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PMA T20-N Bquilla2

PMA T20-N Bquilla2

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  • TABLA DE CONTENIDO
  • 1 INTRODUCCIÓN
  • 2 OBJETIVOS DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL
  • 2.1 OBJETIVO GENERAL
  • 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • 3 ANTECEDENTES
  • 4.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
  • 4.2 OPERACIÓN DEL SISTEMA
  • 4.3 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES ETAPA MANTENIMIENTO
  • 5.1 DELIMITACIÓN GEOGRÁFICA
  • 5.2 ASPECTOS FÍSICOS
  • 5.2.1 Aspectos Climáticos y Meteorológicos
  • 5.2.1.1 Temperatura
  • Tabla 1. Valores medios de temperatura de la zona – Últimos 20 años
  • 5.2.1.2 Brillo Solar
  • Tabla 2. Valores medios de Brillo Solar
  • 5.2.1.3 Precipitación
  • 5.2.1.4 Humedad Relativa
  • Figura 4. Valores Medios de la Humedad Relativa
  • 5.2.2 Suelos
  • 5.2.3 Geomorfología
  • 5.2.4 Hidrología
  • 5.2.5 Unidades de Paisaje
  • Tabla 06. Unidades de Paisaje para las Lineas de Transmisión 822-826
  • 5.3 ASPECTOS BIÓTICOS
  • 5.3.1 Flora
  • Fotografía 01. Vegetación de la zona circundante a la línea 822-826
  • 5.3.2 Fauna Asociada
  • 5.3.2.1 Hepertofauna
  • Tabla 08. Especies de anuros detectadas en el área de Influencia
  • Tabla 09. Especies de saurios detectadas en el área de estudio
  • 5.3.2.2 Aves
  • 5.3.2.3 Mamíferos
  • 5.4 ÁREAS DE SENSIBILIDAD AMBIENTAL LNS 822-826
  • 5.4.1 Metodología
  • 5.4.2 Descripción de las Variables Ambientales
  • 5.4.2.1 Componente Geo-Hidrológico
  • 5.4.2.3 Componente Social
  • 5.4.3 Identificación de las zonas de sensibilidad ambiental
  • 5.4.3.1 Niveles de Sensibilidad Ambiental
  • 5.4.4 Zonificación Ambiental del Corredor de línea 822-826
  • 5.4.4.1 Componente Geo-Hidrológico
  • 5.4.4.2 Componente Biótico
  • 5.4.5 Análisis y Susceptibilidad del Componente Hidro-geológico
  • 5.4.5.1 Subcomponente Hidrológico
  • 5.4.5.2 Subcomponente Geológico
  • 5.4.6 Análisis y Susceptibilidad Ambiental del Componente Biótico
  • 5.4.7 Análisis de Susceptibilidad del Componente Social
  • 5.4.7.1 G eneralidades
  • 5.4.7.2 Descripción del Área de Estudio
  • 5.4.7.2.1Análisis Del Asentamiento Urbano
  • 5.4.7.2.2Ubicación de los Asentamientos
  • 5.4.7.3 Aspecto Social
  • 5.4.7.3.1Viviendas
  • 5.4.7.3.2Economía
  • 5.4.7.4 Infraestructura de Servicios Públicos
  • 5.4.7.4.1Acueducto
  • 5.4.7.4.2Alcantarillado
  • 5.4.7.4.3Aseo Público
  • 5.4.7.4.5Gas Natural
  • 5.4.7.4.6Vías de Acceso
  • 5.4.7.5 Aspectos a destacar
  • 5.5 Zonas de Reserva y Protección
  • 5.6 Aprovechamiento y/o uso de los Recursos Naturales
  • 6.1 Metodología
  • 6.2 Identificación De Los Impactos
  • 7 MEDIDAS DE MANEJO AMBIENTAL
  • 7.1 Objetivo
  • 7.2 Alcance
  • 7.3 Fichas del Plan de Manejo Ambiental
  • 8.1 Objetivo General
  • 8.2 Objetivos Específicos
  • 8.3 Identificación de Amenazas y Análisis de Vulnerabilidad
  • 8.3.1 Frecuencia
  • 8.3.2 Severidad
  • 8.3.3 Recurso Humano
  • 8.3.4 Recurso Ambiental
  • 8.4 Emergencias Posibles
  • 8.4.1 Caída Total o Parcial De Torres y/o Conductor
  • 8.4.2 Descargas Eléctricas
  • 8.4.2.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia
  • 8.4.3 Alteración a Situaciones de Orden Público
  • 8.4.3.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia
  • 8.4.4 Accidentes de Tránsito
  • 8.4.4.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia
  • 8.4.5 Incendio Forestal
  • 8.4.5.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia
  • 8.4.6 Atentados o Voladuras
  • 8.5 FUNCIONES Y RESPONSABILIDADES
  • 8.5.1 Nivel Directivo
  • 8.5.2 Nivel Operativo
  • 8.6 GRUPOS DE APOYO
  • 9 PROGRAMA DE SEGUIMIENTO Y MONITOREO
  • 9.1 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES DE SEGUIMIENTO Y MONITOREO
  • 9.1.1 Programa De Residuos Sólidos
  • 9.1.2 Programa de Manejo de Accesos
  • 9.1.3 Programa de Manejo de Vegetación
  • 9.1.4 Programa de Educación Ambiental
  • 9.1.5 Programa de Gestión Social
  • 9.1.6 Programa de Prevención de Riesgos Asociados a la Actividad
  • 9.2 INTERVENTORÍA AMBIENTAL
  • 10 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES
  • 11 PRESUPUESTO

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.

(822-826)

TABLA DE CONTENIDO
TABLA DE CONTENIDO....................................................................................................1 1 INTRODUCCIÓN...............................................................................................................6 2 OBJETIVOS DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL....................................................8 2.1 OBJETIVO GENERAL................................................................................................8 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS........................................................................................8 3 ANTECEDENTES...............................................................................................................9 4 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES DE OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO Y CARACTERÍSTICAS TECNICAS DE LAS LINEAS DE TRANSMISIÓN (822/826)...11 4.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS............................................................................11 4.2 OPERACIÓN DEL SISTEMA...................................................................................12 4.3 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES ETAPA MANTENIMIENTO...............12 5 CARACTERIZACIÓN AMBIENTAL DE LA ZONA DE INFLUENCIA.....................14 5.1 DELIMITACIÓN GEOGRÁFICA.............................................................................14 5.2 ASPECTOS FÍSICOS.................................................................................................14 5.2.1 Aspectos Climáticos y Meteorológicos................................................................15 5.2.1.1 Temperatura..................................................................................................15 5.2.1.2 Brillo Solar....................................................................................................16 5.2.1.3 Precipitación..................................................................................................17 5.2.1.4 Humedad Relativa.........................................................................................17 5.2.2 Suelos...................................................................................................................18 5.2.3 Geomorfología.....................................................................................................18 5.2.4 Hidrología............................................................................................................19 5.2.5 Unidades de Paisaje..............................................................................................19 5.2.6 Unidades de paisaje enmarcadas dentro del Zonobioma Húmedo Ecuatorial de Tierras Bajas: Paisaje de planicies de uso agropecuario y Paisaje de Lomerío de uso agropecuario..................................................................................................................23 5.2.7 Unidades de paisaje enmarcadas dentro del Zonobioma Desértico Tropical: Paisaje de Planicie de uso Agropecuario/Forestal.........................................................23 5.3 ASPECTOS BIÓTICOS ............................................................................................24 5.3.1 Flora.....................................................................................................................24 5.3.2 Fauna Asociada....................................................................................................26 5.3.2.1 Hepertofauna ...............................................................................................27 5.3.2.2 Aves...............................................................................................................28 5.3.2.3 Mamíferos.....................................................................................................30 5.4 ÁREAS DE SENSIBILIDAD AMBIENTAL LNS 822-826.....................................30 5.4.1 Metodología.........................................................................................................31 5.4.2 Descripción de las Variables Ambientales...........................................................34 5.4.2.1 Componente Geo-Hidrológico......................................................................34 5.4.2.2 Componente Biótico......................................................................................36 5.4.2.3 Componente Social.......................................................................................36 5.4.3 Identificación de las zonas de sensibilidad ambiental.........................................36 5.4.3.1 Niveles de Sensibilidad Ambiental...............................................................36 5.4.4 Zonificación Ambiental del Corredor de línea 822-826......................................37 5.4.4.1 Componente Geo-Hidrológico......................................................................38
-1-

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826)

5.4.4.2 Componente Biótico......................................................................................39 5.4.5 Análisis y Susceptibilidad del Componente Hidro-geológico.............................40 5.4.5.1 Subcomponente Hidrológico.........................................................................40 5.4.5.2 Subcomponente Geológico...........................................................................42 5.4.6 Análisis y Susceptibilidad Ambiental del Componente Biótico..........................43 5.4.7 Análisis de Susceptibilidad del Componente Social............................................45 5.4.7.1 Generalidades................................................................................................45 5.4.7.2 Descripción del Área de Estudio...................................................................46 5.4.7.2.1 Análisis Del Asentamiento Urbano........................................................46 5.4.7.2.2 Ubicación de los Asentamientos............................................................46 5.4.7.3 Aspecto Social...............................................................................................48 5.4.7.3.1 Viviendas................................................................................................48 5.4.7.3.2 Economía................................................................................................49 5.4.7.4 Infraestructura de Servicios Públicos...........................................................49 5.4.7.4.1 Acueducto..............................................................................................49 5.4.7.4.2 Alcantarillado.........................................................................................50 5.4.7.4.3 Aseo Público..........................................................................................50 5.4.7.4.4 Energía Eléctrica....................................................................................50 5.4.7.4.5 Gas Natural.............................................................................................51 5.4.7.4.6 Vías de Acceso.......................................................................................51 5.4.7.5 Aspectos a destacar.......................................................................................52 5.5 Zonas de Reserva y Protección...................................................................................53 5.6 Aprovechamiento y/o uso de los Recursos Naturales.................................................54 6 IDENTIFICACIÓN Y EVALUACIÓN DE LOS IMPACTOS GENERADOS POR LA ACTIVIDAD DE TRANMISIÓN DE ENERGÍA...............................................................55 6.1 Metodología ...............................................................................................................55 6.2 Identificación De Los Impactos..................................................................................56 6.3 Evaluación Ambiental De Las Fases De Operación Y Desmantelamiento De La Líneas De Transmisión De Energía No (822-826)..........................................................68 7 MEDIDAS DE MANEJO AMBIENTAL.........................................................................71 7.1 Objetivo ......................................................................................................................71 7.2 Alcance........................................................................................................................72 7.3 Fichas del Plan de Manejo Ambiental........................................................................72 8 PLAN DE CONTINGENCIA PARA LA OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO DE LAS LÍNEAS DE TRANSMISIÓN DE ENERGÍA No. 822 – 826 NUEVA BARRANQUILLA – PUNTO DE CRUCE........................................................................................................120 8.1 Objetivo General.......................................................................................................121 8.2 Objetivos Específicos................................................................................................121 8.3 Identificación de Amenazas y Análisis de Vulnerabilidad.....................................121 8.3.1 Frecuencia..........................................................................................................122 8.3.2 Severidad............................................................................................................122 8.3.3 Recurso Humano................................................................................................122 8.3.4 Recurso Ambiental.............................................................................................122 8.4 Emergencias Posibles................................................................................................129 8.4.1 Caída Total o Parcial De Torres y/o Conductor.................................................129 8.4.2 Descargas Eléctricas...........................................................................................130 8.4.2.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia......................131
-2-

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826)

8.4.3 Alteración a Situaciones de Orden Público........................................................132 8.4.3.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia......................132 8.4.4 Accidentes de Tránsito.......................................................................................134 8.4.4.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia......................134 8.4.5 Incendio Forestal................................................................................................135 8.4.5.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia......................135 8.4.6 Atentados o Voladuras.......................................................................................136 8.5 FUNCIONES Y RESPONSABILIDADES..............................................................138 8.5.1 Nivel Directivo...................................................................................................139 8.5.2 Nivel Operativo..................................................................................................140 8.5.2.1 Brigada de Emergencia (Comité Local de Emergencia, Gerencia de operaciones y Departamento de Logística)...........................................................140 8.6 GRUPOS DE APOYO..............................................................................................141 9 PROGRAMA DE SEGUIMIENTO Y MONITOREO....................................................144 9.1 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES DE SEGUIMIENTO Y MONITOREO .........................................................................................................................................145 9.1.1 Programa De Residuos Sólidos .........................................................................145 9.1.2 Programa de Manejo de Accesos.......................................................................149 9.1.3 Programa de Manejo de Vegetación..................................................................150 9.1.4 Programa de Educación Ambiental...................................................................150 9.1.5 Programa de Gestión Social...............................................................................151 9.1.6 Programa de Prevención de Riesgos Asociados a la Actividad ........................152 9.2 INTERVENTORÍA AMBIENTAL..........................................................................153 10 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES.........................................................................154 11 PRESUPUESTO............................................................................................................156

LISTA DE TABLAS Pág
Tabla 01. Valores medios de temperatura de la zona – Últimos 20 años……………….. Tabla 02. Valores medios de Brillo Solar………………………………………………………. Tabla 03: Valores máximos y mínimos de precipitación……………………………………. Tabla 04. Valores Medios de la Humedad Relativa………………………………………….. Tabla 05. Cuerpos de agua presente en la corredor de la línea 822826………………... -315 16 17 18 19

Tabla 18. Identificación de amenazas Tabla 21. Tabla 08. Evaluación de Vulnerabilidad 22 25 27 28 29 31 33 38 39 40 41 70 12 4 12 5 12 6 12 8 13 0 13 2 13 4 13 5 13 6 13 8 14 0 14 1 14 2 Tabla 20. Procedimiento en Caso de Emergencia Atentados o Voladuras. Unidades de Paisaje para las Lineas de Transmisión 822-826 Tabla 07. Escala de Evaluación de Vulnerabilidad Tabla 19. Tabla 16. Tabla 09. Niveles de Sensibilidad Ambiental. Procedimiento en Caso de Emergencia Descargas Eléctricas Tabla 24.826. Especies de aves observadas en el área de influencia de las Líneas de Transmisión 822-826 Tabla 11. Mapa de Riesgos. (822-826) Tabla 06. Tabla 28. Procedimiento en Caso de Emergencia Caída de Torres. No. Plantas Fanerógamas encontradas en a zona de servidumbre de las Líneas de Transmisión de energía 822-826. Responsabilidades Brigada de Emergencia -4- . Tabla 17. Especies de anuros detectadas en el área de Influencia. Tabla 12. Variables Ambientales Evaluadas en la Zonificación Ambiental.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Procedimiento en Caso de Emergencia Accidentes de Tránsito Tabla 26. Responsabilidades Director de Emergencia Tabla 29. Rango de Evaluación de Impactos Ambientales del Proyecto (Matriz de Leopold). Tabla 25. Tabla 15. Tabla 23. Valoración del nivel de sensibilidad en la zona del corredor de servidumbre de las líneas de transmisión822 . Valoración del nivel de sensibilidad de cuerpos de agua. Procedimiento en Caso de Emergencia Situaciones de Orden Público. Procedimiento en Caso de Emergencia Incendio Forestal Tabla 27. Tabla 14. Mamíferos observados en el área de influencia de las Líneas de Transmisión de energía 817 – 818. Evaluación y Medidas en el Plan de Contingencias Tabla 22. Especies de saurios detectadas en el área de estudio Tabla 10. Tabla 13. Responsabilidades Jefe de Emergencia Tabla 30. Valoración del nivel de sensibilidad para el componente biótico – Flora y fauna.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Fotografía 10. Sistema artesanal de extracción de agua – Pinar del Rio. 25 26 29 41 43 44 44 45 48 48 49 51 52 Fotografía 14. Conexiones eléctricas Pinar del Río. Espécimen de Egretta Thula Fotografía 4. Valores Medios de la Humedad Relativa 5. Estado vías de acceso barrio Pinar del Río. Industria que explota cuerpos de agua en la zona. Fotografía 13. Quemas aledañas a las líneas de transmisión – Torre 014. Vista del suelo de la zona. Fotografía 02. 2. Valores medios de temperatura de la zona – Últimos 20 años. No. Fotografía 11. Fotografía 3. Vegetación de la zona circundante a la línea 822-826. Espécimen de Gliricidía sepíum (Matarratón) en la zona de influencia. Vista florística de la zona de influencia. Valla informativa Urbanización Villas de San Pablo. Fotografía 9. (822-826) LISTA DE FIGURAS Pág Figura Figura Figura Figura Figura 1. Valores medios de Brillo Solar 3: Valores de precipitación 4. Fotografía 7. Fotografía 5. Planta física de una casa estándar (baño & patio externo) debajo de los cables conductores de energía – Pinar del Río. Fotografía 8. Fotografía 6. Organización General de la Emergencia 15 16 17 18 140 LISTA DE FOTOGRAFÍAS Pág Fotografía 01. Vista entrada de Pinar del Río. 53 54 -5- . Fotografía 15. Construcción de la Urbanización Villa de San Pablo. Fotografía 12. Siembra doméstica adyacente a la Subestación Nueva Barranquilla.

P. ejecutando sus actividades teniendo presente la conservación de los recursos naturales y el fomento de relaciones armónicas con las comunidades que habitan en su área de influencia. (822-826) 1 INTRODUCCIÓN Con la elaboración de los Planes de Manejo Ambiental (PMA) para las diferentes líneas de transmisión TRANSELCA S. E.. sin dejar de lado sus compromisos. busca esencialmente actividades cumplir con su misión institucional.S. teniendo una carta de navegación a nivel de planificación de todas sus en las líneas.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. La elaboración del PMA se ha estructurado en ocho (8) capítulos que incluyen la descripción de los aspectos relacionados con la operación y desmantelamiento de la linea de transmisión de energis 822-826 comprendido entre la Sub-estación Nueva Barranquilla y el punto de cruce con la linea 821 -822 826. No. en el marco de la normatividad vigente aplicable.A. -6- .

(822-826) -7- . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

. mitigación y control de los diferentes impactos ambientales generados en la etapa de operación. medidas y programas que permitan prevenir. corregir y compensar los efectos e impactos adversos causados a cada componente ambiental en el desarrollo de las actividades en las etapas de operación y mantenimiento.  Diseñar un plan de contingencia.  Establecer un cronograma y costos de las medidas ambientales a implementar. fundamentado en el diseño de planes.S. (822-826) 2 OBJETIVOS DEL PLAN DE MANEJO AMBIENTAL OBJETIVO GENERAL 2. activo de TRANSELCA S. -8- .1 Construir el documento correspondiente al Plan de Manejo Ambiental para la infraestructura de transmisión de energía eléctrica. E.  Diseñar un programa de monitoreo y seguimiento que sirva como control de la implementación de las medidas de manejo ambiental. evaluando la incidencia ambiental de la actividad en el área de influencia de la infraestructura de transmisión en el departamento de la Guajira.P.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Desarrollar un diagnóstico de las condiciones actuales de operación y mantenimiento de la Ln (822/826).  Establecer en fichas de manejo las medidas de prevención.A. No. 2. de igual forma se establecen las medidas ambientales que garanticen la recuperación de la área de intervenida en la actividad contemplando los impactos generados en el desmonte y desmantelamiento de la infraestructura. determinando los puntos de criticidad ambiental y las fuentes de contaminación propios de la actividad. mitigar. controlar.  Realizar una valoración ambiental utilizando la metodología mas adecuada. específicamente la línea Sabanalarga – Nueva Barranquilla No (822/826). mantenimiento y desmantelamiento de la línea de transmisión de energía eléctrica Ln 822/826.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

El día 20 de septiembre de 1995. el Ministerio del Medio Ambiente conceptuó que de acuerdo con la información presentada. (822-826) 3 ANTECEDENTES El proyecto de conexión de la planta de Termoflores II al sistema interconectado nacional. solicitó al Ministerio del Medio Ambiente que el proyecto fuera eximido de la presentación de Diagnóstico Ambiental de Alternativas. 23 de la actual línea de transmisión Soledad . Mediante auto No. Teniendo como base lo expresado en dicho documento. 028 del 17 de enero de 1996.A. FIDUGAN. Dicha solicitud estaba acompañada del documento "Descripción del Proyecto Construcción Línea de Transmisión Aérea entre la Central Termoeléctrica Las Flores y la Torre No. en donde se hace una breve descripción del proyecto. el proyecto no requería Diagnóstico Ambiental de Alternativas y entregó los Términos de Referencia para la elaboración del respectivo Estudio de Impacto Ambiental.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. fue concebido para aumentar la capacidad de energía eléctrica térmica del país y así disminuir los posibles racionamientos debido a la baja hidrología que podría presentarse en 1996. de los criterios de selección de ruta y de los elementos ambientales característicos de la zona.Sabanalarga. y en su defecto entregara los términos de referencia para la elaboración del Estudio de Impacto Ambiental. 23 de la Actual Línea Soledad Sabanalarga". -FIDUGAN-. No. -9- . la sociedad FIDUCIARIA GANADERA S. presentó al Ministerio del Medio Ambiente solicitud de licencia ambiental ordinaria para la construcción de la línea de transmisión aérea entre la central Termoeléctrica Las Flores y la Torre No.

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.10 - . No.

826.11 - .1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS A continuación se relaciona información de carácter técnico sobre estas líneas de Transmisión de Energía 822-826: Longitud aproximada: Número de Postes: Nivel de Voltaje: Cable conductor: Cable de guarda Cimentaciones: 14. ampliando su cobertura. 23 . En el lenguaje técnico de TRANSELCA S. ubicadas en el perímetro urbano del municipio de Barranquilla.919 metros entre la torre No. la cual viene siendo el punto de cruce con las líneas 822 – 826 respectivamente. interconectan la Subestación de Nueva Barranquilla y las líneas 821-822. motivo de su nombre (Punto de cruces). de hay su nombre de Punto de Cruce. 8 AWG Concreto El proyecto consiste en un tramo de línea de 14. la numeración cambia a partir de allá dando como numeración de la última torre del circuito como No. 4.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. no obstante. 23.A.997. (822-826) 4 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES DE OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO Y CARACTERÍSTICAS TECNICAS DE LAS LINEAS DE TRANSMISIÓN (822/826) Las Líneas de Transmisión de Energía a 220 kv Nueva Barranquilla – T23. las torres numeradas llegan hasta la número 33. proyecto se construyó principalmente Este con el propósito de conectar ambas subestaciones.. estas líneas se denominan Lns 822 .87 Kilómetros 34 220 Kv Greeley Aleación de Aluminio 927. La numeración de las estructuras de estas líneas inicia en la subestación de Nueva Barranquilla. No. que se conecta a su vez a la Subestación Termoflores. Estas líneas de transmisión de energía fueron construidas en el año 1.50 MCM Alumoweld 7 No. de manera que pudiese fortalecerse la red de conducción eléctrica dentro del departamento.

las cuales cuentan con una estructura metálica auto soportada. con una altura de conductor promedio de 24 metros (al conductor más bajo) y una separación entre torres promedio de 440 metros. Este tramo atraviesa una zona rural. regulaciones y condiciones vigentes en nuestro país para su operación y mantenimiento. Con la ejecución de estos trabajos. En lo que a sistemas de protección se refiere. especialmente en lo que respecta a niveles de disponibilidad. . se realiza de manera coordinada entre la sala de mando u operación de las subestaciones correspondientes y el centro de control.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. sistemas de protección.2 OPERACIÓN DEL SISTEMA La operación de las líneas que conforman el Sistema de Transmisión de TRANSELCA S.STN y como tal está sujeta a las normas. (822-826) de la línea de transmisión Soledad-Sabanalarga y la subestación Barranquilla. 4. el sistema es totalmente automatizado y los equipos que lo soportan se encuentran sincronizados de tal forma que los tiempos de respuesta son del orden de milisegundos. se busca reiterar la política empresarial de la compañía. siguiendo una trayectoria sobre el costado occidental de la ciudad de Barranquilla. referida al aseguramiento de los niveles de eficiencia y eficacia requeridos durante la operación de sus activos. Tiene un total de 34 torres. dando cumplimiento a lo establecido en el Reglamento de Operación y en las demás disposiciones previstas para esta actividad. no obstante. con el propósito de asegurar los niveles de confiabilidad y disponibilidad requeridos por la regulación vigente y el cumplimiento de las condiciones necesarias para su adecuada operación.12 - . 4. a una separación máxima de 3 kilómetros de la circunvalar.3 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES ETAPA MANTENIMIENTO Si bien estas líneas son relativamente nuevas. No. lo cual asegura la desenergización inmediata. tiempos de respuesta y otros requerimientos.A. en el evento en que ocurran fallas en el sistema. Las líneas objeto del presente estudio forman parte del Sistema de Transmisión Nacional . han sido objeto de actividades de inspección y mantenimiento preventivo..

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. el cual incluyó cambio de herrajes y de cable de guarda. En capitulo.13 - . En el año 2002. (822-826) Los tipos de mantenimiento preventivo realizados a estas líneas corresponden a los grupos de: Mantenimiento electromecánico Control de estabilidad de sitios de torre Mantenimiento de la zona de servidumbre    Es importante desatacar que. se desarrolló una fase de mantenimiento de la línea. . por ser este el empleado en el estudio de impacto ambiental. este Paralelamente. se las torres son adelantaron los programas de compensación que consisten básicamente en la reforestación. durante las etapas constructivas y de montaje de las líneas se desarrollaron medidas ambientales enfocadas a evitar o minimizar la generación adecuación de de impactos escuelas y sobre el medio físico-biótico. mencionadas recurriendo al número de diseño. No.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826)

5

CARACTERIZACIÓN INFLUENCIA

AMBIENTAL

DE

LA

ZONA

DE

5.1

DELIMITACIÓN GEOGRÁFICA

Las líneas de transmisión de energía Nueva Barranquilla – Punto de Cruce, Lns 822 826, se ubican geográficamente en el nor oriente del Departamento del Atlántico, con una longitud de 14.919 metros entre la torre No. 23 de la línea de transmisión Soledad-Sabanalarga y la subestación Barranquilla. Este tramo atraviesa una zona rural, siguiendo una trayectoria sobre el costado occidental de la ciudad de Barranquilla, a una separación máxima de 3 kilómetros de la circunvalar. Tiene un total de 34 torres, las cuales se construyeron en estructura metálica autosoportada, con una altura de conductor promedio de 24 metros (al conductor más bajo) y una separación entre torres promedio de 440 metros. La zona de estudio para el presente trabajo corresponde al corredor de servidumbre de estas líneas, área ubicada a lo largo de su trayectoria con un ancho de 32 metros y para efectos de la identificación de las unidades de paisaje, su área de influencia de 500 metros de ancho.

5.2

ASPECTOS FÍSICOS

Esta parte inicial del documento realiza una descripción y análisis de los aspectos físicos presentes en el área de estudio, los cuales incluyen elementos climáticos, meteorológicos, geológicos y geomorfológicos, estos aspectos permitieron agrupar espacio-temporalmente en unidades de paisaje, el recorrido bajo el cual se extiende las líneas de transmisión de energía 822-826. Con el objeto de obtener la descripción de las variables anteriormente mencionadas fueron utilizadas dos tipos de fuentes de información; como fuente primaria se tomaron los datos y observaciones obtenidas en el trabajo de campo por el personal técnico operativo. Finalmente, para la obtención de los aspectos climáticos (viento, temperatura, brillo solar, precipitaciones y humedad relativa), fueron utilizadas fuentes - 14 -

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826)

secundarias como registros del IDEAM, AGUSTIN CODAZZI y referencias bibliográficas recientes. Las variables anteriores fueron integradas con base en la ecología del paisaje, la cual se constituye en una herramienta idónea para valorar y analizar la realidad geográfica de los elementos estructurales y funcionales que participan de la dinámica de los procesos de los ecosistemas presentes en el área de servidumbre e influencia de las líneas de transmisión en mención.

5.2.1 Aspectos Climáticos y Meteorológicos 5.2.1.1 Temperatura En el piso térmico cálido existente en el Departamento del Atlántico, se presentan temperaturas constantes y elevadas, modificadas por las brisas del mar en la faja cercana al litoral y por los vientos alisios. La temperatura media del aire en la zona del proyecto presenta valores medios mensuales que varían entre 26.5 y 28.1 grados centígrados durante el año, lo cual caracteriza a dicha zona como cálida y de baja variabilidad térmica. Los valores máximos de temperatura media del aire oscilan entre 33.3 y 35.7 grados centígrados, mientras que los valores mínimos de temperatura media del aire a nivel mensual están entre 21.4 y 22.6 grados centígrados. Tabla 1. Valores medios de temperatura de la zona – Últimos 20 años Temperatura Mes Ene Feb Mar Abr May Jun Jul Ago Sep Oct Nov Dic Min 25,5 25,2 26,1 26,9 27,5 27,6 27,1 26,8 26.3 26,2 26,4 26 ºC Max 27,3 27,9 28,1 28,6 28,8 29,1 28,7 28,8 28,5 28,1 28,2 27,7

30

29
- 15 -

28

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Fuente: IDEAM

Figura 1. Valores medios de temperatura de la zona – Últimos 20 años

5.2.1.2 Brillo Solar
Mes Brillo Solar Hora/mes Min Max 237,8 299,2 217,8 271,1 217,3 275,1 171,9 267,6 151 250,0 160,6 237,5 177,7 256,4 144,5 262,7 141 200,0 140 192,0 144,8 244,2 218 299

El Departamento del Atlántico presenta valores promedios de brillo solar entre 140 h/mes y 299 h/mes. El incremento de horas brillo solar existentes en el Departamento, se refleja indirectamente en la tendencia a la aridez, la erosión y la cobertura vegetal. Tabla 2. Valores medios de Brillo Solar degradación de suelos, acciones agudizadas por la falta de

Ene Feb Mar Abr May Jun Jul Ago Sep Oct Nov Dic

VALORES

300

250

200 Valores (ºC)
Fuente: IDEAM

150

Figura 2. Valores medios de Brillo Solar

100

- 16 -

50

2 0 14. En el Departamento del Atlántico se registra un promedio mensual de humedad relativa entre 77% y 83%.1 1. 300 Tabla 4.4 0 6.1.9 1.17 - . Valores Medios de la Humedad Relativa 250 . La Tabla 4 y la Figura 4 presentan los valores promedios máximos y mínimos observados en la zona.2.3 Fuente: IDEAM Valores de precipitación Figura 3: Ene Feb Mar Abr May Jun Jul Ago Sep Oct Nov Dic 5. y dos secos de diciembre a abril y de junio a julio. lo que ocasiona problemas para el suministro de agua en las poblaciones. registrando un déficit hídrico que no satisface los requerimientos de agua para el sostenimiento de las diferentes actividades.2 320. y el 400 350 mínimo en el mes de febrero y marzo con 74%.8 36.6 0 78. En términos generales. en donde la alternativa más expedita es la extracción de agua en pozos profundos. presentando el máximo valor en el mes de diciembre de 91%.5 48.4 5. este último conocido como el veranillo de San Juan. en la medida que la distancia del mar es mayor. las reservas en los acuíferos. La precipitación promedia anual de la zona fluctúa entre 695 y 840 mm.6 21.4 Humedad Relativa VA LORE Este factor es influenciado por las precipitaciones y la temperatura.2. Tabla 3: Valores máximos y mínimos de precipitación Mes Precipitación Mm/mes Min Max 0 20. se han visto mermadas. En el departamento las precipitaciones aumentan de norte a sur.1 297. No. es decir.3 Precipitación La distribución anual de las precipitaciones es en general de régimen bimodal.1. (822-826) 5. en el que se alternan dos temporadas lluviosas en los meses de mayo a junio y de agosto a noviembre. La precipitación máxima en 24 horas alcanza valores máximos de hasta 123 mm/día.5 191 0 166. tales como la agropecuaria y el consumo humano. mayor es el porcentaje de humedad relativa.3 215. las precipitaciones han disminuido a través del tiempo.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.6 392.9 299. ya que a mayor precipitación. Ante esta situación.9 363 8.

En cuanto a la zona agroclimática se encuentran planicies aluviales aptas transitorios y permanentes y para ganadería semi intensiva.2. También se presentan suelos superficiales formados en depósitos de arenas eólicas. Esta situación favorece el agrietamiento y la exposición de agentes degradantes. Valores Medios de la Humedad Relativa 5.2 Suelos En el área de servidumbre de las líneas 822-826. con drenaje natural medianamente permeables y poca aireación. relieve plano a ondulado. se encuentran presentando diferentes en el asociaciones Departamento niveles de del de los suelos predominantes Atlántico. en la zona de estudio se presentan las siguientes unidades:  Planicie eólica. entre otras. el modelado es ondulado y muchas dunas son de tipo libre. bien excesivamente drenados. para cultivos 80 70 60 Valores (ºC) 50 40 5. 30 20 10 . (822-826) Mes Humedad Relativa Min Max 76 88 74 83 74 87 77 87 77 91 77 90 76 88 77 88 80 91 82 93 81 90 76 91 Fuente: IDEAM Figura 4. Los depósitos eólicos son materiales eólicos que se generado a través de muchos años en capas de cierto espesor. los suelos del Atlántico en general. ocasionando fluctuaciones en la humedad de los mismos. No.18 - . Por la localización geográfica en las cercanías al mar. La temperatura y las lluvias son los factores de mayor influencia en la formación y calidad de los suelos. topográficas y climáticas. presentan diversos niveles de salinidad y están propensos a desecación por evaporación de antiguas ciénagas salobres. Estos depósitos son del cuaternario. fertilidad Ene Feb Mar Abr May Jun Jul Ago Sep Oct Nov Dic VA LO diferentes dependiendo de las condiciones físicas.3 Geomorfología Desde el punto de vista morfoestructural.2. Estas capas varían en espesor de 2 a 20 m sin sobrepasarlos. 100 90 Los suelos del Atlántico presentan un predominio de arcillas endurecidas fosilíferas.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

se encuentran el Arroyo Las Mellas a la altura del las torres 004-005 y 015-016.2. Presencia de jagüey de 300 x 200 m2 diámetro aproximadamente. es así como CpSAs1: Cp: Provincia Biogeográfica Pericaribeña S: Distrito biogeográfico de Santa Marta . N Arroyo Hondo Arroyo de Caña OBSERVACIONES Arroyo de caudal medio.19 - . (822-826) 5. 5.4 Hidrología Hidrográficamente la línea se encuentra ubicada en el delta magdalenense. m de m 20 No obstante. bioma. esto hace posible visualizar el análisis local de algún aspecto biofísico o socioeconómico. No. siendo atravesado por los siguientes cuerpos de agua: Tabla 05. dentro del área de servidumbre aunque sin atravesar el corredor.2. ubicado a 250 aproximadamente de la torre 018.034. además del Arroyo Malambo Viejo a la altura de las torres 032 – 033 . Arroyo ubicado aproximadamente a metros de la torre 022. TORRE 003-004 008-009 017-018 021-022 NOMBRE DE LA FUENTE HIDRICA Arroyo de León N. Este método de manera general tiene por objeto clasificar las unidades de terreno con base en el análisis integrado de las variables bióticas y abióticas. la cual hace factible ubicarse y trabajar simultáneamente en varios niveles de generalización de la información. La identificación de las unidades de paisaje comprende la integración de los siguientes componentes: Biogeográficos. dentro de un criterio regional”. los cuales están relacionados. Etter (1990) afirma: “El enfoque sistémico permite establecer una estructura jerárquica de análisis. Para la asignación de la simbología de cada unidad homogénea se optó por la simbología alfanumérica. Cuerpos de agua presente en la corredor de la línea 822-826.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.5 Unidades de Paisaje El estudio integral de la ecología de paisaje representa una tendencia moderna para integrar la realidad geográfica de un área específica. Arroyo de caudal medio. paisaje y subpaisaje. ubicado a 30 aproximadamente de la torre 004.

orígenes de su formación. CYTED-D.temporal de las especies a una escala menor.C. Gonzalo Halffter (Compilador). el tipo de suelos. aplicada en el corredor de servidumbre de las líneas 822-826. condiciones climáticas y en los componentes de la biota1. fisiográficas. criterios de paisaje. características topográficas. A continuación se presenta la tabla con la información resultante de la metodología de unidades de paisaje.106 .  Subpaisaje: Descripción física de un área determinada teniendo en cuenta la topografía. las cuales a su vez. entre permiten una delímitacíón espacio . vegetal.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Instituto de Ecología. A. No. apoyados en la bibliografía existente y en las observaciones durante el trabajo de campo.  Paisaje: Descripción física de un área determinada teniendo en cuenta la topografía del suelo.  Bioma: La interacción dei clima regional con el sustrato y con las condiciones ambientales produce unidades amplias conocidas como biomas. Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo. climáticas y altitudinales determinan la distribución y origen de la biodiversidad de las especies de fauna y flora. (822-826) A: Bioma Zonobioma Tropical alternohígrico s: Paisaje de planicie 3: Subpaisaje A continuación se definen los diferentes elementos que se tuvieron en cuenta para la formulación de las unidades de paisaje.  Distrito biogeográfico: Áreas homogéneas formación de menor escala otras) con que características específicas (precipitación. México 1992. Para tal efecto. se tomó las unidades biogeográficas definidas por criterios fisionómicos de la vegetación. La identificación de las Unidades de Paisajes se basa en estudios biogeográficos para conocer a la distribución original y actual de la biota y así poder contribuir a su conservación y manejo. adicionalmente el uso y aprovechamiento. según Hernández & Sánchez pueden subdividirse en distritos biogeográficos.20 - . su textura. 1 La diversidad biológica de Iberoamérica I. que se definen en función de la vegetación predominante.  cuyas Provincia Biogeográfica: Áreas geográficas homogéneas de gran escala.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.21 - . (822-826) .

509 L n. final: N10° 59. fertilidad moderada. No. Tramo desde el punto de cruce (Torre 023/033) a la subestación Nueva Barranquilla. (822-826) Tabla 06.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. inicial: N10° 53. con pendientes de 0 7%. suelos desarrollados de materiales sedimentarios.147 Coord. baja a moderada evolución.22 - . C A PD C P S1 . Unidades de Paisaje para las Lineas de Transmisión 822-826 PROVINCIA BIOGEOGRÁFICA DISTRITO BIOGEOGRÁFICO BIOMA PAISAJE SUBPAISA]E LOCALIZACIÓN SÍMBOLO CAP Cinturón árido pericaribeño DC Distrito de Cartagena Zonobioma tropical Alternohígric o CAPDCPS 1 Planicie Relieve plano a ligeramente ondulado.468 W74° 50. Presencia de jagüey para fines ganadero a minero. Coord. 822-826.478 W74° 49. profundidad superficial a moderada y de buen drenaje.

los cuales son beneficiados por la cercanía del Río Cañas. 71-73.  Paisaje de Planicie de uso Forestal: Estas planicies presentan suelos áridos cuya mejor disposición es de tipo forestal.2. La vegetación presente corresponde a matorral seco espinoso y bosque raloxerofítico. 156-158. 164-175. algo fragmentadas por el desarrollo de infraestructura vial y accesos a propiedades privadas. posee vestigios de un bosque denso siempre verde de tierras bajas sometidas a un fuerte proceso de deterioro. lo cual ha generado deterioro en la eliminación sistemática de la cobertura vegetal. lo que a su vez a producido menoscabo y aridez en los suelos. 100-111. 5. 121-128.2.6 Unidades de paisaje enmarcadas dentro del Zonobioma Húmedo Ecuatorial de Tierras Bajas: Paisaje de planicies de uso agropecuario y Paisaje de Lomerío de uso agropecuario  Paisaje de planicies de uso agropecuario: El sector comprendido entre las Torres 01-07 en cercanías de la subestación. la vegetación nativa del lugar corresponde a un matorral espinoso. (822-826) 5.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. 136. en el cual subsisten algunos elementos arbustivos utilizados para dar sombra al ganado o como cercas vivas.7 Unidades de paisaje enmarcadas dentro del Zonobioma Desértico Tropical: Paisaje de Planicie de uso Agropecuario/Forestal  Paisaje de Planicie de uso Agropecuario: La actividad ganadera en estas planicies comprende sectores dispersos ubicados entre las Torres: 61-64. 88-94. No. Los cultivos observados corresponden a policultivos de yuca y fríjol.23 - .  Paisaje de lomerío de uso agropecuario: En el sector comprendido entre las Torres 37 y 48 se presenta el área más importante a nivel agrícola para todo el recorrido de las líneas de transmisión 822-826. La vegetación presente en este pequeño tramo corresponde a un matorral bajo conformado por malezas y pastos para la alimentación de ganado. el cual suministra agua durante todo el año. . La agricultura es una actividad aislada e incipiente donde predominan monocultivos de sorgo.

La vegetación predominante en el área del recorrido de las líneas de transmisión corresponde a bosques xerofíticos con diferentes grados de intervención. . Se La Tabla 7 muestra una lista general de las plantas que se pueden encontrar en el área de servidumbre de las líneas de transmisión de energía 822-826.3.3 ASPECTOS BIÓTICOS La caracterización del recurso flora y fauna se aborda desde el concepto de importancia biológica y ecológica en el área de estudio.1 Flora Las estructuras que conforman el sistema de transmisión de las líneas 822-826 se encuentran en alturas comprendidas entre 15-120 msnm. 5. No. los cuales están caracterizados por el dominio de leguminosas mimosoides como Trupillo (Prosopis juliflora) y Aromo (Acacia farnesiana). Históricamente los inventarios de especies para detectar los efectos de las acciones humanas sobre la fauna o el ambiente requieren de la colección de muestras biológicas.24 - . de acuerdo a la disponibilidad y calidad de hábitat en el área de impacto de las líneas de transmisión 822-826. en las cuales predominan dos tipos de comunidades vegetales según datos de FPNSM (1998). sin embargo.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. La zona de estudio presenta una alta intervención antrópica. los inventarios realizados al nivel de los componentes mencionados obedecen a observaciones sistemáticas realizadas a lo largo del recorrido de las líneas de transmisión. durante el año. existiendo únicamente vegetación de sabana y algunos cuerpos de agua tipo estacionario. lo que ha traído como consecuencia la desaparición de bosques naturales primarios. (822-826) 5.  Bosque Seco Tropical: Es un tipo de vegetación desarrollada en clima hasta 10 meses sin lluvias isomegatérmico con escasa precipitación anual.

25 - . FAMILIA AGAVACEAE NOMBRE CIENTÍFICO Yucca elephantipes Mangifera indica ANACARDIACEAE Anacardium occidentale Spondias lutea ANONACEAE ARECACEAE BIGNONIACEAE Annoa cherimolia Cocos nucifera Tabebuia rosea Tabebuia coralibre Tabebuia billbergii BOMBACACEAE BORAGINACEAE Ceiba pentandra Cordia dentata NOMBRE COMUN Yucca Mango Marañón Círuelo Chirimoyo Palma de coco Roble Coralive Polvillo Ceiba bruja o Bonga Uvito . Plantas Fanerógamas encontradas en a zona de servidumbre de las Líneas de Transmisión de energía 822-826. Vegetación de la zona circundante a la línea 822-826. No. Tabla 07.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) Fotografía 01.

3. 5.2 Fauna Asociada .juliflora Acacia farnesiana Calliandra píttíerí Psidíum guajava Fícus benjamina Citrus limon Citrus sinensis Trphasia trifolia Melicocca bijuga Sterculia apetala Guazuma ulmifolia Olivo Tamarindo Vainillo Almendro Ceiba blanca Matarratón Clemón Campano Guacamayo Trupillo Acacia Carbonero Guayabo Laurel Limón Naranjo Limoncillo Mamón Camajoru Guacimo MYTACEAE MORACEAE RUTACEAE SAPINDACEAE STERCULIACEAE Fotografía 2.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.26 - . No. Espécimen de Gliricidía sepíum (Matarratón) en la zona de influencia. (822-826) CAPPARIDACEAE CAESALPINIACEAE COMBRETACEAE EUFORBIACEAE FABACEAE MALVACEAE MIMOSACEAE Capparis odoratissima Tamaríndus indica Cassía spectabilís Termínalia catapa Hura crepítans Gliricidía sepíum Thespesia populnea Píthecellbium saman Albízía caríbabea Prosopis .

dado el tipo de vegetación y la disponibilidad de precipitaciones a lo largo del año.  Anuros: La fauna anura detectada corresponde a especies adaptadas a las ausencias prolongadas de lluvia típica de los ambientes de la zona. (822-826) La fauna detectada a lo largo del área de servidumbre e influencia indirecta de las Líneas de Transmisión 822-826 presenta algunas peculiaridades a nivel de sus comunidades.2. 5. En el área de servidumbre e influencia de las líneas de transmisión fueron observados un total de 6 especies de ranas (Anuros).Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. la Tabla 9 muestra las especies de saurios detectadas en el área de servidumbre e influencia de las líneas de transmisión en mención. más no para los de reptiles. lo cual se expresa en el bajo número de especies observadas. En términos generales los saurios son el grupo más frecuente de observar. 9 lagartijas (Saurios) y 5 serpientes (Serpientes).1 Hepertofauna La hepertofauna presente en el área de influencia de las líneas de transmisión 822-826 presenta elementos típicos de las tierras bajas del caribe pericaribeño. . No. La Tabla 8 muestra las especies de anuros detectadas en el área de servidumbre e influencia de las líneas de transmisión en mención.3. y un segundo grupo de especies con densidades muy poco frecuentes de observar. En términos generales. Estas condiciones representan una limitante para la biodiversidad. sp 1 2 Orden Anura Anura Especie Bufus marinus Hyla crepitans Estado Común Común  Reptiles: Las condiciones áridas presentes en la zona representan una barrera natural para la diversidad de anfibios.27 - . Tabla 08. los cuales evolutivamente han desarrollado escamas y una biología reproductiva capaz de permitirles sobrevivir en este tipo de ambientes. son comunidades conformadas por unas pocas especies dominantes frecuentes de observar. Especies de anuros detectadas en el área de Influencia.

(822-826) Tabla 09. Especies de saurios detectadas en el área de estudio Sp 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 ESPECIE Iguana iguana Tupinanbis ambar Micrurus dissoleucus nigrirostris Crotalus durissus terrificus Liophis lineatus Bothrops atrox Bothrops lambergi Boa constrictor Thecadactylus rapicaudas Cnimidophorus lemniscatus Basiliscus basiliscus Anolis Aurata 5.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.2. Espécimen de Egretta Thula .3. La Tabla 11 muestra las especies de aves detectadas en el área de estudio. Fotografía 3.2 Aves Las líneas de transmisión de energía 822-826 al encontrarse enmarcadas dentro del departamento del Atlántico. No.28 - . presentan un conjunto de especies endémicas de estas unidades con elementos que hacen parte del distrito pericaribeño.

Especies de aves observadas en el área de influencia de las Líneas de Transmisión 822-826 ORDEN PELICANIFORMIS PELICANIFORMIS PELICANIFORMIS FAMILIA PELICANIDAE CATHARTIDAE CATHARTIDAE ESPECIE Pelecanus occidentalis Cathartes aura Coragyps atratus Cathartes aura Coragyps atratus Buteus nitidus Herpetotheres NOMBRE COMÚN Pelicano Gallinazo.29 - . No. golero Aguila barrada Halcon culebrero Pigua Halcon culebrero Pigua Tierrelita Cocinera Turro Carpintero real Carpintero real Carpintero real Carpintero real Carpintero real Cinsonte Hormiguero alirufo Mirla collajera Mirla ventriblanca Bichofué Montañero Cirrilí Chucha fría ESTADO Común RANGO Costa Caribe <2700 <1500 Común Poco común FALCONIFORMES ACCIPITRIDAE Raro <600 FALCONIFORMES COLUMBIFORMES CUCULIFORMES CORACIIFORMES PICIFORMES CORACIIFORMES PICIFORMES CORACIIFORMES PICIFORMES CORACIIFORMES PICIFORMES CORACIIFORMES PICIFORMES CORACIIFORMES PICIFORMES PASSERIFORMES PASSERIFORMES PASSERIFORMES PASSERIFORMES FALCONIDAE COLUMBIDAE CUCULIDAE MOMOTIDAE GALBULIDAE PICIDAE GALBULIDAE PICIDAE GALBULIDAE PICIDAE Carpintero real GALBULIDAE PICIDAE GALBULIDAE PICIDAE MIMIDAE FURNARIIDAE TURDIDAE TYRANNIDAE Cachinans Milvago Chimachima Columbina talpacoti Crotogaga sulsirostris Momotus momota Dryocopus lineatus Dryocopus lineatus Dryocopus lineatus Dryocopus lineatus Dryocopus lineatus Mimus gilvus Herpsilochmus Rufimarginatus Turdus albicolis Raro Común Común Común Común Común Común Común Introducido Raro Raro Raro Común <2500 <1600 < 500 <1300 <900 <900 <900 <900 <900 <500 <100-1200 <1500 <1600 PASSERIFORMES TYRANNIDAE Turdus leucomela Común <1400 PASSERIFORMES PASSERIFORMES PASSERIFORMES TYRANNIDAE TYRANNIDAE Megarhiynchus pitangua Miyodynastes maculatus Tyranus melancolicus Pitangus sulfuratus Campylorhyncus griseus Progne chalybea Agelaius icterocephalus Icterus nigrogularis Mirla collajera Mirla ventriblanca Bichofué Montañero Cirrilí Chucha fría Común Común <1500 <2600 TYRANNIDAE Común <2600 CORVIDAE HIRUNDINIDAE ICTERIDAE cucarachero Golondrina de campanario Toche de agua toche común común Común Común < 1700 < 1200 50-2100 <300 .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) Tabla 10.

2. (822-826) Psaroculius decumanus Leistes militaris THRAUPIDAE Thraupis episcopus Thraupis glaucocolpa Oropendola soldadito Azulejo Azulejo Común Raro Común Común <2600 <2000 600-2000 < 500 200. E. No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.. Tabla 11.A.P. originada en gran medida a la poca oferta de proteína observada en la zonas de invasiones. además de la tala y quema de las zonas.S. y la determinación de los .3100 < 2300 FRINGILLIDAE Sporopilia nigrocollis Dominicano Común < 1000 < 2300 < 1600 TROGLODYTIDAE JACANIDAE CHARADRIIFORMES CICONIFORMES ARDEIDAE CICONIIDAE Campylrhynchus nuchalis Jacana Jacana Butorides striatus Egretta Thula Cucarachero Gallito de ciénaga Garcita rayada Garza patiamarilla Común Común Común Común < 800 <1000 < 2600 < 1000 5.30 - . SP 1 2 3 4 5 6 ESPECIE Didelphys Marsupiales Dacypus novencintus Mus lauchas Sylvilagus brasiliensis Potos flavus Mustela frenata 5. Mamíferos observados en el área de influencia de las Líneas de Transmisión de energía 822-826. La Tabla 12 muestra la lista de especies de mamíferos detectados en el área de estudio.4 ÁREAS DE SENSIBILIDAD AMBIENTAL LNS 822-826.3 Mamíferos Por ser zonas abiertas. La identificación de los diferentes ecosistemas y sistemas socio-económicos y culturales existentes en el área de influencia directa e indirecta de las Líneas de Transmisión 822-826 del Sistema de TRANSELCA S.3. los mamíferos presentes en el área de estudio reciben una fuerte presión antrópica.

tiene un rango determinado dependiendo su incidencia y la sumatoria de todas las variables determina el área susceptible. 5. . se presenta una descripción y análisis de las áreas de sensibilidad detectadas. y aplicando la metodología que se detalla en el numeral siguiente.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.31 - . A partir del trabajo de campo adelantado en el corredor de servidumbre de las líneas antes mencionadas. La valoración de las variables analizadas por componente. realizada en el trabajo de campo. (822-826) niveles de sensibilidad de ellos.4. No. permite definir áreas claves que indican los impactos reales y potenciales generados por la actividad en el área de influenza de las líneas. apoyada en los estudios y análisis realizados a los diferentes componentes ambientales. En la tabla siguiente se muestra las variables analizadas y sus respetivos rangos.1 Metodología La metodología utilizada para la determinación de las áreas de sensibilidad ambiental está basada en el estudio de la zona de influencia.

Erosión en masa Textura Grado de pendiente Intensidad de lluvias(mm) Longitud de pendiente BUENO 3 ALTA 3 ALTA 3 Ganadería 1 Alta 1 Si 1 Buena 1-3 Ligera 1-3 FyA 1-4 0 a12 1-8 Baja (<1000) 1-7 Corta 1-3 MEDIO 2 MEDIA 2 MEDIA 2 Agricultura 2 Media 2 No 1 Mala 4-6 Mala 4-6 FA 5-7 12 a25 9-11 Media 1000-1500 8-14 Media 4-6 BAJO 1 BAJA 1 BAJA 1 Residencial 3 Baja 3 Pobre 7-10 Severa 7-9 FAR 8-10 25 a50 12-14 Alta > 1500 15-20 Larga 7-10 50 a70 15-17 Forestal 4 VARIABLES VALORACIÓN - Muy severa 10 . COMPONENTE AMBIENTAL GEOHIDROLÓGICO SUB COMPONENTE S Estado de conservación de las riberas Intensidad de las lluvias Recepción de aguas HIDROLÓGICO servidas Uso del suelo en cercanías y área de influencia de la cuenca.32 - . No. (822-826) Tabla 12.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Demanda Hídrica: Hace referencia Recepción de aguas GEÓLÓGICO servidas Asociación de materiales del suelo. Variables Ambientales Evaluadas en la Zonificación Ambiental.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. . (822-826) Profunda 1-4 Densa 1-3 Buena 1-4 Buena 3 Alta 3 Moderada 5-7 Moderada 4-6 Mala 4-6 Media 2 Media 2 Superficial 8-10 Rala 7-9 Alta 7-10 Mala 1 Baja 1 Descubierta 10 - Profundidad efectiva Densidad de vegetación Intensidad de uso Condiciones del BIÓTICO FLORA Y FAUNA bosque Diversidad Asentamientos SOCIOESPACIAL SOCIAL SOCIOECONÓMICO humanos en el corredor de las líneas. Actividades económicas desarrolladas en la zona de servidumbres De acuerdo a los niveles de sensibilidad ambiental. No.33 - .

Subcomponente Geológico El propósito del estudio es. consiste en la identificación in situ de los siguientes parámetros: Textura y asociación. residencial (suministro acueducto).34 - . No. entre otras. Por ejemplo. demanda agrícola (regadíos).2 Descripción de las Variables Ambientales 5.1 Componente Geo-Hidrológico Subcomponente Hidrológico  Estado de conservación de las riberas: Hace referencia al estado de conservación del bosque protector y los suelos presentes en el sector de las riberas de los cuerpos de agua observados en el área de servidumbre e influencia de las líneas de transmisión en mención. cobertura vegetal y uso e intensidad. las cuales fueron redefinidas de la siguiente manera: . (822-826) 5. la cual fue modificada con base en los requerimientos y exigencias particulares de este estudio. características geomorfológicos.4.  Intensidad de las lluvias: Corresponde al régimen anual de lluvia observado en los biomas a través de los cuales se encuentran las líneas de transmisión.  Uso del suelo en cercanías y área de influencia de la cuenca: El uso del suelo en cercanías a una cuenca hidrográfica determina su estado de conservación y permite identificar potenciales efectos nocivos a corto y mediano plazo.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. identificando niveles de susceptibilidad a la erosión en la zona de influencia de las líneas de transmisión.  Demanda Hídrica: Hace referencia al nivel de requerimiento hídrico observado en el área de influencia y servidumbre de las líneas de transmisión.2. dicha demanda es definida por las actividades económicas y densidad poblacional presentes en el área en mención. La metodología aplicada para la evaluación de los procesos de erosión observados en el área de servidumbre de las Líneas de Transmisión 822826 es la sugerida por Torres (1998). analizar el efecto de los impactos ocasionados sobre el suelo.4.

 Textura del suelo y clases: Hace referencia a la composición física de los suelos presentes en el área de servidumbre.  Grado de pendiente: Es el grado de inclinación presente en los accesos.35 - .  Profundidad del suelo: Hace referencia a la prolongación vertical de la matriz suelo y sus componentes. arenosa franca.  Remoción en masa: Movimiento de una masa de suelo por la infiltración del agua y por acción de la gravedad. franco arcillo arenosa. franco arcillo limosa. No. así: Arenosa. . arcillo limosa y arcillosa. franco arenosa.  Densidad vegetación: Es el número de individuos de iguales o diferentes especies observadas en el área de servidumbre. industrial. agrícola. entre otras. La extensión referencia el grado de madurez y la capacidad productiva de este. refleja el grado y las tendencias de erosión en un espacio específico. y se definen en relación con el aumento en la porción de las partículas finas. siendo éstas de tipo forestal. ganadero.  Uso del suelo: Representado por las diferentes actividades y aprovechamientos dados al suelo en el área de servidumbre.  Intensidad de lluvias: Corresponden al tiempo y volumen de precipitación que se presente en el área de estudio durante las diferentes épocas del año. (822-826)  Asociación de materiales del suelo: Se refiere al nivel de asociación de los elementos que conforman el suelo en el área comprendida en la base de las torres.  Longitud pendiente: Es la distancia de prolongación de las pendientes promedio en el área de influencia y servidumbre. en el área comprendida en la base de las torres. residencial.  Intensidad de uso: Equivale al nivel de explotación espacio-temporal del suelo en el área de influencia directa e indirecta.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

2 Componente Biótico Para efectos de la evaluación de sensibilidad del componente biótico.1 Niveles de Sensibilidad Ambiental Para cada una de las variables se definieron los siguientes niveles de susceptibilidad ambiental y los rangos de evaluación: .36 - . a continuación se detallan las zonas identificadas. (822-826) 5.3 Componente Social En la determinación del área de sensibilidad ambiental en cuanto al componente social. 5. No.  Diversidad biológica: Hace referencia a la riqueza de especies de fauna y flora presentes en cada una de las unidades de paisaje en el área de servidumbre.4.4.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.  Condición de bosque: Se define como el estado de conservación de la cobertura vegetal.  Presión Humana: Es el nivel de intervención humana sobre la zona de influencia en el estudio. el análisis se realizó de acuerdo a factores tales como: número de asentamientos. además del criterio establecido por el modelo anteriormente expuesto. 5. 5.3.4. se tuvieron en cuenta la valoración de las variables de acuerdo a la metodología con la cual se obtuvieron los niveles de sensibilidad de la zona de servidumbre.4.3 Identificación de las zonas de sensibilidad ambiental Para la zonificación ambiental del área de influencia de la líneas de transmisión de energía No 822-826 Nueva Barranquilla – punto de Cruce. se tienen en consideración las siguientes variables.2. actividades económicas desarrolladas en el área de influencia y la situación política y de orden publica de la zona.2.

37 - . Actividades productivas que se desarrollan sin mayores afectaciones en la zona de servidumbre Zonas de población dispersa. No. por donde atraviesan las líneas de transmisión. Centros semipoblados. se obtuvieron los siguientes resultados que definen el grado de susceptibilidad de los las líneas de transmisión. BAJA SENSIBILIDAD 40-55 14-10 Ecosistemas que presentan poca cobertura vegetal y el impacto humano ha sido bajo o medio.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Valoración 8. COMPONENTE AMBIENTAL FÍSICO SUB COMPONENTE AMBIENTAL GEOLÓGICO HIDROLÓGICO RANGOS DE EVALUACIÓN ALTA SENSIBILIDAD 71-85 5-3 Ecosistemas con buena condición de BIÓTICO FLORA Y FAUNA bosques protectores y con impacto humano alto o medio. por donde atraviesan las líneas de transmisión Actividades productivas desarrolladas en la zona de servidumbre. Zonas habitadas por centros densamente ESPACIAL poblados.4. Niveles de Sensibilidad Ambiental. por donde atraviesan las líneas de Transmisión. que se afectan temporalmente. Actividades productivas desarrolladas en la ECONÓMICO zona de servidumbre. diferentes componentes ambientales presente en las diferentes zonas a lo largo del corredor de servidumbre de . Valoración 7-6. Valoración 9-11. (822-826) Tabla 13. 5. MEDIA SENSIBILIDAD 56-70 9-6 Ecosistemas que presentan áreas de rastrojo de altura media y baja con impacto humano de alto a bajo.4 Zonificación Ambiental del Corredor de línea 822-826 Al aplicar los rangos para cada una de las variables. que se afectan permanentemente o SOCIAL generan situaciones de riesgo.

de acuerdo con los parámetros establecidos anteriormente. debido a su importancia ambiental y social para la zona (ver tabla 12). (822-826) 5.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Para efectos del análisis de sensibilidad del componente hídrico presente en el corredor de servidumbre de las líneas de transmisión de energía 822-826.38 1 3 1 1 1 3 1 1 1 3 1 1 Arroyo de León 1 Arroyo Hondo 2 Arroyo Cañas 2 . los niveles de sensibilidad del recurso hidrológico se determinan de acuerdo al siguiente rango de valores: RESULTADO (RANGO) 14 – 10 9–6 5-3 EVALUACIÓN Baja Susceptibilidad Media Susceptibilidad Alta Susceptibilidad En la siguiente tabla. Tabla 14. se obtuvieron los siguientes resultados que definen el grado de susceptibilidad del recurso hidrológico presente en las diferentes zonas a lo largo del corredor de servidumbre de las líneas de transmisión. Variable Estado de conservación de las riberas Intensidad de las lluvias Demanda hídrica Descarga de aguas servidas Uso del suelo en cercanías y área de influencia de la cuenca .4.1 Componente Geo-Hidrológico Subcomponente Hidrológico Al aplicar los rangos para cada una de las variables. Valoración del nivel de sensibilidad de cuerpos de agua. se realizó la evaluación sobre las cuencas principales identificadas. A partir de los anteriores parámetros de evaluación. No. se muestra el resultado de la evaluación para cada uno de los cuerpos de agua analizados.4.

de acuerdo con la identificación de características geológicas similares. Valoración del nivel de sensibilidad en la zona del corredor de servidumbre de las líneas de transmisión822 .2 Componente Biótico Con base en la información primaria obtenida durante el trabajo de campo y los datos suministrados por el modelo de áreas amenazadas por FPNSM (1998). Variable Asociación de materiales Intensidad de lluvia Erosión de masa Longitud de pendiente Textura Profundidad efectiva Densidad de vegetación Grado de pendiente Intensidad de uso SENSIBILIDAD 3 1 5 2 3 10 7 5 6 (42) Ln 822-826 Valor de Referencia Buena Baja Mala Corta FyA Superficial Rala 3–5 Media Susceptibilidad Baja 5.4. Al evaluar las variables. de acuerdo con la similitud de las características físicas de la zona. se obtuvieron los siguientes resultados que definen el grado de susceptibilidad a la erosión del corredor de servidumbre de las líneas de transmisión. Tabla 15.4. obteniéndose los siguientes resultados: . tipo de relieve y la actividad económica predominante en el sector. se evaluaron la línea en cuestión.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. en cada una de ellas. No.39 - . (822-826) Sensibilidad (7) Media (8) Media (8) Media Subcomponente Geológico Para efectos de la aplicación del análisis de susceptibilidad del corredor de servidumbre.826. se dividió la zona de estudio en tres grandes tramos.

4. No.4.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.5 Análisis y Susceptibilidad del Componente Hidro-geológico 5. el componente hídrico existente en el corredor de las líneas de transmisión 822 . lo que . (822-826) Tabla 16.40 - . Variable Condición de bosques Diversidad biológica Presión Humana Sensibilidad 2 1 3 (6) Baja Tramo Total (T001 – T033) Fotografía 4.5.826 presenta en general un nivel medio de susceptibilidad. Valoración del nivel de sensibilidad para el componente biótico – Flora y fauna. Vista florística de la zona de influencia.1 Subcomponente Hidrológico De acuerdo con el análisis de sensibilidad. Esta caracterización obedece principalmente a la práctica de deforestación de los bosques protectores con fines de explotación económica. 5.

se puede afirmar que los tres (3) tipos de mantenimientos posibles a realizar. (822-826) ha ocasionado el deterioro progresivo de las cuencas existentes en el sector. minimiza el requerimiento de labores de mantenimiento de los accesos y de la zona de servidumbre. la ubicación de las estructuras en planicies o lomeríos donde predomina una ganadería de tipo extensivo. derivados de la operación de las líneas de transmisión. la presión sobre estos cuerpos de agua es relativamente baja debido a que sus aguas no son utilizadas para el abastecimiento del consumo humano. identificándose únicamente cuerpos de agua. representados por arroyos y una laguna de mediana importancia. sumado al bajo nivel de lluvias que se registra en la zona. En concordancia con lo anterior. ni para la disposición final de residuos sólidos y/o aguas servidas. no representan una amenaza significativa para los ríos y cuerpos de agua observados a lo largo del recorrido dada su baja frecuencia y duración. se consideran en general de baja sensibilidad ambiental. En relación con los otros cuerpos hídricos ubicados en la zona de servidumbre de estas líneas. . Por otro lado.41 - . dada su calidad de hábitats para la avifauna y su aprovechamiento para actividades ganaderas e industriales realizadas en la zona. Por otra parte.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Como característica principal se destaca que durante el recorrido de las líneas 822 – 826 no se encontraron cuerpos de agua de gran importancia ambiental o socioeconómico. No. razón por la cual no fueron analizados con mayor grado de detalle.

4. en la altura de las torres 008 – 009 de las líneas. ubicado en los predios de la Ladrillera Barranquilla. con suelos semiáridos de tipo arcilloso con drenaje natural medianamente permeables y poca aireación. No. por 200 m de ancho.2 Subcomponente Geológico Los terrenos correspondientes a la zona de servidumbre están determinados por una topografía relativamente plana y pendientes bajas. se identificó un humedal de 300 m de largo. con el fin d despejar el suelo. del cual se extrae barro utilizado como materia prima para la fabricación de distintos productos. 008. La zona cercana presenta marcas de quemas recientes. 5. con vegetación predominantes de pastos. (822-826) Fotografía 5. lo que favorece los procesos de erosión hídrica. la sensibilidad de este sector frente a la erosión es media a alta. hechos por los pobladores de la zona. considerándose como un riesgo potencial en el mediano . El final del tramo de las líneas 822-826 (T023 – T033) se caracteriza por presentar suelos superficial y arcilloso. De acuerdo con la evaluación realizada y con las observaciones de campo. durante la temporada de lluvias. Asimismo.5.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Industria que explota cuerpos de agua en la zona. ha ocasionado la expansión del humedal. específicamente debido a la presencia de cuerpos de agua.42 - . algunos en las inmediaciones de las torres de transmisión. bien excesivamente drenados de pobre uso. Lo anterior. plazo para la estabilidad de la estructura No. asi suelos superficiales formados en depósitos de arenas eólicas.

determinado entre otros factores por las características mismas de la zona.43 - . así como en el barrio Pinar del Rio. (822-826) Fotografía 6. 5. dentro de la zona de servidumbre en la T13. dada la baja frecuencia y duración de las actividades a realizar. Siembra doméstica adyacente a la Subestación Nueva Barranquilla. esto de tipo doméstico en las poblaciones aledañas. En términos generales. Fotografía 7.6 Análisis y Susceptibilidad Ambiental del Componente Biótico . Desde el punto de vista económico. No.4. la operación de las líneas y el desarrollo de las actividades de mantenimiento no potencializan el desarrollo de procesos erosivos.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. se tiene el desarrollo bajo de agricultura y ganadería. Vista del suelo de la zona.

presentando aumento en la biodiversidad faunística. los niveles medios de sensibilidad dada la presencia de cuerpos de agua. así como la caza de animales silvestres. (822-826) De acuerdo a los resultados de la evaluación. etc. Finalmente. con fines de madera y preparación del suelo para uso agrícola y ganadero.). la mayor parte de los corredores de servidumbre de las líneas de transmisión de energía en estudio presentan un nivel medio desde el punto de vista del componente biótico. debido al mínimo requerimiento de poda y/o tala de vegetación. necesidades de vivienda. Quemas aledañas a las líneas de transmisión – Torre 014. que encuentran en estas zonas. Por otra parte. . se consideran como afectaciones sobre el componente biótico el desarrollo de talas y quemas por parte de los habitantes de la zona. Fotografía 8. que favorecen el estado de conservación de la vegetación. esta situación hace evidente el riesgo potencial de colisión de estas especies contra los cables conductores de energía. por diferentes causas (económicas. condiciones adecuadas para su anidación y reposo. No obstante.44 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Además. especialmente para las especies de aves. debido al alto porcentaje de bosque natural intervenido. las actividades de mantenimiento a realizar dentro del área no afectan de manera drástica la vegetación o la fauna presente en el área de influencia directa o indirecta.

ubicada en Colombia en la esquina nor.4. lugar donde desemboca el río más largo de este país (Magdalena).75%(Ver tabla 2. El área urbanizada tiene en la actualidad una superficie de 8. es decir 144.566 has. en la parte occidental limita con los municipios de Puerto Colombia y Galapa y por el sur limita con este mismo municipio y Soledad.-oriental del Departamento del Atlántico.7 Análisis de Susceptibilidad del Componente Social En el desarrollo de los Planes de Manejo Ambiental con la Infraestructura de Transmisión de Energía a cargo de TRANSELCA. (822-826) 5.450 hectáreas2. 2 3 Según Ordenanza No. en lo que respeta al brillo solar éste disminuye con la altitud y es afectada por la topografía de la ciudad. El Distrito de Barranquilla. . 00021 de 1999 emanada de la Asamblea del Departamento.1 y gráfico 2. la temperatura mínima que se puede dar en la ciudad esta por encima de los 21° C. Plan de Ordenamiento Territorial del Distrito de Barranquilla. formulado para las líneas Nueva Barranquilla – Punto de Cruces (Lns 822 . surge como puerto de exportación. y con un gran impulso industrial.1). Las 3. la ciudad presenta terrenos intensamente intervenidos y no existen áreas de bosques naturales. Es importante mencionar en este informe los aspectos generales de las comunidades por donde atraviesan las líneas de Transmisión de Energía Eléctrica. en la parte norte se encuentra el Mar Caribe. como en el caso de la temperatura. (17. No.826). se efectuó el levantamiento de la información socioeconómica existente en los asentamientos humanos ubicados en la zona de servidumbre de dicha infraestructura.90% del área total) están sin ocupar.586 has. De estas 2. y que enmarca su limite oriental. Restantes son de uso rural y de reserva3.7. para el caso de esta línea se hace mención a Barranquilla. en la mitad del siglo XX.298 has. Extensión y límites: La extensión de la superficie del Distrito de Barranquilla es de 14. 5.45 - . a propósito de esta. ya que desde esta ciudad sale el recorrido de la línea hasta llegar al Punto de Cruce en jurisdicción al Municipio de Soledad Atlántico. Como ciudad caribeña presenta variaciones en su régimen termodinámico.28% de la superficie total del distrito. que representa con relación a la superficie del Departamento el 5.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.4.1 Generalidades Ubicación y localización geográfica: El Distrito de Barranquilla geográficamente se encuentra en las coordenadas: 10º 53' de Latitud Norte y 74º 47' de Latitud Oeste. Que representan el 59.50 Km2.

Es importante mencionar la relevancia las condiciones del barrio.2Ubicación de los Asentamientos.7. se presentan los siguientes aspectos prioritarios:  Trazado de redes de alta tensión. (822-826) 5.7.7. en la línea 822-826 de transmisión de energía eléctrica. . 5.  Vías de acceso totalmente destapadas.4.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.2 Descripción del Área de Estudio 5.4.4. Teniendo en cuenta el análisis de riesgo de la zona.  Viviendas dentro del área de servidumbre. ubicado en el Km 7 en la vía que de Barranquilla conduce a Juan Mina. y así tener parámetros de medición relacionados con la calidad de vida de estas. donde habitan varias familias estrato1 bajo. (Carretera del algodón).1Análisis Del Asentamiento Urbano Es importante citar en este informe un breve análisis de los barrios por donde atraviesan las líneas de transmisión de energía eléctrica 822-826 Nueva Barranquilla – Punto de Cruce.46 - . Asentamiento Pinar del Río. No. Los asentamientos se localizan en el trayecto que va desde la torre 12 hasta la torre 14.2. Los asentamientos humanos en la zona de estudio se localizan en la ciudad de Barranquilla específicamente en el barrio Pinar del Río.2.

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Fotografía 9. Vista entrada de Pinar del Río. Vale la pena mencionar que cerca de esta zona en el tramo comprendido entre la torre 14- 15-16, se adelanta un proyecto de viviendas de interés social Villas de San Pablo, por parte de la Fundación Mario Santodomingo.

Fotografía 10. informativa Villas de San

Valla Urbanización Pablo.

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Fotografía 11. Construcción de la Urbanización Villa de San Pablo.

5.4.7.3 Aspecto Social

El estudio social se realiza con el fin de actualizar y efectuar el análisis correspondiente con la información socioeconómica obtenida en el desarrollo del proyectos ambientales realizados en los años 2001 – 2004, para las viviendas localizadas en la zona de servidumbre de los corredores de TRANSELCA S.A. E.S.P., es importante tener en cuenta que, fue necesario recorrer nuevamente cada una de las zonas objeto de estudio. Lo valioso de la información existente, es la posibilidad de efectuar un análisis comparativo con la evolución de los asentamientos humanos ubicados en la zona. Con el propósito de evaluar de manera global la estructura del barrio y el tipo de servicios sociales colectivos con que cuenta, en los párrafos siguientes se realiza una descripción de los principales elementos, que nos permitirán tener una visión de la zona por donde atraviesan las líneas objeto del estudio. Para tal efecto, se analizó y compiló la información secundaria existente consignada en los Planes de Ordenamiento Territorial “POT”, recientemente formulados para el período 2001 - 2009.

5.4.7.3.1Viviendas

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Las viviendas ubicadas cerca de la zona de servidumbre se encuentran en condiciones desfavorables para su habitación, el 99% de estas son construidas en madera y en bahareque, reflejándose los niveles de pobreza de las personas que allí habitan. Del total de viviendas encontradas en la zona sólo 1 se encuentra dentro del área de servidumbre a unos 5 metros de distancia del eje central de la línea.

5.4.7.3.2Economía La actividad económica desarrollada en la zona de estudio se basa en su mayor parte al trabajo informal, como vendedores ambulantes, pequeñas tiendas de barrio y misceláneas, obreros, moto taxistas, entre otros. No obstante esta situación se refleja en la calidad de vida de los habitantes de dicha zona. El nivel de desempleo en la zona es bastante alto, esto se debe a que la mayor parte de las madres de familia permanecen en sus hogares encargándose del cuidado de sus hijos, mientras que los esposos se dedican a conseguir el dinero para el sustento diario, permaneciendo la mayor parte del día por fuera del hogar.

5.4.7.4 Infraestructura de Servicios Públicos

El Nivel de prestación de servicios públicos la zona no satisface totalmente las necesidades básicas de los habitantes; A continuación se hace una descripción de algunos servicios:

5.4.7.4.1Acueducto La comunidad en estudio no cuenta con este servicio, para satisfacer esta necesidad se trasladan a los barrios más cercanos para llevar el agua por medio de mangueras y pimpinas llevadas en carro de mulas. Cabe mencionar que en el barrio existe un poso profundo con un sistema de bombeo para el suministro de este, el cual no se encuentra funcionando..

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Fotografía 12. Sistema artesanal de extracción de agua – Pinar del Rio.

5.4.7.4.2Alcantarillado

La población en estudio no cuenta con muchos de los servicios públicos domiciliarios, por lo cual los habitantes se ven obligados a realizar prácticas que no resultan ser lo más adecuadas en lo que respecta a la disposición de residuos sólidos y disposición de excretas. Al no contar con este servicio utilizan como sistema alternativo pozas sépticas, letrinas y deposiciones a cielo abierto.

5.4.7.4.3Aseo Público

No cuentan con un sistema de recolección de basuras prestado por alguna empresa del estado, utilizando en su reemplazo como método de eliminación de residuos quemas de desechos en los patios de las viviendas o las disponen en solares abiertos.

5.4.7.4.4Energía Eléctrica - 50 -

51 - .5Gas Natural Las viviendas ubicadas en esta zona no cuentan con el servicio. En la imagen 3 se observa el estado de las conexiones eléctricas. presenta un cubrimiento aproximado del 80%.A. No.7. por tal motivo las viviendas en igualdad de condiciones no poseen ninguna nomenclatura.4. Conexiones eléctricas Pinar del Río. En las imágenes 6 y 7 se observa el estado de la vía de acceso al barrio y las calles del barrio.4. debido a sus condiciones económicas que no les permiten costear los equipos y accesorios propios del este. Fotografía 13. específicamente en el Km 7.7. En la zona de estudio. . 5.4. 5. (822-826) El servicio de energía eléctrica en el Departamento del Atlántico es prestado por Electricaribe S.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. cuenta con calles completamente destapadas y sin ninguna señalización.4.6Vías de Acceso El acceso principal al barrio es por la vía que de Barranquilla conduce a Juan Mina.

4. No. (822-826) Fotografía 14. 5. . como se puede observar en las imágenes.52 - . En el barrio Pinar del Río se encuentra una vivienda dentro del área de servidumbre las líneas 822 – 826.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.5 Aspectos a destacar  Vivienda dentro del área de servidumbre. esta vivienda se ubica a unos 5 metros de distancia al eje central de la línea. Estado vías de acceso barrio Pinar del Río.7.

Planta física de una casa estándar (baño & patio externo) debajo de los cables conductores de energía – Pinar del Río.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.53 - . biodiversidad y utilidad para el cumplimiento de funciones ambientales. El corredor de las líneas de transmisión no se encuentra dentro de este tipo de zonas especiales. No.5 Zonas de Reserva y Protección Las áreas de reserva y protección pueden ser definidas como aquellos espacios que mantienen integridad en sus ecosistemas y tienen características de especial valor en términos de singularidad. . 5. (822-826) Fotografía 15.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.54 - .S. otorgó a TRANSELCA S.22 m3 para un área de 305.. No. E. a través de Resolución 1273 del 11 de mayo de 2005. (822-826) 5. . permiso para poda de la vegetación en la zona correspondiente al corredor de servidumbre de la línea 822-826.6 Aprovechamiento y/o uso de los Recursos Naturales La Corporación Autónoma Regional de la Guajira CORPOGUAJIRA.4 Kms.A.28 Has y una longitud de tramo de 95.P. Este permiso tiene una vigencia de 12 meses a partir de su fecha de expedición. autorizando un volumen de poda de 156.

Ln No.P.55 - . En la identificación y valoración de impactos se desarrollaron los siguientes aspectos:     Identificación de las condiciones del problema. Categorización de los impactos. (822-826) 6 IDENTIFICACIÓN Y EVALUACIÓN DE LOS IMPACTOS GENERADOS POR LA ACTIVIDAD DE TRANMISIÓN DE ENERGÍA Los Planes de Manejo Ambiental se constituyen en una herramienta para la preservación de los recursos naturales y defensa del medio ambiente. se tuvo en cuenta el estudio de información secundaria.  Valoración de los impactos.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. E. 822-826 Nueva Barranquilla – Punto de Cruce. . estableciéndose la correlación de la actividad y el comportamiento de los factores ambientales. especialmente aquellos datos contenidos en el Plan de Ordenamiento Territorial de los municipios ubicados en el área de influencia directa de las líneas de transmisión No. Identificación de los impactos. de acuerdo con los impactos adversos identificados y 6. se basó. planificó y organizó evaluados en este capitulo.A.1 Metodología La identificación de las condiciones del ambiente del área de influencia se basó en la recopilación de información primaria. y en estudios ambientales efectuados a ecosistemas estratégicos de la región. a través de la visitas de campo y análisis de parámetros físicos-químicos de los componentes afectados por la actividad. Ponderación de los impactos. De igual forma.S. identificando y estableciendo las variables ambientales. No. La formulación del Plan de Manejo Ambiental para las líneas de transmisión del sistema de TRANSELCA S. a través del estudio y análisis de los efectos generados por una actividad. 822-826 Nueva Barranquilla – Punto de Cruce.

relacionándolos con la nomenclatura allí formulada. De igual forma. (822-826) 6. De igual forma. se basa en el nivel de análisis local de la caracterización ambiental propuesta en la Guía Ambiental para Proyectos de Transmisión Eléctrica. y como resultado del trabajo de campo. pero que obedecen a particularidades propias de la región.56 - .2 Identificación De Los Impactos La identificación de los impactos ambientales que se presentan en el corredor de servidumbre de las líneas 822 . No. se contemplan los impactos potenciales en la etapa de desmantelamiento: .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. se consideran otros impactos no contemplados en la mencionada guía.826. A continuación se presentan de manera esquemática los impactos ambientales y la relación con las actividades que se desarrollan en las etapas de operación y mantenimiento.

57 - . No. (822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.58 - .

(822-826) . No.59 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No. (822-826) .60 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

61 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

62 - . (822-826) . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No.63 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .64 - .

65 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.66 - .

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Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826)

6.3

Evaluación Ambiental De Las Fases De Operación Y Desmantelamiento De La Líneas De Transmisión De Energía No (822-826)

En el desarrollo de la evaluación de los impactos, se utilizará una modificación de la Matriz de Leopold con la que se evaluarán los impactos bajo los criterios de magnitud e importancia, en una escala de 0-10 donde se definen los siguientes rangos: Tabla 17. Rango de Evaluación de Impactos Ambientales del Proyecto (Matriz de Leopold). - 68 -

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826)

Rangos 0-5 5 6-10

Magnitud Baja Moderada Severa

Importancia Baja Media Alta

6.3.1. Análisis de los Resultados de la Matriz de Leopold Se evaluaron los impactos ambientales causados energía por la actividad de transporte de

eléctrica de las líneas No. 822-826 Nueva Barranquilla – Punto de Cruce,

obteniéndose como resultado un impacto global de magnitud e importancia baja lo que indica que las actividades desarrolladas en las fases de operación y mantenimiento no afectan significativamente los diferentes componentes ambientales. Sin embargo, existen algunas situaciones que requieren de la adopción de medidas de control y de mitigación. Se describen los aspectos evaluados más significativos en cada componente: Componente Geológico La incidencia sobre el componente viene dada por la afectación de la capa edáfica y por la formación de brotes erosivos leves a lo largo del corredor de las líneas, consecuencia de las prácticas diversas inadecuadas en la región, generan susceptibilidad sobre los suelos. Específicamente, el impacto ambiental se considera de magnitud e importancia baja puesto que la capacidad de recuperación de los suelos del área es alta y las técnicas de despeje de vegetación aplicadas, mitigan los efectos adversos generados en las actividades de mantenimiento de servidumbres; sin embargo, el impacto de las excavaciones en la fase de desmantelamiento se considera de importancia alta por la remoción de material y necesitarían acciones encaminadas a la restauración de la dinámica del suelo.

Componente Hídrico El impacto sobre el recurso es irrelevante ya que su magnitud e importancia es baja, debido a que los cuerpos de agua que atraviesan la línea no se ven afectados; no obstante, se genera la posibilidad de aumento de Sólidos Suspendidos, DBO y disminución de caudal en el evento que no cumplan las normas ambientales que hasta el momento la empresa viene adoptando en el desarrollo de las actividades en las fases de operación y mantenimiento (descarga de residuos en el recurso hídrico, afectación de las riberas) de la línea de transmisión 822-826. - 69 -

el impacto generado en el componente es de magnitud moderada por ser reversible y temporal debido a que la empresa realiza las actividades generadoras del impacto bajo el criterio de desarrollo sostenible y bajo la supervisión de la autoridad ambiental de la región. disminuye el índice de desempleo en la región. produzcan daños a la población y a los contratistas que realizan los mantenimientos. lo que ha generado la adaptación de las especies en el área. El orden público y la seguridad de la zona hacen que la infraestructura sea vulnerable y potencialmente afectada por la posible presencia de delincuencia habitante en la zona. De acuerdo con las consideraciones anteriores. Todos los impactos de la fase desmantelamiento son de tipo potencial si no se aplican las medidas de prevención y control al momento de la realización de las actividades. solventando de alguna manera la problemática socio-económica en la región como consecuencia de las pocas fuentes de empleo existentes. . ya que la contratación temporal de mano de obra no calificada. No.70 - . Componente Social Sobre este componente se presentan impactos positivos y negativos. las cuales pueden generar incidentes (robo de angulerías.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. aunque en baja magnitud. (822-826) Componente Biótico Este es el componente que presenta mayor grado de afectación ya que las podas y el despeje de vegetación incide de forma directa en las interacciones de los ecosistemas presentes en el área. Otro factor importante en la valoración del impacto es la antigüedad del proyecto en la zona. sabotajes) que a su vez.

No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.1 Objetivo .71 - . (822-826) 7 MEDIDAS DE MANEJO AMBIENTAL 7.

mitiguen. las que se esbozan en las fichas del Plan de Manejo Ambiental para cada uno de los programas de gestión ambiental desarrollados por la compañía. enfocadas a la política de desarrollo sostenible emprendida por TRANSELCA S.A. Los impactos pueden minimizarse o mitigarse por una misma acción o lo que involucra una serie de actividades. 7. como eje central de su sistema de gestión ambiental.P.3 Fichas del Plan de Manejo Ambiental El Plan de Manejo Ambiental proporcionará soluciones de tipo técnico para los impactos adversos que genera y puede generar las actividades de operación y desmantelamiento de las líneas de Transmisión (822-826). Incluyen la descripción del impacto. Todas las medidas se presentaran en fichas de manejo ambiental.2 Alcance Se determinaran las alternativas más viables para minimizar los impactos ambientales generados. controlen y/o compensen los impactos adversos que se genera en la línea de transmisión de energía No. 822-826.72 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Estas medidas se establecerán especificándose el responsable de la implementación y evaluación de sus resultados. en el desarrollo de sus actividades de operación y desmantelamiento. El seguimiento de las medidas se realizará de acuerdo con el cronograma de implementación establecido. .S. 7. E. (822-826) Establecer las medidas de manejo ambiental que prevengan. No. el control requerido (acciones u obras requeridas) y una síntesis de las mismas.

73 - . No. (822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.74 - . (822-826) .

(822-826) .75 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.76 - .

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.77 - . No.

78 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826) .

79 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.80 - . No. (822-826) .

81 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

(822-826) .82 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.83 - . (822-826) . No.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) . No.84 - .

(822-826) . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.85 - .

No.86 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

87 - . No. (822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.88 - .

No. (822-826) .89 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No. (822-826) .90 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

91 - . (822-826) . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

92 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

No. (822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.93 - .

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.94 - . (822-826) .

(822-826) . No.95 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.96 - . No.

(822-826) .97 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .98 - .

(822-826) . No.99 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

100 - . No. (822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.101 - . (822-826) .

No.102 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

No.103 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) .

(822-826) .104 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.

105 - . (822-826) . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No. (822-826) .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.106 - .

(822-826) .107 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.108 - . (822-826) .

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.109 - . No. (822-826) .

110 - . (822-826) . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) . No.111 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826) .112 - .

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. (822-826) .113 - .

(822-826) .114 - . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) . No.115 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.116 - . (822-826) .

Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) . No.117 - .

(822-826) . No.118 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

119 - . (822-826) . No.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln.

(822-826) 8 PLAN DE CONTINGENCIA PARA LA OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO DE LAS LÍNEAS DE TRANSMISIÓN DE ENERGÍA No.120 - . 822 – 826 NUEVA BARRANQUILLA – PUNTO DE CRUCE En el presente Plan de Contingencia se consideran los eventos relacionados con la operación y mantenimiento de la línea de 822-826. además de las amenazas de tipo .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No.

la vida y bienes de las comunidades circunvecinas y el deterioro del medio ambiente.2 Objetivos Específicos  Crear un patrón de comportamiento sistemático en todos los contratistas que ejecutan las labores del mantenimiento.3 Identificación de Amenazas y Análisis de Vulnerabilidad La identificación de las amenazas originadas por agentes inherentes a la operación y mantenimiento de las líneas o por agentes externos a estas actividades. se identificaron amenazas de tipo técnico-operativo y natural. se tuvo en consideración el nivel de exposición y la predisposición a la pérdida de un elemento o grupo de elementos.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. que les permitan reaccionar en el menor tiempo posible. culturales y de orden público presentes en la zona de estudio. No.121 - .Evaluación de Vulnerabilidad. 8. . la salud e integridad física de los trabajadores. que pueden afectar al sistema de transmisión de energía de las líneas 822-826 al medio ambiente. 8. Como resultado de lo anterior. a la comunidad o la imagen corporativa de la compañía. 8. (822-826) natural y antrópicas que se puedan presentar en forma potencial dentro del área de influencia de las líneas de transmisión. las cuales se muestran en la tabla 19 .  Establecer las posibles situaciones de emergencia y sus mecanismos de control. todos aquellos eventos técnicos operativos que puedan afectar la normal prestación del servicio de transmisión de energía eléctrica.  Diseñar una estructura organizacional responsable de la atención y control de emergencia.  Establecer un programa de capacitación periódico con el análisis de vulnerabilidad de la línea. se basa en los antecedentes conocidos.1 Objetivo General Controlar eficaz y oportunamente. teniendo en consideración las condiciones socioeconómicas. Para la evaluación de las amenazas identificadas. y en el análisis de las observaciones realizadas durante el trabajo de campo.

puede afectar cultivos o áreas no cultivadas y no afecta fuentes de aguas superficiales.  Muy crítico: (4) Puede presentarse accidente mortal en más de una persona 8.122 - .3.  Ocasional: (3) El siniestro ocurrió al menos una vez en los últimos 2 años. para cada uno de estos componentes: 8. Para su control se requiere la intervención de expertos.3. No compromete el hábitat de especies en vía de extinción.3.  Remoto: (2) El siniestro ocurrió al menos una vez en los últimos 5 años.  Marginal: (2) El siniestro puede afectar al menos a una persona. fauna o flora amenazada o en peligro de extinción.  Crítico: (3) El siniestro puede afectar al menos a una persona.3. Puede ser controlado por las personas que intervienen directamente en el proceso. generando lesiones con incapacidad parcial permanente. generando lesiones sin o con capacidad temporal. generando incapacidad total permanente o producir accidente mortal. definidos y valores de la siguiente manera: 8.  Frecuente: (4) El siniestro ocurrió al menos más de una vez en el último año. A continuación se describen los diferentes grados de severidad.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. No. .4 Recurso Ambiental  Insignificante: (1) El siniestro no afecta ecosistemas ambientalmente frágiles como bosques.2 Severidad Este parámetro se encuentra directamente relacionado con el grado de incidencia de la afectación sobre el recurso humano y ambiental.3 Recurso Humano  Insignificante: (1) El siniestro puede afectar al menos a una persona.1 Frecuencia  Poco Probable: (1) El siniestro ocurrió al menos una vez en los últimos 10 años o más.  Marginal: (2) Podría afectarse la disponibilidad de recursos naturales comunitarios o ecosistemas altamente intervenidos. 8. (822-826) analizando los parámetros de frecuencia de ocurrencia y la severidad del siniestro.

se encuentra con mayor grado de detalle el valor parcial de cada uno de los parámetros analizados. combinación con entidades externas. Implica la intervención de entidades gubernamentales. No. se clasifican las amenazas identificadas de acuerdo con la siguiente escala de evaluación de vulnerabilidad: Tabla 18. Escala de Evaluación de Vulnerabilidad Evaluación de Vulnerabilidad Alta 6–8 Media 3–5 Baja 1-2 Teniendo en cuenta la evaluación realizada. se compromete el hábitat de especies en vía de extinción y ecosistemas poco intervenidos. los grupos de amenazas se clasifican de acuerdo con el grado de vulnerabilidad establecido. (822-826)  Crítico: (3) Puede producir afectación alta y progresiva de la disponibilidad de recursos naturales comunitarios.Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. Tabla 19. Implica la intervención y  Muy crítico: (4) Puede implicar la indisponibilidad total de un recurso natural comunitario.123 - . Partiendo de los resultados de la evaluación. En la tabla 15. Evaluación de Vulnerabilidad . hasta reestablecer la normalidad en el sector o la región. También puede afectarse especies en vía de extinción y ecosistemas que no han sido intervenidos por el hombre.

No.124 - .Plan De Manejo Ambiental Nueva Barranquilla – Punto de Cruce Ln. (822-826) Evaluación de Vulnerabilidad Alta Amenaza Caída de conductor por las labores de mantenimiento Caída total o parcial de la torre por sabotaje Enfrentamiento armado derivado de las condiciones de orden público de la zona Caída total o parcial de la torre por sismo Ocurrencia de un incendio forestal Descarga eléctrica por imprudencia de terceros Ocurrencia de un accidente vial que comprometa tanto a la infraestructura como la vida de seres humados y animales Descarga eléctrica por fenómenos naturales Media Baja .

Tabla 20. MMA. 1999 Pp: Poco Probable Rm: Remoto Oc: Ocasional Fr: Frecuente In: Insignificante Mr: Marginal Cr: Crítico Mcr: Muy crítico Convenciones Pr: Prevención Pro: Protección Ct: Control At: Atención Rt: Retención As: Aseguramiento Tr: Transferencia . Identificación de amenazas Amenanzas Pp Evaluación de Vulnerabilidad Frecuencia Severidad Rm Oc Fr In Mr Cr Mcr Pr Estrategias Pro Ct At Financiación Rt As Tr Total 6 4 7 3 Caída del conductor por las labores de mantenimiento Caída total o parcial de la torre por sismo Caída total o parcial de la torre por sabotaje Descarga eléctrica por fenómenos naturales Descarga eléctrica por imprudencia de terceros Ocurrencia de un accidente vial que comprometa tanto a la infraestructura como la vida de seres humanos y animales Ocurrencia de un incendio forestal Enfrentamiento armado derivado de las condiciones de orden público de la zona Potenciación de un conflicto social originado por el rechazo a la ejecución de las obras o a cualquier procedimiento adverso a los intereses comunitarios 2 1 3 1 1 2 1 3 1 3 2 3 3 3 4 4 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 4 5 2 7 X X X X X X 3 3 X X X X 7 Fuente: Guía Ambiental para Proyectos de Transmisión de Energía Eléctrica.

la gravedad de sus consecuencias y las medidas que permitan retornas a las condiciones normales de los recursos afectados.  Protección: Conjunto de acciones orientadas a reducir la severidad de las consecuencias en un siniestro. se establecen alternativas para la financiación de los riesgos. el responsable puede optar por asumirlo.Una vez evaluadas las amenazas. con el objeto de determinar la naturaleza de los recursos económicos que se requieran para la atención de las contingencias. Las (5) estrategias para la Administración del Riesgo son aquellas inherentes a la planificación de los recursos y las de financiación.  Control: Conjunto de acciones de verificación de la eficiencia y funcionamiento de las protecciones.  Financiamiento: Mecanismos necesarios para obtener los recursos y poder financiar los riesgos. y corresponden a los mecanismos necesarios para atender los riesgos que se puedan presentar. Finalmente.  Atención: Conjunto de acciones planificadas y orientadas a remediar o reducir las consecuencias generadas por el siniestro. con el fin de recuperar la operación de los procesos afectados por el mismo. a continuación se desglosan cada una de ellas:  Prevención: Conjunto de acciones orientadas a reducir la probabilidad de ocurrencia. . para evitar la materialización del siniestro y mantener en operación el sistema o reactivarlo en el menor tiempo posible y limitar así los daños. las cuales pueden ser:  Retención: Una vez evaluada la vulnerabilidad de los recursos frente a la amenaza y este se encuentre en el rango de aceptabilidad. manteniendo estricto seguimiento de su evolución en el tiempo. se define el tipo de estrategia a seguir con el fin de minimizar la probabilidad de ocurrencia. por la amenaza evaluada en un escenario dado. por la amenaza evaluada en un escenario.

Individuo Recurso humano Accidente de tránsito Urbano Rural Financiero Imagen Corporativa  Cursos de manejo defensivo para los conductores.  Procedimiento vial. Urbano Rural Evento que Ubicación del Recurso Efectos Medidas en el Plan de Contingencias .  Suministro de agua potable.  Suero antiofídico.  Procedimient os para trabajos de recuperación Temperaturas extremas Caída de una estructura y/o conductor Rural N/A Aplicar Plan de Contingencia: Caída total o parcial de las torres. Recurso humano Ataque de animales Rural Financiero Medio ambiente Imagen corporativa Recurso humano Financiero Recurso humano Financiero Imagen corporativa Traumas Enfermedades Intoxicación Incapacidad laboral Ninguno Deterioro Deshidratación Incapacidad laboral Muerte Suspensión de la obra Suspensión del servicio Deterioro N/A  Vacunas al personal. Mapa de Riesgos.  Uso de cinturones de seguridad.Tabla 21.  Capacitación en primeros auxilios.  Mantenimient o mecánico de vehículos. Evaluación y Medidas en el Plan de Contingencias Evento que genera riesgo Ubicación del sitio de trabajo Recurso afectado Efectos esperados Traumas Lesiones Fracturas Contusiones Muerte Daño de vehículos Indemnizaciones Deterioro Medidas en el Plan de Contingencias Fuente  Establecimien to de límite de velocidad.  Inspecciones pre-operacionales a los vehículos.  Aplicar Plan de Contingencias para accidentes de tránsito.

 Movilizació n institucional. Urbano Rural .N/A .P. Fenómenos naturales  Descar gas eléctricas Fenómenos naturales  Sismos  Avalanc has Urbano Rural  E.  Simulacro.  Procedimie ntos de trabajo.genera riesgo sitio de trabajo afectado Recurso humano Acción delictiva de grupos armados Urbano Rural Financiero Medio Ambiente Imagen Corporativa Recurso humano Financiero Medio ambiente Imagen corporativa Recurso humano Financiero Medio ambiente esperados Secuestro.  Capacitació n. lesiones Suspensión de la obra Daño equipos Daño ecosistema Ninguno Posible muerte Indemnizaciones Ninguno Deterioro Posible muerte Indemnizaciones Ninguno Fuente Aplicar Plan de Contingencia: Atención de sabotajes y situaciones de orden público Aplicar Plan de Contingencia: Atención ante la ocurrencia de una descarga eléctrica Individuo  Campañas de divulgación.P. previo inicio de obras.

4 Emergencias Posibles Definiremos como emergencia a "Toda perturbación parcial o total del sistema que pueda afectar a uno o varios de sus componentes poniendo en peligro su estabilidad y que pueda requerir para su manejo recursos y procedimientos diferentes y/o superiores a los normalmente utilizados por la empresa.  Caída total o parcial de la torre por sismo.  Caída total o parcial de la torre por sabotaje Descripción Del Procedimiento En Caso De Una Emergencia Tabla 22. A continuación se presentan las posibles emergencias que pudieran ocurrir en – Punto de Cruce. 30-60 min.8. y la modificación temporal.1 Caída Total o Parcial De Torres y/o Conductor Esta emergencia puede ser de tres tipos:  Caída de conductor por las labores de mantenimiento. 822-826 Nueva Barranquilla 8. Desplazamiento del personal de TRANSELCA Desplazamiento del personal de los organismos de socorro y autoridades al sitio Atención y traslado de las personas lesionadas Inicio de las labores de rehabilitación y puesta en marcha del sistema Descripción y evaluación preliminar de los daños causados Inmediato Inmediato Inmediato 3-12 Horas 3-6 Horas . las acciones a realizar para mitigarlas y controlarlas. la operación y mantenimiento de la línea de transmisión No. Procedimiento en Caso de Emergencia Caída de Torres. Actividad Identificar el problema y localización del lugar del desastre Informe a los organismos de socorro y a las autoridades Responsable Gerencia de Operación Gerencia de Transmisión Gerencia de Operación Gerencia de Transmisión Gerencia Administrativa Gerencia de Operación Gerencia de Transmisión Gerencia Administrativa Organismos de Socorro Autoridades locales Organismos de Socorro TRANSELCA TRANSELCA Duración 30-60 min. parcial o total de su organización para poder atenderla".4.

que comunica a Barranquilla con Juan Mina y Tubará.  Logística: En la zona donde se presentó el accidente deberán acudir:  Contratista  Organismos de Socorro  Personal Operativo de Transmisión. hay un riesgo potencial de daño por delincuencia común ó imprudencia de terceros. TRANSELCA tomará las medidas respectivas  Prevención: Como medida preventiva. sin embargo. se tienen los diseños sismo-resistentes de las obras civiles de las cimentaciones de las bases de las estructuras.Dependerá de la Investigación detallada. Mantenimiento y Operación (TRANSELCA)  Interventor de la Obra.4. proceso de negociación TRANSELCA situación específica Hasta la Análisis de las actividades ejecutadas para atender la contingencia y solución definitiva normalización INTERVENTOR del sistema de transmisión de energía  Áreas de Riesgo: De acuerdo con la información secundaria consultada.  Vías de Evacuación: En la zona de influencia del proyecto se localiza una vía de evacuación que corresponde a la Carretera del Algodón. 8. Es importante señalar que en el caso de un accidente que tenga consecuencias fatales.2 Descargas Eléctricas Aplica para los siguientes tipos de amenaza:  Descarga eléctrica por imprudencia de terceros . la zona presenta un bajo nivel de sismicidad.

.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia Tabla 23. Informar a los organismos de socorro y a las autoridades 30-60 min. Sin embargo. la zona no es considerada de alto riesgo de tormentas eléctricas que hayan culminado en desastres. Descarga eléctrica por fenómenos naturales 8.2.4. Procedimiento en Caso de Emergencia Descargas Eléctricas Actividad Identificar el problema y localización del lugar del desastre Responsable Gerencia de Operación Gerencia de Transmisión Gerencia de Operación Gerencia de Transmisión Gerencia Administrativa Gerencia de Operación Duración estimada 30-60 min. proceso de negociación Análisis de las actividades ejecutadas para atender la contingencia y solución definitiva Gerencia de Transmisión Gerencia Administrativa Organismos de Socorro Autoridades locales Organismos de Socorro TRANSELCA TRANSELCA TRANSELCA Inmediato Inmediato Inmediato 3-12 Horas 3-6 Horas Dependerá de la situación específica Hasta la normalización del sistema de transmisión de energía INTERVENTOR  Áreas de Riesgo: Todo el corredor de servidumbre de las líneas 817 – 818. pero si está expuesta a imprudencia de terceros que generen una emergencia de este tipo. Desplazamiento del personal de TRANSELCA Desplazamiento del personal de los organismos de socorro y autoridades al sitio Atención y traslado de las personas lesionadas Inicio de las labores de rehabilitación y puesta en marcha del sistema Descripción y evaluación preliminar de los daños causados Investigación detallada.  Vías de evacuación: En la zona de influencia del proyecto se localiza una vía de evacuación que corresponde a la Troncal del Caribe.

Las estructuras de alta tensión poseen sistemas de puesta a tierra. TRANSELCA tomará las medidas respectivas. Actividad Responsab le Duración estimada .1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia Tabla 24.3 Alteración a Situaciones de Orden Público Este Plan de Contingencia aplica para los siguientes tipos de amenaza:  Enfrentamiento armado. para evitar el efecto de tensión de paso a las personas y animales que probablemente transiten por el área. y/o descargas eléctricas se tienen la implementación de pararrayos respectivamente.3. Procedimiento en Caso de Emergencia Situaciones de Orden Público. Logística: En la zona donde se presentó el accidente deberán acudir:  Contratista  Bomberos  Personal paramédico  Ambulancias  Policía Vial  Autoridades locales Es importante señalar que en el caso de un accidente que tenga consecuencias fatales.  Prevención: Para la prevención de los impactos causados por rayos. 8.4.4.  Potenciación de un conflicto social originado por el rechazo a la ejecución de los mantenimientos o la reubicación de familias asentadas dentro de la franja de servidumbres. 8.

De igual manera. ONG`s. Comunicación permanente con el contratista. De igual forma. se recomienda seguir las instrucciones de la autoridad. en el evento de una emergencia social. se identifica como principal vía de evacuación. Es importante una actitud de respeto y prudencia por parte del personal contratista que esté laborando en la zona hacia la comunidad y su idiosincrasia. debido a la presencia de grupos al margen de la ley en el área. con el fin de conocer cualquier cambio sobre las condiciones sociales y de orden público en la zona . en el TRANSELCA TRANSELCA evento que haya sido afectada la infraestructura 3-6 Horas  Áreas de Riesgo: Toda la zona de servidumbre de las líneas.  Logística: En la zona donde se presente el siniestro deberán acudir:  Autoridad local  Autoridades Militares.Identificar el problema y localización del lugar Informar a las autoridades pertinentes Desplazamiento del personal militar al sitio. entre otras). atender las recomendaciones emitidas por estas. Atención y traslado de las personas lesionadas Inicio de las labores de rehabilitación y puesta en marcha del sistema Descripción y evaluación preliminar de los daños causados Investigación detallada CONTRATISTA CONTRATISTA Autoridades locales Personal Militar Organismos de Socorro TRANSELCA 30-60 min 30-60 min Inmediato Inmediato Inmediato Inmediatamente.  Vías de evacuación: La vía Troncal del Caribe. seguida por los carreteables localizados en la zona. sus vías de accesos y su zona de influencia. se ejecutará el programa de contratación de mano de obra no calificada. Policía. son calificadas como de media sensibilidad en el componente social.  Prevención: Constante comunicación con las autoridades locales (Ejercito. para la movilización y evacuación del personal contratado.

Responsable CONTRATISTA CONTRATISTA CONTRATISTA Organismos de Socorro Duración estimada 30-60 min. Procedimiento en Caso de Emergencia Accidentes de Tránsito Actividad Identificar el problema y localización del lugar del desastre Informar a los organismos de socorro y a las autoridades Desplazamiento del personal del contratista.8. Orden público y accesos Inmediato Organismos de Socorro CONTRATISTA INTERVENTOR Inmediato Depende la situación Hasta finalizar el proceso  Áreas de Riesgo: El área ubicada en cercanías a la vía principal Troncal del Caribe. 8. Desplazamiento del personal de los organismos de socorro y autoridades al sitio Atención y traslado de las personas lesionadas Descripción y evaluación preliminar de los daños causados y acuerdo de pago. Análisis de las actividades ejecutadas para atender la contingencia. la Troncal del Caribe.4.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia Tabla 25.  Vías de evacuación: Como vía de evacuación principal. 30-60 min.4. y como vías secundarias.  Logística: En la zona donde se presentó el accidente deberán acudir:  Contratista  Personal paramédico  Ambulancias  Policía Vial . se identifica en la zona la influencia del corredor de servidumbre de las líneas.4 Accidentes de Tránsito Aplica para los siguientes tipos de amenaza:  Ocurrencia de un accidente vial que comprometa tanto la infraestructura como la vida de seres humanos. los carreteables que comunican a esta vía principal.4.

 Prevención: Aplicar las normas de manejo defensivo. se considera toda el área como en riesgo de ocurrencia de un incendio forestal.1 Descripción del Procedimiento en Caso de una Emergencia Tabla 26. Atención y traslado de las personas lesionadas Responsable CONTRATISTA CONTRATISTA CONTRATISTA Gerencia de Operación Gerencia de Mantenimiento Organismos de Socorro Bomberos Defensa Civil Autoridad local Organismos de Socorro Duración estimada Inmediato Inmediato Inmediato Inmediato Inmediato Inmediato  Áreas de Riesgo: Dado el tipo de vegetación predominante en el corredor de servidumbre. en las vías troncales y en los caminos carreteables. TRANSELCA tomará las medidas respectivas. defensa civil y autoridades al sitio.S. Autoridades locales Es importante señalar que en el caso de un accidente que tenga consecuencias fatales. 8. Procedimiento en Caso de Emergencia Incendio Forestal Actividad Identificar el problema y localización del lugar del desastre y las vías de evacuación a utilizar Informar a TRANSELCA S. Sostener comunicación con la comunidad y con los propietarios de los predios aledaños en forma periódica. .A.5 Incendio Forestal Este plan de contingencia aplica para el siguiente tipo de amenaza:  Ocurrencia de un incendio forestal 8.4. E. Informar a los organismos de socorro y a las autoridades Desplazamiento del personal de TRANSELCA Desplazamiento del personal de los organismos de socorro.4.5.P. bomberos.

Tabla 27. Al terminar los trabajos.  Logística: En la zona donde se presentó el accidente deberán acudir:  Contratista  Bomberos  Personal paramédico  Ambulancias  Policía vial  Autoridades locales  Prevención: El contratista contará con un Programa de Prevención de Incendios Forestales y del Programa de Salud Ocupacional y Seguridad Industrial. Procedimiento en Caso de Emergencia Atentados o Voladuras. los cuales incluirán capacitación de manejo de extintores.6 Atentados o Voladuras La vulnerabilidad de la infraestructura es manifiesta y la emergencia de mas alta probabilidad de ocurrencia.4. verificar que no queden botellas. garrafones y otros recipientes que contengan combustibles regados por el sitio de trabajo. En los alrededores de donde se están realizando los trabajos. Vías de evacuación: En la zona de influencia del proyecto se localiza una vía de evacuación que corresponde a la Carretera del Algodón que comunica la zona con el casco urbano.   Responsable Contratista Autoridades . de manera que ésta se mantenga controlada y no pueda ser utilizada en la realización de un incendio malintencionado. Situación EN CASO DE SITUACIONES SOSPECHOSAS  Actividad Observar la presencia de objetos desconocidos e inusuales y reportados. generando los costos mas altos en la implementación de las medidas de control de las contingencias. se contarán con el número óptimo de extintores. De igual forma. durante los trabajos en campo. ocasionando el mayor traumatismo al sistema. mantener un programa de rocería de la maleza. de acuerdo con los diferentes tipos de fuegos. 8..

Desplazamiento del personal de los organismos de socorro. sobre la situación sospechosa. Inicio de las labores de rehabilitación y puesta en marcha del sistema. deben abstenerse de realizar por su cuenta cualquier búsqueda especial de explosivos. bomberos. E.S.   DURANTE LA EMERGENCIA  Descripción y evaluación preliminar de los daños causados. cualquier aviso o comunicación recibida que contenga amenazas de explosivos que supuestamente hayan sido colocados o estén por colocar.    Contratistas Gerencia de Operación Gerencia de Mantenimiento     Organismos de Socorro Bomberos Defensa Civil Autoridad local Colaborar con los organismos de socorro en el control de la emergencia. No tocar ni mover ningún objeto.P. E. Identificar el sitio de la emergencia y rutas de evacuación. E.   DESPUÉS DE LA EMERGENCIA   Gerencia de Operación Gerencia de Mantenimiento   Los empleados y contratistas de TRANSELCA S.A.  Avisar a las autoridades competentes y organismos de socorro.A.S. Realizar un reporte inmediato al Jefe de Emergencias de TRANSELCA S.A.  Contratista . Realizar la limpieza del área afectada por el siniestro. RECOMENDACIONES  Informar a la Coordinación de Seguridad de TRANSELCA S.   Aislar el área y evitar la presencia de personas o animales en el lugar de la sospecha.S. defensa civil y autoridades al sitio.P. pues ésta es una tarea que deberá ser cumplida por las autoridades competentes.P.

P. la cual contempla dos niveles de responsabilidades definidos como el Directivo y el Operativo. E. Organización General de la Emergencia GERENCIA GENERAL Director de Emergencia Grupos de Apoyo (Defensa Civil. TRANSELCA S. requieren de una organización eficiente y flexible.5 FUNCIONES Y RESPONSABILIDADES La atención de las emergencias que se puedan presentar.S.8. en sus fases de CONTROL y MITIGACIÓN. adoptó para el grado de las emergencias 2 y 3. una estructura organizacional que se muestra a continuación. etc) Ejé Jefe de la Emergencia Comité Local Comité Gerencia de Operaciones Departamento de Logística Logí . Ejército. en donde cada persona o entidad involucrada conozca en forma clara y precisa sus funciones y responsabilidades y sea capaz de activarlas en los eventos que así lo exijan. Figura 5.A.

 Velar por el entrenamiento y la capacitación del personal operativo. comunidad y de la suya propia durante cada una de las acciones que se desarrollen bajo su responsabilidad en el control de la emergencia. Responsabilidades Jefe de Emergencia JEFE DE LA EMERGENCIA  Coordinar las labores de los grupos de control de la emergencia.5. Responsabilidades Director de Emergencia DIRECTOR DE LA EMERGENCIA  Una vez enterado de la emergencia se trasladará al Puesto de Mando. los mecanismos y vías de apoyo para que el control de la emergencia se haga en el menor tiempo posible y de la manera más efectiva.8.  Preparará los informes sobre la emergencia a la Coordinación Tabla 29. Es el encargado de coordinar con el Director de Emergencia.  Velar por la seguridad del personal.  Recoger evidencias de las posibles causas que originaron la emergencia. . COMO FUNCIONES ESPECÍFICAS PRINCIPALES TIENE LAS SIGUIENTES:  Orientará los grupos de apoyo externos o especializados sobre la situación de emergencia  Solicitará ayuda para la intervención de cualquier empresa privada requerida para el control de la emergencia. Estas decisiones requieren un conocimiento amplio de los riesgos y sus implicaciones.1 Nivel Directivo Es responsable por la administración del plan y la toma de decisiones administrativas durante las emergencias. COMO FUNCIONES TIENE LAS SIGUIENTES:  Dar prioridad al control de otros factores que pudieran sinergizar la emergencia inicial. Autorizará la consecución de recursos físicos bajo el concepto de compra en emergencia.  Participará en la investigación y análisis de las causas que originaron la emergencia. tanto a nivel de recursos internos de la empresa y de la comunidad donde se genera la emergencia. y evacuación y rescate. sitio desde el cual dirigirá todas las acciones administrativas que exijan las circunstancias. Tabla 28.

5. Las responsabilidades de estos grupos comprenden: Tabla 30. ANTES DEL SINIESTRO  Participar en programas de capacitación sobre atención de emergencias organizados por TRANSELCA S. en la verificación de los daños causados en la zona. Responsabilidades Brigada de Emergencia ETAPA DE EJECUCIÓN FUNCIONES  Realizar revisiones oportunas de la línea y detectar situaciones de riesgos.  Evaluar los daños en la infraestructura y realizar acciones necesarias para su rehabilitación. Su actuación es el mismo lugar de la emergencia y está conformada por personal dotado y capacitado específicamente para ello.  Estar actualizado en la aplicación de técnicas básicas de prestación de primeros auxilios. Cada integrante de la brigada de emergencia deberá conocer los procedimientos de seguridad establecidos.5. Gerencia de operaciones y Departamento de Logística) Es el grupo encargado de controlar el evento y sus consecuencias. 8.1 Brigada de Emergencia (Comité Local de Emergencia.  Colaborar con los servicios de atención médica y los organismos de socorro.8.A. cuando estos lo soliciten.  Colaborar con los grupos de apoyo externo. y está constituido por la brigada de emergencia.2.2 Nivel Operativo Es el responsable de las acciones técnicas encaminadas a la protección de personas y bienes en caso de emergencia y restablecimiento de las operaciones o condiciones normales de trabajo.  Ayudar en la evacuación del personal lesionado para su DURANTE EL SINIESTRO .

 Mantener informado al Jefe de Emergencia sobre las acciones adelantadas. mantener despejadas las rutas de evacuación y coordinar con la Policía Judicial el levantamiento de cadáveres. Clínicas y Hospitales Les compete a estos organismos atender y hospitalizar a las personas afectadas por la emergencia y apoyar con personal especializado y equipo de ambulancia la evacuación de los heridos. Ejército Nacional) 112 A este organismo le corresponde aislar el área afectada por la emergencia. garantizar la seguridad en el área.  Bomberos 119 Las funciones esperadas de este organismo en caso de un siniestro. DESPUÉS DEL SINIESTRO 8. de igual coordinar con el Tránsito Departamental los desvíos necesarios en las vías circundantes al área declarada en emergencia.  Realizar la limpieza del área afectada por el siniestro. investigación de las causas y origen del incendio y elaboración del informe oficial del siniestro.  Desconectar el sistema eléctrico de la zona . El Cuerpo de Bomberos es el organismo oficial autorizado y entrenado para las labores de contra incendio.posterior traslado a los centros de atención médica.  Fuerzas Armadas (Policía Nacional. De acuerdo a su especialidad y experiencia estos grupos entrarán en coordinación con los Brigadistas de la Estación en el control de la emergencia.6 GRUPOS DE APOYO De acuerdo a su especialidad y experiencia estos grupos entrarán en coordinación con los Brigadistas en el control de la emergencia. ejecución de maniobras para el rescate de víctimas.  Cruz Roja .  Restablecer el funcionamiento y operación de la línea de transmisión. especialmente si es con incendio forestal o inundaciones son las de desarrollar labores orientadas a su control y extinción.  Salud. de tal manera que la Brigada de Emergencia deberá brindarle todo el apoyo y las facilidades para el desarrollo de sus actividades.

Como complemento del Plan Operativo establecido para cada una de las contingencias identificadas. Tabla 35. instalar puesto de primeros auxilios. Información referente a organismos de atención y autoridades ubicados en la zona de influencia de las líneas de Transmisión 822/826.  Defensa Civil Es competencia de este organismo. valorar el estado de las personas afectadas con el fin de determinar la prioridad de evacuación y llevar el registro de las personas rescatadas y el lugar hacia donde fueron remitidas. y que pueden ser contactados de manera inmediata. efectuar la búsqueda y rescate de personas. se presenta la información referente a organismos de atención y autoridades ubicadas en la zona de influencia de las líneas de Transmisión 822-826.Son funciones de este organismo. conducir a las personas afectadas a los sitios previamente establecidos (albergues). prestar los primeros auxilios al personal comprometido en la emergencia. en caso de la ocurrencia de un evento imprevisto durante la Operación y Mantenimiento del sistema y que amerite la participación de estos actores. 33-139 TELÉFONO 3791853 3517612 Infraestructura de Salud Hospital General de Barranquilla Hospital La manga Cra 21D No. 78-55 3482127 3482252 Pinar del Río (Barranquilla) Organismos de Socorro Defensa Civil 3589537 3589543 Organizaciones/Institucionales DAMAB Defensoría del Pueblo . evaluar el estado de las personas lesionadas para establecer la prioridad de traslado. organizar y operar los albergues para el personal evacuado e instalar puestos de Primeros Auxilios. MUNICIPIO ENTIDAD DIRECCIÓN Calle 33 No. evacuar al personal de la comunidad comprometido en la emergencia.

previa coordinación con la Gerencia General.2. Se sugiere la preparación de un comunicado escrito. en caso de una contingencia en el sistema de la compañía.Organismos de Seguridad Policía Nal. Por lo anterior y de acuerdo con las políticas institucionales de TRANSELCA. teniendo en cuenta el manejo de comunicaciones.  Comunicaciones internas: Responsabilidad de la Gerencia Administrativa. tal y como se detalla a continuación.4. los medios a utilizar y los demás mecanismos de coordinación interinstitucional. Acciones de Capacitación En el marco de los programas de capacitación interna para los trabajadores de las Gerencias de mantenimiento. En este sentido es importante la definición de los mecanismos a utilizar para el manejo de las comunicaciones tanto al interior como al exterior de la compañía. 6 112 7274444 7274604 7288600 7285920 8. Manejo de las Comunicaciones En todo este sistema hay un elemento de fundamental importancia referido al tema de las comunicaciones. Operaciones y de las áreas de apoyo. el manejo de las comunicaciones se desarrollará de acuerdo con lo siguiente:  Comunicaciones externas: A cargo de la Gerencia de Operaciones o de Transmisión. que afecte bienes o cause lesiones a terceros.1.4.4. PLAN ESTRATÉGICO Este plan comprende la definición de estrategias de administración integral de riesgos y la organización básica. acciones de capacitación y coordinación interinstitucional. Sijin Gaula Batallón No. utilizando las herramientas existentes en la compañía y preferiblemente antes o al menos de manera simultánea con la información que se suministre al exterior. que se distribuya a los interesados y de esta manera asegurar el manejo de versiones unificadas. 8. aspecto éste vial para la adopción de las medidas preventivas o correctivas necesarias ante la ocurrencia de eventos no deseados. especificando entre otros asuntos los niveles autorizados para hacerlo. se introducirán módulos específicos que ilustren sobre las acciones a seguir en el caso en que se . 8.

establecidos dentro de las medidas de manejo 9 PROGRAMA DE SEGUIMIENTO Y MONITOREO En este capítulo se establecen los indicadores de éxito del los diferentes programas establecidos en el Plan de Manejo ambiental (P.S. de los programas de Educación Ambiental y de Convivencia con la línea de Transmisión para la comunidad. E.A. Los indicadores se evalúan con respecto a las metas fijadas para el año de operación.P. El programa se estructura de tal forma que se convierta en una herramienta dinámica e interactiva donde se pueda conocer las debilidades del sistema de gestión ambiental aplicado a la línea de transmisión. Coordinación Interinstitucional Esta es una actividad de suma importancia y que debe ser coordinada desde el nivel ejecutivo de la compañía. forma parte.3. del cual TRANSELCA S. Resulta de particular importancia disponer de los sistemas de comunicación más apropiados para el área y en lo posible tener diferentes alternativas.). Esta temática debe hacer parte además de las inducciones y capacitaciones a los contratistas ambiental.M. Orden y Limpieza (SOL). que hayan tenido interacción con los demás actores y que conozcan la zona en donde ocurra el evento. este tipo de eventos debe tratarse en el marco de los programas internos que se promuevan en la compañía.4. El seguimiento de la eficacia de las medidas se realizará mediante indicadores que facilitarán el desarrollo de los informes anuales de seguimiento ambiental bajo metodología ICA establecido por el Ministerio de Medio Ambiente. También son de suma importancia las sinergias propias de organizaciones tales como el proceso APELL.A. corrigiendo oportunamente para alcanzar las metas fijadas y cumplir con los estándares de calidad de los diferentes componentes ambientales evaluados. preferiblemente por trabajadores del área de Mantenimiento de Línea de Transmisión. 8. de Salud Ocupacional y otros. De la misma manera. y que en su momento se constituye en un apoyo fundamental para sortear las situaciones derivadas de una contingencia. Vivienda y Desarrollo . tales como el de Seguridad.presenten situaciones que afecten la seguridad del sistema y de las comunidades asentadas en la zona de influencia.

Estado del permiso de aprovechamiento forestal.  FICHA 5. FICHA 2i..1 Programa De Residuos Sólidos Periodicidad Metas Capacitar el 100% de los contratistas Indicadores % de contratistas Estándar 100% de Seguimiento Semestral Responsable del Seguimiento Interventoría ..  FICHA 4b. las actividades. 9. 1a. Requerimientos de los actos administrativos y propuestas de actualización.Estado de cumplimiento de los programas que conforman el PMA FICHA 2c.     FICHA.Estructura del Plan de manejo Ambiental FICHA... monitoreo e interventoría del PMA. actuar de manera coordinada con los ejecutores del proyecto. indicadores. A continuación se detalla para cada uno de los programas.Análisis de la tendencia en la calidad del medio donde se desarrolla el Proyecto (Gráfica y Análisis). 822-826 Nueva Barranquilla – Punto de Cruce. y definir en conjunto con medidas que mejoren el desempeño ambiental de los programas.Estado de los permisos..1 DESCRIPCIÓN DE LAS ACTIVIDADES DE SEGUIMIENTO Y MONITOREO al El establecimiento de estrategias y mecanismos de acción. Análisis de efectividad de los programas que conforman el PMA.Territorial (MAVDT). A continuación se relacionan las fichas ICA que aplican para las líneas No. concesiones y autorizaciones para el uso y aprovechamiento de los recursos naturales  FICHA 3a. le permitirán responsable del seguimiento..1.Estado de cumplimiento de los requerimientos de los aspectos administrativos.0. frecuencia de monitoreo y responsable: 9.

exigidos al contratista.S.S. generados en los mantenimientos. Kg de R. Reducir los residuos a disponer en la fuente.I. Mantener el área de trabajo limpia de R.S.S. Implementación del proceso de reciclaje de residuos sólidos industriales. Interventoría Interventoría % de cumplimiento contractual./año ≤Kg de R. . capacitados Después de la Kg de R. reciclado/año Interventoría N.A Anual Interventoría % de limpieza del área de servidumbre 100% limpia Una vez finalizados los trabajos de mantenimiento Una vez finalizados los trabajos de mantenimiento. 100% de cumplimiento contractual. Obtener el total cumplimiento de las normas ambientales en cuanto al manejo de R. año anterior realización de los trabajos de mantenimiento.de mantenimiento.S.

Al inicio de las actividades en campo. para la evaluación de las medidas contempladas en la ficha de manejo de residuos. con el mismo procedimiento. Se presentan tres informes parciales y un informe final del seguimiento de este programa. en los cuales se incluye la evaluación de los indicadores de gestión establecidos. se realiza la primera visita de reconocimiento a la zona. si posterior a la culminación de las actividades. con periodicidad mensual. el contratista cumplió con la limpieza total del lugar (remoción de instalaciones y otros) y se exigirá al contratista la presentación de las constancias de entrega de los residuos sólidos a gestores debidamente autorizados. respectivamente después de cada visita. se programa de tal manera que se pueda verificar. La última visita. . Posteriormente se realizan por lo menos tres visitas más.

.

% realizado de actualización/año 100% Semestral Interventoría 100% de transitabilidad de los accesos Cero vías nuevas/año.2 Programa de Manejo de Accesos Periodicidad de Seguimiento Responsable del Seguimiento Metas Minimizarlos impactos ambientales causados por el tránsito de contratistas por el área de influencia a través de la capacitación y sensibilización de estos. Mantener actualizada la cartografía.1. Permanente Interventoría Interventoría interventoría Interventoría interventoría . Una vez finalizados los trabajos de mantenimiento. Minimizar las molestias a la comunidad por el transito de contratistas en el área de influencia Obtener el total cumplimiento de las normas de respecto de a la propiedad privada y al medioambiente por parte de contratista. Actualizaciones programada/año Verificación permanente. Anual Permanente.9. Mantener en buen estado los accesos al área de servidumbre. No realizar aperturas de nuevos accesos a la infraestructura. Indicadores Estándar % de contratistas capacitados y sensibilizados % de transitabilidad de los accesos No de vías de acceso abiertas/año % de reducción de quejas de la comunidad % de cumplimiento contractual. ≤ No de quejas del año anterior 100% de cumplimiento contractual.

Cumplir con las medidas de compensación que imponga la autoridad ambiental. Cero incidentes Renovación del permiso antes de su vencimiento.S. Interventoría 9. Obtener el total cumplimiento de las normas ambientales en cuanto al manejo de vegetación exigidos al contratista. 100% de cumplimiento contractual.9. TRANSELCA S.A. E.3 Programa de Manejo de Vegetación Periodicidad de Seguimiento Semestral Metas Capacitar el 100% de los contratistas de mantenimiento de servidumbres para que desarrolle las actividades con criterio técnico ambiental.P. Indicadores Estándar Responsable del Seguimiento % de contratistas capacitados 100% Interventoría M3 de podas ejecutado M3 volumen de podas programado.4 Programa de Educación Ambiental . No registrar incidentes por acercamiento forestal. 100% cumplimiento de los requerimientos.1. Semestral Interventoría interventoría No de incidentes/año.1. % cumplimiento legal Interventoría % de cumplimiento contractual. Cumplir con el volumen de podas autorizado. Mantener vigente los permisos de aprovechamiento forestal. Permanente Vigencia del permiso Anual Después de la ejecución de las medidas compensatorias Una vez finalizados los trabajos de mantenimiento.

Incrementar la participación de la empresa en proyectos de la comunidad del área de influencia de las líneas 811/812. Después de la capacitación Interventoría. Estándar 80% contratistas de la región.P. Mas del 70% de asimilación Talleres programados Periodicidad de Seguimiento Anual. Responsable del Seguimiento Interventoría Interventoría TRANSELCA S. % de asimilación % (Talleres realizados/ Talleres programados). Mayor del 80% Anual Interventoría - Anual Interventoría . Mejoramiento de la imagen institucional con la participación en proyectos de carácter social en la zona del área de influencia.A. Indicadores % de contratación de mano de obra no calificada de la región. Anual Después de la capacitación. Responsable del Seguimiento TRANSELCA S.S. % de incremento de participación en proyectos sociales.Metas Indicadores % de contratistas capacitados Estándar 100% Más del 80% de asistencia. E.1.P. 9.S. E.5 Programa de Gestión Social Periodicidad de Seguimiento Permanente Metas Disminuir el índice de desempleo en la región. % de la población que tiene una imagen positiva de la empresa.A. Capacitar el 100% de los contratistas de mantenimiento de Técnico de las líneas de transmisión. % de asistencia.

Mantener la infraestructura de la línea dentro de los estándares de calidad. Disminuir los índices de accidentalidad.de activaciones de sistema de protección asociados a acercamientos forestales. 100% de cumplimiento Permanente % de contratistas capacitados. E. 0% Permanente Interventoría Índice de accidentalidad dentro del área de influencia.A. 0% de accidentes en la línea Permanente TRANSELCA S. % de cumplimiento del Programa de Mantenimiento Anual. 100% de la población contratista.9. Permanente Interventoría Interventoría Controlar los acercamientos forestales.S.1. tanto en la comunidad como en los contratistas. .P. No .6 Programa de Prevención de Riesgos Asociados a la Actividad Metas Indicadores Estándar Periodicidad de Seguimiento Responsable del Seguimiento Capacitar el 100% de los contratistas que ejecuten los trabajos de mantenimiento durante el año en Salud Ocupacional y Medidas de Seguridad Industrial.

por lo tanto. será ejecutada por personal calificado en la temática ambiental para que evalúe los resultados obtenidos durante la etapa de implementación y establezca la formulación de correctivos. La interventoría ambiental es el mecanismo de verificación de los resultados del PMA.9. sin ningún tipo de análisis o relación con los contratistas ejecutores de los proyectos. .  Inspección de soportes respectivos para la verificación de charlas ambientales. seguridad e informativas realizadas a los contratistas.  Se realizarán visitas de inspección en las que se verificará el estado de las acciones del PMA.2 INTERVENTORÍA AMBIENTAL La interventoría ambiental se enfoca en garantizar el cumplimiento de las actividades y programas expuestos en el Plan de Manejo Ambiental. contemplará los siguientes aspectos:  La interventoría será de carácter neutral. mediante evaluaciones periódicas de la eficiencia y eficacia de las medidas adoptadas. La metodología de las actividades de interventoría ambiental. además del mejoramiento continuo en los procesos de mantenimiento y operación de las líneas de transmisión 817 -818.

10 CRONOGRAMA DE ACTIVIDADES .

.

oo).000. para aquellas actividades que no se encuentran incluidas en la programación financiera de la compañía. tal es el caso de las inspecciones no programadas y cambios de partes del sistema de transmisión de energía.S. dentro del área de influencia de las líneas y divulgación del PMA.000. E. No obstante.11 PRESUPUESTO La gran mayoría de las actividades descritas en el anterior cronograma se encuentran contempladas dentro del Presupuesto Anual de TRANSELCA S.P. .A. se ha establecido un valor global de sesenta millones de pesos m/l ($40.

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