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0 INTRODUÇÃO

‘‘A histerectomia é a remoção cirúrgica do útero para tratar câncer, sangramento uterino disfuncional, endometriose, crescimentos não-malignos, dor persistente, relaxamento e prolapso pélvico, e lesão previa do útero. (BRUNNER e SUDDARTH, 2009). ’’ Ainda de acordo com Brunner e Suddarth (2009) a histerectomia pode ser realizada através da vagina, através de uma incisão abdominal ou por laparoscopia (na qual o útero é removido nos cortes através de pequenas incisões usando um laparoscópio). Brunner e Suddarth (2009) citam que nos Estados Unidos, o numero de histerectomias por ano estabilizou-se em 600.000, apesar de um aumento no número de mulheres que atingiram a idade indicada para a realização do procedimento. Acredita-se que o número esteja estabilizando porque as mulheres freqüentemente procuram segundas opiniões, e aumentou o número de outras opções terapêuticas (i.e., terapia a laser, ablação endometrial e medicamentos para diminuir os tumores fibróides). Entre janeiro de 2000 e setembro de 2002 foram realizadas no Brasil cerca de 300.000 histerectomias, das quais pouco mais de 22.000 por via vaginal. Salvo exceção de alguns poucos serviços, a tradição brasileira sempre foi de histerectomia abdominal, conquanto nos últimos anos venha despontando aumento das indicações da cirurgia vaginal. Em outros países, o interesse pela cirurgia minimamente invasiva tem levado a aumento da freqüência de histerectomias vaginais, sobretudo com o advento da histerectomia assistida por laparoscopia. ‘‘ A histerectomia pode ser classificada como subtotal, total, pan- histerectomia, ou radical. Raramente realizada hoje em dia, a histerectomia subtotal implica a remoção de todo o útero, com exceção da cérvice. Na histerectomia total, são removidos o útero e a cérvice. Na pan- histerectomia o útero é retirado por inteiro junto com os ovários e as tubas uterinas. Na histerectomia radical, o cirurgião retira o útero, os ovários, as tubas uterinas os ligamentos e os gânglios linfáticos adjacentes, o terço superior da vagina e os tecidos adjacentes. Como esse último procedimento cirúrgico é muito extensivo, a histerectomia radical exige abordagem abdominal. ’’ (BOUCHER, 2009). Boucher (2009) afirma que as indicações mais comuns da histerectomia são tumores benignos ou malignos dentro ou fora do útero, da cérvice ou dos anexos; sangramento e hemorragia uterinos; ruptura ou perfuração do útero; infecção pélvica potencialmente fatal;
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endometriose refrataria ao tratamento conservador; e relaxamento ou prolapso do assoalho pélvico. PROCEDIMENTO ABORDAGEM ABDOMINAL ‘‘ O cirurgião faz uma incisão vertical na linha média, estendendo-se da cicatriz umbilical até a sínfise púbica, ou incisão horizontal no abdômen inferior. Em seguida dissecta e remove o útero e as estruturas associadas que também precisem ser retiradas. Em seguida fecha a incisão e aplica um curativo e uma compressa perineal’’ (BOUCHER, 2009). ABORDAGEM VAGINAL “No caso da abordagem vaginal, o cirurgião faz uma incisão dentro da vagina, acima e próximo da cérvice. Depois de dissectar o útero, ele retira o órgão pelo canal vaginal. Em seguida, o cirurgião fecha a incisão na cavidade peritonial com suturas e aplica uma compressa perineal’’. (BOUCHER, 2009) ABORDAGEM LAPAROSCÓPICA “O cirurgião faz uma incisão dentro na cicatriz umbilical. Em seguida, infunde oxido nitroso ou dióxido de carbono dentro da cavidade abdominal. O gás levanta e afasta a parede abdominal dos órgãos intra-abdominais, facilitando a visão do cirurgião. Em seguida a cliente é colocada em posição de Trendelenburg, que faz com que o intestino delgado sai da pelve e, dessa maneira, abra espaço para os instrumentos. O cirurgião então introduz o laparoscópio, que lhe possibilita ver a cavidade pélvica. Se estiver usando um laparoscópio cirúrgico, não será necessário fazer qualquer outra incisão, porque o aparelho contém um canal operatório pelo qual é possível passar os instrumentos. Entretanto, se não tiver usando um laparoscópio cirúrgico, o cirurgião fará varias outras incisões abdominais pequenas, por meio das quais ele passará os instrumentos para dissectar o útero. Depois de dissectar o útero e quaisquer outras estruturas associadas, o cirurgião retira as peças por via vaginal. Em seguida, fecha a incisão e aplica um curativo e uma compressa perineal. ’’ (BOUCHER, 2009)

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COMPLICAÇÕES ‘‘ As complicações potenciais são infecções da ferida, retenção urinaria distensão abdominal, tromboembolia, atelectasias, pneumonia, hemorragia e lesão do ureter ou do intestino, Depois da histerectomia abdominal, a cliente também pode ter deiscência de sutura, embolia pulmonar ou íleo paralítico. Em geral, há menos complicações depois da histerectomia vaginal ou laparoscópica. Qualquer que seja o tipo de histerectomia realizada, cliente também pode ter complicações psicológicas como depressão (mais comum), diminuição da libido e perda percebida da feminilidade. O tratamento da disfunção sexual pode incluir a administração de sildenafila. ’’ (BOUCHER, 2009)

INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM

PRÉ- OPETATÓRIA • Avaliar as expectativas acerca do estado menstrual e reprodutivo depois da

cirurgia; • Responder todas as perguntas que a cliente possa fazer sobre o procedimento e

sobre sua recuperação física; • Reveja a abordagem cirúrgica e a extensão da incisão, a fim de preparar a cliente

para a histerectomia, administre os antibióticos profiláticos de acordo com a prescrição; • Certifique-se de que todos os exames laboratoriais pré-operatórios foram realizados

e reveja os resultados; • • Instrua a cliente quanto aos cuidados pós-operatórios; Caso a cliente submeta-se a uma histerectomia abdominal, explique que, após a

cirurgia, costuma ocorrer retenção urinaria, o que exigirá a colocação de uma sonda vesical de demora ou uma sonda suprapúbica, além disso, explique que ela poderá estar usando uma sonda nasogástrica para evitar distensão abdominal;

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• Comunicar as alterações no paciente quanto ao pulso. • Manutenção da posição durante o procedimento. • Assegurar que a contagem de gazes/compressas. 4 . • Distinguir os dados cardiopulmonares normais dos anormais. • Calcular os efeitos para o paciente da excessiva perda ou ganho de líquidos. INTRA – OPERATÓRIO • Posicionar o paciente. • Alinhamento funcional. • Exposição da área cirúrgica. • Apoio psicológico (antes da indução e se o paciente está consciente) • Proporcionar apoio emocional ao paciente. temperatura e pressão sanguínea. • Proporcionar apóia fixo. • Fixar a placa neutra ao paciente. • Gerenciar os recursos humanos efetivamente. • Proporcionar segurança física ao paciente. agulhas e instrumental está correta. • Manter assepsia e controle do ambiente. • • Verificar se o paciente apresenta doenças crônicas degenerativas. Verifique se a cliente assinou o formulário de consentimento.operatório e que ela deverá usar compressas perineal. respiração.• Informe a cliente às possíveis complicações como cólicas abdominais e quantidade moderada de secreção sanguinolenta no período pós.

PÓS-OPERATÓRIO • Monitorar estado respiratório para detectar anormalidades sugestivas de complicações. até que a cliente possa reiniciar a ingestão oral. Administre analgésicos para aliviar cólicas ou a dor abdominal. Avalie a secreção vaginal da cliente e troque freqüentemente os absorventes perineais. • • • • Monitore sinais vitais. o exame físico e anamnese do paciente que realizou o procedimento cirúrgico em questão. • Administre e controle a infusão de líquidos IV de acordo com a prescrição.• Induzir o paciente a respirar profundamente. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo exploratória e descritivo. • Avaliar as incisões abdominais em busca de sangramento ou secreções. Ausculte os ruídos peristálticos a intervalos regulares. O presente trabalho teve como objetivo a aplicação do processo de enfermagem na assistência pré e pós-operatória ao paciente submetido à histerectomia propondo intervenções que previnam as complicações e promovam a recuperação das condições de saúde do paciente. Baseada no levantamento de dados acerca do tema onde foi utilizado como instrumentos o prontuário. o 5 .

em consultas a bibliografias como BRUNER e SUDDARTH. 2009 e BOUCHER.levantamento de dados se deu no Hospital Santa Maria. 2009 e buscas à internet. 6 .

60 ESTADO CIVIL: Viúva NATURALIDADE: Codó/MA CLÍNICA: Hospital Santa Maria DATA DA ADMISSÃO: 11. IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE NOME: M.02.05.C SEXO: feminino COR: Parda IDADE: 50 anos PROCEDÊNCIA: Domiciliar OCUPAÇÃO: Dona de casa ENFERMARIA / LEITO: 102/3 HORA: 14h40min DATA DE NASCIMENTO: 21.11.F.2010 DIAGNÓSTICO CIRÚRGICO: Histerectomia Abdominal Total e Colecistectomia 7 .

F. HISTÓRIA DO PACIENTE M.10 no Hospital Santa Maria para tratamento cirúrgico de HTA+ colescistectomia M.eliminações fisiológicas presentes e normais sono e repouso satisfatório.C. integridade cutânea preservada. orientada. tem restrições alimentares (queijo.admitida no dia 11. sexo feminino. ausculta cardíaca bulhas normofonéticas presentes e ritmo regular.viúva.150/80 mmHg.F. ruídos hidroaéreos presentes.sal e óleo). P.mãe de 4 filhos. ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares presentes. afebril.100 bpm. perfusão periférica preservada. tórax assimétrico com expansibilidade torácica acentuada. taquipneica.3.parda. R. fásica. reside na cidade de Codó/MA . 50 anos.5°C. hipertensa. abertura ocular espontânea.não apresenta historia de hemorragias e vômitos. possui prótese dentária.C apresenta acuidade auditiva normal e visual diminuída.deambulando. PA. nega uso de medicação para dormir.sabidamente hipertensa. 8 . SSVV: T.37.11. pupilas isocóricas. abdômen globoso indolor à palpação. faz uso continuo de medicação (Atenolol).28 rpm.dona de casa. Consciente. taquisfigma. nega alergia medicamentosa. mucosas hipocoradas.

IV 7gts/min 4. SF 0. SF 0. Novalgina 1amp + AD 6/6h 8. Tilatil 20 mg + AD. Novalgina 1amp + AD 6/6h 11. 6/6h 5.4. Diazepam VO.5% 500 ml. 12/12h 9. Liquemine 5000UI SC 8/8 h 13. Keflim 1g + AD. 6/6h 5. Tramal VO 12/12 hs 9. Liquemine 5000UI SC 8/8 hs 1° DPO Dia 12/11/10 1. 12/12h 6. Tilatil 20 mg + AD. Vonau 7. 8/8h 10. 12/12h 6. Dieta oral zero 2. IV 28 gts/min 3. KCL no segundo e no quarto soro 4. SG 0. Zylium 1amp + AD. Tramal VO 12/12 h 12. Zylium 1amp + AD. Keflim 1g + AD. IV 28 gts/min 3. 8/8h 7. 9% 1500 ml. Manter a SVD fechada e não desprezar totalmente 9 . Luftal 40gts VO. 8/8 h 8. Dieta oral zero 2.9% 1500 ml. PRESCRIÇÃO MÉDICA POI de Histerectomia Dia 11/11/10 1.

miorrelaxante e anticonvulsivante. agitação. FARMACOLOGIA DIAZEPAM Sedativo-hipnótico APRESENTAÇÃO: Comprimidos de 5mg ou 10mg. Informe ao paciente os sintomas relacionados à suspensão súbita de seu uso. sedação. bradicardia. Hepática: disfunção hepática. espasmo muscular e crise convulsiva. O uso da medicação não deve ser suspenso subitamente ou sem o conhecimento do médico. INDICAÇÃO: Ansiedade. depressão. PROPRIEDADES: Ações ansiolítica. Atua como depressor do SNC. GU: retenção ou incontinência. sedativa. SNC: sedação. taquicardia. apatia. desconforto abdominal. diarréia. hipotensão transitória. letargia. provalvemente facilitando a ação inibitória do neurotransmissor ácido gama-aminobutirico (GABA). CUIDADOS DE ENFERMAGEM • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido. • A medicação não deve ser usada durante a gestação ou lactação. fadiga. Endócrina: ginecomastia GI: náusea. sem o conhecimento do médico. vômito. edema.Ampolas de 2 ml(10mg) de solução injetável. hipertensão. constipação.5. 10 . REAÇÕES ADVERSAS: CV: colapso cardiovascular. ainda que o paciente alcance melhora .

Bolsas para infusão IV com 50mg/100ml. Ampolas com 2 ml ou 5ml(50 mg) de solução injetável. náusea. PROPRIEDADES: Inibe a secreção. RANITIDINA (ZYLIUM) Anti-úlcera péptica [anti-histamínico] APRESENTAÇÃO: Comprimidos de 75mg. Hepática: hepatite 11 . durante a terapia. impotência. GI: constipação. Frascos com 100 ml(75mg/5 ml) ou 120 ml(150mg/10 ml) de xarope. vomito. do suco gástrico através da redução do volume da secreção e de seu conteúdo em acido e pepsina. 150mg ou 300mg. Profilaxia da pneumonite de aspiração REAÇÕES ADVERSAS Dermatológicas: rash. perda da libido. basal ou estimulada. diarréia. sem o conhecimento do médico. 100mg.• Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e que. INDICAÇÃO: Profilaxia e tratamento da ulcera gastroduodenal.alopecia Endócrinas: ginecomastia.Usada como cloridrato. • Recomendar ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação. Hemorragia GI alta. Estados dos hipersecretórios patológicos. diante da ocorrência de qualquer uma delas o medico deverá ser comunicado imediatamente. Esofagite e refluxo. dor abdominal.

Também pode ser usado como analgésico. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido. Frascos com 10ml. quando a febre não puder ser controlada por nenhum outor meio. insônia. atipirética e antiinflamatório. DIPIRONA (NOVALGINA) Analgésico .Frascos com 100ml (50mg/ml) de solução oral + medida graduada (2.15ml ou 200ml (500mg/ml) de solução oral (gotas). tontura.5ml. • Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e que.antitérmico APRESENTAÇÃO: Comprimidos de 320 mg e 500 mg. 5ml. sem o conhecimento do médico. REAÇÕES ADVERSAS: 12 . diante da ocorrência de qualquer uma delas o medico deverá ser comunicado imediatamente. sonolência. • Durante a terapia o paciente deverá receber hidratação adequada. inclusive em convulsões febris em crianças e até em doenças malignas. sem o conhecimento do médico. 7.Usado na forma sódica e potássica.SNC: cefaléia. • Recomendar ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação. Usada na forma de sal sódica ou magnesiano. 2ml ou 5ml (500mg/ml) de solução injetável. PROPRIEDADES: Derivados da pirazolona com propriedades analgésicas. Ampolas de 1 ml. ainda que o paciente alcance melhora. INDICAÇÔES: Antitérmico. durante a terapia.5ml e 10ml).

Respiratória. principalmente as incomuns ou intoleráveis. durante a terapia.Frascosampolas com 5ml (25.000UI) de solução injetável (IV). como cofator.000UI) de solução injetável(SC). F. 13 . GI: náuseas. FC.neutraliza vários fatores ativados da coagulação. nebulizador. PROPRIEDADES: Anticoagulante que acelera a formação da antitrombina III que.gel. • Informar ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma. • Recomendar ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação. vômito. impedindo a aconversão do fibrinogênio em fibrina. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Administrar medicação exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido sem o conhecimento médico.25ml (5. HEPARINA SISTÊMICA E TÓPICA ( LIQUEMINE) Anticoagulante APRESENTAÇÃO: Ampolas com 0. sem o conhecimento do médico. hemorragia GI. Função Renal. • A medicação não deve ser usada em crianças nem durante a gestação ou lactação. SNC: tremor.Via tópica:creme.pomada. o médico deverá ser consultado. • Monitorar SSVV.Dermatológicas: erupções cutâneas.

urticária. Os pacientes sob terapia anticoagulante devem dispor sempre e prontamente de um cartão de identificação com esta informação. diante dessas ocorrências comunicar imediatamente ao medico. • Durante o tratamento monitore: sinais de sangramento ou hemorragia.INDICAÇÕES: profilaxia e tratamento de vários distúrbios tromboembólicos. reações de hipersensibilidade e. comunique imediatamente ao médico. diante a ocorrência de qualquer uma delas principalmente aquelas incomuns (sintomas de sangramento ou esquimoses) ou intoleráveis. trombocitopenia. • Recomende ao paciente que informe ao médico o esquema de medicação anterior ao tratamento. • Informe todo o pessoal envolvido ou responsável pelo tratamento que o paciente está recebendo terapia anticoagulante. REAÇÕES ADVERSAS: Dermatológicas: alopecia. GI: hepatite medicamentosa Hematológicas: sangramentos. TILATIL Antiinflamatório não esteróide [AINE] 14 . Locais: dor CUIDADOS DE ENFERMAGEM • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado. anemias. • Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e que. rash.

PROPRIEDADE: Ações antiinflamatória. • Informar ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma. • • Não utilizar em gestantes.Usado como cloridrato. Pacientes que apresentem reações adversas tais como vertigens.Frascos com 10 ml de solução oral (gotas). INDICAÇÕES: Tratamento da dor moderada a grave 15 .APRESENTAÇÃO: Comprimidos de 20mg. TRAMADOL (TRAMAL) Analgésico entorpecente APRESENTAÇÃO: Cápsulas de liberação prolongas de 50 mg ou 100 mg. crianças ou lactantes. principalmente as incomuns ou intoleráveis. Ampolas com 1 ml ou 2ml de solução injetável . tonteira ou distúrbios visuais devem evitar dirigir veículos ou manuseio de máquinas que requeiram atenção. PROPRIEDADES: Liga-se aos receptores opioides. Efeitos terapêuticos: diminuição da dor. analgésica e inibidora da agregação plaquetária INDICAÇÕES: Antiinflamatório REAÇÕES ADVERSAS: Aquelas comuns aos outros AINES CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Administrar medicação exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido sem o conhecimento médico. o médico deverá ser consultado.Inibe as recaptações de serotonina e norepinefrina no SNC. Frascos-ampolas com 20 mg ou 40 mg de pó liofilizado + ampolas de diluente(2ml de água para injeção).Comprimidos de 500 mg ou 100 mg.

DIMETICONA (LUFTAL) Antiflatulento utilizados para eliminação de gases formados pelo trato gastrointestinal. • • A medicação não deve ser utilizada durante a gestação. diante a ocorrência de qualquer uma delas principalmente aquelas incomuns ou intoleráveis. sem o conhecimento do médico.20 ml de emulsão oral. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • Instrua o paciente a tomar a medicação conforme o recomendado e não interromper o tratamento. diminuindo a tensão superficial dos líquidos digestivos.REAÇÕES ADVERSAS: CV: vasodilatação. Dermatológicas: prurido. atua no estômago e no intestino. 16 . comunique imediatamente ao médico. boca seca. sudorese. ainda que melhore. • Recomende ao paciente a manutenção de uma boa ingestão de liquidos. diminuindo o desconforto causado por eles. Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e que. náuseas. Assim. GU: sintomas menopáusicos. PROPRIEDADE: A dimeticona. rompendo as bolhas que retêm os gases e que provocam flatulências e dores. diarréia.mastigável de 150mg. dor abdominal. GI: constipação.Cápsula gelatinosas de 125mg.15 ml. princípio ativo do medicamento Luftal. APRESENTAÇÃO: Comprimido de 40 mg. retenção/freqüência urinária. os gases são eliminados mais facilmente.Frasco gotejadores de 10 ml.

para se obter soluções que.INDICAÇÃO: Para pacientes com excesso de gases no aparelho digestivo. • Recomendar ao paciente a ingestão de 1. têm pH variando entre 6 e 8. influenzae. CUIDADOS DE ENFERMAGEM: • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado. Profilaxia cirúrgica: em procedimentos cirúrgicos contaminados ou potencialmente contaminados. Infecções ósseas e articulares causadas por estafilococos.5. conforme prescrito pela nutricionista. INDICAÇÃO: Tratamento de infecções graves causadas por cepas dos microorganismos sensíveis à cefalotina. durante a terapia. estafilococos S. 17 .5 – 2 litros/dia de liquido. Infecções do trato respiratório causadas por S. e Shigella sp. Cada 1 g de cefalotina é tamponada com 30 mg de bicarbonato de sódio. Infecções gastrintestinais causadas por Salmonella sp. quando reconstituídas. a solubilidade do produto é melhorada e o congelamento exige temperaturas mais baixas. O acúmulo de gases no estômago e no intestino chama-se flatulência ou aerocolia. PROPRIEDADES: A cefalotina é um antibiótico semi-sintético do grupo das cefalosporinas. REAÇÕES ADVERSAS: Não há referência de quaisquer efeitos adversos. Infecções da pele e tecidos moles causadas por estafilococos. Klebsiella sp e H. pneumoniae. • A medicação deve ser administrada 3 vezes por dia( após as refeições a ao deitar). Nesta faixa de pH não há formação de cefalotina ácida livre.essa droga não deve ser administrada com outras medicações. pyogenes.Meningite causada por Streptococcus pneumoniae. • Enfatizar para o paciente a importância da adoção de uma dieta alimentar adequada. CEFALOTINA SÓDICA (KEFLIN) APRESENTAÇÃO: Pó para solução injetável nas vias intramuscular ou intravenosa. Streptococcus pyogenes e estafilococos.

REAÇÕES ADVERSAS: Hematológicas: neutropenia. náuseas e vômitos. sem o conhecimento do médico. induzidos por quimioterapia citotóxica e radioterapia. • Informe ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e que. • Durante a terapia o paciente deverá receber hidratação adequada. • Recomendar ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação. CUIDADOS DE ENFERMAGEM • A medicação deve ser administrada exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido. ainda que o paciente alcance melhora. trombocitopenia e anemia hemolítica. é um potente antagonista altamente seletivo dos receptores 5-HT3. sem o conhecimento do médico. Reações locais: dor. GI: Podem aparecer sintomas de colite pseudomembranosa. 18 . é devido ao antagonismo dos receptores 5-HT nos neurônios localizados tanto no sistema nervoso periférico quanto no sistema nervoso central. INDICAÇÃO: é indicado para o controle da náusea e do vômito induzidos por quimioterapia citotóxica e radioterapia. diante da ocorrência de qualquer uma delas o medico deverá ser comunicado imediatamente. VONAU Antiemético APRESENTAÇÃO: solução injetável de 4 mg/2 ml e comprimidos de 8 mg/4ml. como também na prevenção e tratamento de náuseas e vômitos do pós. enduração. O efeito do ondansetron no controle da náusea e do vômito. sensibilidade e elevação da temperatura. Ondansentron não altera as concentrações de prolactina plasmática. substância ativa de VONAU.operatório. PROPRIEDADES: O ondansetron. diarréia. durante a terapia.

CUIDADOS DE ENFERMAEGEM • Administrar medicação exatamente conforme recomendado e o tratamento não deve ser interrompido sem o conhecimento médico. sensação de calor ou rubor na cabeça e no epigástrio e aumento ocasional e transitório. 19 .REAÇÕES ADVERSAS: Cefaléia. sem o conhecimento do médico. • O uso da medicação não deve ser suspenso subitamente ou sem o conhecimento do médico. assintomático nas aminotansferases. • Recomendar ao paciente que evite o uso de qualquer outra droga ou medicação. Sabe-se que ondansetron aumenta o tempo do trânsito intestinal e por isto pode causar constipação em alguns pacientes. • Informar ao paciente as reações adversas mais freqüentes relacionadas ao uso da medicação e na ocorrência de qualquer uma. durante a terapia. principalmente as incomuns ou intol O uso da medicação não deve ser suspenso subitamente ou sem o conhecimento do médico.

M--------------------------------------. volume corpuscular médio (VCM).6 Hematócrito % ----------------------------. dos leucócitos (ou série branca) e das plaquetas (ou série plaquetária).0 40. EXAMES MÉDICOS SOLICITADOS HEMOGRAMA AUTOMATIZADO Trata-se de um teste de triagem básico que fornece informações diagnósticas úteis sobre o sistema hematológico e suas implicações em outros sistemas orgânicos.1 V. que podem comprometer a realização da cirurgia. concentrações e qualidade das células do sangue.9 C.6. Consiste em uma série de testes que determinam número.C.32.13.0 – 54.4. visando a monitorar a atividade sanguínea. porcentagem. M----------------------------------------.27 Hemoglobina em g/dl--------------------. índice de hemácias. hemoglobina corpuscular média (HCM). Contagem de hemácias (CH). variedade.98.42.5 – 18.H. O hemograma completo é um exame requerido rotineiramente para posterior realização de procedimentos cirúrgicos.3 . O hemograma é composto por três determinações básicas que incluem as avaliações dos eritrócitos (ou série vermelha). ERITROGRAMA Valores encontrados Valores Referenciais 4. a contagem diferencial de leucócitos (Dif). hemoglobina (Hb).0 76 .C.96 27 – 32 32 – 36 20 Hemácias em milhões/ ml -------------.5 12.5 – 6. exame de hemácias coradas (filme ou esfregaço de sangue periférico) e contagem de plaquetas.31. concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM). da qual vai depender a coagulação. a oxigenação e a presença de infecções. hematócrito (Ht). M----------------------------------------.C.6 H. Inclui testes como a contagem de leucócitos (CL).

O VHS é. um câncer avançado.5 LEUCOGRAMA Leucócitos/ por mm³-------------------7.0 Eosinófilos ----------------------------------. formando blocos de glóbulos vermelhos.1. Este fibrinogênio age como uma espécie de cola.000 40 – 75 1-4 20 – 45 2 -10 150. uma pancreatite aguda. Além de ser pouco específico.31.000 – 10. um indicador indireto de que o fígado está produzindo mais fibrinogênio. uma vez que o VHS encontra-se elevado em uma grande quantidade 21 . o nosso fígado produz em grandes quantidades uma proteína chamada de fibrinogênio. que obviamente são mais pesados e caem mais rapidamente.0 Plaquetas -----------------------------------.050 Segmentados ------------------------------.000-450.0 Monócitos ------------------------------------.60. uma doença auto-imune ativa.0 Linfócitos ------------------------------------.7. que por sua vez. Quando há um processo inflamatório em curso. mais conhecida como VHS é um exame usado para se avaliar a existência de inflamações no organismo.238.4 28-34 4.RDW ------------------------------------------.0 VELOCIDADE DE HEMOSEDIMENTAÇÃO DAS HEMÁCIAS A velocidade de hemossedimentação. é um indicador indireto de que há um processo inflamatório em curso. aumentando assim a velocidade de hemossedimentação. portanto.16.000 Volume plaquetário médio --------------. seja uma infecção. ligando as hemácias umas às outras.6.0 – 11.000 7.

São fundamentais no pré operatório de qualquer cirurgia de médio a grande porte. e se o tempo e coagulação são normais. PTT (tempo de tromboplastina parcial). por exemplo. VELOCIDADE DE HEMOSEDIMENTAÇÃO DAS HEMÁCIAS RESULTADO 18mm/h Material : Sangue Total VALORES DE REFERÊNCIA < 30 mm/h Método: Fotometria capilar quantitativa COAGULOGRAMA Coagulograma é um conjunto de exames pedidos pelo médico para avaliar se a coagulação do paciente está normal. como o Tempo de Sangramento avalia a hemostasia primária. e alguns outros exames que não são sempre pedidos. Os exames compreendidos são TAP (tempo de protrombina ativada). Testes normais não excluem a presença de patologias da coagulação. COAGULOGRAMA RESULTADO TS – Tempo de Sangramento 22 VALORES DE REFERÊNCIAS . O TAP testa os fatores de coagulação participantes da via extrínseca e o PTT testa os participantes da via intrínseca O TAP e o PTT são avaliadores da hemóstasia secundária. fazer diagnóstico diferencial de sangramentos uterinos disfuncionais nas mulheres. principalmente se o paciente tem história de sangramentos. O VHS não faz diagnóstico ele apenas sugere a possibilidade de uma inflamação. este exame também é susceptível a erros já que pequenos descuidos como na armazenagem do sangue. Outro teste q faz parte do coagulograma é o Dímero-D.de situações deferentes. primárias ou adquiridas. em casos de Tromboembolismo pulmonar. É pedido na clínica para investigar sangramentos espontâneos. Valores alterados geralmente são associados a defeitos pontuais no mecanismo normal de coagulação. podem ser suficientes para alterar seu resultado. petéquias. etc. avaliado.

1min 30 seg Método: Duke 1 a 3 min TC – Tempo de Coagulação 7min 00 seg Método: Lee . Gerada no fígado. um colapso catabólico ou hemorragia no interior do trato gastrointestinal. grande parte filtradas pelos rins e reabsorvida.White Retratação do Coagulo Retrátil Material: Sangue Prova do Laço Normal Material: Sangue Normal Retrátil 5 a 10 min URÉIA É um produto da destruição das proteínas. é a principal fonte de excreção do nitrogênio do organismo. UREIA Valores encontrados Valores de referência 15-40 Uréia em mg /dl --------------------------------. enquanto um baixo fluxo facilita sua reabsorção.Cinético UV 23 . sendo que pequenas quantidades podem ser excretadas pelo suor e degradadas por bactérias intestinais.0 Material: Soro Método: Urease .38. O aumento na quantidade de urina diminui a reabsorção de uréia. sendo sua maior parte excretada pela urina. O nível de uréia pode ser aumentado por um consumo dietético aumentado de proteínas.

9 Material: Soro Método: Lustosa Basques GLICOSE O exame de glicose tem como objetivo identificar os níveis de açúcar no sangue.82 Material: Soro Método: Enzimático Colorimétrico 24 . CREATININA Valores encontrados Valores de referência 0. doenças musculares. Seus níveis sanguíneos aumentam à medida que ocorre a diminuição da filtração do sangue pelos rins.5-1. e nos homens seu valor é maior que nas mulheres. É utilizado para detectar hiperglicemia e hipoglicemia e ajudar a diagnosticar o diabetes.0. dietas ricas em carne vermelha. sua excreção não é afetada pela dieta. proveniente dos músculos.2 Creatinina em mg /dl ----------------------.CREATININA Ela é um produto da Creatinina em 24hs. Normalmente. e entre outras. O paciente deve permanecer em jejum 6 horas antes do exame e o sangue é colhido através de uma punção venosa. Podem estar alterada em decorrência da insuficiência renal. por isso é utilizada como marcador da função renal. GLICOSE Valores encontrados Valores de referência 75-99 Glicose em mg /dl -------------------------. por ação de medicamentos. e seu valor varia de acordo com o sexo.

..........LIPIDOGRAMA O exame é útil no diagnóstico das dislipidemias primárias e secundárias... → Triglicerídeos ..colesterol bom........... Protege os vasos da aterosclerose (Placas de gordura)...................... 124 mg/dl Material: Soro Método: enzimático Valor de Referência: 150 a 200mg/dl COLESTEROL LDL ...... 101.. Um paciente com 150 mg/dl de triglicerídeos apresenta 30 mg/dl de VLDL.....Colesterol ruim.... Normalmente equivale a 5x o seu valor....... Quanto mais baixo melhor..... O colesterol total é composto da soma das frações HDL+LDL+VLDL..............20 mg/dl Material: Soro Método: Friedawald Valor de Referência: 100 a 129 mg/dl 25 ........ formador da aterosclerose que obstrui os vasos sanguíneos e leva a doenças como infarto...... Quanto mais elevado melhor...... → LDL e VLDL .......... COLESTEROL TOTAL .Estão relacionados ao VLDL.. 57 mg/dl Material: Soro Método: enzimático Valor de Referência: Superior a 40 mg/dl TRIGLICERÍDEOS . 183 mg/dl Material: Soro Método: enzimático Valor de Referência: Inferior a 200mg/dl COLESTEROL HDL . → HDL ....

. Está diminuído principalmente no Hipertireoidismo primário.. Serve como primeira avaliação antes de solicitar outros exames.... o trato urinário e.. uma resposta normal implica num aumento de cerca de 10 vezes o valor basal... Está aumentado principalmente no Hipotiroidismo primário.0 µ IU/ ml SUMÁRIO DE URINA O exame rotineiro de urina é um método simples não-invasivo capaz de fornecer uma variedade de informações úteis em relação às patologias envolvendo os rins. Detecta uma possível infecção urinária....COLESTEROL VLDL .40 a 5....clínico.. 24... A dosagem de TSH é importante no diagnóstico do hipotireoidismo primário. O hormônio Tireoestimulante (TSH) é uma glicoproteína secretada pela adenohipófise... Hipotireoidismo secundário. O teste do TRH é útil no diagnóstico de casos iniciais ou limítrofes de hipertireoidismo.... A secreção e os níveis séricos de TSH são controlados pelos níveis de T3 e T4 e pelo TRH hipotalâmico.... sendo o primeiro hormônio a se alterar nessa condição. Após o estímulo. 0.. tendo como principal efeito o de estimular a tireóide a liberar T3 eT4.. terciário e nas Síndromes de Hipertireoidismo sub....8 mg/dl Material: Soro Método: Friedawald Valor de Referência: Superior a 40 mg/dl TSH ULTRASENSÍVEL É um exame para avaliar a tireóide...... Tireoidite sub... proteína e açúcar na urina..... Tireoidite de Hashimoto..............97µ IU/ ml Material: Soro Método: Quimioluminescência Valor de Referência: 0... TSH ULTRASENSÍVEL.. sangue........ por dados indiretos algumas patologias sistêmicas..aguda e na secreção inapropriada de TSH (tumores hipofisários produtores de TSH).... SUMARIO DE URINA Valores encontrados Valores de referência 26 ..

15 a 20 por campo Cilindros ---------------------------------. lembrando-se que os ovos da Taenia e Enterobius raramente aparecem nas fezes.0-9.ausente PARASITOLÓGICO DE FEZES até 5 por campo até 4 por campo O exame é útil no diagnóstico das parasitoses intestinais e tem como objetivo o encontro de trofozóitos ou cistos de protozoários e ovos ou larvas de helmintos.semi turvo Densidade -------------------------.0 ausente ausente ausente ausente 1.010-1.025 pH -----------------------------------.030 5.ausente Acetona ---------------------------.0 mg /dl ausente ausente ausente MICROSCOPIA Células epiteliais -----------------------.Cor -----------------------------------.3 a 5 Piócitos ----------------------------------.0.ausente Nitrito ----------------------------.8 a 10 por campo Eritrocitos -------------------------------.ausente Glicose ----------------------------.ausente Bilirrubinas ----------------------.amarelo escuro Aspecto -----------------------------.ausente Urobilinogenio -------------------.5.ausente amarelo claro limpido 1. EXAME PARASITOLÓGICO 27 .1.2 mg/dl Sangue ----------------------------.0 Proteínas --------------------------.ausente Leucócitos ------------------------.ausente Cristais -----------------------------------.

. Câncer. períneo e região perianal usando-se um aparelho... causadas por doenças destas regiões... vulva....... que mostra as lesões... Negativo PROTOZOÁRIOS........... Cistos de Endolimax nana GENITOSCOPIA É um exame que se faz do colo uterino... dando informações importantes para um diagnóstico mais seguro..... (ANEXO) 28 ..... tais como: HPV.......HELMINTOS.... Vaginoses. Herpes.. AIDS.. vagina. São usadas algumas substâncias químicas que irão realçar estas lesões. chamado colposcópio.

efeito da cirurgia sobre a imagem corporal. da 2. medo da dor e do desconforto. 29 .2 Proporcionar soluções aos informações corretas 2. Justificativas 1. possível percepção da perda da feminilidade ou do potencial de reprodução. medo da dor. constrangimento devido a exposição da área genital no período perioperatório. tomada de decisão para o tratamento dos sintomas de menopausa.2 Proporcionar uma boa evolução da paciente.2 Manter a paciente problemas acerca desse assunto.2Trabalhar 2.1 Incentivar a expressar seus cliente a relatar seus sentimentos. mantendo-a calma e menos ansiosa.1 Comunicar os seus sentimentos quanto a histerectomia.3 Alívio ansiedade.1 Aliviar a ansiedade originaria de vários fatores: ambiente desconhecido. Resultados Esperados 1.Ansiedade relacionada com o diagnostico do câncer. Prescrições 1. informada sobre o potenciais procedimento. sentimentos. 2. 2. conflitos entre o tratamento medico e as crenças religiosas.1 Auxiliar a 2. PLANO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM Diagnósticos 1. Imagem corporal prejudicada relacionada com a fertilidade alterada e com os medos sobre a sexualidade e relacionamentos com o parceiro e com a 2. intercurso sexual.7.

4. 4. 6.e pósoperatório e de recuperação. 3.1 Ajudar o paciente 4. Melhor do 5.3 Esclarecer dúvidas pós.histerectomia.2 Manter a paciente para o banho higienização do de aspersão sempre paciente satisfatória. . a retornar as suas recuperação paciente. sobre as preparações físicas e procedimentos que são realizados.família.1 Encaminhar 6.2 Ajudar o paciente 4. que necessário. 4.1 Administrar 3.3 Orientar a 2. quais serão submetidos.1 Observar possíveis sinais de infecção e na presença dele comunicar o médico. inicialmente leves. 6.1 Esclarecimento de a compreender todos todas as duvidas do os procedimentos aos paciente. das limitações do paciente e parceiro. Déficit de conhecimento dos aspectos perioperatórios da histerectomia e do autocuidado pósoperatorio. 3. prejudicar a recuperação do paciente.2 Prevenir o 5. 4.2 Diminuir o agentes analgésicos desconforto e estresse para aliviar a dor e relacionado a dor promover a deambulação.1 Explicações nos períodos pré. Risco de infecção relacionado ferida operatória 5. Déficit no auto cuidado para banho e higiene.Dor aguda relacionada com a cirurgia e outra terapia auxiliar.2 retorno à atividade. 3. orientar atividades atividades normais. com repouso e aumento da atividade física tolerada.3 Maior conhecimento sobre as demandas de autocuidado.3 Melhorar a vida paciente e seu sexual da paciente parceiro a respeito 2. 5. 30 6.3 Manter a ferda aparecimento de operatória livre de agravos que possam infecção. impostas pela condição física atual da paciente.2 Estimular o 4. 2.3 Ausência da dor ou desconforto.

1 Realizar troca de curativo. a da 7.3 Ausência infecções. urinária.1 Encorajar a paciente a expressar os sentimentos atuais sobre si. 10.2 Manter regularmente a ventilação normal. sensação de plenitude. 11.1 Realizar 9. 9. a 10.7.2 Manter o débito 10. 10.como por exemplo. 8. 8. Integridade da pele 11. bexiga palpável ou debito urinário reduzido. Adaptação prejudicada relacionada com complicações psicológicas.2 Proporcionar dados sobre as perdas sanguineas. presença destes mudar o acesso. incisão e o curativo devido à drenagem.1 Monitorar diurese após cirurgia. espirometria de incentivo para manter o esforço respiratório.1 Proteger a ferida operatória.3 Prevenir sinais e sintomas de complicação respiratória. Risco de infecção relacionado ao acesso venoso periférico 7.2 Prevenir possíveis sinais de sangramento 11.2 Prevenir o possíveis sinais aparecimento de flogisticos e na flebites e soromas. opiniões. como pneumonia ou atelesctasia.2 Verificar a área de cirúrgica. 11. a 9.2 Readquirir estabilidade emocional paciente. 9. 11. relacionado com a manipulação da bexiga da cliente. 31 . verbalizando seus desejos. dúvidas e expectativas.3 Aceitação da perda do útero. prejudicada relacionada à incisão 11. Padrão de eliminação urinaria alterado.1 Monitorar 7. 11. Padrão respiratório ineficaz relacionado com a dor abdominal secundaria a histerectomia abdominal.3 Prevenir sinais e a urinário proporcional sintomas de retenção a ingestão de líquidos.1 Evitar a contaminação da ferida operatória. tais como depressão 8. de 8.

T.V.Paciente encontra-se em repouso a febre.afebril.O com bom aspecto e boa cicatrização.fasica.V Paciente no 1° DIH pósoperatório de H. eupnéia.consciente. F.Realizada medições prescritivas.A + colecestectomia.em MSE.Cliente admitida no CCG para tratamento de colescistectomia + histerectomia total abdominal submetida a uma anestesia geral procedente do POI.Cliente admitida SRPA no POI de colescistectomia+histerectomia total abdominal em SVD. EVOLUÇÕES E PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM Dia 11/11/10 → Centro Cirúrgico 14:00hs . T= 36ºC P= 70 bpm R= 16 rpm PA= 110X60 mmHg Diurese: 100ml Dia 12/11/10 → Enfermaria 12:00hs .F.com SVD aberta em soro terapêutico sob efeito de anestesia aos cuidados da equipe cirúrgica seus exames anexos no prontuário.taquipnéico.orientada. nega alergia. consciente. consciente.hipertensa. T= 37.Segue sob cuidados. orientada.diurese por SVD. .1ºC P= 132 bpm R= 47 rpm PA= 130X70 mmHg Diurese: 200ml 16h30min H. 17h35min .A +colecestectomia.8.Encaminhada para SRPAS no POI de H. Com acesso venoso deambulando.O com bom aspecto cicatrizante e dreno penrose em H.taquesfigmo. volume urinário 32 concentrado e de aspecto concentrado evacuações ausentes sono e repouso satisfatório. → SRPA 17h: 40min . em soroterapia que segue os cuidados de equipe.T. orientada.

4ºC P= 100 bpm R= 28 rpm PA= 150X80 mmHg Diurese: 400ml 1. 3. Realizar troca de curativo uma vez ao dia. Supervisionar a aceitação da dieta. Administrar medicação conforme prescrição. bem como as eliminações espontâneas. 4. 11. 2. 5. Avaliar. 10. Orientar quanto à mudança de decúbito. Orienta os cuidados de higiene pessoal. avaliar a evolução da ferida operatória e detectar a presença de focos de infecção. Monitorar SSVV quatro vezes ao dia. 7. registrar e atender as queixas do paciente. Supervisionar o nível de consciência. Avaliar a punção venosa e fazer o controle de gotejamento. 33 . 8. 6.T= 37. 9. Supervisionar a ocorrência de hemorragias. Examinar o curativo.

bem como as eliminações espontâneas. • Orientar a participar do Programa Saúde da Família para controle da pressão arterial.’’ (BRUNNER e SUDDARTH. • Orientar quanto aos cuidados com a ferida cirúrgica. • Fornece informações sobre o tempo de internação. O planejamento da alta começa com a admissão do paciente. PLANO DE ALTA ‘‘O planejamento de alta é uma parte importante da realização da transição do ambiente de cuidados agudos para o ambiente de cuidados domiciliares. • Orienta os cuidados de higiene pessoal. envolvendo a troca de curativos e a observação da paciente quanto a alterações percebidas no intervalo entre os curativos. • Esclarecer dúvidas do paciente e familiares. • Orientar quanto ao risco de infecção. • Informar a importância do acompanhamento médico para avaliar a cicatrização e evitar complicações. 2009). 34 .9. • Incentivar o repouso da paciente. de modo a prepará-lo o mais precoce para a possível necessidade de cuidado domiciliar de acompanhante. • Ficar atento ao aparecimento de grandes sangramentos. os cuidados no domicílio e a importância do retorno para consulta de revisão da cirurgia. a alta.

10. Após a elaboração do plano de cuidados percebeu-se a reabilitação das funções normais e melhoria da qualidade de vida na recuperação em domicilio do paciente. Sendo assim. 35 . AVALIAÇÃO DO PLANO DE CUIDADOS EM ENFERMAGEM Por meio deste estudo foi possível traçar um plano de cuidados a paciente submetida à histerectomia. avaliando suas principais necessidades humanas básicas afetadas. o plano de cuidados elaborado atingiu os resultados esperados.

36 .11. sendo possível identificar as causas e complicações que envolvem a histerectomia. CONCLUSÃO A realização desse estudo caso proporcionou a aplicação na prática daquilo que foi visto na teoria. além da importância da sistematização de enfermagem durante todo o processo cirúrgico para promover o bem estar do paciente.

2002. Tratado de enfermagem médico – cirurgico. Porto Alegre: Artmed.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARPENITO. Dicionário de administração de medicamentos na enfermagem – AME. BRUNNER & SUDDARTH. F. Rio de Janeiro. Diagnóstico de enfermagem: Aplicação à Prática Clínica. 2009/2010. FISCHBACH. 9ª ed. 37 . 2002. Ed. Manual de enfermagem – exames laboratoriais & diagnósticos. 10. ed. 6. J. Rio de janeiro: Guanabara koogan. 8ªed. Rio de janeiro: EPUB. L. Guanabara Koogan: 2002.