio suficiente y estar ubicados de tal forma que absorban loa movimientos sísmicos.

Los objetivos de la guía son:  Orientar a los evaluadores para aplicar la lista de verificación de hospitales seguros. desarrollo y crecimiento de los grupos interdisciplinarios de expertos comprometidos en la reducción de riesgos y asistencia en casos de desastre 78 .  Facilitar el registro.  Establecer criterios estándar de evaluación y de elementos que deben ser evaluados en los diferentes contextos.  Apoyar la conformación. con el fin de determinar preliminarmente la probabilidad de que el establecimiento de salud pueda continuar funcionando en la etapa posterior a un desastre o no pueda hacerlo. a través de su nivel de seguridad. de manera objetiva y estandarizada.  Orientar las acciones y realizar recomendaciones basadas en los datos obtenidos sobre las medidas necesarias para aumentar la seguridad hospitalaria. clasificación y sistematización de la información sobre la capacidad del establecimiento de salud.establecimiento de salud de continuar brindando servicios después de ocurrido un evento adverso de origen natural y orientar las acciones de intervención necesarias para aumentar su seguridad frente a desastres. individualmente y como parte de una red de servicios de salud.

Arq. 26-29/997 Mitigación de Desastres en las Instalaciones de la Salud Aspectos Arquitectura Volumen 3 Organización Panamericana de la Salud Oficina Regional de la Organización Mundial 1993 Resolución 4445 de 1996 del ministerio de la Protección Social Resolución 4252 de 1996 del Ministerio de la Protección Social (REQUISITOS ESENCIALES) Seminario de la American Society Intensive Care Unit New York Enero de 1999 FUENTE: Manual elaborado por Arq. Carlos Santra 1991 Seminario Nacional de Arquitectura e Ingeniería Hospitalaria Villa de Leiva. Pablo Isaza.BIBLIOGRAFIA Design for Obstetricand Pediatric Facilities A guide to Arquitectural Planning of Hospital Facilites for care Mathers Babies and Childrens Ross Laboratories Columbus Ohio Guías de Diseño Hospitalario Para América Latina Organización Panamericana de la Salud Organización Mundial de la Salud Dr. Yolanda Rojas Barrantes 1999 79 . Nov.

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