*&

m =

m

&

#

^
-1-730-1922-

*/, r

o

AoUARELLAS E

DOC UhEMTACAO

DE

TEXTO

Ortfa.m5fc*>o

POR

Gustavo Barroso
do Hinisterio
d*.

PubUcacio

OffictJkl

Guerra,

Inuependànci* do commeinorotiu* do Centenário d*

brasíl
PARIS

A.FERROUD.-

F.

FERROUD

,

Su«

IZt.BOULEVARD SAIMT-Cf RMAin,l*7

1922

PU

RCHASED FOR MU
01

USlVll^m

TORONTO LIBRAR)
I

FROM

II

I

HUMANUIES RESEARCH COUNCIl
SPECIAL GR/W/
FOR BRAZIL COLLECTION

ti*™**
Exercito Brasileiro

MlM/.

Al.

í

OBRA COMMEMORATIVA
CENTENARIOdaINDEPENDENCIAooBRASIL
EDIÇÃO ESPECIAL DO MINISTÉRIO DA GUERRA
De$enhos, aquarellas e documentos de J.Wasiif Rodrigues Barro$o(João doNorfe) Direcção geral e organisaçao do fexfo pordu^f ovo

RIO DE JANEIRO E PARIS

1922

MAY
1987

Exercito Brasileiro

MDCCCXXIiw
/Ar;/-v
*
í

í

f

OBRA COMMEMORATIVA
CENTENARIOdaINDEPENDENCIAdoBRASIL
EDIÇÃO ESPECIAL DO MI NISTÉ RIO DA GUERRA — ti' —ÉW 5>
Desenhos, aquarellaâ e documentos de J.Washf Rodrigues Direcção geral e organisaçaodofexíoporGuSfavoBarroso(JoàodoNorfe)

RIO DE JANEIRO E PARIS

10252

T.l.phon.s: (212)

7370222
737-0223

C.bU: LIVRORARO.

NEW YORK

Viiiti

by «ppoin»m«nt only

OFFER SUBJECT TO PRIOR SALE

RICHARD
OLD
tnd

C.

RAMER
10021

RaRE IOOKS

225 East 70+h Str«»t

New

York, N. Y.

Uniformes do Exercito Brasileiro, 1730-1922. BARROSO, GUSTAVO. Texto organisado Aquarellas e documentação de J._Wasth Rodrigues. Publicação Official do Ministro da Guerra por Gustavo Barroso. Paris: commemorativa do Centenário da Independancia do Brasil. Folio, orig. printed wrps. (some1922. A. Ferroud, F. Ferroud, what dampstained) over recent quarter morocco with cloth sides. HO p., 112 hand-colored watercolor plates showing mili(2 l.)i Internally very fine. tary uniforms.

.

flai/AH

.) ClflAHDIfl

U

/•//'/

/'

awúttez

'

'//''/'/">

'/ ,,,>

/ff/? '"

<rt

J:^',/,-/

.//,,/„?,„..

,,.>/,//•<

Sjss r,s

.

I

PARTE

Historia

seus uniformes da organisação do Exercito e de
CAPITULO

I

Séculos XVI, XVII e XVIII

-

Brasil Colónia

teve o Brasil, vinda de Porprimeira tropa mais ou menos regular que em 1549, desembarcaram com o goque, tugal foi composta pelos 600 voluntários Sobre sua organisação, bem como vernador geral Thomé de Souza, na Bahia. combateram os francezes no. Rio de sobre a dos soldados que, ás ordens dos Sás,

A

Janeiro, nada se sabe ao certo.

em

capitanias, por D. João III,

Brasil Assim, no século XVI, desde a divisão do não se conhecem doaté as invasões estrangeiras,
militar.

cumentos seguros da nossa vida

No

século

XVII, a situação
Brasil.

já é outra.

Torna-se maior o interesse da me-

nações colonisadoras faz trópole pelo paiz e a ambição de outras

com que

se pense

mais na defesa

d,

,

Travam-se grandes

lutas.

As forças que nellas tomam

preceitos mili território, de accordo com os parte sã,, formadas no nosso próprio O terço Índios. Apparecem os terços de brancos, de pretos e de lares da época. occidente europeu, a variável e coníusa era a unidade táctica, que suecedera. no suecessora da formidável legião rohoste ou mesnada medieval, com. essa fora O terço tinha dez compamana e essa da admirável phalaáge greco macedonica. por capitães, que, em parada, como nhias de cem homens cada uma. commandadas pagens, lefileira, á frente, seguidos de dez os das companhias actuaes, iam, em

Era uma forcapacetes emplumados. vando .obre almofadas de velludo, OS seus espanhol peninsular, pois a creara o grande capitão mação militar eminentemente um mestre de campo, auxiliado por um terço Gonçalo de Córdova. Governava

e

|H>r

um

ajudante.

As primeiras companhias eram

armadas

de

chuço e chitfarote; seus officiaes inferiores tinham espadas.
i

As ultimas carrega
Todos

cabos de esquadra, piques ou alabardas.

officiaes subalternos e superio

davam com
(figs.
i
i

bastões de

com

mando

Em

1629,

quando Mathias

de Albuquerque chegou ao Recife,
encontrou, para defender a capitania

ameaçada

pelos hollai

mente [30 homens,
valor
foi

[magine-se que

preciso tivessem os chefes
a,

afim de organisar

tr<

1

pazes de escrever aquella epo-

péa

coroada

pelas

victorias
se

dos

Guararapes.

Nellas

distingui-

ram
assa'

as

celebres

"companhias de

campanha

Henrique Dias se tivesse coberto de

Sec.XW:
Mosqueteiro
FIG.
I

gloria a frente de seu terço de pretos,

durante mais ou menos dois sé-

culo, existío no Exercito do Brasil

uma formosa
regimenl

tradição: terços
e

e,

depé,

nambuco, na Bahia

no Rio, de caçadores a

das mili-

com fardas brancas paramentadas de vermelho, compostos exclusivamente de
-

e intitulados

Henriques

Essa tradição infelizmente desappareceu.
Britto Freire, restaurando a capi-

Após a guerra hollandeza, o governador
li
i

lhe

uma

de nossas mais antigas organisações militares

conhecidas.

Determinou que cada comarca fornecesse

um

terço de soldados loe

companhia cada freguezia

e

sendo seus capitães

mestres de

lhor posição entre seus habitantes.
-•-> infant<
1

Desta sorte preparou

/allos.
<1"

Entretanto, deve se notar que

-

eram mais theoricas
rregu

mie praticas, não correspondendo

immando de

officiaes.

que

se ar-

mavam

e

fardavam

á

sua custa, ao que a

lei

preceituava.

A

tradição desses fazen-

deiros militares veio até nossos dias

com

os postos da

Guarda Nacional.

Durante o século XVII,
teresse no Brasil é a
rível luta

digna de r a organisação militar verdadeiramente

mou o que
xiliares

.Mais tarde,

\,hV, Britto a dois únicos terços completos. aquelle fizera, reduzindo toda a tropa regimento de dragões auo governador Henrique Luiz Freire creou o

sahia de uma terpernambucana, visto como aquella região plena paz, o conde de Óbidos reforFreire, em 1663, em

a pé. dividido

em

bayonetas, tambores e officiaes,
beribe,

cada um. com 1.200 dois batalhões de dez companhias de Olinda. Recife, Berepartido pelos districtos

Cabo

e

Iguarassú.

geira de ordenanças,

um

cavallana liHavia mais, então, dois regimentos de Itamaracá e Goyana, com 600 cavados nos districtos de
de
infantaria

outro

com

Em
uma

e Serinhaem. 500, nos de Alagoas, Porto Calvo Recife estacionavam dois regimentos Olinda e

paga,

tropa activa, não territorial
delias de granadeiros, e

como

as outras, cada qual

com dez companhias, sendo
Eis o effectivo de

mais 150 soldados de

artilharia.

sargentos, um alferes, um tenente, cada companhia: 44 soldados, quatro cabos, dois soldados, os mesmos um capitão e um tambor; as de granadeiros eram maiores: 55
inferiores e superiores
e,

além do tambor,

um

pifano ou pifaro.

Henrique Dias, por patente Conservava-se, religiosamente, o terço preto de nomeado Primeiro Governador e do conde da Torre, de 4 de setembro de 1639.

Cabo dos Negros

e

Mulatos do Brasil.
freguesias e coquatro terços de infantaria, distribuídos por XVII, toda essa tropa era regularmente fardada e do século

companhias de ordeCompletava essa organisação militar uma força de 13
nanças (cavallaria)
marcas.
e

No meiado
a

armada.

Com
,1o

mesma formação de

Grande reserva territorial, havia no Ceará e Rio

cuja efficiencia Norte dois terços de infantaria e um regimento de ordenanças, duas companhias de infantaria, para Ademais, umas era em extremo precária. A "pés de castello". guarnição dos fortes, chamadas "companhias fixas" ou

mesma

organisação, mutatis mutandis. nas outras capitanias.

Geraes do século XYTIT. de 1718 a 1720. assume a de Minas garimpos diamantiferos. e importância maior, devido ás suas grupiaras auri feras O governo portuguez manda para alli. como guarnição e policia, as duas famosas uma. dos dragões reaes das Minas, com 60 homens cada

No começo

companhias

i

armada

<l"

Brasil

estava
17.V,.

na

de ordenanças, supprimidos
i

em

crean

quatro ricas
ires

e

populosas
\l'in de

\illas.

quatro terços

terem participado da

bahianas foram,
•11
.1

em grande
<la

paru-,

mandadas para

a

campanha
e

colónia do Sacramento.

No
e

maioria
de

<la

soldadesca

officialidade

das

forças

auxiliares

um

tei

Ffectivos das de linha

eram de

brasileiros natos.

A

guar-

Bahia contava ainda
por

um

batalhão de artilharia

com

seis

companhias, com-

um

tenente-general, tendo

como

officiaes

um

condestavel,

um

sar-

lante, cinco capitães e tenentes; e dois

regimentos de infantaria.

bomens.
\

unidade
1

táctica vencedora, então, na tropa de linha, era o

regimento de

rço ficara somente para a reserva.

Havia quatro terços auxi-

la ci<la«lc.

o

<la

Torre, o de Pirajá

e

o de ftaparica.

O
terço

da cidade, maior
de

t2 companhias.

Mais

um

"aggregado"

ou

ordenanças.

mpanhias formadas pelos estudantes,
tiça

kettrados, moedeiros, gente de jus-

Jafates, familiares e

empregados das arrecadações.
;
l

Um
cie

total

742 homens.

Em

ítaparica,

uma companhia de ordenanças.

.mfim, Oterço

tradicional dos Henriques e as
ida villa.

companhias de infantaria ou ordenanças

cada

ci-

mais antigos documentos sobre uniformes de soldados do Brasil existem

Bdk) Horizonte
Companhias de drag

.
I

Documentação Cerai).

Referem

s,-

as duas
i.

das Minas, conforme estão na nossa estampa
forros amarellos, a segunda
Paul-, ha

a pri-

com

canli'

com

elles

vermelhos.

hivo Publico de S.

figurinos
'

mandados

pintar,

em

[765,

D
a dividida
illas

'.ai.

1.

dos quaes se verifica que a
S.

em duas
ri.,

jurisdicções

militares:
«lo

Paulo

e

Villas

do

Sul.

As guarnições
terior,

littoral

denominam-se tropas
e a cavallo,

Marinha (estampa
'ária auxiliar

-•

havia dragões a pé

bem como
e

(estampa 3).

Os dragões, creadôs

pelo rei

Gustavo Adolfo
fios

adoptando

uma
-.

designação que vinha

dragonarios

mm
drar

ram infantaria montada.
ê

Napoleão ainda teve regimentos de
que "s topes dos chapéos não tem as

cores da nação e sim as do regimento.
côres nacionaes na época.
e só

tope portuguez era azul e vermelhobranco eram privativas da casa de Bragança \s azul e
I
I

posteriormente se tornaram nacionaes.

Archivo Nacional manuscripto grande, sem data. com illustrações, do a 12, datadas de [767, porque \ Doe. Gal.) forneceu as bases das estampas 4 Os corte, cores e ornatos aos desse tempo. taes uniformes correspondem pelo ("hausse-col" dos francezes), ultima remiofficiaes de infantaria usam o gorjal A cavallaria calça características botas de canhão. niscência da couraça do nobre. A farda dos tambores é geralmente da T, .da a officialidade tem bastão e tricórnio. geral na Europa, que durou até os CÔr da gola ou do canhão do regimento, uso Conservavam-se as III. pomposos regimentos da guarda imperial de Napoleão

Um

(

faixas brancas dos coronéis bandas carmins dos officiaes do século XVII e as lança Ainda os sargentos carregavam terçado, chuça, mestres de campo antigos. Km Portugal e no séculos a morrer. curta, pique ou alabarda, tradição que levou Xapoleão tiinferiores da celebre Legião Portugueza de
Brasil, sobretudo.
alai

e

Os

veram

.ardas de prata.

Os

até sargentos brasileiros trouxeram a lança curta

o segundo reinado.

Na estampa

4,

apparece o regimento lusitano de

Moura

e.

na

5.

o de Braahi

gança, que, provavelmente, o governo portuguez do sul. 1763, afim de combater os castelhanos

mandou para o

Brasil

por

Da mesma documentação

se ori-

gina a
reis,

cavallaria da guarda dos viceestampa 6, onde estão as duas companhias de Nasceu com a transferencia da sede paiz. primeiro corpo de escol no nosso

do conde da Cunha. 1763-1767. do vice-reinado da Bahia para o Rio, no governo conde de Azambuja, a segunda. Esse orgahisou a i* companhia e seu suecessor, o militar do Brasil Colónia, devid época, a da mais importante organisação

Essa necessidades decorrentes das guerpoderes mais latos conferidos aos vice-reis e ás A referida guarda usava o capacete característico dos dragões consulinas.
ras

branca temporâneos, creado para os de Luiz KIV, que da
Cimeira
gregos.
e

se

espalhara pelo mundo.
e

cauda lembrando as do casco dos legionários romanos

cataphractarios

Em

derredor,

uma

cinta de panno; outras vezes, de pelle

mosqueada, de

tas

Napoleão e de Luiz Philippe tiveram. Boonça, entre nós, que ainda os dragões de actuaes. mas muito próprias de canhão, semelhantes as dos jockeys e cocheiros
da elegância militar
e civil ate a

Revolução braneeza.

10

da

Cunha reorganisou
mpa
7),

os três regimentos da guarnição

'I"

Rio de

com

golas

e

canhões pretos; o
e tnetaes

1

de infan-

tnesma .uma. aquelle com enfeites

brancos, este

Pela regra geral a que nos referimos, deveriam

imbores da anilharia, mas são todos vermelhos, porque de negi
lados

^ cor preta
i

ficou

uma

tradição da arma. e
<

tão

mu pennacho

preto ou preto e vermelho.
lo
\
I.

>s

botões e m<
as milicias,

quandi

1

Henriques, cujo uniforme branco exigia botões
capitania de S. Pedro
<1"

e

tnetaes dourados.

Rio Grande do Sul as seguintes Eor-

de infantaria e artilharia (estampa to), regimento de dra,

tilaria

auxiliar

(estampa
ilha de

li),

cavallaria

ligeira

de

praça da Colónia
-

< «la

Santa Catharina ^estampa

cidades
e

eram centros

militares importantes, como,

em São

..

Taubal

ilhos

Guaratinguetá.

VIII. o typo geral dos uniformes para officiaes é este: tricor-

kdo.com

l

uerda e presilha
1

;

casaca

com

forros e canhões das cô-

principio, canhões amplos, cheios de casas e botões, depois,

m
rend
a

da largura das mangas: camisas com bofes e punhos de

iappareceram no começo do século XIX. menos

em França,

Revolução os matou; bandas da còr dos forros, enchendo a frente das
tas
,

tinham abas longas

c

eram abertas, tendo-SC
do collete— tinha
<

com o

tempo.

A
ella,

vestia
se

— antepassado
em

abotoava o talim.

>s

calções,
foi,

com
mais
(Fi-

ibaixo do joelho, aberto na frente,
istituido pela
1

alçapão,

pantalona de presilha

e,

emfim, pela calca commum.

..lidei

..

militar estava de botas, as meias cobriam os joelhos.
iracteristicos das

Sapa|>ois

tropas portuguezas e brasileiras,

as

nholas

e

írancezas sempre os tiveram altos, muitas

Gravata,

em

geral, negra,

com o

gorjal

dourado

C

poados, rabicho e laco. O que ainda a guarda imperial de

grande uniforme.

Faixa carmim, boldrié OU talabarte de

vel-

tão de ouro lavrado para os coronéis, de ouro simples
-.

de prata lavrada para os sargentos mores (majores), de

n
praia singela para os capitães, de

marfim para

os tenentes e alferes.

Os

soldados

tinham mais ou menos o
rella,

mesmo uniforme, mas com

cadarços de lã branca ou amadireita,

em

logar de galões de prata e de ouro.

Correame encruzado: á

pa-

trona; á esquerda, sabre, terçado ou chilfarote, e nadeiros;

bayoneta triangular, para os gralaço deftfapreta

bayoneta

unicamente,

para os fuzileiros.
simpKs,

Vsmochilas,
ao

chape:

/^/«IsSJfcj!*?- t°pe d° &?•*

apparecem

apagar

galdo
bayoneta fita gola

das luzes do século
I

X\
77' >

[II.

)c

[769 a

1

vice-rei

dragona

•iho

ou çrcrraia

camisa
correia

marquez do Lavradio, reorganiSOU os quatro terços, a ca\ aliaria
auxiliar e o esquadrão da guarda
can/tdo

da patrona banda

dos vice-reis

com

as suas duas as 1 776, todas

correia

da

casaca ou/arda
veslia

companhias.

Em

bayoneta

tropas do Rio estavam nas fronteiras

patrona

do

sul,

menos a

a I

compabandoleira

nhia do citado esquadrão, o 2° re-

gimento de infantaria
lharia.

e

o de arti-

r orro

da casaca

Chegavam

á capital do
a

Brasil, vindo

da metrópole, o

I

regimento de infantaria do Porto
..

e,

vindos da Bahia, o
dalli.

o I

e o 2°

espingarda

de

infantaria

Promptos
polaina
sapato

para qualquer serviço se acha-

vam quatro
1

terços auxiliares, do

los

quaes era mestre de campo

o próprio vice-rei, o que se tornou
tradicional.

Em

Minas estavam

semi., mestre ele campo do i° o pé de guerra seis regimentos de cavallaria. vários terços e 40 Companhias de pretos e de pardos. capitão-general governador, Paulo, preparadas, Todas as tropas do sul entravam em campanha. Havia, em S.

em

a infantaria local e a legião dos voluntários reaes.

Levas de recrutas açorianos

preenchiam os claros dos regimentos portuguezes.

Organisavam-se para a

luta os

ia

«instas"

\- ordenanças

eram

irregulares

e

pessima-

géJ,

de 1786 (\

Doe. Gal.), se

compuzeram

as es

Iam]
a

jimento luso de Extremos, levado, em
Independência.
(

>

esquadrão da guarda
seu grande e seu pe-

ugmentado, mostra, na estampa
oota o bai
final,

[4,

em Eórma de nutra,
nossos dias,
por

commum
tradição,

rdado,

até

Uexander
artilharia

c

russo de Preobadjensky.

Na estampa

do Rio quasi nenhuma differença apresen'

tas uma

ntasia de cores e ornatos cobre os uni-

linha da época.
lo

O

chapéo do r da Candelária
dadas,

de plumas e suas
issianos
<

em forma

de S, lemrussos,

dos generaes de brigada
< I

em

ranjas nas casas,

2 de Santa com ramagens «k- prata. como os granadeiros de Frederico o
,

Rita, tinha

iva carcellas

douradas.

(

l

4

,

dos pardos, de es-

azul-clara

<

calção

gemma
iquito.

de ovo.

O

dos pretos

Fora da cidade havia

[apacurá, S. Gonçalo

e

Marapiá

1

estampa 17), com pequenas
[lha

rdas;ode
.

Irajá,

debruado de azul; os da
e

Grande, de

pa iv». de [nhomerim, de Magé, de Macacú
###BOT_TEXT###gt;

de Campos,
linha

com

col-

ordenanças formavam

uma come
ao

3"

(estampas 20
dos
terços.

e

itando aquelles que íugiam

recrutamento
e

Ti-

nham

perdido a significação militar dos séculos anteriores
1

pOSSUÍam mais offi-

inúteis

do que soldados disciplinados
s

e

capa
e

regimentos locaes de linha
d<

terços auxiliares:
2'

cemplo, r corpo
1

de S.

Paulo e Villas do Sul,
e

de

laratinguetá e Villas do Norte (estampas 2
S

3),

1"

de in-

Paulo
-

<•

Villas

do Sul,

_•"

de Guaratinguetá

e Villas

nfai taria de

intos e de Curityba.
<le

Em

1779, na três regimentos de imantaria no Rio

Janeiro, cada

um com

uma companhia

de granadeiros,
francezes,
e

uma
oito

de caçadores, de
fusileiros,

oltigeurs" nos regimentos

13

sendo a

i'

chamada do

coronel,

a

2'

do tenente-coronel

e

a 3" do major.

Velha

que Eazia, ao antigo exercito trancez, ser o tradição portugueza, idêntica áquella , regimento de qualquer anua do rei, o 2" da rainha, o 3" do delphim, o 4° d do mestre de campo general, se de artilharia, ronel general, se de cavallaria, do artilharia do Rio tinha nina comparegimento de marechal, se de infantaria. artífices, sendo as sete restantes bombeiros, uma de mineiros e uma de

O

nhia de

de infantaria.
sul

<

>

de onde iria para o Pará.

operações no regimento de Extremos seguia para as de Bragança, reuniOs ef lectivos dos de Moura e

imantes: o se formarem três regimento, de dos aos d<- dois do Rio, serviram para Moura. Os o de Bragança, ora o Velho; o 2°, o Novo, e o 3°, I- ora chamado de
regimentos de milícias, numerados pelas « auxiliara ,ransiormaram-se em mesmo numero de companhias mesmas Ereguezias anteriores, organisados com o tinha O corpo de ordenanças, commandado por um capitão-mór, que os de linha. Tinham, nas províndos arredores. pelas freguezias [5 companhias espalhadas Sul e os regimentos da Colónia e desapparecido os dragões do Rio Grande do cias,
de Santa Catharina.
Gal.) dão idéa exacta dos fardafigurinos de Santos Vilhena (V. Doe. grande alteração das linhas a inmentos no fim do século XVIII. Sente-se na Desapparece o Ha soldados que lembram os da Revolução. fluencia franceza. casaca dos offipennacho. Surge o bicornio a três pancadas, com tricórnio. largas e curas abas são longas, as espadas ciaes tem traspasse e bandas pontudas, que as tardas dos Da estampa 22 ve-se bem va, e a. faixas de cachos compridos. Os tarugos são de frocos de algodão, em torma ficar curtas. soldados começam a para a Os officiaes usam um bico do chapeo de chamma, objecto tradicional. ou sem escamas; as dos soldados sao de

Os

A

ig.

D

e

dragonas metallicas, com

panno.

Unda ha

desapparece a fita no cabello, que so

em

1806.

[antaria da

regimento de in1" Guardam-se as tradições das cores regimentaes. dado quando o crearam terço, Bahia in;im , ni o branco, que lhe Eoi
!

desde [64

até ser

em 1750
conservava

(

I

tinha o amarello, e seus officiaes
inglez,

regia de D. Joa transformado em regimento, por ordem cobriam-se com um chapeo

dondo, emplumado, ao gosto
a

que lutava contra o francez.

A

artilharia

côr preta, da sua tradição,

em

todo o Brasil.

E

officiaes pacholas

levavam na

lapella

ramilhetes de flores.

1

1

Chamai

de mfliciaa o de Úteis (estampa 23), creado pelo general commandantea eram sempre oa governadores e que 1

commerck

Seu uniforme era enca rnado, paramengente mais modesta

demificias, entrava

taverndroa

e

fÔOO
\

1816

farda era azul e amarella.

Havia mais

<>

regimento de pardos, para

m

calões e botões brancos, pluma azul-clara, de ponta rubra, fardak<>};i,

mento azul-ferrete com

canhões, Forros

e

bandas vermelhãa

e

o

correame

branco; o de Henriques, para oa negros, de branco, enfeitado de vermelho; a coma

de familiares, de encarnado e verde; doia corpos de capitães de assalto
•a
ie

hullandeza
verde.
-

— de
cada

guarnecidos de

fitas

rubras e

fat-

Em

um

desses corpos, a
-*.

i"

companhia usava
franjas.

brancas, e a

azues,

com

as

mesmas

Fa-

!

15

fugidos. e perseguição de escravos riam os serviços de correios, vigilância

Eram

uma
e

espécie de policia.

corpo de cavallaria
ciaes

norte, fardado de azul, sem gola Mais ainda: dois terços de ordenanças, o do mesma farda e metaes dourados, e um com metaes prateados, e o do sul, com a quatro soldados e 40 offiauxiliar, dissolvido, em .800, por ter

no nosso fardamento, com o Nesse tempo, o gosto inglez quasi predomina dos machadeiros é de linha inA barretina uso dos chapéos altos para a tropa. Conserva-se o gorjal. gleza. A certa hora, prendiam-se recrutamento. Violento e curioso, o systema de Depois, entre elles, as autondana cidade. todos os homens que se encontravam
praça. des escolhiam os que deviam assentar

^

CAPITULO

II

Século XIX

Brasil Reino

que lhe oppôz o poexpansão do imperialismo napoleónico e a resistência uma série de acontecimentos, cuja reperderio inglez determinaram, na Europa, Lisboa a refugiar-se no Brasil. Ins cussão na península Ibérica forçou a corte de regente a necessidade de dar melhor orgatallado no Rio de Janeiro, vio o príncipe

A

Na capital brasileira, existiam os annisação ás forças da colónia elevada a reino. O granadeiro do i° remodificados. tigos regimentos, com os uniformes bastante mudança. Traz a cartola guargimento de linha da estampa 24 mostra bem essa parte anterior até a posterior, connecida na copa, por uma tira de pelle, desde a Documen-. a 1806. milícias portuguezas do fim do século XVIII
forme usaram as

tam

as fardas dessa época figurinos contidos

Bibliotheca Nacional (V. Doe. Gal.).

manuscripto datado de 1800, na Verifka-se por elles que, então, as com-

num

panhias de granadeiros,

f usileiros e

tinguiam-se pelo correame, fardamento e
qual dessas especialidades da

discaçadores de cada regimento de infantaria em pouco, cada armamento. Dentro

mesma arma formou

unidades tácticas á parte.

o de cavallaria do maio de 1808, o principe creou o I regimento antigo, para cuja formação sérExercito, ainda hoje existente, o nosso corpo mais Deu-lhe o mesmo quadro vice-reis. vio de base o velho esquadrão da guarda dos

A

13 de

No mesmo dia, creou a das unidades portuguezas dessa arma: oito companhias. para serviço do paço e pessoal real do principe ou archeiros da guarda real
guarda
do monarcha, incumbindo o marquez das
Bellas.

que tinha vindo, como capitão,
os seus 25 homens.

com alguns

archeiros de Portugal, de

commandar

Regulan-

num regimento de artilharia de sou o corpo da brigada real de marinha, toraando-o companhias cada um. Desse corpo se originou marinha, com três batalhões de oito
o actual batalhão de
glez da sua origem.
f usileiros

estylo innavaes, que conserva no seu fardamento o

na nossa hisparenthesis, para seguir a vida dessa unidade tradicional Pedro fel-o batalhão de artilharia a 24 de outubro de 1822, D. toria militar.

Um

Em

!S

m janeiro
,

mudou-o em Imperial brigada de
principio,
e,

arti

mais tarde,

Em

1847.

Na
joâo vi

Republica, tem sido batalhão naval e

,,

d

dois mais a brigada de cavallaria de mflicias em Henriques, tornando-o regimento. idores
1

,

corpo de voluntários

reaes,

com

o effectivo

fl>

t.ooo ho-

Martin. Lopes, ão fundada pelo capitão-general
de 1775 (V. Doe
|

Gal.),

W

WP«
artilharia.

uo

sul,

,

em

1814,

-

batalhões de 500 homens, composta desta maneira: dois
três

companhias de

K

entode
•:

infantaria.

D. João deu nova organisação a essas

-

quatro esquadro. a ter três batalhões de infantaria, uma companhia de artilheirosde artilharia a cavallo e
foi

ímento independente

dividido

em

e 2' batalhões de caça-

imento de cavallaria

de. milícias,

com estado-maior

e

mia.

cavallaria ,,or destacamentos dos três regimentos de regimento de caçadores, Manteve-se na praça de Santos o

que d
-

pelas constavam, então, de 11 regimentos, distribuídos
.

infantaria, três de cavallaria e dois de artilharia.

I

>^

iria

Mello. tinham sido organisados pdo capitão-general Manoel de

Del-

voluntários de mipraças que compuzeram o regimento de

i,na

citados,

verifica-se que

raros porme-

scculo

XVIII.

As

atilho,

as

calças,

collantes

fardas são fechadas, as bandas, dentro e compridas, terminam

iusileiro e o

caçador trazem já o correame amadistinctivos

que,

durante muitos

pennacho verde

e a

trompa.

Esta

foi

recentemente restau-

emblema
„a
le

clássico da

Bahia
,

arma em num caderno
cional (V.

toda a parte.

de figurinos, ingenuamente

Bibli

Doe

Gal.).

Temos, na

es

tam|

infantaria

d'alli,

com

chapéo redondo, de aba esquerda

19

levantadaj

muito commum

ceu na marinha ingleza, da

XIX. Parece que nasnas primeiras décadas do século Os uruBrasd. qual passou para Portugal e para o
e

guayos o usaram na guerra da Independência

os

carabineiros

belgas

ainda

o

usam afim de recordar
Erente por colchetes.

as milícias patrióticas de l8 30.

A

farda é curta, presa na

Pantalonas de pala

sobre

as

botas,

formando

polainas.

Equipamento

antigo.

O

barrete de

,,elo

tradiciodos porta machados idêntico ao

tampesada. ao que sempre assignalou as tropas A cade branco, côr da gola da tropa. bor por excepção, todo de amarello e não cm alaouro, mais tarde transformadas saca do musico, á antiga, tem casas de
nal «los granadeiros, isto é,

mares
\ estampa 25 mostra os caçadores

com pennacho verde

e

os oííieiaes de

banda enrolada.

A

faixa envolve-lhes a cintura.

Outrora, fora branca, larga e

militar. comprida, porque era a mortalha do

Dessa serventia, as reminiscências

ve 7 es do seu tamanho.

Nos

riam privativos dos caçadores.
século

décadas, sesoldados, os cinturões, que, atravez de "Brasil Histórico" (V. Doe íd.). no o

Segundo

I

XVIII,

artilharia da os uniformes dos caçadores e da

Bahia eram quasi
Infeliz-

tinham dois pennachos brancos. idênticos a estes, sendo que os primeiros não é colorida a gravura da obra citada.

mente

D. João VI, logo
artilharia,

em

desenvolvimento da 1809, voltou sua attenção para o

fundando

um

no Rio.

Com

soldados
policia,

artífices do arsenal, corpo de*artílharia a cavallo e o dos cavallaria da corte, formou a escolhidos na infantaria e
e

guarda real de

armada

fardada como a sua congénere de Lisboa.

Delia

militar da Capital Federal. nasceu a actual brigada policial ou policia do Sul de Santa Cathagoverno real separou a capitania do Rio Grande Obteve, assim, um regimento de dra-

O

rina,

reorganisando

alli

a tropa existente.

gões,

com 956 homens

e

um

batalhão de caçadores,

com

610.

Na

Bahia, do 2° re-

caçadores com três batalhões a pe e gimento de 'infantaria levantou uma legião de total de 2.296 homens. dois esquadrões a cavallo, perfazendo o recruta a torça, recrutamento era feito de três maneiras: o Nessa época, o e o semestreiro, filho do lavrador que servia 16 annos; o voluntário, que servia oito. primeiro anno de praça e três em cada anno ou do ricaço, que servia seis mezes no deviam consermilicianos, terminado seu tempo de serviço,
dos sete seguintes.

Os

igual ao que tivessem passado var o uniforme e o armamento reiunos por tempo chamado. Ao cabo de 25 annos. pernas fileiras, estando promptos para qualquer

fomentos
i

militi

por que p

rno os trophéos tomado
oo,

irda

com

h

um canhão ou uma

ban-

que,

no

a Rio de Janeiro, Santo António era promovido
-'1,1,'

;,!,,

o respectivo

.,
,

interesse de D.
a instituição

João VI pela organisação miHtar
real

da

academia

militar, a

inaugu-

,la

Cruz. creada, abrica de armas da fortaleza de Santa Cunha; a installação de varias fabricas de espingardas em
ris&es dessa
.

província; a creação de pedestres, dra-

e mflicias

Marianna e Ouro

na Bahia, no Rio Grande do Sul. no Ceará, guaranys, Preto, e a fundação do regimento dos Em [813, ainda se- preparam tropas no Rio
.lo

Em
ra

I8I5, crêam-se a artilharia

Maranhão

e o

corpo dos

invalid

jxhivo Publico, as informações completas sobre as forças

m
' .

guarda, familiares,

nobres, resultado a estampa 27: linha, milícias, pardos, Henriques do regimento velho e do novo, forase sahidas.

ordenanças, corpos da conquista e de entradas

Os

uni-

itampa 28, Eoram copiados da torre do digno de relevo ,, chapéo-claque do official, lonelles
.do.

Uragonaa

Em

[808, o governo por-

tugue2 publicou

um

plano de far-

damentos especiaes para seus ge
n<

raes

e

estado maior,
,

contidos

rios

Approxima se modelos íraneczes da Revo
1

t820
910
5

do império: casaca marradas de ouro, exaggerado chapéo claque de dois bicos. A J de uniformes do exercito

fere os

do Brasil.
«la

EUa confessa

a, influencias

ido. litteralmcnte.

.|"<-

o modelo

harretina e o inglez.

Delia vic-

21

ram

dragonas,

fechadas. as pantalonas e as elegantes casacas Brasil (fig. 5)o que durou bastante no

Conheciam-se os postos pelas

Os

generaes continuam

com

os fardões do século
estrellas e

XVIII, á franceza.
(fig. 6).

Têm

vivos brancos e d.stmguem-se pelas

bordados

w
(ÊH

J^JD*,
Coronel
/enLoroneL Ten. Coronel

\

J,°Sara.de/rfe
^-/IrfiIh. ou Furriel

\

I

deCavadt.

T-XD
ff
fí\fl2° Sara.

ou Trombefa-mor e Tambor -mor

ÊÊÊ
w§Ss

Sargento -Mor m\ y

W
Farnel de /nfie/?rfilà\]^

Capitão

Tenente

Alferes

Cabo

//nspeçada

1806
de D. João VI foi a facto muito notável na vida militar do reinado auxiliadora, devido ás guervinda para aqui de uma divisão portugueza, a divisão voluntários Compunha-se de dois batalhões de caçadores, intitulados ras no Prata. uma companhia de cavallaria e reaes do príncipe e, depois, d'el-rei três esquadrões parte na num total de 4831 homens. Repousaram dias e tomaram

Um

;

de artilharia,

parada que Debret reproduz

num

desenho, onde se
I.

vem

os officiaes

com

crepe no

braço por luto da rainha D. Maria
as fronteiras.

D'ahi a pouco tempo, essa força partia para

,

intentos

do Rio de Janeiro com barretinai do ena, no braço dos soldados de
i
I

calças largas de brim e as vestias de
.,,

li

Família, com o clarim de cavacaria do districto de Sacra ligeira do tempo, á húngara, reprodu rístíca da cavaDaria

uinodo ^rchivo Nacional
,-

(\

Doe

Gal.).

Carrega ao hombro

a

c

sapska polono, peculiar a ulhanos e lanceiros,

um

tanto

do primeiro tropas ligeiras a cavaDo, que usaram os músicos
e,

longamente, os dos

m

regimentos
(V.

a pé.

Na mesma estampa,

um

figurino da BibKotheca Nacional

Doe. Gal.). a policia de Marianna,

capital. sido a primeira creada no Brasil após a da Maranhão V. Doe. Gal. ristente na Santa Casa do
I

>,

do anno

foi

pintado de accordo
laL).

Henriques modelo da 3" figura dessa estampa, na qual o soldado de descripção do viajante Henry com a minuciosa

O

1

[enriques do Rio está de accordo

com

as estampas

do

tem]

O decreto real
f an!
'

distínctivos
1

descreve de 1816, para o Exercito Brasileiro, minuciosamente _'" linhas. o alteres de fusileiros Na estampa 33, de i" e
e

o apparecimento de nova barretina

de calças largas.

O

cabo
di-

i

traz divisas amarellas

no braço.

A

tradição desse systema de

t

m
\

-

pequenas modificações. pennachos do tambor-mór e do musico são diffe2* pr Todos os metaes da i" linha dourados, todos os da da tropa. _> manteve, talvez inlinha, Republica, creando, recentemente, uma nova
mantidoat»
;.,.
(

m

É uma

das raras que

>s

alamares

e

:

'

Nella, uma minúcia, que dentemente, a distincçãO tradicional (estampa 34). dos uropeus: os enfeites de «luas cores nos braços a infiuei

taml

utróra, tambores e corneteiros
3

acompanhavam

os arautos senhoriaes

tinham as mangas, o estarcãoe as meias das
Por
isso,

horou do

rei.

em muitos

exércitos estrangeiros, têm nas

ri,,,..

idonaes. Hendourados, por causa da tarda branca, os metaes dos caçadores mpre caçadores, de sabre armados de floi

curvo

Na

barretina dos granadeiros, a granada de

duas chapas

— Uma COm

O

mão e a chapa de numero: na numero, outra COm as armas reaes na dos
;

23

Os officiaes superiores, com capoto de modelo caçadores, a trompa c o numero. nos paramentos das casacas. Os milicianos, com as cores de seus corpos da época fez com que para la se enviasrevolução de 1817, no nordeste brasileiro, voluntários cavallaria, o parque de artilharia, os sem vários corpos do Rio: o f de Da Bahia partio para o Recite uma unide infantaria. d'el-rei e quatro batalhões regimento chamado da 2» restauração de creada naqueUe difficil momento, o

A

dade

Pernambuco.
a

um

guarda do soberano confiada Ficou a capital entregue á policia e a Como as tropas enviadas nao fosesquadrão de cavallaria, vindo de Minas.

sem

sufficientes

buscar mais soldados
o

sua magestade mandou para vencer a rebeldia, que alastrava, reforço cheem Portugal, pelo marquez de Angeja. Esse

Recife o gou de Lisboa em agosto de 1817, deixou no

outubro,

2° regimento de fusileiros, na no Rio, em S. Christovão, no mez de Bahia o 12 da mesma arma, desembarcando, fusileiros, uma companhia de articomposto pelo 3" de caçadores. 15- de

fices-engenheiros e

uma

brigada de artilheiros-conduetores.

Foi essa a tropa que,

em

1821, passou, sob o

commando de

Avilez, do Rio

Independência, seguio para Portugal. para a Praia Grande, de onde, após a general Madeira, ao cerco de Labatut. de fusileiros resistio, na Bahia, com o

Ou'
Ca-

e no resistiram algum tempo no Maranhão çadores e um pouco de artilharia veio buscar o príncipe, ficaEm 1821, 600 homens da divisão naval, que Piauhy A divisão auxiliadora, que estava no sul, espontaneamente, no nosso paiz. vam,

embarcou, em 1823, para a Europa.
Painéis de azulejos de velha casa do
o

Maranhão

|

V. Doe. Gal.
elles

)

representam

Por 22» de fusileiros. dois sargentos portuguezes do 19 e do da estampa 36, conporta-bandeira e do cabo de infantaria ram os uniformes do bandeira é a que se usava naquelle servando as mesmas cores e minúcias. dispostas em triângulos e losangos, tempo- as cores nacionaes ou as do regimento, das Da mesma maneira, a maioria das bandeiras circular.

se reconstituí-

A

torno de um centro vários regimentos modernos europeus, meias brigadas da revolução franceza e de O of ficial superior do 1" de milícias da Bahia foi copiado dos paizes monarchicos. de corGal.), com uma curiosa guia do retrato do coronel Silva Paranhos (V. Doe.

em

prendendo a espada, calções e meias de seda. portuguezes se alteram. No correr dos annos, os uniformes dos generaes chapéo armado de bico para a Retratos, gravuras e estampas nos apresentam o bordados nas costuras das costas e írente dragonas grandes, de cachos annelados.
rente,

M
Olaria.

\» fardas
a

começam

a

ser

abotoadas,

mal

se

u de rendas
.

banda de tranquetas
e soldado,

Na estampa
d,. pi n |

37,

temos os caçadores, official

com

o uniforme côr tropa

u

,.

na gravura de Debret, que representa de luto por D. Maria I.
aos hombros
\
I '

a

partida dessa

Tem canana a tiracoUo
e a

lidado, chouriça

equipamento é de fabrica ingleza

etina de
la

novo

typo.

farda, côr de

pinhão,

com

chouriças

verdes,

durou

perto

dum
r

século

em

Portugal.

Em

1818, voltou ao Rio a força que se achava

em Pernambuco.

D.

J<

orgamaacão mais regular

e efficaz.

Existiam os seguintes regide fusileiros.
Pela nova re-

decaçad
fonu
u a ser. respectivamente,
-

1"

de granadeiros

e

i"

de caçadores, sendo

divididos

em

1

Crearam
no norte

se

mais a legião de Matto

de artilharia de Montevi<
!•;„

rei

manda
1 •

crear tropas

— Piauhy,
em em

Rio

Grande do

Rio Negro, Maranhão

e Sergipe; depois, outras no Espirito Santo,

em Mias dra-

mpa

38, apparecc
:i

um esquadrão um caçador

de cavallaria

S. Paulo.

do

1"

batalhão,

[821,

com

18 19, os canhões e golas

verdes, autorizados

em

rimeira

vez,

officialmente, as cores da casa de Bragança, azul e

branco, substituem as da nação portugueza.
I,

Esse tope

foi distribuído,

no Brasil,

foi

tirado da
lo

a 31 de outubro de l82I. O afamada estampa de Debrd

soldado de cavallaria de milícias de

"A

caça da onça".

Seu capa-

dos caçadores a pé de Luiz
'

XVI, do dos caçadores

a cavallo da

is

tropas bavaras,

em

[870.
official

furinos militares do
lo

Kxáàvo do Para (V. Doe. Gal.) mostram o
linha,

do regimento de cavallaria de
não
foi

creado,

alli,

por decreto de

1X17
[824.

(V.

Doe
'

Gal.), que

aproveitado na reforma geral da

P

linha,

em

grande valor, porque já trazem alguns característicos da futura cavallaria

V

lede D. Pedro

I.

quasi sempre os decretos sobre

uni;

mi

quardlad

acompanhados de figurinos desenhados 4 mão, gravados em cobre nos archivos, mas, i nfeli zmente, quasi todos dess

\rchivos do

>

Paulo, na

Bíbliotheca

Nacional, restam

25

os raros que se não Gal.).

perderam

e

muito serviram na confecção desta obra (V.
a cavallo apresenta o Eardamento texpêl

Na estampa

39, o clarim de artilharia
leis

tualmente descripto nas

de [820: ursa ou barrete de

"ourson" fran-

Os clarins, como os tambores, sempre ticez) e peliça. uniformes veram uniformes especiaes. Entretanto, os eram muito hussares, da cavallaria ligeira,
desse género, dos

usados na artilharia a cavallo.

A

de

Napoleão

vestia

assim e assim veste, nas paradas, a "royal

Eield artillery"

da guarda

real ingleza.

um uniforme dos generaes está documentado com do brigadeiro Montenegro (V. Doe. Gal.). A.farretrato pequeno uniforme. deta azul do otticial negro, em

O

representa o perpetuada na estampa contemporânea, que Ella Gal.). capitão Bonaparte, dos Henriques (V. Doe.

A estampa 39 ainda regista a ul[812. indumentária para os caçadores, em 1820 tima creação de
f,,i

inventada

em

(figura 7).

precipitaram se os D. João VI voltou a Portugal e resultaria a independência do Brasil. acontecimentos de que
sol\pos sua partida, o príncipe D. Pedro, precisando de que se apresentarem sódecreta que os voluntários

dados,

laço poríaguez
FIG
7

mente servirão

três ânuos.

Organisa-se a guarda cívica.

de infantapara defesa da Corte, com quatro batalhões Km S. Paulo, arma-se tuna corporação ria e dois esquadrões de cavallaria. brasileira". melhante, appellidada "sustentáculo da independência

se-

CAPITULO

III

Século XIX

Brasil

Império

— Primeiro

Reinado

Após

a

cuidado de D. Pedro proclamação da independência, o primeiro

Eoi

por distinctivos, os soldados brasileiros differentes tornar, pelos seus uniformes e de setembro de 1822, o emblema, que, até completo dos portuguezes. Creou, a 18

1822-25
(Braço esquerdo)

(Chapéu armado)

1831

1823

1831

1894

1903

[825, se usou no alto da

culo verde, isolado acima de

manga esquerda e se chamava tope. composto por um ciruma fita amarella. em que se lia "Independência OU

Morte

!"

(fig.

8).

Modificaram-se golas, canhões e pennachos, as primeiras par-

>
lamento que
se

tornaram caracteristicamente nadonaes.
n-.i

\

primeira

um
da

of fida! de caçadores fardado no

d

Debrel
o de 1818 e
a

mesma anua

pertenci

ata

mantido com o mesmo numero pdo imI

que -lurou

d.

1816 a 1823.

Mia desappareceu o

laço

substituído por
,

um

circulo verde e amardlo, sobre o qual

Eficial,

porém consta de todos
citado.

os figurinos contempos

esquerdo, o

emblema já

Canho

verdes.

Esta

Foi sempre a istica de nossos caçadores durante longo tempo. Unha. um galão amardlo nesses caNos corpos de i" Europa.

s verdes

cm

olhos amardlos.

Tal exaggero de cores na-

uniforme exprimia
ido.
s

desejo de mostrar a todos que o domínio de além-

X<> mais, as fardas soffreram pequenas

ou nenhumas

altera-

rivos,

por exemplo, continuavam os anteriores.
46.

Vejamos a estampa
3.

O
as

i*

de cavallaria

adopta gola

verde e canhões

foi Então, tornou ao uniforme antigo, que ficou tradidonal e só

mataram

uk-11i-.iv>

lembranças do nosso passado militar.

A

maioria dos crimes outra nossas mais

Mias

tradições

se

devem

á

estrdta e

.

no inido da
-.1

muitas manifestasitivista, que, infelizmente, predominou em soldado de mirepublica, e, felizmente, já morreu de inanição.
(
>

gravura está accorde com o Debret, galões
.

e

l--tr.es

de metal branco,


.

noss

-

linha.

Em

1823
s

erno imperial approvou novo plano geral de fardamento Transpomos esse uniforme da obra de Debret V. Doe Gal.)
1

itampa 41.
1

\ barretina, afunilada, é

guarnedda por
e

um

cordão,

em

es-

pelos hussares da revolução franceza
e "mirliton", por
se

seus alumnos da escola de

Ma

.

assemelhar ao instrumento musical do

Ficou tradidonal entre nós, tornando-se,

com

o tempo, peça abso-

ndo

mesmo
\
.

a mais característica da evolução de

n—a
<•

indumena

\ artilharia a pé usou-a mais tarde, a infantaria

em t866

guarda

farda era curta e sem vivos,
<

cm

alamares. dragO-la

que durou ate 1834.

»

coronel de caçadores

estampa,

uniformis

lo

cm

esse plano, na., tem dragonas.

D. Pedro ordenara

Efidaes dessa arma.

No

Brasil,

lodosos

29

provisórios
zer galões

Ficam definitivos.

Desde então,
dragonas
até
I

os referidos officiaes

passaram a

tra-

no punho e a não

ter

o V.

fim da
1

monarchia.
>.
'

Documenta

essa figura o retrato do conde de Escragnolle

>oc.

Gal.

>

coronel de milícias

Queiroz (idem) e o major de ordenanças „,; tirado do retrato do coronel [gnacio de s dois últimos fardamentos do do barão de Tietê idem I. Os pennachos dess< amarellos, indicadores da 2" linha. e os vulgarmente chamados "periquitos", verdes Eôram prohibidos pelo imperado,-. is tufos de rendas das camisas de ambos O primeiro plano de uniformes para o estado-maior general, estado-maior de outubro de [823. \ eja-s< do exercito e engenheiros baixou com o decreto de 7
I

<

a estampa 42.

RegUE.M. General

larisOU emblemas, bor-

1823

dados

e distinctivos.

A

folhagem de carvalho.
estylisada,

dos borda-

dos dos generaes portuguezes,

continuará
<

nos dos brasileiros.

>S

marechaes não têm
vos

vi-

nem

presilhas nas

abas da casaca. Os brigadeiros e outros officiaes

generaes têm a
farda,

mesma
f

com

dif-

crenças nos bordados.

A
os

sua
vivos

disposição

<:

brancos são

idênticos aos dos por-

tuguezes.

Os

postos

continuam os mesmos

também.

A

monarchia
e

manteve-os

a

repuhoje: marechal do Exercito, que corresponde ao marechal de
e
te-

blica alterou os:

nente general, abolido: marechal de campo, que
gadeiro, agora general de brigada.

o nosso general de divisão, e bri-

Estabelece se a banda rígida, de dar volta,

com

rente

ou dos

lados,

ou com tranquetas, peca que
x
^

vive e

morre com o

pri

meiro império
capão.
i

pantalonas brancas têm

Os bordados variam um pouco com

42, a primeira figura é
seguinte,

um

brigadeiro, que faz parte do

conforme

as insígnias, é

um

vogal de conselho,

,lano de fardas de generaes .lurou bastante

tempo
as

mente

em

1835 começou a modificar-se, quando as Em [852 confirmou io outras.
.

golas abertas mostram
se ainda esse plano. 6

um

lurado no Brasil.

Em

30 annos manteve-se quasi immutavel.
Já nesse

uniforme dos corpos especiaes

irdamento de nossos generaes ha qualquer coisa delle. é, mais ou menos, o portuguez.

armillar do estado-maior de tempo a torre é emblema de engenheiro e a esphera

estado Maior e fnçrenheiros 1823 <^

l*

classe; a estrclla dis-

tingue o de 2" e o castello os

secretários ou of-

ficiaes de administração.
< )

império conservou estes signaes; a republica mane

tém a esphera no estado maior
a torre,
!„,r«i.

quadros especiac
na engenharia.
I

cm

.1

nome de

castello,

>S

ngenheiros eram differentes de quaes-

(juer outros,
111

o que só muito mais tarde

foi

modificado.

notar que, ate IÇ

rpOS especiaes tive-

ram fardamento

distincto do das outras tropas (fi-

os officiaes tinham
luroo
. •

dragonas vo

FIG

10

canutões as dos superiores,

unente curvas
idos de

em

bainhas de touro,

cm

guarnições de metal dourado,

ouro e vermelho, menos

dos caçadores, que eram de
e lavradas,

como

preto.

As espadas dos generaes todas douradas

com copos

singelos, tra

31

dição até hoje conservada,

bainhas de metal,

As espadas dos officiaes semelhantes ás de hoje, com datam de 1840. Quando ministros ou senadores, alguns generaes
se vê

usavam espadins, como

nas lithographias

de-

Sisson

<

\

.

Doe. Gal.

i.

No

traje
plu(fi-

de campanha, o chapéo

armado não tinha

mas.

<

>s

talins

do

i"

uniforme variavam

guras

ue
O

12).

único figurino sobre

a artilharia desse

tempo

esta no
elle se

Archivi

1

Xaei« mal.

Por

restaurou o artilheiro a cavallo

da estampa 44.

<

)

alferes dessa

arma. contido na mesma, está

Fiadores

na gravura de Debret, do pau
n<
'

1623
uir vlu
-

de bôcca do theatro, pintado
e

ti

no Rio,

numa

aquarella do

11

1

FIG

1Z

Instituto Histórico de

Pernambuco

|

V. Doe. Gal.).

Em

maio de 1824, a farda da

Os granacôr das calças. artilharia foi alterada no pennacho, na barretina e na official traz um galho verde na citada sahiram do Debret. deiros da estampa mesmo que as tropas ausbarretina, usado na acclamação de Pedro I, o da Hungria, usaram desde Maria Thereza até os tríacas, especialmente as

O

nossos dias.

Na
tilharia.

estampa 45, está

um

major do

1"

regimento de cavallaria de milícias, se-

gundo descripções de documentos

officiaes.

As

milícias, então,

tinham mesmo ar-

Em
e

de Henriques 2 de outubro de 1822 organisou-se, no Rio, o batalhão

da Corte

um

deveria seguir

corpo de artilharia, todo de negros forros, pagos mensalmente, que effectivo de norte, na esquadra do almirante Cochrané, com para
o

398 homens.
repartidos
res e
res.

D. Pedro reformou os caçad<
seis

>res,

dando

a cada batalha»

>

7*7

h<

«nens,

em

companhias, conservando, com o
i°,

mudando

os

2 e 3 de fusileiros, respectivamente,

pifano de granadeiros da

mesma estampa,

mesmo em 2°, em uniforme

numero, oi' de caçado.V

e 4"

de caçado-

de quartel, mostra

bem

os usos militares do momento.

O
Rio.

soldado de cavallaria da guarda civica de

Diamantina traz

a farda descripta nos
i\o

documentos de 1824.

O

outro representa a
civica.

ephemera corporação patriótica
hido de

também

intitulada

guarda
Cal.).

extra

um

figurino anonymo do Archivo Nacional i\. Doe.

Infelizmente, foi impossível obter a

menor documentação para restaurar

a

talhão

do imperador, creado por decreto de 13 Bahia o jar bastante tropa, afim de expulsar da
Concederam-lhe regalias attrahidoras de voluntários. Combateu companhias, com um total de 735 homens.

de janeiro de

,1

portugua Madeira.

Tinha
tahia

tanto,

em

Entreguarda ao paço imperial. voltou ao Rio e teve a honra de dar imperial prato seu companhia da imperial guarda de honra, abandonou
•„-i1

de [831, reunindo-se, no

campo de SanfAnna,
1'

as forças que lhe

arrancaram

a abdicação.

\a
(U lr
.

referida estampa, ha
ra

um

cabo do

de cavaUaria do Exercito extraindo

do

Instituto Histórico de

Pernambuco (V
cavallaria

Doe Gal.)
de milícias
está

Examino
ion
marinha

tampa 46: o soldado de

con

creoulo de artilharia de ipções militares contemporâneas; o soldado I. os Na 47. os archeiros de D. João VI e de D. Pedro consta do Debret.
pelo

prinHâroscomascc^hjsas,ossegiindoscom as brasileiras, documentados existe V. Doe. GaL). por uma de Mias casacas, que ainda nu ., n
(
,

vindas.
l|UC

auxiKos de algumas proclamada a independência, recebeu o imperador esquadra- de voluntários milicianos de S. Paulo, Em primeiro logar, o

aristocrática imperial para a formação da celebre, brilhante e Pedro recom>. de i" de dezeml.ro de [822. guarda de honra, creada por decreto ao mesmo tem,»- que constituía para si voluntários,

30^

1

..

honra aquelles

uma guarda
1

de gente escolhida, composta de
i*

um

estado-maior
villa

e três

esquadrões de

38

homen. cada um. o
Kl
-

parando em

S. Paulo, na

de Taubaté; o

s

na Corte,

da província, de

as iniRcv. Cada esquadrão tinha no escudo do talabarte sendo e onde estava de guarnição, cujas milícias se originara

A imperial vezes por anno. obrigado a apresentar-se no Rio pelo menos quatro officiaes ficaram com o didissolvida em 1832, porém seus
i

continuar a usar seu uniforme.

Sobre

ella

existem

muitos

documentos,

nenhum

definitivo

que,

em

abril de [822, por occasião de se organi-

ato,

D. Pedro, foi adoptado, primeiros soccorroa a serem enviados ao príncipe vermelho, que a guarda sempre uniforme branco, paramentado de

o

,,

conhece nenhum capacete usado antes da independenTodos OS capa da cavallaria de mUicias, de modelo bavaro. Ypiranga, tendo as gar ate hoje são posteriores ao grito do
e

33

2°Capace:
I.G.de

Honra

C^W

T.

Coronel

Sargr.-Môr

Capifcto

Tenen <e

aue«ram Divisas para os officiaes das Milícias

praças na I.G.deJÍ

chapa do talim

chapa do peito
chapa dopei to

^_

pCra

corrente

drapofia

•...t,j,

|ij

para corrente
FIG.
13

de
soldado

Kc SsOr 'WsW^^
dragona de officiai

34

iniciais IV

I

'

>

primeiro capacete da guarda

i

dourado, todo de metal, estamento,

na cimeira, o dragão heráldico dos .tenentes do brazão da casa de
inça,

de entre cujas azas abertas escorre a farta crina
Gal.).
\

(fig.

i;i. bastanti

nheddo e do qual ha vários exemplares (V. Doe.
rmenores da tarda.
la

estampa 48 esclarece

imperial guarda de honra eram,

na maioria, antigos
dragonas.

posofficiaes de milícias, que conservavam, nos punhos, os galões de seus antigos

effectivos dos três esquadrões

distinguiam-se

pelas

Pedro Américo, no grande quadro da independência, represerita esses bellos cavaltalvez conleiros arrancando os topes portuguezes azues e rubros, anachronismo
scientemente praticado, visando o lado esthetico da composição, somente, porque sco de metal não fora inventado e os topes eram. desde outubro
nas mande 1821, azues e brancos, presos, pelo decreto de 1806, no chapéo, e não

como
• I

pintou.

,

decreto creador dessa guarda dá sobre

cila

minuciosas informações.

Por

gundo casamento do monarcha, mudaram-lhe o capacete para o <i lu> Debret cita o facto e reproduz a nova silhueta do corpo de na estampa 53. do que os do r. lesse _'" modelo de capacete são mais raros
Gal.).
.unarellos e

6

de couro
verde,

um

com ferragens douradas e como tope. substituído, em

três eirculos concêntricos,

1831, por nina estrella de

oum em campo
com

verde (fig. 8).
,,

Debrel pinta, na cimeira do capacete de couro.

virolas e reforços de latão.

dragão alado do primeiro modelo e crinas. Não Existem do esquadrão de nhece nenhum exemplar de capacete dessa ordem.
é idêntica á

Minas, cuja cimeira

com ornatos gravados.

O

do dos antigos dragões francezes, greco-romanos, uniforme branco, enfeitado de vermelho, com dragonas
influencia

orreame preto trác uma
tilitar

esporádica

no

nos-,,

austríaco, lembrando os elegantes dragões viennenses de
1

nos "croquis" de I.ucien Vallet
f-'..i

V. Doe. Gal.).
pri-

ess,-

uniforme tradicional, nobre

e

profundamente significativo dos

meiros momentos de nossa emancipação politica que, em 1916, preten vado pela Camará, mas rejeitado pelo Senado, o deputado Gustavo Barroso 1" regimento de cavallana. que ario, no histórico deu restaurar, para o IH

num

projecto appro-

tomaria o

da Independência, por fundamentadas razões expostas no folheto de sua lavra "Tradições Militares"; editado pelo ministério da guerra.

nome

de

'

35

Baseamos as Eiguras da estampa 49
(ihi

,,;is

pormenorisadas informações da

_ra do

coronel Schlichthorsí

<

.V. Doe. Gal.)

sobre o

Eardamento dos regimentos
de
tropas,

de mercenários estrangeiros que possuímos.
creou,

Carecendo

D.

Pedro

em

espécie, então 8 de janeiro de [823, o primeiro regimento dessa
paizes.

em voga
ho-

em muitos

Compunha-se do estado maior
desta sorte:
1"

e

três

batalhões,
e
1

com 834

mens cada um, numerados
batalhão, o
->"

de granadeiros
a
[3 de

e

2

de caçadores.
[824, outro

Não achando bastante essas forças, creou mais,
de granadeiros, que,
[825.
1"

novembro de

com

o
1

2"

de verdade em

No

plano geral da

'

de caçadores, somente se organisaram linha, em dezembro de [824, receberam

esta numeração: o
1"

linha; o 2

o

de

granadeiros de de granadeiros estrangeiros Eicou sendo 2 de o 1' linha; o I de granadeiros estrangeiros. 3 de granadeiros de
o

caçadores estrangeiros, 26
1825, nova

de caçadores de
1"

1"

linha, e

O 2

o
,

27

o
.

A
o

30 de junho de
e

mudança; o corpo de

linha de Sergipe passa a ser
o
.

26 de caçadores

os estrangeiros são, então,

em

logar de 26' e 27'. -7" e 28

A

por Schaffer, soldadesca estrangeira mercenária, na maioria recrutada

era profundamente ignóbil, na Allemanha, entre nobres decahidos e criminosos, Havia, por isso, da população e do Exercito. provocando sempre a animosidade Quando estalou a guerra com a Argentina, continuas rixas e contlictos pavorosos. mercenários, o commandante Crotter foi á Irlanda c de lá trouxe 2.000

em

1827,

uns enganados, outros

em

lastimável estado.
e

Então, os dois corpos de granadeiros

eram considerados batalhões modelos
de 1828, o
2"

davam guarda ao paço imperial.

Em junho
mas a

de granadeiros revoltou-se.

A

sedição aterrorisou a cidade,

reacção foi violenta.
tros.

Em

S.

Christovão, os

allemães combateram uns contra os ou-

As tropas nacionaes cercaram-lhes

os quartéis, obrigando-os a renderem-se.

Foram

Endos navios de guerra. todos os sediciosos levados, presos, para bordo batalhões em melh. Reorganisaram-se os para o Canadá. v iaram-se os irlandezes 28" de caçadores não se revoltou eo 27" fez a campanha de Bueres condições.

O

nos Aires.

Quando

o governo dissolveu esses mercenários,

em

1830. o 2" de gra-

o nadeiros de ["linha estava na Praia Vermelha, o 3° e

2f

de caçadores na ilha de

Santa Catharina e o 28
lanceiros allemães.

o

em Porto

Alegre, onde

também

existia

um

esquadrão de

Analysemos
mestre,

a

estampa 45-

(

>

primeiro personagem
Brasil

é

um

sargento quartel-

com

a coroa e as divisas adoptadas no

desde
os

1819,
pai/es.

banda de dar
nesse

volta e bengala reiuna, própria dos inferiores

de

todos

tempo.

(6

mi granadeiro
ial

e

• terceiro

um

caçador estrangeiro.

Finalmente,

um

de

-•'

linha, mostrando os bordados das
•r,

dorsaes da fardeta, con
e

poder do Sr.

J.

Washl Rodrigues,

o

mesmo boné

molle que
<1"

figura no retrato

coro
,X

fardefa

"d Paes de Andrade
Doe
GaJ.)
\

'K</.

/./>.

estampa 50

'"'

ar "

ranjada com a documentação referente á guerra da

independência na Bahia.
nu; «"
e

'

>s

"curar.

de roupas exóticas e arma-

mento incompleto, tropas

ir-

regulares, de patriotas, sur-

gidas de
(

um momento
solo,

para

nitro

do próprio

como

mangra
k

os íoiceiros polonos, os hai-

duques

e

honveds húngaros,

os miqueletes espanhóes, os

palikaros albanezes, os ba:

"*Z^§

OfficiaZ

chi-buzuks

turcos,

os

kle-

talim

^fnSsssss^
aiamares
1

de caçadores

phtas e evzones gregos. Estes

últimos

formam

hoje

1825
nographia
«Ia

corpos tradicionaes do exercito hellenico.

Estão os

ir-

regulares bahianos na

ico-

época, como, por exemplo, no retrato

do brigadeiro Souza

Uma
uma

(V. Doe. Gal.).
«los

(

>s

grota

^

"couraças" vestiam as roupas de couro
ros do sertão.

vaquei

Resta

de suas vestes no lusti
Foi de todas as

tuto Histórico da Bahia (idem).

tropas rino Santos
1

tomou mais tradicional alli. A cila se refere o historiador Gueidem 1, bem como a<<s índios armados <!« arcos e flechas, os primeiros
e

37

a atacar os lusos,

commandados

pelo visconde de Pirajá.

l

>s

"couraças" resurgie

ram na guerra do Paraguay. Completa a estampa gadeiro fardado como o do retrato a que nos referimos.
dos verticaes traem o costume portuguez ou são
se estabeleceu

um

caçador regular

um

bri-

Nos canhões,
fantasia, porque,

os borda-

uma

em

i

com

rigor que seriam horizontaes.

interessante pormenor a anti-

quada banda de tranquetas.
Segue-se a estampa 51,
dores.

com um soldado de
o

cavallaria de milícias, e caçaque,

Em

dessa arma. S. Paulo, existiam dois batalhões

na organisação

geral de [824, receberam os

números 6 e f. Um outro ficou na sua guaralcunha pouco lisonjeira de guarda da marqueza. a golas e canhões Differençavam-se dos outros corpos de caçadores pelas nição.
< >

veio dar guarnição no Rio, com

conservada, depois, nos caçadoazues-claros, cor tradicional das forças paulistas, ( )s dois soldados da estampa são desses batalhões e o de fixo local.
res

do corpo

costas mostra o equipamento então usado.

A

estampa 52 baseia-se numa fardeta
e de

do brigadeiro Tobias (V. Doe. Gal.), canhões em ponta
preta para sustentar a banda.

cada lado

uma

fita

de mais importante documento militar do primeiro reinado é o decreto pelo qual se organisou, do melhor modo possivel, o exeri° de dezembro de 1824, irregulares, fragmentarias e cito, em 1" e 2" linhas, acabando-se com as formações

O

deficientes que havia.

Deram-se números

e attribuições

novos a todos o? corpos,
honra.

menos ao batalhão do imperador
1"

e ã imperial

guarda de
1"

Resultou que o
l"

batalhão de granadeiros da corte se tornou
o

de granadeiros de

linha; o

de

granadeiros estrangeiros, 2

de

a I

linha,

aquartelados no Rio.
1"

ficando

na mesma

guarnição os
Rio,

o

I

,

2

o
,

3

e

4 de caçadores; o
lá,

de caçadores de S. Paulo passa para o

como
;

o

5

,

e

o 2 fica

o

como

6": a infantaria

da legião de

S.

Paulo constitue
e

o 7

o

artilharia
,,

8": o batalhão de infantaria o batalhão de caçadores de Santa Catharina, o 1" batalhão deTHbertOS de Montevideo, o IO°, e de Curityba, o 9"; o

Santo, o 12°; a companhia de infantaria e o corpo de pedestres do Espirito |" e 15": o de na Bahia, os 1". 2" e 3° de caçadores da provinda mudam-se em [3°, o ao 17" e Alagoas recebe o numero [6 os 1". 2" e 3" de Pernambuco são reduzidos
[

i°;

1

;

18": o

Rio Grande da Parahyba toma o numero 10" e OS de infantaria do Piauhy,
e

do Norte, Ceara

Maranhão, respectivamente, as designações
o

20°, 21°, J-' e
26'

-

do Pará ficam sendo 24 e 25°, e os caçadores

estrangeiros.

e

27. até

[825,

quand

de caçadores

e

aquelles

passaram

a

chamar

m

\

cavallaría constituio se assim:
....

i*

regimento de cavallaria, na Crie, fun-

\

_•
I
. .

formado

pelo ex regimento de

Minas;

3°,

pela cavallaria

jquadrão da

mesma cidade;^,
e

pelo esquadrão da provinda

rodo Rio Grande do Sul;
Unia
\ constituição

5°,

pelo regimento de dragões do

Rio

Pardo;

gimento de dragões de Montevideo,
na artilharia, da

f,

pelo

regimento de dragões da

se,

mesma

maneira, por synthese: o regi-

artilharia de posição; o batalhão mento de artilharia do Riopassaa ser i* corpo de B posição; o de Santos. 3 corpo; o de rpo de artilharia de de posição do
l

tharina,4*j

o de Montevideo,

5'; a

artilharia
8°,
,

do
e as

Espirito

Santo,

6°;

o

corpo de artilharia da Bahia, f\ o de Pernambuco, rã, na mesma ordem, 9°, to
corpos de artilharia montada: o f.

artilharias do

Piauhy,

ii° e

12

o
.

Formam-se cine.
montada da Corte;
Pedro do
a da

com

a brigada de artilharia
.V.

com a artilharia da
rahyba
<1"

legião de S. Paulo; o

com

a artilharia de S.
e o 5
.

Alagoas, Rio Grande do Sul; o 4. com a artilharia montada de

com

IV

Norte
compõe de quatro regimentos de
infantaria. 89 batalhões de

\ 2" linha se

de cavallaria e muito poucos de artilharia, alguns

com

appeffidos hi-

[có, artilharia de Henlarros: libertos de ouro, libertos de Paracatú, pardos do infantaria de marinha rtanejos do ítú, guaranys das Missões, riqU
<

e

infantaria de marinha do

Camocun.

da qual data a coFoi a primeira organisação militar de valor no Brasil,

hesão

<1>>

nosso Exercito.

:

CAPITULO

IV

Século XIX

Brasil

Império

Regência

\ regência foi

existiam vários
o

porque ia nau mais obrigada a dar nova feição ao Exercito, honra, o batalhão do imperador, corpos, como a imperial guarda de

>»e

f de

granadeiros, o

effectivo sufficiente.

O

o não possuíam 27 e 28» de caçadores, e outros somente o esdecreto de 4 de maio de 1831 conservou o

itf,

i

I

,

tado-maior general, os estados-maiores de
ciaes burocráticos,

1"

offie 2' classes, os engenheiros, os

[6 batalhões de caçadores,

com

em oito companhias, cinco corpos de artilharia >s um e um de artilharia a cavallo, com 334<

homens cada um, divididos de posição, com 492 homens cada
5 7-'

cinco primeiros batalhões de caça-

dores passaram a ser i\

2».

3". 4° e 5°

da Corte; o 6" e
9'.

f

formaram o
e 10"

6» de

Sao

Paulo; o 8" tornou-se o
10
o
.

f

de Santa Catharina, e o
o

o o 8 do Rio Grande do Sul; o

11" e 12 o

desappareeeram; o 13
11
o

e

o 14" mudaram-se
o

em 9
a

da Bahia; o
o
,

IS" e o 16»

fundiram-se no

de Alagoas; o 17

e o
o

18

o

desdobraram-se nos 12
o

13- e 14

o

de Pernambuco; foram
e

abolidos os de 19 a 22"; o 23

ficou sendo o 15 do
o
.

Maranhão,

o 24

o
,

23" a 28 o 16" do Pará; acabaram-se os de
2".
:

Desta

sorte, dis-

em Santa Catharina: 3". na no Rio; tribuiram-se os regimentos de cavallaria i°, A artilharia a cavallo continuou no Rio Bahia; 4", em Pernambuco, e 5". no Pará. 1" e 2". na Corte: o 3°. na Bahia Grande do Sul. e os corpos de posição ficaram os
:

o 4

o
,

em Pernambuco,
Tendo

e o 5

,

no Pará.
houve,
naturalmente,

sido dissolvidas muitas unidades,

abundância

ser arregimentados. Compuzeram, com de officiaes avulsos, que não tinham onde (estampa 54), que. uniforme especial, o afamado batalhão de officiaes-soldados

com

Cobras, quando alli houve uma sedição. os permanentes, deu assalto á ilha das a creaçao Brasil, o acto mais notável da regência foi a vida militar do

Para

ordenanças e guardas municipal. da guarda nacional, em substituição das milícias, sobretudo maiores serviço, ao paiz, durante a monarchia, instituição que prestou os
na guerra do 1'araguay,
tendo, ultimamente,

Armada, durante a republica, especialmente na revolta da que motivou sua transformagrande decadência. cabido em
e

la lei

de i8d<

1831, que lhe deu as três armas.
ter

Seus
|

•ia

podiam

duas companhias de caçadores, mas nunca

ma.

!•;,,

cia

diminuio de novo a quantidade de unidades do Exer16 batalhões de caçadores,
<i

lu

'

''

m

numerad
o

2*,

no Rio, correspondentes aos antigos
15'
;

Maranhão, e*

5°,

no Pará, outrora [6

varam

os

mesmos números,
do
Sul.

respectivamente,

em
to

S.
1

Paulo,
1

Irande
a

Supprimiram

,

'.

[2°,

demais armas, houve

uma

única alteração: a dissolução do

5"

de

cavall

Em

i836,devidoá rebeldia dos Farrapos,
<

1

Eòram concentrados no
dis.

de do Sul.

>s

que tomaram parte no movimento estiveram para ser
rg

inisaram

se,

com melhores

elementos, na Bahia, o
sul,

artilharia de posição.

Era (839, ha, no

um

corpo de volun-

cujo uniforme é impossível reconstituir, por absoluta Ealta de docunit
h

creto de 22 de fevereiro de 1839 reorganisou, mais

uma
como
1":

vez, o Exercito,
se segue: o bál"

tentando para 12 os batalhões de caçadores, determinados
rio

da província de Santa Catharina íormou O

na Corte, o

e 2
;

o

viraram

a

Pai

[';

o antigo

1"

foi
e
1'

restabelecido
':

como
se

5

os

rganisação anterior tornarão

*
'.

organisou

também no

•oram numerados

10' e

1

e

em Santa Catharina comdiminuída.
<

Em
tames continuaram
lharia a

compensação, a cavallaria

foi

Supprimio-se
regimentos

rganisando-se quatro esquadrões
inalteráveis, sob a
<K-

avulsos.

>s

três
ligeira.

rubrica
.V

de

cavallaria

Na
.

arti-1".

timples troca

números: o

passou a ser
<•

_": o

4

,

3°; o 5

e

de pontoneiros, mineiro-,

sapadores, logo abolido

i>or

mpetente para preencher-lhe os

dar
ncia caracterisou se pela abo-

\a

historia <las

nossas forças arma-!
lando toda

importância

aos

caçadores,

para

os

quaes adoptou o fardamento verde, que

ficou tradicional, botões pretos c barretina
>•

modelo, desapparecida somente na guerra do Paraguay (estampa 54

41

Nenhum documento
vallaria nesse tempo.

esclarece qualquer coisa a respeito dos uniformes da ca-

Entretanto, é
:

bem provável

datar dahi o emblema da refe-

rida

regiarma durante longos annos dois dragões cruzados, com o numero do casa de Bragança que mento entre ambos. São os mesmos dragões heráldicos da bordavam nas manserviam de cimeiras aos capacetes da guarda de honra, que se

gas dos

f ardões

remados senadores do império, que ornavam o throno imperial e

tavam o

alto sceptro

do imperador.
existe mais

Também não
ria,

nenhum

figurino dos novos uniformes da artilha-

parecendo, entretanto, que de então

vem o emprego do carmim como sua cor

distinctiva, pois anteriormente era o simples encarnado.
fiestampa 54 damos o uniforme dos caçadores, de conformidade com Archivo Nacional (V. Doe. Gal.). Nota-se o azul-claro dos gurinos avulsos do

Na

paramentos dos corpos de
lembra

S. Paulo.

A

barretina cintada, de feitio extravagante,
I,

um

pouco os czapskas dos lanceiros polonos de Napoleão
ser os figurinos citados,

dos modernos
offi-

lanceiros inglezes e dos uhlanos austriacos e allemães.
cial e

Nenhuma informação
instituído pelo

nenhum outro documento, a não

do uso desse typo de
grande exercito

cobertura pelo Exercito.

De

accordo

com o costume

e músinapoleónico, era commum nos fardamentos de fantasia dos tambores-móres O figurino de recentemente creada. Por certo, usou-a a guarda nacional, cos. onde a fomos arrancar corresponde ao periodo da regência, de 1835 a 1840.

CAPITULO V

Século XIX

Brasil

Império

— Segundo

Reinado até a Guerra do Paraguay

Nos primeiros annos de governo de D. Pedro II, a maioria dos corpos do Havendo necessidade politica de auExercito estacionava no Rio Grande do Sul.
gmentar as guarnições de
S.

Paulo

e Rio,

novamente

foi

o Exercito reorganisado
:

pelo decreto de 25 de abril de 1842, ficando assim constituido tudo neral, de 1" e 2" classes, e imperial corpo de engenheiros,

estados-maiores ge-

com o

ef fectivo glo-

companhias e 882 bal de 407 officiaes; oito batalhões de fusileiros de oito

homens

homens cada um; cada um; oito batalhões de caçadores de seis companhias e 552 quatro companhias e 557 homens quatro bataum corpo de artilharia a cavallo de um, e três regimentos lhões de artilharia a pé de oito companhias e 690 homens cada homens cada um. Organisaram-se os fude cavallaria de oito companhias e 618
;

sileiros desta
o

maneira: creou-se o
;

na Corte; transformou-se o

5

de artilharia a

Catharina e Pernambuco pé em 2 de fusileiros os batalhões provisórios de Santa o o o 6°, formaram o 3 e o 4 e os 9 10 11 e 12 de caçadores converteram-se em 5 o o caçadores continuaram com Os oito primeiros batalhões de 7 e 8 de fusileiros.
, ,
,

,

sua antiga numeração.

A

ultima figura da estampa 54 é

um

fusileiro,

em pequeno uniforme,

dessa

Não tem data o figurino antigo que a forneceu; mas, época ou pouco posterior. subcomo a creação dos fusileiros é de 1842 e se conhecem as fardas das reformas De desenhos do Archivo Nasequentes, logicamente essa só pôde ser desse tempo.
e 56. cional (V. Doe. Gal.) sahiram os caçadores das estampas 55

A

cór distin-

paramentos é o preto e do uniforme a verde. Os botões são escuros, ou massa preta, em duas ordens, o que se conservou até 1852. Na barde bronze Um traço da influencia ingleza retina, como emblema da arma, a cruz de Malta.
ctiva de seus

sobre nossos fardamentos.
tropas ligeiras.

Segundo os "croquis" de Lucien Vallet
ligeiros,

Parece que na Inglaterra a cruz citada era signal das (V. Doe. Gal.), usajustamente entre 1840 e 1845.
Talcelebre

ram-na os "light dragoons", dragões
vez fosse
alli

insígnia somente

de cavallaria,

porque é a cruz de

uma ordem

44

ido parar ao

landante
tlisti
.

um

cavalleiro de Malta.

shako doa dragões britannicos, por ser o seu Certo é, porém, que durante muitos ânuos
é


9,

velho,

no Brasil, o habito de dar aos

sol-

linha» e emblemas alheios, inteiramente desvirtuados, o que mostra a

profunda ignorância dos copistas...
boné de serviço, Notar-se-a, nas estampas referentes aos caçadores, que o

"bonet de police" dos Erancezes, nuns batalhões

é

quadrado, com borlas, noutros
1857,

sem

pala.

Mais tarde somente

este ultimo prevaleceu até
kepi.

quando

foram substituídos pelo boné cónico ou
\

estampa 57 traz os

fusileiros

com vivos brancos

barretina,

como

a infantaria de linha de Napoleão.
.

chapa em losango na uma década após, em Quasi
e

que variavam de batalhão a batalhão, devido a anar-

chia reinante na indumentária,

ram unificados

em consequência das lutas intestinas, especialmente Para conhecer bem a historia da de modo coherente.

unidade do farda nessa occasião, seria necessário estudar a vida de cada archivos não exisde per si. o que é materialmente impossível, porque seus No Brasil, á excepção do i° regimento de cavauaria, não se pôde saber tem mais. os de nenhum outro corpo, de tal maneira as reformas alteraram Os caçadores foram, ás vezes, fusileiros e ros e attribuições.
1

vice- versa; outras, a artilharia vio-SC

mudada em

infantaria e esta

em

cavallana!

Apresentamos, na estampa $j, os músicos, cujos uniformes eram, segundo o Tradição vinda da pompa dos exércitos namo, de pura fantasia. Até mais OU menos 1X55. cada batalhão fardava sua musica de accordo
ministro com o plano que o commandante arranjava e submettia á approvação do accordo com os recursos da caixa militar. sobretudo, de documentam a Painéis de azulejos existentes no Maranhão V. Doe. Gal.) um granadeiro de [845, mais ou menos. Os offiipa 58: um porta-machado e
(

5" de fusileiros, conda mesma estampa têm as cores da gola e canhão do O boné chato c a fardeta eram peças ,1c uso diário e de plano de 1852. <> ultimo personagem Batalha dos Santos Logares). Gal. campanha
i

e

um

official

Doe. \ desenhado segundo o retrato do coronel Feliciano Falcão no Maranhão: pennacho verde e amarello. EusileirOS, mandam.
| .

•retina presos na
uro.

dragona esquerda.
na

Esses cordões tiveram USO du-

Andavam com

elles,

mesma

OCCasião, as tropas européas de cavallana

45

botões da farda, partia somente, sendo que, da dragona onde os prendiam para os brauma forrageira com borlas. Outro erro de cópia, por ignorância. O official

pescoço ou quando tirava a barretina, collocava-os á vontade, em volta do Raros os deixavam na barretina. Assim atravessados no peito, como alamares.
sileiro,

corra ou
bonet çuadrado

terçado ou "ré/e

correia do malote capote

correia da mochila

correia da patrona cintarão escovinha e
açrulheh

— mochila
correia

correia da marmita marmita

da cinta

patrona

bayoneía
bandoleira-,

terçado ou ehifarofe

rifle

forrageira com faziam sempre os europeus, que somente guardavam no peito a das tropas montadas. borlas, privativa, então,

Uniformes de varias armas enchem a estampa
ria

59.

Um

soldado de artilha-

em grande

gala,

de accordo com

a tabeliã descriptiva de 1848.

Um

do

2° regi-

mento de

cavallaria,

uniformisado de maneira regulamentar, por mais estranho que

46

'

de seu vestuário e equipamento

são officialmente

\

bandeirola da larica é do Eeitío das da Batalha doa Santos Logares
,

,\

i

o que

,r
i

" v;i

su:i

antiguidade,

\inda hoje a usamos.
lestruiçôes systematicas.

Uma

das

nmas

tradições milil

Como

o

de cavaDaria dava guarda ao imperador, ahi está,
risticas

em r uniforme, com
Por excepção, tinha

as duas
carcella

orden

da época, na

farda.

azu

l

s

vermelho
.in

e

pennacho com anneis.

Essas e outras fantasias de

abolidas na grande unificação de 1852.
artífices, cujo distinctívo era

\ estar-

de

fusileii

lança curta, que os documentos contemporâneos

uma granada; um sarchamam

alabarda,

dando o mesmo nome ao machado dos porta-machados; um soldado do
recrutas da Corte, onde os
irios

mesmos

se instruíam, para, depois, preenche-

corpos, cujo uniforme era muito singelo, e os caçadores,

odoa
í,

tabeliã de 1848, pela qual lhes era dado,

além do fardamento verde, dois

um quadrado e um redondo, este mais moderno, e um par de calças a/.ues M). Chamamos a attenção para o canudo de papeis «pie o referido inferior
tiracollo e

tem a
lica

que veio ate nossos dias

;

também sobre o

gorjal ou meia lua metal-

abaixo da gola dos officiaes, que o plano de uniformes da artilharia de ma-

rinha, para 1840, menciona.

lano de uniformes de C. R. P.
acecito.
Ila, nelle, entre

(V. Doe. Gal.)

é

um

projecto que não foi

muitas fantasias, algumas minúcias interessantes, como

documentação da indumentária militar coeva (1846).

Nos ângulos das bandeiras

e a designação da arma.
l>elo

mogrammas Além das
gola,

de P. II

;

soh o escudo imperial, o numero do corpo

cores regimentaes, os fuzileiros se distinguem

numero de casas da
rrctina eleva-sc

uso confirmado por P.éranger (V. Doe. Gal.).

cm pequeno bico, á ingleza, sob o pennacho. Na estampa 58 O plano de C. R. P. da apparece um granadeiro do Maranhão com essa barretina. casa c carcellas brancas sobre o ao l° batalhão de fusileiros gola branca com uma golas azues-claras ao 5* canh a mesma gola, com duas casas; ao 3 e 4 o disposições e divisas do I 7* e 8*, vermelhas, com idênticas
, ;

nhões:
:

verdes,
7" e

i*

c

2

o

bata-

vermelhos,
de

f

c 4°;

verdcs-cin/
.

8

o
.

A

cavallaria

ta

c

_•"

regimentos de draga
iS

3" e

.»"

de lanceiros,

com

unifor-

primeiros de barretina de couro e casaca curta e os

47

segundos de kurtkas polonezas de
ouro.

peitilho,

czapskas chamarrados e acorrentados de

chos

Os fardameno todo vermelho e o 4° todo azul-claro. 3 de lanceiros seria montados tem pennaOs officiaes tos da artilharia e sapadores, mais discretos. pasta; os a pé, penchorões, torçáes ou cordões de ouro, talim com grandes,

O

nacho recto

e talabarte

e cinturão simples,

qualquer corpo,

em em pequena

pretos correia para espadas; os de caçadores, cordões officiaes de Os galões para os logar de talabarte ou talim.

com

gala, e

para os de caçadores, tanto

em pequena como
mesmas
di-

em

dois das de cinco linhas de largura para o alferes; e sete linhas para o capitão; um de sete mensões para o tenente; um de

grande, são:

um

um

de cinco

Coronel

T.Coronel

Maior

Capitão

Tenente

/Hferes

tenente-coronel e três para o copara o major, dois de sete para o segundo reinado Este systema de galões durou todo o
ronel.
(fig- 16).

As estampas
gurinos do Archivo
ficou explicado.
lões prateados,

61, 62,

63

e

64 dão músicos copiados de

fi-

Nacional (V. Doe. Gal.), de fantasia,

como

Entretanto, nelles se notam os bordados e gabandas que se tornaram tradicionaes nas nossas

f°Sargrenfo
FIG. lo

militares.
*

Segundo o costume, as fardas dos músicos eram sem-

estampas 62 e 81). pre mais vistosas que as das tropas (V. O Q das citadas, se baseiam as estampas Si e í>4mesma fonte

Na

militar digna de nota, até Depois da reorganisação de 184-', a única medida regimento de cavallaria ligeira, no Rio i85i,foi, em 1846, a creação de mais um Continuando, até 1845, a guerra dos Farrapos, 4°Grande do Sul, com o numero allemães, que, governo contractára, na Europa, mil mercenários

antes desse anno o

na reorganisação geral de 1851, formaram
tilharia.

um

batalhão de infantaria e

um

de ar-

contar Por essa reorganisação, a infantaria passou a

15 batalhões,
o

nume-

radosdei°a^sendoosdei°a8'defusileiros O 15 o era o de allemães. As numerações dos oito corpos de

e os de 9 ° a

15

de caçadores.

fusileiros

continuaram

auemaes tomou o

titulo

de

_'

io°;o 5*, ram alteradas: o r passou aserg O corpo de artilharia dos irmaram - [3 Tanto elle, como regimento de artilharia a cavallo.
.

innos depois e não figuram, offidalmente, noa

ministério da guerra,
[853

como aUen

for,

k

Eusileiros e formou-se,

no Rio Grande do Sul,
nas

o 5* de

cavallaria.
1

Nesse tempo, houve as seguintes

mudanças

designações

de infantaria

Eusileiros passou a ser 7" e os batalhões de caça-

iram, cada

um,

um numero,
em

devido a suppressão do
<1"

7'.

a que alludimos.

D'ahi até a guerra

<1"

Paraguay só ha a notar a creação
1855, aquartelado

batalhão de engenhei-

ipanhias,

na escola de applicação do Exerdevem esquecer os chama-

companhia de enfermeiros, em 1857.
período que
vai-

da maioridade a 1865, nau

se

rdto,
ra
;i

em

companhias de guarnição ou fixos. A reducção dus effectivos do municipaes, 1831. a abolição total das milícias, ordenanças e guardas
ultimas datasse somente de 1830, que a guarda nacional.

creaç

recemnascida ainda, não podia substituir, fez sentir-sc. na maioria das províncias,
falta de tropa.

<

hltróra, cada

uma

tinha a sua. independente.

As

principaes delias

numeração geral de [824. a parte, dos corpos denominados pedestres e ligeiros, de pequeno effectivo. que, a]>esar de pertencerem ao Exercito activo, estavam fora da deEssa Eorça irregular viveu até [840, quando sen. pendência directa do mesmo.
1

até incluídas na
la

Tal necessidade deu origem á

organisaç

pequenos núcleos tomaram o nome de caçadores de montanha.

Annos

após, vol-

taram a

ser

novamente pedestres.

Foram

<.s
<_•

embryões dos futuros batalhões de
pouco, que chegaram ao sen apogêo

caçadores formados nas provindas, a pouco

em

1860.

<

»s

corjH.s de

guarnição ou fixos desappareceram com a guerra
incorporou sens homens

d

raguay, SUpprimidos pelo governo, (pie
ria,

ás tropas de linha,

em cada provinda,

é

sobremaneira curiosa.

Km

MattO

<

nosso, os

leaes-cuyabanoa coloniaes tiveram
l

como

substitutos a legião de

Matto

três armas e por I>. João VI, unidade táctica que se compunha das iginára nos exércitos convencionaes e napoleónicos, lembrando um pouco a dos
•íha

moo, depois, o nome de
caçadores,

ligeiros.

Em

'lo 788 homens, aquartelada em Cuyahá. de [832, desdobrou-se em cinco companhias

uma

de marinheiros-artilheiros e duas de artilharia.

Em

1840, a pro-

49

vinda teve mais uma companhia de cavallaria.
talhão,

e a artilharia foi unificada

num
o

ba-

cm

465 homens.
o

Essas tropas uniram-se,

em

[842,
I

sob o titulo de

lixo. ao qual se

aggregou uma companhia de pedestres,

>

batalhão de artilharia

foi substituído pelo

4 a
,

pé,

de linha.
fixos: o

Em
r°,

[843,

eivavam, de novo, a artilharia

local e

fundavam dois corpos

duas
2
o
,

de artilheiros,

uma

de cavallaria

e

com quatro companhias de caçad uma de artífices, ao todo 768 home

com duas companhias de caçadores, duas de artilheiros e um total de 438 hoci. Mais tarde tudo isso formou dois corpos fixos só de caçadores, mens. uma cada um: um corpo de artilharia, com quatro companhias, sendo companhias
de artifices,
e

um

esquadrão de cavallaria.
1851, houve a reforma
geral

No anno de

dos corpos

fixos.

Supprimi

formou um do. batalhões de caçadores de Mai to Grosso; a cavallaria. augmentada, Em [860 exno mesmo pé, artilharia e pedestres. nu-io regimento; continuaram,
tinguiram-se todos os pedestres do império,
e

os corpos

Eixos de cavallaria torna-

ram-se independentes dos de guarnição.

Ao começar

a

campanha do Paraguay,

segundo documentos officiaes, havia,

em Matto

Grosso, no papel, 1.327 homens.

porém SÓ

O corpo de reuniram, dif ficilmente. 600. que estavam disseminados. defendeu, heroicamente, o forte de artilharia, auxiliado por Índios e paisanos, do batalhão Coimbra. Afim de vigiar a fronteira do rio Apa, os poucos soldados
se

de caçadores seguiram, com os guardas nacionaes. para Miranda.

As 130 praças

Dias, acampadas da cavallaria, commandadas pelo bravo tenente-coronel António Foram elles o núcleo rio Feio. em Nioac, combateram, contra os paraguayos, no

em

torno do qual se congregaram as tropas esparsas

e

as gentes fugitivas na for-

midável epopéa da retirada da Laguna.

Em
_>'

1870, reorganisaram-se os corpos de guarnição:

Matto

1

re

o

de cavallaria, que desappareceu

com

a republica.

A
em Rio

província de Goyaz, pessimamente servida de tropas

nos tempos colo-

niaes. leve suas milicias

formadas, de [824 a [825,
alli

e

um

inútil

corpo de ordenanças

Claro.

Em

1836,

existio

uma companhia

de

100 ligeiros, que. dois
fixa

annos depois, estavam reduzidos a 39.

Em

[841, teve

uma companhia
cm.,
essa

çadores, transformada, no anno seguinte,

em um corpo

fixo de duas companhias,

ao qual se reunio

uma companhia

de cavallaria.

Em

[850,

tropa hou-

vesse desapparecido, o governo creou

uma nova companhia

de caçadores.

Na
bata-

grande reforma militar de t86o, extinctos os pedestres, Goyaz possuio

um

anhia de cavallaria.
,ui

Ao tempo
á

da guerra com o Pa
S.

Coxim,
ta

expedição partida de

Paulo

de cavallos, a companhia de cavai-

S

Paulo

e a
le

de Minas, constituiram

um

batalhão de caçadores a pé,

ao" de infantaria de linha, fazendo, assim, a
,

campanha.

01

po

di

cavallaria fixo.
a

ilitar

da regência deixou
foi

Bahia quasi desprovida de

sol-

rpo fixo
in lhe

o deposito de recrutas, creado
i"

em

[837.

Em

um

corpo de artífices, considerado fora da

linha,

que durou até

:.,.

ia. tiii

1843, uni corpo de cavallaria. mais tarde

denominado comde

panhi
bania
laria e

liaria ligeira.
se,

Em

1840,

as

chamadas

forças

guarnição

no papel, a quatro companhias de caçadores, duas de caval\- de cavallaria

uma

de
i

somente foram organisadas de verdade
constituiram

s

,

[860!

Então, os caçadores
brilhante
cor|><>

um

batalhão,

o

guay.
laria.

tornou num A reforma final extíncto em 1889.
Mii

de voluntários, quando da luta contra o

de 1870 só lhe concedeu

um

corpo isolado de caval-

.

sua riqueza, teve sempre algumas tropas.

Em

1832,

ainda

alli

existiam as celebres divisões do rio Doce, fundadas por D. João VI,

cm

afim de defender a população dos ataques dos índios, com o effectivo de 268
homens.

Em

saram a chamar-se caçadores de montanha
quaes
-

e,

depois, a fore

mar duas companhias de pedi

se

juntaram uma fixa de cavallaria

ultimas.

Km

[860, acabados os pedestres, havia

quatro companhias de caçadores, que partiram, ao começar a guerra do Paraguay, -aba. com o 17* de voluntários, afim de incorporar-se á expedição de

Mati
tv.-dlaria.

Terminada a campanha, a provinda recebeu uma companhia
que, reunida á de
S.

fixa

Paulo, deu a base para o g* regimento de caval-

laria

de linha,

em

1889.

Intereses relacionados

o Maranha...

foram creados. em [832, dois corpos de
1

ligeiros

OU pedes

-

popu
###BOT_TEXT###quot;o

ções

do

interior.
1

Houve mais
isas
l

um deposite

de recrutas, de existência precária.

anno de [840,

mpanhias tiveram o

non

de montanha, voltando,

em

1847, a ser de novo de pede
d..

mesquinha, que o corpo fixo

Piauhj emprestava guarnições

:

51

ao Maranhão.

Km

vam o corpo de guarnição, No Amazonas, a organisação
existência real, que não Eoi

annos apus. forma1850, existiram três companhias, que, seis para o Paraguay. cujas quatro companhias seguiram
de
[820 estabeleceu

um

corpo de linha, sem

computado na reforma militar de D. Pedro I. Sm pricompanhias de caçadores e duas de artimeiro corpo Eixo data de [856, com quatro notar que Em 1860, a artilharia teve mais duas companhias. Convém lheiros. fixa. Amazonas, O Tara e Matto Grosso tiveram artilharia unicamente
tilheiros

amazonenses tomaram

dição de Matto Grosso.

no tempo da guerra do Paraguay, na expeEixos. Finda a campanha, a província não teve mais corpos
parte,

provisória de linha. Durante largo tempo, o Piauhy possui-, uma companhia das quatro companhias do seu corno que, provavelmente, sérvio de casco a Eormação Maranhão. Em caçadores, que, cm 1847. dava destacamentos para o
1

Eixo de

partio para a guerra.
cia,

Posteriormente, houve

uma companhia

isolada na provín-

que durou muito pouco.

Desde 1840,

existia de guarnição no

Ceara

um

batalhão provisório do Exer-

corpo Eixo de caçadores, com quatro comFoi transformado, em 1847, cito. do Paraguay e, terminada esta. nunca mais Eoi panhias, que partio para a guerra

num

reorganisado.

Na Parahyba,

a

companhia provisória de tropa de

linha,

alli

aquartelada

caçadores, que, em 1854, se desde 1840, tornou-se, em 1847. a companhia fixa de companhias e, II annos mais tarde, ia para o transmudou em corpo fixo de quatro companhia isolada, que viParaguay. Em 187(1. o governo deu á Parahyba uma

veu até 1889.

O
um

primeiro corpo local de S. Paul..

Eoi

o deposito de recrutas de 1837;

gundo, os caçadores de montanha de 1840. 124 homens.

Dois annos mais.

e

havia

1847.

batalhão provisório de infantaria, dissolvido de Nessa data, S. Paulo passou a ter um corpo Eixo, composto

com

os caçadores de

montanha em

uma com-

panhia de cavallaria e duas de caçadores.
nisadas.

Estas ultimas não chegaram a ser orgaa

Em

1865, essa força

marchava para

campanha, em Matto Gr.

participava da retirada da
infantaria e

Laguna.

Em

de 1870, S. Paulo teve unta companhia

No

divisão de pedestres, que,

Minas em de cavallaria. esta ultima transferida para os Índios bravos, uma atino «le [832, eivou se. no Espirito Santo, contra contava somente 38 homens em 1S40 passava a

uma

em

[838,

:

ser divisão de caçadores de

montanha

e,

em

1847. desapparecia.

quando

s<

mava a campai

de caçadores, desdobrada,
jjuay

em
a

1860,

num

corpo de duas
foi

Em
'1"

1870,

província
1889.

contemplada

abolida pela republica,

em

po fixo
.1

Paraná, com duas companhias

4
<U-

,

incorporaram,

em

1865,

expedição de Matto Grosso, e
sul.

uma

ca

directamente para o
\

Vpós

.1

luta,

o Paraná possuio

um

aliaria,

que

não existia mais em

i-^-^r

reforma geral de [831, o primeiro corpo creado em Per-

nam

\

deposito de recrutas.
l

Dez annos mais

tarde,

Eormavam

se

companhia de
g
is

artífices.

Em
á

[850, existia

um

corpo

ç

,.

de

i86odeu
e

provinda
de

um

corpo de guarque,

i

companhias de caçadores
gueri

uma
alli

cavallaria,

em

Depois de 1870,
i>
v

houve uma companhia

de cavallaria. extincta

em

ada
finitivamente

1847 teve, em 1841, uma companhia provisória de caçadores, em em companhia fixa, dissolvida em [865, restabelecida em 1870 e deA do Rio Grande do Norte experimentou o mesmo abolida em 1889.

iram
artilharia.

se,

em
207.

[839,

uma companhia
três

de cavallaria

e

uma

de

No anno seguinte, a
.\

artilharia contava já

companhias, com 216

botn<

aliaria (luas,

com

Em

[842, a cavallaria tinha, de

novo uma
mais

única companhia.
a província \,
tctni

Pouco depois, as duas armas
c<>r|><>

eram

dissolvidas,

nunca

local

nenhum.
l

Rio

Irande do Sul e de Santa Catharina estiveram muito

formando uma só. ... uma ompanhia

Na

segunda, houve,

em

1837,

um

deposito de re

de caçadores de montanha, dissolvida
BC

em

1860,

e,

ima companhia isolada de infantaria, que
.

acabou com a republica
e a

Rio Grande do Sul. a província do Rio de Janeiro
asil,

Corte foram
<1<

durante o império, mais favorecidos com a parada
fi

istíram corpos

OS 103,

Os uniformes
i<>4.

(k-s-t-s

corpOS
I

est. 10 re-

l

105,

to6

e

107.

»s

dos

pedes-

« das províncias eram mais simples que OS
ca

«lo

Exercito.

nem

sobi

Nas barretinas,

as

iniciaes

das provindas
Differeo-

» hombroi

pennachos verdes.

:

53

cavam

se pelas cores

dos paramentos.

<

>s

caçadores de Matto Grosso tinham gola

verde, vivos e canhões vermelhos; os da

Bahia, vivos verdes, gola vermelha e ca<

canhões amarello azul nhões azues; os do Piauhy, mesmos vivos, gola de S. Paulo, vivo, vermeCeara, mesmos vivos, gola amarella e canhões azues; os Mina., mesmos vivos, gola e canhões azues; lhos gola e canhões azues-claros ; os de do Norte, vivos e gola e canhões vermelhos; os do Rio Grande
os

deGoyaz,

vivos,

Santo, vivos e gola verdes e canhões gola azues e canhões verdes; os do Espirito gola verde; os de Sergipe, vi. azues; os da Parahyba, vivo, e canhões azues e

canhões verdes
lhos.

e gola azul, e os

de Pernambuco, vivos azues, gola e canhões vermeencarnados.

A cavallaria fixa andava com pennachos
e S.

A

de Matto Grosso

usava vivos, gola e canhões dessa côr; a da
azues; as de Minas

Bahia,

vivos e gola verdes e canhões

Goyaz, vivos

e

canhões

azues Paulo, vivos vermelhos, golas azues-claras e canhões gola encarnada, e a de Perdas mesmas cores, mas a

nambuco, vivos e

g< .las

azues e canhões vermelhos.

O

pennacho da artilharia fixa

era rubro e negro.

O

decreto minucioso de 7 de agosto de

1852 pôz fim ás irregularidades e

das fardas do segundo império.
sivel, os

confusões de nossos uniformes e é a melhor Vê-se, por

fonte official de informações acerca
elle,

que se aproveitaram, quanto posD'ahi ate
de seu esplendor, o que não

fardamentos existentes, tanto por economia como por tradição.

1860, nossa indumentária militar attingio o

máximo

sobre o deixava de ser resultado da influencia que exerciam

mundo

as

pomposas pa-

radas

e os

soberbos "carrousels" da França de Napoleão
65,

III.

A estampa
neral quasi nada

acorde com
e

esse decreto, da as fardas do estado-maior

mudadas

simplesmente evoluídas.

Apparece,

em segunda

gala.

a sobrecasaca comprida, de

uma

Em

passeio, permitte-se o chapéo
civil.

unicamente na gola. só ordem de botões e bordados coberto de oleado, e mesmo o charco rearmado,

dondo

\

espada, de punho de

marfim

e

guarda simples em
11a

s é.

mais OU me-

nos, a actual.

Conservaram^

os bordados de [823

mesma

disposição.

O vo-

manga, bordados de folhas de carvalho semelhangal de conselho de guerra usa. na imperador tem alamares >s ajudantes de campo do tes aos da aba da sobrecasaca. hoje. se mantém no estado-maior da pree agulhetas «lo lado direito, o que, ainda canutões simples. Vs dragonas dos generaes são de sidência da republica.
(

A

banda tem borlas achatadas como a do

fiador.

54

.;

.

iaes,

'i

ll<-'

também pouco

modai
irda

ícamentas, com

presilha de galão, cuja forma

Vs borlas officialmente, por abuso. Já existiam antes, mas não Os bordados, emdo mesmo typo que ainda possuímos. Prohibidaa as dragonaa de canutões exaggeesmoa de (823.
-

enfeitadas e

.1-

espadas de fantasia.
chato,

No pequeno
vivos

uniforme, se fae galão.

culta
I

armado ou o boné redondo,
l

com

r regimento de artilharia a cavallo apparece, na estampa 67,

com

charla-

ana

e listas das

calças idêntica-, as

da cavallaria.

A

artilharia a pé, nas

69,

com

vivoa côr de

carmim para todos
1

os batalhões, sendo que o
.V-

r

r tinha K "la

carmim

e canho.

contrario; o

tudo preto,

e -

t

.

tudo

carmim.

A

barretina do
imarellos.

era carmim,

com cordões

pretos, a

dos outros, pretas,

Distinguiam-se os quatro regimentos de cavallaria pelos canhões: o
melh.

1".

ver-

-,

om

carcella azul

;

o

2*, \

ermelh

»,

sem

carcella o 3 e o

4

.

azues,

com

carcella

mesma ordem. De todos, os vivos eram brancos, tradição que, As golas eram vermelhas, as calças de duas listas felizmente, ainda se conserva! Além do boné de dias. e charlateiras de corrente no hombro, o que veio até nossos
carcella.

na

pann... o

I*

tinha

um

de couro,

com escamas

1

estampa 70), e o

4'.

um

gorro ver-

redondo, como os dos colbacks e talpacks dos hussares europeus,

\- distineções dos oito batalhões de fusileiros

eram

estas:
3°,

i°,

gola branca e

canhões vermelhos;
f,

2',

gola amarella e canhões azues-claros;
5".

gola vermelhaeca-

gola azul-dara e canhões vermelhos;

gola

vermelha

e

ca-

amarella e canhões vermelhos;
jola amarella e

7".

gola azul-dara e ca-

de todos eram canhões brano ginqua influencia allemã no nosso Exercito esse das dis
se

tineções, pela côr,
1

da gola e dos canhões, variando, emquanto
P<
Iças

mantém

o

mesmo

da arma.

stema, ainda hoje se distinguem todos os regimen-

do

de fusileiros tinham a côr mescla; as dos outros
fig.

17).

ia

na

dif ferenáa

và% batalhões de caçadores
e

amados;

io*,

verdes; ir. gola verde

canhões

vermelhos;

12',

55

M\m

Polegadas
tudo amareUo;
13",

gola amarella e canhões verdes,

eo

14'.
]
-

o

entraria

Os

vivos e

listas i.rotos e os

botões e metaes de bronze (estampa 75

.,

M

,,

lN

-(,

,

3

artífices,

mais ou menos com os

mes do plano

anterior.
o definitiva, após vários tentamens,

do

i"

batalhão de

liaria, que não teve grande uniforme

(estampa 83).
85.

Rd
mento a
lurtir de 1856.

militar

a estampa

A mesma

somente possuio fardartrellas

Antes, usava unicamente oti
verificara praça.

de cadete na

mum do corpo onde o alumno
IV
i

sulinas contra os Farrapos e platini

-

gaúchos

influenciaram grandemente as íardas do Exercito, tanto assim que o governo imperial foi

gulamentar o das túnicas de cores vivas, nos corpos monIrande, fantasia

tomada aos republicanos de Piratiny

e

que Garibaldi
essas túnicas,

levou

lenodados voluntários.

Na estampa 86 surgem

rimento de cavallaria andava com blusa vermelha, gola, vivos e canhões Na Musa. da mesma côr do 3", os canhões eram azues claros. e na
.

,

amarellos.

1

deinfantaria eram semelhantes ao 3
bhis
sul, a

de cavallaria.
mescla.

avalidos tinham

ôr

de

rosa;

os

engenheiros,

mesmo

anno, supprimio-se, no
s
.

pasta da cavallaria e prohibiram-s<

reta

em

logar de bronze.

anno de 1856 por
boné typo kepi, em

um grande melhoramento:

a adopção

do

substituição a varias formas de bonés e gorros existentes.

Por ordem do governo, Luiz Pedro Lecor organisou, em
ndes allmns. optimamente gravados e impressos,
5

[858

(V.

Doe.

com minuciosos desenhos

uniformes do Exercito, naquelle tempo, obra admirável e insclarece completamente a historia da nossa indumentária militar

num
mei

período de verdadeiro apogêo.

Ella

sérvio para

documentar, irrefragavele
1

mpas

c

mprehendidas entre os números 87
a

stampa 81, estado-maior-general,
das casa
t

suppressão

completa

dos
pre-

po das dragonas já é outro,
I

com

do fiador e da banda.

>s

generaes usam,
1908,

em pequeno
sobrecasaca.

uniforme, talim de cordões dourados, o que durou

até
e

com

a

tem mais bordados na gola
192).
pennachoí

nos canhões.

O

kepi afue

íilhas

das calças se

mantêm
suas

du-

mais unicamente verdes,

CÔres

O corpo
nária

de saúde está na estampa 93.

I

>s

médicos têm espadim

e

uma

ca-

cm

instrumentos cirúrgicos de urgência.

Em

[825, o imperador regulari-

sára os distinctivos dos capellães.
vivos e

Em

[858,

deram-lhes

fardamento preto, com

prata para os tenentes e banda roxos, de borlas de ouro para os capitães, de de retroz preto para os alferes (estampa 93). regimento de artilharia a cavallo, na corpos moveis.

Ha

alterações nos

'

»

estampa 96,
os clarins.

tem uma

barretina

com

cinta,

diversa da antiga, e novo uniforme para

A
sicos,

artilharia a pé consta da

estampa 95.

O

uniforme

official

de seus

mú-

plano geral e coherente, não sendo e tambor-mór obedece já a um Os tambores têm galões nas único da fantasia dos sirgueiros. mais produeto Nos canhões e na o peitilho, em grande gala (estampa 99 ). turas, em 2 uniforme, e

tambores

g,,la.

o

tambor-mór

traz as cores características da sua unidade.

De accordocom

o

pinhão para os de Eusileiros e aludido plano geral, a farda dos músicos será côr de Estes possuem peitilhos especiaes 100). mescla para os de caçadores (estampa
para os corneteiros (estampa 101).

Na

estampa 97, vê-se que, agora, só ha uma
5,

lista

nas calças da cavallana.

que, desde 181

deixou de usar botas.
cavallo.

formato que os da artilharia a
1854, tem o

O O

peitilho dos clarins é
5

branco e do

regimento de cavallaria, creado

mesmo em
o

mesmo gorro do

4",

com

vivos, gola e canhões vermelhos.

O

I

regi-

mento não

traz mais carcellas

em

uniforme.

Os canhões do 2

o

são azues-fer-

retes e os vivos encarnados.

A

virola superior da barretina roliça, que Lecor de-

senhou, parece ter sido usada só por alguns corpos.

grande gala. estampa 88 consta o deposito da Corte, que já possue Seus corneteiros e corneta-mór estão na estampa 103. portaNos fusileiros. varia, em primeiro logar, o boné (estampa 98). Os

Da

e

(estampa 99) machados ou machadeiros conservam o avental de couro mosqueado ate após a camdurou a barretina de pelo. a ursa, o "ourson*' napoleónico, que

panha do Paraguay.
talim

Começa o

talabarte dos officiaes a pé a ser substituído pelo

sem

pasta.

CAPITULO

VI

Século XIX

— Brasil

Império

— Segundo

Reinado da Guerra do Paraguay á Republica

mesmo tempo que

Declarada a guerra, o governo, immediatamente, augmentou o Exercito, ao abolia os corpos fixos ou de guarnição, incorporando seus ef le-

ctivos á tropa de linha.

Foram chamados

ás

armas os guardas nacionaes

e,

ao

voluntáappello dos poderes públicos á nação, responderam milhares e milhares de o o infantaria passou a contar 22 batalhões, numerados de I a 22 rios da pátria.

A

,

sendo os sete primeiros de infantaria pesada, fusileiros, e os restantes de infantaria
ligeira, caçadores.

Differençavam-se nos traços geraes da indumentária e do ar-

mamento, desta

sorte: os fusileiros

usavam correames brancos, paramentos
;

ver-

melhos, carabina longa, bayoneta triangular e terçado, tocando tambores

os caça-

dores traziam correames pretos, paramentos verdes ou amarellos, fusil curto e refle,

tocando cornetas.

Devido á campanha anterior, do Uruguay, quasi toda a infantaria já se o o o o o Relembremos achava no sul os I 2 3 4 5°. 6 7°, 10 1 1°, 12 e 13 batalhões. gloriosos, menos o alguns dos appellidos que a soldadesca dava a esses corpos, todos 2 o que se portara mal em combate e tivera a alcunha de o Corredor mas o do
:

,

,

,

,

,

,

5

;

,

era o Dois de Ouro; o 12

o
,

o Treme-Terra; o 13 o Glorioso.

o
,

o Arranca-Tôco, e o 16

o
,

embora

chegado mais tarde ao
lhões, logo partiram o

sul,

Afim de juntarem-se aos
o

referidos batao

8

o

e o

9

.

Depois, organisaram-se o 14

e o

15

de atira-

Ainda allemães de repetição, que acabaram incorporados ao 1 1°. o o o o o o 20 e o 21 seguiram na expedição da á luta os 17 18 19 e 22 accorreram
dores,

com

f usis

,

,

.

O

Laguna.

O
O

i

p

2° e o 3°

regimento de cavallaria permaneceu na Corte, de guarda ao imperador. combateram. O 4 e o 5 serviram de bases, para a formação, durante

hoa guerra, de cinco corpos de caçadores a cavallo de quatro companhias e 638

mens cada um.
de artilharia a cavallo, intitulado Boi de Botas, velha tropa gaúcha, sempre de guarnição no sul. teve a secundal-o um corpo provisório da mesma arma.

O

60

te

um

batalhão,
iva

com o numero
sul
<•

5.

•>

artilharia

a

pè\

Quando

re-

no

o j

em Corumbá

O
.1

3'

eo 4

partiram para

as operações,

em
stir

liram, após,

em

varias datas,

escola militar, o bata-

lhão de engenharia e pontoneii

squadrão de transporte, formado em [865,
ultima
lei

que

,!

no

sul, pela

de organisação do Exercito, desde i86b.
,

:

nha já voluntários da pátria tomaram a mais brilhante parte na campa corpos, organisados ao primeiro chamamento do paú em penos seus
pelo
foi

treenchendo os claros abertos
x
„.
a

inimigo

nas

fileiras

du

Exercito.
a glo-

batalhões
estes

fornecida pelo norte.
:

Somente
23°,
24°,

ssima Bahia deu

treate,

com

números

3°,

i<f,

14.

15°,

29°, 4""-

(.',

além dos corpos independentes
os Xua
1

e bizarros,

não menos heroiSeguio-se-lhe Per-

itanto,

como

C «raças ou Couraceiros.
o
'

Depois, a Corte, com nambuco, com sete batalhões: f. 21°, 30 44°. 5' maioria, de brasileiros de toda a procedência: 1". também, o-mposto. na sua
.
1 •

quarto logar coube á provinda do Rio de Janeiro, cujos
á

do Rio Grande do Sul, com os
o
;

o

33",

35

,

48 e 49
17.

o

o
.

Maranhão, com
g

os 22°, 36* e 37

a

Minas Geraes, com os

is

Paulo,

com
o
,

No

sexto logar, Pará e
55"-

Piauhy, o pri-

mei,

sando o

Norte,
rito

com o 28*. Santo, com os
Mui

i.V e o 34 o Matto Grosso, com o 50°; Parahyba, com o 25 Rio Grande do Espie Amazonas, Goyaz, Sergipe. Paraná. Santa Catharina e
;

e o segundo, o 39' e o

Logo abaixo, o

14 ".
,

1'-

.

oi

.

-

"-

corpos foram, no correr

«los

acontecimentos, devido a falta de
6°,

sorvidos por outros, por exemplo: o

pelo
o

o

33

;

3

provisório de

infantaria da guarda nacional de Uruguayana, pelo

40

de voluntários, e o 4
o
,

da
,

ma guarda,

pelo

rl

Em

1870, somente tornaram
a

á pátria estes batalhões: 17
14°,

;6*,

37

»

39

•!dos

46

50

o
,

53'

e

54.

Aproveitaram-se, na regularisação dos effectivos
avulsos,

voluntários,

vario-,

corpos

como o batalhão da
aliei.

imperatriz, a brigada ligeira do general Netto, os vo-

luntários

paragua;

guerra obrigou o governo
talvez,

completa modificação na organisação
Nella se sentio, de

maior ainda nos seus uniformes.

modo

de-

finitivo, a influencia franceza,

que já

se

accentuava na pomposa indumentária de

iboné francez, o kepi de pequeno uniforme,

f.l

chamado
1

á

Cavaignac, talvez por

ter sido o general desse

nome

o primeiro a usal-o.

.11,

e

características da época. a barbica em ponta, cavaignac também, foram As condições climáticas e de luta da sobrecasaca de 1852. Conservou-se a
pala,

zona de operações obrigavam os generaes a andarem de poncho, de
fortes, de espadas próprias para os entreveres e

de botas
e

mesmo

alguns,

como Osório

Ca-

mará, de lança.

Muitos officiaes superiores e subalternos
e

também

a adoptaram.
(es-

O

boné do estado-maior

dos engenheiros passou a ser avivado de branco
officiaes de artilharia: na
1

tampa 108).

A

estampa 109 dá

10,

a artilharia a ca-

vallo mostra-se uniformisada á gaúcha.

O

geral decreto n. 3.620, de 28 de fevereiro de 1866, fez a modificação
1

uniformes.

Ia.

na Bibliótheca Nacional,

um álbum

de

figurinos

militares,

de

accordo com

elle.

(V. Doe. Gal.).

Aboliram-se as casacas, as cores regimentaes,

a farda verde dos caçadores e as polainas.

Adoptaram-se

barretinas

afuniladas,

com

cordões,

em

1"

uniforme, e gorros de dois bicos, de serviço, para a tropa, que

duraram

ate nossos dias.

Os caçadores a

cavallo,

recentemente creados.

recebe-

ram o mesmo fardamento dos caçadores a pé, segundo se vê da estampa 113. Foram supprimidos. finda a campanha. Segundo a estampa 111. a artilharia a pé
substituio a usou granadas na gola, boné e gorro carmim. A sobrecasaca de brim mesmo tecido. Os regimentos de cavallaria em campanha adaptaram-se fardeta do 112. O I o que ficou na ás condições do ambiente, o que se verifica na estampa
,

na 115. Corte, figura na 120; a infantaria pesada, na 1 14, e a ligeira, da confusão de armamentos, equipamentos e fardamentos, naPor causa e á duração da tural, nessa occasião, ás difficuldades de fornecimentos regulares
luta. os

soldados

andavam

descalços, de alpercatas

feltro ou de panno, de gorro, de kepi.

com capa branca ou sem

ou de cothurnos. de chapéo de Parece, no ella.

respeito, documenemtanto, segundo o depoimento de veteranos, pois não ha, a esse distinguia o _>' corpo de exercito, do commando do tos de outra ordem, que o chapéo

tenente-general conde de Porto Alegre, o o

kepi,

o

1".

commandado por

Osório.

capas brancas Parece, também, conforme idênticas informações, que o fundo das variadas disposições, servindo para differençar do kepi tinha cores diversas, em

uns dos outros os batalhões de voluntários

e

de linha.

param da
rios

Em vista do diminuto ef fectivo âo Exercito, o grosso das tropas que partici|mgna era composto de cavallaria provisória, guarda nacional e voluntáPara
estes,

da pátria.

não houve plano definitivo de

fardamento.

Os pn-

62

mdroa

batalhões apresentaram se
e

com

lo

Exercito
se

....

aproveitando fardas das

anidades de poUcia

guarda nacional de que

originaram.

Mas

todos traziam,
(

dístico: Voluntário da Pátria braço esquerdo, um emblema, com o com Usaram bastante cha] lura também kepi-cavaignac, com vivos verdes numero e tope; »rde com o retrato rtampa n; vermelb
,
j

f-

e

mmandantedo \: de voluntários, existi Convém notar que apparecem (V. Doe. Gal.).
tos

tahia

ahi

no boné, pois antes havia somente, na No alferes do f de do mesmo, um galão largo. se a gandola tradii.

ampla camisola, pregueada ou não, ainda agora lealumnos do collegio militar, que tanto tem du.

FIO

IS

Exeráto.

« ux.

Farda quasi igual á dos zua.hemera,

bateram-se,

como
coml«*

"de guerra dos

nui

temporaneos da "Mus-

ralDionv

.mpanhiadeco iormárauma para
ia

«

a guerra

da m-

nem documenfc
rcito

rio.

vem,, depen:

tarda naci

«tinuou com
a

Ealta

de

a

infantaria

somente
ippri-

tllaria.

Não houve mais
'"
-

ai

*

in-

rtilharia.

Em

orio inimij

art iH

decavallaria.

T

de infantaria.
e

Os

rpos distribui;

i

ta

forma: na Corte

na provind

artilharia a pé, O l' de cavallaria
ria;

no Rio Grande do Sul, o
le

."

de artilharia a cavallo,

infantaria;

em MattO

Gr<

'

63
o

2 e o

o

de artilharia a pé e o 19

o
,

o 20

o

e o 21

de infantaria; no Amazonas, o 3 de
o

da em Pernambuco, o 2 e o 9" de infantaria; na Bahia, o 14 companhias de o 18". Havia mesma arma; no Pará, o II e em Santa Catharina, o da Corte, depósitos Alegre, Bahia, Santa Catharina e no asylo inválidos em Porto e Rio, e operários militares nos arde recrutas em Santa Catharina, Pernambuco
artilharia a pé;
,

Matto Grosso, do Recife e na fabrica da senaes carioca, do Rio Grande do Sul, de
Estrella.

passando a constar dos de 1874, toda a artilharia foi reorganisada, sode artilharia a cavallo, no sul; 2" idem, formado seguintes corpos: i° regimento 4.' a pé, no artilharia a pé, na Corte, e 3 constituído pelo bre meio batalhão do i° de 4 quatro batalhões, sendo Paraná e S. Paulo. A artilharia a pé ficou reduzida a sua numeração, guarneceformado pelo antigo 5". Segundo a ordem natural de Grosso e Amazonas, sendo o ultimo repartido

No anno

,

1

1

ram

as

fortalzeas

do Rio, Matto

pelas guarnições

do Pará, Bahia
se fez

Até 1878, não
forças de terra.

fantaria teve 27 batalhões; a
tro; a a pé ficou

e Pernambuco. mais nenhuma mudança no plano de organisação das A inMas, nessa data, ellas foram grandemente augmentadas. regimentos; a artilharia a cavallo, quacavallaria, 10

na mesma situação,

e a

engenharia ganhou mais

um
;

batalhão.

Contam-se 30 batalhões de Em' 1889, pouco antes da republica, novo augmento. o o o o o na Corte, I 7°, 10 21 22°, 23 e 24 em S. Gainfantaria nestas guarnições:
.
,

,

briel,

o o Salvador, em S. Luiz, o 5 em Uruguyana, o 6 em Cuyabá, o 8 em S. o o em Porto Aleo o 12 Grande, o o 9 e o 16 em Fortaleza, o 11 na cidade do Rio o o o em Alegrete, o 18 em o 17 o 13" e o 30 em Belém, o 15 em Curityba, gre, o o em Maceió, em Goyaz, 020"; em Desterro, o 25 S. Luiz dos Cáceres, o 19 o o O corpo de o em Pelotas, o 29 o 26 na Parahyba, o 27"; em Rio Pardo, o 28 e permaneceu. Os 10 regimentos transporte ficava em Saycan, onde longamente

o 4

o

;

;

;

;

;

;

;

o

;

;

;

;

;

;

,

.

;

de cavallaria tinham estas paradas, por ordem guarão, S. Borja, SanfAnna do Livramento,
Nioac, Curityba,

natural de numeração:

Corte.

Ja-

Bagé.

Santa Victoria do Palmar,
de campanha
pé. idem.

Ouro Preto

e S. Paulo.

A

artilharia

ficava,

na

mesma ordem, em
Cachoeira.

S. Gabriel, Corte,

Curityba e Bagé; a a

na Corte,

em

Corumbá, na cidade do Rio Grande e

em

Belém.

Os

dois de engenharia, no Rio e

profundamente modifiDesde a guerra do Paraguay até 1883. não foram após essa data. começaram a decahir de seu antigo cados os nossos uniformes, que,

..4

odor

e i perder, «lia a dia,

suas mais bellas

tradições,

que ainda o plano de

1890 manteve
ríorment<

em

certas minúcias,

mas

que quasi totalmente se acabaram,

tampas 123 e

t-'4.

vê-seque,

em

1872, a artilharia soffreu pequenas

seu fardamento,
.

que taram logo adoptadas nas outras arma-

galões

rndkand
m
verifica nas

«, no bom-, e perneiras para os soldados montados.

estampas 125
-

e

126.

Na

primeira, ha a farda, parecida

Tudo com a

ou de guarnição, então restabelecidos, que passaram
127, estão

a usar

correame

preto.

Na

uniformes de

1873,

conforme as

tabeliãs

officiaes.de fardas e equipamentos para esse anuo.

V evolução do armamento obriga o uniforme a
-

soffrer

novas mudanças.

enser na cavallaria e os Eusis Comblain na infantaria.

marella do boné dos caçadores torna-se azul.

para que os galões sobre-

Restabelece-se a banda dos sargentos, abolida pela guerra, dando-se-lhes

mais

a espada, o
e o

que regista a estampa

[26.

Na

figura 127, figuram o porta-ma1"

chado
taria,

tambor-mór, então exclusivamente conservados no
ipprimidos
e,

batalhão de infan-

na

(

em

todos os outros.

Tradicionalmente, os machapostiças,

deiros

eram barbados

quando não tinham barbas naturaes, usavam-nas
esse "ornato" diminuiu de tamanho,

ampanha paraguaya,
pa
ij'i.

como consta da
so-

Em
o curioso

1874, o boné de couro substitue todos os outros e a

Musa de brim, a r de

mesmo paimo (estampa 129). nome de "guritão" ou "buritão".
do

I

>s

soldados dão a esse boné de couro
officiaes do

(

>s

cavallaria con-

am, por tradição, o pequeno boné de oleado, definitivamente morto em [878. pastas, listas de calças e perneiras, de quando em vez soffriam modificações, de As
outras eram supprimidas e de outras restabelecidas.

stampa

130-,

em
I

1880,
>

os

caçadores

recebem

uniforme

seme-

lhante ao da infantaria pesada.
n-tii.

soldado dessa época tinha,

gonas, calças azues ou brancas e

em grande «ala. bar botinas: em pequeno
preto.
\

uniforme, boné de curo, blusa de flanella OU de brim pardo, calças brancas OU par-

ra

133 mostra a infantaria pesada
<

com correame
(menos
os

caval-

laria também o usou por pouco tempo.

)s

officiaes

de

caçadoí
gala, co

distinguiam somente pelas dragonas,
I

em grande

ter

também galões no punho.

\ charlateira

de i>anno do

pequeno uniforme

é

têm as praças de

prel

actualmente, substituída por outra de metal, semelhante á que, >s officiaes andam. estampas [33 e 135 » grande gala

em

(

<

habitualmente, de sobrecasaca desabotoada.

D'ahi ser peça de uniforme o coUete

brano ou
1

azul.

Km
tampa [35
.

por torçáes de

barretinas dos officiaes são trocados [883, os cordões encarnados das apresenta a esouro eo pennacho tem a Eórma de coqueiro, como o

Os

vivos da engenharia são

carmins;
plano

as

golas

e

platinas,

pretas.

A tabeliã de uniformes
(V. Doe. Cal.).

de 1883 modificou o

geral

de

[866,

estabelecendo

novo boné de formatura, segundo Figurinos
Delles tiramos a estampa

lithographados do
[36.

Archivo Nacional
carcellas e

Desappareceram as
existem
distinctivos

vivos que distinguiam corpos e armas.

Agora

de metal.

prender as dragonas, e, para Surgem, em certos corpos, as passadeiras largas, para com mangas e punhos apertado.. todas as unidades, a sobrecasaca de traspasse,
de gorro redondo, do typo até hoje Ainda se avista, na estamusado nos exércitos inglez, espanhol, belga e portuguez. directa do "chapeau chinois" das pomposas pa [38, a "arvore de campainhas", filha segundo império francez. O fardamento dos múe faúlhantes Landas de musica do com borla de Xas tropas a cavallo. os barbicaixos de torçal negro, sicos e mescla.

Vemos, na estampa

[37, os recrutas,

fio

Vieram até a republica. na ponta, de origem gaúcha, pendem dos kepis. 128, estabeleceu-se novo plano de Em 1874, conforme nos diz a estampa

Em grande gala, plumas variadas, casas de -alão uniformes para o estado-maior. É o bello fardamento do retrato do visconde de Tauna gola alta e nos canhões.
nay
(

Y. Doe. Gal.).

Esteve

em

de trasuso. durante muitos annos, a sobrecasaca

passe e gola deitada,
(

com

platinas de trança,

em segundo uniforme, do
foi

retrato

,1o

major Kassance \ Doe. Gal.). Km publicou-se um novo para os generaes.
.

1881, este plano

substituído por outro e

Xelles predominava a grande sobrecasaca
e

em

todos os uniformes,
civil

com dragonas

chapéo

(estampas 131 e 132).

A

canhões postiços, podendo ser usada com estampa KV> nos mostra a adopção, em

sobrecasaca de traspasse e gola deitada, 1888. por parte dos officiaes generaes, da o em logar da casaca, e a 134. * na qual se ajustam os bordados, no I uniforme,
farda da escola militar,

em

t88i.

uniforme,
pavoroso.

novo plano geral de Pouco antes da proclamação da republica, decretou-se dos documento, officiaes, era simplesmente que, segundo as descripções
Felizmente, não chegou a ser usado.

CAPITULO

VII

Séculos XIX e XX

— Brasil

Republica

Proclamada
ram-se mais
seis

a republica, o

quadro do Exercito

foi

alterado.
o
,

Accrescenta-

em Mina-: o 32°, o o em Victoria; o 33", em Aracaju: o 34 em Natal: o 35°, no Piauhy, e o 36 em MaMais dois regimentos de cavallaria: o 1". em Uruguayana, e o u". em São náos.
batalhões de infantaria aos 30 existentes: o 31
,
1

foão da Barra do Quarahim.

Mais

um

de artilharia a cavallo: o

5".

no Rio,

e

um

de artilharia a pé: o

5", 11a

Bahia,

com uma companhia destacada em Pernambuco.

Transfenram-se para a Capital Federal o _>_•" de infantaria e o 9" de cavallaria. Em 1894, devido á revolta, crearam-se mais corpos: quatro batalhões de infantaria, Essa ordois regimentos de cavallaria, um de artilharia de campanha e um a pé.
gani sacão durou até 1908.

A

republica fez grandes alterações

nos uniformes.

Nossas estampas, da
.

Doe. 140 a 148, registaln-nas de accordo com o decreto de novembro de 1889 (\ Vieram capacetes, alamares postiços e meias botas. Restauraram-se viGal.).
vos, carcellas, listas e golas de cor.

Os uniformes do começo da
listas

republica foram

melhores que os do fim da monarchia.
estado-maior.
pé.
i"

Voltou o antigo aspecto dos generaes e do

Somente

se

usavam

douradas nas calças
:

e

chapéo armado, a
de

As

cores dos pennachos servem

de distinctivos

azul, para o estado-maior

classe: azul e encarnado,

para

o de 2":

preto e

branco,

para a engenharia.
e

branco, para o corpo de saúde.

Ainda ha capellães de farda negra
e
três,

banda roxa,
es-

com uma
tampa

estrella, os alferes;

duas, os tenentes,

os

capitães,

como na

i4_\

As
tilharia,

cores dos pennachos dif fere.iciam as armas.
e

Ê carmim

e

preto

,.

da ar>s

branco

vermelho o da cavallaria.
la

vermelho o da

infantaria.

<

ala-

mares dos soldados são de
-jorro de [866.

amarella.

Em

pequeno uniforme, continua em

U

68

segundo plano de uniformes da republica

foi

ode
*9h

[890 (V.

Doe

Gal.).

pdoqual
ihir

pasde

i-w a

'5 S

''".'
-las

Desde então, começa

da rota natural da evolução

tradições de sua indumen-

tária.

Datam

resultado d'ahi os erros contra os nossos usos militares, cujo

tem

6.

de Briyada

sido

a perda quasi completa das

linhas, cores,

traços,

symbolos

e

emblemas que

fundamentalmente nossos, exclusivamente nossos!

Na estampa
litar,
<

159,

baseados nas descripções

collegio mivêm-se os primeiros Eardamentos do imperial o dos batalhões académicos officiaes, assim como

\.

Doe

Gal.

i.

Na

[60, já se apresenta a côr tradicional

do referido

collegio, a

collegio mistanhoda velha infantaria portugueza, que ainda hoje o de pi, e dos músicos da inBrasil Reino litar português usa; o castanho dos caçadores do collegio guardou essa côr longos annos; Brasil Império. fantaria criminosamente, ntenario de nossa independência, seu commandante, sem tradições na anti-economica, ,, hnpropria, berrante,

O

1

historia militar

do

paiz, que,

husha tempos, a escola militar copiara dos modernos

por

mera ignorância de nossas

coisas!

<»9

A
saúde,

estampa

[61

do corpo de aponta as ligeiras modificações nas fardas
20).

em 1893

(fig.

Cabo
1 o Sargento

flnspeçada

O
tural do

fardamento

evolução nadecreto n. 1.729, de 11 de junho de 1894, cortou ao meio a toda a indumentária nacional e esbrasileiro, revolucionando

tragando todas as nossas tradições.

Com

elle,

nasceu a horrível calça garance e o

imposto a todos os nossos militares a pé ou a modelo portuguez, derivado do cavallo, com a agravante de haverem copiado o Acompanhou o decreto um álbum de figurinos coloinglez e o mais feio de todos Gal.), no qual ha uns e aquarellista tchéque Mucha (V. Doe.

dólman da cavallaria

ligeira européa,

!

ridos pelo desenhista

dois pormenores errados.

Com

essa base, constituiram-se

as

estampas entre os

números 162
nas mangas,

e 172.

Os

no peito e officiaes generaes adoptam, de novo, bordados

como

os de 1823.

Os

metal, officiaes têm,. no kepi, pequena pêra de

de lã com as cores erradamente denominada tope, horrível erro de cópia das bolas espada curta e leve, ligeiranacionaes nos shakos Erancezes; cm pequeno uniforme,

mente curva, de punho sem copo, guarda em S
gentos.

e

bainha de couro, hoje dada aos sar-

Pela estampa 173 se nota que. no
cretos ns. 1.834 e 1.903
metallica.
(

mesmo

anno, o plano

Eoi

alterado pelos detal

Y. Doe. Gal.).

Um

pennacho tomou o logar da

pêra
as

Era verde e amarello para os generaes.

Trocaram-se

por

botinas

meias botas.

A estampa

174 affirma-nos que,
d..

em

[895, as polainas são da cõr da

sobrecasaca, o que lembra os bombeiros

Para. que tinham polainas da cõr do
os pennachos de cores nacionaes.

dólman, vermelhas!!!

Os generaes abandonam

Supprimem

se as calcas

bombachas, que o habito, no emtanto, manteve ainda por

IWOS.

monarchia da officialidade são outros, diversos dos da

Hm

iSi((>.

troca S€

cin

1883

zcnto escuro das túnicas da in
íantaria
pelo

azul Eerrete
\

lampa

[76).

campanha de
do

Canudos, pouco depois, aponta
graves
defeitos
\

farda

Coronel

T.

Coronel

Major

mento em voga.

estampa 176

mostra-nos nessa luta como

usavam vestuários

á

gaúcha

sertaneja, aspectos flagrantes do

soldado brasileiro naquelles as

Capitão

Alferes

peros sertões.

Datam
cetes

de

[903 OS capa-

coloniaes

brancos empen

As estampas de 177 a geral. nachados e o dólman para todas as armas, de modo Desappareceram os bordados no recém á vista as fardas desse período.
peito dos generaes.
.

m,a

.

As polaiExperimenta-se, pela primeira vez. o brim kaki. favoravelmente em nobras repercutem ,.;„,
,

tiz.

A mocidade
Na estampa

enverga,
187,

com grande enthusiasmo,

a

farda de volunPelo de-

ecial.

damos

os uniformes então adoptados.

soffre o Exercito
,,

uma

remodelação completa, da qual data
Foi
<

lni

ralução

que

o

trouxe á sua efficiencia actual.

de nossa indumentária, parando decreto fonte de nova transformação, paramelhor, vez mais. ntuava desde o fim da guerra do Paraguay cada batalhões que grandes unidades, acabando com os exiguos
-

vinh

jencia,

dando nos os regimenl

batalhões ou de três grupos,

Extinguio os chamados cor que lembram, de alguma forma, os do Brasil Reino. compostos dos estados maiores de artilharia, de m de 1823. Restabeleceu a arma de caçadores, supprimida

em

|

licional

no

paiz.

Por essa reforma, o Exercito passou a possuir 45
a
ft
.

de imantaria, numerados de
,

grupados aos b

guindo, na-

em

.5

regimentos;

12 batalhões, de três

companhias, nu-

71

11

Kl „ radosde

.'

i<

a

o

57

;

com
,1».

três secções

cada

companhias isoladas de caçadores, cinco de metralhador regimei uma, e [2 secções de metralhadoras a mais; nove
[3

cavallaria divisionários,

com quatro esquadrões cada um, numerados mesmos esquadrões,
•-'

de

1

a
'

três independentes,

com

os

de [o° a [2

o
,

e cinco independei

de dois esquadrões, de
a anilharia

13" a 17":

pelotões de estafetas e cinco esquadrões de trem;
três

com cine regimentos montados de

grupos de

três baterias

cada um,

grupos a cavallo de três baterias cinco baterias de obuseiros de quatro peças, três de posição de seis batecada qual, dois montados da mesma Eorça, três batalhões de muduas 1, aterias, seis independentes, cinco parques e í8 columnas seis
rias,

de

nição; emfim, a engenharia

com cine batalhões Do plano de uniformes que acompanhou

e

mais ,7 pelotões de

especialií

essa

reforma

fundamental

(de-

usa. creto n. 7.201, de 1908) se originam os que hoje o Exercito

É

curioso notar

que, na nossa tropa, ha duas evoluções de

fardamento, perfeitamente distinctas.

A

histórica, coherente, lógica,
e

no reinado de D. João VI
França,

inconfundivelmente nacional, tradicionalista, nascida morta pelo reinado da calça encarnada, mal copiada da

em

1894.

A

outra, moderna, absolutamente
feita de cópias

sem base no

espirito nacional,

mais ou menos esdrúxula,

do estrangeiro —

calças Erancezas, laço.

boné americano, capote das mangas húngaros de origem e italianos de estylisação, de alamares de cadarço allemão. capacetes prussianos ou coloniaes inglezes, dolmans que veio á luz depois de 1896. Da invenção de [894, somente
portuguezes, etc,
se

conservou a peior

— a calça garance.

Da

velha tradiçã,

1

militar brasileira muito

pouco resta

— o pennacho negro em certos

corpos de artilharia, os vivos brancos

borlas do. fiadores de grande da cavallaria. as dragonas de escamas em relevo, as metal como o castello e a esphera artnillar, quasi nada! gala. alguns distinctivos de Das estampas numeradas de 188 a 198. representamos as fardas desse período, tanto
tiro,

que

linhas de do Kxercito activo, como dos voluntários de manobras e das Na estampa i<)«). temos um soldado, com Brasil. enxamearam por todo o

o equipamento moderno, e o laço húngaro

como

distinctivo especial dos officiâes

interno; os novos combatentes; na 200, o uniforme de algodão mescla, para serviço militar, bem como a farda de ceremonia grandes uniformes do collegio e da escola

dos officiâes generaes.
traje de

Xa

201, surge o capote tudesco esverdeado; na

mj.

o

campanha.

Xa

203, vè-se

como

se fez

a do Contestado

e

que das calças de

gala a

lista

dourada desappareceu.
11a

Na
-'05,

204, amostra-se, pela primeira vez. o boné
inglez.

americano, hoje de USO geral;

o equipamento

de

lona.

systema

Mills.

\

207 regista

uma

tristíssima nota:

cm grande

gala, na

parada de

7 de se

pennacho, o que somente la tembrode 1917, o boné americano de capa bronca e indumentária militar poderia permhtir, mais profunda e lamentável ignorância «la tradições, ao mais corriqueiro sentimento poia vae de encontro a todas as regras e No mesmo «lia. cm própria forma da cobertura cm questão. «la formava de calças encarnadas e perneiras «!«• couro

pau 0i
j

,,

rfores
«las

|

farda kaki.

em

logar

pohúnas brancas regulamentares.

Durante a guerra européa, nossos officiaes,
usaram, por
tolerância, calções e

em commissão no
o

estrangeiro,

a blusa de flanella kaki. tendo esta a gola deitada,

ravata.

V influencia da guerra

sobre

nosso

fardamento
e

não

ficou somente nisso.

Delia decorreu o uniforme dos nossos aviadores
rios

soldados

para os officiaes

em campanha

e

o talabarte

serviço ou

egundo
o
,

a

estampa 207
<>

lecreton. 12.739.de [917, alterou

plano de organisação de

[908, sup-

prinrindoos 13
sor de caçador»

14 'e

a

15
-

regimentos de infantaria, cujos batalhões
21

passaram a

formaram, assim.

unidades, numeradas de 37" a S7°-

Aboliram
o nunien- de

c,m

I

ellas independentes de metralhadoras, augmentando-se com companhias de estabeleci«luas Crearam-se »anhias para 10.

mento.

A

cavallaria ficou

cm

i? regimentos c

cine corpos de trem:
três

a artilharia

com

10 regimentos montados, de
três

r

a ro°,

de dois grupos de

baterias cada

um, com

da mesma força grupos a cavalk) de «luas baterias, dois de montanha

e cinco idênticos de obuseiros.

Os

batalhões de artilharia de posição

formaram
cinco hata-

cinco districtos de artilharia de costa,
l

V engenharia

dividio-se

em

hl

-„

im batalhão e

uma companhia

de ferroviários.
\

Em

novas modificações. 1919, pelo decreto n. 3.916,

melhor

é

a distri-

nação. buição de tropa por todo o território da

Restabelece se

uma

«las

mais

ar-

raigadas tradições da vida militar brasileira especial tombem, \ cavallaria independente toma numeração ração independente.

batamões de caçadores com nume-

lembrando os antigos caçadores

meros próprios
a

(

>s

\ «visionaria continua com seus nu a cavaHo. deixam batalhões componentes dos regimentos de infantaria

numeração seguida
I.

e

são numerados dentrode cada regimento.
II

unidades tem seus

e

III

batalho
in.liscutivel
I

Ees

Cada uma d perderem-* os números
pratica,

da arma. trouxe

vantagem
«

Esses regimen.V.

»am

a ser 12,

COffl

esta discriminação

-

.

na Yilla Militar;

cm Xi

ctheroy
S.

e

depois na Praia Vermelha;
5".

4'.

dois batalhões

em Araraquara
6°,

e

um em
10",

Carlos;
7",

dividido do

mesmo modo
8°,

entre Pirassununga e Araras:
«/.

em CaçaJoão

pava;

em Santa Maria;
como o
o

em Cruz Alta;

na cidade do Rio Grande;
[I
o
,

repartido,

5

,

entre Juiz de
12°,

Fora e Cataguazes;
e

idem.

entre

S.

d'El-Rey e Queluz, e
dos caçadores: r,
7
'.

entre Bello Horizonte

Para
Paulo;

(Minas).
5°,

Eis a parada
6',

_•"

e 3°.

Rio de Janeiro;
,

4".

S.

Lorena;

ípamery;

Porto Alegre; 8
o
,

o
,

S.

Leopoldo; 9
14",

Pelotas;

io°,

Ponte Nova; u°, Diamantina:
Curityba;
21°,
16°,

12

Curvello;
[8
o
,

13". Joinville:

Florianópolis;
19".

15".

Cuyabá;
o
,

17'.

Corumbá;
hyba;
23°,

Campo Grande;
o
,

Bahia:
o
,

20°,

Maceió;
26°,

Recife; 22
e _7'
J
.

Para-'

Fortaleza; 24

S.

Luiz; 25

Therezina;

Belém,

Manáos.

dos seus As 22 companhias de metralhadoras foram espalhadas, na ordem natural
Nictheroy, números, por estas localidades: Deodoro, Villa Militar. S. Christovão, Alta. Porto AlePirassununga, Rio Claro, Jacarehy, S. Paulo, Santa Cruz, Cruz
gre, Caxias, Juiz de Fora. P.arhacena.

Ouro

Preto. Bello Horizonte, Ponta Gr.

cinco regimentos de Blumenau, Aracaju, Natal, Campo Grande e Corumbá. Os ordem, no Rio, Pirassununga, Rosário, Rio cavallaria são escalonados, na mesma

Verde

e

Guarapuava

(depois,

em Castro)

;

os

1 1

independentes

em Santo
Bagé.

Angelo,

S. Borja, S. Luiz, Itaqui,

Uruguayana, Ouarahim,

Sant'Anna.

Jaguarão,

Os corpos de trem ficam, seguindo seus números, na Os e Guarapuava. Villa Militar, em Pindamonhangaba, Margem, Juiz de Fora Os regimentos de artilharia Alegrete e Bagé. de artilharia a cavallo em S. Luiz,
Relia Vista e

Ponta Poran.

na Villa Militar,

em Santa

Cruz, Campinas. Itú, S. Gabriel, Cruz Alta, Oliveira.
e

Pouso Alegre, Curityba, Ponta Grossa
ros

Campo Grande.
S. Gabriel.

Os grupos de
Pouso Alto

obusei-

em

S.

Christovão (Rio). Jundiahy. Rio Pardo. Uberaba e Castro.

Os grupos
e

montados em Cascadura (Campinho), Jundiahy.

Valença.

A

guarnições e fortes: os artilharia de costa convenientemente repartida por estas

grupos,

em Santa

em Copacabana,
engenharia,

Cruz, S. João, Itaipús, Óbidos e Coimbra: as baterias isoladas. ParaVigia, Leme, Lage, S. Luiz. Imbuhy, Marechal Hermes.
S.

naguá, Marechal Luz, Marechal Moura.

Salvador

e

Recite.

Os

batalhões de

também por ordem, na

Villa

Militar,

em

S. Paulo. Alegrete. Ita.iubá.

União da Victoria e Aquidauana; o batalhão
nhia ferroviária
por organisar.

Eerroviario

em Cacequi

e

a

compaficaram

em Deodoro, no Rio

de Janeiro.

Muitos desses corpos

O

referido decreto alterou a divisão territorial militar e a

orgam-

lo

Exercito, creando muitos serviços novos.
235, de 3> de

Após

essa remo-

dezembro de

[921.
5'

dle,

hou
1

untes alterações: na infantaria, o

regimento passou

tcicaba, o
illa

batalhão de caçadores ficou

Militar,

mais mantiveram-se
1

em Nictheroy, o - em Petrópolis, 7* em Pouso Alegre, o 9 em Caxias, o 10° em Ouro Prel o 28' em nas paradas anteriores; organisaram-se mais o
Natal.

Continuaram como dantes

as

companhias de metra-

Ihad,

1

r três batalhões de infantaria montada, o

em

[taqui, o

-•"

S Christovam

e a 2*
1

em S. Gabriel; duas companhias de estabelecimento, a 1" em em Porto Alegre. Na cavallaria, passou se o 3" regimento diabolindo os guarão, collocou-se definitivamente o 5 em Castro;
augmentou
;

trem,
1

se o

numero dos regimentos de
1"

cavallaria indepen-

,,ara

1

5

mudaram-se as paradas dos seguintes:

para

Santiago do

Boqueirão, 4

para Santo Angelo,
5

para

Alegrete, 8°
12°,

para Quarahim, 9 para
14.

Gabriel; deran
Yilla Militar: o
i.V

estas guarnições:

Bagé;

"

Pedrito;

15°,

ficou por organisar.

A

engenharia soffreu pouca alteração: o

ssou para Cacequi, o 5" para Curityba

eo

ferroviário para S. Pedro.

A reforma

da artilharia

foi

muito mais importante
montada, o
o
5"
1"

Esta arma ficou assim or-'"

[O regimentos de artilharia

na Yilla Militar, o
o 6'

em Santa
Alta,

cm

Juiz

em Campinas, o 4" em de hV.ra. o 8° em Pouso
hoeira, o 4'

Itú.

Alegre,

em Santa Maria, o 9' em Curityba e em
S.

em Cru/ em

o [o°

Rio Negro;
S.

mentos de artilharia pesada, o

1"

Christovam, o
o

S em

Paulo, o

7°em em Uberaba, o 5' em Poma Grossa, 06 em Anchieta, d mixta em artilharia Ipanema e o 8* na Margem do Taquary; um regimento de grupos de montanha, o 1' no Carapinho, o t em Jundiahy, Campo Grande; cinco grupos a cavallo, Montenegro, o 4' em Mivdra e o 5 em Guarapuava; seis em Santo Angelo ,.. B Uruguayana, o 3 em Bagé, o m
I

\

em SanfAnna do l.ivramcnmiou na mesma
situação.

-

S.

Gabriel.

\

artilharia de COSta COnti

uma companhia de

carros de assalto na

especiaes: Ficou sendo esta a distribuição das tropas aviação Villa Militar, uma companhia de

ultimo local. Mfonsos; cinco esquadrilhas de observação, a i" nesse |, " n " ,li 3' em Santa Maria, a 4* em Juiz de Fora e a 5' »" ulo, a

Uni

primeiras squadrilhas de caça e três de bombardeio, as

em

Alegrete,

em

S. Paulo e as terceiras na

margem do Taquary.

75

Por ella, se vê o Nossa estampa 208 tem a mesma data do decreto anterior. branco, com divisas douIluVii equipamento dos offickes e da cavallaria, o uniforme da arsargentos, em passeio, e o Eardamento e equipamento especiaes radas, para os
1" uniforme dos generaes Eoi substi209 representa o anuo de 1920: O alsobrecasaca e do chape., armado, nas formaturas; capacete íim da tuído pelo 2 ferro de escola militar, envernizado de branco, com um lemão na grande gala da os dourado para os infantes e pennacho cahido, de crinas, todo alvo, para

tilharia.

A

o

;

machado

cavalleiros.

Em

de luvas brancas, de de talins

cavallaria da escola formou [921, escoltando o rei dos Belgas, a como as cavallarias pesadas ou de linha da Europa, canhão,

e talabartes

brancos, sem canana.

Nos braços dos alumnos, pequenos

ân-

antiga estrella de cadete gulos de galão dourado, indicando os annos do curso sob a

(estampa 210).

Na mesma,

os aviadores,

com uniformes
parada
de
7
:

e

emblemas
setembro

especiaes.

Na

211, figuram as modificações vistas na

de

de

[921.

A

2]

guarnição tem capacete protector

i-A regista as novidades oriundas da guerra eurupea nas perna-, e perneiras de panno, tiras de enrolar

carros de assalto, cuja

as "puttees" inglezas, vindas da índia.
traz o

Um

alumno do

collegio militar

do Ceará
o

uniforme branco de passeio, com platinas castanhas, e um de outra macaçadores do Para. a bandeirola, flammula ou guião de companhia,
soldado do 26 de

neira que a regulamentar.
exércitos.

Um

desses idiotismos

militares

que ha em todos os

Ainda como derradeiras innovações nos nossos costumes militares, trafeltro, hindo a crescente influencia yankee, apparecem os chapéos de campanha, de outros acastanhados: apparecem mais as "pelérines" azues, com uns esverdeados,
tiras de

cruzar sobre o peito,

em

uso na guarnição de S. Paulo e

em

outras, espora-

dicamente.

Por fim, devemos

registar a túnica azul celeste do collegio militar e a

folha prateada de acantho,

em meia

gola preta, dos intendentes, obra esta ultima

da influencia da missão Eranceza, ambas adoptadas após a feitura destes desenhos.

CAPITULO

VIII

Séculos XIX e XX

— Da

Regência á Republica

—A

Guarda Nacional

A
blica, foi

guarda nacional, creada pela Regência

e

ultimamente abolida pela repu-

uma

instituição que, exceptuando seus derradeiros

annos de decadência,

prestou relevantíssimos serviços ao paiz

como reserva do

Exercito.

Tomou

parte

em

intestinas todas as guerras internas e externas do império e nas primeiras lutas

da republica.
decreto
n.

Quando rebentou a guerra do Paraguay,
ou substituíram os corpos de

o governo mobilisou, pelo

para o 3.383, 14.796 guardas nacionaes. que seguiram

campo de operaguarnição nas

ções, policiaram os sertões

policia e de

capitães das províncias, assegurando a

manutenção da ordem.

Nessa occasião, só

o Rio Grande do Sul levantou 43.500 homens, dos quaes 29.200
luta,

tomaram

parte na

a maioria compondo os qua-

dros dos celebres corpos provisórios de cavallaria

da guarda nacio-

1851

nal e da divisão do general

An-

drade

Neves!

Para

a

mesma

campanha, partiram, directamente,
guardas nacionaes do Amazonas,
Bahia, Ceará, Minas, Alagoas,

Pa

rahyba, Rio de Janeiro e S. Paulo.

Após sua
a guarda

creação,

em

1831,

nacional
sul,

fortemente se

bateu no

em

1842, sob as orFIG

C/?a/?as
22

dens de Caxias, e foi reorganisada

em

1851.

Sempre

se collocou ao

lado do

Exercito, cabendo-lhe, nas

formaturas,

o

logar

de

honra.

Ajudou

as

tropas de linha

em

todas as grandes emergências

históricas.

Em

[893,

auxiliou,

valentemente, o governo legal contra os revoltosos, tanto na defesa do Rio

como

nos pampas sulinos (fig.

--)

;

timamente, a politicalha

governava suas nomeações de
ficiaes,

campeava
li
i

a

desmoraU

ção

de suas patentes

— fonte de renda para o governo,
e

outras causas mais apressaram
Foi

sua lamentável decadência.

transformada em

_" linha, e

a na-

espera que, assim, mantenha
gloriosas

tradições

de

sua

longa

\i<la.

\s ultimas

estampas desta

obra são exclusivamente dedica
das ans sins uniformes.
os

Na

212,

primeiros

que

usaram,

em

1831, na Corte, os seus primeiros

corpos, tirados de

uma gravura
S.

do Archivo Publico de
1

Paulo

Y.

Doe

Gal.

1.

Em

[840, o te-

nente Costa Araújo offereceu ao

imperador

um álbum

contendo

magnifica collecção de uniformes
para essa milícia, que está na Bi
bliotheca
Gal.
).

Nacional

l\

.

Doe.

Nelle existem, ao lado de

fardamentos

verdadeiros,

algu-

mas

vistosas fantasias, denuncia

Projecto de

d. .tas

uniformes para

do opulento gosto contem(fig. 23).

porâneo

Na estampa

a

G.A/acional

por
J/.M.da Costa /Ira ajo
í]

213, aproveitamos algumas figuras exactas desse documento: o

sargento

e

<>

tambor

unir.

/840
FIG
2J

Em

1831, OS distinctivo

jvi

dos officiaes da guarda nacional

V)

nota curiosa
para officiaes:

— na
),

gola,

lembram o systema allemão para sargentos
estrella,
e

e

austríaco

alferes,

uma

e tenente, duas; capitão,

uma

esphera; sar-

gento

mór

(

major

uma

esphera

uma

estrella; tenente-coronel, «luas espheras;

coronel chefe de legião, três estrellas, c coronel
trellas e

commandante

superior, duas esj).

uma

esphera (fig. J
a

CopÍOU-se

farda

de

coronel,

Coronel Chefe

de

Leçriao
553

constante da estampa 213, do retrato do

barão de Sabará

1

V. Doe. Cal.).

A
(

citada

organisação
á

de

1S5:

deu novos uniformes
)

guarda nacional.

decreto respectivo sahio a lume acom-

panhado de lithographias explicativa-,
que se encontram no Archivo Nacional as quaes serviram para a V. Doe. ial.
(

(

)

,

Capitão
Alferes*
1

composição das estampas 214 a 217. Esses brilhantes

fardamentos foram usados
e delles

muito tempo
vestígios.

não são raros os

Muitos colleccionadores de ve-

Cabo ~\braço $"& Furriel] direito
iig

W

\

lhas coisas

possuem peças dos mesmos,
e

m

como barretinas

armas (V. Doe. Gal.)

corpo., segundo se (S58 a [865, Eizeram-se varias alterações em alguns [" regimento de cavallaria da Corte o Deu se ao sabe pelos decretos da época. uniforme que se vê na estampa 2l8.

De

Nella

também

se

notam as armas

imperiaes
deiros, o

no avental dos machaque era peculiar
á

guarda
con-

nacional.

Uma
de

caricatura

temporânea

Biard

(V.

Doe.

indumentária Gal.) confirma a linha geral dessa imponente
(fig. 25).

Na estampa
phia sobre o

2l8, acha-se

um

soldado equipado de accordo

com uma Hthogra1

Instituto de infantaria da guarda nacional, existente no

íistorico

I

\

.

ia

descripções doa corpos de cavallaria da
I

rqueira (V.

Doe

Gal.).

mesma guarda, feitas pelo documentam a estampa 219. S6esses
uni-

mcnt(

campanha do Paraguay, foram geralmente modificados

modelo para os dos .las províncias, formes, servindo o .las unidades da Corte, de endio usaram se diversos piai mente á proclamação da republica, quando não se- «laxam á guarda de difficil identificação,
ariados,
tl al

velhas

fardas e capacetes

«1-

Exercito, já abolidos.

mpa
.

220. alguns fardamentos
o .1- cavalWros,
....

em uso de 1890 a
As
calças

1897,

t

ntI

,

revolta de 1893 c
,,„iuam.

sul.

bomba-

Ainda na campanha de Canudos andou temunham photographias .1.. Instituto Histórico .1.. Pará
laria
<l'alli.

cm dias. segundo tesa Doe. Gal.), a cavai
221
a

Os
_•'

últimos figurinos da guarda nacional

estão

nas estampas

223,

derradeira sendo que os dois últimos personagens da
linha.

vestem

a

farda

actual

da

^Erai^ '^

II

PARTE
geral

documentação

da obra

BIBLIOGRAPHIA

Memorias do Reino do Brasil Padre Luiz Gonsalves dos Santos Historia do Exercito Português. Christovam Ayres de Magalhães Sepúlveda Historia do Brasil. Armitage History of Bracil. Southey Voyage dans la parlie septentrionale du Brésil. Henry Koster Castrioto Lusitano. Frei Raphael de Jesus Historia do Brasil. Rocha Pombo D. Pedro e a Marquesa de Santos. A. Rangel D. João VI no Brasil. Oliveira Lima Historia Militar do Brasil. D. José Mirales

— —

— —

— —

C. Schilichthorst

— Quadros Alternados. — Rio de Janeiro wie es Abdias Neves — A Guerra do Fidié. Taunay — A Retirada da Laguna. Braga Ribeiro — Ephcmcrides Paraenses (inédito B. de Mendonça — Datas. Mello Moraes — O Brasil Histórico. Tradições. Mello Moraes — Festas Gustavo Barroso — Tradições Militares. Palavras. Gustavo Barroso — Idéas General Dionysio de Cerqueira — Reminiscências da Campanha do Paraguay. Eduardo Moraes — Soldados Portugueses. F. Biard — Deux Années au Brésil. Baptista Debret — Obra completa existente na Bibliotheca Nacional.
Bosche
ist.

e

e

J.

Folheto publicado no Centenário do

regimento de cavallaria.
21
e

Annaes do Archivo Publico.
Revista do Instituto Histórico e Geographico Brasileiro, volumes ns. Vérillon Les Trophées de la France.
36.

P. Lacroix

Lucien Vallet

Henri

— Vie Militaire. — Croquis de Bouchot — UEpopée

Cavalerie.

du Costume

Militaire.

.

A. Daily
Julian
ilr

— Lo
Ourr.ii

— Los

Grannáfros a Cobalto.

DOCUMENTOS
|

dO

r
b

regimento de milio.»

,1c

S.

Paul,,

-

Arcbivo

Publico d'«lli

A Gucrino dos Santos
.

— Idem,
Ur. XXXII. 1729-1734
ti.

Publico de Bette Horòonte:

96,

e

Ur.

Wl.

1715-174
I.eis

do governo DOItU|
<lc

Carta Regia de 14

Janeiro

<le

1775.

Carta Regia de 30 de Outubro Lei de 28 de Maio de 1806.

ile

1810.

Decreto de 29 de Março

<lc

1810.

Leis do governo brasil)

Decreto

«Ir

1

de Dezembro de 1822.
<1

Decreto de

8 de Janeiro

1823.

Decreto de 18 de Janeiro de 1823. Decreto de 7 de Outubro de Decreto de 1 de Dezembro de 1824.
I

Decreto de 30 de Junho de 1 Decreto de 14 de Maio il Decreto de 4 de Maio de Decreto de 18 de Agosto de Decreto de 22 de Fevereiro Decreto de 25 de Abril dl
Decreto de
.

-

1

dl

7 de

Agosto de

1852.

de 8 de Abril <le 1858. Decreto de 28 de Fevereiro de

1Sí*>.

Decreto de 28 de Novembro de 1889. Decreto de 28 de Agosto de Decreto de 11 de Junho de 1894. Decreto de 17 de Setembro de 1917.
1

Decreto de 11 de Dezembro de 1919. Decreto de 31 de Dezembro de 1921.

ICONOGRAPHIA

O
A A

Grito do

Batalha de

Ypiranga- Quadro de Pedro Américo DO Museu de .erra. Campo Grande — Idem no Mil
.

S.

Paulo.

Batalha de Avahy

— Idem

na Escola Nacional

<!c

Bellas Artes

No
a)

Archivo Nacional
ena;
.miforn.es do Brás:
-,\ III.

Collecção de figurinos militares de

b)

Manuscripto sem data

e

sem

titulo

com

em

cores.

;

:

;

:

:

:

83
Vários figurinos avulsos sem data e sem títulos; Lithographias de figurinos militarei para 188.3; Álbum dos uniformes do Exercite em 1894i por Mucha.

c)

d)
i)

Na
a)
b)
c)

Bibliotheca

Nacional

.h
,i
f)

1786, figurinos coloridos por J. Corrêa Rangel; Guarnição do Rio de Janeiro por A. Parreiras; Estampas de uniformes copiadas na Torre do Toml CoUecção de Desenhos de Luiz Pedro Lecôr. Plínio de uniformes dn Guarda Nacional por José Maria da Costa Araújo; cm 1800; Manuscripto com instrucções, ordens e figurinos sobre as tropas do Rio de Janeiro FranDesenhos e photographias das operações no Paraguay, contidos nos volumes da lUuttrqtion
i

(oise de 1866 a 1870;

g) h)
i)

Padrões de Uniformes Estampas de Rugendas

— 1846,
;

por C. K.

1'.

(1—9—1—30):

Lithographias de Sisson

;

j)

Estampas de Debret, coloridas

e

em

n<

k)

Álbum

de figurinos militares de 1866.

No
a) b)
c)

Instituto Histórico e Geographico Brasileiro:

Lithographia da batalha dos Santos Logares, 1852; Paraguay; Idem da partida do I o batalhão de infantaria da Guarda Nacional para a guerra do
Collecção de "croquis" de Béranger.

No
a) b)

Instituto Histórico de

Pernambuco:
1824.

Estampa de 1824; Aquarclla da passagem da ponte dos Afogados em

No

Archivo Publico de

S.

Paulo:

António de Souza Botelho, Figurinos militares de 1765, mandados pintar pelo Capitão General D. Luiz

morgado de Matheus.

No No

Archivo Publico do Pará

Collecção de figurinos militares.
Instituto Histórico do Pará:
militares.

Collecção de phol

Retratos
a) b)
c)

d)
e)
f)

do brigadeiro Montenegro, estampa da Bibliotheca Nacional; de Manoel de Carvalho Paes de Andrade; do marechal I. Christovam Sisson, ambos no Instituto Histórico de Pernambuco do coronel Feliciano Falcão, na collecção do professor Amaral, no Maranhão; do coronel António da Silva Paranhos, na Santa Casa da Bahia (1817)
;

do Visconde de Taunay;

g)
S. Paulo,

do Conde de Escragnolle, ambos pertencentes ao
Dr. Escragnolle

illustre director

do Museu do Ypiranga,

em

Taunay

do general S. P. Pinto da Fonseca, propriedade particular; do general Argollo, no Ministério da Guerra; do tenente-coronel Josí de Carvalho, na Santa Casa do Maranhão; j) k) do commandante do antigo 42° de caçadores, no Instituto Histórico da Bahia; do coronel F. Ie.n.icio de Queiroz, no Museu Paulista; 1) m) do Barão de Tietê, major de ordenanças da cidade de S. Paulo, pertencente ao
h)
i)

Sr.

Xlanoíl

Dias da Silva

Bário
o)
P
->

'"' S:,,>ari
i!

:

do
do dg
Vlltar,

rietkdc particular;

rm
í.cios

q)

'*.
»)

do
ilcjot

,,,,

[nctituto

iphieo
Paris,

Brasileira,

Pilntiii

eom uniformei portagneKi

c

bruildroi cm algumai asai

ant. K a<

-Ir

s.

Lufa do

Maranliio.

PEÇAS DE INDUMENTÁRIA
Mo
.1.

Fardeta* d» Guarda Nacional. DO

'

Fortaleza.

Kar

.,

ide Aguiar, no Museu do Ypiranga,
a cavallo. pertencente a

Idem de caçadora Idem do» celebre*

VYashl

Ko,lri K ..es,

em

S

Paulo.

BMã.

cheiro do pec

*• Silva, no

Ui...

Barretina da Guarda Nacion.it. no Museu Paulista, Mem da coflecção do coronel Kingclhofcr. em S. Paulo.

Idem da collccçâo do pintor Pedro Alexandrino. 1* modelo, no Archivo Nacional. Capacete da Imperial Guarda de Honra, Idem da collecção do Sr. J. J. Raposo, em S. Paulo. Sabarâ. Idem e espada, objecto, que pertenceram ao Bário de
e

T

modelo,

em poder do
I"

.:„,„„, Dr. Guilherme
modelo,

Hilário de Menezes espada, que pertenceram ao coronel João

Drmnmond,

em

la família Salvador de Mendonça. Dr. Simocns da Silva. E«pada da referida guarda, na collecçáo do

fiadores

PARTE
índice

geral

das estampas

I

— TEMPOS

COLON1AES

ESTAMPA

N.

;.

;

|sT\*P*

N.

S— Rio

de Janeiro. 1767:

mento de Infamaria dn Rio;
i ,

ii,.

mesmo regimento pret do mesmo;

,h
i

Tambor do mesma

vt^pv v

-

Rio dc Janeiro

mento
do

de

Infantaria

do

Rio;

mesmo regimento;

i

RàWâ

II

B

Graade do

Sul.

Imantaria;
b)
Artilharia;
artilharia.

I-MMP*

N.

II

— Rio

Grande do

Sul.

Regimento
,,,

d

" dc Cavallaria; Soldado de Infantaria;
,
i

d)

Official

.li-

Iragoes Cavallaria Auxiliar.
:

Tambor

I-T\»M'\

Y

12

— Capitanias,

1767:
Cavallaria
lo
na

Ligeira de Vianna;
Ilha de Santa

Regimento da

Cathanna;

regimenta

d)
e)

Soldado do Regimento de Praça da Colónia; Tambor do mesmo regimento.

I-T\*PA

N.

II

— Rio

de Janeiro, 1786:
a) b) dl
e)

Moura; Official do Regimento de Infantaria dc Bragança; Official do KeRimento de Infantaria de
lo

Estremós; Official do Regimento dc Infantaria de
Soldado do mesmo regimento.

do mesmo regimento;

t-T\MI'\

Y

14

— Rio

de Janeiro, 1786:

Cuarda dos Vicc-Reis: Soldado em pequeno uniforme;
1,1
Iil,

ni

:

Soldado
i

em grande uniforme;
,in

d)
(

pequeno uniforme; Idem: Official cm grande uniforme.

-T \*

Intereses relacionados

\

V

15

Rio de Janeiro. 1786:
a) b)
,|
|

Rio de Janeiro; Official do 1" Regimento de Infantaria do Rio de Janeiro; Official do 2" Regimento de Infantaria do Rio dc Janeiro; ato de Artilharia do tanto.

r

-T \MI>\ s.

16

H

de Janeiro. 1786:
luxiliar da Candelária;

Vixiliar dc Santa Rita;
,|
i

Praça de pret

<Io

m
ixiliar

dc S. José,

|sT\MP\

V.

17

Rio de Jancim. 1786:
\uxiliar de S. José; \uxiliar de Tapacuri; \nxihar de S. Gonçalo.

:

;

;

87

ESTAMPA

N. 18

— Rio

de Janeiro, 1786:
a) b)
c)

Official do Terço Auxiliar dos PanlForros; Official do Terço Auxiliar dos Pretos Soldado do Terço Auxiliar de Cayallaria;
Official do Terço Auxiliar de Irajá; Official do Terço Auxiliar de Marapiá.

d)
c)

ESTAMPA

N. 19

— Rio

de Janeiro, 1786:
a) b)
c)

d)
e)

Official Official Official Official Official

do do do do do

Terço Auxiliar da Ilha Grande; Terço Auxiliar de Paraty; Terço Auxiliar de Inhomerim Terço Auxiliar de Macacú; Terço Auxiliar de Cabo Frio.
;

ESTAMPA

N. 20

— Rio

de Janeiro, 1786:
a)

Official de Ordenanças da Ilha Idem de Campos

Grandr

Idem de Magé Idem de Macacú.

ESTAMPA

N. 21

— Rio

de Janeiro, 1786

:

Official de

Ordenanças da Cidade;

Idem de Cabo Frio; Idem de Paraty.

ESTAMPA

N. 22

— Bahia,

1798:

Soldado do
Official do

o I

Regimento de Linha;

mesmo regimento;

Soldado do Official do mesmo regimento; Soldado do Regimento de Artilharia da Bahia.

Regimento de Linha;

ESTAMPA

N. 23

— Bahia,

1798:
Official do 1°

Regimento de Milícias, chamado de Úteis; chamado de Úteis; Soldado do 2° Regimento de Milicias, também o Henriques; Soldado do 5 Regimento de Milicias, chamado de Official da Companhia de Familiares; Companhia de Assalto. Official da

ESTAMPA

N. 24

— Rio

de Janeiro, 1800:
a) b)
c)
o de Linha; Soldado da Companhia de Granadeiros do I o Regimento de Linha; Soldado das Companhias de Fusileiros do o2 Regimento de Linha. Soldado da Companhia de Caçadores do 3 Regimento

ESTAMPA

N. 25

— Bahia, — Bahia,

1800:

a) b)

Official de

Caçadores; Soldado de Caçadores.

ESTAMPA

N. 26

1800:
a) h)
c)
o Regimento de Linha: Official; Idem: Soldado; Idem: Porta Machado; Idem: Tambor; Idem: Musico.
I

d)
e)

ESTAMPA

N. 27

— Pernambuco,

1800
a) b)
c)
o Soldado do I Regimento de Olinda; Official do Regimento dos Nobres; Soldado da Companhia de Familiares.

;

;

l»T,*p\

D

.'«

larahyb». 1804:
Miaria; Infantaria.

.-

tNlv^iH

V

I'

Capitania de S. Paulo, 1808:
liaiot

Maior;
,h.il de Campo; ncntc General.

|

,

I

M

kJaVfl


!

.mi

grande uniforme; jUCno uniforme; uniforme, para Conselho de Guerra; 2
Infantaria
<lc

esquadra

(Fasilein Infantaria (Caçadores).

BlTaTI

N. Jl

— Riu

de Jancir, a)
t>)

c) d)

Soldado de Cavallaria. grande uniforme; Idem, pequena uniforme; Soldado de Infantaria, grande uniforme; Soldado <lc Artilharia, grande uniforme; binaria a cavallo, grande gala.
.

I-T\MPA

N.

il—

Brasil, 1810 a 1815:

"!,,.

.1

Sacra 1-anulia

d)
e)

de Policia de Mananna, Minas, 1813; luperior das Milícias do Maranhão; Soldado do Regimento de Pretos Forros do Recife,

denominado

Kio Official do Regimento de Henriques ou de Pretos torros do de Janeiro.

l-MMPA

ti.

JJ

1"

Unha. 1816:
Fusileiros cm grande uniforme; Granadeiros em grande uniforme; nbor mor de Infantaria em grande uniforme; Musico de Infantaria em grande uniforme.
,

Ic

d)

IvliMP»

ti.

U—

Milícia*.

1816:

a)

Tenente de Caçadores cm grande gala; em grande gala; Machado de Infantaria cm grande gala; de Infantaria em grande gala.

|vT,MPA

N.

H—

Milícias,

1816:

mento de Caçadores Henriques em grande uniforme
ato; Milícias
2"

.

cm pequeno

uni forme.

Regimento de Cavallaria de Miliciai em grand.- uni-

forme.

^T*XP*

N.

M — Bra<il.

1H15
ra

da Infantaria Portugue/a DO Brasil;

•lerior

da

D

P

Regimento de

Ifiliciai

da Bahia.

;

:

80

ESTAMPA

N.

W — Exercito

Portuguez no Brasil, 1816:
a)

Marechal
m-ral.

cm grande uniforme;
idem
di
;

General, pequeno uniforme
.1,

Soldado
\ii,
i-

Caçadon

em grande uniforme;

e)

de Caçadores, idem.

ESTAMPA

N. JS

il,

1817 a 1821:

Soldado dos Batalhões
i

di

de Cavallaria de Milícias de Cuntyba; 1" Linha do do Regimento de Cavallaria de il do mesmo regimento.

d

ESTAMPA

N.

39

Brasil,

1821:

a)

i

i

,1)

Clarim de Artilharia a Cayallo, grande uniforme; igadeiro em pequeno uniforme; Official de Caçadores em pequeno uniforme; :n pequeno uniforme. Qffii

II

—PRIMEIRO IMPÉRIO

E

SEGUNDO

ESTAMPA

N. 40

— 1822

:

a) b)
c)

d)

de Caçadores em grande gala; Praça de pret, idem; o Soldado do I Regimento de Cavallaria; o Soldado do I Regimento de Milícias.
Official

ESTAMPA

N. 41

— 1823:
a) b) c)

d)

Tenente Coronel de Caçadores era grande gala; o gala; Soldado do I Batalhão de Caçadores em grande Coronel de Milícias de S. Paulo, idem; Major de Ordenanças, idem.

ESTAMPA

N.

42

— 1823:
Marechal do Exercito, grande uniforme; Marechal de Campo, idem; Tenente General, idem; Brigadeiro, idem Marechal de Campo, pequeno uniforme; Marechal do Exercito, idem.

ESTAMPA

N. 43

— 1823

:

a) lo
c)

Capitão do Estado Maior de 1" Classe, grande gala; Capitã,, de Engenheiros, grande gala; Capitão do Estado Maior de 1" Classe, segundo uniforme.

ESTAMPA

N. 44

— 1823:
a) IO
c)

Soldado de Artilharia

em grande uniforme; Pé em grande uniforme; Soldado de Granadeiros em grande gala:
a

Cavallo

Alferes de Artilharia a

d)

Alferes de Granadeiros, idem.

ESTAMPA

IS.

45—1824:
a) lo
ri

Major do

1" Regimento de Cavallaria de Milícias, grande gala; Pifano de Granadeiros, de fardeta; Praça de Cavallaria da Guarda Cívica de Diamantina; de Janeiro. iça de Infantaria da Guarda Civica do Rio

;

.

:

I

STAVPA

V

II

uniforme
li

in
iri.i

dc

Mil'-

de
si

Marinha.

i

IMPA

& n
idem;
1825
! in.

mi

deante;

BSTAMPA

V

II

:

'\

DE HONRA
nel
«Ir

Miliciu),

grande gala.

I

5TAMPA

N.

H

itrangeiros;
di

2"

Unha em pequeno

uniforme.

I

>TVMP\

N.

50
.i
i

Jagunço da

<".u<ir.i

da Independência;

mesma guerra
ida

içadores
I

Maior do Exercito cm pequeno uniforme.

5TAMPA

V

II

tilaria
lo

cie

Milícias

do Rio;

Batalhão de Caçadores «lo S. Paulo; do mesmo batalhlo cm pequeno uniforme.

1

nT\MP\

N.

52

— 1830:
a)

Marechal dc Campo, segundo uniforme;
ir.',

idem.

i-t\mpv

v

SJ

IMPERIAL GUARDA DE HONRA — 1831;
ai

Alferes rda

em Brande em grani

gala;

i

5TAMPA

V

s<

dhao de oft

Idadoí

cm

1831;

equeno uniforme.
i^tvmi'\

H H

CAÇADORES— 1845;
a)
c
)

Capitão
ente,

nu

gi

idem;

a

1

f

"do uniforme.

BSTAli

—1845:
iça
:n

de i>rct em grande uniforme; cm pequeno uniforme.

: ;

:

:

:

:

91

ESTAMPA

N.

W-GRANDE GALA DO

BATALHÃO DL PUSI LEIROS - 1845

Capitão Alferes Praças de prel Musico.

ESTAMPA

N.

58—1845:
a) Li

d

)

e)

Soldado de Artilharia a Pé, primeiro uniforme; Porta-Machado de Fusileiros, idem; iro em grande gala; Capitão do 5" de Fusileiros, segundo uniforme; mesmo corpo, grande uniforme. Tenente-I

ESTAMPA

N.

59—1845

a 1851: a)

c)

d)

Soldado de Artilharia a (.'avalio, primeiro uniforme; _'" Regimento de Cavallaria do Rio Graiv' uniforme; 1" k Cavallaria, grande gala; <.'ai>itfu. do Soldado do mesmo regimento, idem.
i

ESTAMPA

N. 60

— 1845

a 1851

:

a)
1>)

c)

d)

Tenente de Artífices, primeiro uniforme; Sargento de Fusileiros, segundo uniforme; Saldado do Deposito de Recrutas, idem; Soldado de Caçadores, idem.
de
1845 a 1850:

ESTAMPA

N.

61— ARTILHARIA A PÉ
a) b)

Musico do 2° Batalhão (1845); Musico do 4 o Batalhão (1850).

ESTAMPA

N. 62

— 1850:
a)
li)

c)

Musico do 2° Batalhão de Fusileiros, grande gala; Musico do mesmo corpo, idem: Musico da banda de pancadaria do mesmo, idem.

ESTAMPA

N.

63—1850:
a)
l>)

Musico do 11° Batalhão de Infantaria, primeiro uniforme; Musico do mesmo batalhão, segundo uniforme.

ESTAMPA

N. 64

— MÚSICOS — 1851:
.ii

Do 9o Batalhão de
I

Infantaria, grande uniforme;

hl
i
i

d)

Idem. pequeno uniforme; lo 1. de Infantaria, grande uniforme; Idem. pequeno uniforme.

ESTAMPA

N.

M — ESTADO

MAIOR GENERAL — 1852
a)
c) d
i

Marechal em grande gala; igadein idem Marechal de Campo, vogal de Conselho de Guerra. Marechal de Campo, segundo uniforme.
li
i,
:

2'

fala;

ESTAMPA

N. 66

— CORPOS

ESPECIAES — 1852
b)
c)

apitão de Engenheiros, grande gala: Major do Estado Maior de 1* Classe, grande gala; Tenente do mesmo corpo, segundo uniforme;
1

de Engenheiros, idem.

:

;

;

Hffttm N.M

HLHAR1A
.

\

CAVALLO

mdo uniforme;

BSTAMM

>•

M

BATALHÃO DE UtTILHAMA

\

Pf

grande uniforme

pequeno uniforme;
iniforme; lueno uniforme.

BSTAMM

R.

6Q

.

v

;

\KTI!.HAKI\
Praça
'!<
..

\

PI

i>r»-t.

idem;

gundo uniforme.

Ivtvmpvs.

;•

MIENTO DE CAVALLARIA

Penenl

gundo uniforme;
do uniforme.

i-tvmpk

v.

;i

4-

REGIMENTO DE CAVALLARIA — 18Í
em grande uniforme a em pequeno uniforme;
*

cavallo;

ronel, .idem

d)

Cabo, idem.

BSTAMM

li

7-'

V

BATALHÃO DE PUSILEIROS — 1852:
grande uniforme;
Uferes,
,|i
:

i«U-m

ido,

lueno uniforme; grande uniforme; pequeno uniforme.

IvUmpo.

;j

P BATALHÃO DE PUSILEIROS
Micros

cm

primeiro uniforme;

gundo;
lo

em

grandi

d)

Soldado de fardeta;
I

ESTAMPAR,

f4

BATALHÃO DE INFANTARIA.

m

grande egundo uniforme.

ESTAMPA

v n

,

HAODE<

'".

UX>1

il

)

grande unil .icnii uniforme; grande uniforme; Soldado, idem; ineno uniforme.

;

:

:

: :

93

ESTAMPA

N.

76-DEPOSITO DA CORTE-1852:
a)
I.
)

Capitão,
alferes,
\
1

primeiro

uniforme;
uniforme
;

idem

:

,i

1,

dl

Trará,
.

primeiro; segundo.

ESTAMPA

N.

77

— ARTÍFICES

1852:

b)

,

i

Capitão, grande gala; Alferes, idem; lueno uniforme; lidado, grande uniforme; Soldado, segundo uniforme.
Artilharia de Matto

ESTAMPA

N. 78

— CORrOS

E

COMPANHIAS FIXOS:
a)
lii
i

Grosso—

1852:

Capitão,
i

Tenente,
lapitão,

i

l

>

,

i

grande «.'da; idem; segundo uniforme Soldado, grande gala; egundo uniforme. Soldado,
:

ESTAMPA

N. 79

— CORPOS

K

COMPANHIAS FIXOS:
a)
li)

Cavallaria

— 1852

Capitão Alferes

c)

d)

de Minas Geraes) em grande unifo cm grande uniforme (Corpo de Minas Geraes; Soldado em grande uniforme (Corpo da Bahia); Sargento cm pequeno uniforme (Corpo da Bahia).

ESTAMPA

N. 80

— CORPOS

F.

COMPANHIAS FIXOS:
a) b)
c)

Caçadores

— 1852
; ;

d)
e)

Alferes, pequeno uniforme (S. Paulo) Tenente-Coronel, grande uniforme (Idem) Soldado, grande uniforme (Idem); Soldado, pequeno uniforme (Ceará); Soldado, grande uniforme (Idem).

ESTAMPA

N.

BI— 6° BATALHÃO DE INFANTARIA — 1854:
Tambores
e

Músicos.

ESTAMPA

N. 82

10"

BATALHÃO DE INFANTARIA — 1854
a) b)

Musico, primeiro uniforme; Musico, segundo.

ESTAMPA

N.

83

— BATALHÕES

DE ENGENHARIA — 1855
a) lo

Praça de

pret,

pequeno uniforme;

Cabo de Esquadra, idem.

ESTAMPA

N.

84-1"

BATALHÃO DE ARTILHARIA A PÉ — 1854:
.i
i

b

|

Musico, grande gala Musii o, uniforme commum.

ESTAMPA

N. 88

— ESCOLA

MILITAR:
i

lo

Uumno em Alumno em

1834
1856.

:

;

;

;

:

tstum
imfonne;

d)
,.,

Iden

idem

'

"""""

uniforme.

ESTAMPA

N

M

VRTILH

\K1.\

A

PI
, .

.111

Kr-<"'

;

idem;
!.

m

;

111

grande

|

ESTAMPA

II

H
em
lueno uniforme uniforme; grão pequeno uniforme
|i

.

mkmá

v

..,

tNHIAS TOCOS:
.
.

Artilharia

e

Cavallaria

- 18S6

ronde uniforme (Artilharia do Amai Idem) pequeno uniforme tdem lesmo uniforme grande uniforme (Cavallaria do Paraná); mesmo uniforme Idem I.
in
» < > t

ESTAMPA

II

<*

-8 BATALHÃO DE CAÇADORES
1

-1856:
.

a)
li)

c)
,i
i

Alferes em grande uniformi Alterei em pequeno uniforme; Soldado cm grande uniforme; Soldado em pequeno uniforme.

ESTAMPA

H.

M

STADO IIAIOK GENERAL— 1858:
.,i

Marecfa

l.i

em grande gala; Marechal de Campo em grande gala; undo uniforme
i .

d)

<>•

ral

de capote.

ESTAMPA

R. 13

í

MHEIROS

E ESI

KDO MAIOR — 1858:
igenheiros, grande tado Maior de 1* Classe, idem;

:

Maior de de Engenheiros, idem.

1"

Classe,

segundo uniforme;

ESTAMPA

v N

M DE
c)
PI

1858:

i

forme; uniforme;

idem.

}»uwk

N.

N
•n

em grande

unil

uniforme, na

mesma

data.

)

;

:

:

;

95

ESTAMPA

N.

M — ARTILHARIA

A
;l

l'f:

— 1858:
gundo uniforme; Tambor, primeiro uniforme;
i

)

lo

Mór, idem.

ESTAMPA

N.

M — ARTILHARIA

A

CAVALLO
Kl

1858:
;

a)

Alferes, grande gala
,

l

.1

1

Sargento, segundo uniforme; ande gala Id. ih. segundo uniforme.
i ;

i

;

ESTAMPA

N.

97-1" REGIMENTO DE CAVALLARI A
a) b)
c
il
i
i

— 18S8
uniforme

(

apitão, primeiro

Soldado, idem; Cabo, segundo unit' Clarim, primeiro uniforme.

ESTAMPA

N. 98

-

1"

BATALHÃO DE FUSILEIROS — 1858:
a)
i

c)
<1

Alferes, grande uniforme; Tenente, pequeno uniforme; Praça, grande uniforme; Idem. pequeno.

ESTAMPA

N. 99

1

BATALHÃO DE FUSILEIROS — 1858:
a)
li)

c)

d)

Porta-Machado, grande uniforme; Tambor, pequeno uniforme; Idem, grande uniforme Tambor Mór, idem.
;

ESTAMPA

N.

100

— MÚSICOS — 1858:
a)

b)
c)

Musico de Caçadores em primeiro uniforme; Idem em segundo Musico de Fusileiros em primeiro;

d)

Idem em segundo.

ESTAMPA

N.

101—

CAÇADORES— 1858:
a) b)
c)

Corneteiro, grande gala; Idem, segundo uniforme; Corneta Mór, grande gala.

ESTAMPA

N. 102

— ARTÍFICES — 1858:
a) b)
c)

Alferes, grande gala; Capitão, segundo uniforme; Praça, idem.

ESTAMPA

N.

IM

— CORPOS

E

COMPANHIAS FIXOS— 1858:
a)
IO
c)

Mór do Deposito de Recrutas da Corte em grande uniforme mesmo corpo, idêntico uniforme; Tambor do mesmo corpo em pequeno uniforme;
Corneta
Corneteiro do
Pifano, idem.

d)

ESTAMPA

N.

104

— CORPOS

E COMPANHIAS FIXOS:
a)
li)

Artilharia— 1858:

Tambor, segundo uniforme;

c)

Tambor Mór,

Idem, primeiro uniforme: idem.

;

btamm v

m

i

I

......

uniforme da Cavallaria de Matl
rpo,

BCTAJVA

N.

!••

VNI " vs

[

'

Idado, idem
rito

Sinto).

atum

n.

m
'

S .Idado

em
lahia);
-

,ntn

Cathanna).
li

BSTAkV*

N.

IN

COR1

rADO MAIOR GENERAL
,1

em pequeno uniforme;

Idem;

mesmo uniforme;
nado Maior de
l"

Classe, idem.

BSTANM

v.

I0-»

UOR DE ARTILHARIA— 1865:
Major, grande uniforme;
Capitão, pequeno.

isTWU-v

v

Ili- !• REGIMENTO

DE ARTILHARIA A CAVALLO-186S
tbo-Clarim, pequeno uniforme; idem; ^.irgcnto, uniforme <lc meia marcha; Soldado, uniforme á gaúcha.

a

1872:

^T\MI'\

V

III

ARTILHARIA A

ff:

— 1866
.

a 1870:

Tenente, pequeno uniforme;

idem;
pret,

di

Praça de

pequeno uniforme;
Hiipamcnto.

BSTAlVJI

V.

112

'.
I

M.I.AKIA-

1

gnndo uniforme
;

;

I

.1

i

idem; idem Cnuim, idem Soldado, idem;
Iffii
i.il,
;
.

idem.

I^\W\ V

IIJ

\Y\U.O
.

udo uniforme;
lo

;n,

primeiro.

:

:

'•7

ESTAMPA

N.

114

— INFANTARIA — 1866
;i
i

a

1871:

b)
c
,1
i

Coronel, pequeno uniforme; Capitão, idem;
VI feres,

idem

:

1

Tambor, idem

;

e

i

Anspessada, idem,

ESTAMPA

N.

Ill

l

'.

lDORES A PÊ
a) h)
i i

— 1866

a

1870:

Alferes, uniforme de meia marcha;

d)

Coronel, pequeno uniforme; Soldado, idem; Idem.
a 1871:

ESTAMPA

IN.

116

— ENGENHARIA— 186S
,-i
i

ii)

Alferes, pequeno uniforme (1866); Soldado, idem, mesma data;

Sargento, idem,
tdo,
,
i

mesma
;

data;
data.

idem (1871)

Soldado, idem,

mesma
a

ESTAMPA

N.

117

— VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA — 1865
a) b)
c)

I

Coronel do 41° Batalhão da Bahia, em segundo uniforme; Alferes do 7" de S. Paulo, idem: Voluntário da Pátria em segundo uniforme.
a 1870:

ESTAMPA

N. 118

-VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA -1865
a) b)
c)

Capitão, segundo uniforme; Sargento, idem;

Zuavo da Bahia;
Voluntário, segundo

d)
e)

uniforme;

Idem.

ESTAMPA

N. 119

— ARTILHARIA

A PÉ — 1871:
a) b) c) d)
e)

Capitão, grande gala;

Idem, segundo uniforme; Soldado, grande gala; Idem, segundo uniforme;

Idem.

ESTAMPA

N.

120-1"

REGIMENTO DE CAVALLARIA — 1866:
a) b) c)
Alferes, grande uniforme;

d)
e)

Tenente, pequeno Soldado, uniforme de meia marcha; Idem, grande uniforme: Idem, pequeno.

ESTAMPA

N. 121

— INFANTARIA PESADA— 1871:
a) b)
c)

Alferes, grande uniforme:

d)

Idem, pequeno; Soldado, grande; Idem, pequeno.

ESTAMPA

N. 122

— INFANTARIA

LIGEIRA:
a)
l>)

Caçadores

— 1871
;

c)

Tenente em grande gala; Tenentc-Coronel, farda de verão; Soldado, grande gala

98

BCTAMM

N.

IH

\KTli

li

\K1

\

II

indo uniforme;

wgundo
idem.

uni!

ESTAMTA

K.

IM

\KTIUIAKI

\

\

qucno uni foi
.

n

idem,

I

STAMPA

V

111
.

tilaria

(Unceiroa do Rio Grude

do Sul

)

em Kgundo

unii

idem; de Guarniçi Regimento de (.'avaliaria, uniforme mterno,

I

sT\MlH

V

12»

a)

Coronel
ipitào

d
tl«

pequeno uniforme;
Infantaria de Unha, idem; mesma arma, idem.

I

sT*MPV

Y

i;

ai
c)

Tambor Tambor

d

pequeno

uni)

mbor Mór de Imantaria, grande gala;
de Infantaria, pequeno uniforme.

InTVMPV

>
tpitfto

do Estado Maior de I' Classe, grande uniforme; mesmo uniforme; to Maior de Artilharia, em de Engenheiros, mesmo uniforme; Maior de 2* Classe, mesmo uniforme; ido rpo de Saúde (Medico), mesmo uniforme; uniforme. .; do Estado Maior de 1* Classe, segundo

I

>T\MP\

V

129—

187o:

I.)

Soldada de Infantaria pesada em segundo uniforme; Porta-Machado da mesma arma cm primeiro uniformi de Imantaria ligeira cm segundo uniforme.
a 1881:

;

BSTAt**

v

i.ie

I

\ill>

\«.

###BOT_TEXT###quot; DA INFANTARIA -1880
:i)

h)

Tenente, segundo uniforme; Capitão, primeiro; lidado, idem.

ESTAVAM.

1*1

ESTADO MAIOR E CORPOS ESPECIAES— 1881:
Marechal, grande gala;

gnnda gala:
.1
1

ngenharia. grande gala Major do Estado Maior, segunda gata.
;

I

vshmp* v

M

MAIOR GENERAL— 1881:
te-Geni
r.d,

segunda gala
i

;

Idem;
:

:,

mi forme de ampanfaa; lem, uniforme de passeio.

I

^T*MP*

li

IJJ

1R81: Ir
Infantaria, segundo uniforme e equipamento; ...ilian.i. pequena gala;
v'avallaria, idem.

;

99

ESTAMPA

N.

134— ESCOLA MILITAR -1881:
a)
b)

Alui

'"

uniforme;
<

Idem. uniforme de primeira uniforme.

ESTAMPA

N.

13S—

1883:

oronel de Infantaria, primeiro uniforme; ii. nuda mesma arma. segundo uniforme; nfermeiro.

ESTAMPA

N.

136

— 1884:

i
i

Tenente de Infantaria, grande unif apitão da mesma arma, pequeno uniforme; Soldado, idem, mesmo uniforme;
,

Ci

meta de

Artilharia,

de

capote.

ESTAMPA

N.

137

— 1SS4

:

a) b)
c)

Praça de Engenharia, segundo uniforme; Praça de Cavallaria, grande uniforme; Recruta de Artilharia a Pé, segundo uniforme.

ESTAMPA

N.

138—1887:
a)
b) c)

Official de Infantaria, uniforme interno;

Musico da mesma arma, uniforme de parada; Major de Artilharia a Cavallo, segundo uniforme.

ESTAMPA

N.

IJ9-OFFICIAES HONORÁRIOS E ESTADO MAIOR
a) h)

GENERAL- 1883

a 1888:

d)

Major honorário em grande uniforme (1883); Tenente-Coronel honorário em pequeno uniforme (1883); grande gala (1888) Tenente-General em pequena gala (1888).
ii
;

— REPUBLICA
ESTAMPA
N.

MO -ESTADO MAIOR
a)
1.)

GENERAL — 1889:
Official General

em segundo uniforme;

Idem.

ESTAMPA

N.

141

-CORPOS ESPECTAES — 1889:
a) lo
e)

d)

Tenente do Estado Maior de 1" Classe, grande gala. official a pé; stado Maior de 1* Classe, grande gala, official a cavallo Idem do lotado Maior de 2" Classe, mesmo uniforme; Tenente de Engenharia, idem; lapitão do Estado Maior, pequena gala.
t

ESTAMPA

IN.

142

-CORPO DE SAÚDE E CAPELLAES- 1889:
a) h)
i

Major Medico, primeiro uniforme;
Tenente Medico, segundo; Tenente Capellão.

i

ESTAMPA

N. 143

— CAVALLARIA

E
a
)

ARTILHARIACapitão de Official de Capitão d.(.'apitão de fenente
<

1889:
:

!>)

ci

dl

Cavallaria. Artilharia, Cavallaria. Artilharia,

I

.

i

grande gala idem; pequena gala; segundo uniforme; mesma arma, idem.

;

LOO

UTAJVâH \U

WALLARIA B ARTILHARIA— 1889:
lrm;

gundo unifortne;
idem.

ESTAMPA

V

141

IIÍFANT \Kl\-1889:
ilutívat)

d)

Idem.
1K89:
iffidal,

tSTAMM

s.

M6

grande uniforme :.i. idem; pequeno uniforme.
;

BSTABM

H.

i»7

tNFANTARIA ARTILHARIA

E

ENGENHARIA

li

abo de Infantaria cm primeiro uniforme; ido de Artilharia, idem; de infantaria, segundo uniforme;
il)

Soldado de Engenharia, idem; ada de Infantaria, idem.

ESTAMPA

v i"

INFANTARIA B ESCOLA MILITAR -1889:
rncta <Ic Infantaria, primeiro uniforme; Musico da mesma arma. idem; Miimno da Escola Militar, idem; Alumno cm segundo uniforme.

d)

istk^pv

v I*

ESTADO maior GENERAL— 1890:
Manchai, grande gala; ieneral de Divisão, segundo uniforme;
c)
il
)

Idem. terceiro uniforme; Idem, quarto,
1890:

gfTAMM v IM
hi

tado Maior, grande gala, a

|)é;

Idem

a cavallo;

Estado Maior, segunda gala; Tenente Medico, idem.

inTvmpv

v

151

ARTILHARIA — 1890:
Pé, primeiro

b)

Tenente de Artilharia a uniforme
Idem.

(.'avalio,

uniforme; idem;

d)
,. t ,*»m

v

IM

\T\KIA. ENGENHARIA B CAVALLARIA-1890:
Infantaria, grande unifon ,nua. pequeno uniforme; lem de Engenharia, grande uniforme; avaliaria, idem;
I

|Ueno uniforme.

;

;

; ;

:

;

101

ESTAMPA

N.

IS3- ARTILHARIA

— 1890:
a)
b) c)
,li
,.
)

Soldado de Artilharia

Tambor

a Cavallo, grande gala; dí Artilharia a Fé, idem;

Soldado da mesma arma idem; Idem, segundo uniforme Soldado de Artilharia a Cavallo, idem.
1

ESTAMPA

N. 154

— CAVALLARIAa)
i,|

c)

d)

Soldado (Lanceiro), grande uniforme; Clarim, idem gundo uniforme; Soldado Idem com uniforme interno.

ESTAMPA

N.

155

— INFANTARIA — 1890:
a) b)
i

Soldado em grande gala: Tambor, idem
Sargento, segunda interno; Praça de pret com fardamento de serviço
-

d)
e)

Idem com equipam

ESTAMPA

N.

156

— ENGENHARIA — 1890:
a) hl
e)

Tamhor. grande uniforme;
Anspessada, idem Soldado, pequeno uniforme; Idem com fardamento mescla.

d)

ESTAMPA

N. 157

— MÚSICOS — 1890:
a)
h) c)

Musico de Infantaria, grande gala; De Ca\ aliaria, idem;

De

Artilharia, idem.

ESTAMPA

N.

158- ESCOLA

MILITAR- 1890:
ai

b)
c)

Alumno em primeiro uniforme: Idem em segundo Al feres- Alumno em primeiro.
;

ESTAMPA

N.

I59-COLLEGIO MILITAR E BATALHÃO ACADÉMICO -1889
a)
l.i

a

li

c)

d)
e)

Corneta do Collegio Militar, primeiro uniforme, 1889; Alumno, segundo uniforme, mesma data; grande gala, 1890; Soldado do Batalhão Idem, segundo uniforme, 1890; Cabo, idem, 1892.
1893
:

ESTAMPA

N.

160

-COLLEGIO MILITAR a) b)
c)

Alumno-Tencnte Alumno-Cabo;
Inspector.

ESTAMPA

N. 161

-CORPO DE SAÚDE — 1893:
ai b) c)

Alferes Pharmaceutico

em segundo uniforme:

Major Medico, idem
Alferes

:

Pharmaceutico, idem.

ESTAMPA

N. 162

-ESTADO MAIOR GENERAL — 1894
a) b)
C
I

d)

Marechal, primeiro uniforme; General de Brigada, segundo; Idem. terceiro Idem. inspector de Saúde, quarto.
;

; ;

;; :

;

;

toa

t^,*pv v

i*j

u UK-1894:

imeiro uniforme;
leoa;

Maior, uniforme

bi

tegundo »""
1 1

Idem

Mi-

imuih v

i»«

ARTILHARIA DE CAMPANHA
ide unifiinmquarto uniforme
I.irim.

grande

unifl

d)

Soldado, idem; Idem, fardamento d

UfflUaft

n.

uJ

RTILHARIA DE POSIÇ
l>)
,1

,ii

Uferes, primeiro uniforme; Tenente, legundo Soldado, primeiro: undo.
i

UTAMM

n.

16»

NHARIAa)

Tenente, primeiro uniforme;
•11.

tegundo
;

il

i

e)

ambor, primeiro Soldado, idem Iilem, uniforme de serviço
:

em

ca

mpa nha.

1-MMPt V

167
j.it.i... primeiro uniformo; Idem, terceiro; Soldado, primeiro; Clarim, idem; Soldado, segundo

li)

c)
il
i

e)

lem.

ESTAMPA

N.

u*

INFANTARIA — 1894:
l>>

kpitao Ajudante em primeiro uniforme; Tenente em Mgtmdo;

'feres

em

quarto

;

Dente,

idem

nente de ca]

lstvmp*

v

nt

INFANTARIA — 1894:
.i)

b)

Praça de pret, tirando uniforme; Musico, idem;
DBDor,

idem

;

d)

Caim, pequeno uniforme; equipamento.

I

xT\MP\

N.

17»
'

!

i

lit.tr.

grandi

inde «ala
<l
1

;

l.entc

da mesa
.

funda «ala;
-.ilide

gala

;

i

)

Idem, segunda.

:

;;

;

1<J3

ESTAMPA

N.

171— COLLEGIO MILITAR— 1294:
a)
l.)

Alumno, primeiro uniforme; Alumno-Ofíicial, idem; Uumno, segundo uniforme.

ESTAMPA

N.

172

— REFORMADOS
;i
,

E
i

HONORÁRIOS — 1894
Marechal reformado, primeiro uniforme; General de Divisão, idem, segundo; [dem honorário, primeiro Major honorário, segundo.

b)
i

d)

ESTAMPAN.

173

ESTADO MAIOR GENERAL, CORPOS ESPECIAES
a) b)
i

E

ARREGIMENTADOS-

1894:

General de Brigada, segundo unii General de Divisão, idem
Capitão do Estado Maior, idem; Capitão de Infantaria, idem Capil io do E si ido Maior, idem.
:

,1

)

e

)

ESTAMPA

N.

174

— INFANTARIA — 1895:
a)
li)

c)

d)

Tenente, primeiro uniforme: Capitão, fardamento branco; Idem, fardamento de serviço interno; Soldado, uniforme commum.
1896:

ESTAMPA

N.

175

— CORPOS

ESPECIAES, INFANTARIA E ARTILHARIA a) 10
c)

d)
e)

Tenente do Estado Maior, pequeno uniforme; Idem, grande uniforme: Tenente de Artilharia a Pé, idem: Tenente de Infantaria, idem; Idem da mesma arma, terceiro uniforme.

ESTAMPA

N.

176

-CAMPANHA DE CANUDOS— 1897:
a
)

b)
c)

d)
e)

Capitão, farda de campanha á gaúcha Tenente, farda de campanha; Soldado do 21° Batalhão de Infantaria; Idem, fardado á sertaneja; Idem da Policia da Bahia.
:

ESTAMPA

N.

177

— ESTADO

MAIOR GENERAL— 1903
a)
1
'

C

)

Marechal, primeiro uniforme: General de Brigada, segundo; Marechal, idem.
:

ESTAMPA

N.

178

-CORPOS ESPECIAES— 1903
a) b)
c)

Capitão de Estado Maior, primeiro uniforme; Major de Engenheiros, idem; Capitão de listado Maior, segundo.

ESTAMPA

N.

179- CAVAI. ÁRIA E ARTILHARIA DE
I.

CAMPANHA-

I

a) b)
c)

d)

Capitão de Cavallaria. primeiro uniforme; Tenente de Artilharia, idem; Idem de Cavallaria, terceiro uniforme: Official de Artilharia, segundo.

:

;

.

HM
vnvr»
N.

1^0

LHARIA
idem;

i

uniforme;
\.•

idem

t

>T###BOT_TEXT###gt;U'V

N.

IM

SHARIA

K

ARTILHARIA DE PO
primeiro uniforme;
limaria, idem
artilharia

em

indo; legundo, com capote.

isroirv

v

111
nte,

primeiro uniforme

intento de i-nm kaia.

»

V

!>.»

INFANT

\K1

\

i

i

|o,

primeiro uniforme;
lo;

d

>

Idem Tambor, prim

l

>T vmi-

\

N.

IM
rneta de Infantaria, .grande gala;
c)
.laria, idem; Musico de Infantaria, idem.

l

STAMTA

li

185—1903:
a)
c)

Tambor do

Collegio Militar, grande gala;
ola Militar,

idem;

Allcrcs-Alumno, idem.

l>T^PV

>.

IM— 1906:
l.)
,
i

ceremonia; ,tão de Infantaria em uniforme de Alumno da Escola de Applicaç&o;
Idem.
1907:

BSTAMM v IM

MANOBRAS DE

Soldado de Infantaria

com o equipamento em

experiência;

Cavallaria; Dte de Infantaria; |e Infantaria, equipado.

!

>tvmi'\

v

IM
a)

ERAL— 1908:
Marechal, uniforme
di

gundo mui'
rigada, -.forme tiran. • far.la de flanella kaki; irda de brim kaki, de

campanha.

BSTANTAN. IM

« ARREGIMENTADOS -190B:
[era de Infantaria. grande gala; |or de (.'avaliaria, idem: Capit.m de Artilharia, idem; Tenente de Engenharia, idem.

c)

d)

;

;

105

ESTAMPA

N.

IN— QU

VI

RO ARM

Va) b)
,1
1

Capitãn de [nfantaria, segundo uniforme; idem de Cavallaria, terceiro; artilharia, quarto;

[dem

d(
i]

Infantai
<le

ia,

quinl

Engenharia, sexto.
1908:

ESTAMPA

N. 191

— INFANTARIA

E
a) b)

ARTILHARIA-

d)

Soldado de Infantaria, grande gala; Tambor de Artilharia de Posição, idem; Soldado de Infantaria com equipamento antigo; [dem com uniforme de serviço interno (brim mescla).

KSTAMPA

N.

192

— CAVALLARIA,

ENGENHARIA
a) b)
c)

E

ARTILHARIAl

1908:

d)
e)

Soldado de Cavallaria, grande ga a Forriel de -Engenharia, idem; Soldado de Artilharia de Campanha, idem; Idem de uniforme de lirim kaki Idem de Cavallaria com o mesmo uniforme.
;

KSTAMPA

N.

193—

1908

a) b) c) d)
e)

Capitão Medico, grande gala;

Tenente Intendente,

id<

m

,

Tambor do

Collcgio Militar, idem;

Alferes-Alumno (Escola Militar), idem; Sargento de Infantaria, idem.

ESTAMPA

N. 194

— VOLUNTÁRIOS
a) b)
c)

E TIROS DE

GUERRA— 1908:
Manobras, uniforme de exercido; de passeio;
(N. 5) S. Paulo (N. 2).
;

d)
e)

Voluntários de Idem, uniforme Tiro n. 15; Tiro do Leme Tiro Brasileiro
1910:

de

ESTAMPA

N.

195- TIROS DE

GUERRAa) b)
c)

d)
e)

Tiro da Tijuca; Forriel do Tiro de Juiz de Fora; Tiro do Maranhão; Tambor do Tiro de Santos; Tiro de Frihurgo.

ESTAMPA

N.

196 — TIROS DE GUERRA— 1910:

a) b)
c)

Tiro N. 9 de Uruguayana Tiro de Campos; Idem da Parahyba;

d)
e)

Idem de Bagé Idem N. de
,i

:

S.

Paulo.

ESTAMPA

N.

197

— TIROS DE GUERRA — 1910:
a) b)

d)
e)

Tiro de Pernambuco; Batalhão de Caçadores do Club União do> Atiradores do Rio; nente do Tiro Brasileiro em primeiro uniforme; Cabo do 1" Batalhão da Linha de Tiro do Amazonas; Tiro Federal de Petrópolis.
.

;

;

;

;

BSTAMP*

N

IN

'

li

l

vTvMCV

V

l*«

1*11

ma;

ma
tu
i

m
:

primeiro uníl

m
d

quarto uni forme
de

farda d

,.

,

Aj umn(,

lilitar,

pequeno

"i>'

I

>r\Ml'v

N.

-'•*

191.'

,

,

d)

Alumno Alumno

uniforme interno <U- brim; .,. queno unifornM Rscota Militar, primeiro uniforme; da
.

lilitar,

idem;

irande fardamenti

t

5TAMPA

v

NI
,,

Alui
fantaria,

Militar,

grande «ala:

idem

c)

d)

Soldado de Cavallaria, pequeno unifonm uni fornir; Id lilitar, fardamento kaln.

ESTAMPA

H.

:*:

irme de campanha;
Ir,

fantaria.

idem;

irmã, idem.

ESTAMPA

N.

N
.,
\

(

Iffii ial

'"

fardami

nl

b)
.1
1

lil.

ni

.111

fardamento iro, idem

di

campanha, no Contestado;
uniforme.

Sargenl

ESTAMPA

N

-''"

mi

de brim
<!<

uniforme
.Mana;
,

flanella
dl

capote;

diária,

uniforme de brim Uak. idem

I

sUMIM

N.

IN
npanha;
!.

in

.

d)

!'

ESTAMPA

'

IN
iro

umformi

"

;

107

ESTAMPA

N. 2«7

-

1918:

a) b)
, ,

Soldado <!< Cavallaria, uniforme de campanha; Cabo de Metralhadoras, idem; Official em commissão na Europa, uniforme permittido geiro, durante a Guerra Européa;
itão

ni

de Engenheiros, fardamento de flanella kaki.

ESTAMPA

N. 208-

1919:

a) b)
c)
il
i

c)

Soldada de Cavallaria. uniforme de campanha; Idem de Infantaria, uniforme de uso interno; Sargento de Caçadores, uniforme de pass Tenente de Infantaria, uniforme <le campanha; Soldado de Artilharia de Montanha, idem.

ESTAMPA

N. 20<J

1920 ai
li
)

General

em primeiro uniforme (anteriormente segundo uniforme) Tenente de Caçadores em uniforme de formatura: Divisionária em grande gala; le Cavallaria

d) e)

Capitão de Infantaria, farda de ceremotiia; General de Brigada, fardamento de flanella kaki.

ESTAMPA

N.

210—

1921

a) h)
c
)

d)
e)

Alumno do 3" anno da Escola Militar, de Cavallaria, grande uniforme: Alumno do 2" anno da mei ma escola, de Infantaria, idem: Alumno do 3° anno da mesma escola, de Infantaria, uniforme kaki Sargento Aviador em farda de passeio; Alumno do Collegio Militar, uniforme kaki.

ESTAMPA

N. 211

— 1921:
a) b)
r)

d)

Soldado de Metralhadoras, grande gala; Anspessada de Caçadores, idem; Clarim do Esquadrão do Trem, idem; Alumno do Collegio Militar, idem.

ESTAMPA

N. 211

A— 1921

a 1922: a) b) c) d)

Alumno do Collegio Militar do Ceará, uniforme de passeio; Official de Infantaria com pelei ine e chapéo de campanha; " de Caçadores do Pará, farda de campanha; gol mhia de Carros de Assalto. [dem

IV

— GUARDA

NACIONAL E RESERVA DE SEGUNDA LINHA

ESTAMPA

N.

212—1832:
intaria;

b)

Idem;
nente de Cavallaria;
M,la da

mesma arma.

ESTAMPA

N.

213—1840

a

1850:
onel Commandante Superior Sargento de Infantaria, idem;
[*am
oi

em grande

gala;

hl
c
i

Níór de Infantaria, idem.

.

;

MS
(slOUM
-

li

-

l.in

:

Regimento
l>TVMP«.

<!<•

Cavallaria, grande «ala.

V

-'I

I

b)

G
m< rasa

grande unil idem; arma, pequeno mu.. um-;
.-111.1.

d)

Guarda, idem.

roTVMpi,

V IU
a> c)

,y
Fujilriri. idem.

'

.ma. primeiro

ui
|l

iii

r

sT»iMP\

V

Ill

a)

Tenente

«la

Reserva, grau lem;
gala.

gunda
i

BTAMM v Ml
a)
l,)

Guarda do p

1*

Regimento de Ca vallai
.

rande uniforme, 1858 :

|e

de Infantaria «la C<',rt<-. idem, 18S8; infantaria da Corte, farda de Campanha, 1865.
a 1870:

BSTAMT4

v I»

CORPOS PROVISÓRIOS DE CAVALLARIA-1865
ai
(luar. I.i. Rio

Grande

«1«>

Sul;

lem
lem.

i

ffTAMM

li

r.»

i

1897:

Coronel Commandante Supi
b)

^>

1

-'.

1890

'-

Tenente

egundo uniforme idem; tenente de infantaria, grande gala. da mesma arma, segundo uniforme, 1893;
di

/aliaria,

uarda de Infantaria,

mesma

fardado A gaúcha, idem data (Revolta do Rio).

BfTAMPa

V

::i

1897 a

1906:
. .

,

mmandante de Infantari mesms arma, peq

1KI)
>•

'

I

ma
\

grande arma, pequena gala, nlcm.

" gala,
;

nTWP*

N.

Ill

a)
c)

Tenente

«Ir

Infantaria, primeiro uniforme;

uniforme;
Tenente, idem.

ESTAMPA

>

-"'

1917;
„••

Linha, uniforme

kaki.

1

ÍNDICE
I

PARTE

HISTORIA DA ORGANIZAÇÃO DO EXERCITO E DE SEUS UNIFORMES

CAPITULO
Séculos

I

PAGS.

XVI, XVII

e

XVIII

— Brasil

Colónia

5

CAPITULO
Século

II

XIX — Brasil

Reino

CAPITULO
Século

III 27

XIX —

Brasil Império

— Primeiro — Regência

Reinado

CAPITULO
Século

IV
39

XIX — Brasil

Império

CAPITULO V
Século

XIX — Brasil

Império

— Segundo — Segundo

Reinado até a Guerra do Paraguay

CAPITULO VI
Século

XIX — Brasil

Império

Reinado da Guerra do Paraguay á Republica.

CAPITULO VU
Séculos

XIX

e

XX — Brasil

Republica

CAPITULO VIU
Séculos

XIX

e

XX — Da

Regência á Republica

—A

Guarda

X.i>'..:i..:

II

PARTE
\U

DOCI Ml NT

\s

III

KM

II

\

OMM

III

PARTE
BAS
I

INDICI

<H

km

STAMPAS

1

1

II

)

Primeiro lm|
Republi
99
'

III)

IV)

Guarda

1

'

l«nhs

107

^Erat^

^

.

2 Comj>«»hni <k Drdjiví Rf*f i dai

M«u

l7Jo

**

Vforpodr Inf.ckSIWo
V.iImiío Sul

2*C<W

M.4>Gu««it«'.j«l«

ít.ilClrtUU""
fV. 4o Sol
i)«

GvaKtmçvttt

c

V. <loN

Rto df

Inf.

de Sinto

rc.rff

Inf

2C

d. Inf rU

Cunt.b*.

Componh*àv 0> Anilarei dt Càvoíl

SínlonV. do Norte
Re? d« Iníde Moura

Viltts do Sul

R» dí

J»n«iro

1767

Ti

Jl

<"*

1*

(Uf d*

IftfAAttn*

d*Sr*ça.r<

1767

n

Jij
ZCsmp
de Cavallaru

íí
/**

JiCtaVRdl

Rtq

« Ainl>i

do

R» tr

Jaotrc

1767

1*

Rf í de

l

nt

-

do

Rio

de Jãrnro

17S7

t

* ^^ * v3»

2'

iUg de Inrsnr.do R deJ» 17Í7

Inf&nUrià t Artilharia

do

RtoG.de S.Pedro

I767

Jl

li-

Rio Orind» d« S P«dr

//

17C7

v'

F
y

*

Jl
ZCimp CatoJIar»
l.ffr.»

Auulúr

•^

Clv/illiiria Li(;«ir< J(

Vliman

R«j do Ilha d( S Ctlhtnnji

Rt« de jAnei'o

15

1786

^**

^^
CsQii&dréo

d» Cuird» dos

V.R..

s.dí J»n«iro

17g6

;s
1786

<£&

9-

<^^

^fe

T»r<0» Au»ill»nrJ

1786

5 ^)jf

Tpr(OSAu«ili»r»s

ti

1786

Tír^Oí Au«iIi»i*J

a

17S6

f*

iá#*

**

1*-»*
Ordpnnaoça

«?o

17»6

jgfr»
C»bo-Tri

<&*

^
-

I798 Bahia

l*Rȣ.

dtLmKa

/'Z'.J' ReftU Ltotà

2i

A*

Bmiia

lloe

*.- -V w, *-" s
•*v
Pernambuco
1800

26

ldt Olinda

27

/»,

CiR.fcm» Ar S Piu'o
l8t>8

28

# 4 * #4»
llJiJ

ltJ|

23

30

Rio 1»

ift«f.'u

* iCUft ** ihttâ r«mi|í«

uuju

C&f&dorfl Hrnnqi

011 lia 1'RfÇ.trM.I

\
lUr.rr Ari a (Avalio

Intereses relacionados

Intereses relacionados

T
OH
tU Caí

Henr.qwf \

/**f

/~?

1825
F

m

Central

IlU

</*??

^

^^^,

2'R

dr

Uil d'

MiIéi

M

ImperiiL

Guarda de Hon Ofdodlf Guarda

1825

nfl

Ex-Ttn.Corontl

ò«rWicia»,c»plt*o«» I.G.dtH

EJI.ÍjenerAl

52

1S20

i,

^

'

*
frr?

!

C..1a d» Ho-.« 1131

53

1

V

\

/^

idonslt)*

Oftni»!

lold»òa

H5I

/>#

S6

4ÊT
pf*»S*S

prrt.

/**

^T7-

/v

Ar*i1h«na » P*

ei

61

àh~f-

a

</»»/

E

n C«n«riL 1852

65

Astllhena

à Cavallo 1852

«7

\^
Stf
t'B deArlilhffc.\i pó

Z8

A'l'H"'ia

a pr

69

IHr?

<U

C avalia ~-t

7o

Ofti''a't e p.t/* p'*<

/***

Arf

J-

Rif-átM*"'"-'

A7

s-r

LXpowto <U Có

77

•-

-

l

»*^
Ar'

ÍOrpai

*

(ompanh.cti

ft

Cevou

19

-

^
/7-rf

6'

B'Uíhõ. J. M*r.U>
*,

U~* —

^4/

/"f

1855

/•

Arltlklnx

a pt

^4

J
I8H
1856

lArt.lh »<ovalU

3-B»ld« iw.

R,,d.C.v»ll

5R.«*C»..il

//y

11» 11 B.

d> Ai<'llirria Officiart t pnttmi ti

n pt
frrrt

Çr*

r

hf

llr..r.

s»r

Dt ponte Ha Còr4c

1%

fV

A
j/f

ti

S»7

Cor*» «Cempm»»i Fnaj ArMUni r O»"»'»

8" ic

Cac&dcre»

9C

Corpodt tnçcnheiros

t

[

Hiiordo Exrroto

1858

Corpo
tlcdicoi

di

Saudt

35

Ph«nn»cfutiii

1I5Í

S*7

/•'

95

hm?*
•'*'
Attllhlria

a C<»«llr

1/ss

/**

0f/

r

p

.Ir

pnl

9J

Ç>+ . »f-U:/ i/St

98

/*f

;

tc*»y

r..

!03

/+?
C.*Comp.Fi»4t

IOk

J*f.

C«.vaH»ru

»C«»a«-«i

Corpps

t tomp" fixai Caçadores

p de

pxt

185t

t*.

Hraotrn
1842-1Í60

w

s*

til

ntv

d» (knilh»"»

109

Ub<- 1872

//*

Arlilh&n» a p«

\tbb-\iU

11%

I8bb-I470

C»í»4oti » Ca.MIo
1866

li

p d< p'<t

l/í

Volwlanot

li»

WWri

/"f

/*
18 7 C«c artort-s
1

>

W
/*f

Arttfn-6

Tovallo

m

1f7l

ArtilhartA a* pe
OTttial tp.dêor^í A» Jnl-

tZM

Ifyi

1873-78 Ckv»ll»Hl

«^7

C»all dr Cusiniçíio

Ul

*

CM''"'""

^-s.
Corpos [ipectaes

tu

1S7*

lii

nmr*

rctavt

f«*/iWí<Uw

l*r~i~

l

MJ.

1-CI..X

í«f** i—J'

Af

IM

Gtn«'»l fCorpoiíi(>K*ei
1111

'3'

i

nGWal

Gr" Jni

C.El»

Gr»

-

-

E

M centrai
1881

1881

I

1Í83

135

!>

0f/.ít*O de

Irrfjnt

-

"+

1887

1111

N

£ n. Oentntl

"
Corpos fip*c*oti

itf2

*TV*

tii9

m

J x
Cavatíaria
t

Aríf/hanc

ikk

IMft

IH6

f>rf

Intanttt,*

Artil/m** /•/•>//.*«

Hl

m
\

n

k

*

&

-<&

jfc

«^\fe

<&?

EM

Cinerai

1S90

m

f*

^7
Corpw
Eipeciâe/ * i
d,

M«»r

ArMh

150

//90

fi*

/SI

/*?
tr.r*NTUlA .iH^UtHÈMA
I

C*v»u»«>*

15Z

153

Ar+ilh ât

cimp

*T
CAVAU.ARLA

1890

Í5*

1190

/-•

/*7
1St

/f-

B«t*!k». A'itftin,>
1111

tf*

C«iif,o M.r.ur

1(0

115)

.

ph«r<fMcrutiCo>

til

189Í

16Z
E ri

gfne»«.

um

*?

Corpo> l»p«e'»>.

(ocpo d.">»«d«

AO

li

i

â

5

y**'
Arlilhlrl» ir
C

linp&nh&
/tf*

OHuiir*

r

p.Jr pr*t

1894

^
7-

/'/

*
v*^

tnçrn|>&ril OWc urSfpMpKI

166

tg9*

Cavtllknt

1894

no

AI(<r»i-4l u >nno

L»nl

Cdlcçio Militar
111

(S94

Mumno-oHiii&L

7*

L.r\

Cfncr&L

C

Espcoit

-.

f

Arrf

ç.ir.t*

17*

**

ns
H96

Camp*r>h4

di C

tnudc

1897

:f

/~7

I

Mf.ínfr»!

17?

1903

171

V

'

m
19ci

i8o

/*

i.f*>-ru

r

Artilk

til

^It^éo

HZ
ti

\

f.

t/J

19o]

/~r

19o!

ftS

ColltfinMiMter

y*^
!9of,

l$6

1907

»

I

H\
I90Í

C*rpo» Arrtqtmrnihór-t

|nl*nlfn«

ro

<

Inl«ntm&

e

A'lilhírn

191

fr a»

*

vonmla^os de mínobra
t

linhít

df

T.ro

1901

ff
'

*

I

<*j^--

Lmh»i d«Ti>
1910

/9S-

197
1910

Li«h»( dtT

IV

S P«"to

,

.

J.t

H.Br»"t(í

1916

1917

C

Atrt<Jim,nr»<lo< «C. Milito

&

«=*4ttr

«^

2oi

2o3

ZOtt

w&

r

fj

Mi

9

1
20â

1918

<4
f**?

20Í

..'

•v>nt»nft*

ZOQ

rr;

t

« %

192)

zn

Jlbv

H

<juard& Nitonal

115

*• *-^
217

218
I85&-I865

l'R. C»v»li.

1858

Coroos Provisório* d» C<v cia Guarda Nac^ rai 1865 -1«7o

2/5

.'

«Ip

í. >».

MAY
1987

PLEASE 00 NOT REMOVE

CARDS OR SLIPS FROM THIS POCKET
UNIVERSITY OF

TORONTO LIBRARY

uc M85

B7R62 1922

Cl
ROBA

r lH

Intereses relacionados

.
I

Documentação Cerai).

Referem

s,-

as duas
i.

das Minas, conforme estão na nossa estampa
forros amarellos, a segunda
Paul-, ha

a pri-

com

canli'

com

elles

vermelhos.

hivo Publico de S.

figurinos
'

mandados

pintar,

em

[765,

D
a dividida
illas

'.ai.

1.

dos quaes se verifica que a
S.

em duas
ri.,

jurisdicções

militares:
«lo

Paulo

e

Villas

do

Sul.

As guarnições
terior,

littoral

denominam-se tropas
e a cavallo,

Marinha (estampa
'ária auxiliar

-•

havia dragões a pé

bem como
e

(estampa 3).

Os dragões, creadôs

pelo rei

Gustavo Adolfo
fios

adoptando

uma
-.

designação que vinha

dragonarios

mm
drar

ram infantaria montada.
ê

Napoleão ainda teve regimentos de
que "s topes dos chapéos não tem as

cores da nação e sim as do regimento.
côres nacionaes na época.
e só

tope portuguez era azul e vermelhobranco eram privativas da casa de Bragança \s azul e
I
I

posteriormente se tornaram nacionaes.

Archivo Nacional manuscripto grande, sem data. com illustrações, do a 12, datadas de [767, porque \ Doe. Gal.) forneceu as bases das estampas 4 Os corte, cores e ornatos aos desse tempo. taes uniformes correspondem pelo ("hausse-col" dos francezes), ultima remiofficiaes de infantaria usam o gorjal A cavallaria calça características botas de canhão. niscência da couraça do nobre. A farda dos tambores é geralmente da T, .da a officialidade tem bastão e tricórnio. geral na Europa, que durou até os CÔr da gola ou do canhão do regimento, uso Conservavam-se as III. pomposos regimentos da guarda imperial de Napoleão

Um

(

faixas brancas dos coronéis bandas carmins dos officiaes do século XVII e as lança Ainda os sargentos carregavam terçado, chuça, mestres de campo antigos. Km Portugal e no séculos a morrer. curta, pique ou alabarda, tradição que levou Xapoleão tiinferiores da celebre Legião Portugueza de
Brasil, sobretudo.
alai

e

Os

veram

.ardas de prata.

Os

até sargentos brasileiros trouxeram a lança curta

o segundo reinado.

Na estampa

4,

apparece o regimento lusitano de

Moura

e.

na

5.

o de Braahi

gança, que, provavelmente, o governo portuguez do sul. 1763, afim de combater os castelhanos

mandou para o

Brasil

por

Da mesma documentação

se ori-

gina a
reis,

cavallaria da guarda dos viceestampa 6, onde estão as duas companhias de Nasceu com a transferencia da sede paiz. primeiro corpo de escol no nosso

do conde da Cunha. 1763-1767. do vice-reinado da Bahia para o Rio, no governo conde de Azambuja, a segunda. Esse orgahisou a i* companhia e seu suecessor, o militar do Brasil Colónia, devid época, a da mais importante organisação

Essa necessidades decorrentes das guerpoderes mais latos conferidos aos vice-reis e ás A referida guarda usava o capacete característico dos dragões consulinas.
ras

branca temporâneos, creado para os de Luiz KIV, que da
Cimeira
gregos.
e

se

espalhara pelo mundo.
e

cauda lembrando as do casco dos legionários romanos

cataphractarios

Em

derredor,

uma

cinta de panno; outras vezes, de pelle

mosqueada, de

tas

Napoleão e de Luiz Philippe tiveram. Boonça, entre nós, que ainda os dragões de actuaes. mas muito próprias de canhão, semelhantes as dos jockeys e cocheiros
da elegância militar
e civil ate a

Revolução braneeza.

10

da

Cunha reorganisou
mpa
7),

os três regimentos da guarnição

'I"

Rio de

com

golas

e

canhões pretos; o
e tnetaes

1

de infan-

tnesma .uma. aquelle com enfeites

brancos, este

Pela regra geral a que nos referimos, deveriam

imbores da anilharia, mas são todos vermelhos, porque de negi
lados

^ cor preta
i

ficou

uma

tradição da arma. e
<

tão

mu pennacho

preto ou preto e vermelho.
lo
\
I.

>s

botões e m<
as milicias,

quandi

1

Henriques, cujo uniforme branco exigia botões
capitania de S. Pedro
<1"

e

tnetaes dourados.

Rio Grande do Sul as seguintes Eor-

de infantaria e artilharia (estampa to), regimento de dra,

tilaria

auxiliar

(estampa
ilha de

li),

cavallaria

ligeira

de

praça da Colónia
-

< «la

Santa Catharina ^estampa

cidades
e

eram centros

militares importantes, como,

em São

..

Taubal

ilhos

Guaratinguetá.

VIII. o typo geral dos uniformes para officiaes é este: tricor-

kdo.com

l

uerda e presilha
1

;

casaca

com

forros e canhões das cô-

principio, canhões amplos, cheios de casas e botões, depois,

m
rend
a

da largura das mangas: camisas com bofes e punhos de

iappareceram no começo do século XIX. menos

em França,

Revolução os matou; bandas da còr dos forros, enchendo a frente das
tas
,

tinham abas longas

c

eram abertas, tendo-SC
do collete— tinha
<

com o

tempo.

A
ella,

vestia
se

— antepassado
em

abotoava o talim.

>s

calções,
foi,

com
mais
(Fi-

ibaixo do joelho, aberto na frente,
istituido pela
1

alçapão,

pantalona de presilha

e,

emfim, pela calca commum.

..lidei

..

militar estava de botas, as meias cobriam os joelhos.
iracteristicos das

Sapa|>ois

tropas portuguezas e brasileiras,

as

nholas

e

írancezas sempre os tiveram altos, muitas

Gravata,

em

geral, negra,

com o

gorjal

dourado

C

poados, rabicho e laco. O que ainda a guarda imperial de

grande uniforme.

Faixa carmim, boldrié OU talabarte de

vel-

tão de ouro lavrado para os coronéis, de ouro simples
-.

de prata lavrada para os sargentos mores (majores), de

n
praia singela para os capitães, de

marfim para

os tenentes e alferes.

Os

soldados

tinham mais ou menos o
rella,

mesmo uniforme, mas com

cadarços de lã branca ou amadireita,

em

logar de galões de prata e de ouro.

Correame encruzado: á

pa-

trona; á esquerda, sabre, terçado ou chilfarote, e nadeiros;

bayoneta triangular, para os gralaço deftfapreta

bayoneta

unicamente,

para os fuzileiros.
simpKs,

Vsmochilas,
ao

chape:

/^/«IsSJfcj!*?- t°pe d° &?•*

apparecem

apagar

galdo
bayoneta fita gola

das luzes do século
I

X\
77' >

[II.

)c

[769 a

1

vice-rei

dragona

•iho

ou çrcrraia

camisa
correia

marquez do Lavradio, reorganiSOU os quatro terços, a ca\ aliaria
auxiliar e o esquadrão da guarda
can/tdo

da patrona banda

dos vice-reis

com

as suas duas as 1 776, todas

correia

da

casaca ou/arda
veslia

companhias.

Em

bayoneta

tropas do Rio estavam nas fronteiras

patrona

do

sul,

menos a

a I

compabandoleira

nhia do citado esquadrão, o 2° re-

gimento de infantaria
lharia.

e

o de arti-

r orro

da casaca

Chegavam

á capital do
a

Brasil, vindo

da metrópole, o

I

regimento de infantaria do Porto
..

e,

vindos da Bahia, o
dalli.

o I

e o 2°

espingarda

de

infantaria

Promptos
polaina
sapato

para qualquer serviço se acha-

vam quatro
1

terços auxiliares, do

los

quaes era mestre de campo

o próprio vice-rei, o que se tornou
tradicional.

Em

Minas estavam

semi., mestre ele campo do i° o pé de guerra seis regimentos de cavallaria. vários terços e 40 Companhias de pretos e de pardos. capitão-general governador, Paulo, preparadas, Todas as tropas do sul entravam em campanha. Havia, em S.

em

a infantaria local e a legião dos voluntários reaes.

Levas de recrutas açorianos

preenchiam os claros dos regimentos portuguezes.

Organisavam-se para a

luta os

ia

«instas"

\- ordenanças

eram

irregulares

e

pessima-

géJ,

de 1786 (\

Doe. Gal.), se

compuzeram

as es

Iam]
a

jimento luso de Extremos, levado, em
Independência.
(

>

esquadrão da guarda
seu grande e seu pe-

ugmentado, mostra, na estampa
oota o bai
final,

[4,

em Eórma de nutra,
nossos dias,
por

commum
tradição,

rdado,

até

Uexander
artilharia

c

russo de Preobadjensky.

Na estampa

do Rio quasi nenhuma differença apresen'

tas uma

ntasia de cores e ornatos cobre os uni-

linha da época.
lo

O

chapéo do r da Candelária
dadas,

de plumas e suas
issianos
<

em forma

de S, lemrussos,

dos generaes de brigada
< I

em

ranjas nas casas,

2 de Santa com ramagens «k- prata. como os granadeiros de Frederico o
,

Rita, tinha

iva carcellas

douradas.

(

l

4

,

dos pardos, de es-

azul-clara

<

calção

gemma
iquito.

de ovo.

O

dos pretos

Fora da cidade havia

[apacurá, S. Gonçalo

e

Marapiá

1

estampa 17), com pequenas
[lha

rdas;ode
.

Irajá,

debruado de azul; os da
e

Grande, de

pa iv». de [nhomerim, de Magé, de Macacú
###BOT_TEXT###gt;

de Campos,
linha

com

col-

ordenanças formavam

uma come
ao

3"

(estampas 20
dos
terços.

e

itando aquelles que íugiam

recrutamento
e

Ti-

nham

perdido a significação militar dos séculos anteriores
1

pOSSUÍam mais offi-

inúteis

do que soldados disciplinados
s

e

capa
e

regimentos locaes de linha
d<

terços auxiliares:
2'

cemplo, r corpo
1

de S.

Paulo e Villas do Sul,
e

de

laratinguetá e Villas do Norte (estampas 2
S

3),

1"

de in-

Paulo
-

<•

Villas

do Sul,

_•"

de Guaratinguetá

e Villas

nfai taria de

intos e de Curityba.
<le

Em

1779, na três regimentos de imantaria no Rio

Janeiro, cada

um com

uma companhia

de granadeiros,
francezes,
e

uma
oito

de caçadores, de
fusileiros,

oltigeurs" nos regimentos

13

sendo a

i'

chamada do

coronel,

a

2'

do tenente-coronel

e

a 3" do major.

Velha

que Eazia, ao antigo exercito trancez, ser o tradição portugueza, idêntica áquella , regimento de qualquer anua do rei, o 2" da rainha, o 3" do delphim, o 4° d do mestre de campo general, se de artilharia, ronel general, se de cavallaria, do artilharia do Rio tinha nina comparegimento de marechal, se de infantaria. artífices, sendo as sete restantes bombeiros, uma de mineiros e uma de

O

nhia de

de infantaria.
sul

<

>

de onde iria para o Pará.

operações no regimento de Extremos seguia para as de Bragança, reuniOs ef lectivos dos de Moura e

imantes: o se formarem três regimento, de dos aos d<- dois do Rio, serviram para Moura. Os o de Bragança, ora o Velho; o 2°, o Novo, e o 3°, I- ora chamado de
regimentos de milícias, numerados pelas « auxiliara ,ransiormaram-se em mesmo numero de companhias mesmas Ereguezias anteriores, organisados com o tinha O corpo de ordenanças, commandado por um capitão-mór, que os de linha. Tinham, nas províndos arredores. pelas freguezias [5 companhias espalhadas Sul e os regimentos da Colónia e desapparecido os dragões do Rio Grande do cias,
de Santa Catharina.
Gal.) dão idéa exacta dos fardafigurinos de Santos Vilhena (V. Doe. grande alteração das linhas a inmentos no fim do século XVIII. Sente-se na Desapparece o Ha soldados que lembram os da Revolução. fluencia franceza. casaca dos offipennacho. Surge o bicornio a três pancadas, com tricórnio. largas e curas abas são longas, as espadas ciaes tem traspasse e bandas pontudas, que as tardas dos Da estampa 22 ve-se bem va, e a. faixas de cachos compridos. Os tarugos são de frocos de algodão, em torma ficar curtas. soldados começam a para a Os officiaes usam um bico do chapeo de chamma, objecto tradicional. ou sem escamas; as dos soldados sao de

Os

A

ig.

D

e

dragonas metallicas, com

panno.

Unda ha

desapparece a fita no cabello, que so

em

1806.

[antaria da

regimento de in1" Guardam-se as tradições das cores regimentaes. dado quando o crearam terço, Bahia in;im , ni o branco, que lhe Eoi
!

desde [64

até ser

em 1750
conservava

(

I

tinha o amarello, e seus officiaes
inglez,

regia de D. Joa transformado em regimento, por ordem cobriam-se com um chapeo

dondo, emplumado, ao gosto
a

que lutava contra o francez.

A

artilharia

côr preta, da sua tradição,

em

todo o Brasil.

E

officiaes pacholas

levavam na

lapella

ramilhetes de flores.

1

1

Chamai

de mfliciaa o de Úteis (estampa 23), creado pelo general commandantea eram sempre oa governadores e que 1

commerck

Seu uniforme era enca rnado, paramengente mais modesta

demificias, entrava

taverndroa

e

fÔOO
\

1816

farda era azul e amarella.

Havia mais

<>

regimento de pardos, para

m

calões e botões brancos, pluma azul-clara, de ponta rubra, fardak<>};i,

mento azul-ferrete com

canhões, Forros

e

bandas vermelhãa

e

o

correame

branco; o de Henriques, para oa negros, de branco, enfeitado de vermelho; a coma

de familiares, de encarnado e verde; doia corpos de capitães de assalto
•a
ie

hullandeza
verde.
-

— de
cada

guarnecidos de

fitas

rubras e

fat-

Em

um

desses corpos, a
-*.

i"

companhia usava
franjas.

brancas, e a

azues,

com

as

mesmas

Fa-

!

15

fugidos. e perseguição de escravos riam os serviços de correios, vigilância

Eram

uma
e

espécie de policia.

corpo de cavallaria
ciaes

norte, fardado de azul, sem gola Mais ainda: dois terços de ordenanças, o do mesma farda e metaes dourados, e um com metaes prateados, e o do sul, com a quatro soldados e 40 offiauxiliar, dissolvido, em .800, por ter

no nosso fardamento, com o Nesse tempo, o gosto inglez quasi predomina dos machadeiros é de linha inA barretina uso dos chapéos altos para a tropa. Conserva-se o gorjal. gleza. A certa hora, prendiam-se recrutamento. Violento e curioso, o systema de Depois, entre elles, as autondana cidade. todos os homens que se encontravam
praça. des escolhiam os que deviam assentar

^

CAPITULO

II

Século XIX

Brasil Reino

que lhe oppôz o poexpansão do imperialismo napoleónico e a resistência uma série de acontecimentos, cuja reperderio inglez determinaram, na Europa, Lisboa a refugiar-se no Brasil. Ins cussão na península Ibérica forçou a corte de regente a necessidade de dar melhor orgatallado no Rio de Janeiro, vio o príncipe

A

Na capital brasileira, existiam os annisação ás forças da colónia elevada a reino. O granadeiro do i° remodificados. tigos regimentos, com os uniformes bastante mudança. Traz a cartola guargimento de linha da estampa 24 mostra bem essa parte anterior até a posterior, connecida na copa, por uma tira de pelle, desde a Documen-. a 1806. milícias portuguezas do fim do século XVIII
forme usaram as

tam

as fardas dessa época figurinos contidos

Bibliotheca Nacional (V. Doe. Gal.).

manuscripto datado de 1800, na Verifka-se por elles que, então, as com-

num

panhias de granadeiros,

f usileiros e

tinguiam-se pelo correame, fardamento e
qual dessas especialidades da

discaçadores de cada regimento de infantaria em pouco, cada armamento. Dentro

mesma arma formou

unidades tácticas á parte.

o de cavallaria do maio de 1808, o principe creou o I regimento antigo, para cuja formação sérExercito, ainda hoje existente, o nosso corpo mais Deu-lhe o mesmo quadro vice-reis. vio de base o velho esquadrão da guarda dos

A

13 de

No mesmo dia, creou a das unidades portuguezas dessa arma: oito companhias. para serviço do paço e pessoal real do principe ou archeiros da guarda real
guarda
do monarcha, incumbindo o marquez das
Bellas.

que tinha vindo, como capitão,
os seus 25 homens.

com alguns

archeiros de Portugal, de

commandar

Regulan-

num regimento de artilharia de sou o corpo da brigada real de marinha, toraando-o companhias cada um. Desse corpo se originou marinha, com três batalhões de oito
o actual batalhão de
glez da sua origem.
f usileiros

estylo innavaes, que conserva no seu fardamento o

na nossa hisparenthesis, para seguir a vida dessa unidade tradicional Pedro fel-o batalhão de artilharia a 24 de outubro de 1822, D. toria militar.

Um

Em

!S

m janeiro
,

mudou-o em Imperial brigada de
principio,
e,

arti

mais tarde,

Em

1847.

Na
joâo vi

Republica, tem sido batalhão naval e

,,

d

dois mais a brigada de cavallaria de mflicias em Henriques, tornando-o regimento. idores
1

,

corpo de voluntários

reaes,

com

o effectivo

fl>

t.ooo ho-

Martin. Lopes, ão fundada pelo capitão-general
de 1775 (V. Doe
|

Gal.),

W

WP«
artilharia.

uo

sul,

,

em

1814,

-

batalhões de 500 homens, composta desta maneira: dois
três

companhias de

K

entode
•:

infantaria.

D. João deu nova organisação a essas

-

quatro esquadro. a ter três batalhões de infantaria, uma companhia de artilheirosde artilharia a cavallo e
foi

ímento independente

dividido

em

e 2' batalhões de caça-

imento de cavallaria

de. milícias,

com estado-maior

e

mia.

cavallaria ,,or destacamentos dos três regimentos de regimento de caçadores, Manteve-se na praça de Santos o

que d
-

pelas constavam, então, de 11 regimentos, distribuídos
.

infantaria, três de cavallaria e dois de artilharia.

I

>^

iria

Mello. tinham sido organisados pdo capitão-general Manoel de

Del-

voluntários de mipraças que compuzeram o regimento de

i,na

citados,

verifica-se que

raros porme-

scculo

XVIII.

As

atilho,

as

calças,

collantes

fardas são fechadas, as bandas, dentro e compridas, terminam

iusileiro e o

caçador trazem já o correame amadistinctivos

que,

durante muitos

pennacho verde

e a

trompa.

Esta

foi

recentemente restau-

emblema
„a
le

clássico da

Bahia
,

arma em num caderno
cional (V.

toda a parte.

de figurinos, ingenuamente

Bibli

Doe

Gal.).

Temos, na

es

tam|

infantaria

d'alli,

com

chapéo redondo, de aba esquerda

19

levantadaj

muito commum

ceu na marinha ingleza, da

XIX. Parece que nasnas primeiras décadas do século Os uruBrasd. qual passou para Portugal e para o
e

guayos o usaram na guerra da Independência

os

carabineiros

belgas

ainda

o

usam afim de recordar
Erente por colchetes.

as milícias patrióticas de l8 30.

A

farda é curta, presa na

Pantalonas de pala

sobre

as

botas,

formando

polainas.

Equipamento

antigo.

O

barrete de

,,elo

tradiciodos porta machados idêntico ao

tampesada. ao que sempre assignalou as tropas A cade branco, côr da gola da tropa. bor por excepção, todo de amarello e não cm alaouro, mais tarde transformadas saca do musico, á antiga, tem casas de
nal «los granadeiros, isto é,

mares
\ estampa 25 mostra os caçadores

com pennacho verde

e

os oííieiaes de

banda enrolada.

A

faixa envolve-lhes a cintura.

Outrora, fora branca, larga e

militar. comprida, porque era a mortalha do

Dessa serventia, as reminiscências

ve 7 es do seu tamanho.

Nos

riam privativos dos caçadores.
século

décadas, sesoldados, os cinturões, que, atravez de "Brasil Histórico" (V. Doe íd.). no o

Segundo

I

XVIII,

artilharia da os uniformes dos caçadores e da

Bahia eram quasi
Infeliz-

tinham dois pennachos brancos. idênticos a estes, sendo que os primeiros não é colorida a gravura da obra citada.

mente

D. João VI, logo
artilharia,

em

desenvolvimento da 1809, voltou sua attenção para o

fundando

um

no Rio.

Com

soldados
policia,

artífices do arsenal, corpo de*artílharia a cavallo e o dos cavallaria da corte, formou a escolhidos na infantaria e
e

guarda real de

armada

fardada como a sua congénere de Lisboa.

Delia

militar da Capital Federal. nasceu a actual brigada policial ou policia do Sul de Santa Cathagoverno real separou a capitania do Rio Grande Obteve, assim, um regimento de dra-

O

rina,

reorganisando

alli

a tropa existente.

gões,

com 956 homens

e

um

batalhão de caçadores,

com

610.

Na

Bahia, do 2° re-

caçadores com três batalhões a pe e gimento de 'infantaria levantou uma legião de total de 2.296 homens. dois esquadrões a cavallo, perfazendo o recruta a torça, recrutamento era feito de três maneiras: o Nessa época, o e o semestreiro, filho do lavrador que servia 16 annos; o voluntário, que servia oito. primeiro anno de praça e três em cada anno ou do ricaço, que servia seis mezes no deviam consermilicianos, terminado seu tempo de serviço,
dos sete seguintes.

Os

igual ao que tivessem passado var o uniforme e o armamento reiunos por tempo chamado. Ao cabo de 25 annos. pernas fileiras, estando promptos para qualquer

fomentos
i

militi

por que p

rno os trophéos tomado
oo,

irda

com

h

um canhão ou uma

ban-

que,

no

a Rio de Janeiro, Santo António era promovido
-'1,1,'

;,!,,

o respectivo

.,
,

interesse de D.
a instituição

João VI pela organisação miHtar
real

da

academia

militar, a

inaugu-

,la

Cruz. creada, abrica de armas da fortaleza de Santa Cunha; a installação de varias fabricas de espingardas em
ris&es dessa
.

província; a creação de pedestres, dra-

e mflicias

Marianna e Ouro

na Bahia, no Rio Grande do Sul. no Ceará, guaranys, Preto, e a fundação do regimento dos Em [813, ainda se- preparam tropas no Rio
.lo

Em
ra

I8I5, crêam-se a artilharia

Maranhão

e o

corpo dos

invalid

jxhivo Publico, as informações completas sobre as forças

m
' .

guarda, familiares,

nobres, resultado a estampa 27: linha, milícias, pardos, Henriques do regimento velho e do novo, forase sahidas.

ordenanças, corpos da conquista e de entradas

Os

uni-

itampa 28, Eoram copiados da torre do digno de relevo ,, chapéo-claque do official, lonelles
.do.

Uragonaa

Em

[808, o governo por-

tugue2 publicou

um

plano de far-

damentos especiaes para seus ge
n<

raes

e

estado maior,
,

contidos

rios

Approxima se modelos íraneczes da Revo
1

t820
910
5

do império: casaca marradas de ouro, exaggerado chapéo claque de dois bicos. A J de uniformes do exercito

fere os

do Brasil.
«la

EUa confessa

a, influencias

ido. litteralmcnte.

.|"<-

o modelo

harretina e o inglez.

Delia vic-

21

ram

dragonas,

fechadas. as pantalonas e as elegantes casacas Brasil (fig. 5)o que durou bastante no

Conheciam-se os postos pelas

Os

generaes continuam

com

os fardões do século
estrellas e

XVIII, á franceza.
(fig. 6).

Têm

vivos brancos e d.stmguem-se pelas

bordados

w
(ÊH

J^JD*,
Coronel
/enLoroneL Ten. Coronel

\

J,°Sara.de/rfe
^-/IrfiIh. ou Furriel

\

I

deCavadt.

T-XD
ff
fí\fl2° Sara.

ou Trombefa-mor e Tambor -mor

ÊÊÊ
w§Ss

Sargento -Mor m\ y

W
Farnel de /nfie/?rfilà\]^

Capitão

Tenente

Alferes

Cabo

//nspeçada

1806
de D. João VI foi a facto muito notável na vida militar do reinado auxiliadora, devido ás guervinda para aqui de uma divisão portugueza, a divisão voluntários Compunha-se de dois batalhões de caçadores, intitulados ras no Prata. uma companhia de cavallaria e reaes do príncipe e, depois, d'el-rei três esquadrões parte na num total de 4831 homens. Repousaram dias e tomaram

Um

;

de artilharia,

parada que Debret reproduz

num

desenho, onde se
I.

vem

os officiaes

com

crepe no

braço por luto da rainha D. Maria
as fronteiras.

D'ahi a pouco tempo, essa força partia para

,

intentos

do Rio de Janeiro com barretinai do ena, no braço dos soldados de
i
I

calças largas de brim e as vestias de
.,,

li

Família, com o clarim de cavacaria do districto de Sacra ligeira do tempo, á húngara, reprodu rístíca da cavaDaria

uinodo ^rchivo Nacional
,-

(\

Doe

Gal.).

Carrega ao hombro

a

c

sapska polono, peculiar a ulhanos e lanceiros,

um

tanto

do primeiro tropas ligeiras a cavaDo, que usaram os músicos
e,

longamente, os dos

m

regimentos
(V.

a pé.

Na mesma estampa,

um

figurino da BibKotheca Nacional

Doe. Gal.). a policia de Marianna,

capital. sido a primeira creada no Brasil após a da Maranhão V. Doe. Gal. ristente na Santa Casa do
I

>,

do anno

foi

pintado de accordo
laL).

Henriques modelo da 3" figura dessa estampa, na qual o soldado de descripção do viajante Henry com a minuciosa

O

1

[enriques do Rio está de accordo

com

as estampas

do

tem]

O decreto real
f an!
'

distínctivos
1

descreve de 1816, para o Exercito Brasileiro, minuciosamente _'" linhas. o alteres de fusileiros Na estampa 33, de i" e
e

o apparecimento de nova barretina

de calças largas.

O

cabo
di-

i

traz divisas amarellas

no braço.

A

tradição desse systema de

t

m
\

-

pequenas modificações. pennachos do tambor-mór e do musico são diffe2* pr Todos os metaes da i" linha dourados, todos os da da tropa. _> manteve, talvez inlinha, Republica, creando, recentemente, uma nova
mantidoat»
;.,.
(

m

É uma

das raras que

>s

alamares

e

:

'

Nella, uma minúcia, que dentemente, a distincçãO tradicional (estampa 34). dos uropeus: os enfeites de «luas cores nos braços a infiuei

taml

utróra, tambores e corneteiros
3

acompanhavam

os arautos senhoriaes

tinham as mangas, o estarcãoe as meias das
Por
isso,

horou do

rei.

em muitos

exércitos estrangeiros, têm nas

ri,,,..

idonaes. Hendourados, por causa da tarda branca, os metaes dos caçadores mpre caçadores, de sabre armados de floi

curvo

Na

barretina dos granadeiros, a granada de

duas chapas

— Uma COm

O

mão e a chapa de numero: na numero, outra COm as armas reaes na dos
;

23

Os officiaes superiores, com capoto de modelo caçadores, a trompa c o numero. nos paramentos das casacas. Os milicianos, com as cores de seus corpos da época fez com que para la se enviasrevolução de 1817, no nordeste brasileiro, voluntários cavallaria, o parque de artilharia, os sem vários corpos do Rio: o f de Da Bahia partio para o Recite uma unide infantaria. d'el-rei e quatro batalhões regimento chamado da 2» restauração de creada naqueUe difficil momento, o

A

dade

Pernambuco.
a

um

guarda do soberano confiada Ficou a capital entregue á policia e a Como as tropas enviadas nao fosesquadrão de cavallaria, vindo de Minas.

sem

sufficientes

buscar mais soldados
o

sua magestade mandou para vencer a rebeldia, que alastrava, reforço cheem Portugal, pelo marquez de Angeja. Esse

Recife o gou de Lisboa em agosto de 1817, deixou no

outubro,

2° regimento de fusileiros, na no Rio, em S. Christovão, no mez de Bahia o 12 da mesma arma, desembarcando, fusileiros, uma companhia de articomposto pelo 3" de caçadores. 15- de

fices-engenheiros e

uma

brigada de artilheiros-conduetores.

Foi essa a tropa que,

em

1821, passou, sob o

commando de

Avilez, do Rio

Independência, seguio para Portugal. para a Praia Grande, de onde, após a general Madeira, ao cerco de Labatut. de fusileiros resistio, na Bahia, com o

Ou'
Ca-

e no resistiram algum tempo no Maranhão çadores e um pouco de artilharia veio buscar o príncipe, ficaEm 1821, 600 homens da divisão naval, que Piauhy A divisão auxiliadora, que estava no sul, espontaneamente, no nosso paiz. vam,

embarcou, em 1823, para a Europa.
Painéis de azulejos de velha casa do
o

Maranhão

|

V. Doe. Gal.
elles

)

representam

Por 22» de fusileiros. dois sargentos portuguezes do 19 e do da estampa 36, conporta-bandeira e do cabo de infantaria ram os uniformes do bandeira é a que se usava naquelle servando as mesmas cores e minúcias. dispostas em triângulos e losangos, tempo- as cores nacionaes ou as do regimento, das Da mesma maneira, a maioria das bandeiras circular.

se reconstituí-

A

torno de um centro vários regimentos modernos europeus, meias brigadas da revolução franceza e de O of ficial superior do 1" de milícias da Bahia foi copiado dos paizes monarchicos. de corGal.), com uma curiosa guia do retrato do coronel Silva Paranhos (V. Doe.

em

prendendo a espada, calções e meias de seda. portuguezes se alteram. No correr dos annos, os uniformes dos generaes chapéo armado de bico para a Retratos, gravuras e estampas nos apresentam o bordados nas costuras das costas e írente dragonas grandes, de cachos annelados.
rente,

M
Olaria.

\» fardas
a

começam

a

ser

abotoadas,

mal

se

u de rendas
.

banda de tranquetas
e soldado,

Na estampa
d,. pi n |

37,

temos os caçadores, official

com

o uniforme côr tropa

u

,.

na gravura de Debret, que representa de luto por D. Maria I.
aos hombros
\
I '

a

partida dessa

Tem canana a tiracoUo
e a

lidado, chouriça

equipamento é de fabrica ingleza

etina de
la

novo

typo.

farda, côr de

pinhão,

com

chouriças

verdes,

durou

perto

dum
r

século

em

Portugal.

Em

1818, voltou ao Rio a força que se achava

em Pernambuco.

D.

J<

orgamaacão mais regular

e efficaz.

Existiam os seguintes regide fusileiros.
Pela nova re-

decaçad
fonu
u a ser. respectivamente,
-

1"

de granadeiros

e

i"

de caçadores, sendo

divididos

em

1

Crearam
no norte

se

mais a legião de Matto

de artilharia de Montevi<
!•;„

rei

manda
1 •

crear tropas

— Piauhy,
em em

Rio

Grande do

Rio Negro, Maranhão

e Sergipe; depois, outras no Espirito Santo,

em Mias dra-

mpa

38, apparecc
:i

um esquadrão um caçador

de cavallaria

S. Paulo.

do

1"

batalhão,

[821,

com

18 19, os canhões e golas

verdes, autorizados

em

rimeira

vez,

officialmente, as cores da casa de Bragança, azul e

branco, substituem as da nação portugueza.
I,

Esse tope

foi distribuído,

no Brasil,

foi

tirado da
lo

a 31 de outubro de l82I. O afamada estampa de Debrd

soldado de cavallaria de milícias de

"A

caça da onça".

Seu capa-

dos caçadores a pé de Luiz
'

XVI, do dos caçadores

a cavallo da

is

tropas bavaras,

em

[870.
official

furinos militares do
lo

Kxáàvo do Para (V. Doe. Gal.) mostram o
linha,

do regimento de cavallaria de
não
foi

creado,

alli,

por decreto de

1X17
[824.

(V.

Doe
'

Gal.), que

aproveitado na reforma geral da

P

linha,

em

grande valor, porque já trazem alguns característicos da futura cavallaria

V

lede D. Pedro

I.

quasi sempre os decretos sobre

uni;

mi

quardlad

acompanhados de figurinos desenhados 4 mão, gravados em cobre nos archivos, mas, i nfeli zmente, quasi todos dess

\rchivos do

>

Paulo, na

Bíbliotheca

Nacional, restam

25

os raros que se não Gal.).

perderam

e

muito serviram na confecção desta obra (V.
a cavallo apresenta o Eardamento texpêl

Na estampa

39, o clarim de artilharia
leis

tualmente descripto nas

de [820: ursa ou barrete de

"ourson" fran-

Os clarins, como os tambores, sempre ticez) e peliça. uniformes veram uniformes especiaes. Entretanto, os eram muito hussares, da cavallaria ligeira,
desse género, dos

usados na artilharia a cavallo.

A

de

Napoleão

vestia

assim e assim veste, nas paradas, a "royal

Eield artillery"

da guarda

real ingleza.

um uniforme dos generaes está documentado com do brigadeiro Montenegro (V. Doe. Gal.). A.farretrato pequeno uniforme. deta azul do otticial negro, em

O

representa o perpetuada na estampa contemporânea, que Ella Gal.). capitão Bonaparte, dos Henriques (V. Doe.

A estampa 39 ainda regista a ul[812. indumentária para os caçadores, em 1820 tima creação de
f,,i

inventada

em

(figura 7).

precipitaram se os D. João VI voltou a Portugal e resultaria a independência do Brasil. acontecimentos de que
sol\pos sua partida, o príncipe D. Pedro, precisando de que se apresentarem sódecreta que os voluntários

dados,

laço poríaguez
FIG
7

mente servirão

três ânuos.

Organisa-se a guarda cívica.

de infantapara defesa da Corte, com quatro batalhões Km S. Paulo, arma-se tuna corporação ria e dois esquadrões de cavallaria. brasileira". melhante, appellidada "sustentáculo da independência

se-

CAPITULO

III

Século XIX

Brasil

Império

— Primeiro

Reinado

Após

a

cuidado de D. Pedro proclamação da independência, o primeiro

Eoi

por distinctivos, os soldados brasileiros differentes tornar, pelos seus uniformes e de setembro de 1822, o emblema, que, até completo dos portuguezes. Creou, a 18

1822-25
(Braço esquerdo)

(Chapéu armado)

1831

1823

1831

1894

1903

[825, se usou no alto da

culo verde, isolado acima de

manga esquerda e se chamava tope. composto por um ciruma fita amarella. em que se lia "Independência OU

Morte

!"

(fig.

8).

Modificaram-se golas, canhões e pennachos, as primeiras par-

>
lamento que
se

tornaram caracteristicamente nadonaes.
n-.i

\

primeira

um
da

of fida! de caçadores fardado no

d

Debrel
o de 1818 e
a

mesma anua

pertenci

ata

mantido com o mesmo numero pdo imI

que -lurou

d.

1816 a 1823.

Mia desappareceu o

laço

substituído por
,

um

circulo verde e amardlo, sobre o qual

Eficial,

porém consta de todos
citado.

os figurinos contempos

esquerdo, o

emblema já

Canho

verdes.

Esta

Foi sempre a istica de nossos caçadores durante longo tempo. Unha. um galão amardlo nesses caNos corpos de i" Europa.

s verdes

cm

olhos amardlos.

Tal exaggero de cores na-

uniforme exprimia
ido.
s

desejo de mostrar a todos que o domínio de além-

X<> mais, as fardas soffreram pequenas

ou nenhumas

altera-

rivos,

por exemplo, continuavam os anteriores.
46.

Vejamos a estampa
3.

O
as

i*

de cavallaria

adopta gola

verde e canhões

foi Então, tornou ao uniforme antigo, que ficou tradidonal e só

mataram

uk-11i-.iv>

lembranças do nosso passado militar.

A

maioria dos crimes outra nossas mais

Mias

tradições

se

devem

á

estrdta e

.

no inido da
-.1

muitas manifestasitivista, que, infelizmente, predominou em soldado de mirepublica, e, felizmente, já morreu de inanição.
(
>

gravura está accorde com o Debret, galões
.

e

l--tr.es

de metal branco,


.

noss

-

linha.

Em

1823
s

erno imperial approvou novo plano geral de fardamento Transpomos esse uniforme da obra de Debret V. Doe Gal.)
1

itampa 41.
1

\ barretina, afunilada, é

guarnedda por
e

um

cordão,

em

es-

pelos hussares da revolução franceza
e "mirliton", por
se

seus alumnos da escola de

Ma

.

assemelhar ao instrumento musical do

Ficou tradidonal entre nós, tornando-se,

com

o tempo, peça abso-

ndo

mesmo
\
.

a mais característica da evolução de

n—a
<•

indumena

\ artilharia a pé usou-a mais tarde, a infantaria

em t866

guarda

farda era curta e sem vivos,
<

cm

alamares. dragO-la

que durou ate 1834.

»

coronel de caçadores

estampa,

uniformis

lo

cm

esse plano, na., tem dragonas.

D. Pedro ordenara

Efidaes dessa arma.

No

Brasil,

lodosos

29

provisórios
zer galões

Ficam definitivos.

Desde então,
dragonas
até
I

os referidos officiaes

passaram a

tra-

no punho e a não

ter

o V.

fim da
1

monarchia.
>.
'

Documenta

essa figura o retrato do conde de Escragnolle

>oc.

Gal.

>

coronel de milícias

Queiroz (idem) e o major de ordenanças „,; tirado do retrato do coronel [gnacio de s dois últimos fardamentos do do barão de Tietê idem I. Os pennachos dess< amarellos, indicadores da 2" linha. e os vulgarmente chamados "periquitos", verdes Eôram prohibidos pelo imperado,-. is tufos de rendas das camisas de ambos O primeiro plano de uniformes para o estado-maior general, estado-maior de outubro de [823. \ eja-s< do exercito e engenheiros baixou com o decreto de 7
I

<

a estampa 42.

RegUE.M. General

larisOU emblemas, bor-

1823

dados

e distinctivos.

A

folhagem de carvalho.
estylisada,

dos borda-

dos dos generaes portuguezes,

continuará
<

nos dos brasileiros.

>S

marechaes não têm
vos

vi-

nem

presilhas nas

abas da casaca. Os brigadeiros e outros officiaes

generaes têm a
farda,

mesma
f

com

dif-

crenças nos bordados.

A
os

sua
vivos

disposição

<:

brancos são

idênticos aos dos por-

tuguezes.

Os

postos

continuam os mesmos

também.

A

monarchia
e

manteve-os

a

repuhoje: marechal do Exercito, que corresponde ao marechal de
e
te-

blica alterou os:

nente general, abolido: marechal de campo, que
gadeiro, agora general de brigada.

o nosso general de divisão, e bri-

Estabelece se a banda rígida, de dar volta,

com

rente

ou dos

lados,

ou com tranquetas, peca que
x
^

vive e

morre com o

pri

meiro império
capão.
i

pantalonas brancas têm

Os bordados variam um pouco com

42, a primeira figura é
seguinte,

um

brigadeiro, que faz parte do

conforme

as insígnias, é

um

vogal de conselho,

,lano de fardas de generaes .lurou bastante

tempo
as

mente

em

1835 começou a modificar-se, quando as Em [852 confirmou io outras.
.

golas abertas mostram
se ainda esse plano. 6

um

lurado no Brasil.

Em

30 annos manteve-se quasi immutavel.
Já nesse

uniforme dos corpos especiaes

irdamento de nossos generaes ha qualquer coisa delle. é, mais ou menos, o portuguez.

armillar do estado-maior de tempo a torre é emblema de engenheiro e a esphera

estado Maior e fnçrenheiros 1823 <^

l*

classe; a estrclla dis-

tingue o de 2" e o castello os

secretários ou of-

ficiaes de administração.
< )

império conservou estes signaes; a republica mane

tém a esphera no estado maior
a torre,
!„,r«i.

quadros especiac
na engenharia.
I

cm

.1

nome de

castello,

>S

ngenheiros eram differentes de quaes-

(juer outros,
111

o que só muito mais tarde

foi

modificado.

notar que, ate IÇ

rpOS especiaes tive-

ram fardamento

distincto do das outras tropas (fi-

os officiaes tinham
luroo
. •

dragonas vo

FIG

10

canutões as dos superiores,

unente curvas
idos de

em

bainhas de touro,

cm

guarnições de metal dourado,

ouro e vermelho, menos

dos caçadores, que eram de
e lavradas,

como

preto.

As espadas dos generaes todas douradas

com copos

singelos, tra

31

dição até hoje conservada,

bainhas de metal,

As espadas dos officiaes semelhantes ás de hoje, com datam de 1840. Quando ministros ou senadores, alguns generaes
se vê

usavam espadins, como

nas lithographias

de-

Sisson

<

\

.

Doe. Gal.

i.

No

traje
plu(fi-

de campanha, o chapéo

armado não tinha

mas.

<

>s

talins

do

i"

uniforme variavam

guras

ue
O

12).

único figurino sobre

a artilharia desse

tempo

esta no
elle se

Archivi

1

Xaei« mal.

Por

restaurou o artilheiro a cavallo

da estampa 44.

<

)

alferes dessa

arma. contido na mesma, está

Fiadores

na gravura de Debret, do pau
n<
'

1623
uir vlu
-

de bôcca do theatro, pintado
e

ti

no Rio,

numa

aquarella do

11

1

FIG

1Z

Instituto Histórico de

Pernambuco

|

V. Doe. Gal.).

Em

maio de 1824, a farda da

Os granacôr das calças. artilharia foi alterada no pennacho, na barretina e na official traz um galho verde na citada sahiram do Debret. deiros da estampa mesmo que as tropas ausbarretina, usado na acclamação de Pedro I, o da Hungria, usaram desde Maria Thereza até os tríacas, especialmente as

O

nossos dias.

Na
tilharia.

estampa 45, está

um

major do

1"

regimento de cavallaria de milícias, se-

gundo descripções de documentos

officiaes.

As

milícias, então,

tinham mesmo ar-

Em
e

de Henriques 2 de outubro de 1822 organisou-se, no Rio, o batalhão

da Corte

um

deveria seguir

corpo de artilharia, todo de negros forros, pagos mensalmente, que effectivo de norte, na esquadra do almirante Cochrané, com para
o

398 homens.
repartidos
res e
res.

D. Pedro reformou os caçad<
seis

>res,

dando

a cada batalha»

>

7*7

h<

«nens,

em

companhias, conservando, com o
i°,

mudando

os

2 e 3 de fusileiros, respectivamente,

pifano de granadeiros da

mesma estampa,

mesmo em 2°, em uniforme

numero, oi' de caçado.V

e 4"

de caçado-

de quartel, mostra

bem

os usos militares do momento.

O
Rio.

soldado de cavallaria da guarda civica de

Diamantina traz

a farda descripta nos
i\o

documentos de 1824.

O

outro representa a
civica.

ephemera corporação patriótica
hido de

também

intitulada

guarda
Cal.).

extra

um

figurino anonymo do Archivo Nacional i\. Doe.

Infelizmente, foi impossível obter a

menor documentação para restaurar

a

talhão

do imperador, creado por decreto de 13 Bahia o jar bastante tropa, afim de expulsar da
Concederam-lhe regalias attrahidoras de voluntários. Combateu companhias, com um total de 735 homens.

de janeiro de

,1

portugua Madeira.

Tinha
tahia

tanto,

em

Entreguarda ao paço imperial. voltou ao Rio e teve a honra de dar imperial prato seu companhia da imperial guarda de honra, abandonou
•„-i1

de [831, reunindo-se, no

campo de SanfAnna,
1'

as forças que lhe

arrancaram

a abdicação.

\a
(U lr
.

referida estampa, ha
ra

um

cabo do

de cavaUaria do Exercito extraindo

do

Instituto Histórico de

Pernambuco (V
cavallaria

Doe Gal.)
de milícias
está

Examino
ion
marinha

tampa 46: o soldado de

con

creoulo de artilharia de ipções militares contemporâneas; o soldado I. os Na 47. os archeiros de D. João VI e de D. Pedro consta do Debret.
pelo

prinHâroscomascc^hjsas,ossegiindoscom as brasileiras, documentados existe V. Doe. GaL). por uma de Mias casacas, que ainda nu ., n
(
,

vindas.
l|UC

auxiKos de algumas proclamada a independência, recebeu o imperador esquadra- de voluntários milicianos de S. Paulo, Em primeiro logar, o

aristocrática imperial para a formação da celebre, brilhante e Pedro recom>. de i" de dezeml.ro de [822. guarda de honra, creada por decreto ao mesmo tem,»- que constituía para si voluntários,

30^

1

..

honra aquelles

uma guarda
1

de gente escolhida, composta de
i*

um

estado-maior
villa

e três

esquadrões de

38

homen. cada um. o
Kl
-

parando em

S. Paulo, na

de Taubaté; o

s

na Corte,

da província, de

as iniRcv. Cada esquadrão tinha no escudo do talabarte sendo e onde estava de guarnição, cujas milícias se originara

A imperial vezes por anno. obrigado a apresentar-se no Rio pelo menos quatro officiaes ficaram com o didissolvida em 1832, porém seus
i

continuar a usar seu uniforme.

Sobre

ella

existem

muitos

documentos,

nenhum

definitivo

que,

em

abril de [822, por occasião de se organi-

ato,

D. Pedro, foi adoptado, primeiros soccorroa a serem enviados ao príncipe vermelho, que a guarda sempre uniforme branco, paramentado de

o

,,

conhece nenhum capacete usado antes da independenTodos OS capa da cavallaria de mUicias, de modelo bavaro. Ypiranga, tendo as gar ate hoje são posteriores ao grito do
e

33

2°Capace:
I.G.de

Honra

C^W

T.

Coronel

Sargr.-Môr

Capifcto

Tenen <e

aue«ram Divisas para os officiaes das Milícias

praças na I.G.deJÍ

chapa do talim

chapa do peito
chapa dopei to

^_

pCra

corrente

drapofia

•...t,j,

|ij

para corrente
FIG.
13

de
soldado

Kc SsOr 'WsW^^
dragona de officiai

34

iniciais IV

I

'

>

primeiro capacete da guarda

i

dourado, todo de metal, estamento,

na cimeira, o dragão heráldico dos .tenentes do brazão da casa de
inça,

de entre cujas azas abertas escorre a farta crina
Gal.).
\

(fig.

i;i. bastanti

nheddo e do qual ha vários exemplares (V. Doe.
rmenores da tarda.
la

estampa 48 esclarece

imperial guarda de honra eram,

na maioria, antigos
dragonas.

posofficiaes de milícias, que conservavam, nos punhos, os galões de seus antigos

effectivos dos três esquadrões

distinguiam-se

pelas

Pedro Américo, no grande quadro da independência, represerita esses bellos cavaltalvez conleiros arrancando os topes portuguezes azues e rubros, anachronismo
scientemente praticado, visando o lado esthetico da composição, somente, porque sco de metal não fora inventado e os topes eram. desde outubro
nas mande 1821, azues e brancos, presos, pelo decreto de 1806, no chapéo, e não

como
• I

pintou.

,

decreto creador dessa guarda dá sobre

cila

minuciosas informações.

Por

gundo casamento do monarcha, mudaram-lhe o capacete para o <i lu> Debret cita o facto e reproduz a nova silhueta do corpo de na estampa 53. do que os do r. lesse _'" modelo de capacete são mais raros
Gal.).
.unarellos e

6

de couro
verde,

um

com ferragens douradas e como tope. substituído, em

três eirculos concêntricos,

1831, por nina estrella de

oum em campo
com

verde (fig. 8).
,,

Debrel pinta, na cimeira do capacete de couro.

virolas e reforços de latão.

dragão alado do primeiro modelo e crinas. Não Existem do esquadrão de nhece nenhum exemplar de capacete dessa ordem.
é idêntica á

Minas, cuja cimeira

com ornatos gravados.

O

do dos antigos dragões francezes, greco-romanos, uniforme branco, enfeitado de vermelho, com dragonas
influencia

orreame preto trác uma
tilitar

esporádica

no

nos-,,

austríaco, lembrando os elegantes dragões viennenses de
1

nos "croquis" de I.ucien Vallet
f-'..i

V. Doe. Gal.).
pri-

ess,-

uniforme tradicional, nobre

e

profundamente significativo dos

meiros momentos de nossa emancipação politica que, em 1916, preten vado pela Camará, mas rejeitado pelo Senado, o deputado Gustavo Barroso 1" regimento de cavallana. que ario, no histórico deu restaurar, para o IH

num

projecto appro-

tomaria o

da Independência, por fundamentadas razões expostas no folheto de sua lavra "Tradições Militares"; editado pelo ministério da guerra.

nome

de

'

35

Baseamos as Eiguras da estampa 49
(ihi

,,;is

pormenorisadas informações da

_ra do

coronel Schlichthorsí

<

.V. Doe. Gal.)

sobre o

Eardamento dos regimentos
de
tropas,

de mercenários estrangeiros que possuímos.
creou,

Carecendo

D.

Pedro

em

espécie, então 8 de janeiro de [823, o primeiro regimento dessa
paizes.

em voga
ho-

em muitos

Compunha-se do estado maior
desta sorte:
1"

e

três

batalhões,
e
1

com 834

mens cada um, numerados
batalhão, o
->"

de granadeiros
a
[3 de

e

2

de caçadores.
[824, outro

Não achando bastante essas forças, creou mais,
de granadeiros, que,
[825.
1"

novembro de

com

o
1

2"

de verdade em

No

plano geral da

'

de caçadores, somente se organisaram linha, em dezembro de [824, receberam

esta numeração: o
1"

linha; o 2

o

de

granadeiros de de granadeiros estrangeiros Eicou sendo 2 de o 1' linha; o I de granadeiros estrangeiros. 3 de granadeiros de
o

caçadores estrangeiros, 26
1825, nova

de caçadores de
1"

1"

linha, e

O 2

o
,

27

o
.

A
o

30 de junho de
e

mudança; o corpo de

linha de Sergipe passa a ser
o
.

26 de caçadores

os estrangeiros são, então,

em

logar de 26' e 27'. -7" e 28

A

por Schaffer, soldadesca estrangeira mercenária, na maioria recrutada

era profundamente ignóbil, na Allemanha, entre nobres decahidos e criminosos, Havia, por isso, da população e do Exercito. provocando sempre a animosidade Quando estalou a guerra com a Argentina, continuas rixas e contlictos pavorosos. mercenários, o commandante Crotter foi á Irlanda c de lá trouxe 2.000

em

1827,

uns enganados, outros

em

lastimável estado.
e

Então, os dois corpos de granadeiros

eram considerados batalhões modelos
de 1828, o
2"

davam guarda ao paço imperial.

Em junho
mas a

de granadeiros revoltou-se.

A

sedição aterrorisou a cidade,

reacção foi violenta.
tros.

Em

S.

Christovão, os

allemães combateram uns contra os ou-

As tropas nacionaes cercaram-lhes

os quartéis, obrigando-os a renderem-se.

Foram

Endos navios de guerra. todos os sediciosos levados, presos, para bordo batalhões em melh. Reorganisaram-se os para o Canadá. v iaram-se os irlandezes 28" de caçadores não se revoltou eo 27" fez a campanha de Bueres condições.

O

nos Aires.

Quando

o governo dissolveu esses mercenários,

em

1830. o 2" de gra-

o nadeiros de ["linha estava na Praia Vermelha, o 3° e

2f

de caçadores na ilha de

Santa Catharina e o 28
lanceiros allemães.

o

em Porto

Alegre, onde

também

existia

um

esquadrão de

Analysemos
mestre,

a

estampa 45-

(

>

primeiro personagem
Brasil

é

um

sargento quartel-

com

a coroa e as divisas adoptadas no

desde
os

1819,
pai/es.

banda de dar
nesse

volta e bengala reiuna, própria dos inferiores

de

todos

tempo.

(6

mi granadeiro
ial

e

• terceiro

um

caçador estrangeiro.

Finalmente,

um

de

-•'

linha, mostrando os bordados das
•r,

dorsaes da fardeta, con
e

poder do Sr.

J.

Washl Rodrigues,

o

mesmo boné

molle que
<1"

figura no retrato

coro
,X

fardefa

"d Paes de Andrade
Doe
GaJ.)
\

'K</.

/./>.

estampa 50

'"'

ar "

ranjada com a documentação referente á guerra da

independência na Bahia.
nu; «"
e

'

>s

"curar.

de roupas exóticas e arma-

mento incompleto, tropas

ir-

regulares, de patriotas, sur-

gidas de
(

um momento
solo,

para

nitro

do próprio

como

mangra
k

os íoiceiros polonos, os hai-

duques

e

honveds húngaros,

os miqueletes espanhóes, os

palikaros albanezes, os ba:

"*Z^§

OfficiaZ

chi-buzuks

turcos,

os

kle-

talim

^fnSsssss^
aiamares
1

de caçadores

phtas e evzones gregos. Estes

últimos

formam

hoje

1825
nographia
«Ia

corpos tradicionaes do exercito hellenico.

Estão os

ir-

regulares bahianos na

ico-

época, como, por exemplo, no retrato

do brigadeiro Souza

Uma
uma

(V. Doe. Gal.).
«los

(

>s

grota

^

"couraças" vestiam as roupas de couro
ros do sertão.

vaquei

Resta

de suas vestes no lusti
Foi de todas as

tuto Histórico da Bahia (idem).

tropas rino Santos
1

tomou mais tradicional alli. A cila se refere o historiador Gueidem 1, bem como a<<s índios armados <!« arcos e flechas, os primeiros
e

37

a atacar os lusos,

commandados

pelo visconde de Pirajá.

l

>s

"couraças" resurgie

ram na guerra do Paraguay. Completa a estampa gadeiro fardado como o do retrato a que nos referimos.
dos verticaes traem o costume portuguez ou são
se estabeleceu

um

caçador regular

um

bri-

Nos canhões,
fantasia, porque,

os borda-

uma

em

i

com

rigor que seriam horizontaes.

interessante pormenor a anti-

quada banda de tranquetas.
Segue-se a estampa 51,
dores.

com um soldado de
o

cavallaria de milícias, e caçaque,

Em

dessa arma. S. Paulo, existiam dois batalhões

na organisação

geral de [824, receberam os

números 6 e f. Um outro ficou na sua guaralcunha pouco lisonjeira de guarda da marqueza. a golas e canhões Differençavam-se dos outros corpos de caçadores pelas nição.
< >

veio dar guarnição no Rio, com

conservada, depois, nos caçadoazues-claros, cor tradicional das forças paulistas, ( )s dois soldados da estampa são desses batalhões e o de fixo local.
res

do corpo

costas mostra o equipamento então usado.

A

estampa 52 baseia-se numa fardeta
e de

do brigadeiro Tobias (V. Doe. Gal.), canhões em ponta
preta para sustentar a banda.

cada lado

uma

fita

de mais importante documento militar do primeiro reinado é o decreto pelo qual se organisou, do melhor modo possivel, o exeri° de dezembro de 1824, irregulares, fragmentarias e cito, em 1" e 2" linhas, acabando-se com as formações

O

deficientes que havia.

Deram-se números

e attribuições

novos a todos o? corpos,
honra.

menos ao batalhão do imperador
1"

e ã imperial

guarda de
1"

Resultou que o
l"

batalhão de granadeiros da corte se tornou
o

de granadeiros de

linha; o

de

granadeiros estrangeiros, 2

de

a I

linha,

aquartelados no Rio.
1"

ficando

na mesma

guarnição os
Rio,

o

I

,

2

o
,

3

e

4 de caçadores; o
lá,

de caçadores de S. Paulo passa para o

como
;

o

5

,

e

o 2 fica

o

como

6": a infantaria

da legião de

S.

Paulo constitue
e

o 7

o

artilharia
,,

8": o batalhão de infantaria o batalhão de caçadores de Santa Catharina, o 1" batalhão deTHbertOS de Montevideo, o IO°, e de Curityba, o 9"; o

Santo, o 12°; a companhia de infantaria e o corpo de pedestres do Espirito |" e 15": o de na Bahia, os 1". 2" e 3° de caçadores da provinda mudam-se em [3°, o ao 17" e Alagoas recebe o numero [6 os 1". 2" e 3" de Pernambuco são reduzidos
[

i°;

1

;

18": o

Rio Grande da Parahyba toma o numero 10" e OS de infantaria do Piauhy,
e

do Norte, Ceara

Maranhão, respectivamente, as designações
o

20°, 21°, J-' e
26'

-

do Pará ficam sendo 24 e 25°, e os caçadores

estrangeiros.

e

27. até

[825,

quand

de caçadores

e

aquelles

passaram

a

chamar

m

\

cavallaría constituio se assim:
....

i*

regimento de cavallaria, na Crie, fun-

\

_•
I
. .

formado

pelo ex regimento de

Minas;

3°,

pela cavallaria

jquadrão da

mesma cidade;^,
e

pelo esquadrão da provinda

rodo Rio Grande do Sul;
Unia
\ constituição

5°,

pelo regimento de dragões do

Rio

Pardo;

gimento de dragões de Montevideo,
na artilharia, da

f,

pelo

regimento de dragões da

se,

mesma

maneira, por synthese: o regi-

artilharia de posição; o batalhão mento de artilharia do Riopassaa ser i* corpo de B posição; o de Santos. 3 corpo; o de rpo de artilharia de de posição do
l

tharina,4*j

o de Montevideo,

5'; a

artilharia
8°,
,

do
e as

Espirito

Santo,

6°;

o

corpo de artilharia da Bahia, f\ o de Pernambuco, rã, na mesma ordem, 9°, to
corpos de artilharia montada: o f.

artilharias do

Piauhy,

ii° e

12

o
.

Formam-se cine.
montada da Corte;
Pedro do
a da

com

a brigada de artilharia
.V.

com a artilharia da
rahyba
<1"

legião de S. Paulo; o

com

a artilharia de S.
e o 5
.

Alagoas, Rio Grande do Sul; o 4. com a artilharia montada de

com

IV

Norte
compõe de quatro regimentos de
infantaria. 89 batalhões de

\ 2" linha se

de cavallaria e muito poucos de artilharia, alguns

com

appeffidos hi-

[có, artilharia de Henlarros: libertos de ouro, libertos de Paracatú, pardos do infantaria de marinha rtanejos do ítú, guaranys das Missões, riqU
<

e

infantaria de marinha do

Camocun.

da qual data a coFoi a primeira organisação militar de valor no Brasil,

hesão

<1>>

nosso Exercito.

:

CAPITULO

IV

Século XIX

Brasil

Império

Regência

\ regência foi

existiam vários
o

porque ia nau mais obrigada a dar nova feição ao Exercito, honra, o batalhão do imperador, corpos, como a imperial guarda de

>»e

f de

granadeiros, o

effectivo sufficiente.

O

o não possuíam 27 e 28» de caçadores, e outros somente o esdecreto de 4 de maio de 1831 conservou o

itf,

i

I

,

tado-maior general, os estados-maiores de
ciaes burocráticos,

1"

offie 2' classes, os engenheiros, os

[6 batalhões de caçadores,

com

em oito companhias, cinco corpos de artilharia >s um e um de artilharia a cavallo, com 334<

homens cada um, divididos de posição, com 492 homens cada
5 7-'

cinco primeiros batalhões de caça-

dores passaram a ser i\

2».

3". 4° e 5°

da Corte; o 6" e
9'.

f

formaram o
e 10"

6» de

Sao

Paulo; o 8" tornou-se o
10
o
.

f

de Santa Catharina, e o
o

o o 8 do Rio Grande do Sul; o

11" e 12 o

desappareeeram; o 13
11
o

e

o 14" mudaram-se
o

em 9
a

da Bahia; o
o
,

IS" e o 16»

fundiram-se no

de Alagoas; o 17

e o
o

18

o

desdobraram-se nos 12
o

13- e 14

o

de Pernambuco; foram
e

abolidos os de 19 a 22"; o 23

ficou sendo o 15 do
o
.

Maranhão,

o 24

o
,

23" a 28 o 16" do Pará; acabaram-se os de
2".
:

Desta

sorte, dis-

em Santa Catharina: 3". na no Rio; tribuiram-se os regimentos de cavallaria i°, A artilharia a cavallo continuou no Rio Bahia; 4", em Pernambuco, e 5". no Pará. 1" e 2". na Corte: o 3°. na Bahia Grande do Sul. e os corpos de posição ficaram os
:

o 4

o
,

em Pernambuco,
Tendo

e o 5

,

no Pará.
houve,
naturalmente,

sido dissolvidas muitas unidades,

abundância

ser arregimentados. Compuzeram, com de officiaes avulsos, que não tinham onde (estampa 54), que. uniforme especial, o afamado batalhão de officiaes-soldados

com

Cobras, quando alli houve uma sedição. os permanentes, deu assalto á ilha das a creaçao Brasil, o acto mais notável da regência foi a vida militar do

Para

ordenanças e guardas municipal. da guarda nacional, em substituição das milícias, sobretudo maiores serviço, ao paiz, durante a monarchia, instituição que prestou os
na guerra do 1'araguay,
tendo, ultimamente,

Armada, durante a republica, especialmente na revolta da que motivou sua transformagrande decadência. cabido em
e

la lei

de i8d<

1831, que lhe deu as três armas.
ter

Seus
|

•ia

podiam

duas companhias de caçadores, mas nunca

ma.

!•;,,

cia

diminuio de novo a quantidade de unidades do Exer16 batalhões de caçadores,
<i

lu

'

''

m

numerad
o

2*,

no Rio, correspondentes aos antigos
15'
;

Maranhão, e*

5°,

no Pará, outrora [6

varam

os

mesmos números,
do
Sul.

respectivamente,

em
to

S.
1

Paulo,
1

Irande
a

Supprimiram

,

'.

[2°,

demais armas, houve

uma

única alteração: a dissolução do

5"

de

cavall

Em

i836,devidoá rebeldia dos Farrapos,
<

1

Eòram concentrados no
dis.

de do Sul.

>s

que tomaram parte no movimento estiveram para ser
rg

inisaram

se,

com melhores

elementos, na Bahia, o
sul,

artilharia de posição.

Era (839, ha, no

um

corpo de volun-

cujo uniforme é impossível reconstituir, por absoluta Ealta de docunit
h

creto de 22 de fevereiro de 1839 reorganisou, mais

uma
como
1":

vez, o Exercito,
se segue: o bál"

tentando para 12 os batalhões de caçadores, determinados
rio

da província de Santa Catharina íormou O

na Corte, o

e 2
;

o

viraram

a

Pai

[';

o antigo

1"

foi
e
1'

restabelecido
':

como
se

5

os

rganisação anterior tornarão

*
'.

organisou

também no

•oram numerados

10' e

1

e

em Santa Catharina comdiminuída.
<

Em
tames continuaram
lharia a

compensação, a cavallaria

foi

Supprimio-se
regimentos

rganisando-se quatro esquadrões
inalteráveis, sob a
<K-

avulsos.

>s

três
ligeira.

rubrica
.V

de

cavallaria

Na
.

arti-1".

timples troca

números: o

passou a ser
<•

_": o

4

,

3°; o 5

e

de pontoneiros, mineiro-,

sapadores, logo abolido

i>or

mpetente para preencher-lhe os

dar
ncia caracterisou se pela abo-

\a

historia <las

nossas forças arma-!
lando toda

importância

aos

caçadores,

para

os

quaes adoptou o fardamento verde, que

ficou tradicional, botões pretos c barretina
>•

modelo, desapparecida somente na guerra do Paraguay (estampa 54

41

Nenhum documento
vallaria nesse tempo.

esclarece qualquer coisa a respeito dos uniformes da ca-

Entretanto, é
:

bem provável

datar dahi o emblema da refe-

rida

regiarma durante longos annos dois dragões cruzados, com o numero do casa de Bragança que mento entre ambos. São os mesmos dragões heráldicos da bordavam nas manserviam de cimeiras aos capacetes da guarda de honra, que se

gas dos

f ardões

remados senadores do império, que ornavam o throno imperial e

tavam o

alto sceptro

do imperador.
existe mais

Também não
ria,

nenhum

figurino dos novos uniformes da artilha-

parecendo, entretanto, que de então

vem o emprego do carmim como sua cor

distinctiva, pois anteriormente era o simples encarnado.
fiestampa 54 damos o uniforme dos caçadores, de conformidade com Archivo Nacional (V. Doe. Gal.). Nota-se o azul-claro dos gurinos avulsos do

Na

paramentos dos corpos de
lembra

S. Paulo.

A

barretina cintada, de feitio extravagante,
I,

um

pouco os czapskas dos lanceiros polonos de Napoleão
ser os figurinos citados,

dos modernos
offi-

lanceiros inglezes e dos uhlanos austriacos e allemães.
cial e

Nenhuma informação
instituído pelo

nenhum outro documento, a não

do uso desse typo de
grande exercito

cobertura pelo Exercito.

De

accordo

com o costume

e músinapoleónico, era commum nos fardamentos de fantasia dos tambores-móres O figurino de recentemente creada. Por certo, usou-a a guarda nacional, cos. onde a fomos arrancar corresponde ao periodo da regência, de 1835 a 1840.

CAPITULO V

Século XIX

Brasil

Império

— Segundo

Reinado até a Guerra do Paraguay

Nos primeiros annos de governo de D. Pedro II, a maioria dos corpos do Havendo necessidade politica de auExercito estacionava no Rio Grande do Sul.
gmentar as guarnições de
S.

Paulo

e Rio,

novamente

foi

o Exercito reorganisado
:

pelo decreto de 25 de abril de 1842, ficando assim constituido tudo neral, de 1" e 2" classes, e imperial corpo de engenheiros,

estados-maiores ge-

com o

ef fectivo glo-

companhias e 882 bal de 407 officiaes; oito batalhões de fusileiros de oito

homens

homens cada um; cada um; oito batalhões de caçadores de seis companhias e 552 quatro companhias e 557 homens quatro bataum corpo de artilharia a cavallo de um, e três regimentos lhões de artilharia a pé de oito companhias e 690 homens cada homens cada um. Organisaram-se os fude cavallaria de oito companhias e 618
;

sileiros desta
o

maneira: creou-se o
;

na Corte; transformou-se o

5

de artilharia a

Catharina e Pernambuco pé em 2 de fusileiros os batalhões provisórios de Santa o o o 6°, formaram o 3 e o 4 e os 9 10 11 e 12 de caçadores converteram-se em 5 o o caçadores continuaram com Os oito primeiros batalhões de 7 e 8 de fusileiros.
, ,
,

,

sua antiga numeração.

A

ultima figura da estampa 54 é

um

fusileiro,

em pequeno uniforme,

dessa

Não tem data o figurino antigo que a forneceu; mas, época ou pouco posterior. subcomo a creação dos fusileiros é de 1842 e se conhecem as fardas das reformas De desenhos do Archivo Nasequentes, logicamente essa só pôde ser desse tempo.
e 56. cional (V. Doe. Gal.) sahiram os caçadores das estampas 55

A

cór distin-

paramentos é o preto e do uniforme a verde. Os botões são escuros, ou massa preta, em duas ordens, o que se conservou até 1852. Na barde bronze Um traço da influencia ingleza retina, como emblema da arma, a cruz de Malta.
ctiva de seus

sobre nossos fardamentos.
tropas ligeiras.

Segundo os "croquis" de Lucien Vallet
ligeiros,

Parece que na Inglaterra a cruz citada era signal das (V. Doe. Gal.), usajustamente entre 1840 e 1845.
Talcelebre

ram-na os "light dragoons", dragões
vez fosse
alli

insígnia somente

de cavallaria,

porque é a cruz de

uma ordem

44

ido parar ao

landante
tlisti
.

um

cavalleiro de Malta.

shako doa dragões britannicos, por ser o seu Certo é, porém, que durante muitos ânuos
é


9,

velho,

no Brasil, o habito de dar aos

sol-

linha» e emblemas alheios, inteiramente desvirtuados, o que mostra a

profunda ignorância dos copistas...
boné de serviço, Notar-se-a, nas estampas referentes aos caçadores, que o

"bonet de police" dos Erancezes, nuns batalhões

é

quadrado, com borlas, noutros
1857,

sem

pala.

Mais tarde somente

este ultimo prevaleceu até
kepi.

quando

foram substituídos pelo boné cónico ou
\

estampa 57 traz os

fusileiros

com vivos brancos

barretina,

como

a infantaria de linha de Napoleão.
.

chapa em losango na uma década após, em Quasi
e

que variavam de batalhão a batalhão, devido a anar-

chia reinante na indumentária,

ram unificados

em consequência das lutas intestinas, especialmente Para conhecer bem a historia da de modo coherente.

unidade do farda nessa occasião, seria necessário estudar a vida de cada archivos não exisde per si. o que é materialmente impossível, porque seus No Brasil, á excepção do i° regimento de cavauaria, não se pôde saber tem mais. os de nenhum outro corpo, de tal maneira as reformas alteraram Os caçadores foram, ás vezes, fusileiros e ros e attribuições.
1

vice- versa; outras, a artilharia vio-SC

mudada em

infantaria e esta

em

cavallana!

Apresentamos, na estampa $j, os músicos, cujos uniformes eram, segundo o Tradição vinda da pompa dos exércitos namo, de pura fantasia. Até mais OU menos 1X55. cada batalhão fardava sua musica de accordo
ministro com o plano que o commandante arranjava e submettia á approvação do accordo com os recursos da caixa militar. sobretudo, de documentam a Painéis de azulejos existentes no Maranhão V. Doe. Gal.) um granadeiro de [845, mais ou menos. Os offiipa 58: um porta-machado e
(

5" de fusileiros, conda mesma estampa têm as cores da gola e canhão do O boné chato c a fardeta eram peças ,1c uso diário e de plano de 1852. <> ultimo personagem Batalha dos Santos Logares). Gal. campanha
i

e

um

official

Doe. \ desenhado segundo o retrato do coronel Feliciano Falcão no Maranhão: pennacho verde e amarello. EusileirOS, mandam.
| .

•retina presos na
uro.

dragona esquerda.
na

Esses cordões tiveram USO du-

Andavam com

elles,

mesma

OCCasião, as tropas européas de cavallana

45

botões da farda, partia somente, sendo que, da dragona onde os prendiam para os brauma forrageira com borlas. Outro erro de cópia, por ignorância. O official

pescoço ou quando tirava a barretina, collocava-os á vontade, em volta do Raros os deixavam na barretina. Assim atravessados no peito, como alamares.
sileiro,

corra ou
bonet çuadrado

terçado ou "ré/e

correia do malote capote

correia da mochila

correia da patrona cintarão escovinha e
açrulheh

— mochila
correia

correia da marmita marmita

da cinta

patrona

bayoneía
bandoleira-,

terçado ou ehifarofe

rifle

forrageira com faziam sempre os europeus, que somente guardavam no peito a das tropas montadas. borlas, privativa, então,

Uniformes de varias armas enchem a estampa
ria

59.

Um

soldado de artilha-

em grande

gala,

de accordo com

a tabeliã descriptiva de 1848.

Um

do

2° regi-

mento de

cavallaria,

uniformisado de maneira regulamentar, por mais estranho que

46

'

de seu vestuário e equipamento

são officialmente

\

bandeirola da larica é do Eeitío das da Batalha doa Santos Logares
,

,\

i

o que

,r
i

" v;i

su:i

antiguidade,

\inda hoje a usamos.
lestruiçôes systematicas.

Uma

das

nmas

tradições milil

Como

o

de cavaDaria dava guarda ao imperador, ahi está,
risticas

em r uniforme, com
Por excepção, tinha

as duas
carcella

orden

da época, na

farda.

azu

l

s

vermelho
.in

e

pennacho com anneis.

Essas e outras fantasias de

abolidas na grande unificação de 1852.
artífices, cujo distinctívo era

\ estar-

de

fusileii

lança curta, que os documentos contemporâneos

uma granada; um sarchamam

alabarda,

dando o mesmo nome ao machado dos porta-machados; um soldado do
recrutas da Corte, onde os
irios

mesmos

se instruíam, para, depois, preenche-

corpos, cujo uniforme era muito singelo, e os caçadores,

odoa
í,

tabeliã de 1848, pela qual lhes era dado,

além do fardamento verde, dois

um quadrado e um redondo, este mais moderno, e um par de calças a/.ues M). Chamamos a attenção para o canudo de papeis «pie o referido inferior
tiracollo e

tem a
lica

que veio ate nossos dias

;

também sobre o

gorjal ou meia lua metal-

abaixo da gola dos officiaes, que o plano de uniformes da artilharia de ma-

rinha, para 1840, menciona.

lano de uniformes de C. R. P.
acecito.
Ila, nelle, entre

(V. Doe. Gal.)

é

um

projecto que não foi

muitas fantasias, algumas minúcias interessantes, como

documentação da indumentária militar coeva (1846).

Nos ângulos das bandeiras

e a designação da arma.
l>elo

mogrammas Além das
gola,

de P. II

;

soh o escudo imperial, o numero do corpo

cores regimentaes, os fuzileiros se distinguem

numero de casas da
rrctina eleva-sc

uso confirmado por P.éranger (V. Doe. Gal.).

cm pequeno bico, á ingleza, sob o pennacho. Na estampa 58 O plano de C. R. P. da apparece um granadeiro do Maranhão com essa barretina. casa c carcellas brancas sobre o ao l° batalhão de fusileiros gola branca com uma golas azues-claras ao 5* canh a mesma gola, com duas casas; ao 3 e 4 o disposições e divisas do I 7* e 8*, vermelhas, com idênticas
, ;

nhões:
:

verdes,
7" e

i*

c

2

o

bata-

vermelhos,
de

f

c 4°;

verdcs-cin/
.

8

o
.

A

cavallaria

ta

c

_•"

regimentos de draga
iS

3" e

.»"

de lanceiros,

com

unifor-

primeiros de barretina de couro e casaca curta e os

47

segundos de kurtkas polonezas de
ouro.

peitilho,

czapskas chamarrados e acorrentados de

chos

Os fardameno todo vermelho e o 4° todo azul-claro. 3 de lanceiros seria montados tem pennaOs officiaes tos da artilharia e sapadores, mais discretos. pasta; os a pé, penchorões, torçáes ou cordões de ouro, talim com grandes,

O

nacho recto

e talabarte

e cinturão simples,

qualquer corpo,

em em pequena

pretos correia para espadas; os de caçadores, cordões officiaes de Os galões para os logar de talabarte ou talim.

com

gala, e

para os de caçadores, tanto

em pequena como
mesmas
di-

em

dois das de cinco linhas de largura para o alferes; e sete linhas para o capitão; um de sete mensões para o tenente; um de

grande, são:

um

um

de cinco

Coronel

T.Coronel

Maior

Capitão

Tenente

/Hferes

tenente-coronel e três para o copara o major, dois de sete para o segundo reinado Este systema de galões durou todo o
ronel.
(fig- 16).

As estampas
gurinos do Archivo
ficou explicado.
lões prateados,

61, 62,

63

e

64 dão músicos copiados de

fi-

Nacional (V. Doe. Gal.), de fantasia,

como

Entretanto, nelles se notam os bordados e gabandas que se tornaram tradicionaes nas nossas

f°Sargrenfo
FIG. lo

militares.
*

Segundo o costume, as fardas dos músicos eram sem-

estampas 62 e 81). pre mais vistosas que as das tropas (V. O Q das citadas, se baseiam as estampas Si e í>4mesma fonte

Na

militar digna de nota, até Depois da reorganisação de 184-', a única medida regimento de cavallaria ligeira, no Rio i85i,foi, em 1846, a creação de mais um Continuando, até 1845, a guerra dos Farrapos, 4°Grande do Sul, com o numero allemães, que, governo contractára, na Europa, mil mercenários

antes desse anno o

na reorganisação geral de 1851, formaram
tilharia.

um

batalhão de infantaria e

um

de ar-

contar Por essa reorganisação, a infantaria passou a

15 batalhões,
o

nume-

radosdei°a^sendoosdei°a8'defusileiros O 15 o era o de allemães. As numerações dos oito corpos de

e os de 9 ° a

15

de caçadores.

fusileiros

continuaram

auemaes tomou o

titulo

de

_'

io°;o 5*, ram alteradas: o r passou aserg O corpo de artilharia dos irmaram - [3 Tanto elle, como regimento de artilharia a cavallo.
.

innos depois e não figuram, offidalmente, noa

ministério da guerra,
[853

como aUen

for,

k

Eusileiros e formou-se,

no Rio Grande do Sul,
nas

o 5* de

cavallaria.
1

Nesse tempo, houve as seguintes

mudanças

designações

de infantaria

Eusileiros passou a ser 7" e os batalhões de caça-

iram, cada

um,

um numero,
em

devido a suppressão do
<1"

7'.

a que alludimos.

D'ahi até a guerra

<1"

Paraguay só ha a notar a creação
1855, aquartelado

batalhão de engenhei-

ipanhias,

na escola de applicação do Exerdevem esquecer os chama-

companhia de enfermeiros, em 1857.
período que
vai-

da maioridade a 1865, nau

se

rdto,
ra
;i

em

companhias de guarnição ou fixos. A reducção dus effectivos do municipaes, 1831. a abolição total das milícias, ordenanças e guardas
ultimas datasse somente de 1830, que a guarda nacional.

creaç

recemnascida ainda, não podia substituir, fez sentir-sc. na maioria das províncias,
falta de tropa.

<

hltróra, cada

uma

tinha a sua. independente.

As

principaes delias

numeração geral de [824. a parte, dos corpos denominados pedestres e ligeiros, de pequeno effectivo. que, a]>esar de pertencerem ao Exercito activo, estavam fora da deEssa Eorça irregular viveu até [840, quando sen. pendência directa do mesmo.
1

até incluídas na
la

Tal necessidade deu origem á

organisaç

pequenos núcleos tomaram o nome de caçadores de montanha.

Annos

após, vol-

taram a

ser

novamente pedestres.

Foram

<.s
<_•

embryões dos futuros batalhões de
pouco, que chegaram ao sen apogêo

caçadores formados nas provindas, a pouco

em

1860.

<

»s

corjH.s de

guarnição ou fixos desappareceram com a guerra
incorporou sens homens

d

raguay, SUpprimidos pelo governo, (pie
ria,

ás tropas de linha,

em cada provinda,

é

sobremaneira curiosa.

Km

MattO

<

nosso, os

leaes-cuyabanoa coloniaes tiveram
l

como

substitutos a legião de

Matto

três armas e por I>. João VI, unidade táctica que se compunha das iginára nos exércitos convencionaes e napoleónicos, lembrando um pouco a dos
•íha

moo, depois, o nome de
caçadores,

ligeiros.

Em

'lo 788 homens, aquartelada em Cuyahá. de [832, desdobrou-se em cinco companhias

uma

de marinheiros-artilheiros e duas de artilharia.

Em

1840, a pro-

49

vinda teve mais uma companhia de cavallaria.
talhão,

e a artilharia foi unificada

num
o

ba-

cm

465 homens.
o

Essas tropas uniram-se,

em

[842,
I

sob o titulo de

lixo. ao qual se

aggregou uma companhia de pedestres,

>

batalhão de artilharia

foi substituído pelo

4 a
,

pé,

de linha.
fixos: o

Em
r°,

[843,

eivavam, de novo, a artilharia

local e

fundavam dois corpos

duas
2
o
,

de artilheiros,

uma

de cavallaria

e

com quatro companhias de caçad uma de artífices, ao todo 768 home

com duas companhias de caçadores, duas de artilheiros e um total de 438 hoci. Mais tarde tudo isso formou dois corpos fixos só de caçadores, mens. uma cada um: um corpo de artilharia, com quatro companhias, sendo companhias
de artifices,
e

um

esquadrão de cavallaria.
1851, houve a reforma
geral

No anno de

dos corpos

fixos.

Supprimi

formou um do. batalhões de caçadores de Mai to Grosso; a cavallaria. augmentada, Em [860 exno mesmo pé, artilharia e pedestres. nu-io regimento; continuaram,
tinguiram-se todos os pedestres do império,
e

os corpos

Eixos de cavallaria torna-

ram-se independentes dos de guarnição.

Ao começar

a

campanha do Paraguay,

segundo documentos officiaes, havia,

em Matto

Grosso, no papel, 1.327 homens.

porém SÓ

O corpo de reuniram, dif ficilmente. 600. que estavam disseminados. defendeu, heroicamente, o forte de artilharia, auxiliado por Índios e paisanos, do batalhão Coimbra. Afim de vigiar a fronteira do rio Apa, os poucos soldados
se

de caçadores seguiram, com os guardas nacionaes. para Miranda.

As 130 praças

Dias, acampadas da cavallaria, commandadas pelo bravo tenente-coronel António Foram elles o núcleo rio Feio. em Nioac, combateram, contra os paraguayos, no

em

torno do qual se congregaram as tropas esparsas

e

as gentes fugitivas na for-

midável epopéa da retirada da Laguna.

Em
_>'

1870, reorganisaram-se os corpos de guarnição:

Matto

1

re

o

de cavallaria, que desappareceu

com

a republica.

A
em Rio

província de Goyaz, pessimamente servida de tropas

nos tempos colo-

niaes. leve suas milicias

formadas, de [824 a [825,
alli

e

um

inútil

corpo de ordenanças

Claro.

Em

1836,

existio

uma companhia

de

100 ligeiros, que. dois
fixa

annos depois, estavam reduzidos a 39.

Em

[841, teve

uma companhia
cm.,
essa

çadores, transformada, no anno seguinte,

em um corpo

fixo de duas companhias,

ao qual se reunio

uma companhia

de cavallaria.

Em

[850,

tropa hou-

vesse desapparecido, o governo creou

uma nova companhia

de caçadores.

Na
bata-

grande reforma militar de t86o, extinctos os pedestres, Goyaz possuio

um

anhia de cavallaria.
,ui

Ao tempo
á

da guerra com o Pa
S.

Coxim,
ta

expedição partida de

Paulo

de cavallos, a companhia de cavai-

S

Paulo

e a
le

de Minas, constituiram

um

batalhão de caçadores a pé,

ao" de infantaria de linha, fazendo, assim, a
,

campanha.

01

po

di

cavallaria fixo.
a

ilitar

da regência deixou
foi

Bahia quasi desprovida de

sol-

rpo fixo
in lhe

o deposito de recrutas, creado
i"

em

[837.

Em

um

corpo de artífices, considerado fora da

linha,

que durou até

:.,.

ia. tiii

1843, uni corpo de cavallaria. mais tarde

denominado comde

panhi
bania
laria e

liaria ligeira.
se,

Em

1840,

as

chamadas

forças

guarnição

no papel, a quatro companhias de caçadores, duas de caval\- de cavallaria

uma

de
i

somente foram organisadas de verdade
constituiram

s

,

[860!

Então, os caçadores
brilhante
cor|><>

um

batalhão,

o

guay.
laria.

tornou num A reforma final extíncto em 1889.
Mii

de voluntários, quando da luta contra o

de 1870 só lhe concedeu

um

corpo isolado de caval-

.

sua riqueza, teve sempre algumas tropas.

Em

1832,

ainda

alli

existiam as celebres divisões do rio Doce, fundadas por D. João VI,

cm

afim de defender a população dos ataques dos índios, com o effectivo de 268
homens.

Em

saram a chamar-se caçadores de montanha
quaes
-

e,

depois, a fore

mar duas companhias de pedi

se

juntaram uma fixa de cavallaria

ultimas.

Km

[860, acabados os pedestres, havia

quatro companhias de caçadores, que partiram, ao começar a guerra do Paraguay, -aba. com o 17* de voluntários, afim de incorporar-se á expedição de

Mati
tv.-dlaria.

Terminada a campanha, a provinda recebeu uma companhia
que, reunida á de
S.

fixa

Paulo, deu a base para o g* regimento de caval-

laria

de linha,

em

1889.

","doc_promotions_enabled":false,"static_promo_banner_cta_url":""},"eligible_for_exclusive_trial_roadblock":false,"eligible_for_seo_roadblock":false,"exclusive_free_trial_roadblock_props_path":"/doc-page/exclusive-free-trial-props/62283940","flashes":[],"footer_props":{"urls":{"about":"/about","press":"/press","blog":"http://literally.scribd.com/","careers":"/careers","contact":"/contact","plans_landing":"/subscribe","referrals":"/referrals?source=footer","giftcards":"/giftcards","faq":"/faq","accessibility":"/accessibility-policy","faq_paths":{"accounts":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246346","announcements":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246066","copyright":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246086","downloading":"https://support.scribd.com/hc/articles/210135046","publishing":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246366","reading":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246406","selling":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246326","store":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246306","status":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/360001202872","terms":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246126","writing":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246366","adchoices":"https://support.scribd.com/hc/articles/210129366","paid_features":"https://support.scribd.com/hc/sections/202246306","failed_uploads":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210134586-Troubleshooting-uploads-and-conversions","copyright_infringement":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210128946-DMCA-copyright-infringement-takedown-notification-policy","end_user_license":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210129486","terms_of_use":"https://support.scribd.com/hc/en-us/articles/210129326-General-Terms-of-Use"},"publishers":"/publishers","static_terms":"/terms","static_privacy":"/privacy","copyright":"/copyright","ios_app":"https://itunes.apple.com/us/app/scribd-worlds-largest-online/id542557212?mt=8&uo=4&at=11lGEE","android_app":"https://play.google.com/store/apps/details?id=com.scribd.app.reader0&hl=en","books":"/books","sitemap":"/directory"}},"global_nav_props":{"header_props":{"logo_src":"/images/landing/home2_landing/scribd_logo_horiz_small.svg","root_url":"https://www.scribd.com/","search_term":"","small_logo_src":"/images/logos/scribd_s_logo.png","uploads_url":"/upload-document","search_props":{"redirect_to_app":true,"search_url":"/search","query":"","search_page":false}},"user_menu_props":null,"sidebar_props":{"urls":{"bestsellers":"https://www.scribd.com/bestsellers","home":"https://www.scribd.com/","saved":"/saved","subscribe":"/archive/pmp_checkout?doc=62283940&metadata=%7B%22context%22%3A%22pmp%22%2C%22action%22%3A%22start_trial%22%2C%22logged_in%22%3Afalse%2C%22platform%22%3A%22web%22%7D","top_charts":"/bestsellers","upload":"https://www.scribd.com/upload-document"},"categories":{"book":{"icon":"icon-ic_book","icon_filled":"icon-ic_book_fill","url":"https://es.scribd.com/books","name":"Libros","type":"book"},"news":{"icon":"icon-ic_articles","icon_filled":"icon-ic_articles_fill","url":"https://es.scribd.com/news","name":"Noticias","type":"news"},"audiobook":{"icon":"icon-ic_audiobook","icon_filled":"icon-ic_audiobook_fill","url":"https://es.scribd.com/audiobooks","name":"Audiolibros","type":"audiobook"},"magazine":{"icon":"icon-ic_magazine","icon_filled":"icon-ic_magazine_fill","url":"https://es.scribd.com/magazines","name":"Revistas","type":"magazine"},"document":{"icon":"icon-ic_document","icon_filled":"icon-ic_document_fill","url":"https://es.scribd.com/docs","name":"Documentos","type":"document"},"sheet_music":{"icon":"icon-ic_songbook","icon_filled":"icon-ic_songbook_fill","url":"https://es.scribd.com/sheetmusic","name":"Partitura","type":"sheet_music"}},"categories_array":["mixed","book","audiobook","magazine","news","document","sheet_music"],"selected_content_type":"mixed","username":"","search_overlay_props":{"search_input_props":{"focused":false,"keep_suggestions_on_blur":false}}}},"recommenders":{"related_titles_recommender":{"ids":[85335917,34465022,168826762,2289685,57429406,114652854,24526585,53591811,61440132,63026283,64337060,3413483,64212936,82193324,150854720,37362787,74873120,58115445,77365563,169508549,333387535,80531817,64207327,183387214,139503925,82192772,48118359,24526656,105140624,104473434,75613168,35896648,35760159,45873090,35762850,35896665,35823516,35896805,35897204,35896659,35372539,35684722,35686329,35423120,35681671,35689325,35371534,35384971,35759820,34035375,35677856],"title_link":null,"title":null,"track_opts":{"compilation_id":"AV8o447hVrvFfcYTPVewt3r8Ggk=","module_id":"YWu8i7zo4Lkeu9jdzdJ1YA04s2U=","widget_name":"right sidebar","track_id":"flattened_recommender"}},"footer_recommenders":{"recommenders":[{"ids":[85335917,34465022,168826762,2289685,57429406,114652854,24526585,53591811,61440132,63026283,64337060,3413483,64212936,82193324,150854720,37362787,74873120,58115445,77365563,169508549,333387535,80531817,64207327,183387214,139503925,82192772,48118359,24526656],"title_link":null,"title":"Documents Similar To Uniformes do Exercito Brasileiro 1730-1922","track_opts":{"compilation_id":"AV8o447hVrvFfcYTPVewt3r8Ggk=","module_id":"TczWOfU0JbCqLLobuppPcS8eI6A=","widget_name":"document_carousel"}},{"ids":[105140624,104473434,75613168,35896648,35760159,45873090,35762850,35896665,35823516,35896805,35897204,35896659,35372539,35684722,35686329,35423120,35681671,35689325,35371534,35384971,35759820,34035375,35677856],"title_link":null,"title":"More From Angelo Serravalle","track_opts":{"compilation_id":"AV8o447hVrvFfcYTPVewt3r8Ggk=","module_id":"7O5AYn7/LybhoMu98j38cGWgtqA=","widget_name":"document_carousel"}}]},"seo_new_docs_recommenders":{"recommenders":[]},"documents":{"2289685":{"type":"document","id":2289685,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/2289685/108x144/bcc357bce4/1446777263?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/2289685/216x288/a4627c7aec/1446777263?v=1","title":"Marchas a pé","short_title":"Marchas a pé","author":"flplvr","tracking":{"object_type":"document","object_id":2289685,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"e0963KiqcAQD0sG26tbgLUHrzws="},"url":"https://www.scribd.com/doc/2289685/Marchas-a-pe"},"3413483":{"type":"document","id":3413483,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/3413483/108x144/9d6c5b9f3f/1395501029?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/3413483/216x288/230540a326/1395501029?v=1","title":"BIZUS - Campo","short_title":"BIZUS - Campo","author":"FBreder","tracking":{"object_type":"document","object_id":3413483,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"V9XVOqR1urFIZhfHShnpzOMSf/A="},"url":"https://www.scribd.com/doc/3413483/BIZUS-Campo"},"24526585":{"type":"document","id":24526585,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/24526585/108x144/72a20f3ff6/1506564150?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/24526585/216x288/e606018fcd/1506564150?v=1","title":"Plínio Salgado - Primeiro, Cristo!","short_title":"Plínio Salgado - Primeiro, Cristo!","author":"zoopo","tracking":{"object_type":"document","object_id":24526585,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"i8jSOwES0tu8NtQHALmhqt+iouE="},"url":"https://www.scribd.com/document/24526585/Plinio-Salgado-Primeiro-Cristo"},"24526656":{"type":"document","id":24526656,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/24526656/108x144/ce393b3c4b/1301598392?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/24526656/216x288/bb2048754f/1301598392?v=1","title":"Miguel Reale - o Integralismo Revisit Ado","short_title":"Miguel Reale - o Integralismo Revisit Ado","author":"zoopo","tracking":{"object_type":"document","object_id":24526656,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"D4YZdZzszUXoQOCC9uQG3uwdaSc="},"url":"https://www.scribd.com/document/24526656/Miguel-Reale-o-Integralismo-Revisit-Ado"},"34035375":{"type":"document","id":34035375,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/34035375/108x144/d90b36bd82/1380986180?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/34035375/216x288/40d0f07e80/1380986180?v=1","title":"Mário Ferreira dos Santos - Invasão Vertical dos Brbaros","short_title":"Mário Ferreira dos Santos - Invasão Vertical dos Brbaros","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":34035375,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"33aaikSd2/QB4RsnpiZv+V+5Sd0="},"url":"https://www.scribd.com/document/34035375/Mario-Ferreira-dos-Santos-Invasao-Vertical-dos-Brbaros"},"34465022":{"type":"document","id":34465022,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/34465022/108x144/b54c95577b/1508372640?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/34465022/216x288/7a61bd50d9/1508372640?v=1","title":"Manual de Instrutor Do Exercito","short_title":"Manual de Instrutor Do Exercito","author":"cleybismar","tracking":{"object_type":"document","object_id":34465022,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"EsxTOsnfsDy0+tSp6frkhL7gp8k="},"url":"https://www.scribd.com/document/34465022/Manual-de-Instrutor-Do-Exercito"},"35371534":{"type":"document","id":35371534,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35371534/108x144/664cb84499/1508168819?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35371534/216x288/0491422f7d/1508168819?v=1","title":"Archivo Nobiliarchico Brasileiro","short_title":"Archivo Nobiliarchico Brasileiro","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35371534,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"EtxOnxBA9MCoaeboRZMqA0MpXak="},"url":"https://www.scribd.com/document/35371534/Archivo-Nobiliarchico-Brasileiro"},"35372539":{"type":"document","id":35372539,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35372539/108x144/3c9b633f78/1360762007?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35372539/216x288/d0b397d353/1360762007?v=1","title":"Cantos Populares Do Brasil","short_title":"Cantos Populares Do Brasil","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35372539,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"H8PBCZRC41CrJuCN/jmnodgGy7M="},"url":"https://www.scribd.com/document/35372539/Cantos-Populares-Do-Brasil"},"35384971":{"type":"document","id":35384971,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35384971/108x144/5bd03c52c2/1341177731?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35384971/216x288/f880b69149/1341177731?v=1","title":"Fratelli Vita - A indústria da perfeição","short_title":"Fratelli Vita - A indústria da perfeição","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35384971,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"JGk6uBG6IxvgT+BqiP6HSjSjcwE="},"url":"https://www.scribd.com/doc/35384971/Fratelli-Vita-A-industria-da-perfeicao"},"35423120":{"type":"document","id":35423120,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35423120/108x144/4085e7acda/1351167842?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35423120/216x288/8107fa2172/1351167842?v=1","title":"Catálogo - Coleção Legado do Brasil - Orgulho de um país eternizado em selos dourados","short_title":"Catálogo - Coleção Legado do Brasil - Orgulho de um país eternizado em selos dourados","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35423120,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"8eTOAy3djn2le1AqVZOh1ks8kqQ="},"url":"https://www.scribd.com/document/35423120/Catalogo-Colecao-Legado-do-Brasil-Orgulho-de-um-pais-eternizado-em-selos-dourados"},"35677856":{"type":"document","id":35677856,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35677856/108x144/df4312058f/1489498063?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35677856/216x288/694f9f89b4/1489498063?v=1","title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 1)","short_title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 1)","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35677856,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"w/hFczcxNrRFxRHGot9AaHlnTWk="},"url":"https://www.scribd.com/doc/35677856/Encyclopaedia-heraldica-Complete-dictionary-of-heraldry-Volume-1"},"35681671":{"type":"document","id":35681671,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35681671/108x144/7699580177/1505316154?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35681671/216x288/7e1e3747dc/1505316154?v=1","title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 2 - Parte 1)","short_title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 2 - Parte 1)","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35681671,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"JJupM2YEHZRjAT3dOwgkrs/74vg="},"url":"https://www.scribd.com/document/35681671/Encyclopaedia-heraldica-Complete-dictionary-of-heraldry-Volume-2-Parte-1"},"35684722":{"type":"document","id":35684722,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35684722/108x144/b416562ea6/1433278135?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35684722/216x288/feed4da034/1433278135?v=1","title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 2 - Parte 2)","short_title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 2 - Parte 2)","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35684722,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"hjmeacHloPAFnqM4cxu/h1W9AVg="},"url":"https://www.scribd.com/document/35684722/Encyclopaedia-heraldica-Complete-dictionary-of-heraldry-Volume-2-Parte-2"},"35686329":{"type":"document","id":35686329,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35686329/108x144/cb97f133d6/1433278150?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35686329/216x288/09cf9308d6/1433278150?v=1","title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 3)","short_title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 3)","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35686329,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"mpqD+CNRiYrdbheXkw0Sg6n322I="},"url":"https://www.scribd.com/document/35686329/Encyclopaedia-heraldica-Complete-dictionary-of-heraldry-Volume-3"},"35689325":{"type":"document","id":35689325,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35689325/108x144/565d791f4f/1374164804?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35689325/216x288/74c535927c/1374164804?v=1","title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 4)","short_title":"Encyclopaedia heraldica - Complete dictionary of heraldry (Volume 4)","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35689325,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"0Y88/KXErK5Z6gOwcasw9PgsAYI="},"url":"https://www.scribd.com/document/35689325/Encyclopaedia-heraldica-Complete-dictionary-of-heraldry-Volume-4"},"35759820":{"type":"document","id":35759820,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35759820/108x144/a50a2cc959/1281568944?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35759820/216x288/1b812d4462/1281568944?v=1","title":"Vues de Bahia","short_title":"Vues de Bahia","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35759820,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"X+wiIn9jdq+fBHnocpOCXDVt2w4="},"url":"https://www.scribd.com/doc/35759820/Vues-de-Bahia"},"35760159":{"type":"document","id":35760159,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35760159/108x144/d19e9a0385/1333154813?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35760159/216x288/a580f28426/1333154813?v=1","title":"Vistas da cidade da Bahia - S. Antonio da Barra, Barra, Itapoan, Rio Vermelho","short_title":"Vistas da cidade da Bahia - S. Antonio da Barra, Barra, Itapoan, Rio Vermelho","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35760159,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"6hLV2VkGce9Cpr1vwDOZuJ57WBw="},"url":"https://www.scribd.com/doc/35760159/Vistas-da-cidade-da-Bahia-S-Antonio-da-Barra-Barra-Itapoan-Rio-Vermelho"},"35762850":{"type":"document","id":35762850,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35762850/108x144/8fa2b1186e/1389972570?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35762850/216x288/ac5d912147/1389972570?v=1","title":"Brazil pittoresco : album de vistas, panoramas, monumentos...","short_title":"Brazil pittoresco ","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35762850,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"ZzqwSQDdDkn0o2BTkqdYMPD6IYE="},"url":"https://www.scribd.com/doc/35762850/Brazil-pittoresco-album-de-vistas-panoramas-monumentos"},"35823516":{"type":"document","id":35823516,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35823516/108x144/95925eb518/1354460615?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35823516/216x288/317d140d25/1354460615?v=1","title":"Partitura do Hino Nacional Brasileiro","short_title":"Partitura do Hino Nacional Brasileiro","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35823516,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"DUsSO5sLNaZxADjxnou6R6xHMso="},"url":"https://www.scribd.com/document/35823516/Partitura-do-Hino-Nacional-Brasileiro"},"35896648":{"type":"document","id":35896648,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35896648/108x144/5402e9a8e0/1388182935?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35896648/216x288/38d6cb2949/1388182935?v=1","title":"Azevedo Amaral - O Estado Autoritário e a Realidade Nacional","short_title":"Azevedo Amaral - O Estado Autoritário e a Realidade Nacional","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35896648,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"LvF3r5fCz5BXLxTEEPkpG3CAsDI="},"url":"https://www.scribd.com/document/35896648/Azevedo-Amaral-O-Estado-Autoritario-e-a-Realidade-Nacional"},"35896659":{"type":"document","id":35896659,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35896659/108x144/0f25ca437e/1399865442?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35896659/216x288/5779845668/1399865442?v=1","title":"Rita Amaral - Festa à brasileira - Sentidos do festejar no país que “não é sério”","short_title":"Rita Amaral - Festa à brasileira - Sentidos do festejar no país que “não é sério”","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35896659,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"u+jEfrof6jIVdol82CiuxUL8vXc="},"url":"https://www.scribd.com/document/35896659/Rita-Amaral-Festa-a-brasileira-Sentidos-do-festejar-no-pais-que-nao-e-serio"},"35896665":{"type":"document","id":35896665,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35896665/108x144/8516f04413/1401762200?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35896665/216x288/997943c6bf/1401762200?v=1","title":"Janer Cristaldo - A Vitória dos Intelectuais","short_title":"Janer Cristaldo - A Vitória dos Intelectuais","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35896665,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"CqgT8bdhuyAf6BA+LG215sHWkXw="},"url":"https://www.scribd.com/document/35896665/Janer-Cristaldo-A-Vitoria-dos-Intelectuais"},"35896805":{"type":"document","id":35896805,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/35896805/108x144/7d3a8db59d/1359346818?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35896805/216x288/fb9d643b64/1359346818?v=1","title":"rompendosilencio","short_title":"rompendosilencio","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35896805,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"eowqijK/TDfplJP++oJT8U9jzPc="},"url":"https://www.scribd.com/document/35896805/rompendosilencio"},"35897204":{"type":"document","id":35897204,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35897204/108x144/74228f4270/1368230589?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/35897204/216x288/2315e4d82a/1368230589?v=1","title":"Carlos Alberto Brilhante Ustra - Rompendo o silêncio","short_title":"Carlos Alberto Brilhante Ustra - Rompendo o silêncio","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":35897204,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"ronxJ7An85Uffj/ac7dje7WdtMU="},"url":"https://www.scribd.com/doc/35897204/Carlos-Alberto-Brilhante-Ustra-Rompendo-o-silencio"},"37362787":{"type":"document","id":37362787,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/37362787/108x144/d460505ee1/1517538899?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/37362787/216x288/1605f94100/1517538899?v=1","title":"defesa pessoal exército brasileiro","short_title":"defesa pessoal exército brasileiro","author":"jairjunior_do_rj","tracking":{"object_type":"document","object_id":37362787,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"OGZy3pmW1E1e3XZyEtrZJphLTqg="},"url":"https://www.scribd.com/doc/37362787/defesa-pessoal-exercito-brasileiro"},"45873090":{"type":"document","id":45873090,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/45873090/108x144/87e5cae644/1314400733?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/45873090/216x288/02783e7dc9/1314400733?v=1","title":"Portifolio - Angelo Serravalle","short_title":"Portifolio - Angelo Serravalle","author":"Angelo Serravalle","tracking":{"object_type":"document","object_id":45873090,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"Plk+kGrQV8OR1NDQZZhG73KZ4so="},"url":"https://www.scribd.com/document/45873090/Portifolio-Angelo-Serravalle"},"48118359":{"type":"document","id":48118359,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/48118359/108x144/4a86945253/1451114246?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/48118359/216x288/021f515da4/1451114246?v=1","title":"IP 21-80 ( Sobrevivência na Selva)","short_title":"IP 21-80 ( Sobrevivência na Selva)","author":"Rennan Araujo","tracking":{"object_type":"document","object_id":48118359,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"6TMu9xA/88P/sXjowiKaLO2FxNI="},"url":"https://www.scribd.com/document/48118359/IP-21-80-Sobrevivencia-na-Selva"},"53591811":{"type":"document","id":53591811,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/53591811/108x144/c52793461d/1435159537?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/53591811/216x288/cf30b40b68/1435159537?v=1","title":"Pricínpios Fundamentais de Camuflagem","short_title":"Pricínpios Fundamentais de Camuflagem","author":"trimegisto77","tracking":{"object_type":"document","object_id":53591811,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"rTf6HYJUmh7tVDJVzAabt3J9R18="},"url":"https://www.scribd.com/doc/53591811/Pricinpios-Fundamentais-de-Camuflagem"},"57429406":{"type":"document","id":57429406,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/57429406/108x144/292ac2323c/1364914913?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/57429406/216x288/946dbbaa62/1364914913?v=1","title":"(1915) Kragen Litzen (Schamatische Darstellung)","short_title":"(1915) Kragen Litzen (Schamatische Darstellung)","author":"Herbert Hillary Booker 2nd","tracking":{"object_type":"document","object_id":57429406,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"uwDGs7wr5HxUoqoUvm/HwRU4TKc="},"url":"https://www.scribd.com/document/57429406/1915-Kragen-Litzen-Schamatische-Darstellung"},"58115445":{"type":"document","id":58115445,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/58115445/108x144/7ee2c4c58a/1373901375?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/58115445/216x288/3a15d81095/1373901375?v=1","title":"CFC","short_title":"CFC","author":"delideli018","tracking":{"object_type":"document","object_id":58115445,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"yjpzndDGtVVr1sFIfn7qyxwfomc="},"url":"https://www.scribd.com/document/58115445/CFC"},"61440132":{"type":"document","id":61440132,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/61440132/108x144/fd122b5bc2/1498408946?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/61440132/216x288/0e775f23b9/1498408946?v=1","title":"Memento de Hinos e Canções","short_title":"Memento de Hinos e Canções","author":"Pedro Costa","tracking":{"object_type":"document","object_id":61440132,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"Dxlf8iUNVK+cbnX9z2jGI3ibass="},"url":"https://www.scribd.com/doc/61440132/Memento-de-Hinos-e-Cancoes"},"63026283":{"type":"document","id":63026283,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/63026283/108x144/2918c9afc7/1374840011?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/63026283/216x288/e02f917f30/1374840011?v=1","title":"md_33_m-02_abreviatura","short_title":"md_33_m-02_abreviatura","author":"alexandre_cpmm","tracking":{"object_type":"document","object_id":63026283,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"tgV4zdJD5R2Rgw5txvsEIj+k33A="},"url":"https://www.scribd.com/document/63026283/md-33-m-02-abreviatura"},"64207327":{"type":"document","id":64207327,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/64207327/108x144/dafe0b3d2b/1516610065?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/64207327/216x288/1302ab81f4/1516610065?v=1","title":"Mongol and Tatar Armor ","short_title":"Mongol and Tatar Armor ","author":"matmohair1","tracking":{"object_type":"document","object_id":64207327,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"gsN5t63CxrGhCM+TteU7rilaejk="},"url":"https://www.scribd.com/document/64207327/Mongol-and-Tatar-Armor"},"64212936":{"type":"document","id":64212936,"thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/64212936/108x144/edca20c207/1520011942?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/64212936/216x288/91868a3c9c/1520011942?v=1","title":"Medieval & Renaissance Warfare Encyclopedia ","short_title":"Medieval & Renaissance Warfare Encyclopedia ","author":"matmohair1","tracking":{"object_type":"document","object_id":64212936,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"gYzHzW7AWpppJbCjDnr8bSVHnQg="},"url":"https://www.scribd.com/doc/64212936/Medieval-Renaissance-Warfare-Encyclopedia"},"64337060":{"type":"document","id":64337060,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/64337060/108x144/a8970b0548/1536993491?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/64337060/216x288/3782eceafb/1536993491?v=1","title":"Chinese Armor - Ancient to Medieval","short_title":"Chinese Armor - Ancient to Medieval","author":"matmohair1","tracking":{"object_type":"document","object_id":64337060,"track":"flattened_recommender","doc_uuid":"csw7zNwVrWr2eSrQhM612mphcwA="},"url":"https://www.scribd.com/doc/64337060/Chinese-Armor-Ancient-to-Medieval"},"74873120":{"type":"document","id":74873120,"thumb_url":"https://imgv2-1-f.scribdassets.com/img/document/74873120/108x144/617a0964c9/1517983323?v=1","retina_thumb_url":"https://imgv2-2-f.scribdassets.com/img/document/74873120/216x288/16e3b8d2c7/1517983323?v=1","title":"Japanese Military Uniforms 1841-1929","short_title":"Japanese Military Uniforms 1841-1929","author":"matmohair1","tracking":{"object_type":"document","object_id":74873120