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VANSINA Jan - Tradicion Oral Historia Oral Logros y Perspectivas (1)

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ENrRE-vrsrAs

La fuerza de trabajo en una planta Ford Miriam Nyhan Discriminaciónracial en Brasil VerenaAlberti v Amilcar Araujo pereira Trabajos forzados para e[ Tercer Reich Christoph Thonfeld La memoria urbana y su,opacidad: Maurice Halbwachs JoséAntonio G. Alcantutl Teatralizar entrevista la Jeff Friedman El retorno de Sybila Claudia Custro Artistasmilitantesen el pC argentino Grncicla Brou.tornikv Loura Benadíba Una entrevistadora Eugenia Meyer El cuerpo:Signo y campo de contradiccíones Franco Ferrurc¡tti El pasadoen el presente Roger Chartier Contrala tradición inventada Gtttyn Prins Tradiciónoral Jan Vansina Reconstrucción pasado del Jack Goody
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a c u a l l i d a d d e l a p r o p i e d a d e l g a n a d od e l o s d L u y i a d q u i e r e e n t i d o . r E x a m i n a d ad e s d ee s t ap o s t u r a . P . d e m o m e n t o . g p. Muchos z a n e l t é r m i n o e n u n s e n t i d om á s e s t r e en cho.p .L a f o r m a m á s a n t i g u ad e d i r e c c i ó n e l g a n a d oe n B u l o d zi es ngombefungwu: palabras idiodos del m a s i l u y a q u e l i t e r a l m e n t e i g n i f i c a n< e l s g a n a d oe s t áa t a d o r .e n d p r i m e rl u g a r . Estosson los elementos que componen e l s i s t e m ad e i n t e r a c c i ó nd e s c r i t op o r e l P r o f e s o r l u c k m a n . 1 3 0 C F o | k S t u d i e s .con el aumentode la poblac i ó n . del P e r o . azad.s i s e a c e p t a n o s i n d i l c a d o r e s r q u e o l ó g i c o s .l o q u e s e e s t ác u e s t i o n a n d o e s e l d e s p l a z a m i e n ta l a L l a n u r a o d e l o s p r i n c i p a l e s o m p r o m i s od e l a v i d a c s s o c i a l .9 7 2 . ngombefungel ua permitiautilizar más eficazmente l e estiércol ganadopara enriquecer suedel el lo ligero matongodel margen. n i n g u n a p e r s o n aq u e p e r t e n e c i e r a u n a d e l a s t r i b u s s a t é l i t et e a p e r m i s op a r a c u l t i v a r l a s t i e r r a sm á s nía i m p o r t a n t e s e l a L l a n u r a( s i s h a n j o )i. M a n c h e s t e r l ) .6 5 . a l m e n o s . c ó m od o m i n a nl a L l a n u r al o s L u ¿ y i ? S e r í am u y i m p r o b a b l e u e l o s r e c u r q s o sd e l p a s t oy l a c a z ad e l a L l a n u r an o hubieransido explotados desde primelos r o s t i e m p o s . A c o n t i n u a c i ó n .l a i d e n t i f i c a c i ó n e l a s á r e d a s q u e i g n o r a m o s . t a u c u a l s e as u f o r m a .Además. o c u a n d o l a g e n t e s e p o n i a a e s c r i b i r 'e s c r i b i a . l i t e r a t u r o r a l . p e r a rq u e c o n s t r u y e n d o o b r ee l c o n o c i s m i e n t o d e 1 a i g n o r a n c i a . a lo que puen diera resultarserun entorno más productivo. d a a n i m a l e s t a b aa t a d o i n d i v i d u a l m e n t e a u n a e s t a c a e l r e b a ñ oe s t a b a o n s t a n y c t e m e n l e i g i l a d op o r l o s p a s t o r ejs v e n e s ó v ( b a l i s a n a )A p e s a rd e r e s u l t a ru n t r a b a .CwyNpnrns #r Trqdicién orql. sh i s t o r i a s r a l e s o n r e que las tradil a t o s d e t e s t i $ o sm i e n t r a s d t c i o n e so r a l e ss o n r e l a t o s r a n s m i t i d o s e L' a b o c a e n b o c a a f u t u r a s$ e n e r a c i o n e s d i s t i n c i ó ne s c r u c i a l p a r a e l h i s t o r i a d o r y e l f o l k l o r i s t a . Esteenriquecimientopudo reportar un excesode alimentoque. M . e G d bemosreconocer que estono puedeconstituir una descripción completa gobierdel no de todo Bulozi. p o r t a n t o ' para el estudloso a l g u n a sd i f i c u l t a d e s en la n e q u " e s t áe s p e c i a l m e n t ie t e r e s a d o o tradición ral. d a P o r l o t a n t o . l a c o n c l u s i ó n e b es e r .a m b r i d g e dFoke|ore:EssoystowordsoDisciptineof .S e a c u a l s e a s u c o n t e . En cuanto el foco principal de la preocupaciónsocialse dirigió sobreel mazu/ a ( a q u e l l o s o n t o n e s e p o b l a d o s u es e m d q por esparcían la Llanura). r e p r .E s t a o p i n i ó n e s t á e n d e s a c u e r d o e c o n I a p r o c e d e n td e l o s r e l a t o s e c i b i d o s .. c. t o g r o s d e n u e s t r ac o m p r e n s i ó nd e l a h i s t o r t a y' en este o r a l y l a s t r a d i c i o n e so r a l e s afril c o n t e x t o . G I u c k m a n .*'-'-""- 1 ( M a s s ' ) 9 7 6 .A s i p u e s . p e r o s u s r e b a ñ o st u v i e r o n o t r a c o n t r i b u c i ó n m á s a h a c e r .Los antropólogos. T h e l d e o s B f r o t s e J u r í s p r u d e n c e .p e r o . L a h i s t o r i a o r a l e s d i f e r e n t ed e l a t r a se dición orai.no suel e n h a c e r l o . d T r o d u L ' c i ó tttl r T t r e s t I r u t t z o m á s q u e u n $ é n e r od e l a s e $ u n d a ' d C o m os e v e c l a r o e n l a d i s c u s i ó n e e s d a t o so r a t o s t é r m i n o s 'e l e s t u d i od e l o s les ha atraido a practicantesde al menos h c u a t r o c a m p o s : i s t o r i a .U n il v e r s i t y P r e sl s . l o s r e l a t o s t r a n s m i t i d o ss o n h i s t o r i a o r a l l a t o s e n s u p a r a e l h i s t o r i a d o ry e l a n t r o p ó l o g o ' El folkloristautiliza el término en un senp t i d o m á s e s t r e c h o o r q u el o o p o n e a l a a .s e c o n f i a b a n l o s g a n a d o sr e a l e sa l o s p o b l a d o s de la periferia. ' -.n t o n c e s l m a r a e e gen entreel bosque el valle (mukulo)dey beríaconsiderarse zonade asentamiento la b á s i c a .n u e s t r ot e m a e s d e i n t e r e s las s l a n t op a r al a sc i e n c i a s o c i a l ec o m o humanidades. ou Ya e 1 .pudo observarse cómo los gruposparentales Luyi pudier o n h a b e rd e s a r r o l l a d o a t r o n e s e i n t e p d r r e l a c i ó nq u e c o m p l e m e n t a r a no s l a z o s l e c o n ó m i c o s o n e l m a r g e ny e l b o s q u e c y d e l o s c u a l e ss e h a c e ne c o l a s t r a d i c i o nes realessobrela dispersión la Llanuen ra. p A q u í t r a t a r e m o s r i m e r od e l o s . ' P a r é 1 s e t r a t ad e t e x t o s a a e contenido shistórico propósicuyo t h i s t o r i a d o r e sa m b i é n u t i l i to.s e r á p o s i b l e l o g r a r u n n i v e l d e c o m p r e n s i ó n á sp r o m f u n d o d e l a g a m a c o m p l e t ad e l o s r e c u r s o sc u l t u r a l e s e B u l o z i . t i d o .a l m e n o sh a s t a a h o r a 'T r a t a n t o d o sl o s d a t o sd e n a r r a c i ó no r a l c o m o < m i t o rY . o o b s t a n t e e sd e e s N .h a n m o s t r a d o c e p o c o i n t e r é s n o t r o sg é n e r o s o m o l a s .lrotogiu. historic¡ orsl: Logros Y Perspect¡vtrs J o nV o n s t n o L a s t r a d i c i o n e so r a l e sc o m o m e m o r l a s exisd c o l e c t i v a s e l p a s a d oe x i s t e ny h a n t i d o e n t o d a s l a s c u l t u r a s 'L a s t r a d i c i o parnes históricasintencionalesforman son un ingrediente te de toda sociedad: grupos' p d e l a i d e n t i f i c a c i ó n r o p i ad e l o s e x p l i c a rq u i é n e s e l A l g u n a sa y u d a na n n á s o t r o se n e l g r u p oy q u i é n e l < e l l o s n . j o m á s i n t e n s oq u e e n c e r r a r l o s a n i m a a les en un corral (sakana).A c a m b i o . pología métodosy enfoquesde todos i.p a r t e d e s u s t r a d i c i o n e s .C o n e s t es i s t e m ac a .a mano. cambio. Normalmente aplicael térr e u n i d o sp o r i n f o r mino a los recuerdos mantes que cuenlan sus ProPias s o La e x p e r i e n c i a s .rean e l l o s s o n d i f e r e n t e sy . "S i n e m b a r g o .d a d o q u e . pero ciertamentemás arriesgado. llB.a b o r d a r e m o s que g u n o s d e l o s p r o b l e m a sd e s t a c a d o s h s e e s t á nd i s c u t i e n d o o Y ' LocRos Ias fuenL a i d e a d e t o m a r s ee n s e r i o fácilment e s o r a l e sn o h a s i d o a c e p t a d a l 3 . a s eh a t r a t a d o s Y e l u s o q u e h a c í a nd e l g a n a d op a r a o b t e n e r e l c o n t r o ls o b r el o s p r o d u c t o s e l h i e d r r o . o l a p o e s í a L o s e s p e c i a l i s t ae n canción oral difieren de los folkloristas literatura o s ó l o p o r q u er e c h a z a n p o n e rl a s n a r r a o a l a l i t e r a t u r a r a l 'p e c i o n e sh i s t ó r i c a s l a s p r i m e r a sn o s o n q ro consideran ue cancias hierro de los trabajadores trade a v é s d e j e f e s d e r e c a u d a c i ó nd e t r i b u t o s ( m a n d u m e o r l )q u e l a s e n t r e g a b a n l L i / a t u n g a e n l a L l a n u r a .hastabien entrad o e s t es i g l o . Aquí estánlas preguntas q u e a g u a r d a n t e n c i ó n d i c i o n a la t r a v é s a a de lastécnicas escritas nteriormente.n d cluidoslos trabajadores hierro. p u d i e r ah a b e r r e p r e s e n t a d u n e s o tímulo parala colonización e la Llanud ra ribereñaasícomo una condiciónprevia a aventurarse.s e d e s t a c a r áa s i t u a c i ó n alc a n a .f o l k l o r e ' a n t r o ' y l i t e r a t u r aL o s o b j e t i v o se p i s .

R e c o p i l ól o s t e s t i m o n i o sd e M i e n t r a st a n t o . t . V c r h a e g c n . d e n i n g ú nh i s t o r i a d o p r o f e s i o n a E n l a r p r á c t i c a s ó l o I a s l u e n l e se s c r i t a s r a n . I52 t o r i a i n m e d i a t a .2. d afirm a : ( l l o y s e h a b l ac o n n a t u r a r i d a d r .E n 1 9 6 1 . i . d Entreellos. ] ll:":. J r ¡ n c s . c . D S . p l o p e s o f S o u n dc h i c a q o 1 9 7 5 . c a m p o s i n o c o m o . m i s m a t é c n i c ah a s i d o u t i l i z a _ t o c r e c i ól e n t a m e n t e l p r i n c i p i o p e r o .El 1Bde mayo p o r l o s p u e b l o s o l o n i z a d o s .a l a( c d . d a a másampliamente or científicos e p d d u r a n t el a d é c a d a e 1 9 6 0 . [M e t h o d .K i n j i k i t i t e ond the ldeologyof oiiMoii'1"o.v l l .E n 1 9 6 8 . F N n . de La recuperación las tradicionesorah l e s p a r a l a r e c o n s t r u c c i ó n i s t ó r i c as ó d d l o p o d í ar e a l i z a r s e e s p u é s e d e m o s t r a r l q u e p o d í aa p l i c a r s eo s c á n o n e s a b i t u a h l e s d e c r i t i c a h i s t ó r i c aa l a r e c o p i l a c i ó n e i n t e r p r e t a c i ó n i s t e m á t i c a e e s t o sd a s d t o s . e f u e n t e sp a r a l a h i s t o r i a . estatécnica se estáextendien_ N e v i n sp r o p u s og r a b a r l o s r e c u e r d o s e d o a m p l i a m e n t e d e n t r eh i s t o r i a d o r e s s e y v I ) e r s o n a s i v a s ( q u e h a b í a n t e n i r l o v i _ e n c u e n t r a nm á s r e l a t o s q u e contrastan d a ss i g n i f i c a t i v a s ) .c o n l a b a o n m á s d e m i l p r a c _ r e l a c i o n a d o s c con la insurrección e 1964 d t i c a n t ey p a r t i d a r i o s s e n e l Z a i r e . cit. y l a e n t r e v i s t as e d e e n t r e v i s t a ra p e r s o n a s o b r es u p a _ e s t a nc o n v i r t i e n d o s e n u n a f u e r t eh e r r a _ p e l e n l a h i s t o r i a s e p u s o e n p r á c t i c ae n m i e n t ap a r a e l h i s t o r i a d o r o c i a l . H .( V . p s . m y t h e d e l ' o p p r i m é . í o : 7 . K i m a m b o .s e t r a t a s i n d u _ p o p r á c t i c o s eh i z o p o s i b l e é c n i c a m e n _ d a d e y t u n a h e r r a m i e n t ad e p r i m e r a c a _ t e r e g i s t r a r s t ai n f o r m a c i ó nd e u n a m a _ t e g o r í ap o r q u e e h a y p o c o st e x t o se s c r i t o s neramásprecisa que antes. . e n 1 9 5 7 . 1 9 7 0 ) .s o b r et o d o e n a q u e l l a s y p e á r e a s p a r aa q u e l l o s e r i o d o s n l o s q u e l . E s t u d i o s de c o m o I o s q u e t r a t a nl a i n s u r r e c _ L a h i s t o r i ao r a l s e r í au n c o m p l e m e n t o e d c i ó n m a j i m a j i e n T a n z a n i a( 1 9 0 5 _ 1 9 0 7 ) p l a s f u e n t e se s c r i t a s .e n 1 9 3 8 . ) . D i o u l d eL a y a s e c o n v i r t i ó en el directordei primer centro para la y d recopilación conservación e la tradición oral y la historia oral en Nya' . n o r m a l m e n t ed e t o d e u n t e s t i g od e l o q u e s e p e r c i b ec o _ e s t r a t o s o c i a l e s h u m i l d e sa d e m á s e m i _ .e n e l o e s t e d e Á f r i c a .A m é r i _ u n o s a ñ o sc o m o m á x i m o d e s p u é d e l o s s c a L ar i n a . s o n e s c a s a sa s f u e n t e se s c r i t a s E n l o s B a l c a n e se s p e c i a l m e n te n S e r b i a a l g u . p. J e f f r e t . y c o m p a r a n D d l o s r e l a t o se s c r i t o s o r a l e s . m e y ( N i g e r i a ) . C u a n d of i n a l m e n _ e n l a d é c a d a e d d I 9 7 0 .c u l t u r e s t d é v e l o m e n t 1 9 7 5 . e r m i t í a a l p r a c t i _ o l a r e c o n s t r u c c i ó n d e l a e x t e n s i ó nd e c a n t eo b t e n e r n a i n f o r m a c i ó n á sc o m _ c r e e n c i a s u m en el canibalismo uropeorni_ e . La revista esla Annuo0rol History l R e v i e wc l .A . 3 5 . a n u s a d o c a c l ¿v e z m e n o se s t o sd a t o sp o r q u ep a r e c í i a 1 1p o c o f i a b l e s . e . p l e t a y e s p o n t á n e a o b r ep e r s o n a s o _ t u m b u l a . A . especialmenhistoriadores h r c e n E u r o p aO c c i d e n t a l .e n 1 9 7 3s e l a n z ó u n a r e v i s t av .f i g u r a sp o l í t i c a s m á s .a u n q u e h a b i a n s i d o r e g i s t r a d a s t i e m p o a t r á s .B.u n a r e s e ñ a e e s t c l i b r o c i cK .t a n t o d e a r c h i v o c o m o o r a l e s _ e n I 9 7 6 .s e p u u b l i c ó u n a e x p o s i c i ó nd e m é t o d o f o r m a l y r e l a c i o n a d c o n l a st r a d i c i o n e s r a l e s . G r e l c e d .s e h a n sollevado a cabo fructíferasdiscusiones p a b r e l o s m é t o d o s p r o p i a d o s a r al a t r a usos dición oral y la validez de diferentes s . e n d a t o so r a l e s A l m i s m ot i e m p o .N y a n r c y I 9 7 2 I U N E S C O ) . r .s e p e n s ó e n p r i m e r l u g a r r o n e n l a s h i s t o r i a s o r a l e sd e g r u p o sq u e e n l a h i s t o r i ao r a l : e l t e s t i m o n i od i r e c _ n o e s c r i b e nm e m o r i a s . d c c o n c i e n c i a c i ó nh a b i t u a l e s n A m é r i p o l o o p u e s t od e l a c a L a l i n a . R e c o r d s .N a i r o b i 1 9 6 8 y G . d e s d ee n t o n c e s a u m e n t óe l n ú m e r od e h i s t o r i a d o r eq u e h a c i a nt r a b a j od e c a m s p o c o n l a s t r a d i c i o n e s r a l e s . r ea h i s t o r i ao r a rn o c o m o . i 4 G ' C K G u a s s aJ l i i f f e .m u c h o s e c e n t r J _ s t e s e a c e p t ó .l o s profesionales.2aol r/\Fa 2.p . U de ÁfHca. a o . m e n t o s. g r a b a d ad i r e c l a m e n t c e i n f o r m a n t evsi v o sn o s ec o n d s i d e r a b a m p o r t a n t en i f i a b l e p o r p a r t e i l. 6 . u o b j e t i v oa h o r a e s n o S s ó l o r e u n i r d a t o ss i n o i n f l u i r e n l a v a l o r a c i ó nc o l e c t i v ad e l o s p r o p i o sp a r t i c i p a n t e sd e l s e n t i d oq u e h a y q u e d a r a l o s E e a c o n t e c i m i e n t o s . d m o a c o n t e c i m i e n t oi s p o r t a n t e sL a i d e a n o r í a s .H i s t o r yo n d A r c h o e l o g yn A f r i c o .d o n d e l a s s a g a se r a n e s t et i p o d e f u e n t e s . p .I 9 7 4 .Dorson. B e r k e l e y 1972. 3.n e s t ea s p e c t o s t ár e p conlosmovimientos oliticos lacionado e . e s p u é s e l a g u e r r a . Verhaegen come l p u n t o q u e e n 1 9 6 7s e f u n d ó u n a a s o _ p u s o u n a s e r i ed e v o l ú m e n e sd e d o c u _ c i a c i ó n . o f t h eM o i i M o j i R i s i n g . Rangerc M l . s n e n Z a i r ed u r a n t e l p e r i o d o o e c t a b l e sp o r s u s c o n t r i b u c i o n e s l a v i d a a l o n i a l . c w a s s a . e l a b o r óe s t at é c n i Y r e n c i ai m p l í c i t aa l a h i s t o r i ad e l a e l i t e c a e n u n m é t o d oa p r i o r i q u e l l a m ó / r i s 0rol History:The irstTwentyyeors. . c l . d o d áAFo. E n v e . e r o . e . p s ' 2 0 2 . T a m b i é n R .e l d e p a r t a m e n t o d e h i s t o r i ad e l a U n i v e r s i d a d e d ) L e u v e n( B é l g i c a a c e p t óc o m o t r a b a j od e i n v e s t i g a c i ó n e g í t i m o l a p r i m e r ah i s t o l l r i a p r o f e s i o n ab a s a d a r i n c i p a l m e n t e n p d a t o so r a l e s E s t em i s m o a ñ o . 6 B g . 5 5 0 . m o v i m i c n t o .R e c o r d i n E o s tA f r i c o ' P o s t .3 9 . c d e m o d oq u e d e 1 9 4 8 . m u e s t r a nt o d o e l p o t e n c i a ld e e s t ee n f o _ t a r d ec i e n t i f i c o s a r t i s t a s E l m o v i m i e n _ q u e . v e n c i ó nd e h i s t o r i a r l o r ed e A f r i c a r e u s n i d a e n L o n d r e sa c e p t ót a m b i é n e s t a a p r o x i m a c i ó n . K .N e v i n se f e c t u ól a p r i m e r ae n _ l a m a . l a p r á c t i c as e h a e x _ l o s p a r t i c i p a n t e s d e s d eu n o s d í a sh a s t a t e n d i d o a G r a n B r e t a ñ a . L o ¡ d r e s 19 5 9 . s d e l a st r a d i c i o n eo r a l e sE n 1 9 7 4 .E s t ar e v i s t a s u b i - 5 . y o r í a d e a c o n t e c i m i e n t o s l or i e _ só t r e v i s t ad e h i s t o r i ao r a l y d i o v i d a a s u n e n l a s versiones e los colonizadores.l a h i s t o r i a d e t o d o sl o s p a i s e s i e n eq u e a c e p t a r l t a g u n o st e x t o sq u e s o n t r a n s c r i p c i o n e s á s m o m e n o sf i e l e sd e u n a t r a d i c i ó n o r a l . D . R o b e r t s . P e r o l a t r a d i c i ó n o r a l v i v a .D e s d ee n t o n c e s s e h a n b p u b l i c a d od e c e n a s e e s t u d i o s a s a d o s d . S e h i z o a s i y .D e n t r o s l o s E s t a d o s n i d o sc u a n d o . u n a c o n . o A . I l . y las grabadoras convirtieronen un equi_ P a r ae l p e r i o d o se c o l o n i a l . ucvayork.L a s t r a d i c i o n e so r a l e ss e c o n v i r t i e r o ne n f u e n t e s . 129. d 0flcina de Investigación Historia0ral. ' o A l g u n a st r a d i c i o n e s r a l e ss e h a n r e s a g i s t r a d o i e m p r e l l i d o n d el a g e n t es a P b í a e s c r i b i r . a r c s S a l a a m19 6 8 .p a r au n a p a r t e d e i a h i s t o r i an a c i o n a l .4 8 3 . B .L a g r a b a d o r a m .2 17 ' R ' C e y s s c n sM u t u m b u l o . n a s f u e n t e s o r a l e s s e g u í a ns i e n d o l a s p r i n c i p a l e ss i n o l a s ú n i c a s .31.l n t r o d u c t i o no I ' h i s t o i r e m m é d í o t e G e n r b l o u x . R o b e r t sp u b l i c ó u n f o l l e t o e n e l e s t e c t eÁ f r i c a c o n n o r m a s p a r a l a r e c o p i l a c i ó n d e d a t o so r a l e sm i e n t r a s . T h e i i s t o r i c o l s t u d y o fA f r i c o n R e l i g i o n s .L o m i s y n r o ..D e h e c h o .e n T h e H i s t o r y T e o c h e r .L 0 t r 0 d ¡ t i o n r o l e p r o b l e m o D g s t i q u ee t m é t h o d o l o g i e e s s o u r c e s e I ' h i s t o i r e f r i c o i n e .e s p e c i a l m e n t ed e s d e 1 9 4 0 _ p ú b l i c a :p r i m e r o .p a s ae n I s l a n d i a N o l r u e g a .E u r o p a . M e l an e s i ay Á f r i c a .R'M'. 'L a y .31 2OAj 153 .a m e d i d aq u e s e h a i d o e r l e s a r r o l l a n d o l m é t o d o h i s t ó r i c o .JAI\ VANSINA t e p o r l a m a y o r í a d e h i s t o r i a d o r e s c c i _ s e p o n í ac a d a o v e z m á se n e n t r e d i c h o v d e n t a l e s e l s i g l o x x . E s t a a c t i t u d n o e r a d e c o m p a r t i d a e l t o d o p o r s u sc o l e g a s n E u r o p aO r i e n t a l .d e s d e u e g o . l .S e t r a t a d e l h i s t o r i ad e l a e l i t e .c u a j ó h a s t a la politica. -' o . 1 ap u c a m p oc o n t a r o nc o n b l i c a c i o n ee n d i c h o s e l s u p l e m e n t od e H i s r o r l t i n A f r i c a : a y J o u r n a lo . L a r e f e _ a c o n t e c i m i e n t o s .

l o s a n t r o p ó l o g o s e d e d r i s t a . q u e d a ns ó l o a l _ Á f r i c a . r 9 7 6 .l 9 6 7 .Pero. l r t l . s b i é n e s t u d i o s o b r eg é n e r o sm e d i os o c i .o p . L I. va conciencia e laspclsibilidades la d de r i a n e x a m i n a rs i l a t r a d i c i ó ns e r b i a i v a v t r a d i c i ó no r a l . D u p r c c .los antropólogos fo k l o r i s t a se r a n a m e n u d o i n d i s t i n g u i b l T y l o r . C .E s o l l e d v ó a l a r e c o p i l a c i ó n e í n d i c e sd e m o t i v o p o p u l a ry t i p o p o p u l a r q u e t o d a v í a c son la principalherramienta omparativ a d e l f o l k l o r i s t ad e h o y e n d í a . ' E n N u e v a G u i n e a . L a d i f e r e n c i a p q e n t r e e s t a a c t i v i d a dy l o s h i s t o r i a d o r ed e l a U n i v e r s i d a d e p a _ I o q u e h a c e nI o s s historiadores cadémi_ a p u a y N u e v a G u i n e ah a y a n i n t e n t a d o c o sr a d i c a e n e l e n f o q u em á s s i s t e m á t i c o en e r g i c a m e n t e e u n i r y e s t u d i a rl a s t r a _ d e l o s s e g u n d o s s u s r y n a n e r a sd e e v a l u a r d i c i o n e s o r a l e s . l V . r v . C o mso u A. E n l a l r l t l i a e l t r a b a j oc o n t r a d i c i o n e s a .d e m o d o q u e e s t a s p r á c t i c a sy d a t o s o r a l e st e s t i f i c a b a ns i t u a c i o n e sq u e m u c h o t i e m p o a t r á s e r a n L prevalecientes n toda la sociedad. q u e l a s r e c o g i óe n b e s u r o t u n d oé x i t o a I a d e m o s t r a c i ó n e d 1 9 0 5 . M . l o b j e t i v os e h i z o m á s s m o d e s t oy l o s f o l k l o r i s t a s e e m p e ñ a r o n d e n e n c o n t r a rp a r e c i d o s e m o t i v o s o t i p o s q u e a t r i b u í a na 1 ad i f u s i ó n . ps. L o r dp u b l i A m a d e h i s t o r i ao r a l .c i t .e l c e n t r o e l e s t e d e Á f r i c a . s G e n n e pe s c r i b e n o b r ea m b o sc a m p o s tambiénfolkk Frazerpuedeconsiderarse p u e s . y n d i c i o sc l ei n t c r é se n o t r a sp a r t e s i d c A m é r i c aL a t i n a .o p o r a f i c i o n a d o s . o r i g e n e sc u l t u r a l e sd e l a h u m a n i d a d e n e s i . 78.( l h r R e t r e a o f t h e B r i s t i s h r m y f r o n r K a b u l t o J a l a l a b a dn 1 8 4 2 :H i s t o r ya n r l l j l o k l o r t J o u r n s lo f t h e F o t k l o r e n s t i t u t e . ' . e s d e c i r . L a sp r u e b a s u e r o nd c s t r u i c l ap o r u n b o l n b a r d c o . I 9 7 6 . j tll. 2 . r e l i g i ó n d e l o s b á r b a r o so d e l a s e d a d e s o s c u r a sm á s a l l á d e l o s t i e m p o s g r i e g o s l c l á s i c o s o i n c l u s op a r a r e c o n s t r u i r o s . la prác_ tropólogos t a m b i é n h a n s i c l om u y a c t i _ t i c a y e l m é t o d o s e e x t e n d i e r o na o t r a s v o s . i A 1 2 . f s cn la Sequn¿a uerra u¡clial.2. e q En t i f i c a b l e .20a1 HAtr- ? 21 )ool . r e s t u d i o s oe n 1 9 3 4c u a n _ s t o d e h i s t o r i ao r a l c o m o c l et r a d i c i o n e s d o P a r r ye n r p e z ó a r e u n i re p o p e y a s e r o r a l e s . aficionados. q u e . p e r e r a n p o c o s y n o m u y a c t i v o s .E n Á f r i c a . "E s t et e x t o s e $ u a un articuloanteriorde 1956y Íte el prt ( l u d i o d e s u M y t l t o l o g i q u e s1 9 6 4 . d l l o p e r o .JaN Valsr¡4 T R A D t c ó N o R a r .h i s t o r i a se s c r i t a s o r p daspartes. i n t e r e N o s o n l o s p r i n r c r o ( l u er c ú n e ne s l o s s a d o se n I a é p i c a .R o o t s . Hailey de la historia de su familia des_ t i t u l o i n d i c a . U n a h i s t o r i a r e c i e n t e h i s t o r i a p r e c o l o n i a l de África data de con éxito en Norteamérica fue la recupe_ 1940 y es Gescft jc/rte Afrikas: Staaten_ r a c i ó np o r p a r t ed e l a u t o r a f r o a m e r i c a n o b i l d u n g e n ü d l i c h s d e r S a h a r a . . n h a s t ah a c ep o c o . r 6 .d e s d e t o d a sp a r t e s . p o r e j e m p l o . e r a u n a h i s t o r i ad e l o s e s _ d e l o s d i a s d e e s c l a v i t u dh a s t ae l p r i m e r t a d o sy s u e l i t e .1 9 7 quería estudiarestasnarr¿ Lévi-Strauss un cionesparadescubrir universal:el ful 1 1 . É l y s u E c o l a b o r a d o rA .M é x i c o 1 9 7 1 .. .31. ' . I n d o n e s i y l a l n d i a .d e _ g o s c o m o F r o b e n i u s . d de n ú m . G M d e e n t e n d e rl a d i n á m i c a e s p e c i a l e e s d t e g é n e r od e l i t e r a t u r ay t r a d i c i ó n o r a l .g o l e ¡ i nd e ! o E s c u e ld e C i e n _ o c i o sA n t r o p o l ó g i c o s e t o I J n i v e r s i c r o d y u c o t o n . l 0 ' C o l o r r i a 1 9 5 2 . M á s a d e l a n t e . E s e v i c l e n t e u e l o s c ó T l t e S i n g e q r o f T a l e se n H a r v a r d . g r a n p a r t e c l e lp a s a c l o u n c a h a n gunastradicionesno registradas reu_ por s i d oe s c r i t o . 5 0 . li It t I f [. . t u d i a d o sp o r f o l k l o r i s t a s C i e r t a m e n t e . M u c h o s d e e s t o si n d i c c se s t á r d e p o s i t a d o e n l a B i b l i o t e c a l e F o l k l o r ed e l a U n i v e r s i d a d e I n d i a s cn Bloomington. . t 4.| l . J a p ó n y l a I n d i a h a s t aI r l a n d a . p s . de variosmateriales fricanos. f I .d e s d eo st i e m p o s e F r a z e rq u e t r i s t e m e n t er e l e g a d oh a s t a q u e L é v en publicóLa geste d'Adiswal 195 Strauss e que salióoportunamente n el Journ o f A m er i c a n F o l k l o r e . L l n od e l o s p r i n c i p a l e sf o l k l o r i s t a s d e t l l u e s t r o s i e m p o sa f i r m a q u e ( e l p r o c e s o " oral esla turba del folkloris¡¿n. d e t r a n s m i s i ó n s i g n i f i c a d oe i n t e r p r e t a ción. H s r o R t A o R A L :L o c R o s y p E R S p E c l v A s 1 I I t. núm. A n ó n .A s i al cabantradicionalmente estudiodel m . .428-444. o r a l c s c e t i q u e t a m c n u d od e < f o l k l o r e r . raíces: una identidadhistóricamente iden_ r i s l a s r a nm á sa c l i v o s u e e n Á f r i c a .ve n l a q u e a p a r e c e n e l a t o st a n _ a t e n c i ó nd e l o s . L o r d . p s . E l p r i m e r t r a b a j o m o d e r n os o b r el a p a r t e sd e l m u n d o . í.c o m o e n P o l i n e s i ap o r e . 1 4 4 .E s t o h y c a m b i a d or e c i e n t e m e n t e a h o r a e m p r z a m o s a v e r l a s p r i m e r a sr e c o p i l a c i o n de material comparativoen indicesde t p o s y m o t i v o s p a r a e l o e s t e .p e r o s eb a s a d a n l a s t r a _ e antepasado llegó de Gambiay. an_ tos A partir de su uso en África. d i c i o n e so r a l e s que r e u n i d a sp o r a n t r o p ó l o _ a l a p r o p i aG a m b i a C o m oe s l ó g i c o . < A p l i c a c i ó d c l l V é t o c l ol i s t ó r i c oa l a s M n l F u c n t c s0 r a l e s ¡ . p o d i a p r o y e c t a r e a l g u n al u z s o b r el a s e p o q u ey a c u e n t ac o n u n f l o r e c i e n t e r o g r a _ p e y a sh o m é r i c a s .T a r ¡ b i é nh a . . n A m é r i c aL a t i n ah a y u n a n u e _ b i a s .'' o E n Á f r i c a .Oral al U n g r u p o c l ef u e n t e so r a l e sl l a m ó l a H i s t o r . os e u f o l k l o r i s t a s t i l i z a b a nl o q u e l l a m a n m i o t o s . y En el sigloxrx. H a i l e y . 9 . e s p e c i a l m c n te n M é x i c o .n a r r a c i o n e s r a l e sq u e t r a o t a n a c o n t e c i m i e n t om i l a g r o s o s p e r s o s p a r a r e c o n s t r u i rl a n a j e se x t r a n a t u r a l e s . A . o r l o q u e n o s o r p r e n d e u e n i r . p E n 1 9 6 0 . q En el siglo xrx. ' ' L a s r e v i s t a sd e f o l k l o r e p u b l i c a nn o s ó l o t e x t o s s i n o t a r r . s a a u n q u es e ah i s t ó r i c o .7 4 . Vol. i d o s u a p r o x i m a c i ó n l o s r : l a t o o r a l e se n L o s h i s t o r i a d o r e s a s d e t o d a s p a r t e s .l o s f o l k l o r i s t a s o s e t o m a b a n m u y e n s e r i o e l c o n t e n i d oh i s que reunian.e e d a d e sa n t e r i o r e s . a l g u n a s a v e c e s .¡ t . e 1f o l k l o r i s t a r e u n i ó v a r i c d a t o s o r a l e sd e s d ef i n a l e s d e s i g l o . adaptado áreay editanuna revista.lo que tórico de las leyendas s n o e s s o r p r e n d e n t e i s e p i e n s aq u e l o q u e l e s i n t e r e s ae s e l e s t u d i od e l a m e n t e p o p u l a ry n o d e I a m e n t e d e l a e l i t e . t54 áAFa.p r o g r o m od e h i s t o r i o o r a l . . de ahí.seaceptaba ue la cultud r a p o p u l a r c o n t e n í a< s u p e r v i v e n c i a s . b l i o g r a f i a c o m p a r a t i v as o n l a m e j o r y nistradores habían reunido datose inclu_ m á sa m p l i a a p r o x i m a c i ó n l t e m a e n t o _ s o . . E s t eú l t i m o h e c h on o s r e c u e r d a u e s e q h a b i a n r e u n i d od a t o s o r a l e se n E u r o p a l d e s d e o s d i a s d e H e r d e ry q u e f u e r o n e s . j e m p l o . 270. J . Entrelos académicos.5 i n g a p u r M a l a s i a . s h a n r e c u r r i d oa l a r e d a l o s n e l T e r c e M u n d o . . P r e p a r a nu n m a n u a l l a s p r u e b a s . u n a h i s t o r i a d o r e s c a d é m i c o s s t á nr e v i s a n _ o b r a q u e e j e r c i ó a e un profunclompacto.G a r c í a o r a . c s u n c j c n r p l o c a r a c t e r í s t i c o .N u e v a y o r k . i e n _ c o p i l a c i ó n e e r c d e p o p e y av i v a sp a r ac o m s t o s d e m i s i o n e r o s e s p e c i a l m e n ta d m i _ p a r a r l a sc o n y e l a s v e r s i o n e s s c r i t a sa f i n e B . D o r s o n .e s e l p a d r ed e a m b d i s c i p l i n a sm i e n t r a sq u e M ü l l e r y V a .o m i s m op u e _ L q u e l o s a f r o a m e r i c a n ots m b i é nt i e n e n d e d e c i r s e a d e O c e a n í ad o n d e l o s f o l k l o _ . t . l P e r o r e c i e n t e m e n t eo s f o l k l o r i s t a ss p h a n i n t e r e s a d o o r e l c o n t e n i d oh i s t i r i c o d e s u s d a t o sc o n e l o b j e t i v o d e c o n t r a s t a rl a p e r c e p c i ó n e l a h i s t o r i ap o p u d l a r c o n l a d e l a e l i t e o h i s t o r i ao f i c i a y t a m b i é nc o n u n o b j e t i v os i m i l a r a l d t historiador: studiar ómoevoluciona e c t testimonio ral.R .

J . t e r e sp o r l o s d a t o s o r a l e sh a s t a c e r c ad e E s t e c a m p ol i e n es u sp r o p i a s e v i s t a v r s 1 9 6 0 . De Heusch. L V l l .2. mer artículo sobre material oral y.L a m a _ tra visión de los datosoralespero. A h o r a l a u s a n y l e s p e c i a l m e n t eo s h i s t o r i a d o r e s c i e n tíficos de la política. o c o n v i e r t e e n u n a h e r r a m i e n t ah a b i t u a l p a ra el antropólogo.ps. i i t e r a r i a sy l a v a l i d e z h i s _ a m b i c i o s od e a p l i c a r u n e n f o q u ed e l e s _ t ó r i c a d e l a s t r a d i c i o n e s .Normalmentese intenta c o n s e g u i rh i s t o r i a sd e g r u p o s d e p e r s o a n a s . d e u n a s e r i ev a r i a d a d e s e m i ó t i c o sy c o g n i t i v o s c o m p a r t e n u n d i s c i p l i n a sh a a u m e n t a d om u c h o n u e s _ g r a n i n t e r é se n l o s d a t o s o r a l e s . al mis_ y o r i a t i e n e n l a c r e e n c i ad e q u e e l s i g _ m o t i e m p o . historia oral puep a r a r e c o n s t r u i ru n m o d o de utilizarse de vida anterior. i n f o r m a l . e n e n t r e v i s t a sp o r s e p a r a d o . . d f . Francia. 156 rAta.l o s a n t r o p ó _ S ó l o d e s d e a d é c a d a e 1 9 6 0s e h a c o n _ I d l o g o se s t r u c t u r a l i s t a s h a n i n t e r e s a d o veftido se en un campo especialcuyos pracr desdeentoncespor el (mito). p a r a l o s i n t e r e s e s gros de los antropólogos. p a r a c u a l q u i e r p e r i o d od e l a h i s t o r i a c o l o n i a l .e t c . v. n i f i c a d o e c l a r a dd e u n c u e n t o o . otras i n s o l u b l e si n a c e p t a b l e sE l i n t e n t o m á s t r a d i c i o n e s . m u c h o si e h a n s e g u i d o . n ú m . p o r p a r t e d e m i m a d r e . e s t a i n v e s t i g a c i ó np u e d e s serútil para los historiadores ociales que tratan grupos de gente de los que hay u n r e $ i s t r o e s c r i t o e s c a s oo i n e x i s t e n . la tradición su_ s a l e sd e u n a m a n e r a e n m a s c a r a d ae n _ p e r f i c i a l . Tradiciones superficiales informales Las tradiciones superficialesinformal e s s u e l e ns e r h i s t o r i a f a m i l i a r . las tradicionesde génesis. 2 5 3 . a u m a n n B e n B e r l í n . B a u m a n ne n s u c l á _ blemasimportantesal estudioso.Comentaréen verdades ociológicas inclusouniver_ orden: s e Ia historia oral.31. En a l g u n o sc a s o s . x x A Xl. e l p r i m e r i m p a c t o d e l a a n _ tica literaria a las obras que graban. J . n 1 9 6 1 . aunquela mayor í a d e l o s a n t r o p ó l o g o st a m b i é n t i e n e n h i s t o r i a s d e v i d a d e s u s p r i n c i p a l e si n Durante e1trabajo de camformantes. p s .'' experiencia q u e l a g e n t e r e c u e r d am e j o r l o s d e t a l l e s d e l a v i d a c o t i d i a n ad e c u a n d ot e n í a e n t r e d i e z y v e i n t e a ñ o s .1 8 9 2a s o c i e d a d i o (África Central). V a n d e s d o s a v a r i a s g e n e r a c i o n e y p u e d e no b tenerseen cualquierparte del mundo. e tusiasmopor muchosque no siemprecom_ D u r a n t em u c h o t i e m p o . i 1B .E l c o n t r a s t e o n l a c La historia oral en sí no planteaoroa p r o x i m a c i ó nd e H .2 6 7 . J a c k s o nt a m b i é n h a u t i l i . V a n s i n a .( C o m m e n t r e c o n s t i t u e r a s o c i é t éb a t é k é d e l a f i n d u I 9 " s i é c l e n R e v u e r o n E o i s e ' h i s t o t r e d ' o u t r e .para compararcarreras. l u m e n s o b r em i t o s d e A m é r i c a C e n t r a l . H a s t a a q u í l o s l o g r o s . por tanto.a l g u n o s a c o n t e c i m i e n t o s e r e s ( m o n t a n a 1 B 3 O .durantemudemuestra La chassesiones.6t-74.'' porpara los antropólogos muy relevante que puede dar una imagen de cómo funa c i o n a b au n a s o c i e d a d j u s t o n t e sd e l p e y. t a m e n t ee n u n a g e n e a l o g í aE n c o n t r a s te.1 9 6 1 . o I 9 . Schópfung und Urzeit des n e que serconsciente e los anteceden_ d l5'T'o'Beideman.E l t i r d e a l l í .T h eL i f eH i s t o r yi n A n t h r o p o l o g i c oS c i e n c eN u e v aY o r k 19 6 4 . 16 ' D e H e u s c he n P a r í s . l I 7 . Sus tropologíaestructuralsurgió de la inves_ e s t u d i o s s e p u b l i c a ne n d o s s e r i e s : a b i l t i g a c i ó n f u n c i o n a l i s t ad o m i n a n t e d e l a blioteca de literatura africana de Oxford d é c a d ad e 1 9 5 0y n o s e d e s p e r t ó l i n _ y los clásicos e africanos en Colin (paris). 2 0 8 . A menudo están ancladas . L o r d r e s I 9 7 3 . e r e m o n t a ni n c l u s o m á s s tiempo atrás.m e rI. a r a e v a l u a r l a m o v i l i d a d s o c i a l .f r i c a . T h eT i oK i n g d o m f t h e M ¡ d d l eC o n g o :18 8 0 -18 9 2 . e i d e l m a n u b l i c ós u p r i _ b i b l i o g r a f í a s E B p y e s t áa h o r ap l e n a m e n t . l g u nasvecesde larga duración.1 8 3 2y a l g u n o so b j e t o s t o d a v í a e s t á n r e l a c i o n a d o sc o n e l l o ) mientrasque hay un acontecimientoque s e r e m o n t ah a c i a 1 7 9 9 y e s t áv i n c u l a do al sitio pero ya no puedeencajarexac.t¿s v p tr$*5 ne el argumento y Ia forma que desplie_ Al tratar los problemasy perspectivas.9 7 0 . d o n significado genuino y que el cuento tie_ ñ3 g g * g ¡:¡ pe¡:r. Le roi iure: mythes et rites bantous. V a n s i n a . procuró encontrarvaSe fueran rias personascuyos antepasados d e 1 am i s m a l o c a l i d a dp a r a p o d e r c o m p r o b a r l a s d e c l a r a c i o n ec o n m e d i o si n s Esteuso de tradicioneses dependientes.o ambascosas. sirve de línea riodo colonial de base a partir de la que estudiarel imp a c t o d e l g o b i e r n oc o l o n i a l e n e s t a ss o c i e d a d e sK . C f . g a .E Js e g u n d oe s u n p r o c l u c t od e s t a c a d o e l a H s c u e l a d E u r o p e ad e a n t r o p o l o g í ah i s t ó r i c ac u i t u r a l .Gran tropólogos En o folkloristas. o e s c r i t oD o r f o r a s t e r o sE n A f r i c a e s e s e n c i a l .La cronologia relativa esválida y deriva o bien de acontecim i e n t o s c o m u n e sa t o d a l a z o n a o d e l c á l c u l ob i o l ó g i c o d e l c i c l o d e v i d a . a par_ d e s a r r o l l a d o . L . p l a n t e a n u e v a sp r e g u n t a s . para evaluarel impacto de un fenómeno masivo en la vida de la gentede dip f e r e n t e se s t r a t o ss o c i a l e s . t e .(HvenaandRabbit:AKaguruRepresentationofmatrilineal R e l a t i o n s r . ' L o s e x a m e n del mismo objeto por parte de a n t r o p ó l o g o se s t r u c t u r a l e ss i m b ó l i c o s . Éstetiesico de 1936. L a n g n e s s . l o s e s t u d i o s o s . por parte de mi padre. el tipo de tradición comparablemás antigua pares ce remontarse óloa 1860-1870. i .c o m o s e h a d i c h o . t i c a n l e s p l i c a nl a s r r a d i c i o n ed e l a c r i _ a s E n A f r i c a .2AAt 157 . v lo.u s asombroso.'o p o a n t r o p o l ó g i c o e i u s o d e l m é t o d og e .Su apro_ Menschen im Mythus der Afrikanischen x i m a c i ó ne s t r u c t u r allu e r e c i b i d a o n e n _ c Vólker.cuyo primer vo_ t r o p o l ó g i c o s . E n E u r o p a .2. B r e t a ñ ay E s t a d o sU n i d o s . tes particularesde cada informante y tener muy claro cuál seráel objetivo de la recopilación. e n u n a g e n e a l o g i aA s í . d n e a l ó g i c oy l a n e c e s i d a d e d o c u m e n t a r c n o r m a s e s t a b l e c i d a s o n c a s o sc o n c r e l r t o s d e a c o n t e c i m i e n t o se a l e s . I IIJ IUXIA ORAL: LocRoS Y PTK>TEV I I vñJ cionamientode la mentehumana. Estetipo de tradición se ha utilizado de manera similar en las entrevistasde historia oral para ayudar a reconstruir cóT l m o e r a e n 1 B B 0 .l o s a d e p t o s ¿ paften su objetivo particular pero utilizan la literatura oral africanahan sido an_ sustécnicasestructurales.31. l a s t r a d i c i o n e sm á s m a s c a r a d ap o r q u e a p u n t a a p a r a d o j a s formales.vnAL.&:' ¡. fue Historia Oral p u b l i c a d oe n 1 9 7 2 . n o p o r q u e p u e d ah a b e r a l g o i n t r í n _ a d o p t a r éu n m a r c o q u e e s m u y s i g n i f i _ secamente istóricotras él sino porque cativo para h e l h i s t o r i a d o rp e r o t a m b i é n l a c o l e c t i v i d a d q u i e r e e x p r e s a rc i e r t a s encaja en otros intereses.2oo/ !i\?a.L o s p s i c ó l o gos lo atribuyen a la retenciónde las priLa merasexperiencias.E s t a d i v i s i ó n tilo de Lévi-Straussa la tradición oral es también encaja en muchos interesesanIa obra de L. . L .

Jackson. d e g é n e s i sE n a l g u n o sc a s o s p u e d ee n l q u e s e h a n e l e g i r l o o s t e m a sa r e c o r d a r ' una clara interfaz entre los dos contrarse p h p E s t o s r o c e s o s a n f u n c i o n a d o a r at o a y c o r r e s p o n d eu n a l a y d o e l p e r i o d od e t r a n s m i s i ó n e s p o s i b l e t i p o sd e t r a d i c i ó n E s t a sl a g u n a s p u e v q u e t e n g a nq u e h a c e r s e a r i a sr e d i s p o s i .l e sp a r a i n s t i t u c i o n e s un valor de precedena l i d a dd e l a a b o l i c i ó nd e u n t í t u l o . .e c l a m a c i o n e s de t i e r r a .(eci. para Mada$ascar.L o s i n f o r m a n t e s a m e n u d ol i e n e na c c e s o v e r s i o n e s s a e c r i t a sy s e b a s a ne n e s t ai n f o r m a c i ó np a - # ningún marco de nas r a c o m p l e t a r u r e l a t o . p .t r a t a d a se n l a s t r a d i c i o n e s d interpretación e r e A m e n u d o s d i l Í c i ld e s c u b r ic ó m oe s l e s .A. B o s t o6 .A l m e n o s t i e n e n Delivré demosd l t e e j e m p l on o s r e c u e r d a a n e c e s i d a d e te.en0got.s e v i d e n t eq u e . Asi.I 9 7 6 . d e l a m u e r t ed e u n a p e r s o n at r a t a e n r e . M i l e r . d e p r i v i l e g i o . Una dificultad especial derivadade eso es que p u e d ee s p e r a r s e n f e e d b o c ke n t r e e s u t o s d o c u m e n t o y l a s t r a d i c i o n e sa l c o s t m o s e c u e n t a na h o r a . n o t a m b i é ne n c o n t r a rl a f o r m a e n q u e s e transmitieronestosdatos.31. V a n s i n ah e C h i l d r e n o f i .Paris 1 9 7 4 . M . 1l 9 .de la conservación ac ra en Ia tradiciónviva' Y así la especu.g u n a c r o n o l ó g i c a . reino.c i t . e n e l c a r á c t e ro f i c i a l d e l a t r a d i _ c i ó n . KenyoBeforelg00. e . A l m i s m o t i e m p o . etc. de realeza(fanjaka' e e n t e n d e rp l e n a m e n t e l l e n g u a j el o c a l tró que el concepto (hasina) de lo sagrado s u t i l i z a d oy s u sp r e s u p o s i c i o n eU.2. r c o n d e m a s i a d a i g i d e ze n l a v i d a r e a l ' " leñasque registranmatrimoniosse refies L o s t e m a s s e l e c c i o n a d op o r l a s t r a de ren a la subyugación un $rupo por otro c a m e n u d of u n c i o n a n o m o c o n s s y l o s n o m b r e sa n o t a d o s o n j e r $ a p a r a d i c i o n e s i n c l u s oc o m o m o d e l o si d e a e s t a d o so t í t u l o s d e o f i c i o .L a r e l e v a n c i a a r a 1 o sh i s t o r i a d o p r e s e s i l u s t r a d a p o r e l c a s o d e R o o f s . no vinculadasa rración generalúnico.y c o s a s s i . Tradiciones más formales L a s t r a d i c i o n e s á s f o r m a l e sa m e n u m d o s o n c r o n o l ó g i c a m e n t m á sp r o f u n d a s e q u e l a c a t e g o r í aa n t e r i o r .a s í c o m o s e g u i r l a s m i g r a c i o n e sf a m i l i a r e s y l o s n u e v o sa s e n t a m i e n t o s .z a d o e s t a sh i s t o r i a sd e f a m i l i a p a r a d e s a r r o l l a ru n a p r o s o p o g r a f í a e p e r s o n a s d famosasdel siglo xrx entre los kamba del estede África. N a i r o b i .L a r s r l l u l a d a e n n a r r a c i o n es i n o q u e p u e d e n c o m p l e t a m e n t ei g u r o s a s d e s v i a c i ó nd e l a n a l i s t as i e m p r ee s p r o ' f o r m a g e n e a l ó g i c aE i n c o n d e n s a r sd e e poner un procesoque sirva absolutamenp c l u s o c u a n d os o n n a r r a d a s u e d e nc o n te para todo y de estemodo elimine la capara un tenernotas que son ininteligibles f s u a l i d a d . v é a s c J . " E s . E 2 2 . s i b l e y l a s e l e c c i ó nn o t i e n e q u e s e r e n t r a d i c i o n e s o s i e m p r e s t á nf o r Estas p a r a o t r o s .u e d e a s a ra l a tes que a las instituciones formales' f l a s t r a d i c i o n e s o r m a . s d e .l a h i s t o r i a d e l a l ' a m i l i aa f r o a m e r i c a n a a y citada. 2 l . K i n g t i s t s o n d t h e M Y t h o f R o c i o lS t r i f ei n l m e r i n o : T h e T r o n s f o r m o t i o n r e r t s .pue_ blo. p a r a u n c a s o a r r p l i a d o . v b a s a c l a e n u n a t e s i s d o c t o r a l . Estas t r a d i c i o n e ss u f r e n m u c h a s d i s t o r s i o n e s c o n p r o p ó s i t o sp r á c t i c o s . funerales En los desp u é s d e l e n t i e r r od e u n m i e m b r o a n c i a n o d e l a f a m i l i a s o n b u e n a s c a s i o n e s . m e n u d oc o n s a s i s t e ne n u n a s e r i ed e a n é c d o t a s á s q u e m e n u n a n a r r a c i ó nú n i c a c o h e r e n t eA q u í . K i n g so n d K i n s m e n : o r l yM b u n d u S t o t e s n 1978 T .nen. S u i m p o r t a n c i ap r á c t i c ae s t a l q u e e s t o sd a t o s h a c e s i g l o s q u e e s t á ny a e s c r i t o s .<l'hedinrersionofKambapre-colonialhistory(. n r s . l a s a u t o r i d a d e s o l o c nialestambién intentaronescribirlas.2.E n Á f r i c a . Pudo esbozarcarrerastíp i c a s p a r a c o m e r c i a n t e s l.2aA7 !AFO. p s . L a h i s t o r i a t i t u c i o n e so t o d a v í ae x i s t e n t e s . Bélgica. n o s ó l o e s i m p o r t a n t ei d e n t i f i c a rc u á n d o y c ó m o s e p r o d u j o l a t r a n s f o r m a c i ó ns i . c l eg é n e s i sp e r oa m e n u d os e r e y dicioncs c a l y e x h i b i r m e j o r l a s i d e a sc o l e c t i v a s y difuso an' c u l t u r a l e sf u n d a m e n t a l e sD e s . o r q u e s e u t i _ p l i z a n p a r a e s t a b l e c ed e c l a r a c i o n ed e I e _ r s g i t i m i d a dd e s u c e s i ó nr.C o m oo c u r r et a m b i é n a e n l a s c a t e $ o r í a p r e v i a s . J .A. C .fieren a lo más fundamental axiomas más especificas p p p u é sd e i d e n t i l i c a r l o s .E 1p r o b l e m ap r i n c i p a l a l i n t e r p r e t a r a l t e t i p o d e l r a c l i c i ó nl e g aa l p a s a d o n c f cstas uenles onsisten la identificación e convierta n una tradiciÓn l n s d e l o s p r o c e s od e s e l e c c i ó m e d i a n t eo s t e sd e q u e s e ' .t s r r g . d e n t e n e rs i g l o s A m c n u d op u e d e n n U o n u e v a ss e l e c c i o n e s ' n c i o n e sd e d a t o s de las siguientes de una d d a n á l i s i e s l r u c t u r a l e t o d oe l c o r p u s e c o n t r a r s e s esl i n c l u s oc u a n d o m a n e r a s :e s t u d i a n d o a p r o f u n d i d a d L r a d i c i o n ee s n e c e s a r i o s que apoyan las instituciones e s l a s t r a d i c i o n e s o n d i f e r e n c i a d a s . Por otro lado. Eso a menudo llequehay s l a c i o n e s o b r el a i n t e r p r e t a c i ó n q u ét i p o s s q u e d a r a l a s t r a d i c i o n e s u e l e n e rt a m .a o L i n f o r m a c i ó n r e c o g i d ad e p e r s o n a s u e q a s i s t e n l a m i s m ar e u n i ó nn o p u e d ec l a a s i f i c a r s ec o m o c o n f i r m a c i ó ni n d e p e n d i e n t e .e s i m p o r t a n t e d e j a r c l a r o c ó m o y e n q u é o c a s i o n e su v o I u g a r l a t transmisión.í d e r e sd e p e q u e ñ o sg r u p o sy m é d i u m s . .B e r ge s c a p a zd e s e ñ a l a r o t i v o s m específicos distorsióna diferentes de port a d o r e sd e l a t r a d i c i ó n . C . E s p a s a d oa c e p t a d o e l m a r c o c u l _ .La conversiónde la cronologíarelativa de estas tradiciones absolutapuea r d e p r e s e n t ap r o b l e m ae s p i n o s op o r q u e s s l o s c a l e n d a r i o s e l a t i v o sb i o l ó g i c o s( g e r n e a l ó g i c o su t i l i z a d o sm á s a l l á d e d o s o ) tres generaciones menudo estándistora s i o n a d o s a l g u n o sa c o n t e c i m i e n t oysa y n o p u e d e na d j u d i c a r s e o n s e g u r i d a d c a u n n o m b r ee n l a s g e n e a l o g í a s .2a41 . E s t et i p o d e t r a d i c i ó n n o e x i s t ee n E u r o p a . P o n e n c i ap r e s e n t a d a of en la reunión c l e l a A s o c i a c i ó n d e E s t u d i o s A f r i c a n o s . A ' D c l i v r e . 2l'A'Ilelivre' L'histoiredesroisd'lmerino:lnterprétltiond'unetroditionorole. S i n e m b a r g o .v a a v a l i o s o si n d i c a d o r e s o b r e datosse suprimeny cuálesse redispobién parte de la grabación. culto.37. algunastradiciones forastero. t o ' y o f t h e K u b o p e o p l e s ' D a w s o n 2 4 .L a d i s t i n c i ó ne n t r el a s d o s s e b a s as o b r et o d o e n l o f o r m a l . e s t af u e n t e d e t r a d i c i ó n o r a l e s l a m á s a b u n d a n t ee n t o d a s p a r t e sy p o t e n c i a l m e n t e l a m á s g r a t i f i c a n t ee n t r e a q u e l l a s q u e t o d a v í an o h a n s i d o r e c o g i d a s . .p e r o n o t i e - n e n p o r q u é s e r l o .tructural cle 20.K. tural para todo un grupo: linaje.ParaMadagasc a r . tribu.I 7 I o l5B t59 1AFO. p s . A n í . d e a u t o r i d a dy . rgT n i A n g o l o 'O x f o r d \ 9 1 6 . D e l i v r é y B e r g h a n d e s g l o s a d oa l transmisiónmixta escrita oral que guary d a b a v i v a l a m e m o r i ad e l a m o n a r q u i a M e r i n a d u r a n t e e 1s i g l o x l x .C o m ol a s e s p e c u . p o r t a n t o .P e r oe s t o sp r o c e s o s u n c i o n a n angoAsi.n b u e n nc) e inclusola idea y estánformadosen general sin duda forp i n v e s t i g a d o r u e d ep r e f e r i ra n a l i z a rp r i t a l e c i d o sp o r l a s t r a d i c i o n e sf o r m a l e s ' ' n q m e r o l a s t r a d i c i o n e sd e g é n e s i s u e s o n s e d a n e n l a st r a t m lt d e p o s i t a r i ad e l a W e l l ¿ r r t s c h a u u ol-g E s r o s o d e l o s a m b i é n s . 1 7 4 .esoentra aho. o o t .2 6 1 .B. e s d e c i r .E.). p s i e n d os i e m p r e o s u a ld e u n d a t o s i g u e l a c i ó n s e c o n v i e r t ee n h e c h o .cir.

5 7 . 127 v 2. .H i s t o r yi n A f r ¡ c o . a c u m u l a d ob a s t a n p a r a e s . e x c e d i a s t aa n t i g ü e d a dL a h i p ó t e s i s o s n p e r m i t ee n c o n t r a rl a i n t e r f a z y f e c h a r eI a d v e n i m i e n t o e l n p e r i o d o i s t ó r i c o n d h a q u i e n 1 7 0 0a p r o x i m a d a m e n t e .q rrrrrrulit orchoeology. a s p a u t a sc o g n i t i v a s q u e i m p l i c a nn o s ó l o d e t e r m i n a d an o s c i o n e sy j e r a r q u i a sd e e s p a c i oy t i e m p o . .S i n e m b a r g o . l l . Ds.J o 1 wcstport H i s t 2 8 . a n a l i z a d a sa s t r a d i c i o n e s s resultanteobre l.lnaurtra. A t k i n s o n . . ' . U n e j e m p l od e l a p r i m e r a e s e l c o nocimientode que la historiade los Lunda ( Á f r i c a C e n t r a l )e s t á l i g a d a a g r u p o s d e p a r e n t e s c o u e s e r e m o n t a na c u a t r og e q n e r a c i o n e s .( C o m e n t : l r a d i t i o n so f G e n e s i s .D u n d e s .'. p s . 9 7 4 . . E m p i e z a na a b u n d a rl o s a n á l i s i se s t r u c t u p r a l e se s t r i c t o s o r p a r t e d e a n t r o p ó l o g o s o h i s t o r i a d o r e d e e s t a st r a d i c i o n e sS e s . ¡ i O d e h a c e r i oa p a r t i r d e erala p i a n c l i a . t a s t r a c l i c i o n e se l r e s u l t a d oe s u n a 2 5 .N a f h o r s t . o r m o l o r S t r u c t u r o l s t u d i e s o f T r o d i t i o n o l I o l e so c o l m o . s t i c a s t a n r b j ó ns c e x p r e s a n n o t r a p a r t e . p u e d ei n c l u s od i s t i n g u i rl o s e s t i l o sd e ( a n á l i s i sd e L é v i . R . e r o p u e d ed e c i r n o sc ó m o liy ' c u e n t o s a e x i s t e n t e sP o r l a t r a d i c i ó n siglosxvlll y xlx' en q u e cuitura campesina los q t e r a r i at a m b i é n s a b e m o s u é t e m a s ' toequé caracterizaciones'. etc. D e H c u s c h . e s t a d od e F i n p a r t e sd e g a c ó m o e r a e l p r i m i t i v o a o . t s . la genteo determ i n a d a si n s t i t u c i o n e sA s í . 2 6 .llón d.s u i n v e s t i g a c i ó nh a d e s t a c a d o por ejemploBeen e s u n a Docos Europa. ) 1 7 . todos parte del m a q u i l l a j em e n t a l d e l a p r o p i a c u l t u r a . P e r o . 1 V a ¡ s i n a . c i . Z . S c h m i c l t . e 2 7 . ' l h e W o r l d o f d i s s e u su c r a t61 HAtra ? ?1 2Oo1 . . B c i d e l n r a n . . . c o m o e n l o s o t r o s g r u p o sd e t r a d i c i ó n o i n c l u s oh i s t o r i ao r a l .i ' t l " t . t 7 . n e j e m p l oe s p e c U d t a c u l a re s l a e x c a v a c i ó n e l a l l a m a d at o - en la zona rnr r e d e B a b e lp o r S c h m i d t no se sentiasatisfecho .L é v i S t r a u s s L e a c h ) .Como como motlvo mrla con descartar historia l p o r q u é e s t a b ai g a q o r o t o r i o . s q u e h a y q u e t o m a r l o s l i t e r a l m e n t e . t L o s a n t r o p ó l o $ o s a m b i é nu t i l i z a n e s t o s d a t o s .u n a o p o s i c i ó nn o e s l a ú n i c a q u e p u e d eh a c e r s e e t c .P r o p p . T . o u r n o lf A f r i c o nH i s t o r y .1978'o r y t h e E a rin l r o n A g e .rperformance). -136 su libro Historicot Yorl 1954' N' 0 .d e b e e x p l i c a r s ep o r q u é e s t o s y d a t o ss o n a c e p t a d o s i n c o r p o r a d o s a e q u e n o s ó l o s o n h i s t o r i as i n o t a m b i é n la expresión e una visióndel mundo. < E a r l y K i r r g s 3 u g a n L 1 [ of Rt: d l t > . l a e p o p e y a . d p E l a n á l i s i sd e e s t a st r a d i c i o n e s r o c u r a m u c h o sd a t o sa l a n t r o p ó l o g o a l e s t u .IAN VANSINA LocRos TRADlclÓN ORAL HlsToRlA ORAL: Y PtRsPtu rrvAr l a t r a d i c i ó nu o b s e r v a n d oa s s i m i l i t u d e s l q u es ed a n e n l a s t r a d i c i o n ev e c i n a s e r s c ca del final remotode la historiaform a l . c e r s el a j e r g a s i m b ó l i c al o c a l e s t á n d a r . m o d o sd e p e n s a m i e n t o e b e n históricas c a r s ea t o d a s l a s t r a d i c i o n e s ' n permiE r l i t e r a r i a s . análisiscom_ un p l e t o a b o r d a r áe l s i g n i f i c a d od e s i m b o _ l o s b i e n c o n o c i d o se n l a c u l t u r a . l a f u n c i ó n q u e c o n v i e r t e a e s t a st r a d i c i o n e s e n l a c o n s t i t u c i ó nc o l e c t i v a d e l a y i d e n t i d a d q u e . 1 9 7 5 . ( 1 9 6 9 ) .i n c l u s oc u e n t o s i s l ó r i c o s ' no nos 01Puedeque el Kuleualct d c u e n . i s i q u i e r a a t r a d i c i ó ni m N l p ¡ l e r i a lc u a n d os e r e g i s t r a o r p r i m e r av e z . a v e c e s .. ¡ f r j ¡ ¿ l . o l v l . ' B a s t ad e c i r q u e c a d a . (creación)'y proyecp a r a p i n t a r u n a i m a g e nd e l a I n g l a t e r r a vat t a m u c h al u z e n n o c i o n e s a l e sc o m o algodela r c u e n .t lt. e . d e S u n d i a t ap u e d es e r t r a t a d ac o m o u n a t r a d i c i ó n d e g é n e s i s o r q u ee x p l i c a l a p a p a r i c i ó nd e l g r a n i m p e r i o d e M a l i . o p .S t r a u s s D e H e u s c h ) d e . s i n o t a m b i é ni d e a sd e c a u s a l i d a d .1 a s de se airibuyen a la última generación E n l a m a n e r ad e d contadores e cuentos' y contarlos. m e d i d aq u e s e .X V . p s .D e b e r í a e s c a t a r s e ' r i a n l e so a r q u e l i p o sE n m u c h o s n folkloristas aclon o h a y visióndelos primeros h r o s . a r q u e t i p oE l p r i n l e rc o n l a d o r e . s t ai n f o r m a c i ó n o s y l e t e e n t o n c e s n t e n d e ra s l i m i t a c i o n e s de oral d lossignificados etodo el corpus u n P u e b l od e t e r m i n a d o ' d j o r c o m p r e n s i ó n e l o q u e s eh a t o m a do prestado. I . ) .p o r t a n t o . ¿ . hierro.que episodios. l o s f o l k l o r i s t a sa p u n t a r á na l a p r u e b ad e c e s i ó n y t ó p i c o sm i g r a t o r i o sE n t o n c e s a b e m o s .M u c h a sd e s u s c r í F Est . d i a n t e d e r e l i g i ó n y .3 2 2 .io u lrnn localidadparticular' de la prueba li¿. E s t a st r a d i c i o n e s e g é n e s i s r o b a b l e p d menteson las mejorespara captarlos asp e c t o sf u n d a m e n t a l ed e u n a c u l t u r a .N a t h h o r s t h a e s c r i t ou n a s ó l i d a c r í t i c a g e n e r a l d e v a r i a sd i r e c c i o n e s s t r u c t u r a l e s e a d [ i n c l u y e n d o l g u n a st e n d e n c i a s e f o ] k l o r e y l i t e r a t u r a . n c i u y e n d ot r a d i c i o n e s que trabajan con traLos historiadores acua h i s t ó r i c a sA d e m á s .d e l s i g l ov t t . e n e s i sa i n l o r m a c i ó n aplid l o . 9 7 2 . .a l h i s t o r i a d o r d e i d e a s .P a r i s .'" fructífero' Dado que los daiealmente e o l o s s et r a n s m i l e n r a l m e n t e n e l m i s q situaciones ue cuentan m o p e r i o d o .r i o gen migratorio.La tradición histob í a m a n t e n i d oe l m e o l l o d e u n a cercadel año 300 a' C''n ria que databade de l U t t " u .aunque o c l r e c h o l eq u e t o r l ae x p o s i c i ó n r a l o w u l f h a s i d o e x p l o t a d or e p e t i d a m e n t e una . f . La validez histórica de las tradiciones corei aleshan impre$nadoparteso todo orales i p u s t r a c l i c i o n a l . . ' A q u i . m i e n t r a sS c h m i d t u t i l i z a b a l o s c u e n t o s de populares Rwandapara descubrirpauf c t a sy v a l o r e s u l t u r a l e su n d a m e n t a l e s ' F i n l e y r e c o n s t r u y óe l m o d o d e v i d a d e l a é p o c ad e H o m e r oa p a r t i r d e l a s e p o p e Esteenfoqueprometeser yas homéricas.B e i d e l m a na n a l i z al o s c u e n d t o s c o m o e s b o z o s e s i t u a c i o n es o c i a l e s . O . .d i c i o n e so r a l e sh a n m u l a n í n d i c e sd e t i p o y m o t i v o los problemas p t e e x p e r i e n c i a a r ac a p t a r me.nalistas. r .expresanla cultura colectiva a loscontenis r e g i s t r a n u sr e a c c i o n e s es dos de sus cuentos'Además'a menudo de u p o s i b l ec o n s e g u i r n a r e c o n s t r u c c i ó n Tradiciones orales literarias s o c i a ld e l a é p o c ac o m o h i z o F i n ia vida obLas tradicionesoralesliterariasson ley.uO al descubrimiento zona de fundi..m á s a l l á d e l o s e s t r i c t o s r o c e d i p mientosestructuralistas. ' u n o d e e l l o st i e n e d e f e c t o sm p o r t a n t e s i c n l o s q u e l o s p r o c e d i m i e n t o so s o n e s n trictamente eplicables lascomparar y c i o n e sh e c h a st i e n e n c a r a c t e r i s t i c a a r s b i t r a r i a s( p o r e j e m p l o . L . e r o ii v r e . r e q u i e r e o r i ( g e n e sg l o r i o s o s r l. Toclavíano se han iniciado estudios por parespecífico estasiiieto de estudiomás H a s t a importantesen África siguiendo d ie de los estudiosos e literatura' se hicieron muy n e a s .p e r o ¿ q u é b r i n d a a l h i s t o r i a d o r e g u l a r ? l g u n a sv e c e ss o n A l a b a s ed e l a r e a l i d a d . L e a c h( A t k i n s o n )o l a s e s c u e l am á s s i m s " b ó l i c a so c o g n i t i v a s( B e i d e l m a n ) . u i s os a b e r Su excava. i l culture' . . Tradicionesde génesis L a st r a d i c i o n e s e g é n e s i s e o c u p a n d s del origen del mundo.Y q u i z á t a m b i é n el a h o r a . < A N e w L o o k a t l n t e r p r c t a t i o n s o fopproirnyon Africon n ¡ ¿ 5 1 .N o s t i e n e n q u e s e ri n t e r p r e t a d a s n u n m a r e c o s i m b ó l i c o n i v e r s a lp e r od e b ec o n o u . r á sa n t i g u a e n a q u e l l a hade génesis .

al menos. el fenómeno de la oralidad en sí y su efecto dominante sobre culturas enterassólo ha empezadoa ser examinado en la obra d e G o o d y y o t r o s . con The Chronology of OraI Tradition'ode D.Si se ignoraran todos los datos registrados s ó l o p o r u n a ú n i c a f u e n t e h i s t ó r i c a . L a c r o n o l o g i a e s q u i z á sl a m a y o r d e . se dan con frecuencia en estosdatos.sólo la concordanciade fuentesrealmenteindepend i e n t e se s t a b l e c e c o n t e c i m i e n t o s á s a m a l l á d e l a d u d a r a z o n a b l e .o am_ bos.La inves_ tigación comparativa demuestraque la mayor parte del tiempo sólo son acep_ tables los cálculos por generación.1 9 6 8 .S o n l a c l a v e p a r a una percepciónde culturas y sociedades desdedentro hacia fuera. por ejemplo.Pero llevado a su extremo literal. de desheredados Europa y otras socleüasobre el imel futuro una teoría general des alfabetizadas. I 974. En segundo lugar.La especial relevancia de esta máxima para las fuentes orales surge de la constatación de la facilidad con que pueden tomarse p r e s t a d o s s t o sd a t o s . i t C a m b r i d g e . son la voz interna de la cultura y nuestro entusiasmo puede equipararseal de los folkloristas finlandesescuando descubrieronsu tesoro nacional. estos datos orales están revolucion a n d o l a e t n o g r a f í a . testis nullus. Q u e d ap o r e x t r a e r l a m a aún preparadigma estructural funcional yor parte del tesoro' aprovaleciente o los esbozosdemasiado Y' finalximados de teorías evolutivas' Traducción de Dolors Udina l a h i s t o r i ao r a l m e n t e . m i e n t r a s u e e l u s od e s i n c r o n i s m o s ó l o q se permite dentro de estrechoslímites. Los registrosoralescomplementarios en dos comunidadeso sociedades vecinas sobre experienciascomunescomo la guerra pueden ser independientes. En la historia africana. Contamos.a l g o q u e l o s f o l e kloristashan establecido hace tiempo. Como apuntó Delivré. Porque la historia oral y la tradis p o r a l a l a s d e s c r i p c i o n e p l a n a sq u e t e 'níu*o. se perderían-uchas pruebasprobablespero de momento sin b a s e .pero que el alejamiento o acercamiento. Sin embargo.L i t e r o c y n T r o d i t í o n oS o c i e t i e s . Henige como guía para ayudarnos. En lo absoluto. Oxford.E s t o s d a t o s s i n b a s e d e b e r i a ns e r considerados. Éstaspueden surgir de una tradición común. bilidad de las tradiciones orales.v a fuera escritau oral. Una actitud tan estricta hacia las fuentesen generales productiva.t a n t o s i l a s fuentes son escritascomo orales. sin embargo. aunquelas tradicionesfamiliares puedan ser independientes una de otra. la mayoria de fechas anteriores al siglo xvn derivadas de la tradición oral serán reexaminadas. l o s e s t u d i o s o ss ó l o h a n e n c o n más allá del lutivas del proceso que va t r a d o e l t i l ó n . Los datos oficialesdentro de una comunidad determinadaprobablementeno sean independientes.us¡óN Desdela Segunda Guerra Mundial. Los logros hablan por sí solos. 3 l .Ninguno ha renunciado ni ha declarado que las tradicionesson inútiles. pero poniéndolesla etiq ta de <en periodo de pruebar.algunos dicen que una tradición no puede tomarseen sí misma como prueba. se hace contraproducente. la historia lectual por un lado y el folklore por el temnes oraleshan añadido profundidad otro.LocRos Y PERSPECTIvAS TRADIclÓN oRAL.Invocan el principio romano: testis unus. J . la primera tarea de un historiador a menudopuedeser dar cuentade las partescomunesde tradicionesanálogas. es evi_ dente que seguiremos teniendo problemas cronológicosen el futuro.porque fuerza la atención a Ia cuestión de la interdependencia el grado de validez de y nuestrasfuentes.t qrl" respondermediante m e n t o . ) . f 163 . Afortunadamente. r l T o d a v í a u e d ap a r a q 30. HlsroRlA oRAL: que acompañan a esta empresa. pero a menudo no lo son. G o o d y ( e d .l a a p l i c a c i ó nd e grupos especialmenteal estudio de los e o¡*c¡.las tradiciones tienen una cronología relativa que permite reconstruir una historia.En primer lugar.finalmente salvará los pacto de la alfabetizacióny la oralidad' espaciosentre la historia social e intey las tradicioEn tercer lu$ar. ción oral han demostradoser herramiensobre muchas culturas' Está claro t a s f l e x i b l e s p o d e r o s a sy m a r a v i l l o s a s tenoue 1a sociologia y la antropolo$ia oara enfocar Ia realidad humana' De moteoríasevodrá. el estudio de la historia oral y las tradiciones oralesha recorrido un largo camino.A pesar de todo.

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