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Anexo Especificaciones Tecnicas Centro de Eventos

Anexo Especificaciones Tecnicas Centro de Eventos

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  • 1. ESPECIFICACIONES GENERALES PARA LA CONSTRUCCIÓN ARQUITECTONICA
  • 1.1 ALCANCE DE LOS ESTUDIOS CONSTRUCTIVOS DEFINITIVOS
  • 1.4 AGREGADOS
  • 1.5 AGUA
  • 1.6 ADITIVOS
  • 1.7 PRELIMINARES DE OBRA
  • 1.8 LA CONSTRUCCION DE ELEMENTOS URBANOS
  • 1.9 SUBBASE RECEBO ZONAS EXTERIORES
  • 1.10 ZONAS DURAS Y PLAZOLETAS
  • 1.11 SARDINELES EN CONCRETO DE 0.15 x 0.40
  • 1.12 ADOQUIN EN CONCRETO
  • 1.13 ADOQUIN EN LADRILLO TOLETE
  • 1.14 DILATACION EN LADRILLO DE 0.12
  • 1.15 DILATACION EN CONCRETO DE 0.20
  • 1.16 CAÑUELA EN ESPACIO PÚBLICO
  • 1.17 LOSETAS PREFABRICADAS EN CONCRETO PARA PLAZOLETAS
  • 1.18 CIMIENTOS
  • 1.18.1 PILOTES DE CONCRETO
  • 1.18.2 DADOS EN CONCRETO
  • 1.19 ZONAS VERDES
  • 1.19.1 PRADIZACION ZONAS VERDES
  • 1.19.2 JARDINES ORNAMENTALES
  • 1.19.3 ARBOLES
  • 1.20 ASEO Y VARIOS
  • 1.20.1 ASEO Y LIMPIEZA
  • 1.20.1.1 LIMPIEZA DE FACHADAS INTERIORES Y EXTERIORES
  • 1.20.1.2 ASEO GENERAL
  • 1.20.1.3 RETIRO DE ESCOMBROS
  • 1.21 LA CONSTRUCCION DE ELEMENTOS ARQUITECTONICOS
  • 1.21.1 DETALLES Y ACABADOS
  • 1.21.1.1 PAÑETES Y ESTUCOS
  • 1.21.1.2 BASES Y PISOS
  • 1.21.1.3 MADERAS
  • 1.21.1.4 PINTURAS
  • 1.21.1.6 ALUMINIO
  • 1.22 SEÑALIZACIÓN Y SEGURIDAD
  • 1.23 ESPECIFICACIONES SOBRE EL ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL
  • 2. CARACTERÍSTICAS DE LOS MATERIALES DE CONSTRUCCION ESTRUCTURAS
  • 2.1 CONCRETO
  • 2.1.1 DESCRIPCION
  • 2.1.2 MATERIALES
  • 2.1.2.1 CEMENTO
  • 2.1.3 PROPORCIONES DE LA MEZCLA
  • 2.1.4 MEZCLADO Y COLOCACION
  • 2.1.5 CURADO
  • 2.1.6 CRITERIOS PARA LA ACEPTACION DEL CONCRETO
  • 2.1.7 RESANES EN EL CONCRETO
  • 2.1.8 JUNTAS
  • 2.1.9 ALINEAMIENTOS Y TOLERANCIAS
  • 2.2 FORMALETAS
  • 2.2.1 DESCRIPCION
  • 2.2.2 EJECUCION
  • 2.2.3 TOLERANCIAS
  • 2.2.4 MATERIALES
  • 2.3 MORTERO
  • 2.3.1 DESCRIPCION
  • 2.3.2 MATERIALES
  • 2.3.3 PREPARACION Y MEZCLADO
  • 2.3.4 MORTERO DE INYECCION O GROUT
  • 2.3.5 MORTERO PARA MAMPOSTERIA ESTRUCTURAL
  • 2.4 ACERO DE REFUERZO
  • 2.4.1 DESCRIPCION
  • 2.4.2 MATERIALES
  • 2.4.3 EJECUCION
  • 2.5.1 DESCRIPCION
  • 2.5.2 ENVIO Y ALMACENAMIENTO
  • 2.5.3 MATERIALES
  • 2.5.4 EJECUCIÓN
  • 2.6 MAMPOSTERIA NO REFORZADA
  • 2.6.1 DESCRIPCION
  • 2.6.2 EJECUCION
  • 2.6.3 MATERIALES
  • 2.7 MAMPOSTERIA PARCIALMENTE REFORZADA
  • 2.7.1 DESCRIPCION
  • 2.7.2 EJECUCION
  • 2.7.3 MATERIALES
  • 2.8 MAMPOSTERIA REFORZADA
  • 2.8.1 DESCRIPCION
  • 2.8.2 EJECUCION
  • 2.8.3 MATERIALES
  • 2.9 ACERO ESTRUCTURAL
  • 2.9.1 DESCRIPCIÓN
  • 2.9.2. MATERIALES
  • 2.9.2.1. Descripción
  • 2.9.2.2. Certificados de calidad
  • 2.9.2.3. Sustituciones
  • 2.9.3. INSPECCIÓN
  • 2.9.3.1. Inspección de materiales
  • 2.9.3.2 Inspección durante la fabricación
  • 2.9.3.3. Inspección durante el montaje
  • 2.9.4. FABRICACIÓN
  • 2.9.4.1 Planos de Taller y de montaje
  • 2.9.4.2. Corte y preparación de las piezas
  • 2.9.4.3. Tolerancias
  • 2.9.4.4. Elementos compuestos
  • 2.9.4.5. Uniones soldadas
  • 2.9.4.5.1. Soldadores
  • 2.9.4.5.2. Aprobación y ensayos
  • 2.9.4.6. Uniones atornilladas
  • 2.9.5 ALMACENAMIENTO
  • 2.9.6 ENSAMBLAJE EN TALLER
  • 2.9.7 LIMPIEZA Y PINTURA
  • 2.9.7.1. Alcance
  • 2.9.7.2. Limpieza
  • 2.9.7.3. Aplicación de la pintura
  • 2.9.7.4 DEFECTOS Y DETERIORO
  • 2.9.7.5. Aceptación de la Estructura fabricada
  • 2.9.8. MARCADO. DESPACHO Y TRANSPORTE
  • 2.9.8.1. Generalidades
  • 2.9.8.2. Marcas
  • 2.9.8.3. Ensamblaje y transporte
  • 2.9.9 MONTAJE
  • 2.9.9.1 Generalidades
  • 2.9.9.2 Equipos del Contratista
  • 2.9.9.3 Métodos de erección
  • 2.9.9.4 Morteros para nivelación - Grouting
  • 2.9.9.5 Empalmes y conexiones en el sitio
  • 2.9.9.6 Aplomo y nivelación
  • 3.1 TUBERÍA Y ACCESORIOS EN HIERRO GALVANIZADO (H. G.)
  • 3.2 TUBERIA Y ACCESORIOS PVC PRESION (PVCP)
  • 3.3 TUBERIA Y ACCESORIOS EN POLIPROPILENO
  • 3.4 TUBERIAS Y ACCESORIOS PVC SANITARIA Y LIVIANA
  • 3.5 LAMINA GALVANIZADA
  • 3.6 VALVULAS
  • 3.6.1 VALVULAS PARA LAS REDES GENERALES DE DISTRIBUCIÓN
  • PRUEBAS
  • 3.6.4 CONEXIONES A TANQUE SUBTERRANEO
  • 3.6.7 CUARTO DE BOMBAS
  • 3.6.11 PUNTOS HIDRAULICOS DE AGUA POTABLE
  • 3.6.20 LAVADO DE TANQUES
  • 3.6.22 EQUIPO DE PRESION

MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.

ANEXO ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA LA CONSTRUCCIÓN

PROYECTO: REMODELACIÓN DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA - META.
INDICE.

1. ESPECIFICACIONES GENERALES PARA LA CONSTRUCCIÓN ARQUITECTONICA ..............................................................................................................5 1.1 ALCANCE DE LOS ESTUDIOS CONSTRUCTIVOS DEFINITIVOS .........................5 1.2 MATERIALES....................................................................................................................6 1.3 CEMENTO ........................................................................................................................6 1.4 AGREGADOS.....................................................................................................................8 1.5 AGUA ................................................................................................................................ 13 1.6 ADITIVOS ........................................................................................................................ 13 1.7 PRELIMINARES DE OBRA........................................................................................... 14 1.8 LA CONSTRUCCION DE ELEMENTOS URBANOS ................................................ 14 1.9 SUBBASE RECEBO ZONAS EXTERIORES................................................................ 16 1.10 ZONAS DURAS Y PLAZOLETAS ................................................................................ 16 1.11 SARDINELES EN CONCRETO DE 0.15 x 0.40 .......................................................... 21 1.12 ADOQUIN EN CONCRETO........................................................................................23 1.13 ADOQUIN EN LADRILLO TOLETE .........................................................................24 1.14 DILATACION EN LADRILLO DE 0.12.......................................................................25 1.15 DILATACION EN CONCRETO DE 0.20....................................................................25 1.16 CAÑUELA EN ESPACIO PÚBLICO ...........................................................................26 1.17 LOSETAS PREFABRICADAS EN CONCRETO PARA PLAZOLETAS ...................27 1.18 CIMIENTOS...................................................................................................................28 1.18.1 PILOTES DE CONCRETO ........................................................................................28 1.18.2 DADOS EN CONCRETO...........................................................................................29 1.19 ZONAS VERDES ...........................................................................................................30 1.19.1 PRADIZACION ZONAS VERDES ............................................................................30 1.19.2 JARDINES ORNAMENTALES ................................................................................. 31 1.19.3 ARBOLES..................................................................................................................... 31 1.20 ASEO Y VARIOS ............................................................................................................32 1.20.1 ASEO Y LIMPIEZA.....................................................................................................32
Pág. 1 de 124 Manual de especificaciones

MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.

1.20.1.1 LIMPIEZA DE FACHADAS INTERIORES Y EXTERIORES.............................32 1.20.1.2 ASEO GENERAL .....................................................................................................32 1.20.1.3 RETIRO DE ESCOMBROS.....................................................................................33 1.21 LA CONSTRUCCION DE ELEMENTOS ARQUITECTONICOS ...........................34 1.21.1 DETALLES Y ACABADOS .........................................................................................34 1.21.1.1 PAÑETES Y ESTUCOS............................................................................................36 1.21.1.2 BASES Y PISOS .........................................................................................................37 1.21.1.3 MADERAS .................................................................................................................38 1.21.1.4 PINTURAS ................................................................................................................39 1.21.1.6 ALUMINIO ............................................................................................................... 41 1.22 SEÑALIZACIÓN Y SEGURIDAD................................................................................ 41 1.23 ESPECIFICACIONES SOBRE EL ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL..........45 2. CARACTERÍSTICAS DE LOS MATERIALES DE CONSTRUCCION ESTRUCTURAS ....................................................................................................................50 2.1 CONCRETO ....................................................................................................................50 2.1.1 DESCRIPCION .........................................................................................................50 2.1.2 MATERIALES ...........................................................................................................50 2.1.2.1 CEMENTO ............................................................................................................ 51 2.1.3 PROPORCIONES DE LA MEZCLA...........................................................................57 2.1.4 MEZCLADO Y COLOCACION...................................................................................59 2.1.5 CURADO ....................................................................................................................62 2.1.6 CRITERIOS PARA LA ACEPTACION DEL CONCRETO ......................................62 2.1.7 RESANES EN EL CONCRETO..................................................................................65 2.1.8 JUNTAS .........................................................................................................................66 2.1.9 ALINEAMIENTOS Y TOLERANCIAS ......................................................................66 2.2 FORMALETAS...........................................................................................................68 2.2.1 DESCRIPCION .........................................................................................................68 2.2.2 EJECUCION..............................................................................................................68 2.2.3 TOLERANCIAS.........................................................................................................68 2.2.4 MATERIALES ...........................................................................................................70 2.3 MORTERO ......................................................................................................................70 2.3.1 DESCRIPCION .........................................................................................................70 2.3.2 MATERIALES ..........................................................................................................70 2.3.3 PREPARACION Y MEZCLADO.............................................................................. 71 2.3.4 MORTERO DE INYECCION O GROUT...............................................................72 2.3.5 MORTERO PARA MAMPOSTERIA ESTRUCTURAL..........................................73 2.4 ACERO DE REFUERZO................................................................................................74 2.4.1 DESCRIPCION .........................................................................................................74 2.4.2 MATERIALES ...........................................................................................................74 2.4.3 EJECUCION..............................................................................................................74 2.5.1 DESCRIPCION .........................................................................................................77 2.5.2 ENVIO Y ALMACENAMIENTO ............................................................................77 2.5.3 MATERIALES ...........................................................................................................77 2.5.4 EJECUCIÓN..............................................................................................................78 2.6 MAMPOSTERIA NO REFORZADA ........................................................................79
Pág. 2 de 124 Manual de especificaciones

MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.

2.6.1 DESCRIPCION .........................................................................................................79 2.6.2 EJECUCION..............................................................................................................80 2.6.3 MATERIALES ...........................................................................................................80 2.7 MAMPOSTERIA PARCIALMENTE REFORZADA................................................80 2.7.1 DESCRIPCION .........................................................................................................80 2.7.2 EJECUCION..............................................................................................................80 2.7.3 MATERIALES ........................................................................................................... 81 2.8 MAMPOSTERIA REFORZADA...............................................................................82 2.8.1 DESCRIPCION .........................................................................................................82 2.8.2 EJECUCION..............................................................................................................82 2.8.3 MATERIALES ...........................................................................................................83 2.9 ACERO ESTRUCTURAL ...............................................................................................83 2.9.1 DESCRIPCIÓN.............................................................................................................83 2.9.2. MATERIALES.........................................................................................................83 2.9.2.1. Descripción..............................................................................................................83 2.9.2.2. Certificados de calidad ...........................................................................................84 2.9.2.3. Sustituciones ...........................................................................................................85 2.9.3. INSPECCIÓN .........................................................................................................85 2.9.3.1. Inspección de materiales.........................................................................................85 2.9.3.2 Inspección durante la fabricación..............................................................................86 2.9.3.3. Inspección durante el montaje................................................................................86 2.9.4. FABRICACIÓN.......................................................................................................87 2.9.4.1 Planos de Taller y de montaje .....................................................................................87 2.9.4.2. Corte y preparación de las piezas............................................................................87 2.9.4.3. Tolerancias ..............................................................................................................88 2.9.4.4. Elementos compuestos ...........................................................................................88 2.9.4.5. Uniones soldadas ....................................................................................................89 2.9.4.5.1. Soldadores...............................................................................................................90 2.9.4.5.2. Aprobación y ensayos..............................................................................................90 2.9.4.6. Uniones atornilladas................................................................................................90 2.9.5 ALMACENAMIENTO .................................................................................................90 2.9.6 ENSAMBLAJE EN TALLER....................................................................................... 91 2.9.7 LIMPIEZA Y PINTURA ............................................................................................. 91 2.9.7.1. Alcance..................................................................................................................... 91 2.9.7.2. Limpieza.................................................................................................................. 91 2.9.7.3. Aplicación de la pintura ..........................................................................................92 2.9.7.4 DEFECTOS Y DETERIORO ...................................................................................93 2.9.7.5. Aceptación de la Estructura fabricada....................................................................94 2.9.8. MARCADO. DESPACHO Y TRANSPORTE........................................................94 2.9.8.1. Generalidades ..........................................................................................................94 2.9.8.2. Marcas .....................................................................................................................94 2.9.8.3. Ensamblaje y transporte..........................................................................................95 2.9.9 MONTAJE.................................................................................................................95 2.9.9.1 Generalidades ..............................................................................................................95 2.9.9.2 Equipos del Contratista .............................................................................................96
Pág. 3 de 124 Manual de especificaciones

.........................MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.6 Aplomo y nivelación ........9.......................................99 3.....6 VALVULAS. 103 3..................5 LAMINA GALVANIZADA.......................... .......................................... 101 PRUEBAS ............4 TUBERIAS Y ACCESORIOS PVC SANITARIA Y LIVIANA.........5 Empalmes y conexiones en el sitio .......9.. 107 4......................................9...........97 3 ESPECIFICACIONES GENERALES PARA LA INSTALACIÓN DE REDES HIADRÁULICAS.................... REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META....................................................)................1 VALVULAS PARA LAS REDES GENERALES DE DISTRIBUCIÓN .............................. ESPECIFICACIONES GENERALES PARA LA INSTALACIÓN DE REDES ELÉCTRICAS...................97 2.......... ILUMINACIÓN ARTIFICIAL E INSTALACIONES ELÉCTRICAS ESPECIALES...97 2....................... Y SANITARIAS..........................................6.............................................11 PUNTOS HIDRAULICOS DE AGUA POTABLE ................................. 101 3.....................1 TUBERÍA Y ACCESORIOS EN HIERRO GALVANIZADO (H...............99 3................................................................96 2.............................9....................9. 100 3..6............................3 Métodos de erección . 101 3..............................9..........................................2 TUBERIA Y ACCESORIOS PVC PRESION (PVCP) .............. 2......................................3 TUBERIA Y ACCESORIOS EN POLIPROPILENO .................................................................................. 100 3......................................9....................4 Morteros para nivelación ............................9.............................. 4 de 124 Manual de especificaciones .......................22 EQUIPO DE PRESION .................................................7 CUARTO DE BOMBAS...6...................... 106 3...........................................6........ G.....6..................... 104 3..... 110 Pág........... 105 3............................................20 LAVADO DE TANQUES ...........................4 CONEXIONES A TANQUE SUBTERRANEO...................Grouting............... 101 3.......................................................99 3...............6.........................................................................

1 ALCANCE DE LOS ESTUDIOS CONSTRUCTIVOS DEFINITIVOS Estas ESPECIFICACIÓNES son parte integral de los pliegos de condiciones y tienen por objeto explicar y aclarar las condiciones y características que los distintos proponentes deberán tener en cuenta en la construcción de la Remodelación Centro de eventos de Castilla La Nueva Meta definiendo la metodología. pero que deban formar parte del proceso de formulación o la construcción propiamente dicha. Se hace la aclaración que la remodelación objeto de éste proceso de licitación deberá contemplar la integración del entorno vial del actual polideportivo al entorno Urbanístico del mismo como lo especifica el plan de ordenamiento territorial del municipio de castilla la nueva . NO exime al Contratista de su ejecución.Meta. 1. ni podrá tomarse como base para reclamaciones o demandas posteriores. criterios. los materiales y posterior forma de pago de actividades. Cualquier detalle que se haya omitido en las Especificaciones de Construcción. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. ESPECIFICACIONES ARQUITECTONICA GENERALES PARA LA CONSTRUCCIÓN 1. ALCANCE REMODELACIÓN DEL CENTRO DE EVENTOS.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Pág. 5 de 124 Manual de especificaciones . El alcance de la construcción de la primera etapa comprende como mínimo los espacios y áreas resumidos a continuación en la Tabla 1 de este anexo.

Clasificación y nomenclatura. Definiciones. por parte de la interventoría.3 CEMENTO El cemento utilizado debe ser cemento Portland tipo 1 y deberá corresponder a aquel sobre el cual se hace la dosificación del concreto. quien a su vez deberá asumir los riesgos por pérdida.000. Así mismo deberá considerar las diversas fuentes de materiales y tener en cuenta en su propuesta todos aquellos factores que incidan en su suministro. podrá ordenarle el descubrimiento de las obras no visibles. no exonera al Constructor de su responsabilidad por la calidad y estabilidad de las obras. éste deberá reparar por su cuenta las obras defectuosas y/o que no se ciñan a las especificaciones de los pliegos. de los materiales. 6 de 124 Manual de especificaciones . manejo. El Constructor deberá suministrar a la interventoría. vigilancia. transporte. Las aprobaciones. etc. Extracción de muestras. Cemento Portland. Pág. Especificaciones físicas y mecánicas. exploración. Cementos.S. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Por lo tanto.. los gastos que tal operación demande serán por cuenta del Constructor. deberán ser aportados por el Constructor y colocados en el sitio de las obras. Esta especificación indica las normas que se deben cumplir en lo referente a materiales. Especificaciones No 121.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.000 P. Todos los materiales empleados en la dosificación del concreto deben cumplir con las exigencias de la norma NSR – 98 y las que correspondan al capítulo 3 de la norma ICONTEC 2. deterioro y mala calidad de los mismos. se entiende que la resistencia se alcanza a los 28 días según las normas ASTM y ACI.000 y 4. Todos los costos que demande la compra. la interventoría. con la debida anticipación las muestras que se requieran y las pruebas o ensayos que se estimen pertinentes.. 1. Cemento Portland. No 108. Si el Constructor omitiere este procedimiento. 1. explotación procesamiento. preparación y utilización de concretos con resistencias entre 2. de dichos materiales serán por cuenta del Constructor.I. Cemento Portland. No 31.2 MATERIALES Todos los materiales que sean necesarios para la construcción total de las obras. Debe cumplir con las siguientes normas ICONTEC: Normas generales No 30.

Método para determinar el tiempo de fraguado del cemento hidráulico mediante el aparato de VICAT. el cemento deberá cumplir con los siguientes requisitos: No se harán mezclas con cemento que por estar recién fabricado. Especificaciones técnicas. No 117. Método para la determinación de la finura del cemento por medio del aparato BLAINE de permeabilidad al aire. Método para determinar el calor de hidratación del cemento Portland. Cementos. Método para determinar los tiempos de fraguado del cemento hidráulico por medio de las agujas de GILLMORE. Se tendrá especial cuidado en evitar la absorción de humedad. No 321. no se requerirá de ensayos para determinar la calidad del cemento. Método de análisis químicos. de las paredes. 7 de 124 Manual de especificaciones . No 118. se colocará sobre plataformas de madera elevadas por lo menos 30 cms. El cemento empacado en sacos se almacenará en depósitos cubiertos libres de humedad y bien ventilados. También deberán estar separados por lo menos en 50 cm. Método para determinar la consistencia normal del cemento. El cemento deberá utilizarse en obra. No 107. Además de las normas citadas anteriormente. No 109. Cementos hidráulicos. No se utilizará cemento que presente alteración en sus características. en arrumes que no sobrepasarán los dos metros de altura y no deberán colocarse mas de 14 sacos uno sobre otro. En estos casos el interventor deberá exigir las pruebas necesarias que demuestren que el cemento se halla en condiciones satisfactorias para su empleo en obra. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Cumplidas las anteriores condiciones. No 110. Cemento Portland. Las pruebas se harán en un laboratorio competente previamente aprobado por la interventoría y tendrán como base las normas ICONTEC que se relacionan a continuación: Normas para ensayos del cemento Pórtland No 33. excepto cuando haya razones para suponer que éste haya podido alterarse ó que el período de almacenamiento sea superior a los dos meses. Ensayos en autoclave para determinar la expansión del cemento. Pág. sobre el nivel del suelo. ya sea por envejecimiento o meteorización. siguiendo estrictamente el orden cronológico de recibo.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Almacenamiento El cemento a granel deberá almacenarse en silos cubiertos o tanques herméticos. esté a temperatura superior a lo normal. No 184.

Agregado Fino El constructor obtendrá la arena en fuentes que deben ser previamente aprobadas por el interventor. Falso fraguado del cemento Portland. envases de hojalata. Almacenamiento en silos herméticos: Se deberá tomar una muestra de 5 kilos por cada 85 toneladas de cemento. La muestra será representativa tomando porciones de distintos sitios. No 294. No 297.5 toneladas (50 bultos). No 597. Extracción de muestras Extracto de la Norma ICONTEC 108. grava. o una combinación de éstas. 1. las muestras se depositarán en recipientes herméticos. El agregado fino consistirá en arena natural. Método del ensayo para determinar la finura del cemento hidráulico sobre los tamices ICONTEC 74 U y 149U. Esta muestra se tomará mezclando las fracciones que resulten de tomar una muestra por cada 2. bolsas impermeables ó de plástico. Ensayo para determinar la expansión por el método de las agujas de LE CHATELIER. Método de la pasta. Falso fraguado del cemento Portland. No 225. 8 de 124 Manual de especificaciones . arena manufacturada o una combinación de ambas. No 226. Determinación de la finura del cemento Portland por medio del Turbidímetro.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. No 1514. Ensayo químico para determinar la actividad puzolánica. Método de ensayo para determinar el peso específico del cemento Portland. Cemento. Método del mortero. No 221. No 1512. que se deben sellar inmediatamente después de llenarlas.4 AGREGADOS Los agregados para concreto deben cumplir la norma Icontec 174. La aprobación de la fuente no implica una aprobación tácita de todo el material Pág. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Cemento. Protección de las muestras: Inmediatamente después de su extracción. Método de contribución a la resistencia a la compresión. Determinación de la actividad puzolánica. Cemento Empacado: Se deberá tomar una muestra de por lo menos 5 kilos por cada 85 toneladas de cemento. No 1784. Método de ensayo para determinar la finura del cemento hidráulico sobre el tamiz ICONTEC 44 U. El agregado grueso consistirá en piedra triturada.

5 mm y 2 mm muy bien gradado.1. no excederá los limites prescritos en la siguiente tabla: MATERIAL Grumos de arcilla Material que pasa por el tamiz Icontec 74 (tamiz 200) Concreto sujeto a desgaste 3.19 mm 595 297 149 75 (# 50) (#100) (#200) (# 16) (# 30) (3/8”) PORCENTAJE ACUMULADO QUE PASA 100 95 a 100 80 a 100 50 a 85 25 a 60 10 a 30 2 a 10 0a5 El agregado fino no tendrá más del 45% retenido entre dos tamices consecutivos de los indicados y su módulo de finura no será menor de 2. si el material que pasa el tamiz Icontec 74 consiste en el polvo que resulta de la trituración y está libre de arcilla. El constructor será responsable por la calidad de la arena y deberá realizar periódicamente los ensayos de las muestras para los contenidos de arcilla y de materia orgánica.0 1 En el caso de arena manufacturada. La arena debe ser uniforme. El agregado fino estará libre de cantidades perjudiciales de impurezas orgánicas. 9 de 124 Manual de especificaciones .MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. El agregado fino tendrá una gradación dentro de los siguientes límites: TAMIZ ICONTEC 9.51 mm 4.76 mm (# 4) 2. limpia.5 ni mayor de 3. La cantidad de sustancias perjudiciales en los agregados finos.38 mm (# 8) 1. En la obra. estos limites pueden aumentarse a 5 y a 7% respectivamente. Su tamaño debe oscilar entre 0. extraído de ella. densa y libre de toda materia orgánica.0 1 MAXIMO PORCENTAJE DEL PESO TOTAL DE LA MUESTRA 1. Pág. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. se deberá disponer de los equipos necesarios para realizar estos ensayos.

$” 90mm. Los agregados gruesos tendrán una gradación comprendida entre los limites especificados a continuación: Tamiz No.5mm 3/8” 4. 19 a 9.5 mm.0mm ¾” 12. si el material que pasa el tamiz Icontec 74 consiste en el polvo que resulta de la trituración y está libre de arcilla. 50 a 25 mm.5” 25mm 1” 19. 25 a 12. El agregado fino estará libre de cantidades perjudiciales de impurezas orgánicas.5”” 50mm. La calidad del material sometido a la prueba de desgaste en la máquina de los Angeles. Los agregados no deben presentar planos de exfoliación definidos y deben provenir de piedras o rocas de grano fino.5 a 19 mm.75 mm. 2” 37.5 mm. Pág. 25 a 4. 9. 63 a 37.5mm 1.5 a 4. El tamaño de los agregados gruesos puede variar entre ½” y 1 ½” ó entre 12 mm y 38 mm. 100mm. 100 90 a 100 100 25 a 60 90 a 100 100 100 35 a 70 90 a 100 90 a 100 100 100 0 a 15 0 a 15 35 a 70 90 a 100 95 a 100 100 100 100 90 a 100 90 a 100 95 a 100 100 100 0 a 15 35 a 20 a 55 0 a 15 0 a 15 0 a 15 10 a 30 0 a 15 35 a 70 20 a 55 40 a 85 90 a 100 90 a 100 100 90 a 100 100 0 a 10 10 a 40 25 a 60 20 a 55 0 a 15 20 a 55 40 a 70 85 a 100 0 a 15 10 a 30 0a5 0 a 15 0a5 0 a 10 0a5 0 a 10 0 a 15 10 a 30 0a5 0a5 0 a 10 0a5 0a5 0 a 15 0 a 15 En el caso de arena manufacturada. 3.5 mm.75mm No. 1 2 3 357 4 467 5 56 57 6 67 7 8 Tamaño en mm.0 Agregado grueso El agregado grueso será grava tamizada o roca triturada lavada.75 mm.36 mm. Si llegaren a presentarse dificultades en el suministro de materiales que cumplan estos requisitos.5 Otros casos 1.18m No.36mm No. 19 a 4.5 mm.75 mm.5 a 4. no debe ser superior al 40% en peso. 10 de 124 Manual de especificaciones 2 .MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.5 mm.0 2 0. Se debe controlar la calidad del material en cuanto a uniformidad y verificar que se encuentre libre de lodos y materiales orgánicos. 37. 50 a 4. 12. Otros casos Carbón y lignito Superficie de concreto a la vista 5.8 1. estos limites pueden aumentarse a 5 y a 7% respectivamente.5mm ½” 9. 2.75 mm. se podrá concertar con el interventor las condiciones de aceptación de los materiales disponibles en el mercado local. 3”” Porcentaje en peso que pasa por el tamiz 63mm. 25 a 9.75mm 37. de la mejor calidad y proveniente de fuentes previamente autorizadas por la interventoría.5” 75mm. 4 2.5 a 2. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 16 90 a 37.

0. las circunstancias o la magnitud de la obra no es posible realizar los ensayos de los materiales. Para este caso especial se recomienda proceder de la siguiente forma: Los agregados deben ser bien gradados. El tamaño máximo del agregado grueso no debe exceder los siguientes valores.50 1. la aceptación de los agregados quedará al juicio del interventor.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Pág.00 3 El agregado estará libre de cantidades perjudiciales de impurezas orgánicas. es decir. sin eximir al Constructor. El agregado grueso tendrá una perdida no mayor del 40% en los ensayos de desgaste según las normas 93 y 98 de Icontec. las condiciones del sitio. escogiéndose siempre el que arroje el menor tamaño: 1/5 de la dimensión mínima entre caras de la formaleta 1/3 de la altura de las placas macizas ¾ de la separación mínima entre los bordes de las varillas de refuerzo. tener cantidades suficientes de cada tamaño. La cantidad de sustancias perjudiciales en los agregados gruesos no excederá los límites prescritos en la siguiente tabla: Materiales Grumos de arcilla Partículas blandas Material que pasa el tamiz Icontec 74 (Tamiz 200) Carbón y lignito Superficie del concreto a la vista Los demás casos 0. si no tiene una cantidad excesiva de finos no afecta mucho la resistencia del concreto ni la cantidad de cemento necesaria. pero sí la maleabilidad de este.25 5. en ningún caso de su responsabilidad. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 11 de 124 Manual de especificaciones . este porcentaje puede incrementarse 2. Sí de acuerdo con el criterio del interventor. La mala gradación en la arena.00 Máximo porcentaje del peso Total de la muestra 0. En general.00 1. es 3 Si el material que pasa el tamiz Icontec 74 consiste en el polvo que resulta de la trituración y está esencialmente libre de arcilla.

No se permitirá la operación de equipos con tracción por orugas sobre las pilas de agregado grueso. El uso del agregado grueso del mayor tamaño posible reduce la cantidad de cemento y agua necesarios para obtener la misma resistencia y el mismo asentamiento. Tamizado de materiales granulados. utilizando la máquina de los Angeles. No 129. Determinación de la resistencia al desgaste de los tamaños menores de agregados gruesos. Agregados pétreos. Especificaciones No 174. Método para determinar la masa unitaria de los agregados. No 385. Especificaciones de los agregados para el hormigón.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. (Agregados áridos) No 78. Terminología. Los agregados para concreto. No 92. Las pilas de los agregados se dispondrán en sitios que cuenten con facilidades de drenaje previamente acondicionados. Determinación del porcentaje que pasa el tamiz ICONTEC 74 U. Pág. Determinación de la resistencia al desgaste de los tamaños mayores de agregados gruesos. La extracción se hará en forma tal que se evite la separación de los materiales. Tamices de ensayo de tejido de alambre. Efectos de las impurezas orgánicas del agregado fino sobre la resistencia de morteros y hormigones. Agregado para hormigón. Hormigón y sus agregados. Se deberá contar con una provisión suficiente de agregados que permitan mantener el vaciado de concreto en forma continua. Ensayos No 77. No 93. No 579. deben cumplir con las siguientes normas ICONTEC: Normas generales No 32. que cuando son de granos muy angulares. Almacenamiento El almacenamiento de agregados finos y gruesos deberá hacerse en sitios especialmente preparados para este fin que permitan conservar el material libre de tierra y elementos extraños. Los agregados se almacenarán en forma separada de manera que se evite la segregación de tamaños. 12 de 124 Manual de especificaciones . posible utilizar arenas más gruesas cuando son de grano redondo. Extracción y preparación de muestras. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. No 98. Método del lavado. tanto finos como gruesos.

Método para determinar la dureza al rayado en los agregados gruesos.5 y 9. No 589. No 237. Modo para determinar la resistencia de los agregados a los ataques con sulfato de sodio ó sulfato de magnesio. No 130.5 AGUA El agua que se utilice para preparar y curar el concreto deberá ser limpia y libre de cantidades excesivas de limo.0 Sustancia disuelta 15 Gramos/litro Sulfato (En SO4) 1 Gramos/litro Sustancias orgánicas disueltas en agua 15 Gramos/litro Ion de Cloruro 8 Gramos/litro Hidrato de Carburo No debe contener 1. 1. No 175. cuyos resultados deben estar entre los siguientes parámetros: PH Entre 5. Deberá cumplir con lo especificado en la norma NSR 98. No 126. Método para determinar la densidad y la absorción de agregados gruesos. No 183. Agregados para el hormigón. Método para determinar la cantidad de partículas livianas en los agregados pétreos. Método químico para determinar la reactividad potencial de los agregados. utilizando la máquina de los Angeles. Determinación del contenido de humedad total. Método para determinar el contenido aproximado de materia orgánica en arenas usadas en la preparación de morteros y hormigones. el interventor podrá ordenar un análisis químico del agua. Método para determinar el peso específico y la absorción de los agregados finos.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. sales y demás impurezas. arcillas y partículas deleznables en el agregado. Hormigón. Método para determinar el porcentaje de terrones. No 127.6 ADITIVOS Solo se podrán utilizar cuando así lo indiquen expresamente los planos y especificaciones particulares y además cuenten con aprobación de la interventoría. material orgánico. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. No 176. 13 de 124 Manual de especificaciones . En caso de usarse se exigirá el Pág. No 1776. En caso de duda.

depósitos. Los aditivos serán usados siguiendo las instrucciones de la casa fabricante y deberán cumplir con lo especificado en la norma NSR 98 y con la norma ICONTEC No 1299 referente a aditivos químicos para hormigón. Igualmente. bien sea que las haya utilizado él o sus subcontratistas.7 PRELIMINARES DE OBRA El Constructor deberá tener en cuenta. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. dotaciones. en su oferta los costos que demande la construcción y conservación de obras provisionales o temporales. oficinas. talleres. tales como campamentos. vías. El material con el que se trabajará deberá haber sido previamente Pág. herramientas y obras para control de cualquier tipo de contaminación. Ejecución: Se deberán tener en cuenta todos los niveles. A la terminación del contrato. subrasantes y pendientes expresados en los planos arquitectónicos.8 LA CONSTRUCCION DE ELEMENTOS URBANOS Obras de Urbanismo: MOVIMIENTO DE TIERRAS Y REEMPLAZOS EXCAVACION MECANICA EN MATERIAL COMUN EXCAVACION MANUAL EN MATERIAL COMUN RELLENOS EN MATERIAL COMUN TALUDES Y RELLENOS EN MATERIAL SELECCIONADO UN: M3 Descripción: Se refiere esta actividad a la ejecución de taludes en material seleccionado de acuerdo con los planos generales del proyecto. 14 de 124 Manual de especificaciones . diseño de la mezcla y el control de la resistencia del concreto por medio de ensayos sobre cilindros de prueba. rasantes. en los sitios que se requieran y los elementos necesarios de protección y seguridad tanto para su personal como para sus instalaciones. agua y teléfono. 1. 1.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. deberá proceder a desocupar y asear las instalaciones permanentes que el municipio le hubiere autorizado utilizar. El Constructor deberá retirar por su cuenta todas las obras provisionales dejando la zona de trabajo limpia y en orden. Igualmente deberá considerar que son por cuenta del Constructor las acometidas y distribución temporal de los servicios de energía.

no se aceptarán rellenos con material proveniente de demoliciones ni escombros ó residuos de obra ni material contaminado con productos químicos. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. seleccionado y contar con la aprobación de la interventoría. El material se esparcirá sobre las superficies a intervenir en capas de aproximadamente 30 centímetros.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. Pág. posteriormente se aplicará y compactará una nueva capa y así sucesivamente hasta alcanzar los niveles previstos dentro de los planos arquitectónicos. 15 de 124 Manual de especificaciones . equipo y herramientas. El costo incluye materiales. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. Medida y forma de pago: La medida será en metros cúbicos (M3) de taludes y rellenos. las que serán compactadas en forma manual con pisones.

El pago se hará a los precios estipulados en el contrato e incluyen: costos de maquinaría.1 y 2. estos deberán ser suministrados por el contratista. todos los tamaños Mallas de acero electrosoldado ASTM A185. 16 de 124 Manual de especificaciones . operación. Medida y forma de pago: La unidad de medida será metros cúbicos (M3) de suelos compactados en el sitio.9 SUBBASE RECEBO ZONAS EXTERIORES UNIDAD: M3 Descripción: Este ítem se refiere a la ejecución de subbases de recebo en zonas exteriores. planta. galvanizada si así se especifica. Serán calculados con base en los levantamientos topográficos realizados antes y después de realizada esta actividad. y alineamientos en planos. de manera que se forma y posición se aseguren durante el vaciado de concreto. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Materiales: Formaletas y plantillas Se proveerán formaletas metálicas o de madera de acuerdo a los perfiles. Concreto Concreto de las resistencias especificadas en planos estructurales. Planos: Las dimensiones y niveles generales de pavimentos exteriores y andenes se encuentran en los planos arquitectónicos. Todas las formaletas serán revisadas y aprobadas por la Interventoría. Pág.11 Descripción: La presente especificación incluye la ejecución de andenes. De no existir diseños de pavimentos en el Estudio de Suelos. 1. 1. los cuales deben ser verificados por la interventoría durante el proceso. Acero de refuerzo: Barras de acero ASTM 615 grado 60.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. mano de obra y materiales con su acarreo y descargue. Alambre negro No.18 para asegurar el refuerzo y tacos prefabricados en concreto para levantar el refuerzo. y senderos para el “Proyecto”.10 ZONAS DURAS Y PLAZOLETAS ANDENES EN CONCRETO UNIDAD: M2 Consultar especificación general No 2.

Las formaletas serán recubiertas con algún desmoldante aceite ó ACPM de acuerdo a la condición de uso del concreto. y niveles exigidos. 17 de 124 Manual de especificaciones . válvulas. quedando distribuido de acuerdo a las profundidades. Ejecución: Preparación: Se ejecutará la excavación y relleno necesario para acabar la base del pavimento. y se manejará de manera que se mantenga recto. El refuerzo se mantendrá limpio. Los traslapos serán amarrados con alambre negro a no menos de 1. Nunca se fundirá concreto alrededor de salidas. El concreto nunca será colocado sobre bases sueltas. La pendiente transversal del andén nunca será inferior a 2%. Las interrupciones de la extendida de concreto corresponderán con dichas juntas. La instalación del concreto inferior será rápidamente seguida por la colocación de las mallas a las alturas exigidas y la capa superior de concreto. reduciendo resaltos o depresiones. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. La colocación y extensión del concreto será continua entre juntas transversales. El espesor solicitado será obtenido en cualquier punto del pavimento. El acero mantendrá recubrimientos mínimos de 15 mm.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Serán ancladas rígidamente. ó congeladas. En ningún caso serán retiradas mientras el concreto pueda derrumbarse en ningún sentido. Cambios en el espesor del anden para dar los niveles no serán permitidos. libre de cantidades de óxido objetable. Las mallas se instalarán a los niveles requeridos. Las formaletas serán instaladas a los niveles y alineamientos requeridos. Se instalará la malla el acero de refuerzo de acuerdo a planos. Fundida y acabado. Los trabajadores nunca transitarán el concreto fundido con calzado cubierto de tierra o material Pág. Refuerzo y accesorios. Las formaletas se limpiarán y recubrirán del producto desmoldante antes de cada uso. enlodadas. levantándolo del subestrato con prefabricados de concreto. Formaletas y plantillas. Tolerancias La máxima desviación permisible de cotas y niveles mostrados en planos es 6mm. A. apisonando este material. Una vez colocadas la formaletas se evaluará la base con regla. Fundida El concreto será colocado de manera que requiera una mínima manipulación en la obra. o longitudinales y a los bordes del pavimento se hará de acuerdo a planos. Instalación del refuerzo. libre de distorsiones. cajas o otros accesorios sin que estos se encuentren localizados en su nivel y alineamiento definitivos. Será consolidado y por último acabado. La posición de las mismas con respecto a juntas transversales.20 m.

agregados sueltos. hasta obtener una superficie libre de mugre. que puedan impedir el agarre de los sellantes. el concreto se limpiará. Se tomarán las previsiones para mantener los senderos y andenes libres de manchas por derrames de otros contaminantes. Concreto con cemento tipo I 5 días Concreto con cemento tipo II 7 días Concreto con cemento tipo III 3 días Terminado el curado. Acabados Los paneles entre juntas se acabarán con un escobillado grueso en fresco dibujado sobre la superficie del andén en sentido transversal a la línea de tráfico. grasa. y se force el agregado grueso a bajar y una capa de mortero suba a la superficie de acabado. estarán libres de mugre. Las superficies tratadas con limpiadores serán enjuagadas y se permitirá su secado antes de la aplicación de pinturas o sellantes. Se fundirá continuamente entre juntas de expansión. a excepción de cambios en pendientes y curvas. Antes de acabar el afinado de andenes. extraño. Variaciones de superficie mayores a 3mm. Los sellantes serán aplicados de acuerdo a las recomendaciones de los fabricantes. Los excesos de agua serán removidos de la superficie. 18 de 124 Manual de especificaciones . aceite. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Se mantendrá la humedad de curado durante el período de curado a partir del momento de fundida. la superficie será examinada con una regla de 3 metros. serán corregidas B. Curado y limpieza. en 3 metros (1 :1000).MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. El concreto será vibrado para obtener la compactación requerida. Las formaletas se ajustarán de acuerdo a los alineamientos y niveles requeridos en planos. Las áreas en concreto especificadas para sellantes. Protección por clima. Pág. Sellado. Las superficies se trabajarán con reglas y boquilleras alineadas en las formaletas laterales. No se aplicarán sellantes de superficie hasta haber aplicado los sellos de juntas. asfalto y aditivos. con el concreto aún plástico. y otros materiales extraños antes de aplicar el sellador. Las juntas estarán libres de materiales extraños. Se aplicarán sellantes o aditivos de curado de acuerdo con el Interventor. Se tomarán las mismas previsiones de protección correspondientes al concreto fundido en sitio.

los filos de as juntas se redondearán y el concreto se limpiará abriendo la junta.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. en ningún caso la profundidad será menor a ¼ del espesor de la losa. Las juntas se harán con sierras circulares para concreto. Senderos. libre de defectos. La superficie del pavimento o de los senderos será dividida en rectángulos ó trapecios de acuerdo a las modulaciones establecidas en planos de exteriores por medio de juntas de contracción. Juntas de contracción maquinadas La superficie del pavimento o de los senderos será dividida en rectángulos ó trapecios de acuerdo a las modulaciones establecidas en planos de exteriores por medio de juntas de contracción. perpendiculares a las dilataciones del sardinel. 19 de 124 Manual de especificaciones . o donde existan sardineles inmediatos a senderos. Reparaciones. u otras estructuras. En general el corte se realizará entre las 8 horas y 3 días de vida del concreto. Se instalarán en las intersecciones con otros senderos. y marcas de sierra. y en los empates con escalera y otras estructura. Pág. Juntas de expansión (dilataciones). pero para que el acabado de la superficie no se altere durante el corte. La edad del concreto en el momento del corte es importante para que la junta absorba la contracción de fraguado del concreto. o tiras de asfalto que no de deformen durante las labores de afinado y acabado del concreto. Juntas de contracción con cortadora Senderos y pavimentos. Pavimento Se instalarán juntas de expansión donde se indique o en las intersecciones con otros tipos de pavimento rígido. Los áreas reparadas no deben diferenciarse en apariencia del común de la obra. Donde Se requiera la junta se llenará y sellará. (2) que se hayan fisurado. Después del afinado del concreto. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. La superficie quedará uniforme en color. o donde se encuentren gradas. Se repararán los andenes que (1) no mantengan los alineamientos o niveles mostrados en planos. Se llenarán con algún material elástico. o apariencia general de la obra. Las juntas se harán en concreto fresco cortando la capa superior con ayuda sierras mecánicas circulares. (3) ó que hayan sido deteriorados durante la obra. De manera que no de deformen durante las labores de afinado y acabado del concreto. desportillado o que no mantengan la resistencia. Juntas. o tiras de asfalto con ayuda de puntillas de acero. Se llenarán con algún material elástico. Se instalarán juntas de expansión de acuerdo a planos.

equipo.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. Pág. 20 de 124 Manual de especificaciones . El precio será el pactado en el contrato y el precio incluye materiales. Medida y forma de pago: Se medirá y pagará por metro cuadrado (M2) de andenes. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.

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1.11 SARDINELES EN CONCRETO DE 0.15 x 0.40 Descripción:

UNIDAD: ML

Estas especificaciones tratan de la construcción de sardineles o bordillos destinados a la contención lateral de los pavimentos, afirmados y andenes. Los sardineles estarán construidos por una masa homogénea e íntimamente mezclada de agregados, agua y cemento Portland. Se construirán en los sitios señalados por los planos o por la Interventoría y de conformidad con los alineamientos y pendientes que se establezcan. Ejecución: En caso de no estar detallada la geometría y modulación de los sardineles, sus dimensiones serán las siguientes: 40 cms. de altura; 17 cms. de ancho de la base ; 15 cms. de ancho en la cara superior. La cara adyacente al anden será vertical y la cara adyacente a la calzada será inclinada. La arista externa superior se deberá redondear con un radio de 2.5 cms. Los sardineles se seccionaran por medio de laminas de acero para formar bloques de 1.50 a 1.80 m. de longitud. Los sardineles se colocarán sobre una base formada por una capa fuertemente apisonada de suelos seleccionados descritos anteriormente. La base se colocará sobre el terreno natural previamente apisonado. Los bloques de 1.50 a 1.80 mm. de longitud se separaran por juntas constituidas por la minas de ¼” de espesor máximo, el material que forma la junta deberá ser aprobado por la Interventoría. Dicho material podrá ser pintura asfáltica, Antes de colocar el hormigón, la base se deberá humedecer ligeramente. Se exige el uso de formaletas de lámina metálica debidamente aceitada o engrasada antes de fundir el concreto. Las formaletas serán colocadas sobre la base apisonada y se comprobará su correcto alineamiento y cotas de la corona por medio de tránsito y de nivel de precisión. Para la preparación del concreto se tendrá en cuenta, en lo pertinente la especificación de Concreto para Estructuras. Especificación No 2.1. Una vez atracadas y fijas las formaletas metálicas en sus correctos alineamientos y noveles, se colocara el concreto dentro de ellas y se apisonará con vibrador o con varilla de acero provista de punta cónica, para eliminar vacíos y obtener superficies lisas. Las formaletas se retirarán antes de que el hormigón haya fraguado completamente y las caras superior y adyacente a la cuneta se afinarán con una llana o palustre, para la curva de arista se aplicará una llana especial sobre el concreto fresco. No se permitirá cortar los sardineles. Para el extremo de los tramos se emplearan bloques de longitud apropiada. Los sardineles de
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esquina serán en curva o en chaflán según se indique en los planos respectivos. Los sardineles en curva llevaran en su borde superior externo, si expresamente se especificare en el respectivo contrato de construcción, un guardasardinel de acero embebido en su parte superior. En los puntos de tangencia entre sardinel en curva y en recta, se colocarán dos varillas de ½” de diámetro y 60 cms. de longitud, embebidas dentro del concreto. Estas varillas se colocarán a 7 y 22 cms. de distancia a la corona del sardinel y penetraran a 30 cms. a lado y lado de la junta que va en el punto de tangencia. Sardinel cuneta Estos sardineles tendrán las dimensiones establecidas en el respectivo contrato o diseño. En su construcción podrán emplearse formaletas de madera a juicio de la Interventoría. Curado Al terminar de moldear los sardineles se colocará papel húmedo sobre la corona. Al retirar las formaletas todo el sardinel será rodeado de arena o de tierra húmeda para protegerlo y mantenerlo con la debida humedad de curación. Este tratamiento se prolongará durante todo el tiempo que indique la Interventoría, pero dicho tiempo no deberá ser inferior a 10 días. Al nivelar la corona del sardinel terminado, se aceptarán variaciones en las cotas de más o menos 1.0 cms. sobre el ancho fijado en los planos para la correspondiente sección transversal. Materiales: Concreto de las especificaciones señaladas en el proyecto estructural. Equipo: Formaleta metálica para sardineles. Palas, chuzos y vibradores para el manejo del concreto. Medida y forma de pago: Se medirá y pagará por metros lineales (ML) de sardinel debidamente fundido y recibido a satisfacción por la interventoria. El precio incluye materiales, equipo, herramienta, mano de obra y transportes necesarios para la realización de esta actividad.

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1.12 ADOQUIN EN CONCRETO UNIDAD: M2 Descripción: Se refiere este ítem a la construcción de pisos en adoquines de concreto, sobre subbases compactadas. Los planos arquitectónicos hacen referencia a los niveles estructurales y finos para cada una de las áreas demarcados como NF(nivel fino) y NE(nivel cota superior de recebo). En caso que hubiere variación de las especificaciones de acabados, el constructor deberá realizar las previsiones de los niveles de las bases compactadas para compensar las variaciones de espesor de los acabados. Ejecución: Antes de iniciar cualquier pavimento en adoquín se deberán ejecutar las obras necesarias para confinamiento y se preverá el drenaje superficial indispensable para dichos pisos. Las pendientes mínimas en tales casos serán del 2%. La rodadura estará conformada siempre por una capa de arena, los adoquines y el sello de arena. El pavimento de adoquines se construirá siempre sobre bases compactadas, de acuerdo a la especificación del Ingeniero de Suelos, a las cuales se les dará el mismo perfil que tendrá el área pavimentada, de manera que la capa de arena y el adoquín mantengan espesores uniformes en cualquier parte del piso. La instalación de adoquín se iniciará extendiendo una capa de arena suelta gruesa limpia y de humedad uniforme, de las normalmente utilizadas para elaboración de morteros de pega de ladrillo; la que no debe sufrir ningún proceso de compactación hasta la instalación del adoquín, el espesor de esta capa será tal que una vez compactado el pavimento resulte alrededor de 3 cm. Se aplicarán herbicidas sobre los recebos. La instalación de adoquines seguirá un patrón uniforme, controlado con ayuda de hilos, asegurando sus alineamientos. Los adoquines se colocarán directamente sobre la capa de arena ya enrasada al tope de boquilleras laterales generando juntas que no excedan los 5mm. Nunca se nivelaran individualmente. A menos que los planos indiquen otra disposición, en pavimentos vehiculares, los adoquines rectangulares se colocarán preferiblemente en espina de pescado, aquellos que siendo casi rectangulares, no lo permiten se colocarán en sentido perpendicular al sentido de circulación. En pavimentos peatonales los despieces no están sujetos a ningún tipo de restricción. La instalación se completa con las piezas necesarias para ajustar el despiece en los espacios libres contra confinamientos. No podrán usarse piezas menores a 1/4 de adoquín y en su reemplazo podrá utilizarse un mortero de arena de peña en proporción de 1:4.
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No se incluye la subbase granular. sobre subbases compactadas para zonas de estacionamiento Medida y forma de pago: Se pagará por metro cuadrado (M2) de ladrillo tolete común como adoquín instalado e incluye los confinamientos necesarios. equipo y herramienta. El confinamiento para zonas peatonales se elaborará con bordillos de acuerdo con planos arquitectónicos. carretillas. y nunca podrá estar a menos de 3cm. Durante al menos dos semanas se dejará un sobrante de arena de sello sobre la superficie. El precio será el estipulado en el contrato y su valor incluye todos los materiales.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. por debajo de la capa de arena. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. equipo y herramienta. Finalmente el pavimento se sellará con arena fina de la comúnmente utilizada en morteros para pañetes. Referencias. a juicio del interventor. mano de obra y transportes Pág.13 ADOQUIN EN LADRILLO TOLETE UNIDAD: M2 Descripción: Se refiere este ítem a la construcción de pisos en ladrillo tolete como adoquín. Medida y forma de pago: Se pagará por metro cuadrado (M2) de adoquín instalado e incluye los confinamientos necesarios. palas. Se podrá usar ladrillo tolete o se prefabricarán o fundirán en el sitio en concreto de 3000psi. 1. seca y suelta de manera que pueda penetrar por barrido dentro de las juntas. Deben cumplir con la norma ICONTEC 2017. y se completará de acuerdo a la magnitud del área con un cilindro pequeño. Equipo: Bateas. Materiales: Adoquines de concreto de 6 para zonas peatonales y de 8 centímetros de espesor para parquederos y zonas vehiculares. No se incluye la subbase granular. 24 de 124 Manual de especificaciones . reglas y equipos de compactación. La compactación se realizará con máquinas vibrocompactadoras. para consolidar el piso. a exclusivamente confinar el pavimento si no existiera esa posibilidad. baldes. mano de obra y transportes necesarios para su ejecución. del nivel de acabado del piso fino. Instituto Colombiano de Productores de Concreto ICPC Confinamientos para adoquines: El confinamiento deberá impedir el desplazamiento lateral de la capa de adoquines debido a los empujes del tráfico vehicular. El precio será el estipulado en el contrato y su valor incluye todos los materiales. El límite mínimo para el confinamiento será de 10cm.

sin estría. necesarios para su ejecución. 1. Mortero 1:5 Medida y forma de pago: La medida será en metros lineales (ML) debidamente ejecutados y aceptados por la interventoría. bordes de piso exteriores. 1. éste será ladrillo Moore macizo vitrificado. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato.14 DILATACION EN LADRILLO DE 0. Materiales : Ladrillo Moore macizo vitrificado.20 UNIDAD: ML Descripción: Este ítem se refiere a la construcción de dilataciones en concreto para areas de pisos en ladrillo tolete instalado como adoquín de acuerdo con los planos de despiece de pisos del proyecto. dilataciones o boca puertas. se procederá a vaciar el concreto de las dilataciones con ayuda de formaletas de madera en ordinario. etc. éste no podrá ser perforado. 25 de 124 Manual de especificaciones . REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. tono claro o natural.12 UNIDAD: ML Descripción: Se refiere este ítem a las dilataciones para andenes en concreto realizadas con ladrillo tolete común en los sitios especificados dentro del proyecto arquitectónico. Ejecución: En el momento instalar el ladrillo tolete como adoquín se dejarán libre las zonas previstas dentro del diseño de pisos como dilataciones en concreto. Materiales: Concreto de las mismas especificaciones del empleado para los andenes. con la traba que se especifique en los Planos Generales. En el caso de que el ladrillo se especifique de canto. El concreto se vaciará sobre la subbase de recebo.. tono claro o natural. sí se específica de plan en los Planos Generales. escaleras exteriores. equipo y herramientas. Posteriormente a la compactación del adoquín. Pág.15 DILATACION EN CONCRETO DE 0. o perforado. Ejecución : Los toletes serán sentados sobre la subbase de recebo con morteros en proporción de 1:5 de cemento y arena semilavada no muy húmedo. con pegas de 1 cm. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. Estas Especificaciones se tendrán en cuenta para la construcción en ladrillo de pirlanes. El costo incluye materiales. o perforado. El acabado final de las dilataciones se dará con llana metálica.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

Medida y forma de pago: La medida será en metros lineales (ML) debidamente ejecutados y aceptados por la interventoría. a menos que haya contraindicación específica en Planos: Formaleta en listón de Cedro Macho de 8 cm. 1. El costo incluye materiales. 26 de 124 Manual de especificaciones . desmoldantes y concretos de gravilla fina. en concreto de 3000 PSI y acero de 3/8” ó el refuerzo especificado por el calculista. Es de primordial importancia los Detalles sobre refuerzos y anclajes contenidos en los Planos Estructurales y las Especificaciones contenidos en los mismos. Se puede escoger una de las siguientes alternativas de formaleta . El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. luego se aplicará mortero sobre los extremos para adherir con el elemento siguiente y conformar una sola unidad. respetando las dimensiones. Las cañuelas se colocarán directamente sobre la subbase de recebo. Para la instalación serán montados respetando los paramentos y retrocesos para acabados y enchapes mostrados en planos. sin juntas ni dilataciones en toda su longitud Formaletas metálicas sin juntas ni dilataciones en toda su longitud. Los elementos prefabricados deben garantizar que su peso y dimensiones garanticen un fácil transporte y la posibilidad de manipulación por parte de los operarios de la obra. de ancho. En todos los casos se tendrán en cuenta las Especificaciones sobre concreto visto del capítulo estructuras. colocado en el sentido longitudinal del dintel. Se deben tomar las previsiones pertinentes al sistema de anclaje de las mismas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. así como los plomos y dilataciones y los detalles de empates laterales de los elementos con la mampostería. Ejecución : La prefabricación se hará sobre formaletas de madera. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. Se fijarán por medio de una capa de mortero de pega 1:4 (con arena lavada).16 CAÑUELA EN ESPACIO PÚBLICO UN: UN Descripción : La presente especificación se refiere a la ejecución de cañuelas prefabricadas en concreto con dimensiones aproximadas de 30 x 15 centímetros de acuerdo con los detalles del proyecto arquitectónico. Pág.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. debidamente cepillado. Formaletas en triplex fenólico tipo Formaplac o similar. pendientes y detalles incluidos en planos. Todos los elementos serán perfectamente plomados y nivelados. equipo y herramientas. elegidas de acuerdo al sistema utilizado para las demás áreas en concreto visto de la edificación.

El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. sobre subbases compactadas. El costo incluye materiales. controlado con ayuda de hilos. Medida y forma de pago: La medida será el número de metros lineales (ML) del elemento prefabricado en concreto de acuerdo con los planos de detalle. Finalmente el piso se sellará Pág. de las normalmente utilizadas para elaboración de morteros de pega de ladrillo. y se completará de acuerdo a la magnitud del área con un cilindro pequeño. Ejecución: Antes de iniciar la instalación de las losetas se deberán ejecutar las obras necesarias para confinamiento y se preverá el drenaje superficial indispensable para dichos pisos. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. a juicio del interventor. con dimensiones de 50 x 50 x 6 centímetros y de 40 x 40 x 6 centímetros. boquilleras e hilos. Los planos arquitectónicos hacen referencia a los niveles estructurales y finos para cada una de las áreas demarcadas como NF(nivel fino) y NE(nivel cota superior de recebo). Materiales: Concreto de 3000 PSI preparado con arena lavada y gravilla fina cuyo tamaño máximo será de ½” (12 mm) y acero de refuerzo. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. palas bateas cucharas y palustres. Nunca se nivelarán individualmente. La rodadura estará conformada siempre por una capa de arena. La instalación de plaquetas se iniciará extendiendo una capa de arena suelta gruesa limpia y de humedad uniforme.17 LOSETAS PREFABRICADAS EN CONCRETO PARA PLAZOLETAS UNIDAD: M2 Descripción: Se refiere este ítem a la construcción de pisos en losetas prefabricadas de concreto reforzado. Las pendientes mínimas en tales casos serán del 2%. las plaquetas y el sello de mortero. Las plaquetas se colocarán directamente sobre la capa de arena ya enrasada al tope de boquilleras laterales generando juntas que no excedan los 5mm. La instalación de plaquetas seguirá un patrón uniforme. 27 de 124 Manual de especificaciones . la que no debe sufrir ningún proceso de compactación hasta la instalación de las plaquetas. el espesor de esta capa será tal que una vez compactado el piso resulte alrededor de 3 cm. asegurando sus alineamientos. equipo y herramientas. Se aplicarán herbicidas sobre los recebos. Equipo: Plomadas y niveles.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. La compactación se realizará con máquinas vibrocompactadoras. 1.

mortero de pega en proporción 1:4.30 metros y su diámetro aproximado será de 25 centímetros. materiales para confinamiento adecuado.18 CIMIENTOS 1. El límite mínimo para el confinamiento será de 10cm. Confinamientos para losetas: El confinamiento deberá impedir el desplazamiento lateral de la capa de plaquetas debido a los empujes del tráfico vehicular.1 PILOTES DE CONCRETO UNIDAD: UN Descripción: Se refiere este ítem a la ejecución de pilotes que servirán de cimentación para el cerramiento de los linderos que delimitan el predio contra el espacio público. Equipo: Bateas. con mortero de arena de peña en proporción de 1:4 de manera que pueda penetrar dentro de las juntas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. arena de peña. carretillas.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. y nunca podrá estar a menos de 3cm. por debajo de la capa de arena. A menos que se especifique lo contrario. mano de obra y transportes necesarios para su ejecución. Medida y forma de pago: Se pagará por metro cuadrado (M2) de plaquetas instalado e incluye los confinamientos necesarios. Se podrá usar ladrillo tolete o se prefabricarán o fundirán en el sitio en concreto de 3000psi. Materiales: Losetas de concreto reforzado de 50 x 50 x 6 y de 40 x 40 x 6. reglas y equipos de compactación. deberán tener las especificaciones y dimensiones que se señalan en los Planos de Detalle de cerramientos típicos elaborados. equipo y herramienta. Pág. ó exclusivamente confinar el pavimento si no existiera esa posibilidad.18. No se incluye la subbase granular. palas. Ejecución: A menos que se especifique lo contrario. del nivel de acabado del piso fino. 28 de 124 Manual de especificaciones . El precio será el estipulado en el contrato y su valor incluye todos los materiales y su desperdicio. El confinamiento para zonas peatonales se elaborará con bordillos de acuerdo con planos arquitectónicos.50 metros. para lo cual se debe contar con los conceptos del Ingeniero de Suelos y el Calculista. 1. se requiere aprobación de la interventoría para determinar las dimensiones definitivas de estos elementos al igual que las cotas de cimentación. los pilotes tendrán una longitud aproximada de 1. Sin embargo. Se instalarán a una distancia aproximada entre ejes de 2. baldes.

1.2 DADOS EN CONCRETO UNIDAD: UN Descripción: Este ítem se refiere a la ejecución de los elementos en concreto reforzado localizados en la parte superior de los pilotes que sirven de cimentación al cerramiento contra los linderos que limitan contra el espacio público. equipos. formaletas. equipos y herramientas. Entre el Constructor y la Interventoría se concertarán los métodos más adecuados para la ejecución de esta actividad. los cuales incluirán el suministro y transporte de todos los materiales y su desperdicio. dependiendo de las condiciones particulares del suelo. Pág. Una vez verificados los refuerzos de acero se procederá al vaciado de concreto. Se debe tener especial cuidado con el revestimiento inferior mínimo del dado y la longitud del pilote embebida en el dado. Medida y forma de pago Se medirá y pagará por unidades (UN) de dados debidamente recibidos y aprobados por la Interventoría. Los revestimientos y espaciamientos del refuerzo serán garantizados por medio de soportes y/o distanciadores prefabricados. mano de obra y todos los gastos necesarios para la ejecución de las obras. Son elementos con dimensiones aproximadas de 40 x 40 x 50 centímetros. de acuerdo con los Planos y Especificaciones. El pago se efectuará a los precios unitarios del contrato. Bloques prefabricados como soportes para el refuerzo. Ejecución Esta actividad va precedida por la correspondiente excavación y la fundida del concreto de limpieza ó concreto pobre. Medida y forma de pago: Se medirá y pagará por unidades (UN) de pilotes debidamente ejecutados y aceptados por la interventoría. El precio unitario será el consignado en el contrato y su valor incluye materiales y sus desperdicios. herramientas. Se colocarán las formaletas en caso de ser requeridas y el refuerzo de los dados manteniendo los traslapos del refuerzo de los pilotes. mano de obra y transportes necesarios para su ejecución. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.18. Se debe verificar que el nivel superior del concreto de limpieza corresponda con la cota de cimentación estipulada en los Planos Estructurales.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 29 de 124 Manual de especificaciones . Materiales: Concreto de las especificaciones señaladas en los planos de detalle. Materiales: Concreto de las especificaciones señaladas en los Planos Estructurales. puntillas.

MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. el constructor dará aviso a la interventoría para verificar el nivel del terreno y proceder a dar la aprobación correspondiente al inicio de esta actividad. picas. 1. materiales. Una vez elaborado el filtro se procederá a colocar la tierra negra y el engramado.19. carretillas y herramienta menor. Se debe proceder a retirar los residuos y materiales no aptos para el cultivo de la grama y se deben reemplazar por tierra vegetal con una capa mínima de 20 cms. Cuando se utilicen cespedones ó tapetes en la ejecución de empradizaciones. los espacios libres entre ellos se rellenarán con tierra vegetal debidamente nivelada y apisonada. rellenos. Antes de proceder a colocar los cespedones o tapetes de grama. deberá ser cuidada y sometida a riego hasta el recibo final de las obras objeto del concreto. Ejecución: Antes de proceder a la empradización. nivelación con tierra vegetal. Cuando la empradización se efectúe sobre placas aéreas ó sobre superficies de concreto. El precio será el estipulado dentro del contrato e incluye retiro de escombros.1 PRADIZACION ZONAS VERDES UNIDAD: M2 Descripción: Esta especificación contempla la colocación de tierra vegetal y grama perfiladas según cotas y niveles requeridos de acuerdo con los planos generales del proyecto. 30 de 124 Manual de especificaciones . debe preverse un sistema de drenaje hacia los sifones de desagüe de manera tal que atraviese en ambos sentidos el área a drenar. equipos y herramientas y transporte necesario para la ejecución de esta actividad. se deberán nivelar y emparejar las zonas estipuladas para este tipo de acabados de acuerdo con los detalles y cotas de piso señalados en los planos generales y de detalle del proyecto. Este consta de un filtro en gravilla de 30 x 20 cms y con la longitud adecuada. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. tratamiento de taludes y conservación del prado (corte y riego). El precio contempla el costo de la mano de obra.19 ZONAS VERDES 1. Equipo: Palas. Una vez sembrada la grama. Medida y forma de pago: Los prados ó engramados se medirán y pagarán por metro cuadrado (M2). Pág. Materiales: Cespedones ó tapetes de grama y tierra vegetal ó tierra negra.

31 de 124 Manual de especificaciones . tratamiento de taludes y conservación de plantas (corte y riego). evers. Pág. El precio contempla el costo de la mano de obra. Las plantas deberán ser regadas y podadas hasta el recibo final de las obras objeto del contrato. El precio será el estipulado dentro del contrato e incluye nivelación con tierra vegetal. hiedras. equipos y herramientas y transporte necesario para la ejecución de esta actividad. La densidad recomendada será en helechos y hortensias (8 plantas M2). equipos y herramientas y transporte necesario para la ejecución de esta actividad. 1. Medida y forma de pago: Los jardines ornamentales se medirán y pagarán por metro cuadrado (M2). REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Entre las especies que se pueden plantar serán determinadas en su debida oportunidad de acuerdo al proyecto de paisajismo. etc. Medida y forma de pago: Los árboles se medirán y pagarán en unidades (UN). la tierra se colocará sobre un filtro de gravilla gruesa. En el caso de materas. El precio será el estipulado dentro del contrato e incluye nivelación con tierra vegetal y conservación de plantas (corte y riego).3 ARBOLES UNIDAD: UN Descripción: Se refiere este ítem al suministro y siembra de árboles localizados según el proyecto de paisajismo. y otras que serán determinadas en su debida oportunidad de acuerdo al proyecto de paisajismo. 1. El precio contempla el costo de la mano de obra. Las plantas deberán ser regadas y podadas hasta el recibo final de las obras objeto del concreto. Los árboles se localizarán de acuerdo con las especificaciones del proyecto de paisajismo. donde se sembrarán plantas ornamentales. Ejecución: Se procederá a sembrar los árboles que tendrán bajo porte. materiales.2 JARDINES ORNAMENTALES UNIDAD: M2 Descripción: Se refiere este ítem al tratamiento de zonas verdes del proyecto y jardineras. materiales.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Entre las especies que se pueden plantar se encuentran helechos.19. Se procederá a sembrar las plantas que tendrán bajo porte.19. Ejecución: Sobre las superficies previamente preparadas y niveladas se procederá a esparcir una capa de tierra negra de espesor mínimo de 20 centímetros..

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1.20 ASEO Y VARIOS 1.20.1 ASEO Y LIMPIEZA 1.20.1.1 LIMPIEZA DE FACHADAS INTERIORES Y EXTERIORES UNIDAD: M2 Descripción: Se refiere esta actividad a la limpieza de superficies de mampostería según acabado; en ladrillo, bloque, enchape exterior. Ejecución: Las superficies se someterán a lavado con una solución de agua con ácido muriático en proporción de 10 a 1 ó una solución de agua con ácido nítrico en proporción de 5 a 1. Se procederá a retirar en su totalidad el polvo y las salpicaduras de mortero adheridas a los muros, se quitarán las manchas y se retirarán las partes flojas que desmejoren el acabado. Materiales: Agua potable, ácido nítrico y ácido nítrico. Medida y forma de pago: La unidad de medida es el metro cuadrado (M2) de zonas aseadas y recibidas a satisfacción por la interventoría. El precio será el estipulado en el contrato e incluye mano de obra, equipo y herramientas, materiales y transporte necesarios para su ejecución. 1.20.1.2 ASEO GENERAL UNIDAD: M2 Descripción: Se refiere esta especificación al aseo y limpieza final de la obra. Ejecución: Todas las partes de la construcción deberán entregarse completamente limpias y las instalaciones y aparatos en perfectas condiciones de funcionamiento. Los pisos deberán entregarse desmanchados y encerados. Se deben retirar todos los residuos de cemento, concreto, polvo, grasa, pintura, etc. Terminadas las actividades de la obra se procederá a una limpieza general de techos, muros, muebles, ventanas, puertas, zonas verdes, zonas duras, etc. Se utilizarán los equipos, elementos y materiales adecuados para su correcta ejecución, siguiendo las recomendaciones del fabricante y cuidando que estos no perjudiquen los acabados de los componentes de la edificación. Se deberán hacer las reparaciones necesarias de las obras que se hayan deteriorado durante el proceso de
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construcción para una correcta presentación y entrega de la misma, sin que tales reparaciones y arreglos constituyan obra adicional. Los pisos y muros en material cerámico y de gres, asi como los aparatos sanitarios deberán limpiarse con ácido muriático ó acido nítrico en concentraciones recomendadas por los proveedores para tal fín. Los pisos en baldosín de granito se lavarán con cepillo, agua y jabón. Las ventanas se librarán de residuos cuidando de no dañar el acabado de los marcos. Los residuos adheridos a los vidrios deberán retirarse totalmente. Materiales: Jabones, ácidos, removedores y cualquier otro tipo de material requerido para cumplir con el aseo. Equipo: Espátulas, mangueras, trapos, cepillos y escobas. Medida y forma de pago: La unidad de medida es el metro cuadrado (M2) en proyección horizontal de zonas aseadas y recibidas a satisfacción por la interventoría. El precio será el estipulado en el contrato e incluye mano de obra, equipo y herramientas, materiales y transporte necesarios para su ejecución. 1.20.1.3 RETIRO DE ESCOMBROS UNIDAD: M3 Descripción: Esta especificación se refiere al retiro constante de desperdicios y escombros de la construcción. Ejecución: Durante todo el período de construcción, se deberá disponer de sitios previamente acordados con la interventoría, donde se puedan almacenar los residuos y escombros de construcción. Este sitio deberá tener fácil accesibilidad desde las vías públicas para facilitar el acarreo fuera de la obra. El constructor deberá proveer los recursos necesarios, tanto físicos como humanos para cargue y transporte de estos desechos. Una vez sacados de la obra, los escombros serán botados en sitios previamente determinados por las autoridades distritales. Equipo: Volquetas, cargadores, carretillas y herramienta menor para cargue. Medida y forma de pago: El retiro de sobrantes se pagará y medirá por metros cúbicos (M3). El valor incluye el trasiego del material, cargue y transporte y el costo será el estipulado dentro del respectivo contrato.

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1.21 LA CONSTRUCCION DE ELEMENTOS ARQUITECTONICOS ACABADOS ESPECIALES Se entenderán por acabados especiales aquellos que considere el interventor en la medida que los requerimientos de la obra así lo soliciten y en armonía con las exigencias propias de cada espacio, de los diseños arquitectónicos a detalle y las expectativas de la administración municipal frente a la Remodelación del parque central. ACABADO MUROS Se entenderá por acabados de muros, todos aquellos elementos constructivos aplicados como superficie final del muro, destinados a brindar mayor resistencia y protección de los factores climáticos, ambientales y al desgaste propio del uso. Así mismo deberá entenderse el acabado de muro como la superficie estética y funcional del contacto del usuario. ACABADO DE PISOS Se entenderá por acabados de pisos, todos aquellos elementos constructivos aplicados como superficie final del piso, destinados a brindar mayor resistencia y protección de los factores climáticos, ambientales y al desgaste propio del uso, según el trafico que deberá certificar y soportar dicho acabado. Así mismo deberá entenderse el acabado de piso como la superficie estética, funcional y estructurante del usuario con la edificación mediante el espacio público y el diseño interior. OBRAS EXTERIORES Se entenderá por obras exteriores, las desarrolladas en términos de soporte de espacio público, como plazoletas, teatrinos, andenes, sardineles, senderos peatonales, circulaciones vehiculares, áreas de parqueo, y en general toda la zona dura y componente del diseño urbano exterior del Parque Central. Los elementos señalados a continuación solo hacen parte de una amplia gama de posibilidades que el oferente deberá enriquecer en la formulación de su propuesta: 1.21.1 DETALLES Y ACABADOS DESCRIPCIÓN Se incluye en esta especificación todo lo referente a materiales, sistemas de acabado y detalle de la remodelación del parque central, pertinentes a la finalización de la obra y que constituye parte fundamental del espacio interior y exterior finamente concluidos desde el punto de vista constructivo, lo cual será determinante la para entrega de la totalidad del proyecto por parte del contratista y para el interventor en la exigencia de calidad, durabilidad, estética, comportamiento
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empotrados.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.. En este sentido este capitulo cobra singular importancia por el compromiso con el alcance de un ambiente educativo de excelentes propiedades. mecánico frente al uso y físico en su correspondencia con el ambiente. son la imagen definitiva del proyecto en cuanto a texturas. etc. Se debe tener especial cuidado en el transporte e instalación para que su superficie no sea rallada ni manchada con productos de alta alcalinidad como el cemento en materiales que deban ser cuidados en estos aspectos. A continuación se establecen criterios amplios frente al diseño y construcción de los acabados para el Parque Central. entendiendo que la caracterización explicita del tipo de material propuesto debe ser consignado por el oferente a través y en correspondencia con su diseño y nunca serán omitidos los detalles y acabados o considerados como opcionales en su ejecución dentro de los requisitos tanto en la propuesta técnica de estudios y diseños como en los presupuestos de obra. Los acabados en lo referente a materiales son pieza fundamental en la durabilidad de los elementos estructurales y arquitectónicos mediante su recubrimiento y protección. de alto tráfico. EJECUCIÓN Para su instalación y mantenimiento no se deben usar productos grasos para evitar la formación de películas que puedan generar acumulación de mugre. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. es así como las plazoletas. a la flexión y a la compresión. serán instalados en todas las áreas duras del Parque Central cambiando y/o combinando el material y/o propiedades según el requerimiento y el uso espacial. colores y perceptibilidad de los usuarios con respecto a los espacios. Los pisos. MOBILIARIO DEL PARQUE Descripción: Se refiere este ítem a la obra de madera relativa a muebles. que tenga alta resistencia al desgaste. 35 de 124 Manual de especificaciones . serán resistentes al impacto y sus colores no deben cambiar con el paso ni del tiempo ni del factor climático. Los pisos deberán ser de alta dureza y durabilidad. proporcionando mayor resistencia y jerarquía en las zonas más transitadas. garantizando su estabilidad y durabilidad bajo el compromiso de un mantenimiento justo que no implique excesos presupuestales. deberán estar terminadas en acabados apropiados y pertinentes al tráfico estimado en cada caso. como acabados. especificaciones de construcción y desarrollo de la misma. que no sea corrosible por ácidos sobre todo en lugares de manipulación especifica de este tipo de componentes por ejemplo los laboratorios. zonas comunes y en general todas las obras de urbanismo pertenecientes a los exteriores y áreas libres del proyecto transitables peatonalmente y/o vehicularmente. Pág. hechos de acuerdo con los planos de detalles particulares. Los detalles así mismo permiten una lectura de escala que tiene que ver con la relación del usuario con el espacio en un grado de adaptación de los procesos constructivos al contacto físico con el usuario.

y de textura continua. de espesor.1. equipo. Se elaborarán líneas maestras que definirán los niveles finos de las áreas a pañetar a distancias no mayores de 3 m. Este valor incluye materiales. para que se obtengan superficies regladas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. una vez se hayan verificado los niveles de perímetro. 36 de 124 Manual de especificaciones . EJECUCION Se debe hacer énfasis en las labores de nivelación de losas estructurales.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.1 PAÑETES Y ESTUCOS DESCRIPCION Se incluyen en esta especificación los recubrimientos de muros o placas con capas morteros y estucos definiendo las superficies de los mismos. Ejecución: Las dimensiones deberán rectificarse previamente en obra. recibidos a satisfacción por la interventoría.5 cm. y de mampostería de muros a pañetar de manera que se controle el desperdicio de mortero por falsos niveles y plomos en losas y cubiertas. mano de obra y transporte necesario para su ejecución.21. Durante la construcción la madera se protegerá de las manchas y deterioro en general. y se hayan retirado brozas y resaltos significativos. por parte del Constructor. herramientas. procurando que los espesores promedios de pañetes no sobrepasen 1. Medida y forma de pago: Se medirá y pagará por metro cuadrado (M2) en proyección vertical ó de fachada. cuando sea necesario se tratará con productos que la preserven sin alteración del diseño.. Se deberán limpiar la losas de todo tipo de grasas y materia orgánica y se deberán escarificar la superficies lisas. llenando con pañete de arena de peña en proporción 1:4. Los muebles deberán ejecutarse de acuerdo con los detalles que aparecen en los planos arquitectónicos e incluirán todos los herrajes necesarios. de manera que las áreas entre ellas puedan ser llenadas y niveladas enrasando con boquilleras de madera recta o de aluminio. uniforme y libre de grumos. arrojado con firmeza al cielo Pág. Los pañetes se mezclarán en las proporciones indicadas hasta obtener una consistencia plástica de acuerdo al tipo de aplicación. Se medirán por la superficie neta de proyección frontal ó de fachada y el pago se hará al precio unitario acordado dentro del contrato. Los pañetes serán aplicados directamente sobre las placas descimbradas. a ser acabadas en pinturas o enchapes de acuerdo a lo señalado en Planos Constructivos. 1. Materiales: Se usará concreto reforzado en las especificaciones acordes a los planos de detalles. Pañetes en placas.

reglas. baldes. Los ajustes por cambios de materiales especificados que no pudiesen instalarse se deberán consultar con el Consultor de diseño. Pág. afinados y a la instalación de acabados de pisos en el Proyecto. 37 de 124 Manual de especificaciones . andamios. niveladas. así como los detalles particulares de pirlanes. Los niveles de pisos serán referidos siempre a la nivelación general de la placa. cantos. EQUIPO Hilos y mangueras para nivelación. bordes. de acuerdo a los Planos Generales. se trabajarán pendientes del 0. MATERIALES Mortero de cemento y arena de peña cernida en proporción 1:4. libres de resaltos y salientes en uniones y juntas. raso.21. bases. y los remates necesarios para la ejecución total del capítulo en el Proyecto. bateas. Los niveles estructurales de losas y peldaños de escaleras han sido coordinados de acuerdo a los espesores de materiales de la mencionada selección. La actividad preferiblemente se iniciará una vez se hayan rematado los pañetes de muros colindantes. El Constructor tendrá especial cuidado en obtener superficies acabadas perfectamente. de manera que se presente una superficie perfectamente uniforme y continua. niveles.2 BASES Y PISOS DESCRIPCION Se refiere este capítulo a la construcción de sub-bases. Los planos de detalles de pisos incluyen los despieces generales para los materiales seleccionados. palustres y boquilleras 1. de acuerdo a las Especificaciones de Planos Generales. En áreas donde se consideren sifones y rejillas de piso no especificadas. el pañete finalmente será retapado para obtener una textura lisa. continua y horizontal con acabado homogéneo afinado con llana de madera. La instalación de pisos se ejecutará con las pendientes y niveles indicados en planos de detalle. EJECUCION El constructor verificará que la totalidad de instalaciones hidráulicas hayan sido ejecutadas antes de iniciar la ejecución de afinados de pisos y la instalación de acabados. EQUIPO Mineral para trazar. llanas.5% de manera que no se produzcan acumulaciones de agua ni charcos.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.1. correspondiente a un optimo acabado para cada uno de los materiales a utilizar. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. A no ser que existan aclaraciones adicionales.

Toda la madera que se emplee en la construcción deberá estar previamente aprobada por la interventoría. apropiados para maderas destinadas al uso interior o exterior según fuere el caso. alabeos. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Retax. inclinación del grano. nudos. 38 de 124 Manual de especificaciones . médula.1. de manera que se eliminen aquellas piezas que presenten defectos visibles en la altura.21. 1. tipo CCB o similares. secundarios y revestimientos portantes. así como la totalidad de las dimensiones y sistemas de unión que aparecen en los mismos. que permitan la aplicación de pinturas y barnices de acuerdo a la especificación arquitectónica de acabados. se procederá aplicar uno de los siguientes procedimientos con posterioridad a su adecuado secamiento: Pág. Las maderas exteriores para ser utilizadas a la intemperie y en contacto con el suelo serán tratadas con preservantes del tipo Dalco o Texsa a base de Pentaclorofenol. TRATAMIENTO Toda la madera utilizada como tal. MATERIALES SECADO La madera seca utilizada como elemento estructural no debe presentar deformaciones manifiestas en el preservado originadas en el proceso de secado. La aplicación de éstos inmunizantes se ejecutará de acuerdo a la especificación del fabricante por métodos de vacío y presión. Para la construcción de todos los elementos principales. IMA. deberá ser acondicionada mediante tratamiento de secado artificial o natural y sometida a procesos de preservación manual. bandas de parénquima. PRESERVANTES Las piezas preservadas deben haber sido tratadas con inmunizantes químicos con base en sales de CCB (cobre. fallas a compresión. SELECCIÓN DE LA MADERA Los elementos en madera utilizados como Estructurales no podrán presentar defectos y serán escogidos a través de selección visual. escamaduras. o por métodos de presión para inmunizantes del tipo Xylamón. grietas. cromo y arsénico) o cromocloruro de zinc. a presión normal o mecánica con empleo de vacío a presión que garantice máxima durabilidad de la madera con fines estructurales.3 MADERAS DESCRIPCION El presente capítulo de refiere a la totalidad de los elementos utilizados para el “Proyecto”. cromo y boro) o sales de CCA (cobre. el constructor respetará la especie especificada en los planos.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Si se demuestra que la madera no ha recibido un tratamiento adecuado antes de su despacho a la obra. ya sea como madera estructural ó como carpintería de acabados. para maderas usadas a la intemperie. TR especial. perforaciones de insectos o rajaduras.

VINILO Es una pintura con base en agua que se puede aplicar en muros. Se pueden aplicar sobre madera. Barnices. cielos rasos y maderas tanto en ambientes interiores como exteriores dependiendo del tipo de vinilo usado. Clordano 40%. uso y localización del área a pintar en el Proyecto. solución acuosa en proporción de una libra por cada 10 litros de agua.21.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. metal ó muros tanto en ambientes interiores como exteriores según el tipo de esmalte. Solución acuosa de cresota y cloro de zinc ó de cresota y sulfato de cobre. 1. acabado brillante y muy buena adherencia. Anticorrosivas. al 10 %. Solución acuosa al 5% de pentaclorofenol. Los vinilos se clasifican en tres tipos: 1. Pág. del deterioro producido por el medio ambiente y del desgaste producido por el uso. Su principal función es proteger a los elementos sobre los que se aplica. Los tratamientos arriba indicados. sin excluir otros que puedan ofrecer suficientes garantías: Remojo: Sumergir la madera en el inmunizante por lo menos durante 5 horas. ESMALTES Son Pinturas con base en aceite cuyas propiedades son: lavabilidad. Lacas. Pintura: Aplicar a la madera por lo menos 5 manos de inmunizante con brocha.4 PINTURAS DESCRIPCION Se refiere el presente capítulo a la selección y aplicación de pinturas por diferentes procesos de acuerdo al tipo de superficie. Impregnación a presión: Someter la madera a la acción del inmunizante en un tanque de presión.1. Para su mezcla y adición de solventes se deben seguir las recomendaciones propuestas por el fabricante. Esmaltes. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. rodillo ó pistola. 39 de 124 Manual de especificaciones . Para su aplicación se puede emplear brocha de nylon. MATERIALES En la industria de la construcción se utilizan normalmente las siguientes pinturas: Vinilos. podrán ser aplicados por medio de los siguientes procedimientos. 2 y 3 según sus propiedades y usos y deben cumplir con la norma ICONTEC No 1335.

pistolas de aspersión para acabados que así lo exijan. Las lacas más conocidas son las nitrocelulósicas (piroxilina) y las acrílicas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Pág. se cubrirán con periódicos las áreas que no deban ser salpicadas. Previa iniciación de la aplicación. Toda carpintería metálica debe llegar a la obra con una mano de anticorrosivo gris. rodillos para superficies grandes y planas. desmejorar su adherencia. de acabado brillante o mate para aplicar sobre maderas. BARNICES Son productos con base en aceites transparentes. parches. hecho con base en una resina termoplástica disuelta en un vehículo volátil y que se seca básicamente por evaporación de la porción volátil. y se procederá aplicando el número de manos recomendadas. LACAS Es un recubrimiento transparente ó pigmentado. Una vez en la obra se procederá. o cualquier imperfección aparente de la superficie. o alterar el acabado final. muros. EJECUCION Se debe preparar la superficie eliminando impurezas que puedan atacar la pintura. cielos rasos y metales. de acabado terso. libres de defectos como corrugados.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. marcas de brochas. Se deben utilizar brochas de nylon de ½ a 1” para marcos. La laca se debe aplicar sobre una base de sellador para disminuir la absorción de las superficies porosas y para lograr un mejor acabado final. brillante ó mate. 40 de 124 Manual de especificaciones . ANTICORROSIVAS Son productos diseñados especialmente para proteger los metales contra la corrosión y para ayudar a obtener una mejor adherencia de las pinturas de acabado que se aplican sobre ellas. de 6” a 7” para muros. Se caracteriza porque pueden ser utilizados tanto en interiores como en exteriores. chorreos. antes de su instalación. manchas. Los barnices deben cumplir con la norma ICONTEC No 1401. Los esmaltes deben cumplir con la norma ICONTEC No 1283. En todos los casos. ya sean vinilos. a un proceso de limpieza y luego se aplicará por todas sus caras anticorrosivo rojo para dar paso al acabado final. en las superficies pintadas se exigirá un cubrimiento total y uniforme. se harán las diluciones y mezclas indicadas por los fabricantes. grumos. rasos y superficies externas. burbujas. esmaltes ó barnices. rejas y superficies angostas.

Los empaques se instalarán de una sola pieza en el perímetro de la ventana. 1.21. anodizado o pintado de acuerdo a la descripción realizada en los cuadro de ventanas. tornillería. manteniendo la unión en los cabezales. Materiales : Se utilizará aluminio aleación AA6063 para perfilería de uso arquitectónico y AA6261 para uso estructural. Ejecución : Se refiere éste ítem a la fabricación. empaques. marcos. así referenciadas en los planos respectivos en el “Proyecto”. Como norma general podrá fabricar los elementos con holguras de 3mm. El acabado de los diferentes elementos será crudo. Se usará sellador dilatador de buena calidad en los vidrios especificados con uniones a tope. estos serán pintados por medio de procesos electrostáticos. Los vidrios siempre se instalarán sobre soportes estacionarios de caucho para el sillar y separadores para el cabezal del elemento antes de instalar los pisavidrios.6 ALUMINIO Descripción : Se refiere éste ítem a la fabricación. Si se especifican elementos en color. Accesorios.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. o en los planos de detalle. especificada en los cuadros de ventanería del proyecto arquitectónico o a la combinación de estas así especificada. No se recibirán vidrios instalados con empaques que presenten mayor número de cortes. El fabricante rectificará medidas en obra tomando al menos tres medidas horizontales y tres verticales por vano.1. barandas y divisiones para baño. suministro e instalación de ventanas deslizables en aluminio. remaches. suministro e instalación de ventanas.22 SEÑALIZACIÓN Y SEGURIDAD Normas De Impacto Urbano En Las Areas De Obras De Construccion Pág. 41 de 124 Manual de especificaciones . felpas. Los elementos se fabricarán de acuerdo a la serie de perfilería. puertas. de acuerdo a los ítems descritos adelante. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. La anodización se realizará por procesos electrolíticos de oxidación anódica formando películas de 5 a 20 micras de acuerdo al color de anodización especificado. cauchos y sellantes de acuerdo a lo especificado 1.

vallas de identificación y demás obras para la señalización. construcción de pasos temporales para peatones y para vehículos. 42 de 124 Manual de especificaciones . Manejo de la obra El Contratante suministrará al Contratista los planos de construcción. El contratista deberá manejar cuidadosamente la disposición de accesorios. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. residuos de construcción o cualquier otro material a la zona adyacentes a las de trabajo. incomodidades a los vecinos y demás problemas que puedan originar este tipo de obras. mediante programas detallados que serán aprobados por la Interventoría. etc. Antes de iniciar los trabajos de excavación. tabiques. La Entidad Contratante y la Administración Departamental determinarán para cada parte de la obra el límite de la zona de trabajo que podrá ser ocupada por el Contratista. los desvíos por cierres de vías y restricción de calzadas. materiales. rejas portátiles. rotura de andenes o pavimentos se deberá disponer en el sitio de la obra los materiales necesarios para su ejecución. Señales y protecciones que comprenden las señales y barricadas de tránsito. se deberán prever cintas y tabiques para cerrar y aislar el perímetro de las obras. las coordenadas y las cotas de referencia básicas para la localización de la obra. Generalidades Para que no se presenten perturbaciones de tránsito. Con el fin de atenuar las incomodidades de los habitantes de los diferentes sectores. la disposición en los sitios de trabajo de las tuberías y materiales a colocar. maquinaria y herramientas. El Contratista deberá adoptar los controles y medidas para preservar el bienestar urbano y la seguridad de la población. la Entidad Contratante y la Administración Departamental. El incumplimiento de esta disposición acarreará multas y sanciones que se determinarán para cada obra en particular. ALCANCE Este capítulo tiene como objetivo establecer las normas de conservación del entorno humano en las áreas destinadas a las obras y adyacentes a las mismas. con los cuales se procurará también impedir el paso de la tierra. sustituirlas o modificarlas y el Contratista será responsable de las consecuencias de cualquier remoción o daño y de la exacta reinstalación de dichas referencias. Incluye igualmente la implementación de mecanismos para minimizar las dificultades que resultan de la necesidad de efectuar desvíos de tránsito y de la reconstrucción o relocalización de los servicios que se vean afectados por la obra. la circulación de los vehículos particulares en la zona de influencia de las obras. el Contratista deberá organizar. Pág. en los sitios de trabajo. siendo requerida la aprobación escrita del contratante para removerlas. La conservación de las referencias básicas correrá por cuenta del Contratista. una vez el Contratista los haya analizado y verificado satisfactoriamente procederá a realizar el replanteo de la obra.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. protección y seguridad requeridas para la ejecución de la obra.

0 metros del tipo fijo o móvil y tener la señalización e indicación de desvíos de acuerdo con el Manual del Ministerio de Transporte (MT). cajas de medidores de agua. instalar y mantener en buen estado la cantidad de señales y protecciones que a juicio de la Entidad Contratante y la Administración Departamental. Cierre parcial de Vía. El Contratista tomará todas las medidas pertinentes para conservar durante el tiempo que duren los trabajos. sean requeridas para la obra. deberán quedar con fácil acceso mientras se adelantan los trabajos. señales de tránsito. árboles y arbustos de ornamentación y demás construcciones superficiales que no sea absolutamente necesario desplazar de las líneas del proyecto. El Contratista llevará a cabo la construcción de los pasos temporales para peatones y para vehículos. y desvíos provisionales. durante la noche deberán estar iluminadas y si la entidad Contratante lo considera necesario se dejarán vigilantes debidamente equipados. señales de tránsito. el servicio de alcantarillado. Para las obras que causan mayor traumatismo. de tal forma que éstos sean amplios y lo suficientemente seguros para evitar accidentes. acueducto y demás servicios públicos a través de su obra y reparará los que se deterioren con ocasión de los trabajos. se colocarán vallas informativas de las desviaciones provisionales del tránsito. Pág. en los sitios indicados por la misma y de acuerdo con lo estipulado por la Interventoría y los detalles mostrados en los planos. Aquellos elementos como son: tapas de cajas. teléfono. 43 de 124 Manual de especificaciones . los programas deberán contemplar el trabajo en días feriados. semáforos. horas nocturnas y turnos extras con el fin de garantizar su ejecución en el menor tiempo posible. Con este fin el Contratista deberá suministrar. En las vías donde se suspenda el tránsito y de acuerdo con la autoridad competente y/o a las recomendaciones de la Secretaría de Obras de Castilla La Nueva. cajas de teléfonos o cualquier otro servicio de esta naturaleza que se encuentre en el área de los trabajos. Las vías de acceso cerradas parcialmente al tránsito deberán ser protegidas con barricadas constituidas por módulos de 3. Estas señales y protecciones deberán estar perfectamente iluminadas en la noche. alumbrado. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. El Contratante. por razones imputables al Contratista.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Para las señales y protecciones el Contratista deberá seguir las normas y recomendaciones contenidas en el "Manual sobre Dispositivos para el Control del Tránsito en Calles y Carreteras y Ciclo rutas de Colombia" de 2004. El Contratista deberá conservar permanentemente mediante protecciones adecuadas la estabilidad de postes de energía. pozos de inspección. descontará al Contratista los valores que pague a las entidades respectivas por concepto de reconstrucción o reposición de obras y elementos afectados.

5 m x 1. Vallas de Identificación. garajes. se construirán pasos temporales para vehículos.5 m) Pág. o en los horarios diferentes a las horas pico. etc. proporciones. De acuerdo con las características de la obra. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Al comienzo de la obra y a medida que avance la misma. tales como barricadas. se destacan tres tipos de vallas de identificación. Con el fin de evitar riesgos.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. En los cruces o en otros sitios donde no fuere posible utilizar desvíos provisionales. fijadas en una estructura metálica suficientemente resistente para soportar la acción de los vientos.0 m) Tipo C ( 2. contenido. reglamentarias e informativas y señales varias. formas y tipo de letras. Las pinturas utilizadas deberán presentar color fijo y de comprobada durabilidad. relacionadas con las dimensiones: Tipo A (10. Vallas de identificación. El Contratista deberá construir. 44 de 124 Manual de especificaciones . el Contratista deberá suministrar e instalar en los sitios indicados por La Entidad Contratante y La administración municipal.0 m x 4. En general deberá seguir las normas estipuladas al respecto en el Manual del MT. el Contratista deberá colocar las señales de tránsito que La entidad Contratante considere necesarias. Señales de Tránsito.18. En las figuras anexas de detalles se muestran las dimensiones y características de los diferentes tipos de señalizaciones. instalar y mantener pasos temporales peatonales adecuados para el libre paso de peatones durante el día y la noche. con tratamiento antioxidante. conos de guía. Los modelos y detalles de las vallas deberán seguir las especificaciones dadas a continuación: Las vallas deberán ser fabricadas en lámina de acero No.0 m) Tipo B ( 5. los trabajos deberán ser efectuados por etapas de manera que se garantice el tránsito y deberán ser programados para los fines de semana. estarán conformados por tableros metálicos o de madera que incluyan barandas laterales de protección y los anclajes o elementos de fijación respectivos. de acuerdo con los detalles indicados en cuanto a tamaño. De acuerdo con las características de la obra. sitios de trabajo. en los cruces de calles. Así mismo. se destacan tres tipos de vallas de identificación. debidamente señalizados. lo suficientemente amplios y seguros. frente a parqueaderos. en los puntos de concentración y otros sitios indicados por La entidad Contratante. canecas y delineadores luminosos de luz fija y/o intermitente. para las señales preventivas.0 m x 3. Todos los costos que implique la construcción de estos pasos temporales y demás trabajos relacionados. relacionadas con las dimensiones: 1. Pasos Temporales Peatonales y para Vehículos. serán por cuenta del Contratista y no tendrán ítem de pago por separado.

desde una visión integral.23 ESPECIFICACIONES SOBRE EL ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL DEFINICIONES: MEDIO AMBIENTE: Es el análisis de la relación entre ecosistema y cultura.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. estrategia. Nombre de la empresa Contratista. agua. Beneficios de la Obra. En este contexto. valorar. En general. 2. Hoy en día el concepto de medio ambiente está ligado al de desarrollo. Cada valla de identificación debe incluir como mínimo en su contenido lo siguiente: Organismo Administrativo Objeto e identificación del proyecto. Se dice que hay impacto ambiental cuando una acción o actividad produce una alteración. atmósfera. y su interrelación. y componentes sociales que se refieren a los derivados de las relaciones que se manifiestan a través de la cultura. el suelo. El medio ambiente se refiere a todo lo que rodea a los seres vivos. es el entorno en el cual opera una organización. el cual debe garantizar una adecuada calidad de vida para las generaciones presente y futura. esta relación nos permite entender los problemas ambientales y su vínculo con el desarrollo sustentable. está conformado por elementos biofísicos (suelo. la fauna. IMPACTO AMBIENTAL Procedimiento por el cual se puede predecir. un plan. 1. 45 de 124 Manual de especificaciones . en el medio o en alguno de los componentes del medio. Las medidas de mitigación. ORDENAMIENTO TERRITORIAL Pág. identificar. un programa. el medio ambiente se extiende desde el interior de una organización hasta el sistema global. la ideología y la economía. tendente a eliminar o minimizar los impactos adversos que pueden presentarse durante las diversas etapas de desarrollo de un proyecto. favorable o desfavorable. el agua. mitigar y corregir los efectos adversos de determinadas acciones que puedan afectar el medio ambiente y la calidad de vida en el área de intervención e influencia respectiva. plantas. conceptualiza el medio ambiente como un sistema. animales y microorganismos). que incluye el aire. La relación que se establece entre estos elementos es lo que. obra o acción. los recursos naturales. Entidades financieras de la Obra. los seres humanos. Esta acción puede ser un proyecto de ingeniería. una ley o una disposición administrativa con implicaciones ambientales. la flora. clima. son aquellas que buscan la implementación o aplicación de cualquier política.

de tal forma que se identifican y evalúan los conflictos y amenazas y las fortalezas y potencialidades. En general se satisfacen las necesidades del presente sin dañar la capacidad de abastecimiento de las futuras generaciones.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. sin comprometer la capacidad de las generaciones futuras. la equidad social. industriales. CALIDAD AMBIENTAL Estado físico. En la segunda fase se plantean estrategias. realizada para lograr una distribución óptima de los sectores comerciales. Se compone de dos fases: Formulación e implementación. DESARROLLO SOSTENIBLE Representa un modelo de crecimiento económico global que satisface las necesidades actuales de la humanidad. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Durante la primera fase se hace un diagnóstico territorial y una prospectiva territorial. para satisfacer sus propias necesidades. nacional y local. Se concibe el desarrollo como un proceso armónico donde el crecimiento económico. programas y proyectos. ecológica de una región o zona terrestre. biológico y ecológico de un área o zona determinada de la biosfera. científica. AMBIENTE Pág. la dirección de las inversiones. que tiende a un desarrollo adecuado y eficiente de una población. 46 de 124 Manual de especificaciones . en convivencia pacífica y en armonía con la naturaleza. en términos relativos a su unidad y a la salud presente y futura del hombre y las demás especies animales y vegetales. Planificación oficial. la explotación de los recursos. Esto implica el respeto a la diversidad étnica y cultural regional. En general. El hábitat es una parte del nicho. urbanos. garantizando la calidad de vida de las poblaciones en el corto y largo plazo. El desarrollo sostenible implica que los recursos naturales sean utilizados adecuada y racionalmente sin poner en riesgo la integridad de los ecosistemas. o el lugar en el cual esperamos encontrarlo. la orientación del cambio tecnológico y las transformaciones institucionales deben estar a tono con las necesidades de las generaciones presentes y futuras. agrícolas y naturales. HÁBITAT Lugar en el que habita un organismo o una población. así como el fortalecimiento y la plena participación ciudadana. es el instrumento mediante el cual los departamentos y municipios planifican los usos del territorio y orientan sus procesos de ocupación a mediano y largo plazo.

corregir y compensar los efectos negativos causados por los impactos en los componentes físico y biótico y adicionalmente planes que establezcan los mecanismos de seguimiento y monitoreo de las medidas ambientales adoptadas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. El objetivo es identificar. Es un concepto diferente a Medio Ambiente ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL. El contenido de este estudio debe ser: • • • Alcances y objetivos Actividades del Proyecto Programas. combustibles. material reutilizable. aceites y sustancias químicas Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de aguas lluvias Pág. 47 de 124 Manual de especificaciones . material de reciclaje y basuras Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de los procesos de la obra y los materiales de construcción Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de residuos líquidos. los cuales interactúan entre sí. y diseñar un plan de manejo ambiental que contendrá planes específicos para prevenir mitigar. de las siguientes actividades: o Manejo de escombros. como mínimo. y está conformado por factores bióticos y abióticos. definir y evaluar las afectaciones que se pueden generar sobre los recursos naturales y el medio ambiente. es el medio donde los organismos se desarrollan. Conjunto de condiciones físicas en las que se desenvuelve un ser vivo. por el desarrollo del proyecto.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Actividades generadoras de efectos ambientales Aprovechamiento del recurso Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de la vegetación Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de maquinaria y equipo Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de campamentos y almacenes Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Control de emisiones atmosféricas y ruido Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Accesibilidad y señalización Resumen del Plan de Señalización Ubicación de señales Preventivas Pág.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 48 de 124 Manual de especificaciones .

o Higiene. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 49 de 124 Manual de especificaciones . seguridad y salud ocupacional Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades o Plan de contingencia Factores que causan enfermedades profesionales Factores que causan accidentes profesionales Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Pág. Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo ambiental Normatividad ambiental pertinente Responsabilidades Costos ambientales o Manejo de Gestión Social Actividades generadoras de efectos ambientales Efectos ambientales a controlar Medidas de manejo socio-ambiental Estrategias del plan de gestión social.

los cuales se construirán de acuerdo con los detalles consignados en los planos estructurales y a las recomendaciones contenidas en el estudio de suelos. escaleras.2 MATERIALES Esta especificación indica las normas que se deben cumplir en lo referente a materiales.1 CONCRETO 2. dinteles. mano de obra. 50 de 124 Manual de especificaciones . para poder determinar con suficiente anterioridad a la ejecución de la obra. las dosificaciones. tuberías embebidas.I. Todos los materiales empleados en la dosificación del concreto deben cumplir con las exigencias de la norma NSR – 98 y las que correspondan al capítulo 3 de la norma ICONTEC 2. muros. (Ver capítulo C 3 a C 6) 2. cimientos. equipos. se entiende que la resistencia se alcanza a los 28 días según las normas ASTM y ACI. la interventoría autorizará tanto los métodos como los materiales a emplear.1. columnas. granulometría y demás condiciones óptimas para obtener las resistencias del concreto especificado para el proyecto.000. Pág. El concreto empleado deberá ser de calidad certificada y será suministrado por una planta que garantice la calidad del material. tanques. agua y materiales granulares de fuentes naturales o de trituración tales como grava o triturado como agregado grueso y arena como agregado fino. desencofrado y ensayos de concretos requeridos durante el desarrollo de la obra. vigas. Si por la ubicación del proyecto es imposible el suministro de concreto desde una planta. El concreto está constituido por una pasta aglutinante de cemento Portland. vaciado. El constructor deberá contratar con una compañía especializada y aprobada por la interventoría el diseño de mezclas que serán utilizadas durante el transcurso de la obra. prefabricados.S. NSR 98.1. Se deben tener en cuenta las partes aplicables de las Normas Colombianas de Diseño y Construcción Sismo Resistente.000 y 4.1 DESCRIPCION DE LOS MATERIALES DE CONSTRUCCION Esta especificación cubre las normas vigentes que deben cumplirse con respecto al suministro de materiales. En caso de ser necesaria la mezcla en obra. encofrados. el interventor procederá a autorizar la mezcla. CARACTERÍSTICAS ESTRUCTURAS 2. placas macizas y aligeradas. Comprende la construcción de muros de contención. curado.000 P. transporte. indicando tanto los métodos como los materiales a emplear. sobrecimientos.. juntas de construcción. preparación y utilización de concretos con resistencias entre 2. La autorización para mezclar en obra no exime al Constructor de sus responsabilidades contractuales ni del cumplimiento de estas especificaciones. 2. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. zapatas.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. y en general la totalidad de elementos que requieran concreto.

No 107. se colocará sobre plataformas de madera elevadas por lo menos 30 cms. Pág. Cumplidas las anteriores condiciones. Especificaciones físicas y mecánicas. Cementos. Ensayos en autoclave para determinar la expansión del cemento. Cemento Portland. 2. Clasificación y nomenclatura. 51 de 124 Manual de especificaciones . sobre el nivel del suelo.1. • No 321.1.3 Almacenamiento El cemento a granel deberá almacenarse en silos cubiertos o tanques herméticos. Debe cumplir con las siguientes normas ICONTEC: 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.2.1. esté a temperatura superior a lo normal. el cemento deberá cumplir con los siguientes requisitos: No se harán mezclas con cemento que por estar recién fabricado. El cemento deberá utilizarse en obra. ya sea por envejecimiento o meteorización.2.1. Cemento Portland. Extracción de muestras. Definiciones. no se requerirá de ensayos para determinar la calidad del cemento. en arrumes que no sobrepasarán los dos metros de altura y no deberán colocarse mas de 14 sacos uno sobre otro. Las pruebas se harán en un laboratorio competente previamente aprobado por la interventoría y tendrán como base las normas ICONTEC que se relacionan a continuación: 2.2. También deberán estar separados por lo menos en 50 cm. El cemento empacado en sacos se almacenará en depósitos cubiertos libres de humedad y bien ventilados. siguiendo estrictamente el orden cronológico de recibo.1. • No 31. Cemento Portland. Se tendrá especial cuidado en evitar la absorción de humedad.2 Especificaciones • No 121. excepto cuando haya razones para suponer que éste haya podido alterarse ó que el período de almacenamiento sea superior a los dos meses. 2.2. No se utilizará cemento que presente alteración en sus características.1. 2.2. • No 108. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Método para la determinación de la finura del cemento por medio del aparato BLAINE de permeabilidad al aire. Además de las normas citadas anteriormente.1.1 CEMENTO El cemento utilizado debe ser cemento Portland tipo 1 y deberá corresponder a aquel sobre el cual se hace la dosificación del concreto. En estos casos el interventor deberá exigir las pruebas necesarias que demuestren que el cemento se halla en condiciones satisfactorias para su empleo en obra.1 Normas generales • No 30. Cemento Portland. Especificaciones técnicas.1. de las paredes.1.4 • • Normas para ensayos del cemento Portland No 33.

MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. El agregado fino consistirá en arena natural. No 226. Método de contribución a la resistencia a la compresión. o una combinación de éstas. 52 de 124 Manual de especificaciones . grava. Pág. Método del mortero. No 597. envases de hojalata. • • • • • • • • • • • • • • No 109.1. No 117. No 184. No 110. las muestras se depositarán en recipientes herméticos. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.5 Extracción de muestras Extracto de la Norma ICONTEC 108. No 297. No 1514. 2. Esta muestra se tomará mezclando las fracciones que resulten de tomar una muestra por cada 2. Cemento. Protección de las muestras: Inmediatamente después de su extracción. bolsas impermeables ó de plástico. No 1512. El agregado grueso consistirá en piedra triturada. Cemento Empacado: Se deberá tomar una muestra de por lo menos 5 kilos por cada 85 toneladas de cemento.2. Falso fraguado del cemento Portland. 2. Método de la pasta. Método de ensayo para determinar la finura del cemento hidráulico sobre el tamiz ICONTEC 44 U. Método para determinar el tiempo de fraguado del cemento hidráulico mediante el aparato de VICAT. La muestra será representativa tomando porciones de distintos sitios. Almacenamiento en silos herméticos: Se deberá tomar una muestra de 5 kilos por cada 85 toneladas de cemento. Cementos hidráulicos.1. arena manufacturada o una combinación de ambas. No 294. Cementos. Método para determinar los tiempos de fraguado del cemento hidráulico por medio de las agujas de GILLMORE.1. Falso fraguado del cemento Portland. Ensayo químico para determinar la actividad puzolánica. Método para determinar el calor de hidratación del cemento Portland. Determinación de la finura del cemento Portland por medio del Turbidímetro. No 1784. Cemento. No 221.2.2 AGREGADOS Los agregados para concreto deben cumplir la norma Icontec 174. Método para determinar la consistencia normal del cemento. No 118. que se deben sellar inmediatamente después de llenarlas. Método de ensayo para determinar el peso específico del cemento Portland. Determinación de la actividad puzolánica.5 toneladas (50 bultos). Método del ensayo para determinar la finura del cemento hidráulico sobre los tamices ICONTEC 74 U y 149U. No 225. Método de análisis químicos. Ensayo para determinar la expansión por el método de las agujas de LE CHATELIER.

densa y libre de toda materia orgánica.2.1. no excederá los limites prescritos en la siguiente tabla: MATERIAL Grumos de arcilla Material que pasa por el tamiz Icontec 74 (tamiz 200) MAXIMO PORCENTAJE DEL PESO TOTAL DE LA MUESTRA 1. 2.5 mm y 2 mm muy bien gradado.0 Pág. La arena debe ser uniforme.76 mm (# 4) 2.19 mm 595 297 149 75 (# 50) (#100) (#200) (# 16) (# 30) (3/8”) PORCENTAJE ACUMULADO QUE PASA 100 95 a 100 80 a 100 50 a 85 25 a 60 10 a 30 2 a 10 0a5 El agregado fino no tendrá más del 45% retenido entre dos tamices consecutivos de los indicados y su módulo de finura no será menor de 2. se deberá disponer de los equipos necesarios para realizar estos ensayos. La cantidad de sustancias perjudiciales en los agregados finos. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.51 mm 4.2. 53 de 124 Manual de especificaciones . El agregado fino tendrá una gradación dentro de los siguientes límites: TAMIZ ICONTEC 9. limpia.38 mm (# 8) 1. En la obra. Su tamaño debe oscilar entre 0. La aprobación de la fuente no implica una aprobación tácita de todo el material extraído de ella.1.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.1 Agregado Fino El constructor obtendrá la arena en fuentes que deben ser previamente aprobadas por el interventor.5 ni mayor de 3. El constructor será responsable por la calidad de la arena y deberá realizar periódicamente los ensayos de las muestras para los contenidos de arcilla y de materia orgánica.

si el material que pasa el tamiz Icontec 74 consiste en el polvo que resulta de la trituración y está libre de arcilla.5 a 19 mm.2.0 4 5. 19 a 9. 4 2. 25 a 12.5mm 3/8” 4.5 mm.75 mm. Se debe controlar la calidad del material en cuanto a uniformidad y verificar que se encuentre libre de lodos y materiales orgánicos.75 mm. estos limites pueden aumentarse a 5 y a 7% respectivamente.0mm ¾” 12. 2.2 Agregado grueso El agregado grueso será grava tamizada o roca triturada lavada. 100 90 a 100 100 25 a 60 90 a 100 100 100 35 a 70 90 a 100 90 a 100 100 100 0 a 15 0 a 15 35 a 70 90 a 100 95 a 100 100 100 100 90 a 100 90 a 100 95 a 100 100 100 0 a 15 35 a 20 a 55 0 a 15 0 a 15 0 a 15 10 a 30 0 a 15 35 a 70 20 a 55 40 a 85 90 a 100 90 a 100 100 90 a 100 100 0 a 10 10 a 40 25 a 60 20 a 55 0 a 15 20 a 55 40 a 70 85 a 100 0 a 15 10 a 30 0a5 0 a 15 0a5 0 a 10 0a5 0 a 10 0 a 15 10 a 30 0a5 0a5 0 a 10 0a5 0a5 0 a 15 0 a 15 1 En el caso de arena manufacturada. 3. de la mejor calidad y proveniente de fuentes previamente autorizadas por la interventoría. En el caso de arena manufacturada. El agregado fino estará libre de cantidades perjudiciales de impurezas orgánicas.5mm 1. 3”” Porcentaje en peso que pasa por el tamiz 63mm.36 mm. 19 a 4.5mm ½” 9.5 a 4. Concreto sujeto a desgaste Otros casos Carbón y lignito Superficie de concreto a la vista Otros casos 3.5” 75mm.75mm No. $” 90mm.5 a 2. El agregado fino estará libre de cantidades perjudiciales de impurezas orgánicas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 25 a 4. 2” 37.18m No. no debe ser superior al 40% en peso. El tamaño de los agregados gruesos puede variar entre ½” y 1 ½” ó entre 12 mm y 38 mm. 25 a 9.75 mm.5 1.0 2. 12.0 5 0.5”” 50mm. Si llegaren a presentarse dificultades en el suministro de materiales que cumplan estos requisitos. 54 de 124 Manual de especificaciones 5 .2. 100mm.5 mm. se podrá concertar con el interventor las condiciones de aceptación de los materiales disponibles en el mercado local.5” 25mm 1” 19. Pág. estos limites pueden aumentarse a 5 y a 7% respectivamente. 16 90 a 37.8 1. 1 2 3 357 4 467 5 56 57 6 67 7 8 Tamaño en mm.36mm No.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 37. Los agregados no deben presentar planos de exfoliación definidos y deben provenir de piedras o rocas de grano fino. 50 a 25 mm.5 a 4.75mm 37.5 mm. 63 a 37. 50 a 4. La calidad del material sometido a la prueba de desgaste en la máquina de los Ángeles.5 mm.75 mm. si el material que pasa el tamiz Icontec 74 consiste en el polvo que resulta de la trituración y está libre de arcilla.1. Los agregados gruesos tendrán una gradación comprendida entre los limites especificados a continuación: Tamiz No. 9.5 mm.

en ningún caso de su responsabilidad. escogiéndose siempre el que arroje el menor tamaño: • • • 1/5 de la dimensión mínima entre caras de la formaleta 1/3 de la altura de las placas macizas ¾ de la separación mínima entre los bordes de las varillas de refuerzo. El tamaño máximo del agregado grueso no debe exceder los siguientes valores. de naturaleza no porosa.50 1. que los agregados están constituidos por partículas duras. 55 de 124 Manual de especificaciones . la aceptación de los agregados quedará al juicio del interventor. las condiciones del sitio.00 6 El agregado estará libre de cantidades perjudiciales de impurezas orgánicas. y sin señales de desintegración.00 1. Un proceso de lavado sencillo elimina en la generalidad de los casos los excesos de materia orgánica y de finos. sin eximir al Constructor. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Sí de acuerdo con el criterio del interventor. este porcentaje puede incrementarse 2. La cantidad de sustancias perjudiciales en los agregados gruesos no excederá los límites prescritos en la siguiente tabla: Materiales Grumos de arcilla Partículas blandas Material que pasa el tamiz Icontec 74 (Tamiz 200) Carbón y lignito Superficie del concreto a la vista Los demás casos 0.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.00 Máximo porcentaje del peso Total de la muestra 0.25 5.0. un bajo peso unitario en el 6 Si el material que pasa el tamiz Icontec 74 consiste en el polvo que resulta de la trituración y está esencialmente libre de arcilla. El agregado grueso tendrá una perdida no mayor del 40% en los ensayos de desgaste según las normas 93 y 98 de Icontec. Para este caso especial se recomienda proceder de la siguiente forma: Cumplir con los ensayos de campo para materia orgánica y material fino. las circunstancias o la magnitud de la obra no es posible realizar los ensayos de los materiales. Pág. Comprobar visual y manualmente. recias y durables.

1. En general.2.1.2.1. Los agregados para concreto. Tamices de ensayo de tejido de alambre. Método para determinar la masa unitaria de los agregados. • No 98. Se deberá contar con una provisión suficiente de agregados que permitan mantener el vaciado de concreto en forma continua. tener cantidades suficientes de cada tamaño. Los agregados se almacenarán en forma separada de manera que se evite la segregación de tamaños. Modo para determinar la resistencia de los agregados a los ataques con sulfato de sodio ó sulfato de magnesio. • No 92. 2. pero sí la maleabilidad de este. agregado grueso es síntoma de esta última característica.6 Ensayos • No 77. deben cumplir con las siguientes normas ICONTEC: 2. Las pilas de los agregados se dispondrán en sitios que cuenten con facilidades de drenaje previamente acondicionados. Extracción y preparación de muestras. si no tiene una cantidad excesiva de finos no afecta mucho la resistencia del concreto ni la cantidad de cemento necesaria. No se permitirá la operación de equipos con tracción por orugas sobre las pilas de agregado grueso. • No 126. • No 385. Especificaciones de los agregados para el hormigón. Pág. Método del lavado.1. 2. Determinación de la resistencia al desgaste de los tamaños mayores de agregados gruesos. Agregado para hormigón.2.2.2. 56 de 124 Manual de especificaciones . La extracción se hará en forma tal que se evite la separación de los materiales. Efectos de las impurezas orgánicas del agregado fino sobre la resistencia de morteros y hormigones. Los agregados deben ser bien gradados. Terminología.5 Especificaciones • No 174. El uso del agregado grueso del mayor tamaño posible reduce la cantidad de cemento y agua necesarios para obtener la misma resistencia y el mismo asentamiento. utilizando la máquina de los Angeles. tanto finos como gruesos.4 Normas generales • No 32. Tamizado de materiales granulados. es decir. La mala gradación en la arena.2. Determinación de la resistencia al desgaste de los tamaños menores de agregados gruesos. 3. es posible utilizar arenas más gruesas cuando son de grano redondo. Agregados pétreos.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.2. • No 579.3 Almacenamiento El almacenamiento de agregados finos y gruesos deberá hacerse en sitios especialmente preparados para este fin que permitan conservar el material libre de tierra y elementos extraños.2. (Agregados áridos) • No 78. Determinación del porcentaje que pasa el tamiz ICONTEC 74 U. utilizando la máquina de los Angeles. que cuando son de granos muy angulares. Hormigón y sus agregados. • No 93. • No 129.

2. Método para determinar la densidad y la absorción de agregados gruesos.2. cuyos resultados deben estar entre los siguientes parámetros: PH Sustancia disuelta Sulfato (En SO4) Sustancias orgánicas disueltas en agua Ion de Cloruro Hidrato de Carburo 2. No 1776.000. el interventor podrá ordenar un análisis químico del agua. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Método para determinar el porcentaje de terrones. 57 de 124 Manual de especificaciones .5 y 9. material orgánico. Método químico para determinar la reactividad potencial de los agregados. No 175. No 183. Determinación del contenido de humedad total. arcillas y partículas deleznables en el agregado. Agregados para el hormigón. Hormigón.3 AGUA El agua que se utilice para preparar y curar el concreto deberá ser limpia y libre de cantidades excesivas de limo.3 PROPORCIONES DE LA MEZCLA Las proporciones de la mezcla deben establecerse con base en diseños y mezclas de prueba hechas en el laboratorio o con base en experiencias con el mismo tipo de cemento y agregados. sales y demás impurezas. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. No 237.1. 2. No 176. En caso de usarse se exigirá el diseño de la mezcla y el control de la resistencia del concreto por medio de ensayos sobre cilindros de prueba. Deberá cumplir con lo especificado en la norma NSR 98. No 130. También debe cumplir con las exigencias de la norma NSR 98 y con la norma ICONTEC 2. Método para determinar la cantidad de partículas livianas en los agregados pétreos. No 589.0 15 Gramos/litro 1 Gramos/litro 15 Gramos/litro 8 Gramos/litro No debe contener Solo se podrán utilizar cuando así lo indiquen expresamente los planos y especificaciones particulares y además cuenten con aprobación de la interventoría. En caso de duda.4 ADITIVOS Entre 5. Pág. • • • • • • • • No 127.1. Método para determinar el contenido aproximado de materia orgánica en arenas usadas en la preparación de morteros y hormigones. Método para determinar la dureza al rayado en los agregados gruesos.1. Método para determinar el peso específico y la absorción de los agregados finos. Los aditivos serán usados siguiendo las instrucciones de la casa fabricante y deberán cumplir con lo especificado en la norma NSR 98 y con la norma ICONTEC No 1299 referente a aditivos químicos para hormigón.

de ensayos consecutivos de resistencia.6. En este caso el exceso de resistencia que se debe prever depende de la desviación estándar de la serie o series de ensayos referidos.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.² (1. siempre y cuando se cumplan los siguientes requisitos: Que la resistencia máxima de los concretos especificados sea menor a 175 kg/cm² (2500 PSI). La mezcla debe proporcionarse para una resistencia que exceda la del diseño 85 kg. Si la mezcla queda de buena resistencia. que se da a continuación. el Interventor podrá autorizar que se use concreto en las proporciones indicadas en la Tabla para mezclados del concreto. En todos los planos de construcción y de detalle deberá estar expresado claramente la resistencia a la compresión f‘c del concreto para la cual se haya diseñado cada parte de la estructura./cm.44 Cuando. a juicio del Interventor. como máximo.cemento.200 PSI).73 0. el interventor podrá autorizar el uso de la relación agua . (Criterios para la aceptación del concreto)./cm. salvo en los casos en que se disponga de un registro de no menos de 30 resultados de una o dos series. el tipo A. Para el uso de la tabla para mezclado de concreto se debe comenzar con una mezcla de tipo B de acuerdo con el tamaño máximo de agregado correspondiente. siempre y cuando se cumplan los demás requisitos de esta especificación. se usará en la obra. Las cantidades indicadas corresponden al caso de arena seca.58 0. 58 de 124 Manual de especificaciones . Kg/cm².1.65 0. Si la mezcla queda con apariencia muy arenosa se usará el tipo C y si queda pobre en arena.( PSI) 140 175 210 245 280 (2000) (2500) (3000) (3500) (4000) Relación agua – Cemento 0. así: Exceso de resistencia Kg./cm². realizados con materiales y en condiciones similares. menos de 21 21 a 28 28 a 35 35 a 42 más de 42 Cuando no sea disponible hacer diseño de la mezcla o mezclas de prueba. sobre concretos de resistencia que no difiera en más de 70 kg./cm. .000 PSI) del concreto que se pretende diseñar. Que la cantidad de agua que se agregue a la mezcla sea apenas la suficiente para obtener la maleabilidad adecuada en el concreto. el sitio o las circunstancias en que se realizan los trabajos no permitan hacer diseño de la mezcla ni cumplir los requisitos del ordinal 4. si está Pág.² 28 38 49 63 85 Desviación estándar Kg.51 0. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.² (1.

El interventor podrá exigir que se verifique la exactitud de los elementos de medición.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. adecuadamente húmedas y tratadas con antiadherentes. y que el acero de refuerzo esté debidamente colocado de acuerdo con los planos y especificaciones. TABLA PARA EL MEZCLADO DEL CONCRETO Tamaño Máximo ½” ¾” 1” 1 ½” 2” Tipo A B C A B C A B C A B C A B C Cemento 391 386 380 369 358 352 358 347 341 335 324 319 319 313 302 Kg.1.8. se deberá diseñar la correspondiente mezcla para que luego de los ensayos de laboratorio pertinentes. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.4 MEZCLADO Y COLOCACION (Ver capítulos C 5. tales como cajones o balanzas./m3 Arena 1018 964 949 922 894 842 894 830 779 837 775 725 797 749 690 Grava 706 779 828 883 932 992 932 1014 1051 1032 1102 1170 1119 1198 1220 Kg. lo cual puede hacerse simplemente pesando una sola vez un volumen conocido de estos y usando luego en el terreno los datos así obtenidos para transformar pesos o volúmenes. en 10 kilos por bulto de cemento. pueden expresarse en volumen. obteniendo los pesos de los agregados sueltos. Cuando se requieran resistencias diferentes a las arriba consignadas. C 5. sea aprobada por la interventoría.9. debe aumentarse una cantidad de 5 kilos y si está muy húmeda. En caso de que sea autorizada la mezcla en Pág. en peso. que las formaletas estén construidas en forma correcta. Estas proporciones de las mezclas./bulto Arena 130 125 125 125 125 120 125 120 114 125 120 114 125 120 114 Grava 90 101 109 120 130 141 130 146 154 154 170 183 175 191 202 El constructor deberá suministrar el equipo aprobado por la interventoría para la medición de las cantidades de materiales que componen el concreto controlando así los volúmenes y pesos. húmeda. para cerciorarse que no existan variaciones superiores al 1% cuando se emplea cemento en bultos ó cemento al granel.10 NSR-98) Antes de comenzar el mezclado y colocación del concreto deberá tenerse cuidado de que todo el equipo que se va a emplear esté limpio. 2. C 5. 59 de 124 Manual de especificaciones . Para el agua se aceptan variaciones equivalentes al 1% y la medición puede hacerse ya sea por peso o por volumen.

vigas y muros reforzados Recomendado 2 2-3 3-4 4 Límite 1-3 1-4 2-5 3-5 • En todos los casos un mínimo de 1” (1 pulgada). sin desplazarlo excesivamente con el vibrador. • Para losas macizas.2). La operación de colocar concreto deberá efectuarse en forma continua hasta llegar a la junta Pág. a juicio del Interventor y para volúmenes de concreto menores de un (1) m3 siempre y cuando no se utilicen en elementos estructurales. Antes de añadir materiales nuevos a la mezcladora. etc. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. como el método de manejo. Sólo se podrá mezclar concreto en obra en las siguientes condiciones: En aquellos elementos o actividades que lo permita expresamente el interventor. por no cumplir una función importante en la estructura o en el aspecto final de la obra. deberán cumplir con todos los requisitos aplicables de la sección C-94 de la ASTM. El Slump o asentamiento permitido en el concreto será: Elemento estructural Losas fundidas sobre el suelo Cimiento en concreto simple y muros de gravedad Muros de contención reforzados y cimientos reforzados Placas. 60 de 124 Manual de especificaciones . El concreto no se dejará caer de alturas mayores de 1 metro. deberá hacerse por métodos que eviten la segregación de los materiales de concreto y su endurecimiento o pérdida de plasticidad. No se permitirá adicionar agua al concreto ya preparado. La operación del transporte del concreto al sitio de vaciado. • Para vigas. En casos de emergencia. cimientos y zapatas. El mezclado deberá ser de 1 ½ minutos por lo menos. salvo en el caso de columnas o muros en el cual la altura máxima dentro de la formaleta será de 3 metros. el concreto se deberá mezclar por medios mecánicos en una mezcladora aprobada por el interventor y operada a la velocidad recomendada por el fabricante. viguetas y columnas. Tanto los vehículos para transporte de concreto desde la mezcladora al sitio de destino. para mejorar su plasticidad. un máximo de 3” (3 pulgadas). No se permitirá la colocación de concreto con más de 30 minutos de posterioridad a su preparación. para evitar manipuleos adicionales que contribuyen a la segregación de los materiales. ésta deberá desocuparse totalmente. tales como atraques de tuberías. Deberá evitarse un mezclado muy prolongado que tienda a romper el agregado. fijación de chazos. obra (Ver 2. Igualmente se colocará dentro de la formaleta tan cerca como sea posible en su posición final.1. Se deberá transportar el concreto a un sitio tan próximo como sea posible al de su colocación. un máximo de 4” (4 Pulgadas).MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

El concreto deberá consolidarse por medio de vibradores que operen a no menos de 7. este mortero debe colocarse inmediatamente antes de iniciar el vaciado del concreto de tal manera que en ese momento el mortero se encuentre plástico.000 revoluciones por minuto complementado por operaciones manuales utilizando varillas. desprender todo el material sobrante y aplicar adherente epóxico tipo Sikadur-32 primer ó similar para asegurar buena adherencia. se deberá limpiar la junta. Para elementos que se fundan verticalmente. No se permitirá desplazar el concreto de un sitio a otro. especialmente las esquinas. dentro de las formaletas. ni endurecido ni fluido. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Las vigas. En general. En caso de secciones muy reforzadas. La junta deberá ser vertical y antes de fundir concreto nuevo. la junta deberá hacerse donde el esfuerzo cortante sea mínimo. En los muros y las columnas el Interventor podrá autorizar que se golpeen los travesaños o mordazas para facilitar la consolidación del concreto. En caso de estructuras que deban estar en contacto con el agua. A continuación se dan las recomendaciones para la elección de juntas de construcción: Se deberán estudiar los diagramas de momentos flectores. deben considerarse como parte integral del sistema de losas y deben fundirse monolíticamente con las mismas. o cuando la vibración no asegure el completo recubrimiento del refuerzo. fuerzas cortantes y fuerzas sísmicas para recomendar los lugares convenientes para la localización de las juntas procurando no afectar el comportamiento de la estructura. el llenado de moldes se debe terminar ó cortar donde no se afecte la resistencia de la estructura. es decir. siempre y cuando haya la seguridad de que no se va a desplomar o dañar la formaleta. vigas principales. En ningún caso puede suspenderse el vaciado de concreto al nivel del refuerzo longitudinal. Se deberá tener especial cuidado de que el concreto rodee completamente el refuerzo y llegue a todos los sitios. de mortero mezclado con las mismas proporciones arena/cemento que el concreto. vigas o viguetas. 61 de 124 Manual de especificaciones . se deberá colocar una primera capa de espesor no menor de 3 cm.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. indicada en los planos por el Interventor. Para placas. la junta deberá ser horizontal. Para los elementos de concreto a la vista el Constructor solicitará la aprobación del Interventor. Pág. en formaletas profundas como las de muros o columnas. No se deberá aplicar el vibrador directamente sobre el refuerzo porque se puede destruir la adherencia con el concreto que haya comenzado a fraguar. capiteles de columnas y cartelas. se procurará que no haya juntas distintas de las indicadas en los planos. equidistante entre 2 varillas consecutivas del refuerzo horizontal y preferentemente provista la llave. a menos que en los planos estructurales se indique un procedimiento diferente para ejecutar esta actividad adecuadamente. con el vibrador.

2 a los 28 días y dos testigos. También se protegerá el concreto fresco de las lluvias. Estos concretos deberán ser demolidos y vueltos a ejecutar por cuenta del Constructor. para evitar que se muevan o se llenen de mezcla al colocar el concreto. etc. La humedad en el concreto puede lograrse por medio de rociados periódicos o cubriéndolo con un material que se mantenga húmedo. El curado con vapor o con calefacción sólo se aceptará para elementos prefabricados en planta.1. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Que se haga un diseño de la mezcla con cilindros de prueba curados en la misma forma. El compuesto se aplicará a pistola ó brocha inmediatamente sea retirada la formaleta sobre el concreto saturado con superficie seca y deberá formar una membrana que contenga el agua. por 6 cilindros. (Criterios para la aceptación del concreto). agua corriente. placas. El resultado del Pág.6) Cada muestra que se tome del concreto debe estar constituida.5 CURADO (Ver capítulo C 5 11 a C 5 13 NSR-98) Todas las superficies del concreto se protegerán del sol adecuadamente.3 a C 5. Las piezas embebidas deben asegurarse y taponarse si son huecas. que se deben ensayar a la compresión así: 2 a los 7 días. En caso de usar sellador para el curado. Que la calidad del concreto se compruebe por medio de ensayos de comprensión en cilindros de prueba. Los concretos que no hayan sido curados y protegidos como se indica en estas especificaciones. a no ser que en la obra se cumplan los siguientes requisitos: Que sea autorizado por el interventor. éste debe mantenerse húmedo y a una temperatura no menor de 10 grados centígrados ó 50° F. Que se presenten pruebas y ensayos que demuestren que el concreto no sufre disminuciones perjudiciales en su resistencia o durabilidad.6 CRITERIOS PARA LA ACEPTACION DEL CONCRETO (Ver capítulo C 5. por los menos durante una semana (7 días). Debe ponerse especial atención al curado húmedo de elementos horizontales o que tengan superficie tales como vigas. como mínimo. 62 de 124 Manual de especificaciones . 2.1. Para asegurar un curado adecuado del concreto. vientos y otros factores perjudiciales. muros. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. no serán aceptados y perderá el Constructor todos los derechos a reclamación alguna. El Constructor podrá hacer el curado por medio de compuestos sellantes conformados de acuerdo con la especificación C-309 de la ASTM. Cuando haya dudas sobre la efectividad del cuadro se deberán hacer ensayos de resistencias adicionales como se indica adelante. las reparaciones del concreto no podrán hacerse hasta después de terminar el curado general de las superficies.

Procedimiento Mezcladoras estacionarias con excepción de mezcladoras de pavimentación: las muestras se tomarán en dos o más intervalos de tiempo. Al compactar las capas superior e intermedia. el extremo compactador debe ser hemisférico con radio 8 mm. tales como el sol. 550 Cilindros de hormigón tomados en las obras para ensayos de compresión. Los moldes deben estar provistos de una base metálica maquinada. pudiendo utilizarse varilla para este fin.: El hormigón se debe vaciar en los moldes en dos o tres capas usando una herramienta adecuada. Toma de muestras. Las muestras para los ensayos de hormigón deben ser compuestas. Cada capa debe compactarse con 25 golpes usando la varilla compactadora. Toma de muestras. Apisonado del hormigón.2 mm. En el anexo 7 se indica el procedimiento 7 Para los ensayos de comprensión de concreto. para prevenir la evaporación. no absorbente y de capacidad suficiente para combinar fácilmente mediante pala o palustre las muestras individuales (Norma Icontec 454). Debe ser de acero estructural. de altura. Equipos : Moldes normales. Después de la compactación el hormigón debe enrasarse con renglón o palustre. con lámina de polietileno u otro recubrimiento.5 mm. 63 de 124 Manual de especificaciones . Extracto de la norma Icontec 550 Cilindros de hormigón tomados en las obras para ensayos de compresión. espaciados regularmente durante la descarga de la porción media del hormigón y en ningún caso se tomarán de las porciones inicial y final. las muestras individuales se tomarán de la pila formada con la descarga de la mezcladora. Las muestras individuales se tomarán en un recipiente capaz de abarcar todo el chorro de descarga del hormigón el cual podrá regularse mediante la velocidad de giro del tambor y nunca por la abertura de la compuerta. . de diámetro interior y 300 +. Si al retirar la varilla quedan huecos en el cilindro. Vaciado de hormigón. suficientemente rígidos y los planos de sus bases deben ser normales a su eje. Efectuando el transporte. Las muestras individuales se tomaran en dos o más intervalos de tiempo.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 673 Ensayo de resistencia o comprensión de cilindros normales de hormigón. Extracto de la norma Icontec 454 Hormigón fresco. es decir. Recipiente de muestreo y mezclado. éstos deben cerrarse golpeando suavemente en las paredes del molde. Tiempo El tiempo total transcurrido entre la obtención de la primera y la última muestra individual. con dispositivos para fijarla al molde de manera que su plano sea perpendicular al eje del cilindro. el viento. Si la descarga del hormigón fuere excesiva para que el recipiente abarque todo el chorro. Dichos ensayos deberán terminarse tan pronto como sea posible. Deberá evitarse la contaminación con el material sobre el cual se coloque el hormigón o el contacto prolongado con un material absorbente. en la capa inmediatamente inferior. la varilla debe penetrar aproximadamente 25 mm. Los ensayos de asentamiento o de contenido de aire deberán iniciarse dentro de los 5 minutos siguientes a la terminación de la toma de las muestras individuales. las muestras individuales deberán combinarse y mezclarse con una pala durante el tiempo mínimo necesario para asegurarse su uniformidad. El conjunto debe ser impermeable y si es necesario debe usarse un sellador adecuado para prevenir escurrimientos a través de la unión. de 16 mm. La elaboración de especímenes para ensayos de resistencia deberá iniciarse dentro de los 20 minutos siguientes a la terminación de la toma de las muestras individuales. Elaboración y curado. Esta norma tiene por objeto establecer los procedimientos para tomar muestras representativas de hormigón fresco en las obras. deberá ser tan corto como sea posible y en ningún caso podrá exceder 15 minutos. Deben ser cilíndricos de 150 +. Elaboración y curado. La capa del fondo debe compactarse en toda su profundidad. espaciados regularmente durante la descarga de la porción media del hormigón y en ningún caso se tomarán de las porciones final o inicial. El molde debe permanecer vertical sobre su base o fondo y el extremo superior debe estar abierto. El tiempo transcurrido entre elaboración y utilización de la muestra compuesta deberá ser tan poco como sea posible y este deberá protegerse de elementos contaminantes y agentes de evaporación rápida. cilíndrica. de superficie no absorbente. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Los golpes deben distribuirse uniformemente en toda la sección transversal del molde. ensayo es el promedio de las resistencias de los cilindros. Las muestras individuales deberán transportarse al lugar donde se ejecuten los ensayos al hormigón fresco o se elaboren los especímenes para ensayos posteriores. por lo menos de 5 minutos distintos ubicados a diferentes profundidades. El molde y su base deben aceitarse con una capa delgada de aceite mineral antes de usarse. Varilla compactadora. Pág. Debe disponerse de un recipiente de superficie limpia.: El hormigón debe colocarse en un molde en tres capas de igual volumen aproximadamente. formadas por muestras individuales. Camiones mezcladores o camiones agitadores. etc. de diámetro y de longitud aproximada a 600 mm. Las muestras individuales se tomarán en un recipiente capaz de abarcar todo el chorro de descarga del hormigón. las muestras se deben tomar y ensayar de acuerdo con las siguientes normas Icontec: 454 Hormigón fresco. inmediatamente se deben cubrir los especímenes con láminas de vidrio o de metal. Durante el vaciado de cada porción de hormigón se debe colocar este de tal manera que se garantice la correcta distribución del hormigón y se reduzca al mínimo la segregación del material dentro del molde. Las muestras individuales se tomarán después de haber adicionado y mezclado el agua en el camión mezclador.

Los cilindros que se toman para conocer el tiempo mínimo de remoción de cimbras. Para el ensayo de comprensión deben sumergirse los cilindros por 24 +. rígida. Cilindros para verificar diseño o para control de calidad. sin mengua ninguna de su responsabilidad. para curar en la obra en condiciones similares a las que se tendrán en el curado de la estructura.4 horas inmediatamente antes de la rotura para asegurar una condición uniforme de humedad. Los moldes se deben colocar durante las primeras 16 horas. De cada tipo de concreto se deberá tomar un número de muestras que no sea inferior a: Una por cada 40 m3 de concreto o por cada 200 m. las reparaciones necesarias que correrán a cargo del Constructor. ésta debe estar saturada de cal. Los cilindros se pueden almacenar en cajas de madera. 550. siempre que se satisfagan los requisitos mencionados de temperatura límite y pérdidas de humedad. Esta prueba se efectuará según la norma NSR-98. Los cilindros se deben almacenar en condiciones tales que se mantenga la temperatura entre los 16 y 27 grados centígrados y se prevenga la pérdida de humedad de los mismos. Curado de cilindros: Condiciones iniciales. quien en caso de que estos se encuentren por debajo de los valores especificados para cada clase de concreto. cuando por especiales consideraciones se establezca una duda razonable acerca del comportamiento de la estructura. Los cilindros no deben estar expuestos a goteras o corrientes de agua. el tiempo para dar al servicio una estructura o pavimento a la carga de diseño o para hacer el control de curado en las obras se deben almacenar dentro o sobre la estructura. Tomas y ensayo de núcleos de concreto en la estructura. conjuntamente entre el Interventor y el Constructor. un estudio de la estructura para determinar si es aceptable o no y en este caso definir. sobre la superficie horizontal. bajo costales húmedos o cualquier otro método apropiado. 64 de 124 Manual de especificaciones . La interventoría podrá ordenar un ensayo de carga en cualquier parte de la estructura. tan cerca como sea posible al sitio donde se esté usando el hormigón y deben recibir la misma protección que la dada a las partes de la estructura que representan y los moldes deben removerse simultáneamente con el retiro de los encofrados no portantes.2 grados centígrados hasta el momento de ensayo. que se debe seguir para la toma de muestras y el ensayo de comprensión. podrá ordenar pruebas adicionales ó la demolición de las estructuras correspondientes. Si se desea almacenamiento bajo agua. Pág. Si esta condición no se cumple. Los resultados de los ensayos serán evaluados por la interventoría.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. libre de vibración u otras perturbaciones. se deberán tomar muestras adicionales de los concretos. Ensayos de carga.² de área fundida. Las investigaciones y comprobaciones sobre la estructura pueden ser: Investigación analítica de la seguridad de la estructura. con el Calculista. Este se considerará aceptable si los cilindros así curados dan resistencias no menores del 85% de los cilindros curados en las condiciones y con los procedimientos descritos en la norma Icontec No. Otros procedimientos. Los cilindros deben removerse de los moldes después de 20 +/. se hará. como mínimo. deberá mejorarse el cuadro y proceder de acuerdo con lo indicado en anteriormente. Cuando se prevean dificultades especiales en el curado. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.4 horas de haber sido moldeados y deben almacenarse en condiciones de humedad tales que siempre se mantenga agua libre en todas sus superficies a temperatura permanente de 23 grados +. Pruebas con martillo de impacto. Si el concreto no cumple los requisitos de resistencia establecidos. Otros tipos de cilindros.

por medio de su resistencia a la penetración. No 722. Además de los requisitos anteriormente descritos. Determinación del contenido de aire en hormigón. La demolición o reparación del elemento de concreto quedará a juicio del interventor.1. Método de ensayo para determinar el asentamiento del hormigón.1. No 1977. La reparación de las superficies de concreto deberá hacerse durante las 24 horas siguientes al retiro de la formaleta. No 396. No 673. Si sucede este evento se deben hacer las reparaciones necesarias por parte de personal especializado y bajo supervisión directa de la interventoría. Ensayos de resistencia y compresión de cilindros normales de hormigón. No 890. Todos los sobrantes y rebabas del concreto que hayan fluido a través de los empates de la formaleta o en la unión de los elementos prefabricados. Toma de muestras. deberán esmerilarse en forma cuidadosa. No 504. No 1294. Cuando la reparación sea pertinente.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Ensayo acelerado para la predicción de resistencias futuras de compresión. No 550. Hormigón. No 1513. Hormigón fresco. Hormigón. Método de ensayo para determinar la exudación del hormigón. Mortero de azufre para refrentado de cilindros de hormigón. Refrentado de cilindros de hormigón.7 RESANES EN EL CONCRETO El constructor debe tomar todas las medidas pertinentes para evitar defectos e imperfecciones en el concreto. Método de presión. 2. No 1032.6. No 1377. Ensayo de compresión.1. No 490. No 491. Método volumétrico.2 NORMAS PARA ENSAYOS DE HORMIGON 2. el control de la calidad de los concretos deberá hacerse con base en las normas ICONTEC que se relacionan a continuación: 2. Yeso para refrentado de cilindros de hormigón. sin que se constituya como obra adicional que implique un reconocimiento por parte del interventor o sea motivo de prórrogas en los plazos de ejecución pactados. No1028. 65 de 124 Manual de especificaciones . Compuestos para el curado del hormigón. la interventoría fijará el proceso a seguir. Elaboración y curado de muestras en el laboratorio. Los costos por concepto de demoliciones y reparaciones correrán por cuenta del constructor. Determinación del contenido de aire en hormigón fresco. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Cilindros de hormigón tomados en las obras para ensayos de compresión. Ensayo de resistencia a la compresión y tracción indirecta de núcleos de hormigón. No 889.6. Para resanar se debe Pág. dependiendo del tamaño del daño y la importancia estructural del elemento afectado.1 NORMAS GENERALES • • • • • • • • • • • • • • • • No 454. Ensayo de tracción indirecta de cilindros normales de hormigón. Determinación del tiempo de fraguado de mezclas.

1. Los empates e intersecciones de la cinta deberán mantener la continuidad del sello y se efectuarán de acuerdo con las instrucciones del fabricante. Las juntas no indicadas en los planos. dimensiones ó alineamientos de las diferentes estructuras no podrán tener valores mayores a los aquí especificados. 2. 2. 2. 2. Se eliminará de la superficie el agua estancada e inmediatamente antes de iniciar la colocación de concreto nuevo. La superficie de concreto en la que se forme la junta se limpiará con cepillos de acero u otros medios que permitan remover la lechada.8 JUNTAS (Ver capítulo C 6.1 MATERIALES PARA JUNTAS (Ver capítulo C 6. de acuerdo con las condiciones en que se ejecuten los trabajos previa aprobación de la interventoría. Las juntas de dilatación se construirán en la forma y en los sitios indicados en los planos ó por la interventoría. se harán y localizarán de tal manera que no perjudiquen la resistencia de la estructura.4 NSR-98) Las juntas de construcción se harán según lo indicado en los planos y en los sitios en donde se requiera. picar la zona afectada hasta retirar completamente el concreto imperfecto y reemplazarlo con un mortero mezclado en condiciones tales que las relaciones de arena – cemento y agua – cemento sean iguales a las del concreto especificado. 66 de 124 Manual de especificaciones . Los sellos de cinta se colocarán centrados en las juntas y se asegurarán firmemente para que conserven su correcta ubicación durante el vaciado de concreto.1.9.1.4 NSR-98) La cinta de PVC para sello de juntas cumplirá la especificación ASTM D 2240 ó similar y tendrá el ancho indicado en los planos. los agregados sueltos y cualquier materia extraña.8.1 TOLERANCIA PARA ESTRUCTURAS Pág.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Las masillas y sustancias bituminosas que se utilicen en las juntas serán de la mejor calidad. Todos estos materiales requerirán igualmente de la aprobación previa de la interventoría.1. El acero de refuerzo continuará a través de las juntas si no se indica lo contrario. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. se humedecerá intensamente la superficie y se cubrirá con una capa de mortero ó lechada de cemento.9 ALINEAMIENTOS Y TOLERANCIAS Las desviaciones en pendientes.

.De referencia a puntos especiales de una estructura: Variación en dimensiones en 5m 1..5 cm En diez metros ó más 1..5 cm 3.0 cm Variación en dimensiones en 10m 1. columnas y salientes visibles: En dos pisos ó cada 3m En seis metros ó mas En doce metros ó más 0. muros y miembros semejantes: Variación en dimensión: Por defecto 1.0 cm En planta: Por exceso 5.Error en ejes por cada 10 ms 5.0 cm 9. Max.Tolerancia para colocación del acero de refuerzo: Para el acero de refuerzo de toda la estructura se permitirá variación en los espaciamientos de varillas: 2..0 cm 1. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META..5 cm Variación en dimensiones en 25m 2.0 cm 2.Variación en la localización de huecos Cajas de inspección +1. 67 de 124 Manual de especificaciones .0 cm 0.0 cm 3 cm.Error en cotas de losas.Desviación de la verticalidad en las superficies especificadas..0 cm En diez ms ó más construcción enterrada 3.Fundaciones para columnas. juntas horizontales visibles: En tres metros 0..0 cm Pág. 1..5 cm 1.. vigas y otras semejantes: Por exceso Por defecto 6.0 cm 0.En espesor de losas: Por defecto En pisos y muros Por exceso 7.0 cm 4.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.5 cm 8. vigas.5 cm 1. ó en superficies curvas de muros.En sección de columnas. En las construcciones de las obras se permitirán desviaciones de las líneas prescritas centro de los límites que se especifican a continuación: 1.

1 y C 6. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.2 NSR-98) 2. El costo de la formaleta deberá ser incluido dentro del ítem en concreto correspondiente.0 cm Se refiere la presente especificación a la ejecución de formaletas para fundir elementos en concreto. Si la formaleta a utilizar es de madera. de altura Manual de especificaciones 5 mm. Pág.1 DESCRIPCION 1. Se conservarán las especificaciones sobre acabados de los concretos incluidas en planos arquitectónicos y estructurales. Las esquinas serán achaflanadas a menos que se especifique lo contrario.2. Las formaletas deben estar en buenas condiciones y ajustadas correctamente para evitar escapes del mortero y el concreto. nudos flojos y habrá de ser sana y tener espesor uniforme.3 TOLERANCIAS Presión hidráulica: La deflexión permisible máxima de las superficies de la formaleta a la presión del concreto no será mayor a 1/360 de la longitud entre apoyos de su cara mayor.2.2 EJECUCION La formaleta se diseñará de manera que soporte las cargas de construcción y viento.2. vacíos. 68 de 124 . manteniendo los niveles y alineamientos de los elementos dentro de las tolerancias especificadas. a no ser que en los planos o especificaciones particulares se estipule uno determinado. deberá estar exenta de abultamientos. Se mantendrán los alineamientos con las siguientes desviaciones permisibles: Variaciones en plomos: En elementos de 3 m. La escogencia dependerá de la textura que se le deba dar al concreto. El material para las formaletas será escogido por el Constructor. pero en cualquier caso el Interventor deberá aprobar la formaleta que se va a utilizar.2 FORMALETAS (Ver capítulo C 6. en especial si se utilizará en concretos a la vista. serán completamente rígidos y fuertes para soportar las presiones hidráulicas resultantes del llenado rápido y la vibración de alta frecuencia. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. En lo posible deberá ser nueva ó de primera calidad. Los elementos se diseñarán para permitir una fácil remoción. 2. Variación recubrimientos de las armaduras 2.

aberturas de dimensiones apropiadas para compactar las capas inferiores de concreto. de longitud 10 mm. 69 de 124 Manual de especificaciones . La formaleta debe humedecerse antes de vaciar el concreto. En elementos de 6 m. realizando los ajustes que fueran necesarios. Las medidas de la formaleta se tomarán antes y durante los procesos de vaciado. es conveniente dejar en las paredes de los encofrados. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Las formaletas se limpiarán después de cada uso.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. de altura 10 mm. Variaciones de sección en elementos estructurales: -5 mm. En elementos hasta de 12 m o mayores 20 mm. se mantendrán libres de brozas y polvo limpiándolas con gratas. a las que incorporarán mecanismos que no alteren las superficies del concreto fundido. La tolerancia para aperturas en placas y vacíos no excederá 6 mm. + 10mm. de longitud 5 mm. cepillos o trapos de acuerdo al material. En elementos hasta de 12 m o mayores 20 mm. Cuando se hagan fundidas monolíticas de gran altura. En elementos de 6 m. La formaleta deberá impregnarse con un material que impida que se adhiera el concreto. este material no deberá producir manchas en el concreto a la vista y debe ser aprobado por el Interventor. El interventor podrá solicitar la inclusión de ventanas de inspección y limpieza en los fondos de las formaletas de muros y columnas de mayor dimensión. En elementos hasta de 12 m o mayores 25 mm. Las variaciones de alineamientos en cualquier sección del edificio En elementos de 6 m. La formaleta sólo se podrá retirar cuando el concreto haya adquirido una resistencia compatible con las cargas que haya de recibir en ese momento. de longitud 12 mm. de manera que la resistencia a las cargas propias y de construcción sea tal que la deflexión no exceda 1/360. dichas aberturas estarán a distancias no mayores de 1 metro y deberán sellarse después de vaciado el concreto. Las juntas entre elementos de la formaleta no deben alterar la apariencia de las áreas en concreto visto. Variaciones de nivel o sobre las inclinaciones indicadas en planos En elementos de 3 m. Pág. por lo cual está sujeto a las revisiones de la interventoría. El número máximo de utilizaciones estará en función del deterioro del acabado que la formaleta debe generar. Debe evitarse a toda costa que la armadura se impregne con el antiadherente utilizando disolventes en su limpieza si esto ocurre.

0 ms de largo y un día adicional por cada 30 cm de aumento de luz hasta 28 días. Para concreto visto: Listones de cedro macho de diferentes espesores. madera laminada mínimo de 19 mm.1). El constructor deberá contratar con una compañía especializada y aprobada por la interventoría el diseño de mezclas que serán utilizadas durante el transcurso de la obra.3 MORTERO 2. En ningún momento se puede utilizar únicamente cal como aglutinante. morteros para pañete y morteros de inyección para elementos de mampostería.3. Voladizos A los 7 días para tramos de 1 ms de largo y 4 días adicionales cada 30 cms de aumento de luz hasta 28 días. Parales y cerchas metálicas.3.2 MATERIALES El mortero estará conformado por los siguientes materiales: 2.3.. Agregados finos (2. la arena se clasifica y determina de la siguiente manera: Arena de peña o de mina: Hasta un 20% más fina que el tamiz ICONTEC 74 U (Tamiz 200). 70 de 124 Manual de especificaciones .3. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.2.3. deberá incluirse dentro del costo directo de las actividades correspondientes. Para los efectos de este manual. granulometría y demás condiciones óptimas para obtener las resistencias de los morteros especificados para el proyecto. 2.2. Pág. tablas.1. 2.2. Arena semilavada: Hasta un 10% más fina que el tamiz ICONTEC 74 U (Tamiz 200). El costo por uso de formaletas para cualquier elemento de concreto. Arena lavada: Según especificación No 2. las dosificaciones. ya sea estructural ó no estructural. repisas y otros tipos de secciones.2. paneles metálicos.1 CEMENTO Es el elemento aglutinante. No se removerán los encofrados laterales ni las formaletas antes de que hayan transcurrido los tiempos mínimos que se indican a continuación. 2.1.2 AGREGADOS Estos deben cumplir con lo estipulado en la norma NSR 98.1 REFERENCIAS: ACI 347 “Recommended Practice for Concrete Formwork”.2. para poder determinar con suficiente anterioridad a la ejecución de la obra. será cemento Portland o una combinación de cal y cemento Portland. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. elementos de fibra de vidrio o papel laminado para columnas circulares. Muros y obra vertical A las 14 horas Columnas y pedestales A las 24 horas Vigas y losas A los 7 días para tramos de 3. cercos y mordazas como soporte de formaletas tradicionales.4 MATERIALES Madera ordinaria de monte semidura en camillas tradicionales. 2.1 DESCRIPCION Esta especificación reúne las normas técnicas mínimas que han de tenerse en cuenta para la selección de los materiales que se requieren para la preparación de morteros de pega.2.

No 120. Método para determinar la fluidez de morteros de cemento. Método para determinar la resistencia a la tensión de morteros de cemento hidráulico.3 AGUA El agua que se utilice para la mezcla del mortero deberá ser potable y además debe cumplir con los requisitos correspondientes a la especificación No 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. mezclado. No 112. calidad y ensayos de morteros de pega y/o inyección deben cumplir con las especificaciones de la norma NSR 98 y con las normas ICONTEC que se relacionan a continuación: • • • • 2. deberá contar con autorización previa de la interventoría. Cuando se utilice cal.3 PREPARACION Y MEZCLADO Si el mezclado en forma manual.2. 2.3. Método para determinar la resistencia a la flexión de morteros de cemento hidráulico. Si se utiliza una mezcladora mecánica.3. solo es posible la utilización de arena lavada. Mezcla mecánica de pasta de cemento hidráulico y morteros de consistencia plástica.3. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.3. 2.1 NORMAS GENERALES: No 111. Pág. de acuerdo con la siguiente tabla: USOS DEL MORTERO Para Morteros de Pega en: Sobrecimientos Muros de Carga Muros Divisorios Fachadas y Culatas Afinado de Pisos Impermeabilización integral Para Pañete en: Muros Interiores Muros Exteriores Impermeabilizado CEMENTO Y ARENA LAVADA CEMENTO Y ARENA SEMILAVADA 1:4 1:4 1:6 1:4 No No CEMENTO Y ARENA DE PEÑA 1:5 No 1:4 No No No CEMENTO. Según el empleo que vaya tener y de acuerdo con los materiales que se especifiquen. CAL Y ARENA LAVADA No 1:1:10 1:1:12 1:1:8 No No 1:6 1:6 1:8 1:6 1:4 1:3 No se aconseja No se aconseja 1:3 1:8 1:6 1:2 1:6 1:4 No 1:1:12 1:1:10 No La dosificación. 71 de 124 Manual de especificaciones .4 ADITIVOS Si son requeridos y así lo especifican los planos. No 119. podrán utilizarse siempre y cuando cumplan con el contenido de la especificación No 2. Si no aparecen especificados en los documentos de construcción.3. 2. el proceso debe tomar 1 ½ minutos como mínimo.1 de este manual. debe practicarse sobre una superficie de hormigón endurecido o en un recipiente impermeable para evitar la pérdida de la lechada de cemento.1 contenida en este manual.2. los morteros tendrán proporciones mínimas de componentes.

en morteros de cemento hidráulico.3. Expansión potencial de morteros de cemento Portland expuestos a la acción de sulfatos. Método para determinar el contenido de aire. Cuando el material que se va a inyectar presente celdas ó espacios con dimensiones mayores a diez (10) centímetros en ambas direcciones. 2. El mortero usado como pañete debe tener la plasticidad y la consistencia necesaria para adherirse a la mampostería. No 224. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. ó que se hayan estado mezclado en seco con más de cuatro (4) horas de anticipación. Si la arena está húmeda. el lapso se reducirá a dos (2) horas. Esta medición se efectúa de acuerdo con la norma ICONTEC 673) Obtener una resistencia máxima de 1. No 547. Determinación de la resistencia de morteros de cemento hidráulico. medidos en volumen. debe llenar completamente los espacios entre los elementos y su resistencia después de endurecido debe aproximarse lo más posible a la del material que une. Pág. ninguno de sus componentes. de tal forma que al endurecerse garantice un conjunto monolítico. • • • • • No 220. Exudación de pastas y morteros de cemento. No 397. El mortero usado como pega en mampostería. No 489. con el objeto de cambiar sus proporciones o rejuvenecerlo. Cementos. No se permite adicionar a una mezcla ya preparada. dos o tres partes de arena y no más de un décimo (1/10) de cal.4 MORTERO DE INYECCION O GROUT El mortero de inyección (Grout) tendrá la siguiente dosificación: Una parte de cemento Portland tipo 1. Resistencia química de morteros. Este concreto debe cumplir con todos los requisitos expresados anteriormente. puede utilizarse concreto con un tamaño de agregado no mayor a un (1) centímetro ó 3/8”.5 veces el f‘m de la mampostería que se esté inyectando.2 veces el f‘m de la mampostería a los 28 días. ni de cumplir los siguientes requisitos: Obtener una resistencia mínima de 1. 72 de 124 Manual de especificaciones . usando cubos de 50 mm de lado. los morteros deben cumplir con los siguientes requisitos: No pueden utilizarse morteros que se hayan humedecido por más de una hora. (f‘m es la resistencia a la compresión de la mampostería medida en kg/cm². Además del cumplimiento de las normas mencionadas anteriormente. El uso de esta dosificación no exime al constructor de obtener la resistencia especificada por el calculista.

Igualmente se debe verificar con frecuencias semanales las condiciones de plasticidad y retención de agua de los morteros de pega usados.3. La resistencia a la compresión del mortero empleado. debe ser lo suficientemente buena para garantizar la transmisión de las cargas que resiste el muro durante la construcción y uso. Para determinar la resistencia a la compresión del mortero de pega a los 28 días. 2. Los morteros para mampostería estructural se clasifican como M. El procedimiento para la toma de muestras y el ensayo deben hacerse con base en las normas NTC 3329 (ASTM C270) y NTC 3546(ASTM C780).MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Para alcanzar este objetivo las mezclas deben ser ricas en contenido de cemento. Los ensayos para comprobar la calidad de los morteros se harán de acuerdo a lo estipulado en la norma NSR 98: Para el mortero de pega debe realizarse por lo menos un ensayo de resistencia a la compresión (promedio de 3 cubetas) por cada 200 m2 de muro ó por cada día de pega. se utilizará un cubo de 5 centímetros de arista. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. La tabla anterior es una guía para la dosificación de los morteros de pega y su empleo no libera al constructor de su responsabilidad y de su obligación de obtener las resistencias especificadas por el calculista. La resistencia a la compresión puede medirse a los 28 días sobre probetas tomadas en cubos de 50 mm de lado ó en cilindros de 75 mm de diámetro por 150 mm de altura. El asentamiento ó slump para el mortero de inyección a utilizarse será como máximo de 8”. PROPORCIONES DEL MORTERO POR VOLUMEN TIPO DE MORTERO M S N PARTES DE CEMENTO POR VOLUMEN 1 1 1 PARTES DE CAL POR VOLUMEN ¼ De ¼ a ½ De ½ a 1 ¼ RESISTENCIA ( Mayor ó igual) 175 kg/cm² 125 kg/cm² 50 kg/cm² La proporción de arena no podrá ser mayor de tres veces ni menor de 2.5 MORTERO PARA MAMPOSTERIA ESTRUCTURAL El mortero de pega para muros en bloque de concreto ó ladrillo cerámico deberá cumplir con todas las especificaciones generales de morteros excepto en lo referente a uso del mortero y deberá cumplir con los siguientes requisitos. dependiendo de las proporciones de los materiales empleados en la mezcla.25 veces la suma de los volúmenes de cemento y cal. 73 de 124 Manual de especificaciones . Pág. En mampostería estructural reforzada solo se podrá usar mortero tipo M ó S y las juntas verticales y horizontales deberán tener como mínimo un centímetro de espesor. S y N.

La resistencia del mortero de inyección medida a los 28 días deberá localizarse dentro de un rango de máximo 1. Deben cumplir con lo estipulado en las normas NSR 98.2 f‘m. NTC 248 y con las normas ICONTEC que se relacionan más adelante. Acero estructural de baja aleación y alta resistencia. EJECUCION 2.3 Se utilizará el tipo de refuerzo especificado en los planos. Mallas soldadas fabricadas con alambre corrugado para refuerzo del hormigón.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. No 1182.5 f‘m y mínimo 1. Acero estructural.1GENERALIDADES: • • • • • • • • • • • • • No. No 2310. No 1920. Sin embargo. Para el mortero de inyección se debe realizar un ensayo de resistencia a la compresión (promedio 3 cubetas) por cada 10 m3 de mortero inyectado ó por cada día de inyección.4. Alambre corrugado de acero para hormigón armado. No. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 74 de 124 Manual de especificaciones . No 1925. 161. Mallas soldadas fabricadas con alambre corrugado para refuerzo de hormigón. para poder ser inspeccionado por la interventoría. No 248.2. No 1950.4. No 1907.4.4. Alambre de acero para precomprimido. No 1.2. La resistencia a la compresión también puede medirse a los 28 días sobre probetas tomadas en cubos de 50 mm de lado ó en cilindros de 75 mm de diámetro por 150 mm de altura. 2. con las normas ICONTEC que se relacionan a continuación: 2.7 NSR-98) 2. Ensayo de doblamiento para producto metálico. Barras lisas de acero al carbono para hormigón armado. En casos normales no se requiere realizar ensayos para comprobar las características del acero. No 2.2 MATERIALES El refuerzo deberá cumplir. Alambre duro de acero para el refuerzo del concreto.4 ACERO DE REFUERZO (Ver capítulo C. Ensayo de tracción para productos de acero. No. El cambio de la clase de acero requiere la autorización expresa del interventor. debe estar colocado en su sitio con 24 horas de anticipación al proceso de vaciado.2 ENSAYOS: 2. y en ningún caso ser inferior a 10 MPa. podrá ordenar los Pág. Barras de acero aleado acabadas en frío.1 DESCRIPCION Esta especificación reúne todos los requisitos que deben cumplir las barras de acero al carbono empleadas como refuerzo del concreto. No 245. según el caso. El procedimiento para la toma de muestras y el ensayo deben hacerse con base en la norma NTC 4043 (ASTM C1019). NTC 2289. 2. 159. 116.4. Barras de acero al carbono trabajadas en frío. cuando el interventor considere que existen razones para dudar de su calidad. Barras corrugadas de acero al carbono para hormigón reforzado. Todo el acero de refuerzo de cualquier elemento.

0 -2. consultar al calculista para hacer variaciones en el despiece del hierro.000 PSI. (Ver capítulo C.3 TOLERANCIA EN RECUBRIMIENTO (CM) . empalmes y traslapos tendrá que ser aprobada por el interventor. 75 de 124 Manual de especificaciones .5 a +3.0 a +10.0 -3. No se autorizará el empleo de trozos de ladrillo. no se permitirá desdoblar hierro con diámetro mayor o igual a ½”. que rige para todo el refuerzo en barras que se emplee.0 + 1.1. tubería metálica. No se aceptará como refuerzo estructural hierro proveniente de demoliciones.2 El refuerzo se utilizará en las longitudes indicadas en los planos.0 a +6. No se permitirá el uso de soldadura para la fijación o punteo del hierro ni para empalmar varillas de aceros con fy mayor de 40. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. debe comprobarse que las varillas de refuerzo no presenten suciedades como polvo.0 LOTE -6. No se aceptará la presencia del oxido. Antes de quedar cubiertas por el concreto. ensayos a que se refieren las normas Icontec antes citadas. se aceptan las siguientes tolerancias en cuanto a la variación de la altura “D“ ó de recubrimiento: ALTURA UTIL D < 20 D > = 20 TOLERANCIA EN ALTURA UTIL (CM) + 1. taches.0 . etc.7. Para mantener los recubrimientos de concreto ó entre el acero y la formaleta.1.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. previa limpieza con el cepillo metálico si su dimensión y peso quedan dentro de las tolerancias indicadas en la siguiente tabla. estribos. barro. aceite ú otros elementos o sustancias que afecten la adherencia con el concreto.0 a +6.0 -5.7) En general. DIAMETRO TOLERANCIA PORCENTUAL EN PESO INDIVIDUA L -8. previa consulta y autorización expresa del diseñador estructural. (Ver capítulo C.0 Menor que ½” Mayor ó igual a ½” Sólo se aceptará el doblado en frío de las varillas.0 a +5. pero podrán utilizarse varillas que hubieran estado oxidadas. amarres superiores.5 a +4. se usarán las siguientes indicaciones: Pág. bloques de madera u otros elementos que desmejoren la calidad del acabado final del concreto. cualquier variación en los despieces.0 TOLERANCIA PORCENTUAL EN DIAMETRO -4.7 NSR-98) En estos casos se usarán las indicaciones del anexo. 8 8 Cuando no sea posible a juicio del interventor. sólo se podrán utilizar bloques de concreto o elementos metálicos tales como puentes.

éstos tendrán las dimensiones mínimas indicadas en la siguiente tabla: (en centímetros). Los traslapos mínimos que se usarán son los siguientes (en centímetros): TRASLAPOS A TRACCION Barra corrugada fy = 40000 psi ¼” 3/8” ½” 5/8” ¾” 7/8” 1” 1 1/8” 1 ¼” 45 45 45 50 65 90 120 150 180 Barra corrugada fy = 400000 psi fy = 600000 psi 45 45 60 75 95 130 170 210 270 Barra lisa fy = 40000 psi 45 45 60 75 95 110 130 160 190 Barra lisa fy = 400000 psi fy = 600000 psi 60 70 95 115 140 160 190 - Traslapos a comprensión: Se usarán los siguientes traslapos mínimos (en centímetros): TRASLAPOS A COMPRESION Barra corrugada fy = 40000 psi 3/8” ½” 5/8” ¾” 7/8” 1” 1 1/8” 1 ¼” 30 30 35 40 45 55 60 65 Barra corrugada fy = 400000 psi fy = 600000 psi 30 40 50 60 70 80 90 100 Barra lisa fy = 40000 psi 40 50 65 80 80 100 110 120 Barra lisa fy = 400000 psi fy = 600000 psi 60 65 80 95 110 120 130 140 Si la resistencia del concreto es menor que 3000 PSI (210 k/cm²) la longitud del traslapo se aumentara en un 35%. Para los casos en que se especifiquen ganchos. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Se medirán las longitudes indicadas en los planos con las variaciones aceptadas por el interventor y se explicarán los siguientes pesos por metro lineal para la obtención de los kilos: 1/4: 0.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Traslapos a Tracción: No se deberán empalmar más del 50% de las varillas en una misma sección transversal del elemento. Barra Gancho 180 Gancho 90 L C M D L ½” 16 12 11 8 18 5/8” 18 13 13 10 22 ¾” 21 16 16 12 26 7/8” 25 18 18 14 30 1” 28 21 21 16 35 1 1/8” 38 26 29 23 40 1 ¼” 43 30 33 26 45 C 21 26 31 36 41 49 55 Medida y valorización: El refuerzo se medirá en kilos.25 kilos/metro lineal Pág. No se permitirán empalmes en elementos estructurales sometidos a tensión pura. Para estos casos se usará soldadura o conectores adecuados. 76 de 124 Manual de especificaciones . con aproximación de dos decimales.

No 247.1 MAMPOSTERIA DESCRIPCION El presente capítulo incluye la totalidad de actividades relacionadas con la ejecución de muros estructurales. el acabado superficial.04 kilos/metro lineal 3. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.56 kilos/metro lineal 1.5. El almacenamiento se hará en filas con una altura máxima de 1. Ladrillo cerámico para mampostería estructural. La presente especificación incluye las expectativas de acabado en mampostería a la vista. almacenamiento y construcción contra la humedad. Todo ladrillo de arcilla antes de su colocación deberá estar húmedo para garantizar la adherencia del mortero de pega durante el período de fraguado..3 MATERIALES Se utilizarán materiales de textura y color uniforme. o piedras sin labrar. prefabricados. y en general la obra de albañilería.5 2.24 kilos/metro lineal 3.55 kilos/metro lineal 2. 2.2 ENVIO Y ALMACENAMIENTO El material se almacenará en obra en plataformas localizadas preferiblemente en lugares altos y secos. 3/8: 1/2: 5/8: 3/4: 7/8: 1” : 1 ¼”: 0.5.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Todo el material se protegerá durante el envío. 2. Las piezas de concreto deberán colocarse secas. realizadas con mampuestos. divisiones.80 ms. Dimensiones modulares de bloques huecos de hormigón. No 249. unidas con morteros o algún tipo de argamasa. para cada tipo requerido y para cada área visualmente continua. para los elementos que así se indiquen en Planos Arquitectónicos. 2. En los planos arquitectónicos y en las especificaciones particulares se indicarán las dimensiones de los muros. las que se desarrollarán de acuerdo a los Detalles consignados en los Planos arquitectónicos generales y de detalle. 77 de 124 Manual de especificaciones . Bloques huecos de hormigón. los tipos de ladrillos o bloques que los conforman.5.97 kilos/metro lineal 5. Pág. En el momento de llegar el material a la obra deberá ser examinado rigurosamente y de ser posible se revisará la totalidad de las piezas para proceder a la devolución y reposición de las que lleguen defectuosas sin costo adicional. suciedad y otros tipos de contaminación con tierra u otros materiales de obra. la clase de estría y la forma de las trabas o aparejos. Los ladrillos ó bloques que sean utilizados en la construcción de muros estructurales deben cumplir con las siguientes normas ICONTEC: No 2153.00 kilos/metro lineal 1.04 kilos/metro lineal No se medirán longitudes adicionales de hierro resultantes de cambios hechos para facilitar la construcción. de acuerdo con lo indicado en la especificación particular o en el presupuesto. garantizando que no queden en puente. El hierro se medirá por separado o se incluirá en el elemento respectivo de concreto.

Para las unidades de mampostería se deben realizar los ensayos establecidos de absorción inicial. El replanteo además deberá realizarse teniendo en cuenta los cuadros de puertas y ventanas. 2. deben haber sido fabricados con un mínimo de quince (15) días de anticipación.3.4 EJECUCIÓN La ejecución de las actividades de mampostería tendrá como base los planos arquitectónicos generales. Cumplirá con las normas ASTM C90 fundido en concreto grado N de no más de 2000 Kg/m3. El límite de absorción de humedad será del 25% en el momento de envío a obra. las ampliaciones de espacios incluyendo aquellas correspondientes a las áreas húmedas del Proyecto.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 2.5. El límite de absorción de humedad será del 25% en el momento de envío a obra. Otros requisitos que deben cumplir los ladrillos ó bloques empleados en mampostería estructural son: Cumplir con lo estipulado en la norma NSR – 98. Se recuperarán los ejes estructurales. 2.3. de acuerdo a planos. estabilidad dimensional y resistencia a la compresión de por lo menos 5 unidades por cada lote de producción y no menos de una unidad por cada 200 m2 de muro.2 BLOQUE LIVIANO SOLIDO DE CONCRETO (CMU) Se utilizará bloque normalizado de dimensión nominal de 20*40 cm. hasta el momento de utilización. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.5. Se iniciará el replanteo de muros despejando totalmente las placas que deberán estar barridas. verificando su ortogonalidad antes de proseguir. de acuerdo a los planos mencionados. Pág. Los bloques de concreto para poder ser transportados y colocados. suciedades y polvo. El valor f‘m (resistencia a la compresión de la mampostería expresada en Kg/cm²) será la especificada por el ingeniero calculista y deberá estar dentro de los rangos consagrados en la norma NSR – 98. El límite de absorción de humedad será del 25% en el momento de envío a obra.5.3 BLOQUE NORMAL PERFORADO DE CONCRETO (CMU) Se utilizará bloque normalizado de dimensión nominal de 20*40 cm. y los cortes de fachada.1 BLOQUE LIVIANO PREFORADO DE CONCRETO (CMU) Se utilizará bloque normalizado de dimensión nominal de 20*40 cm. desperdicios de pañetes. Cumplirá con las normas ASTM C145 fundido en concreto grado N de no más de 1680 Kg/m3. hasta el momento de utilización. absorción total. y libres de escombros. hasta el momento de utilización. de acuerdo a planos.3. Cumplirá con las normas ASTM C90 fundido en concreto grado N de no más de 1680 Kg/m3. 78 de 124 Manual de especificaciones . luego se replanteará la mampostería de fachadas e interiores con hilo y color mineral. de acuerdo a planos. La mampostería correspondiente a sobrecimientos se replanteará con hilos sobre estacas y puentes permitiendo el alineamiento de sus caras. 2.5.

toletes. esparciendo homogéneamente la mezcla en las áreas de pega tanto horizontales como verticales. Luego se procede a prolongar las ducterías de instalaciones hidráulicas. Para antepechos y muros bajos se deberán ubicar los cortes y detalles respectivos. retapando las pegas. Los morteros preferiblemente serán mezclados en forma mecánica.4. y durante 3 minutos después de añadir agua. No se utilizarán unidades desportilladas. la que será proyectada con hilos de manera que se controle el nivel en cada una de las hiladas. rotas ó que presenten defectos similares.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Se utilizarán morteros de acuerdo a las especificaciones del ítem 2. mezclando durante 2 minutos los materiales secos.1 DESCRIPCION La presente especificación se refiere a la ejecución de muros clasificados en la norma NSR 98 como Pág.4. hilo y mineral para replanteo. los muros se trabarán en hiladas de soga a media pieza. atracándose ó no a dichos elementos según especificación del calculista. Enseguida se sienta la hilada una vez se ha distribuido la pega lateral. 79 de 124 Manual de especificaciones . Es de primordial importancia que todas las Especificaciones sobre morteros.2 EQUIPO: Alambre. una vez se haya humedecido el yacimiento. 2. fisuradas. así como la selección de ladrillos establecidas en el capítulo de materiales sean tenidas en cuenta con suma atención. evitando la apertura de regatas en muros frescos y en muros que quedarán a la vista. estas se deben ejecutar luego de veinte (20) días de construidos los muros con el objeto de evitar que los golpes perjudiquen el fraguado y trabe del mortero de pega. sobre las cuales se marcará el estantillón de hiladas de acuerdo a la distribución relacionada en los Planos de cortes de fachada. de acuerdo a las trabas requeridas en cada área específica. De no existir aclaraciones adicionales. La conformación del muro se ejecutará.5. Se retirarán los excedentes laterales de mortero. Las caras del muro deberán ser perfectamente verticales y aptas para recibir los acabados planteados. boquilleras e hilos.6 MAMPOSTERIA NO REFORZADA 2. palas bateas cucharas y palustres. barras y cepillos para la limpieza de placas. eléctricas u otras a que hubiera lugar. No se reconocerán costos adicionales por el uso de conectores requeridos para trabar nuevamente la mampostería.6. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. La mezcla a mano en bateas será permitida a criterio del interventor.1 MATERIALES: Mortero de arena de peña. 2.3. Cuando sea necesaria la apertura de regatas para la incrustación de instalaciones u otros elementos en muros que no queden a la vista. En los extremos de cada uno de los tramos rectos de muros se instalarán boquilleras perfectamente plomadas en dos sentidos. bloques o ladrillos de acuerdo a las especificaciones generales del “Proyecto”. Los muros presentados en espesores fuertes en planos arquitectónicos deberán subir hasta el nivel estructural superior inmediato. 2.5. plomadas y niveles.

bien cocido.2 EJECUCION Los muros de mampostería no reforzada deben tener un espesor mínimo de 12 cm. ya sea horizontal o vertical y el espesor del muro no debe ser mayor de 25. 2. mampostería no reforzada.2 EJECUCION Los muros de mampostería parcialmente reforzada deben tener un espesor de 15 cm. quedando éstas perfectamente trabadas.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. debe ser tal que se evite el pandeo en cualquier sentido. En el momento de proceder a la construcción del muro. y una relación de la distancia sin apoyos al espesor. haciendo las trabas que fueren necesarias. 2. homogéneo y que no presente grietas ni planos de fractura que perjudiquen su resistencia. Los muros que se intersequen se deben amarrar por medio de conectores o trabarse entre sí. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. de dimensiones uniformes y aristas en perfecto estado.6. para que éstas tengan la adherencia necesaria por el mortero de pega.7.. Así mismo se deben crear juntas verticales de control en los muros para permitir los movimientos de la edificación en puntos específicos. el material para los muros debe ser cortado a máquina. se debe ejecutar por la cara más visible del muro respectivo. se debe tener especial cuidado en la Pág. salvo indicación específica de colocación hecha sobre los Planos de Detalle. La distancia máxima entre juntas de control no debe ser superior a los 12 m. se debe tener especial cuidado en la limpieza de cada una de las caras. finalmente las esquinas deberán quedar en perfecta línea recta. Los muros que solo soportan su propio peso pueden tener un espesor mínimo de 10 cm. En el momento de proceder a la construcción del muro.6. y el espesor del muro. Las juntas de pega deben tener un espesor mínimo de 7 mm y máximo de 10 mm. 2. Estos muros de ladrillo a la vista se deben proteger con sacos de cemento pegados con engrudo. 2. siendo el espesor máximo de éstas 1 cm. y la relación entre distancia sin apoyos.7 MAMPOSTERIA PARCIALMENTE REFORZADA 2. Las juntas verticales y horizontales se harán con mortero de cemento y arena en proporción de 1:6.. La colocación del ladrillo se hará en hiladas que deben quedar perfectamente niveladas. máximo igual a 30. la relación entre la distancia sin apoyos.1 DESCRIPCION La presente especificación se refiere a la ejecución de muros clasificados en la norma NSR 98 como mampostería parcialmente reforzada. la calidad debe ser de primera. ya sea vertical u horizontal. su colocación se debe adelantar con hiladas horizontales completas.3 MATERIALES Cuando se establezca que los muros deben ser en ladrillo tolete. los cuales se deberán retirar cuando se proceda al aseo general de la Obra. 80 de 124 Manual de especificaciones .7. prensado.

homogéneo y que no presente grietas ni planos de fractura que perjudiquen su resistencia. quedando éstas perfectamente trabadas. para que éstas tengan la adherencia necesaria por el mortero de pega y con el mortero de inyección. 81 de 124 Manual de especificaciones . 2. Los muros que se intersequen se deben amarrar por medio de conectores o trabarse entre sí. Toda la fuerza cortante debe ser resistida únicamente por el refuerzo que deberá quedar dentro del muro. Finalmente. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. salvo indicación específica de colocación hecha sobre los Planos de Detalle.40 M. a ejes y el espaciamiento del refuerzo horizontal de 80 cm. del presente manual. la calidad debe ser de primera. Aquellas unidades que no van a ser inyectadas solo necesitan de mortero en las juntas horizontales y verticales de las caras externas de la unidad. bien cocido. El mortero de inyección debe consolidarse por medio de vibrador o barra y recompactarse poco tiempo después de haber sido inyectado o consolidado. Así mismo se deben crear juntas verticales de control en los muros para permitir los movimientos de la edificación en puntos específicos. En caso de que la mampostería lleve algún tipo de recubrimiento. las especificaciones de éste se deberán seguir directamente del capítulo y artículo correspondientes.7. siendo el espesor máximo de éstas 1 cm. de dimensiones uniformes y aristas en perfecto estado. limpieza de cada una de las caras. así como aquellas celdas que deban inyectarse posteriormente deben tener sus juntas completamente pegadas con mortero. El espaciamiento del refuerzo vertical no debe ser mayor de 2. las esquinas deberán quedar en perfecta línea recta. Las juntas de pega deben tener un espesor mínimo de 7 mm y máximo de 10 mm. el material para los muros debe ser cortado a máquina. El refuerzo tanto en dirección vertical como horizontal no debe ser menor a 0. los cuales se deberán retirar cuando se proceda al aseo general de la Obra. Pág. Los muros en ladrillo a la vista se deben proteger con sacos de cemento pegados con engrudo. El mortero de inyección para el relleno debe consolidarse por medio de vibrador o barra y recompactarse poco tiempo después de haber sido inyectado o consolidado. teniendo en cuenta las normas técnicas para el refuerzo que aparecen en los Planos Estructurales. La distancia máxima entre juntas de control no debe ser superior a los 12m. prensado. Las juntas verticales y horizontales se harán con mortero de cemento y arena en proporción de 1:4.3 MATERIALES Cuando se establezca que los muros deben ser en ladrillo portante a la vista.00027 y solo el refuerzo que sea continuo en el muro puede tenerse en cuenta al calcular las cuantías mínimas.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. La colocación del ladrillo se hará en hiladas que deben quedar perfectamente niveladas y se debe ejecutar por la cara más visible del muro respectivo.

MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.

2.8
2.8.1

MAMPOSTERIA REFORZADA
DESCRIPCION

La presente especificación se refiere a la ejecución de muros clasificados en la norma NSR 98 como mampostería reforzada.
2.8.2 EJECUCION

Los muros de mampostería reforzada deben tener un espesor entre 15 y 20 cm. y la relación entre distancia sin apoyos, ya sea vertical u horizontal, y el espesor del muro, debe ser tal que se evite el pandeo en cualquier sentido. Los muros que solo soportan su propio peso pueden tener un espesor mínimo de 10 cm., y una relación de la distancia sin apoyos al espesor, máximo igual a 30. En el momento de proceder a la construcción del muro, se debe tener especial cuidado en la limpieza de cada una de las caras, para que éstas tengan la adherencia necesaria por el mortero de pega y con el mortero de inyección. Las juntas de pega deben tener un espesor mínimo de 7 mm y máximo de 10 mm, así como aquellas celdas que deban inyectarse posteriormente deben tener sus juntas completamente pegadas con mortero. Aquellas unidades que no van a ser inyectadas solo necesitan de mortero en las juntas horizontales y verticales de las caras externas de la unidad. El mortero de inyección debe consolidarse por medio de vibrador o barra y recompactarse poco tiempo después de haber sido inyectado o consolidado. Los muros que se intersequen se deben amarrar por medio de conectores o trabarse entre sí. Así mismo se deben crear juntas verticales de control en los muros para permitir los movimientos de la edificación en puntos específicos. La distancia máxima entre juntas de control no debe ser superior a los 10 m.. El refuerzo tanto en dirección vertical como horizontal no debe ser menor a 0.0007 y la suma de ambas cuantías no debe ser menor a 0.002, elevadas sobre el área bruta de la sección del muro. Toda la fuerza cortante debe ser resistida únicamente por el refuerzo. El espaciamiento del refuerzo vertical no debe ser mayor de 1.20m a ejes y el espaciamiento del refuerzo horizontal de 60 cm. La colocación del ladrillo se hará en hiladas que deben quedar perfectamente niveladas y se debe ejecutar por la cara más visible del muro respectivo, quedando éstas perfectamente trabadas, salvo indicación específica de colocación hecha sobre los Planos de Detalle. Finalmente, las esquinas deberán quedar en perfecta línea recta. Los muros en ladrillo a la vista se deben proteger con sacos de cemento pegados con engrudo, los cuales se deberán retirar cuando se proceda al aseo general de la Obra. En caso de que la mampostería lleve algún tipo de recubrimiento, las especificaciones de éste se deberán seguir directamente del capítulo y artículo correspondientes, del presente manual, teniendo en cuenta las normas técnicas para el refuerzo que aparecen en los Planos Estructurales.
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2.8.3

MATERIALES

Cuando se establezca que los muros deben ser en ladrillo portante a la vista, la calidad debe ser de primera, de dimensiones uniformes y aristas en perfecto estado, el material para los muros debe ser cortado a máquina, prensado, bien cocido, homogéneo y que no presente grietas ni planos de fractura que perjudiquen su resistencia. Las juntas verticales y horizontales se harán con mortero de cemento y arena en proporción de 1:4, siendo el espesor máximo de éstas 1 cm. El mortero de inyección para el relleno debe consolidarse por medio de vibrador o barra y recompactarse poco tiempo después de haber sido inyectado o consolidado. 2.9 ACERO ESTRUCTURAL 2.9.1 DESCRIPCIÓN Este capitulo cubre los requisitos generales para el suministro, fabricación, pruebas de taller, despacho, cargue, transporte, descargue, montaje y almacenamiento de elementos metálicos de las estructuras metálicas que se muestran en los planos y que forman parte de la obra. El Contratista debe elaborar los planos de taller y planos de montaje, suministrar los materiales y mano de obra que sean necesarios para ejecutar las obras de acuerdo con los planos de diseño y especificaciones. El trabajo comprende todas las actividades de suministro, fabricación, transporte, montaje y almacenamiento de estructuras construidas con perfiles estructurales para anclajes, columnas, vigas, viguetas, cerchas de cubierta, pórticos y graderías de cinemas, steel-deck y grouting de nivelación. El manejo debe hacerse de manera que no se tenga un desalineamiento superior a L/1000 y que el plomo de las estructuras no se desvíe de la vertical en más de 1:500. 2.9.2. MATERIALES

2.9.2.1. Descripción Todos los elementos de acero estructural, pernos y los materiales de soldadura, deben seguir las especificaciones de la norma ICONTEC y en su defecto las de la ASTM. El Contratista debe presentar al Interventor evidencia apropiada de que todos los materiales utilizados en la fabricación de las estructuras están de acuerdo con la clasificación y grado indicado en los planos y con lo exigido por estas especificaciones. La fabricación de los diversos elementos se deberá llevar a cabo por operarios experimentados en forma cuidadosa con los acabados y dimensiones requeridas en los planos o especificadas en el
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diseño presentado, de manera que los diversos elementos puedan acoplarse entre si o a otros miembros en forma fácil y satisfactoria. Constituirán evidencia apropiada de que el acero usado es de calidad aceptable, los informes certificados de pruebas efectuadas por la Acería, por el fabricante de las estructuras, o por un laboratorio independiente aprobado por la Interventoría. Las pruebas efectuadas sobre el acero, deben estar de acuerdo con las especificaciones aplicables en su ultima edición . El Contratista entregará al Interventor cuando éste lo solicite el reporte certificado de las pruebas ejecutadas por los fabricantes o por un laboratorio debidamente aprobado, a los materiales cubiertos por la presente especificación; este reporte no exonera al Contratista de ejecutar por su cuenta los cambios requeridos cuando la calidad o el estado del material no sean satisfactorios. Corre por cuenta del Contratista el reemplazo de materiales que estén defectuosos o en mal estado y el costó de corrección de cualquier error por el cual sea responsable. Todos los materiales que el Contratista suministre deben ser nuevos. No se permitirá el empleo de elementos que hayan estado expuestos a la intemperie por largo tiempo y presenten herrumbres o escamas. A menos que se especifique otra cosa todos los materiales y sus pruebas deben cumplir con las normas de calidad indicadas a continuación: Perfiles W ó I ASTM A36 Fy=25.3 kg/mm2 ó ASTM A572 Gr50 Perfiles I prefabricados: ASTM A36 Gr50 Tubulares cuadrados HSS [TS] ASTM A500 Grado C Fy= 35.15 kg/mm2 Prefabricado ASTM A572 Gr50 Angulares, Canales ASTM A572 Gr50 Soldadura: AWS A5.1 o A5.5 Serie 70 Conectores de cortanteASTM A108 /AWS D.1.1 Anclajes ASTM A496 Tuercas y arandelas El acero debe tener una calidad conforme con la ASTM A563 tuecas fabricada de acuerdo con ASTM A-194 2 y 2H.

2.9.2.2. Certificados de calidad El Contratista debe remitir a la Interventoría copia certificadas de los análisis y pruebas necesarias para demostrar que los materiales cumplen con las especificaciones o son de calidad equivalente. Sin embargo, esta certificación no disminuye la responsabilidad del Contratista por la adecuada calidad del suministro.

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9. El Contratista está en la obligación de reemplazar los materiales o elementos defectuosos sin que esto implique pago adicional o ampliación de plazo por este concepto.2. el Contratista debe suministrar al Interventor información suficiente sobre las características del elemento que se propone emplear incluyendo los dibujos aclaratorios y las memorias de cálculo correspondientes que sirvan para comprobar que las dimensiones criticas. en la fabricación o en el montaje. sin embargo.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. quien informara al Contratista de las fallas encontradas en los materiales. perfiles. especificados en los planos.). etc. podrá proponer las sustituciones del caso. Se considera satisfecho el cumplimiento de estas normas mediante la certificación de los ensayos de Acerías efectuados por el productor o por algún laboratorio independiente reconocido previamente aprobado por la Interventoría. según corresponda. ni las condiciones de diseño de la pieza no se ven afectadas por la sustitución propuesta. 2. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. aprobación o rechazo de sustituciones. espesores de lamina. Sustituciones El Contratista debe evitar en cuanto sea posible el uso de materiales.9. el mayor valor por incremento de peso o calidad de material. etc.9. si le fuere imposible conseguir algunos de los materiales. En ningún caso se podrán aprobar sustituciones que puedan cambiar el carácter modular y el diseño estructural y la resistencia de las estructuras. 85 de 124 Manual de especificaciones . que el Interventor estará en capacidad de rechazar o aceptar. 2. En ningún caso en las sustituciones aceptadas se aceptara un mayor valor por pieza sustituida. (perfiles. INSPECCIÓN Los materiales y mano de obra se deben someter a la inspección del Interventor para su aceptación en cualquier momento y lugar y antes de su utilización. que constituyen desviaciones y/o contravenciones a estas especificaciones y/o a los planos. 2. Inspección de materiales El Interventor puede inspeccionar el material de acero que el Contratista va a emplear en la fabricación de las estructuras y puede exigir certificados del fabricante para probar la calidad del Pág. mano de obra será por cuenta del contratista No se reconocerá ningún plazo adicional por efecto de estudio.3. distintos de los especificados en los planos o en las listas de materiales.3. Cada vez que proponga una sustitución. Tales ensayos deben hacerse siguiendo las normas ICONTEC o las ASTM A6 o A-568.3.1.

Dicho proceso incluye. 2.3.2 Inspección durante la fabricación El Contratista está obligado a cooperar eficazmente en todo lo necesario para facilitar las labores de inspección que debe cumplir el Interventor durante el proceso de fabricación de las estructuras. limpieza pintura y ensamble en fábrica antes de su aceptación final. soldadura. Estas correcciones o reemplazos serán hechos por cuenta del Contratista.1.9. El Contratista debe prestar toda la cooperación necesaria para que el Interventor pueda realizar satisfactoriamente la inspección de los materiales existentes en el almacén del Contratista y destinados a la obra. Incluyendo seguridad en equipos. El Contratista será responsable por cualquier pieza que resulte defectuosa y debe reparar o reemplazar las piezas que el Interventor le ordene. La Intervendría se reserva el derecho de inspeccionar todo el proceso de fabricación en los talleres del Contratista. Es particularmente importante garantizar la intercambiabilidad de piezas idénticas. sin costo alguno para la obra.3. Structural Welding Code de la American Welding Society – Ultima version Toda irregularidad. desviación o defecto que presenten los materiales o elementos de la estructura. serán rechazados. Todos los elementos que presenten fisuras. Inspección de soldadura Se efectuará de acuerdo con lo especificado en la norma D. material.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. deben ser corregidos o reemplazados conforme a las indicaciones del Interventor. La Interventoría se reserva el derecho de rechazar. Pág. o de las pruebas de calidad efectuadas en un laboratorio independiente.3. debidamente reconocido.4. debe suministrar el personal y herramientas que se le soliciten para mover las piezas a fin de comprobar el alineamiento y todos los demás detalles de fabricación. herramientas y cualquier elemento estructural o no estructural que haga parte del proceso 2. 2.1. torceduras apreciables y otros defectos. Inspección durante el montaje El Contratista debe prestar colaboración completa y sin restricciones al Interventor para practicar inspecciones continuas de los trabajos durante el montaje. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.3.9. perforado. aunque no necesariamente se limita a la inspección de corte. Además del ensamblaje previsto y antes de la limpieza el Contratista debe efectuar un ensamble preliminar en el taller para comprobar que las piezas arman perfectamente y no se han de presentar dificultades posteriores en el montaje.9. las cuales serán a costa del Contratista. 86 de 124 Manual de especificaciones . cualquier parte del suministro que no cumpla con los requisitos de estas especificaciones.

acabados. los requisitos de la edición del Standard Practice Code y/o la especificación NSR 98 y estas especificaciones. La superficie debe quedar limpia. indicando claramente para cada elemento y pieza las dimensiones. diámetro de pernos y tornillos. tornillería. FABRICACIÓN La fabricación de las estructuras se debe hacer de acuerdo con los planos.9. 2. Indicación clara de la localización y secuencia del montaje y de la marca de identificación que debe llevar cada conjunto o pieza que se envié suelta a la obra Elaboración de la lista de materiales correspondiente a cada estructura.2. indicando si es del caso. Estos planos deberán contar con la aprobación de la Interventoría.4. previa autorización del Interventor y mediante el empleo de guías mecánicas. Corte y preparación de las piezas 2. Se utilizará el oxicorte en el caso de láminas con espesores superiores a 13 mm de preferencia se utilizarán cizallas o sierras. Estos planos deben incluir toda la información necesaria para la fabricación de las estructuras del proyecto.1 Planos de Taller y de montaje El Contratista elaborara los planos de talles con base en los planos de diseño suministrados los cuales contienen la información básica necesaria para la elaboración para la elaboración de planos de taller.9. Pág. especificando claramente todas sus partes constitutivas así: • • • • Dimensionamiento de todos los elementos y piezas. soldaduras. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 87 de 124 Manual de especificaciones . lámina. Los cortes a las piezas de acero de menor espesor deben hacerse con cizalla. pernos de anclaje. 2. Los entrantes deben ser biselados y la longitud de los miembros deben respetar las tolerancias que se estipulan en el Estándar Practice Code -AISCFo que ordene el Interventor. Detalles de dimensiones de todos los perfiles.4.9. Preparará y suministrará al Interventor los pianos de taller y/o montaje. perfiles. tipo de electrodos. Preparara y presentara para aprobación las memorias y esquemas de diseño de elementos.4. peso parcial y peso total. (materiales. podrán cortarse con soplete únicamente en el corte automático. tipos de conexiones.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. platinas. peso unitario.). etc. conexiones y detalles no indicados. las sustituciones que el Contratista propone efectuar. sin rebaba ni bordes salientes o cortantes que no se puedan remover con cepillo o esmeril.

Los bordes que presenten asperezas.4.4.6 mm al diámetro nominal del perno que figure en el plano de construcción.9. 88 de 124 Manual de especificaciones .8 mm (1/32") en la longitud de las barras cuyos extremos de apoyo sean perfeccionados con medios mecánicos como cepilladores.6 mm (1/16") para piezas hasta de 9 m de largo y 3. Los huecos para pernos localizados cerca de dobleces deben hacerse después del doblaje. se admitirá una diferencia máxima en su longitud de 1. nudos o uniones abiertas. Cualquier rebaba que quede después del troquelado o taladrado debe ser removida con una herramienta adecuada antes de la pintura de la pieza. filos cortantes o cualquier irregularidad que pueda dificultar la fabricación y/o el montaje de las estructuras. La elaboración de perforaciones para los tornillos deberá hacerse mediante punzonado o taladro adecuado.4. Será admisible una variación de 0. Las distancias mínimas entre centros de pernos y entre centros de huecos y bordes de los elementos que conforman las conexiones deben con los requisitos y especificaciones de resistencia incluidas en las especificaciones del AISC.2 mm (1/8") para piezas con longitud mayor de 9 m entre las medidas del plano y las de las piezas fabricadas. para evitar su distorsión. se deben esmerilar. Elementos compuestos Pág. rebabas. Los huecos para inserción de pernos tendrán un diámetro mayor en 1. Queda prohibido hacer agujeros con soplete y agrandarlos con punzón Los huecos deben tener paredes cilíndricas. El cepillado para los bordes cortados de elementos con espesor mayor de 16 mm (5/8") debe hacerse en una profundidad no menor de 3 mm (l/8". sierras o esmeriles. Las superficies de apoyo de las vigas deben cepillarse después de ensambladas: no será permitido enderezarlas si están dobladas o presentan otras irregularidades.3. deben taladrarse con broca. Para estructuras que se conecten con otras sin entremos de apoyo perfeccionados. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Las barras completas no deben presentar torceduras.9. Tolerancias Las diferencias por defectos de alineamiento de las estructuras fabricadas y sometidas a esfuerzos de compresión no deben ser mayores de 1/1000 de la distancia entre puntos de soporte lateral. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. última edición. no se admite ensanchamiento irregular de los mismos. Si el espesor del material no resulta superior al diámetro nominal en más de 3 mm los huecos pueden ejecutarse por punzonado en caso contrario. 2.

el fondo de la que se deposite primero deberá ser rebajada por medios adecuados hasta el metal limpio.1. localizaciones. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Los elementos que deben ser preparados para la soldadura (biseles. deben rebajarse con esmeril. tipo de electrodos y demás detalles especificados en los planos de fabricación. El Interventor podrá rechazar cualquier pieza o elemento compuesto ensamblado que no cumpla con estos requisitos. usando electrodos del tipo de recubrimiento especial para soldar en todas las posiciones.4. Los excesos de soldadura que estorben para el correcto ensamblaje de las piezas. Pág. Uniones soldadas Los trabajos de soldadura y los materiales deben cumplir con los requisitos de la norma AWS D. etc. No se permitirá soldar hasta que se verifique esta preparación. antes de empezar la soldadura del otro lado. El Contratista debe hacer todas las soldaduras que se requieran ciñéndose a las dimensiones. Todas las piezas que componen un elemento deben ajustarse perfectamente a los alineamientos indicados en los planos y no pueden presentar torceduras. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.5. chaflanes. inclusiones de escoria. Después de cada paso de soldadura y una vez esté fría se removerá completamente toda la escoria que pueda haber quedado. irregularidades o cualquier otra falla. serán procesados con pulidora hasta lograr los grados adecuados de desgaste según el tipo de junta y procedimiento de soldadura aplicado.1. juntas abiertas. porosidad gruesa o cavidades.9. Los planos de taller deberán contener los tipos de junta a utilizar Las soldaduras que se requieran se deben hacer por el procedimiento de arco eléctrico. debidamente Las partes que deban soldarse con filete deberán ponerse en contacto tan estrechamente como sea posible. El contratista deberá indicar al interventor el tiempo para efectuar la correspondiente inspección. o que el metal de soldadura tienda a traslapar el de las piezas soldadas sin fusión adecuada. En las soldaduras a tope con penetración compleja. cuando deban realizarse por ambos lados. Los electrodos deben almacenarse en su empaque original y en hornos acondicionados según las indicaciones del fabricante.). a menos que se presente prueba evidente de que el procedimiento empleado permita obtener la fusión completa sin necesidad de este procedimiento. 89 de 124 Manual de especificaciones . En las juntas que presenten grietas. dobleces. las porciones defectuosas se recortarán o escoplearán y la junta se soldará de nuevo.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Soldadores Todos los soldadores deberán ser calificados para el material. 90 de 124 Manual de especificaciones .5. Aprobación y ensayos Hasta cuando el Interventor no haya aprobado todas las pruebas de inspección que haya estimado conveniente realizar en el taller. para que éste dé su aprobación al soldador o soldadores. el tipo y la posición de las soldaduras ejecutadas. Se entiende por suministro de tornillería completa.5 ALMACENAMIENTO El acero para la obra se debe almacenar en planta y en obra debidamente cubierto y sobre soportes o plataformas. el nombre y el cargo del examinador. el conjunto de tornillo.1. ya sea en el taller o en el sitio de las obras. El procedimiento. no se aceptara ningún elemento para el despacho al sitio de las obras. 2.1. Los certificados de calificación de los soldadores deben ser expedidos por instituciones reconocidas que dispongan del equipo adecuado para los exámenes y estén de acuerdo con los procedimientos de la norma AWS D 1.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 2. 2. tuerca y arandela. y entregarse debidamente enroscados. debe estar de acuerdo con los requisitos de la norma AWS D.9. Pág. La longitud de los tornillos deberá ser calculada en forma tal que después de puestos en el ensamblaje final de la estructura no sobren más de tres (3) filetes aproximadamente. Las vigas y perfiles estructurales deben colocarse con el alma en posición vertical. procedimiento y tipo de junta que vaya a ejecutar. en tal forma que no estén en contacto con el terreno con sustancias que provoque oxidación o deterioro.9. para que trabajen. así como las correcciones o sustituciones que deba hacer.4. el resultado de los ensayos destructivos y no destructivos y la fecha del examen. Uniones atornilladas Todos los tornillos deben ser probados con sus respectivas tuercas.9.1. reparación o reposición del elemento o elementos en los cuales la soldadura sea defectuosa.9. deben indicar el nombre del soldador.4. 2. de tal manera que cada tornillo lleve una arandela plana y la correspondiente tuerca. Los gastos causados por las pruebas de calificación serán por cuenta del Contratista. Los certificados de calificación deben ser presentados al Interventor. Serán por cuenta del Contratista todos los gastos referentes a la inspección radiográfica en el taller y en la obra.2. las técnicas y las normas de aceptación.5.4. El Interventor puede ordenar la corrección.1.6. teniendo en cuenta el espesor de las arandelas.

Pág. las superficies comienzan a oxidarse o a contaminarse. El almacenamiento debe hacerse de tal manera que no impida el desarrollo normal de las actividades de la obra. la grasa.9. 91 de 124 Manual de especificaciones .9. 2. Las superficies deben estar totalmente libres de humedad antes de ser pintadas. Se debe hacer énfasis en la limpieza de las juntas y conexiones soldadas. revestimiento y pintura. La pintura para acero estructural y demás elementos metálicos debe cumplir con lo definido más adelante en estas especificaciones. 2.6 ENSAMBLAJE EN TALLER La estructura ensamblada no debe acusar desviaciones de alineamiento mayores de L/1000 de su longitud. cepillo de alambre o cualquier otro método efectivo aprobado o exigido por la Interventoría. pintar como se indica a continuación. de manera tal que debido a una acumulación de material en forma incompatible con la secuencia que requiere el montaje. Limpieza El aceite. Todo el acero estructural que llegue a la obra debe ser almacenado y manejado por el contratista de tal manera que ninguna pieza llegue a estar sometida a esfuerzos que produzca deformaciones permanentes. se exigirá una limpieza inmediatamente anterior a la aplicación de la pintura. cada estructura y cada uno de sus elementos debe presentar un acabado perfecto en estricto cumplimiento en las dimensiones y alineamientos indicados en los planos y requeridos en estas especificaciones.2. mediante esencias minerales puras. Si en el intervalo entre la preparación de la superficie y la aplicación de la primera capa de pintura. El Contratista debe aportar todo el equipo para la limpieza. los compuestos protectores y toda la suciedad debe removerse de las superficies. 2. Después de la limpieza con los solventes las superficies de las estructuras se deben despojar de trazas de óxido.7 LIMPIEZA Y PINTURA 2. esmeril. mediante chorro abrasivo de arena. La limpieza final se debe hacer con estopas y disolvente limpios. escamas residuales del laminado y cualquier otra sustancia extraña.9. Las superficies ya pintadas se deben proteger apropiadamente en todo momento contra la oxidación o cualquier otro daño.7. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. nafta o gasolina blanca.1.7.9. Cualquier ajuste o corrección final debe hacerse con procedimientos aprobados por la Interventoría.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Alcance Las estructuras después del ensamble y Ia inspección en el taller se deben limpiar.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 92 de 124 Manual de especificaciones . Una capa de pintura anticorrosiva a base de Cromato de Zinc amarillo (3. Anticorrosivo epóxico: 3 mills por ejemplo 137008 de Superprotec o similar 2. debidamente sellado y con los rótulos y marcas propios del fabricante. grado comercial b. Dos capas de acabado en esmalte sintético Pintuco o similar Espesor total mínimo de 4.0 mills (DFT) una capa aplicada en taller y la final en obra Además de las instrucciones contenidas en estas especificaciones.Limpieza SSPC – SP6. A todas las superficies correspondientes a vigas y riostras se les debe aplicar el proceso de limpieza y pintura en el siguiente orden: a.Sistema epóxico: 1.. Anticorrosivo epóxico: 3 mills por ejemplo 137008 de Superprotec o similar A las superficies de las estructuras diferentes de columna. grado comercial b. No se aplicará pintura cuando la humedad o la temperatura ambiente excedan los limites permitidos por el fabricante. El color o colores para aplicar a las diferentes superficies serán los indicados por el Interventor. 2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.. 3. Los recipientes permanecerán cerrados hasta el momento de aplicarse la pintura.Sistema epóxico: 1.9. A todas las superficies correspondientes a columnas se les debe aplicar el proceso de limpieza y pintura en el siguiente orden: a.Limpieza SSPC – SP6.Limpieza SSPC – SP6.. Las capas de pintura que se apliquen deberán quedar uniformes y libres de burbujas. Aplicación de la pintura Todas las pinturas preparadas y empacadas en fabrica deben ser enviadas al sitio de la obra en su recipiente original. grado comercial b.0 mills) aplicada en taller c. Se lijarán las superficies que después de aplicada la primera mano de pintura presenten burbujas o imperfecciones. Capa de acabado: 2 mills por ejemplo serie de Superprotec color a definir por la Interventoría.3. el Contratista debe cumplir con las instrucciones del fabricante de la pintura y las instrucciones del Interventor. manchas o señales de cerdas las capas se aplicarán en Pág. vigas y riostras se les debe aplicar el proceso de limpieza y pintura en el siguiente orden: a.7. poros. Capa de barrera: 2 mills por ejemplo 233710 de Superprotec o similar. La pintura se aplicará por aspersión con elementos en condiciones óptimas de servicio y utilizando personal entrenado.

Los daños a la pintura que resulten en pérdida de la capa de pintura hasta el punto de dejar expuesto el acero y que se causen durante las operaciones de fabricación. No se permitirá verter sobrantes de pintura en las cañerías del sitio de la obra. deben manejarse con cuidado de tal manera que la pintura se conserve en la mejor condición posible. transporte. debe ejecutarla el Contratista a su costo. Las superficies que no requieran pintura de taller se deben proteger con una capa de un componente aprobado por la Interventoría para evitar la oxidación. cantidad suficiente pero no excesiva para tapar las superficies y de tal manera que se pueda obtener un acabado resistente y de primera calidad.9. No se permitirá el uso de una pintura que haya formado una capa seca superficial que pueda suponer una alteración apreciable de la composición de fábrica.4 DEFECTOS Y DETERIORO Los defectos tales como variaciones excesivas en el espesor de la capa de pintura. Previamente al envió a la obra se requiere una inspección final de pintura por parte de la Interventoría. Todas Las áreas de pintura de fábrica que estén defectuosas o que hayan sido dañadas deben limpiarse hasta el metal de base y repintarse antes de proceder a la pintura final. La mezcla de las pinturas se hará por medios mecánicos Antes y durante la aplicación de las pinturas éstas deben agitarse en sus recipientes en forma suficiente para mantener los pigmentos uniformes y evitar sedimentos. Se deben cumplir las normas pertinentes del "Steel Structure Painting Council" (SSPC) y del "American Institute of Steel Construction" (AISC) Las superficies metálicas que hayan sido pintadas en fábrica. Las capas de pintura seca que se formen en la superficie de los recipientes deberán desecharse. No se podrá aplicar una capa de pintura hasta que la anterior no se haya secado. Todos los sobrantes deberán retirarse del sitio de la obra después de terminado el trabajo. 2. La limpieza y pintura de las áreas o elementos con pintura defectuosa. constituyen causa suficiente para que las piezas afectadas sean rechazadas. aspereza excesiva.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 93 de 124 Manual de especificaciones .7. La pintura aplicada en tales áreas debe ser del mismo tipo usado en la pintura original de fábrica. falta de adherencia al acero y otros defectos que en opinión del Interventor indiquen que la protección no ha sido aplicado en forma satisfactoria. El Interventor puede Pág. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. manejo o montaje son causa suficiente para que las piezas afectadas sean rechazadas. Una vez terminada la pintura se deben almacenar las estructuras en un sitio adecuado hasta el momento de enviarlas a la obra.

los despachos deben agruparse ordenadamente de acuerdo con las marcas establecidas para facilitar el montaje.8. Pág. transportarse y descargarse en forma ordenada.8. Marcas Las marcas estarán de acuerdo a la Norma ASTM correspondiente.9. 2.5.9. Aceptación de la Estructura fabricada El envió al sitio de la obra de cualquier elemento de la estructura terminada en el taller requiere la autorización previa del Interventor. El Contratista debe reemplazar o corregir a su costo cualquier material que pueda sufrir pérdida o daño durante el transporte o descargue. Toda la identificación debe conservarse hasta la inspección de la estructura montada en la obra.1. 94 de 124 Manual de especificaciones . Cada caja.8.7. exigir al Contratista pruebas a la pintura conforme a las normas ASTM para la aprobación de esta labor. Con el fin de asegurar una adecuada identificación durante el montaje. 2. MARCADO. Las marcas utilizadas para identificar los elementos en los planos de montaje y de detalles deben coincidir con las estampadas en los correspondientes elementos. y no debe colocarse directamente sobre la superficie del terreno. Generalidades Todo envió de la estructura metálica al sitio de la obra debe cargarse. Después de lo cual deberá ser retirara por el contratista sin costo alguno para la obra. 2.2.9.9. todas las piezas del suministro y cada uno de los miembros de las estructuras debe identificarse mediante una marca estampada en el acero. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. bulto o paquete que contenga piezas sueltas pequeñas que no puedan marcarse individualmente. Los planos de montaje deben indicar claramente la posición de cada uno de los miembros de la estructura mediante la posición correspondiente. Los miembros con una mismo número de montaje debe ser iguales e intercambiables.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. DESPACHO Y TRANSPORTE 2. deberán llevar una tarjeta que indique claramente las marcas que corresponden a las piezas que contiene. Así mismo.

9. transpone y descargue. tuerca 7 contratuerca. tuercas. deberán ser empacados separadamente en cajas cuyo peso no disminuya su maniobrabilidad en obra. plomos y Pág. 2. 95 de 124 Manual de especificaciones . herramientas y equipos a utilizar Este trabajo incluye el transporte. del suministro en los patios de almacenamiento temporal y la erección e instalación final de las estructuras en el sitio. Cada tornillo debe suministrarse ensamblado con su correspondiente arandela plana y tuerca. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.3. Las listas de embarque deben contener una relación detallada de la tornillería que corresponde a cada módulo o unidad de transporte. 2. de acuerdo con la localización. orientación. El contratista presentara un procedimiento de montaje indicando la secuencia detallada de instalación de las partes de la estructura así como la colocación de arriostramientos y apoyos temporales necesarios. elevaciones. alineamientos. cada perno de anclaje debe suministrarse con su arandela plana.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Las piezas cuya longitud sea mayor de 2 metros deben llevar marcas adecuadas en los dos extremos.9 MONTAJE 2. ángulos de tamaños menores o accesorios. cubriendo sus roscas con un lubricante que les proteja. Cada estructura se montara.1 Generalidades El Contratista debe hacer el montaje completo de todas las estructuras como aquí se especifica. De la misma manera.8. perfiles y todos los elementos mostrados en los planos de taller y de montaje. el manejo. además de la tuerca de nivelación. Cada bulto deberá contener miembros que correspondan al mismo elemento o módulo y deberá atarse en forma segura con por lo menos tres (3) flejes (o sunchos) aplicados bajo tensión y con la resistencia suficiente para que los bultos se mantengan bien atados durante el proceso del cargue.9. dimensiones.9. la colocación de todos los componentes. Ensamblaje y transporte Todos los elementos de estructuras metálicas se deben empacar apropiadamente de manera que se eviten daños durante el transporte. arandelas o similares se deben empacar en cajas de madera completamente zunchadas identificadas por diámetro y longitud El empaque de los elementos debe prevenir la oxidación. Los elementos pequeños como pernos.9. No se aceptará cambio en el sistema de marcado. los elementos estructurales largos se deben amarrar en grupos de iguales características Las platinas de tamaño irregular. Los sobrantes se relacionaran por separado. Los miembros estructurales se unirán temporalmente con un número suficiente de tornillos que garantice su estabilidad mientras se alcanzan los alineamientos.

pórticos. Tales métodos están sujetos a la aprobación de la Interventoría. se debe realizar en la forma que el Contratista. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. El Contratista debe también suministrar todas las salidas y extensiones de cable eléctrico para conectar a las tomas de energía requerida en la realización de su trabajo.9.9. toda vez que se garantice la estabilidad de las mismas en su posible posición definitiva se procederá a colocar el mortero sin contracciones (grouting). soportes de montaje.9.2 Equipos del Contratista Entre los equipos a suministrar por el Contratista. poleas. debe montarse en el suelo conjuntos de piezas. Cada vez que sea posible. hornos de secado para electrodos. 2. las herramientas y el equipo que se requieran para llevar a cabo el trabajo como aquí se especifica. Una vez logrados se dará el ajuste final en todas las uniones. El Contratista suministrará toda la mano de obra. El proponente deberá especificar en su propuesta la energía requerida para el desarrollo normal de sus actividades. elevadores manuales o eléctricos. 96 de 124 Manual de especificaciones . si de esta manera se facilita su erección. firmeza y seguridad de todos los elementos por conectar y para tal fin deberá colocar los contravientos. cuñas y puntales necesarios y mantenerlos en posición hasta que se hayan ejecutado las conexiones definitivas o cuando la estructura ya no los requiera. compresores. cables de manila y de acero. geometría definitivos. incluyendo grúas. los combustibles para el equipo y los demás elementos de consumo que sean necesarios para la erección de las estructuras metálicas y la realización de las obras metálicas misceláneas. equipos de oxigeno acetileno.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. equipos de soldadura eléctricos y a gasolina.9. gatos hidráulicos y de tornillo. Pág. El montaje. las soldaduras y la colocación de pernos. con la aprobación de la Interventoría considere más rápida y eficiente para cumplir con el programa de construcción general de la obra. equipos para pintura de campo y todas aquellos elementos que el Contratista necesite para un eficiente montaje. El Contratista es responsable del alineamiento nivelación verticalidad. electrodos todo el equipo para los soldadores. 2. se deben incluir las herramientas necesarias para el montaje. Se deberán adoptar todas las precauciones necesarias para evitar que los miembros de una estructura se sometan a cargas mayores de las previstas o a inversión de esfuerzos ocasionados por el manejo y/o izaje durante su montaje.3 Métodos de erección El Contratista debe llevar a cabo su trabajo por los métodos más económicos y seguros que le permitan cumplir con las especificaciones y los planos. Las columnas se colocarán sobre los pedestales de concreto y se nivelarán a su elevación proyectada por medio de placas o láminas de acero.

9. Debe suministrar por su cuenta todas las cuñas de acero y los demás materiales que se requieran para soportar adecuadamente las bases mientras se coloca el mortero de nivelación. Pág.Grouting El Contratista debe colocar y fijar con mortero sin retracción bajo todos los pernos de anclaje y las bases de las columnas. Todas las piezas se considerarán plomadas o niveladas cuando la desviación no sea superior al 1:500. el espacio que éste vaya a ocupar debajo del acero debe estar completamente limpio. riostras y entramados provisionales que se requieran durante la erección serán suministrados y removidos por el Contratista a sus expensas. El arriostramiento deberá mantenerse por todo el tiempo que la seguridad lo exija. Todas las tuercas deben apretarse hasta obtener la tensión de servicio especificada para los pernos según la norma ASTM A325. incluyendo las del equipo de montaje y las que originan la operación de éste. 2. Todos los pernos y pasadores de montaje. El mortero de nivelación debe inyectarse a presión. 97 de 124 Manual de especificaciones . El Contratista debe suministrar todas las cubiertas provisionales necesarias para los pisos durante el montaje.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Al tiempo de colocar el mortero. ligeramente superiores a las mínimas requeridas. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.5 Empalmes y conexiones en el sitio El ensamble de las conexiones se debe llevar a cabo de acuerdo con las especificaciones de la ASTM para el ensamble de juntas estructurales por medio de pernos de acero de alta resistencia (Specificacion for Structural Joints using ASTM A325 or A490 Bolts).6 Aplomo y nivelación Las estructuras deben plomarse y nivelarse cuidadosamente. El Contratista debe hacer todas las conexiones en el sitio como se detallan y especifican en los planos de fabricación y montaje y las presentes especificaciones. Las llaves de torsión deben fijarse para que produzcan tensiones. y libre de humedad excesiva.9. hasta que todo el espacio disponible quede completamente lleno.9.4 Morteros para nivelación .9.9.9. 2. Deben colocarse riostras y puntales provisionales donde quiera que se necesiten para resistir todas las cargas a que puede estar sujeta la estructura durante su erección. 2. vientos.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Pág.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 98 de 124 Manual de especificaciones .

En zonas peatonales podrá reducirse a 30 centímetros. G. Las uniones se harán mediante soldadura PVC. schedule 40 para presiones de trabajo de 150 PSI. Pág. aunque las superficies se encuentren aparentemente limpias. Las tuberías no se deben incrustar en concretos que contengan acelerantes ó agregados ó bloques de escoria. La presión de prueba será de 150 PSI por lapso no menor a dos horas. Las tuberías colgantes se anclarán mediante el uso de abrazaderas. Las tuberías y accesorios deberán cumplir las normas ICONTEC para su construcción e instalación. La prueba del ramal no se hará antes de 24 horas de la soldadura de las uniones. Las tuberías embebidas en las placas construidas con cemento Portland deben ir rodeadas de por lo menos tres centímetros de concreto y no deben estar en contacto físico con ningún otro elemento metálico. En caso de presentarse fuga en un accesorio ó tramo. Todas las tuberías y accesorios deben protegerse contra la corrosión. 3 ESPECIFICACIONES GENERALES PARA LA INSTALACIÓN DE REDES HIADRÁULICAS.2 TUBERIA Y ACCESORIOS PVC PRESION (PVCP) Las instalaciones en este material tendrán las siguientes características: Se utilizará tubería y accesorios PVC presión RDE 21 para diámetros de 1” y superiores. La tubería subterránea para zonas vehiculares deberá dejarse como mínimo a una profundidad de 60 centímetros a la clave. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Durante la etapa constructiva todo extremo abierto debe permanecer taponado.) Las instalaciones en este material tendrán las siguientes características: Se utilizará tubería y accesorios de H. La tubería y accesorios deben cumplir con las normas ICONTEC 14. Antes de aplicarse la soldadura se limpiará el extremo del tubo y la campana del accesorio con limpiador removedor. RDE 11 para diámetros de ¾” y RDE 9 para diámetros de ½”. Tuberías por concreto: En las placas en concreto las tuberías se deben instalar por canales adecuadamente cubiertos para permitir el acceso a la tubería con el mínimo de daños a la misma. Las uniones serán de rosca y se sellarán con pegante eterna o similar. evitándose rellenar con arena y otros materiales que no permitan una buena compactación. 332 y 1189. El relleno de la zanja deberá estar libre de rocas y objetos punzantes. El fondo de la zanja será una cama de recebo de 10 centímetros de espesor y deberá quedar completamente liso y regular para evitar flexiones de la tubería.1 TUBERÍA Y ACCESORIOS EN HIERRO GALVANIZADO (H. 3.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. este deberá ser reemplazado por otro nuevo. 99 de 124 Manual de especificaciones . G. 3. Y SANITARIAS.

En los sitios donde sea necesario atravesar vigas de cimentación. 3. este deberá ser reemplazado por otro nuevo. En general para su instalación se seguirán las recomendaciones de unión al calor que aparecen en los catálogos de los fabricantes.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Las tuberías colgantes se anclarán mediante el uso de abrazaderas. Pág. Las tuberías verticales por muros deberán ser recubiertas con pañete de espesor mínimo de dos centímetros. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. La colocación de estos pases debe consultarse con el ingeniero calculista y deberá ser aprobada por el interventor. vigas estructurales ó muros de contención deberán dejarse pases en tuberías de mayor diámetro ó recubrir la tubería con material blando que la proteja y aísle de los esfuerzos estructurales.4 TUBERIAS Y ACCESORIOS PVC SANITARIA Y LIVIANA Las instalaciones en este material tendrán las siguientes características: Deberán cumplir con las normas ASTM 26665-68 y CS 272-65 y con las normas ICONTEC. Las tuberías y accesorios deberán cumplir las normas ICONTEC para su construcción e instalación. Se colocarán sobre una capa de arena ó recebo libre de piedras ó elementos agudos. 100 de 124 Manual de especificaciones . La prueba del ramal no se hará antes de 24 horas de la fundición de las uniones. evitándose rellenar con arena y otros materiales que no permitan una buena compactación.3 TUBERIA Y ACCESORIOS EN POLIPROPILENO El proponente podrá utilizar este material para las redes de agua a presión. En la unión del tubo y accesorio debe quedar un delgado cordón de soldadura. En zonas peatonales podrá reducirse a 30 centímetros. Las tuberías que van por debajo de las circulaciones vehiculares y de objetos pesados deben enterrarse a una profundidad mínima de 100 centímetros. En caso de presentarse fuga en un accesorio ó tramo. El fondo de la zanja será una cama de recebo de 10 centímetros de espesor y deberá quedar completamente liso y regular para evitar flexiones de la tubería. 3. Los extremos de la tubería y el interior de los accesorios se limpiarán previamente con limpiador PVC aunque aparentemente se encuentren limpios y luego se procederá a unirlos con soldadura PVC ó similar. En general para su instalación se seguirán las recomendaciones que aparecen en los catálogos de los fabricantes. La tubería subterránea para zonas vehiculares deberá dejarse como mínimo a una profundidad de 60 centímetros a la clave. El relleno de la zanja deberá estar libre de rocas y objetos punzantes. Las instalaciones en este material tendrán las siguientes características: Se utilizará tubería y accesorios en polipropileno para diámetros de 1” y superiores La presión de prueba será de 150 PSI por lapso no menor a dos horas. Después de efectuarse la unión deberá dejarse estático el ramal durante quince minutos y no se podrán efectuar pruebas antes de 24 horas.

Debe cumplir con lo determinado y regulado por la norma NSR-98. Al incrustar la lámina en concreto. Las válvulas de bola serán tipo CIM-20 ó INSA. etc. Las válvulas de 3” ó inferiores que irán en las redes de distribución serán de cuerpo total en bronce. Estas válvulas tendrán especificaciones de trabajo de 180 PSI. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Las bajantes y redes colgantes de desagües se llenarán paralelamente con su prolongación y no se desocuparán hasta tanto no se hayan terminado la mampostería y los pañetes. 3. ITAP. Los quiebres de las esquinas se harán con máquina dobladora. para luego repetir la operación de prueba. La transición con otros materiales se hará mediante adaptadores.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. PRUEBAS Prueba de desagües: Antes de cubrir todas las arañas. Las uniones de los tiros se harán con un traslapo mínimo de un centímetro.5 LAMINA GALVANIZADA Las uniones serán soldadas y grapadas. Se utilizará soldadura de estaño. En el espacio libre se empleará estopa debidamente apisonada hasta que cubra las dos terceras partes de la campana del accesorio respectivo. cromada del tipo levantable. accesorio ó unión de tubo con accesorio. Prueba red de suministro: Todas las redes se mantendrán en estado permanente de prueba hasta el montaje de los aparatos. Las uniones serán roscadas. En caso de presentarse fugas en la tubería. En los tanques altos se instalará un flotador tipo Helbert del diámetro que se indica en los planos.) de 4” serán en cuerpo total de hierro y asiento en bronce. se probarán llenándolas con una columna de agua de 2 metros. 101 de 124 Manual de especificaciones . cheques. En general para su instalación se debe cumplir con las recomendaciones contenidas en los catálogos de los fabricantes. 3. este deberá desmontarse y reemplazarse por uno nuevo. El resto se llenará con mortero 1:3 impermeabilizado hasta quedar a nivel con el resto de la campana.6 VALVULAS 3.6. No se permitirá ningún otro tipo de doblez. se deben seguir las recomendaciones de la norma NSR-98. Pág. con uniones roscadas. Las válvulas que queden incrustadas en los muros llevarán al frente una tapa metálica de 20 x 20 cms. Las válvulas de paso directo serán tipo cortina red white ó kitz.1 VALVULAS PARA LAS REDES GENERALES DE DISTRIBUCIÓN Las válvulas (registros.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 102 de 124 Manual de especificaciones . Pruebas de flujo: Antes de montar los aparatos se deberán efectuar pruebas de flujo de agua tanto en las redes de agua potable como en la red de suministro de aguas lluvias y la red de desagües. El costo de las pruebas correrá por cuenta del constructor. Pág.

accesorios. Pág. Ejecución: Para impedir infiltraciones.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. necesarias para la instalación dentro del tanque de aguas lluvias. en lámina negra de 3/16” de espesor.4 CONEXIONES A TANQUE SUBTERRANEO Descripción: Comprende este ítem la mano de obra. las tuberías en hierro galvanizado que crucen las paredes del tanque estarán provistas de arandela en forma cuadrada.. 103 de 124 Manual de especificaciones . válvulas y niples en unidades (UN). etc. Se instalarán los pases necesarios para la conexión del sistema eléctrico.6. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. tuberías. soldada al tubo y con lado no menor de tres veces el diámetro de la tubería. La tubería se medirá y se pagará en metros lineales (ML) y los accesorios. equipo y herramientas. Medida y forma de pago: Se medirá y pagará la conexión al tanque de agua después de ser revisada y aprobada por la interventoría. Materiales: Tubería y accesorios de hierro galvanizado estarán indicados en los planos de instalaciones hidráulicas y sanitarias. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 3. válvulas. herramientas. Las cantidades de obra estarán consignadas en el listado emitido por el diseñador hidrosanitario. El costo incluye materiales. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato.

uniones flexibles. equipo y herramientas. cheques. herramientas. La tubería se medirá y pagará por metros lineales (ML) y los accesorios. Conexiones hidráulicas y eléctricas respectivas. El costo incluye materiales. Los equipos estarán montados sobre una base de tipo antivibratorio que se ejecutará según las recomendaciones del proveedor del equipo.6. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. accesorios. 104 de 124 Manual de especificaciones . registros. Las cantidades de obra estarán consignadas en el listado emitido por el diseñador hidrosanitario. etc.7 CUARTO DE BOMBAS Descripción: Comprende este ítem la mano de obra. Se incluye recirculación y rebose de tanque bajo. tuberías. Pág. Ejecución: Se utilizará tubería y accesorios de hierro galvanizado. copas y flotadores por unidades (UN). Medida y forma de pago: Se medirá y pagará el cuarto de bombas para agua potable después de ser revisado y aprobado por la interventoría. Tableros eléctricos. 3. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución.. manómetros.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Materiales: Tubería y accesorios de hierro galvanizado estarán indicados en los planos de instalaciones hidráulicas y sanitarias. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. El cuarto de bombas tendrá las dimensiones mínimas establecidas en los planos hidráulicos para una fácil maniobra dentro de él y para el correcto funcionamiento de los equipos. En cada una de las succiones y descargas de las bombas se instalará una unión flexible. bridas. válvulas. necesarias para la instalación dentro del cuarto de bombas de agua potable. En el cuarto se ubicarán los siguientes accesorios: Bombas para el sistema de aguas lluvias. Tanque hidroacumulador. La localización de los equipos buscará reducir al máximo los niveles de ruido y vibración.

REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. herramientas. 105 de 124 Manual de especificaciones . lavaplatos. tuberías. lavado de ductos ó llaves de manguera.11 PUNTOS HIDRAULICOS DE AGUA POTABLE Descripción: Comprende este ítem la mano de obra. duchas. 3. etc. El costo incluye materiales. Para el control de los golpes de ariete por sobrepresiones en las redes de distribución interior se instalarán recámaras de aire en los puntos hidráulicos. Ejecución: Se empleará tubería y accesorios de PVCP ó en Polipropileno.6. Medida y forma de pago: Se medirá y pagará los puntos de agua fría después de ser revisados y aprobados por la interventoría. Los puntos de agua fría se medirán y pagarán por unidades (UN) ya sean aparatos sanitarios. necesarios para la instalación de agua fría desde la salida de los registros de utilización hasta la tee de salida del muro. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. válvulas. tapones de PVCP ó HG. equipo y herramientas. accesorios.. Las cantidades de obra estarán consignadas en el listado emitido por el diseñador hidrosanitario. pocetas. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. Los tapones para protección de bocas se incluyen como unidad adicional. Se incluyen los puntos de agua fría potable y aguas lluvias en aparatos sanitarios. Pág. Materiales: Tubería y accesorios de PVCP ó Polipropileno según los planos de instalaciones hidráulicas y sanitarias. Se incluye la red de distribución desde los registros de control en cada unidad sanitaria hasta la conexión a las griferías.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.

que hubieran podido quedar dentro del mismo.6. madera. producto del proceso de instalación. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Pág. etc. El costo incluye materiales. Medida y forma de pago: Se pagará por unidad (UN) el lavado de los tanques después de ser revisados y aprobados por la interventoría. herramientas. etc. 106 de 124 Manual de especificaciones . Ejecución: Antes de llenar los tanques se deberá retirar cualquier tipo de impurezas. materiales..20 LAVADO DE TANQUES Descripción: Comprende este ítem la mano de obra. tierra.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. equipo y herramientas. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. Se procederá al lavado con agua a presión y se escurrirá cuidadosamente verificando que las tuberías no estén obstruidas.. necesarios para el lavado de los tanques de almacenamiento de agua potable. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. 3. Las cantidades de obra son las consignadas en el listado emitido por el diseñador hidrosanitario Que hace parte integral de este documento.

será un equipo que tenga tanque hidroacumulador. Disminución máxima del numero nominal de revoluciones: 20% con carga nominal. Caudal: Cabeza dinámica total: Presión en la descarga: Cabeza neta de Succión disponible: Diámetro mínimo de Tubería de succión: Diámetro mínimo de Tubería de descarga: Diámetro mínimo en La flauta de descarga Motobombas: Las bombas serán centrifugas de eje horizontal para 3. EQUIPO DE PRESION PARA SUMINISTRO Características: Será un sistema que garantice el apagado de la bomba cuando la demanda sea nula. Capacidad hasta de un 5% en las oscilaciones de tensión. Tensión conmutable de 220 a 240 V Capacidad de reducción de tensión de hasta en un 15% de la tensión nominal. Las bombas y el motor irán montados sobre una base rígida antivibratoria. para el 100% del caudal total cada una. Variaciones del par de arranque: . sin disminución de su potencia nominal. 107 de 124 Manual de especificaciones .22 EQUIPO DE PRESION Descripción: Equipo de presión necesario para la red de agua fría. Capacidad admisible de sobrecarga de 1. Los motores serán eléctricos del tipo jaula de ardilla a prueba de humedad y con las siguientes características: Pintura exterior especial para protegerlo de la corrosión. Los pernos de anclaje se ajustarán Pág. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.6. tendrán un acoplamiento flexible y estarán balanceadas dinámicamente. El proponente deberá constatar en obra el espacio disponible para su instalación.15% y + 25% par de arranque garantizado. Por lo tanto. 3.5 veces la corriente nominal durante 60 seg.600 RPM y se fraccionarán en dos unidades.

se conectará a ambos sistemas el total de la carga instalada y para efecto del cálculo de protecciones y controles. se tomará el 100% de la carga que está en posibilidad de funcionar. Se escogerá entre las marcas: Siemens. • Lámpara de señalización para indicación del disparo del rele térmico. de acuerdo con su potencia nominal y a las recomendaciones del fabricante. Pág. Conexión eléctrica: Las motobombas se alimentarán tanto del sistema normal como del sistema de emergencia en caso de que éste último exista. El tablero de control para el equipo de bombeo constará de las siguientes partes: Armario metálico en lamina Cold Rolled calibre 16 sometida al proceso de bonderización y fosfatado para evitar la corrosión y lograr la máxima adherencia de la pintura. ASEA. Las convenciones a usar para lámparas y pulsadores serán: Rojo: Peligro inminente. Telemecanique. Sistema de señalización y control para cada motor con los siguientes elementos: • Pulsador para arranque y parada de los motores. Un interruptor automático termomagnético totalizador y un interruptor automático termomagnético independiente para cada motor para protección y desconexión general de los equipos. las cuales deberán garantizar el paso máximo de corriente consumida por los motores. El tamaño y capacidad se calcularán con base en la potencia del equipo conectado y de acuerdo con la tabla 430-152 del código NEC y de los artículos que sobre él hagan referencia. • Lámpara de señalización para funcionamiento normal. Poseerá puerta.25 del valor de la corriente nominal del motor. Arrancadores de motores mediante conexión directa ó arranque en estrella-triángulo. Se escogerá entre las marcas: Siemens. ó más se utilizará el arranque estrella triángulo.. • Pulsador para reposición del rele térmico. G. Klocker Möeller. G. Amarillo: Precaución y atención. 108 de 124 Manual de especificaciones . REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. E.P. A. Los contactores se seleccionarán para corrientes inductivas y trabajarán al 80% de su capacidad nominal y los reles térmicos de sobrecarga serán máximo de 1.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Telefunken. En general para motores de 10 H. para evitar que las patas y la carcaza queden sometidos a esfuerzos internos de flexión. chapa con llave y espacio para alojar los elementos de control. Telefunken. para garantizar el desgaste parejo de los equipos. señalización y operación. • Un switch para seleccionar la operación manual ó automática de los equipos. A. E. Tendrá borneras para la acometida de fuerza. uniformemente. Simultáneamente la acometida al tablero de control del equipo de bombeo se calculará de acuerdo con el artículo 430 del código NEC y se sujetará al tamaño de conductores y tubería conduit. AAB. el acabado final será en esmalte horneado de color azul marino.

A. Capacidad de corriente a 125 voltios: 7 Amp. los cheques serán marca Helbert. Se usarán aparatos de hierro móvil. conmutador de fases). Manómetro para medición hasta ___ metros de columna de agua. La presión de prueba debe ser de ___ PSI. Boquilla para la inyección de aire. Vida útil: 10 millones de maniobras Conector de conexión: Máximo No 14 AWG Los aparatos de señalización y control se escogerán entre las siguientes marcas: Siemens. descargas y flautas serán marca Red White. amperímetro. 60 Hz. clase de exactitud 1. Se pueden usar pulsadores dobles de mando con indicador luminoso incluido ó pulsadores independiente del tipo botón. Los pulsadores deben tener las siguientes características: Capacidad de corriente a 220 voltios: 7 Amp. Accesorios: Cada proponente diseñara los elementos propios de su sistema. Verde: Azul: Funcionamiento normal (Sin peligro) Información especial. Tanques Hidroacumuladores: Se instalará un tanque hidroacumulador que debe cumplir por lo menos las siguientes características: Volumen total de tanques = Volumen total de regulación (ó bolsa total) = La presión de trabajo será de __ metros de columna de agua. Capacidad de corriente a 380 voltios: 6 Amp. Así mismo. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. E. Klockner y Möeller. Las cantidades de obra son las consignadas en el listado emitido por el diseñador hidrosanitario.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 109 de 124 Manual de especificaciones .5. Pág. El precio al que se pagará será el consignado en el contrato. G. Los registros de succiones. se proveerá un manómetro para ser instalado en la acometida antes del paso directo. Medida y forma de pago: Se medirá y se pagará en unidades (UN). El costo incluye equipo y herramientas. Aparatos de medida (Voltímetro. mano de obra y transporte necesarios para su ejecución. acogiéndose a lo especificado en las condiciones generales. tipo cuadro para montaje vertical. La descarga de cada motobomba tendrá un manómetro para la lectura hasta 150 PSI y carátula de por lo menos 8 cms de diámetro. Que hace parte integral de este documento. Telefunken y General Electric.

1. 4. Todos los elementos propensos a la corrosión deben ser galvanizados con técnicas apropiadas. condiciones y requisitos aplicables en los diseños y construcción de las redes de baja tensión 208-120 Voltios para la iluminación del Parque Central del Municipio de Castilla La Nueva. PINTURA Y SOLDADURA. siguiendo normas y procedimientos que garanticen la correcta ejecución de los trabajos de acuerdo con las normas vigentes y el nuevo Reglamento Técnico de Instalaciones Eléctricas . En cumplimiento del Artículo 2° del RETIE.P.P.1 RESPONSABILIDAD DEL CONSTRUCTOR.1.S.S. ESPECIFICACIONES GENERALES PARA LA INSTALACIÓN DE REDES ELÉCTRICAS. se exigirá como mínimo que el fabricante si tenga el Certificado de la Gestión de la Calidad según norma ISO 9001 versión 2000.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. expedido por un organismo certificador que esté acreditado por la Superintendencia de Industria y Comercio. Las obras se realizarán de acuerdo con este diseño el cual deberá estar aprobado por la Electrificadora del Meta S.3 GALVANIZADO. 4.A E. En esta sección se consignan las especificaciones técnicas generales. GENERALIDADES.A E. 4. ante la autoridad competente y será su responsabilidad el suministro de materiales y el transporte para el personal y los materiales. 4. Si algún material requerido no tiene esta certificación en el país. ILUMINACIÓN ARTIFICIAL E INSTALACIONES ELÉCTRICAS ESPECIALES. El Constructor gestionará todos los permisos y licencias requeridas para la Construcción de las obras.RETIE.1. de todas formas el galvanizado debe cumplir con las prescripciones de la publicación ISO 1459: "Metallic 40 against corrosion by hot dip galvanizing-Guiding principles". 4. Es responsabilidad del Constructor el replanteo y la construcción de las redes de energía.2 CERTIFICADO DE CONFORMIDAD DE LOS PRODUCTOS. 4. 4.1 ESPECIFICACIONES TECNICAS GENERALES. 110 de 124 Manual de especificaciones . REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Pág. todos los materiales a utilizar deberán tener certificado de conformidad del producto con el RETIE.4 NORMAS Y PLANOS. Se tendrá en cuenta la normatividad dada por la Electrificadora del Meta S.1.

ANSI 54-1.S. Los criterios de diseño de las redes de distribución de este proyecto tomaron como referencia las normas de construcción de la Electrificadora del Meta S. 2076 o con recubrimiento electrolítico según Norma ICONTEC 2150. La característica constructiva de estos postes debe ser tenida en cuenta. NTC-2050. Se deberán construir en hierro y deben suministrarse con recubrimiento de protección a la corrosión para su trabajo en el medio ambiente. Serán centrifugados o pretensados y de las siguientes referencias: Postes de concreto de 12 m para redes de media tensión.3 Crucetas.A E. Los postes de concreto utilizados deberán acogerse a la norma 1329 del ICONTEC. Pág. En éste proyecto se utilizan. Tipo pín 13. Las dimensiones de las crucetas serán las indicadas en los planos. el Constructor debe actualizar los planos de construcción y editar una revisión denominada “tal como se construyó” o “as built”.2. así como la capacidad de ruptura de acuerdo con lo indicado en los planos. 111 de 124 Manual de especificaciones . Deben estar libres de rebabas. filos agudos y superficies irregulares.4 Aisladores.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 4. Se utilizaran crucetas metálicas de 2 metros las cuales están indicadas en los planos.2 ESPECIFICACIONES GENERALES. De igual manera se instalarán postes metálicos de 4. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 4.1 Postes y estructuras.2. Una vez finalizadas las obras. Se deberá utilizar aisladores tipo pin o tipo disco dependiendo del tipo de estructura.2 KV Tipo tensor 3½” ANSI 55-4.P y otras normas aceptadas (Normas ICEL.2 Cables. 4.5 y 9 metros para el soporte de las luminarias diseñadas.2. 4. RETIE). 4. éste será galvanizado en caliente según la Norma ICONTEC 2617. Para el cableado de la red subterránea se tomará como referencia las condiciones estipuladas en el artículo 17 numeral 1 del RETIE.2. que incluye todas las modificaciones hechas en obra.

El Constructor deberá instalar la varilla con conector tipo cuña o de compresión en cobre o aleación de cobre que cumpla con la norma ANSI/IEEE-837.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.2 Características Eléctricas del Sistema. varillas y soldadura exotérmica.4 Normas de Instalación. De suspensión 6” 4.6. Se aterrizará el neutro en los terminales de la línea de baja tensión. Fabricación y Pruebas.): .2 15 3 Y sólidamente a tierra 60 Continuo 4. 112 de 124 Manual de especificaciones . Artículo 15 del Reglamento Técnico de Instalaciones Eléctricas – RETIE.2.A E.2.Tensión nominal (kV. Los DPS de óxido de zinc serán instalados a la intemperie. Los DPS serán de óxido de zinc e instalados en el sistema de distribución para la protección de ramales y de transformadores de distribución. Es de obligatorio cumplimiento que las Puesta a Tierra cumplan los criterios establecidos en el Capitulo II. Pág.6. 4.1 Instalación.S.2.2. según el artículo 15 numeral 4 del RETIE. cables y conectores. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. El montaje se hará de acuerdo a las normas de la Electrificadora del Meta S.P y a lo solicitado en el RETIE Art.6.6 Dispositivos de protección contra sobretensiones . 4.DPS.2.): . Las varillas de puesta a tierra deben cumplir la norma ICONTEC-2206 (Equipos de conexión y puesta a tierra) y las exigencias de las normas de distribución indicada para el aterrizamiento de las redes primarias y secundarias. para protección de líneas y transformadores de distribución. ANSI 52-1. 4. . 4. así como conjunto de cables.5 Puestas a tierra.Conexión: . tanto en montaje vertical como horizontal.Frecuencia (Hz) : .Servicio: 13.3 Condiciones de Instalación.Número de fases: .Tensión máxima (kV.6.2. La puesta a tierra debe ser tal que se garantice una resistencia menor o igual a los 25 ohmios. Se tendrán sistemas conformados por varillas. 17 Numeral 6).

Corriente nominal de descarga (KA) con onda normalizada de 8/20 us. sellado de tal forma que garantice la hermeticidad de la parte inferior del pararrayos. con bloques de resistencias no lineales ZnO conectadas en serie.5 . 113 de 124 Manual de especificaciones .MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. estarán libres de cavidades en las cuales pueda estancarse el agua. con un diseño que facilite su manejo.) : 12 .6. Todos los sellos serán herméticos y suficientemente fuertes para que soporten las presiones internas y cambios de temperatura debidas a la operación normal. tal que en el evento de una falla en el pararrayos o si su capacidad térmica es excedida. pero sin limitarse exclusivamente a ellos: a. Deben ser suministrados con los conectores de línea y tierra apropiados para cables calibres de 4 a 4/0 AWG.6. en condiciones normales de servicio debe ser despreciable.2.6 a 10. Los DPS deben ser diseñados y fabricados de acuerdo con lo establecido en las Normas IEC 99-4 “Metal oxide surge arrester Without gaps for ac system” en su última revisión.7 Aisladores. 3.Tensión nominal (kV. sin que se presenten fugas ni absorción de la humedad del aire.Frecuencia (Hz) : 60 .Máxima tensión de operación continua (MCOV) (kV. El efecto del envejecimiento del ZnO.2.2. Los DPS estarán herméticamente sellados para prevenir la entrada de humedad. Los DPS deberán tener los siguientes accesorios. Elemento de desconexión 10 Pág.6 Características Constructivas.2. sin explosores (gapless). Sus características deben estar determinadas exclusivamente por los bloques ZnO. para prevenir la explosión violenta.6.) 9. Los DPS serán de construcción robusta. garantizar una protección óptima y características durables. El material sellante no deberá deteriorarse bajo condiciones normales de servicio. instalación y limpieza. Los DPS deben ser del tipo distribución. Deberán mantener sus características garantizadas bajo condiciones de descargas impulsivas repetitivas. Los requerimientos más importantes que deberán cumplir como mínimo los DPS son los siguientes: DESCRIPCIÓN CARACTERÍSTICAS.10 Accesorios. 4. : 4. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 4.5 Requisitos Técnicos. además.3. . Los aisladores (cámara del DPS) deben ser de material de porcelana (procesada en húmedo de color gris) o polimérico (caucho a base de goma de silicona). el aumento interno de la presión sea disipado controladamente hacia el exterior. Cada DPS se suministrará con un dispositivo para alivio de presión.

4.Guardacabos ICONTEC 2606.2. arandelas y separadores deben instalarse en el orden y ubicación correctos. La arena al ser colocada entre los ductos debe ser cernida. El fondo de la zanja debe ser uniforme y debe compactarse para evitar posibles pandeos de la canalización. contratuercas.Varillas de anclaje: ICONTEC 2575 .2.3 M en cruces de calzada. libre de piedras. 2617 . Se regirán en un todo con la Norma CODENSA. Dispositivo de alivio de presión.Espigos ICONTEC 2608 y 2638 .Grapa de retención ICONTEC 2664 y 2665 . REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Las zanjas y rellenos se ceñirán estrictamente a las referencias en planos y cantidades de obra 0. Los ductos más profundos deben descansar uniformemente sobre los lechos nivelados. Se requiere que cada DPS esté provisto de un dispositivo que lo desconecte de la línea.2x0. En el fondo de la zanja.10 DUCTOS. Los espacios entre los ductos deben ser llenados con arena del sitio compactada. 4. b. nunca deben quedar una sobre otra.Tuercas de ojo alargado: ICONTEC 2270. ZANJAS Y RELENOS. La fabricación debe seguir la instrucción del ICONTEC y de las normas que sean aplicables así: . compactados y se debe tener una capa de arena del sitio con un espesor mínimo de 4cm.Espigo extremo de poste: ICONTEC 2608 .MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. 114 de 124 Manual de especificaciones . con el fin de evitar fallas continuadas a tierra y para facilitar la identificación de DPS que han fallado. Los DPS deben estar provistos de un dispositivo de alivio de presión para prevenir la ruptura del cuerpo del mismo en caso de presentarse altas presiones de gas ocasionadas por fallas.7 HERRAJES. mediante el rompimiento claramente visible de este dispositivo.3M y 0. Todos los herrajes que se encuentren ensamblados o montados en forma defectuosa deberán cambiarse para evitar cualquier daño futuro. Pág.4 x 0. La totalidad de los herrajes a utilizar en las estructuras de media y baja tensión deben ser galvanizados en caliente. Las uniones de ductos dentro del tendido de la ductería deben quedar traslapadas. La profundidad de las zanjas tiene en cuenta los requerimientos de esfuerzos a que pueden estar sometidos los ductos según el sitio donde estén instalados. El elemento de desconexión debe soportar las tensiones y corrientes que resista el DPS asociado. Todos los accesorios tales como tuercas.

/cm (2500 psi) sobre una capa de recebo previamente compactada. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Si por especiales circunstancias la tubería no alcanza la profundidad mínima fijada. o en concreto de 3500 p. El relleno de las zanjas por encima de la arena que cubre los ductos se hará en capas de materiales de la misma excavación o de materiales seleccionados y compactados según el caso. Para mantener la separación entre ductos se debe colocar estacas o guías de madera de 4cm. Los desagües deben construirse en tubería de 1½” a 2½” de diámetro y conectarse a la red de aguas lluvias de la vía. las paredes son en ladrillo tolete recocido colocados en forma trabada.11 CAJAS DE INSPECCIÓN. en la parte más baja del proyecto que tenga ductería y donde la interventoría lo solicite. Cuando la red de aguas lluvias se encuentre a un nivel superior al piso de la cámara de inspección.s. Para garantizar el espesor como la regularidad de las capas aplicadas.i. se debe utilizar temporalmente una reglilla horizontal la cual se retirara antes de colocar la siguiente capa de ductería. El material de relleno será aprobado o rechazado por el interventor de la obra. Se construirán cajas de drenaje de 0.20x0.i.s. las tapas de las cajas serán prefabricadas y deben ser construidas de acuerdo a las normas CODENSA. 4. se debe construir en la acometida una cámara sencilla intermedia en la cual la ductería y el drenaje tengan un nivel superior a la red de aguas lluvias. deberá protegerse con una capa de concreto 1:2:4. con las superficies internas pañetadas. En zona de cruce de calzada vehicular se rellenara con capa de concreto de 300 p. Para la compactación se usarán pisones neumáticos. Caja de inspección sencilla para acometida subterránea Baja tensión: Norma CS 274 y CS 275. cuyo espesor mínimo sea de 10 cm y que baje por lado y lado de la tubería hasta el nivel de su capa interior. La excavación se debe entibar cuando exista la posibilidad de derrumbes si el interventor lo considera necesario. el piso es en concreto de 175 Kg. Las cajas de inspección no serán del tipo prefabricado.20x0. Pág. hasta sobrepasar en 5. En el piso de las cajas se ubica un drenaje el cual es opcional a juicio del interventor. 115 de 124 Manual de especificaciones . hecho con material seleccionado que se encuentre en la región.20 en el centro de las cajas de inspección a juicio de la interventoría. De espesor (mínimo) a lado y lado de cada ducto cada 3m y rellenar con arena del sitio de cada una de las filas de ductos instalados horizontalmente y luego retirar las estacas. Se deben construir desagües en las cajas de inspección para acometidas de BT.0 cm la boca superior de los ductos. plataformas vibradoras o cualquier otro equipo previamente aprobado por el interventor.2.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. dependiendo del nivel freático de la zona donde se este instalando el sistema subterráneo. Los entibados serán retirados cuando la excavación haya sido rellenada y compactada.

deberán ser reparadas y reemplazadas antes de que el conductor sea definitivamente tensionado. El cable conductor será halado a través de las poleas por medio de un cable o manila que actúa como pescante. éstos deberán ser examinados detenidamente para encontrar posibles daños que puedan presentar dificultades durante el tendido y tensionado de los conductores.12 TENDIDO Y TENSIONADO DE LOS CONDUCTORES. No se permitirá más de un empalme o una camisa de reparación por conductor y por vano. Para lo anterior las placas deberán quedar debajo de la rasante del pavimento a una profundidad igual a las que se indican a continuación teniendo el cuidado de levantar el aro de la tapa a una distancia igual para tener el nivel correspondiente con el pavimento después del acabado.P. cercos de alambre o cualquier objeto que pueda dañar o deteriorar el aluminio del conductor. se tratará en lo posible de no partir el cable conductor con el fin de evitar empalmes a compresión de dichos puntos (puentes). b. deberán construirse protecciones adecuadas o instalar poleas que protejan al conductor de posibles daños. Las placas de las cámaras deben presentar en lo posible un acabado igual a la calzada o anden en que fueron construidas. No haya más de 10% de los hilos de aluminio rotos. 4. La manila utilizada. Los carretes de conductor solamente podrán ser rodados en la dirección indicada por el fabricante. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Para obtener y garantizar la resistencia mecánica y la conductividad eléctrica de los conductores.S. En lo que respecta a las referencias o retenciones. rocas. En los sitios donde sea imposible mantener el conductor alejado de objetos que lo puedan dañar. Todas las secciones dañadas del cable conductor. 4. encarrujen.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.A E. se deberán utilizar conectores de prensa tipo derivación o tubulares no sometidos a tensión longitudinal.2. Los soportes de los carretes del conductor o porta bobinas deberán construirse sólidamente para que permitan la aplicación eventual de freno sobre el borde de los carretes. el constructor deberá programar e informar a la Electrificadora del Meta S. Cuando sea necesario empalmar cable conductores en las referencias o apoyos en retensión. 116 de 124 Manual de especificaciones . Las protecciones deberán construirse de material sobre el cual pueda deslizarse el conductor sin sufrir daño. En general los carretes de conductor. la ejecución de los empalmes deberá supervisarse cuidadosamente. mediante la construcción de andamios de las alturas requeridas para proteger dichas plantaciones. Igualmente. deberá evitarse al máximo. asegurándose que las camisas tubulares de acero o de aluminio sean centradas propiamente. destuerzan o mellen los conductores y no sufran daños los postes. las fechas y lugares en que proyecte realizar cualquier Pág. según el programa de trabajo. En el evento de que sea necesario. serán cargados. Antes y después de hacer el transporte de los carretes de conductor. deberán ser tales que no dañen. Las camisas de reparación serán aplicadas en los daños pequeños del conductor siempre que: a. deberá ser suficientemente larga para evitar la aplicación de cargas verticales indebidas a los postes o en las cadenas de aisladores. la destrucción de cultivos. El equipo y métodos usados para el tendido y tensionado de los cables conductores. No haya hilos de acero dañados.13 SUSPENSIONES DE ENERGIA. de tal forma que éstos no se quiebren ni desbaraten y el conductor no se abolle. transportados y descargados con cuidado.2. en el carrete. El conductor no podrá ser arrastrado sobre el terreno. por causa de agarraderas y grapas de tensado.

4. Pág.S. trabajo que requiera la suspensión del servicio y deberá disponer de suficiente mano de obra calificada y demás recursos necesarios que permitan un tiempo mínimo de interrupción del servicio. reportando de inmediato todo cambio que haga al respecto. El constructor deberá disponer de "Juegos de Tierra" en cantidad suficiente para garantizar la seguridad del personal. 4. instalar los equipos contra incendio de acuerdo al riesgo y darles mantenimiento periódico. (Art. De conformidad con el Decreto Ley No. Deberá igualmente. 1295 de 1994.3 RIESGOS PROFESIONALES. La operación de las líneas se llevará a cabo exclusivamente por el personal de la Electrificadora del Meta S. por el cual se determina la organización y administración del Sistema General de Riesgos Profesionales.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. de almacenamiento y lugares de trabajo. el Constructor se obliga a afiliar y cotizar para todos sus trabajadores por accidente de trabajo y enfermedad profesional.6 PREVENCIÓN Y CONTROL DE INCENDIOS.4 ORDEN Y LIMPIEZA. Se deberán mantener aseados y libres de obstáculos las zonas de circulación. el Constructor deberá colocar la señalización reglamentaria. El número y ubicación de dichas puestas a tierra. 4.7 PRIMEROS AUXILIOS. Durante la ejecución de la obra.SEÑALIZACIÓN DE SEGURIDAD.P . de acuerdo a la clase de riesgo en que se le clasifique. los cuales serán evacuados permanentemente a los sitios o botaderos autorizados por la autoridad competente. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. deberá ser tal que el personal en contacto con las líneas desenergizadas se encuentre entre "Tierras". preventiva e informativa. en la cantidad y tamaño requeridos en cada lugar. El Constructor deberá mantener limpios todos los sitios de la obra. evitando la acumulación de desechos y basuras. Se dispondrán recipientes apropiados para depositar las basuras. El Constructor deberá tomar todas las medidas necesarias para la prevención y control de incendios o explosiones dentro de sus instalaciones o en los lugares de trabajo. Antes de iniciar la obra el Constructor informará al propietario la administradora de Riesgos Profesionales (ARP) a que tiene afiliados a sus trabajadores. 117 de 124 Manual de especificaciones . 5° RETIE). Por ningún motivo se permitirá la quema de materiales de desechos. 4. 4.5 LA ZONA DE TRABAJO .A E.

gases o vapores contaminantes por encima de límites permisibles. 118 de 124 Manual de especificaciones .8. Se deberá usar protección respiratoria adecuada. equipos. seleccionándolo de acuerdo al riesgo.8. cuero. quemaduras y contusiones. Las gafas de seguridad serán utilizadas en trabajos donde el trabajador pueda sufrir lesiones en los ojos por chispas. o suela resistente al aceite. si se encontrase un desgaste excesivo o un daño se les retirará de servicio. escozor. El Constructor deberá instruir y entrenar a sus trabajadores sobre las técnicas y conocimientos de Primeros Auxilios para los casos de accidentes en el transcurso de las obras. Sobre postes de energía o estructuras que exijan desplazamientos se usará el arnés con cuerda de seguridad. esquirlas. botiquines fijos y portátiles y demás implementos de primeros auxilios que se requieran de acuerdo a la zona donde se realiza la obra. Para evitar su deterioro se les aseará después de usarlos y se les guardará en lugares adecuados. El cinturón de seguridad deberá utilizarse en labores donde el trabajador permanezca en altura o en lugares elevados. en ambientes donde exista polvo o material particulado.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Se usarán botas de caucho impermeables en lugares húmedos. seleccionados previamente de acuerdo al riesgo. tales como heridas. El casco de seguridad será utilizado en labores o en sitios en donde por impacto. capas y vestidos confeccionados en caucho. o deficiencia de oxígeno. Estos equipos serán de buena calidad y que no ofrezcan riesgos para las personas. Pág. NORMAS ESPECÍFICAS DE PREVENCIÓN Y CONTROL DE RIESGOS. Se usarán caretas faciales cuando el riesgo exista para la cara. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. reponer y exigir el uso de los equipos de protección personal y colectiva que de acuerdo al riesgo deban utilizar sus trabajadores expuestos en los ambientes laborales. El Constructor se obliga a suministrar. Los equipos de protección personal deberán ser revisados periódicamente. mantener. voladuras. corriente eléctrica. riesgos específicos que ofrezcan los trabajos y al número de personas expuestas o llevar dichos elementos e implementos en los vehículos que transportan a los sitios de trabajo y en donde deban permanecer en caso de un accidente que requieran traslado urgente a un centro asistencial 4. se usarán delantales. Todos los trabajadores expuestos a niveles de ruido igual o superior a los 85 decibeles deberán usar protección auditiva permanente. y de acuerdo al riesgo. se puedan generar lesiones en el cráneo. con puntera de acero. alergias. salpicaduras de sustancias químicas y radiaciones y se seleccionarán de acuerdo al tipo de riesgo. deberán usarse guantes de cuero. de las camillas. Para protección del tronco u otras partes del cuerpo.1 EQUIPOS DE PROTECCIÓN PERSONAL Y COLECTIVA. chalecos. excoriaciones. Para trabajar sobre circuitos eléctricos se usarán guantes dieléctricos específicamente diseñados según la Tensión. lona o tela. con estría antideslizante. será utilizado en labores donde el trabajador está expuesto a riesgos afines. chaquetas. herramientas y sustancias que puedan causar lesiones en las manos. El Constructor se obliga a dotar los campamentos. polainas. frentes de trabajo. 4. En trabajos donde se manipulen materiales. sustancias químicas y calor radiante. casetas. El calzado de seguridad: Dieléctrico. petos. tales como orejeras o tapones. de tela o de caucho.

P podrá autorizar la suspensión o reconexión de la corriente eléctrica.P . ganchos. El almacenamiento y manejo de los materiales sólo podrá ser realizado por personal entrenado y suficientemente informado sobre los riesgos y sobre los procedimientos seguros del trabajo. de la calidad y en la cantidad requeridas. Pág. inflamables.9 MÁQUINAS. Todo trabajo sobre circuitos eléctricos energizados o desenergizados deberán realizarse cumpliendo estrictamente los procedimientos preestablecidos por la Electrificadora del Meta S. teniendo especial cuidado con sustancias tóxicas. 119 de 124 Manual de especificaciones . cables. Todos los equipos. bloques. palancas. en buen estado y necesarios para cada trabajo o actividad.S. El Constructor se obliga a utilizar únicamente las fuentes de energía eléctrica que sean autorizadas por la Electrificadora del Meta S.10 EQUIPOS VARIOS. El Constructor almacenará y manejará los materiales de acuerdo con las recomendaciones del fabricante y las exigencias legales. EQUIPOS Y HERRAMIENTAS.P para estas labores. grilletes. eslingas. Sólo la Electrificadora del Meta S. explosivas o contaminantes del medio ambiente. El Constructor suministrará: Escaleras. verificando que todo ha quedado comprendido antes de iniciar un trabajo sobre equipos alimentados con electricidad. Estimar previamente las disposiciones. cuerdas. 4. andamios. máquinas y herramientas adecuadas. 4.A E. Deberán ser revisados periódicamente. El Constructor deberá utilizar bodegas o centros de acopio de materiales que faciliten su transporte a los sitios donde vayan a utilizarse. cuando exista riesgo aunque mínimo de contacto. máquinas y herramientas solamente podrán ser operados por personal calificado y autorizado por el Constructor.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.A E.S. 4. láminas.S. instructivos. tablones y demás accesorios necesarios en trabajos de construcción y mantenimiento. 4. En especial aplicando el artículo 38 numeral 5 del RETIE. Los equipos. poleas.11 TRABAJOS CON CORRIENTE ELÉCTRICA. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. El Constructor se obliga a suministrar equipos. máquinas y herramientas deberán estar dotados con los dispositivos. radiactivas. peso y contenido para decidir la forma más segura de movilizar la carga. controles y señales de seguridad exigidos por la ley o recomendados por los fabricantes.11 ALMACENAMIENTO Y MANEJO DE MATERIALES.A E. forma. diferenciales.

Los empalmes se harán utilizando uniones con soldadura PVC aplicada de acuerdo a las instrucciones del fabricante. 4 hilos.1. 60 ciclos. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.1. según tamaños indicados en los planos.A. siendo asegurada con una boquilla plástica en el inferior de la caja. Una vez terminadas las instalaciones se deberá obtener de la ELECTRIFICADORA DEL META S. Cuando se requieran curvas se harán doblando en caliente la tubería PVC siguiendo las instrucciones del fabricante de tal manera que el tubo no se lastime o sufra reducción en su diámetro inferior.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. Pág. muros y pisos.2 GENERALIDADES. La totalidad de la tubería conduit PVC quedará incrustada en las placas. conductores. 5. 5. Un tendido de tubería entre dos cajas consecutivas no tendrá más curvas que el equivalente a tres codos en ángulo recto. de acuerdo a las normas ICONTEC. Esta tubería será igual o similar al tipo de conduit PVC construida por PAVCO S. 5.S. La instalación eléctrica será ejecutada de acuerdo a las normas ICONTEC y del NATIONAL ELECTRICAL CODE de los Estados Unidos a los cuales se ha ceñido el proyecto eléctrico. además se entregará un juego de planos originales que esté estrictamente de acuerdo con la obra ejecutada.A.P la aprobación y recepción respectiva. alumbrado y teléfonos con sus correspondientes tuberías. tableros y aparatos. Todo el proyecto se ciñe en un todo a lo estipulado en el nuevo Reglamento de Instalaciones Eléctricas (RETIE). Los trabajos comprenden el suministro e instalación de la totalidad de los sistemas de fuerza.1 SISTEMA DE DISTRIBUCIÓN. En todos los trabajos al interior de las viviendas mientras no se especifique lo contrario. E. CAPÍTULO V 5 ESPECIFICACIONES DE LAS INSTALACIONES. cajas. La tubería que llega a los tableros o cajas estará provista de accesorios o terminales apropiados y será cortada de tal manera que sus extremos coincidan exactamente con las perforaciones en lámina de sus caras. 120 de 124 Manual de especificaciones . El sistema de distribución que se empleará para la alimentación eléctrica será de 208/120 V. La tubería terminará a nivel con la lámina. que aparecen en la lista de cantidades de obra adjuntas. anticorrosiva. Toda tubería que sea cortada en el mismo sitio de trabajo será liberada de filos y asperezas que puedan causar daños al aislamiento de los conductores. se utilizará tubería Conduit PVC.2 TUBERÍA CONDUIT.

de acuerdo con las normas ICONTEC. CAJAS DE EMPALMES.6 Los conductores hasta el calibre No. Todas las conexiones dentro de las cajas de derivación correspondientes a los sistemas de alumbrados y tomas de corriente.2 5. 6 al No.5 CABLES Y ALAMBRES DE BAJA TENSION. En ningún caso podrán quedar derivaciones o empalmes de conductores dentro de los tubos. 5. arena etc. 5. 5.9 5. Las salidas para tomas de corriente estarán provistas de una caja rectangular de 2 x 4” siempre que reciban un solo tubo. 8 AWG inclusive podrán ser de un solo hilo.2.2.2. Toda la tubería incrustada será inspeccionada antes de la fundición de la placa correspondiente con el fin de asegurar su continuidad y correcta localización. inclusive deberán ser de 37 hilos de acuerdo a las normas. Cumplirán con el artículo 17 numeral 1 del RETIE.2. del 250 MCM en adelante.3 CAJAS PARA SALIDAS. deben estar marcados a todo lo largo de su longitud el tamaño del conductor y el tipo de su aislamiento.2. Durante la construcción todos los extremos de la tubería conduit permanecerán cerrados con tapones que impidan el acceso de agua.2. a las que lleguen dos o más tubos. 8 serán hechas con terminales o bordes especiales para este fin. serán de PVC.2. 1/0 al 4/0 AWG deberán ser de 19 hilos.8 5.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. temperatura máxima de 75 grados centígrados con aislamiento THW para 600 voltios y sobre el cual.2. estarán provistas de caja cuadrada de 4-2 con el suplemento correspondiente al aparato que se vaya a instalar. Todas las cajas para salidas de lámparas y tomacorrientes. los que permiten deshacer las conexiones sin lastimas no acortar los conductores.10 Las conexiones de los conductores superiores al calibre No. 121 de 124 Manual de especificaciones . 5. Todos los conductores que se utilicen deberán ser de cobre electrolítico.4 En los casos en que se requieran cajas de empalmes o de tiro. Todas las cajas para salidas que sean instaladas dentro de columnas o muros de concreto. 2 AWG inclusive deberán ser de 7 hilos.1 5. del calibre No. 5. sino en las cajas de salidas empalmes. para el alumbrado de tomas de corriente y alumbrado entre caja y caja deben quedar tramos continuos de conductores. Pág. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META.2. deberán ser cuadradas de 4” con sus respectivos suplementos. del calibre No. deberá ser ejecutadas por medio de empalmes sin soldadura. se utilizarán cajas cuyas dimensiones dependerán de calibre y número de tubos que recibe y del número de conductores que se han de emplear. conductibilidad del 98% temple suave.

2. tornillos y placas metálicas. Pág. se puede usar cualquier color para los conductores de fase pero el blanco debe usarse para el neutro y cuando se requiera una conexión a tierra debe usarse exclusivamente el color verde.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.12 Durante el proceso de instalación de cables se utilizará un lubricante apropiado para el conducto especificado.2.2. con terminales de tornillo apropiados para recibir alambres sólidos de cobre calibre 10 y 12 AWG completos con herrajes. no se permitirá el empleo de grada mineral. Los tomacorrientes monofásicos serán dobles de incrustar dos polos. Cuando esto no sea posible por longitudes muy grandes en los carretes se deberá proceder de acuerdo a las instrucciones del interventor. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. 5. 5. 5.11 Los conductores de acometidas que alimentan los diferentes tableros deberán ser continuos sin empalmes entre el tablero general y los tableros parciales.2.13 Los conductores que se llagaren a colocar en bandejas portacables irán de tal manera que entre los grupos de conductores de diferentes circuitos se mantenga un espaciamiento mínimo equivalente a un cuarto de diámetro de los conductores. 5.14 Para la identificación de los diferentes circuitos instalados dentro de un mismo tubo o conectados al mismo sistema se recomienda el uso de conductores de los siguientes colores según el artículo 10 numeral 4 del RETIE: SISTEMA TENSIONES NOMINALES CONDUCTORES ACTIVOS FASES NEUTRO TIERRA DE PROTECCIÓN TIERRA AISLADA 1Ø 120 V 1 FASE 2 HILOS NEGRO BLANCO DESNUDO VERDE 1Ø 240/120 V 3 FASES 2 HILOS NEGRO ROJO BLANCO DESNUDO VERDE 3ØY 208/120 V 3 FASES 4 HILOS AMARILLO ROJO AZUL BLANCO DESNUDO VERDE En caso de no poder cumplir con la recomendación anterior. 5. 15 amperios. 122 de 124 Manual de especificaciones .3 TOMACORRIENTES. 5. Cumplirán en un todo con el artículo 17 numeral 5 del RETIE. 125 voltios.2. En el momento de introducir los conductores dentro de la tubería se tendrá el cuidado de la formación de ángulos agudos en el cable.15 El cable utilizado para la conexión de lámparas y reflectores desde caja de conexiones hasta la luminaria será de doble aislamiento (Tipo encauchetado o TCE).

Los tomacorrientes dobles monofásicas con interruptor de pérdida de corriente a tierra GFCI. Deberán estar provistos de elementos termomagnéticos que permitan características de tiempo inverso y disparo instantáneo.6.3 A a 120 Vac.10 AWG. Cumplirán en un todo con el artículo 17 numeral 9 del RETIE. 16 y profundidad mínima de 1½” (Las tomas de piso se fabricarán en aluminio fundido).2 5. Los interruptores que se incorporen en el interior del tablero serán monopolares. Las barras principales tendrán terminales de conexión.6. Comprobación de la continuidad eléctrica de todos los conductores. deberá estar conectado a la barra del neutro del tablero. serán dobles. polo plano. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. tornillos y placas y se colocarán siempre en posición horizontal. 5. Estos interruptores tendrán una capacidad de interrupción de cortocircuito no inferior a 10. así como su correspondencia exacta con lo indicado en los planos. Los tomacorrientes especiales deberán tener capacidad para manejar la carga del circuito respectivo según diagrama unifilar 5. tipo hospitalario. del tipo enchufable.1 5. instaladas en los baños o áreas húmedas.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN.6 PRUEBAS Y AJUSTES. También se deberán balancear todos los circuitos que se requieran para su correcto funcionamiento.000 amperios. empleando las mejores técnicas y quipos. 120 voltios. Una vez efectuadas las pruebas anteriores se deberá comprobar que la carga de cada fase no señale un equilibrio mayor del 10% con respecto a otras fases.6. con luz indicadora. con una capacidad de 20 amperios. con herrajes. color marfil. Los tableros de distribución estarán equipados con interruptores automáticos del tipo termomagnético de las capacidades indicadas en los planos.5 INTERRUPTORES PARA CIRCUITOS DERIVADOS.3 Se deberá medir la resistencia del electrodo de puesta a tierra con respecto a tierra. tipo tripolar. polo a tierra aislado del neutro.4 TABLERO DE DISTRIBUCIÓN. en caja moldeada plástica con mecanismo de operación para cierre y apertura rápidos y accionamiento simultáneo de los polos. El constructor está obligado a realizar todas las pruebas que se mencionan en estas especificaciones y a ejecutar todos los ajustes o correcciones que de ello resulte. y con interruptor de 8. BIL 600V. 5. bipolares o tripolares. El conductor neutro de cada circuito. 123 de 124 Manual de especificaciones . Pág. Las cajas donde se monten serán de lámina de hierro galvanizado en calibre No. automáticos. con terminales de tornillo apropiados para recibir cables hasta No. Ésta comprobación se realizará con la totalidad de la carga conectada y de acuerdo al plano en que se indique el circuito que se mide. 5.

teniendo en cuenta el drenaje en el piso de la caja.2 CANALIZACIONES. REMODELACION DEL CENTRO DE EVENTOS EN CASTILLA LA NUEVA – META. Será a 208 Voltios.1 TIPO DE ALIMENTACIÓN. La red se protegerá con interruptores automáticos de capacidad nominal igual o superior a la corriente de arranque de las luminarias. 6. SISTEMA DE ILUMINACIÓN. El nivel de la caja debe ser tal que evite quedar inundada y los alrededores de la misma deben ser compactados con material de excavación. Pág. Se utilizarán soportes metálicos de acuerdo con las características constructivas de cada luminaria (Ver detalles).4 SOPORTES. se debe instalar la campana terminal de la ductería subterránea. Los diferentes tipos de luminarias a utilizar fueron escogidas teniendo en cuenta el área a intervenir.5 LUMINARIAS. 6. 6. dicho fotocontrol alimentará un tablero de protección de 36 circuitos el cual estará dotado de los respectivos termomagnéticos para protección de los diferentes circuitos alimentadores de las luminarias a instalar. Se construirá red subterránea en ducto PVC conduit PAVCO o similar. ésta debe quedar sellada por tapas y marco superior. Las cajas subterráneas se ejecutarán según Norma. Cada soporte tendrá su respectiva base en concreto de acuerdo con las especificaciones del fabricante. Cajas de acuerdo con normas CODENSA CS 274 y CS 275 de la norma CODENSA. Cajas Subterráneas. El control de las luminarias se efectuará con un contactor tipo 3TF de siemens de 90 amperios cuya bobina será accionada con una fotocelda instalada en el techo de la edificación de la UMATA. 124 de 124 Manual de especificaciones .3 PROTECCIÓN Y CONTROL. 6. 6. la cual debe quedar apta para evitar el ingreso de humedad y agua a la caja respectiva. Las especificaciones técnicas de cada tipo de elemento se consagran en los catálogos adjuntos. Cuando en la caja exista un nivel freático por encima del piso de la misma.MANUAL DE ESPECIFICACIONES TÉCNICAS PARA CONSTRUCCIÓN. en ladrillo macizo o bloque de concreto macizo.

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