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Coleção Fábulas Bíblicas Volume 10

A FARSA DO

ESPÍRITO SANTO

Mitologia e Superstição Judaico-cristã

DO ESPÍRITO SANTO Mitologia e Superstição Judaico-cristã JL jairoluis@inbox.lv Como emagrecer? Como perder a barriga?

JL

Como emagrecer? Como perder a barriga? Como ganhar dinheiro? Como jogar póquer?

Sumário

Introdução

 

5

1 - A Trindade capitolina

6

2 - A farsa da trindade cristã

8

1

- Contradições da

Bíblia

10

1

Falsificando a Bíblia

10

Versículos

2 “defendendo” a trindade

-

10

Versículos

3 negando a trindade

-

11

4 - Constantino - Começa a criação da trindade

14

5 - Os dois primeiros terços da trindade - O Concílio de Niceia

15

6 - O credo de Atanásio completa a divindade trina

16

7 - A trindade cristã - mais um desfile de trindades

17

3 - A Bíblia nega a trindade

20

4 - Quantos “Jesuses” existiram?

35

 

1 - A proliferação de antigos “Jesuses” inclui:

36

2 - Mas existiu algum Jesus crucificado?

37

3 - Com tantos “Jesuses”, não poderia ter um Jesus de Nazaré? .38

5 - Proliferação de salvadores fajutos

 

40

Os dezesseis salvadores crucificados

41

1 - A “crucificação” de Krishna, Índia - 1.200 AEC

44

2 - A “crucificação” do Buda Sakyamuni - 600

48

3 - Thamuz, da Síria 1.160 AEC

52

4 - Wittoba - Índia, 552 AEC

54

5 Iao - Nepal, 622 AEC

56

6 - Esus - O Druida Celta, 834 AEC

 

56

7 - Quetzalcóatl - A Serpente Emplumada do México, 587

AEC.

.57

8 Quirinus - O Salvador Crucificado Romano, 506 AEC

59

9 - Prometeu Acorrentado

ou Crucificado? 547

60

10 - Thulis do Egito - 1.700

61

11 - Indra do Tibet - 725

63

12 - Alceste (de Eurípedes): Uma mulher crucificada? - 600 AEC.64

13

- Atis da Frígia - 1.170 AEC

65

14 - Crites da Caldeia - 1.200

65

15 - Bali de Orissa - 725 AEC

66

16 - Mitra da Pérsia - 600

66

17 - A lista não acaba em 16

67

6 - Mais bobagens do Cristianismo >>>

71

Mais conteúdo recomendado

72

Livros recomendados

73

Referências:

82

Introdução

Introdução 5

1 - A Trindade capitolina

A trindade cristã é a mais recente invenção de um costume muito antigo: reunir os deuses em grupos de três.

costume muito antigo: reunir os deuses em grupos de três. Representação manierista da trindade capitolina; obra

Representação manierista da trindade capitolina; obra de Jacopo Zucchi (entre 1589 e 1592)

A Tríade Capitolina é o nome dado ao conjunto dos três deuses principais da religião romana. Como em muitas outras religiões indoeuropeias, entre os romanos havia uma marcante tendência a reunir os deuses em grupos de três, e o fruto desta tendência são as diferentes trindades que ao longo da história foram compostas com diferentes deuses. A primeira trindade ou trindade arcaica era formada por Júpiter, Marte e Jano, mas logo Jano foi sustituido por Quirino. Seu culto era importante, como testemunha o nome dado aos três principais sacerdotes (flamines).

nome dado aos três principais sacerdotes ( flamines ) . A trindade clásica era conhecida com

A trindade clásica era conhecida com o nome de capitolina, por ter seu templo na Colina Capitolina (o Templo de Júpiter Óptimo Máximo, o Júpiter capitolino), e estava formada por Júpiter, Juno e Minerva. Era derivada da religião etrusca (trindade etrusca, formada por Tinia, Uni e Menrva).

2 - A farsa da trindade cristã

2 - A farsa da trindade cristã Cristo, de acordo com a doutrina trinitária é a

Cristo, de acordo com a doutrina trinitária é a segunda pessoa da Santíssima Trindade, com o Pai sendo a primeira e o Espírito Santo a terceira. Cada uma dessas pessoas é Deus. Cristo é seu próprio pai e seu próprio filho. O Espírito Santo não é nem pai nem filho, mas ambos. O filho foi gerado pelo pai, mas já existia antes de ser gerado, exatamente o mesmo antes e depois. Cristo é tão velho quanto seu pai e o pai é tão jovem quanto seu filho. O Espírito Santo procede do Pai e do Filho, mas já era igual a eles antes de proceder, ou seja, antes de existir, mas mesmo assim ele tem a mesma idade que os outros dois. Deste modo, se afirma

que o Pai é Deus, que o Filho é Deus e que o Espírito Santo é Deus e que esses três deuses fazem um só deus. De acordo com a tabela de multiplicação celestial, um é três e três vezes um é um,

e de acordo com a regra de subtração do céu, se diminuir dois de três, sobram três. A regra da adição também é estranha: se somamos dois a um temos apenas um. Cada um é igual a si mesmo e aos outros dois.

Nunca houve nem nunca haverá algo mais completamente idiota

e absurdo que o dogma da Santíssima Trindade.

1 - Contradições da Bíblia

1 Falsificando a Bíblia

Versículo inserido em 1 João para esquentar a farsa do Espírito Santo. Este versículo é uma famosa interpolação.

5 - Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o

Filho de Deus?

6 - Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não

só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade.

7 - Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.

8 - E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o

sangue; e estes três concordam num.

9 - Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus

é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou.

2 - Versículos “defendendo” a trindade

João 17:21 Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. João 17:22

E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um,

como nós somos um. João 1:1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. João 10:30 Eu e o Pai somos um. João 14:9 Quem me vê, vê o Pai. João 14:11 Crede-me: eu estou no Pai e o Pai em mim. João 17:11 Pai santo, guarda-os em teu nome que me deste, para que sejam um como nós. Colossenses 2:9 Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.

3 - Versículos negando a trindade

João 17:21 Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. João 17:22

E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.

Os dois versículos acima, usados para defender a trindade, também podem ser usados para negá-la.

Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão só Deus. João 14:28 Porque meu Pai é maior do que eu. João 7:16 Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Mateus 26:39 Meu Pai, se possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas como tu queres. Mateus 27:46 Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? Marcos 13:32 Daquele dia e da hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, somente o Pai. 1 Pedro 3:22 Que, tendo subido aos céus, está à direita de Deus.

E ainda há outros trechos que analisaremos mais adiante, mas os que foram citados mostram bem as contradições.

Eis o dilema.

1. Os cristãos sabem que para Jesus ser o salvador da humanidade, ele tem que ser Deus também.

2. É a Bíblia quem diz.

3. Se ele não é Deus, então ele não pode ser o salvador.

4. Sua morte não teria sentido.

Portanto, os cristãos inventaram a Santíssima Trindade para explicar a divindade de Cristo.

1.

Ele é homem.

2. Ele é Deus.

3. Ele é ambos.

4. Ele tem que ser, para poder ser o salvador.

Infelizmente ele é, no melhor dos casos, indeciso. Às vezes ele diz que ele e Deus são um só. Às vezes ele admite que Deus sabe de coisas que ele ignora e faz coisas que ele não pode fazer. Os cristãos apelam para as coisas mais estranhas para provar o dogma da Santíssima Trindade, inclusive declarar que ele é um "mistério" e que "nós somos muito limitados para entender".

1. A Bíblia é a palavra perfeita e infalível de Deus?

2. A doutrina da Santíssima Trindade que os cristãos criaram e as contradições em que ela implica, gritam que "Não”!

Mas então como foi que o dogma veio a existir?

As origens da doutrina da Santíssima Trindade são chocantes. Como no caso da maioria das questões históricas relativas à cristandade, houve muita fraude e derramamento de sangue. Muitas vidas foram perdidas antes que o Trinitarismo (crítica) fosse enfim adotado.

1. Como muitos cristãos sabem a palavra "trindade" não aparece na Bíblia.

2. E não aparece porque é uma doutrina que evoluiu aos poucos no início do cristianismo.

3. Foi um processo manipulado, sangrento e mortal até que finalmente se tornou uma doutrina "aceita" da Igreja.

4 - Constantino - Começa a criação da trindade

Flavius Valerius Constantius (c. 285-337 AD), Constantino o Grande, era filho do imperador Constâncio I. Quando seu pai morreu em 306 AD, Constantino tornou-se imperador da Bretanha, Gália (atual França) e Espanha. Aos poucos, foi assumindo o controle de todo o império romano. Divergências teológicas relativas a Jesus Cristo começaram a se manifestar no império de Constantino quando dois oponentes principais se destacaram dos outros e discutiram sobre se Cristo era um ser criado (doutrina de Ário) ou não criado, e sim igual e eterno como Deus seu pai (doutrina de Atanásio). A guerra teológica entre os adeptos de Ário e Atanásio tornou-se acirrada. Constantino percebeu que seu império estava sendo ameaçado por esta divisão doutrinal. Constantino começou a pressionar a Igreja para que as partes chegassem a um acordo antes que a unidade de seu império ficasse ameaçada. Finalmente, o imperador convocou um *concílio em Niceia, em 325 AD, para resolver a disputa. * O seu principal feito foi o estabelecimento da questão cristológica entre Jesus e Deus, o Pai; a construção da primeira parte do Credo Niceno; a fixação da data da Páscoa; e a promulgação da lei canônica. OU SEJA: DEFINIR EM QUE OS CRISTÃOS DEVERIAM ACREDITAR. Apenas 318 bispos compareceram, o que equivalia a apenas uns 18% de todos os bispos do império. Dos 318, apenas uns 10% eram da parte ocidental do império de Constantino, tornando a votação tendenciosa, no mínimo. O imperador manipulou, pressionou e ameaçou o concílio para garantir que votariam no que ele acreditava não em algum consenso a que os bispos chegassem. As igrejas cristãs hoje em dia dizem que

Constantino foi o primeiro imperador cristão, mas seu "cristianismo" tinha motivação apenas politica. É altamente duvidoso que ele realmente aceitasse a doutrina cristã. Ele mandou matar um de seus filhos, além de um sobrinho, seu cunhado e possivelmente uma de suas esposas. Ele manteve seu título de alto sacerdote de uma religião pagã até o fim da vida e só foi batizado em seu leito de morte.

5 - Os dois primeiros terços da trindade - O Concílio de Niceia

A maioria dos bispos, pressionada por Constantino, votou a favor da doutrina de Atanásio. Foi adotado um credo que favorecia a teologia de Atanásio. Ario foi condenado e exilado. Vários bispos foram embora antes da votação para evitar a controvérsia. Jesus Cristo foi aprovado como sendo "uma única substância" com Deus Pai. É significativo que até hoje as igrejas ortodoxas do leste e do oeste discordem entre si quanto a esta doutrina, ainda consequência de as igrejas do oeste não terem tido nenhuma influência na "votação". Dois dos bispos que votaram a favor de Ário também foram exilados e os escritos de Ario foram destruídos. Constantino decretou que qualquer um que fosse apanhado com documentos arianistas estaria sujeito à pena de morte.

O credo de Niceia declara:

Creio em Um só Deus, Pai Onipotente, Criador do céu e da terra e de todas as coisas visíveis e invisíveis. E em Um só Senhor, Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todas as coisas. Deus de Deus, Luz da Luz,

Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai, por quem todas as coisas foram feitas

Mesmo com a adoção do Credo de Niceia, os problemas continuaram e, em poucos anos, a facção arianista começou a recuperar o controle. Tornaram-se tão poderosos que Constantino os reabilitou e denunciou o grupo de Atanásio. Ário e os bispos que o apoiavam voltaram do exílio. Agora, Atanásio é que foi banido. Quando Constantino morreu (depois de ser batizado por um bispo arianista), seu filho restaurou a filosofia arianista e seus bispos e condenou o grupo de Atanásio. Nos anos seguintes, a disputa política continuou, até que os arianistas abusaram de seu poder e foram derrubados. A controvérsia político/religiosa causou violência e morte generalizadas. Em 381 AD, o imperador Teodósio (um trinitarista) convocou um concílio em Constantinopla. Apenas os bispos trinitaristas foram convidados a participar. 150 bispos compareceram e votaram uma alteração no Credo de Nicéia para incluir o Espírito Santo como parte da divindade. A doutrina da Trindade era agora oficial para a Igreja e também para o Estado. Os bispos dissidentes foram expulsos da Igreja e excomungados.

6 - O credo de Atanásio completa a divindade trina

O Credo (trinitário) de Atanásio foi finalmente estabelecido (provavelmente) no século V. Não foi escrito por Atanásio mas recebeu seu nome. Este é um trecho:

"Adoramos um só Deus em Trindade

O Pai é Deus, o

Filho é Deus, e o Espírito Santo é Deus; e contudo eles não são três deuses, mas um só Deus"

Por volta do século IX, o credo já estava estabelecido na Espanha, França e Alemanha.

1. Tinha levado séculos desde o tempo de Cristo para que a doutrina da Trindade "pegasse".

2. A política do governo e da Igreja foram as razões que levaram a Trindade a existir e se tornar a doutrina oficial da Igreja.

3. Como vocês viram, a doutrina trinitária resultou da mistura de fraude, política, um imperador pagão e facções em guerra que causaram mortes e derramamento de sangue.

O que o crente chama de “verdade” é apenas o que a igreja define como tal, segundo seus próprios interesses.

7 - A trindade cristã - mais um desfile de trindades

Por que surgiu esse clamor para elevar Jesus e o Espírito Santo a posições iguais à do deus judeu/cristão?

Simplesmente porque o mundo pagão estava habituado a ter "três deuses" ou "trindades" como divindades. A trindade satisfazia à maioria de cristãos que tinha vindo de culturas pagãs. O cristianismo não se livrou das trindades pagãs, ele as adotou assim como adotou tantas outras tradições pagãs.

Outras trindades

O hinduísmo abraçou a divindade trina de Brahma , deus da criação; Vishnu , deus

O hinduísmo abraçou a divindade trina de Brahma, deus da criação; Vishnu, deus preservador, e Shiva, deus da destruição. Uma das muitas trindades do Egito era Hórus, Ísis e Osíris. Os fundadores da primitiva igreja cristã não tinham ideia de que o conceito de Trindade iria surgir e ser votado por políticos, imposto por imperadores e um dia se tornaria parte integral do cristianismo moderno. Não é nenhuma surpresa que tal conceito seja "difícil" de explicar. Há um deus cristão ou três em um?

A maioria das igrejas cristãs apoia a doutrina da Trindade, mas ainda há algumas que

A maioria das igrejas cristãs apoia a doutrina da Trindade, mas ainda há algumas que rejeitam o ensinamento. Hoje em dia, temos a liberdade de acreditar em uma possibilidade ou outra, mas corremos o risco de sermos ridicularizados se negarmos a crença na Trindade, devido ao longo trabalho de marketing da igreja para gravar mentiras na mente de todo mundo até que sejam aceitas como verdades inquestionáveis. Mas esse tempo está chegando ao fim. Como num supermercado, você escolhe a sua religião.

3 - A Bíblia nega a trindade

3 - A Bíblia nega a trindade O dogma da Santíssima Trindade é classificado como “inacessível

O dogma da Santíssima Trindade é classificado como “inacessível a qualquer forma de entendimento” por Ockam (William of

Ockham, 1280-1349), pois não se trata de uma trindade como as pagãs constituídas, óbvio, de três deuses diferentes e individualizados.

Segundo o dogma cristão, a Santíssima Trindade é constituída pelo Pai (YHWH, Jeová, Javé, Senhor, etc.), Filho (Jesus Cristo) e Espírito Santo, mas é um “Deus trino”, “três manifestações do mesmo Deus” ou “três deuses numa só pessoa”, pois se assim não fosse, não seríamos monoteístas (crentes num Deus único).

Algo como uma pessoa com distúrbio de múltipla personalidade.

A Igreja existiu 380 anos sem nunca mencionar a Santíssima Trindade: tal conceito foi oficializado como dogma fundamental da igreja no I Concílio de Constantinopla (comandado pelo imperador Teodósio, não pelo papa). Coube aos grandes pensadores da Igreja explicar (sem sucesso até hoje) o dogma e combater as heresias (nestoriana, eutiquiana, triteísta, ariana, sabeliana etc.). Analisemos, de forma sucinta, a obra de Tomás de Aquino, que cita constantemente Anselmo, Ambrósio, Hilário e Agostinho (além de Aristóteles, Avicena e outros):

“Excetua-se o ser primeiro, que reveste simplicidade absoluta. N’Ele não cabe o conceito de gênero ou espécie” (O Ente e a Essência)”.

“Foi verdadeiro desde toda a eternidade que o Pai gerou o Filho e que o Espírito Santo procedeu de ambos [ ]

] existe

Embora o Pai seja Pai em virtude de

Embora em Deus exista pluralidade de pessoas [

n’Ele um só ser [

]

outra coisa do que o Filho é Filho [

]

A paternidade e a

filiação constituem uma só essência” (Questões Discutidas Sobre a Verdade).

“Demonstramos que Deus é um ser simples e indivisível

[

]

Deus não age em virtude da necessidade [

]

Deus é

imutável em seu agir” (Compêndio de Teologia).

 

“Trindade, segundo a etimologia do vocábulo [

]

é como

se disséssemos unidade de três (Compêndio de Teologia)”.

Baseada nesses pensadores, uma das várias Bíblias que utilizamos enumera os atributos de Deus:

1 - Simplicidade:

1. Deus é incomplexo, indivisível, não-composto.

2. Como pode, então, ser composto de três entidades?

2 - Unidade:

1. Deus é um.

2. Ou três?

3 - Imutabilidade:

1. Deus é imutável, em natureza e prática.

2. Se Deus mudou sua natureza e se revestiu de um corpo material Ele não é imutável.

4 - Jesus teve forma de corpo e esteve em movimento, em sua passagem na Terra. Mesmo sendo Deus.

“Deus não é ou tem a forma de um corpo [

]

Deus não se move

nem é movido nem por si nem acidentalmente” (Tomás de Aquino, Compêndio de Teologia).

Como nenhum autor pode ter razão se contrariar as Sagradas Escrituras, analisaremos usando o seguinte raciocínio: as Sagradas Escrituras sustentam tal dogma?

5 - Só Deus é bom e Jesus não deve ser chamado de bom.

Lucas 18:18-19). 18 - E perguntou-lhe um certo príncipe, dizendo: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? 19 - Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus.

6 - Jesus não veio por sua vontade e poder, e sim foi enviado, por um ser superior a ele. Deus enviou Jesus (e ninguém envia a si próprio).

João 8:42 Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.

7 - Deus é Onisciente, tudo sabe. Como pode Jesus, sendo Deus, não saber algo?

8

obrigatoriamente, saber.

Sendo

um só

-

Deus, tudo

que

o

Pai sabe,

o

Filho deve,

9 - Mas “só o Pai sabe”.

Marcos 13:32. Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.

10 - Jesus não glorifica a si próprio, mas é glorificado pelo Pai. Se ambos são o mesmo Deus, se o Pai glorifica, o Filho (automaticamente) também glorifica.

João 8:54 Respondeu Jesus: Se eu me glorificar, a minha glória não é nada. Quem me glorifica é meu Pai, aquele que vós dizeis ser vosso Deus;

11 - Mas Jesus não é o mesmo Pai, Deus?

Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.

12 - Se o Pai é maior do que Jesus, Jesus não pode ser igual ao

Pai; se é menor do que Deus, pode ser Deus?

João 14:28 Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu.

13 - Se o Espírito Santo é um só Deus, com o Pai e o Filho, quem

blasfema contra Ele, estará blasfemando contra o Filho.

14 - Mas quem blasfemar contra o Filho será perdoado e quem o

fizer contra o Espírito Santo, não.

15 - Eles não são um?

E a todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem ser- lhe-á perdoada, mas ao que blasfemar contra o Espírito Santo não lhe será perdoado.

16 - Se Jesus é servo do Deus de Abraão, não é igual a Deus.

Deus é o poder absoluto! Não pode ser servo. Pode?

Ato 3:13 O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu Servo Jesus ,a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, quando este havia resolvido soltá-lo.

Algumas Bíblias “corrigiram” para “filho”.

Ato 3:13 O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus , a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, tendo ele determinado que fosse solto.

17 - O Cristo foi o primogênito, a primeira criatura.

18 - Deus é O Criador, nunca em nenhuma hipótese criatura.

19 - O Cristo é o primogênito dos mortos, logo, não é eterno, nem

incriado.

Colossenses 1:15-18 15 - O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 16 - Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. 17 - E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. 18 - E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.

20 - Segundo o apóstolo inspirado pelo Espírito Santo o Cristo

não ressuscitou por sua força e poder, e sim por um poder maior:

o do Pai.

21 - Se o Pai é maior que Jesus, podem ambos ser “o mesmo”?

1 Pedro 1:21 E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus;

22 - Deus precisa de conforto e amparo?

23

- Sendo Onipotente, não teria forças para suportar o que havia

preparado para si mesmo?

Lucas 22:43 Então apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava. Lucas 22:43

E apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia.

24 - Jesus nitidamente apela a alguém superior a si mesmo.

25 - Se fosse Deus diria: “Eu vos perdoo

”.

E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes.

26 - Deus abandonou a si mesmo?

27 - Como poderia abandoná-lo, sendo ambos o mesmo Deus?

Marcos 15:34 e Mateus 27:46 Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

28 - Jesus se submetia (Deus pode ser submisso?) à mercê de

uma vontade superior à sua.

29 - Se Jesus era Deus, poderia ser inferior a alguém ou alguma

coisa?

30 - Fique claro que ele estava entregando seu espírito, não o

hálito de suas narinas (ou o sopro ou o vento).

Lucas 23:46 E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.

31 - Jesus afirma ter um Deus, não ser Deus.

32 - Não que “sobe” para si mesmo.

João 20:17 Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.

33 - Para o autor, Deus (Yahvéh) e Jesus (o Cristo) não são a

mesma entidade: um é a divindade, o outro um enviado, a quem

foram confiadas importantes tarefas, mas nunca igual ou manifestação da mesma entidade.

Apocalipse 1:1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João;

34 - O autor do último livro do Novo Testamento saúda as sete

Igrejas desejando graças de Deus (Yahvéh, o Eterno, o que era, é, e sempre será) e dos sete espíritos (?) e de Jesus.

35 - Mostrando de forma inequívoca que no entendimento

daquele autor (inspirado pelo Espírito Santo), Deus e Jesus não

são a mesma entidade, um Deus único.

36

“testemunha fiel” da Infinitude Divina.

- Sendo o primeiro, O Criador incriado e o segundo uma

37 - Não é eterno e sim o primeiro (primogênito) dos mortos

(criaturas).

Apocalipse 1:4-5) 4 - João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça a vós e paz da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono; 5 - e da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados,

38 - A profecia (falsa) sobre a vinda do Cristo parece clara: ele

existe desde antiquíssimos tempos, mas não desde sempre. Deus,

Yahvéh, O Criador, existe desde sempre.

Miqueias 5:2 Mas tu, Belém-Efrata, tão pequena entre os clãs de Judá, é de ti que sairá para mim aquele que é chamado a governar Israel. Suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado.

Outras Bíblias:

Miqueias 5:2 Mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos. Miqueias 5:2 Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas (???) são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.

39 - A palavra hebraica Moschiasch (Messias), traduzida para o

grego como Cristhos, significa Ungido. Ungido, é quem recebeu uma unção.

40 - Quem ungiu Jesus senão Yahvéh, o Pai (que não ungiu a Si

próprio, é óbvio)? Logo, o Pai é maior e anterior a Jesus.

41 - Sendo Jesus menor e posterior ao Pai, pode ser Deus?

42 - Jesus é ao mesmo tempo anterior, posterior, maior,

menor e igual ao Pai?

1 João 2:22-23. 22 - Quem é mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse é o Anticristo, que nega o Pai e o Filho. 23 - Todo aquele que

nega o Filho não tem o Pai. Todo aquele que proclama o Filho tem também o Pai.

43 - Deus não pode ser tentado, mas Jesus foi tentado (Mateus 4:1-11; Lucas 4:1-13).

Tiago 1:13 Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.

44 - Como pode não ser da competência de Jesus, se ele é Deus, não podendo ser inferior ou submisso a nada nem ninguém?

Mateus 20:23 Então lhes disse: O meu cálice certamente haveis de beber; mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles para quem está preparado por meu Pai.

“Se” Jesus é Deus, qual base teológica pode sustentar que Deus veio à Terra oferecer a si próprio para pagar pelos pecados dos

homens (que Ele criou e, obviamente, sendo Onisciente sabia que cometeriam)?

1. Muitos profetizaram a vinda de um Messias, Ungido, Salvador ou mensageiro de Deus.

2. Nenhum profeta afirmou que quem viria seria o próprio Deus.

3. A Bíblia diz que Jesus é Deus? NÃO!

4. A Bíblia sustenta o dogma da Santíssima Trindade? NÃO!

Se Jesus não é deus, não pode ser salvador de nada.

Santíssima Trindade? NÃO! Se Jesus não é deus, não pode ser salvador de nada. Tá na

Tá na Bíblia! Jesus NÃO É DEUS.

4 - Quantos “Jesuses” existiram?

Sim caro cristão, Jesus existiu. Eu tenho que admitir. Na verdade, existiram muitos "Jesuses", especialmente no Oriente Médio durante o tempo dos primeiros imperadores romanos. Mas, infelizmente para você, nenhum dos inúmeros “Jesuses” é o Jesus que o Novo Testamento descreve e que você crê e adora com tanto fervor e devoção. É muito provável que você leitor amigo cristão não saiba que o nome "Jesus" vem do arquétipo herói judeu Josué (o sucessor de Moisés), também conhecido como Yeshua ben Nun ("Jesus o pescador"). Dado que o nome Jesus, Yeshua o Yeshu em hebraico, Ioshu em grego, em espanhol Jesus, era originalmente um título que significa "salvador", derivado de "Jeová salva". É bem possível que cada facção da resistência judaica tivesse seu próprio herói com esse apelido. Josefo, historiador judeu do primeiro século menciona nada menos que 19 Yeshua / Jesii diferentes, cerca de metade deles contemporâneos do suposto Cristo. Em seu "Antiguidades Judaicas", dos 28 sacerdotes que serviram desde o reinado de Herodes o Grande, até a queda do Templo, nada menos que quatro eram chamados de Jesus: Jesus ben Phiabi, Jesus ben Sec, Jesus ben Damneus e Jesus Ben Gamaliel. Até Paulo menciona um mago rival, "outro Jesus, que pregava" (2 Coríntios 11:4).

2 Corintios 11 4 - Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis.

1 - A proliferação de antigos “Jesuses” inclui:

Este Jesus, segundo se diz foi autor do Livro de Sirac ou Sirá, (chamado também Eclesiástico ou Sirácida, ou a Sabedoria de Jesus, o filho de Sirac ou Sirá), parte do Velho Testamento Apócrifo. Ben Sirac, escrevendo em grego cerca 180 a.C, juntou a “sabedoria judaica” e os heróis de estilo homérico.

2 - Jesus ben Pandira.

Milagreiro durante o reinado de Alexandre Janeu (106-79 aC), um dos mais cruéis reis Macabeus. Lançou-se imprudentemente uma campanha de profecias sobre fim dos tempos, que ofendeu o rei. Encontrou um fim prematuro pendurado em uma árvore - e às vésperas da Páscoa. Os pesquisadores têm especulado se ele fundou a seita dos essênios.

3 - Jesus ben Ananías.

A partir de 62 dC, este Jesus causou distúrbios em Jerusalém, com um repetido mantra de "piedade para a cidade." Vagamente profetizou: "Uma voz do leste, uma voz do oeste, uma voz dos quatro ventos, uma voz contra Jerusalém e a casa sagrada, uma voz contra os desposados, uma voz contra todo o povo." - Flávio Josefo, Guerras 6.3. Preso e chicoteado pelos romanos, ele foi solto como um louco inofensivo. Morreu durante o cerco de Jerusalém atingido por uma pedra atirada por uma catapulta romana.

4 - Jesus ben Safat.

Durante a revolta de 68 dC que causou estragos na Galiléia, esse Jesus dirigiu aos rebeldes em Tiberíades. Quando a cidade estava caindo sob as legiões de Vespasiano, fugiu para o norte, Taricha no Mar da Galiléia.

A partir de 68/69 dC este Jesus era um líder do “Partido pela Paz” na guerra civil que dilacerou a Judeia. A partir das muralhas de Jerusalém tinha protestado contra os edomitas sitiantes (liderados por "Tiago e João, filhos de Susa). De nada serviu. Quando os edomitas tomaram os muros, foi assassinado e seus restos jogados aos cães e aves carniceiras.

6 - Jesus ben Thebuth.

Um clérigo que, durante a capitulação final da parte alta da cidade em 69 dC, se salvou por entregar os tesouros do templo, que incluíam dois castiçais sagrados, cálices de ouro puro, cortinas e hábitos sagrados dos sacerdotes. O espólio foi destaque no triunfo comemorado por Vespasiano e seu filho Tito.

2 - Mas existiu algum Jesus crucificado?

Certamente que sim. Jesus Ben Stada era um agitador judeu que causou dores de cabeça para os romanos no início do século dois. Ele encontrou seu fim na cidade de Lídia (20 quilômetros de Jerusalém), nas mãos de uma equipe de crucificação romana. E dada a escala em que a repressão romana era aplicada por volta

do cerco de Jerusalém, mais de quinhentos prisioneiros por dia foram crucificados na frente das muralhas da cidade - heróis mortos com o nome de Jesus - seus corpos deviam acumular-se (literalmente ) no solo. Nenhum deles mereceu atenção especial no curso da história.

3 - Com tantos “Jesuses”, não poderia ter um Jesus de

Nazaré?

Por exemplo, pela época em que José e Maria grávida viajaram a Belém para um suposto censo Romano, a Galileia (ao contrário da Judeia) não era uma província romana, de modo que “papai e mamãe” realmente não precisariam fazer esta viagem. Mesmo que a Galileia tivesse pertencido ao império, a história não registra nenhum 'censo universal “ordenado por Augusto (ou qualquer outro imperador) e os impostos romanos estavam baseados nos bens ou propriedades, e não no número de pessoas. Sabemos também que Nazaré não existia antes do século 2. Não é mencionada no Antigo Testamento, nem por Josefo, que travou uma guerra em todo o território da Galiléia (área quase do tamanho da Grande Londres) e ainda assim Josefo lembra os nomes de dezenas de outras populações. “Na verdade, a maioria das acções da ‘Jesus’”, ocorreu em cidades cuja existência também é questionável, em aldeias tão pequenas que só os adeptos cristãos conheciam sua existência ( populações pagãs bem conhecidas com ruínas existentes, nunca foram incluídos no itinerário de Jesus). O que deve alertar-nos contra a fraude é que praticamente todos os eventos da vida de Jesus, já estavam registrados na vida de personagens míticos muito mais antigos.

Quer falemos de seu nascimento miraculoso, sua juventude prodigiosa, milagres e curas surpreendentes - tudo já pertencia a outros deuses, séculos antes de qualquer homem sagrado judaico. Suas expressões favoritas e sábios ensinamentos eram igualmente bem conhecidos, tanto nas escrituras judaicas, como na filosofia neoplatônica, e nos comentários de sábios das escolas estóica e cínica. “Jesus de Nazaré” supostamente viveu durante o período melhor documentado da história da antiguidade, o primeiro século da era cristã - no entanto, não há nenhuma fonte não cristã que menciona o milagreiro trbalhador vindo do céu. Todas as referências - incluindo as inserções notórias em Josefo são provenientes de fontes incondicionalmente adeptas ao cristianismo (e o mesmo Josefo, tão discutido, não era nem nascido na época da alegada crucificação). A terrível verdade é que o Jesus Cristão foi feita a partir de material roubado de outras religiões existentes e reprocessado de acordo com as necessidades da religião nascente. Não foi com um ser humano começou o mito de Jesus. É um homem divinizado, mas um Deus humanizado, que lhe foi dado o nome de Yeshua (Jesus). Aqueles 'Jesuses' verdadeiros, que viveram e morreram dentro de parâmetros normais humanos, podem ter deixado histórias e lendas por trás deles, depois canibalizadas por copistas cristãos como fonte de material para seu próprio herói, mas não foi com nenhum rabino de carne e óssea, trabalhador milagreiro, que a história teve um começo. Pelo contrário, sua gênese ocorreu dentro do plano teológico apenas. É fato notório e comprovado historicamente que o Jesus cristão é um mito totalmente inventado sobre material já existente. Não resta a mais insignificante dúvida quanto a isso. Portanto amigo crente, você adorar Jesus ou o Batman dá no mesmo. O resultado será sempre o mesmo: nenhum.

5 - Proliferação de salvadores fajutos

Há tantos salvadores na história mitológica da humanidade, que após a nossa morte estaremos diante do dilema de escolher entre centenas ou milhares de paraísos para viver eternamente. A suposta passagem desses supostos salvadores pela Terra, não alterou para melhor um átomo no curso da evolução da humanidade, mas no caso específico do cristianismo alterou imensamente para pior, através da generalização da discriminação religiosa, que levou milhões de vidas em nome de fantasias de loucos e, ainda hoje, causa mortes e crimes insanos. Além de uma infinidade de problemas de toda ordem “por motivos de fé”.

e de problemas de toda ordem “por motivos de fé”. Quetzalcoatl, o cristo mexicano carregando sua

Quetzalcoatl, o cristo mexicano carregando sua cruz, 500 anos antes de Jesus Cristo.

Os dezesseis salvadores crucificados

Adaptado do capítulo XVI do livro The World's Sixteen Crucified Saviors, de Kersey Graves [1875]

Sixteen Crucified Saviors , de Kersey Graves [1875] Esquerda: Crucificado irlandês pré-cristão de origem
Sixteen Crucified Saviors , de Kersey Graves [1875] Esquerda: Crucificado irlandês pré-cristão de origem

Esquerda: Crucificado irlandês pré-cristão de origem asiática. Direita: Um crucificado egípcio: a imagem, encontrada em um antigo templo em Kalabche, tal como a irlandesa, é muito anterior à Era Cristã. A crença na crucificação de Jesus Cristo é um dogma central da Igreja Católica Apostólica Romana e de outras igrejas cristãs [Ortodoxa, Evangélicas]. É uma crença imperativa: está no texto do Credo, a oração que é a declaração de fé dos cristãos seguidores do Vaticano. A crucificação em si é um ponto tão indiscutível quanto à ressurreição. No entanto, há controvérsias; muitos estudiosos põem em dúvida a veracidade histórica da crucificação. Um dos argumentos mais fortes é falta de documentação histórica sobre um fato que, do ponto de vista contemporâneo, deveria, na época, ter sido, de algum modo registrado, fosse por relato de historiadores, que são mínimos e

altamente suspeitos de manipulação por parte da igreja; fosse por registros processuais da burocracia romana. As poucas referências a Jesus, seus seguidores e sua crucificação, são consideradas suspeitas pelos analistas mais céticos. Entre os

poucos textos antigos existe um trecho, sempre citado, atribuído ao historiador Flavio Josefo e, mesmo este, tem sua originalidade posta em dúvida. Outro argumento dos que questionam a veracidade da crucificação e até mesmo a existência do próprio Jesus é o fato do argumento, noético-religioso, ser recorrente na cultura de muitos povos. O crucificado perseguido e/ou injustiçado

que voluntariamente se submete ao sacrifício da própria vida pela

salvação do mundo, este crucificado é o personagem misterioso de uma história que tem sido contada muito antes da Via Crucis

ter sido “percorrida” na Judeia. Neste texto, baseado no capitulo

XVI do livro de The World's Sixteen Crucified Saviors de Kersey

Graves [1875], o autor relaciona 16 casos histórico-mitológicos de crucificados salvadores do mundo. É

um fato conhecido dos estudiosos, mas geralmente, desconhecido do público em geral, em cada contexto cultural, de cada país, de cada religião. As religiões locais não fazem nenhuma questão de falar dos salvadores de outros povos, exceto por intolerância e discriminação, sempre taxados automaticamente de falsos, senão como o próprio diabo. No caso do cristianismo católico [do Vaticano], o dogma da crucificação como um sacrifício inédito e exclusivo de Jesus, foi enfatizado desde os primórdios da Igreja, nas epistolas de São Paulo, o falso apóstolo. Tem sido característica de todas as religiões, especialmente as grandes religiões, a estratégia de persuasão através do medo [da punição divina pelos erros, pecados] e da imposição de dogmas inquestionáveis, dogmas que, por sua imperatividade, ou mesmo

por causa dela, contêm algo de mágico. Acreditar no dogma de uma religião significa rejeitar os dogmas de todas as outras religiões e os líderes das grandes religiões sempre se empenharam em destruir ou ocultar quaisquer evidências, referências, conhecimento ou ensinamento relacionados a outras religiões. Porque o atributo da Divindade Suprema deveria ser uma espécie de exclusividade, de ineditismo histórico e de ser [ontológico].

O Cristianismo não fugiu a regra, ao contrário. Os primeiros discípulos da religião nascente ocuparam-se em destruir monumentos representativos da crucificação de deuses orientais, pagãos, muito anteriores ao messias judeu. Por isso a insistência do apóstolo Paulo em proclamar o credo em somente um, somente aquele, Jesus crucificado (talvez inventado por ele, ou melhor, pelos que escreveram em seu nome). Entretanto, a memória histórica foi preservada muito antes e muito além dos muros de Roma ou Jerusalém. Para os hindus, o crucificado é Krishna, oitavo avatar de Vishnu, pessoa da Trindade dos brâmanes. Entre os persas, o crucificado é Mitra, o Mediador. Os mexicanos esperam, fervorosamente, o retorno do seu crucificado Quetzocoalt. Entre os caucasianos [no Cáucaso], o povo canta para o Divino Intercessor, que voluntariamente ofereceu a si mesmo em uma cruz para resgatar os pecados da Raça caída. Ao que tudo indica, muitas vezes, em diferentes épocas e lugares, o Filho de Deus, veio ao mundo, nascido de uma virgem e morreu, em uma cruz, pela salvação do Homem. O indiano Krishna é um dos mais antigos destes “crucificados”.

1 - A “crucificação” de Krishna, Índia - 1.200 AEC

Krishna pode ser considerado o mais importante e o mais exaltado personagem entre os Deuses Salvadores da Humanidade que se submeteram a uma existência em condição humana, sujeitos ao sofrimento e à morte em sacrifício que resgata, anula, os pecados dos Homens. Enquanto outros Filhos de Deus encarnados tinham sua divindade limitada pela condição humana, Krishna, de acordo com as escrituras hindus, compreendia, em si mesmo, a totalidade de Ser Deus.

As evidências da crucificação de Krishna são tão conclusivas quanto de outros Salvadores, ou seja, têm seus indicativos históricos, documentais, porém, considerados inconclusivos, mantém a saga da Cruz envolta em uma inevitável aura de lenda, fábula, MENTIRA E MANIPULAÇÃO. Moore, um escritor e viajante inglês, produziu uma vasta coleção de desenhos/pinturas representativos de esculturas e monumentos hindus, que juntos são denominados o Panteão Hindu. Uma das peças do acervo mostra uma divindade crucificada, suspensa em uma cruz; é o Deus-Filho de Deus Crucificado Hindu, "Nosso Senhor e Salvador" Krishna. Krishna crucificado tem os pés fixados no madeiro com pregos, inseridos na do mesmo modo como, relatado nos Evangelhos cristãos, aconteceu com Jesus. Existem várias representações deste Krishna crucificado [British Museum] e pouco comentado no ocidente. Ele aparece na mesma posição de Jesus e não raro é contemplado com um halo de glória que vem do céu. Em algumas figuras, aparecem somente as mãos

cravadas. Em outras, somente os pés. No peito, em algumas destas imagens, destaca-se o coração do mesmo jeito que é feito nas imagens cristãs e, como outros ornamentos simbólicos, são evocados a pomba e a serpente, que também são emblemas cristãos relacionados à divindade [a pomba o Espírito Santo; a serpente, símbolo complexo da Sabedoria, pode significar a tentação do conhecimento].

1 - Vida, Caráter, Religião e Milagres de Krishna

A história de Krishna-Zeus (porque Krishna também é chamado assim, ou Jeseus, como preferem alguns escritores) está contida, principalmente, no Bagavat Gita (Canto do Senhor), no livro da epopeia Mahabaratha. Este livro, o Bagavat, na Índia, é considerado de inspiração divina, tal como o Bíblia católica. Os sábios hindus afirmam que o Bagavat tem seis mil anos de idade. Como Jesus, Krishna teve origem humilde, (cresceu entre pastores de vacas) e foi perseguido por inimigos injustos. Entretanto, Krishna parece ter tido mais sucesso na propagação de sua doutrina; foi prestigiado por milhares de seguidores. Realizava milagres: curou leprosos, surdos e mudos, ressuscitou mortos; protegeu os fracos, consolou os tristes, elevou os oprimidos, expulsou e matou demônios. Em seu discurso, o Messias hindu dizia que não pretendia destruir a antiga religião; antes, devia purificá-la e pregar a doutrina restaurada.

Muitos dos preceitos doutrinários de Krishna reforçam a identidade entre o Filho de Deus hindu e o Messias cristão nascido na Judéia. Abaixo, alguns destes ensinamentos não

deixam dúvida: ou Krishna era cristão, ou Jesus era krishnaísta ou ambos são uma única e mesma manifestação do Filho de Deus. São alguns dos ensinamentos de Krishna:

1. Aquele que não controla suas paixões não pode agir apropriadamente perante os outros.

2. O males infligidos aos outros seguem-nos, tal como sobras seguindo nossos corpos.

3. Os humildes são os amados de Deus.

4. A virtude sustenta o Espírito assim como os músculos sustentam o corpo.

5. Quando um pobre bater à sua porta atenda-o, procure fornecer o que ele precisa, porque os pobres são os escolhidos de Deus. (ATENÇÃO: No tempo de Krishna

não havia tantos "pobres" golpistas [!] adaptemos )

Meditemos e

6. Estenda a mão aos desafortunados.

7. Não olhe a mulher com desejos impuros.

8. Evite a inveja, a cobiça, falsidade, mentira, traição, impostura, a blasfêmia, a calúnia e os desejos sexuais.

9. Sobre todas as coisas, cultive o amor ao próximo.

10.Quando você morre, deixa para trás e para sempre a riqueza mundana da sua personalidade limitada; mas suas virtudes e seus vícios seguem

* A lista de preceitos krishnaístas semelhantes à doutrina cristã, especialmente como foi exposta no Sermão da Montanha, alonga-se em 51 tópicos.

2 - Matsya

2 - Matsya Matsya (em sânscrito मतस् य् , peixe) é o primeiro Avatar de Vishnu.

Matsya (em sânscrito मतस् य् , peixe) é o primeiro Avatar de Vishnu.

Nessa encarnação, Vishnu assume o aspecto de um peixe. As escrituras nos contam que antes do universo ser criado, os quatro Vedas se encontravam perdidos no fundo do oceano, e eles eram necessários para que Brahma pudesse criar o universo, pois neles estava o conhecimento necessário para isso. E Vishnu era o único

responsável de realizar tal tarefa. Quando Brahma dormia, o Asura Hayagriva quis tomar vantagem da circunstância e roubar dele os Vedas. Mas Vishnu pegou ele no ato, e tomou a forma de um peixe (Matsya) para trazer os Vedas à superfície antes que o Demônio pudesse pegá-los. Como a noite de Brahma estava prestes a chegar, era necessário pegar todas as plantas, sementes, ervas e animais para que eles pudessem continuar existindo na próxima criação. Matsya então disse ao Sábio "Satyavrata" para coletar tudo o que fosse necessário. No começo da noite de Brahma, Vishnu derrotou o demônio Hayagriva e devolveu os Vedas à Brahma. Depois um barco pegou o Sábio, os vegetais e os animais e os levou pelas águas até que o novo universo fosse criado. Assim Matsya salvou a espécie humana da destruição.

2 - A “crucificação” do Buda Sakyamuni - 600 AEC.

Buda, não é um nome próprio. Significa "Iluminado". Buda Sakyamuni é um dos Iluminados que viveram na Índia (e possivelmente, um entre os Iluminados que têm vivido no mundo). Sakyamuni, este sim, é um nome de família que serve para identificar este Buda específico, que viveu nos anos 600 AEC e que é o mundialmente mais famoso dos Budas, entre Budas indianos e chineses. A biografia do Buda Sakyamuni é razoavelmente bem documentada, mas sua crucificação é uma das mais desconhecidas entre as versões sobre a morte deste Mestre. Porém, existe. O Buda Sakyamuni teria sido condenado pelo ato simples de ter colhido uma flor de um jardim. Mais uma vez, a punição injusta e, novamente, "crucificado", em uma árvore cuja forma remete à cruz, é explicada como um resgate dos erros

humanos que somente o próprio deus encarnado poderia oferecer. Ele sofre a punição no lugar nos homens, cumpre seu destino, conforme uma de suas biografias:

“Por misericórdia, ele deixou o Paraíso e desceu à Terra porque estava cheio de compaixão pelos pecados e misérias da raça humana. Ele veio para conduzir os homens por melhores caminhos e tomou seus sofrimentos em si mesmo, pagou por seus crimes e salvou o mundo que, de outra forma, na verdade, não poderia salvar-se por si mesmo”. [Prog. Rel. Ideas, vol. i. p. 86.]

O Buda Sakyamuni também desceu ao Inferno e lá ficou durante três dias, ainda redimindo os pecadores, até a sua ressurreição, no terceiro dia. Depois da ressurreição e antes de ascender aos céus (porque nesta versão o Buda não morre, mas retorna ao reino de Deus, a Terra Búdica ou Terra Pura dos orientais), durante este tempo, o mestre Sakyamuni ainda transmitiu ao mundo preciosos ensinamentos no sentido da elevação do espírito humano.

Segundo um escritor:

“O objeto de sua missão era instruir os que se tinham desviado do Caminho e expiar os pecados dos mortais através de seu sofrimento pessoal. Deste modo, alcançaria, para toda a Humanidade, entrada no Paraíso. Ensinou que todos deveriam seguir seus preceitos e orar em seu nome. Seus seguidores se referiam a ele como o Deus de toda da Eternidade e chamavam-no Salvador do Mundo, Senhor de Misericórdia, o Benevolente, Dispensador da Graça, Fonte de Vida, Luz do Mundo, Luz da Verdade".

“Sua mãe (Maya), era pura, pia e devota; jamais teve qualquer pensamento impuro, jamais foi impura em suas palavras e ações. Ela era muito estimada por suas virtudes. (Na composição desta figura mitológica a mãe de Buda Sakyamuni é representada sempre acompanhada por uma comitiva de donzelas). As árvores inclinavam-se à sua passagem, em meio à floresta; as flores se abriam a cada passo da Mãe de Deus e todos a saudavam como Virgem Santa, Rainha dos Céus” (é absolutamente dispensável comentar a semelhança entre as Escrituras hindus e as Escrituras Judaico-Cristãs, até porque as semelhanças não se limitam à figura de Jesus).

Contam as lendas que quando nasceu, o pequeno Sidarta Gautama (futuro Buda Sakyamuni), pôs-se de pé e proclamou: "Eu colocarei um fim aos sofrimentos e dores do mundo". Imediatamente, uma luz brilhou em torno do jovem Messias. O Buda Sakyamuni passou muito tempo em retiro, isolado, e tal como Cristo tentado 40 dias no deserto, também o Iluminado da Índia foi tentado pelo demônio, que lhe ofereceu todas as riquezas, (prazeres) e honras do mundo.

Como mestre Iluminado, aos 28 anos, começou a pregar seu evangelho (difundir sua mensagem) e a curar os

doentes. Está escrito que"

surdos ouviam, os mudos falavam, os aleijados dançavam, os loucos ficavam sãos; e as pessoas diziam "Ele é a

proclamou "Minha lei é a Lei da

Graça para todos". Sua religião não conhecia raça, sexo, casta nem clero.

encarnação de

cegos enxergavam, os

os

Ele

O budismo, "fala de igualdade entre os homens, da irmandade que reúne toda a raça humana" (Max Muller). "Todos os homens, sem distinção de classe social, nascimento ou nação, todos, de acordo com o budismo, partilham do mesmo sofrimento neste vale de lágrimas e todos devem partilhar os sentimentos de amor, autodomínio, paciência, compaixão, misericórdia" (Dunkar).

Klaproth, (um professor alemão de línguas orientais), diz que o budismo é uma religião orientada para o enobrecimento da raça humana. "É difícil compreender como homens que não foram contemplados pela Revelação puderam alcançar conceitos tão elevados e chegar tão perto da verdade" (M. Leboulay).

Dunkar diz que esse deus oriental "fala de autonegação, castidade, temperança, controle das paixões, tolerância à injustiça e aceitação da morte sem ódio pelos inimigos, solidariedade para o infortúnio alheio e indiferença ao próprio infortúnio". O missionário Spense Hardy escreveu sobre o budismo: "Existem preceitos especiais contra todo o vício, a hipocrisia, ira, orgulho, cobiça, avareza, maledicência e crueldade com animais. Entre as virtudes recomendadas, destacam-se o respeito aos pais, o cuidado com as crianças, a submissão à autoridade e às provações da vida, a gratidão, a moderação em todas as coisas, a capacidade de perdoar e não responder ao mal com o mal".

3 - Thamuz, da Síria 1.160 AEC

A história deste Salvador está dispersa em fragmentos de vários

escritores. Uma versão completa deste personagem é, provavelmente, o relato de Ctesias (400 AEC), autor de Persika. Também foi crucificado como sacrifício pela expiação dos pecados dos homens. Parkhurst, autor cristão, refere-se a Thamuz como um precedente ao advento de Cristo. Sobre este Salvador, diz um texto grego: "Tenham fé, vocês, santos, seu Senhor está restaurado; Tenham fé na elevação do Senhor; e pelas dores que Thamuz sofreu nossa salvação foi alcançada". O Thammuz (*) histórico-mitológico está relacionado entre os deuses sumério- babilônicos regentes do mundo vegetal. Foi parceiro de Ishtar ou Astarté. Segundo a tradição, ele retornou da morte e morre novamente, a cada ano (ENCYCLOPEDIA). Representa o apogeu e

a decadência da vida terrena em seus ciclos naturais. Seu culto

floresceu não somente na Mesopotâmia, mas também na Síria, Fenícia, Palestina. Thammuz é identificado com o egípcio Osíris e

o grego Adônis (HUTCHINSON ENCYCLOPEDIA). Pesquisadores

traçaram uma genealogia de Thammuz; ela está na Bíblia: Noé gerou Ham; Ham gerou Cuch; Cush, legendário fundador do Reino de Babilônia, gerou Nimrod. A partir daí a história ganha ares de primórdios da civilização. Depois da morte do pai, Cush, Nimrod, teria desposado a própria mãe, Semíramis, uma descendente daqueles que sobreviveram ao dilúvio. Uma vela para Baal:

Casado com a mãe, Nimrod tornou-se um rei poderoso. Semelhante a Osiris, Nimrod foi assassinado e seu corpo, cujas partes retalhadas foram dispersas por todo o reino, foram novamente reunidas pela rainha Semíramis. Somente uma parte

não foi resgatada: o pênis. A rainha declarou que o rei não mais retornaria ao convívio dos mortais, pois havia ascendido à sua

morada celestial, o Sol, daí em diante seria chamado Baal, o deus- Sol. Semíramis proclamou que Baal estaria presente na terra na forma de chama, de toda chama acesa pelos seus devotos, fosse uma lâmpada, fosse uma vela. Thammuz: Thammuz foi o filho que Semíramis deu à luz depois da morte de Nimrod. Uma versão diz que a concepção foi imaculada; outra, que foi fruto do incesto da rainha com rei e filho Nimrod. De todo modo, a rainha declarou que Thammuz era a reencarnação de Nimrod e que ali estava o Salvador. Porém, logo se estabeleceu um culto à rainha, ela era a Mãe de Deus. A personagem Thammuz, misteriosa e persistente, atravessou tempo e fronteiras. Na Síria, em torno do ano 1160 AEC, viveu um Thammuz que foi crucificado. Sua identidade se perdeu na bruma das Eras, porém, tudo indica que foi um grande mestre, conforme os poucos testemunhos escritos, como o tratado de Julius Firmicius, Errore Profanarum Religionum (350 AEC.), onde é mencionado um Deus que "ressuscitou para a salvação do mundo". Thammuz e os peixes: a palavra Tammuz é considerada composição de duas outras: TAM, significando PERFEITO; e MUZ, relativo a fogo/luz. Portanto LUZ PERFEITA ou LUZ DE PERFEIÇÃO. Muitos escritores antigos encontraram conexão entre Tammuz e o arcaico Bacchus Ichthys, ou seja, Baco Pescador. É uma relação curiosa com o cenário dos evangelhos cristãos onde Cristo escolhe seus primeiros apóstolos entre pescadores, onde se refere a Pedro como Pescador de Homens e realiza milagres como a pesca abundante e a multiplicação dos peixes.

4 - Wittoba - Índia, 552 AEC.

Vithoba, Ballaji ou, ainda, Vitthal é outra das encarnações de Vishnu. Frequentemente identificado com Krshna, controverso, não se sabe ao

se

antecedeu Krishna ou se veio ao mundo depois de Krishna. Na obra Hindu Pantheon, de Moor, podem ser vistas representações de Wittoba com os pés e as mãos marcados pelos cravos e o peito ornado com um coração, figura semelhante às de Jesus onde aparece o sagrado coração. Esse avatar (Wittoba) possui um templo esplêndido em sua honra situado em Punderpoor, com mais de mil anos de idade, visitado por milhões de peregrinos (TRUTH BE KNOWN).

em Punderpoor , com mais de mil anos de idade, visitado por milhões de peregrinos (

certo

O texto de Kersey Graves menciona um relato histórico sobre a crucificação desse avatar; segundo

O texto de Kersey Graves menciona um relato histórico sobre a crucificação desse avatar; segundo Higgins: "Ele é representado com as chagas dos pregos nas mãos e nas solas dos pés. Os cravos ou pregos, mas também martelos, tenazes (pinças) aparecem frequentemente em seu crucifixo e são objetos de adoração entre seus seguidores. De acordo com a Wikipedia, Vithoba é a forma coloquial de Vitthala, uma das manifestações de Vishnu [Krishna]. Vithoba de Pandharpur é, tradicionalmente, uma das mais importantes divindades nos estados indianos de Maharashtra, Karnataka e Andhra Pradesh onde reúne milhões de devotos.

5 Iao - Nepal, 622 AEC.

Sobre a crucificação deste antigo Salvador um relato específico

foi crucificado em uma árvore, no Nepal". O

nome deste deus encarnado do Salvador do Oriente aparece frequentemente em livros sagrados de outras nações. Alguns supõem que Iao (pronunciado com Jao) é a raiz do nome do deus dos judeus, Jehovah.

atesta que "

ele

6 - Esus - O Druida Celta, 834 AEC.

atesta que " ele 6 - Esus - O Druida Celta, 834 AEC. Godfrey Higgins (1772-1833)

Godfrey Higgins (1772-1833) informa que os druidas celtas representam o deus Hesus sendo crucificado ladeado por um cordeiro e um elefante. Esta representação é anterior à Era Cristã. Na simbologia, o elefante (imagem que, de alguma forma deve ter sido importada da Ásia) corresponde à magnitude dos pecados humanos enquanto o cordeiro, de natureza inocente, é a inocência da vítima oferecida a Deus em sacrifício propiciatório. É o "Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo".

Esus, no Pilar dos Barqueiros

* Conta a tradição que Hesus, um druida celta, foi o introdutor da

religião e da cultura na Britânia. O relato mitológico informa que Hesus foi crucificado em um carvalho, a árvore da vida, mas seu espírito sobreviveu e o período de sua glória depois da morte foi chamado de Idade do Ouro. Tal como Jesus, Hesus é Filho de Deus

e nasceu de uma virgem chamada Mayence, no século IX AEC

Mayence é representada envolta em luz e usando uma coroa de doze estrelas e tendo aos pés uma serpente. (Audrey Fletcher,

1999)

7 - Quetzalcóatl - A Serpente Emplumada do México, 587

AEC.

A autoridade histórica em relação à crucificação deste deus

mexicano (cultura asteca, tolteca e maia), sua execução sobre uma cruz como sacrifício propiciatório para a remissão dos pecados da raça humana, é um fato explícito, inequívoco, indelével. A evidência é tangível, gravada em aço, em placas de metal. Uma dessas placas tem a representação de Quetzalcóatl

(cujo nome significa Serpente Emplumada) sendo crucificado em

uma montanha; outra o mostra crucificado no céu. O deus mexicano foi pregado em uma cruz. Mexican Antiquities, (vol. VI,

p 166) diz: "Quetzalcóatl está representado em ilustrações do

Codex Borgia pregado na cruz." Algumas vezes, dois ladrões aparecem, crucificados, um de cada lado. Esse Salvador crucificado mexicano, tal como outros personagens histórico- mitológicos, é muito anterior à Era Cristã. No Codex Borgia, o relato vai além da crucificação; ali estão registrados todos os eventos notáveis da biografia da Serpente Emplumada: a morte, o sepultamento, a descida ao Inferno e a ressurreição no terceiro

dia. Outra obra, o Codex Vaticanus B, contém a história de seu nascimento imaculado, concebido por sua virgem mãe chamada Chimalman.

concebido por sua virgem mãe chamada Chimalman . Quetzalcóatl carregando sua cruz. Quetzalcóatl

Quetzalcóatl carregando sua cruz.

chamada Chimalman . Quetzalcóatl carregando sua cruz. Quetzalcóatl crucificado. A trajetória de Quetzalcóatl

Quetzalcóatl crucificado.

A trajetória de Quetzalcóatl tem outras similitudes com a vida de Jesus, o Cristo do Oriente Médio: os quarenta dias no deserto, o jejum e a tentação, sua purificação no templo, o batismo e a regeneração pela água, sua capacidade de perdoar os pecados humanos, a unção com os óleos/unguentos aromáticos pouco antes da crucificação etc. "todas estas coisas e muitas outras mais encontradas nos relatos sagrados sobre esse deus mexicano são mais que curiosas, são misteriosas" (Lord Kingsborough, escritor cristão).

8 Quirinus - O Salvador Crucificado Romano, 506 AEC

A crucificação deste Salvador romano é brevemente noticiada por Higgins e também apresenta muitos paralelos com a biografia do Salvador judeu, não apenas as circunstâncias relacionadas à crucificação, mas também outras passagens de sua vida.

Como Jesus, Quirinus:

1) Foi concebido por uma virgem; 2) Foi perseguido pelo rei da época e do lugar; 3) Era de sangue real e sua mãe, era irmã do rei [aqui, coincide com a história de Krishna]; 4) Foi injustamente condenado à morte e crucificado; 5) Quando morreu, toda a Terra foi envolta na escuridão, tal como ocorreu na morte de Jesus, Krishna e Prometeu.

O deus Quirinus é uma figura que emerge da mitologia em torno da fundação da cidade de Roma e de seus fundadores, os gêmeos Rômulo e Remo. Os irmãos nasceram de Reia Silvia, uma virgem, princesa tornada vestal pelo irmão, o rei Amulius, que temia a

disputa pelo trono. Reia Silvia foi fecundada por um deus, Marte. Quando nasceram, Rômulo e Remo, sequestrados pelo rei, foram abandonados para morrer, em uma cesta, ao sabor das águas do rio Tibre [semelhante à história de Moisés]. Segundo a lenda foram resgatados por uma loba que os amamentou e criou com a

matilha até que foram acolhidos por pastores. Adultos, desentenderam-se na fundação de Roma. As narrativas são confusas, mas Rômulo (771 AEC. 717 AEC.) passou à história como assassino do próprio irmão e fundador definitivo e primeiro rei de Roma. Mais tarde, Rômulo teria morrido de morte injusta, talvez, crucificado; ressuscitado, subiu aos céus e foi divinizado no imaginário popular como Quirinus. A festa dedicada a Quirinus, a Quirinália é no dia 17 de fevereiro.

9 - Prometeu Acorrentado

ou Crucificado? 547 AEC.

Prometeu é um personagem da mitologia grega. Era um Titã, gigante, portanto. Ele roubou o fogo dos deuses e transmitiu os segredos da chama aos homens. Sua punição foi ser acorrentado no Cáucaso submisso à tortura de ter seu fígado devorado por uma águia. O fígado se reconstitui e a águia volta a atacar o herói, assim eternamente. Foi resgatado deste suplício pelo semideus, filho de Zeus, Héracles ou Hércules. Registros de um Prometeu crucificado (e não acorrentado) no Cáucaso (cordilheira, montanhas situadas na Eurásia, fronteira Europa/Ásia, entre os mares Negro e Cáspio) são fornecidos por Sêneca, Hesíodo e outros escritores. Segundo estes relatos Prometeu teve os braços abertos pregados numa trave de madeira para cumprir seu sacrifício. A versão mais popular atualmente, fala de um Prometeu acorrentado a uma rocha por 30 anos, é considerada por Higgins como uma fraude cristã. Escreve Higgins: "Eu tenho a referência dos registros que falam de Prometeu pregado a um madeiro, com cravos e martelo”. Outro escritor, Southwell, complementa: "Ele expôs a si mesmo à ira de Deus para salvar a raça humana". No Lempiere's Classical Dictionary, no Anacalypsis, de Higgins e em

outras obras podem ser encontradas as seguintes particularidades sobre os momentos finais, a morte, de Prometeu: Toda a Natureza entrou em convulsão. A Terra tremeu, as rochas se abriram, as sepulturas se abriram e todo o Universo pareceu dissolver-se quando "Nosso Senhor e Salvador", Prometeu, ascendeu em Espírito. Southwell reafirma: "A causa de seu sofrimento foi seu amor pela humanidade". Em sua obra Syntagma, Taylor comenta que toda a história de Prometeu, crucificação, morte, sepultamento e ressurreição era encenada em Atenas cinco séculos antes do advento do Cristo judeu, o que prova a antiguidade do mito.

10 - Thulis do Egito - 1.700 AEC.

Sobre este Salvador egípcio, também chamado Zulius, escreve *Mr.Wilkinson: "Sua história é curiosamente ilustrada em esculturas de 1.700 anos AEC que são encontradas em pequenas câmaras situadas a oeste do adytum dos templos, uma área restrita”.

Matéria Hieroglyphica, John Gardner Wilkinson

The Topography of Thebes and General View of Egypt, John Gardner Wilkinson, Londres, 1835 (6 volumes)

* As anotações de Wilkinson estão agora na Biblioteca Bodleiana, Oxford, e formam um recurso inestimável para muitos dos mais recentes mapeados e gravados monumentos egípcios (datando de 1821-1856, antes das multidões de turistas e colecionadores sem escrúpulos roubar e destruir muitas das raridades insubstituíveis do Antigo Egito). Muito dos lugares que Wilkinson registrou foram

posteriormente danificados ou perdidos por completo tornado todo o trabalho de Wilkinson de suma importância.

Em sua sepultura figuram 28 flores de lótus representativas do número de anos que Thulis viveu sobre a Terra. Depois de sofrer morte violenta, ele foi sepultado, ressuscitou e subiu aos céus tornando-se o juiz dos mortos ou das almas no Além. Wilkinson acrescenta que Thulis veio do céu trazendo a Graça e a Verdade em benefício da raça humana.

"A história deste Tulis, dado por Suidas (*), é muito marcante", diz Higgins. Ele cita Suidas:

"Thulis reinou sobre todo o Egito, e seu império se estendia até mesmo sobre o oceano. Ele deu seu nome a uma das suas ilhas (Ultima Thule)”.

"Mas a parte mais notável da história", diz Higgins "é que a palavra Tulis significa crucificado”.

Além disso, diz Higgins:

"Aqui no país dos africanos - no Egito, temos novamente o crucificado do Apocalipse. Thlui ou Tula é o nome dado pelos judeus a Jesus Cristo, ou seja, o crucificado".

William Henry:

“Jesus, o crucificado, significa Jesus de Tula? Eu percebo que a declaração Higgins pode soar como um choque para alguns. Irão dizer que eu estou conectando palavras e histórias não relacionadas. Acho que não. Eu dei a base para fazê-lo, e estabeleceram Tula como a fonte de todo

mito e religião. Então por que não os mitos de Jesus também? O mais fascinante: a palavra do Antigo Testamento para "virgem" era "bethula”. Literalmente significa “casa” beth ou "receptáculo" de Tula”.

11 - Indra do Tibet - 725 AEC.

Indra (Sânscrito) - Deus do firmamento, rei dos deuses. Uma divinidade védica. Indra significa: chefe, senhor, soberano, etc. Sua arma é o raio, que empunha com sua direita; governa o tempo e manda a chuva. Gerou místicamente a Arjuna, que era filho de Pându e Prithâ ou Kuntî, por outro nome. Porém, propriamente, Pându só era o pai putativo de Arjuna (como José era o de Jesus), já que ele foi místicamente engendrado pelo deus Indra (como Jesus foi por Deus).Um relato da crucificação do Deus e Salvador Indra pode ser encontrado em *Georgi, Thibetanum Alphabetum, p 230. A história foi registrada em lâminas nas quais está representada a saga deste Salvador tibetano. À semelhança dos outros, também foi "pregado na cruz". Possui cinco chagas, cinco perfurações. A antiguidade deste mito é indiscutível.

Augustine Anthony GIORGI um eclesiástico italiano que nasceu em St Maur, na diocese de Rimini em 1711 e morreu em 04 de Maio de 1797 deixando: Alphabetum Thibetanum”, 1761, enriquecido com dissertações valiosas sobre a história da mitologia, geografia e relíquias do Tibete, onde ele explica com grande habilidade os famosos manuscritos encontrados em 1721, perto do mar Cáspio por algumas tropas russas e enviados por Pedro I a M. Bignon) “Fragmentum Evangeli S. Joannis Greco-Copto Thebaicum

seculi quarti” e “Roma”, 1789, além de cartas e dissertações sobre a crítica oriental e antiguidades.

Acontecimentos maravilhosos caracterizam o nascimento do Divino Redentor. Sua mãe, virgem, era de etnia negra assim como ele próprio. Também Indra veio do céu por compaixão e para o céu retornou depois de sua crucificação. Durante sua passagem na Terra, cultivou rigoroso celibato porque a castidade, segundo o mestre, é essencial para alcançar e manter a verdadeira santidade. Pregou o amor, a ternura para com todos os seres vivos.

Ele andava sobre a água e levitava, mantinha-se suspenso no ar; podia prever eventos futuros com grande precisão. Praticava a mais devota contemplação, submetia-se a uma severa disciplina do corpo e da mente, subjugando, deste modo, as paixões, os desejos (segundo o budismo e também o cristianismo, fonte de toda a infelicidade humana). Indra foi adorado como o Deus que sempre existiu e existe por toda a eternidade e seus seguidores foram chamados Mestres Celestiais.

12 - Alceste (de Eurípedes): Uma mulher crucificada? - 600

AEC.

O

English Classical Journal (vol. XXXVII) publicou o relato curioso

e

raro de uma deusa crucificada: Alceste. De origem grega, sua

descoberta é uma novidade na história das religiões e, possivelmente, é o único caso de divindade feminina que resgatou os pecados do mundo morrendo na cruz. Sua doutrina inclui o conceito da Santíssima ou Divina Trindade. *Entretanto, a

tradição desta figura como divindade e sua "crucificação", é duvidosa senão, forçada. Na lenda mais conhecida (podem existir muitas outras), Alcestos ou Alceste, uma princesa, oferece a própria vida para prolongar a vida do marido. Perséfone, rainha do Hades, mundo dos mortos grego, comovida com sacrifício da

esposa, concede que ressuscite mais bela do que nunca do trad.)

(*nota

13 - Atis da Frígia - 1.170 AEC.

Este Messias, citado no Anacalypsis, (vol 2) de Higgins, também oferece o sacrifício da própria vida em resgate dos pecados da Humanidade. A frase em latim “suspensus lingo”, encontrada no relato de sua saga, indica a forma como morreu: suspenso em uma árvore, crucificado. *Atis também ressuscitou.

14 - Crites da Caldeia - 1.200 AEC.

Nos textos sagrados dos caldeus (Mesopotâmia) existe o relato sobre o Deus Crite, também chamado de Redentor, o "sempre abençoado Filho de Deus", Salvador da Raça, "Aquele que oferece a si mesmo em expiação dos pecados" único sacrifício capaz de aplacar a ira de Deus; e quando Ele morreu, céu e terra foram sacudidos em violentas convulsões.

15 - Bali de Orissa - 725 AEC.

Orissa é um estado indiano situado na costa leste daquele país. Também ali é contada
Orissa
é
um estado
indiano
situado na
costa leste
daquele
país.
Também
ali
é
contada
a
história de
um
Deus
crucificado, conhecido por muitos nomes, sendo um deles, Bali,
que significa "Segundo Senhor", em referência a segunda
pessoa ou segundo membro da uma Trindade* que constitui o
Deus Único. Em Anacalypsis, Higgins informa que monumentos
muito antigos, representativos deste Deus crucificado podem
ser encontrados entre as ruínas da magnífica cidade de
Mahabalipuram.

16 - Mitra da Pérsia - 600 AEC.

Este deus persa morreu na cruz para expiar os pecados humanos. A tradição estabelece o dia do nascimento de Mitra em 25 de dezembro. Foi crucificado em uma árvore. O relato, evidentemente, remete a Cristo e a Krishna.

17 - A lista não acaba em 16 personagens.

17 - A lista não acaba em 16 personagens. Existem ainda outros casos: Devatat do Sião,

Existem ainda outros casos:

Devatat do Sião, Ixion de Roma, Apolônio de Thiana da Capadócia, também morreram em circunstâncias messiânicas. Ixion, em 400 AEC, foi morto sobre uma roda que, enfim, simbolizou o mundo. Ele sofreu as aflições do mundo, pagou pelos pecados da Humanidade suspenso "em cruz" e por isso foi chamado espírito crucificado do mundo.

Cena da vida de Íxion Tântalo, Sísifo e Íxion em seus respectivos castigos. Íxion preso
Cena da vida de
Íxion
Tântalo, Sísifo e Íxion em seus
respectivos castigos.
Íxion preso na
roda.

Apolônio de Tiana

Tiana, Capadócia - 13 de Março de 2 AEC. Éfeso, 98 EC. - É outro caso de Salvador crucificado cuja biografia a literatura e os historiadores cristãos ignoraram ou censuraram justamente por causa da semelhança de suas vidas e mortes com a vida e morte do Cristo Jesus. Apolônio é uma figura singular entre os Salvadores do mundo porque sua trajetória coincide cronologicamente com o tempo do suposto apostolado de Jesus.

sua trajetória coincide cronologicamente com o tempo do suposto apostolado de Jesus. Moeda com a figura
sua trajetória coincide cronologicamente com o tempo do suposto apostolado de Jesus. Moeda com a figura

Moeda com a figura de Apolônio

Os escritores cristãos cuidaram de omitir esses fatos e personagens temendo prejuízos na credibilidade do Cristianismo como religião original e única verdadeira. A crucificação de Jesus tornou-se um dogma que o cristianismo toma como exclusivo de sua história, sem precedentes. Entretanto, as origens pagãs do Messias crucificado que foram negadas não puderam ser apagadas.

Uma referência do Mackey's Lexicon of Freemasonary (p.35) informa que os Maçons ensinavam (e ensinam), secretamente, que a doutrina da crucificação, expiação e ressurreição é muito anterior à Era Cristã. Acontecimentos rituais semelhantes integravam todos os antigos mistérios mistérios no sentido de procedimentos religioso-metafísicos esotéricos, destinados a poucos Iniciados. A doutrina da salvação pela crucificação é de uma antiguidade que remonta às mais primitivas formas de religião, como a religião astrológica, devotada ao Sol. Nesta religião solar, orientada pelos ciclos da natureza em sua relação com os astros, o mundo era salvo ou resgatado da treva e do frio pela crucificação do Sol ou pelo cruzamento "crossification" da órbita solar com a linha do equinócio, na entrada da primavera, trazendo o retorno da luminosidade e do calor, estimulando a geração em todas as coisas

A negação dos Salvadores crucificados pagãos ou, ainda, conceber que suas histórias existem sendo, contudo meras fábulas, é um caminho perigoso para o cristianismo posto que nada impede o raciocínio mais superficial de questionar, do mesmo modo, a crucificação do Cristo Jesus como simples fábula, devido à sua

absoluta falta de evidências históricas. De fato, o questionamento da Paixão foi levantado por figuras importantes da Igreja dos primeiros tempos. O bispo Irineu não acreditava na morte de

Jesus na cruz e dizia que o Messias judeu tinha vivido até os cinquenta anos. Alegava o testemunho do mártir Policarpo que, por sua vez, afirmava que sua fonte era o próprio João, o Evangelista.

A história da humanidade está recheada de loucos prometendo salvação, mas até o momento nenhum conseguiu salvar coisa alguma de coisa nenhuma.

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tão arraigada em nosso
mundo atual.
Entrevista
com
o
autor
AQUI.
Originally published as a
pamphlet in 1853, and
expanded to book length in
1858, The Two Babylons
seeks to demonstrate a
connection between the
ancient Babylonian
mystery religions and
practices of the Roman
Catholic Church. Often
controversial, yet always
engaging, The Two
Babylons comes from an
era when disciplines such
as archeology and
anthropology were in their
infancy, and represents an
early attempt to synthesize
many of the findings of
these areas and Biblical
truth.
  600 páginas 600 páginas 312 páginas “Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner sobre a
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  600 páginas 600 páginas 312 páginas “Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner sobre a
 

600 páginas

600 páginas

312 páginas

“Dois informadíssimos volumes de Karlheinz Deschner sobre a política dos Papas no século XX, uma obra

 

surpreendentemente silenciada peols mesmos meios de comunicação que tanta atenção dedicaram ao livro de

"Su visión de la historia de la Iglesia no sólo no es reverencial, sino que, por usar una expresión familiar, ‘no deja títere con cabeza’. Su sarcasmo y su mordaz ironía serían gratuitos si no fuese porque van de la mano del dato elocuente y del argumento racional. La chispa de su estilo se nutre, por lo demás, de la mejor tradición volteriana."

João

Paulo II sobre como cruzar o umbral da esperança a

força de fé e obediência. Eu sei que não está na moda julgar a religião por seus efeitos históricos recentes, exceto no caso do fundamentalismo islâmico, mas alguns exercícios de memória a este respeito são essenciais para

a

compreensão do surgimento de algumas

monstruosidades políticas ocorridas no século XX e outras tão atuais como as que ocorrem na ex-Jugoslávia ou no País Basco”.

Fernando Savater. El País, 17 de junho de 1995.

“Este segundo volume, como o primeiro, nos oferece uma ampla e sólida informação sobre esse período da história da Igreja na sua transição de uma marcada atitude de condescendência com regimes totalitários conservadores até uma postura de necessária acomodação aos sistemas democráticos dos vencedores ocidentais na Segunda Guerra Mundial”.

Gonzalo Puente Ojea. El Mundo, 22 de outubro de

1995.

Ler online volume 1 e volume 2 (espanhol). Para comprar (Amazon) clique nas imagens.

136 páginas 480 páginas 304 páginas De una manera didáctica, el profesor Karl Deschner nos
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136 páginas

480 páginas

304 páginas

De una manera didáctica, el profesor Karl Deschner nos ofrece una visión crítica de la doctrina de la Iglesia católica y de sus trasfondos históricos. Desde la misma existencia de Jesús, hasta la polémica transmisión de los Evangelios, la instauración y significación de los

“Se bem que o cristianismo esteja hoje à beira da bancarrota espiritual, segue impregnando ainda decisivamente nossa moral sexual, e as limitações formais de nossa vida erótica continuam sendo basicamente as mesmas que nos séculos XV ou V, na época de Lutero ou de Santo

"En temas candentes como los del control demográfico, el uso de anticonceptivos, la ordenación sacerdotal de las mujeres y el celibato de los sacerdotes, la iglesia sigue anclada en el pasado y bloqueada en su rigidez dogmática. ¿Por qué esa obstinación que atenta contra la dignidad y la libertad de millones de personas? El Anticatecismo ayuda eficazmente a hallar respuesta a esa pregunta. Confluyen en esta obra dos personalidades de vocación ilustradora y del máximo relieve en lo que, desde Voltaire, casi constituye un Género literario propio: la crítica de la iglesia y de todo dogmatismo obsesivamente <salvífico>.

sacramentos o la supuesta infalibilidad del Papa.

Todos estos asuntos son estudiados, puestos en duda y expuestas las conclusiones en una obra de rigor que, traducida a numerosos idiomas, ha venido a cuestionar los orígenes, métodos y razones de una de las instituciones más

Agostinho. E isso nos afeta a todos no mundo ocidental, inclusive aos não cristãos ou aos anticristãos. Pois o que alguns pastores nômadas de cabras pensaram há dois mil e quinhentos anos, continua determinando os códigos oficiais desde a Europa até a América; subsiste uma conexão tangível entre as ideas sobre a sexualidade

dos

profetas

poderosas del mundo: la Iglesia católica.

veterotestamentarios ou de Paulo e os processos penais por conduta desonesta em Roma, Paris ou Nova York.”

 

Karlheinz Deschner.

1 – (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era
1 – (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era
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1 (365 pg) Los orígenes, desde el paleocristianismo hasta el final de la era constantiniana

2

- (294 pg) La época patrística y la consolidación del primado de Roma

3 - (297 pg) De la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano

la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano 4 - (263 pg) La Iglesia
la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano 4 - (263 pg) La Iglesia
la querella de Oriente hasta el final del periodo justiniano 4 - (263 pg) La Iglesia

4 - (263 pg) La Iglesia antigua: Falsificaciones y engaños

5

- (250 pg) La Iglesia

6 - (263 pg) Alta Edad Media: El siglo de los merovingios

antigua: Lucha contra los

paganos y ocupaciones del poder

7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia 8 -
7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia 8 -
7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia 8 -

7 - (201 pg) Alta Edad Media: El auge de la dinastía carolingia

8 - (282 pg) Siglo IX:

9 - (282 pg) Siglo X:

Desde Luis el Piadoso hasta las primeras luchas contra los sarracenos

Desde las invasiones normandas hasta la muerte de Otón III

Sua obra mais ambiciosa, a “Historia Criminal do Cristianismo”, projetada em princípio a dez volumes, dos quais se publicaram nove até o presente e não se descarta que se amplie o projeto. Trata- se da mais rigorosa e implacável exposição jamais escrita contra as formas empregadas pelos cristãos, ao largo dos séculos, para a conquista e conservação do poder. Em 1971 Deschner foi convocado por uma corte em Nuremberg acusado de difamar a Igreja. Ganhou o processo com uma sólida argumentação, mas aquela instituição reagiu rodeando suas obras com um muro de silêncio que não se rompeu definitivamente até os anos oitenta, quando as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha (Polônia, Suíça, Itália e Espanha, principalmente).

as obras de Deschner começaram a ser publicadas fora da Alemanha (Polônia, Suíça, Itália e Espanha,
414 páginas LA BIBLIA DESENTERRADA Israel Finkelstein es un arqueólogo y académico israelita, director del

414 páginas

LA BIBLIA DESENTERRADA

Israel Finkelstein es un arqueólogo y académico israelita, director del instituto de arqueología de la Universidad de Tel Aviv y co- responsable de las excavaciones en Mejido (25 estratos arqueológicos, 7000 años de historia) al norte de Israel. Se le debe igualmente importantes contribuciones a los recientes datos arqueológicos sobre los primeros israelitas en tierra de Palestina (excavaciones de 1990) utilizando un método que utiliza la estadística ( exploración de toda la superficie a gran escala de la cual se extraen todas las signos de vida, luego se data y se cartografía por fecha) que permitió el descubrimiento de la sedentarización de los primeros israelitas sobre las altas tierras de Cisjordania.

Es un libro que es necesario conocer.

de Cisjordania. Es un libro que es necesario conocer. 639 páginas EL PAPA DE HITLER: LA

639 páginas

EL PAPA DE HITLER: LA VERDADERA HISTORIA DE PIO XII

¿Fue Pío XII indiferente al sufrimiento del pueblo judío? ¿Tuvo alguna responsabilidad en el ascenso del nazismo? ¿Cómo explicar que firmara un Concordato con Hitler? Preguntas como éstas comenzaron a formularse al finalizar la Segunda Guerra Mundial, tiñendo con la sospecha al Sumo Pontífice. A fin de responder a estos interrogantes, y con el deseo de limpiar la imagen de Eugenio Pacelli, el historiador católico John Cornwell decidió investigar a fondo su figura.

El profesor Cornwell plantea unas acusaciones acerca del papel de la Iglesia en los acontecimientos más terribles del siglo, incluso de la historia humana, extremadamente difíciles de refutar.

513 páginas 326 páginas   480 páginas En esta obra se describe a algunos de
513 páginas 326 páginas   480 páginas En esta obra se describe a algunos de
513 páginas 326 páginas   480 páginas En esta obra se describe a algunos de

513 páginas

326 páginas

 

480 páginas

En esta obra se describe a algunos de los hombres que ocuparon el cargo de papa. Entre los papas hubo un gran número de hombres casados, algunos de los cuales renunciaron a sus esposas e hijos a cambio del cargo papal. Muchos eran hijos de sacerdotes, obispos y papas. Algunos eran bastardos, uno era viudo, otro un ex esclavo, varios eran asesinos, otros incrédulos, algunos eran ermitaños, algunos herejes, sadistas y sodomitas; muchos se convirtieron en papas comprando el papado (simonía), y continuaron durante sus días vendiendo objetos sagrados para forrarse con el dinero, al menos uno era adorador de Satanás, algunos fueron padres de hijos ilegítimos, algunos eran fornicarios y adúlteros en gran escala

Santos e pecadores:

história dos papas é um livro que em nenhum momento soa pretensioso. O subtítulo é explicado pelo autor no prefácio, que afirma não ter tido a intenção de soar absoluto. Não é a história dos papas, mas sim, uma de suas histórias. Vale dizer que o livro originou-se de uma série para a televisão, mas em nenhum momento soa incompleto ou deixa lacunas.

Jesús de Nazaret, su posible descendencia y el papel de sus discípulos están de plena actualidad. Llega así la publicación de El puzzle de Jesús, que aporta un punto de vista diferente y polémico sobre su figura. Earl Doherty, el autor, es un estudioso que se ha dedicado durante décadas a investigar los testimonios acerca de la

vida

de

Jesús,

profundizando hasta las últimas consecuencias que a mucha gente le gustaría no tener que leer. Kevin Quinter es un escritor de ficción histórica al que proponen escribir un bestseller sobre la vida de Jesús de Nazaret.

576 páginas 380 páginas 38 páginas First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of
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576 páginas 380 páginas 38 páginas First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of

576 páginas

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38 páginas

First published in 1976, Paul Johnson's exceptional study of Christianity has been loved and widely hailed for its intensive research, writing, and magnitude. In a highly readable companion to books on faith and history, the scholar and author Johnson has illuminated the Christian world and its fascinating history in a way that no other has.

La Biblia con fuentes reveladas (2003) es un libro del erudito bíblico Richard Elliott Friedman que se ocupa del proceso por el cual los cinco libros de la Torá (Pentateuco) llegaron a ser escritos. Friedman sigue las cuatro fuentes del modelo de la hipótesis documentaria pero se diferencia significativamente del modelo S de Julius Wellhausen en varios aspectos.

An Atheist Classic! This masterpiece, by the brilliant atheist Marshall Gauvin is full of direct 'counter-dictions', historical evidence and testimony that, not only casts doubt, but shatters the myth that there was, indeed, a 'Jesus Christ', as Christians assert.

 
 
 

391 páginas

PEDERASTIA EM LA IGLESIA CATÓLICA

Robert Ambelain, aunque defensor de la historicidad de un Jesús de carne y hueso, amplia en estas líneas la descripción que hace en anteriores entregas de esta trilogía ( Jesús o El Secreto Mortal de los Templarios y Los Secretos del Gólgota) de un Jesús para nada acorde

con la descripción oficial de la iglesia sino

En este libro, los abusos sexuales a menores, cometidos por el clero o por cualquier otro, son tratados como "delitos", no como "pecados", ya que en todos los ordenamientos jurídicos democráticos del mundo se tipifican como un delito penal las conductas sexuales con menores a las que nos vamos a referir. Y comete también un delito todo aquel que, de forma consciente y activa, encubre u ordena encubrir esos comportamientos deplorables. Usar como objeto sexual a un menor, ya sea mediante la violencia, el engaño, la astucia o la seducción, supone, ante todo y por encima de cualquier otra opinión, un delito. Y si bien es cierto que, además, el hecho puede verse como un "pecado" - según el término católico-, jamás puede ser lícito, ni honesto, ni admisible abordarlo sólo como un "pecado" al tiempo que se ignora conscientemente su naturaleza básica de delito, tal como hace la Iglesia católica, tanto desde el ordenamiento jurídico interno que le es propio, como desde la praxis cotidiana de

a uno rebelde: un zelote con aspiraciones

a monarca que fue mitificado e inventado,

tal y como se conoce actualmente, por Paulo, quién, según Ambelain, desconocía las leyes judaicas y dicha religión, y quien además usó todos los arquetipos de las religiones que sí conocía y en las que alguna vez creyó (las griegas, romanas y persas) arropándose en los conocimientos sobre judaísmo de personas como Filón para crear a ese personaje. Este extrajo de cada religión aquello que atraería a las masas para así poder centralizar su nueva religión en sí mismo como cabeza visible de una jerarquía eclesiástica totalmente nueva que no hacía frente directo al imperio pero si a quienes oprimían al

pueblo valiéndose de la posición que les había concedido dicho imperio (el consejo judío).

sus

prelados.