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ELECTRONICA BASICA

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  • ELEMENTOS PASIVOS SIMPLES
  • DIFERENCIA DE POTENCIAL ENTRE DOS PUNTOS
  • GENERADOR DE TENSION CONTINUA (DC)
  • ASOCIACIÓN DE RESISTENCIAS
  • LEMAS DE KIRCHOFF
  • ESTUDIO DE SEÑALES ELECTRICAS
  • ANALISIS DE UNA RED SIMPLE
  • COMPONENTES PASIVOS DENTRO DE UN CIRCUITO ELECTRICO
  • DIODOS SEMICONDUCTORES
  • FUNCIONAMIENTO
  • CURVA CARACTERÍSTICA
  • LIMITES DE RUPTURA
  • ANALISIS EN UN CIRCUITO
  • RECTIFICADORES
  • RECORTADORES
  • ESTABILIZADORES DE TENSIÓN
  • DIODO ZENER
  • TRANSISTORES BIPOLARES
  • CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES
  • CURVAS CARACTERÍSTICAS
  • RECTA DE CARGA
  • ZONAS DE FUNCIONAMIENTO
  • FUNCIONAMIENTO EN ACTIVA
  • FUNCIONAMIENTO EN CORTE
  • FUNCIONAMIENTO EN SATURACIÓN
  • MONTAJE DARLINGTON
  • MODULOS COMERCIALES
  • TRANSISTORES UNIPOLARES
  • TRANSISTORES JFET
  • ZONA DE CORTE
  • ZONA OHMICA
  • ZONA DE RUPTURA
  • CIRCUITO AUTOPOLARIZADO
  • TRANSISTORES MOSFET
  • EJEMPLO DE CIRCUITO POLARIZADOR DE UN MOSFET
  • TIRISTORES
  • TERMINALES Y SIMBOLOGIA
  • CIRCUITO DE APLICACIÓN
  • AVISADOR ACUSTICO DE FRENO DE MANO
  • ETAPA DE ACTUACION SOBRE LOS ELECTROINYECTORES
  • ENCENDIDO POR CARGA DE CONDENSADOR CON TRANSISTOR UNIPOLAR
  • Encendido por carga de condensador con transistor unipolar
  • ENCENDIDO POR CARGA DE CONDENSADOR CON TIRISTOR
  • Encendido por carga de condensador con tiristor

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CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS

MANUAL DE ELECTRÓNICA
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ELECTRÓNICA BÁSICA..................................................................................01 ·CORRIENTE ELÉCTRICA ...............................................................................02 ·ELEMENTOS PASIVOS SIMPLES.....................................................................02 ·DIFERENCIA DE POTENCIAL ENTRE DOS PUNTOS......................................... 04 ·GENERADOR DE TENSIÓN CONTINUA (DC) .................................................. 05 ·ASOCIACIÓN DE RESISTENCIAS ................................................................. 05 ·LEMAS DE KIRCHOFF................................................................................ 08 ·TENSIÓN DE ENTRADA Y TENSIÓN DE SALIDA............................................. 09 ·ESTUDIO DE SEÑALES ELÉCTRICAS ........................................................... 10 ·ANÁLISIS DE UNA RED SIMPLE .................................................................. 14 ·COMPONENTES PASIVOS DENTRO DE UN CIRCUITO ELÉCTRICO .................... 15 ·TEORÍA DE SEMICONDUCTORES ................................................................ 18 DIODOS SEMICONDUCTORES ..................................................................... 20 ·TERMINALES Y SIMBOLOGÍA ...................................................................... 20 ·FUNCIONAMIENTO ................................................................................... 21 ·CURVA CARACTERÍSTICA .......................................................................... 23 ·LÍMITES DE RUPTURA............................................................................... 24 ·ANÁLISIS EN UN CIRCUITO ....................................................................... 24 ·TIPOS DE DIODOS SEGÚN SU FUNCIÓN...................................................... 25 ·RECTIFICADORES .................................................................................... 25 ·RECORTADORES ...................................................................................... 34 ·ESTABILIZADORES DE TENSIÓN ...................................................................40 ·DIODO ZENER ......................................................................................... 40 ·MÓDULOS COMERCIALES ..........................................................................44 TRANSISTORES BIPOLARES ......................................................................... 45 ·TERMINALES Y SIMBOLOGÍA ..................................................................... 45 ·CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES ................................................... 46 ·TIPO N-P-N ............................................................................................. 46 ·TIPO P-N-P.............................................................................................. 47 ·CURVAS CARACTERÍSTICAS ...................................................................... 48 ·RECTA DE CARGA..................................................................................... 50

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CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS

MANUAL DE ELECTRÓNICA
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·ZONAS DE FUNCIONAMIENTO ......................................................................54 ·FUNCIONAMIENTO EN ACTIVA ................................................................... 54 ·FUNCIONAMIENTO EN CORTE .......................................................................55 ·FUNCIONAMIENTO EN SATURACIÓN ..............................................................55 ·LÍMITES DE RUPTURA............................................................................... 56 ·MONTAJE DARLINGTON ............................................................................ 57 ·MÓDULOS COMERCIALES ..........................................................................57 TRANSISTORES UNIPOLARES ..................................................................... 58 ·TRANSISTORES JFET ................................................................................ 58 ·SIMBOLOGÍA Y TERMINALES ..................................................................... 59 ·CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES ................................................... 60 ·CURVAS CARACTERÍSTICAS ...................................................................... 61 ·ZONAS DE FUNCIONAMIENTO ......................................................................63 ·ZONA DE CORTE .........................................................................................63 ·ZONA OHMICA ...........................................................................................63 ·ZONA DE SATURACIÓN................................................................................64 ·ZONA DE RUPTURA .....................................................................................64 ·CIRCUITO AUTOPOLARIZADO .................................................................... 65 ·TRANSISTORES MOSFET ........................................................................... 66 ·SIMBOLOGÍA Y TERMINALES ..................................................................... 67 ·CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES ................................................... 68 ·CURVAS CARACTERÍSTICAS ...................................................................... 69 ·ZONAS DE FUNCIONAMIENTO.................................................................... 70 ·ZONA DE CORTE .........................................................................................70 ·ZONA OHMICA ...........................................................................................70 ·ZONA DE SATURACIÓN................................................................................70 ·ZONA DE RUPTURA .....................................................................................71 ·EJEMPLO DE CIRCUITO POLARIZADOR DE UN MOSFET.................................. 71 ·LÍMITES DE RUPTURA ...............................................................................72 TIRISTORES ............................................................................................. 73 ·TERMINALES Y SIMBOLOGÍA ..................................................................... 73

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CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS

MANUAL DE ELECTRÓNICA
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CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES ....................................................74 ·CURVAS CARACTERÍSTICAS ...................................................................... 75 ·RECTA DE CARGA..................................................................................... 77 ·ZONAS DE FUNCIONAMIENTO.................................................................... 79 ·LÍMITES DE RUPTURA............................................................................... 84 ·CIRCUITO DE APLICACIÓN ........................................................................ 85 ·MÓDULOS COMERCIALES.............................................................................88 APLICACIONES DE ELECTRÓNICA ANALÓGICA ................................................ 89 ·AVISADOR ACÚSTICO DE FRENO DE MANO ................................................. 89 ·ETAPA DE ACTUACIÓN SOBRE LOS ELECTROINYECTORES ............................. 90 ·ENCENDIDO POR CARGA DE CONDENSADOR CON TRANSISTOR UNIPOLAR ..... 91 ·ENCENDIDO POR CARGA DE CONDENSADOR CON UN TIRISTOR .................... 92 PRINCIPIOS DE ELECTRÓNICA DIGITAL ......................................................... 93 ·SISTEMAS DE NUMERACIÓN...................................................................... 94 ·SISTEMA BINARIO ................................................................................... 95 ·SISTEMA HEXADECIMAL ........................................................................... 97 ·ALGEBRA DE BOOLE ................................................................................. 98 ·PUERTAS LÓGICAS ................................................................................... 99 ·PUERTA OR ..............................................................................................100 ·PUERTA AND.......................................................................................... 100 ·PUERTA NOT.......................................................................................... 101 ·PUERTA NOR ......................................................................................... 101 ·PUERTA NAND ....................................................................................... 102 ·PUERTA XOR.......................................................................................... 103 ·PUERTA XNOR........................................................................................ 103 ·FAMILIAS LÓGICAS ................................................................................ 104 ·MÓDULOS COMERCIALES ........................................................................109 CIRCUITOS COMBINACIONALES...................................................................110 ·DECODIFICADORES................................................................................. 110 ·DECODIFICADORES “2 A 4” Y “3 A 8” ..........................................................111 DECODIFICADOR “3 A 8” ........................................................................... 114

III

.... 125 ·MULTIPLEXOR DE DOS CANALES .........................................160 MEMORIAS.................. 143 ·BIESTABLES SÍNCRONOS ............................................................. 137 ·CUADRUPLE SUMADOR TOTAL.......................... 145 ·BIESTABLE “D” ACTIVO POR NIVEL (LATCH) .......... 116 ·CONVERSORES DE CÓDIGO...........................................142 ·BIESTABLES ..................... 141 CIRCUITOS SECUENCIALES .................................................................................162 ·SÓLO LECTURA ................... 136 ·SUMADOR TOTAL .................................147 ·BIESTABLE SÍNCRONO J-K ACTIVO POR FLANCO (M/S) ...................................................... 129 ·MULTIPLEXORES ANALÓGICOS......................... 122 ·MULTIPLEXORES ................................................................................................................................................................................................. 139 ·MÓDULOS COMERCIALES .................................................................. 115 ·DECODIFICADOR HEXADECIMAL .... 130 ·DEMULTIPLEXORES ................................................. 126 ·MULTIPLEXOR DE CUATRO CANALES................................................................................................................................................................... 118 ·CODIFICADORES............................................................................................................................................................................ 161 ·CLASIFICACIÓN DE LAS MEMORIAS................................................. 135 ·SEMISUMADOR ......................................................................................................................................................................................................... 132 ·COMPARADORES .................................................................................................................................................................... 162 ·LECTURA Y ESCRITURA ..........................157 ·MÓDULOS COMERCIALES ................................................................................ 154 ·REGISTROS DE DESPLAZAMIENTO ............................... 125 ·MULTIPLEXORES DIGITALES ....................................... 151 ·CONTADORES ....................... 163 ·CARACTERÍSTICAS GENERALES DE LAS MEMORIAS ................................................................................................................................................................................... 163 IV ................................................................................IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ÍNDICE ·DECODIFICADOR DECIMAL ........................ 128 ·MULTIPLEXOR DE DIECISEIS CANALES ................................................... 128 ·MULTIPLEXOR DE OCHO CANALES ................................................................................................................................... 134 ·SUMADORES ............................

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MANUAL DE ELECTRÓNICA
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·MEMORIAS MÁS UTILIZADAS................................................................... 164 ·RAM ESTÁTICA ...................................................................................... 164 ·PATILLAJE Y TERMINALES........................................................................ 165 ·MODOS DE FUNCIONAMIENTO ................................................................. 168 ·EPROM 168 .......................................................................................... 168 ·PATILLAJE Y TERMINALES........................................................................ 169 ·MODOS DE FUNCIONAMIENTO ................................................................. 170 ·MANEJO DE MEMORIAS EPROM ................................................................ 170 APLICACIONES DE ELECTRÓNICA DIGITAL ................................................. 171 ·CONTROL DE LUCES CON UN DECODIFICADOR 2 A 4.................................. 171 ·CONTROL DE TECLADO CON UN CODIFICADOR 8 A 3.................................. 172 ·AVISADOR LUMINOSO DE PUERTAS ABIERTAS ........................................... 173 ·TRANSMISIÓN DE DATOS ENTRE UNA CENTRALITA Y EL EXAMINER ............... 174 ·BLOQUE DECODIFICADOR Y VISUALIZADOR DE UN TECLADO ...................... 175 ·CONTROL DE TRÁFICO EN UN GARAJE ......................................................176 MICROCONTROLADORES........................................................................... 177 ·CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS.................................................................. 178 ·UNIDAD CENTRAL DE PROCESOS (CPU) .................................................... 178 ·MEMORIA INTERNA DE PROGRAMA (ROM) ................................................. 178 ·MEMORIA INTERNA (RAM)....................................................................... 178 ·MEMORIA DE REGISTROS ESPECIALES (SFR)............................................. 179 ·PUERTOS DE ENTRADA/SALIDA (PORTS) ................................................... 179 ·TEMPORIZADORES (TIMERS) ................................................................... 180 ·PUERTO SERIE (UART) ............................................................................ 180 ·INTERRUPCIONES (INT) .......................................................................... 181 ·OSCILADOR EXTERNO DE FRECUENCIA 12 MHZ (CLK) ................................ 182 ·BUS DE DATOS Y BUS DE DIRECCIONES ................................................... 183 ·PATILLAJE Y DESCRIPCIÓN DE TERMINALES .............................................. 185 ·MÓDULOS COMERCIALES ........................................................................ 188 CIRCUITOS OPERACIONALES .................................................................... 189 ·OPERACIONALES.................................................................................... 189

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MANUAL DE ELECTRÓNICA
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·OPERACIONALES CON REALIMENTACIÓN NEGATIVA ................................... 192 ·AMPLIFICADOR NO INVERSOR DE TENSIÓN............................................... 192 ·AMPLIFICADOR INVERSOR DE TENSIÓN.................................................... 194 ·SUMADOR............................................................................................. 195 ·INTEGRADOR......................................................................................... 197 ·DIFERENCIADOR .................................................................................... 198 ·CONVERTIDOR CORRIENTE/TENSIÓN ....................................................... 199 ·CONVERTIDOR TENSIÓN/CORRIENTE ....................................................... 200 ·DIFERENCIAL ........................................................................................ 201 ·SEGUIDOR ............................................................................................ 203 ·OPERACIONALES CON REALIMENTACIÓN POSITIVA .................................... 204 ·COMPARADOR NO INVERSOR................................................................... 205 ·COMPARADOR INVERSOR........................................................................ 207 ·BÁSCULA NO INVERSORA........................................................................ 209 ·BÁSCULA INVERSORA............................................................................. 212 ·MÓDULOS COMERCIALES ........................................................................216 TEMPORIZADOR ANALÓGICO-DIGITAL (LM555) .............................................217 ·TERMINALES DEL TEMPORIZADOR 555 ........................................................217 ·FUNCIONAMIENTO COMO MONOESTABLE .................................................. 218 ·FUNCIONAMIENTO COMO AESTABLE......................................................... 222 PUENTE DE WHEASTSTONE ...................................................................... 224 ·TERMINALES Y CONEXIÓN....................................................................... 225 AMPLIFICADORES DE INSTRUMENTACIÓN .....................................................228 ·TERMINALES Y CONEXIÓN....................................................................... 228 SENSORES............................................................................................. 230 ·SENSOR INDUCTIVO............................................................................... 230 ·SENSOR PIEZOELÉCTRICO ...................................................................... 233 ·SENSOR EFECTO HALL ............................................................................ 237 ·SONDA LAMBDA..................................................................................... 241 ·SENSOR DE PRESIÓN (GALGA EXTENSIOMÉTRICA) ................................... 247 APLICACIONES DE INSTRUMENTACIÓN ELECTRÓNICA ................................. 249

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MANUAL DE ELECTRÓNICA
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·TERMÓMETRO DIGITAL ........................................................................... ·AVISADOR LUMINOSO DE RESERVA DE COMBUSTIBLE................................ ·CONTROL DE TEMPERATURAS EN UN RECINTO (CLIMATIZADOR) .................. MOTORES PASO A PASO........................................................................... ·PRINCIPIOS DE FUNCIONAMIENTO ........................................................... ·CONTROL DE MOTORES PASO A PASO ...................................................... ·FORMAS DE ACCIONAMIENTO.................................................................. ·DRIVERS............................................................................................... ·CIRCUITOS SECUENCIADORES ................................................................ ·MÓDULOS COMERCIALES ........................................................................

249 251 252 253 253 255 256 263 264 264

VII

La mayoría de los circuitos electrónicos toman como elemento esencial a los componentes formados a base de semiconductores. Triacs. 01 . Transistores. Tiristores. Bobinas. Condensadores.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ELECTRÓNICA BASICA La electrónica es la ciencia y la técnica que trabaja con la tensión y la intensidad (movimiento de los electrones) en los semiconductores y conductores bajo ciertas condiciones. En los circuitos electrónicos también existen otros componentes llamados elementos pasivos que son: Resistencias. Estos elementos son: Diodos.

. al atravesarlos. genera una caída de tensión entre sus terminales.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CORRIENTE ELECTRICA La corriente eléctrica es el desplazamiento de cargas de electrones a lo largo de un conductor por efecto de la fuerza que ejerce sobre ellas un campo eléctrico. ELEMENTOS PASIVOS SIMPLES Los elementos pasivos por sí solos no pueden modificar valores de tensión o de corriente. formando un recinto cerrado. La intensidad circula por un hilo conductor cuyos terminales deben estar unidos. mediante un hilo conductor. gracias a los cuales la energía puede ser transferida de un circuito a otro. Hay tres tipos de elementos pasivos: Resistencias Bobinas Condensadores 02 . Van a ser elementos por los cuales la corriente eléctrica. condensadores. generadores de tensión. etc. bobinas. La intensidad de corriente es la cantidad de carga que atraviesa la sección de hilo conductor por unidad de tiempo. Vcc: pila de tensión continua de valor Vcc voltios EJEMPLO DE MALLA ELÉCTRICA Red eléctrica o malla eléctrica se define como un conjunto de circuitos o recintos formados por la interconexión de elementos tales como resistencias.

. VAB : caída de tensión entre los terminales de la resistencia. VAB : tensión entre los terminales de la bobina. triangular. Su relación entre la tensión entre sus terminales y la corriente que fluye de un terminal a otro viene dada por la ley de Ohm (VAB = I x R): R: resistencia. I: corriente que circula por la bobina Caída de tensión en una bobina 03 . ya sea una señal senoidal. El comportamiento frente a una señal variable. Caída de tensión en una resistencia BOBINAS O AUTOINDUCCIÓNES El comportamiento de una bobina frente a una corriente continua de valor constante es similar a un cortocircuito.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RESISTENCIAS El comportamiento de estos elementos no depende del tipo de tensión aplicada. es diferente al comportamiento frente a una señal continua constante. I: intensidad que circula por la resistencia. L: inductancia de la bobina. etc.

mientras que el punto por donde sale es el punto negativo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CONDENSADORES El comportamiento de un condensador frente a una corriente continua de valor constante es similar a un circuito abierto. triangular. etc. Por lo tanto. Diferencia de potencial entre los terminales de una resistencia El punto situado a mayor potencial eléctrico (con mayor tensión) se marca con un signo positivo. de la misma manera que el punto situado a menor potencial eléctrico se marca con un signo negativo. 04 . ya sea una señal senoidal. I: corriente que circula por el condensador Caída de tensión en un condensador DIFERENCIA DE POTENCIAL ENTRE DOS PUNTOS La diferencia de potencial o caída de tensión entre dos puntos es la diferencia de tensiones existente entre ellos. El comportamiento frente a una señal variable. VAB : caída de tensión entre los terminales del condensador. La corriente eléctrica va a circular del punto con mayor potencial eléctrico al punto con menor tensión eléctrica. el punto por donde entra la corriente es el punto positivo. C: capacidad del condensador. es diferente al comportamiento frente a una señal continua constante..

Una pila de tensión o la batería de un automóvil equivale a un generador de tensión de continua. independientemente de la corriente que circule por él. de valor E. E: tensión continua del generador. Tensión proporcionada por un generador de continua ASOCIACIÓN DE RESISTENCIAS Dependiendo de cómo estén situadas las resistencias en una determinada red eléctrica. V: voltímetro. 05 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA GENERADOR DE TENSION CONTINUA (DC) Un generador de tensión es un elemento eléctrico que mantiene una diferencia de potencial eléctrico (tensión) constante entre sus terminales. se puede simplificar su estudio al agruparlas en una sola resistencia de valor equivalente al conjunto de todas ellas.

calculando las diferencias de potencial. pero la caída de tensión en cada una de ellas es distinta.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RESISTENCIAS EN SERIE Asociación de resistencias en serie El análisis eléctrico de la red. 06 . lleva a las siguientes ecuaciones: VAB = VAM + VMN + VNB VAB = I x ( R1 + R2 + R3 ) RAB = VAB / I = R1 + R2 + R3 La resistencia equivalente entre los puntos A y B es la suma de las resistencias puestas en serie. La intensidad que circula por las resistencias es la misma.

IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RESISTENCIAS EN PARALELO Asociación de resistencias en paralelo De manera análoga a como se calcula la resistencia equivalente con resistencias en serie. pero la caída de tensión en ellas es la misma. La intensidad que circula por las resistencias es distinta. 07 . se obtiene: I = I1 + I2 + I3 = VAB / R1 + VAB / R2 + VAB / R3 Sacando factor común a VAB: I = VAB x ( 1 / R1 + 1 / R2 + 1 / R3 ) Como RAB = VAB / I se deduce que: 1 / RAB = 1 / R1 + 1 / R2 + 1 /R3 La inversa de la resistencia equivalente entre los puntos A y B es la suma de las inversas de las resistencias.

IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA LEMAS DE KIRCHOFF La aplicación de los principios de continuidad de corriente establece ciertas restricciones. la suma de las intensidades que entran en un punto son iguales a la suma de las corrientes que salen del punto.VCC 08 . LEMA DE LOS NUDOS Nudo en el que confluyen diversas intensidades En un instante cualquiera. la suma de las caídas de potencial a lo largo de todos los elementos del contorno siempre es nula. partiendo del punto A : 0 = I x R1 + I x R2 + Vbb + I x R3 . El sentido para recorrer la malla es indiferente. I1 + I 4 = I 2 + I 3 LEMA DE LAS MALLAS Caídas de tensión a lo largo de una malla eléctrica En todo contorno cerrado o malla. estas restricciones son conocidas como los lemas de Kirchoff. Por ejemplo. Para aplicar el lema se parte de un punto cualquiera de la malla y se recorre todo el contorno sumando las caídas de potencial a través de todos los elementos que existen hasta volver al punto inicial.

RL es la resistencia de la lámpara.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TENSION DE ENTRADA Y TENSION DE SALIDA Tensión de entrada es la tensión que proporciona una determinada fuente de alimentación. La carga es el elemento o componente sobre el que se aplica la tensión de salida. alterna o continua. a esta tensión en la carga se la denomina tensión de salida. que en este caso va a ser la carga. a un circuito cualquiera para obtener una tensión determinada en la carga. Tensión de entrada y salida en un circuito eléctrico En el circuito de la figura la tensión de entrada es el valor de tensión proporcionado por la batería Vcc. La tensión de salida es la tensión medida por el voltímetro en los terminales de la resistencia RL de la lámpara. 09 .

etc. respecto al tiempo. señales continuas pulsadas. 10 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ESTUDIO DE SEÑALES ELECTRICAS Las señales eléctricas referencian de forma gráfica la relación existente entre la tensión (o intensidad) y el tiempo. con señales continuas. es decir. indican la variación del valor de la tensión (o la intensidad) con el paso del tiempo. Un circuito eléctrico puede funcionar con señales alternas senoidales. La diferencia más notable entre las diferentes señales radica en la variación de tensión. o intensidad. señales triangulares.

La unidad puede ser de tensión o de corriente. Su unidad de medida es el segundo. Su unidad el radián / segundo. es decir. Frecuencia de señal (f): es la magnitud inversa al periodo de la señal ( f = 1 / T ). La unidad de la fase es el radián. Donde w es la pulsación de la señal y t es el tiempo en segundos. Su unidad de medida es el hertzio. referido a valores temporales. ( w = 2 x x f ). Los términos representados en la gráfica se definen como: Amplitud de señal (A): la amplitud es el valor máximo que puede tomar la señal con respecto al punto de referencia cero. Pulsación de señal (w): está relacionada directamente con la frecuencia. - 11 . voltios o amperios. Coloquialmente hablando. Parámetros de una señal de tensión alterna. Tomando esta referencia se puede pasar de radianes a grados. Fase de una señal (wt): es el ángulo respecto al punto de referencia que tiene la señal. que repetido indefinidamente da lugar a la totalidad de la señal. el periodo es el tramo de señal. Periodo de señal (T): es el tiempo que transcurre hasta que la señal vuelve a pasar por un punto. 2 radianes equivalen a 360º.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA SEÑAL ALTERNA SENOIDAL Una señal alterna senoidal es aquella señal que sigue la forma matemática de una función senoidal: V (t ) = A x SEN ( wt ) Es una señal que dependiendo de la fase y de la amplitud tiene un valor de tensión o de corriente distinto.

sólo depende del nivel de tensión o corriente. mantiene. SEÑAL CONTINUA La señal continua no varía con el tiempo. aproximadamente. el mismo valor de tensión (o corriente) durante todo el tiempo. el valor de tensión en ese instante es 12 voltios debido a que el seno de 90º es uno. el valor de tensión en ese instante es cero debido a que el seno de cero grados es cero. es decir. Señal de tensión continua 12 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Una manera de ver la variación de señal con la fase y amplitud es: Valores de tensión dependiendo de la fase de la señal. Para un valor de amplitud (A) de 12 voltios y una fase (wt) de 90º. V ( t ) = A x SEN ( wt ) Para un valor de amplitud (A) de 12 voltios y una fase (wt) de cero grados.

Señal de tensión continua pulsante Hay dos posibles valores de tensión o de corriente que puede tomar la señal dependiendo del instante en el que se encuentre.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA SEÑAL CONTINUA PULSANTE Es una señal que varía con el tiempo. La variación se produce de un nivel de continua a otro nivel diferente de continua. 13 . El periodo y la frecuencia de esta señal se definen de igual manera que en señales alternas senoidales.

conlleva el cálculo de la corriente que circula a lo largo de la malla.Vbb ) / ( R1 + R2 + R3 ) La tensión existente entre A y B es: VAB = I x R1 VAB = ( (Vcc .Vbb ) / ( R1 + R2 + R3 ) ) X R1 14 . o caída de tensión entre A y B. El estudio realizado para una red de una malla es igual que el de una red con varias mallas eléctricas. se despeja el valor de corriente I en la ecuación de la malla: I = (Vcc . Una vez analizadas todas las caídas de tensión en la malla. Malla eléctrica El cálculo de la diferencia de potencial entre A y B. o tensión entre A y B. Para calcular la corriente I hay que aplicar el segundo lema de Kirchoff.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ANALISIS DE UNA RED SIMPLE En el análisis de cualquier red eléctrica se deben tener en cuenta los lemas de Kirchoff.

conectados en un circuito eléctrico.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA COMPONENTES PASIVOS DENTRO DE UN CIRCUITO ELECTRICO Los componentes pasivos son aquellos componentes que. no modifican por si solos valores de tensión o corriente. Condensadores. RESISTENCIA Es un elemento que al ser atravesado por una corriente eléctrica en sus terminales se crea una caída de tensión ( VR = I x R ). Circuito consumidor 15 . La corriente eléctrica al atravesarlos provoca una caída de tensión entre los terminales del componente. Bobinas. Los componentes pasivos más comunes son: Resistencias.

En el momento en que se carga.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA BOBINA Una bobina es un arrollamiento de hilo conductor que al ser atravesado por una corriente crea un campo magnético. 16 . su comportamiento en la red equivale a un cortocircuito. Circuito de carga de una bobina Señal exponencial de carga de una bobina Una bobina en un circuito con señales continuas. almacena la corriente eléctrica en función de una señal exponencial de carga.

en ese instante se comporta como un circuito abierto y no permite el paso de corriente entre sus placas conductoras.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CONDENSADOR Es un elemento que se comporta como un almacenador de energía cuando a través de él circula una intensidad. La carga de un condensador se realiza de forma ex-ponencial. una distancia determinada. almacena energía eléctrica hasta que se carga completamente. Un condensador está formado por dos placas conductoras separadas entre sí. Circuito de carga de un condensador Señal exponencial de carga de un condensador Un condensador situado en un circuito con señales continuas. por un dieléctrico o material aislante. 17 .

genere una corriente eléctrica. es decir. Semiconductores tipo P. Hay dos tipos de materiales semiconductores: Semiconductores tipo N. que posee en su última capa cinco electrones. Se forman mediante la unión de Silicio (Si) o Germanio (Ge). con cuatro electrones en su última capa denominada de valencia. A la adición de átomos (impurezas) a un semiconductor se le denomina dopaje de un semiconductor. Normalmente el material de fabricación suele ser Silicio (Si) o Germanio (Ge).IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TEORIA DE SEMICONDUCTORES Un semiconductor es un elemento que se puede comportar como un conductor o como un aislante. Los semiconductores aumentan su conductividad si a su estructura se le añaden átomos de otros materiales. TIPO N Estructura atómica de un semiconductor tipo N. que va a ser el que moviéndose por la red atómica genere una circulación de electrones. Al crearse los enlaces entre átomos de Silicio (Si) y Arsénico (As) queda un electrón libre (carga negativa). 18 . con impurezas de Arsénico (As).

Se forman mediante la unión de Silicio (Si) o Germanio (Ge). La combinación de capas de semiconductores tipo N y tipo P.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TIPO P Estructura atómica de un semiconductor tipo P. con cuatro electrones en su última capa denominada de valencia. y a las distintas formas de combinar los materiales semiconductores. Estos componentes tienen distintas propiedades y modos de funcionamiento debido a sus diversas técnicas de fabricación. que posee en su última capa tres electrones. Al crearse los enlaces entre átomos de Silicio (Si) e Indio (In) queda un hueco libre (carga positiva). transistores. 19 . da lugar a componentes utilizados en electrónica tales como diodos. que va a ser el que moviéndose por la red atómica genere una circulación de huecos o cargas positivas. etc. con impurezas de Indio (In).

Símbolo electrónico del diodo y nomenclatura utilizada 20 . que posee una estructura interna caracterizada por la existencia de una unión P-N.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA DIODOS SEMICONDUCTORES Un diodo semiconductor es un componente electrónico (fabricado a partir de un material semiconductor). A: ánodo. uno de tipo N (carga negativa) y otro de tipo P (carga positiva) con el fin de conseguir componentes electrónicos que puedan funcionar como conductores o como aislantes. Anodo es la zona correspondiente al semiconductor de tipo P y cátodo la zona correspondiente al semiconductor de tipo N. TERMINALES (CONEXIONES) Y SIMBOLOGIA Los dos terminales de un diodo se denominan ánodo y cátodo. Id: intensidad que circula de ánodo a cátodo. de dos terminales. K: cátodo. Vd: caída de tensión entre al ánodo y el cátodo. de ánodo a cátodo. Una unión P-N es la asociación de dos tipos de semiconductores. Unión semiconductora y terminales de un diodo El pequeño triángulo del símbolo en forma de flecha indica el sentido convencional de corriente.

y se comporta como una pila de tensión de valor tensión umbral (Vu) Diodo polarizado en directo Circuito equivalente de un diodo polarizado en directo 21 . El diodo sólo permite el paso de corriente en el sentido de ánodo a cátodo. Si la corriente que atraviesa el diodo va en sentido ánodo a cátodo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA FUNCIONAMIENTO El comportamiento de un diodo es similar a una válvula unidireccional. el diodo está en directo.

el diodo no permite su paso. Su comportamiento equivale a un circuito abierto (interrumpido). Diodo polarizado en inverso Circuito equivalente de un diodo polarizado en inverso 22 . luego está en inverso.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Cuando la corriente generada intenta circular en sentido contrario.

la tensión Vd tiene un valor de tensión constante en toda su extensión denominado tensión umbral (Vu) y la corriente que atraviesa el diodo puede tomar cualquier valor de corriente que permitan los límites del diodo. -Vd: tensión del diodo (caída de tensión entre sus terminales). -Vu: tensión umbral.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CURVA CARACTERÍSTICA Curva característica de un diodo es la gráfica que relaciona la tensión entre el ánodo y el cátodo (Vd) con la corriente que lo atraviesa (Id). puesto que el diodo estaría cortado. En la zona de conducción o zona en directo. Para un determinado valor de tensión (Vd) existe un valor de corriente (Id) y viceversa. Zonas de funcionamiento de un diodo 23 . Curva característica del comportamiento de un diodo En la zona de polarización en inverso (corte) la corriente Id es igual a cero dentro de sus límites. y la tensión Vd puede tomar un valor cualquiera. -Id: intensidad por el diodo (de ánodo a cátodo).

ANALISIS EN UN CIRCUITO En este circuito. Eg: fuente de alimentación. si la tensión de entrada es positiva el diodo está en directo. por lo que la tensión de salida será igual a la tensión que cae en el diodo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA LIMITES DE RUPTURA Los límites de ruptura son los valores máximos permitidos. Si cualquiera de estos dos límites se superan. La corriente máxima que puede atravesar el diodo en directo se denomina Ifmax. y la tensión de salida sería igual a la tensión de entrada. el diodo se destruye. V: voltímetro. la tensión en inverso máxima entre ánodo y cátodo que puede soportar el diodo es llamada Vrmax. en un diodo. Representación de los límites de ruptura sobre la gráfica En la curva característica del diodo hay dos limitaciones: una por corriente y otra por tensión. Vu. Ejemplo de un circuito polarizador de un diodo 24 . se encontraría en inverso (circuito abierto). de corriente y de tensión. Mientras que si cambiamos la polaridad del diodo. Vrmax: tensión en inverso máxima. es decir. Ifmax: intensidad en directo máxima. Estos valores vienen representados sobre la curva característica del diodo.

RECTIFICADORES. Por ejemplo. Diodo recortador: . 25 .Rectificador de onda completa. en el automóvil la tensión alterna es generada por el alternador y a través de un rectificador se convierte en tensión continua para alimentar los diversos circuitos eléctricos. . Diodo estabilizador de tensión (diodo Zener).Rectificador trifásico. .Recortador de dos niveles de tensión.Rectificador de media onda. . Los distintos tipos de diodos son: Diodo rectificador: .Recortador de un nivel de tensión.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TIPOS DE DIODOS SEGUN SU FUNCION Los diodos están clasificados dependiendo de la función que realicen dentro de un circuito. Se denomina así al diodo cuya función dentro de un circuito es la de convertir tensión alterna (AC) a continua (DC).

Circuito rectificador de media onda 26 . V: voltímetro. A: amplitud máxima de la señal de entrada Señal de la tensión de entrada generada por un alternador Eg: fuente de alimentación que proporciona la señal de entrada. mientras que el semiciclo negativo no es aprovechado. Ve: tensión de entrada.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RECTIFICADOR DE MEDIA ONDA Este rectificador mantiene el semiciclo positivo de la onda alterna.

con lo que no habrá tensión en la salida. Señal conseguida a la salida del circuito rectificador de media onda 27 . Al estar en inverso no permite el paso de corriente. se comporta como un interruptor abierto. el estudio realizado para estos dos intervalos se repite sucesivamente. Como la señal de entrada es periódica. Fase: eje de referencia escalado en grados. por lo que el diodo está en directo. - Vs: tensión de salida. por lo que el diodo está en inverso. con lo que tendremos tensión en la salida. Gráfico del proceso que se realiza sobre la señal de entrada por tramos Estudiando el circuito por tramos: En el intervalo comprendido entre 0 y 180º la tensión de entrada es positiva. En el siguiente intervalo comprendido entre 180º y 360º la tensión de entrada es negativa. Al estar en directo permite el paso de la corriente.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Vcc: valor de la amplitud máxima (A) en voltios.

Señal de la tensión a la entrada del circuito Circuito rectificador de onda completa para un alternador monofásico 28 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RECTIFICADOR DE ONDA COMPLETA Este rectificador mantiene el semiciclo positivo de la señal de entrada e invierte el semiciclo negativo convirtiéndolo en positivo.

mientras que D3 y D4 están en inverso.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Gráfico del proceso que realiza el circuito rectificador Cuando la tensión de entrada es positiva. Con tensión de entrada positiva conducen D1 y D2 29 . por lo que a la salida del circuito hay la misma tensión que a la entrada. los diodos D1 y D2 están en directo.

con lo que a la salida se obtiene la entrada pero cambiada de signo. y los que están en inverso son D1 y D2.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA En cambio. los diodos que están en directo son D3 y D4. Con tensión de entrada negativa conducen D3 y D4 Señal de salida que se obtiene con el rectificador de onda completa 30 . se convierte a positiva la tensión de entrada negativa. cuando la tensión de entrada es negativa. es decir.

IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RECTIFICADOR TRIFÁSICO Este rectificador es el mismo que el rectificador de onda completa. Señal de tensión generada por un alternador trifásico Circuito rectificador en un alternador trifásico 31 . pero la señal de entrada es generada por un alternador trifásico. por lo que en la entrada hay tres señales superpuestas.

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La corriente trifásica generada en el devanado del estator de un alternador, ha de ser rectificada para su utilización por los diferentes aparatos consumidores. Esta función se realiza mediante diodos dispuestos de manera apropiada formando un grupo rectificador. De este modo se obtiene una corriente continua en bornes del alternador, partiendo de la alterna que se induce en sus fases. Para aprovechar tanto las semiondas positivas como las negativas de cada fase (rectificación de onda completa), se disponen dos diodos para cada fase, uno en el lado positivo y otro en el negativo, siendo necesarios en total seis diodos en el alternador trifásico.

Gráfico que ilustra el proceso de rectificación de una señal trifásica

Tensiones de fase a la salida del circuito rectificador trifásico

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La conducción de los diodos en cada instante de tiempo provoca en la s a l i d a una tensión compuesta, formada por la diferencia entre la fase más positiva y la fase más negativa. Así por ejemplo, en el intervalo de tiempo A, la fase más positiva es la W y la más negativa es la fase V, por lo que en la salida se tiene una tensión de fase de WV. La diferencia entre tensiones de fase se denomina tensión de línea, que es la tensión real de salida del circuito de valor máximo Vl. Para el resto de los instantes (B, C, D, E, F) el proceso es el mismo, pero con la resta de las distintas tensiones de fase que generan las respectivas tensiones de línea en la salida.

Tensiones de línea en la entrada.

Tensión de salida para cualquier circuito consumidor

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RECORTADORES
La función básica de un recortador es limitar la tensión en la carga.

RECORTADOR DE UN NIVEL DE TENSIÓN
Limita la tensión a un valor máximo o mínimo determinado

Señal de tensión a la entrada del circuito

Ve = tensión de entrada al circuito. Vs = tensión de salida del circuito. Vref = fuente de tensión en continua. Circuito recortador de un nivel por abajo

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lo permite por abajo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Gráfico del proceso del recortador La tensión de entrada es una señal senoidal. 35 . se consigue recortar la señal por la zona contraria. en vez de permitir el paso de señal por arriba. al estar en circuito abierto la corriente que atraviesa el diodo Id es cero. Señal a la salida del circuito recortador Variando la posición del diodo. En el semiciclo positivo la fuente de alimentación Ve intenta polarizar al diodo en inversa y la pila Vref (DC) en directo. por lo que la tensión de salida es la misma que la entrada. es decir. en el instante en que Ve sea mayor que Vref el diodo estará polarizado en inversa y equivale a un circuito abierto.

36 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Señal de tensión de entrada al circuito Circuito recortador de un nivel de tensión por arriba Gráfico del proceso que se lleva a cabo sobre la señal de entrada.

cuando la tensión de entrada sea negativa. el diodo está en inverso y la señal de salida es igual que la de entrada. Por esta razón. recortando así la señal de entrada. simplemente la pila Vref va a intentar polarizar al diodo en inversa. por lo que en la salida se fija la tensión de la pila Vref. Señal a la salida del circuito recortador 37 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA El recortador de la figura es similar al recortador de un nivel por abajo. mientras que cuando la tensión de entrada sea positiva el diodo está en directo.

Señal de entrada al circuito recortador de dos niveles Eg: generador que proporciona la tensión de entrada.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RECORTADOR DE DOS NIVELES Recorta la señal de entrada entre dos límites. Circuito recortador de dos niveles de tensión 38 . uno superior y otro inferior. Vef2: pila de tensión continua que limita por arriba. Vref1: pila de tensión continua que limita por abajo.

con la diferencia de que los dos diodos se van a turnar en sus estados de directo e inverso: (Siendo ON diodo en directo y OFF diodo en inverso). D1 ON => D2 OFF (semiciclo negativo de Ve). Señal que se obtiene a la salida de un circuito recortador de dos niveles 39 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Gráfico del proceso del recortador de dos niveles - La forma de funcionamiento del recortador de dos niveles es idéntica que la del recortador de un nivel. D2 ON => D1 OFF (semiciclo positivo de Ve).

Zona zener es la parte de la curva característica en la cual el diodo está polarizado en inverso pero permitiendo el paso de corriente de cátodo a ánodo. El diodo zener se puede comportar como un diodo normal si hacemos que trabaje fuera de su zona zener. esta tensión es la denominada tensión zener (Vz). DIODO ZENER Es un diodo que permite la conducción de corriente en determinadas condiciones tanto en un sentido como en el otro. K: cátodo. Vd: tensión en directo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ESTABILIZADORES DE TENSIÓN Para realizar esta función se utiliza un nuevo tipo de diodo denominado diodo Zener. Símbolos electrónicos del diodo Zener 40 . A: ánodo. En esta zona la tensión entre ánodo y cátodo toma un valor negativo constante. Vz: tensión en inverso. Id: intensidad en directo. Iz: intensidad en inverso.

Vz: tensión tener. mientras que en inverso fija una tensión mayor denominada tensión Zener (Vz). Vu: tensión umbral. Límites de ruptura en la curva característica de un diodo Zener 41 . pero con el añadido de que permite la conducción de corriente en la zona inversa. En directo continúa fijando una tensión Vu. Zonas de funcionamiento en la curva característica de un diodo Zener El diodo Zener conduce tanto en directo como en inverso. Ifmax: intensidad en directo máxima.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA La curva característica de este diodo es similar a la de un diodo normal. Izmax: intensidad en inverso máxima.

Vz: tensión zener del diodo. ya que no puede superar el valor de intensidad zener máxima (Izmax). el cual se polariza en inverso. de manera que fije siempre la tensión zener (Vz). en vez de por tensión como los diodos normales. Señal de tensión de entrada al circuito Circuito estabilizador de tensión Vcc: tensión proporcionada a la entrada. Gráfico del proceso de estabilización de la tensión 42 . El circuito estabilizador de tensión se realiza mediante un diodo zener.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Ahora el límite de ruptura en inverso viene determinado por intensidad.

En el circuito del estabilizador. Señal a la salida del circuito estabilizador de tensión 43 . pero siempre es positiva.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Una tensión está estabilizada en la carga cuando no sufre variaciones ante cambios en la intensidad (dentro de un determinado rango). por lo que el diodo Zener está en inverso y fija la tensión de la carga al valor de Vz. la tensión de entrada sufre variaciones con el tiempo.

2 1.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA MODULOS COMERCIALES DIODOS RECTIFICADORES CODIFICACION 1N4448 1N4447 1N4449 1N5624 1N5625 VU (voltios) 0.2 1.2 1.8 1 1 1 1 IF MAX (amperios) 2 2 2 80 80 VR MAX (voltios) 75 75 75 200 400 DIODOS ZENER CODIFICACION BZ03 / C9V1 BZ03 / C12 BZ03 / C20 BZ03 / C62 VU (voltios) 1.2 VZ (voltios) 9 12 20 62 IR MAX (voltios) 10 10 5 2 44 .

C: colector. B: base. un transistor se puede comparar con un interruptor controlado electrónicamente TERMINALES (CONEXIONES) Y SIMBOLOGÍA Un transistor se compone de tres zonas semiconductoras (existen dos uniones P-N). Estas zonas semiconductoras pueden ser de tipo N o de tipo P. Estos terminales se denominan emisor. Regiones semiconductoras y símbolo de un transistor bipolar tipo N-P-N E: emisor. E: emisor. B: base. base y colector. Hay dos tipos de transistores bipolares: tipo P-N-P y tipo N-P-N. 45 . base y colector. Regiones semiconductoras y símbolo de un transistor bipolar tipo P-N-P Cada zona lleva conectado un terminal. Las dos uniones de un transistor dan lugar a tres regiones denominadas emisor. A efectos de comportamiento.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TRANSISTORES BIPOLARES Un transistor bipolar consiste en tres semiconductores de tipo P o N. La base se corresponde con el semiconductor central. C: colector. ya sea un transistor PN-P como uno N-P-N. alternados consecutivamente formando así dos uniones P-N. y nunca pueden ir dos zonas del mismo tipo seguidas.

IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES Los términos y la nomenclatura utilizada en el estudio de las tensiones e intensidades de los transistores bipolares son: Intensidades: (Para un transistor NPN): .Ie : intensidad que sale por el emisor. Tensiones: .Ic : intensidad entra en el colector.Vce : tensión entre el colector y el emisor .Ib : intensidad que entra por la base.Vbe : tensión entre la base y el emisor . .Vbc : tensión entre la base y el colector TIPO N-P-N E: emisor B: base C: colector Símbolo y criterio de signos en un transistor bipolar N-P-N En el tipo de transistor NPN se cumplen unas condiciones de funcionamiento a nivel de tensiones y a nivel de corrientes que son: Ib + Ic = Ie Vce = Vbe . .Vbc 46 .

Vce + Vbe + Vbc = 0 Se puede realizar una aproximación a nivel de corrientes debido a que la intensidad de base máxima (Ibmax) es aproximadamente 100 veces menor que la intensidad de colector (Ic).IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA La suma de las corrientes que entran a un nudo son iguales a la suma de las corrientes que salen del nudo. 47 . Símbolo y criterio de signos en un transistor bipolar P-N-P Este tipo de transistor trabaja exactamente igual que el de tipo N-P-N. C: colector. pero con la diferencia de que cambian todos los sentidos. por tanto se toma como buena la siguiente deducción: Ic = Ie TIPO P-N-P E: emisor. tanto de las tensiones como de las intensidades. B: base. La suma de caídas de tensión a lo largo de una red es cero.

se denomina curva característica de salida.IMPRIMIR Í NDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CURVAS CARACTERÍSTICAS Las curvas características son curvas que referencian el comportamiento del componente. y relaciona la corriente de base (Ib) con la corriente de colector (Ic). En el caso de los transistores bipolares hay que analizar dos tipos de curvas. todo ello. y en ella se relaciona la intensidad de colector (Ic) con la tensión entre el colector y el emisor (Vce). En el resto de la gráfica la base del transistor en la zona marcada en rojo ( corriente de colector no depende de la corriente de base puesto que Ic valdrá como máximo Icsat y como mínimo cero. Icsat: intensidad de colector de saturación. dependiendo del valor de la intensidad de base (Ib) Curva característica de salida para Ib1 48 . Ibsat: intensidad de base de saturación. La segunda. La primera es la curva característica de entrada. : factor amplificador de corriente en activa. Curva característica de entrada en un transistor bipolar La corriente de colector es directamente proporcional a la corriente que entra por la ).

Curva característica de salida para Ib2. la curva característica general para un transistor bipolar es: Curva característica de salida de un transistor bipolar 49 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Estas gráficas referencian la característica de salida con respecto a un único valor de intensidad de base (Ib). Relacionando la curva característica de salida para todos los posibles valores de corriente por la base. La unión de varias gráficas para distintos valores de intensidad de base genera la curva característica de salida de un transistor bipolar.

Observando el circuito de la figura y su curva característica de salida.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RECTA DE CARGA El punto de trabajo es el punto que indica la tensión colector-emisor (Vce) y la corriente de colector (Ic) del transistor bipolar. Para un valor de Ib igual a Ib1 el punto de trabajo será el Q1. Para calcular la recta de carga se deben hallar los puntos de corte con los ejes de la gráfica. 50 . Curva de salida con referencia en Ib1 Recta de carga es la línea sobre la que se van a situar los posibles puntos de trabajo del transistor. la recta de carga se calculará de la siguiente forma: Circuito de polarización de un transistor bipolar * En el circuito existen dos redes eléctricas. la red de entrada y la de salid. Sobre la recta de carga tendremos varios puntos de trabajo dependiendo del valor de la corriente de base (Ib).

Por lo tanto. Vbb = Vbe + Rb x Ib De manera análoga las caídas de tensión en la red de salida son: Caída de tensión en la resistencia de colector Rc.de tal manera que las caídas de tensión que aparecen en esta red son: Caída de tensión entre la base y el emisor (Vbe). Vcc = Vce + Rc x Ic. Caída de tensión entre el colector y el emisor (Vce). * Para hallar el punto de corte con el eje de Ic. en el circuito la Ic tiene un valor igual a Vcc / Rc. supondremos que la Vce es igual a cero. * Se colocan los dos puntos de corte sobre la gráfica. Vce = Vcc . 51 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Mallas de entrada y salida de un circuito de polarización En la red de entrada la tensión para polarizar el transistor proviene de una fuente de tensión continua Vbb que va a generar una corriente por la base (Ib). * Para hallar el punto de corte con el eje de Vce. Caída de tensión en la resistencia Rb. se obtiene la recta de carga del transistor. la Vce tiene un valor igual a Vcc. se supone que la Ic es igual a cero. En este supuesto.Rc x Ic. y al unirlos mediante una línea.

Posibles puntos de trabajo del transistor bipolar 52 . dependiendo del valor de la intensidad de base (Ib).IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Recta de carga en la curva de salida Los posibles puntos de trabajo del transistor estarán situados en las intersecciones entre la recta de carga y la curva característica de salida del transistor bipolar.

Ic1: intensidad de colector en el punto de trabajo. Q1: punto de trabajo. Vce1: tensión colector-emisor en el punto de trabajo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA La corriente que atraviesa la base (Ib) del transistor se obtiene analizando la red de entrada: Ib = (Vbb . Por ejemplo. Vcc/Rc: punto de corte con la recta de carga. Cálculo gráfico del punto de trabajo de un transistor bipolar 53 . Ib = Ib1. Vcc: punto de corte de la recta de carga. Vcesat: tensión colector-emisor de saturación.Vbe) / Rb. Con la Ib1 calculada marcaremos en la característica de salida la horizontal de corriente de base sobre la que podrá trabajar el transistor.

En este caso el transistor se comporta como un amplificador de corriente. Este valor constante depende del transistor. y su valor viene dado por el fabricante en las hojas de características. corte y saturación. ya que en la salida del circuito circulará una Ic que será la intensidad de entrada (Ib) multiplicada por un valor constante denominado . Zonas de funcionamiento de un transistor bipolar FUNCIONAMIENTO EN ACTIVA En la zona activa el transistor tiene una corriente de colector (Ic) mayor que cero y una Vce mayor que un límite de tensión que separa las zonas de activa y saturación llamada Vcesat. 54 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ZONAS DE FUNCIONAMIENTO El transistor puede estar polarizado en distintas zonas de funcionamiento. Estas posibles zonas de funcionamiento son tres: activa.

La ventaja que se obtiene con su uso es la disminución de arcos voltaicos en el paso de conducción a corte. es un interruptor cerrado. En este caso. es decir. Este sólamente trabajará en las zonas de corte (circuito cerrado) y saturación (circuito abierto) si queremos que se comporte como un relé.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA FUNCIONAMIENTO EN CORTE En la zona de corte. los transistores bipolares se comportan como un relé o como un interruptor. en la electrónica del automóvil. Este valor también viene determinado por el fabricante del transistor y suele aproximarse a 0. además el transistor se controla con señales que son más fáciles de obtener. Circuito equivalente del transistor en zona de corte FUNCIONAMIENTO EN SATURACIÓN El punto característico de la zona de saturación es que la Vce tiene un valor igual a la Vcesat. es decir.2 Voltios. se puede observar que el transistor tiene una Ic y una Ib nulas. En este caso el transistor se comporta como un circuito abierto. sus valores son iguales a cero. Circuito equivalente de un transistor en zona de saturación En la mayoría de los casos. 55 . el transistor se comporta como un cortocircuito.

Vcemax: tensión colector-emisor máxima. Un transistor bipolar se puede destruir por varias causas: Por sobrepasar el valor de Icmax. Por sobrepasar el valor de Vcemax. Todos los valores límite de intensidad máxima. A mayor potencia eléctrica soportada mayor cantidad de calor existirá en el componente. tensión máxima y potencia máxima dependen de la fabricación del transistor. 56 . Icmax: intensidad de colector máxima. Sus valores vienen proporcionados por las hojas de características que suministra el fabricante en los DATA-BOOKS (libro de datos). Se puede destruir un semiconductor si la potencia que soporta sobrepasa el valor de potencia máxima (Pmax). Pmax: máxima potencia eléctrica que puede soportar el transistor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA LIMITES DE RUPTURA El transistor bipolar debe trabajar dentro de unos márgenes de tensión. Gráfica de curva de salida con límites de ruptura Vcesat: tensión colector-emisor de saturación. corriente y potencia. La zona de ruptura por potencia se puede apreciar en la gráfica.

85 0.7 1 1 0. MODULOS COMERCIALES TRANSISTORES BIPOLARES NPN CODIFICACIÓN BFY50 BFY51 BFY52 2N3903 2N3904 VCE MAX (V) 35 30 20 40 40 IC MAX (A) 1 1 1 0.5 0.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA MONTAJE DARLINGTON Este montaje consiste en la unión de dos transistores bipolares en cascada dentro de un circuito. la de amplificar la señal de entrada. se considera el bloque como un único transistor bipolar con un factor de amplificación constante de valor 1 x 2 (siendo 1 y 2 los respectivos factores de amplificación de cada transistor).3 VBE SAT (V) 1. A efectos de análisis del montaje.5 1.5 1.2 0. Circuito electrónico con montaje Darlington La función de este tipo de circuitos es básicamente. La unión en cascada implica que la salida del primer transistor (Ie1) es la entrada (Ib2) del segundo transistor.95 IB SAT (mA) 50 50 50 50 50 57 .2 0.2 VCE SAT 0.

debido a que en su fabricación se ha conseguido que la corriente se controle por la acción del campo eléctrico existente en la unión P-N. pero que se realizan con distinta tecnología de fabricación. Mientras que los transistores bipolares dan un buen rendimiento a baja frecuencia. al igual que los bipolares. Este tipo de transistores unipolares se utiliza mucho más que los MOSFET ya que su fabricación es mucho más barata. los unipolares funcionan mejor en frecuencias altas.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TRANSISTORES UNIPOLARES Los transistores unipolares. 58 . Dentro de los transistores unipolares existen dos tipos: los JFET (denominados simplemente FET) y los MOSFET (denominados de forma abreviada como MOS). TRANSISTORES JFET Las siglas JFET vienen de Junction Field Effect Transistor. son componentes semiconductores de dos uniones P-N. Este tipo de transistores tiene otra nominación que es la de transistores de campo. que traducido quiere decir Transistor de Efecto de Campo.

IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA SIMBOLOGIA Y TERMINALES Un transistor unipolar se compone de tres partes semiconductoras: la parte principal es una barra de semiconductor a la que se le hacen dos hendiduras en su superficie dándole forma de ‘H’. surtidor (S). Dependiendo de si la barra central es de tipo P o de tipo N. Esquema de terminales y partes semiconductoras de un JFET El JFET tiene tres terminales o conexiones que se denominan: puerta (G). La parte semiconductora principal puede ser de tipo P o N. las otras dos partes son dos capas de material semiconducor que van colocadas en las hendiduras de la parte principal. S: surtidor o fuente. y drenador (D). mientras que las otras dos capas son del tipo contrario al de la barra principal. La diferencia entre un tipo u otro se distingue en el sentido que marca la flecha situada en el terminal de puerta de su símbolo. Símbolos electrónicos de los transistores unipolares JFET 59 . los transistores JFET pueden ser de canal P o canal N respectivamente. D: drenador. G: puerta.

Id = -Is. A nivel de funcionamiento dentro de un circuito se suponen las siguientes aproximaciones: Ig = 0. y se supone que la corriente que circula por el drenador es la misma que la que circula por el surtidor pero en sentido contrario. Es decir. La diferencia a nivel de signos entre los dos tipos. Is: intensidad por el surtidor (negativa). es que todos los sentidos de intensidades y tensiones de los de tipo P son contrarios a los asignados en los de tipo N. Debido a la escasa utilización de los JFET de tipo P. Ig: intensidad por la puerta. la corriente que circula por la puerta se supone aproximadamente cero. Vds: tensión drenador-surtidor. S: surtidor. sólamente se explicará el criterio de signos en el símbolo de los JFET de tipo N. Id: intensidad por el drenador. 60 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES Los sentidos de las diversas intensidades y tensiones en los terminales de un transistor unipolar JFET de canal N son los mostrados en el siguiente gráfico: Criterio de signos de corrientes y tensiones en un JFET de tipo N G: puerta. D: drenador. Vgs: tensión puerta-surtidor.

proporcionado por el fabricante. Si Vgs es menor que el valor de Vp. el transistor no conduce. pero dependiendo del valor de la tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs). y en ella se relaciona la corriente por el drenador (Id) con la tensión entre los terminales de drenador y surtidor (Vds). mientras que si el valor de Vgs es mayor que Vp. Vp: tensión de pinch-off. y llamado tensión de pinch-off (Vp). La otra curva característica es la de salida. Existe un valor. el JFET se encuentra conduciendo. al igual que en los bipolares. también se utilizan dos tipos de curvas características: la de entrada y la de salida. relaciona la corriente por el drenador (Id) con la tensión existente entre los terminales de puerta y surtidor (Vgs). Id: intensidad de drenador. Curva característica de entrada de un transistor JFET El punto que determina que un JFET pase de corte a conducción es el valor de la tensión entre puerta y surtidor. Idss: intensidad de drenador máxima aprovechable. 61 . Vgs: tensión puerta-surtidor. La curva característica de entrada.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CURVAS CARACTERÍSTICAS En el caso de los transistores unipolares. que es el que determina el cambio de funcionamiento.

Vgs: tensión puerta-surtidor. así la unión de dichas líneas referencia la curva característica de salida global. Vgs3. Curva característica de salida de un JFET Cada línea es representada para un valor determinado de Vgs. etc. 62 . esto es. Vgs2. Idss: intensidad de drenador máxima aprovechable.). para distintos valores de tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs1. BVds: tensión drenador-surtidor máxima aprovechable. Vds: tensión drenador-surtidor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Id: intensidad de drenador. Vp: tensión de pinch-off .

saturación y ruptura. ZONA OHMICA Eléctricamente. la resistencia entre drenador y surtidor (Rds) toma diferentes valores para distintos valores de Vgs. óhmica. el JFET se comporta como si hubiera un potenciómetro entre el drenador y el surtidor. 63 . sino que su variación es controlada por la tensión entre puerta y surtidor (Vgs). no circula corriente por él.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ZONAS DE FUNCIONAMIENTO Este tipo de transistores puede estar polarizado en diversas zonas de funcionamiento: corte. Zonas de funcionamiento reflejadas sobre la curva de salida ZONA DE CORTE En este estado de funcionamiento el transitor JFET equivale eléctricamente a un circuito abierto entre sus terminales de drenador y surtidor. La peculiaridad de este potenciómetro o resistor variable es que su resistencia no varía manualmente o mecánicamente. Por lo tanto. Es decir.

El JFET entra en esta zona de funcionamiento cuando la tensión drenador-surtidor (Vds) supera el valor de tensión de pinch-off (Vp). ya que el componente pierde sus propiedades semiconductoras. Esta zona también marca un límite en la tensión entre el drenador y el surtidor (Vds) que no se puede superar. permanece constante e invariante aunque se cambie el valor de la tensión entre el drenador y el surtidor (Vds). tiene lugar un rápido crecimiento de la corriente por el drenador.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ZONA DE SATURACION En esta zona. Esto es debido a que el valor de la intensidad que circula por el drenador (Id). 64 . lo que puede hacer que el componente se rompa. lo que lleva a la ruptura de la unión semiconductora P-N situada en la parte del drenador. Esta zona apenas se utiliza. cuyo valor depende de la Vgs aplicada. este valor máximo de tensión se denomina BVds. por diversas causas. el transistor unipolar equivale a un generador de corriente continua. ZONA DE RUPTURA Es una zona en la que. Trabajar en esta zona supone hacer funcionar al transistor con corrientes y tensiones elevadas.

se consigue que el transistor JFET nunca esté funcionando en la zona de corte.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CIRCUITO AUTOPOLARIZADO Circuito autopolarizador de un transistor unipolar JFET A este circuito se le llama así porque mediante la disposición de resistencias y la fuente de alimentación continua Vdd. Luego el circuito autopolarizado sólo puede estar funcionando en la zona de saturación o en la zona óhmica. S: terminal de surtidor. Esto se debe a que el valor de tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs) nunca va a ser inferior al valor de la tensión de pinch-off (Vp). Id: generador de corriente constante de valor Id. equivale a un generador de corriente continua de valor Id: D: terminal de drenador. Cuando se encuentra en saturación. Circuito equivalente de un transistor JFET en saturación 65 .

estos circuitos se verán en el próximo capítulo dedicado a los tiristores.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA En cambio. cuando se encuentra en zona óhmica. En la actualidad se ha conseguido abaratar la fabricación de este tipo de transistores unipolares. S: terminal de surtidor. que significa Transistor Semiconductor de Efecto de Campo con Oxido de Metal. Circuito equivalente de un transistor JFET en zona óhmica TRANSISTORES MOSFET Las siglas MOSFET vienen de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transitor. equivale a una resistencia variable de valor Rds: D: terminal de drenador. La razón fundamental de este cambio es que se controlan por tensión y no hacen falta los circuitos de bloqueo adicionales que utilizan los tiristores. 66 . Rds: resistencia entre los terminales del drenador y el surtidor. por lo que están siendo utilizados para sustituir a los tiristores.

Al igual que los JFET. D: terminal de drenador. S: terminal de surtidor. Sus respectivos símbolos se diferencian entre ellos en que la flecha pintada sobre el terminal del surtidor tiene sentido contrario. drenador y surtidor. equivale a que haya un condensador entre estas dos partes.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA SIMBOLOGIA Y TERMINALES (CONEXIONES) Este tipo de transitores unipolares está fabricado con una barra principal semiconductora de tipo P o N. existen dos tipos de transistores MOSFET: de canal P o de canal N. lo que provoca que la corriente por el terminal de puerta sea cero. G: terminal de puerta. G: terminal de puerta. D: terminal de drenador. esto. tienen tres terminales: puerta. Terminales y partes semiconductoras de un transistor unipolar MOSFET Con esta peculiar forma de fabricación se consigue crear un campo eléctrico entre el terminal de puerta y el material dieléctrico. Símbolos electrónicos de los transistores MOSFET. eléctricamente. 67 . Pero con la diferencia con respecto a los JFET de que la capa superior es de material dieléctrico (aislante) y aisla el terminal de puerta (G) del resto del componente. y dos zonas transversales de semiconductor de tipo contrario al de la barra principal. Dependiendo de si la barra central del componente es de un tipo u otro de semiconductor. S: terminal de surtidor o fuente.

Is: intensidad por el surtidor o fuente. Id: intensidad por el drenador. son de sentido contrario en uno de tipo P. Vds: tensión drenador-surtidor. estos dos tipos se diferencian en que todos los sentidos de corriente y tensión definidos en un MOSFET de tipo N. Vgs: tensión puerta-surtidor. Criterio de signos de tensiones y corrientes de un MOSFET de canal N 68 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES Como siempre. Ig: intensidad por la puerta.

el transistor M O S F E T e s t á c o n d u c i e n d o . Si Vgs es mayor que este valor. La curva característica de salida relaciona la intensidad por el drenador (Id) con la tensión existente entre los terminales del drenador y el surtidor (Vds). Curva característica de entrada de un transistor MOSFET. Id: intensidad por el drenador. En este caso el valor de tensión que identifica el límite en el cual se pasa de conducción a corte se llama tensión umbral (Vt). Vt: tensión umbral. m i e n t ra s q u e s i e s m e n o r n o c o n d u c e . Vgs: tensión puerta-surtidor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CURVAS CARACTERÍSTICAS Se utilizan dos curvas características: la de entrada y la de salida. cada línea continua referencia un valor de tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs) distinto. 69 . gs: tensión puerta-surtidor. Curva característica de salida de un transistor MOSFET En esta curva. La curva característica de entrada relaciona la corriente que circula por el drenador (Id) con la tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs). BVds: tensión drenador-surtidor máxima aprovechable. Vds: tensión drenador-surtidor. Idss: intensidad de drenador máxima aprovechable. Vt: tensión umbral. Id: intensidad de drenador.

este valor viene determinado en las hojas características proporcionadas por el fabricante. En esta zona el MOSFET mantiene constante su corriente por el drenador (Id). El valor de esta resistencia varía dependiendo del valor que tenga la tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs). ZONA OHMICA El MOSFET equivale a una resistencia variable conectada entre el drenador y el surtidor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ZONAS DE FUNCIONAMIENTO Al igual que en los transitores JFET. Zonas de funcionamiento de un transistor unipolar MOSFET ZONA DE CORTE El transistor MOSFET equivale eléctricamente a un circuito abierto entre los terminales del drenador y el surtidor. ZONA DE SATURACION El transistor entra en esta zona de funcionamiento cuando la tensión entre el drenador y el surtidor (Vds) supera un valor fijo denominado tensión drenador-surtidor de saturación (Vdssat). los MOSFET tienen las mismas cuatro zonas de funcionamiento. el transistor equivale a un generador de corriente continua de valor Id. Se comporta como un interruptor desconectado. 70 . situado entre los dos terminales. Por lo tanto. independientemente del valor de tensión que halla entre el drenador y el surtidor (Vds).

eléctricamente.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ZONA DE RUPTURA Esta zona apenas se utiliza porque el transistor MOSFET pierde sus propiedades semiconductoras y se puede llegar a romper el componente físico. La palabra ruptura hace referencia a que se rompe la unión semiconductora de la parte del terminal del drenador. Esto implica que el MOSFET está en zona de conducción. porque Vgs > Vt. Esto implica que el MOSFET equivale. EJEMPLO DE CIRCUITO POLARIZADOR DE UN MOSFET Circuito de polarización de un transistor MOSFET. Como la tensión entre la puerta y el surtidor (Vgs) tiene el mismo valor que la tensión existente entre el drenador y el surtidor (Vds). En este circuito se sabe que la fuente de alimentación de continua Vdd tiene un valor en voltios superior al valor de tensión umbral del MOSFET (Vt). a un generador de corriente continua y constante de valor Id: Circuito equivalente de un transistor MOSFET en saturación. 71 . el transistor unipolar se encuentra funcionando en zona de saturación.

y es la máxima potencia que puede disipar el componente. Todos estos valores que marcan los límites de ruptura del transistor unipolar vienen referenciados en las hojas de características (DATA-BOOK) proporcionadas por el fabricante. Idmax: intensidad de drenador máxima. BVgs: tensión puerta-surtidor máxima. Los transistores unipolares están limitados en tres magnitudes eléctricas: En tensión: no se puede superar el valor máximo de tensión entre la puerta y el surtidor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA LIMITES DE RUPTURA La utilización de transistores unipolares en circuitos electrónicos. En corriente: no se puede superar un valor de corriente por el drenador. como en cualquier otro componente. exige. BVds: tensión drenador-surtidor máxima. Curva de entrada referenciada con límites de ruptura. Este valor se denomina BVgs. Curva de salida referenciada con límites de ruptura. 72 . En potencia: este límite viene marcado por Pdmax. tanto JFET como MOSFET. Idmax: intensidad drenador máxima. Pdmax: potencia eléctrica máxima. Tampoco se puede superar un valor máximo de tensión entre el drenador y el surtidor denominado BVds. conocido como Idmax. conocer sus limitaciones de trabajo.

Los terminales del tiristor se denominan ánodo (A). A: ánodo K: cátodo G: puerta 73 . cátodo (K) y el terminal de control o puerta (G). TERMINALES Y SIMBOLOGIA Existen dos tipos de tiristores NPNP y PNPN dependiendo de la combinación de capas semiconductoras.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA TIRISTORES Un tiristor es un componente electrónico formado mediante la unión de cuatro capas semiconductoras. dos de tipo P y dos de tipo N alternadas. El terminal de control se denomina puerta (G) y tiene como función la de hacer que el tiristor pase a estado de conducción o directo. Un tiristor se puede definir como un diodo controlado mediante un terminal. El terminal de puerta también se denomina electrodo de gobierno.

Símbolo electrónico del tiristor A diferencia de los transistores bipolares. -Ig: intensidad por la puerta. -Vak: tensión entre ánodo y cátodo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CRITERIO DE CORRIENTES Y TENSIONES -Iak: intensidad que circula de ánodo a cátodo. Ik la intensidad por el cátodo. la que circula desde el ánodo hasta el cátodo. -Vgk: tensión existente entre la puerta y el cátodo. la corriente que entra por el ánodo es la misma que sale por el cátodo (Iak): Ia = Ik = Iak Siendo Ia la intensidad por el ánodo. y la intensidad total. Iak. 74 .

Vh: tensión de mantenimiento. La gráfica de entrada es idéntica a la curva característica de un diodo normal. Ih: corriente de mantenimiento. Vmax: tensión máxima en conducción. Vu: tensión umbral. Curva característica de salida de un tiristor para Ig = 0 75 .IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CURVAS CARACTERÍSTICAS El tiristor tiene dos curvas características: la curva de salida y la curva de entrada. Vr: tensión en inverso. Vgk: tensión puerta-cátodo. Curva característica de entrada de un tiristor La curva característica de entrada va a relacionar la corriente por la puerta (Ig) con la tensión entre la puerta y el cátodo (Vgk). Ig: intensidad por la puerta.

Vh: tensión de mantenimiento. Ih: corriente de mantenimiento. Curva característica de salida para Ig > 0 La curva característica de salida es distinta si se varían valores de corriente por la puerta (Ig). En los tiristores en el momento en que la corriente de puerta sea distinta de cero. la característica de salida varía y se elimina el pico que hay en la gráfica de la curva de salida. Vr: tensión en inverso. Para valores negativos de tensión ánodo-cátodo (Vak) el tiristor se comporta como un diodo polarizado en inverso por lo que equivale a un circuito abierto entre el ánodo y el cátodo.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA La curva característica de salida relaciona la corriente que pasa del ánodo al cátodo (Iak) con la tensión entre el ánodo y el cátodo (Vak). 76 .

TH: tiristor. Circuito de polarización de un tiristor Para calcular la recta de carga del tiristor hay que calcular los puntos de corte con los ejes Vak e Iak.Iak x R Haciendo Iak cero y calculando en esta situación la Vak respecto de la ecuación de salida se llega a la conclusión: Vak = Vcc 77 . Analizando las caídas de tensión en la red de salida la ecuación de salida es: Vak = Vcc . Vcc: fuente de tensión en continua. Eg: generador de tensión de onda cuadrada.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA RECTA DE CARGA El punto de trabajo en un tiristor indica la corriente que circula desde el ánodo hasta el cátodo (Iak) y la tensión existente entre el ánodo y el cátodo (Vak).

Gráfico de la recta de carga del tiristor para el circuito de polarización 78 . se obtiene: Iak = Vcc / R Con los valores de Iak y Vak calculados se traza la recta de carga.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA De manera análoga haciendo Vak cero y calculando en esa situación Iak respecto de la ecuacción de salida.

es decir.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ZONAS DE FUNCIONAMIENTO Zonas de funcionamiento de un tiristor Hay tres zonas sobre las que puede trabajar un tiristor: Bloqueo: el tiristor se comporta como un diodo polarizado en inverso. Q1. Conducción: el tiristor se comporta como un diodo polarizado en directo. Q3: posibles puntos de trabajo del tiristor Intersecciones de la recta de carga con la curva de salida para Ig = 0 79 . En esta zona circula corriente desde el ánodo hasta el cátodo (Iak). como un cortocircuito. como un circuito abierto por el que no podrá circular corriente desde el ánodo hasta el cátodo. Q2. es decir. Resistencia negativa: es una zona muy inestable en la que el tiristor no debe nunca trabajar.

los cortes de la recta de carga con la curva característica de salida para un valor de corriente por la puerta (Ig) igual a cero son tres: Q1. Hay tres puntos de corte entre las dos curvas. Si el tiristor estaba bloqueado (diodo en inverso) el punto correcto es el Q1 (bloqueo). el punto correcto es Q3 (conducción). Para saber qué punto es el correcto hay que tener en cuenta el estado anterior en el que se encontraba el tiristor. con lo que también cambian los puntos de corte entre ambas rectas. Q2 y Q3.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Si no se genera corriente por la puerta del tiristor. cada punto de corte está situado en una zona distinta. Circuito equivalente para un tiristor en conducción 80 . El punto Q2 se desestima porque es improbable que el tiristor estuviera trabajando en zona de resistencia negativa. Intersección de la recta de carga con la curva de salida para Ig > 0 Al generar un impulso de corriente por la puerta la curva característica varía. Por lo tanto en esta situación el tiristor se comporta como un diodo en directo. Con una corriente de puerta (Ig) mayor que cero sólo hay un punto de corte Q3 que está situado en la zona de conducción. Si por el contrario el tiristor estaba en conducción.

estaba en conducción. Posibles puntos de trabajo después de retirar el pulso de corriente con Ig = 0 Existen tres puntos de corte entre la recta de carga y la curva de salida que son Q1. Punto de trabajo después de generar el pulso de coriente con Ig > 0 81 . Tensión de mantenimiento (Vh): es el mínimo valor de tensión ánodo-cátodo que debe existir para que al retirar el pulso de corriente por la puerta el tiristor permanezca en estado de conducción. el tiristor permanezca en estado de conducción.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Estando el tiristor en la zona de conducción si se retira el pulso de corriente por la puerta (Ig = 0) se obtiene la curva característica para una corriente por la puerta igual a cero. como: Corriente de mantenimiento (Ih): es el mínimo valor que debe tomar la corriente ánodo-cátodo para que al retirar el pulso de corriente por la puerta. Se define corriente de mantenimiento (Ih) y tensión de mantenimiento (Vh). no explicadas anteriormente. Q2 y Q3 . Como el tiristor. al retirar el pulso de corriente. el punto válido es Q3.

Q3: punto de trabajo del tiristor. Punto de trabajo sobre curva de salida con Ig > 0. Vh). 82 . El tiristor está trabajando en Q3 por encima del punto Qh.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Circuito equivalente para un tiristor en bloqueo Si en el momento de retirar el pulso de corriente por la puerta (Ig) el punto de trabajo Q3 (Iak3. en esta situación el tiristor está conduciendo independientemente de que se retire o no el pulso de corriente por la puerta. Vak3) no se encuentra por encima del punto de mantenimiento Qh (Ih. Iak3: corriente ánodo-cátodo en Q3. Ih: intensidad de mantenimiento. Vh: tensión de mantenimiento. el tiristor pasa a funcionar en zona de bloqueo y se comporta como un diodo en inverso. Vak3: tensión ánodo-cátodo en Q3.

Para lograr el bloqueo de tiristores hay que situar circuitos adicionales de bloqueo. y su lugar sea ocupado por los transistores de potencia unipolares. Con esto se consigue variar la recta de carga hasta zonas de trabajo en las que se comporta como un diodo en inverso. 83 . La única manera que hay de conseguir el bloqueo de un tiristor. a medio plazo. este inconveniente está motivando que el tiristor deje de existir.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Recta de carga negativa sobre curva de salida Se plantea un problema cuando se quiere que un tiristor que está conduciendo pase a corte o bloqueo. Actualmente. es conseguir que la tensión entre el ánodo y el cátodo sea negativa o bien que la corriente que circula desde el ánodo hasta el cátodo sea también negativa.

Límites de ruptura de un tiristor. a partir de los cuales se destruyen. Potencia Pd > Pdmax. Corriente Ig > Igmax. Tensión Vgk > Vgkr. Vakr: tensión ánodo-cátodo de ruptura. los tiristores también tienen unos valores máximos permitidos. Corriente Iak > Iakr. Un tiristor puede perder sus características semiconductoras por alguna de las siguientes causas: Tensión Vak > Vakr.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA LIMITES DE RUPTURA Como cualquier componente. 84 . Iakr: intensidad ánodo-cátodo de ruptura.

generada por Eg. El generador Eg1 crea el pulso de corriente por la puerta del tiristor. para rectificar la señal alterna de salida.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA CIRCUITO DE APLICACIÓN El siguiente circuito representa una aplicación básica de un tiristor. 85 . Eg1: generador de tensión de onda cuadrada. pero con la ventaja de que el tiristor (diodo controlado) entra en conducción cuando se desee. Eg: generador de tensión de onda alterna senoidal. La función de este circuito es equivalente a un rectificador de media onda. Circuito de polarización con tensión alterna en la salida.

puesto que todavía no se ha generado el pulso de corriente por la puerta (Ig). Iak1: corriente ánodo-cátodo del tiristor. Ig1: amplitud del pulso de corriente por la puerta. El tiristor se comporta como un diodo en inverso y el circuito equivalente en la salida es: 86 . Vak1: tensión ánodo-cátodo en el tiristor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Funcionamiento del circuito mediante las gráficas de las señales TH ON : tiristor en conducción. TH OFF: tiristor en bloqueo. f1: fase de disparo del tiristor. * En el intervalo de tiempo comprendido entre 0º y la fase f1º el tiristor está bloqueado.

En este instante se modifica la curva característica de salida y hace que el tiristor pase a conducción. Los tiristores suelen ser utilizados en aplicaciones que requieren componentes con unos límites eléctricos de ruptura muy grandes. En este intervalo la tensión entre ánodo y cátodo del tiristor es igual a cero. puesto que está cortocircuitado. 87 . Desde f1 hasta 180º el circuito equivalente de salida es: Circuito equivalente de salida con el tiristor en conducción. El tiristor es utilizado en la industria del automóvil como un: Relé. * En la fase f1 un pulso de corriente generado por el generador de impulsos hace que la corriente por la puerta del tiristor sea mayor que cero. En este intervalo la tensión entre el ánodo y el cátodo del tiristor es igual a la tensión proporcionada por el generador de tensión alterna Eg. Rectificador controlado. * Desde 180º hasta 360º la tensión Vak. Interruptor. con lo cual se comporta como un cortocircuito. al ser igual a la proporcionada por el generador de alterna Eg. pasa a valores negativos que fuerzan el bloqueo natural del tiristor sin necesidad de circuitos de bloqueo adicionales.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA Circuito equivalente de salida con el tiristor en bloqueo.

IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA MODULOS COMERCIALES TIRISTORES CODIFICACION 2N4441 2N4442 2N4443 2N4444 VAK MAX (V) 50 200 400 600 IAK MAX (A) 8 8 8 8 IG MAX (mA) 60 60 60 60 88 .

con lo que el transistor bipolar entra en conducción permitiendo el paso de corriente hasta el zumbador. la corriente proporcionada por la fuente de tensión se deriva a masa con lo que el transistor bipolar P-N-P está cortado. se cierra. dependiendo de si el freno de mano está activado o no.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA APLICACIONES DE ELECTRONICA ANALOGICA AVISADOR ACUSTICO DE FRENO DE MANO El avisador acústico de freno de mano es un circuito electrónico que permite la activación de un zumbador sonoro. 89 . Circuito avisador acústico de freno de mano El interruptor del circuito es un microinterruptor colocado de forma que al desactivar el freno de mano. Al cerrarse. y emitiendo por lo tanto un zumbido. activándolo. por lo tanto el zumbador no es alimentado. Al activar el freno de mano el microinterruptor pasa a estar abierto.

el transistor se encuentra en corte por lo que impide el paso de corriente. por lo que permite la conducción de corriente eléctrica y la bobina del electroinyector está alimentada.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ETAPA DE ACTUACION SOBRE LOS ELECTROINYECTORES La cantidad de gasolina pulverizada en la mezcla aire-combustible está controlada por un elemento electromecánico denominado electroinyector. 90 . está pulverizando gasolina tanto tiempo como dure el pulso a nivel alto de la señal de control de la centralita. Cuando la señal de control está a nivel bajo. En esta situación la bobina del electroinyector no está alimentada y además se descarga por medio de Rc. Etapa de actuación sobre un electroinyector La centralita controla. Cuando la señal proporcionada por la centralita está a nivel alto el transistor entra en saturación. El transistor funciona como un interruptor cuya función es alimentar o desalimentar al electroinyector. la base del transistor bipolar. por lo que el electroinyector pulveriza gasolina. El tiempo de duración del pulso a nivel bajo es el mismo tiempo en el que la bobina del electroinyector no está alimentada y no pulveriza gasolina. mediante una señal cuadrada.

y ésta. en la etapa de explosión. En el momento de inicio de la descarga. mientras que a nivel bajo de tensión polariza el transistor unipolar en zona de corte. Cuando la señal está a nivel alto el transistor conduce y se comporta como una resistencia (zona óhmica). Encendido por carga de condensador con transistor unipolar El generador de onda cuadrada emite una señal de control que a nivel alto de tensión polariza el transistor unipolar en zona óhmica y permite la conducción. de Rs y de la bobina del primario del transformador. Cuando la señal está a nivel bajo el transistor está cortado y el condensador se carga a través de la resistencia R1 con la tensión proporcionada por el generador de tensión continua Vcc. a su vez. con lo que el condensador se descarga a través de ella. induce una tensión en la bobina del secundario provocando un arco voltaíco en los electrodos de la bujía. A medida que el condensador se va descargando la bobina se va cargando con la energía del condensador. la bobina del primario no tiene energía. Esto es debido a que con este tipo de encendido se consigue un incremento notable en la energia que cede el circuito almacenador del primario al secundario. en esta situación el diodo se encuentra en directo y permite la carga del condensador. impidiendo la conducción de corriente. de Rd.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ENCENDIDO POR CARGA DE CONDENSADOR CON TRANSISTOR UNIPOLAR La ventaja del encendido por carga de condensador radica en el aprovechamiento máximo. de la energía proporcionada por la bujía. 91 . Esto es posible gracias a que el diodo se encuentra en inverso y no permite el paso de corriente a través de él.

éste no conduce y el condensador se carga a través de R1 con una tensión de valor Vcc. 92 . pero cambiando el transistor unipolar por un tiristor. Encendido por carga de condensador con tiristor La fuente de tensión que controla el tiristor debe variar entre valores que corten o disparen el tiristor.IMPRIMIR ÍNDICE ZOOM ZOOM CIRCUITOS ELECTROTÉCNICOS BÁSICOS MANUAL DE ELECTRÓNICA ENCENDIDO POR CARGA DE CONDENSADOR CON TIRISTOR Este circuito es el mismo que el de encendido por carga de condensador con transistor unipolar. éste conduce y el condensador se descarga por medio de Ra. Cuando se dispara el tiristor. El funcionamiento de este circuito es similar al anterior. Rk y la bobina del primario. mientras que cuando se bloquea el tiristor.

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